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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3254 | 06 de Janeiro de 2014

COCAMAR: Dia de Campo de Verão será de 22 a 24 deste mês em Floresta

dia de campo

Em contagem regressiva. Um dos eventos técnicos mais aguardados do ano, pelos cooperados da Cocamar, acontece período de 22 a 24 deste mês em Floresta, na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da cooperativa. É o Dia de Campo de Verão, promovido em parceria com aproximadamente 50 empresas fabricantes de produtos, com foco principalmente nas culturas de soja e milho. A expectativa da Cocamar é que o evento seja visitado por cerca de 5 mil produtores cooperados, representando todos os municípios da área de atuação da cooperativa, nas regiões noroeste e norte. O funcionamento diário vai ser das 8h30 às 17h. Além da avaliação de novas cultivares e híbridos daquelas duas culturas, o Dia de Campo terá uma série de outras atrações, como programação de palestras técnicas, demonstrações diversas sobre temas como compactação de solo, velocidade de plantio, integração lavoura-pecuária-floresta e outros, e exposição de máquinas com “test drive”. (Imprensa Cocamar)

ECONOMIA: Após cair, PIB potencial recupera fôlego

Após uma forte queda nos últimos anos, o chamado "produto potencial" ganha, na avaliação de especialistas, algum fôlego. Dentre as razões, destacam-se a expectativa de aumento dos investimentos em infraestrutura e um fenômeno populacional recente - um grupo de jovens que vem optando por estudar por mais tempo no lugar de trabalhar. Para alguns analistas, o retorno desses jovens ao mercado de trabalho com maior qualificação, ao lado de melhorias no setor logístico, podem significar maior produtividade, justamente o pilar mais controverso a compor a conta do produto potencial.

Previsões - O PIB potencial é a tentativa de se estimar o ritmo de avanço do PIB que não acelera a inflação e nem provoca desequilíbrios externos. Em um cenário que combinava folga no mercado de trabalho, alta da produtividade e crescimento do investimento como participação do Produto Interno Bruto (PIB), as estimativas para o chamado produto potencial surpreendiam. Um ano após a deflagração da crise econômica mundial, em 2009, a maior parte de economistas e analistas de mercado previa que o produto potencial brasileiro passava de 4%. Desde 2011, contudo, as estimativas estão em queda e a projeção é que hoje o produto potencial não passe de 2,5%.

Cálculos - Por ser uma variável não mensurável, há muita incerteza ligada às estimativas do produto potencial. No cálculo, entram as expectativas para estoque de capital, o estoque de trabalhadores (oferta de mão de obra) e a produtividade - componente sobre o qual giram os maiores embates entre uma maioria que hoje acredita que o produto potencial brasileiro gira entre 2% e 2,5% e aqueles que avaliam que ele pode ser um pouco maior do que isso. Para estes últimos, o PIB potencial não estaria ao redor de seu pico de 4%, mas em algum lugar entre 3% e 3,5%. "A grande divergência está no componente da produtividade, que fica entre a estagnação, que seria o cenário mais pessimista, e o crescimento próximo de 1% ao ano, que é o que está implícito na minha conta de PIB potencial", afirma Bráulio Borges, economista da LCA Consultores.

Exageros - Para ele, o PIB potencial está mais próximo de 3% ou 3,5%. "Só por conta de crescimento de estoque de capital da economia e crescimento da oferta de mão de obra, ou seja, sem colocar a produtividade na conta, o Brasil já conseguiria crescer 2,5% ao ano nos próximos cinco ou dez anos". Segundo Borges, há muito analista no mercado extrapolando um comportamento recente da produtividade como se fosse a tendência de longo prazo. Em dez ou quinze anos, avalia o economista, o crescimento médio da produtividade está mais próximo de 1%, o que está longe de ser um número brilhante, afirma, mas não é a estagnação vista por alguns. E, neste cenário, a queda da participação dos jovens no mercado de trabalho - que acabou coincidindo com uma série de medidas de estímulo ao estudo - e o consequente retorno a este mercado com maior qualificação seria um trunfo importante.

