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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3308 | 26 de Março de 2014

AGENDA LEGISLATIVA I: Deputado Osmar Serraglio assume presidência da Frencoop

O deputado federal paranaense Osmar Serraglio é o novo presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). O anúncio foi feito, na noite desta terça-feira (25/03), em Brasília (DF), pelo ex-presidente da Frente, Waldemir Moka, durante o lançamento da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2014. O evento aconteceu no Centro de Convenções Brasil 21, com a presença de grande número de deputados e senadores, que prestigiaram o evento apesar da concorrida votação sobre o marco regulatório da internet, ocorrida na mesma noite, no Congresso Nacional. Ao todo, compareceram ao evento 64 parlamentares, entre os quais estavam os paranaenses Eduardo Sciarra, Dilceu Sperafico, Alex Canziani e André Vargas e, ainda, o ex-senador Sérgio Souza.

Abertura - Compuseram a mesa de abertura do lançamento da Agenda Legislativa 2014 o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o ministro da Agricultura, Neri Geller, o secretário nacional do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Valter Bianchini, o vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado André Vargas, o diretor de Relacionamento e Cidadania do Banco Central, Luiz Edson Feltrin, o deputado Osmar Serraglio e o senador Waldemir Moka.

Frencoop – A Frencoop é uma das mais antigas e atuantes frentes parlamentares do Congresso Nacional. Ela conta com 233 deputados e 30 senadores. Com a coordenação do Sistema OCB, a Frente contribui diretamente para a defesa das bandeiras do cooperativismo no âmbito da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Na avaliação do presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, Osmar Serraglio é uma pessoa bastante credenciada para assumir o cargo de presidente da Frencoop. “É um deputado identificado com o cooperativismo, conhece a estrutura do setor, especialmente no Paraná, e tem uma participação ativa dentro da Frencoop. É um parlamentar preparado, que conhece os temas que hoje precisam ser resolvidos no contexto do cooperativismo nacional e, certamente, vai fazer um grande trabalho”, afirmou. “O cooperativismo ganha com isso, em função dessa experiência, desse conhecimento e da participação efetiva que tem o deputado no dia a dia das nossas cooperativas, seja visitando elas ou participando das reuniões de Núcleo que o Sistema Ocepar promove, e isso o credencia com muita propriedade para representar a Frencoop no contexto nacional”, acrescentou.

Orgulho – O deputado Osmar Serraglio disse ao Informe Paraná Cooperativo que está recebendo com muito orgulho essa nova missão. “Isso porque sei que estou representando um segmento que tem uma relevância enorme na economia nacional, acima de tudo para o Estado do Paraná. Nós temos cooperativas exemplares que, se somadas, significaram R$ 46 bilhões em vendas. As cooperativas paranaenses são as que contabilizam o maior volume de exportações do cooperativismo brasileiro, foram US$ 2,36 bilhões somente em 2013. Então, com certeza, nós estamos aqui ocupando esse espaço em virtude exatamente da dimensão que o Paraná tem no setor cooperativista”, afirmou.

Setor agropecuário- O deputado também salientou a força do cooperativismo no setor agropecuário, que tem contribuído para manter a balança comercial brasileira. “Nós somos os maiores exportadores do mundo de carne bovina, de frango, de açúcar, de café. Ou seja, o Brasil é uma força econômica. E de onde vem essa força? Da agricultura. Para a nossa alegria, as nossas cooperativas estão muito mais expressivamente vinculadas exatamente à agropecuária”, frisou.

Livro de cabeceira– Serraglio disse que a Agenda Legislativa do Cooperativismo 2014 será fundamental para orientar o trabalho dele na presidência da Frencoop. “Eu procuro sempre me preparar para as minhas atividades. É mais fácil atuar com conhecimento necessário para poder participar das situações em que você se insere. Por isso, a Agenda vai ser meu livro de cabeceira por algum tempo”, finalizou.  

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AGENDA LEGISLATIVA II: Ato cooperativo é um dos destaques do documento

A definição do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, prevista na Constituição Federal de 1988 mas que ainda não foi regulamentada, está entre os principais temas de atuação do cooperativismo brasileiro junto ao Congresso Nacional neste ano. O projeto é um dos que constam na Agenda Legislativa do Cooperativismo 2014, apresentada na noite desta terça-feira (25/03), em Brasília, pelo presidente da Organização das Cooperativas Brasileira (OCB), Márcio Lopes de Freitas, a deputados federais, senadores e autoridades do poder executivo. O evento foi ainda prestigiado por lideranças cooperativistas de todo o País.

Proposições - A publicação está em sua oitava edição e reúne proposições determinantes para o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro, que terão acompanhamento constante do Sistema OCB e da Frencoop durante a tramitação das matérias na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. “Nós elegemos 60 prioridades que tratam do cooperativismo em geral, dos diversos ramos, e que necessitam de uma solução mais rápida do legislativo para que as cooperativas tenham um caminho mais aplainado para o seu desenvolvimento”, disse o Márcio Lopes de Freitas.

Ato cooperativo– O presidente da OCB explicou ainda porque o ato cooperativo é um dos principais pontos da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2014. “O grande empecilho ao desenvolvimento do movimento cooperativista como um todo é ter o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo. Ou seja, as cooperativas querem ver compreendida a relação cooperativa-cooperado e a relação das cooperativas e dos cooperados com o mercado. Muitas vezes isso não ocorre por falta de compreensão dessa forma societária cooperativa. Não é uma forma mercantil societária comum. Ela é diferente e essa má interpretação nos leva a uma tributação excessiva nas cooperativas, as fazendo pagar por tributos, sendo que esses tributos também inserem sobre os cooperados, pessoa física, que recebem os benefícios da cooperativa”, afirmou.

