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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3233 | 29 de Novembro de 2013

PEDÁGIO: Reajuste preocupa produtores e cooperativas do Paraná

pedagio 29 11-2013O reajuste aprovado pela Agência Reguladora do Paraná (Agepar) e publicado no Diário Oficial do dia 28/11, de 5,72%, em média, para as empresas que administram as rodovias pedagiadas no Anel de Integração preocupam o setor cooperativista. As tarifas de pedágio cobradas nas estradas do Paraná comprometem até 8,5 % da renda do produtor rural.  O alerta é do Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), com base em um estudo preliminar elaborado por sua equipe técnica sobre os impactos do pedágio no transporte de grãos e insumos no Paraná. Para o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, “o pedágio causa vulnerabilidade aos agricultores, uma vez que as tarifas cobradas representam valores altos, que ao final impactarão nos preços recebidos pelos produtores”.

Base - O levantamento baseou-se em 27 praças de pedágio do Paraná. Foram feitas algumas simulações com as rotas rodoviárias mais representativas no transporte de cargas do Paraná, e considerando-se as tarifas corrigidas agora em dezembro de 2013. Calculou-se o valor efetivo pago em cada rota por um caminhão com 5 eixos, que transporta 27 toneladas de produto. O resultado mensurou em números um problema já há muito tempo percebido pelo setor produtivo e por transportadores de cargas.

Preliminar - Importante lembrar, como ainda não foram divulgadas as tabelas oficiais das tarifas pelas concessionárias, este é um estudo preliminar e que pode sofrer alterações, especialmente no trecho de Foz do Iguaçu a Cascavel, no Oeste do Estado, administrado pela Concessionária Ecocataratas, que, segundo informação da Agepar, terá um degrau tarifário de 3,82% nas tarifas, em função da duplicação do trecho Medianeira-Matelândia.

Custo - Para a Ocepar, em média, o pedágio equivale a 21,18 % do custo de frete de grãos, podendo chegar a 30,75 %. No caso das cargas vindas de Cascavel, o pedágio chega a equivaler 24,94 % do custo do transporte. Uma carga que vem de Foz do Iguaçu com destino a Paranaguá, por exemplo, poderá pagar a partir deste domingo (01/12) R$ 680,84 em pedágio. Mesmo no caso de Ponta Grossa, mais próxima ao porto, o efeito do preço do pedágio chega a praticamente 12,58 % do preço do frete. “Consideramos valores altos e que, sem sombra de dúvida, comprometem a rentabilidade de milhares de produtores paranaenses. Com certeza, também impactarão no preço final, ou seja, os consumidores irão pagar tarifas mais altas para trafegar nas estradas e sentirão ainda o custo na hora da compra de alimentos nos supermercados”, lembra Koslovski.

Disparidade - Outro ponto abordado por Koslovski foi a disparidade em relação aos valores anunciados, por exemplo, nas recentes concessões de trechos da BR 163, no Mato Grosso, arrematados nessa semana pela empresa Odebrecht, com preço de pedágio de R$ 2,638 para cada 100 quilômetros rodados, para automóveis de passeio. Por outro lado, para trafegar 90 quilômetros entre Curitiba e Paranaguá, o valor da tarifa irá para R$ 15,90.

IMPACTOS

- O pedágio pode impactar em até 8,5 % no preço recebido pelo produtor de milho e 2,3 % na soja;

- O pedágio onera em até 7,3% o custo de produção de milho e em até 4,3% o custo de produção da soja;

- Para transportar uma carga de Foz do Iguaçu até Paranaguá será pago R$ 680,84 em pedágio;

- O pedágio encarece em até 12,89 % o valor do calcário e pode representar até 0,88 % do valor do adubo no Paraná.

Fonte: Getec/Ocepar

 

 

 

 



 

 

SISTEMA OCB: Comunicação e Autogestão serão foco do Sudeste e do Centro-Oeste em 2014

sistema ocb 29 11 2013Extremamente bem avaliadas, as duas edições do Fórum Regional de Presidentes, Superintendentes e Dirigentes do Sistema OCB, realizadas nesta semana, devem movimentar bastante as unidades estaduais das regiões Sudeste e Centro-Oeste, em 2014. Assuntos como a autogestão e a comunicação social intra e extrassistema são duas áreas que ocupam o topo da lista das prioridades apontadas pelos presidentes e superintendentes duas regiões brasileiras. A semana começou com o fórum da região Sudeste (dia 25), realizado em São Paulo, e, na quarta-feira (27/11), a reunião especializada aconteceu em Cuiabá (MT), reunindo, então, os líderes do Centro-Oeste.

Demandas - A intenção do Fórum é ouvir as demandas das unidades estaduais para, então, criarem uma pauta comum de ações que trarão o desenvolvimento do cooperativismo para a região. A ideia é coletar informações para o desenvolvimento de um planejamento estratégico que será executado em 2014. O próximo encontro regional já está agendado para o dia 11 de dezembro. O local escolhido para representar a região Nordeste é Salvador (BA).

Depoimentos - Confira alguns depoimentos:

Ação – “É preciso estar próximo à rotina das unidades estaduais – que lidam diariamente com a realidade das cooperativas brasileiras. Isso é enriquecedor, pois somos representantes de um setor que cresce todos os dias. Nós, na condição de lideranças, temos o dever de honrar os cooperados, suas famílias e empregados de cooperativas. É por isso que estamos aqui: para pensar em conjunto com vocês no melhor para essa gente, que é a nossa gente. É para vocês que as cooperativas trazem suas demandas, angústias e desejos. E é para isso que nós existimos”. Márcio Lopes de Freitas - presidente do Sistema OCB

