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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3197 | 09 de Outubro de 2013

PRÊMIO OCEPAR I: Lançamentos regionais em Toledo e Palotina somam 60 participantes

Mais dois lançamentos regionais do 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo foram realizados nesta terça-feira (08/10), em Toledo e Palotina, no Oeste do Estado, contabilizando, ao todo, 60 profissionais de imprensa e assessores das cooperativas. O coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, fez a apresentação das novidades dessa edição do concurso. A jornalista da Unimed Paraná, Jossânia Veloso, também acompanha os eventos.  Em Toledo, o lançamento contou com 35 participantes e a presença do presidente do Sicredi Oeste, Círio Kunzler, do diretor executivo do Sicredi Oeste, Inácio Cattani, do presidente da Primato, Ilmo Werler Welter, e da assessora de imprensa da Unimed Costa Oeste, Michele Matsuo. Ao final, houve sorteio de brindes oferecidos pelo Sistema Ocepar, Unimed, Sicredi e Primato. 

Palotina – Em Palotina, 25 pessoas participaram do lançamento do Prêmio Ocepar de Jornalismo. Prestigiaram ainda do evento o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, o presidente da Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, e o presidente do Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP, Jaime Basso. 

Orgulho – O presidente do Sicredi Oeste, Círio Kunzler, disse que sempre é um orgulho para a cooperativa receber um dos lançamentos regionais do concurso em Toledo. “Eu vejo ainda esse prêmio como de fundamental importância para os demais municípios porque aqui o cooperativismo em todos os ramos é muito forte e, com isso, valoriza o desenvolvimento econômico e social da nossa região. Acredito que o jornalismo em si também está sendo agraciado com a divulgação dos trabalhos que serão realizados sobre o cooperativismo tanto agropecuário, como em todos os ramos e, principalmente do crédito, o qual estamos representando”, frisou.  

Transparência – A assessora de imprensa da Unimed Costa Oeste, Michele Matsuo, destacou a realização dos lançamentos no interior do Estado.  “É importante sair da capital e vir falar com o interior. É um processo de transparência, a partir do momento em que a organização se conscientiza que é preciso incentivar os jornalistas para que eles se sintam seguros em participar do Prêmio, com reais condições de ganhar. Isso faz com que o concurso tenha credibilidade”, disse ela. Michele acredita ainda que o Prêmio tem motivado a imprensa local a ampliar a cobertura de noticias sobre o cooperativismo. “Isso ocorre principalmente nesse período de validação das matérias, quando há um incremento no número de matérias, de demandas proativas em relação ao cooperativismo. São frequentes os cooperados falarem sobre prevenção da saúde e tudo mais, só que não tão focados no sistema. Então, a Unimed ganha um plus, a partir do momento em que tem a premiação do Sistema Ocepar”, finalizou.

Programação – O 10º Prêmio Ocepar de Jornalismo já foi lançado em Curitiba, no dia 24 de setembro, e os lançamentos regionais começaram na segunda-feira (07/10), por Cascavel, e devem prosseguir ao longo do mês de outubro. O próximo evento acontece nesta quinta-feira (10/10), em Francisco Beltrão, e os demais serão realizados em Ponta Grossa (14/10), Guarapuava (15/10), Apucarana (22/10), Londrina (22/10), Maringá (23/10), Campo Mourão (25/10) e Pato Branco, com data a ser confirmada. 

Serviço – O concurso é promovido pelo Sistema Ocepar com patrocínio do Sicredi Paraná e Federação Unimed e apoio dos Sindicatos de Jornalistas do Paraná e do Norte do Paraná e da Fenaj. Mais informações pelo fone (41) 3200-1150, e-mail:  jornalismo@sistemaocepar.coop.br ou no portal: www.paranacooperativo.coop.br. 

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PRÊMIO OCEPAR II: Presidente do Sicredi PR/SP destaca os 10 anos do concurso

premio II 09 10 2013Ao participar do lançamento regional do Prêmio Ocepar de Jornalismo em Palotina, nesta terça-feira (08/10), o presidente da Central Sicredi PR/SP, Manfred Dasenbrock, destacou os 10 anos de realização do concurso, completados nesta edição. “Para nós, do Sicredi, é muito importante poder estar junto e, ao longo desses 10 anos, ser parceiro, apoiador e incentivador do Prêmio. É uma iniciativa que tem nos proporcionado um grande aprendizado. Trata-se de uma forma inteligente e saudável de disseminação do cooperativismo, por meio dos mais variados veículos de imprensa”, disse Dasenbrock. A Central Sicredi PR/SP é uma das entidades patrocinadoras do concurso, juntamente com a Federação Unimed Paraná.

Longevidade - “Chegar aos 10 anos monstra que o Prêmio já existe há um bom tempo e promete longevidade porque já tem consistência e apoio estratégico da Ocepar, como entidade que o coordena, mas também dos sindicatos de jornalistas, que dá essa transparência ao concurso. Também é muito bom estar junto com  a Unimed, que também é uma entidade de cooperativa pujante, com atuação nacional. Esperamos que as inscrições superem as do ano passado e que possamos, através disso, permitir que essa reflexão do cooperativismo no estado do Paraná possa gerar novos estímulos pois exemplos, lições, tudo isso tem de sobra no estado e, com certeza, será inspirador para todas as categorias do jornalismo”, acrescentou Dasenbrock.

Dica – O presidente da Central Sicredi PR/SP acredita ainda que o trabalho feito pelo cooperativismo deve render boas pautas para os jornalistas interessados em participar do concurso e deu dicas de como obtê-las. “Em todos os ramos do cooperativismo no Paraná há pessoas importantes que estão ávidas em atender os profissionais no seu trabalho de pesquisa e podem ajudar muito nesse processo, fornecendo as informações e contribuindo para desmistificar eventualmente algum tema que alguém gostaria de explorar. A minha sugestão aos interessados em participar do Prêmio Ocepar de Jornalismo é que explorem juntos as cooperativas, inclusive com os assessores de Comunicação, mas também com os dirigentes, que têm uma abertura muito grande para atender a imprensa. E, indo em direção ao associado, tenho certeza que os jornalistas vão descobrir muita coisa importante, muitas histórias construídas ao longo desses anos, como aqui em Palotina, onde a Sicredi Vale do Piquiri está celebrando 25 anos, a C.Vale 50 anos, ou seja, há um importante trabalho que pode ser explorado e que poderão gerar matérias fantásticas. Tenho certeza de que a comissão julgadora terá um grande trabalho pela frente”, completou o dirigente. 

