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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3273 | 31 de Janeiro de 2014

UNIPRIME: Reunião na Ocepar reúne lideranças do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo

IMG 0662 (Small)Com a presença de diretores das nove cooperativas que integram o Sistema Uniprime nos estados do Paraná. Mato Grosso do Sul e São Paulo, foi realizada na manhã desta sexta-feira (31/01), em Curitiba, na sede do Sistema Ocepar, uma reunião que contou com a presença do superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken e do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) do Mato Grosso do Sul e diretor da OCB, Celso Ramos Régis.

Sistema Ocepar – O superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken abriu o encontro dando boas vindas aos dirigentes e na sequência fez uma detalhada apresentação sobre a atuação do Sistema Ocepar, avanços e conquistas alcançados ao longo dos anos e os serviços que tanto da Ocepar, Sescoop/PR e a Fecoopar, oferecem para as cooperativas. Também participaram da reunião, Devair Men, da Gerência de Desenvolvimento e Autogestão, Marcelo Martins, da Gerência de Desenvolvimento Humano, Claudiomiro Rodrigues, da área administrativa e financeira da Ocepar, Anderson Eugenio Lechechem da assessoria jurídica da Fecoopar e o coordenador de comunicação, Samuel Zanello Milléo Filho. “Ficamos muito felizes em poder receber as diretorias de todas as cooperativas do Sistema Uniprime aqui em nossa sede para que possamos estreitar ainda mais nosso relacionamento. Hoje a Uniprime é um sistema consolidado dentro do cooperativismo de crédito no Brasil e temos orgulho de contarmos com vocês no Sistema Ocepar”, frisou Ricken.

OCB/MS – Na sequência o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) do Mato Grosso do Sul e diretor da OCB, Celso Ramos Régis falou sobre os trabalhos realizados no seu estado e também fez um breve relato da atuação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da qual faz parte da diretoria.

Reconhecimento – Régis fez questão de destacar que a reunião foi muito produtiva. “Conclamei a todos os dirigentes presentes que venham a integrar mais o Sistema Ocepar e OCB do Mato Grosso do Sul, e passar a utilizar mais, tanto das estruturas que disponibilizamos como também os produtos e serviços ofertados, especialmente pelo Sescoop como também pelas Federações os dois estados. É preciso que todos os setores, como a Uniprime se aproximem mais das suas organizações estaduais e essas possam satisfazer os anseios do setor. Foi uma reunião muito boa e creio que todas as possíveis dúvidas que existiam a respeito do funcionamento da Ocepar e da OCBMS foram esclarecidos”, disse.

Avaliação – Para o presidente da Central Uniprime, Álvaro Jabur este encontro na sede do Sistema Ocepar era uma demanda das lideranças e que graças ao apoio das entidades foi possível acontecer nesta data. “Diria que o objetivo principal era de nos conhecermos melhor, entendermos melhor qual é nossa inter-relação, unir esforços para obtermos resultados comuns e com mais eficiência, enfim, uma maior integração das principais ações, tanto econômicas como políticas nos três estados”. Jabur disse que o encontro foi produtivo na medida em que diversas dúvidas foram esclarecidas tanto pelo Ricken como pelo Régis. “Estamos muito satisfeitos com este encontro e agora é trabalhar para que as coisas aconteçam da melhor forma para o bem do cooperativismo”, lembrou.

Presenças – Diretores das cooperativas do Sistema Uniprime do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo e que participaram do encontro na Ocepar: Alvaro Jabur, Aramis Karam de Araujo, Hirofumi Uyeda, José Roberto Madrucci, Valdomiro Vendramin, Carlos Mascarenhas, Júlio Cesar Pires Busetti Mori, Alex Robert Spengler, Cesar Augusto Souza, Geraldo Oliveira, Augusto Garofani e Sergio Luiz Reis Furlani.

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FEIJÃO: Ocepar pede medidas emergenciais para comercialização da safra no PR

FEIJAO3AgenciaEstadualNoticiasEm ofício assinado pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski e encaminhado nesta quinta-feira (30/01) ao ministro da Agricultura, Antônio Andrade, o líder cooperativista pede que o governo adote medidas emergenciais para a comercialização da atual safra de feijão no Paraná. Esta reivindicação atende pleito de diversas cooperativas do estado que possui produtores de feijão e que estão sofrendo com os baixos preços recebidos. Nesta quinta-feira, a cotação do produto no site da Secretaria da Agricultura do Estado do Paraná, estava em R$ 68,9/saca de 60 kg para o feijão cores. “Este valor é 38% menor que o preço mínimo de garantia estabelecido pelo Governo Federal que é R$ 95,0/saca de 60 kg, bem como, abaixo do custo de produção da cultura”, ressalta Koslovski.