Gestão - “O que vimos foi uma demonstração de como o cooperativismo evoluiu – no Sudeste e no Centro-Oeste – desde a primeira edição do Fórum. Fiquei impressionado com o nível dos debates e com os assuntos da pauta, todos extremamente exequíveis. É necessário trabalharmos muito para que as cooperativas brasileiras participem do Programa de Desenvolvimento de Gestão de Cooperativas. Só assim teremos a oportunidade de profissionalizar e ganhar mais espaço no mercado. Acredito que nossa comunicação também possa ser melhorada, de forma a mostrar à sociedade o quanto somos eficientes e produtivos. Também deveremos focar, em 2014, na formação de nossas lideranças”. Celso Regis – diretor do Sistema OCB e presidente da Unidade Estadual de Mato Grosso do Sul

União – “Vejo que o objetivo traçado pela diretoria do Sistema OCB está sendo alcançado: elaborar um planejamento estratégico de caráter nacional com repercussão regional e local. O Sistema OCB está levantando as demandas das Unidades Regionais e das cooperativas para integra-las ao planejamento do ano que vem. A cada reunião que participo, vejo que a participação aumenta o que eleva o nível das discussões. Os representantes estaduais estão vendo que há uma necessidade cada vez maior de uma interlocução entre as unidades estaduais das regiões brasileiras. Isso facilita, certamente, a integração de ações, tanto entre unidades estaduais quanto cooperativas”. João Paulo Koslovski – diretor do Sistema OCB e presidente da Unidade Estadual do Paraná

Compromisso - Ambas as regiões foram muito bem representadas por seus presidentes e superintendentes. Cada um defendeu as melhores estratégias para fazer do ano que vem um gerador de resultados importantes. É necessário melhor termos uma comunicação que leve tanto à sociedade, quanto aos cooperativistas brasileiros, os casos de boas práticas, especialmente as que envolvem a gestão. As unidades do Centro-Oeste decidiram que trabalharão para elevar o número de cooperativas participantes do PDGC em mais 25%. Também foi apresentada pelos dirigentes a necessidade da formação de líderes e executivos que estejam na linha de frente do cooperativismo. Isso, pra nós, é vital. André Pacelli  Bezerra Viana – diretor do Sistema OCB e presidente da Unidade Estadual da Paraíba.

Foco – “Foi uma ótima oportunidade para trocar experiências e expor nossas demandas para 2014. Acredito muito que o Sistema OCB está no caminho certo: ouvindo as unidades estaduais e as cooperativas para um planejamento completo. Precisamos concentrar nossos esforços na formação educativa de dirigentes e funcionários, investindo nos estudos empresariais do cooperativismo. Isso ficou bem claro, tanto que pretendemos reunir os estados do Centro-Oeste para tentar criar um centro de formação, aproveitando o exemplo que já temos aqui no Mato Grosso. Além disso, precisamos investir em comunicação. Temos bons profissionais e bons instrumentos, mas é necessário melhorar a gestão. A sociedade precisa conhecer o cooperativismo e como ele melhora a vida das pessoas”. Onofre Cezário de Souza – presidente da Unidade Estadual da Paraíba.

Autogestão – “A participação maciça dos representantes das regiões está demonstrando que o Sistema OCB, quando compartilha a responsabilidade de planejar o futuro de um setor como o cooperativismo, está no caminho certo. Cada presidente tem a oportunidade de ouvir as cooperativas em seu estado e de apresentar as demandas no Fórum. Isso é extremamente enriquecedor, pois nos aproxima do público que é a nossa razão de ser: o cooperado. As ações prioritárias, definidas até agora, vão, certamente, melhorar o desempenho das cooperativas brasileiras, especialmente aquelas que tiverem a autogestão como foco principal”. Renato Nobile – superintendente do Sistema OCB. (Informe OCB)

 

OPEN DAY: Palestra sobre Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas é nesta sexta

Interessados em participar do primeiro Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas do País podem assistir à palestra gratuita de apresentação que será realizada pela Escola de Negócios da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), nesta sexta-feira (29/11), às 19h, em Curitiba. Na oportunidade, serão apresentadas informações detalhadas sobre o curso, que traz vários diferenciais, entre os quais, parcerias internacionais com universidades tradicionais na área do cooperativismo. A iniciativa conta com apoio do Sistema Ocepar.

O Mestrado - Os interessados em participar do Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas têm até meados de fevereiro de 2014 para se inscrever. Estão sendo ofertadas entre 20 e 25 vagas e as aulas iniciam no dia 14 de março de 2014. O processo seletivo contempla análise de currículo e da proposta temática, além de entrevista com o candidato.

Linhas de pesquisa - No mestrado, o aluno poderá optar por duas linhas de pesquisa: Cooperativismo e Sustentabilidade e Gestão Estratégica de Entidades Cooperativas. O programa contempla 24 créditos, com cinco disciplinas obrigatórias e três eletivas, mais uma dissertação. As aulas serão quinzenais, às quintas, sextas e sábados.

Saiba mais– Mais informações sobre o Mestrado estão disponíveis no site  http://www.pucpr.br/posgraduacao/gestaocooperativas/ ou pelo fone (41) 3271-1859.

Inscrição para a palestra de apresentação – Clique aqui  para se inscrever na palestra de apresentação que será realizada dia 29 de novembro, em Curitiba.

open day cartaz 29 11 2013

 

FÓRUM DE MERCADO: Analista da AgRural apresenta perspectivas para a comercialização da safra

Os mercados de soja, milho e trigo e as perspectivas de comercialização da safra 2013/14 foram tema de palestra ministrada pelo analista da AgRural, Fernando Muraro, no Fórum de Mercado promovido pelo Sistema Ocepar, nesta quinta-feira (28/11), na sede da Coopertradição, em Pato Branco, Sudoeste do Estado. O evento reuniu 40 profissionais, diretores e cooperados da Coopertradição, Coasul e Codepa. Também esteve presente o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti. 

