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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3255 | 07 de Janeiro de 2014

SHOW RURAL: Evento é referência em difusão de tecnologia

LogoSRC2014C (Small)Será realizado de 3 a 7 de fevereiro em Cascavel, o Show Rural 2014, um dos principais eventos do país envolvendo a difusão de tecnologias voltadas ao aumento de produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais. Promovido pela Cooperativa Coopavel, o Show Rural atrai visitantes de diversas localidades do país, com interesse em conhecer o que há de mais novo em tecnologia de produção, máquinas e insumos agrícolas. Na edição passada mais de 200 mil pessoas visitaram o evento. Como tradicionalmente acontece, o Sistema Ocepar estará presente, participando com um estande. Mas informações pelo site www.showrural.com.br.

 

C.VALE: Ministério da Agricultura autoriza que frango sem hormônios seja identificado no rótulo

O Ministério da Agricultura autorizou as empresas do setor avícola a utilizarem em seus rótulos a mensagem “sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira”.A utilização da mensagem é facultativa e se estende a todas as empresas fiscalizadas pelo SIF (Sistema de Inspeção Federal). A informação foi divulgada no dia 26 de dezembro pela Ubabef (União Brasileira de Avicultura). A permissão para utilizar a mensagem foi solicitada ao ministério pelas próprias agroindústrias do setor, entre elas a C.Vale. “Nunca usamos hormônio na produção de nossos frangos. Nós, como todas as outras empresas do segmento, apenas não tínhamos autorização para divulgar esse dado em nossos rótulos. Vale destacar que o uso de hormônios é proibido no Brasil e em vários países”, destacou o presidente da C.Vale Alfredo Lang.

Mito - De acordo com o presidente da Ubabef, Francisco Turra, embora não seja feita a adição ou aplicação de hormônios na criação nas aves, ainda persiste o mito de que isso ocorra nas criações para justificar o crescimento e o menor tempo de abate dos frangos comerciais.  “Como todo animal, o frango possui hormônios naturais, mas o que influencia seu crescimento é principalmente o melhoramento genético por seleção natural, com o cruzamento de animais de melhor ganho de peso, nutrição e manejo adequado. Não há qualquer adição de hormônios em sua criação”, complementa Turra. Segundo ele, a carne de frango que é servida na mesa do brasileiro segue os mesmos padrões de qualidade dos produtos exportados para mais de 150 países.

 Campanha - A Ubabef tem liderado uma campanha, em parceria com os vários elos do setor avícola nacional, para esclarecer ao público de que não há utilização de hormônios na criação brasileira de frangos. “Neste sentido, acreditamos que a informação direta ao consumidor, por meio do rótulo, tenha efeitos rápidos e positivos para, enfim, desfazermos este mito”, afirma Turra. De acordo com ele, o Brasil é o maior exportador mundial desde 2004 e o terceiro maior produtor de carne de aves. O foco na qualidade é mais que um diferencial: é uma necessidade, para que o produto continue a ser absoluto na mesa de consumidores pelo mundo. (Imprensa C.Vale)

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COPAGRIL: Copagril promove V Concurso da Silagem de Melhor Qualidade

Com o objetivo de incentivar os produtores de leite a produzirem silagens cada vez mais nutritivas e saudáveis, a Copagril está promovendo o V Concurso da Silagem de Melhor Qualidade. A disputa consiste em coletar amostras nas propriedades dos associados inscritos, enviá-las para análise e premiar aqueles que tiverem os melhores resultados. As inscrições seguem até o dia 15 e são gratuitas. Basta entrar em contato com os técnicos do fomento leiteiro ou com a unidade mais próxima que, em alguns dias, será feita a coleta das amostras. Somente produtores que entregam leite para a Copagril/Frimesa podem participar.

Premiados - Além de os três primeiros colocados receberam uma premiação, todos os participantes terão acesso ao resultado das análises, material que poderão usar para observar em quais aspectos podem melhorar a produção. O ideal, de acordo com o médico veterinário Enio Todero, da Copagril, é que o produtor participe e mantenha as análises em mãos, para fazer comparativos do que produziu a cada ano. Como a silagem interfere diretamente na produção leiteira, quanto maior for o padrão de qualidade, mais renda será gerada para o produtor.  A premiação do concurso será entregue durante o Dia de Campo Copagril, nos dias 23 e 24 deste mês.

