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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3198 | 10 de Outubro de 2013

PORTO DE PARANAGUÁ: Lideranças do Paraná apresentam propostas à ministra Gleisi

Lideranças do Paraná estiveram reunidas, na manhã desta quinta-feira (10/10), em Brasília, com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Na oportunidade, os paranaenses discutiram com a ministra propostas visando o aprimoramento do processo de arrendamento portuário do governo federal, que abrange o Porto de Paranaguá e foi apresentado em Curitiba, no dia 27 de setembro. Ao final do encontro, foi definida a criação de um grupo de trabalho com representantes da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Faep (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Fiep (Federação da Indústria do Paraná),  Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), SEP (Secretaria Especial dos Portos) e Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários). O grupo irá avaliar todas as sugestões apresentadas à ministra durante a reunião.

Audiência pública e licitação– No dia 21 de outubro, a SEP e a Antaq realizam uma audiência pública em Paranaguá para discutir a proposta de arrendamento do porto paranaense. A licitação deve ocorrer em dezembro deste ano e o grupo constituído hoje deverá concluir os trabalhos a tempo das propostas poderem ser incorporadas no edital da licitação.

Presenças – Participaram da reunião representantes do G7, grupo coordenado pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, e formado pela Fecomércio, Faep, ACP, Faciap, Fetranspar, Fiep e Ocepar/Fecoopar; Fórum Permanente Futuro 10 Paraná; o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini; o senador Sérgio Souza; o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho; o superintendente da Appa, Luiz Dividino; o ministro dos Portos, Antônio Henrique Silveira; o ministro-chefe da AGU, Luiz Inácio Adams, e o diretor da Antaq, Mario Povia.

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DOU: Publicada lei que suspende cobrança de PIS/Confins da soja

Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (10/10), a Lei Federal nº 12.285 que, entre outros itens, suspende a incidência do PIS/Cofins sobre a soja comercializada no mercado interno. Segundo o assessor tributário da Ocepar, Marcos Caetano, a medida possibilita que as empresas, inclusive cooperativas, calculem créditos presumidos na comercialização dos produtos derivados de sua industrialização, sem limitações de aproveitamento, mesmo que vendidos com alíquota “zero”.

Refis - A Lei nº 12.865 também abre novo prazo para solicitação de parcelamento de débitos junto a Receita Federal do Brasil até 31/12/2013.

Subvenção ao setor da cana de açúcar - A nova lei concede ainda subvenção econômica aos produtores independentes de cana de açúcar que tiveram a produção prejudicada em decorrência de problemas climáticos.

Clique aqui e confira na íntegra a Lei Federal 12.285

TURISMO E LAZER: Cooptur divulga potencial turístico do PR entre jornalistas de vários estados

Um grupo de jornalistas do Paraná e de outras regiões do país, como Rio de Janeiro, Distrito Federal e Rio Grande do Sul iniciou, na tarde desta quarta-feira (09/10), uma viagem por destinos turísticos existentes no Estado ainda pouco conhecidos pela maioria das pessoas. Trata-se do Fun Press Tour, uma iniciativa da Cooperativa Paranaense de Turismo (Cooptur) que conta com apoio do Sebrae/PR, Sistema Ocepar e Fecomércio. Antes de pegar a estrada, os jornalistas estiveram na sede da Ocepar, onde foram recebidos pelo superintendente José Roberto Ricken, que repassou dados gerais sobre o sistema cooperativista paranaense. “Para nós, é muito importante mostrar alguns números do cooperativismo para que as demais pessoas tenham noção do que o nosso setor congrega. A nossa missão é organizar economicamente as pessoas para elas tenham renda e conquistem uma melhor qualidade de vida”, ressaltou Ricken ao iniciar sua explanação.

Importância – O superintendente destacou a importância das cooperativas para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde elas atuam, lembrando que o cooperativismo responde por aproximadamente 60% do PIB agropecuário. “Isso é uma grande responsabilidade e significa que pelas cooperativas passam em torno de 20 milhões de toneladas de alimentos e produtos”, disse. Ainda de acordo com ele, o cooperativismo paranaense deve encerrar 2013 atingindo R$ 45 bilhões de movimentação econômica. Ricken também citou o crescimento das cooperativas de crédito. “Nesse segmento, o Brasil ocupa atualmente o 14º lugar no mundo. “No país, o cooperativismo de crédito já é o sexto maior grupo financeiro e a tendência é crescer muito mais”, frisou. O superintendente da Ocepar ainda falou sobre os resultados obtidos por meio das exportações, que em 2012, alcançaram US$ 2,2 bilhões, das ações na área de capacitação, entre outros itens.

Roteiro – Após a breve palestra, os jornalistas iniciaram um roteiro por diversas cidades da região Centro-Sul. A viagem encerra no domingo (13/10), quando o grupo retorna a Curitiba. De acordo com o vice-presidente da Cooptur, Márcio Canto de Miranda, cada município possui diferentes atrativos. 

Ideia ampliada – Ele explicou que a ideia de promover o Fun Press Tour surgiu a partir da experiência bem-sucedida ocorrida ano passado, quando foi formado um grupo de jornalistas paranaenses para passar um final de semana em Prudentópolis. “Daí, veio a ideia de fazer algo maior, tentando chamar pessoas de fora do Paraná e, agora, sim, trabalhar um roteiro maior, com pessoas de outros estados pois entendemos que temos que divulgar o Paraná lá fora, inclusive para desmistificar que no estado a única atração que existe são as Cataratas do Iguaçu”, afirmou.

Trabalho diferenciado - Ele disse ainda que a Cooptur consegue fazer um trabalho diferenciado por ser uma cooperativa. “Faz toda a diferença o fato de sermos uma cooperativa e o player do nosso negócio ser um cooperado. O nosso poder de articulação é muito maior. Turismo tem tudo a ver com o cooperativismo, pois funciona de forma associativa, visando o desenvolvimento da comunidade. É um sistema que faz a diferença e dá resultado”, completou. 

