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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3303 | 19 de Março de 2014

VISITA: UFPR quer desenvolver programa de capacitação em parceria com o setor cooperativista

O reitor da Universidade Federal do Paraná, Zaki Akel Sobrinho, visitou, na tarde desta terça-feira (18/03), a sede do Sistema Ocepar. Acompanhado da professora e coordenadora Sandramara Kusano de Paula Soares, o reitor foi recebido pelo presidente João Paulo Koslovski e o superintendente José Roberto Ricken. Akel Sobrinho propôs à Ocepar parcerias para o desenvolvimento um programa de capacitação que contempla uma série de atividades voltadas ao desenvolvimento humano, como graduação, especialização e cursos de educação a distância (EAD), sendo que este último poderá ser ofertado com alguns diferenciais . “Temos um grande potencial na pós-graduação, mas sinto que existe, no setor cooperativista do Paraná, uma lacuna na graduação. Com a capilaridade do EAD, e o know-how da UFPR, é possível atender a profissionais de várias regiões do estado, por meio de cursos de graduação semipresenciais e também cursos de curta duração. Pretendemos estabelecer uma parceria sinérgica com a Ocepar, atendendo suas demandas na área de formação e treinamento”, disse. 

Projetos - Segundo Akel Sobrinho, a reunião foi positiva e ajudou a definir quais serão os próximos passos para a implantação de projetos educacionais voltados ao setor cooperativista. “Vamos trazer um cardápio de possibilidades de cursos ao Sistema Ocepar. Definimos quais as áreas prioritárias e, a partir de agora, as equipes técnicas vão trabalhar e desenvolvê-los, especialmente aqueles que utilizam as plataformas de educação a distância”, afirmou. O reitor mostrou-se otimista quanto ao início dos novos cursos. “Acredito que podemos desenhar um projeto-piloto já para o segundo semestre deste ano. Para 2015 teremos então um programa mais forte e ambicioso. O encontro com o presidente Koslovski e o superintendente Ricken foi muito produtivo”, concluiu.

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OCB: Acordo internacional de cooperação pode beneficiar cooperativas brasileiras

ocb 19 03 2014A possibilidade de um acordo de cooperação técnica é o resultado do encontro da missão brasileira, liderada pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, com o presidente da National Cooperative Business Association (Associação Nacional de Negócios Cooperativos), a NCBA, Michael Beall. A reunião aconteceu na segunda-feira (17/03) de manhã, na sede da Associação, em Washington, capital dos Estados Unidos.

Troca de experiências - De acordo com o presidente Márcio Lopes, a NCBA manifestou interesse em firmar parcerias visando à troca de experiências entre os dois países. "Estados Unidos e Brasil enfrentam desafios comuns para a regulação específica de cooperativas, por isso buscamos fortalecer nossa cooperação bilateral", comenta o líder cooperativista.

Inclusão - Também foi cogitada a possibilidade de incluir o Sistema OCB no acordo de cooperação internacional firmado com o Moçambique. A ideia é que os três países – por meio de um acordo internacional trilateral – estabeleçam relações comerciais e técnicas a fim de desenvolver o cooperativismo moçambicano, com base nas experiências do Brasil e Estados Unidos.

Roteiro - Além da visita à NCBA, o grupo também esteve na National Council of Famers Cooperatives (Conselho Nacional das Cooperativas Agropecuárias) e na National Regional Electrical Cooperatives Association (Associação Nacional das Centrais de Cooperativas de Eletrificação). O grupo também deve se reunir com deputados americanos. A programação inclui audiências no Congresso dos Estados Unidos, com parlamentares que possuem forte atuação em prol das cooperativas daquele país.