Jovens - "No curto prazo, isso [o aumento de jovens no grupo dos que só estudam] pode ter prejudicado um pouco a nossa economia, já que diminui a oferta de mão de obra, com queda do desemprego e inflação. Só que, olhando mais à frente, podemos ver parte dessas pessoas voltar ao mercado de trabalho com uma qualificação maior, mais produtivos", afirma Borges. Esse componente, diz ele, assim como a imigração - que não foi incluída na conta do economista, mas também pode aumentar a produtividade da economia - são cruciais para pensar o Brasil no médio prazo, diz ele.

Mais qualificação- Ana Maria Bonomi Barufi, economista do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, também estima que o aumento do grupo dos jovens que só estudam e que, portanto, devem acessar o mercado de trabalho com uma maior qualificação, deve impactar positivamente a atividade agregada, mas tem ressalvas com relação ao tamanho desse impacto. "Talvez não seja o mesmo ganho de produtividade de alguém que passou por uma instituição de alta qualidade, mas a contribuição vai ser maior do que se os jovens não tivessem estudado. E, nesse sentido, é positivo para o PIB potencial".

Reavaliação - Em trabalho divulgado no fim de outubro, o próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) sublinha que a atividade econômica moderada e uma inflação elevada desde 2010 levaram a uma reavaliação do crescimento potencial brasileiro de longo prazo. Em seu cenário central, no entanto, o FMI avalia que o produto potencial se encontra hoje ao redor de 3,5%, ancorado especialmente nas expectativas sobre a produtividade. Além do incremento educacional como fonte de expansão do PIB potencial, o relatório indica que investimentos em infraestrutura e algum tipo de reforma tributária a ser feita no médio prazo fazem com que a taxa de crescimento da produtividade embutida nas projeções do Fundo seja de 1% nos próximos anos, sustentando, assim, um PIB potencial ao redor de 3,5%. O FMI, porém, faz a ressalva que tanto a taxa de investimento - que deve se manter constante em 19% do PIB a despeito do programa federal de concessões - quanto o mercado de trabalho, com taxas de emprego próximas ao pico histórico, têm pouco a contribuir com esse incremento do PIB potencial brasileiro.

Efeitos de curto prazo - A tese mais otimista, no entanto, não é consensual. Para Alexandre de Ázara, economista-chefe do Banco Modal, o pico das expectativas acerca do PIB potencial - quando se pensava que ele estava mais próximo de 5% do que de 2% - é resultado de uma percepção muito otimista tanto do mercado de trabalho quanto da produtividade. "Existia desemprego alto e o estoque foi zerado. A produtividade atingiu o ápice entre 2006 e 2007 e, além disso, também estava crescendo o investimento como participação do PIB", diz Ázara. Segundo ele, são fatores que, há alguns anos, pareciam impulsionar o produto potencial, mas que mostraram ter efeitos de curto prazo e não devem se repetir. Após o pico, diz Ázara, a produtividade total dos fatores (PTF, que mede a eficiência com que os fatores capital e trabalho se transformam em produção) começou a cair ainda em 2007 e desde 2012 contribui negativamente para o PIB. Além disso, o aumento de estoque de capital em tempos recentes se deve basicamente ao forte investimento em itens como caminhões e a taxa de desemprego natural [para a qual uma economia tende no longo prazo] está acima da taxa de desemprego efetiva. "Ou seja, o PIB potencial é algo entre 2,5% e 3% se o desemprego subir. Do contrário, é entre 2% e 2,5% mesmo".