Palavra de campeão - Em 2013, foi o associado Danilo Dunke quem venceu o concurso. Na propriedade dele, em Iguiporã, a silagem é feita duas vezes por ano. Além de escolher com muito cuidado o milho a ser plantado, Danilo aplica um bom adubo de base e também a cobertura. “A compactação da silagem, utilizando uma lona de qualidade para cobrir, é o mais importante, porque se fizer o resto certo, mas a compactação errada, perde-se muito material”, explica o associado.

Ponto certo - Todero complementa, afirmando que a colheita deve ser feita quando o pé de milho tiver boa quantidade de proteína e reserva de energia. Este ponto é atingido quando metade do grão está dura, estágio em que a silagem, depois de fermentada, terá teor de matéria seca (o que sobra depois de retirar toda a água) entre 32% e 35%.  Para decidir o tamanho que deve ser picada a silagem, o pecuarista deve levar em conta o que compõe a dieta dos animais. Se a oferta for de apenas silagem e ração, a partícula deve ter entre 0,9 e 1 cm. Se for menor que isso, a ruminação não será estimulada e a vaca entrará em acidose, o que causa problemas digestivos, reprodutivos, lesões nos cascos, baixa das defesas contra infecções, entre outros. Para o gado que também têm grama ou feno, a silagem pode ter de 0,5 a 0,6 cm.

Benefícios -O uso de inoculantes, em uma primeira análise, tem um preço elevado. Mas é necessário levar em conta os benefícios proporcionados, como a rápida fermentação, que mantém os nutrientes da silagem e faz com que o alimento chegue à boca da vaca com alto padrão de qualidade.  Em resumo, a silagem de qualidade depende do tamanho da partícula estar adequado aos componentes alimentares oferecidos na propriedade e o produtor nunca pode esquecer da segurança alimentar. Além disso, a silagem é uma garantia, porque mesmo se alguma safra não trouxer bons resultados, os animais terão alimento armazenando para suprir as necessidades e não deixar que a produção de leite caia. (Imprensa Copagril)

 

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SOJA: Chuvas devolvem o otimismo aos produtores


Soja 22 01 2013 (Small)O produtor Jurandir Valentin, de Paiçandu, município vizinho a Maringá, está confiante em relação à safra de soja. Depois de as lagartas atacarem a cultura no início do ciclo, que foi seguida de uma estiagem de várias semanas, ele conta que até que ficou preocupado, mas as chuvas intensas dos últimos dias devolveram seu otimismo. Valentin cultiva 60 hectares e sua expectativa é repetir a produtividade obtida na safra 2012/13, de 57 sacas por hectare. Valentim espelha o sentimento da maior parte dos agricultores na região, que é de confiança em fazer uma boa colheita e conseguir preço remunerador para seu produto.

Baixa - Depois de a cotação dos principais grãos alcançarem patamares recordistas em 2012, espelhando fortes quebras de safras registradas em países produtores, 2013 confirmou as previsões de declínio e, segundo especialistas, a tendência é que a onda "baixista" se mantenha em 2014. Uma exceção, que representa a salvação da lavoura, é justamente a soja, o mais exponencial produto agrícola brasileiro, que tem garantido alto rendimento nos últimos anos, servido de alavanca para desenvolver as regiões produtoras e liderado a pauta de exportações do campo, registrando crescimento de 30% nas vendas em comparação ao ano anterior. Em um mercado que experimentou queda generalizada de preços em 2013, chegando até a surpreender negativamente, como aconteceu com o milho, a soja não apenas sustentou-se, apoiada nos baixos estoques globais e uma demanda aquecida, como foi beneficiada pela variação cambial - a valorização de 15% do dólar frente o real, acumulada no último ano.