Objetivo – A missão tem por objetivo principal identificar parcerias e oportunidades de desenvolver e aprimorar o trabalho de representação já realizado pela Organização das Cooperativas Brasileiras. Outro aspecto da visita diz respeito à prospecção técnica. O grupo brasileiro está buscando exemplos de como as organizações americanas coletam e processam dados, geram informações e, posteriormente, disseminam conhecimentos de interesse de seus associados e demais públicos. O suporte e as capacitações oferecidos às cooperativas também 

 

COCARI: Cooperativa realiza 120ª AGO

A Cocari realizou, na última sexta-feira (14/03), a 120ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), quando foi apresentado aos cooperados o balanço do exercício de 2013, bem como o planejamento de investimentos para 2014. Estiveram presentes na AGO da Cocari, o presidente Vilmar Sebold, o vice-presidente Marcos Trintinalha, o diretor executivo João Carlos Obici, diretores conselheiros, conselheiros fiscais, cooperados e alguns colaboradores, além de representantes do BRDE e do Branco do Brasil. O Sistema Ocepar foi representado pelo superintendente José Roberto Ricken. 

Realizações – Entre as realizações de 2013, o presidente destacou a atuação das indústrias, citando o início das operações da Unidade Industrial de Aves (UIA), que tinha previsão para início de funcionamento em janeiro, mas por conta da burocracia dos órgãos oficiais do país sofreu atraso, entrando em funcionamento somente no início do mês de abril de 2013. “Este atraso gerou custos e reflexos no planejamento, orçamento de vendas e resultados inicialmente previstos para o exercício”, justificou Sebold. Ele disse ainda que a estrutura da UIA está sendo reconhecida por visitantes e técnicos, como uma das melhores plantas industriais do Brasil. “Nosso objetivo para 2014 é viabilizar este investimento que já é realidade em nossa região, com a geração de emprego e renda para associados, colaboradores e sociedade”. Sebold detalhou também as realizações das Fábricas de Rações, da Fiação e o recebimento de grãos.

Exemplo de organização– O superintendente do Sistema Ocepar salientou o modelo de gestão adotado pela cooperativa nos últimos anos, como referência. “Eu acompanho a Cocari desde os anos 80, e o que eu posso caracterizar como uma qualidade da Cocari é a organização, um planejamento estratégico bem definido, uma estrutura profissional muito capaz, a definição dos negócios também, com uma percepção bem econômica. A Cocari teve um desafio grande, recentemente, de sair de uma área importante, que é cana, para ir para outra área importante, que é a de aves”, destacou Ricken. “Essa profissionalização que ocorreu na Cocari foi fundamental, para a existência da cooperativa até hoje, que chega aos 52 anos, como uma empresa madura, consolidada, que tem um horizonte, tem um rumo, tem gestão”, reforçou.

Conselho Fiscal– Durante a AGO, foi eleito o Conselho Fiscal para a gestão 2014, ficando assim definido: Aguinelo Luiz Feltrin, Antonio Marcos Sossai e Waldemar Leandro Renzi Pimentel como membros efetivos; e Celso Schmitz, Haroldo Augusto Charallo e Milton Luiz Campana como membros suplentes. Os representantes que se despediram do Conselho Fiscal receberam uma placa em agradecimento ao trabalho desenvolvido.

Homenagem – O presidente Vilmar Sebold recebeu uma homenagem pelos 35 anos dedicados ao cooperativismo, completados naquela data. “Há exatos 35 anos foi plantada uma semente, que germinou e deu muitos frutos. Sua dedicação por esse setor é algo que reflete os resultados do seu trabalho ao longo desse tempo. Sua luta pela causa cooperativista, temos certeza, é motivo de muito orgulho e também motivo de agradecimento de todos aqueles que têm o privilégio de poder dividir com você um pequeno espaço nessa caminhada”, ressaltou o presidente de honra da Cocari, Dorival Malacario. (Imprensa Cocari)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Cooperativa dá início a Programa de Certificação de Conselheiros

A aula inaugural do Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos aconteceu na terça-feira (18/03), na sede da cooperativa de crédito, em Palotina. A certificação é promovida pelo Sistema Ocepar, Sescoop/PR, Central Sicredi PR/SP/RJ e Isae - Instituto Superior de Educação e Economia, em parceria com as cooperativas paranaenses e nesta primeira etapa reúne um grupo de 40 conselheiros e líderes de núcleos de associados, de diversas regiões da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP.