Comercialização baixa - A safra de feijão das águas no Paraná será de 432 mil toneladas e até o momento, segundo dados levantados pela Gerência Técnica do Sistema Ocepar, apenas 40% foi comercializada, ou seja, ainda restam 260 mil toneladas de feijão no Paraná para serem vendidas, sendo que 150 mil toneladas é de feijão Cores. “Pedimos ao ministro que seja lançado na primeira semana de fevereiro o Edital com as regras do AGF para que a Conab inicie a operacionalização das aquisições; Que o montante previamente anunciado para o Paraná de 30 mil toneladas sejam ampliados para 90 mil toneladas uma vez que já em fevereiro inicia-se a colheita da 2º safra no Paraná e que seja ampliado o limite de aquisição por produtor (CPF) de 500 sacas para 1.000 sacas, dado que há um estrato significativo de médios produtores na atividade”, ressalta a correspondência enviada ao Mapa pelo Sistema Ocepar nesta quinta-feira (30/01).

 

AGRÁRIA: Museu Histórico de Entre Rios recebe quase 10 mil visitantes em 2013

Museu Historico de Entre RiosEm seu segundo ano de funcionamento, a nova estrutura do Museu Histórico de Entre Rios recebeu neste ano quase 10 mil visitantes. Foram exatas 9.728 pessoas conhecendo a tricentenária história dos Suábios do Danúbio, através de visitas guiadas e dos mais de 5.000 objetos históricos, incluindo mapas, roupas, utensílios de trabalho, móveis, instrumentos musicais, documentos, fotos e vídeos. Entre os visitantes, a instituição cultural recebeu alunos de 52 escolas municipais e estaduais de Guarapuava e região; estudantes de 15 universidades; associados de 17 cooperativas; e autoridades, parceiros, empresários, agricultores, grupos culturais e turistas do Brasil e de mais 19 países.

Novo horário - A partir do mês de fevereiro, o museu passa a receber visitantes em novo horário: de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às 17h e nos primeiros sábados do mês entre as 13h e 17h. O ingresso custa R$ 5.

Serviço - O Museu Histórico de Entre Rios está localizado na Avenida Michael Moor, 1950, na Colônia Vitória, distrito de Entre Rios. (Assessoria de Imprensa Agrária)

 

CAPAL: Dia de Campo especial acontece na semana que vem

Dia Campo (Small)A Capal estará promovendo na próxima semana cinco Dias de Campo especiais, voltados para produtores associados. Estes encontros têm por objetivo munir o produtor de informações importantes para o trabalho na lavoura, tratando de assuntos como meteorologia, ocorrência de pragas e doenças, variedade de cultivares de soja e milho. No Dia de Campo o cooperado pode receber e trocar conhecimento com os engenheiros agrônomos da Capal e técnicos da Fundação ABC, tudo isso na lavoura, observando na prática a aplicação de cada técnica. Os encontros serão entre os dias 3 e 7 de fevereiro, nas cidades Wenceslau Braz, Taquarituba, Taquarivaí, Itararé e Arapoti, e seu conteúdo será adaptado às peculiaridades regionais quanto ao clima e solo, o que garante maior aproveitamento do encontro pelos produtores de cada filial. “Esta é uma oportunidade ímpar de atualização e interação para os cooperados”, afirma o Gerente do Departamento de Assistência Técnica da Capal, Femmo Geert Salomons. (Assessoria de Imprensa Capal)

 

 

COCAMAR: Cooperativa recebe grupo de jornalistas estrangeiros em Maringá

Industria oleo Cocamar (Small)A agricultura brasileira impressiona por seu crescimento e é admirada em todo o mundo. Para conhecer a realidade dos produtores do País e saber como o cooperativismo contribui para a organização e conquistas do setor, um grupo de jornalistas especializados em agronegócio que atuam na América Latina e representam 9 países, está percorrendo algumas regiões do Brasil e, na próxima terça-feira (4), será recebido pela Cocamar em Maringá. A comitiva, programada para visitar a estrutura industrial da cooperativa e algumas propriedades rurais de cooperados, é acompanhada de representantes do CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia) e da empresa Bayer CropScience.

