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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3195 | 07 de Outubro de 2013

COMUNICAÇÃO: 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo começa a ser lançado no interior do Estado

logo premio 07 10 2013A 10ª edição do Prêmio Ocepar de Jornalismo começou a ser divulgada no interior do Estado nesta segunda-feira (07/10), com um almoço, em Cascavel. Ao todo serão, realizados 11 lançamentos regionais para divulgar o concurso entre os profissionais da imprensa de diversos municípios paranaenses. Os próximos eventos serão promovidos em Toledo, Palotina, Francisco Beltrão, Ponta Grossa, Guarapuava, Apucarana, Londrina, Maringá, Campo Mourão e Pato Branco. Em Curitiba, o Prêmio foi lançado no dia 24 de setembro.

Regulamento - Neste ano, o concurso completa 10 anos com várias novidades. O regulamento é apresentado pelo coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho. A jornalista Jossânia Veloso, da Federação Unimed Paraná, acompanha os lançamentos regionais, bem como representantes do Sicredi.

Temas – O tema desta edição é “Cooperativismo no Paraná”. Houve aumento de 17% no valor total de premiação, passando dos R$ 53 mil em 2012 para R$ 62 mil líquidos neste ano, já com todos os impostos descontados. Outra novidade é a criação do Prêmio Destaque Especial do Jornalismo Paranaense, cujo vencedor será indicado pela comissão julgadora, com direito a um prêmio de R$ 3.500,00.

Categorias - Na 10ª edição, passam a vigorar duas novas categorias: o Prêmio Especial Unimed, voltado apenas para matérias sobre saúde e o Prêmio Especial Ramo Crédito, destinado a trabalhos que abordem o cooperativismo de crédito e cujo vencedor vai receber R$ 6 mil cada. “Anteriormente, tínhamos as categorias ramos crédito e saúde e o valor pago era de R$ 3,5 mil, que agora praticamente dobra, como uma forma de incentivo para que mais profissionais possam se interessar e participar”, explica Samuel Milléo Filho, que também é coordenador do Prêmio Ocepar.

Universitário - A categoria Universitário, lançada no ano passado, foi mantida, mas, neste ano, os acadêmicos de Jornalismo poderão inscrever matérias tratando de todos os ramos do cooperativismo, diferentemente do ano passado, que se restringia ao crédito. Será escolhido um ganhador que receberá R$ 2.500,00. Segundo Milléo, é uma forma de também valorizar os futuros profissionais jornalistas. “Uma oportunidade para levar o tema para dentro dos cursos de Jornalismo em diversas universidades paranaenses, e propiciar que esses estudantes passem a entender como funciona o cooperativismo e o que ele representa para o desenvolvimento do nosso estado e do país”, lembrou.

Demais categorias – Nas demais categorias – Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo e Mídia Cooperativa – a premiação continua a mesma das edições anteriores. Os três melhores trabalhos em cada uma delas vão receber R$ 6 mil (primeiro lugar); R$ 3 mil (segundo lugar) e R$ 2 mil (terceiro lugar).

Prazo de inscrição - Os interessados em participar têm até o dia 28 de fevereiro de 2014 para inscrever os trabalhos. Podem concorrer matérias veiculadas entre 1º de agosto de 2012 e 28 de fevereiro de 2014. A entrega do Prêmio será realizada no mês de abril do ano que vem, durante a Assembleia Geral da Ocepar, em Curitiba. 

Espaço - No decorrer desta primeira década de existência, o Prêmio Ocepar de Jornalismo vem conquistando um importante espaço entre profissionais, empresas e entidades de representação. Segundo Milléo, “no ano passado, o site da Associação Nacional de Jornais (ANJ) destacava o Prêmio Ocepar de Jornalismo como um dos melhores do Brasil, devido à sua continuidade e pela forma como é realizado. Completar 10 anos é uma conquista, não só para a Ocepar, mas também para o cooperativismo paranaense e entidades de classe”, afirmou. Ele faz questão de destacar que esta premiação do jornalismo paranaense chega até esta sua primeira década graças ao importante apoio financeiro do Sicredi Paraná e da Unimed Paraná, além do apoio institucional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor), que passa a ser fortalecido com as presenças do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

O Prêmio - O concurso começou a ser realizado em 2004, com o objetivo de premiar os melhores trabalhos e profissionais da imprensa que atuam nos veículos de comunicação do Paraná e também das cooperativas paranaenses. O Prêmio Ocepar de Jornalismo tem ainda o propósito de divulgar a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do Paraná e do Brasil. Desde que foi criado, já recebeu um total de 630 trabalhos inscritos em telejornalismo, radiojornalismo, jornalismo impresso e mídia cooperativa. Somente no ano passado, houve 85 matérias inscritas.

Serviço – O Prêmio Ocepar de Jornalismo é promovido pelo Sistema Ocepar com apoio financeiro do Sicredi Paraná e Federação Unimed. Mais informações pelo fone (41) 3200-1150, e-mail: jornalismo@sistemaocepar.coop.br ou no portal: www.paranacooperativo.coop.br.

Clique aqui para conferir o cronograma de lançamentos regionais do 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo

 

AGRÁRIA: Trabalhos jornalísticos sobre o WinterShow 2013 serão premiados

agraria 07 10 2013No ano em que alcança a décima edição, o WinterShow traz mais uma novidade. Com a iniciativa da Cooperativa Agrária e realização da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste), o Prêmio Franz Jaster de Comunicação irá condecorar os melhores trabalhos jornalísticos acerca do tema “WinterShow 2013 – Excelência em Cereais de Inverno”. O evento será realizado de 16 a 18 de outubro, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR).

Matérias - Todas as matérias veiculadas entre 17 e 26 de outubro de 2013 poderão concorrer ao prêmio de R$ 2.000,00. As modalidades são: jornalismo impresso ou online; fotografia; reportagem radiofônica e material televisivo. Cada empresa de comunicação poderá inscrever até cinco peças por categoria e as inscrições devem ser realizadas até 30 de outubro. Todos os trabalhos inscritos receberão certificado de participação.