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FORMAÇÃO: Encontro reúne secretárias de cooperativas do Paraná

Teve início, na manhã desta quinta-feira (10/10), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, o Encontro Estadual de Secretárias. O evento reúne cerca de 40 profissionais que atuam em cooperativas do Paraná, que terão treinamento em gramática e língua portuguesa, além de palestra sobre neuromarketing pessoal. O gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, fez a abertura do Encontro, ressaltando a importância do profissional de secretariado. “O Sescoop/PR busca a atualização constante dos colaboradores das cooperativas, em todas as áreas e setores. A secretária tem um papel fundamental na cooperativa, por isso é preciso que tenham seu espaço para refletir, trocar experiências e se atualizar. Esse é objetivo do Encontro”, afirmou.

Programação - O evento iniciou com um treinamento de gramática e língua portuguesa ministrado pela professora Íris Gardino, abordando reciclagem gramatical, construção de textos administrativos, concordância nominal e verbal, redação de cartas, comunicados e memorandos, qualidades de estilo, entre outros. O Encontro será encerrado amanhã à tarde (11/10), com a palestra de Marcelo Peruzzo sobre neuromarketing. 

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CONFERÊNCIA ACI-AMÉRICAS I: Cooperativismo quer ser o modelo de negócios mais sustentável

conferencia I 10 10 2013Na noite da última terça-feira (08/10), os cooperativistas das Américas reafirmaram o seu compromisso com o desenvolvimento da prática cooperativista no mundo. Ficou claro, em todos os discursos proferidos durante a abertura oficial da XVIII Conferência Regional da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas), o comprometimento das lideranças do setor com as metas da Década do Cooperativismo. O movimento quer ser o modelo de negócios líder em sustentabilidade econômica, social e ambiental, o mais conhecido e preferido das pessoas, mantendo um crescimento rápido e intenso.

Felicidade como diferencial - Falando em nome de todo o movimento cooperativista brasileiro, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ratificou a missão natural das cooperativas. “O cooperativismo pode mudar o mundo, e temos provado isso todos os dias, ainda mais fortemente com a comemoração de 2012, o Ano Internacional das Cooperativas. Mostramos que o cooperativismo faz e fará a diferença no mundo moderno, que é capaz trazer equilíbrio e gerar mais felicidade às pessoas. E que, nesses próximos dez anos, especialmente, mostremos ao mundo que realmente podemos construir um mundo melhor para todos”, destacou.

A voz do cooperativismo - A força do movimento, econômica e social, foi ressaltada pela presidente da ACI, Pauline Green, em seu pronunciamento. “Temos no mundo 1 bilhão de pessoas que dedicaram parte das suas vidas à prática do cooperativismo. Não por idealismo, mas porque, pelas cooperativas, conseguiram levar alimento à mesa das suas famílias e conquistar diversas outras coisas que sozinhas, certamente, não conseguiriam. O papel de todos nós é fazer com que a voz dessas pessoas seja ouvida em todos os cantos do mundo, seja pelo governo, pela sociedade ou pela imprensa”.

Consolidando o futuro - O presidente da ACI-Américas, Ramon Imperial, assim como Freitas, acredita que o movimento ganhou impulso a partir de 2012, contribuindo para ecoar a voz de todos os cooperativistas. "Vejo nas cooperativas uma renovação, e nós precisamos disso. Sem dúvida, o Ano 2012 marcou o renascimento do movimento cooperativista. Agora, o mais importante é viver bem o presente e consolidar o futuro”. Sobre o que vem pela frente, Imperial frisou: “Primeiro, temos de reconhecer a nossa essência, com um capital forte. Também precisamos resgatar a nossa orientação social. Da mesma forma, há a necessidade de juntar esforços e conquistar marcos legais. Para isso, temos de reforçar a participação ativa dos associados. Tudo isso vai levar à sustentabilidade do cooperativismo no mundo, e a América é um dos motores para atingirmos esse estágio”, frisou.

Mudando realidades - Nesse sentido, Eudes Aquino, presidente da Unimed do Brasil, convidou o público para uma reflexão: “Qual o nosso papel, como cooperativistas, na construção de um mundo, de uma humanidade melhor?”, disse. E respondeu, na sequência: “Temos o dever e o compromisso de lutar por uma Pátria homogênea, de transformar realidades marcadas por desigualdades sociais. Nenhum país pode caminhar bem sem equacionar essas questões, de natureza social. Muitos sistemas já foram testados, mas nenhum deles foi realmente inclusivo. E o cooperativismo tem essa característica. Para começar, devemos praticar, de fato, a cooperação. Com certeza, conseguiremos reverter esse quadro”. E fechou sua fala fazendo um novo convite aos cooperativistas: “Nós precisamos protagonizar o amanhã. O cooperativismo é a chave desses novos tempos. Vamos cooperar por uma humanidade melhor”.

Caminho certo - Representando o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, Mônika Bergamaschi, secretária de Agricultura e Abastecimento, como cooperativista convicta, ressaltou: “Não há caminho possível que não pela associação, pelo cooperativismo. O nosso estado, por exemplo, é formado principalmente – 53% - por pequenos e médios produtores. Por esse modelo de negócios, é possível investir na produção de forma sustentável, aliando o econômico ao social e ao ambiental. Assim, os produtores prosperam na atividade, geram trabalho e são mais bem remunerados. E os benefícios também chegam direto ao consumidor. Acho que estamos no caminho certo. O cooperativismo não é um sonho. Ele está consolidado em princípios e valores”, comentou.

