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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3186 | 24 de Setembro de 2013

COMUNICAÇÃO I: 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo é lançado nesta terça-feira, com novidades

Ao completar 10 anos, o Prêmio Ocepar de Jornalismo traz várias novidades, como aumento no valor total dos prêmios e novas categorias. O lançamento da décima edição aconteceu durante um almoço realizado nesta terça-feira (24/09), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. “O Prêmio é reconhecido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) como um dos melhores do Brasil, devido à sua continuidade e forma como é realizado. Completar 10 anos é uma conquista, não só para a Ocepar, mas para as cooperativas em geral”, afirmou o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho. A iniciativa conta com patrocínio do Sicredi Paraná e Unimed Paraná, e apoio dos Sindicatos dos Jornalistas Profissionais do Paraná e do Norte do Paraná e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

Valor dos prêmios - O 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo tem como tema “Cooperativismo no Paraná”. Ao todo, serão distribuídos R$ 62 mil em prêmios, já descontados os tributos. O valor é 17% superior ao do ano passado, quando foram repassados R$ 53 mil aos vencedores. Poderão ser inscritos trabalhos nas categorias Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo e Mídia Cooperativa. Os três primeiros lugares vão receber R$ 6 mil, R$ 3mil e R$ 2 mil, respectivamente.

Categorias especiais - A categoria Universitário, lançada no ano passado, foi mantida mas, neste ano, os acadêmicos de Jornalismo poderão inscrever matérias tratando de todos os ramos do cooperativismo, diferentemente do ano passado, que se restringia ao crédito. Será escolhido um ganhador que receberá R$ 2.500,00. Nesta edição, passam a vigorar duas novas categorias: o Prêmio Especial Unimed, voltado apenas para matérias sobre saúde, e cujo vencedor vai receber R$ 6 mil. O Prêmio Especial Ramo Crédito, destinado a trabalhos a respeito do cooperativismo de crédito, vai premiar com R$ 6 mil a melhor matéria jornalística. Outra novidade é o Prêmio Destaque Especial do Jornalismo Paranaense, cujo vencedor será indicado pela comissão julgadora, com direito a um prêmio de R$ 3.500,00.

Prazo de inscrição – Outra novidade é que, nesta edição, os interessados terão mais tempo para fazer as inscrições. O prazo vai até o dia 28 de fevereiro de 2014. Podem concorrer matérias publicadas ou veiculadas de 1º de agosto de 2012 até 28 de fevereiro de 2014. Cada participante pode inscrever até três trabalhos, independente da categoria, podendo ser contemplado apenas uma vez. Serão aceitas apenas matérias relativas a cooperativas registradas no Sistema Ocepar, cuja lista pode ser consultada no portal www.paranacooperativo.coop.br. Outra modificação diz respeito à participação dos profissionais das assessorias de imprensa das cooperativas, sejam contratos diretos ou indiretos (prestadores de serviço), que somente podem participar da Categoria Mídia Cooperativa. Os trabalhos escolhidos pela comissão julgadora serão premiados durante a Assembleia Geral Ordinária da Ocepar, no dia 1º de abril de 2014, em Curitiba.

O Prêmio - O concurso é realizado desde 2003 com o objetivo de premiar os melhores trabalhos e profissionais da imprensa que atuam nos veículos de comunicação do Paraná e também das cooperativas paranaenses. O Prêmio Ocepar de Jornalismo tem ainda o propósito de divulgar a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do Paraná e do Brasil. Desde que foi criado, já recebeu um total de 630 trabalhos inscritos em telejornalismo, radiojornalismo, jornalismo impresso e mídia cooperativa. Somente no ano passado, houve 85 matérias inscritas.  

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COMUNICAÇÃO II: Importância do Prêmio é ressaltada no lançamento

O lançamento do 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo aconteceu com a presença dos participantes do Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses, que estão reunidos nesta terça-feira (24/09), em Curitiba, jornalistas de diversas mídias e representantes das entidades que patrocinam e apoiam o concurso. O superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lembrou que o Prêmio de Jornalismo da Ocepar é reconhecido nacionalmente como um dos mais importantes do País. “Dentro do cooperativismo, ele é o maior. Para nós, representa uma grande oportunidade de divulgar o trabalho realizado pelo cooperativismo. A população em geral não sabe, por exemplo, que esse sistema deve atingir, no Paraná, movimentação econômica de R$ 45 bilhões neste ano e que 60% de tudo que é produzido na agropecuária paranaense passa pelas cooperativas, o que é uma grande responsabilidade”, afirmou.  “Por meio desse concurso, nós premiamos as matéria jornalísticas que ajudam a divulgar o cooperativismo. É um reconhecimento público a esse importante trabalho realizado pelos jornalistas”, acrescentou.

Espírito do cooperativismo - O diretor da Federação Unimed Paraná, uma das patrocinadoras do Prêmio Ocepar desde o início, Robertson D´Agnoluzzo, também destacou a dificuldade existente até mesmo entre cooperados em entender o espírito do cooperativismo. Ele disse que iniciativas como essa contribuem para maior disseminação dos diferenciais desse setor e lembrou que a Unimed Paraná deixou de realizar o seu concurso de jornalismo no ano passado para apoiar de forma integral o Prêmio Ocepar. “Mas vamos continuar apoiando esta premiação do sistema, que é muito importante e presta o reconhecimento ao trabalho realizado pelos profissionais da Comunicação”, disse.

Parceria - Na oportunidade, o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR), Guilherme Carvalho, foi representado pela jornalista Maigue Guets, que também é diretora da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). “O sindicado é parceiro da Ocepar em vários trabalhos, inclusive no Prêmio de Jornalismo, que agora também conta com o apoio da Fenaj. Gostaríamos de parabenizá-los pelos 10 anos de realização do Prêmio. É muito bacana quando você é incentivado a trabalhar e é reconhecido”, disse ela.

Divulgação - “Parabéns à Ocepar por essa iniciativa. O cooperativismo precisa da imprensa para divulgar esse modelo de negócio diferenciado das cooperativas e que a sociedade ainda não conhece bem como funciona”, disse a gerente de Comunicação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Guaíra Flor.

