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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3307 | 25 de Março de 2014

COONAGRO: Cooperativas filiadas aprovam prestação de contas

As cooperativas filiadas à Coonagro aprovaram a prestação de contas referente ao exercício 2013 e o orçamento de 2014 durante Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada na tarde desta segunda-feira (24/03), na sede da Ocepar, em Curitiba. Participaram da reunião representantes da C.Vale, Copacol, Copagril, Copagra, Codepa, Nova Produtiva, Cocari, Agrária, Batavo, Castrolanda, Capal, Bom Jesus e Coopagrícola. O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, acompanhou o início dos trabalhos. Também foi realizada uma Assembleia Geral Extraordinária para deliberar sobre adequações no Estatuto Social.

Atuação – Na AGO, foi aprovada a proposta da Coonagro atuar na área de fertilidade de solos e no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias e, ainda, a entrada da cooperativa na operação de fertilizantes. Este ano deverá ser intensificada a importação de produtos por meio do escritório instalado na China. No ano passado, a Coonagro gerenciou o escoamento de 120 mil toneladas de fertilizantes e iniciou a produção de uma linha diferenciada, com marca própria denominada “Coopermicro”, produzida em Paranaguá. 

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SISTEMA OCB: Sescoop realiza segunda etapa da Oficina de Planejamento Estratégico

sescoop 25 03 2014Membros do Conselho do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), superintendentes de unidades estaduais e gestores da unidade nacional se reuniram nesta segunda-feira (24/03) em Brasília para discutir propostas de públicos-alvo, benefícios a serem gerados a eles, objetivos estratégicos e linhas de ação para alcançá-los.

Oficina de Planejamento- O evento faz parte da Oficina de Planejamento Estratégico do Sistema OCB, com foco no Serviço Nacional. Esta é a segunda etapa da oficina. Para o presidente do Sistema, Márcio Lopes de Freitas, o compromisso da unidade nacional é ouvir os estados, a fim de compreender o funcionamento e a necessidade de cada um deles.

Processo - “O processo de construção do Plano Estratégico Sistêmico 2015-2020, com a participação das Unidades Estaduais, é a comprovação do amadurecimento do cooperativismo brasileiro. Com essa interação, pretendemos melhorar todos os nossos processos”, enfatiza Márcio Freitas.

Contínuo - De acordo com o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o encontro desta segunda foi extremamente rico. “É muito importante compreender que um planejamento é algo contínuo que pode e deve ser melhorado sempre. As discussões aqui estão sendo muito oportunas, pois os participantes conseguem, por meio de um senso crítico apurado, fazer os ajustes necessários para a boa execução do plano”, analisa o líder paranaense.

Momento importante- Segundo o presidente da Unidade Estadual do Acre, Manoel Valdemiro da Rocha, a segunda etapa da oficina de planejamento está sendo muito rica. “O momento é importantíssimo para nós. Primeiro, porque nivela informações. Segundo, porque apresenta a avaliação do último planejamento e seus indicadores quantitativos, além dos indicadores em termos de qualidade daquilo que foi feito no passado, objetivando mostrar a evolução do nosso trabalho perante o público (cooperativas)”, considera Valdemiro.

Novo momento- Para a superintendente do Mato Grosso do Sul, Dalva Caramalac, o processo de construção participativa tem significado um novo momento para o cooperativismo brasileiro. “Minha expectativa é a melhor possível. Estamos vivendo um momento de intensa participação e vontade das pessoas em participar e ajudar a construir o nosso planejamento. Vejo com muito bons olhos esse momento de construção coletiva. Acho que faremos um planejamento melhor do que anterior”, avalia a gestora.

Agenda – Nesta terça-feira (25/03) o trabalho continua, entretanto, focado na Organização das Cooperativas Brasileiras. Já as diretrizes da CNCoop serão discutidas na quinta-feira (27/03). Todo o trabalho está sendo acompanhado pela equipe técnica da Gerência de Planejamento do Sistema OCB e por especialistas da Macroplan, empresa de consultoria contratada para desenvolver, junto com as unidades estaduais, o Plano Estratégico Sistêmico 2015-2020. (Informe OCB)

 

RS: Ocergs completa 43 anos dedicados ao cooperativismo rio-grandense

O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs) completou, nesta segunda-feira (24/03), 43 anos de fundação, de acordo com a ata da Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada em 1971. A entidade tem abrangência e base territorial no Estado do Rio Grande do Sul, sendo integrada à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e ao Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES) como representante da categoria das cooperativas.

Lutas vencidas- Segundo o presidente da entidade, Vergílio Perius, muitas lutas foram vencidas ao longo dessas quatro décadas, entretanto, muitas outras ainda precisam ser travadas para garantir o desenvolvimento do cooperativismo rio-grandense. “É necessário reforçar cada vez mais o nosso papel de entidade de representação. A Ocergs é a casa de cooperativas de todos os ramos. Essa data marca a nossa responsabilidade de trabalhar mais e mais pelas cooperativas do Rio Grande do Sul”, comenta o presidente da unidade estadual.

Atividades - A Ocergs promove a representação institucional, o registro, o cadastro e a certificação das cooperativas gaúchas. Atualmente, a Ocergs conta com 467 cooperativas ativas, distribuídas nos 13 ramos, que congregam mais de 2,3 milhões de associados e empregam cerca de 52,7 mil trabalhadores.

Importância - As cooperativas gaúchas representam 11,4% do PIB do Estado e geraram em 2012 cerca de R$ 1,4 bilhão em tributos, reforçando a importância do cooperativismo gaúcho no desenvolvimento da economia do Estado. (Assessoria de Imprensa da Ocergs / Informe OCB)

CRÉDITO: Comitiva do ramo inicia visitas técnicas no Canadá

credito II 25 3 2014Uma comitiva liderada pelo Sistema OCB fará visitas técnicas a diversas instituições ligadas ao cooperativismo de crédito no Canadá. O país é tido como referência mundial no setor e faz parte de um roteiro internacional de prospecção de boas práticas em gestão e regulação de cooperativas de crédito.