 

Comitiva - Estão confirmados os chilenos Carolina Bezamat e Livio Saavedra  (da Mega TV) e Miguel Angel Sanchez  (Chile Bio), os equatorianos Guillermo Lizarzaburo (Expreso) e Juana Alexandra Zambrano (Revista El Agro), o venezuelano Rubén Flores Martinez (Noticiero Agropecuário), os colombianos Katherine Moreno (El Espectador) e Maria Andrea Uscátegui  (AgroBio), as paraguaias Liliana Raquel S. Moreira ( Revista Actualidad del Campo), Zunilda Gricelda B. Segovia (Revista Agrotecnologia) e Antonia A. Arroyo Espínola (TV Paraguai), o alemão Antônio Adami (correspondente da Deutsche Welle no  Brasil), o espanhol Gonzalo Dominguez Loeda (correspondente da EFE no Brasil), e os correspondentes chineses Cai Wei  e Li Xianyang.

Recepção - A delegação vai ser recebida por dirigentes e técnicos e a agenda inclui também uma passagem pela unidade rural da Apae (Associação dos Pais e Amigos de Excepcionais) em Maringá, onde a cooperativa e a Bayer desenvolvem o premiado projeto “Cultivar”, de inclusão social. Ali, em um viveiro, 32 alunos da instituição, contratados desde 2006 como colaboradores, produzem mudas de espécies nativas que, quando prontas, são distribuídas para produtores, visando a recomposição de áreas de preservação permanente. (Assessoria de Imprensa Cocamar) 

MEIO AMBIENTE: Projeto Cultivar doa mudas de árvores à comunidade

ApaeNa última quinta-feira (30/1), alunos da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) que participam do Projeto Cultivar, desenvolvido pela Cocamar em parceria com a Bayer CropSciences, puderam ver o resultado final de seu trabalho e ajudar no plantio de mudas de árvores nativas às margens do córrego existente no complexo industrial da Palmali Alimentos.  Até o dia 10 de fevereiro serão plantadas cerca de 3,2 mil mudas em 500 metros lineares às margens do córrego Cleópatra, formando cerca de 15 mil metros quadrados de reflorestamento, segundo explica José Maximiano Neto, gerente de Planejamento da Palmali Alimentos.

Parceria Apae - As mudas produzidas no viveiro da Apae, dentro do Projeto Cultivar, foram doadas graças a uma parceria que a cooperativa mantém com a Prefeitura de Maringá, com foco no reflorestamento dos fundos de vale no município, segundo pontua Nerocy Miranda Filho, da Cocamar, que coordena a iniciativa. “Ações como estas fazem parte de nossa proposta de interagir mais com a comunidade”, acrescenta. Cerca de 30 estudantes da Apae participam do Cultivar, sendo contratados pela cooperativa, e produzem em média 50 mil mudas por ano. “Atualmente, estão disponíveis 32 mil mudas prontas para distribuição”, comenta Nathália Cristina Gonzalez Ribeiro, instrutora de cultivo de mudas. Ela explica que os cooperados interessados devem entrar em contato com o gerente de sua unidade e fazer a solicitação. Com apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e a assessoria técnica de biólogos da Flora Londrina Viveira Florestal, o premiado projeto já está em seu oitavo ano, tendo distribuído gratuitamente a produtores rurais e à comunidade, mais de 350 mil mudas de espécies nativas. (Assessoria de Imprensa Cocamar) 

 

COPAGRIL I: Cooperativa presta contas de 2013 e planeja 2014

assembleia13Conduzida pelo diretor-presidente, Ricardo Silvio Chapla, pelo diretor-vice-presidente, Elói Darci Podkowa, e pelo diretor-secretário, Márcio Buss, a Copagril realizou nesta quinta-feira (30/01) sua Assembleia Geral Ordinária, quando foram apresentados aos cooperados o balanço financeiro e atividades realizadas no exercício de 2013 e projeções para 2014.   Compareceram cerca de mil pessoas, entre associados e familiares, instituições financeiras, dirigentes de cooperativas e sindicatos, o Sistema Ocepar foi representado pelo gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Durante a AGO a diretoria destacou as principais conquistas obtidas no ano, como o Prêmio Marechal, as certificações da IN 29 nas unidades de Bela Vista, Mercedes, sub-sede, Margarida e São José das Palmeiras, a certificação do BRC na Unidade Industrial de Aves, o mérito “Agropecuário do Município” e “Medalha Mérito da Fronteira”, além de ações realizadas pela ACJC, pela ACFC e do Cooperjovem. Na oportunidade a diretoria apresentou os principais eventos da cooperativa realizados no ano passado, como o Dia de Campo e os seminários das áreas pecuárias.