 

Crescimento demográfico - Também para Ana Maria, a questão demográfica é uma preocupação. "O crescimento da população em idade ativa [PIA] nas próximas décadas já foi definido por essas famílias que tiveram filhos há cinco ou dez anos. Ou seja, a produtividade pode ser beneficiada de um lado, enquanto o crescimento populacional e seu impacto na mão de obra podem pesar negativamente de outro". Para Ana Maria, a perspectiva é fazer com que o incremento do capital físico - o investimento - consiga garantir condições para que a mão de obra se torne mais produtiva. Já para Ázara, as reformas estruturais, como a da Previdência, são cruciais para reduzir os gastos do governo como um todo, de forma a aumentar o produto potencial.

Queda - Na opinião de Borges, da LCA, há certo exagero em pensar que o PIB potencial caiu dois pontos percentuais em poucos anos. "O potencial de crescimento é uma variável que muda, não é algo dado por Deus. Só que o PIB potencial é um navio, as variáveis dentro dele não mudam com a mesma velocidade das variáveis dentro do PIB efetivo", diz Borges. Para ele, é provável que as estimativas de potencial de muitos analistas estão sendo afetadas atualmente pelo PIB efetivo, o que não deveria ocorrer. "Houve exagero lá atrás e há exagero hoje. A verdade, provavelmente, está no meio do caminho". (Valor Econômico)

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO I: Inovação industrial brasileira esbarra em burocracia

A inovação no Brasil está estagnada. De acordo com a última Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica (Pintec), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a proporção de indústrias que introduziram pelo menos um produto ou processo inovador caiu de 38,1% em 2008 para 35,6% em 2011. O resultado é reflexo da crise econômica que assolou o mundo inteiro dois anos antes, mas o excesso de burocracia para empreender e a falta de capilaridade dos investimentos e subvenções indicam que pouco mudou de lá para cá.

Dificuldades - De acordo com empresários e especialistas do setor, a dificuldade começa quando um empreendedor tenta abrir uma startup (empresa tecnológica em estágio inicial), contratar funcionários e ter acesso a fundos públicos e privados de financiamento. “Este é um dos mais elementares motivos para o modesto índice de inovação registrado no Brasil”, afirma Carlos Eduardo Calmanovici, presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadores (Anpei). Segundo ele, um dos exemplos que evidencia essa morosidade é o número de patentes aguardando análise no Instituto Nacional de Patentes Industriais (Inpi): 160 mil. “Além do mais, é muito difícil contratar o pesquisador sem que ele se desligue de uma universidade, onde leva sua pesquisa. Falta segurança jurídica”, explica.

 Concentrado - A falta de capilaridade dos recursos é outro ponto que tem travado a inovação no país. No Paraná, por exemplo, apenas 442 empresas realizam projetos internos de pesquisa de desenvolvimento (P&D). “É muito pouco. É preciso expandir e garantir que a inovação chegue a mais empreendimentos”, afirma o gerente de inovação do Senai no Paraná, Filipe Cassapo. No entanto, ele acredita que aos poucos os fundos de inovação estão capilarizando suas atuações, o que pode ter impacto positivo para os próximos anos. “Alguns programas específicos para regiões menos favorecidas foram criados nos últimos meses porque a concentração estava muito flagrante”, explica Cassapo. Um deles é o Tecnova, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que lançou em julho um projeto de subvenção de R$ 190 milhões em todo o Brasil, mas com recursos mínimos destinados para cada estado.

Regulamentação - Uma ação que eliminaria boa parte dos entraves burocráticos existentes hoje e, consequentemente, levaria a inovação a um maior número de empresas é a regulamentação da Lei de Inovação. Aprovada no Paraná na metade do ano, o texto ainda não define quais os métodos de subvenção econômica e abatimento tributário para as empresas inovadoras. “É preciso regulamentar a lei o quanto antes. Só com uma regra clara que poderemos mudar de patamar”, observa Cassapo.