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COPACOL: Fábrica de Rações é inaugurada em Jesuítas

Com presença do governador do Paraná, Beto Richa, diretoria executiva da Coopacol, associados, colaboradores, lideranças políticas, entre outros participantes, foi inaugurada, nesta quinta-feira (28/11), no município de Jesuítas, mais uma grande estrutura da Copacol, a Fábrica de Rações. Foram investidos R$ 60 milhões no local que vai produzir mensalmente 40 mil toneladas de rações, destinadas para frango de corte e gerar 80 empregos diretos.

Impulso - Com 17.993,33 m² de área construída, este novo espaço vai impulsionar o complexo de rações da Copacol, que terá produtividade mensal de aproximadamente 95 mil toneladas, somando as Fábricas de Rações de Cafelândia. Dentro do planejamento estratégico a expectativa é chegar até 2017 ao abate de 700 mil aves por dia, contando com a produção dos abatedouros da Copacol e da Cooperativa Central Unitá de Ubiratã, por meio da parceria com a Coagru.

Estrutura em funcionamento - A nova fábrica conta com três graneleiros com capacidade de armazenar 120 mil toneladas de milho e estrutura para recebimento, classificação e limpeza. Toda a produção é totalmente automatizada e controlada por programa computadorizado. “A gente ficou surpreso com o tamanho deste espaço, mas é uma fábrica que pode nos dar condições de melhorar muito a nossa região no abate de frango”, conta o avicultor de Jesuítas Geraldo Colombo.

Papel importante - O governador do Estado, Beto Richa, afirmou que as cooperativas têm papel importante e que por isso o investimento em toda a cadeia do agronegócio é fundamental, além de destacar o excelente trabalho feito pela Copacol. “Depois de inaugurarmos no ano passado a Unidade Industrial de Soja e neste ano a Unitá, agora em Jesuítas mais um grande investimento. Parabenizamos o presidente Valter Pitol, os diretores, associados, colaboradores, pela pujança desta Cooperativa que orgulha todos os paranaenses e que hoje é reconhecida nacionalmente”, enfatiza o governador.

Desenvolvimento regional - “Esta nova indústria além de produzir ração, vai colaborar com o desenvolvimento desta região por meio da geração de impostos, a sustentação dos produtores no campo e a geração de mais emprego e renda para a população. A Cooperativa investe em toda a área de atuação, trazendo desenvolvimento e oportunidade para os municípios”, destaca o diretor presidente da Copacol, Valter Pitol. (Imprensa Copacol)

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CASTROLANDA: Noite de premiação para a suinocultura

O setor de suinocultura se reúne nesta sexta-feira (29/11) à noite, no Memorial da Imigração Holandesa, para a cerimônia de premiação dos melhores desempenhos do ano. Participam da 1ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura cooperados e funcionários de granjas para a entrega de certificados dos sistemas de produção: ciclo completo e terminadores. O objetivo do prêmio é reconhecer o desempenho, o trabalho, o esforço e a dedicação de todos os funcionários de granjas e suinocultores da cooperativa. A cerimônia está prevista para ter início às 19horas e, logo após, será servido um jantar de confraternização para os participantes. A diretoria e gerentes de áreas da Castrolanda também devem estar presentes no evento. (Imprensa Castrolanda)

UNIMED CASCAVEL: Cooperativa utiliza suporte da medicina baseada em evidências

unimed cascavel 29 11 2013A Unimed Cascavel recebeu, na última quarta-feira (27/11), a visita da diretora de Gestão da empresa Evidências, Patricia Medina. Na oportunidade, ela procurou enaltecer os pontos positivos da singular e também os itens a serem revisados pela gestão. A empresa trabalha com foco na parte científica e procura aplicar a ciência na saúde. Por este motivo, há alguns meses a cooperativa utiliza este suporte para auxiliar nas justificavas e realizações de procedimentos de alto custo e na auditoria. É uma ação voltada à melhoria nos processos visando obter os melhores resultados no atendimento às necessidades do paciente.

Evidências - “Argumentações baseadas em evidências científicas nos tranquilizam se tivermos que emitir uma negativa visando o bem estar do próprio paciente, pois estamos amparados em estudos descritos na literatura médica,” comenta Cristiane Ezequiel, coordenadora de Relacionamento com o Cliente da Unimed Cascavel. De acordo com ela, procedimentos de alta complexidade, quando bem empregados, salvam vidas, mas, se colocados de forma errônea, comprometem a saúde do paciente e prejudica a saúde financeira da operadora, ou seja, o objetivo é reciproco. “Nosso papel é evitar que o paciente receba uma tecnologia que o prejudique e, simultaneamente, contribuir para a manutenção das operadoras de saúde por meio da sustentabilidade do negócio” enfatiza Patricia.

Mais - Medicina baseada em evidências é o termo utilizado para definir o uso consciencioso, explícito e judicioso das melhores evidências disponíveis na tomada de decisões sobre o cuidado de pacientes. Podemos considera-la também como o processo sistemático de selecionar, analisar e aplicar resultados validos de publicações científicas como base para decisões clínicas. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

LAR: Festa em São Miguel do Iguaçu comemora cinco anos da nova estrutura

Na última quarta-feira (27/11), às vésperas do feriado municipal em São Miguel do Iguaçu, a Lar reuniu associados e clientes para comemorar os cinco anos da nova estrutura, que uniu em um único endereço a Loja Lar Supermercados e a Unidade da cooperativa no município. O evento teve ainda o objetivo de acompanhar o lançamento da campanha natalina da rede Lar Supermercados deste ano, cujo slogan é “Viva a Alegria do Natal” e, também, fazer a entrega do quinto veículo da campanha de vendas Lar 50 anos, ao cliente Vilmar Silveira, morador da sede do município. “Foi um presente antecipado de Natal, agradeço à cooperativa”, enfatizou. Ele sempre prestigia o Lar Supermercados e acompanha as promoções pelas emissoras de rádio. “Tinha cinco cupons, e quem depositou foi a minha irmã”, complementou.