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Koslovski homenageia cooperativa pela passagem dos 25 anos

sicredi vale piquiri 09 10 2013O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, destacou, nesta terça-feira (08/10), em Palotina, Oeste do Estado, a celebração dos 25 anos da Cooperativa Sicredi Vale do Piquiri ABCD/PR-SP. “É muito significativo para nós, que fazemos parte do cooperativismo do Paraná e como representantes do setor no Estado, poder participar de uma homenagem pelos 25 anos de uma cooperativa de crédito como essa. Quem imaginaria que hoje, 25 anos após a sua criação, a gente pudesse estar comemorando aqui mais de R$ 1 bilhão de ativos dessa cooperativa. Isso ocorreu pela determinação, ousadia e vontade de fazer acontecer dos pioneiros”, afirmou Koslovski.

Desafios – Koslovski disse muitos desafios já foram enfrentados desde a criação, na década de 1980, do Comitê para a constituição das cooperativas de crédito. De acordo com ele, a ideia era montar uma estratégia para que o setor tivesse condições de competir com conglomerados e vencer obstáculos junto ao Banco Central. “Mudar normas ou resoluções é complicado e isso foi vencido com muita determinação por uma gama muito grande de pessoas que trabalham no cooperativismo de crédito e na área de representação do setor. Nós acompanhamos isso. Como foram grandes os desafios mas felizmente todos superados.  Novos virão e, com certeza, serão superados com determinação. Temos a absoluta certeza que isso vai acontecer sempre contando com  o apoio dos cooperados, que são o fundamento principal de todo o cooperativismo”, ressaltou

Agradecimento – “Por isso, Basso (Jaime Basso, presidente do Sicredi Vale do Piquiri), eu queria, em nome do Sistema Ocepar, em primeiro lugar, agradecer vocês pelo cooperativismo sério e responsável que vocês praticam, voltado a defender os interesses efetivos dos cooperados, que realmente dão resultado para aqueles que fazem parte desse sistema. Também, parabenizar pela organização de vocês, que têm um presidente como o Manfred Dasenbrock, que tem uma visão estratégica, conhece e sabe onde o cooperativismo de crédito precisa chegar. Isso faz uma diferença enorme. E a gente fica muito feliz por ter pessoas preparadas para enfrentar esse desafio. Quero ainda parabenizar os diretores, colaboradores do Sicredi porque são vocês que fazem a vontade dos cooperados. E parabenizar a todos os cooperados, especialmente os pioneiros que, com determinação e valentia, chegaram a essa maravilhosa cooperativa, que é orgulho para o cooperativismo de crédito do Paraná e do Brasil”, completou Koslovski. 

 

PARANÁ: Sistema cooperativista cresce, em média, 10% ao ano no Estado

Ao participar, como convidado, na manhã de terça-feira (08/10), de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Cocamar, em Maringá, que promoveu mudanças em seu Estatuto Social, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, disse que o cooperativismo paranaense tem crescido a taxas superiores a 10% ao ano. De acordo com Koslovski, há 17 cooperativas no Estado com faturamento anual superior a R$ 1 bilhão.

Pontos fundamentais - Para que o setor continue crescendo de forma sustentável, Koslovski enumerou quatro pontos que considera fundamentais: primeiro, que as cooperativas adotem o trabalho de autogestão realizado pela Ocepar, que faz uma avaliação permanente de cada uma delas e fornece informações importantes para um eventual redirecionamento; segundo, a certificação dos conselheiros, preparando-os para a gestão; terceiro, um plano estratégico de desenvolvimento e, quarto, uma administração profissional.

Força - De acordo com o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, o Paraná não seria tão forte como produtor agrícola se não pudesse contar com as cooperativas. “Graças principalmente ao sistema, um Estado onde predominam pequenos proprietários rurais consegue ser um dos principais produtores de alimentos do país”, concluiu. (Imprensa Cocamar)

EVENTO: Cooperativismo é debatido em Encontro de Ciência e Tecnologia de Alimentos

“Cooperativismo como fator de desenvolvimento econômico e social” é o tema da mesa redonda que será realizada nesta quarta-feira (09/10), em Medianeira, no Oeste do Estado, dentro da programação do XII Encontro Regional Sul de Ciência e Tecnologia de Alimentos. O debate acontece das 18h30 às 20h30 e será moderado por Agnes de Paula Scheer, da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos- Regional Paraná e Universidade Federal do Paraná, promotoras do evento, juntamente com a Universidade Tecnológica do Paraná. Também participam das discussões sobre o cooperativismo, o diretor-presidente da Ceasa, Luiz Gusi, o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti e o diretor executivo da Cooperativa Frimesa, Elias Zydec. O XII Encontro Regional Sul de Ciência e Tecnologia de Alimentos iniciou na última segunda-feira (07/10) e prossegue até esta quinta-feira (10/10). Paralelamente, estão acontecendo o III Simpósio de Alimentos e a FIIIA 2013 – Feira de Inovação da Indústria Agroalimentar.

Clique aqui e confira na íntegra a programação dos eventos 

CONFERÊNCIA ACI-AMÉRICAS: Movimento cooperativista debate estratégias para crescimento do setor

cooperativismo 09 10 2013Cooperativistas das Américas estão reunidos para discutir questões estratégicas à competitividade e à permanência das cooperativas no mercado global. Eles participam da XVIII Conferência Regional da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas), até esta sexta-feira (11/10), no Guarujá (SP). Os debates estão fundamentados em pontos definidos pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) como essenciais ao desenvolvimento do setor e à sua consolidação nos próximos dez anos, na chamada Década do Cooperativismo. São eles: participação, sustentabilidade, identidade, arcabouço legal e capital. Nesta terça-feira (8/10), iniciativas promovidas pelo movimento no Brasil foram apresentadas por representantes do Sistema OCB em painéis sobre temas diversos. 