Prejuízo - “O que nós queremos é regular isso em todos os ramos e ter uma lei que realmente contemple essas relações. Hoje, nossa regulamentação acontece por meio de instruções normativas e algumas resoluções, que são frágeis e podem ser alteradas a qualquer momento. Sendo uma lei complementar, essa situação ficará estabelecida e gerará um ambiente confortável para que as cooperativas possam desenvolver seus projetos, ampliar suas ações e melhorar seus resultados para os cooperados”, acrescentou. Ainda de acordo com Márcio, o setor paga uma conta pesada por falta de regulamentação do ato cooperativo. “Tenho certeza que as cooperativas acabam sendo tributadas em mais de R$ 1 bilhão por ano por excesso de zelo da Receita Federal. Nós poderíamos seguramente redividir essa conta e mitigá-la em, pelo menos, metade disso ao ano para todas as sete mil cooperativas brasileiras”, destacou.

Foco – Márcio disse que, neste ano, o cooperativismo terá que focar mais ainda em suas prioridades junto ao legislativo por conta das eleições e da realização da Copa do Mundo no Brasil. “É um ano difícil, de agenda curta, onde nós teremos que realmente focar nas grandes prioridades. Não vai ter tempo para tramitar todos os processos e projetos. Então, nós vamos ter que ter foco, aproveitar as oportunidades porque, do mesmo jeito que nós temos as nossas prioridades, toda a sociedade e o próprio governo também têm as suas”, finalizou.

Avanço – O presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, espera que, apesar das eleições e da Copa, o cooperativismo possa avançar, especialmente em relação ao ato cooperativo. “É um ano atípico e, com certeza, vai haver prejuízo. Mas esperamos que alguns projetos caminhem, como a questão do ato cooperativo, que está na forma, como foi dito aqui pelo nosso ex-presidente da Frencoop, Waldemir Moka. É uma matéria que deve entrar em pauta e ser votada no Senado mas, evidentemente, também tramitará na Câmara e, provavelmente, não será terá a votação final ainda esse ano. Mas vamos trabalhar para que as questões prioritárias possam ser discutidas e avancem para melhorar ainda mais o cooperativismo no âmbito do país”, disse Koslovski.

Capacidade de articulação – Presente ao lançamento da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2014, o ministro da Agricultura, Neri Gueller, destacou a importância da iniciativa. “Hoje, a pauta legislativa do cooperativismo no Congresso Nacional foi apresentada aos deputados da Frente Parlamentar. Isso demonstra a capacidade de articulação da OCB e das cooperativas do Brasil, a organização e a competência do setor e, também, a responsabilidade com a produção nacional. Fiz questão de vir hoje aqui como ministro para, justamente, fortalecer esses laços de proximidade do cooperativismo brasileiro com o Congresso Nacional e com o Ministério da Agricultura. Foram apresentadas hoje a mim as demandas que já estavam conosco, com a equipe técnica, em relação ao plano safra. Isso é importante, principalmente por remeter os líderes nacionais à responsabilidade de defender  o cooperativismo que atualmente é, com certeza, a principal organização da agropecuária brasileira”, completou o ministro. 

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MEIO AMBIENTE: Profissionais de cooperativas se reúnem para debater legislação ambiental

A busca por soluções para a logística reversa, o Projeto CAR (Cadastro Ambiental Rural) e rastreamento na cadeia produtiva foram assuntos do Fórum de Meio Ambiente, encontro realizado nesta quarta-feira (26/03), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. Participaram 25 profissionais de cooperativas do Paraná ligados à área de meio ambiente. “Tratamos de questões que dizem respeito diretamente às cooperativas e que têm impactos significativos nas ações do dia a dia de cada uma”, disse o gerente técnico e econômico do Sistema Ocepar, Flávio Turra, na abertura do Fórum. Pelo Sistema Ocepar, participaram o assessor da área ambiental, Sílvio Krinski, e o coordenador jurídico, Paulo Roberto Stöberl.

Subsídios - Turra destacou ainda a importância do Fórum para o setor cooperativista. “É um encontro que serve não apenas para levar informações às cooperativas, mas para esclarecer dúvidas e promover discussões que agreguem subsídios aos temas que o Sistema Ocepar defende junto ao governo, em todas as suas esferas”, comentou, ao lembrar que os profissionais de cooperativas trazem para os encontros sugestões que podem compor os trabalhos do Sistema Ocepar. “São contribuições muito importantes porque consideram a realidade de suas regiões de atuação”, comentou.

Biodiversidade e legislação- evento contou ainda com a presença de integrantes da TNC (The Nature Consevancy), uma organização internacional, sem fins lucrativos, líder na conservação da biodiversidade e do meio ambiente. Também participaram representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), que orientaram sobre o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF/APP) e a regulamentação do Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP), previstos na Instrução Normativa (IN) 03/2014.

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PLANO DE AÇÃO: OCB promove segunda etapa da Oficina de Planejamento Estratégico

plano acao 26 03 2014Para discutir propostas de públicos-alvo, os benefícios a serem gerados a eles, os objetivos estratégicos e as linhas de ação para alcançá-los, reuniram-se, em Brasília, nesta terça-feira (25/03) diretores da Organização das Cooperativas Brasileiras, superintendentes de unidades estaduais e gestores da unidade nacional. O evento faz parte da Oficina de Planejamento Estratégico do Sistema OCB, com foco na Organização. Esta é a segunda etapa da oficina. Para o superintendente do Sistema, Renato Nobile, a elaboração conjunta do Planejamento Estratégico é uma forma de ouvir os estados, atendendo-os em suas necessidades.

Segurança - “Com a participação das Unidades Estaduais nesse momento, temos a grande oportunidade de construir uma diretriz e de segui-la com muita segurança. É isso que pretendemos: ouvir a base objetivando o crescimento contínuo e a melhoria dos nossos processos”, enfatiza Renato Nobile.

Envolvimento - Para o presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, o momento atual exige o envolvimento de todos os elos da corrente cooperativista. “Elaborar um planejamento estratégico é muito importante. Nós investimos tempo nessa fase inicial para depois recuperá-lo adiante, com ações fortes e eficazes. Essa construção conjunta é rica e muito positiva. O processo está sendo muito bem conduzido pelo Sistema OCB”, avalia Del Grande.

