Imprimir
Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3310 | 28 de Março de 2014

FORMAÇÃO INTERNACIONAL: Quinta turma segue rumo à Europa em missão de estudos

formacao internacional 28 03 2014Vinte e sete integrantes da quinta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas embarcam para a Europa, na noite desta sexta-feira (28/03), para a realização de mais uma etapa da capacitação, que contempla uma missão de estudos na Itália, Alemanha e Holanda. Fazem parte do grupo, lideranças do cooperativismo paranaense que atuam nos ramos agropecuário e de crédito. Há ainda representantes do Sistema Ocepar, como João Gogola Neto e Devair Mem, respectivamente, coordenador de Desenvolvimento Cooperativo e analista econômico e financeiro do Sescoop/PR. Também integram a quinta turma a gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, e profissionais do Sebrae/PR.

Viagem - A viagem terá duração de quinze dias e o grupo retorna ao Brasil no dia 12 de abril. O roteiro inicia por Roma e segue depois para Bologna, Ravenna, Pádova, Mestre e Veneza, na Itália. Na Alemanha, os participantes vão passar por Hohenhein, Hamm e Muenster. Na Holanda, eles passam por Amsterdam. Nos três países, eles vão enriquecer seus conhecimentos tendo contato com representantes de universidades, cooperativas, bancos, entre outras organizações que atuam ou tem ligação como setor cooperativista. Entre os locais que eles vão visitar na Itália estão a Legacoop – Aliança das Cooperativas Italianas, a Federação Italiana dos Bancos de Crédito, a Universidade de Bologna e o Laticínio Nuova Martignana. Na Alemanha, eles vão conhecer a Cooperativa de Crédito Fidelidade e a Universidade de Muenster. Na Holanda, a quinta turma faz uma visita ao Rabobank.

Programa Internacional- O Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas é uma iniciativa do Sistema Ocepar em parceria com o Sebrae, que visa proporcionar uma visão internacional de negócios a lideranças cooperativas paranaenses. Desde 2009, contempla a abertura de uma turma por ano, sendo que o quinto grupo iniciou a capacitação em julho de 2013. A formação é dividida em cinco módulos, com etapas que incluem atividades em Curitiba e Brasília, além de missões de estudo em países do continente europeu, norte-americano, sul-americano, asiático e da Oceania. No ano passado, a quinta turma esteve na Argentina.

 

COPAGRIL: Conselheiros concluem quarto módulo da capacitação

Nesta quarta e quinta-feira (26 e 27/03), foi realizado o 4º módulo do curso de capacitação de conselheiros, desenvolvido pela Copagril em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), junto ao ISAE/FGV. A disciplina estudada foi Gestão Econômica Financeira, com o instrutor Pedro Salanek Filho. O objetivo, segundo o instrutor, foi proporcionar um conhecimento abrangente dos conceitos e práticas do processo da gestão econômica e financeira, dentro de uma visão sistêmica do negócio e do macroambiente da atuação das cooperativas de produção.

Peculiaridades - O assunto abordado foi em torno das principais peculiaridades do agronegócio, dentre elas a sazonalidade, linhas de financiamentos, ciclos de produção, volatilidade e flutuações econômicas. “Abordagens estas para demonstrar que as decisões econômicas e financeiras sempre devem contemplar fatores que interagem com diversos aspectos, internos e externos, ao negócio”, destacou Pedro.

Informações - Os participantes receberam, ainda, informações para ter uma visão maior e, assim, ampliar os resultados e minimizar os riscos pertinentes ao mercado, considerando as fortes influências mercadológicas, sociais, ambientais e climáticas.