Trabalho – A importância da regulamentação do cooperativismo de trabalho foi ressaltada pelo representante nacional do ramo na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Geraldo Magela. “Em 2012, tivemos um marco para o segmento, a sanção da Lei 12.690/12, que regulamenta as relações entre as cooperativas de trabalho e tomadores de serviços. Foi um avanço no sentido de garantir um ambiente de reconhecimento ao legítimo cooperativismo de trabalho e combater o pré-conceito de que o setor é sinônimo de precarização, o que vai totalmente contra à sua proposta, de ser uma alternativa de organização e de geração de trabalho e renda. Foi determinante, também, para sensibilizarmos governo e outros órgãos de decisão sobre essa realidade. Temos agora o desafio de implementar essa regulamentação e fortalecer a prática da gestão cooperativa plena, ocupando espaço tanto no serviço público quanto na iniciativa privada”. 

Educação – “Os investimentos em educação são convertidos, claramente, em resultados efetivos para as cooperativas”. Esse foi o tom dado por Leonardo Boesche, gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, ao apresentar um projeto desenvolvido pela unidade estadual junto às cooperativas do Paraná. “O nosso desafio é preparar pessoas para a prática, é contarmos com cooperados cada vez mais cooperativistas, comprometidos com os princípios e valores do movimento. E a base de sucesso de uma sociedade cooperativa está justamente na participação ativa dos seus associados. Para avançarmos nesse sentido, desenvolvemos um software a partir do qual temos um diagnóstico das cooperativas, onde estão e onde querem chegar. Assim, temos dados consistentes para definir de que forma o treinamento, a capacitação pode auxiliá-las nesse processo”.

Consumo – Para se manter competitiva, concorrendo com outras organizações do mercado, a Coop, a maior cooperativa de consumo da América Latina, com 1,6 milhão de associados, está atenta às exigências do consumidor. “Faz parte do nosso planejamento estratégico a realização de ações de sustentabilidade, sejam elas voltadas ao campo econômico, social ou ambiental. Temos uma preocupação não só com os negócios, mas com o planeta, e queremos transmitir essa mensagem aos nossos cooperados. Desenvolvemos projetos que ressaltam, por exemplo, a importância do cuidado com a saúde e o consumo consciente. Além disso, apostamos em outros nichos de mercado. Hoje, também disponibilizamos os serviços de drogaria e postos de combustível aos nossos associados”, destacou o presidente da Coop, Márcio Valle.

Agropecuário – Como exemplo de gestão no cooperativismo agropecuário, Fernando Degobbi, gerente Comercial da Coopercitrus, ressaltou que é fundamental acompanhar as variações e tendências de mercado para o desenvolvimento de estratégias bem-sucedidas. “O mercado tem se movimentado com muita velocidade, com fortes oscilações de preços. Nossa cooperativa, por exemplo, nasceu com o objetivo principal de fornecer insumos, mas temos equilibrado essa atividade com o recebimento da produção. Sobre esse ponto, nosso carro-chefe, inicialmente, eram os cítricos. Hoje, a realidade é outra, diversificamos nossa atuação, trabalhamos com outros produtos como o milho. Fazemos uma análise das culturas atendidas e organizamos o processo de produção, fornecendo aos nossos cooperados assistência técnica e acesso a novas tecnologias. Essa é a nossa missão”.

Igualdade de gênero – “Precisamos mexer na nossa cultura para vencermos impasses antigos na questão de igualdade de gênero. Para isso, mulheres e homens devem trabalhar juntos, e o cooperativismo pode ser um importante aliado nesse sentido, um caminho de inserção do público feminino no mercado e na sociedade. O investimento em educação é outro ponto fundamental e complementar, além da capacitação, do preparo das pessoas”, disse Inês Salles, presidente da Cooperativa Tupambaé, que trabalha com a igualdade de gênero no Estado do Rio de Janeiro, com o apoio do Sistema OCB/RJ. 

Conferência – O evento, que conta com o apoio do Sistema OCB, também é uma realização do Sistema Unimed. (Informe OCB)

 

AGENDA PARLAMENTAR: Confira os destaques da semana no Congresso Nacional

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal debateu, nesta terça-feira (08/10), a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a renegociação das dívidas estaduais. Para tanto, foram convidados: o secretário-executivo interino do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira; o secretário-executivo interino do Ministério da Fazenda no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Cláudio Trinchão; o secretário da Fazenda de São Paulo, Andrea Calabi; o especialista em Direito Tributário Hamilton Dias de Souza; e o relator na Câmara dos Deputados do projeto que trata da renegociação das dívidas estaduais (PLP 238/2013), deputado Eduardo Cunha (RJ).

Câmara dos Deputados - Está na pauta de deliberação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 268/2007, que proíbe a comercialização de sementes que contenham tecnologias genéticas de restrição de uso de variedade, salvo quando se tratar de sementes de plantas biorreatores, ou seja, organismos geneticamente modificados para produzirem proteínas ou substâncias destinadas, principalmente, ao uso terapêutico ou industrial. A proposição é de autoria do deputado Eduardo Sciarra (PR) e está sob a relatoria do deputado Dilceu Sperafico (PR), integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo.  O Sistema OCB entende que a matéria é muito importante para o avanço científico e aumento da competitividade do Brasil, além de possibilitar maior biossegurança. Por isso, está acompanhando o andamento da proposta e trabalhando junto aos parlamentares para sua aprovação.