Investimentos - Muitos investimentos foram realizados em 2013, que contemplaram a ampliação e melhoria na recepção, secagem e armazenamento de grãos, em diversas unidades, construção de uma nova loja agropecuária em Quatro Pontes, remodelação do posto de combustíveis de Marechal Cândido Rondon,  aquisição de uma área de terra de 114 alqueires em Guaíra, entre outros investimentos, como a reforma de uma antiga estrutura da loja agropecuária de Entre Rios do Oeste, além de uma série de investimentos na Unidade Industrial de Aves.

Faturamento - O faturamento bruto da Copagril, em 2013, totalizou o valor de R$ 1.019.980.363 bilhões, um crescimento de 38% com relação aos R$ 739.258.368 milhões do exercício de 2012. Os tributos e encargos passaram de R$ 31.226 milhões no ano de 2012 para R$ 38.418 milhões. Conforme o diretor-presidente da Copagril, o ano de 2013 foi muito bom em todos os segmentos em que a cooperativa atua.  “Tivemos uma boa safra, tanto no verão quanto no inverno. E as atividades pecuárias também tiveram bom desempenho”, ressaltou Chapla.

Sobras - A destinação de sobras totalizou o valor de R$ 2.047.362,83, mais que o dobro do valor comparado ao ano de 2012. Este valor será rateado entre os associados, de acordo com o volume de operações realizadas com a cooperativa em 2013. A partir de manhã (31), os associados podem se dirigir à sua unidade de operação e receber os valores correspondentes.

Conselho Fiscal 2014Eleição e posse do Conselho Fiscal - Também foi feita a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal para o exercício de 2014. São eles: Cesar Luiz Petri, Vilmar Fülber e Ademir Luis Griep, como efetivos. Suplentes: Edson Knaul, José Rosenberger e Renato Borelli.

Objetivos e metas para 2014 - Para o ano de 2014, está projetada a conclusão da instalação da Indústria de Processamento de Subprodutos na Unidade Industrial de Aves e prosseguir a reforma e ampliação da Unidade Industrial de Rações de Marechal Cândido Rondon. Uma das metas, também, é aumentar continuamente a qualidade dos produtos e serviços prestados, por meio de melhoria nos processos, investimento em novos equipamentos, automação e implantação de sistemas de gestão, continuar bem como implantar novos projetos que promovam o desenvolvimento socioambiental com a geração de benefícios para um crescimento sustentável.

Agradecimentos - Outro objetivo é aumentar a eficiência no recebimento da produção, com investimentos na estrutura de descarga, beneficiamento, armazenagem e expedição. Além de promover continuamente treinamentos e desenvolvimento profissional para associados, familiares e funcionários. E iniciar a implantação do projeto da cadeia produtiva de pintainhos. O presidente agradeceu a todos que colaboram para o crescimento da cooperativa. “Os resultados positivos se devem ao trabalho em cooperação desenvolvido pelos associados e funcionários da cooperativa”, declarou. (Assessoria de Imprensa Copagril) 

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COPAGRIL II: Novas instalações são inauguradas em Entre Rios do Oeste

Copagril Entre rios (3) (Small)Nesta quarta-feira (29/01), a Copagril realizou a solenidade de inauguração das novas instalações da Loja Agropecuária da Copagril e os investimentos na estrutura de recebimento e armazenagem de grãos, da unidade Copagril de Entre Rios do Oeste. As obras, que somaram quase R$ 5 milhões, foram realizadas com o objetivo de melhorar o atendimento aos associados e produtores da região, tanto da loja quanto na entrega de cereais.

Estrutura moderna - A nova loja conta uma estrutura física ampla, de 350 metros quadrados, moderna, climatizada e com capacidade de oferecer ainda mais variedade de produtos para as atividades agropecuárias e do dia a dia. Na parte agrícola, o investimento é ainda mais expressivo, com a instalação de um secador de 125 toneladas, máquinas de beneficiamento de sementes, aumento da capacidade dos elevadores e captadores de partículas no secador. “Agora temos condições de atender melhor e receber toda a produção dos agricultores de Entre Rios do Oeste e da região, oferecendo ainda mais variedade de produtos na loja e maior comodidade no momento da compra e entrega de cereais”, destacou o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla. Ele ainda declarou que, este ano, muitos investimentos estão planejados. “Nosso trabalho é voltado para satisfazer as necessidades do quadro social, por isso investimos em melhorias tão importantes, para cada vez mais atender melhor os associados e clientes em geral”, afirmou.