Próximo módulo- O próximo módulo será nos dias 24 e 25 de abril, sobre Análise de Investimento, com o professor Maicon Putti. (Imprensa Copagril)

{vsig}noticias/2014/03/28/copagril/{/vsig}

 

SICOOB NORTE DO PR: Cooperativa de crédito cresce mais de 28% em 2013

sicoob 28 03 2014Acompanhando o crescimento vertiginoso de uma década, o Sicoob Norte do Paraná fechou o ano de 2013 com um aumento de 28,67% nos recursos administrados. O volume total foi de R$ 368 milhões, 82 milhões a mais em relação ao ano anterior, quando foram administrados R$ 286 milhões. Em 2012, a cooperativa já havia apresentado um crescimento de 23,5%. (Veja evolução abaixo). Os números foram apresentados no dia 25 de março, durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO) para anunciar os números de 2013 da singular, que atua com 12 postos de atendimento nas cidades de Londrina, Cambé, Rolândia, Ibiporã, Assaí, Cornélio Procópio, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina.

Desafio - O novo presidente eleito, Wilson Geraldo Cavina, diz que tem como desafio manter o crescimento da cooperativa com sustentabilidade. “Nosso objetivo é chegar ao final de 2014 com mais de R$ 450 milhões administrados, praticamente meio bilhão. Além disso, queremos fechar o ano com mais de 18 mil cooperados.” O número de cooperados saltou para mais de 12 mil, em 2014, um aumento de 21,88% em um ano. Ao longo de 11 anos de atuação, a singular já distribuiu cerca de R$ 40 milhões de sobras (lucros) aos seus cooperados, ou seja, é dinheiro que volta para a comunidade. Somente neste ano, serão seis novas agências abertas em várias cidades da singular.

Prestação de contas- Na prestação de contas, os diretores e conselheiros apresentaram números que demonstram os bons resultados obtidos, como a carteira de crédito - volume de empréstimos realizados na instituição – que, em 2013, fechou o ano em mais de R$ 243 milhões, contra R$ 5 milhões em 2003. O histórico é possível porque a cooperativa apresenta os melhores índices do ramo de crédito e a pequena taxa de inadimplência registrada, que não passa de 2,56%, enquanto a média das instituições fica em 3,5%. Somente a cidade de Londrina representou um market share de recursos de 8,99%. Em cidades vizinhas, como Rolândia, o market share é de 26,79%, colocando a instituição em quinto lugar entre os bancos da região.

Parcerias - Em parte, os resultados expressivos também são frutos das parcerias de 2013. Emerson Ferrari, diretor executivo da cooperativa, comenta que a união com a singular Sicoob Norte Pioneiro demonstra que a decisão foi acertada. “Em pouco mais de um ano de união, os números são surpreendentes. A singular cresceu 87%, saltando de R$ 6,5 milhões de recursos administrados para R$ 12,20 milhões.” Ele lembra ainda a parceria iniciada no ano passado, em todo Paraná, com a Sancor Seguros, maior cooperativa de seguros da Argentina. “Os produtos da empresa vieram somar com os produtos do Sicoob”, pontua. Durante a AGO, também foram apresentados os novos membros eleitos do Conselho de Administração, presidente e vice-presidente.

Pré-assembleias- Em 2013, houve alteração no estatuto social da cooperativa, por meio de Assembleia Extraordinária, designando delegados para representação na AGO. Por isso, antes de sua realização, cooperados e delegados participaram de pré-assembleias – em todas as oito cidades da singular –, reuniões em que foram apresentados os itens deliberativos no dia da assembleia. O número total de delegados do Sicoob Norte do Paraná é de 79, sendo que as vagas para cada cidade foram baseadas na quantidade de cooperados. Cada grupo de 150 pessoas é representado por um delegado.

Cooperativa - Presente em todos os estados brasileiros, o Sicoob é o maior sistema de cooperativa de crédito no Brasil, a sexta maior rede de atendimento entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de dois mil pontos de atendimento e mais de 2,5 milhões de associados. No Paraná, são aproximadamente 133 mil associados, onde estão localizados mais de 100 pontos de atendimento em várias cidades. Além da geração de recursos, a cooperativa também fomenta o desenvolvimento socioeconômico das comunidades e regiões onde está inserida. (Imprensa Sicoob Norte do Paraná)

Sicoob Norte do Paraná em números

Recursos administrados:

