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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3200 | 14 de Outubro de 2013

FINANÇAS PESSOAIS: Programa de educação financeira do Banco Central e OCB tem início no Paraná

Teve início, na manhã desta segunda-feira (14/10), na sede do Banco Central (BC), em Curitiba, o curso piloto para o Programa de Educação Financeira – Gestão de Finanças Pessoais. Até a próxima sexta-feira (18/10), cerca de 30 profissionais da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Sistema Ocepar e cooperativas de crédito receberão treinamento de profissionais do BC. O objetivo é aprimorar a metodologia e capacitar multiplicadores para o lançamento nacional do Programa. “A formação de facilitadores deverá prepará-los para ministrar o curso nas cooperativas do país a partir do segundo semestre de 2014. O treinamento em educação financeira tem ênfase na gestão de finanças pessoais e no relacionamento do cooperado com o sistema financeiro. Os projetos nos estados do Paraná e Ceará servirão como referência na formulação conjunta de materiais didáticos”, disse, em mensagem gravada em vídeo, o diretor do Banco Central, Luiz Edson Feltrim. Entre os temas que serão abordados no curso estão o relacionamento com o dinheiro, orçamento pessoal e familiar, o uso do crédito e gestão da dívida, consumo consciente, poupança e investimento, aposentadoria e bem-estar. A proposta metodológica servirá de subsídio para a elaboração do material didático: cartilha, apostilha e Cds.

Ação conjunta – O superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez a abertura do curso, juntamente com a analista de Desenvolvimento e Gestão do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) Nêmora Paim, e os representantes do Banco Central Marcos Pimenta e Rodrigo Matta. “Agradecemos ao Banco Central pela oportunidade de atuarmos em parceria. É um trabalho realizado em conjunto e um desafio a ser superado pelo BC, OCB e Ocepar. Vamos trabalhar com a OCB para apoiar o Programa e implantá-lo em todo o país”, afirmou.

Prioridade - De acordo com Nêmora Paim, ter um programa voltado à gestão das finanças pessoais é uma ação que a OCB considera prioritária. “Dois estados, Paraná e Ceará, estão participando do programa piloto. É um processo de estruturação do curso, para ajudar a desenvolver a metodologia específica a ser adotada pelos multiplicadores nas cooperativas. Até o fim do ano vamos elaborar material didático. Em 2014, vamos começar a distribuir o material e formar os instrutores, para implantá-lo em todo o Brasil”, estimou.

Inédito - O analista do Departamento de Educação Financeira do BC, Marcos Pimenta, enfatiza o ineditismo da iniciativa. “O Banco Central desenvolve curso de gestão de finanças desde 2007, mas nunca com a abrangência que terá o Programa da OCB. É uma ação histórica para a instituição e temos a responsabilidade de construir uma metodologia consistente e eficaz para implantá-lo em escala nacional”, avaliou. “É uma formação que não aborda matemática financeira avançada, não é um curso complexo. Envolve a vida de cada um, o dia a dia, com uma mensagem simples e universal”, explicou.

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G7: Entidades vão participar da Expo Paraguai Brasil 2013

g7 14 10 2013As entidades do setor produtivo paranaense que integram o G7 vão participar da Expo Paraguai Brasil 2013, nos dias 24 e 25 de outubro, em Assunção, no Paraguai. Trata-se de uma feira multisetorial que visa promover o intercâmbio comercial, cultural e turístico entre os dois países. “O G7 montará um estande no evento, atendendo ao convite da Itaipu Binacional, tendo em vista que várias empresas paranaenses atuam no país vizinho. No caso do nosso setor, a Lar, Coodetec, C.Vale e Copagril são alguns exemplos de cooperativas que contam com unidades no Paraguai”, afirma o superintendente adjunto do Sistema Ocepar, Nelson Costa. Ele lembra ainda que, paralelamente ao evento, será realizado o Seminário Brasil Paraguai de Sanidade Agropecuária, no dia 25 de outubro, organizado pela Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) e destinado a discutir a situação da sanidade agropecuária nas regiões de fronteira entre o Paraná e Mato Grosso do Sul com o Paraguai. As entidades do G7 que estarão presentes na Expo Paraguai Brasil 2013 são a ACP, Sistema Ocepar, Sistema Faep, Fetranspar, Fiep, Fecomércio e Faciap, juntamente com a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina).

Mais – Mais detalhes sobre o evento no site:  http://www.expoparaguaybrasil.com/.

 

INTEGRADA: Começa nesta segunda a pulverização conjunta contra o greening

integrada 14 10 2013O Paraná começa, nesta segunda-feira (14/10), uma ação conjunta de pulverização contra o Psilídeo, inseto transmissor da bactéria causadora greening, considerada a doença mais grave da citricultura. Durante uma semana, desta segunda até o próximo sábado (19/10), citricultores das regiões norte e noroeste do estado deverão fazer suas aplicações. A ação é uma iniciativa da Cooperativa Integrada, Cocamar, e empresas de citricultura do Norte Pioneiro do Paraná, com apoio da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).

Reportagem - Uma reportagem exibida pelo programa Negócios da Terra, da Rede Massa, ouviu o coordenador de Citricultura da Cooperativa Integrada, Reginal Sábio. Ele explicou o objetivo e como as ações estão programadas. Confira: http://negociosdaterra.com.br/videos/?id=16385

 

C.VALE: Homenagem a funcionários nos 16 anos da avicultura

cvale 14 10 2013No ano de 2013, quando comemora 50 anos de fundação, a C.Vale homenageou 286 funcionários que estão há 5, 10 e 15 anos no abatedouro de aves e na indústria de termoprocessados de frango (Indav). Uma cerimônia no abatedouro, em Palotina, no dia 10 de outubro, marcou os 16 anos do empreendimento, inaugurado em 1997. Para o gerente do abatedouro, Neivaldo Burin, a qualidade dos produtos de frango C.Vale é reflexo do trabalho dos funcionários do complexo avícola. “Nada mais justo valorizar as pessoas que acreditam na empresa. São esses profissionais que fazem a diferença e geram os resultados”, destacou Burin.