Satisfação - O diretor-presidente Lar, Irineo da Costa Rodrigues, elencou, em seu discurso, vários motivos de satisfação pelo momento vivido, em especial no município de São Miguel do Iguaçu, entre eles, a boa lavoura de soja implantada e que está com bom desenvolvimento; as várias obras no município como a recente inauguração da Unidade Industrial de Rações na Linha São Vicente; as melhorias realizadas na recepção de cereais em Santa Rosa do Ocoy; os investimentos realizados na Loja Lar Supermercados, também por cumprir o compromisso que é entregar o veículo ao ganhador do Município. “Temos vários motivos para estar bem, cumprimento também a equipe, pelo bom desempenho desta loja, que tem o segundo melhor faturamento da rede, prova do esforço e da qualidade do serviço prestado”, finalizou o dirigente.

Campanha de Natal - A campanha de vendas de Natal também mereceu destaque especial, com a inauguração da iluminação dos prédios e a árvore natalina de 5 metros em frente à Unidade. “A campanha terá início no dia 1º de dezembro, e garantimos o melhor preço em bombons, panetones e espumantes de acordo com a marca do produto” disse o gerente da Divisão de Alimentos e Compras da Lar, Jair Meyer.

Sorteios - A Campanha Lar 50 anos tem ainda três sorteios: um automóvel Toyota Etios, no dia 13 de janeiro de 2014, uma caminhonete Toyota Hillux, no show do cantor Leonardo, em Missal, no dia 18 de março 2014 e uma caminhonete Toyota Hillux, no show do cantor Michel Teló, em Medianeira, no dia 19 de março de 2014.

Participação - Para participar da Campanha é preciso comprar no Lar Supermercados, Postos de Combustíveis Lar, em Medianeira e Céu Azul, e nas Unidades Lar do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A cada R$ 50,00 em compras o cliente recebe um cupom que deve ser preenchido e depositado na respectiva urna para concorrer aos automóveis. (Imprensa Lar)

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SICOOB OESTE: Cooperativa comemora 10 anos

Aproximadamente cinco mil pessoas participaram do Cultura e Cooperativismo, evento do Sicoob Oeste para comemorar seus 10 anos de atuação na região. O evento contou com apresentações de música, dança e humor para a comunidade, em cada cidade na qual a cooperativa atua com pontos de atendimento. A cada semana, as cidades de Vera Cruz, Santa Helena, Guaíra, Palotina, Terra Roxa e Toledo, com parceria das Associações Comerciais de cada uma, receberam o evento que contava com apresentação de coral, grupo musical, grupo de dança, artes circenses e show de humor. O ingresso era um litro de óleo, destinado para entidades assistenciais de cada cidade.

A cooperativa - O Sicoob Oeste foi fundado em 2002, com 26 sócios e 13 mil reais de capital e seu primeiro ponto de atendimento aberto em fevereiro de 2003. Depois de 10 anos, a cooperativa possui mais de 13 mil cooperados, capital superior a 13 milhões de reais, administra mais de 200 milhões de reais e conta com nove pontos de atendimento, em seis cidades no Estado. (Imprensa Sicoob Paraná)

SICOOB PR: Instituto participa de Fórum em Assunção

O Instituto Sicoob PR participou do Fórum de Cooperativa, em Assunção, no Paraguai, que reuniu mais de 70 representantes de cooperativas de diversas áreas daquele país. O evento foi organizado pela Central Cooperativa Nacional (Credicoop). Neste evento, a gestora do Instituto Sicoob PR, Emanuelle Marques de Moraes Soares, e os voluntários Vanessa Mota e André Raycik mostraram a atuação e os projetos do Instituto, que contribuem com o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e com as metas do Pacto Global, ambas iniciativas da Organização da Nações Unidas (ONU). (Imprensa Sicoob PR)

sicoob or 29 11 2013

 

EMPREENDEDOR RURAL: Encontro reúne 5 mil agricultores em Pinhais, no Paraná

Cerca de 5 mil produtores rurais de todo o Estado participam nesta sexta-feira (29/11), no Expotrade, em Pinhais, na Grande Curitiba, do Encontro Estadual de Empreendedores e Líderes Rurais 2013. O evento, que começou às 9 horas e segue durante o dia, também marcará o encerramento do Programa Empreendedor Rural, que está em sua 11ª edição e visa estimular as habilidades do produtor, desenvolvendo competências empreendedoras para atuação em atividades econômicas, políticas e sociais sustentáveis.  O Empreendedor Rural é realizado por meio de uma parceria entre Sebrae/PR, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep).

Beneficiados - Desde 2003, quando foi realizada sua primeira edição, 19,5 mil produtores já foram beneficiados pelo Programa. Neste ano, 2 mil produtores participaram do Empreendedor Rural, que contou com 136 horas de capacitação, divididas em 15 módulos. De acordo com o diretor de Operações do Sebrae/PR, Julio Cezar Agostini, o principal objetivo da iniciativa é capacitar produtores rurais para que enxerguem suas propriedades como empresas, empreendimentos rurais. “Durante o Programa, trabalhamos a administração e a gestão das propriedades e o maior ganho que temos ao final do Empreendedor Rural é ouvir dos participantes que eles começaram a ver suas propriedades como um negócio”, destaca Agostini.

Noções - A coordenadora estadual de Agronegócio do Sebrae/PR, Andreia Claudino, destaca que são repassadas aos produtores algumas noções de política e legislação. “Queremos que eles se organizem e formem lideranças em suas regiões, para que lutem por seus interesses em prol do desenvolvimento do agronegócio.”