Números - O cooperativismo de crédito no Canadá tem mais de 10 milhões de membros e conta com 29% da população movimentando US$ 311 bilhões. Dois segmentos principais dividem o cooperativismo no país: as cooperativas ligadas à Credit Union Central of Canada (CUCC) e as cooperativas ligadas ao Sistema Desjardins, chamadas de "Caisse Populaire". A delegação terá a oportunidade de conhecer com mais profundidade os dois sistemas.

Participação - O projeto apoiado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) tem a participação de representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Banco Central do Brasil, do Ministério da Fazenda e diversas cooperativas de crédito. O grupo tem a missão de identificar boas práticas internacionais que possam ser aplicadas no ambiente brasileiro de operação, representação e regulação das cooperativas de crédito.

Hoje – A delegação brasileira se reuniu com o presidente, David Phillips, na sede do Credit Union Central of Canada, fazendo imersão no trabalho de representação da organização. Juntamente com o Sistema Desjardins, a CUCC responde por mais de 90% das cooperativas de credito no país.

Intercooperação - "A comitiva tem a completa representação do cooperativismo de crédito no Brasil, com participantes das cooperativas, da organização representativa e do órgão público de regulação do setor. Essa é uma grande oportunidade de aprimoramento e ampliação do horizonte de atuação. O cooperativismo de crédito brasileiro será muito beneficiado com este projeto de intercooperação", disse o coordenador do ramo crédito da OCB, Thiago Borba.

Parceria – Grande fomentador do 6º princípio cooperativista, a intercooperação, o Sistema OCB tem parcerias com diversas organizações representativas, as suas pares internacionais. Diversas organizações internacionais contam com parcerias de mão dupla com a OCB. O foco das parcerias são o contínuo desenvolvimento do sistema cooperativista brasileiro e a colaboração ao aprimoramento do cooperativismo global. (Informe OCB)

 

EVENTO: Fiep e Sebrae promovem workshop sobre oportunidades de crédito

credito I 25 03 2014A Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e o Sebrae promovem, no dia 3 de abril, o “I Workshop – Oportunidades de Crédito”. Será no prédio do Sistema Fiep, no campus da Indústria, em Curitiba, a partir das 13 horas. A programação contempla a realização de três painéis, um deles sobre cooperativas de crédito com representantes do Sicredi e Sicoob, cinco oficinas e uma palestra magna, que será ministrada das 19h às 21h pelo economista-chefe do Bradesco, Octávio de Barros. Ele vai falar sobre o cenário econômico nacional e as tendências de mercado.

Produtos e serviços- De acordo com os organizadores, o workshop tem como objetivo possibilitar aos empresários conhecer mais detalhadamente os produtos e serviços oferecidos pelas instituições financeiras participantes, capacitá-los em educação financeira, elaboração de projetos, além de gerar oportunidades de negócios.

Clique aqui para conferir a programação completa do I Workshop – Oportunidades de Crédito

 

CAFEICULTURA: Cooperativas participam de reunião do grupo de trabalho técnico

cafecultura 25 03 2014As cooperativas que atuam com cafeicultura estão sendo convidadas a participar da reunião do Grupo de Trabalho Técnico do Café, na próxima sexta-feira (28/03), no Centro de Treinamento Agropecuário de Ibiporã, no Norte do Estado. O encontro é promovido pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e terá ainda a presença de representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), Emater-PR, Iapar e Fetaep. A programação contempla debates sobre o Plano de Revigoramento do Café para 2014, com novas ações frente à redução da área cultivada no Paraná, com Paulo Franzini, da Seab. Nelson Menoli, da Emater-PR, vai falar sobre assistência técnica e medidas emergenciais para a recuperação dos cafezais. Também serão levantadas sugestões dos participantes sobre ações ligadas à mecanização, mudas, manejo, revitalização, assistência técnica, entre outras.

Área - Nesta safra, a área com café em produção está ocupando 34.763 hectares no Paraná. “Há cinco safras, ou seja, no ciclo 2009/10, os cafezais chegaram a ocupar 94.062 hectares, representando uma redução de 63%. Houve uma perda muito grande principalmente da safra passada para a atual devido as geadas ocorridas em julho e agosto de 2013, que levaram a uma redução de 65.146 hectares para os atuais 34.763 hectares”, explica o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti. “O plano de revigoramento pretende que a área cultivada retorne ao patamar da safra passada. Atualmente, o Paraná precisa importar café in natura para abastecer o parque industrial instalado no Estado”, acrescentou. 

 

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Cooperativa implanta projeto de inclusão digital

sicredi uniao I 25 03 2014A rotina de uma parte dos 3 mil moradores de Graciosa, distrito de Paranavaí, na região noroeste do Estado, começa a ser mudada com o “Projeto de Inclusão Digital” recém-implantado pela cooperativa de crédito Sicredi. A novidade vem para apoiar a formação educacional de pessoas como a estudante Camila Castro de Almeida, de 15 anos, que pretende cursar medicina veterinária. Ela conta que quando ficou sabendo do projeto, foi atrás e, por meio de seu pai, que é associado, matriculou-se na primeira turma. “Tenho computador mas não conheço todos os programas. É sempre bom aprender um pouco mais”, diz.

Decisão - A gerente da unidade de atendimento local, Andréia Rodrigues Mendonça Viana, explica que a decisão de implantar o projeto partiu da própria cooperativa, a única instituição financeira do distrito. “No início, a preferência é para os associados e seus familiares e, numa segunda etapa, vamos atender também a comunidade”, cita.