Reconhecimento - “O Prêmio Franz Jaster é um reconhecimento ao trabalho de divulgação de pesquisas agrícolas pelos meios de comunicação da região”, destacou a professora do departamento de Comunicação Social da Unicentro e coordenadora da premiação, Ariane Pereira. O nome do prêmio é uma homenagem in memorian ao primeiro pesquisador da Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária). “O engenheiro agrônomo Franz Jaster foi responsável direto pela evolução da agricultura da região, implantando, entre outros projetos, o sistema de plantio direto em Entre Rios”, destacou o coordenador da FAPA, Leandro Bren.

Lançamento - O coquetel de lançamento do prêmio ocorreu no último dia 4 de outubro, na Cooperativa Agrária, com a presença da imprensa de Guarapuava e região. Na ocasião, o diretor presidente da Agrária, Jorge Karl, e o reitor da Unicentro, Aldo Nelson Bona, destacaram o impacto gerado pela disseminação dos resultados desenvolvidos Fapa, por meio de eventos como o Wintershow, e a representatividade destas novidades no desenvolvimento do agronegócio e da economia regional.

Franz Jaster - O engenheiro agrônomo alemão Franz Jaster iniciou seu trabalho junto à Cooperativa Agrária no final da década de 1970, por meio de um programa de cooperação entre os governos do Brasil e da Alemanha. Após conhecer o método de plantio direto através de um colega que levou a tecnologia à região dos Campos Gerais, no Paraná, Jaster deu o pontapé inicial para a adoção da técnica em Entre Rios. Metódico, elevou o nível das pesquisas relacionadas à fertilidade do solo e o desenvolvimento da produtividade de trigo e soja. Mesmo aposentado, manteve-se ligado às pesquisas biológicas biodinâmicas.  No dia 20 de outubro de 2004, durante evento alusivo aos dez anos de fundação da Fapa, a Agrária homenageou o agrônomo pelos longos anos de trabalho e cooperação no desenvolvimento da pesquisa e da agricultura da região. Franz Jaster morreu em 2011, em Entre Rios, cuja agricultura ele transformou para sempre.

Programação - O WinterShow 2013, principal evento relativo a cereais de inverno do Brasil, será realizado de 16 a 18 de outubro, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR). A programação engloba sete palestras de pesquisas desenvolvidas pela Fapa, as quais expõem a excelência das tecnologias desenvolvidas para trigo, cevada, canola, aveia, fertilidade, fitopatologia e mecanização agrícola. Quatro especialistas, sendo três nacionais e um convidado da Alemanha, apresentarão temas relacionados às novidades do mercado agrícola, manejo de doenças, influências climáticas e melhoramento de cevada.

Expositores - Ao todo, 60 expositores confirmaram presença no evento, dentre os quais se destacam o Banco do Brasil, patrocinador ouro, bem como a Caixa Econômica Federal, a UPL e o Sindicato Rural de Guarapuava, patrocinadores prata do WinterShow 2013.

Programação completa - A programação completa está disponível no site: www.wintershow.com.br. (Imprensa Agrária)

 

FRIMESA: Fazendinha mostra como funciona a cadeia produtiva do leite, em Curitiba

frimesa 07 10 2013Crianças entre 05 a 08 anos das escolas de Curitiba estão conhecendo, na prática, os detalhes e o funcionamento da cadeia produtiva de leite. Como são produzidos e quais são os produtos procedentes da atividade. O processo de ordenha, e bezerros para alimentar também são destaque da semana da criança na Fazendinha Frimesa, que acontece de 03 a 11 de outubro. Em síntese, o passeio conta com as etapas de demonstração de animais com ordenha ao vivo, alimentação aos bezerros, passagem por painéis interativos com demonstração das etapas do processo de produção, teatro educativo e a hora do lanchinho. 

Visitas - Nos anos anteriores, o evento recebeu mais de cinco mil crianças. Neste ano, a perspectiva é que o número aumente, uma vez que foram ampliados a estrutura, tamanho do evento e o número de animais. Mais de 40 turmas de diversas escolas confirmaram presença.

Agendamento - As visitas são realizadas diante agendamento. A Fazendinha Frimesa fica na Av. Juscelino K. de Oliveira, nº 4900, na Cidade Industrial de Curitiba. Contatos pelos telefones 0800-45-2088, ou pelo (45) 3264-8195 com Oly Junior. (Imprensa Frimesa)

 

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Colaboradores participam da Campanha “Revitalizar o jeito Sicredi de ser”

Na semana passada, entre os dias 01 a 04 de outubro, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC realizou a Campanha “Revitalizar o jeito Sicredi de ser”. A iniciativa ressaltou a importância de os colaboradores praticarem o “Jeito Sicredi de ser” no dia a dia. Esse programa estabelece o modelo de relacionamento do Sicredi com seu público de interesse, orientando os colaboradores a agirem de acordo com os valores e diferenciais competitivos da cooperativa.

Missão - O Programa tem a missão de traduzir esses valores e diferenciais em atitudes concretas que reflitam no relacionamento e no atendimento a colegas e associados. A cooperação, empatia, segurança, gentileza, confiança, constância e pro-atividade integram o grupo das atitudes que devem ser adotadas. Outro objetivo é institucionalizar o “Dia do Sorriso” (04/10) como o dia oficial do programa,  destacando  a gentileza como um dos diferenciais de atendimento. A campanha também desenvolve ações experienciais e de impacto visual para facilitar a assimilação e absorção do “Jeito Sicredi de ser” no cotidiano.