Tema - O assessor de comunicação e marketing do Sicredi, Mauro Carvalho da Silva, falou em nome da Central Sicredi PR/SP, também patrocinadora do Prêmio. “O tema escolhido neste ano, Cooperativismo no Paraná”, foi muito feliz. Estava na hora de todos os segmentos serem envolvidos em uma temática única. A Ocepar já faz um esforço enorme nesse sentido em relação às cooperativas de diferentes ramos. Acredito que muito mais pode e deve ser feito para a consolidação de um sistema único”, disse. 

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COMUNICAÇÃO III: Show de criatividade para profissionais das cooperativas

Aviõezinhos de papel voaram pelo auditório do Sistema Ocepar, com ideias que surgiram na cabeça dos cerca de 60 participantes do Fórum dos Profissionais de Comunicação das Cooperativas Paranaenses, na manhã desta terça-feira (24/09), em Curitiba. Foi assim que eles começaram a ser estimulados a pensar sobre criatividade, tema do Curso Espetáculo que acontece durante todo o dia. As atividades estão sendo conduzidas por profissionais da Escola de Criatividade de Curitiba, que estão passando alguns conceitos e técnicas, atitudes e comportamentos necessários para o desenvolvimento do pensar de forma criativa. De acordo o publicitário Eloi Zanetti, um dos sócios da escola, a primeira condição para ser criativo é que a pessoa se considere criativa. “Quem julga a mim mesmo sou eu. Dessa forma, se eu me considero criativo, já estou abrindo um caminho novo”, disse ele. Especialista em criatividade, Zanetti construiu uma carreira de sucesso, com cargos de diretoria em empresas como o Bamerindus e O Boticário. Zanetti ainda é conhecido pelos seus artigos e pela criação da Escola de Criatividade, além de ser um dos fundadores da Casa do Contador de Histórias em Curitiba.

Integrantes – Também fazem parte da equipe que está na Ocepar falando sobre criatividade, Jean Sigel, especialista em gestão de eventos internacionais, além de pesquisador sobre o tema criatividade; Nélio Spréa, arte-educador e produtor cultural; Mauro Zanatta, ator, professor e diretor de teatro; Lívia Kohiyama, formada em Turismo (UFPR) e Administração pela Universidade Positivo, consultora em Turismo, inclusive para o Sebrae, e Carlos Henrique,  Ique, que é ator e comediante

Programação – O Fórum teve início às 8h30 e prossegue até às 18 h. Ao longo do curso, a proposta é desenvolver o espírito da curiosidade a intuição, trabalhar a criatividade na vida pessoal e profissional, mostrar como desenvolver hábitos criativos e, ainda, a arte de realizar. O evento foi aberto pelo superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, e conta ainda com a participação da gerente de Comunicação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB, Guaíra Flor.

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VISITA I: Agropecuária é a âncora do Brasil, diz Rubens Bueno

“Quando o Brasil sofre algum tipo de crise financeira, como a de 2008, o país sempre se sustenta na âncora verde. Tome-se como exemplo os dados do último trimestre, em que os pontos positivos foram puxados pela agropecuária, enquanto outros setores da economia tiveram resultados negativos”. A afirmação é do deputado federal Rubens Bueno (PPS/PR), ao comentar o objetivo de sua visita ao Sistema Ocepar, nesta segunda-feira (23/09).  “O Paraná é um estado fortemente agrícola, e a Ocepar, por usa vez, é o espelho disso, da força do campo. Eu, como parlamentar, vim aqui buscar dados e informações sobre o setor cooperativista para que possa defender as demandas que são prioritárias em Brasília”, disse. 

Ato cooperativo– O ato cooperativo, segundo o parlamentar, é um dos assuntos que são prioridades para o setor cooperativista e que necessitam de apoio. “O projeto está há muitos anos em discussão e voltou,  há dois ou três meses, à pauta do Congresso. Mas foi retirado na última hora. Nós nos posicionamos claramente em favor dessa matéria porque irá  desburocratizar, desonerar, enfim, dará melhores condições de trabalho para o setor cooperativo”, afirmou o parlamentar. Rubens Bueno conta que, como integrante do colégio de líderes da Câmara dos Deputados, toda segunda-feira participa de uma reunião com o presidente da casa para discutir a pauta da semana. “E sempre o ato cooperativo está na nossa ordem do dia, como nossa prioridade, porque outros líderes de partido também desejam votar o projeto, mas, evidentemente, a base governista segura a matéria porque há muita dúvida, principalmente, envolvendo questões de renúncia fiscal. Então, o empecilho vem da assessoria do governo. Mas, certamente, é um projeto da maior importância não só para o Paraná, mas para todo Brasil”, frisa.

Infraestrutura - Durante a visita ao Sistema Ocepar, Rubens Bueno discutiu outros assuntos, entre os quais, o Projeto do Biodisel e os gargalos envolvendo a infraestrutura nacional. “Temos muitos problemas com portos, rodovias, aeroportos e ferrovias. O Brasil é um país que está parado no tempo. Fica-se com uma discussão muito mais ideológica do que voltada ao desenvolvimento. O mundo está globalizado e não temos mais como fugir disso, e sim estar preparados para enfrentar essa realidade. Se formos buscar números e dados, veremos que, enquanto outros países em desenvolvimento apresentam um índice muito grande de crescimento, o nosso país tem crescido muito pouco. E por que isso? Porque temos gargalos, seja de infraestrutura, além de muita burocracia, tributos, e isto tem sido um fato negativo para o setor produtivo nacional”, conclui. 

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VISITA II: Nishimori defende regulamentação do Ato Cooperativo

Em visita à sede do Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (23/09), o deputado federal Luiz Nishimori defendeu a regulamentação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Em tramitação na Câmara Federal, o projeto é considerado prioritário pelo setor cooperativista brasileiro. “A Ocepar me enviará material com detalhes sobre os projetos fundamentais do cooperativismo, entre eles o ato cooperativo. Vou defender a aprovação e trabalhar em sintonia com a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Ocepar e Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo)”, disse o parlamentar, que foi recebido pelo presidente João Paulo Koslovski.