Em prática- Para colocar a ideia em funcionamento, foi reutilizada uma sala onde antigamente funcionava a unidade de atendimento, ao lado da Igreja Matriz, adquiridos equipamentos e mobiliário, contratada uma equipe de instrutores em parceria com a Fatecie (Faculdade de tecnologia e Ciências do Norte do Paraná) de Paranavaí, que oferece também o conteúdo, e organizadas turmas com o máximo de dez participantes cada. O curso tem a duração de quatro meses e as aulas, com conteúdo de duas horas, são ministradas às terças e quintas-feiras em três horários: às 14, às 16 e às 19h.

Turmas preenchidas- Segundo a gerente, tão logo os associados ficaram sabendo do projeto, as turmas foram preenchidas rapidamente. Entre as primeiras a se matricular, a estudante Bruna Cristina Jaspe, de 14 anos, que deseja ser psicóloga, afirmou ter ficado contente com a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos na área.

Idade - Por enquanto, o público jovem demonstra mais interesse pelo curso, mas a assessora de Programas Sociais da cooperativa Sicredi, Sandra Michels, diz que não há limite de idade para participar e que a turma das 19h e destinada a adultos, inclusive os que estão na melhor idade. “Além dos programas, os instrutores vão ensinar também sobre a parte física dos computadores, como os componentes, fios, placas e demais itens necessários para que eles funcionem.” (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Programa vai movimentar estudantes em Paraíso do Norte e Paranavaí

sicredi uniao II 25 03 2014Fortalecer o aprendizado da cidadania, nas escolas públicas, por meio da cooperação. Essa é a proposta do programa “A União Faz a Vida” que a cooperativa Sicredi acaba de levar para as cidades de Paraíso do Norte e Paranavaí. A iniciativa foi implantada em parceria com as prefeituras, nos mesmos moldes do que aconteceu, nos últimos anos, em 9 municípios das regiões noroeste e norte do Paraná. São eles: Santa Fé, Munhoz de Mello, Nova Esperança, Ivatuba, Floraí, Tamboara, Jussara, Cambé e Londrina, com total de 7,6 mil estudantes, 720 educadores e 34 estabelecimentos de ensino.

Vivência - “Ao participarem, crianças e adolescentes vivenciam atitudes e constroem valores que vão servir para a sua educação integral”, explica a assessora de Programas Sociais da cooperativa, Sandra Michels. Segundo ela, neste ano haverá a formação dos educadores das duas novas cidades e, a partir de 2015, a aplicação dos projetos em sala de aula. Michels acrescenta que o aprendizado se desenvolve de forma lúdica. “A metodologia interage com o currículo escolar”.

Mudanças e novos desafios- De acordo com a psicopedagoga Fernanda Sobreira, que reside em Belo Horizonte (MG) e, a convite do Sicredi, esteve na última semana em Paraíso do Norte e Paranavaí para fazer palestras sobre o tema a professores, tem havido muitas mudanças na sociedade, o que impõe novos desafios à educação e exige o emprego de novas tecnologias de ensino. “O aluno de hoje tem praticamente todas as informações no celular. Ele vive uma era em que tudo é instantâneo, rápido, disse, frisando que “os professores são estratégicos para orientá-los nesse inquietante processo de transformações”.

Proposta atual- O programa, segundo ela, tem uma proposta atual, pois “trabalha a consciência do aluno e o faz se sentir protagonista do contexto no qual está inserido”. “Seu objetivo”, acrescenta, “é formar cidadãos capazes de empreender e construir o futuro de forma coletiva, com responsabilidade social e ambiental”.

Contribuição - O diretor executivo da cooperativa Sicredi, Rogério Machado, comenta que a sua instituição não se preocupa apenas com o retorno econômico: “Ela deseja contribuir, também, para aprimorar a educação nas regiões onde atua, pois o desenvolvimento das pessoas passa pelas salas de aula”.

Abrangência - Em Paraíso do Norte, o programa “A União Faz a Vida” vai envolver quatro estabelecimentos de ensino, 142 educadores e 1349 alunos. Em Paranavaí, serão escolas, 49 educadores e 590 estudantes. Criada em 1994, no Rio Grande do Sul, a iniciativa espalhou-se por 165 cidades do país, das quais 44 no Paraná, onde conta com 176 escolas participantes, 2.054 educadores credenciados e 26.311 alunos. Universidades atuam na formação e no acompanhamento pedagógico. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

COPAGRIL: Começa a segunda turma do curso modular para jovens

Com o resultado positivo do projeto-piloto, realizado de março a agosto do ano passado, a Copagril, em parceria com o Sescoop/PR, está dando continuidade ao Programa de Formação de Liderança Jovem (Jovemcoop). A segunda turma, com 37 jovens, iniciou as atividades na última quinta (20/03) e sexta-feira (21/03), na Associação Atlética e Cultural Copagril (AACC), de Marechal Cândido Rondon.

Protagonismo juvenil- O primeiro módulo teve como tema o protagonismo juvenil cooperativista e projeto de vida, ministrado pelo instrutor Ney Guimarães. O objetivo, segundo ele, é proporcionar à juventude cooperativista a capacitação, visando a aproximação e maior envolvimento com a cooperativa. Isto, além de despertar nos jovens o interesse pelo cooperativismo e em dar continuidade às atividades do campo, auxiliando-os a definirem as metas para suas vidas.

Próximo módulo- O próximo módulo será nos dias 9 e 10 de abril, com o tema “Conhecendo a Copagril”. O diretor-presidente Ricardo Sílvio Chapla falará sobre a estruturação da cooperativa e alguns funcionários repassarão informações de como cada área desenvolve o seu trabalho. (Imprensa Copagril)

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COPACOL: Aprendizes apresentam cooperativas

Dentro da disciplina de Cooperativismo, ministrada pela professora Gislaine Pontes Fernandes, integrantes da 9ª turma do programa Jovem Aprendiz Cooperativo receberam a missão de montar uma cooperativa. E, na tarde da última segunda-feira (24/03), jovens que atuam em áreas da cooperativa em Carajá, Jesuítas, Iracema do Oeste e Formosa do Oeste deram show nas apresentações.