Meio - Para o presidente da Sicredi  Parque das Araucárias PR/SC, Clemente Renosto, ‘O jeito  Sicredi  de ser’ é a maneira de os colaboradores, junto com o nosso quadro social, atenderem aos nossos associados de forma verdadeira, seja se colocando à disposição para solucionar suas reivindicações ou com um simples bom dia, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento de toda a sociedade”, avalia. Por meio da campanha, os colaboradores serão lembrados do “Jeito Sicredi de ser”, focando em como se postar internamente e externamente. Vale lembrar que o funcionário é o espelho de sua empresa. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC)

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SICOOB: 15ª edição da Revista chega às cooperativas do Sistema

sicoob 07 10 2013O reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Sicoob no âmbito tecnológico veio com o XII Prêmio efinance, que é o grande destaque de capa da 15ª edição da Revista Sicoob. O Sistema foi vencedor em três catogorias: Infra de TI para Cooperativas de Crédito, com o case Iniciativas Sustentáveis de TI; Core System-Crédito Corporativo, com o case Otimizar negócios; e Mobile Banking, com o case Mobile Banking do Sicoob.

Entrevista - A nova edição traz uma entrevista com o economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Loyola, e sua visão sobre os desafios e perspectivas do cooperativismo de crédito brasileiro no atual cenário econômico. A publicação apresenta ainda, uma matéria acerca do Portal de Compras do Sicoob, importante ferramenta para a centralização das compras das entidades do Sistema em apenas um site. É possível encontrar (e comprar) de materiais de escritório a itens para viagens e lazer, gastronomia, vestuário, feiras, eventos e equipamentos de TI.

Crescimento consolidado - O leitor poderá se inteirar também sobre o crescimento consolidado e as iniciativas socioambientais que vêem fortalecendo o Sicoob no estado do Mato Grosso, sob o comando do Sicoob Central MT/MS. Além disso, a revista destaca os recordes de crescimento da Poupança Sicoob que comprovam a confiança dos cooperados na solidez da instituição. Essas e outras importantes notícias, além do que aconteceu de destaque nas cooperativas Centrais e Singulares do Sistema pelo país.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de 2,5 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 500 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação) que tem a finalidade de defender os interesses das cooperativas representadas, ofertar serviços, promover a padronização, supervisão e integração operacional, financeira, normativa e tecnológica. Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob) especializado no atendimento às cooperativas de crédito e cujo controle acionário pertence às cooperativas do Sicoob; a Bancoob DTVM, distribuidora de títulos e valores; o Sicoob Previ, fundação que oferece plano de previdência complementar; a Cabal Brasil, bandeira e processadora de cartões e a Ponta Administradora de Consórcios. Conta ainda com o Fundo Garantidor do Sicoob (FGS), que confere credibilidade ao Sistema e garante a proteção dos recursos dos seus associados. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilitam acesso a recursos para empréstimos em geral e investimentos, tanto para pessoas físicas como jurídicas, com juros mais acessíveis. (Imprensa Sicoob)

 

COPACOL I: Fundadores e primeiros colaboradores são homenageados

Um dia especial, dedicado aos fundadores, primeiros presidentes e colaboradores, que tanto contribuíram para a construção e desenvolvimento da cooperativa. Em homenagem a essas pessoas que são fundamentais na história dos 50 anos da Copacol, foi realizado, no último domingo (06/10), um almoço na Aercol de Cafelândia. Familiares também estiveram presentes para acompanhar os que ali estavam, e ainda representar os saudosos que ajudaram a concretizar este sonho.

Momentos - Foram vários os momentos de agradecimento que a cooperativa proporcionou aos homenageados, como o vídeo que relembrou os momentos importantes que marcaram os 50 anos, além da entrega feita pelos diretores executivos de um relógio de parede personalizado nominalmente, com ano de fundação e de comemoração do cinquentenário, ações que emocionaram os participantes.

Início - O sócio fundador Ângelo Voltolini, lembrou da história e agradeceu a homenagem. “Começamos com um ranchinho de madeira, fomos juntando mais pessoas e só temos a agradecer todos os trabalhadores, os presidentes que contribuíram para este crescimento. Hoje não moro mais aqui, mas minhas lembranças estão em Cafelândia, a cooperativa foi uma grande graça que recebemos da Nossa Senhora da Consolata”, conta o sócio fundador. “É um prazer grande receber esta bonita homenagem, trabalhei mais de 30 anos, me aposentei na cooperativa e se ainda precisar fazer algo por esta empresa posso trabalhar, estou a disposição. É muito gratificante fazer parte desta história, afirma Reinalvo José Roling, um dos primeiros colaboradores.

Congregação - Representando a Congregação dos Missionários da Consolata, o padre Célio Pedro Saldanha Dorneles, esteve presente no evento e destacou a atuação do padre Luis Luise, que foi o idealizador, fundador e primeiro presidente da cooperativa. “Nós vemos a evolução da Copacol, como um marco da atividade missionária, pois quando nós sacerdotes vamos para outro lugar temos como grande bandeira o desenvolvimento integral do ser humano. Isso representa uma grande vitória do padre Luis que acreditou, teve esta visão e aqui encontrou agricultores esperançosos que o apoiaram, e hoje temos esta estrutura, que deu certo e é sucesso”, afirma o padre.

Show - pós o almoço, o destaque foi o show com o grupo Família Lima, que interpretou clássicos nacionais e internacionais, interagiu com o público e encerrou o evento em grande estilo.

Participação - Em seu discurso, o diretor presidente Valter Pitol, enalteceu a participação de cada um para o crescimento e desenvolvimento da cooperativa. “O sonho se tornou realidade e mudou a vida de milhares de pessoas. Nos orgulhamos em fazer parte da Copacol, agradecemos a todos que ajudaram a construir esta história de sucesso e as pessoas que são responsáveis por manter este desenvolvimento, que hoje é reconhecido no Brasil e no exterior. Chegamos fortes e estruturados, com crescimento integrado  de todas as nossas atividades e com segurança para as próximas gerações”, finaliza Pitol. (Imprensa Copacol)

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COPACOL II: Associados também são lembrados

Como forma de agradecer por toda a parceria, trabalho e dedicação em prol da Copacol ao longo destes quase 50 anos é que, desde janeiro, associados aniversariantes de cada mês são convidados a assistir a apresentação da evolução da cooperativa feita pelo presidente Valter Pitol, além de receber uma lembrança, um relógio com a logomarca da Copacol.