Presenças - Participaram da aula inaugural, o presidente da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP; o gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche e Marina Kochmanski, representando a Central Sicredi PR/SP/RJ. Para Boesche, a formação dos conselheiros é a realização de um antigo sonho. “Temos que buscar treinamento sempre e acompanhar as mudanças, estarmos atualizados e com isso ter um aprimoramento da gestão”, comentou.

Oportunidade - O presidente Jaime Basso falou do Programa de Formação como oportunidade de adquirir conhecimento, trocar experiências e melhorar o desempenho da função, contribuindo com o desenvolvimento da cooperativa de crédito. “A cooperativa vem crescendo e a qualificação dos conselheiros e novos líderes irá auxiliar para a sustentabilidade e perenidade do empreendimento cooperativo”, afirmou.

O Programa- O Programa foi lançado em 2013 com o objetivo de capacitar novos conselheiros e busca aprimorar e desenvolver competências, visando uma maior efetividade no desempenho da função. Para este ano, a Ocepar, tem como meta formar turmas em 15 cooperativas paranaenses. Destas, cinco ligadas ao ramo crédito, envolvendo 200 pessoas em formação. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

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SICOOB: Carteira de crédito cresce 24,4% em 2013

sicoob 19 04 2014As operações de crédito do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), maior sistema de cooperativas financeiras do país, tiveram uma evolução de 24,4% e chegaram a R$ 25,1 bilhões em 2013. Os ativos do sistema também evoluíram, atingindo a marca de R$ 41,5 bilhões, crescimento 21,9% superior ao registrado no ano anterior. O patrimônio líquido das cooperativas teve um avanço de 17,7% e registrou R$ 9,5 bilhões no final do ano passado. Em depósitos, o crescimento foi de 22,5%, chegando a R$ 25,6 bilhões.

Pessoa física e produtor rural- O saldo da carteira de crédito do Sicoob  destinado à pessoa física teve um acréscimo de 31%, alcançando a marca dos R$ 4,8 bilhões no final de 2013. Para o produtor rural pessoa física, o acumulado do crédito ofertado foi de R$ 11 bilhões, o que equivale a um crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior. Para pessoa jurídica, as operações de crédito ultrapassaram a marca dos R$ 6,8 bilhões, o que representa crescimento de 34%, e de R$ 1,1 bilhão de saldo acumulado para pessoa jurídica rural.

Poupança - O Sicoob alcançou a marca de R$ 460 milhões de volume captado de poupança durante o ano de 2013, já acrescido da rentabilidade. Já em 2014, o volume captado apenas no mês de janeiro foi de R$ 58 milhões, maior evolução mensal da poupança Sicoob em toda a série histórica. Além disso, no mês de fevereiro deste ano, o saldo total da carteira de poupança alcançou a marca de R$ 2 bilhões em recursos captados.

Rede de atendimento - A rede de atendimento do Sicoob também evoluiu no último ano. O avanço foi de 4,1% em relação ao ano anterior. No Brasil, existem cerca de 4,6 mil pontos de cooperativas de crédito. O Sicoob responde por cerca de 47% desse total, com 2.178 pontos.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) possui mais de 2,6 milhões de associados em todo o país e está presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 500 cooperativas singulares, 15 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias, provedoras de produtos e serviços especializados, como consórcio, previdência e fundos de investimento. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,1 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem um amplo portfólio de produtos e serviços para seus associados e possibilitam acesso a recursos para empréstimos em geral e investimentos, tanto para pessoas físicas como jurídicas, com juros mais acessíveis. (Imprensa Sicoob)

 

AGENDA PARLAMENTAR: Crise no setor energético é tema de audiência na Câmara dos Deputados

agenda parlamentar 19 03 2014Nesta quarta-feira (19/03), as Comissões de Minas e Energia (CME); de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (CDEIC); e de Fiscalização Financeira e Controle (CFT), da Câmara dos Deputados, realizam audiência pública conjunta com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann, para debater a crise no setor energético brasileiro e suas consequências para o desenvolvimento do país.