Plano de negócios - Além da parte teórica, ao longo do Programa, os produtores são desafiados a montar um plano de negócios. Os dez projetos selecionados ganharão um troféu desenhado pelo artista plástico paranaense, Geraldo Braun. Andréia Claudino conta que as três melhores ideias serão anunciadas durante a cerimônia de encerramento, nesta sexta-feira, e tudo será transmitido ao vivo pelo Canal Rural. “Todos os anos, formamos uma banca examinadora que avalia os planos de negócios. Os três melhores projetos irão ganhar troféus e uma viagem internacional para conhecer modelos de referência em gestão rural ”, acrescenta Andreia Claudino

Encontro - O Encontro Estadual de Empreendedores e Líderes Rurais também será palco da etapa final da Olimpíada Rural de Matemática. A competição foi promovida pelo Senar-PR para os jovens do campo que participaram do Programa Jovem Agricultor Aprendiz (JAA) e Aprendizagem de Adolescentes e Jovens (AAJ). Os 40 participantes que apresentarem melhor desempenho das atividades, se classificaram para a etapa final. Todo o grupo receberá um pen drive personalizado e os três participantes que alcançarem as melhores notas ganharão um Tablet Samsung Galaxy 2 com 16GB de memória.

Importância - Andreia Claudino elogia a iniciativa e reforça a importância de incentivar os jovens a permanecer nas áreas rurais. “Temos que diminuir a evasão rural e criar nos jovens do campo a vontade de estudar e desenvolver inovações que possam ser aplicadas nas propriedades.”

Palestra - Outro destaque do Encontro deste ano será a palestra com o governador de Pernambuco e provável candidato à presidência da República, Eduardo Campos. Com o tema “Como Empreender com sucesso no Brasil”, ele falará aos produtores rurais sobre segurança jurídica, desafios da infraestrutura e logística e a importância do agronegócio.

Sobre o Sebrae/PR - Para quem já é ou quer ser empresário, o Sebrae/PR – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná é a opção mais fácil e econômica de obter informações e conhecimento. Criado na década de 1970, o Sebrae apoia as decisões dos empresários, dos potenciais empresários e dos potenciais empreendedores, no campo e na cidade, porque é a instituição que entende de pequenos negócios e possui a maior rede de atendimento do País. Ao todo, são 27 unidades e aproximadamente 600 postos de atendimentos espalhados de norte a sul do Brasil. No Paraná, conta com seis regionais e 11 escritórios. A instituição chega aos 399 municípios do Estado por meio de atendimento itinerante, pontos de atendimento e de parceiros locais, como associações, sindicatos, cooperativas, órgãos públicos e privados. O Sebrae/PR oferece palestras, orientações, capacitações, treinamentos, projetos, programas e soluções empresariais, com foco em desenvolvimento de empreendedores; impulso a empresas avançadas; competitividade setorial; promoção de ambiente favorável para os negócios; tecnologia e inovação; acesso ao crédito; acesso ao mercado; parcerias internacionais; redes de cooperação; e formação de líderes. (Assessoria de Imprensa do Sebrae/PR)

AGRICULTURA: Paraná deve finalizar safra com recorde de 36,4 milhões de ton de grãos

agricultura 29 11 2013O Paraná está encerrando a colheita da safra 2012/13 com o volume recorde de 36,4 milhões de toneladas de grãos, o que corresponde a um aumento de 17% em relação que a safra anterior (2011/12). A estimativa é da pesquisa mensal do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, correspondente ao mês de novembro, divulgada nesta quinta-feira (28/11). Para a safra de verão que está no campo (2013/14), a previsão do Deral é colher 22,63 milhões de toneladas.

Clima - A maior produção da safra 2012/13 em relação à safra anterior é resultado das boas condições climáticas e do aumento da área plantada de algumas culturas. Houve também recuperação da produção, pois a safra 2011/12 foi castigada severamente pela falta de chuvas, causando reduções na safra de verão.

Soja - A produção de soja foi recorde com um aumento de 46% sobre a safra 2011/12. O volume colhido atingiu 15,82 milhões de toneladas, cerca de 5 milhões de toneladas a mais que a anterior. Em relação ao milho, apesar da redução de 10% na área plantada na primeira safra, a produção foi 7% maior, passando de 6,64 milhões de toneladas, na safra 11/12, para 7,14 milhões na safra 12/13.

Milho - O volume total das duas safras de milho no ano agrícola 12/13 atingiu 17,4 milhões de toneladas, cerca de 830 mil toneladas a mais que o resultado das duas safras no ano anterior (11/12), que totalizou 16,6 milhões de toneladas.

Feijão - Na cultura do feijão, outro grão de expressão econômica plantado no Paraná, houve redução de 13% na área plantada da primeira safra, que caiu de 248 mil hectares para 214 mil hectares. A produção acompanhou essa redução de área e caiu de 350,2 toneladas para 329,5 toneladas, queda de 6%.

Trigo - Na atual safra de trigo, cuja colheita está chegando ao fim, houve aumento de 25% na área plantada, que passou de 782 mil hectares, na safra anterior, para 980 mil hectares. Porém, os problemas climáticos ocorridos durante o desenvolvimento das lavouras resultaram em uma produção 15% menor que a obtida no ano anterior. Espera-se colher 1,8 milhão de toneladas do grão. A quebra na safra 2012/13 em relação à estimativa inicial foi de 39%, informou a engenheira agrônoma do Deral, Juliana Tieme Yagushi.

Safra 2013/14 - A safra de grãos 2013/14 está com o plantio praticamente concluído no Estado e o clima tem colabora com o desempenho das lavouras. As cotações dos principais grãos estão atraentes para os produtores. Se não houver problemas de clima até o início de 2014, o Paraná deve colher nova produção recorde de soja. O Deral prevê uma colheita de 16,37 milhões de toneladas do grão, 4% acima do resultado da safra 2012/13.

Aumento de área - Também houve aumento de 4% na área plantada, refletindo o entusiasmo do produtor com os preços da soja no mercado, em torno de R$ 68,00 a saca. De acordo com o chefe da Conjuntura do Deral, economista Marcelo Garrido, os mercados nacional e internacional estão compradores, principalmente devido à maior demanda chinesa.