Renda - Especialistas enxergam um 2014 ainda lucrativo para os sojicultores, especialmente porque o custo de produção deles foi elaborado com base no dólar relativamente fraco do início de 2013, época em que, antecipando-se, adquiriram a maior parte dos insumos. Se colher uma boa safra, o setor se mantém firme, mas o futuro próximo revela duas situações antagônicas, ambas relacionadas à moeda norte-americana: a expectativa de forte aumento de custos, uma vez que a maior parte das matérias-primas é importada, o que depende da variação cambial; e, ao mesmo tempo, a previsão de que o dólar continuará subindo durante o ano, servindo de trampolim para a cotação da commodity. (Imprensa Cocamar)

 

AGRICULTURA I: Colheita da safra recorde começa com clima favorável

SOJA17AR (Small)A colheita da maior safra de soja já plantada no Brasil está começando em Mato Grosso e as previsões são de chuva nas principais regiões produtoras do país. Aos poucos, o temor de perdas expressivas por estiagens vai ficando para trás. Na próxima semana, as colheitadeiras avançam também no Oeste do Paraná, onde faltou umidade em dezembro, com perdas localizadas. Um dos primeiros a colher, Gilberto Possamar, de Sorriso (MT), conta que a oleaginosa está rendendo mais. Ele alcança 67 sacas/ha em área irrigada (mil hectares) e espera média de 60 incluindo a área sem irrigação (também mil hectares). No ano passado, a marca foi de 57 sacas/ha, ou seja, 5% menor.

Venda atencipada - “Até agora está bom demais para ser verdade. Tem chovido mas estamos conseguindo iniciar a colheita”, afirma. O agricultor vendeu antecipadamente toda a produção, por preços entre R$ 50 e R$ 56/saca. Possamar melhorou sua posição, um ano atrás entre R$ 40 e R$ 63/saca, apesar da previsão de queda nos preços.“A colheita vai engrenar mesmo daqui duas semanas”, afirma Laércio Lenz, produtor e presidente do Sindicato Rural de Sorriso. No Oeste mato-grossense, os produtores aplicam dessecante para encerrar o ciclo. O plantio dos 8,4 milhões de hectares foi concentrado (2 milhões numa única semana, no final de outubro) e a colheita também deve ocorrer rapidamente.

Estiagem - Em dezembro, faltou chuva em regiões agrícolas como Dourados (MS), Palotina (PR), Passo Fundo (RS). As perdas localizadas são agravadas por ataques da lagarta Helicoverpa armigera. O potencial de recuperação das plantas, que voltaram a receber umidade, está sendo testado. As chuvas desta semana ajudam, mas não anulam as perdas de dezembro, avalia Ronaldo Vendrame, gerente agronômico da cooperativa C. Vale, com sede em Palotina, no Oeste paranaense. “Esperávamos uma média de 58 sacas por hectare e podemos fechar em 50”, estima. “A colheita começa pelas áreas que mais sentiram falta de chuva. A semana do Natal foi terrível para essas lavouras, que estavam desde 7 de dezembro sem água. Em algumas propriedades, as perdas chegam a 30%”, avalia.

Expedição Safra- Mato Grosso e Paraná tradicionalmente abrem a colheita brasileira de soja. São responsáveis por 45% da área plantada e 48% da produção, conforme a Expedição Safra Gazeta do Povo. A produção tende a ser de 26,5 milhões e 17 milhões de toneladas, respectivamente, com expansão de 10% e 5% sobre a temporada anterior. Em âmbito nacional, foram plantados 29,49 milhões de hectares (+7%) e esperam-se 91 milhões de toneladas (+11%). Os técnicos da Expedição Safra – que percorrem 14 estados para sondagens de campo – voltam à estrada ainda em janeiro. (Gazeta do Povo)

 

AGRICULTURA II: Milho deve ter corte menor após exportação ultrapassar estimativa

A colheita de milho de verão também começa nas próximas semanas. O plantio foi reduzido a 6,9 milhões de hectares (-9,5%) para dar espaço à soja, e as lavouras devem render cerca de 35 milhões de toneladas em todo o país (-3,5%). No Noroeste do Rio Grande do Sul, há relatos de perdas localizadas de até 30%. Diferente da oleaginosa, que vale 8% mais, o cereal está desvalorizado, com preços 24% abaixo dos praticados um ano atrás no Paraná. A novidade é a recuperação de 4% verificada na virada do ano, após a confirmação de que as exportações nacionais do cereal passaram de 25 milhões de toneladas – 10 milhões a mais do que o previsto inicialmente pela Companhia Nacional de Abastecimento.