Crescimento profissional - Jeu Souza Silva está no abatedouro desde 2003 e hoje é operador de produção. Ele avalia que a C.Vale dá oportunidades de crescimento profissional e que a pessoa tem que saber aproveitar. Leila Andréa Schwarz, no abatedouro há 5 anos, concorda. “É gratificante trabalhar aqui.”

Projeto consolidado - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, disse que o projeto avícola está consolidado e gerando benefícios sociais e econômicos. “É um momento de satisfação e de muito orgulho porque algo que parecia impossível aconteceu e transformou-se num dos abatedouros que mais vem ao encontro do cliente em termos de qualidade, participação na comunidade e rateio de ICMS aos municípios.” Para ele, outro ponto importante são os resultados econômicos do empreendimento para a cooperativa. “Em 16 anos, nunca fechamos no vermelho. O complexo avícola sempre fechou com saldo positivo, apesar de muitas turbulências econômicas nesse período”, contabiliza Lang.

Tecnologia e qualidade - Ele atribui o bom desempenho à tecnologia e à qualidade do frango C.Vale. “Optamos por tecnologia de ponta para sermos competitivos num mercado dominado por gigantes. Mas quem faz essa tecnologia dar resultado são os integrados e os funcionários. Eles é que merecem os parabéns.”

Complexo - O complexo avícola da C.Vale é formado por 739 aviários e emprega 3.058 funcionários. (Imprensa C.Vale)

 

SICREDI VANGUARDA: Campanha dos 30 anos realiza 1º sorteio regional

A Sicredi Vanguarda PR/SP realizou, na sexta feira (11/10), o terceiro sorteio da “Campanha Sicredi Cataratas 30 anos e uma centena de prêmios pra você”, iniciada em fevereiro deste ano e com término agendado para 14 de novembro, num grande evento na Praça Ângelo Darolt, em Medianeira, cidade sede da cooperativa. Nos dois sorteios anteriores, os associados foram contemplados diretamente em suas unidades de atendimento.

Prêmios - Em maio, mês das mães, foram sorteadas 44 TV’s LED 40 polegadas e, no mês de agosto, alusivo ao dia dos pais, 44 motocicletas Honda CG Titan 150 0 km e este sorteio, alusivo ao Dia das Crianças e chamado de sorteio regional, por contemplar todos os associados participantes da cooperativa foram 03 veículos 0 km, sendo: 01 Chevrolet Ônix 0 Km, 01 Volkswagen Saveiro cabine estendida Trend 0 km e 01 Hyundai HB 20 0 km.

Motivação - De acordo com os organizadores, a Campanha motivou ainda mais a divulgação da cooperativa e dos negócios, além dos seus produtos e serviços. “Ao final, o total em prêmios deve somar mais de R$ 1 milhão, envolvendo um público de aproximadamente 73.000 pessoas, nossos associados, ou seja, estamos comemorando nosso aniversário com as pessoas que realmente promovem nossa filosofia e modelo de negócio e que são os donos da cooperativa, bem como nossos produtos e serviços”, afirmou o presidente Luiz Hoflinger.

Contemplados - Os contemplados do sorteio regional realizado na sexta-feira foram Celso Siedmann (UA Medianeira Centro), com um Chevrolet Ônix 0 km; Tananda Mayumi  Endo (UA Cascavel Floresta), um Hyundai HB 20 0 km, e Giovani Bruno Izotton (UA Medianeira Centro), com um Volkswagen Saveiro 0 km.

Cupons - Os associados ainda receberão cupons por associação a cooperativa e realização de negócios com a Sicredi Vanguarda até o dia 31 de outubro e poderão depositar na urna nas unidades de atendimento até o dia 08 de novembro, quando todos os cupons serão recolhidos para o grande sorteio final no dia 14 de novembro, inclusive com o Show com a Família Lima na praça Central em Medianeira. Neste sorteio final serão: 02 camionetas Chevrolet S-10 Cabine dupla, automática, 02 Honda City, 01 Volkswagen Saveiro cabine estendida Trend, 01 HB 20, 01 Chevrolet Ônix e 02 Motocicletas Honda CG 150, todos 0 km. (Imprensa Sicredi Vanguarda PR/SP)

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CONFERÊNCIA ACI-AMÉRICAS I: Representação, mais força e espaço para o cooperativismo

conferencia I 14 10 2013Com um papel significativo na economia de muitos países, o cooperativismo investe na representação institucional para garantir um ambiente favorável à sua atuação e, consequentemente, ao seu crescimento. Para discutir maneiras de avançar nesse sentido, parlamentares sul-americanos se reuniram na quinta-feira (10/10), durante a XVIII Conferência Regional da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas), no Guarujá (SP).

Espaço político - O Brasil, que até então não fazia parte da comissão de parlamentares das Américas, passa a ser representado pelo deputado federal Dr. Ubiali (SP), integrante da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).  “As cooperativas oferecem às pessoas oportunidades de trabalho e ganho de renda, e isso tem de ser reconhecido. Por isso, a importância de encontros como esse, nos quais discutimos caminhos para fazer com que haja de fato uma visão, um espaço político para o cooperativismo”.

Atuação estratégica – Na sequência, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ressaltou: “trabalhamos em todas as frentes para atender às demandas das cooperativas brasileiras. É parte essencial nesse contexto o esforço conjunto de todo o movimento com os parlamentares para a conquista de marcos legais regulatórios que impulsionem o desenvolvimento da prática cooperativista em nosso País”.  

Força cooperativista – Reforçando as palavras do Dr. Ubiali, Freitas disse: “o movimento cooperativista merece esse reconhecimento - da sua contribuição para o crescimento do Brasil. Afinal, as nossas cooperativas conseguem, pela eficiência econômica, gerar eficácia social. Isso fica ainda mais claro quando observamos os indicadores do setor. Mobilizamos hoje cerca de 20% da população brasileira. Para se ter ideia, aproximadamente 50% de tudo que é produzido internamente passa de alguma forma por uma cooperativa”.

Compromisso – O líder cooperativista finalizou seu pronunciamento destacando: “se quisermos continuar crescendo e cumprir efetivamente o que propõe a Década do Cooperativismo, precisamos ter uma representação forte, com pessoas comprometidas com as bandeiras do nosso movimento. Temos um compromisso, não com partidos, mas com parlamentares que defendem a nossa pauta”. 