Comercialização - Do volume total de soja colhido no Paraná no ano safra 2012/13, que foi de 15,82 milhões de toneladas, foram exportadas 7,3 milhões de toneladas do grão, sendo que 84% desse total foram destinados à China. Segundo Garrido, a previsão é que o mercado internacional continuará atraente para a soja, mesmo com as expectativas de aumento na produção do grão na América do Sul e nos Estados Unidos. Isso porque a previsão de produção ainda não será suficiente para recomposição dos estoques internacionais a um nível confortável, explicou o técnico.

Redução - Com uma área maior de soja, o produtor reduziu o plantio de milho na primeira safra. Segundo pesquisa do Deral, a área plantada com milho caiu 23%, a menor área plantada da história com 673 mil hectares. A previsão de produção aponta para um volume de 5,65 milhões de toneladas. O preço do milho fechou ao redor de R$ 18 a saca. Apesar da reação nos últimos dias, esse valor ainda não é remunerador, disse a técnica Juliana Yagushi.

Estimativa - Para o feijão da primeira safra, a estimativa do Deral aponta para um aumento de 30% na produção, que deve passar de 329.487 toneladas para 428.935 toneladas. Os preços continuam animadores e os produtores aumentaram a área plantada em 10%. Atualmente, o feijão preto é cotado por R$ 137,96 a saca e o feijão de cor por R$ 103,04.

Cotação - O trigo, cuja colheita está a 5% de sua finalização, é cotado a R$ 44,32 a saca, valor ainda considerado bom para o produtor nesse período onde se concentra a colheita da safra de trigo do Rio Grande do Sul e da Argentina. (Agência de Notícias do Paraná)

 

EMBARQUES: Novos mercados colaboram para resultado expressivo das exportações

embarques 29 11 2013O crescimento no comércio internacional do agronegócio brasileiro consolida a posição do país como um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo. Nos últimos doze meses, de novembro/2012 a outubro/2013, as exportações do agronegócio alcançaram US$ 101,36 bilhões, o que representa crescimento de 5,2% sobre os doze meses anteriores.

Produtos agropecuários - Entre os motivos que explicam o crescimento do setor está a ampliação de mercados para a compra de produtos agropecuários brasileiros. A China, por exemplo, apesar de ser o principal destino da soja produzida no Brasil, tem mostrado interesse em outras culturas. Em 2013, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Administração Geral de Supervisão de Qualidade, Inspeção e Quarentena da República Popular da China (Aqsiq) assinaram um protocolo que permite a exportação de milho brasileiro para a China. Nos últimos anos, os chineses importam volumes crescentes do cereal e o Brasil pretende ser um dos maiores fornecedores.

Rússia - Outro exemplo positivo é a Rússia, que este ano autorizou o acesso de carne de equídeos ao habilitar dois estabelecimentos brasileiros para exportação. “Esta é uma grande conquista, pois nos últimos 15 anos não havia registro de exportações de carne equina para o mercado russo”, explica o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Marcelo Junqueira.

Japão - O Japão, após sete anos de negociações, autorizou a exportação de carne suína proveniente de Santa Catarina. As negociações começaram em 2006 e a conclusão do processo tem impacto positivo para a economia regional. As exportações de carne suína para os japoneses podem beneficiar fortemente o segmento no Brasil. Ainda quanto às exportações de carne, os mexicanos aceitaram este ano as garantias sanitárias do Brasil e, pela primeira vez, o país vai exportar carne e ovos férteis de frango para o México. As negociações fazem parte da estratégia do governo federal para a abertura de novos mercados. A expectativa é de que em 2014 essa abertura seja significativa e proporcione um aumento ainda maior nas exportações dos produtos do agronegócio brasileiro.

Frutas - Em relação às frutas, o Chile está em fase final para a abertura de importação de melão e melancia. Uma missão técnica, composta por três representantes chilenos do Ministério da Agricultura do país, esteve na região que engloba o Rio Grande do Norte e Ceará e constatou a eficiência dos trabalhos realizados na manutenção do status fitossanitário de ausência da praga Anastrepha grandis (mosca-das-frutas). O Ministério da Agricultura segue trabalhando para a conquista de novos e importantes mercados. (Mapa)

 

MEIO AMBIENTE: PR se prepara para inscrever 532 mil imóveis no Cadastro Ambiental Rural

meio ambiente 29 11 2013O governo do Paraná executou uma série de medidas e está capacitando 1,5 mil técnicos para auxiliar e orientar os proprietários de terra do Estado a fazer o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que é uma ação obrigatória para o cumprimento do novo Código Florestal brasileiro. A meta é cadastrar 532 mil imóveis paranaenses no sistema. O Paraná é o segundo Estado brasileiro em número de propriedades rurais, sendo que 93% das áreas são de pequenos produtores. “O nosso Estado se preparou realizar o cadastramento. Vamos trabalhar em conjunto com entidades de classe e outras instituições do setor agrícola”, explica o presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Luiz Tarcísio Mossato Pinto.

Responsabilidade - O Governo Federal repassou para os estados e municípios a responsabilidade de executar o cadastro dos imóveis rurais. Apesar do volume de áreas, o Paraná deve receber apenas 0,15% dos R$ 323 milhões que o governo federal vai liberar para os Estados para o processo de cadastro. Para trabalhar o CAR no Estado, o governador Beto Richa publicou em agosto o decreto 8.680 que institui o Cadastro no Paraná. Com a medida, o governo estadual vai compor a base de dados paranaense para controle, monitoramento, planejamento ambiental e combate ao desmatamento.

Sistema - No Paraná, o Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), ferramenta eletrônica para o cadastramento, deve ser lançado neste sábado (30/11), em Marechal Cândido Rondon. O sistema funciona pela internet e permite o registro das áreas rurais com base em imagens georreferenciadas. É obrigatória a inscrição das reservas legais e das áreas de proteção ambiental de todas as propriedades rurais do País.

Prazo - Os produtores terão um ano, prorrogável por mais 12 meses, para cadastrar o imóvel rural no CAR. “Depois que o sistema estiver em funcionamento, aqueles que se cadastrarem terão benefícios como o acesso a crédito, prazo de até 20 anos para a readequação dos seus imóveis e outros apoios para subprogramas”, informa o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos Luiz Eduardo Cheida.