Na prática- “Estamos vivendo uma grande oportunidade: desenhar um mapa que norteará os nossos passos no futuro. O desenvolvimento conjunto desse planejamento estratégico é fundamental para que cada pedacinho de Brasil seja contemplado. Com o olhar dos estados, será mais fácil aplicar os dois planejamentos: regional e nacional”, considera a superintendente do Sistema OCB/TO, Maria José Andrade Leão de Oliveira.

Agenda - Na próxima quinta-feira (27/03) o trabalho continua, entretanto, focado na Confederação Nacional das Cooperativas. Todo o trabalho está sendo acompanhado pela equipe técnica da Gerência de Planejamento do Sistema OCB e por especialistas da Macroplan, empresa de consultoria contratada para desenvolver, junto com as unidades estaduais, o Plano Estratégico Sistêmico 2015-2020. (Informe OCB)

 

COOPERAÇÃO: Idealizador do Dia C fala da emoção de ver o projeto ganhar o Brasil

Dando continuidade à série de entrevistas semanais veiculadas pelo Informativo do Sistema OCB, o personagem do segundo bate papo fala sobre a emoção que é pensar e fazer o Dia de Cooperar, ou simplesmente Dia C. Ele é o pai da campanha que começou há seis anos, em Minas Gerais, e que, em 2014, ganhou o Brasil, por meio de um grande movimento solidário, cooperativo e voluntário. O nome dele é Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg. Para ele, ser voluntário é o resultado da soma entre ser cooperativista e trabalhar com emoção.

O Dia C nasceu em Minas Gerais e agora ganha uma proporção nacional. Como o senhor vê esse fenômeno?

O Dia C é uma das grandes satisfações da minha carreira cooperativista – e olha que ela é longa. Esse projeto é emoção pura, pois estratifica os reais valores da cooperação e do cooperativismo. Nós temos o discurso da solidariedade, mas o voluntariado é uma característica importante dos povos evoluídos. E o projeto do Dia C mostra essa característica de evolução, pois gera um sentimento de satisfação não só em atender a uma grande parcela de gente necessitada, mas por promover um bem estar íntimo em quem pratica o voluntariado, por meio da oferta de doações diversas ou prestação de serviços nas áreas médica, odontológica e muitas outras. O Dia C, para nós, é uma afirmação categórica, para a sociedade, da importância do cooperativismo.

O senhor se emociona quando fala do Dia C. Por quê?

Atualmente, psicólogos, sociólogos, antropólogos, religiosos e médicos afirmam com a maior veemência que todo projeto na vida, para ter sucesso, tem de ter emoção e o Dia C é emoção pura. Costumo fazer uma reflexão sobre a tecnologia. Se nós cooperativistas focarmos com muita evidência somente na tecnologia e nos esquecemos da emoção e da importância que é cooperar com gente, com pessoas – e as cooperativas são sociedades de pessoas – não poderemos nunca nos esquecer de uma frase de Albert Einstein. Ele disse – numa determinada etapa da vida – que temia que um dia, a tecnologia suplantasse a interatividade humana. Segundo ele, quando isso ocorresse estaríamos criando uma geração de idiotas. E nós cooperativistas não podemos ser idiotas. Temos de continuar sendo gente, trabalhando para gente. E o Dia C é isso: os cooperativistas trabalhando para o bem das pessoas.

A Ocemg cedeu a ideia da campanha e toda a execução do Dia C ao Sistema OCB. Por quê?

Acredito que o Dia C é um sinônimo para dizermos que os cooperativistas trabalham o tempo todo para o bem estar das pessoas. É por isso que nós oferecemos a campanha com toda sua tecnologia ao Sistema OCB, sem nenhum dispêndio, para que repassasse aos estados. É importante não só ajudar as pessoas, mas dar visibilidade ao cooperativismo. Porque a maior parte da população não sabe de onde o cooperativismo veio, por onde ele passou, onde ele está e o que se pretende com ele. E uma das formas importantes de divulgarmos o cooperativismo é atuarmos junto à sociedade e o Dia C veio para isso.

Quais os resultados do Dia C para o movimento cooperativista?

Todas as ações têm tido um resultado altamente positivo aqui Minas Gerais. Enquanto milhares de pessoas são assistidas, centenas de outras trabalham pela realização do Dia C. Essa campanha traz algo a mais, muito importante também: maior interatividade entre as cooperativas. O Dia C está possibilitando que cooperativas de várias cidades e regiões, aqui em Minas, desenvolvam projetos comunitários, filantrópicos ou assistenciais em conjunto. São cooperativas de ramos diferentes, que nem se falavam, e que, graças do Dia C, estão trabalhando juntas. E quem faz isso? A emoção de cooperar no Dia C; a emoção de ser autenticamente cooperativista. (Informe OCB)

SICREDI UNIÃO PR/SP: Curso de certificação reúne conselheiros e coordenadores de núcleos

Integrantes dos conselhos de Administração e Fiscal da Sicredi União PR/SP, bem como coordenadores de núcleos, estão passando por um curso de certificação que terá a duração de 144 horas e vai se estender de março a novembro deste ano. Organizado pelo Serviço Nacional de aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), o curso começou nesta terça-feira (25/03) e prossegue nesta quarta-feira (26/03) em Maringá, na sede da cooperativa. As aulas são ministradas por especialistas do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE).

Sistema Sicredi- O coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto César Bridi, explica que a iniciativa acontece pela primeira vez envolvendo as cooperativas de crédito vinculadas ao Sistema Sicredi e foram formadas turmas também nas cidades de Medianeira e Palotina, onde o curso iniciou neste mês, além de Cafelândia e Francisco Beltrão, que começam em abril. “O programa está centrado em trabalhar o papel dos conselheiros e coordenadores de núcleos em suas cooperativas, estudar o negócio e focar a governança.”

Contribuição - Segundo Danielle Hernandes, coordenadora de soluções corporativas do ISAE, “a iniciativa visa preparar os conselheiros e coordenadores de núcleos e contribuir para o sucesso da gestão e a perenidade da instituição”. Hernandes integra uma equipe que conta, também, com a presença da coordenadora do programa, Mara Beckert, e da coordenadora de desenvolvimento de soluções, Simone Domorato.