2003 – R$ 6 milhões

2006 – R$ 57 milhões

2009 – R$ 104 milhões

2012 – R$ 286 milhões

2013 – R$ 368 milhões

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Associados de Cianorte e Mandaguari vão ver o Brasil na Copa

Dois associados da Sicredi União PR/SP já foram contemplados com pacotes da promoção “Seu cartão Sicredi Visa bate um bolão”, sorteados em janeiro e fevereiro últimos. Ambos ganharam o direito de assistir, com acompanhante, um jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Agora, a torcida da cooperativa é para que a sorte saia novamente no terceiro sorteio previsto para este sábado (29/03).  Primeiro agraciado, em janeiro, Luiz Gustavo Pedroni, de Cianorte, vai ver Brasil e Camarões em Brasília. No mês passado, a ganhadora foi Roseli Donizette Martins Bernardes, que possui conta em Mandaguaçu. Ela vai assistir Brasil e México, em Fortaleza.

Número da sorte- A cada R$ 120 em compras no cartão Sicredi Visa, crédito ou débito, o associado ganha um número da sorte para concorrer a 20 pacotes oficiais de viagem, oferecidos pela Visa. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COCAMAR: Técnicos têm treinamento sobre cultivo de seringueira

cocamar 28 03 2014Profissionais da área técnica da Cocamar participaram durante esta semana, na unidade de difusão de tecnologia da cooperativa em Guairaçá, município da região noroeste do Estado, de um treinamento sobre o cultivo de seringueira. O especialista Marcos Murbach, com mais de 25 anos de experiência e atuação em diversas regiões do país, foi convidado para prestar orientações ao grupo. Durante sua apresentação, Murbach abordou técnicas de plantio, condução e exploração da cultura, que é considerada uma alternativa interessante para a diversificação das propriedades e também para compor, de acordo com o novo Código Florestal, até 50% da reserva legal.

Clima e solo- Depois de visitar seringais na região de Paranavaí, o especialista destacou as aptidões de clima e solo que a seringueira pode encontrar no noroeste do estado. O principal problema, segundo ele, é a geada, mais há meios para minimizar os riscos. Entre eles, evitar as áreas mais baixas da propriedade, dar preferência para plantios com terrenos virados para a face norte, utilizar quebra-ventos e manter as entrelinhas sem cobertura durante o inverno. Tais providências reduzem a chance de perdas de mudas em caso de frio mais intenso. Murbach disse que o risco é maior para a árvore até o quarto ano após o plantio, pois quando atinge idade adulta, já não corre o risco de ser afetada.

Zoneamento - Ele lembrou que com o zoneamento agroclimático estabelecido para o Paraná pelo Iapar, se pode contar com o seguro agrícola, que é barato e protege o investimento. Além de cobertura contra geadas o seguro também contempla proteção em caso de incêndios, granizo e vendavais. (Imprensa Cocamar)

 

AGRÁRIA: Entre Rios recebe 170 coralistas para encontro

Neste sábado (29/03), Entre Rios recebe um evento musical diferenciado. Aproximadamente 170 vozes se reunirão no Centro Cultural Mathias Leh para o Encontro de Corais. Com apresentações de diversos títulos e estilos musicais, o evento terá a participação de corais da realizadora do encontro, a Fundação Cultural Suábio-Brasileira, de Guarapuava e de São João d'Oeste. O evento começa às 19h30 e não haverá cobrança de ingressos. (Imprensa Agrária)

 

cartaz 24 03 2014

SISTEMA OCB: CNCoop promove segunda etapa da Oficina de Planejamento Estratégico

sistema ocb 28 03 0214Garantir a integridade do Sistema OCB, defender a categoria econômica do cooperativismo e redefinir o modelo de atuação da Confederação Nacional das Cooperativas. Esses são os resultados da Oficina de Planejamento Estratégico, com foco na Confederação. O evento ocorreu nesta quinta-feira (28/03) e contou com a presença dos diretores da entidade, superintendentes de unidades estaduais e gestores da unidade nacional do Sistema OCB.