Senado Federal - A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), do Senado Federal, realiza nesta quinta-feira (20/03), audiência pública para debater o endividamento dos pequenos e médios produtores rurais da Região Nordeste, dentre os convidados estão: Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional e Ary Joel de Abreu Lazarin, presidente do Banco do Nordeste do Brasil. A reunião foi requerida pelo senador Cícero Lucena (PB), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

Congresso Nacional - No Congresso Nacional, está prevista a apresentação do relatório do senador Wellington Dias (PI) à Medida Provisória (MPV) 636/2013, que dispõe sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da Reforma Agrária. Além disso, a Comissão Mista da MPV 636 também deve realizar audiência pública para debater a matéria. (Blog OCB no Congresso)

Para acessar a Agenda da Semana completa,clique aqui.

 

RAMO INFRAESTRUTURA: Fórum discute PL para cooperativas de eletrificação rural

A proposta de um Projeto de Lei (PL) que reconhece o mercado cooperativo de energia elétrica e define o adequado tratamento regulatório norteou o Fórum Nacional do Ramo Infraestrutura, ocorrido na sexta-feira, (14/03). O evento foi realizado na sede Cooperativa de Eletrificação Rural de Resende (Ceres) e contou com a presença de representantes de cooperativas dos estados do Paraná e São Paulo, além de técnicos da Unidade Nacional do Sistema OCB.

Resultado - Um dos resultados do Fórum é que uma minuta do PL será discutida em reuniões que possibilitem uma análise mais ampla sobre o assunto. O diretor da OCB/RJ, Vinícius Mesquita, que representou o presidente do Sistema OCB/RJ, Marcos Diaz, frisou que o Fórum é o resultado de um trabalho que vem sendo feito com o intuito de reestruturação as cooperativas de eletrificação rural. “Há pelo menos um ano estamos reunindo os dirigentes das cooperativas fluminenses e debatendo formas de deixá-las mais seguras juridicamente. Este encontro nacional tem a intenção de tratar de ações mais abrangentes”, reforça Mesquita.

Sistema OCB– Também participaram do Fórum, pelo Sistema OCB, as gerentes: Clara Maffia (Técnica e Econômica) e Ana Paula Rodrigues (Jurídica); e o analista técnico, Marco Olívio Morato. Eles afirmaram que a representação cooperativista nacional está trabalhando para o desenvolvimento das cooperativas. (Informe OCB)

EXPEDIÇÃO SAFRA: Perdas na soja somam 2,1 milhões de toneladas em PR e MT

O veranico nas lavouras do Paraná e o volume intenso de chuvas no Mato Grosso recuaram o potencial da safra brasileira 2013/14. Com a projeção inicial de 91,05 milhões de toneladas de soja, a Expedição Safra reduziu a expectativa para 87,61 milhões de toneladas. Somente em Mato Grosso e no Paraná, os dois maiores produtores da oleaginosa, 2,1 milhões de toneladas de soja foram perdidas para o clima. Ainda assim, a produção nacional de soja deve registrar um crescimento de 7% na comparação com o volume colhido na temporada anterior (81,9 milhões de toneladas). As estimativas ainda são preliminares e serão revisadas ao final da sondagem de campo, em abril.

Rendimento - Com produtividade comprometida pelo clima quente e seco de janeiro e fevereiro, as lavouras paranaenses de soja devem render 15,1 milhões de toneladas na safra 2013/14 -- 1,85 milhão de toneladas (10,9%) abaixo do projetado inicialmente e 6,4% abaixo da colheita anterior (16,15 milhões de toneladas). Já em Mato Grosso o maior prejuízo até momento é com a qualidade dos grãos. Em volume, as perdas somam apenas 250 mil toneladas (1%) e o estado mantém potencial para uma colheita recorde de 26,21 milhões de toneladas, 9,5% acima do volume registrado na safra passada (23,9 milhões de toneladas).