Participantes - O grupo reúne participantes experientes, com mais tempo de casa, e outros que são novatos. O antigo associado e industrial Antonio Marcos Montanha, de Nova Esperança, por diversas vezes já atuou nos conselhos de Administração e Fiscal. A seu ver, o curso é importante para uma atualização: “A cooperativa cresceu muito nos últimos anos e os desafios também, precisamos ser bem orientados”. Para o comerciante José Carlos Ricarte, de Terra Boa, e o agricultor Vlaudemir Donizete Pavan, de Floresta, que em 2013 foram eleitos para o Conselho Fiscal, participar das aulas é uma oportunidade de adquirir mais conhecimentos e ampliar horizontes. “Com isso, a possibilidade de sermos bem sucedidos em nosso trabalho é ainda maior”, completa Pavan. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

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COPAGRIL: Iniciam as atividades do Cooperjovem na área de ação da cooperativa

copagril 26 03 2014Para dar continuidade ao Programa Cooperjovem nas escolas municipais da área de ação da Copagril, nesta terça-feira (25/03), a assessora de cooperativismo, Cremilde Andreolli, realizou a entrega dos materiais na Escola Criança Feliz, de Marechal Cândido Rondon. Da mesma forma, todas as outras 26 instituições de ensino participantes estão recebendo os livros para serem usados durante o ano.

Nono ano- Este é o 9º ano que o Cooperjovem é trabalhado pela Copagril. Neste ano, 27 escolas localizadas em Marechal, Mercedes, Guaíra, Quatro Pontes, Pato Bragado, Entre Rios do Oeste e Santa Helena desenvolverão os trabalhos que visam despertar a consciência da cooperação entre os alunos.

Oportunidade - Segundo o diretor da Escola Criança Feliz, Marcos Alberto Lerner, o trabalho do Cooperjovem oportuniza aos alunos conhecerem o cooperativismo. “É uma forma de fazer as crianças aprenderem a se relacionar melhor na escola e também com a família, o que faz com que tenhamos um ambiente mais harmônico. Também é um meio de os alunos manifestarem suas ideias no concurso de redação”, ressaltou.

Enriquecimento - A secretária de educação de Marechal Cândido Rondon, Marta Salete Bendo, destaca que o Cooperjovem enriquece o currículo escolar. “O tema cooperação é excelente e oportuniza aos professores trabalhar de forma interdisciplinar, além de promover a interação, a responsabilidade e a união dos alunos, e desenvolver as potencialidades e os valores que podem ser usufruídos no futuro”, conta.

Administração municipal- De acordo com Marta, a secretaria, com o apoio da administração municipal, sempre dará suporte para que o Cooperjovem seja desenvolvido. “Os professores e os alunos gostam muito de participar, tanto que o resultado da dedicação foi a premiação nacional conquistada, no ano passado, por uma professora do nosso município”, frisou.

Benefícios - Atuando como coordenadora do programa desde a sua implantação na Copagril, Cremilde Andreolli ressalta os benefícios do Cooperjovem. “Em nome da Copagril, agradecemos a todos por optarem em construir um mundo melhor, lançando as boas sementes para que as crianças cultivem”, destacou ela. Experiente no assunto, ela afirma que tanto o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) como a Copagril estão sempre inovando, melhorando e facilitando a difusão da filosofia do cooperativismo. Um exemplo disso é que, para este ano, foi lançado mais um material, o caderno do professor denominado “Iniciando a Cooperação, fase I – 1° ao 4° ano”.

Complementação - Segundo o presidente da OCB/Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, este material complementa a sequência de materiais didáticos elaborados pela instituição, o Sementes da Cooperação. “A ideia é que cada educador se aproprie dos conteúdos e atividades propostos e continue a dedicar seu valioso trabalho à formação de cidadãos conscientes, imbuídos dos valores e princípios cooperativistas. É dessa forma que mostraremos às novas gerações o caminho para a constituição de uma sociedade mais justa e igualitária”, declarou.

Satisfação - A coordenadora estadual do programa Cooperjovem, Fabianne Ratzke, informou que os representantes do Sescoop/PR estão muito satisfeitos com a parceria da Copagril no desenvolvimento do Cooperjovem. “É um trabalho bem exercido, com comprometimento e dedicação, que tem trazido ótimos resultados, tanto que em 2012 e 2013 o Paraná foi contemplado no Prêmio Nacional do Professor e, em 2013, também tivemos um aluno premiado em nível nacional, ambos da Copagril, o que é um bom indicador da qualidade do Cooperjovem nos municípios onde a cooperativa atua”, afirmou.

Parceria forte- Fabiane acrescenta que a parceria com a Copagril continua forte para 2014. “Com a aplicação da nova metodologia, estruturada em 2013, temos certeza de que o Programa será ainda melhor neste ano. Desejamos que os professores estejam motivados a cooperar, pois temos muito trabalho pela frente e certamente os frutos serão colhidos não só pela cooperativa, mas por toda comunidade escolar”, finalizou. (Imprensa Copagril)

 

COAMO: Atravessando fronteiras, cooperativa tem marca registrada na Comunidade Europeia

coamo 26 03 2014Ampliar mercados não é uma tarefa fácil. Por meio da comercialização de produtos com rastreabilidade e com garantia de origem e qualidade, as empresas conseguem agregar valor ao produto. Por este motivo, a Coamo, focada na expansão no mercado externo com produtos diferenciados, obteve o registro de sua marca na Comunidade Europeia, denominado pelo OHIM – Office For Harmonization In Theinternal Market Trade Marks And Designs.

Garantia - De acordo com o superintendente comercial da Coamo, Alcir José Goldoni, esse registro garante uma evolução e destinação significativa à cooperativa. “Estamos levando a marca Coamo de forma mais abrangente à Comunidade Europeia. É mais uma garantia de origem e qualidade que nosso consumidor europeu tem. Assim, ele pode obter as informações sobre a empresa, produtos e serviços, valores, bem como se certificar da conformidade dos mesmos com as determinações legais e especificações técnicas.  A marca de uma empresa é seu principal patrimônio que pode ser visualmente perceptível por todos o que dificulta o uso indevido da mesma”, explica Goldoni.