Comprometimento - O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, elogiou o comprometimento dos participantes. “Estou muito satisfeito com o resultado dessa rodada de oficinas. É exemplar a dedicação da diretoria da CNcoop, dos superintendentes das unidades estaduais e da equipe da confederação com o processo de planejamento”, comenta Nobile.

Amadurecimento - Para ele, esse ciclo de oficinas marca a importância do amadurecimento do Sistema, na medida em que consolida o Plano Estratégico Sistêmico 2015-2020 para as três casas do Sistema OCB (CNCoop, Sescoop e OCB). Segundo o superintendente, há uma necessidade grande de se ter um empreendimento que ofereça suporte aos sindicatos. “Com o apoio de todos, foi possível definir as linhas a serem trabalhadas no sentido de consolidar a estrutura funcional e operacional da Confederação”, reforça.

Resultado – De acordo com Renato Nobile, após os ciclos de oficinas que envolveram o Sescoop, a OCB e CNCoop, ao longo desta semana, é possível vislumbrar o caminho a ser seguido por essas casas, objetivando alcançar os objetivos estratégicos, sempre de olho na missão e na visão das entidades de representação do Sistema OCB.

“O compromisso dos diretores, dos superintendentes, dos técnicos das unidades estaduais, da unidade nacional e da Macroplan merece o nosso reconhecimento. Todos cumpriram perfeitamente seu papel de contribuir para o desenvolvimento do setor”, conclui Nobile.

Marco – A gerente sindical da CNCoop, Junia Del Sacchi, disse que a oficina de hoje é um marco na história da Confederação. “Costumávamos trabalhar com diretrizes e agora teremos um planejamento que nos dará um norte ao desenvolvimento de projetos, processos e ações, pois agora temos foco, diretrizes e linhas de ação. Estamos vivendo um momento muito rico”, avalia a gerente.

Próximos passos– “Foi um processo grandioso para o Sistema OCB. Graças à força de trabalho dos diretores, dos superintendentes, das gerentes gerais e de todas as equipes envolvidas nas oficinas de planejamento, foi possível concluir com êxito tudo aquilo que nos propomos”, analisa o gerente de Planejamento, Emanuel Malta Falcão.

Consolidação - De acordo com ele, os próximos passos são a consolidação dos produtos das três oficinas para que, no início de abril, seja iniciada a terceira fase do ciclo de oficinas, por meio do qual serão apresentados os resultados obtidos até agora. (Informe OCB)

 

LEGISLATIVO: Deputados falam sobre ato cooperativo na tribuna da Câmara

legislativo 28 03 2014O cooperativismo ocupa cada vez mais espaço na agenda dos parlamentares brasileiros. Na quarta-feira (26/03), os deputados Dr. Ubiali (SP) e Paulo Foletto (ES) usaram da tribuna da Câmara Federal para falar sobre a importância de se dar mais agilidade às questões que envolvem o setor, especialmente ao Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 271/05, que trata sobre o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.

Entendimento necessário- De acordo com Dr. Ubiali, “para que se avance nas discussões sobre o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo na Câmara, é preciso que se dê o entendimento necessário ao ato-meio realizado pelas cooperativas médicas”. Já o deputado Paulo Foletto lembrou os integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) sobre a importância do PLP 271/2005 para o país: “cooperativa de habitação, agropecuária, de saúde são moedas de desenvolvimento social no Brasil. Vamos acabar com a bitributação do setor cooperativista”, afirmou o deputado. (Informe OCB)


Leia os pronunciamentos

 

AGENDA LEGISLATIVA: Informativo especial traz cobertura completa do lançamento

megafone 28 03 2014A Agenda Legislativa do Cooperativismo para 2014 foi lançada pelo Sistema OCB na terça-feira (25/03), com a presença de várias autoridades, dentre elas o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller. Para divulgar a cerimônia, o Sistema produziu a sexta edição do Megafone — informativo especial, cuja função é divulgar amplamente os eventos mais importantes da Casa do Cooperativismo. CLIQUE AQUI para ler a cobertura completa. E AQUI para ver as imagens da cerimônia. (Informe OCB)