Apresentações - Na Aercol (Associação dos Funcionários da Copacol) de Jesuítas, cinco grupos apresentaram suas cooperativas nos ramos agropecuário (flores e apicultura), agroindustrial (frutas), transportes e produção (reciclagem). Os alunos tiveram dois meses para desenvolver o trabalho e apresentar todo o funcionamento com destaque para a história, missão, visão, valores, organograma, entre outros itens importantes.

Entendimento - Eles tiraram de letra a atividade, mostraram entendimento e conhecimento na prática sobre a estrutura de uma cooperativa. “Foi um desafio superado com a ajuda de todos do grupo e aprendemos bastante”, conta a jovem aprendiz da Unidade de Carajá, Ana Paula Cavalcante. “Todos estão de parabéns, os grupos se superaram e surpreenderam na montagem e apresentação dos trabalhos. Isso mostra que os nossos jovens estão cada vez mais preparados e comprometidos com o programa e com a Copacol”, destaca a professora Gislaine. (Imprensa Copacol)

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UNIMED APUCARANA: Comemoração do Dia Internacional teve palestra e distribuição de brindes

A comemoração do Dia Internacional da Mulher reuniu, no dia 08 de março, médicas cooperadas, esposas de cooperados, colaboradoras e esposas de colaboradores da Unimed Apucarana no Cristal Palace Eventos. As convidadas participaram de uma palestra com a especialista em Educação Sexual, Virginia Iara de Andrade Maistro, além de se descontraírem com bingo, sorteio de prêmios e entrega de brindes. As clientes da Unimed Apucarana também foram lembradas. Todas que passaram pelas instalações da cooperativa, no dia 07 de março, receberam rosas e chocolates. Essa ação, além de comemorar a data, tem como objetivo estreitar o relacionamento com clientes e proporcionar um ambiente mais agradável e acolhedor. (Imprensa Unimed Apucarana)

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EXPEDIÇÃO SAFRA I: Ano da soja com safra sobre safra no Paraguai

expedicao safra I 25 03 2014Conforme as colheitadeiras avançam sobre as últimas lavouras de verão, os produtores paraguaios confirmam um feito que eleva a importância do país no mercado internacional da soja: a marca das 8 milhões de toneladas, rompida pela primeira vez no ano passado, já foi superada e a meta de ultrapassar as 9 milhões de toneladas está cada vez mais perto de ser alcançada. Com mais de meio milhão de hectares de lavouras de “safrinha” ainda verdes, o Paraguai compensa o estrago causado pela seca e pelo calor da virada do ano e ganha espaço como quarto maior exportador.

Aposta - Numa aposta de risco que até pouco tempo atrás era restrita a áreas de produção de semente, a soja safrinha ganha espaço inédito como opção de cultivo comercial no país vizinho. Se no verão o Paraguai cultiva apenas um décimo da área brasileira, no inverno já é líder absoluto.

Segunda safra- Dos 3 milhões de hectares que foram cobertos pela oleaginosa na primeira safra, 550 mil hectares voltaram a receber sementes de soja na segunda safra – quase o dobro do registrado no ano passado e cinco vezes mais que a área de duas safras atrás, apurou a Expedição Safra Gazeta do Povo, em parceria com a Agrotec. Os produtores brasileiros, que chegaram a cogitar destinar mais de 1 milhão de hectares para a soja safrinha, acabaram cobrindo com a oleaginosa apenas perto de 1% dos quase 30 milhões de hectares cultivados no verão.

Uso da terra- O Paraguai amplia sua produção intensificando o uso da terra. Numa mesma área, o país vizinho cultiva não duas, mas até três lavouras por ano. Depois de duas safras de soja, os paraguaios ainda encontram janela para semear o trigo, num calendário intensivo de produção que exige altos investimentos em tecnologia e desafia a sustentabilidade do sistema. Não recomendado pelos técnicos, por criar uma espécie de ponte verde para a propagação de pragas e doenças, o cultivo de soja acontece em toda a zona agrícola do Leste do país.

Terras descobertas- “Antes, a terra ficava descoberta por vários meses durante a entressafra. Há cinco anos, só uns 10% dos nossos cooperados faziam safrinha. Hoje, pelo menos metade deles cultiva uma segunda safra”, compara Celso Mattei, diretor-tesoureiro da cooperativa Unión Curupayty, Santa Rosa del Monday, no departamento (estado) de Alto Paraná.

Milho - Desestimulado pelos preços do milho, Nelmo Wagner resolveu destinar perto de um terço dos 850 hectares que cultiva na região à soja safrinha. A opção é considerada lucrativa mesmo com produtividade 50% menor. Com dois terços da área de verão cobertos novamente por lavouras de soja, Darci Giacomino espera conseguir, na segunda safra, ao menos 2 mil quilos por hectare. Na primeira safra, chegou a 4,3 mil quilos por hectare.

Luminosidade - Sensível à luminosidade em queda, a oleaginosa tem seu teto produtivo reduzido. Mas, num giro de mais de mil quilômetros pelo cinturão de produção de grãos paraguaio na última semana, os técnicos e jornalistas da Expedição encontraram lavouras segunda safra com potencial para 2,8 mil quilos por hectare. A marca, contudo, dificilmente será atingida como média.