Marco da Mineração - A questão mineral também continua em pauta na Câmara dos Deputados. A Comissão Especial do Novo Marco da Mineração realizou nesta terça-feira (08/10) audiência pública para tratar do Direito de Propriedade no âmbito do projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. Já a Comissão de Minas e Energia (CME) recebe representantes do Governo Federal para debater o projeto de mineração. Entre os convidados está o Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira, responsável pela temática no Ministério de Minas e Energia.

Congresso Nacional - Foi apresentada nesta terça-feira (08/10) o parecer da Medida Provisória 623/2013. Relatada, na Comissão Mista, pelo Senador Cícero Lucena (PB), a medida altera a Lei 12.844/2013, para dispor sobre operações de crédito rural relativas a empreendimentos localizados na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). (Blog OCB no Congresso)

Para acessar a Agenda da Semana completa,clique aqui.

SICREDI AGROEMPRESARIAL: Oficina “Brincadeira é Coisa Séria” é lançada em parceria com o Sesi

Com o tema “Brincadeira é Coisa Séria”, os alunos do ensino médio do Colégio Sesi de Apucarana lançaram, em parceria com a Sicredi Agroempresarial PR, mais uma das oficinas de estudo, a partir da metodologia do Programa A União Faz a Vida. O evento aconteceu na manhã do dia 8 de outubro e teve a presença de alunos, professores, diretora do colégio, representantes do Sicredi, além de uma convidada muito especial, a abelha mascote do Programa.

Diferencial - A diretora Marlene Mariotto Gaspar destacou que “é um trabalho importante que estamos realizando a partir do nosso sistema de ensino e que é muito semelhante ao que o Sicredi propõe dentro do Programa”. Segundo ela, o envolvimento dos alunos nas atividades educacionais é um diferencial muito importante e a partir dos conceitos de cidadania e cooperativismo disseminados pelo Programa A União Faz a Vida é possível complementar o que o currículo apresenta aos alunos.

Brinquedos e brincadeiras - O professor José Luiz de Freitas, responsável pela condução da oficina, explicou que, durante o bimestre, os alunos irão trabalhar as diferentes formas de brinquedos e brincadeiras através das gerações. “A finalidade é compararmos: como e com que nossos avós, nossos pais e nós mesmos brincávamos e ao mesmo tempo, como nossos filhos irão brincar”, explica. A partir dessa dinâmica, o educador pretende avaliar as diferentes épocas, meios e instrumentos disponíveis no universo lúdico e fazer um contraponto com as novas tecnologias disponíveis.

Distribuição de doces - O lançamento da oficina foi finalizado com uma distribuição de doces aos estudantes, realizada pela própria abelha do Programa A União Faz a Vida. (Imprensa Sicredi Agroempresarial)

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COCAMAR: Manejo integrado para impedir expansão do greening é na próxima semana

Durante toda a próxima semana, entre a segunda-feira (14/10) e sábado (19/10), produtores de laranja das regiões noroeste e norte do Paraná estarão empenhados em fazer o manejo integrado do psilídeo, o inseto transmissor da bactéria causadora do greening, a pior doença dos pomares. Será a segunda etapa da medida este ano, cuja finalidade é evitar a disseminação do inseto e tentar controlar o avanço da doença, que atinge entre 2% a 4% das plantações no Estado. A iniciativa é do setor produtivo, envolvendo as cooperativas Cocamar e Integrada e as empresas Citri (de Paranavaí) e Nova (de Nova América da Colina), com apoio da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do governo estadual.

Combate integrado - O agrônomo da Adapar, José Croce Filho, explica que o combate integrado ao psilídeo é “medida fundamental” para manter o greening com relativa baixa infestação no Paraná, mas não a única. É preciso também, segundo ele, fazer a erradicação de plantas doentes, uma vez que ainda não existe tratamento para a doença. “O citricultor precisa estar adequado ao que determina a Instrução Normativa 53, de 2008, sob pena de ser autuado“, comenta o agrônomo, lembrando que no Estado de São Paulo, principal produtor brasileiro e mundial de laranja, 18% dos talhões de pomares já estão infectados. “Temos que restringir ao máximo a evolução do psilídeo”, conclui. (Imprensa Cocamar)

AGRÁRIA: WinterShow 2013 terá 60 expositores e ampla programação técnica

agraria 09 10 2013De 16 a 18 de outubro, o distrito de Entre Rios, em Guarapuava, vai sediar o WinterShow, promovido pela Cooperativa Agrária, e que vai contar com ampla programação e todos os 60 espaços de expositores comercializados. Mais de duas mil pessoas são esperadas no evento. Nos dois primeiros dias, palestras de sete pesquisadores da Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) expõem a excelência das tecnologias desenvolvidas para trigo, cevada, canola, aveia, fertilidade, fitopatologia e mecanização agrícola. Quatro especialistas, sendo três nacionais e um convidado da Alemanha, apresentarão temas relacionados às novidades do mercado agrícola, manejo de doenças, influências climáticas e melhoramento de cevada.

Referência - Referência em tecnologias de cereais de inverno no Brasil, o WinterShow 2013 repete o formato do ano passado, sendo todo realizado nos campos da Fapa. “O distrito de Entre Rios é um polo regional de difusão de tecnologia de cereais de inverno”, frisou o presidente da Agrária, Jorge Karl. “As novidades e tecnologias desenvolvidas estarão novamente presentes no WinterShow”, acrescentou.

Programação - A programação inicia às 9h do dia 16 de outubro, com o palestrante convidado André Pessoa, da Agroconsult, que abordará o tema “Perspectivas de mercado agrícola de cereais de inverno e verão”. Em seguida, o especialista Dauri José Tessmann, da UEM (Universidade Estadual de Maringá), falará sobre “Manejo de doenças em cereais de inverno”.

Meteorologia e palestra internacional - No dia 17, o meteorologista do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), Renato Lazinski, discorrerá, a partir das 9h, sobre a “Influência do clima nas produtividades das culturas de inverno e verão”. E, às 11h, terá lugar a palestra internacional com o pesquisador e melhorista alemão Markus Herz, da LfL (Bayerische Landesanstalt für Landwirtschaft - centro de pesquisa agrícola do Estado da Baviera), o qual apresentará “Avanços e perspectivas do melhoramento de cevada na Alemanha”.