Gastos em pesquisa crescem em três anos -A queda da taxa de inovação contrasta com indicadores da Pintec que apontam um aumento das atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas brasileiras. O investimento total das empresas em atividades inovadoras em 2011 foi de R$ 64,9 bilhões – ou 0,71% da receita líquida de vendas das indústrias em pesquisa e desenvolvimento, percentual acima dos 0,62% registrados em 2008. A relação destes investimentos com o Produto Interno Bruto (PIB) do país, no entanto, ainda deixa o Brasil bastante abaixo de outras nações. Enquanto por aqui o índice está em 0,59%, a China gasta 1,38% e nos Estados Unidos a proporção está em 1,83%. (Gazeta do Povo)

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO II: PR é estado com mais projetos aprovados em edital do Senai

A busca por fundos para projetos de inovação aumentou no Paraná. Como resultado, o estado foi o líder em projetos aprovados no edital Senai Sesi de Inovação. Dos 112 projetos selecionados, 21, ou 18,7%, são ideias de empreendedores paranaenses. Ao todo, são R$ 30,5 milhões para projetos desenvolvidos em parceria com o Senai (R$ 20 milhões) ou com o Sesi (R$ 7,5 milhões), e em bolsas de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (R$ 3 milhões), oferecidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O aporte de recursos por projeto pode chegar até R$ 300 mil.

Ideia inovadora- O programa é dirigido às empresas que desejam desenvolver e implementar um projeto inovador em produtos, processos, serviços ou tecnologias sociais. É o caso da curitibana Imunova, que realiza análises biológicas. “Com este recurso poderemos acelerar a execução de alguns projetos”, afirma um dos sócios da empresa, Max Ingberman. Eles desenvolveram um método mais eficaz de diagnóstico dos efeitos de vacinas em aves e suínos. Cuidados com o meio ambiente também foram valorizados na escolha do Edital de Inovação.

Menos impacto ambiental - Em Curitiba, a Movelaria Paranista, que produz móveis de madeira maciça ecológica, pretende aplicar tecnologia eletroquímica na indústria moveleira. O projeto consiste em diminuir o impacto ambiental dos resíduos de pré e pós-fabricação – ou seja, os materiais descartados no momento de fabricar uma peça e o produto em si, anos depois de ser adquirido pelo cliente. “O que iria para a natureza pode se transformar em outro produto ou apenas ter o impacto de poluição diminuído, mediante o uso de determinadas tecnologias que serão desenvolvidas com o projeto”, explica o diretor da Movelaria Paranista e desenvolvedor da ideia, Aurélio Sant ‘Ana. (Gazeta do Povo)

PESQUISA E DESENVOLVIMENTO III: “Adquirir máquinas não é inovação”, alerta especialista

Pouco mais de um terço das indústrias brasileiras pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmam ter realizado algum processo ou produto inovador. No entanto, 46,9% destas empresas alegam que a inovação que introduziram no seu modo de produção é a aquisição de uma máquina nova. “Isto não é inovação. Um dos problemas para a expansão da inovação é acreditar que ao comprar uma máquina para a indústria você está inovando”, afirma o gerente de inovação do Senai no Paraná, Filipe Cassapo. Um alento é a queda de 5% no índice entre a pesquisa feita em 2008 e 2011 e o aumento no número de empresários que afirmam ter incrementado os gastos em atividades internas de pesquisa e desenvolvimento – em 2008 o índice era de 24,5% e três anos mais tarde ficou em 29,8%. (Gazeta do Povo)

TEMPO: Condições climáticas e tendências para os próximos meses

climaAs precipitações ocorridas durante mês de dezembro, ficaram abaixo da média em todo o centro-sul do Brasil e, continuaram seguindo o mesmo padrão dos últimos meses, muito irregulares.  No Paraná, os menores acumulados de precipitação ocorreram no centro e norte do Estado. No Centro-oeste, os totais de precipitação ficaram entre a média e ligeiramente acima do normal, com exceção do Mato Grosso do Sul, onde as chuvas também ficaram abaixo do normal. No Sudeste, o Estado de São Paulo registrou chuvas abaixo do normal, nos demais Estados as chuvas ficaram acima da média. Devido as baixas precipitações ocorridas no centro-sul do Brasil, ocorreu uma deficiência hídrica no solo, a partir de meados de dezembro em diante. 