Novembro - Na semana passada, os associados aniversariantes do mês de novembro, receberam a homenagem. Para o associado Gilberto Francisco Hernandes, do município de Jesuítas, a homenagem é uma forma de valorização. "Essa homenagem é muito importante, pois valoriza o associado como pessoa, não só como um número dentro da cooperativa, ele é alguém que participa do crescimento da empresa e que é valorizado por ela. A confiança que tenho na diretoria é muito grande, vemos a Copacol caminhando a passos firmes e nos sentimos mais animados em investir em nossa propriedade" disse.

Lembrança - José Aparecido Fernandes Moreira, associado de Formosa do Oeste, ficou feliz com a lembrança. "Achei muito interessante essa ação, fiquei feliz com a lembrança, neste dia nós também podemos entender mais sobre o que está acontecendo com a cooperativa através das explicações do presidente. A Copacol é uma empresa sólida e nos transmite muita confiança, parabenizo todos os sócios e a cooperativa pelos seus 50 anos", comentou.

Crescimento com segurança - O cooperado Adenir Sandri, do município de Nova Aurora, há 25 anos está com a cooperativa, ele também participou deste momento especial. "Eu tinha seis anos quando a Copacol foi fundada, foi muito interessante receber esta lembrança, sem dúvida alguma com a apresentação do presidente podemos ver que a cooperativa está crescendo com segurança sendo ela muito bem administrada", disse o produtor. (Imprensa Copacol)

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RAMO TRANSPORTE: Pleitos do setor são levados à ANTT

Dando encaminhamento aos pleitos demandados pelo Conselho Consultivo do Ramo Transporte e também pela Câmara Temática de Passageiros e de Cargas, o Sistema OCB esteve reunido na última quinta-feira (03/10), por meio de alguns de seus conselheiros, com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT). O encontro teve dois momentos distintos: no primeiro, recebidos pela gerente executiva da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas (SUROC), Rosemeire de Freitas, os representantes cooperativistas externaram as solicitações referentes ao transporte de cargas. Em seguida, na presença da Superintendente de Serviços de Transporte de Passageiros (SUPAS), Sônia Rodrigues Haddad, foi a vez de falar sobre o transporte de passageiros.

Cargas - No que diz respeito ao transporte de cargas, foi reforçada a importância de se tratar das dificuldades junto à agência reguladora para a renovação da licença originária perante a ANTT. “Essa renovação é exigida para as cooperativas que operam com transporte internacional de cargas. No entendimento do sistema OCB, algumas formalidades exigidas para a renovação das licenças são inviáveis de serem cumpridas, nos termos da legislação atual”, explica o responsável na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) pelo ramo transporte, o analista Técnico e Econômico Tiago Barros. Além disso, complementa Barros, podem ser simplificadas, sem que haja prejuízo à segurança jurídica. Na ocasião, o Sistema OCB entregou ofício à ANTT registrando esse quadro e solicitando a revisão de algumas exigências, de forma a adequá-las às particularidades documentais das cooperativas. “Nossa intenção é viabilizar, dentro da legalidade, o atendimento aos requisitos para a renovação”, completa o analista.

Institucional - A reunião teve, também, um caráter institucional, onde foi possível apresentar às representantes da Agência as características do Sistema OCB e a importância que tem, neste cenário, o ramo transporte. Segundo Tiago Barros, a receptividade da agência às demandas apresentadas foi favorável ao cooperativismo: “Além da oportunidade de nos apresentarmos a esta nova gestão, tivemos um retorno bastante positivo em relação aos pleitos apresentados”.

Importância - Barros ressalta, ainda, a importância da participação de membros do conselho consultivo e da câmara temática nas conversas na ANTT. Representando o Conselho Consultivo do Ramo, estiveram presentes o coordenador, Abel Paré, e o membro do Rio de Janeiro, Vinícius Mesquita, Representando a Câmara Temática de Passageiros, Delso Cezar de Melo. (Informe OCB)

COOPERATIVISMO: Conferência Regional da ACI-Américas tem início no Guarujá (SP)

cooperativismo 07 10 2013Um olhar para o futuro e os passos necessários para firmar nossas perspectivas em relação ao modelo cooperativista. Com este foco, teve início neste domingo (06/10) a XVIII Conferência Regional ACI-Américas. O evento, que este ano traz como tema “A década das cooperativas – cenários e perspectivas”, conta com uma programação extensa, composta por grandes nomes do cooperativismo internacional. Entre os conferencistas convidados estão grandes expoentes como o embaixador especial do cooperativismo na FAO, Roberto Rodrigues, ex-presidente do Sistema OCB; o diretor do departamento de desenvolvimento empresarial e de criação de emprego da Organização Interacional do Trabalho, Peter Poschen e a presidente da ACI, Dame Pauline Green.

Encontro entre parlamentares - Aproveitando a oportunidade ímpar de reunir importantes agentes do setor cooperativista, no dia 10 de outubro será realizado – como parte integrante da Conferência –, um encontro entre parlamentares que atuam em prol do cooperativismo. O objetivo, segundo a gerente de Relações Institucionais, Fabíola Motta, é promover uma troca de experiências e fortalecimento do intercâmbio multilateral entre representantes dos diversos países participantes. “Nosso foco é a busca pelo aperfeiçoamento dos marcos jurídicos das legislações dos países membros. Na ocasião, serão divulgadas boas práticas, além de reforçar o conceito da intercooperação e debater cenários de atuação conjunta”, pontua a gestora.