Atividades simultâneas - Durante a tarde ocorrerão as palestras simultâneas dos sete pesquisadores da Fapa. Também haverá espaço destinado à dinâmica de máquinas agrícolas e test drive de pick-ups, com apresentação de novidades tecnológicas por parte de empresas expositoras. Produtores e interessados em adquirir equipamentos terão a oportunidade de avaliá-los com maior acuidade durante o balcão de negócios, que será realizado no dia 18. “O visitante poderá discutir detalhes com nosso pesquisador de mecanização agrícola”, explicou o coordenador da Fapa, Leandro Bren.

Acima da média - As pesquisas desenvolvidas pela Fapa possibilitam, aos cooperados da Agrária, materiais com produtividades acima da média brasileira, além de atender as demandas por qualidade exigidas pelos clientes das indústrias de malte, trigo, rações e óleo e farelo de soja da cooperativa. “A pesquisa na Agrária é o nosso norte em relação à atividade agrícola”, destacou Jorge Karl. “Estamos presentes em todos os elos da cadeia produtiva, desde a pesquisa até o fornecimento do produto final aos nossos clientes. E isso é apresentado no Wintershow”.

Produtividades recordes - O resultado da pesquisa, aliada às recomendações da assistência técnica específica, geraram produtividades recordes dos cooperados da Agrária, os quais chegaram a colher, em média, 4.400 kg/ha de cevada e 3.800 kg/ha de trigo (em 2011). Orientações agronômicas, como a época preferencial de plantio evitaram perdas, mesmo com as intensas geadas registradas em 2013.

Patrocínio - O WinterShow 2013 conta com o patrocínio ouro do Banco do Brasil, bem como com os patrocinadores prata: Caixa Econômica Federal, UPL e Sindicato Rural de Guarapuava.

Programação completa - A programação completa e demais detalhes estão disponíveis no site: www.wintershow.com.br. (Imprensa Agrária)

 

LAR: Realizada a 9ª edição do Festival Cantarolar

A Cooperativa Lar promoveu, nos dia 03, 04 e 05 de outubro, na Associação Recreativa Lar de Medianeira, o 9º CantaroLar – Festival de Interpretação da Canção Popular, reunindo funcionários e dependentes, associados Lar e seus dependentes, além de grandes intérpretes na Categoria Nacional. Foram apresentadas canções em que seus intérpretes levaram o público a cantar junto, respondendo de imediato a comunicação.  “É sempre bom cantar aqui, me sinto bem, agradeço pela receptividade e parabéns aos organizadores” disse Roni Vox, cantor que foi classificado em 2º lugar na Categoria Popular Externo. Gelson Lauthert, associado Lar de Itaipulândia, em parceria com Auri, conquistou a primeira colocação na categoria sertanejo interno. Ele agradeceu a oportunidade, a comissão organizadora e parabenizou a Cooperativa Lar pelos 50 anos de fundação, que serão completados em março de 2014, mas que a região toda já comemora por sua importância econômica e social para a sociedade. “Obrigado, Cooperativa Lar”, finalizou o cantor associado.

Marca – De acordo com o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, o festival é uma marca da  cooperativa, sendo uma atividade cultural importante e também uma oportunidade para o encontro de funcionários, associados e a comunidade como um todo. Da mesma forma, enalteceu o trabalho dos funcionários, em especial os que completaram 25 anos de serviços prestados nesse ano e que foram homenageados durante o CantaroLar, esperando contar com todos, também para o futuro da cooperativa.

Homenageados - Os funcionários homenageados por completar 25 anos de serviços prestados à cooperativa foram: Janete Ester Baronio (Diretoria Sede / Medianeira), Ramon Soares (Unidade Dourados / MS), Salete Bortoli (Divisão de Estratégias e Logística / Medianeira); Carmem Maria da Silva Tezza (Lar Supermercados / Missal), Valmor Rodrigues Pereira (Unidade Industrial de Rações / Medianeira), Celso Emilio Sauthier ( Unidade Lar Santa Rosa do Ocoy), José Cordeiro de Souza (Unidade Lar de Agro-Cafeeira), João Delmar Zanatta (Unidade Industrial de Mandioca) e Neiva Busatto Pereira (Fiscal Sede / Medianeira). (Imprensa Lar)

Clique aqui para conferir o nome dos vencedores do 9º CantaroLar

 

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MEIO AMBIENTE: Pela primeira vez, Paraná passa a integrar Conselho Mundial da Água

2meio ambiente 09 10 2013Pela primeira vez na história, o Paraná passa a integrar o Conselho Mundial da Água - instituição que congrega governos, empresas públicas e privadas, universidades e organizações políticas e sociais do mundo todo. O certificado de filiação foi entregue, nesta terça-feira (08/10), em Budapeste, na Hungria, ao secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema), Luiz Eduardo Cheida, durante a Conferência Mundial sobre a Água.

Engajamento - Cheida explica que o engajamento no Conselho Mundial permitirá ao Estado apresentar recomendações concretas para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), principal órgão deliberativo global, que definirá a agenda de desenvolvimento pós-2015. "Somos a primeira Secretaria do Meio Ambiente do Brasil convidada à integrar o Conselho e participar diretamente da formulação de propostas mundiais na área de recursos hídricos", declarou Cheida ao receber o certificado, em Budapeste. Para ele, só a partir de discussões internacionais é possível chegar a um consenso entre as partes sobre a água, atingindo os objetivos da política de saneamento universal.

Convite - O Paraná foi convidado para integrar o Conselho Mundial da Água pelo presidente da entidade, Benedito Braga, durante o Fórum Mundial do Meio Ambiente, realizado no mês de junho, em Foz do Iguaçu. No Brasil, apenas o estado de São Paulo integra o Conselho. “É uma honra ter a Secretaria do Meio Ambiente do Paraná como integrante do Conselho, pois o Paraná é um estado importantíssimo e tem trabalhado muito bem a questão da conservação dos recursos hídricos e, portanto, tem muito a contribuir neste debate internacional”, declarou Benedito Braga.