Calor - As temperaturas ficaram acima da média na maior parte do centro-sul do Brasil, devido a uma forte onda de calor ocorrida no final do mês, nas outras regiões do Brasil, as temperaturas registradas ficaram entre a média e ligeiramente acima do normal. Com relação ao comportamento das temperaturas das águas superficiais no Oceano Pacífico Equatorial, não foram observadas mudanças significativas  no padrão dessas temperaturas, ao longo do mês de dezembro, que continuam próximas à normalidade, persistindo as condições de neutralidade climática. Estas condições climáticas, em escala global, seguem com a tendência de persistência de neutralidade (nem “El Nino” e nem “La Nina”), para os próximos meses.

Chuvas - Devido a persistência desta situação de “neutralidade climática”, as precipitações devem continuar com o mesmo padrão observado nos últimos meses, com chuvas ligeiramente abaixo da média e com esta distribuição muito irregular, intercalando períodos curtos com muita precipitação e períodos maiores com pouca ou nenhuma chuva, para o centro-sul do Brasil. Nas demais regiões do Brasil, as chuvas devem ficar entre a média e ligeiramente acima do normal.

Temperaturas
- As temperaturas devem ficar dentro do normal para a época do ano, em todo o centro-sul do Brasil, mas ainda com estas mudanças bruscas ao longo dos próximos meses. (Luiz Renato Lazinski /Meteorologista/INMET/MAPA)

 

AGRICULTURA: Renegociação de dívidas de produtores rurais somou R$ 1,3 bilhão em 2013

FotoDinheiroCalculadora5A renegociação de dívidas de agricultores familiares e empresariais dos estados do semiárido brasileiro encerrou o ano com R$ 1,3 bilhão em débitos liquidados e 114,9 mil operações renegociadas. A Bahia foi a responsável pela maior parte desse volume, com R$ 250 milhões renegociados. Em segundo lugar ficou o Piauí, com R$ 217 milhões, seguido de Minas Gerais, com R$ 211 milhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Integração Nacional.

Estiagem - A renegociação a que se refere o balanço foi instituída pela Lei n° 12.844/2013, especificamente para ajudar agricultores afetados pela estiagem. A oportunidade é válida para débitos contraídos até dezembro de 2006.Na última segunda-feira (30), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, ainda, condições especiais de renegociação para produtores rurais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste que queiram liquidar débitos contraídos até 2010. Além de possibilidade de liquidar débitos, o governo instituiu, desde maio de 2012, linhas de crédito emergenciais para auxiliar a população atingida pela seca. O prazo para contratação desses empréstimos encerrou-se em 30 de dezembro de 2013. Por enquanto, não houve prorrogação. (Agência Brasil)

SUÍNOS/CEPEA: Demanda pode manter preços firmes em 2014

suinocultura2Depois de concretizadas as expectativas de um 2013 positivo para a suinocultura, agentes esperam que 2014 seja ainda melhor, com cotações firmes. A demanda interna deve ser estimulada, em especial pelos esforços do setor para elevar o consumo de carne suína no País, pela vinda de turistas com a realização da Copa do Mundo. Quanto às exportações, o clima também é de otimismo, com a consolidação do relacionamento entre Brasil e Japão e o aumento dos embarques para outros mercados. Do lado da oferta, o cenário deve permanecer estável, contribuindo para sustentar as cotações. Todo esse cenário positivo à suinocultura deve, no entanto, ser observado de forma criteriosa nos médio e longo prazos. Isso porque, historicamente, períodos de bons resultados são seguidos de fortes investimentos, que, por sua vez, podem deixar a oferta superior à demanda e ocasionar, consequentemente, queda de preços. (Cepea/Esalq)