Investindo na intercooperação - O presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, também destacou alguns desafios do cooperativismo mundial. “Temos de aproveitar momentos como esse e praticar a intercooperação, sempre com o objetivo de melhorar cada vez mais a vida dos nossos cooperados. Essa é nossa missão. Para isso, precisamos mostrar a nossa força e faremos isso, intensificando a nossa atuação política durante a Década do Cooperativismo. Estaremos unidos, lutando para que esse movimento floresça”, disse.

Motor de desenvolvimento - Charles Gould, diretor Geral da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), também destacou o poder de transformação do cooperativismo. “Em novembro, realizaremos a nossa assembleia geral, na Cidade do Cabo. Pela primeira vez, o evento ocorrerá no continente africano, que tem passado por mudanças sensíveis, caminhando para o crescimento e com promessas sustentáveis. Grande parte disso é devido às cooperativas. Por elas, os agricultores africanos estão se organizando e levando desenvolvimento para as suas comunidades”, ressaltou. Gould ainda fez referência aos indicadores do setor. “Lançaremos em novembro os novos indicadores do cooperativismo, que mostram claramente o seu crescimento, se posicionando como parte necessária na economia global. E as cooperativas sul-americanas são muito importantes nesse contexto, com grande destaque para as brasileiras. Tenho certeza de que a Década do Cooperativismo será um marco de um crescimento ainda maior”, disse.

Força cooperativista - Fechando os pronunciamentos, Manoel Marinho, diretor Regional da ACI-Américas, disse: “Sabemos da força das nossas cooperativas. Reunimos aqui representantes de 90 organizações cooperativas sul-americanas, formadas por mais de 260 mil associados, responsáveis pela geração e mais de 250 mil empregos diretos. Não tenho dúvida de que a nossa região vai ser o motor do desenvolvimento do cooperativismo no mundo”.     

Conferência – O evento, que tem o apoio do Sistema OCB, também é uma realização da Unimed do Brasil. Os debates se estendem até esta sexta-feira (11/10). Acompanhe pelo Informativo OCB outras questões levantadas durante a XVIII Conferência Regional da ACI-Américas.

Filiação - Uma cooperativa e uma empresa vinculada ao Sistema Cooperativista do Brasil ingressaram na terça-feira na Aliança Internacional Cooperativa como instituições membro. As novas aliadas da ACI na defesa do cooperativismo são a Sicredi Pioneira - primeira cooperativa de crédito do Brasil, com sede em Nova Petrópolis (RS) - e Seguros Unimed, empresa vinculada ao Sistema Unimed. Além delas, cooperativas de diversos países - incluindo EUA, Costa Rica, Jamaica e Argentina - se filiaram à ACI. (Informe OCB)

 

CONFERÊNCIA ACI-AMÉRICAS II: Presidente da ACI anuncia nova logomarca

A presidente Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Dame Pauline Green, anunciou na última conferencia II 10 10 2013terça-feira (08/10) que será lançada em novembro, na Cidade do Cabo (África), uma nova logomarca para o cooperativismo mundial. O “blue print” – como tem sido chamado pelos conferencistas da ACI – tem por objetivo posicionar as cooperativas de todo mundo como empresas sustentáveis, modernas e rentáveis. A nova logomarca ainda não foi oficialmente apresentada, mas seu conceito já ficou bem claro. Confira as ‘dicas’ repassadas por Pauline Green:

Imagem sustentável - “O “blue print” vai nos posicionar como empresas sustentáveis perante o público e formadores de opinião. Se não usarmos uma nova marca, poderemos continuar com o estigma de sermos organizações menos competitivas e menos rentáveis. Nós queremos mudar esse posicionamento para ocupar o espaço que nos é de direito no mercado”.

Objetivo do blue print - “Queremos uma logomarca que nos identifique ao redor do mundo, nos mercados, em nossos produtos. Queremos que todas as cooperativas usem e, para isso, pedimos que todos os membros nos ajudassem nessa missão. Um total de 86 países participou enviando sugestões para a criação dessa nova marca, mais moderna e capaz de transmitir conceitos como sustentabilidade, solidez e rentabilidade. Agora, teremos uma logomarca que, espero, nos represente ao redor do mundo pelos próximos anos”.

Ano Internacional - “Enfrentamos a maior e a mais drástica mudança na história das economias mundiais. Esse novo paradigma foi provocado pela chegada das novas tecnologias de informação e também pelas mudanças climáticas que afetarão 9 bilhões de pessoas em todo o planeta. Em meio a essas transformações sociais, o desemprego cresceu, sonhos deixaram de ser realizados e entramos em um período de forte recessão. Nesse contexto, a ONU nos homenageou com um ano dedicado às cooperativas (2012). Disposta a aproveitar essa oportunidade, a ACI pediu às organizações dos países membros que utilizassem suas verbas de marketing para mostrar o cooperativismo à mídia, aos políticos e aos formadores de opinião. Queríamos aumentar a família cooperativista ao redor do mundo e conseguimos. E não vamos deixar isso morrer. Por isso, para nós, 2012 marcou o início da Década do Cooperativismo”.

Agradecimento - “Agradecemos a você, Américo Utumi, por todo o trabalho realizado frente à ACI. Você foi um grande diretor. Fala quando tem realmente algo a dizer e é sempre ouvido. Nós todos sentiremos sua falta e queremos agradecê-lo por tudo o que tem feito pelo cooperativismo”. (Informe OCB)

 

RAMO TRANSPORTE: Sistema OCB trabalha por melhorias no setor

ramo transporte 10 10 2013A fiscalização do pagamento eletrônico de fretes e a infraestrutura inadequada nos portos-secos brasileiros estiveram entre os assuntos discutidos na terça-feira (08/10), em Brasília, pelos membros da Câmara de Estudos do Transporte Rodoviário de Cargas – que inclui o Sistema OCB. De acordo com o representante do Sistema OCB, João Gogola Neto, atualmente apenas 26 postos presenciais – que funcionam junto às balanças federais – estão habilitadas a fiscalizar a metodologia de pagamento do frete. Esse pagamento é feito, atualmente, por quem contrata o serviço da empresa que fará o transporte, todavia, muitas vezes, os direitos dos motoristas não são assegurados, conforme prevê a Lei nº 11442/07.