Safra de verão - Castigadas pelo clima quente e seco na virada do ano, as lavouras de verão tiveram seu potencial produtivo reduzido em 7% e impediram que a marca das 9 milhões de toneladas fosse atingida na primeira safra. A produtividade média da soja paraguaia, que no início deste mês chegava a 3 mil quilos por hectare, recuou a 2,8 mil quilos ao final da colheita de verão. Individualmente, os rendimentos, que alcançaram picos de mais de 4 mil quilos por hectare em lavouras precoces da porção Centro-Sul do país, recuaram à casa dos 1 mil kg/ha em colheitas tardias nos solos arenosos do Norte. (Gazeta do Povo)

 

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EXPEDIÇÃO SAFRA II: Na Argentina, retorno das chuvas causa nova interrupção na colheita

A Argentina deve ter a colheita de soja e milho interrompida pela terceira vez nesta semana antes de as máquinas atingirem 5% da área plantada. As chuvas, que segundo as previsões meteorológicas começam nesta quarta e seguem até o fim de semana, adiam os trabalhos de campo. A colheita deve ficar uma semana atrasada em relação à safra passada.

Perdas maiores- Nas áreas que enfrentaram inundações entre janeiro e fevereiro, o quadro agrava as perdas, que já consumiram 2 milhões de toneladas de soja e milho diante do potencial inicial das lavouras, apurou a Expedição Safra Gazeta do Povo. Mas tem um lado positivo: favorece as lavouras de regiões tradicionalmente mais secas, que estão registrando produtividade de 2,7 mil quilos de soja e até 8 mil quilos de milho. Essas marcas são consideradas excelentes para plantações de segunda época.

Clima irregular- O clima irregular, no entanto, prejudica a região produtiva responsável por mais da metade da colheita. Neste momento, a estimativa é que a colheita vai somar 53,8 milhões de toneladas de soja e 23 milhões de toneladas de milho. As perdas ainda são parciais, aponta a Bolsa de Cereais do país, que esperava recorde e agora avalia a safra como boa e volumosa, com potencial para exportação de 16 milhões de toneladas de milho e 6 milhões (t) de soja em grão. (Gazeta do Povo)

MAPA I: Agricultura tenta preservar juros em 2014/15

mapa I 25 03 2014O novo ministro da Agricultura, Neri Geller, afirmou a jornalistas em evento realizado nesta segunda-feira (24/03) em São Paulo que a Pasta já está negociando com o Ministério da Fazenda as taxas de juros para o financiamento à agricultura na próxima safra, a 2014/15. No último ciclo, o Tesouro Nacional dispendeu R$ 9 bilhões em equalização de juros dos programas de custeio e investimento agrícolas.

Articulação - "Já houve um aumento das taxas do PSI [Programa de Sustentação do Investimento]. Mas estamos nos articulando com o governo para não elevar a taxa de juros dos outros programas. Nossa estratégia vem sendo argumentar com informações concretas de que a equalização de taxas de juros à agricultura é um investimento, e não um gasto", disse o ministro na parte inicial do Global Agribusiness Forum 2014.

Juros básicos- Ele reconheceu que os níveis dos juros básicos da economia mudaram do ano passado para este, mas afirmou que terá "firmeza" e "conteúdo" no debate com a Fazenda para garantir as mesmas taxas.

Orçamento - Neri Geller, afirmou que ainda não há um orçamento definido para o Plano Safra 2014/15, mas garantiu que não haverá uma redução do montante destinado à agricultura. De acordo com ele, as demandas do setor produtivo estão sendo recebidas, mas a expectativa é que alguns programas, como o de armazenagem, sejam mantidos ou até ampliados.

Armazenagem - Neste ciclo 2013/14, já foram liberados R$ 2,9 bilhões para armazenagem, de um total de R$ 4 bilhões orçados. "O plano em curso é financiar armazenagem para suprir o déficit de 40 milhões de toneladas e avançar com mais capacidade prevendo o crescimento futuro da produção. Com isso, queremos financiar o aumento de capacidade em cerca de 70 milhões de toneladas de grãos", afirmou Geller.

Possibilidade - O ministro reforçou que não trabalha com a possibilidade de redução do novo Plano Safra. O "PSI tinha um orçamento de R$ 7 bilhões, e até agora já liberou R$ 8 bilhões em oito meses", afirmou Geller em referência aos números da temporada 2013/14.

Protesto - Ao chegar no Global ao evento na capital paulista nesta segunda pela manhã, o ministro da Agricultura foi recebido por um protesto de produtores de banana, que reclamavam a abertura de importação da fruta pelo governo. "A agricultura familiar está sendo bem protegida por esse governo. O país precisa manter um equilíbrio nos preços. E a importação faz parte de um contexto inflacionário", afirmou o ministro.

Trigo - Ele fez uma comparação com o caso da importação de trigo no ano passado de fora do Mercosul sem o pagamento de Tarifa Externa Comum (TEC), de 10%. "Naquele momento, o Brasil tinha que abrir a importação para controlar os preços internos que estavam muito altos com a escassez do cereal". Geller antecipou que não vê espaço neste ano para repetir a isenção de TEC na importação do trigo de fora do Mercosul. (Valor Econômico)

 

MAPA II: Comitê de Políticas para as Mulheres e de Gênero será instalado

Instituído no dia 30 de agosto de 2013, por meio da Portaria número 806, o Comitê de Políticas para as Mulheres e de Gênero será instalado nesta terça (25/03), durante cerimônia, a partir das 11h, no Auditório Maior do edifício sede do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa) e dará início aos trabalhos.

PNPM - O comitê faz parte da Secretaria Executiva do Gabinete do Ministro do Ministério da Agricultura e acompanhará e avaliará periodicamente o cumprimento dos objetivos, metas, prioridades e ações definidas no Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), além de promover a articulação entre as secretarias do Mapa responsáveis pela implementação do PNPM.

Integrantes - Para isso, farão parte do Comitê representantes de todas as secretarias do Mapa, da Comissão Executiva do Plano Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os representantes titulares e suplentes serão indicados pelos respectivos titulares dos setores representados e designados mediante portaria assinada pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller.