Frencoops – O exemplo de atuação da Frencoop no Congresso Nacional, conquistando vitórias fundamentais às cooperativas, serviu de referência para a criação de outras frentes do cooperativismo. “É importante fortalecer esse trabalho de representação em todas as instâncias, também nos estados e municípios, das câmaras e assembleias legislativas ao Congresso Nacional. Precisamos difundir esse espírito cooperativista, de inclusão social e desenvolvimento econômico e ambiental”, disse o coordenador político da Frencoop, Odacir Zonta. Também estiveram presentes, os deputados: André Vargas (Paraná), Cesar Colnago (Espírito Santo), Lelo Coimbra (Espírito Santo) e Luís Carlos Heinze (Rio Grande do Sul)

Representação – Nesse contexto, de defesa e promoção do cooperativismo brasileiro, a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabíola Nader, falou um pouco mais aos participantes da conferência sobre a experiência brasileira no trabalho de representação. “Essa articulação política é coordenada por nós, do Sistema OCB, com a participação ativa das nossas unidades estaduais e cooperativas, e dos parlamentares integrantes da Frencoop. Estamos sempre atentos às matérias que tramitam no Congresso Nacional, focando o que pode ser positivo e os possíveis desdobramentos prejudiciais à atividade das nossas cooperativas. A intenção, seja no Poder Legislativo ou, ainda, no Executivo e no Judiciário, é a mesma – de garantir um ambiente favorável ao cooperativismo, trabalhando para que as especificidades do setor e suas demandas sejam contempladas em normativos e políticas públicas do nosso País. Além disso, acompanhamos e participamos de debates e projetos internacionais que possam trazer, da mesma forma, desdobramentos favoráveis ou negativos ao movimento cooperativista brasileiro”.

Infraestrutura – Ainda nesta quinta-feira (10/10), outro painel da conferência, direcionado a serviços públicos, também discutiu questões ligadas à regulamentação. O representante nacional de infraestrutura da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Danilo Roque, destacou a necessidade de um marco regulatório específico às cooperativas do ramo. “Já conseguimos esse avanço para outros ramos do cooperativismo. Além de regulamentar a atividade do segmento, o normativo funcionaria como uma diretriz para o governo e órgãos reguladores, garantindo uma interpretação mais fiel das características do modelo de negócio cooperativo. Isso facilitaria, e muito, avançarmos em uma questão atual junto à Aneel, de revisão da metodologia tarifária do fornecimento de energia elétrica no País. O custo operacional das cooperativas, por exemplo, é diferenciado, é maior, em função do menor número de usuários por quilômetro de rede. Trata-se, inclusive, de algo maior – o processo regulatório do Brasil nesse campo precisa ser revisto”.

Conferência - O evento, realizado de 7 a 11 de outubro, contou com o apoio do Sistema OCB e foi uma realização do Sistema Unimed. (Informe OCB)

 

CONFERÊNCIA ACI-AMÉRICAS II: Roberto Rodrigues fala sobre os desafios da década do cooperativismo

conferencia II 14 10 2013O embaixador especial da FAO para o cooperativismo mundial e coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Roberto Rodrigues, proferiu palestra magna na sexta-feira (11/10), último dia da Conferência Internacional da ACI-Américas. Único brasileiro a já ter presidido a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Rodrigues falou cerca de uma hora, em espanhol, sobre os rumos do cooperativismo internacional. Bem humorado, falou sobre o atual cenário de transformação mundial e sobre o papel do cooperativismo para o desenvolvimento sustentável do planeta. Confira:

 Incertezas - “Vivemos um momento de incertezas no cenário internacional. Após a crise financeira internacional de 2008/2009, os países ricos começaram a se recuperar e as nações em desenvolvimento estão tentando encontrar seu espaço. Mas ainda impera um clima de incertezas no ar. Temos a questão dos ataques químicos da Síria, o naufrágio de imigrantes na costa italiana e, agora, estamos vendo ataques de piratas no Atlântico. Nosso Papa Francisco tem contestado o império do dinheiro e vem mostrando querer mudanças na sociedade. Nesse cenário, o cooperativismo tem a oportunidade de despontar como uma terceira via de desenvolvimento sustentável”.

Terceira via - "As cooperativas são filhas da crise. Foi assim em Rochadale (berço da primeira cooperativa do mundo, na Inglaterra), foi assim após a queda do muro de Berlim. E é nesse novo momento de crise e de transformações que o cooperativismo vai se consolidar como a terceira via do desenvolvimento. Temos de abraçar essa oportunidade para crescer e ganhar visibilidade".

Desenvolvimento - "Todo mundo sabe que, em breve, seremos mais de 9 bilhões de pessoas no mundo e teremos de dobrar a produção de alimentos para conseguir alimentar todas essas pessoas. E esse aumento de produção tem de ser feito sem impactar o meio ambiente, sem poluir as águas, sem aumentar o efeito estufa. E precisamos, sim, cuidar do meio ambiente. Mas também temos de continuar a produzir e a crescer. Não é um desafio fácil, mas o cooperativismo tem ferramentas para nos ajudar a vencer esse e outros desafios".

Como nos posicionar? - "Somos empresas, sim. Não temos de fugir disso. Mas somos empresas que trazem felicidade para as pessoas. Somos empresas com valores. E não temos de viver nesse embate sobre o que é mais importante: a preocupação social ou os resultados econômicos. Temos de fazer um balanço entre esses dois importantes atributos. Temos de assumir nossas fraquezas e transformá-la em força. Somos empresas, sim. Mas empresas baseadas em valores humanos, na justiça e na ética.  E temos de fazer marketing, sim. Mas com o seguinte cuidado: temos de fazer propaganda dos nossos valores. Não apenas dos nossos produtos".

Prêmio Nobel - "Além de nos posicionar de uma forma mais forte no mercado, quero ver os cooperativistas de todo o mundo defendendo a candidatura do cooperativismo ao Prêmio Nobel da Paz. Precisamos trabalhar, juntos, por esse reconhecimento. Cada cooperado e cada cooperativa do mundo de tem de fazer a sua parte para reconhecer e valorizar nosso trabalho pela paz."