Sugestão - Diante deste contexto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) sugeriu aumentar o número de postos presenciais para 100, num prazo de até dois anos.

Convênio ampliado - Além disso, representantes da ANTT, onde a reunião ocorreu, informaram que o convênio com a Polícia Rodoviária Federal foi ampliado, o que permitirá a realização mais intensiva de fiscalizações dos documentos que comprovam o pagamento dos fretes. Desde o início do ano, segundo a Agência Nacional, 257 fiscalizações foram realizadas.

Parcerias – A Câmara Técnica sugeriu, ainda, a inclusão de novos parceiros do setor, nas discussões. Dentre eles estão: Banco Central, a Polícia Rodoviária Federal e o Conselho Administrativo da Defesa Econômica (Cade). Os convites serão distribuídos nas próximas semanas, para que os representantes destes órgãos possam integrar ao grupo a partir da próxima reunião, prevista para o mês que vem.

Carta frete – O grupo também quer propor alterações à Lei nº 11442/07 que regulamenta o transporte rodoviário de cargas no Brasil. Uma das mudanças seria a criação de penalidade para quem troca, por dinheiro, a carta frete do motorista.

Documento - A carta-frete é um documento que a transportadora emite para o caminhoneiro autônomo como forma de adiantamento pelo frete. Ao receber desta maneira o caminhoneiro tem de procurar um posto que aceite troca-la. Em geral, os postos de combustíveis que trocam carta-frete só o fazem se a transportadora estiver credenciada junto a eles e se o caminhoneiro gastar um determinado percentual do valor da carta-frete no posto. “Isso é ilegal, porque essa metodologia já foi abolida pela legislação atual”, argumenta o representante do Sistema OCB, João Gogola Neto.

Problemas em portos-secos – Outra ação proposta pela Câmara Técnica é a celebração de um termo de ajustamento de conduta, a ser firmado entre Ministério dos Transportes, ANTT e grandes embarcadores com relação à infraestrutura dos portos-secos do Brasil e, também, ao pagamento de diárias aos motoristas que aguardam nas filas – às vezes dias – para desembarcar a carga.

Questões básicas - De acordo com Gogola Neto, esse tipo de porto não atende a questões básicas como higiene e segurança. “Além disso, enquanto ele espera para descarregar, não existe pagamento de diárias. E isso é um claro desrespeito às normas que regem a relação de trabalho no País”, afirma.

Composição – Compõem a Câmara representantes do Ministério dos Transportes, de acordo com a Portaria nº 105/13, do Ministério dos Transportes: Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), Confederação Nacional dos Transportes (CNT), Organização das Cooperativas Brasileiras (Sistema OCB) e Federações dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Cargas. (Informe OCB)

 

LEGISLATIVO: Câmara aprova projeto de lei que prevê construção de pontos de parada para motoristas

A Comissão de Constituição Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou terça-feira (08/10), o projeto de Lei nº 785/11, que obriga a construção e a manutenção de estações de apoio a condutores de veículo de transporte de carga ou de veículo de transporte público de passageiros, no âmbito das concessões rodoviárias federais.

Emendas - A proposta, de autoria do deputado, Onofre Santo Agostini (SC), já havia tramitado pela Câmara dos Deputados, mas recebeu emendas durante sua deliberação no Senado Federal. Por esse motivo, voltou à Câmara para aprovação das emendas aprovadas pelo Senado Federal.

Lei do motorista - Em 2012 foi sancionada a Lei nº 12619, que dispõe sobre o exercício da profissão de motorista. A lei prevê um intervalo de, no mínimo 30 minutos, para cada quatro horas de direção. A determinação foi criticada por parte dos profissionais e empresas transportadoras de carga que afirmaram não existir estrutura para o cumprimento da norma.

Sanção - Após aprovação da redação final o projeto segue para sanção presidencial. Convém ressaltar que o dispositivo estava previsto no projeto de lei que deu origem a lei do motorista profissional, porém, foi vetado pela presidente Dilma Rousseff. (Gerência de Relações Institucionais OCB)

SICREDI: Sistema apresenta o cenário econômico e as perspectivas para 2014

sicredi economia 10 10 2013O que esperar da economia brasileira para 2014? Como o mundo poderá ajudar o Brasil? Qual será o impacto das eleições na economia nacional? Estas e outras questões foram respondidas durante o painel "Cenário econômico e perspectivas para 2014", promovido pelo Sicredi, no dia 30 de setembro. O encontro contou com a presença de Marcelo Portugal, professor de Economia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e consultor da instituição, Alexandre Barbosa, economista-chefe do Banco Cooperativo Sicredi, e Júlio Cardozo, diretor de Recursos de Terceiros, Economia e Risco do Banco Cooperativo Sicredi.

Panorama mundial - Marcelo Portugal, PhD em Economia pela Universidade de Warwick (Inglaterra), professor titular da UFRGS e consultor do Sicredi, iniciou o painel traçando um panorama macroeconômico mundial em que apresentou os três principais vetores atuais de crescimento da economia mundial - China, Estados Unidos e Zona do Euro - por onde passa o mais importante fluxo de capital. O especialista lembrou que a crise internacional recente é composta por dois atos, responsáveis por grande turbulência na economia mundial: uma mais aguda, em 2008/2009, que atingiu os Estados Unidos e, por consequência, o mundo todo - "uma crise bancária é a mais grave que pode acontecer porque sem crédito a economia não funciona", frisou o especialista - e outra mais moderada, entre 2011 e 2013, na zona do Euro - a criação da moeda única, combinada com baixas taxas de juros, fez com que os países como Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha e Itália elevassem o seu endividamento.