Preços - Embora as expectativas ainda estejam sendo traçadas nesse novo panorama, o agrônomo Robson Mafioletti, assessor técnico-econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e também técnico da Expedição Safra, avalia que o produtor será retribuído nos preços. “As perdas não são nada alarmantes, representam menos de 5% da produção nacional. Os produtores acabaram sendo compensados pela melhoria dos preços. Além disso, a valorização do dólar tem ajudado”, analisou.

Exportações - As previsões são de que as exportações passem de 45 milhões de toneladas, frente aos 42,8 milhões em 2012/13.

Previsão internacional -  Após considerar o Brasil, no último mês, como maior produtor de soja da temporada, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) também reduziu as projeções para a safra do país no último dia 10. A previsão para a oleaginosa no país caiu de 90 milhões de toneladas para 88,5 milhões de toneladas. A projeção para a safra norte-americana se manteve em 89,51 milhões de toneladas.

Extremos climáticos- Conforme apresentado no relatório emitido pelo órgão, o fator determinante para a redução foram os extremos climáticos. Apesar das avaliações, Mafioletti ressalta que a quebra nesse patamar não chega a afetar drasticamente a produção nacional.  “O Brasil tem ampliado a produção ano após ano e os resultados são positivos para toda a cadeia. Nesta safra foram plantados 2 milhões de hectares a mais que no ciclo anterior, podemos considerar o avanço bastante sustentável”, aponta. 

Em campo - Nesta semana, as equipes da Expedição percorrem as lavouras na Argentina a fim de verificar as potencialidades da safra local. Na sequência, o roteiro segue pela América do Sul acompanhando o desenvolvimento das lavouras no Paraguai. Para mais informações, acesse: www.expedicaosafra.com.br.

Sobre a Expedição Safra- Desenvolvida pelo Agronegócio Gazeta do Povo, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), a Expedição Safra está na estrada desde o ciclo 2006/07. O projeto consiste em um levantamento técnico-jornalístico da produção de grãos da América do Sul à América do Norte. A sondagem periódica ocorre em 14 estados brasileiros, mais as regiões produtoras dos Estados Unidos, Paraguai e Argentina. Para ampliar a discussão de mercado, nas últimas duas safras os técnicos e jornalistas estenderam o trabalho de campo com incursões à Europa (Alemanha, Holanda, Bélgica e França), China e Índia. Na temporada 2013/14, desembarcam na África. Mais informações: www.expedicaosafra.com.br. (Expedição Safra)

VPB: Valor de produção agropecuária deve alcançar R$ 438,4 bi

Neste ano, o Valor Bruto da Produção Agropecuária Brasileira (VBP) deve crescer 2,1% em relação a 2013, alcançando R$ 438,4 bilhões. O VBP agrícola deve ter um aumento real de 4,1%, enquanto a pecuária, redução de 1,6%. “Algumas colheitas e plantios vêm sendo prejudicados devido às secas e fortes chuvas em algumas partes do Brasil. No caso do café, a seca tem contribuído para o aumento do preço do produto, como por exemplo, o café arábica”, afirma o coordenador de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques.

Preços - Grande parte das lavouras apresenta preços de produtos mais altos que do ano passado, dentre eles, algodão em caroço, com aumento de 42%, e o café com incremento real de 9,2%. Os produtos agrícolas com perspectiva de alta são o algodão (59%), laranja (24,3%), mandioca (86,9%), pimenta (27%) e maçã (19,5%). Já os produtos que apresentarão redução no valor da produção são batata-inglesa (9,4%), cebola (47,5%) e tomate (27,4%).

Pecuária - Quanto à pecuária, o valor bruto da produção equivale a 33,4% com estimativas de redução nos preços do frango (16,8%), leite (6,6%) e ovos (35,3%), que têm perspectiva de faturamento mais baixo. Na pecuária, a carne bovina deve ter aumento de 14,2% em relação a 2013 e a previsão de aumento é de R$ 63,8 bilhões. (Mapa)

Clique aqui e aqui para baixar as tabelas do VBP de fevereiro.