Origem - A ideia de se fazer um comitê para discutir e acompanhar o PNPM, além de outras ações instituídas na portaria, surgiu no Coopergênero, programa do Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural (Denacoop) da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC) do Mapa, em 2004. (Mapa)

PROTEÍNA ANIMAL: Suínos e aves têm nova entidade representativa

As cadeias produtivas de suínos e aves uniram forças para a criação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Sendo assim, a partir desta segunda-feira (24/03) a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) e a União Brasileira de Avicultura (Ubabef) deixam de existir. "O mais importante é o fortalecimento da cadeia. Em diversas culturas vemos um momento de fragmentação, então, fizemos o movimento inverso a fim de unificar interesses em comum", afirma o presidente da ABPA, Francisco Sergio Turra.

Maior - Segundo Turra, esta será a maior entidade de proteína animal do Brasil e uma das maiores do mundo, com representação conjunta em eventos no exterior para abertura do mercado de exportações.

PIB - O Produto Interno Bruto (PIB) da avicultura e da suinocultura somam R$ 80 bilhões. No total, as cadeias produtivas geram 1,756 milhão de empregos diretos, visto que mais de 400 mil deles são em plantas frigoríficas. Juntas, as exportações destes setores somaram cerca de US$ 10 bilhões em 2013, uma representação de 10% da balança comercial do agronegócio.

Vice-presidência- A vice-presidência de suínos ficou com Rui Eduardo Saldanha Vargas e a de aves, com Ricardo Santin. (DCI - Diário do Comércio & Indústria)

MEIO AMBIENTE: Paraná lança ação educativa sobre a água para a rede de ensino

As secretarias estaduais do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, da Educação e da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior lançaram, nesta segunda-feira (24/03), durante a reunião do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, o "Ano pedagógico da água", ação educativa para debater o tema água nas escolas da rede pública de ensino.

Política - A medida faz parte da implementação da Lei 17.505/2013, inédita no Paraná, que institui a Política de Educação Ambiental e o Sistema de Educação Ambiental nas escolas da rede pública e particular de ensino.

Assinatura - O secretário do Meio Ambiente, Luiz Eduardo Cheida, o vice-governador e secretário de Educação, Flávio Arns, e o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, assinaram o ato de instalação e que regulamenta o órgão gestor da política de educação ambiental do Paraná.

Composição - O órgão gestor é composto pelos titulares, além das pastas já mencionadas, das secretarias da Saúde, Agricultura e Abastecimento. O órgão gestor terá 15 dias para elaborar o regimento interno e para início do cumprimento de suas atribuições.

Distribuição - "O ano pedagógico da água é apresentado juntamente com o livro ‘O Paraná e suas Águas’, que será distribuído para toda a rede pública estadual de ensino", declarou Flávio Arns. Segundo ele, em 2014, quase três milhões de alunos trabalharão a educação ambiental em suas atividades diárias, tendo como tema norteador a água.

Metas - "A qualidade da água, a importância das nascentes, aquíferos e rios serão abordados pelos professores com os alunos, a partir de um cronograma e com metas a serem cumpridas. Juntos, faremos com que a educação ambiental seja um tema transformador no Paraná e no Brasil", completou Arns.

Currículo - A educação ambiental no ensino formal fará parte dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, da educação básica, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, incluindo a educação superior, educação especial, educação profissional, a educação de jovens e adultos e a educação de comunidades tradicionais.

Diferencial- O diferencial da Lei do Paraná está em uma deliberação aprovada pelo Conselho Estadual de Educação que determina a implantação da educação ambiental no espaço físico da escola, em seu projeto político e pedagógico e na organização curricular.

Compromisso- O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, disse que o compromisso com a sustentabilidade tem sido prioridade também nas universidades. "É uma ação conjunta do Governo do Paraná para que a proteção do meio ambiente seja abordada de forma transversal", explicou.

Conquistas - O secretário do Meio Ambiente e presidente do Conselho de Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, falou sobre as conquistas obtidas em 2013 na área ambiental e, especialmente, na política de recursos hídricos. "É uma gestão solidária, construída por várias mãos e que coloca o Paraná em uma posição de vanguarda no país".

Exemplos - Como exemplos, ele citou a ampliação da participação social no processo de gestão dos recursos hídricos, com a instalação de onze comitês de bacias hidrográficas, o que inclui a participação de 365 representantes da sociedade civil, dos usuários de recursos hídricos e governo, o enquadramento das águas da bacia hidrográfica do Alto Iguaçu, a implementação da cobrança pelo uso da água e o fato do Paraná ter passado a compor o Conselho Mundial da Água e a Rede Latino-americana de Organismos de Bacias Hidrográficas.

Publicação - A publicação "Paraná e suas Águas" foi apresentada, pela primeira vez, pela Secretaria do Meio Ambiente. O material didático foi elaborado por técnicos das secretarias da Educação e do Meio Ambiente e traz informações inéditas sobre as 16 bacias hidrográficas do Paraná, suas águas subterrâneas e superficiais. O livro também será disponibilizado em uma versão online e publicado em abril pela Copel.

Avanços - Na 23ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos foi divulgado o balanço do cumprimento das metas da gestão de águas no Paraná, em 2013. A avaliação faz parte do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão), convênio firmado entre o Governo do Estado e a Agência Nacional de Águas e que prevê o repasse de cerca de R$ 4 milhões ao Paraná.

Objetivos alcançados- "Todas as metas foram alcançadas nos quesitos organização do sistema de gestão, instalação dos comitês de bacias, agências de águas, balanço hídrico, capacitação, elaboração de planos de bacias, cadastro de usuários, monitoramento da qualidade da água e monitoramento hidrometeorológico, entre outros, explicou a secretária executiva do Conselho de Recursos Hídricos, Mariana Sophie Roorda.