Somar – De acordo com Nishimori, a visita à Ocepar teve como objetivo conhecer as demandas atuais do setor cooperativista. “Informo-me de maneira constante sobre as dificuldades e bandeiras do cooperativismo. Com mais conhecimento posso somar forças com as cooperativas paranaenses nos projetos que tramitam no Congresso”, afirmou o parlamentar. A luta pela regulamentação segue, e a OCB e os parlamentares aliados concentram esforços na busca por uma proposta consensual. Em setembro ocorreram reuniões com representantes da Casa Civil, Receita Federal e Secretaria de Relações Institucionais.

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REVISTA AMANHÃ: Cooperativas do PR entre as 500 maiores do Sul são homenageadas

Treze cooperativas agropecuárias paranaenses integram o ranking 500 maiores do Sul, organizado pela revista Amanhã e PwC Brasil: Coamo, C.Vale, Agrária, Cocamar, Lar, Copacol, Castrolanda, Integrada, Batavo, Frimesa, Copagril, Coasul e Capal. A Coamo também figura como destaque setorial, por receita bruta, no segmento cooperativa de produção. A cerimônia de premiação das 100 maiores empresas do Paraná foi realizada na noite desta segunda-feira (23/09), na sede da Fiep, em Curitiba. O gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra, e o analista Gilson Martins prestigiaram o evento.

Painel exclusivo - Na ocasião, foi realizado um painel exclusivo com o tema “Crescendo contra a corrente - É nas crises que se conhecem as empresas com vocação para prosperar”, trazendo o relato e a experiência de três nomes do meio empresarial do Sul do Brasil: Maurício Molan , economista-chefe do Banco Santander (Brasil); Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil; e Luis Lourenço, presidente da Cocamar.

O ranking – O ranking 500 Maiores do Sul é realizado há 23 anos pela revista Amanhã e PwC – referência global em auditoria, assessoria tributária e empresarial. Revela indicadores de mil empresas, apontando as 500 maiores e as 500 emergentes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, utilizando como única fonte os balanços oficiais publicados pelas companhias. (Com informações da revista Amanhã)

SISTEMA OCB: Novos programas de gestão vão fortalecer o cooperativismo

sistema ocb 24 09 2013O Sistema OCB está prestes a lançar duas ferramentas de gestão que – combinadas – permitirão a criação de um plano estratégico de desenvolvimento das cooperativas. Estamos falando dos programas Gestão de Desenvolvimento da Auto Gestão (GDA) e Gestão de Desenvolvimento Humano (GDH). Nesta segunda-feira (23/09), cerca de 50 pessoas – dentre superintendentes de unidades estaduais e analistas de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas, promoção social e formação profissional – estiveram na  Casa do Cooperativismo, em Brasília, para entender melhor o funcionamento e os objetivos do GDA e GDH. O encontro termina amanhã, quando será definida uma agenda de trabalho nacional para a implantação das ferramentas.

Prioridade - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, disse – enquanto abria a reunião – que o GDH e o GDA são prioridades na entidade. “O que nos motiva é saber que em algum lugar desse Brasilzão – mesmo sem saber da existência do Sistema OCB – a vida de cooperados e suas famílias melhora, cada vez mais, graças ao nosso trabalho. É por isso que pedimos a todos vocês que abracem essas ferramentas, com a mesma vontade que nós as abraçamos”, disse Márcio Freitas.

Premissas de atuação - O superintendente Renato Nobile, após dar as boas-vindas aos representantes das unidades estaduais, disse que é dever do Sistema OCB encontrar a melhor forma de desenvolver ações que observem as peculiaridades de cada região do País. “É por isso que nossas ações têm sido pautadas em sete premissas: austeridade, objetividade, foco em resultados, tempestividade, comunicação, transparência e mensuração de resultados. Sem isso, não é possível melhorar os resultados e a qualidade de vida das cooperativas e de seus cooperados e familiares”, considera Nobile.

GDA - Originalmente idealizado pela Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o GDA é uma ferramenta gerencial onde as cooperativas inserem dados econômicos e financeiros. O sistema organiza os mesmos em padrões que revelam o cenário no qual elas estão inseridas. “Consolidadas em âmbito nacional, essas informações permitirão a construção de um panorama geral do cooperativismo brasileiro”, explica a gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira. “E com base nos indicadores gerados, poderemos ajudar as cooperativas a traçarem os melhores caminhos para crescer”. A gestora esclarece que os dados do GDA também orientarão futuras ações focadas no desenvolvimento humano. “Na prática, o sistema funciona como uma bússola para o cooperativismo. Com ele, poderemos criar soluções para a capacitação e qualidade de vida, cuja gestão será realizada pelo GDH”.

GDH – Também desenvolvido inicialmente pela Ocepar, a ferramenta permitirá organizar e sistematizar informações relevantes sobre as ações de formação e de promoção social, realizadas em prol do desenvolvimento da comunidade da cooperativa. De acordo com Karla Oliveira, os dados gerados pelo GDA e GDH certamente contribuirão muito para a geração de valor para as cooperativas, ajudando o Sistema OCB a cumprir o seu principal papel institucional: potencializar o desenvolvimento do cooperativismo no Brasil. (Informe OCB)

 

SICOOB PR: Paranaenses buscam atualização em Brasília

Representantes do Sicoob Central Paraná estiveram no Sicoob Confederação, em Brasília, no dia 13 de setembro. O objetivo da visita foi a busca por atualização de funcionalidades e prazos de projetos do sistema em âmbito nacional. Na ocasião, a equipe do Sicoob Central Paraná prestou contas do Projeto Cobrança, que trata da migração dos cooperados que possuem cobrança sem registro no sistema local para o programa de nível nacional, e apresentou o resultado do mapeamento de processos de contabilidade, oriundo do Projeto de Processos do Sicoob Paraná.