Exposição - Às 14h do dia 10, a Presidente da ACI, Pauline Green, fará uma exposição para os parlamentares presentes que, posteriormente, debaterão ações para o fortalecimento do cooperativismo no mundo.

Iniciativa - A Conferência é uma iniciativa da Aliança Cooperativa Internacional das Américas (ACI Américas) e da Unimed do Brasil, com amplo apoio do Sistema OCB. O evento acontece entre os dias 6 e 11 de outubro, no Guarujá (SP). Mais informações: www.conferenciaaciamericas2013.com. (Informe OCB)

 

AGENDA PARLAMENTAR: Aprovação da MP 619 foi um dos destaques da semana no Congresso

O Plenário do Senado Federal aprovou, na última terça-feira (01/10), a Medida Provisória 619/2013, que contempla pleitos das cooperativas de crédito e agropecuárias, sendo eles: a concessão de isonomia tributária ao Fundo Garantidor de Crédito das Cooperativas (FGCoop) em relação ao Fundo Garantidor de Crédito das Instituições Bancárias (FGC), e a definição de critérios para renegociação do estoque de dívidas do setor armazenador brasileiro (armazéns, pessoas físicas e cooperativas) junto à Conab. Para inclusão e manutenção desses dispositivos na matéria, o Sistema OCB atuou ativamente junto ao Governo Federal e com integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Além disso, o Plenário aprovou também a Medida Provisória 618/2013 que facilita a quitação de débitos por produtores rurais inscritos em dívida ativa. As medidas aprovadas aguardam sanção da presidente Dilma Rousseff.

Câmara dos Deputados - O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou também na terça-feira (01/10) o projeto de lei que cria a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O PL 5.740/2013 tem como objetivo promover e coordenar programas que resultem na incorporação de inovações tecnológicas pelos produtores rurais. Para o cooperativismo brasileiro, a criação da Anater é uma importante conquista já que o apoio aos produtores rurais é fundamental para as atividades desenvolvidas pelas cooperativas. Além disso, o texto aprovado inclui a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) entre os integrantes do Conselho de Administração da entidade, reforçando a importância do setor para a assistência técnica. A matéria segue agora para apreciação do plenário do Senado Federal, em regime de urgência constitucional. (Blog OCB no Congresso)

Para acessar o resultado da Agenda da Semana, clique aqui.

SESCOOP: Banca julgadora do Prêmio Excelência de Gestão define vencedoras

sescoop 07 10 2013Na última quinta-feira (03/10), os integrantes da banca julgadora do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão estiveram reunidos para analisar as iniciativas desenvolvidas pelas cooperativas brasileiras na profissionalização do negócio, e apontar as cooperativas vencedoras desta primeira edição. No dia 19 de novembro, elas serão conhecidas – e reconhecidas – em uma cerimônia de entrega do Prêmio, que será realizada em Brasília (DF), com a presença de diversas autoridades e lideranças do setor.

Membros - Composta por cinco membros, de variadas instituições, a banca é a instância final da premiação. “Antes de chegar até aqui, as cooperativas inscritas passaram por um longo processo, incluindo visitas in loco e avaliação dos resultados pelo Comitê Gestor”, informa a gerente de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop, Susan Miyashita Vilela. São integrantes da Banca: André Luis da Silva Dantas, representante do Sebrae Nacional; Jairo Martins da Silva, superintendente da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ); Ronaldo Vieira da Silva, representante do Banco Central do Brasil; Roberto Rodrigues, Embaixador da FAO/ONU e Marcos Vasconcelos, professor da Fundação Getúlio Vargas  (FGV).

Caminho certo - Em depoimento ao final dos trabalhos, o superintendente da FNQ (entidade parceira na construção do Prêmio), Jairo Martins, declarou que o sistema cooperativista está no caminho certo. “Para que uma organização responda bem a todas as mudanças de cenário que vemos no mercado, ela precisa ter uma gestão estruturada e sistêmica, assim como propõe o Sescoop com o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). Sem dúvida, o PDGC é uma ferramenta de extrema importância pra que o setor melhore cada vez mais a sua gestão. E o prêmio traz um fator motivacional, de valorização do que já tem sido feito nesse sentido”, disse Martins em nome de todos os integrantes da banca julgadora.

Ação inovadora - O Prêmio Sescoop Excelência de Gestão é uma ação inovadora do Sistema OCB e está sendo realizado pela primeira vez este ano. O objetivo é valorizar e reconhecer boas práticas de gestão e governança, incentivando, cada vez mais, o crescimento e o investimento no profissionalismo das cooperativas brasileiras. Tanto é que, para concorrer ao Prêmio, a cooperativa deve primeiramente aderir ao PDGC.  “O Sescoop é uma entidade que foi criada com os fins e os objetivos muito claros, de capacitar, de formar melhor a nossa gente. Pensando nisso, criamos o PDGC. Trata-se de um caminho para que as cooperativas possam alcançar a excelência em gestão, ponto que hoje é determinante para que elas se firmem em um mercado cada vez mais competitivo”, afirma o presidente da instituição, Márcio Lopes de Freitas.

Base - Segundo o dirigente, a participação da base é fundamental para o sucesso do processo. “Nosso trabalho, nesse sentido, é sensibilizar a todos sobre a importância de se investir constantemente na profissionalização dos negócios. Tenho certeza de que o programa vai contribuir para que milhões de pessoas no Brasil tenham uma condição melhor por meio das suas cooperativas – de serem reconhecidas e terem seus produtos e serviços aceitos no mercado”, declara.