 Redução nos cortes- Com a saca acima de R$ 19, os produtores que pretendiam reduzir o plantio de inverno, que começa ainda em janeiro, tendem a fazer cortes menores. “Alguns vão optar por soja safrinha, outros por trigo, mas não deve ter grande redução no plantio de milho de segunda”, avalia Ronaldo Vendrame, agrônomo da cooperativa C. Vale, de Palotina (PR). Confirmada essa reviravolta, a produção de 2013/14 (verão e inverno) pode atingir 79 milhões de toneladas, praticamente o mesmo volume da temporada anterior. (Gazeta do Povo)

AGRICULTURA III: Safra de café do Brasil 14/15 ficará abaixo da expectativa

caféFlammaComO plano do Brasil para colher cerca de 60 milhões de sacas de café na temporada 2014/15, que começa em outubro, não deve ser concretizado. A constatação é da Volcafe, divisão da trading internacional ED&F Man, que atua nesse segmento, e também do Citigroup. As duas instituições reduziram nesta segunda-feira (06/01) suas estimativas para a colheita brasileira, ainda a maior do mundo, e influenciaram o comportamento dos preços internacionais. Para o Citigroup, a produção do grão no país ficará num intervalo de 52,6 milhões de sacas a 53,2 milhões, contra uma previsão inicial de 58,5 milhões de sacas. Já a Vocafe é mais pessimista e aposta numa safra de 51 milhões de sacas, contra 60 milhões projetadas em novembro.

Cortes - A redução está associada a um estresse sofrido pelas plantações nos dois últimos ciclos, além do excesso de podas, que deve pressionar o potencial produtivo das árvores. Os produtores brasileiros realizaram cortes excessivos para baixar os custos de colheita e para estimular a safra na próxima temporada. No último ano, com a oferta ampliada, os preços pagos aos agricultores despencaram a ponto de não cobrir os custos de produção da cultura. O tipo arábica caiu 20% em 2013. O Paraná, quinto maior produtor nacional, erradicou mais de dois terços da área plantada com o fruto depois da geada negra registrada em 2013 e também por conta da desvalorização do produto no mercado. Especialistas acreditam, no entanto, que se a redução na produção brasileira for confirmada na próxima temporada, os preços tendem a subir. A Vocafe acredita que o déficit global de café será de cerca de 5 milhões de sacas, ante um excedente de 6 milhões de sacas no ano anterior.

Preços futuros- Para Sterling Smith, especialista em futuros do Citigroup, os preços futuros do café arábica na Bolsa de Nova York podem ser negociados em até US$ 1,47 a libra ainda neste ano. Ela aposta que o déficit no fornecimento será de 3 milhões a 4 milhões de sacas no próximo ciclo. No curto prazo, as cotações devem ficar entre US$ 1,15 e US$ 1,25 a libra, refletindo o quadro de oferta ampliada. De 2009 a 2013, o Brasil elevou sua colheita anual dos 39,4 milhões de sacas para 49,15 milhões de sacas, conforme histórico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na próxima quinta-feira (09/01), a estatal divulga novo levantamento, será a primeira estimativa para o ciclo de 2014. (Gazeta do Povo)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Setor encerra 2013 com recorde histórico na contratação do Pronaf

Foto1 família - Rossi (Small)Responsável por mais de 4,3 milhões de unidades produtivas que correspondem a 84% do número de estabelecimentos rurais do Brasil, a agricultura familiar comemora mais um ano de grandes resultados. Em 2013, o setor, que responde por 38% do Valor Bruto da Produção Agropecuária e por 74,4% da ocupação de pessoal no meio rural (cerca de 12,3 milhões de pessoas), chegou ao fim do ano com recorde histórico no volume de contratação de crédito no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Crédito - De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), responsável por promover o desenvolvimento do setor, no ano passado o crédito disponibilizado para a agricultura familiar atingiu R$ 18,6 bilhões, acima da previsão oficial de R$ 18 bilhões. E o ritmo, segundo o ministro Pepe Vargas, continua acelerado. “Nos primeiros cinco meses do Plano Safra 2013/2014 (de julho a novembro de 2013), o número de contratações do Pronaf já é maior 33% do que o registrado no Plano 2012/2013. Portanto, são grandes as chances de atingirmos o volume programado de contratações de R$ 21 bilhões”, destaca.