 

RAMO CRÉDITO: Comitiva brasileira faz visitas técnicas ao Sistema Desjardins no Canadá

ramo credito 28 03 2014Um grupo de representantes de cooperativas de crédito, do Banco Central e do Ministério da Fazenda, liderado pelo Sistema OCB, está realizando visitas técnicas ao Sistema Desjardins, na província de Québec, no Canadá. Nesta quarta e quinta-feira (26 e 27/03) foram visitados diversos centros de operações do Sistema nas cidades de Lévis e Montreal.

Execução financeira- O grupo teve a oportunidade de conhecer todo o processo de execução financeira do Desjardins. Foram visitados os centros de atendimento ao cooperado, centro de internet banking e operações remotas e a caixa central do movimento. O grupo teve a oportunidade de conhecer uma cooperativa de crédito formada pelos imigrantes de língua portuguesa em Québec.

Reuniões e visitas- A comitiva tem realizado, ao longo desta semana, reuniões e visitas técnicas no âmbito de uma missão de imersão no sistema cooperativista de crédito canadense para a identificação de boas práticas. O objetivo é aprofundar o conhecimento acerca das práticas do país e gerar subsídios ao desenvolvimento do setor no Brasil.

Proporção - O Canadá possui uma das mais altas proporções de associados a cooperativas de crédito do mundo. Aproximadamente um terço da população canadense usa os serviços financeiros ofertados por uma cooperativa.

Segmentos - Existem dois segmentos de cooperativas no país: as credit unions, que estão presentes nas províncias do Canadá de língua inglesa, e as caisses populaires, presentes no Canadá francófono, a província de Québec. As cooperativas de crédito no país concentram 33% das agências bancárias.

Confederação - O Sistema Desjardins é a confederação das chamadas caisses populaires, ou caixas populares. Este modelo de cooperativas de crédito surgiu no ano de 1900, na cidade de Québec, da iniciativa de Alphonse Desjardins, de criar uma cooperativa para fazer frente aos caros e poucos acessíveis serviços financeiros da época no Canadá francês.

Movimento - O movimento hoje conta com mais de 6 milhões de associados, 4500 empregados e mais de 200 bilhões de dólares de movimentação anual. O Sistema Desjardins é o maior grupo financeiro da província de Quebec, sexto maior do Canadá. O Sistema esteve na vanguarda dos serviços financeiros eletrônicos no Canadá. A plataforma de serviços ofertados pela internet e aplicativos é considerada a mais completa do país.

Atuação internacional- O Sistema OCB tem fortalecido ao longo dos anos sua a representação das cooperativas em âmbito internacional. Os programas de atuação do Sistema em âmbito global buscam além da representação institucional, a cooperação, assessoria e promoção do cooperativismo brasileiro. O objetivo da atuação internacional da Casa é usar da intercooperação para o fortalecimento das cooperativas brasileiras e o consequente desenvolvimento econômico e social dos cooperados. (Informe OCB)

 

RAMO SAÚDE: Encontro ANS movimenta cooperativas do segmento

Recife está sendo palco do Encontro ANS, promovido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), focado nas operadoras de planos de saúde. O evento é voltado a organizações que atuam no setor de saúde suplementar, representantes e entidades de classe, como é o caso do Sistema OCB. A abertura do encontro foi prestigiada pelo presidente do Sistema OCB/PB, André Pacelli, que também preside o Conselho Consultivo do ramo Saúde na Diretoria do Sistema OCB. O coordenador do ramo Saúde, Laudo Rogério, também acompanha a programação do evento.

Oportunidade - Segundo André Pacelli, esses encontros são uma ótima oportunidade de as cooperativas que atuam na saúde suplementar serem cada vez mais protagonistas nas decisões. “Ao participarem de eventos assim nossas cooperativas contribuem com o desenvolvimento das ações de saúde no país, mostrando a importância do cooperativismo na construção de um setor, cujo principal interesse é a prestação de um serviço de qualidade”, comenta.