Processo – O trâmite legal para o registro da marca Coamo, segundo o gerente Jurídico da cooperativa, Juscelino Fernandes da Costa, passa em um primeiro momento por uma busca para verificar se a marca já está registrada, a sua origem e existência, para depois ser efetuado o pedido para que, assim, seja emitida a certificação com a concessão da marca. “Estamos assegurados legalmente com a nossa marca na Comunidade Europeia”, garante.

Mercado – A Coamo já comercializa com diversos países da Comunidade Europeia e da Europa conforme esclarece o gerente comercial de Produtos Agrícolas, Rogério Trannin de Mello. “Realizamos vendas diretas para a Alemanha, Suécia, França, Dinamarca, Holanda, Espanha, além de comercializarmos indiretamente com os demais países deste bloco econômico, levando a marca da Coamo e o selo de origem da produção. Uma significativa expansão que conquistamos devido a qualidade, pontualidade na entrega e confiabilidade que nossos produtos e serviços têm”, revela.

Exportações – Figurando entre as maiores exportadoras do país, a Coamo exporta soja e grãos, farelo e óleo de soja e milho. Em 2013, a cooperativa exportou pelo terminal portuário de Paranaguá, no Paraná, porto de São Francisco, em Santa Catarina e Rio Grande no Rio Grande do Sul, um total de 2,56 milhões de toneladas que resultaram no montante de US$ 1,20 bilhão. No ranking nacional a cooperativa é a 33ª maior empresa exportadora; 2ª do Paraná e a 1ª do agronegócio paranaense.

Sustentabilidade – A Coamo, segundo o presidente, José Aroldo Gallassini, tem adotado estrategicamente a comercialização de produtos que observam a sustentabilidade do meio em que são produzidos, ou seja, a harmonia entre o meio ambiente, social e o econômico. “A Coamo junto aos cooperados, vem divulgando e aplicando critérios de sustentabilidade desde a sua origem, o que tem permitido o crescimento e o reconhecimento da região pelos clientes. Os clientes têm exigido produtos originados de matéria-prima com procedência conhecida e que permitem uma produção diferenciada que prima pela qualidade do produto final”, garante Gallassini.

Futuro – Segundo Gallassini, a cooperativa vem ampliando mercados de venda. “Já temos nossa marca registrada no Mercosul e agora obtemos o registro na Comunidade Europeia e, em breve, deveremos ter o registro da marca Coamo em alguns países asiáticos. É a expansão da Coamo atravessando fronteiras e levando o que é produzido, por nossos mais de 26.000 cooperados, no Brasil para o mundo. Além disso, a Coamo quer ser referência no desenvolvimento e disseminação de tecnologia sustentável, que produz matéria-prima, transformada em alimentos seguros, com qualidade e sabor do campo ao consumidor. A sinergia das áreas na busca desta identidade também está explícita no livreto que referencia o programa de Sustentabilidade Desde a Sua Origem”, menciona o presidente. (Imprensa Coamo)

 

COCAMAR I: Purity lança campanha “Ser saudável é divertido”

cocamar I 26 03 2014A Cocamar está apresentando ao mercado as novas embalagens para a linha de néctares de 200 ml, de sua marca Purity, em que aparecem os personagens infantis “Disney Toy Story”. Com a campanha “Ser saudável é divertido”, focada nessa faixa de público, a cooperativa busca conquistar novos colaboradores. “Nossas bebidas fazem parte do lanche e ao mesmo tempo se tornam parte da brincadeira”, afirma a gerente de Marketing, Michelle Roberta Balestra.

Sabores - A linha infantil conta com dez sabores. Na categoria néctar, as opções são laranja, frutas cítricas, uva, pêssego e maracujá. Na de bebida à base de soja, laranja, uva, pêssego, maçã e abacaxi.

Etapas - A campanha publicitária terá cinco etapas até dezembro, divididas entre lançamento, Dia das Mães, Copa do Mundo, Dia das Crianças e férias.

Aposta - O segmento de varejo é uma das apostas da Cocamar para continuar crescendo. No ano passado, as vendas nessa área somaram R$ 615 milhões, ficando acima dos R$ 600 milhões registrados em 2012. A previsão para 2014 é atingir R$ 650 milhões. (Imprensa Cocamar

 

COCAMAR II: Cultivo de seringueira pode ser opção de renda na região noroeste

cocamar 26 03 2014Com o mercado de látex em ebulição, a Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab) planeja que, em 15 anos, o Estado do Paraná terá 35 mil hectares cultivados com seringueiras. Segundo técnicos, o principal entrave à expansão é o ciclo de produção da cultura, que começa a render depois de sete anos de plantio. Parceira do governo do Estado no projeto, a Cocamar pretende oferecer essa alternativa como opção de renda aos produtores da região noroeste, onde a heveicultura pode ser utilizada em até 50% das áreas destinadas a reserva legal.

Poupança - “Na sua maioria, o produtor tem visão imediatista, não vê a seringueira como uma poupança. Porém, quando ele começar a sangrar a árvore, a extração [do látex] se perpetua. A renda chega a ser superior a do milho ou da soja”, afirma Camilo Mendes Júnior, engenheiro florestal do Departamento de Florestas Plantadas (Deflop) da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab).

Custos – Fora o terreno, o desembolso de implantação com subsídio governamental gira em torno de R$ 3,5 mil por hectare, incluindo a preparação do solo, compras das mudas e a mão de obra. Sem o apoio público – que prevê subsidiar 50% do valor da muda – o custo sobe para R$ 6,6 mil por hectare, conforme a Seab.