 

FRANGO/CEPEA: Ano deve seguir positivo para a avicultura no Brasil

aviarioAs projeções de demanda interna aquecida e exportações crescentes em 2014 sinalizam mais um ano favorável ao setor. Para atender aos incrementos de demanda (interna e externa), a expectativa é de aumento da produção de frango em 2014. O consumo nacional de carne de frango deve ser favorecido pela Copa do Mundo e pelas eleições. Vale ressaltar, porém, que as estimativas mais recentes do PIB (Produto Interno Bruto) apontam um crescimento de apenas 2% em 2014 – bem abaixo da previsão de 4% feita na proposta de orçamento para este ano, divulgada em agosto/13.

 Mercado doméstico - Do lado da oferta doméstica, levantamento do USDA mostra um crescimento na produção brasileira de carne de frango em 2014, de 2%, passando para aproximadamente 13 milhões de toneladas. O gargalo do setor avícola brasileiro ainda deve ser a questão logística, tanto para o transporte da matéria-prima quanto do produto final. (Cepea/Esalq)

 

EMBRAPA: Site trata de dieta saudável e de sua relação com o consumo de hortaliças

alimentacao (Small)Um espaço dedicado aos consumidores. Assim é o site Hortaliças na Web, criado pela Embrapa Hortaliças (Brasília, DF), uma das Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa. Com temática voltada a temas como dicas sobre compra e conservação, além de receitas, o local mostra como o consumo desses alimentos pode contribuir para a manutenção da saúde. É o que aborda a seção “Quem quer saúde vai à feira”, que procura esclarecer e informar a respeito de questões que relacionam determinados temas ligados a doenças crônicas, como diabetes, colesterol alto e hipertensão, com o consumo de hortaliças. 

Temas - Após tratar de temas como “Quanto de hortaliça comer por dia”, “Hortaliças e gordura no sangue”, “ Hortaliças e hipertensão” “Hortaliças e diabetes”, o site inaugurou em dezembro informações detalhadas sobre a relação entre “Hortaliças, sobrepeso e obesidade”, última das subseções referentes a essas doenças. “Quando uma pessoa é diagnosticada com diabetes, por exemplo, normalmente é destacada a importância de uma dieta saudável para o controle da doença em questão, então dentro desse quadro qual seria o papel das hortaliças e é em cima desse papel que desenvolvemos os textos”, explica a pesquisadora Milza Lana, responsável pelo site Hortaliças na Web, construído em parceria com a nutricionista Raquel Franz, do Ministério da Saúde (MS).

Dietas saudáveis - Ao atuar na área de Promoção da Saúde do Trabalhador no MS, a nutricionista interage com grupos de gestantes ou de reeducação alimentar em ações de prevenção da saúde e, segundo ela, seja qual for a categoria em questão, as hortaliças mostram uma relação direta com as dietas saudáveis. “Nesse contexto, procuramos aliar as informações sobre a maneira de consumir hortaliças, já que não possuem os mesmos teores de nutrientes e calorias igualmente, ante a doença instalada”, registra. 

Parceria - Para a pesquisadora, a parceria com o ministério tem possibilitado que as informações colocadas sejam respaldadas por um órgão que promove ações públicas de saúde, e o trabalho conjunto com uma nutricionista termina por balizar essas informações. “Temos o cuidado de somente publicar informações já consolidadas e que fazem parte das diretrizes oficiais relacionadas a dieta e saúde”, anota Milza, acrescentando que todo o trabalho desenvolvido tem como base o Guia Alimentar para a População Brasileira, editado pelo MS e no qual as hortaliças fazem parte das diretrizes. 

 Site - Hortaliças na Web: http://www.cnph.embrapa.br/hortalicasnaweb/index.html

 (Imprensa Mapa)

 

 


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