Município - O prefeito de Entre Rios do Oeste, Jones Heiden, destacou a importância da cooperativa para o município. “A Copagril fornece o maior retorno de ICMS, além de gerar inúmeros empregos, por isso sempre apoiamos a cooperativa por meio de parcerias, e uma delas é a pavimentação poliédrica no pátio da unidade, que será realizada ainda este ano”, afirmou.

Benção - Para um momento especial de reflexão, o padre Valdecir Trajano, da Paróquia Cristo Rei, passou a sua mensagem e fez a benção das novas estruturas. Participaram da solenidade, além do presidente da Copagril, o diretor-vice-presidente, Elói Darci Podkowa, o diretor-secretário, Márcio Buss, os conselheiros de administração e fiscais, coordenadores de núcleo, gerentes de área, associados, funcionários, familiares, representantes políticos do município e o público em geral.

Histórico - A Copagril iniciou as atividades comerciais em Entre Rios do Oeste em setembro de 1974, com o recebimento de cereais, seguindo com o progressivo aumento na diversificação nas áreas agrícola e pecuária. Com isso, houve a necessidade de ampliar as instalações e, no decorrer de 2013, foram realizadas as mais recentes adequações. Também houve investimento na estrutura de recebimento de cereais, com a instalação de máquinas com capacidade e rendimento maiores. A unidade Copagril de Entre Rios do Oeste está localizada na Rua Maurício Cardoso, onde também está localizado o posto de combustíveis da cooperativa. (Assessoria de Imprensa Copagril)

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CRÉDITO I: Sicredi Vale do Piquiri realiza Assembleia de Núcleos em SP

ABCD Sicredi Vale PIquiri (3) (Small)Associados de São Bernardo do Campo e Santo André participaram na terça-feira (28) da primeira Assembleia de Núcleos, depois da fusão realizada ano passado. O evento foi realizado na Mansão Ilha de Capri – Via Anchieta. Os associados acompanharam os números da cooperativa de crédito, analisaram as contas, aprovaram o relatório do ano passado e o plano anual para 2014.

Balanço - O ano de 2013 foi de conquistas e crescimento para a Cooperativa. Em março, a Sicredi ABCD SP realizou uma união histórica com a Sicredi Vale do Piquiri PR e passou a ser a primeira a operar como livre admissão de associados, na região, dando condições de todas as pessoas e empresas, independente da atividade, fazer parte da cooperativa. Em dezembro, mais um momento importante, a Sicredi se uniu a Credite SP e começou a atuar também na capital São Paulo.

Crescimento - A Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP encerrou o ano com mais de 54 mil associados e registrou um crescimento na ordem de 31% nos Ativos Totais. “O crescimento obtido pela cooperativa esteve diretamente ligado a participação dos associados, seja na utilização dos produtos e sérvios disponíveis, como nos momentos decisivos do empreendimento cooperativo. Formamos uma Cooperativa forte, com liquidez e patrimônio líquido que dão condições de atender com maior intensidade as necessidades dos associados”, diz o presidente Jaime Basso, que coordena as reuniões.

Abrangência - O Sicredi no Brasil tem mais de 2,5 milhões de associados, é uma instituição financeira cooperativa, organizada em um sistema com 101 cooperativas de crédito filiadas, que operam com uma rede de atendimento com mais de 1.200 pontos, em 11 estados. A estrutura conta ainda com quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. –, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo. Todas essas entidades, juntas, formam o Sicredi e adotam a mesma marca e padrão operacional único. Ao todo, são mais de 16 mil colaboradores, R$ 38 bilhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 5,1 bilhões (dados de 2013).

Relacionamento - A Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP é uma das cooperativas de crédito que compõem o Sistema Cooperativo, com a missão de valorizar o relacionamento, oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e da sociedade onde está inserida. Um diferencial que inclui se torna uma alternativa as demais instituições financeiras no país. (Assessoria de Imprensa Sicredi Vale do Piquiri)

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CRÉDITO II: Sicredi Vale do Piquiri firma parceria com Escola Cooperativa de São Bernardo do Campo

Parceria Faz Vida SP (2) (Small)A solenidade de lançamento do Programa A União Faz a Vida acontecerá na noite de quarta-feira (29), no auditório da Escola Cooperativa – Rua Padre Lustosa, 48 – Centro. Participam do evento, diretores das instituições parceiras, educadores da Escola Cooperativa, equipe da Sicredi, representantes do Sescoop SP e convidados. “Vejo que a implantação do Programa junto a Escola Cooperativa dará muitos frutos. Percebo que a metodologia usada irá complementar no sentido de termos um número maior de alunos que irão praticar a cooperação e a cidadania nas atividades do cotidiano”, comenta o Conselheiro de Administração da Sicredi César Garbus, que no evento representou os dirigentes da cooperativa de crédito.