Sinais - "Há sinais de que a crise está se dissipando. Em 2014, a economia norte-americana deverá registrar resultado superior ao atual e há previsão que a Europa saia da recessão", destacou Portugal. No entanto, o economista ressaltou que, embora a economia europeia passe a registrar taxas positivas, esta não retornará ao nível de crescimento pré-crise. Segundo ele, a perspectiva para os próximos anos é de uma nova "normalidade", com taxas mais moderadas de expansão.

China - Sobre a China, Marcelo Portugal ressaltou que o país vem apresentando uma contínua desaceleração em seu PIB, ao sair de variações anuais superiores a 12% no período pré-crise para uma expansão de apenas 7,5% no segundo trimestre de 2013. Embora menor, o crescimento, no entanto, ainda pode ser considerado robusto, considerando que o país ocupa, atualmente, o posto de segunda maior economia, atrás somente dos EUA. Por ser grande consumidora de matérias-primas, a economia chinesa contribui para a elevação dos preços de produtos básicos, enquanto diminui o de bens industrializados. "A China é uma grande fábrica mundial, demanda matérias-primas e oferta produtos industrializados para todo mundo. É a principal responsável pela elevação dos preços de commodities e pela queda nos valores de produtos manufaturados. Muito do crescimento brasileiro da última década se deve às exportações aos chineses", afirmou.

Medidas de combate à crise - O professor apresentou também algumas medidas que foram tomadas no combate à crise, principalmente nos países desenvolvidos, e as suas consequências. Explicou que a expansão da liquidez, causada pelos Bancos Centrais dos EUA, do Reino Unido, do Japão e, em menor grau, da Zona do Euro, contribuiu para que os países emergentes se acostumassem com um cenário de recursos abundantes e taxas de juros internacionais muito baixas. Assim, a recuperação econômica dessas regiões e a conseguinte retirada dessas medidas de estímulos resultarão em um cenário de taxas de juros maiores nessas economias, fazendo com que saia recursos das economias emergentes em direção aos desenvolvidos, contribuindo, desse modo, para a desvalorização das moedas desses países. "Com os juros nos EUA mais elevados, há valorização do dólar em todo mundo, refletindo em toda a economia mundial", finalizou.

Economia brasileira - Depois de uma visão mundial, o economista-chefe do Banco Cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa, mestre e doutor em Economia pela UFRGS, apresentou o panorama da economia brasileira para o final deste ano e para 2014.

Ciclo de expansão - O Brasil teve seu maior ciclo de expansão econômica, desde a década de 1970, entre 2004 até 2010/2011, com características como a forte expansão dos preços das commodities, forte expansão de crédito, queda na taxa de desemprego e expansão do consumo e do setor de serviços. "Agora estamos entrando num novo ciclo, pós-crise, um pouco diferente do anterior. Esperamos um crescimento mais moderado da economia mundial, estabilidade/baixo crescimento nos preços das commodities, depreciação cambial e déficit externo elevado, além de um maior endividamento das famílias, maior dificuldade na expansão do crédito, escassez de mão de obra e taxa de desemprego estável, com tendência de elevação", ressaltou Barbosa.

Flexibilização - Além disso, destacou que a política econômica que deu sustentação ao ciclo de crescimento anterior foi flexibilizada. O Banco Central passou a aceitar níveis inflacionários maiores e a intervir sistematicamente no mercado de câmbio. Adicionalmente, a dívida bruta tem se elevado nos últimos anos. Desse modo, o economista apontou que o "tripé de política econômica" (meta de inflação, superávit primário e câmbio flutuante), responsável pela estabilidade macroeconômica na última década, foi sensivelmente afetado.

Varejo - Para 2014, o economista prevê que o crescimento do varejo será inferior ao verificado nos últimos anos. Em julho de 2013, este número foi de 5,4%. "A desaceleração do crédito, a menor geração de empregos e o aumento da inflação são determinantes para a desaceleração do consumo das famílias brasileiras ao longo de 2013", destacou.

Infraestrutura - Outro fator que influencia a economia nacional e os investimentos do País é a infraestrutura. "As concessões para a iniciativa privada que o Governo Federal está realizando serão fundamentais para a recuperação da economia interna a médio e longo prazo", destacou Barbosa. Ainda, comentou que a confiança do empresariado que vinha em declínio, com uma forte queda no período das manifestações deste ano, voltou a subir em julho, indicando uma aceleração da atividade a partir do último trimestre do ano.

Setores - Setorialmente, o economista-chefe lembrou que a indústria possui entraves maiores do que os demais setores, pois tem dificuldade de repassar o aumento dos custos, especialmente os salariais, para os preços finais. Adicionalmente, a indústria acaba sendo afetada pelos gargalos de infraestrutura. Apesar disso, em função da depreciação cambial, deve crescer 3% em 2014. Já o setor agropecuário voltou a apresentar taxas de crescimento positivas, depois de ter uma forte queda no primeiro trimestre de 2012, em função da grande seca no Rio Grande do Sul. Nos primeiros três meses deste ano, o setor já cresceu 9,4% e no segundo 3,9%. O setor de serviços, que manteve taxas de crescimento mais expressiva nos últimos anos, deverá crescer menos do que a indústria e a agropecuária em 2014. A estimativa da instituição é de 2,2% de crescimento para o setor de serviços. Assim, o PIB do Brasil fechará o ano com crescimento de 2,8% e terá uma desaceleração em 2014, para 2,5%.

Projeções - De acordo com as projeções do Sicredi, o IPCA deve fechar este ano em 5,6%, em função da "redução de impostos sobre a energia elétrica, subsídio ao transporte urbano, redução de IPI e forte controle no valor dos combustíveis", e ficar em 6% em 2014. Já para a Selic, projeta que encerrará 2013 em 10% e chegará a 10,25% no próximo ano, como forma de conter as pressões inflacionárias.      