Homenagens - "Estamos em ano de eleição na ACI e, como cooperativistas, vamos defender o nome do Dr. Eudes Aquino, presidente da Unimed do Brasil, para ocupar o cargo de conselheiro da ACI. Essa posição é ocupada hoje por Américo Utumi, meu amigo há mais de 40 anos e, hoje, um herói nacional do cooperativismo". (Informe OCB)

 

OCB: Sistema divulga relatório mensal sobre ações de setembro

ocb 14 10 2013A transparência é a marca das entidades que compõem o Sistema OCB. Na quinta-feira (10/10), foi divulgado o Relatório Mensal, que apresenta as ações realizadas ao longo do mês de setembro. Números importantes constam do documento. Por exemplo: 88 é o número de ações desenvolvidas pelo Sistema OCB contemplando os 13 ramos do cooperativismo; R$ 300 milhões é o montante de créditos a serem aproveitados anualmente pelas cooperativas após aprovação da Medida Provisória nº 615/2013; e 103 é a quantidade de matérias publicadas pela mídia nacional envolvendo o Sistema OCB.

Prestação de contas - “A intenção é prestar contas aos diretores, representantes dos ramos e dirigentes das unidades estaduais das ações desenvolvidas no mês, apresentando a evolução dos projetos priorizados pelo Conselho para este ano. Desta forma, os líderes terão condições de acompanhar o andamento e propor novas estratégias para o cumprimento das metas, estreitando, cada vez mais, os laços com a base”, considera Tânia Zanella, gerente geral do Sistema OCB.

Intercâmbio Brasil/Alemanha - Um dos destaques do relatório mensal é o intercâmbio Brasil/Alemanha. No início do mês, o Sistema OCB enviou uma comitiva formada por 25 pessoas, dentre eles, líderes cooperativistas, técnicos do Banco Central e profissionais do ramo Crédito, para conhecerem – in loco – o cooperativismo de crédito alemão. A iniciativa do Sistema OCB faz parte do Projeto de Prospecção de Boas Práticas e Aprendizado Experimental em Cooperativismo de Crédito. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre boas práticas no cooperativismo de crédito nacional e internacional e estabelecer uma proposta de aplicação destas experiências. As etapas começaram em 2012, com visitas às cooperativas do Rio Grande do Sul. (Informe OCB)

Para ler a íntegra do relatório, clique aqui!

 

AGENDA PARLAMENTAR: Aprovação do PL 785/2011 foi um dos destaques da semana no Congresso

agenda parlamentar 14 10 2013A Comissão de Constituição Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou na quinta-feira (10/10) o Projeto de Lei 785/2011, que obriga a construção e a manutenção de estações de apoio a condutores de veículo de transporte de carga ou de veículo de transporte público de passageiros, no âmbito das concessões rodoviárias federais. A proposta de autoria do deputado Onofre Santo Agostini (SC), já havia tramitado pela Câmara dos Deputados, mas recebeu emendas durante sua deliberação no Senado Federal. Por esse motivo, voltou à Câmara para aprovação das mesmas.

Lei dos motoristas - Em 2012, foi sancionada a Lei 12.619, que dispõe sobre o exercício da profissão de motorista. A lei prevê, entre outros aspectos, um intervalo de no mínimo 30 minutos para cada 4 horas de direção. A exigência causou preocupação em virtude da indisponibilidade de pontos de parada para o cumprimento da norma. Assim, a proposta aprovada pela CCJC proporcionará um transporte mais seguro e com toda certeza reduzirá o número de acidentes em rodovias. Após aprovação da redação final, o projeto segue para sanção presidencial. Convém ressaltar, contudo, que o dispositivo estava previsto no projeto de lei que deu origem a lei do motorista profissional, porém, foi vetado pela presidente Dilma Roussef. .

Senado Federal - A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), do Senado Federal, realizou na terça-feira (08/10) a primeira audiência pública para discutir o Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012).  O consenso entre os debatedores é de que o Senado deve retomar o texto aprovado pela Câmara, já que para eles os pareceres das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado trazem regressões ao projeto. Além disso, há concordância de que a União precisa investir mais na educação básica, que hoje está quase toda sob a responsabilidade de estados e municípios. Os convidados também falaram sobre a importância de se traçar estratégias para que os recursos financeiros possam gerar melhorias efetivas para a população.

Cooperativismo -A semana contou com várias manifestações no Plenário da Câmara dos Deputados quanto à importância do cooperativismo no País. Na terça-feira (08/10), o Sistema OCB e as Cooperativas de Crédito de Minas Gerais foram saudados no Plenário da Câmara pelo deputado Marçal Filho (MS), que presidia a plenária. O parlamentar ressaltou a importância do trabalho realizado pelas cooperativas brasileiras e lembrou a atuação da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) na Câmara dos Deputados.

Efapi - O deputado Celso Maldaner (SC) discorreu sobre a visita realizada a Efapi 2013. A Feira acontece em Santa Catarina que contou com a participação da Cooperativa Aurora realizadora do Prêmio Empreendedor Cooperativista Troféu Aury Luiz Bodanese. Durante a realização do evento foram apresentadas as cooperativas vencedoras do Troféu Aury Luiz Bodanese. Para o deputado Celso Maldaner o prêmio é um importante reconhecimento da importância do setor cooperativista catarinense.

Fortalecimento - Para fechar a semana, o fortalecimento do cooperativismo foi lembrado pelo deputado Pedro Eugênio (PE). Autor do projeto que coloca fim a substituição tributaria das micro e pequenas empresas (PLP 237/2012), o deputado ressaltou a necessidade de fortalecer o cooperativismo no País. Durante sua fala o parlamentar lembrou que os pequenos negócios geram empregos, renda, amortecem crises e dão dinamismo aos municípios.

Outros deputados - Durante a semana outros deputados também trataram de temas ligados ao setor cooperativista, como os deputados Amauri Teixeira (BA) e José Airton (CE), que demonstrou preocupação quanto a renegociação das dívidas dos produtores, dos agricultores e dos agropecuaristas, em especial dos ligados as cooperativas.

Para acessar o Resultado da Agenda da semana,clique aqui.