Referência mundial – Ao analisar a evolução dos recursos do Plano Safra de 2002/2003 até o de 2012/2013, o ministro do MDA ressalta o crescimento expressivo de 717% no volume de crédito contratado pela agricultura familiar. A título de comparação, o volume de crédito contratado pelo agronegócio aumentou 342% em igual período. “Poucas pessoas sabem, mas o Brasil é dos poucos países que dispõem de crédito, seguro de rendas, programa de compras e programa de garantia de preços voltados para a agricultura familiar. É um conjunto de políticas públicas pouco visto no mundo”, salienta Pepe Vargas.

Resultados históricos - Outros resultados históricos que ganharam destaque foram as marcas de um milhão de mulheres atendidas nos dez anos do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) e de 10 mil bibliotecas rurais do programa Arca das Letras implantadas em todo o País. Números como esses resultam do aumento dos investimentos realizados pelo Governo Federal, ampliando o alcance das ações que vão desde o acesso à terra até políticas de comercialização. Com isso, em dez anos, a renda dos trabalhadores rurais cresceu 52%, permitindo que mais de 3,7 milhões de pessoas ascendessem para a classe média.


Avanço generalizado
- O ano de 2013 também se destacou pelo significativo avanço no processo de doação de equipamentos a prefeituras de cidades com até 50 mil habitantes e que representam mais de 92% das cidades existentes no território nacional. Por meio da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, no item Equipamentos (PAC2 ou PAC Equipamentos), o Governo Federal, via MDA, investiu R$ 11 bilhões para levar caminhões, retroescavadeiras e motoniveladora (patrola) a mais de 5,1 mil municípios brasileiros.


Anater, Agroecologia e Desenvolvimento Rural- Entusiasmado com as ações realizadas pelo MDA para beneficiar a agricultura familiar brasileira, o ministro Pepe Vargas cita, ainda, outros resultados extremamente positivos como a aprovação, pela presidenta Dilma, em outubro do ano passado, da nova Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). Atualmente, existem em torno de 600 mil famílias sendo atendidas pela Ater. Para este ano, a expectativa é de que esse número dobre a partir do começo do funcionamento da Agência. “Para fortalecer a agricultura familiar é preciso apostar, também, na sustentabilidade. Por isso, saudamos com muita alegria o lançamento em outubro, pela presidenta Dilma, do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo) – Brasil Agroecológico, que já tem destinação prevista de recursos na ordem de R$ 8,6 bilhões”, comemora o ministro.

Ano Internacional da Agricultura Familiar- E o MDA pretende alcançar conquistas ainda mais expressivas, já que 2014 foi declarado, pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), como o ano da Agricultura Familiar. “Colocar em prática a Anater, o programa Brasil Agroecológico, elaborar o Plano Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, avançar na reforma agrária e fortalecer a inclusão produtiva da juventude rural, além de avançar na capacitação dos trabalhadores rurais. É o que pretendemos concretizar neste ano tão especial para a agricultura familiar”, sublinha Pepe Vargas. (Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário)

 

 

 

CLIMA: Tempo nublado em vários estados do país

ceu-nubladoO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na região Sul do país. O clima segue nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte e oeste do Mato Grosso. Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nas demais áreas do Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, no oeste e sul de Goiás. Claro a parcialmente nublado nas demais áreas. No nordeste, previsão de tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva no Ceará, centro e norte do Maranhão, norte do Piauí e chuvas isoladas no Rio Grande do Norte, litoral, mata e oeste da Paraíba, leste, mata e oeste de Pernambuco, recôncavo e sul da Bahia. Possibilidade de chuvas isoladas no leste de Alagoas e de Sergipe.

Chuvas isoladas- Nublado a encoberto com pancadas de chuva e trovoadas no Amazonas, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, oeste e sul e nordeste do Pará. Demais áreas, parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte e oeste do Tocantins. No sudeste, tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em São Paulo. Claro a parcialmente nublado passando a nublado com possibilidade de chuvas isoladas no Rio de Janeiro, Triângulo, oeste, sul e Jequitinhonha em Minas Gerais e no norte do Espírito Santo. Demais áreas, claro a parcialmente nublado. (Imprensa Mapa)

 


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