Paraná na frente - No Estado, o Instituto Ambiental do Paraná será responsável por disponibilizar o programa para inscrição no CAR na internet, bem como a consulta e acompanhamento da situação de regularização ambiental dos imóveis rurais. O órgão também fez a capacitação dos técnicos que darão suporte aos produtores. “O nosso objetivo é fomentar a regularização ambiental dos imóveis rurais, incentivando a recuperação das aéreas ambientalmente mais relevantes”, afirma Mossato Pinto.

PRA - Com o cadastramento os agricultores podem ingressar no Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Recomendação - Mossato informa que mesmo que o Governo Federal abra o sistema de cadastros em dezembro, a recomendação aos produtores paranaenses é que iniciem seus processos a partir de fevereiro de 2014. “Até essa data deverão ser adequadas questões específicas do Paraná. Mas aqueles que desejarem ou precisarem fazer seus cadastros podem procurar um dos nossos parceiros”, afirma.

Participação - A mobilização para apoio aos proprietários rurais contou com a participação da Secretaria do Meio Ambiente, Instituto Ambiental do Paraná e da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (SEAB) e Emater.

Parceiros - Como parceiros que irão atuar no auxilio aos agricultores para preencher de forma correta seus cadastros no Estado estão mobilizados a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep), Sistema Ocepar, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA), Associação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Universidade Federal do Paraná (UFPR) e INCRA.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O que é CAR?

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) consiste no registro público eletrônico das informações ambientais do imóvel rural.

O CAR é obrigatório?

O Novo Código Florestal, Lei nº 12.651, de 2012, estabelece que todos os imóveis rurais sejam cadastrados. O Poder Público está oferecendo as ferramentas necessárias para o devido cumprimento da Lei.

Quem deverá fazer o CAR?

O cadastro será obrigatório para todos os imóveis rurais e é a principal ferramenta de regulamentação ambiental do novo Código Florestal. Mesmo imóveis que já possuam Reserva Legal averbada (SISLEG) deverão efetuar o CAR.

Quem poderá ajudar no preenchimento do CAR?

O proprietário rural de pequena propriedade ou posse rural familiar poderá solicitar o apoio institucional para proceder a inscrição no CAR.

Como fazer o CAR?

O preenchimento deverá ser feito eletronicamente utilizando aplicativo para inscrição disponível no site www.car.gov.br.

O que precisa ser declarado no CAR?

O CAR é composto de dados pessoais do proprietário ou possuidor rural, podendo ser pessoa física ou jurídica, além de dados cadastrais e da localização georreferenciada das Áreas de Preservação Permanente (APP), áreas de Reserva Legal (RL) e áreas de uso restrito – AUR de todos imóveis rurais do país.

Depois do cadastro o que acontece?

Após a validação das informações inseridas no sistema, é gerado um demonstrativo da situação ambiental do imóvel. Essa situação poderá ser considerada regular em relação às áreas de interesse ambiental ou, caso possuam algum passivo, serão consideradas pendentes de regularização. (Assessoria de Imprensa da Sema)

 

BNDES: Banco cria fundo de R$ 186 milhões para inovação

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinou, nesta quinta-feira (28/11), no Rio, a criação do segundo fundo de capital semente Criatec. Com recursos de R$ 186 milhões, o fundo é voltado para o desenvolvimento de micro, pequenas e médias empresas com alto índice inovador, e que atuem principalmente nas áreas de agronegócios, biotecnologia, tecnologia da informação, novos materiais e nanotecnologia.

Novo fundo oficializado - Durante o evento que oficializou o novo fundo, o presidente do banco, Luciano Coutinho, afirmou que o lançamento do segundo Criatec "explicita a estratégia que o BNDES vem seguindo, cada vez mais articulada, de promover inovação na indústria, serviços e agronegócio".

Estratégias - Uma das estratégias do BNDES, ao desenvolver o apoio a empresas nascentes por meio de fundo, foi abrir a possibilidade de participação do investidor privado e do mercado de capitais. Por enquanto a adesão foi apenas de bancos de fomento, sendo 67,74%, ou R$ 126 milhões, originários do BNDES e 16,12% (R$ 30 milhões) do Banco do Nordeste. O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Badesul e Banco de Brasília (BRB) ficaram com 5,37% (o equivalente a R$ 10 milhões) de participação cada.

Investidores - Há expectativa, contudo, que investidores-anjo possam atuar como co-investidores. Segundo o diretor da área de mercado de capitais do banco, Julio Ramundo, houve uma reunião na semana passada com 30 investidores-anjo interessados no Criatec 2. Coutinho também vê amadurecimento no mercado para esse tipo de investimento, mesmo que haja mais riscos associados do que em um fundo de private equity, por exemplo.

Indícios - "Existem indícios de que há um mercado em formação para investir em empreendimentos nascentes. Acredito que, com o tempo, o mercado vai se desdobrar da mesma forma que se desdobrou no sistema de venture capital. Temos hoje a condição de estimular um número grande de fundos e conseguiremos, talvez na área de capital semente, replicar a experiência e abrir mais o guarda-chuva para também mobilizar novos investidores", afirmou o presidente. O BNDES já investe, hoje, R$ 700 milhões em fundos de capital semente e venture capital.

Seleção - Ao longo dos próximos quatro anos, 36 empresas serão selecionadas para o Criatec 2, podendo receber, inicialmente, aportes de R$ 2,5 milhões cada, com a possibilidade de outros R$ 3,5 milhões em uma segunda rodada. O volume liberado para cada empresa e o valor total do fundo são superiores ao observado no Criatec 1. Lançado em 2007, o primeiro fundo tinha R$ 100 milhões em recursos, e distribuiu R$ 1,5 milhão por companhia, sem possibilidade de novo aporte.