Requisito - Como requisito, a Secretaria do Meio Ambiente entregou à sede do Conselho, que fica em Marselha, na França, a Carta de Interesses e um livro com todas as ações do governo relacionadas à água. "O Paraná está à frente de muitos estados brasileiros no que se refere a gestão integrada e descentralizada das bacias hidrográficas. Estamos implementando o Pagamento Por Serviços Ambientais da Água no Programa Bioclima, temos oito comitês de bacias instalados, promovemos o monitoramento da qualidade e quantidade da água dos nossos rios e implementamos à cobrança pelo uso da água. São iniciativas de vanguarda", enumera Cheida.

Conselho Mundial - O Conselho Mundial da Água foi criado em 1996, em resposta à preocupação global sobre as questões relacionadas aos recursos hídricos. A missão do Conselho é promover a conscientização, o compromisso político em questões críticas da água em todos os níveis, incluindo a tomada de decisão para facilitar a gestão eficiente. Ao todo, 311 membros integram o Conselho. Entre os fundadores, estão a União Internacional para a Conservação da Natureza, a Associação Internacional da Água, a ONU, Agência do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNDU), Unesco e Banco Mundial.

Conferência - O Paraná também participa da Conferência Mundial sobre a Água - que acontece entre os dias 8 e 11 de outubro - e tem como tema "O papel da água e saneamento na agenda de desenvolvimento sustentável global". Durante o evento será feito um balanço do que está sendo desenvolvido dentro e fora do sistema das Nações Unidas. O evento ainda discutirá soluções práticas, acessíveis e disponíveis para os principais desafios identificados.

Ano Internacional - A Conferência, realizada no Ano Internacional da Cooperação pela Água, será o último grande encontro de 2013 para deliberar políticas públicas internacionais.  O coordenador de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente, Mauri Pereira, lembra que a Conferência atende ao documento final da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) - "O Futuro que queremos" -, que confirmou a importância transversal da água para o desenvolvimento sustentável.

Questão horizontal – “A água é uma questão horizontal, ligada à maioria das áreas prioritárias para a realização de ações globais, com metas de desenvolvimento sustentável universais para serem aplicadas. A Conferência sobre a Água tem este papel: avaliar e resumir essas metas, além de orientar os países de como aplicá-las”, conta Mauri, que também participa do evento na Hungria.

Grandeza - O Paraná está entre os estados mais privilegiados do Brasil pelos seus recursos hídricos. São 16 bacias hidrográficas, divididas em 12 unidades de gestão hidrográficas, onde estão os comitês de bacias hidrográficas - formados por representantes do poder público, iniciativa privada e sociedade civil organizada. No Paraná também encontra-se grande parte do Aquífero Guarani, denominação dada à uma das maiores reservas de água subterrânea da região do Mercosul. A reserva é imensa, com uma área total de 1.194.800 quilômetros quadrados. No Brasil, a área do Aquífero Guarani é de 840.000 km2, e no Estado do Paraná, de 131.300 quilômetros quadrados. Além disso, o Paraná é cortado por três grandes rios da região Sudeste: o rio Iguaçu, o rio Paranapanema e o rio Paraná, onde se encontra a maior usina hidrelétrica do mundo, a usina de Itaipu. A quantidade, o nível e a qualidade da água dos rios do Paraná são monitoradas por 600 estações pluviométricas e 280 estações fluviométricas. Já a disponibilidade per capta de água no Paraná é de 13 mil metros cúbicos por habitantes/ano, altamente superior ao índice per capta recomendado pela ONU, que é de 1.500 metros cúbicos por habitante. (Assessoria de Imprensa da Sema)

 

SAFRA 2013/14: Safra de grãos pode ultrapassar 195 milhões de toneladas

safra 09 10 2013A produção brasileira de grãos para a safra 2013/2014 está estimada entre 191,9 e 195,5 milhões de toneladas, que representa alta percentual entre 2,6% e 4,5%, respectivamente, em relação a temporada anterior, quando foram colhidas 187,09 milhões de toneladas. O resultado é do primeiro levantamento e intenção de plantio dos produtores, apurado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e divulgado nesta quarta-feira (09/10).

Destaques - Os produtos com maior destaque são a soja e o milho, que cresceram tanto em área quanto em produção, devido ao bom comportamento dos cultivos e aos preços dos grãos no mercado internacional. A produção de soja deve alcançar entre 87,6 e 89,7 milhões de toneladas e a área, entre 28,6 e 29,3 milhões de hectares. Já o milho (total) tem produção estimada entre 78,4 e 79,6 milhões de toneladas e área de 15,3 a 15,6 milhões de hectares.

Área plantada - A área plantada da safra deve passar dos 54,1 milhões de hectares, podendo chegar a 55,1 milhões, o que representa um incremento entre 1,6% a 3,5% em relação à área anterior, que chegou a 53,34 milhões de hectares. Em relação à temporada anterior, a área plantada de algodão deve apresentar um incremento de 16,8% a 22,5%, além do trigo, que tem uma elevação prevista de 15,1%. A pesquisa foi feita pelos técnicos no período de 16 a 20 de setembro, nas principais regiões produtoras de grãos.