Oportunidades - A comitiva paranaense também verificou as oportunidades de melhorias entre as entidades. Os coordenadores de projetos do Sicoob Confederação aproveitaram o momento para demonstrar os status e prazos do Projeto Acreditar, Projeto Otimizar, Intranet Sistêmica e Projeto Gestão Empresarial. Segundo o diretor-administrativo e financeiro do Sicoob Paraná, Aguinaldo Reis Benecioto, o encontro serviu para atualizar as bases de projetos e iniciativas a serem construídas para 2014, com o objetivo de evitar sobreposições, aumentar a sinergia entre as organizações e promover o alinhamento sistêmico.

Participantes – Também estiveram em Brasília os gerentes do Sicoob Paraná, César Ricardo Lazarino (Inteligência), Elenice da Rocha Soares Pelisson (Administrativo e Financeiro), Hélio Catuyama (Tecnologia) e José Eduardo Pereira (Negócios). (Informe Sicoob Central Paraná)

SICOOB METROPOLITANO: Regulamento Eleitoral e mudanças no Estatuto Social são aprovados em AGE

O Sicoob Metrolpolitano, com sede em Maringá, Noroeste do Estado, promoveu, no dia 18 de setembro, uma Assembleia Geral Extraordinária para aprovação do Regulamento Eleitoral e das mudanças no Estatuto Social, visando a implantação o sistema de representação por delegados, acatando sugestão do Banco Central e recomendação do Sicoob Central Paraná. Além de votarem pela mudança estatutária, os cooperados tiveram a oportunidade de conhecer as mudanças e saber as regras pelas quais a eleição será subordinada. (Informe Sicoob Central Paraná)

COCAMAR I: Cooperativa é premiada no 2º Fórum Nacional de Agronegócios

O 2º Fórum Nacional de Agronegócios, iniciativa do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) que reuniu na última sexta-feira em Campinas (SP) as mais importantes lideranças do setor do Brasil, conferiu o Prêmio Lide de Agronegócios à Cocamar Cooperativa Agroindustrial, representada na oportunidade pelo seu vice-presidente José Fernandes Jardim Júnior. Entre os presentes o governador Geraldo Alckmin, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues e diversas outras autoridades.  “Ficamos muito honrados com a homenagem”, comentou Jardim Júnior, que agradeceu em nome da diretoria da cooperativa e do quadro de associados.

Nós - Realizado pelo Grupo Dória, o 2º Fórum teve como tema central “Os nós do agronegócio”. Cinco dos principais gargalos do setor foram analisados e debatidos, produzindo o documento “Desatando os nós”, com propostas concretas de políticas públicas e ações privadas. Os “nós” analisados foram: A questão do suprimento dos insumos; A questão da agenda parlamentar para 2014 (ano de eleições); A comunicação com a sociedade; O comércio internacional e A importância da sustentabilidade.

Abramilho - O Ex-ministro da Agricultura e atual presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli, foi homenageado por sua notável trajetória com experiências que o distingue como um dos expoentes da agricultura nacional.

Destaque também em gestão de pessoas - Na tarde desta terça-feira (24/09), a revista Gestão RH promove, em São Paulo, um evento de certificação e premiação das “150 Melhores Empresas em Práticas de Gestão de Pessoas”. Na oportunidade, serão divulgadas as empresas que se destacam, em nível nacional, nas categorias Liderança, Diversidade, Desenvolvimento Pessoal, Qualidade de Vida e Comunicação, as 10 Mais e Empresa do Ano. A Cocamar, uma das organizações premiadas, será representada pelo seu gerente de Relações Humanas, Marçal Siqueira.

Palestra - A programação começa às 14h30 no Auditório Universidade Anhembi com a palestra “Podemos ir muito mais longe que imaginamos, com menos recursos que pensamos - A história do velejador Roberto Pandiani em sua travessia no Oceano Atlântico”. Pandiani realiza há 17 anos expedições de alto desempenho pelos mais temidos mares do mundo a bordo de catamarãs sem cabine. Filho do também velejador italiano Corrado Pandiani, ele conquistou prêmios nacionais e internacionais e coleciona marcas vitoriosas na história da vela mundial. Em seguida, Alexandre Garrett, editor e publisher da Gestão RH, dará início às homenagens. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Jovemcoop será no próximo sábado, em Maringá

Com a expectativa de receber cerca de 250 participantes de 15 a 25 anos, entre cooperados e filhos de produtores associados, a Cocamar promove, no próximo sábado (28/09), em Maringá, no salão social da Associação Cocamar, um encontro anual com jovens cooperativistas, o Jovemcoop.

Palestras - O evento, que tem a parceria do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), inicia inscrições às 9h e logo depois da solenidade de abertura, às 9h30, haverá palestra sobre o tema “O segredo por trás das produtividades”, com o engenheiro agrônomo Rodrigo Burci Dias, da própria cooperativa. A segunda palestra, intitulada “O importante é cooperar”, às 10h40, vai ser proferida pelo empresário e escritor Evandro Daolio, autor de vários livros da série “Ria da Minha Vida”, que lhe renderam projeção nacional.

Novidades - Outras atividades estão programadas para o período da tarde, entre elas uma corrida de orientação cooperativa, com o encerramento do encontro previsto para às 16h, segundo informa Cecília Adriana da Silva, coordenadora de Relação com o Cooperado. Ela explica que a realização, organizada desde 2005, têm a finalidade de debater com os participantes questões relacionadas ao futuro da propriedade da família, como sucessão e a adoção de uma mentalidade empresarial nos negócios. (Imprensa Cocamar

PRIMATO: Palestra show do mágico Arcanjo encerra Sipat

A Primato Cooperativa Agroindustrial realizou, no sábado (21/09), o encerramento da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Sipat) 2013, no Tribunal de Júri da Unipar. O evento contou com a presença do mágico Arcanjo que, através da palestra “Motivar para prevenir”, transmitiu mensagens sobre segurança no trabalho de uma forma dinâmica e divertida, com mágicas e atividades com o público. Segundo a analista pessoal da Primato, Sâmia Correa, a Sipat ocorreu durante a semana de 16 a 21 de setembro, com palestras que abordaram temas sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis – DST, alimentação saudável, drogas, primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios e direção defensiva.