Valores da cooperação - O programa de educação cooperativa  tem por objetivo construir e vivenciar atitudes e valores de cooperação e cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo para a educação integral de crianças e adolescentes. Dentro da área de atuação da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP, o Programa estava implantado em quatro municípios no Paraná. A Escola Cooperativa de São Bernardo do Campo é a primeira a iniciar o programa na região do ABCD. “Estou muito otimista ao iniciar o Programa aqui em São Bernardo do Campo. Com isso, começamos a disseminar uma nova cultura, contribuindo para a cooperação e cidadania da comunidade escolar”, diz a assessora de programas sociais da Sicredi, Cláudia Bonatti.

Parceria Faz Vida SP (1) (Small)Formação humana - Entre os benefícios do programa destacam -se a formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente, alternativas de desenvolvimento econômico, sócio-ambiental e cultural, além do investimento na formação continuada dos educadores e desenvolvimento de projetos cooperativos voltados para a comunidade. “Por sermos uma Escola Cooperativa já vivenciamos as praticas da cooperação, acredito que com a aplicação da metodologia do Programa teremos novas alternativas de aprimorarmos esse conceito tão importante na atualidade . Será muito bom”, afirma a diretora da Escola Cooperativa, Marta M. F. Carneiro de Campos. O programa está presente em mais de mil escolas no Brasil, atendendo cerca de 160 mil crianças e mais de 14 mil educadores. (Assessoria de Imprensa Sicredi Vale do Piquiri)

 

RAMO TRANSPORTE: Conselho Consultivo se reúne em Brasília e define estratégias para 2014

OCBO dia de hoje foi bastante produtivo para os membros do Conselho Consultivo do Ramo Transporte. Em uma reunião que teve início às 9h e encerrou agora há pouco, foram tratados cerca de 18 temas que envolvem diretamente as cooperativas do setor e, dentre eles, elencados os prioritários – tanto para o setor cargas como passageiros. E o funcionamento do Conselho será igualmente intenso: após a definição do calendário de trabalho, ficou definida a realização de reuniões trimestrais, intercaladas por reuniões das Câmaras Temáticas – de Cargas e de Passageiros.

Presenças importantes - A reunião contou com as presenças do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do Superintendente, Renato Nobile, e do Diretor da OCB responsável pelo ramo transporte, Nicédio Nogueira, e de representantes de dez estados. No total, foram 28 participantes. Com relação às prioridades, destaque para a adesão de 11 estados à Central de Compras do Ramo Transporte. O objetivo do projeto, conforme explica o Diretor da Rede Transporte, no Rio Grande do Sul, Adelar Steffler, é materializar o potencial de negócio do ramo, através da centralização do processo de aquisição de insumos. “É uma proposta bastante interessante a partir do momento que desenvolve a intercooperação, agregando necessidades comuns e gerando ganho na aquisição em escala”, resumiu.

Intercooperação - Reforçando a importância do tema intercooperação, o diretor Nicédio Nogueira defendeu que, acima de tudo, trata-se de uma questão de negócio. “Muito mais que uma filosofia, é uma estratégia de negócio. Esse é um tema recorrente nas discussões da Diretoria da OCB, pois temos a plena certeza de que é o melhor caminho a ser seguido. As cooperativas trabalhando juntas ganham reconhecimento e, o principal, força no mercado”, destacou.

BNDES - Outro ponto no qual o Conselho obteve grande avanço foi no levantamento de dados para a finalização do projeto de linhas de crédito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A proposta é que sejam criadas três linhas: uma de capital de giro, uma de saneamento financeiro e uma de renovação de frota. Tudo isso com o objetivo de gerar benefícios tanto para o setor quanto para o país, como pontua o Analista Técnico do Sistema OCB/ES, David Ribeiro: “É um projeto totalmente alinhado com os compromissos do governo para a redução de poluentes e aumento da segurança no trânsito – proporcionando que os motoristas tenham condições de adquirir veículos novos, mais modernos, que inclusive consomem menos combustível. Tudo isso, em conjunto, aumentará a competitividade de nossas cooperativas, garantindo os benefícios de segurança e ambientais que a sociedade reivindica”, disse.