Qualificação – O objetivo do Encontro ANS é compartilhar informações e visões que contribuam para a construção de um setor de saúde suplementar cada vez mais qualificado. As atividades começaram ontem e vão até amanhã. Também participam os órgãos de defesa do consumidor.

Assuntos – No evento os atores do setor poderão discutir normas de fiscalização, regras para autorização de funcionamento e comercialização de planos de saúde, conceitos para acompanhamento econômico e financeiro das operadoras, além de ressarcimento ao SUS e o novo Rol de procedimentos da ANS.

Crescimento – A abertura do evento contou com presença da diretoria da ANS presidida pelo médico André Longo, que destacou a retomada dos Encontros regionais da ANS começando pelo Nordeste, dado o papel de destaque e pelo crescimento – acima da média – do número de planos de saúde na região. (Informe OCB)

ENERGIA ELÉTRICA: Medidas de socorro ao setor são o tema em publicação do MME

O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou a cartilha “Medidas divulgadas pelo governo federal para o fortalecimento do setor elétrico nacional”. A publicação apresenta as perguntas mais frequentes sobre as medidas divulgadas pela União e que afetam a rotina das cooperativas do ramo Infraestrutura e demais elos da cadeia produtiva e de distribuição de energia elétrica no País.

Medidas de apoio- O documento dá ênfase nas medidas de apoio ao setor elétrico nacional, divulgadas há duas semanas pelo Ministério da Fazenda e pelo MME. Uma dessas medidas é a criação da Conta Centralizadora, denominada Conta-ACR. A conta será administrada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica com o objetivo de preservar o consumidor da volatilidade tarifária, além do alívio do fluxo de caixa das cooperativas, relativo às despesas do ano de 2014. (Informe OCB)

ACESSE O DOCUMENTO

TJLP: Taxa de financiamentos ao setor produtivo é mantida no menor nível da história

Pelo sexto trimestre consecutivo, a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) foi mantida em 5% ao ano, o menor nível da história. O índice, usado nos financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi definido nesta quinta-feira (27/03) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Trimestre - A cada três meses, o CMN fixa o nível da taxa para o trimestre seguinte. O conselho é composto pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Variação - De junho de 2009 a maio de 2012, a TJLP permaneceu em 6% ao ano, foi reduzida para 5,5% em junho de 2012 e diminuiu para 5% em dezembro do mesmo ano, como medida de estímulo à economia.

Definição - Criada em 1994, a taxa é definida como o custo básico dos financiamentos concedidos ao setor produtivo pelo BNDES. De acordo com o Ministério da Fazenda, o valor da TJLP leva em conta dois fatores: meta de inflação, atualmente em 4,5%, mais o risco Brasil, indicador que mede a diferença entre os juros dos títulos brasileiros no exterior e os papéis do Tesouro norte-americano, considerados o investimento mais seguro do mundo. (Agência Brasil)

SUCROALCOOLEIRO: CMN aprova financiamentos para o setor

sucroalcooleiro 28 03 2014O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu nesta quinta-feira (27/03) as condições de políticas governamentais para o setor sucroalcooleiro, em 2014. Uma das decisões do colegiado estabelece as regras para financiamento da estocagem de etanol combustível. A linha, que pode ser contratada por usinas, destilarias, cooperativas, empresas vendedoras de etanol e distribuidoras de combustíveis tem R$ 2 bilhões disponíveis.

Estabilização - O objetivo é estabilizar a oferta e combater a volatilidade do preço do produto. No ano passado, o CMN aprovou liberação de crédito com o mesmo objetivo. A dívida será corrigida pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), acrescida de 2,7 pontos percentuais ao ano. O pagamento deverá ser feito em três prestações mensais, a partir de maio próximo.

Contratação - A contratação do financiamento estará disponível de 1° de maio a 30 de novembro, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos estados do Ceará, Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins e nos municípios baianos de Juazeiro e Medeiros Neto. De 1° de setembro a 28 de fevereiro de 2015, terão acesso ao financiamento: Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e demais cidades da Bahia.