PROJEÇÕES

2013

2014

IPCA

5,6%

6%

Selic

10%

10,25%

PIB

2,8%

2,5%

Fonte: Sicredi

Mercado financeiro - Ao falar sobre o cenário e as perspectivas do mercado financeiro, o diretor de Recursos de Terceiros, Economia e Risco do Banco Cooperativo Sicredi e mestre em Administração pela Universidade de Michigan (EUA), Júlio Cardozo, destacou que o setor continua muito sensível às políticas adotadas no mercado internacional e pelas medidas econômicas realizadas pelo Governo Federal.

Volatilidade - "O dólar está muito volátil e os agentes estão buscando proteção contra a inflação. Estamos passando por um momento com prêmios de risco elevados e tudo isto acaba afetando os juros, o câmbio e a bolsa de valores", destacou o diretor. As projeções contidas na curva de juros DI para este ano são de, aproximadamente, 10% em 2013 e 11,5% em 2014.

Taxa - No que se refere à taxa de câmbio, Júlio Cardozo frisou que esta atingiu mais de R$ 2,40/USD no final de agosto, quando o mercado esperava o término do programa de compras de ativos, promovido pelo Banco Central dos EUA. Naquele momento, segundo o diretor, o mercado estava "batendo" muito no Brasil, pois o país possuía a maior dívida externa entre os emergentes, além de possuir um Banco Central que "monopoliza" o mercado à vista de divisas. Nesse sentido, mostrou que a taxa de câmbio no período mostrou uma desvalorização superior aos fundamentos macroeconômicos e à desvalorização de muitos países com características econômicas semelhantes. Para conter esse "excesso" e evitar repercussões inflacionárias indesejáveis, o Banco Central buscou dar liquidez a esse mercado, fazendo leilões de linha e de swap cambial, como forma de tentar suavizar o processo de desvalorização da moeda brasileira. De acordo com a projeção do Sicredi, o dólar deve encerrar este ano em R$ 2,35, subindo para R$ 2,45 no final de 2014. Contribuem para esse movimento, o déficit externo crescente e a normalização das taxas de juros internacionais.

Bolsa - Em relação à Bolsa de Valores, o Brasil está enfrentando o quarto ano de desempenho ruim. Em 2013, mais uma vez, a bolsa apresentou queda de 11% ao ano, enquanto outros índices de preços de ações como S&P500, nos EUA, se valorizou 20% e o DAX, alemão, 14%. Apesar do mau desempenho, ainda não dá para afirmar que a bolsa de valores está barata. O resultado brasileiro reflete algumas questões pontuais, como a queda de 93% das ações da OGX Petróleo, e questões estruturais, como o forte aumento dos custos, decorrente da escassez de mão de obra e ausência de infraestrutura adequada à produção. Júlio Cardozo destacou que o fluxo estrangeiro está positivo em R$ 11 bilhões (janeiro a setembro) e no mercado futuro as posições passaram de vendidas em R$ 5 bilhões para compradas em R$ 1 bilhão.

Crescimento - "O crescimento da China e o aumento no valor das commodities também terão forte impacto no Brasil em 2014, dado que o crescimento doméstico não será dos melhores", lembrou o diretor de Recursos de Terceiros, Economia e Risco do Banco Cooperativo Sicredi ao final do painel.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,4 milhões de associados e 1.238 pontos de atendimento, em 10 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 106 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais - acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Concurso Cultural Poupedi Sicredi estimula criatividade de crianças

O 1º Concurso Cultural Poupedi Sicredi está sendo realizado desde 16 de setembro. Ao todo, 11 (Clevelândia/PR, Vitorino/PR, Cel. Domingos Soares/PR, Honório Serpa/PR, Ouro verde/SC, Mangueirinha/PR, Coronel Vivida, Palmas/PR, Caçador/SC, Fraiburgo/SC e Videira/SC) cidades estão frequentando o evento, somando, até o momento, mais de 3.300 mil visitas de crianças acompanhadas de pais ou responsáveis e 10 mil participações com desenhos. O concurso estimula a criatividade das crianças, usando a Educação Financeira e a temática “Poupança” como ponto de partida para ilustrações. Crianças de até dez anos de idade matriculadas no ensino regular e alunos das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) – neste caso, sem limite de idade – participam do concurso. Durante o evento, estão sendo realizadas várias apresentações culturais preparadas pelas escolas participantes. Nota-se que as crianças já conhecem os nomes dos personagens “poupedis” e interagem com o Poupedi (DIN), que participa de todos os eventos. Até o fim do mês de outubro, todas as unidades de atendimento também realizarão uma “Noite Cultural”.

Expectativas - Para o gerente da Unidade Eliel Elizeu Martins Alves, de Mangueirinha/PR, o Concurso Cultural superou as expectativas. “Conseguimos atingir uma grande parte da população do município, onde tivemos a participação de aproximadamente 1.400 crianças das escolas municipais e particular, além dos alunos da Educação Especial. O segredo deste sucesso foi o comprometimento das parcerias com as entidades do município e o engajamento dos colaboradores da unidade na realização e organização do evento” comentou o gerente. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SP)

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COCAMAR I: Jornal da cooperativa é um dos finalistas do Prêmio Allianz

Com 2.157 trabalhos inscritos por veículos de comunicação de todo o País, a 7ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo divulgou, na manhã de quarta-feira (09/10), os cinco finalistas selecionados para concorrer às premiações. Entre eles, está o Jornal de Serviço Cocamar, que participou com a reportagem “Em Cambé, produtor recolhe embalagens há quatro décadas”, de autoria de Marly Aires, publicada em março deste ano. De acordo com Daniella Satake, da área de comunicação da Allianz Seguros, os trabalhos foram escolhidos “após criteriosa análise do comitê de seleção e julgamento, um júri independente composto por pesquisadores de instituições como Inpe [Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais] e jornalistas com vasta experiência em sustentabilidade e mudanças ambientais”.