Cotistas - O número de cotistas também era menor. Os recursos do primeiro Criatec eram majoritariamente do BNDES (80%), e o restante era do Banco do Nordeste. "O Criatec 2 é um passo maior, com mais recursos e parceiros, o que nos dá mais conforto", disse o presidente do BNDES.

Nova fase - Segundo o chefe do departamento de fundo de investimento do BNDES, Leonardo Pereira, o banco não deve demorar tanto tempo para lançar uma nova fase do Criatec. A terceira edição do fundo deve ser anunciada no início do ano que vem, com áreas complementares às que serão atendidas pelo Criatec 2. O recurso total para essa terceira fase do fundo de apoio à inovação está estimado entre R$ 180 milhões e R$ 200 milhões.

Resultados mais concretos - Pereira espera, ainda, que resultados mais concretos de estímulo ao investimento em capital semente comecem a ser sentidos em dois ou três anos. Nesse mesmo horizonte, em função de todas as iniciativas que têm surgido, o banco estima que o mercado brasileiro de investimento em venture capital e capital semente seja de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões por ano.

Recurso disponível - "Pelo menos nos próximos cinco anos vai ter muito recurso disponível para venture capital e capital semente", afirmou o chefe do departamento de fundo de investimento do BNDES. De fato, os primeiros efeitos do fundo Criatec 1 já estão sendo sentidos. Das 36 empresas apoiadas, cinco estão entre as mais inovadoras do país. Segundo o banco de fomento, as 36 companhias investem 20% de sua receita em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e crescem, em média, 40% ao ano.

Mercado privado - A expectativa do banco para a terceira edição do fundo é que já haja participação do mercado privado. "Quando materializarmos o resultado do Criatec 1, conseguiremos investidores de mercado para o Criatec 3", afirmou Ramundo, diretor do BNDES. (Valor Econômico)

BRASIL: Superávit cai e ameaça meta anual

brasil 28 11 2013Em outubro, mês em que a equipe econômica apontava uma recuperação do resultado fiscal, o governo federal registrou um superávit primário de R$ 5,4 bilhões. Essa economia para pagamento de juros da dívida pública, no entanto, foi a menor para meses de outubro desde 2004. O resultado do governo central - que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - no mês passado não convenceu o mercado sobre o cumprimento da meta fiscal do ano.

Acumulado - De janeiro a outubro, o governo acumulou um superávit primário de R$ 33,4 bilhões ou 45,7% da meta para o ano de R$ 73 bilhões, que já considera os abatimentos previstos. Portanto, é necessária uma economia de aproximadamente R$ 40 bilhões na soma dos números de novembro e dezembro. Para o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin (foto), isso é "factível". Como argumento, ele disse que a "expectativa é de que o superávit de novembro seja histórico".

Histórico - Augustin, no entanto, não foi claro sobre em qual comparação o resultado fiscal do mês será "histórico". O recorde atual para meses de novembro foi registrado em 2009, quando o saldo positivo foi de R$ 10,7 bilhões, segundo série histórica do Tesouro iniciada em 1997. Mas o maior superávit mensal de todos os tempos foi de R$ 28 bilhões em dezembro do ano passado. Esse recorde incluiu os R$ 12,4 bilhões em recursos do Fundo Soberano numa operação avaliada pelo mercado como uma manobra para cumprir a meta fiscal.

Fatores - Na projeção do "significativo" superávit de novembro, o secretário do Tesouro citou três fatores. Do lado das receitas, entrarão recursos pagos para empresas aderirem aos programas de parcelamentos de dívidas com a União, além do bônus de assinatura do campo de Libra - dinheiro que o consórcio vencedor do leilão terá que desembolsar para exploração do campo. Augustin completou que o controle das despesas também terá efeito no resultado fiscal positivo do mês que será de "dois dígitos".

Libra - Somente o bônus de Libra representa R$ 15 bilhões de receita de uma só vez em novembro. Já os recursos pela adesão ao Refis e aos outros parcelamentos de dívidas tributárias devem somar R$ 16,4 bilhões até o fim do ano, pela estimativa do governo. O prazo para empresas aderirem aos programas se encerra hoje.

CDE - Outro fator favorável ao resultado fiscal de novembro é que o governo não prevê novos gastos de auxílio à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) - fundo setorial para cobrir o uso de usinas térmicas e a redução das tarifas das contas de luz, como anunciou ontem o secretário do Tesouro. Essas despesas somaram R$ 6,4 bilhões até outubro.

Juros futuros - Apesar do discurso otimista de Augustin, a divulgação do superávit de outubro impactou o mercado de juros futuros, que reagiu mal ao ver dificuldades para o cumprimento da meta fiscal. Questionado, o secretário do Tesouro repetiu a resposta de meses anteriores. Ele disse que respeita as críticas e voltou a afirmar que o resultado acumulado do ano está em linha com as previsões para atingir a meta de R$ 73 bilhões no fim do ano.

Dívida/PIB - "Fala-se, às vezes, de uma gravidade [fiscal] como se houvesse uma situação parecida com a de outros países onde a [relação] dívida/Produto Interno Bruto (PIB) tem crescido. Se alguém do mercado tem uma opinião negativa, eu respeito", mas a dívida/PIB, que é "o principal indicador de solvência fiscal", está caindo, argumentou.

Classificação de risco - Rebatendo as críticas, ele também afirmou que as agências de classificação de risco avaliam o Brasil de forma "muito tranquila", sem "o tom mais forte [...] que se vê nas manifestações do mercado ou de algum analista". O governo "se preocupa muito com a avaliação das agências do ponto de vista de ter os melhores fundamentos para que o mercado possa fluir com tranquilidade", completou.

Redução da dívida pública - Augustin buscou ainda explicar a redução da dívida pública nos últimos dias, ao dizer que isso está acontecendo porque as empresas estão vendendo títulos públicos para usar os recursos no pagamento do Refis e do bônus de Libra. (Valor Econômico)

 


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