Novos canaviais- Outra medida do CMN determinou as condições para o Programa de Apoio à Renovação e Implantação de Novos Canaviais. O programa, que existe nas versões rural e industrial, tem recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e concede financiamentos para renovação de canaviais antigos e ampliação de área plantada.

Versão rural- A versão rural é destinada a produtores e cooperativas, enquanto a industrial atende pessoas jurídicas ligadas ao plantio de cana de açúcar, como usinas e destilarias. Segundo o governo, o objetivo é “atender à crescente demanda por etanol combustível”. Em função da estiagem, muitos canaviais ficaram afetados, necessitando de recuperação.

Correção - Os financiamentos no âmbito do programa também serão corrigidos pela TJLP, acrescida de 2,7 pontos percentuais ao ano. O prazo de pagamento é até 72 meses, com possibilidade de carência de 18 meses. Os recursos disponíveis para os empréstimos somam R$ 3 bilhões, sendo R$ 300 milhões para produtores rurais e cooperativas e R$ 2,7 bilhões para pessoas jurídicas. (Agência Brasil)

 

DÉBITOS: Conselho aprova renegociação de R$ 15,6 bilhões em dívidas

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (27/03) a possibilidade de renegociação de R$ 15,6 bilhões em débitos contraídos com recursos dos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A maioria das operações é de crédito rural. A medida vale para os titulares de dívidas contratadas até dezembro de 2008, e em situação de inadimplência em 31 de dezembro de 2012.

Amortização - Quem aderir à renegociação terá amortização de até 10% do saldo devedor, atualizado de acordo com os encargos do contrato de origem. Além da amortização, a decisão prevê pagamento do débito em até dez anos, com carência de até um ano. O prazo para adesão é 31 de dezembro deste ano.

Crédito rural- Segundo informações do Ministério da Fazenda, dos R$ 15,6 bilhões, R$ 11,5 bilhões referem-se a 670 mil operações de crédito rural. Os R$ 4,1 milhões restantes referem-se a 20 mil operações de outras modalidades de crédito. (Agência Brasil)

MEIO AMBIENTE: Projeto de retirada de BHC recebe prêmio do Ministério da Agricultura

meio ambiente 28 03 2014O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento premiou como exemplo de eficiência e de sucesso em gestão sustentável na agricultura um dos projetos do Instituto das Águas do Paraná, que está beneficiando milhares de famílias paranaenses. Trata-se da retirada do BHC, um material altamente tóxico que estava armazenado em propriedades rurais há mais de 30 anos. A permanência desses estoques no campo representava um risco constante e sua eliminação, um desafio.

Efeito cumulativo- O BHC combatia pragas na lavoura de café e ao entrar em contato com a pele tinha efeito cumulativo, causando danos irreversíveis ao sistema nervoso central.

Projeto - O produto começou a ser retirado das propriedades através de um projeto desenvolvido pelo Governo do Estado, através das Secretarias do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Instituto das Águas do Paraná, (Aguasparaná) e Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Emater), além de representantes do setor privado, o InpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), Sistema Ocepar e Sistema Faep (Federação da Agricultura do Paraná).

Início - O projeto iniciou em 2009, quando os agricultores tiveram a oportunidade de declarar a existência do BHC - proibido por lei em suas propriedades rurais - com respaldo da Lei Estadual n° 16.082/2009, que os isentou de quaisquer sanções cíveis, penais ou administrativas, relacionadas à posse desses agrotóxicos.

Armazéns - O BHC foi retirado das propriedades rurais, acondicionado em armazéns localizados em 21 regiões do Estado e, depois, encaminhado para incineração. Já foram retiradas 1,2 mil toneladas, restando apenas 98 toneladas que serão removidas das propriedades nos próximos meses.