Viver bem - “A programação faz parte do programa Viver bem Primato, todo dia mais saúde, e n o encerramento da Sipat, buscamos fazer uma abordagem diferente , através de um show mágica, que procurou alertar e conscientizar os colaboradores da Primato, para utilizarem os equipamentos de segurança , conforme cada função desempenhada, para prevenir os acidentes no ambiente de trabalho ”, afirmou Sâmia. O presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, agradeceu e parabenizou todos os envolvidos na organização e realização da Sipat, que é promovida pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Cipa).

Prevenção - “A prevenção é essencial para manter a qualidade de serviços e processos no trabalho, através da promoção da saúde e valorização da vida dos nossos colaboradores”, salientou Welter. Reafirmando a importância da prevenção, o Diretor Executivo da Primato, Anderson Sabadin, salientou em criar uma atitude que permita o reconhecimento e correção de condições nocivas realizadas no ambiente de trabalho, para que os colaboradores se encaixem em uma filosofia de prevenção de acidentes e evolução da saúde e bem-estar no ambiente de trabalho. (Imprensa Primato)

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COAMO: Festival de Música da Arcam 2013 tem grande nível técnico e sucesso

Com grande público, organização e nível técnico, foi encerrado com sucesso, na noite de sábado para domingo, a 33ª edição do Festival de Música da Arcam (Festicam) - considerado um dos mais tradicionais da região Sul do Brasil. Sessenta calouros associados da Arcam entraram em cena na noite de sexta-feira (20/09), em Campo Mourão, e fizeram o show da música brasileira na eliminatória única do Festicam 2013, ao som da Banda América. E no sábado, foi a vez dos associados interpretarem 23 canções na grande final deste evento que a cada ano vem superando as expectativas dos organizadores, torcida e até mesmo dos calouros.

Julgamento - Ao final das apresentações e do julgamento dos quesitos afinação, interpretação e desenvoltura da comissão formada pelos músicos Nestor Fell e André Ribas Gonçalves, radialistas Gerson Maciel e Max Moreno, e da professora e coordenadora cultural da Fundacam, Débora Soares, e presidida pelo superintendente Operacional da Coamo Airton Galinari, foram anunciados os vencedores do Festicam 2013.

Destaque - O troféu Revelação foi entregue pelo diretor Orador da Arcam, Juscelino Fernandes da Costa a dupla Anderson dos Santos e Jhonathan Gomes(GRH/Fups) que interpretou “Girassóis” de Cidadão Quem.

5º lugar - Com a música “Como nossos pais” de Elis Regina, Karla Tatiane Ferreira Juk (Candói) foi quinto lugar. Ela recebeu o troféu e R$ 150,00 do gerente da Coamo em Engenheiro Beltrão, Claudio Nachi.

4º lugar - O gerente da Coamo em Goioerê, Ayrton Garozzi fez a entrega do troféu e r$ 200,00 a associada Fernanda Ribeiro Gomes de  Assis (Palmital), que cantou “ Voa liberdade”, de Jessé.

3º lugar - A dupla Emerson Carlos Pires e Fernando Lago (Cantagalo) conquistou o terceiro lugar com a música “Garoto de rua” de Zezé de Camargo e Luciano. Coube ao superintendente Administrativo da Coamo Antonio Sérgio Gabriel a entrega do prêmio de R$ 300,00 e do troféu a dupla cantagalense.

2º lugar - O diretor-secretário da Coamo, Dr. Ricardo Accioly Calderari premio o segundo lugar com troféu e R$ 400,00 a dupla Noel Eustáquio e Aparecido de Souza (Transportes/Fiação Goioerê) com a música “Sertanejo de coração”, de Guilherme e Gustavo

1º lugar - A interpretação da música “O Condor” de Ricardo Moisés deu ao associado de Goioxim Rogério Dobbins o primeiro lugar no Festicam 2013, que recebeu do presidente da Arcam, Aquiles de Oliveira Dias o troféu de campeão e o prêmio de R$ 500,00.

Missão cumprida - Para a diretoria da Arcam e comissão organizadora, o Festival de Música da Arcam foi bem sucedido e atingiu os objetivos. “O Festicam é uma grande festa da música brasileira, é um evento diferenciado que reúne famílias inteiras, torcidas organizadas e um repertório diversificado, aliado ao excelente nível e talento dos nossos calouros. É um evento gratificante que valoriza a nossa MPB e os nossos associados que têm o seus minutos de glória, são aplaudidos e reconhecidos. Parabéns a todos por este grandioso evento”, comemora Aquiles Dias, presidente da Arcam. (Imprensa Coamo)

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BOVINOS: Rússia dá esperança, mas reforça exigências

bovinos 24 09 2013A comitiva do Paraná que passou a última semana na Rússia apurou que Moscou renovou interesse em ampliar as importações de carne brasileira – restritas há dois anos –, mas trouxe para casa uma lista de tarefas a cumprir até a vinda da missão russa ao Brasil, em novembro. Ao mesmo tempo em que demonstram otimismo ante a retomada dos negócios, o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, e o presidente de Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz, concluíram que os questionamentos russos não vêm sendo respondidos pelo Brasil. Eles vão ampliar cobranças ante o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que ainda não se pronunciou sobre as críticas e nem afastou o risco de novos embargos.

Suspensão - “A Rússia suspendeu as importações de todos os frigoríficos do Paraná há dois anos porque alega que não pode confiar nas inspeções federais, e não vem recebendo respostas claras e rápidas do Brasil”, disse Ortigara. “A liberação da ractopamina aumentou as restrições às carnes de bovinos e suínos e exigem que o Brasil rediscuta sua adoção”, apontou Kroetz.

Mercado externo - O Paraná ainda não conseguiu recuperar o mercado externo para as carnes de bovino e suíno desde a crise da aftosa de 2005. Há dois anos, quando ampliava negociações, a Rússia suspendeu as importações do estado, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso. No ano passado, o Paraná foi para o fim da fila entre os fornecedores da Rússia após confirmar que uma vaca morta em Sertanópolis (Norte), em 2010, tinha em seu organismo o agente causador da doença da vaca louca. Neste ano, a Rússia habilitou dois frigoríficos de aves do Paraná, mas ainda rejeita as carnes de suíno e bovino do estado.