 

ABRATES: Londrina sedia III Curso de Fisiologia de Sementes

abrates 19 03 2014A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) promove até a próxima sexta-feira (21/03), mais uma edição do Curso de Fisiologia de Sementes, em Londrina - PR. Cerca de 90 representantes da indústria de sementes, laboratórios, cooperativas, empresas de armazenamento e logística, pesquisadores e acadêmicos participam da formação.

Livro - O curso é baseado no livro “Fisiologia de Sementes” de autoria do professor Júlio Marcos Filho (Universidade de São Paulo/ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”), um dos palestrantes. De acordo com Júlio: “sem conhecer a fisiologia de sementes, não se tem bases para produzir, processar, armazenar, nem avaliar a qualidade das sementes. Enfim, o profissional fica sem ação para produzir e comercializar sementes de alta qualidade”.

Professores - Também ministram o curso a professora Denise Cunha Fernandes dos Santos Dias, (Universidade Federal de Viçosa) e os pesquisadores Cláudio José Barbedo (Instituto de Botânica de São Paulo), Francisco Carlos Krzyzanowski (Embrapa Soja) e José de Barros França Neto (Embrapa Soja).

Temas - Serão abordados os processos fisiológicos de componentes da semente durante os processos de embebição, de germinação, do desenvolvimento das plântulas, além de compreender as deficiências de ordem fisiológica que caracterizam as suas anormalidades, entre outros. (Assessoria de Imprensa da Abrates)

 

INSUMOS: Venda de fertilizante no Brasil sobe 19,5% em fevereiro, diz Anda

As vendas de fertilizantes no Brasil cresceram 19,5 por cento em fevereiro ante um ano atrás, para 2,1 milhões de toneladas, puxada pela demanda para o cultivo de algodão e da segunda safra de milho , informou nesta terça-feira a associação que reúne a indústria. A necessidade de adubação de cobertura nas lavouras de arroz na região Sul, que puxou a comercialização de adubos nitrogenados, também colaborou para a alta no período, acrescentou a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda).

Soma - No bimestre, a comercialização somou 4,29 milhões de toneladas, alta de 13,8 por cento ante igual período do ano passado. A demanda fez com que as importações de fertilizantes subissem 36 por cento em fevereiro, para 1,46 milhão de toneladas. Nos dois primeiros meses do ano, as importações cresceram 27 por cento, totalizando 3 milhões de toneladas.

Produção nacional- A produção nacional no primeiro bimestre de 2014 caiu 18,6 por cento, para 1,2 milhão de toneladas, em relação aos dois primeiros meses de 2013.

Importação - O Brasil importa cerca de 70 por cento de seu consumo anual de fertilizantes. O Estado do Mato Grosso, maior produtor de milho segunda safra no país, concentrou o maior volume de entregas no período, somando 902 mil toneladas. O Paraná veio em segundo lugar no ranking, com 580 mil toneladas, e São Paulo foi o terceiro, com 562 mil toneladas adquiridas. (Reuters / Agrolink)

SAÚDE: Secretaria suspende venda de leite sob suspeita

leite 19 03 2014A Secretaria Estadual da Saúde determinou nesta terça-feira (18/03) a suspensão da venda de dois lotes do Leite UHT Integral, da marca Líder. A orientação é que quem já adquiriu o produto também suspenda o consumo imediatamente. A medida foi tomada após o Ministério da Agricultura informar irregularidades em unidades dos lotes “Lob 04 D 06:00”, fabricado em 13/02/2014, e “Lob 18 C 04:01”, fabricado em 14/02/2014. Ambos os lotes foram produzidos no Estado do Rio Grande do Sul e distribuídos no Paraná.

Recolhimento - A interdição cautelar dos lotes determina que o comerciante recolha o produto irregular que porventura ainda esteja à venda. Já as pessoas que têm o leite em casa devem evitar o consumo e buscar os seus direitos de consumidor junto ao local onde comprou o produto.

Ministério Público- A denúncia partiu do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), que desde o ano passado investiga casos de fraude na cadeia produtiva do leite produzido no Estado. Segundo o órgão, 199 mil litros de leite adulterado foram enviados à unidade da LBR Alimentos em Lobato, no Norte do Paraná.