Produção - De periodicidade mensal, o Jornal de Serviço Cocamar é produzido pela Flamma Comunicação Empresarial, de Maringá, empresa integrada por jornalistas especializados em agronegócio e cooperativismo.

Demais finalistas - Além do Jornal de Serviço Cocamar, também são finalistas da edição 2013 os seguintes trabalhos: “Case Programa Desperdício Zero”, da White Martins; “Mural Anglo American”, da Anglo American; Revista Cagece Mais”, da Cagece, e Revista On Brasil, da EDP Brasil. Ainda segundo Satake, os cinco selecionados serão avaliados por profissionais da imprensa nacional e especialistas em temas ambientais. A solenidade de entrega dos prêmios está programada para o dia 6 de novembro, em São Paulo. (Imprensa Cocamar)

COCAMAR II: Cidade Gaúcha sedia evento sobre ILPF, nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira (10/10) a partir das 13h em Cidade Gaúcha (PR), a Cocamar promove em parceria com o Instituto Emater, na propriedade de Ademir Paulino Ferrarini, um dia de campo sobre Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF). Conforme explica o gerente de produção Luiz Américo Tormena, da unidade da cooperativa em Tapira (cuja região compreende o município de Cidade Gaúcha), é o segundo ano de integração na propriedade de Ferrarini. “Estamos contando com a participação de um grande número de pecuaristas”, comenta Tormena, lembrando que o sistema vem ampliando espaço nos últimos anos. “Muitos estão conhecendo melhor a ILPF e vendo os resultados que apresenta”, diz.

Incorporação - Integrar lavoura, pecuária e floresta significa incorporar áreas de pastagens degradadas ao processo produtivo, cultivando soja no verão e potencializando a pecuária no inverno. A base para o sucesso do sistema, de acordo com os técnicos, é o plantio de capim braquiária logo após a colheita da soja, uma vez que o mesmo vai fornecer alimento para o gado durante o período frio do ano. Na primavera, a braquiária é dessecada e serve de proteção ao solo, assegurando controle da erosão e conforto térmico para o desenvolvimento da soja em um novo ciclo. Em áreas intercalares, o proprietário pode fazer o plantio de eucalipto que, além de proporcionar sombreamento para o bem-estar dos animais, fornece madeira a partir do sétimo ano de cultivo.

Fórum – A ILPF, a propósito, é tema da segunda etapa do Fórum Nacional de Agronegócios a ser promovido pela Rádio CBN Maringá a partir das 20h do próximo dia 17, em Maringá, no Recinto de Leilões do Parque de Exposições da cidade. O principal palestrante é o presidente da John Deere Brasil, Paulo Herrmann, que terá a companhia, no debate, do presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, e do pesquisador da Embrapa Cerrados, João Klutchoski. (Imprensa Cocamar)

COMÉRCIO EXTERIOR: Exportações do agronegócio somam US$ 8,96 bilhões em setembro

comercio exterior 10 10 2013De acordo com a Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SRI/Mapa), as exportações do agronegócio brasileiro, em setembro de 2013, atingiram a cifra de US$ 8,96 bilhões, aumento de 3,3% comparado ao mesmo mês de 2012. As importações obtiveram elevação de 4,5% com o valor de US$ 1,38 bilhão, o que resultou em um saldo da balança comercial de US$ 7,59 bilhões – resultado 3,1% superior ao valor registrado no ano anterior.

Complexo soja - O complexo soja foi o principal setor exportador, registrando a marca de US$ 2,74 bilhões em vendas, o equivalente a 30,6% do total exportado pelo setor agrícola. Logo em seguida, aparece o setor de carnes com US$ 1,38 bilhão, elevação de 0,7% na comparação com setembro de 2012.

Blocos econômicos - Em referência às exportações do agronegócio brasileiro divididas por blocos econômicos, a Ásia lidera o ranking com US$ 3,69 bilhões, valor 22,1% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. Em segundo aparece a União Europeia com US$ 2,06 bilhões. O Oriente Médio foi o terceiro principal destino com US$ 716,61 milhões.

China - Mais uma vez, a China foi o destaque entre os países de destino com US$ 2,07 bilhões, valor que foi 71,6% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. Os Países Baixos ficaram em segundo no ranking de destinos com US$ 652,45 milhões. Em seguida, os maiores destinos de exportação foram os Estados Unidos, com US$ 503,11 milhões, e o Japão, com US$ 311,98 milhões.

Resultado de janeiro a setembro de 2013 - Entre janeiro e setembro, as exportações do agronegócio cresceram 9,5% e atingiram a cifra de US$ 78 bilhões, com aumento de US$ 6,76 bilhões em relação aos US$ 71,25 bilhões exportados no mesmo período de 2012. As importações cresceram 5,3%, passando de US$ 12,03 bilhões para US$ 12,67 bilhões. A soja em grãos foi o principal produto que contribuiu para o crescimento das exportações do agronegócio. Entre janeiro e setembro de 2012, as vendas externas do grão subiram de 31,6 milhões para 40,6 milhões de toneladas no mesmo período de 2013. (Mapa

Clique aqui para baixar a nota da Balança Comercial do Agronegócio de setembro.

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Colheita tem ritmo intenso nos EUA

expedicao safra 10 10 2013A colheita da safra de grãos norte-americana avança em ritmo acelerado para que os agricultores tentem driblar o risco de problemas na produtividade. Alguns produtores chegam a trabalhar 14 horas por dia dentro das colheitadeiras para adiantar o trabalho nas lavouras. O diagnóstico foi feito pela equipe da Expedição Safra 2013/14 que percorre durante esta semana 1 mil quilômetros pelo Corn Belt, o cinturão de grãos do país.