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Vigilância sanitária russa libera exportação de carne de seis frigoríficos brasileiros

comercio exterior I 14 10 2013O Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) liberou na sexta-feira (11/10) seis frigoríficos brasileiros para a exportação de carne bovina. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a informação foi publicada no site oficial do órgão russo de sexta-feira. Agora, o ministério aguarda o comunicado oficial das autoridades russas para permitir os embarques de mercadoria às empresas liberadas.

Ações - O Ministério da Agricultura destacou em nota que o titular da pasta, Antônio Andrade, atribuiu as liberações às ações do ministério e do setor privado nacional no atendimento aos requisitos russos. A Rússia é o segundo maior importador da carne bovina brasileira, atrás apenas de Hong Kong. Para mantê-la como mercado, o Brasil tem optado por adequar-se às exigências sanitárias do país, que são mais rigorosas do que as locais.

Estados - Os seis estabelecimentos autorizados pertencem às empresas JBS e Marfrig e ficam em São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo o ministério, nenhum dos locais faz parte da relação das dez que foram suspensas pela Rússia em meados de setembro. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, são unidades que estão sendo autorizadas pela primeira vez ou voltando a exportar. Duas delas ficam em Mato Grosso do Sul, estado que, ao lado do Paraná e do Rio Grande do Sul, sofreu restrições do governo russo por um longo período para exportação de carne bovina, suína e de aves.

Relatório - Após uma visita ao Brasil em julho, as autoridades russas enviaram relatório ao governo brasileiro em setembro avisando sobre a suspensão de nove unidades processadoras de carne bovina e uma de carne suína em diversos estados. Na ocasião, o Ministério da Agricultura disse que se uniria ao setor privado para fornecer dados aos russos e que o Brasil buscaria sanar as inconformidades com as normas sanitárias do país. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Brasil questionará na OMC países que mantêm barreiras à carne

O Brasil vai questionar a China, o Japão e a África do Sul no Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da Organização Mundial do Comércio (OMC) por manterem barreiras à entrada de carne bovina brasileira em seus mercados ainda por conta do caso atípico da doença da "vaca louca" identificado no Paraná há dois anos.

Preocupações comerciais - São do Brasil três das doze novas "preocupações comerciais" incluídas na agenda do comitê para a semana que vem. O grupo, que se reúne periodicamente, é a instância da OMC responsável por examinar até que ponto medidas sanitárias rigorosas para garantir produtos alimentares seguros ao consumidor servem simplesmente de pretexto ao protecionismo.

Problema - No caso brasileiro, o problema é que as barreiras chinesa, japonesa e sul-africana à carne bovina perduram mesmo depois que o país manteve o status de "risco insignificante" para o mal junto ao comitê científico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), no começo deste ano. Como outros mercados que já suspenderam os embargos, as barreiras do trio que será questionado na OMC pelo Brasil derivaram da identificação do agente causador da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como "vaca louca", em uma vaca que morreu no fim de 2010 em Sertanópolis (PR).

Garantia - O comitê científico da OIE também garantiu que a identificação do caso único no Paraná não colocava em risco a saúde animal ou dos consumidores dos parceiros do Brasil, especialmente porque o animal que morreu foi abatido e nenhuma parte dele entrou na cadeia alimentar.

Retomada - Para o diretor-geral da OIE, Bernard Vallat, os países importadores deveriam retomar as compras da carne brasileira "o mais breve possível". No entanto, China, Japão e África do Sul continuam "arrastando os pés", e isso complica o "selo de qualidade" que os produtores querem manter no mercado internacional.

Arábia Saudita - No comitê da OMC, a União Europeia também questionará a Arábia Saudita por impor novas condições à importação de frango. O país do Oriente Médio é o maior comprador de frango do Brasil.Outro tema quente no comitê da OMC será a queixa do Japão contra a proibição imposta pela Coreia do Sul à entrada de seu pescado, pelo temor de contaminação nuclear depois dos enormes problemas na usina de Fukushima. O consumo de pescado na Coreia do Sul caiu bastante desde então.

Esclarecimentos - Outros países também vão precisar fornecer esclarecimentos ao comitê, como Indonésia (pela eliminação do uso de alguns produtos químicos), Nova Zelândia (por causa de contaminação de leite), Japão (em decorrência das suspeitas de contaminação nuclear) e Estados Unidos e Canadá (por novas regras de segurança de alimentos). (Valor Econômico)

COMMODITIES: Clima favorável nos EUA reflete nas cotações da soja, em Chicago

A percepção de que o clima seco no Meio-Oeste dos EUA tem contribuído para o avanço da colheita de soja pesou sobre as cotações da commodity em Chicago na sexta-feira (11/10). Os papéis para janeiro fecharam em queda de 19,25 centavos, a US$ 12,6625 o bushel. O mercado se ressente da falta de dados oficiais dos EUA, já que a publicação de informações agrícolas importantes foi suspensa com a paralisação parcial do governo. O relatório mensal de oferta e demanda mundial do Departamento de Agricultura americano (USDA), que costuma ter forte influência sobre o mercado de grãos, deveria ser divulgado na sexta, mas acabou sendo postergado, e uma nova data ainda não foi definida. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq/BM&FBovespa para a saca ficou estável, em R$ 73,84.

Corte no etanol - O milho voltou a cair em Chicago na sessão passada, após a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) propor uma redução no mandato de etanol no país, o que cortaria a demanda pelo grão. Os lotes para março encerraram em baixa de 4,75 centavos, a US$ 4,4625 por bushel. A ideia da EPA é reduzir a meta para o uso de biocombustíveis nos EUA a 15,21 bilhões de galões em 2014, dos 18,15 bilhões de galões originalmente definidos por uma lei de 2007. Desse total, 13 bilhões de litros de etanol, que é feito de milho nos EUA, seriam misturados à gasolina, abaixo do atual mandato de 14,4 bilhões. Em Tangará da Serra (MT), a saca de 60 quilos está sendo negociada por cerca de R$ 9, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). (Valor Econômico)

AGRICULTURA: Consultoria eleva colheita de soja e milho nos EUA

agricultura 14 10 2013A consultoria norte-americana Informa Economics soltou, no início da tarde de sexta-feira (11/10), um relatório especial com projeções de área, rendimento e produção para soja, milho, trigo e algodão. Os números tentam suprir o mercado com informações atualizadas, já que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) cancelou a divulgação do relatório de oferta e demanda mundial, que estava programado para a semana.