Preço - Atualmente, o preço da muda da seringueira gira em torno de R$ 6,50 sendo necessárias 500 unidades para preencher um hectare (com um distanciamento de 2,5 metros por 8 metros). Ao longo dos seis anos seguintes, até o início da extração do látex, mais R$ 4,5 mil são gastos com os cuidados com a planta e a mão de obra. (Imprensa Cocamar

 

PRIMATO: Cooperativa realiza treinamento de cortes suínos e degustação de pratos

O Primato supermercado recebeu, nos dias 20 e 21 de março, o consultor em cortes suínos, Daniel Furtado, onde realizou um treinamento de cortes suínos e degustação de pratos a base de carne suína com os colaboradores dos açougues e rotisseria mostrando a versatilidade da carne suína. Segundo o consultor, Daniel Furtado, os treinamentos tiveram como objetivo ensinar variações dos cortes que podem ser retirados da carne suína, bem como as maneiras corretas de preparo desta carne.“  A carne suína além de ser saudável, é também macia e possui um sabor agradável, que atrai os paladares dos consumidores", comentou Furtado.

Treinamento teórico- Os açougueiros passaram por um treinamento teórico sobre a cadeia produtiva e a evolução da suinocultura, mitos sobre o produto, nova apresentação da carne suína nas gôndolas dos supermercados e o consumo mundial, e depois aprenderam na prática sobre cortes especiais e suas variedades gastronômicas. Foram preparados e embalados mais de trinta tipos de cortes, peças do tipo: escalopinhos de coxão-mole e alcatra; copa lombo; medalhões de filé mignon, costelas piano e a passarinho; coroa de costela (carré francês); picanha; maminha; joelho; lombo envelopado; prime rib, entre outros.

Cortes especiais- Para o nutricionista e coordenador dos açougues dos Supermercados Primato, Luis Fernando Bonjour, a partir desse treinamento será iniciado um trabalho inovador em cortes especiais da carne suína, para várias preparações, até mesmo para o tão saboroso churrasco, para que assim nossos clientes consumidores saibam um pouco mais como preparar a carne suína de forma a incorporá-la em sua dieta habitual.

Pratos - Após ser realizado o treinamento em cortes especiais no açougue, a rotisseria também contou com a presença do Daniel Furtado, onde ele ensinou pratos elaborados com carne suína como: Alcatra ao molho com champignon, strogonoff suíno, kibe, costela suína com purê de mandioca, polpetone de carne suína e kibe suíno recheado com catupiry. Terminado os pratos, foi realizado uma degustação para os clientes que estavam no supermercado.

Aprovado - A cliente Inês Mortari Bender, participou da degustação e aprovou os pratos com carne suína. “Uma delícia todos esses pratos expostos, eu por exemplo nunca havia comido strogonoff com carne suína e adorei o sabor. Da próxima vez também diferenciarei as opções nos pratos utilizando carne suína”, comentou Inês.

Importância - O gastrônomo da rotisseria Primato, Raphael Ligabue, salientou que o treinamento foi muito importante para a valorização de uma matéria prima nova na elaboração dos pratos, principalmente para nós toledanos, pelo fato de nossa cidade ser conhecida nacionalmente como a capital do porco e por termos grandes produtores de suínos em toda a Região Oeste do Paraná. (Imprensa Primato)

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SICREDI IGUAÇU: Moto zero km é entregue a associado de Salto do Lontra

O associado do Sicredi de Salto do Lontra,  Zenir de Melo, recebeu, na manhã dessa terça-feira (25/03), das mãos do presidente da Sicredi Iguaçu PR/SC, Lotário Luiz Dierings, a Moto Honda CG 150 Fan zero km. A entrega aconteceu durante a reunião do conselho de administração da cooperativa, com a presença dos conselheiros e executivos da Sicredi Iguaçu, além do gerente da unidade de Salto do Lontra, Leandro Mora, e familiares do ganhador.

Valorização - De acordo com o presidente, o sorteio da moto foi uma forma de valorizar os associados que dedicaram seu tempo para participar da assembleia da cooperativa. “Todos os associados que participaram das assembleias em seus municípios participaram do sorteio, e hoje estamos fazendo com alegria a entrega oficial ao felizardo senhor Zenir”, disse o presidente.

Agradecimento - O associado ficou muito feliz com o prêmio e agradeceu a todos os membros da cooperativa. (Imprensa Sicredi Iguaçu)

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CRÉDITO RURAL: Agricultura empresarial financia R$ 107,2 bilhões

credito rural 26 03 2014Os financiamentos concedidos para a agricultura empresarial entre julho de 2013 e fevereiro deste ano somaram R$ 107,2 bilhões, alta de 45% sobre o resultado obtido no mesmo período da temporada 2012/13. Do total, R$ 77,72 bilhões foram destinados às modalidades de custeio e comercialização e R$ 29,47 bilhões para investimento.

Acerto - “Os resultados dos primeiros oito meses de safra 2013/14 demonstram que o governo acertou em ampliar a oferta de crédito para o setor, especialmente para investimento. A modernização produtiva tem sido um dos principais focos do agronegócio”, explicou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller.

Custeio - Entre as operações de custeio, destaque para o Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que liberou R$ 6,93 bilhões dos R$ 8,05 bilhões disponíveis. Pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), dos R$ 3,18 bilhões programados, as contratações somaram R$ 2,03 bilhões.

Investimento - Já nas modalidades de investimento, os produtores financiaram R$ 9,37 bilhões pelo Programa de Sustentação de Investimento Rural (PSI-BK), que financia a aquisição de máquinas e equipamentos, resultando em uma alta de 33,2% sobre os R$ 7,03 bilhões contratados na safra anterior. Segundo Neri Geller, o resultado já ultrapassou em 56,2% os R$ 6 bilhões previstos para essas operações, que continuam sendo efetuadas devido ao compromisso assumido pela presidenta Dilma de que não faltarão recursos aos produtores rurais.

Armazenagem - Em relação aos empréstimos concedidos para a armazenagem, dos R$ 4,5 bilhões disponibilizados para a agricultura empresarial, o crédito comprometido alcançou R$ 2,95 bilhões. Desse total, foram R$ 611 milhões pelo PSI-BK voltado para cerealistas e R$ 2,34 bilhões pelo Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), ambos com taxas de juros de 3,5% ao ano.

Avaliação - A avaliação, atualizada mensalmente, das contratações do crédito agrícola é realizada pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA/Mapa). (Mapa)

Para baixar a tabela de crédito de julho de 2013 a fevereiro de 2014, clique < http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/0credito/GACR%202014%20MAR%C3%83_O%20PASTA.zip>.