O Conselho- O Conselho Estadual de Recursos Hídricos é um órgão colegiado deliberativo - formado por representantes do governo, sociedade civil, universidades e iniciativa privada - que tem competência para deliberar e opinar sobre a legislação e a política de recursos hídricos do Paraná. (Assessoria de Imprensa da Sema)

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CLIMA: El Niño pode trazer nova onda de calor ao país

A temperatura global continuou aumentando em 2013, com mais secas e ondas de calor. Nesta segunda-feira (24/03), a Organização Mundial de Meteorologia (OMM) anunciou que o ano passado foi o sexto mais quente desde 1850. A OMM aborda a situação do Brasil, notando que o Nordeste do país sofreu a pior seca dos últimos 50 anos. Por outro lado, regiões do Sudeste enfrentaram pesadas chuvas no mês de dezembro, com algumas cidades registrando volume recorde de precipitações.

Risco - Indagado se o aquecimento mais forte em partes do Brasil, ocorrido em 2013, pode se repetir este ano, Omar Baddour, chefe da divisão de gestão de dados da OMM, afirmou: "Se o fenômeno do El Niño se desenvolver este ano, existe esse risco. Mas a temperatura do mar do Atlântico também tem influência na seca do Nordeste".

Advertências - As advertências têm aumentado na comunidade internacional sobre a ocorrência, neste ano, do fenômeno climático El Niño, que eleva as temperaturas das águas superficiais do Oceano Pacífico e pode desencadear secas em algumas partes do mundo e inundações em outras, a depender de sua intensidade. Para Baddour, se o El Niño se desenvolver em 2014 vai causar impacto também em 2015.

Energia - O relatório da OMM coincide com a inquietação no Brasil sobre o risco de racionamento de energia, se os reservatórios de água continuarem em nível perigosamente baixo. Segundo o banco Barclays, um racionamento de energia de 10% poderia reduzir o PIB em 0,8 ponto percentual no país.

Calor - O calor foi particularmente forte em várias regiões do Hemisfério Sul. A Argentina enfrentou o segundo ano mais quente de sua história desde que existem dados sobre o clima, e a Austrália o ano mais quente.

Fenômenos extremos- O relatório da OMM também detalhou fenômenos extremos, ocorridos em 2013, e a alta do nível do mar, concentração de gases de efeito estuda e menor volume de gelo no Ártico. Para a entidade, o aumento no nível de emissões de gases de efeito estufa na atmosfera aumenta secas de um lado e, de outro, provoca inundações e ciclones tropicais.

Conclusão - O relatório conclui que o século 21 já registra 13 dos 14 anos mais quentes já observados. E cada uma das últimas três décadas foi mais quente que a precedente. O período 2001-2010 bateu todos os recordes. Na média, a temperatura mundial da superfície do oceano e da terra em 2013 foi de 14,5ºC, ou seja, superior em 0,50°C à média de 1961-1990.

Influência - Para Michel Jarraud, secretário-geral da OMM, os fenômenos naturais como erupções vulcânicas ou episódios do El Niño (que aquecem o clima) e La Niña (temperaturas frias) sempre tiveram influência sobre as temperaturas, provocando secas e inundações, entre outras catástrofes. Mas em 2013, ocorreram inundações mais abundantes, ondas de calor mais intensas e agravamento dos estragos causados por tempestades e inundações na costa por causa da elevação do nivel do mar.

Tufão - Um exemplo foi o tufão Haiyan nas Filipinas, país onde o nível do mar subiu três a quatro vezes mais que a média mundial.

Estocado - "O aquecimento do planeta não faz nenhuma pausa", advertiu Jarraud. "O aquecimento dos oceanos se acelerou e atinge profundezas maiores", disse. Ele estima que 90% do calor causado pelos gases de efeito estufa é estocado nos oceanos. "As concentrações desses gases atingem níveis recordes, o que significa que a temperatura e os oceanos vão continuar a se aquecer nos séculos que virão. As leis da física não são negociáveis". (Valor Econômico)

ECONOMIA I: Com déficit de US$ 461 milhões na 3ª semana, balança tem saldo negativo em março

A balança comercial brasileira registrou déficit (importações maiores que exportações) na terceira semana de março, ficando negativa em US$ 461 milhões. O valor é resultado de US$ 4,629 bilhões em exportações contra US$ 5 bilhões em importações. Com isso, foi anulado o superávit de US$ 401 milhões da primeira e segunda semanas do mês, e março acumula saldo negativo em US$ 60 milhões. No ano, o déficit acumulado atingiu US$ 6,244 bilhões.

Divulgação - As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (24/03) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na terceira semana do mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 940,2 milhões, valor 2,7% inferior ao patamar de março de 2013. A queda foi puxada por produtos manufaturados (-14,8%) e semimanufaturados (-11%). No primeiro grupo, diminuíram os ganhos com óleos combustíveis, aviões, máquinas para terraplanagem, açúcar refinado, motores para veículos, autopeças, motores e geradores e automóveis. No segundo, os responsáveis pelo recuo foram estanho, alumínio e açúcar brutos, ferro fundido, ouro e semimanufaturados de ferro e aço.

Produtos básicos- Os produtos básicos, por outro lado, impediram uma queda maior nas exportações. As vendas de itens não industrializados cresceram 9,9% no período, principalmente em função de bovinos vivos, soja em grão, farelo de soja, minério de cobre, carne bovina e café em grão.

Importação - Houve ainda queda na média diária das importações, que ficou em US$ 944,8 milhões, 1,4% inferior à registrada em março de 2013. Caíram os gastos com adubos e fertilizantes (-44,3%), combustíveis e lubrificantes (-12,9%), instrumentos de ótica e precisão (-3,1%) e equipamentos mecânicos (-1,2%). (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Afif quer menos impostos para pequenas empresas exportarem

economia II 25 03 2014O ministro da Secretaria Especial da Micro e Pequena empresa, Guilherme Afif Domingos, defendeu nesta segunda-feira (24/03), durante reunião do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a adoção de regras aduaneiras mais simples para estimular as pequenas empresas a buscarem mercados internacionais.