Milho e soja - Um dos números mais aguardados pelo mercado é referente à produção de soja e milho dos Estados Unidos. A estimativa da empresa é que o país retire do campo 86,44 milhões de toneladas do produto. O Usda indicava no mês passado colheita de 85,6 milhões de toneladas. A projeção da Informa confirma a expectativa do mercado, que já vinha trabalhando com otimismo em relação à oferta norte-americana, por isso a queda recente nos preços da oleaginosa na Bolsa de Chicago.

Revisão - O aumento na previsão de produção dos Estados Unidos se deve a uma revisão nos índices de produtividade das plantações do país. Segundo a consultoria, os produtores do Hemisfério Norte vão retirar em média 2,81 mil toneladas de soja por hectare nesta temporada, praticamente a mesma do ciclo 2010/11. Em setembro, o Usda apontava para produtividade de 2,77 mil quilos por hectare.

Aumento da produção - O quadro de oferta do milho norte-americano também teve aumento na expectativa de produção. A Informa aposta que a colheita do cereal vai alcançar 355,874 milhões de toneladas no país – 4,24 milhões de toneladas a mais do que as 351,63 milhões de toneladas previstas pelo Usda no mês passado. (Gazeta do Povo)

 

INFRAESTRUTURA: Governo vai licitar 3.260 km de ferrovias em duas concessões

infraestrutura 14 10 2013O Conselho Nacional de Desestatização aprovou as condições gerais para a licitação de duas concessões ferroviárias, envolvendo 3.260 quilômetros dos traçados das ferrovias Norte Sul (EF 151), do Pantanal (EF 267) e Transcontinental (EF 354). Publicada no “Diário Oficial da União” desta segunda-feira (14/10), a resolução 16/2013 do CND admite que a iniciativa privada explore os trechos definidos por até 35 anos, com possibilidade de prorrogação.

Primeira licitação - A empresa que vencer a primeira das duas licitações previstas vai operar trens na Norte-Sul e na Ferrovia do Pantanal, ligando a cidades de Ouro Verde (GO), Estrela D’Oeste (SP) e Dourados (MS). Essa concessão envolve no total 1.340 quilômetros de ferrovias.

Segunda - A vencedora da segunda licitação definida na resolução do CND vai operar uma extensão 1.920 quilômetros de ferrovias, abrangendo o traçado da Transcontinental entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO) e ainda o da Norte-Sul entre Palmas (TO) e Anápolis (GO).

Reversão - Terminado o prazo da concessão, os bens e direitos transferidos ou adquiridos pelo concessionário no decorrer da outorga serão revertidos ao poder concedente, no caso a União. “A reversão será automática, com os bens em perfeitas condições de operacionabilidade, utilização e manutenção e livres de quaisquer ônus ou encargos”, diz a resolução do CND, acrescentando que, do contrário, a empresa concessionária terá que indenizar a União.

Prorrogação - O texto publicado admite a prorrogação do contrato. Mas a possibilidade é restrita. A concessão poderá ser prorrogada por até 35 anos apenas se isso for necessário para manter o equilíbrio econômico-financeiro do negócio.

Menor valor - As empresas que apresentarem as propostas econômicas de menor valor levarão as concessões ferroviárias previstas na resolução 16/2013 do CND.  Esse será o critério de escolha dos concessionários, segundo o texto. As propostas econômicas deverão obedecer a um teto a ser estabelecido em edital e serão compostas pela Tarifa Básica de Disponibilidade da Capacidade Operacional e pela Tarifa Básica de Fruição.

Disputa - Poderão entrar na disputa empresas nacionais e estrangeiras, isoladamente ou em consórcio. A resolução permite que participem da licitação inclusive instituições financeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento.

Sessão pública - As duas licitações previstas ocorrerão em sessão pública na BM&FBovespa, por envelope fechado, sem repique. Para que ambos os processos licitatórios sejam menos demorados, o governo optou pela inversão de fases, deixando para depois da definição de cada vencedor o exame dos documentos de habilitação. Assim, não se perde tempo analisando documentos de empresas que não serão contratadas. Os vencedores submeterão os projetos  de execução das ferrovias à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para fins de autorização e início das atividades de implementação. (Valor Econômico)

 

FOTOGRAFIA: Concurso da Sociedade Rural de Maringá chega a sua 4ª edição

A Sociedade Rural de Maringá (SRM) lança mais uma edição do Concurso de Fotografia “Um Olhar Sobre o Campo”, uma ação que iniciou há quatro anos durante a 2ª edição da AgroCampo. Novamente integrando a programação do evento, o Concurso de Fotografia da SRM tem o objetivo de revelar novos talentos, evidenciar as belezas e singularidades do campo, além de destacar a importância que o meio rural exerce na vida das pessoas. As inscrições iniciaram na quinta-feira (10/10) e seguem até o dia 08 de novembro. O assunto é o agronegócio e somente serão aceitos trabalhos relacionados a ele. Apenas serão admitidos trabalhos apresentados por fotógrafos amadores. O Concurso premiará as três primeiras colocações, sendo que o 1º lugar receberá um prêmio em dinheiro de R$ 1.000,00; o 2º lugar de R$ 700,00 e o 3º colocado de R$ 500,00. Os ganhadores serão conhecidos no dia 21 de novembro (quinta-feira). Os trabalhos vencedores poderão ser utilizados em campanhas de eventos realizados pela promotora do Concurso, a SRM. (Assessoria de Imprensa da SRM)

Clique aqui para conferir na íntegra o regulamento do Concurso de Fotografia da SRM

SEBRAE/PR: Compra Curitiba será lançado nesta terça-feira, dia 15

Será lançado nesta terça-feira (15/10), às 8h30 da manhã, no auditório do Sebrae/PR, o Compra Curitiba, um programa que estimula a participação de micro e pequenas empresas em processos licitatórios e de compras públicas. Cento e vinte empresas governamentais e órgãos públicos, que aplicam o processo de concorrência na aquisição de suas compras, foram convidadas para participar do evento de apresentação do Programa, que é uma realização do Sebrae/PR, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), Agência Curitiba e Prefeitura de Curitiba.