Produtos - A adulteração do leite ocorre por meio do uso de ureia, que contém formol e pode causar sérios danos à saúde do consumidor. A ureia é utilizada para mascarar a adição de água ao leite, o que aumenta o volume do produto. Se o leite adulterado for consumido em grandes quantidades ou por um longo período de tempo, a intoxicação por formol pode até causar câncer.

Monitoramento - Desde 2013, o Governo do Estado reforçou o sistema de monitoramento da qualidade do leite produzido e comercializado no Paraná. Além da fiscalização na etapa de produção, o Estado ampliou o trabalho realizado na etapa final, quando o produto já está disponível à venda em supermercados.

Verificação - “Após a confirmação da venda de leite fraudado no Paraná, em maio do ano passado, incluímos a análise de adulterantes no processo de fiscalização. Isso permite que verifiquemos se houve mudanças na qualidade do leite durante a etapa de transporte entre o laticínio e o comércio”, explica a coordenadora da divisão de Vigilância Sanitária de Alimentos, Karina Ruaro.

Análises - Karina afirma que, desde maio de 2013, 65 amostras de leite UHT já foram analisadas pelo Laboratório Central do Estado. Dois lotes de leite da marca Batavo apresentaram formol em suas amostras e por isso foram retirados de mercado. Além disso, outras 271 amostras de leite pasteurizado, do programa Leite das Crianças, também foram avaliadas. Nenhuma apresentou irregularidade. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FAZENDA: Senado aprova empréstimo de R$ 20 milhões para o Paraná modernizar o fisco

O plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (18/03) o projeto que autoriza o Governo do Paraná a contratar um financiamento de cerca de R$ 20 milhões (US$ 8,5 milhões) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado no Programa de Melhoria de Gestão Fiscal (Profisco), cujo objetivo é modernizar os processos de arrecadação do Estado e ampliar o compartilhamento de informações entre as secretarias da Fazenda dos estados, Distrito Federal e Receita Federal. “Com isso, ganharemos eficiência nos processos de fiscalização e de arrecadação. Em consequência, a receita do Estado aumentará permitindo ao Governo ampliar o atendimento às demandas da sociedade”, disse o  secretário a Fazenda, Luiz Eduardo Sebastiani.

Tramitação - O Projeto de Resolução nº 7, de 2014, relatado pelo senador Aloysio Alves Ferreira, teve parecer favorável da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado na parte da manhã. A proposta foi aprovada por unanimidade, com o voto de 67 senadores, na sessão plenária da tarde. A tramitação foi acelerada a pedido do senador paranaense Alvaro Dias.

Resolução- Nos próximos dias, o Senado publica a resolução no Diário Oficial da União (DOU), autorizando o Governo Federal a dar o aval ao empréstimo. Após a publicação, a resolução tem validade imediata e o recurso ficará disponível assim que o Ministério da Fazenda convocar o Paraná e o BID para a assinatura do contrato. (Agência de Notícias do Paraná)

INDÚSTRIA: País perde espaço na produção global

No ano passado, pela primeira vez as receitas das exportações da indústria foram insuficientes para pagar os gastos do setor com a importação de insumos, peças e componentes. Também em 2013, a participação de produtos importados no mercado doméstico atingiu 22,3% do total do consumo, índice 1,6 ponto percentual acima do verificado em 2012 e o maior desde 1996 - isso significa que um em cada cinco produtos consumidos no país tem sido produzido fora do Brasil.

Espaço - As duas informações, divulgadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), confirmam que o país perde espaço nas cadeias globais de produção de manufaturados. Do total de 21 segmentos do setor de transformação analisados, 11 exportaram um valor inferior ao gasto com insumos adquiridos no exterior no ano passado.