Números recordes - Os números recordes para a safra brasileira já haviam sido antecipados pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, durante o lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2013/14, em junho. “A expectativa é que a nossa produção alcance e até ultrapasse as 190 milhões de toneladas. Por isso, a necessidade de mais recursos para auxiliar o setor”, disse o ministro à época, justificando o volume recorde de R$ 136 bilhões destinados ao setor agropecuário para financiamentos. (Mapa, com informações da Conab)

 

 

MILHO: Governo prorroga prazo para operações de venda do grão

milho 09 10 2013Para auxiliar aos produtores de aves, suínos, caprinos e ovinos situados e com atividades nos municípios amparados pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), o Governo Federal ampliou o prazo para as operações extraordinárias de venda de milho no balcão até o dia 28 de fevereiro de 2014. A decisão foi anunciada por meio da Portaria Interministerial nº 985, publicada nesta quarta-feira (09/10), no Diário Oficial da União (DOU). Neste ano, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foi autorizada a adquirir até 550 mil toneladas de milho para atender aos pequenos produtores do Nordeste, de parte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Limites de aquisição - O Governo Federal também havia alterado em 2013 os limites de aquisição do cereal por meio dessas operações. O objetivo é atender a um número maior de produtores e definiu dois limites mensais de compra por beneficiário: até três toneladas (ao preço de R$ 18,12 a saca de 60 kg) e, acima desse peso, até seis toneladas (R$ 21 a saca de 60 kg). Nesse último caso, o total era definido em até sete toneladas em normativa anterior, publicada em junho do ano passado.

Possibilidade - Outra mudança refere-se à exclusão da possibilidade de compras acima de sete toneladas até o limite de 14 toneladas ao valor de R$ 24,60 por saca de 60 kg. Apesar da alteração nas faixas de compra, todos os beneficiários que já estavam cadastrados na Conab continuarão a ser atendidos – mesmo os que estavam na faixa que foi excluída, mas dentro dos novos patamares.

Saiba mais - A autorização original para as comercializações na área de atuação da Sudene foi publicada em junho de 2012, por meio da Portaria Interministerial nº 601.A medida foi adotada para amenizar os prejuízos causados aos criadores locais devido à estiagem que atingiu a região. Com o prolongamento dos efeitos climáticos, o Governo Federal ampliou o prazo para atender aos produtores locais. A última prorrogação do prazo previa a venda do cereal até o dia 30 de setembro deste ano. (Mapa)

 

LEILÃO: Conab comercializa 100% dos contratos de opção de café

cafe 09 10 2013Em leilão ocorrido nesta terça-feira (08/10), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) comercializou 100 % dos 4.058 contratos de opção de venda de café que foram ofertados. Foi o quarto leilão deste tipo realizado pela Companhia com o objetivo de sustentar os preços de 3 milhões de sacas do produto. A operação foi realizada com um ágio de 6,79% e com o valor total de R$ 746.672,00 de prêmios. Desta vez, a Conab não estabeleceu volume de oferta por Estado, como nos pregões anteriores. Os 4.058 contratos foram disputados por produtores e cooperativas da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Os arrematantes terão o direito de entregar o café ao governo no vencimento dos contratos, no final de março de 2014, pelo preço de referência de R$ 343 a saca. Os contratos que foram ofertados hoje são remanescentes dos três pregões anteriores realizados pela Conab em setembro. (Conab)

 

EXTENSÃO RURAL: Anater deverá ter integração com órgãos de pesquisa

Durante encontro para discutir a criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura (Mapa), Caio Rocha, destacou a importância dos órgãos de pesquisa públicos e privados para o funcionamento da Agência. A reunião aconteceu na segunda-feira (07/10), no Bay Park Resort, em Brasília.

Novos mecanismos - Caio Rocha explicou que a integração da Anater com esses órgãos é fundamental para criar novos mecanismos de treinamento e capacitação no meio rural. “A Agência só vai funcionar se os órgãos como a Embrapa, as universidades, entre outros, derem apoio e subsídios aos extensionistas. A Anater terá nos seus objetivos, além da prestação da assistência técnica, a inovação tecnológica integrada à pesquisa e à participação do médio produtor”, explicou o secretário.

Termo de cooperação - Durante o encontro, ainda foi assinado um termo de cooperação entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). A parceria tem o objetivo de definir e viabilizar estratégias que irão permitir o compartilhamento de conhecimentos produzidos pela empresa pública de pesquisa e ações que potencializem o acesso a informações relativas à agropecuária para a sociedade.

Presenças - Além do secretário do Mapa, estiveram presentes representantes da Embrapa e dos ministérios do Desenvolvimento Agrário; Desenvolvimento Social; da Pesca e Aquicultura. (Mapa)

COMMODITIES: Impasse fiscal nos EUA afeta as cotações agrícolas

O impasse fiscal nos Estados Unidos e a consequente paralisação de parte do governo deixaram o maior mercado de commodities agrícolas do mundo praticamente no escuro. Desde o começo do mês, tradings, processadoras, produtores rurais e fundos especulativos não têm mais qualquer informação oficial sobre a oferta e demanda de grãos e carnes no país. Restrito às suas funções essenciais, o Departamento de Agricultura (USDA) suspendeu a divulgação de seus indicadores sobre a evolução semanal da colheita e das exportações de grãos.

Relatório mensal - O órgão também adiou a divulgação, programada para sexta-feira (11/10), de seu famoso relatório mensal de oferta e demanda - divulgado de maneira ininterrupta há exatos 40 anos -, com suas estimativas sobre produção, consumo, exportação e estoques globais de diversos produtos agropecuários. A edição de outubro do relatório de oferta e demanda era amplamente aguardada pelo mercado após meses de forte especulação sobre o tamanho da nova safra americana. "Estamos operando às cegas", afirma Daniel D'Ávila, analista de commodities da corretora Newedge USA, em Nova York. "O volume de negócios caiu consideravelmente nos últimos dias, ninguém quer assumir riscos até que tenhamos alguma definição".

Perda de referência - O mercado também perdeu qualquer referência de como os fundos de investimento que especulam com futuros agropecuários estão se movimentando, já que a Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC) também suspendeu a divulgação de seu relatório semanal com a posição dos traders nas bolsas.Uma consequência desse cenário é a estabilidade dos preços em um período sazonalmente volátil. Desde o início de outubro, a cotação da soja para entrega em janeiro acumula uma variação (negativa) de apenas 0,71%. Já o milho para entrega em março está rigorosamente estável na mesma comparação.