Principal destino - O mercado russo é o principal destino das carnes brasileiras de boi e de suíno (apesar de ser insignificante para a avicultura). Comprou 3,4% e 28,3% dos volumes exportados de janeiro a agosto, respectivamente. Além do promotor de crescimento ractopamina – proibido na União Europeia e na China, mas autorizado no Brasil e identificado em bovinos e suínos brasileiros –, a Rússia questiona a presença excessiva de cloro na carne de frango. O serviço federal de sanidade, o Rosselkhoznadzor, ameaça impor novas restrições ao Brasil.

Missão russa - Segundo Ortigara, a missão russa que chega ao Brasil em novembro espera receber uma lista de 20 frigoríficos que atendam às exigências sanitárias do país. “Vamos apontar as empresas do Paraná que estão em condições de exportar. Podemos ganhar peso nessa lista”, avalia.

Paraná tem quatro “providências urgentes” a tomar - Na volta de Moscou a Curitiba, a comitiva do Paraná definiu quatro “providências urgentes” para a reabertura do mercado russo. Todas dependem do governo federal. A primeira é verificar como está funcionando o Serviço de Inspeção Federal. “Vamos reclamar e tentar contribuir para que a fiscalização ocorra de forma efetiva”, disse o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara.

Segunda providência - A reabertura da discussão sobre o uso do promotor de crescimento ractopamina – que promete ganho de 10% em suínos com estímulo na formação de músculos – é a segunda providência. O governo do Paraná propõe a proibição da substância, apesar de as organizações internacionais de saúde não apontarem problemas para a saúde humana. Quando um suíno ou bovino come ração com ractopamina, a substância passa a ser identificada (em partes por bilhão) em todo o rebanho.

Indústrias locais - O Paraná tenta ainda garantir a inclusão de indústrias locais na lista que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) deve apresentar às autoridades russas em novembro. Essa lista depende de uma bateria de avaliações e adaptações nas plantas. A quarta providência diz respeito às inspeções federais no terminal portuário Ponta do Félix, em Antonina. A meta é garantir que o serviço volte a ser respeitado pelas autoridades russas. (Gazeta do Povo)

 

AGRICULTURA: Clima dá susto e prejuízo no campo

agricultura 24 09 2013Os registros de chuvas intensas e de granizo no último fim de semana deram um solavanco no campo num momento em que o plantio de verão começa a engrenar no Paraná. Embora seja boa para a umidade do solo, a virada climática causou prejuízos, sobretudo nas regiões Oeste e Sudoeste. O maior impacto deve ser confirmado sobre as lavouras de trigo, que têm menor possibilidade de recuperação, indicam os técnicos. O estrago também atingiu aviários e áreas incipientes de milho, onde as sementes começam a germinar. O plantio da soja, principal aposta do verão, deve engrenar nos próximos dias.

Chopinzinho - Em Chopinzinho (Sudoeste), o agricultor Daniel Mazutti estima que metade dos 40 hectares dedicados ao trigo deve virar triguilho (com qualidade e valor de mercado inferior). A área sofreu a incidência de granizo na tarde da última sexta-feira (20/09). Outros 15 hectares de milho foram afetados, mas como as plantas estavam em estágio inicial de germinação, o impacto deve ser menor. “Ainda vamos acompanhar as perdas do trigo, mas o milho dá para salvar”, prevê.

Milho - Ivano Carniel, técnico do Departamento de Economia Rural (Deral) em Pato Branco, confirma que o efeito sobre o milho deve ser menor. “Há uma perda apenas no arranque do plantio, já que a planta brota novamente”, explica.

Oeste - Na região de Corbélia (Oeste), que está em situação de emergência após as chuvas, o cereal do pão também deve ser o maior prejudicado, detalha Selvino Manica, que preside o Sindicato Rural do município. “O PH [peso hectolítrico] vai cair lá embaixo”, resume. O índice é um dos critérios para definir a qualidade do produto, refletindo diretamente sobre o preço de venda.

Sorte - Próximo dali, em Cascavel (Oeste), o agricultor Renato Martini não reclama. Como o plantio dos 50 hectares de trigo foi feito em junho, a chuvas não prejudicaram a lavoura, que também ficou imune às geadas de julho e agosto. Isso aumentou a confiança do produtor, depois de seguidos anos sem um desempenho favorável. “Há três ou quatro anos não vem uma colheita de boa qualidade”, lembra.

Granizo - A ocorrência de granizo normalmente traz perdas localizadas, avalia o coordenador da Divisão de Estatísticas da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), Carlos Hugo Godinho. Os relatórios técnicos de cada região serão confrontados nos próximos dias, afirmou. As sementes que estão embaixo do solo devem germinar normalmente, aponta. (Gazeta do Povo)

 

MEIO AMBIENTE: Paraná assina contrato do Pacto Nacional pela Gestão da Água

meio ambiente 24 09 2013O governador Beto Richa e o presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu, assinaram nesta segunda-feira (23/09) o contrato do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão), que prevê o repasse de cerca de R$ 4 milhões ao Paraná. Os recursos, divididos em cinco parcelas anuais, serão aplicados no aperfeiçoamento da rede estadual de monitoramento de rios, capacitação profissional, criação de banco de dados sobre disponibilidade hídrica e emissão de outorga (autorização) para uso dos recursos hídricos. O documento também foi assinado pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e pelo presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes.

Adesão - O Paraná aderiu ao Progestão em junho deste ano. O governador afirmou que objetivo é construir um sistema eficaz que garanta a oferta de água em quantidade e qualidade para os paranaenses. “Precisamos de coragem para implantar as transformações necessárias ao setor ambiental”, disse o governador, ao destacar a boa parceria com a ANA. Richa enfatizou os programas que o governo estadual está executando na área, como o Bioclima, que prevê o pagamento por serviços ambientais. “Temos importantes ações que confirmam nosso compromisso com o monitoramento da qualidade e quantidade da água no Paraná”, afirmou o governador.