Programa - O lançamento faz parte das ações do Programa Compra Paraná, metodologia criada para proporcionar tratamento diferenciado para os pequenos negócios, capacitar e preparar as empresas para esse mercado, informar as empresas interessadas, sobre as notícias de editais e licitações, e preparar compradores para o tratamento diferenciado aos pequenos negócios, além de colocar em prática a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa – legislação que institui menos impostos, menos burocracia, novos mercados e acesso ao crédito e à inovação para os pequenos negócios.

Cidades - Além de Curitiba, o Compra Paraná beneficia outras 13 cidades, selecionadas conforme critérios pré-estabelecidos, como explica o consultor do Sebrae/PR, Vinicius Milani. “Foram escolhidos os municípios que participam do Programa Cidade Empreendedora e que possuem alta densidade empresarial e institucional, além de possuírem Comitês da Lei Geral implantados e funcionando”, detalha.

Vantagens - A Lei Geral garante vantagens para que pequenos negócios tenham mais chances de participar, com êxito, de licitações. Entre os benefícios estão compras exclusivas de pequenos negócios em licitações de até R$ 80 mil, vantagens para os pequenos negócios quando a proposta for igual ou até 10% superior às demais empresas concorrentes e subcontratação de micro e pequenas empresas em até 30% com possibilidade de pagamento direto para os pequenos negócios. “Os processos de licitação colocam no mesmo patamar os pequenos e os grandes negócios, o que significa dizer que as médias e grandes empresas têm mais chance de vencer concorrências. O que estamos promovendo com o Compra Paraná é o tratamento diferenciado que a Lei Geral determina”, defende o consultor do Sebrae/PR.

Fases - O Compra Curitiba será dividido em três partes. O consultor do Sebrae/PR, Vinicius Milani, explica que a primeira delas busca identificar o perfil dos compradores. “Após o evento de lançamento será aplicado um questionário para recolher dados sobre o que, quando e a quantidade que as empresas e órgãos públicos estão comprando. Os dados serão usados para um levantamento que vai nortear as ações de qualificação das  micro e pequenas empresas. Alem da pesquisa com a empresas governamentais, também será realizada pesquisa nas 14 cidades para compreender o quanto as micro e pequenas empresas estão atentas às oportunidades geradas pelas compras do três entes governamentais, o que fazem para participar desse mercado e que dificuldades  encontram para ter mais sucesso”, detalha.

Outras etapas - A segunda etapa visa preparar os compradores para atender o que exige a legislação. “Vamos oferecer um treinamento para as empresas que compram se adequarem à Lei Geral, que exige tratamento diferenciado e simplificado aos pequenos negócios.” A última fase busca qualificar as micro e pequenas empresas para aproveitarem as chances geradas pela nova legislação. “São poucos os empreendedores que se arriscam no mercado de licitações. Vamos potencializar os fornecedores”, justifica Milani.

Sobre o Sebrae/PR - O Sebrae/PR - Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná é uma instituição sem fins lucrativos criada nos anos 1970 para dar apoio aos empresários de micro e pequenas empresas e aos empreendedores interessados em abrir o próprio negócio. No Brasil, são 27 unidades e 800 postos de atendimentos espalhados de norte a sul. No Paraná, seis regionais e 11 escritórios. A entidade chega aos 399 municípios do Estado por meio de atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, orientações, capacitações, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco em desenvolvimento de empreendedores; impulso a empresas avançadas; competitividade setorial; promoção de ambiente favorável para os negócios; tecnologia e inovação; acesso ao crédito; acesso ao mercado; parcerias internacionais; redes de cooperação; e formação de líderes. (Assessoria de Imprensa do Sebrae/PR)

ENERGIA: Bandeiras tarifárias vão impactar custo da indústria

energia 14 10 2013A partir de janeiro de 2014, o ônus das incertezas climáticas e do acionamento das usinas térmicas para a geração de energia será dividido quase que imediatamente com os consumidores por meio da adoção do sistema de Bandeiras Tarifárias. O novo modelo de precificação da energia pode aumentar de 3% a 14% os custos do setor industrial no Brasil, como mostra um estudo da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). No Paraná, o impacto sobre a tarifa de energia da indústria deve variar entre 8% e 15%, segundo cálculo feito pela Firjan para a Gazeta do Povo.

Desembolso - Se o sistema de bandeiras tarifárias estivesse em vigor no ano passado, a indústria paranaense teria desembolsado, em média, R$ 110,6 milhões a mais ao longo de 2012 por conta do acionamento das térmicas nos últimos três meses do ano. Mais da metade desse total (R$ 58,2 milhões) seriam tributos. Em um cenário de bandeira vermelha em todos os meses, o gasto da indústria do Paraná com as tarifas adicionais de energia subiria 15%, somando R$ 203,2 milhões – R$ 107 milhões em impostos.

No vermelho - Embora pareça bastante pessimista, o cenário não é totalmente improvável. Dos dez primeiros meses deste ano, sete foram de bandeira vermelha, dois de bandeira amarela e apenas um de bandeira verde no Subsistema Sul, no qual está inserido o Paraná. “O sistema de bandeiras tarifárias terá reflexos na competitividade do setor industrial, principalmente porque também há a incidência de impostos sobre o adicional das bandeiras”, afirma Tatiana Lauria Silva, especialista em Competitividade Industrial e Investimentos da Firjan, que defende a isenção do PIS, Cofins e ICMS no caso do acionamento das bandeias amarelas e vermelhas.

Peso - A energia é um insumo com grande peso no custo de determinados setores da indústria, portanto, a principal dificuldade, na análise da especialista, será fazer um planejamento a longo prazo que considere as incertezas climáticas na geração. “Ficará mais difícil para a indústria gerenciar e internalizar custos diferentes a todo o momento. Em alguns setores, a energia equivale a 25% do custo total da empresa”, diz Tatiana, que acredita que as empresas não terão como repassar o custo extra da energia para o consumidor imediatamente e vão acabar tendo de absorvê-lo.