Recursos - "O problema não é o tamanho das importações, mas o fato de que elas não geram mais recursos em exportações", diz o professor Jorge Arbache, da Universidade de Brasília. "Estamos importando apenas para abastecer o consumo interno", acrescenta. No ano passado, no total do comércio exterior de bens industriais, o déficit brasileiro bateu novo recorde, chegando a US$ 54 bilhões. (Valor Econômico)

COMÉRCIO: Intenção de consumo das famílias cai 3,3% em março

A intenção do consumo das famílias (ICF), indicador medido pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), recuou 3,3% em março, na comparação com o mês anterior, e 5,1% na comparação com março do ano passado. O aumento da inflação, o elevado nível de endividamento das famílias e o crédito mais caro contribuíram para os resultados negativos.

Emprego e renda- Segundo a CNC, índices relacionados ao emprego e à renda também refletiram menor otimismo das famílias em março. Houve recuo de 1,6% na confiança em relação ao emprego atual na variação mensal, e queda de 3,5% em relação a março do ano passado. Apesar disso, esse indicador segue em patamar "favorável" por conta da baixa taxa de desemprego.

Comprometimento - O menor crescimento da massa salarial em termos reais e uma recuperação mais lenta da atividade econômica estão comprometendo a confiança das famílias com relação à renda, diz a entidade. O índice recuou 3,5% em relação a fevereiro, e 2,4% na comparação com março de 2013.

Piora na expectativa- O recuo na confiança das famílias foi puxado pela piora nas expectativas da população com renda abaixo de dez salários mínimos (-3,5%). A confiança das famílias que ganham acima de dez salários mínimos teve retração de 2,4%.

Queda - Além de reduzir a disposição das famílias em consumir no futuro, o crédito mais caro e a manutenção do nível de endividamento afetaram o nível de consumo atual, que apresentou queda de 1,8% em março, na comparação mensal. Na análise comparativa com março de 2013, o nível atual de consumo teve retração de 4,9%, segundo dados da CNC.

Nível igual- O percentual de famílias que declararam estar com nível de consumo igual ao do ano passado aumentou para 37,1% em março. Na pesquisa, 37,4% dos entrevistados disseram que o momento é ruim para a compra de bens duráveis, recuo de 8,9% na comparação mensal, e retração de 13,5% na comparação anual. (Valor Econômico)

BRASIL: Alimentos sobem e põem Banco Central em alerta

Um choque inesperado de alimentos deve aumentar a inflação no curto prazo e levar o Banco Central a estender o ciclo de aperto monetário iniciado em abril do ano passado. Efeitos da estiagem sobre os preços agrícolas já foram capturados pelos índices de preços no atacado e devem chegar com mais intensidade aos índices ao consumidor em março, quando se espera que o IPCA, indicador oficial da inflação, tenha um repique e supere 6% na variação acumulada em 12 meses.

Novo choque- O BC reconheceu que enfrenta um novo choque de preços de alimentos, embora acredite que seja temporário - por decorrer de um fenômeno climático - e não tenha a mesma intensidade do ocorrido no início do ano passado, quando os preços in natura subiram 45,3% nos 12 meses até fevereiro. Ainda assim, a intenção da autoridade monetária é evitar que o choque se propague para outros preços da economia.

Preços agrícolas- Ao participar nesta terça-feira (18/03) de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, incluiu a pressão dos preços agrícolas em sua comunicação e sinalizou a possibilidade de novas altas da taxa básica de juros (Selic).

Resistência - Tombini disse aos senadores que a inflação acumulada em 12 meses mostra resistência e uma variação "ligeiramente acima" da prevista. "Somem-se a isso pressões localizadas que ora se manifestam, especialmente no segmento de alimentos in natura", disse. Tombini afirmou que, em princípio, trata-se de um choque temporário e que tende a se reverter nos próximos meses. "Mesmo assim, a política monetária deve atuar de modo a garantir que os efeitos desse choque se circunscrevam ao curto prazo".

Produtos in natura- Embora os produtos in natura, que têm um ciclo rápido de produção, possam devolver no meio do ano boa parte da alta provocada pela seca, o mesmo não vale para as carnes, que pesam bastante na cesta de consumo e costumam absorver pressões por um tempo maior. (Valor Econômico)


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