 

PESQUISA: Ministério aprimora parceria com a Embrapa

Representantes da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) se reuniram com o presidente e a diretoria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nesta terça-feira (25/03), na sede da empresa, em Brasília (DF). Em pauta, as melhorias no desenvolvimento de temas específicos com relação à pesquisa e informação.

Conhecimento técnico-científico- O objetivo da reunião é fortalecer o conhecimento técnico-científico para auxiliar aos fiscais e autoridades nas decisões e estratégias nos processos das áreas da SDA. “Vamos fazer um documento na área de inteligência agropecuária, utilizando a excelência e conhecimento, sobretudo o nome e a tradição da empresa para nos dar suporte nas pesquisas científicas”, afirma o secretário de Defesa Agropecuária, Rodrigo Figueiredo.

Canais - Segundo o presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, a intenção é criar canais institucionalizados e um ambiente compartilhado para um melhoramento preventivo. (Mapa)

SENADO: Gleisi defende pequena empresa

senado 26 03 2014A senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) apresentou, nesta terça-feira (25/03), emenda ao Projeto de Lei que determina que os bens e serviços adquiridos, tomados, produzidos, revendidos ou prestados pelas microempresas ou empresas de pequeno porte optante pelo Simples Nacional não estarão sujeitos ao regime de substituição tributária ou ao regime de antecipação do recolhimento do imposto.

Substituição tributária- “A substituição tributária tem sido usada de forma abrangente e isso prejudica as micro e pequenas empresas”,  advertiu a senadora. “Não podemos permitir que os benefícios do Simples acabem anulados “, completou. A emenda da senadora estabelece de forma clara quais são as mercadorias que estarão sujeitas à substituição tributária. São elas: combustíveis, cigarros, águas, refrigerantes, cervejas, motocicletas, máquinas e veículos automotivos, produtos farmacêuticos, produtos de perfumaria, de toucador e de higiene, autopeças, pneus novos de borracha, câmaras de ar de borracha, embalagens para bebidas, cimento e tubos de PVC.

Critérios - Além disso, a emenda estabelece também que a lista só poderá ser ampliada obedecendo critérios e com a aprovação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que é formado pelos Secretários da Fazenda de todos os estados brasileiros: os produtos devem ter produção concentrada, comercialização pulverizada e relevância na arrecadação do imposto; deve ser considerada a capacidade econômica do substituto tributário; dever ser estabelecidas margens de valor agregado (MVA) em nível nacional e; deve ser aplicado fator de redução na MVA quando a substituída tributária for microempresa ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional.

Resolução - Esta alteração só poderá acontecer mediante resolução aprovada no Confaz por três quintos dos representantes dos estados e do Distrito Federal e terá vigência em todas as unidades da federação.

Limitação - O projeto apresentado limita o poder dos estados de adotar a substituição tributária. Esse mecanismo de arrecadação obriga o contribuinte a pagar o imposto devido por seus clientes ao longo da cadeia de comercialização. A ampliação dessa modalidade de cobrança anula, na prática, o tratamento diferenciado garantido às microempresas, previsto na Constituição e na Lei Complementar 123/2006.

Facilitação - “Esta proposição facilita a implantação da substituição tributária e ao mesmo tempo resguarda o direito das micro e pequenas empresas optantes pelo Simples. Ou seja, diz onde pode ser feita a substituição e se os governos estaduais quiserem expandir, tem que ser aprovado pelo Confaz”, afirmou a senadora. (Assessoria de Imprensa da senadora Gleisi Hoffmann)

 

SEBRAE/PR: Lançado aplicativo com oportunidades para futuros empresários da Grande Curitiba

Os empreendedores da Grande Curitiba que planejam investir dinheiro em um negócio, mas estão indecisos sobre qual área e região devem apostar, agora possuem uma ferramenta para ajudá-los a conhecer quais locais e modalidades apresentam maior potencial de desenvolvimento. O Sebrae/PR lançou neste mês o aplicativo “Oportunidades de Negócios”, que fornece informações e levanta questões que devem ser consideradas antes de abrir um negócio. A ferramenta está disponível na plataforma Windows, pelo site negociosemcuritiba.com.br.

Nova versão- O app foi criado exclusivamente para acesso durante a Feira do Empreendedor 2013 – Paraná, realizada no ano passado, mas, devido ao sucesso, o Sebrae/PR decidiu relançá-lo em uma nova versão. “Não podíamos deixar de oferecer aos empreendedores este auxílio, que compila num só programa informações valiosas sobre o mercado de Curitiba e Região”, explica consultora do Sebrae/PR, Acea Evgueni Ratcheva.

Dados- O aplicativo é alimentado com dados provenientes de uma pesquisa encomendada pelo Sebrae/PR, em 2013, e reúne as principais oportunidades de negócios existentes na Grande Curitiba. Trata-se de uma ferramenta de simples navegação, em que é possível refinar a busca por cidade e por setor de atuação.

Relatório- Ao final, o empreendedor recebe um relatório com informações sobre o tipo de negócio escolhido, uma lista com os órgãos regulamentadores do setor e perguntas que deve fazer antes de pensar em iniciar um negócio. Acea Evgueni Ratcheva, acredita que as informações irão ajudar os empreendedores de “primeira viagem”.

Ajuda - “É comum as pessoas terem vontade de abrir um negócio e não saberem que caminho seguir, onde e como começar. O aplicativo vai ajudar o empreendedor a considerar, com base em dados palpáveis, quais as melhores alternativas e quais questões precisam ser levantadas antes de levar a ideia adiante”, conta.

Cadastro - Ao final, os interessados podem fazer um cadastro para receber o resultado da pesquisa realizada no aplicativo. Acea Evgueni Ratcheva ainda explica que quem precisar de mais informações, pode procurar as consultorias presenciais do Sebrae/PR ou ainda no site www.sebraepr.com.br.