Mercado livre vira opção - As bandeiras tarifárias serão aplicadas apenas para os consumidores cativos de energia, o que deve tornar o mercado livre ainda mais atrativo, diz Sérgio Costa, diretor da Trade Energy. “Acostumadas com uma tarifa fixa para 12 meses, as indústrias e grandes consumidores devem recorrer ao mercado livre para fugir das oscilações mensais de preço”, diz Costa. No mercado livre, as empresas contratam a energia e sabem exatamente o quanto vão pagar pelo insumo.

Sistema não beneficia consumidor, diz Proteste - A três meses da implantação do sistema de bandeiras tarifárias, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) não acredita que o novo modelo de precificação vai trazer benefícios para os consumidores residenciais ao promover a racionalização do consumo de energia. Segundo a Proteste, faltam informações e publicidade para que o consumidor possa, de fato, entender o funcionamento do sistema e gerenciar o consumo de energia dentro de casa.

Desconto - “As bandeiras podem anular os descontos concedidos no início do ano pelo governo. O consumidor não está preparado para lidar com essa oscilação de preço e ainda terá de arcar com um ônus do setor elétrico que não é dele”, afirma a coordenadora Institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

Cobrança média - O cálculo médio feito pela Aneel prevê a cobrança média de R$ 1,50 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos em períodos de bandeira amarela e R$ 3 para cada 100 kWh em bandeira vermelha. Dependendo do custo da energia no período, serão feitos ajustes na conta na data do reajuste anual de cada concessionária. Ou seja, o consumidor e a indústria podem ter de pagar mais pela energia ou, então, serão ressarcidos pelo valor extra pago pela energia longo do ano. “O problema é que até agora ninguém informou como será feita a devolução”, diz Maria Inês.

Tarifas serão definidas de mês em mês pela agência reguladora - A partir de janeiro, a conta de energia dos consumidores residenciais e da indústria terão o adicional das bandeiras tarifárias. Nas cores verde, amarela e vermelha, as bandeiras vão indicar o custo da energia de acordo com as condições de geração de eletricidade. As bandeiras serão definidas pela Aneel, sempre para o mês seguinte, conforme a orientação do Operador Nacional do Sistema (ONS). Hoje, esse repasse ocorre uma vez por ano, na data do reajuste que, no caso da Copel, acontece sempre no mês de junho.

Distorções - Segundo Otto Armin Doetzer, engenheiro consultor na área de regulação e tarifas da Copel, o sistema de bandeiras tarifárias vai ajudar a corrigir possíveis distorções que existem hoje. “O custo de acionamento das térmicas em anos secos acaba sendo pago pelo consumidor com um ano de atraso ao longo do próximo ano, mesmo que neste período os reservatórios estejam cheios de água. Com a criação das bandeiras, a correção passa a ser feita mês a mês, sinalizando para o consumidor que no próximo mês a energia será mais cara ou mais barata”, diz.

Saiba como foi feito o cálculo da Firjan - Para fazer a conta específica do Paraná, a Firjan fez um média ponderada das tarifas-base das concessionárias Copel (R$ 305,20 por MWh) e Força e Luz do Oeste CFLO (311,58 por MHh), definidas para a bandeira verde ainda em 2012. A partir daí, simulou o comportamento das bandeiras ao longo do ano de 2012 – que teria três meses de bandeira verde, cinco meses de bandeira amarela e quatro meses de vermelha –, e aplicou os adicionais das bandeiras amarela e vermelha ao volume de energia consumida pelas indústrias do estado no ano. A sinalização da bandeira será informada pela Aneel conforme os valores do Custo Marginal de Operação (CMO) e do Encargo de Serviço de Sistema por Segurança Energética (ESS_SE) de cada subsistema. A simulação considerou as mesmas bandeiras para todo o país, mas utilizou as tarifas-base das concessionárias do Paraná. (Gazeta do Povo)

info energia 141013

 

FOCUS: Mercado reduz estimativa de inflação e eleva projeção do PIB

O mercado financeiro reduziu a projeção de inflação e elevou a estimativa de crescimento da produção industrial e do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas dos país. As informações fazem parte do boletim Focus – pesquisa semanal do Banco Central feita com os agentes do mercado financeiro. Pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) a expectativa é que a inflação fique em 5,81% este ano e não mais em 5,82%, estimados anteriormente pelos investidores e analistas. Para o PIB, o mercado prevê crescimento de 2,48% em 2013. Anteriormente, a estimativa era 2,47%. A produção industrial também vai melhorar, avalia o mercado que, agora, projeta alta de 1,80% e não mais de 1,70%.

Outros - A taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 9,75%, no final do ano, atualmente está em 9,5%. O dólar, na mesma comparação, foi reduzido para R$ 2,29 ante os R$ 2,30 da estimativa anterior. A projeção para o déficit em conta-corrente, um dos principais indicadores das contas externas, foi mantido em US$ 79 bilhões, com o saldo da balança comercial em US$ 1,99 bilhão e os investimentos estrangeiros diretos em US$ 60 bilhões. (Agência Brasil)

PETRÓLEO: Em 2014, EUA serão líderes mundiais na produção

Os Estados Unidos se tornarão os maiores produtores de petróleo no mundo no ano que vem, superando a Rússia, graças ao boom do petróleo de xisto. A previsão foi feita na sexta-feira (1/10) pela Agência Internacional de Energia (AIE). "Com a produção no maior nível em décadas, o país deve se tornar o maior produtor de [combustíveis] líquidos não filiado à Opep no segundo trimestre de 2014, passando a Rússia. E isso sem incluir ganhos em biocombustíveis e no refino", disse a AIE em relatório.

Oferta total - A alta na produção dos Estados Unidos fará com que a oferta total de não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cresça em média 1,7 milhão de barris por dia no ano que vem, com um pico de 1,9 milhão no segundo trimestre. Segundo a agência, é o maior crescimento anual desde a década de 1970.

Interrupção - Essa expansão robusta compensará uma grande interrupção na produção da Opep, servindo para conter os preços do petróleo, que de outro modo poderiam subir para bem mais do que os atuais US$ 110 por barril. A oferta da Opep desceu para menos de 30 milhões de barris diários pela primeira vez em quase dois anos, principalmente em razão de problemas na produção de Líbia e Iraque. (Reuters / Valor Econômico)


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