Resultados - Sobre os resultados que a premiação deve trazer, Freitas acrescenta: “O que eu espero é ver os milhões de associados das cooperativas brasileiras com uma qualidade de vida melhor, uma renda mais adequada, enfim, mais felizes e fazendo crescer o movimento cooperativista no Brasil”. (Informe OCB)

 

LEITE: Preço atinge maior patamar real de toda a série do Cepea, de 13 anos

leite 07 04 2013Contrariando as expectativas do mês passado, os preços do leite pagos ao produtor continuaram subindo em setembro e alcançaram o maior patamar real da série do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, que foi iniciada em 2000 – os valores foram deflacionados pelo IPCA de agosto/13. Essa foi a oitava alta consecutiva. O preço bruto, que inclui frete e impostos, aumentou 2,8% (ou 3 centavos/litro) em relação ao mês passado e chegou a R$ 1,1162/litro. Este valor, se comparado com o de setembro de 2012, representa expressivo acréscimo de 21,7% na receita do produtor. O preço líquido chegou a R$ 1,0378/litro, elevação de 2,3% (ou de 2,3 centavos/litro) em relação a agosto/13. Estas médias, calculadas pelo Cepea, são ponderadas pelo volume captado em agosto nos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA.

Captação - A valorização do leite aconteceu mesmo com o aumento da captação pelas indústrias em agosto. Segundo o Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L/Cepea), o volume comprado pelos laticínios cresceu 2,04% em agosto, sendo impulsionado especialmente pela produção do Sul do Brasil. Nessa região, produtores forneceram 4,53% a mais de leite no comparativo com julho. Este avanço na produção continua atrelado ao maior poder de compra do pecuarista em relação à alimentação concentrada e também à qualidade da silagem fornecida no cocho, que juntas aumentam o desempenho das vacas em lactação. Já nos estados do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, a captação de leite se manteve praticamente estável em agosto, movimento condizente com este período de entressafra de pastagens. (Cepea)

 

COMÉRCIO: Risco de "ganho zero" em negociação da OMC preocupa países agrícolas

O G-20 agrícola, grupo coordenado pelo Brasil, começou a manifestar inquietação na Organização Mundial do Comércio (OMC) com os rumos do pacote de liberalização que está sendo costurado para o fim do ano em Bali, na Indonésia. Sobretudo os países latino-americanos do grupo, que são exportadores agrícolas, reclamam que outros temas parecem estar fazendo progresso, como facilitação de comércio, mas a parte agrícola ficou para trás.

Alerta - O sinal de alerta cresceu quando restam apenas quatro semanas do prazo fixado pelo diretor-geral, Roberto Azevêdo, para os países delinearem compromissos, para evitar o fiasco de Bali. Já outros parceiros acham que todos vão sair ganhando com um pacote de medidas para reduzir burocracia nas aduanas, que, afinal, ajudará o setor privado a reduzir em pelo menos 10% seus custos.

Equilíbrio - O Brasil tem avisado que é preciso equilíbrio no pacote geral. O nível de ambição de liberalização não pode ser dois em um caso e dez em outros, por exemplo, na comparação entre medidas para reduzir burocracia nas aduanas e alguma medida para facilitar o comércio agrícola. "Precisamos ter alguma coisa em Bali", acrescenta o embaixador do Uruguai, Francisco Pires.

Cotas tarifárias - Para piorar, os EUA apareceram com uma proposta sobre as cotas tarifárias agrícolas, que envolvem bilhões de dólares de comércio. E isso pode levar a um confronto com a China, e bloquear o pacote de Bali. A questão tem raízes no Acordo de Agricultura da Rodada Uruguai, de 1995, quando países exportadores conseguiram incluir algumas regras para tentar melhorar o acesso ao mercado internacional de produtos agrícolas.

Substituição - De um lado, restrições não-tarifárias impostas sobre produtos agrícolas foram substituídas por tarifas. Além disso, foram criadas cotas tarifárias - "tariff rate quotas", em inglês - que permitem importações com tarifas mais baixas (tarifa intracota) dentro de uma quantidade especificada (cota), e importações adicionais com tarifas mais altas (tarifa extracota).

Disseminação - Desde então, o uso de cotas tarifárias disseminou-se, inclusive em países em desenvolvimento. As cotas garantem um mínimo de acesso a mercados protecionistas para produtos como carnes e açúcar do Brasil, por exemplo. O problema, porém, é que o acesso normalmente oferecido por meio da cota é quase anulado pela forma como ela é administrada pelo país importador. Assim, raramente as cotas são preenchidas.

Notificação - A proposta do G-20 requer que os países notifiquem a OMC sobre o preenchimento das cotas. E estabelece um mecanismo de revisão para as cotas que não foram preenchidas até 65% do total. Se a taxa de uso continuar abaixo desse percentual por três anos consecutivos, o país impondo a cota deverá facilitar a importação do produto em questão de maneira automática. Já países em desenvolvimento teriam Tratamento Especial e Diferenciado (TEC) na administração de suas cotas, mas igualmente ficarão submetidos à pressão para facilitar o preenchimento dessas cotas.

Tratamento diferenciado - Agora, os EUA propõem acabar justamente com esse tratamento diferenciado para os países em desenvolvimento. Eles defendem um mecanismo de consulta para o volume das cotas ser preenchido automaticamente após dois anos de consultas no caso de países desenvolvidos e após três anos no caso de países em desenvolvimento.

China - Ocorre que, se cair o tratamento diferenciado, a China já avisou que não tem mais conversa e, portanto, acordo nenhum. Pequim impõe um amontoado de cotas para frear importações e quer continuar tendo liberdade para administrá-las. Assim, sobretudo os latino-americanos do G-20 veem o risco de rompimento de um entendimento sobre o tema.