Rodada de negócios - Por fim, ficou definido o último trimestre deste ano como data para realização de uma rodada de negócios, a ser promovida e organizada pelo Sistema OCB, com o objetivo de impulsionar o lançamento da Central de Compras. “Será um evento voltado a fornecedores de todo e qualquer tipo de produtos/serviços de interesse das cooperativas do ramo, como por exemplo peças, suprimentos, seguros”, elencou o analista Técnico e Econômico do Sistema OCB, Tiago Barros. A próxima reunião do Conselho Consultivo do Ramo Transporte está marcada para o dia 23 de abril. (Informativo OCB)

 

IAPAR: Iapar aponta um olhar para a agricultura do futuro

normal iapar show rural 2011 1A principal atração do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) no Show Rural este ano é a área demonstrativa dos últimos avanços em tecnologias e estratégias para conservação do solo. A unidade é parte da campanha “Plante seu Futuro”, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), que promove ações educativas para alertar profissionais e produtores sobre a necessidade de adotar boas práticas agronômicas nas lavouras.

Plantas de cobertura – A diversificação de cultivos com plantas de cobertura é uma prática altamente recomendada pela pesquisa. No Show Rural deste ano figuram várias opções de plantas de cobertura, com espécies para uso em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta e alternativas para ocupar "janelas" entre os plantios comerciais.

Ganhos de produtividade - De acordo com o pesquisador Rafael Fuentes Llanillo, são muitos os resultados de pesquisa que comprovam ganhos de produtividade, rentabilidade e melhoria da condição geral do solo quando se integram plantas de cobertura aos sistemas de soja, trigo e milho.  Plantas de cobertura também ajudam a reduzir a infestação de invasoras e aumentar a disponibilidade de nutrientes para as plantas, o que pode se traduzir em menos gastos com adubação e uso de herbicidas. Controle de nematoides e fixação do nitrogênio do ar, benefícios que podem ser obtidos com o uso de crotalárias, são outros pontos favoráveis apontados pelo pesquisador.

Integração lavoura pecuária - Uma unidade especial foi preparada para discutir com os visitantes da feira o consórcio de braquiária com milho safrinha. Nesse arranjo, a forrageira pode ser utilizada para alimentar o rebanho por um período após a colheita do milho e, depois, formar palhada (há produtores que usam a forrageira apenas com essa finalidade) para o plantio da safra de verão no sistema de plantio direto. Para Fuentes, a integração da braquiária na sucessão soja-milho safrinha “melhora muito o sistema”, porque a forrageira oferece boa cobertura de solo e tem raízes profundas, que possibilitam aumentar a matéria orgânica e melhorar a estrutura do solo, o que favorece a lavoura de verão. Ele aponta, no entanto, a necessidade de um planejamento rigoroso da consorciação. “O sistema deve ser tecnicamente conduzido, segundo as condições de cada ano”, alerta.

Analisar - É preciso, segundo Fuentes, que o produtor avalie cuidadosamente se o objetivo do consórcio é aumentar a cobertura de solo ou prover alimentação para os animais. “Isso é fundamental para definir o número de linhas de braquiária e de milho e, ainda, se as culturas devem ser implantadas simultaneamente ou não”, explica. O cultivo simultâneo pode reduzir em até 10% a produtividade do milho, em virtude da concorrência por água e nutrientes. É possível, no entanto, controlar o crescimento da braquiária com herbicida, ou simplesmente semeá-la um pouco mais tarde, juntamente com a adubação de cobertura da lavoura, esclarece Fuentes.

Simulador de chuva – Utilizando um simulador de chuvas, os pesquisadores do Iapar mostrarão na prática os benefícios do correto manejo do solo, como o plantio e realização de práticas culturais em nível, uso de terraços e adoção do plantio direto.  Em áreas cultivadas no sistema de plantio direto, a presença da palhada na superfície protege o solo contra o impacto das gotas de chuva e reduz em até dez vezes o volume de água que escorre para os rios e córregos. Mas essa cobertura não elimina totalmente o risco de erosão e, por isso, é crucial que os produtores mantenham os terraços em suas propriedades, explica a pesquisadora Graziela Barbosa.

showrural 10Erosão - Além de formar erosão, a água que se perde causa prejuízos econômicos. “É importante reter o máximo de água dentro da propriedade, o que se perde com a falta de terraços certamente fará falta para as plantas em períodos de estiagem”, ela enfatiza. Graziela aponta ainda que, para obter os melhores benefícios, os cálculos para implantação dos terraços devem considerar o tipo de solo, declividade do terreno e culturas que serão implantadas na área.