Primeira parcela - Na solenidade de assinatura do convênio, Andreu repassou ao Governo do Estado a primeira parcela do recurso, no valor de R$ 750 mil, que será aplicada no Fundo Estadual de Recursos Hídricos para a execução das metas estabelecidas pelo programa. A segunda parcela deverá ser repassada em março de 2014 e as demais em 2015, 2016 e 2017, de acordo com as metas atingidas a cada ano. O documento também foi assinado pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, e pelo presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes.

Um dos primeiros - O presidente da ANA, Vicente Andreu, disse que o Paraná é um dos primeiros Estados a assinar o documento. Andreu explicou que o principal objetivo do pacto nacional é unificar as políticas públicas estaduais de gestão das águas. “Atualmente, cada estado tem a sua forma de monitorar e gerenciar a área das águas. Como temos grandes bacias hidrográficas, que ultrapassam os limites dos estados, queremos implantar no Brasil uma proposta unificada”, explicou Vicente Andreu.

Inovador - O secretário estadual do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, disse que o Progestão é um processo inovador para a superação dos desafios da gestão das águas. Ele explicou que o Paraná só poderá receber os recursos caso cumpra as metas estipuladas pelo contrato. "A Política Estadual de Recursos Hídricos tem 14 anos e esta é a primeira vez que incorpora um programa com resultados de médio prazo, de forma continuada e estratégica”, afirmou ele.

Avaliação - O pacto possibilitará, por exemplo, uma avaliação mais precisa sobre a gestão dos recursos hídricos e o funcionamento do sistema de gerenciamento, além de uma melhor análise da atuação da ANA e dos órgãos gestores estaduais, tornando o sistema mais transparente e democrático. Ao todo, o Progestão prevê para o Estado nove metas relacionadas aos recursos hídricos, nos próximos cinco anos. Elas foram definidas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Instituto das Águas do Paraná (IAP) e aprovadas pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos.

Categorias - Divididas em duas categorias - cooperação federativa (de interesse nacional) e fortalecimento de gestão (específicas para o estado), as metas estabelecem desafios como integrar bases cadastrais, compartilhar informações sobre águas subterrâneas, contribuir para difusão do conhecimento, prevenir eventos hidrológicos críticos, atuar na segurança de barragens, assegurar instrumentos legais, institucionais, operacionais, de articulação social, de planejamento, de informação e de suporte.

Avanços do Paraná – Luiz Eduardo Cheida explicou que o Paraná está à frente de muitos estados brasileiros no que se refere à gestão integrada e descentralizada das bacias hidrográficas. Neste mês de setembro, o Paraná deu início à cobrança pelo uso da água na Bacia do Alto Iguaçu e afluentes do Rio Ribeira. O Paraná é o primeiro Estado da região Sul a implementar esta ferramenta, prevista na Lei Nacional de Recursos Hídricos.

Indústrias - Aproximadamente 76 indústrias e grandes usuários, que utilizam a água desses rios com finalidades comerciais em seus processos de produção e operação, têm que pagar pelo uso da água. As indústrias que captam mais do que 1,8 litro de água por segundo (75 mil litros de água por dia) para operação e produção também precisam pagar, bem como as que utilizam a água para despejar efluentes tratados e as companhias de saneamento.

Legislação - A legislação determina que 92,5% dos recursos advindos da cobrança pelo direito de uso da água sejam aplicados na bacia onde foi arrecadado e 7,5% no custeio do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

Monitoramento - O governo também investe no monitoramento da qualidade das águas dos rios. Recentemente, foram adquiridas 100 estações hidrológicas e pluviométricas que transmitem informações automaticamente, via satélite, 24 horas por dia. O Paraná conta hoje com oito comitês de bacias hidrográficas já instalados e até o final do ano serão instalados mais três: Comitê dos Afluentes do Baixo Iguaçu, Comitê das Bacias do Rio Piquiri e Paraná 2 e Comitê da Bacia do Alto Ivaí. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MDIC: Balança tem terceiro superávit em setembro e volta a reduzir déficit acumulado

A balança comercial brasileira voltou a registrar superávit (com exportações maiores do que as importações) na terceira semana de setembro. Houve saldo positivo de US$ 591 milhões. Com isso, o déficit acumulado no ano voltou a cair, de US$ 2,85 bilhões para US$ 2,26 bilhões. O superávit foi resultado de exportações de US$ 5 bilhões e importações de US$ 4,41 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (23/09) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

Inversão - Na terceira semana de setembro, houve inversão do quadro verificado até a segunda semana. As vendas de produtos de maior valor agregado (manufaturados e semimanufaturados) cresceram na comparação semanal e o comércio de produtos básicos, que vinha se mostrando aquecido, sofreu retração. As exportações de semimanufaturados cresceram 9,6%, segundo o critério da média diária, encabeçadas por açúcar, celulose, óleo de soja, ligas de ferro, alumínio e ferro fundido. Óleos combustíveis, suco de laranja, máquinas para terraplanagem, pneumáticos e hidrocarbonetos ajudaram no resultado dos manufaturados, cujas vendas externas cresceram 1,8%.

Básicos - As vendas de básicos caíram 2,2% na comparação com a segunda semana de setembro. Os principais responsáveis foram petróleo bruto, milho, farelo e grão de soja e carne bovina. Esses mesmos produtos haviam puxado a alta nas exportações de produtos de menor valor agregado nas duas primeiras semanas de setembro.

Importações - Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro recuou 2,1% tanto ante setembro do ano passado quanto em relação a agosto deste ano. No comparativo com agosto, decresceram principalmente os gastos com produtos farmacêuticos (-26,4%), automóveis e partes (-9,7%), siderúrgicos (-5,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (-3,2%) e adubos e fertilizantes (-2,8%). Já em relação a setembro de 2012, recuaram as compras de combustíveis e lubrificantes (-3%), equipamentos mecânicos (-2,6%) e químicos orgânicos e inorgânicos (-2,4%). (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA: TCU quer regras mais claras para modelo de licitação de ferrovias

Na tentativa de acertar os ponteiros com o Tribunal de Contas da União (TCU), o governo levou nesta segunda-feirainfraestrutura 24 09 2013 (23/09) ao órgão de controle esclarecimentos para destravar as concessões de ferrovias e de aeroportos. No caso dos aeroportos, a expectativa é fazer o leilão do Galeão (RJ) e de Confins (MG) no dia 22 de novembro. Para as licitações de ferrovias, o objetivo do Palácio do Planalto é evitar um "não" ao novo modelo do setor.