Subsídios - Quanto a subsídios à exportação, outro tema importante para o G-20, na sexta-feira surgiu pela primeira vez a "percepção" de negociação "real e construtiva" após meses de impasse. Um acordo em 1995 em Hong Kong previa a eliminação desses subsídios no fim de 2013, em caso de conclusão da Rodada Doha. Como isso não aconteceu, a briga agora é pelo menos para se obter um compromisso político em Bali de que isso realmente ocorrerá em algum momento no futuro. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Porto de Paranaguá terá novo regime jurídico

infraestrutura 07 10 2013A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) apresentou na sexta-feira (04/10) para os juízes da Justiça Federal de Paranaguá, a proposta de mudança no regime jurídico da Appa. O trabalho, que é conclusão do estudo realizado pela Appa, Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seil), Secretaria de Planejamento (Sepl), Secretaria da Administração Pública (Seap), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Paraná Previdência, propõe a mudança do regime jurídico da Appa, que passaria de autarquia para uma empresa pública.

Solução - A lei 12815 de 2013, que regulamentou o novo marco legal dos portos – e mais precisamente o decreto 8033/2013 – prioriza que as figuras da autoridade portuária dos portos brasileiros sejam empresas públicas ou de economia mista. “Como o nosso convênio de delegação não permite a distribuição de lucros, a melhor solução encontrada pelo estudo realizado foi de que a Appa passe a ser uma empresa pública”, explicou aos magistrados o chefe de gabinete da Appa, Sebastião Henrique de Medeiros.

Prestação de contas - A apresentação foi acompanhada também por representantes do Sindicato dos Operadores Portuários (Sindop), por representantes do Sindicato dos Trabalhadores Portuários (Sintraport), membros do Órgão Gestor de Mão de Obra Portuária (Ogmo), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e por um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Nosso intuito é fazer uma prestação de contas à sociedade e sensibilizar os senhores sobre a necessidade de se promover esta reforma para que consigamos por um fim num problema histórico que são as ações trabalhistas movidas contra a Appa”, afirmou Medeiros.

Legislação – O Plano de Cargos e Salários da Appa foi criado em 1990, ainda sob a ótica de uma autoridade portuária que estava presente na operação das atividades. Com isso, constam do quadro funcional da Autarquia funções como maquinista, operador de balança e outras figuras estritamente operacionais. Em 1993, com a lei de modernização dos portos , todas as autoridades portuárias foram obrigadas a deixar a operação, dando início aos problemas trabalhistas da Appa. “A Administração Portuária passou a ter um papel fiscalizador e administrativo. E os desvios de função começaram a surgir. Nosso passivo trabalhista começa a ganhar vulto de 1993 para cá, em função desta incompatibilidade”, explicou Medeiros.

Gastos - Somando os gastos com ações trabalhistas, de 1993 para cá e em valores atualizados, a Appa já gastou R$ 1,4 bilhão no pagamento de indenizações a trabalhadores. “É um valor muito alto se pensarmos que em 20 anos gastamos mais pagando ações trabalhistas do que o governo federal planeja investir nos portos para os próximos 50 anos”, disse Medeiros.

Soluções – O trabalho da comissão conjunta resultou numa série de indicativos para que a Appa solucione o problema das ações trabalhistas. Além da mudança da natureza jurídica do órgão para uma empresa pública, foi sugerida a criação de um plano de demissão voluntária, a extinção do atual quadro funcional e a criação de um novo quadro. “Já elaboramos uma minuta para a lei que fará a mudança do regime jurídico. Ela passará agora pela análise da PGE e seguirá para apreciação do Governador. Após a análise dele, esta minuta deverá ser encaminhada à Assembleia Legislativa do Paraná para que possa ser discutida, votada e colocada em prática”, disse Medeiros.

Iniciativa - Para o Juiz Diretor do Fórum do Trabalho em Paranaguá, José Mário Kohler, que acompanhou a apresentação, a iniciativa da Appa em achar uma solução para o problema das ações trabalhistas é louvável. “Temos que ter em mente que o trabalhador não pode ser responsabilizado por incompatibilidades geradas em função de problemas diversos. Cabe à Appa tentar solucionar estas incongruências que estão gerando as ações.  Parabenizo por estarem justamento procurando a origem destes problemas e encontrando alternativas para resolvê-los”, disse. (Assessoria de Imprensa da Appa)

 

NEGÓCIOS: Inovação avança, mas ainda falta competitividade

negocios 07 10 2013A propagação da inovação como fator de competitividade e diferenciação dos negócios criou um ambiente empresarial receptivo às atividades de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. Desde 2000, o volume de investimentos e o número de projetos registraram crescimento significativo. Segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os valores anuais aplicados em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil saltaram de R$ 12 bilhões (2000) para R$ 50 bilhões (2011), somando os investimentos públicos e privados. A evolução é importante, mas ainda não foi capaz de tornar as empresas brasileiras - salvo alguns exemplos - mais competitivas no mercado internacional.

Lacunas - Apesar do crescente volume de aportes financeiros, existem lacunas importantes nos processos corporativos e na questão da gestão da inovação - matéria que invadiu o terreno da administração e passou a integrar os programas de capacitação de empreendedores no Brasil.

Ideias - "Quando falamos em inovação, pensamos em profissionais envolvidos com o desenvolvimento de produtos e eles, muitas vezes, acreditam que só boas ideias bastam para obter sucesso no mercado", argumenta Geciane Silveira Porto, coordenadora do Núcleo de Pesquisas em Inovação, Gestão Empreendedora e Competitividade (Ingtec) da Universidade de São Paulo (USP).

Treinamentos - A professora comandou uma série de treinamentos oferecidos por meio do Programa Gestão para o Empreendedorismo Inovador - financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A ação promoveu cursos em todo o país e atendeu mais de 400 empreendedores. "Constatamos que ainda há dificuldade em utilizar ferramentas de administração no processo inovador", comenta Geciane.

Gestão - Para ela, problemas de gestão são os grandes responsáveis pelo fracasso dos empreendimentos, em suas diferentes etapas. "Não dá para ser empresário meio período. O empreendedor precisa elaborar planos de negócios eficientes para alcançar objetivos, conseguir financiamento para a pesquisa e desenvolvimento e oferecer produtos que fazem sentido à demanda dos consumidores", afirma ela.