Participação inviabilizada- Segundo ele, as regras atuais para exportação inviabilizam a participação das pequenas empresas. O Simples Nacional não proíbe as exportações, mas a burocracia é proibitiva, no seu entender. Ou seja: as MPE não têm como enfrentar a burocracia aduaneira, que foi feita para as grandes estruturas. "Só elas [grandes] têm como arcar com as exigências e as barreiras. Hoje temos que ter sistemas simplificados de aduana, que permitam termos operadores logísticos voltados, exclusivamente, para as micro e pequenas empresas”, disse Domingos.

Dificuldade - As micro e pequenas, frisou o ministro, não conseguem, por exemplo, fechar um contêiner de produtos ou de encomendas, o que impede a remessa para fora do país. “Então, tem que ter quem, logisticamente, possa organizar isso, de tal forma que possa levar [os produtos] para outro país em um só contêiner e fazer a entrega ponto a ponto. Portanto, temos que estimular esse tipo de organização”, observou.

Simples - Sobre mudanças nas regras do Simples Nacional para adoção de faixas de transição, antes de as empresas deixarem o programa para ter tributação normal, o ministro disse que ficará para um segundo momento das discussões. “Essa escadinha do escalonamento é um estudo que vai ser feito a posteriori, depois que trouxermos todo o mercado para o Simples. Hoje, o programa fica apenas para atividades de comércio, indústria e algumas áreas de serviço, e vamos colocar todas de serviço [no Simples]. Depois vemos a escada”.

Regime - O Simples Nacional é um regime de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos que diminui a carga tributária para empresas com faturamento anual até R$ 3,6 milhões. “Desta vez, ainda não [haverá a faixa de transição]. Estamos estudando primeiro a inclusão de todos os setores e a correção do limite, depois a faixa de transição”, acrescentou Domingos.

Tramitação - A proposta que altera as regras do Simples está em tramitação na Câmara dos Deputados. A expectativa do governo era que ela fosse aprovada no ano passado, o que não ocorreu. Uma nova tentativa de votação da proposta deve ocorrer, segundo o ministro, no final de abril. (Agência Brasil)

 

INTERNACIONAL: G7 suspende reuniões com a Rússia por causa de crise com Ucrânia

Os chefes de Estado e de Governo do G7 decidiram nesta segunda-feira (24/03) não participar em reuniões com a Rússia, no formato G8, até que Moscou “mude de posição” em relação à Ucrânia. “Vamos suspender a nossa participação no G8 até que a Rússia mude de posição”, diz comunicado dos líderes dos sete países e que confirma a suspensão da reunião do G8 que estava agendada para julho, na cidade russa de Sochi.

Nova reunião- “Vamos nos reunir no novo formato G7 no mês de junho, em Bruxelas, para discutir a ampla agenda que temos em conjunto”, declararam também os líderes da França, do Reino Unido, da Itália, da Alemanha, dos Estados Unidos, do Canadá e do Japão.

Convocação - A reunião do G7 foi convocada pelo presidente norte-americano, Barack Obama, durante a cúpula sobre segurança nuclear, na Holanda. Os países reuniram-se para a adoção de uma posição comum em relação à Rússia, após a intervenção de Moscou na Península da Crimeia, e suspenderam outras reuniões previstas com a Rússia.

Suspensa - Foi suspensa a reunião de ministros de Negócios Estrangeiros do G8, prevista para abril, e que devia decorrer sob a presidência da Rússia, assim como foi anunciado um encontro dos ministros de Energia dos sete países para “discutir o reforço da segurança energética coletiva”.

Responsabilidades conjuntas- O comunicado indica também que o G8 irá reunir-se com base em “responsabilidades conjuntas”, assinalando que as ações da Rússia nas últimas semanas não condizem com o posicionamento do grupo,  que incluía Moscou.

Apoio - Os chefes de Estado e de Governo “reafirmaram apoio quanto à soberania, integridade territorial e independência” da Ucrânia. “A lei internacional proíbe a anexação de parte ou totalidade de território de outro Estado através da coação ou da força”, declararam, sublinhando que as ações da Rússia violam o “sistema internacional”.

Referendo - Da mesma forma, condenaram o “referendo ilegal” feito na Crimeia, contra a Constituição da Ucrânia e condenaram “energicamente” as “intenções ilegais da Rússia de anexar a Crimeia”, deixando claro que não reconhecem as duas circunstâncias.” “Reafirmamos que as ações da Rússia vão ter consequências significativas”, enfatizaram, acrescentando que a “clara violação da lei internacional é um grave desafio ao Estado de Direito em todo o mundo e deveria ser motivo de preocupação para todas as nações”.

Sanções - Na sequência das posições acertadas nesta segunda, os sete países declararam igualmente que, de forma individual e coletiva, vão adotar sanções contra a Rússia e contra pessoas e entidades responsáveis, assinalando que estão dispostos a intensificar medidas, incluindo mesmo sanções setoriais, que “vão ter um impacto mais significativo na economia russa”, caso se verifique uma escalada da tensão.

Via diplomática- Os países pedem que Moscou siga a via diplomática e o diálogo com Kiev e foi bem recebido o apoio russo ao envio da missão da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (Osce) na Ucrânia.

Reformas - Da mesma forma, asseguraram que se mantêm firmes no apoio ao povo ucraniano e elogiaram a “ambiciosa” agenda de reformas propostas pelas autoridades de Kiev. Por último, qualificaram como “central” o papel do Fundo Monetário Internacional (FMI) para liderar esforços internacionais no apoio da “debilitada” economia ucraniana e confiaram que a instituição consiga um acordo, em breve, com Kiev. (Agência Lusa / Agência Brasil)


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