Efeito - O efeito do avanço das máquinas ainda não pode ser mensurado de forma precisa, já que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) não está divulgado os relatórios mensais. A interrupção se deve a paralisação das atividades federais, graças ao impasse político na aprovação do orçamento norte-americano. Mesmo assim, há casos de produtores com até 50% da área colhida, o que representa um avanço de 30 pontos porcentuais em 10 dias. Quem está nessa condição prevê que a colheita poderá ser concluída já na próxima semana.

Recuperação - Na maioria das lavouras o cenário é de recuperação após a quebra da safra 2012/13, quando a falta de chuvas comprometeu o desempenho da colheita norte-americana. Em Eureka, na região central de Illinois, o relato dos agricultores é de que o milho terá ganho de produtividade, com desempenho entre os cinco melhores da história. Próximo dali, na cidade de Bloomington, o impacto da seca foi maior na última safra, mas os agricultores acreditam em uma retomada neste ciclo. (Gazeta do Povo)

 

IBGE I: Cresce produção de milho e recorde se confirma

milho 10 10 2013A produção de milho em 2013 está 13,2% maior no Brasil. Segundo a estimativa de setembro do IBGE, o volume colhido será de 80,7 milhões de toneladas, somadas as duas safras. A previsão ainda é de safra recorde. Não mais apenas uma “safrinha”, este é o segundo ano consecutivo em que a segunda safra ultrapassa a primeira. 34,3 milhões de toneladas são da de verão, cerca de 42% do total do cereal. Já a safra de inverno rendeu 46,4 mi t, 57% do total da produção.

Preços - Segundo o IBGE, os produtores investiram no milho 2ª safra por ter apresentado bons preços de mercado na ocasião da decisão de plantio. Outro ponto a favor é o fato de ser uma cultura que responde muito bem em sucessão à soja, além de ser tecnicamente recomendada para esta época de plantio.

Variação - Em relação à safra de verão, apenas os estados do Nordeste apresentaram variações relevantes. A estiagem prejudicou a região, que continua indicando reduções (-4,2%) neste último levantamento. Neste mês, os estados que apresentaram redução na produção foram: Ceará (-9,0%), Rio Grande Do Norte (-3,5%), Paraíba (-16,3%), Pernambuco (-2,6%) e Bahia (-6,8%).

Aumento - Já a estimativa da safrinha apresentou aumento de 0,2% em relação à informação de agosto. A boa produtividade foi devido às boas condições climáticas. Bahia, Goiás e Mato Grosso tiveram suas estimativas aumentadas em 3,9%, 1,7% e 0,8%, respectivamente. Já São Paulo e Paraná reduziram as estimativas em 6,4% e 0,6%, que correspondem a 85.099 t e 63.008 t, respectivamente. (Agrolink)

 

IBGE II: Safra nacional de cana-de-açúcar deve ser 3,1% menor

cana acucar 10 10 2013A produção nacional de cana-de-açúcar deve ser 3,1% menor, ficando em 716,8 milhões de toneladas em 2013. Segundo o IBGE, a redução é devida às reavaliações de área colhida em São Paulo, principal produtor nacional, que diminuiu 7,8%. Nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará também houve queda na produção. Os principais motivos foram diminuição na área colhida e a seca na região, que prejudicou a produtividade da lavoura pelo segundo ano consecutivo. Em Goiás, por outro lado, houve incremento de 14,8% na área cultivada. Em consequência disso, a produção final cresceu cerca de 12%. Na Bahia e em Pernambuco também houve aumento na produção, de 5,9% e 4,9% respectivamente. (Agrolink)

 

CAMPO LIMPO: Recebimento de embalagens vazias de defensivos agrícolas acontece no PR

campo limpo 10 10 2013No dia 14 de outubro, acontece o recebimento itinerante de embalagens vazias de defensivos agrícolas em São João do Oeste (PR). A ação consiste no recebimento temporário de embalagens vazias em locais próximos às propriedades rurais como forma de promover a devolução destes resíduos pós-consumo ao Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).

Estimativa - O recebimento beneficiará cerca de 60 agricultores do município e estima-se que uma tonelada de embalagem será entregue. A ação acontecerá das 9h às 11h30 e das 13h30 às 16h, na Rua Acácia, s/n, em São João do Oeste (PR). Todo material será levado para a central de recebimento de Cascavel, gerenciada pela Associação dos Distribuidores de Defensivos Agrícolas e Veterinários do Oeste (Addav), e posteriormente encaminhado para a destinação final, reciclagem ou incineração, pelo inpEV – instituto que representa a indústria fabricante de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos.

Parceria - A ação, que tem a parceria do inpEV e da Prefeitura Municipal, é uma realização da Addav. Para mais informações, o agricultor pode ligar no (45) 3037-5933 ou enviar um e-mail para cascavel@embalagensvazias.org.br.

Mais informações - Mais informações sobre o inpEV e o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site www.inpev.org.br. (Agrolink, com assessorias)

 Serviço da Campanha de Recebimento Itinerante

Dia: 14/10/2013

Horário: das 9h às 11h30 e das 13h30 às 14h

Local: Rua Acácia, s/n - São João do Oeste (PR)

 

JUROS: Copom eleva Selic para 9,5% ao ano

Em linha com o esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros de 9,0% para 9,5% ao ano. A decisão foi unânime e sem viés. No breve comunicado, o Copom repetiu a mesma redação pela quarta reunião consecutiva, o que eleva a chance de o mercado colocar “no preço”, ao menos, mais um ajuste de meio ponto na reunião de 27 de novembro. “Dando prosseguimento ao ajuste da taxa básica de juros, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 9,50% ao ano, sem viés. O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”, diz o comunicado. (Valor Econômico)


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