Rascunho - “A ideia é que a ferramenta ajude o empreendedor a fazer um ‘rascunho’. Para colocar a empresa em prática, o ideal é que seja realizado um plano de negócios. Para isso, eles também podem contar com a ajuda do Sebrae, que oferece consultorias e acompanhamento individual”, destaca. A consultora explica que ainda não há planos de ofertar a ferramenta em outras plataformas. “Ainda não definimos se vamos lançar o aplicativo na versão Android e iOS. Tudo vai depender da aceitação dos usuários”, finaliza. (Imprensa Sebrae/PR)

MERCOSUL: Argentina fecha lista com corte de tarifas em 90% dos produtos

A Argentina finalmente chegou a uma lista que contempla o corte de tarifas para 90% dos produtos que compõem o intercâmbio comercial entre Mercosul e União Europeia (UE). A redução de tarifas comerciais nesse patamar é a meta imposta ao Mercosul para que a negociação seja destravada. A informação foi dada nessa terça-feira (25/03), no Rio, pelo ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos, que fez muitos elogios ao país vizinho pelo avanço obtido.

Lentidão - A Argentina é considerada nos bastidores das discussões para um acordo de livre comércio entre os dois blocos, como o país mais lento nas negociações para a redução tarifária e responsável pelo atraso na apresentação da oferta comum do Mercosul. "A Argentina fez um esforço significativo para a oferta com a União Europeia. O esforço individual deles está em 90%, o que é muito alto", disse Borges, que participou de reunião com empresários na Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Segundo ele, a oferta brasileira está pouco acima da vizinha, e prevê possibilidade de redução de tarifa para 92% dos produtos.

Ofertas individuais altas- Para Borges, os países-membros do Mercosul já têm ofertas individuais altas. O bloco agora trabalha no ponto mais difícil para o acordo: convergir as ofertas em uma lista única de produtos e levar aos europeus uma proposta conjunta atraente.

Expectativa - O ministro minimizou os atrasos na entrega de ofertas pelo Mercosul - inicialmente prevista para dezembro de 2013 - e reafirmou a expectativa do Brasil que os blocos troquem propostas até o começo de junho para firmar o acordo o mais rápido possível.

Convergência - "O que falta é aumentar a convergência das ofertas individuais. Temos que criar uma coincidência para que os setores que estão sendo afetados [com a futura redução de tarifa] sejam os mesmos nos quatro países [do Mercosul]", disse o ministro. "Não temos, hoje, nenhuma insegurança de que a Argentina possa estar fora da oferta. A Argentina vai estar dentro. Estamos unidos nesse esforço."

Avanço  - Borges classificou o acordo a ser firmado nesta quinta-feira (27/03) entre Argentina e Brasil, que prevê mais linhas de crédito e ampliação o comércio bilateral, como uma amostra do avanço na relação com o país vizinho, que chamou de "casamento definitivo".

Elogio - O ministro elogiou o combate à inflação e a tentativa de Buenos Aires de estabilizar o dólar como "um processo de ajuste macroeconômico extremamente relevante". Segundo ele, a Argentina vem tomando medidas positivas para reconquistar espaço no sistema financeiro internacional. E ressaltou a retomada das conversas do governo local com o Clube de Paris e o acerto da indenização pela expropriação da YPF como amostras do aumento da credibilidade argentina. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: Brics rejeitam punição à Rússia no G-20

O grupo dos Brics se colocou como um escudo à exclusão da Rússia na próxima reunião do G-20, que ocorrerá em novembro, na Austrália. O país anfitrião do encontro, um aliado dos Estados Unidos no cenário internacional, deu indicações de que gostaria de seguir os passos do G-8 e bloquear a participação dos russos.

Represália - Na segunda-feira (24/03), em represália à anexação da Crimeia, as sete maiores economias do mundo já haviam excluído a Rússia da cúpula do G-8 agendada para junho. O local da reunião, que estava marcada para a cidade russa de Sochi, mudou para Bruxelas.

Reação - Diante de uma ação semelhante no G-20, os Brics reagiram e demonstraram incômodo com a Austrália, que teria tomado a liderança do movimento de exclusão da Rússia. Segundo fontes diplomáticas ouvidas pelo Valor, o que mais causou descontentamento no grupo foi a iniciativa de a Austrália - em alinhamento com os Estados Unidos - ter se movimentado à revelia dos países emergentes. O governo brasileiro não pretendia, ontem à noite, se pronunciar oficialmente sobre o assunto, mas considerou que a declaração feita pela ministra de Relações Internacionais da África do Sul, Maite Nkoana-Mashabane, retrata adequadamente as conversas mantidas por chanceleres dos Brics em Haia.

Brasil - Na reunião, ocorrida paralelamente à margem da cúpula de Segurança Nuclear, o Brasil foi representado pelo subsecretário-geral de assuntos políticos, embaixador Carlos Paranhos. Os demais chanceleres - da China, da Índia, da África do Sul e da própria Rússia - estavam presentes. O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, não pôde participar porque está em viagem oficial na Venezuela. Para a diplomacia brasileira, a solução da crise entre Rússia e Ucrânia requer diálogo, preferencialmente nas Nações Unidas, e não uma "lógica de tensões e contratensões" que remete ao clima de Guerra Fria.

Conteúdo - A tentativa de excluir a Rússia do G-20 não é bem-vista pelos Brics, mas desagradou mais pela forma do que pelo conteúdo. A declaração da ministra sul-africana trata com "preocupação" a iniciativa da Austrália. "O G-20 pertence a todos os Estados-membros de forma igual, e nenhum Estado-membro pode unilateralmente determinar sua natureza e característica", afirmou. A declaração continua dizendo que "a escalada de linguagem hostil, sanções e contrassanções e força não contribui com uma solução sustentável e pacífica, de acordo com a lei internacional".

Ameaça - O presidente dos EUA, Barack Obama, ameaçou nesta terça-feira (25/03) impor novas sanções a Moscou, caso o país avance com incursões militares a outras regiões da Ucrânia. O presidente russo, Vladimir Putin, "tem que entender que há uma escolha a ser feita", disse Obama após a cúpula de Segurança Nuclear em Haia. (Valor Econômico)


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