Pragas e doenças – O uso do sistema de plantio direto conjugado com a utilização de plantas de cobertura em rotação de culturas favorece o aumento da biodiversidade, o que, por sua vez, aumenta a presença de inimigos naturais que diminuem o impacto de pragas e doenças nas lavouras comerciais. Uma equipe de pesquisadores permanecerá à disposição dos produtores para apresentar os últimos avanços no manejo de insetos e patógenos que prejudicam as lavouras.

Show Rural – O Show Rural é uma promoção da Coopavel Cooperativa Industrial e terá início na próxima segunda-feira (3), prosseguindo até o dia 7. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no endereço www.showrural.com.br. (Assessoria de Imprensa Iapar)

 

BRASIL: Lei Anticorrupção entra em vigor

Dinheiro2MaosEntrou em vigor nesta quarta-feira (29/01) a nova Lei Anticorrupção, número 12.846/2013, criada após os protestos nas ruas no ano passado. Para as empresas, trata-se de uma profunda mudança que exige revisão rigorosa dos seus procedimentos internos e de contratos com empresas terceirizadas. A mudança mais importante do ponto de vista empresarial é que a partir de agora as empresas também podem ser condenadas em processos penais. Anteriormente, apenas os sócios e administradores respondiam por atos ilícitos. A lei garante a punição da empresa independentemente da responsabilização de um de seus dirigentes ou de agentes públicos. Esta é a grande mudança legal, pois as empresas poderão ter perdas financeiras caso sejam condenadas. As empresas também não podem mais alegar desconhecimento dos fatos, destaca o professor Fernando Zilveti, da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Com a nova lei, os administradores precisam saber tudo o que é feito na empresa por todos os subordinados e pelos terceirizados, pois terão de responder criminalmente por eventuais ilícitos”, explica ele.


Práticas internas - Toda a classe empresarial terá de rever criteriosamente suas práticas internas e a relação com terceiros, pois não há espaço para alegar desconhecimento dos fatos, acrescenta. Segundo o professor da FGV, a nova lei já está mudando o comportamento das empresas. Ele cita o exemplo da multinacional francesa Alstom, que anunciou recentemente que deixou de contratar consultorias. Em nota oficial, a empresa envolvida no escândalo de pagamento de propinas justificou: "A Alstom se compromete a conduzir seus negócios de forma responsável e a se esforçar para alcançar os mais elevados padrões éticos". “Os consultores terão de ser totalmente transparentes em relação ao trabalho prestado e à remuneração”, explica o especialista, lembrando que muitos contratos com consultorias eram usados como forma de ocultar o caixa 2 e pagamentos de suborno por grandes empresas.

O que prevê a legislação

- A Lei Anticorrupção (12.846/2013) foi sancionada em agosto, na esteira da onda de protestos, pela presidente Dilma Rousseff e entra em vigor hoje. Pela primeira vez no Brasil, há possibilidade de punição para pessoas jurídicas (empresas) envolvidas em corrupção. Entram na mira atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.

- Empresas — nacionais ou estrangeiras — poderão ser condenadas em processos de corrupção. Antes, só sócios e administradores respondiam por atos ilícitos. A lei garante a punição de uma companhia independentemente da responsabilização de seus dirigentes ou de agentes públicos.
 
- A nova legislação prevê multas pesadas para as empresas condenadas: até 20% do faturamento bruto do ano anterior ao da abertura de processo administrativo. Quando não for possível usar esse critério na definição da sanção, o valor pode variar de R$ 6 mil a R$ 60 milhões. A multa não exclui a obrigação da reparação integral do dano causado.

- A lei também prevê um cadastro público de empresas corruptoras e a proibição de receber incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de instituições públicas por até cinco anos. Para casos graves, poderá ser determinada a dissolução compulsória da companhia.

- Acordos de leniência poderão ser assinados em caso de as companhias responsáveis por atos ilícitos aceitarem colaborar com as investigações. E, na aplicação de sanções, a existência de procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades e a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta servirão como atenuantes.

- A Controladoria-Geral da União (CGU) precisa regulamentar a norma no âmbito federal. Entre os pontos que precisam ser regulamentos, estão os critérios objetivos para definir o valor da multa. A expectativa é de que os Estados usem o decreto como referência para as normas regionais. (ClickRBS e Zero Hora – com agências)

 


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