Livro - Para facilitar o acesso a informações e técnicas de gestão da inovação, Geciane organizou o livro "Gestão da Inovação e Empreendedorismo" (Editora Campus-Elsevier, 364 páginas, R$ 89,90). A obra traz textos exclusivos dos professores envolvidos nos ciclos e está dividido em cinco grandes blocos (inovação, empreendedorismo, propriedade intelectual, transferência de tecnologia e elaboração de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação). "Publicamos um material acessível e de fácil leitura, voltado para pesquisadores e empreendedores de negócios de base tecnológica", afirma.

Etapa fundamental - Preparar os empresários e pesquisadores brasileiros é etapa fundamental no processo de transferência de conhecimento acadêmico ao mercado. E os dados e discussões levantados no livro mostram que o Brasil tem potencial de sobra para avançar com produtos inovadores.

Envolvimento - De acordo com relatório do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), 27 milhões de brasileiros (um quarto da população entre 18 e 64 anos) estão envolvidos com empreendedorismo, sendo proprietários ou administradores de negócios iniciantes ou com mais de três anos e meio de experiência. A evolução do empreendedorismo de base tecnológica é percebida pelo número crescente de incubadoras. Em 2011, o Brasil registrou 384 incubadoras em operação, onde atuam mais de 2.600 empresas. Do total de empresas instaladas em incubadoras, 98% inovam.

Mercado externo - A professora Simone Vasconcelos Ribeiro Galina, uma das autoras do livro, lembra a importância em estudar o mercado externo, uma vez que é baixo o interesse do empreendedor brasileiro em internacionalizar a operação e exportar seus produtos. "Temos um mercado consumidor interno pujante. O problema é que ele é novo e pouco exigente, limitando as ações de inovação", explica Simone.

Comportamento passivo - Para ela, o comportamento passivo deve ser combatido para que as empresas brasileiras não percam competitividade. "Os passos dados na internacionalização mostram ao empreendedor a necessidade de aprimorar produtos e processos. A busca por diferencial inovador tem de levar em conta as exigências de consumidores mais sofisticados", comenta Simone. Ao olhar para outros mercados, os empresários podem encontrar oportunidades de melhoria constante ou encarar as exigências como obstáculos intransponíveis para os seus negócios.

Guia prático - Além da abordagem sobre empreendedorismo e a competitividade global, o livro traz um guia prático para a montagem de planos de negócios e inclui um capítulo sobre as estratégias para conseguir financiamento para projetos de inovação, incluindo os caminhos para o capital de risco. "Os projetos de pesquisa e o desenvolvimento inicial de produtos têm instrumentos públicos de financiamento, o problema ainda está na construção de planta-piloto e no lançamento dos produtos no mercado - etapas que constituem o chamado vale da morte da inovação", destaca Geciane.

Estrutura - Para conquistar dinheiro nesta fase do projeto, a empresa precisa estar bem estruturada, ter todos os orçamentos, além dos planos e números organizados. Saber o que vai vender, como e onde oferecer e também o público-alvo. "O capital de risco só aposta em quem tem um plano completo. Por isso, a gestão torna-se o fator primordial para a continuidade dos projetos", finaliza a organizadora do livro. (Valor Econômico) 

 

ECONOMIA: Poupança teve captação recorde em setembro de R$ 6,7 bi

A caderneta de poupança marcou em setembro o 19º mês consecutivo de captação líquida de recursos, evidenciando mais uma vez o comportamento conservador do brasileiro. Os depósitos superaram os resgates em R$ 6,695 bilhões no mês passado, resultado recorde para meses de setembro. A marca anterior para o período era de 2012, com captação líquida mensal de R$ 5,95 bilhões.

Fundos - Também na indústria de fundos, as carteiras mais conservadoras foram o grande destaque de setembro. Nos nove primeiros meses deste ano, o ingresso líquido de recursos na caderneta alcançou R$ 48,947 bilhões, o que também resulta em recorde histórico para o período. Entre janeiro e setembro de 2012, o resultado líquido de aplicações tinha sido positivo, de R$ 33,186 bilhões. Nesses últimos 19 meses sem resgates líquidos, entrou no tradicional investimento um total de R$ 99,081 bilhões. Considerando o rendimento de R$ 2,706 bilhões de setembro, o patrimônio total da poupança chegou a R$ 566,882 bilhões.

Crédito imobiliário - Os bancos que aplicam recursos da caderneta em crédito imobiliário (SBPE) mostraram captação líquida de R$ 5,109 bilhões no mês passado. Já as instituições que destinam os recursos para o crédito rural registraram ingresso líquido de R$ 1,586 bilhão.

Selic - Com a taxa Selic subindo a 9% ao ano no dia 28 de agosto - data da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) -, a poupança voltou a ser remunerada pela "fórmula antiga" de 0,5% ao mês mais TR. Se o juro básico cair para 8,5% ou abaixo disso, o rendimento volta a ser equivalente a 70% da taxa Selic. (Valor Econômico)

FOCUS: Mercado eleva estimativa de crescimento do PIB

O mercado financeiro elevou a expectativa de crescimento da economia para 2013. De acordo com o boletim Focus do Banco Central, investidores e analistas elevaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas do país, de 2,40% para 2,47%. Mesmo com essa projeção, a produção industrial crescerá apenas 1,7% ante a estimativa de 1,92% da perspectiva anterior. Outro dado importante é a expectativa para a redução do déficit da dívida líquida do setor público. O mercado financeiro já admite um déficit de 34,5% em proporção do PIB ante os 34,7% da estimativa anterior.

Demais indicadores - Nos demais indicadores, o mercado manteve as projeções do relatório anterior, com a inflação em 5,82% apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a taxa de câmbio, ao final de 2013, em R$ 2,30 e a taxa básica de juros em 9,75% ao ano, também ao final de período.  Os preços administrados também terão correção de 1,80%, segundo as estimativas do mercado. (Agência Brasil)


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