Dúvidas - O presidente do TCU, Augusto Nardes, reconheceu que as regras para a exploração das novas ferrovias ainda geram dúvidas no tribunal. A equipe técnica do órgão indicou que falta amparo legal ao modelo e apontou a necessidade de definir com mais clareza se haverá concessões ou parcerias públicas-privadas. "É um modelo que ainda não está bem formatado", admitiu Nardes, após reunião com os ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), César Borges (Transportes) e Moreira Franco (Secretaria de Aviação Civil).

Flexibilidade - Avisado sobre a intenção do governo de editar uma medida provisória ou um projeto de lei para reestruturar a estatal Valec, Nardes pediu que as mudanças na legislação atual "não deixem dúvidas". Ele descartou a existência de problemas em levar adiante a análise da primeira concessão de ferrovias, no trecho Açailândia (MA)-Barcarena (PA), com base apenas em uma MP. "O tribunal tem a flexibilidade de fazer sua análise conforme o andar da carruagem", disse o presidente.

Esperança - César Borges reiterou a esperança de fazer "pelo menos" um leilão de ferrovias ainda neste ano e disse que a mudança na legislação deixa mais claro o papel da Valec - cujo nome passará a ser Empresa Brasileira de Ferrovias (EBF) - na compra do direito de transporte de carga dos trechos concedidos. Nardes considerou a alteração bem-vinda: "A imagem da Valec no tribunal é realmente muito negativa". Para ele, não há atrasos do TCU. "A bola, desta vez, está com o governo."

Caminho aberto - O caminho parece mais aberto para a concessão dos dois aeroportos. Na semana retrasada, o tribunal de contas liberou a publicação dos editais definitivos para os leilões do Galeão e de Confins, mas cobrou a apresentação de "justificativas técnicas e legais" sobre duas exigências feitas pelo governo. Uma delas era sobre a presença de um operador estrangeiros, nos consórcios privados, com experiência na movimentação de aeroportos com pelo menos 35 milhões de passageiros por ano. Outra era o limite de 15% à participação de acionistas dos três aeroportos já privatizados - Guarulhos, Viracopos e Brasília - nos consórcios que vão disputar a próxima rodada.

Experiência internacional - O governo explicou ao TCU que a faixa de corte para os operadores leva em conta a experiência internacional recente em processos de concessão. Nas últimas privatizações de aeroportos no exterior, exigem-se operadores que tenham experiência em processar 2,2 vezes a quantidade de passageiros do aeroporto leiloado, no momento da licitação.

Exigência - Com isso, manteve-se a exigência de 35 milhões de passageiros para o Galeão, mas houve uma redução para 20 milhões de passageiros no caso de Confins. A informação foi antecipada pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. Essa mudança amplia o número de operadores estrangeiros habilitados para a concorrência em torno do aeroporto mineiro. Nos cálculos do governo, antes eram 34 empresas. Com a flexibilização, mais 13 operadores se enquadram no critério, o que aumenta as possibilidades de associações com grupos nacionais.

Análise - O TCU se comprometeu a analisar as explicações na sessão marcada para quarta-feira (02/10) da semana que vem. Com isso, os editais seriam publicados no dia 3 de outubro e o leilão finalmente ocorreria em 22 de novembro.

Limite - Para Moreira Franco, o mais importante é a manutenção do limite de 15% aos atuais controladores de aeroportos já concedidos. "O governo quer estimular a competição no setor", disse o ministro. "Se tiverem até 15% do capital, eles não podem indicar ninguém para o conselho de administração. Logo, não terão acesso a informações que lhes deem vantagem na operação de outros aeroportos que administram." (Valor Econômico)

 

CÂMBIO: Banco Central mantém leilões diários de dólares

cambio 24 09 2013O programa de oferta diária de dólares ao mercado, iniciado no dia 22 de agosto, está funcionando bem, e “não há notícia do nosso lado” sobre possível mudança na política monetária, disse nesta segunda-feira (23/09) o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, durante teleconferência com a imprensa estrangeira, cujo áudio foi disponibilizado depois na internet. A pergunta foi motivada pela decisão adotada pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) na última quarta-feira (18/09), mantendo a política de compra de títulos no valor aproximado de US$ 85 bilhões por mês para estimular a economia americana. A medida ajudou a conter a cotação do dólar no Brasil e nas demais economias emergentes.

Perspectiva - A decisão do Fed abriu a perspectiva de possível alteração dos leilões diários do BC, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a admitir, na semana passada, a hipótese de o BC reduzir a intervenção no câmbio. Isso porque muita coisa mudou de 22 de agosto para cá, quando o dólar fechou a R$ 2,42 – atualmente a moeda americana está cotada a pouco mais de R$ 2,20.

Adequado - Apesar da desvalorização em torno de 8% em um mês, Tombini considera adequado o programa de leilões diários, que oferece US$ 500 milhões em swap cambial (o equivalente à venda de dólares no mercado futuro) de segunda-feira a quinta-feira, e US$ 1 bilhão das reservas internacionais com compromisso de recompra futura, às sextas-feiras.

Movimentação - Com esse programa, o BC espera movimentar US$ 60 bilhões no mercado, de modo a reduzir a volatilidade (alteração súbita) do câmbio e oferecer mais proteção às empresas. Tombini disse que a decisão do Fed não muda a política monetária brasileira, mas ressaltou que será melhor que o banco norte-americano, quando for retirar os subsídios, não o faça de uma vez. “Quanto mais gradual a mudança, melhor para os emergentes”, acrescentou Tombini. (Agência Brasil)

 


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