Trigo - A exceção é o trigo, que acumula alta de 2,4% nos contratos para março - neste caso, devido às notícias vindas da Rússia e da Ucrânia, que enfrentam problemas climáticos e devem colher menos neste ano.

Falta - "O mercado se sente órfão sem essas informações", afirma Steve Cachia, analista de commodities da Cerealpar, no Paraná. Segundo ele, os traders têm se apegado às análises gráficas de preço para operar grãos no mercado futuro. Cachia pondera, entretanto, que o volume de negócios no Brasil foi relativamente pouco afetado, uma vez que o país está na entressafra. "Nos Estados Unidos, o impacto foi muito maior".

Carnes - No segmento de carnes, as consequências são ainda mais sérias. Desde o dia 1º, o USDA parou de apurar os preços médios diários dos suínos vivos no mercado físico americano. Sem sua principal referência, criadores e companhias como Tyson Foods e Cargill foram obrigados a apelar a fontes alternativas - e menos confiáveis - para balizar seus negócios. (Valor Econômico)

INDÚSTRIA I: Caminhão, trator e adubo lideram reação do setor

tn 620 600 trator 091013O bom momento de mercados como os de caminhões, máquinas agrícolas e fertilizantes revigorou a indústria paranaense que, nos últimos meses, vem se recuperando de um primeiro semestre um tanto irregular. Em agosto, a produção estadual cresceu pelo segundo mês consecutivo, com avanço de 3,6% em relação a julho, e alcançou seu maior nível desde o início do ano. No confronto com o mesmo mês de 2012, o aumento foi de 12,3%, o quinto seguido nesse tipo de comparação. Em ambos os casos, os números paranaenses foram os mais altos dentre os 14 locais pesquisados pelo IBGE.

Reação - A reação paranaense ocorre ao mesmo tempo em que a indústria brasileira, em seu conjunto, coloca o pé no freio: em julho, a produção nacional baixou 2,4% e, em agosto, ficou estável. Graças aos resultados recentes, a indústria do Paraná passou a exibir uma expansão de 3,1% no acumulado de 2013, a terceira mais alta do país. E, pela primeira vez desde o início do ano, superou a média nacional nesse indicador – de janeiro a agosto, a produção brasileira cresceu 1,6% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Disseminado - O crescimento paranaense também é mais disseminado. Por aqui, dez dos 14 segmentos monitorados, ou 71% do total, estão produzindo mais em 2013. No Brasil, 14 de 26 (54%) estão em alta. Mas a alta da produção, constatada pelo IBGE, não parece estar se refletindo no caixa das empresas. Os números do faturamento industrial, estimados pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), indicam estabilidade em relação a 2012, o que levou a entidade a rebaixar suas projeções para este ano.

Avaliação - “Na contramão da trajetória de retração da produção fabril nacional, as estatísticas do IBGE revelam consistente recuperação da indústria paranaense”, disse, em nota, a economista Ana Silvia Martins Franco, técnica do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Agronegócio - O agronegócio, segundo Ana Silvia, é um dos principais responsáveis pela reação da indústria. Com safra recorde e preços ainda elevados no mercado internacional, o setor elevou as compras de produtos como adubos, tratores e caminhões, com reflexos diretos em grandes companhias industriais instaladas no estado. As vendas de caminhões da Volvo no mercado interno, por exemplo, aumentaram 45% neste ano, recuperando-se da queda de 17% sofrida em 2012. A Case New Holland (CNH), por sua vez, comemora um aumento de 42% nas vendas de tratores.

Minerais não metálicos - Além de setores ligados ao agronegócio, outro destaque neste ano é a indústria de minerais não metálicos, que produz insumos para a construção civil – entre eles, o cimento. Com alta de 7,3% de janeiro a agosto, o segmento teve a quarta maior influência sobre a média geral da indústria, segundo o IBGE. (Gazeta do Povo)

 

INDÚSTRIA II: Apesar de recorde em agosto, Fiep reduz projeção de faturamento para 2013

O faturamento real da indústria paranaense (já descontada a inflação) cresceu 9,3% na passagem de julho para agosto, no melhor resultado da história para essa época do ano, informou ontem a Fiep. Apesar do recorde, a federação decidiu reduzir sua projeção para o crescimento das vendas industriais em 2013. A entidade, que antes previa alta entre 2,5% e 3% sobre 2012, agora espera de 1% a 1,5%. Uma das razões para a revisão é que, na soma de janeiro a agosto, o faturamento do setor ainda ficou 0,1% abaixo do registrado no mesmo período de 2012, sob impacto do fraco primeiro semestre e de uma queda de 7,7% nas exportações.

Reflexo - “Toda essa situação é reflexo das contínuas oscilações verificadas no primeiro semestre, ora com crescimento, ora com queda”, disse o coordenador do Departamento Econômico da Fiep, Maurílio Schmitt, em comunicado. Segundo ele, outro motivo para o rebaixamento foi “a nebulosidade que se dissemina sobre a economia nacional”.

Confiança - Em contrapartida, dois fatores podem estimular a indústria, segundo o economista: a boa safra agrícola deste ano e “a recuperação ainda tímida, porém sustentada” das grandes economias mundiais, que pode dar algum impulso às exportações. O índice de confiança dos industriais paranaenses, divulgado ontem pela Fiep, mostrou que os empresários ficaram mais otimistas nos últimos dois meses. Depois de uma forte queda em julho, o indicador subiu em agosto e setembro, chegando a 51,7 pontos. Embora situado na área de “otimismo”, o índice ficou 5,7 pontos abaixo do registrado um ano atrás.

Competitivo - A “vitalidade do mercado de trabalho regional” e “a interferência virtuosa dos primeiros efeitos” do programa Paraná Competitivo, lançado em fevereiro de 2011, também são relacionados pelo Ipardes entre os fatores que estão ajudando a indústria do estado. Duas das principais empresas atraídas pelos incentivos fiscais – a fabricante de pneus Sumitomo e a DAF/Paccar, que produz caminhões – inauguraram suas fábricas na semana passada. (Gazeta do Povo)


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