Kits - Para o acondicionamento e transporte dos produtos aos armazéns temporários, foram distribuídos diretamente aos produtores rurais kits de segurança personalizados, contendo sacos de acondicionamento, EPIs completos (Equipamento de Proteção Individual) e folhetos explicativos sobre os procedimentos da operação, com os locais para a devolução. O kit inclui também uma cópia da portaria nº 021, de 2012, do IAP, para transporte do material, que era apresentado na devolução do agrotóxico, juntamente com a via da autodeclaração, feita em 2009, e os dados cadastrais do declarante (nome, endereço e documentos).

Certidão - No ato da devolução foi fornecido ao produtor rural, detentor do BHC na propriedade, uma certidão atestando que os produtos foram devidamente entregues ao Governo do Estado e que os agricultores estavam isentos de responsabilidades.

Iniciativa inédita- O diretor-presidente do Instituto das Águas do Paraná, Márcio Nunes, explica que a retirada do agrotóxico das propriedades foi uma iniciativa inédita do Governo do Estado, que está servindo de exemplo mundial e também, protegendo o homem do campo, sua família e o meio ambiente de um produto com grande potencial de contaminação. “Já recolhemos 1,2 mil toneladas em posse de cerca de dois mil agricultores paranaenses que se cadastraram no projeto. É uma iniciativa importante que vai proteger o meio ambiente e a população de áreas rurais”.

Publicação - O projeto, premiado em Brasília, foi publicado na segunda edição do livro Gestão Sustentável, que traz outros sete exemplos de eficiência e sucesso na agricultura. O livro, com 100 páginas, é referência para o setor e será distribuído para empresas selecionadas para compor a edição, além das embaixadas, universidades, bibliotecas, secretarias municipais, estaduais e órgãos públicos ligados à agricultura.

Divulgação - “O objetivo é divulgar e orientar, no Brasil e no exterior, casos de sucesso em gestão sustentável no agronegócio brasileiro, servir de referência, sensibilizar e orientar os produtores a adotarem práticas modernas em suas atividades. A intenção é também ampliar os canais de diálogos entre o ministério, o setor e a sociedade e estabelecer parcerias”, explicou o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, João Cruz. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SEAB: Safra de inverno do Paraná deve atingir 4,2 milhões de toneladas

seab 28 03 2014O plantio das culturas de inverno iniciou no Paraná e a expectativa é que o volume de produção possa atingir até 4,2 milhões de toneladas de grãos, quase o dobro da safra passada. No Estado, o plantio de trigo é o carro-chefe das lavouras de inverno, cuja área plantada está aumentando 23% e se as condições de clima forem favoráveis será colhida a maior safra já vista no Estado. A previsão de safra, incluindo as lavouras de inverno, foi divulgada nesta quinta-feira (27/03) pelo Departamento de Economia Rural, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Otimismo - Segundo o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o clima é de otimismo no campo, apesar das frustrações de safra ocorridas no início deste ano por causa do calor excessivo e falta de chuvas. “O agricultor paranaense não desanima e ele vai buscar a compensação com as lavouras de inverno”, afirmou.

Total - Entre as lavouras de inverno e verão, o Paraná deverá colher uma safra total de 35,4 milhões de toneladas de grãos, uma redução de apenas 3% em relação ao volume colhido no ano passado que atingiu 36,3 milhões de toneladas.

Área plantada- A área plantada com os grãos de inverno deverá crescer 15% passando de 1,3 milhão de hectares plantados no ano passado para 1,5 milhão de hectares que deverão ser ocupados esse ano. A cultura do trigo vai ocupar 1,2 milhão de hectares quase a totalidade da área. O restante será ocupado por lavouras de aveia, canola, centeio, cevada e triticale.

Milho safrinha- Segundo o Deral, a maioria dos produtores que não plantou o milho safrinha, porque estava desestimulada pelo preço do grão no mercado, migrou para o plantio de trigo, cujo preço está mais atraente no mercado. O plantio de trigo está crescendo mais nas regiões Norte e Oeste do Estado. Em função desse crescimento de área, a safra pode atingir um volume de 3,6 milhões de toneladas, a maior produção que esse Estado já viu, disse o chefe da conjuntura do Deral, Marcelo Garrido.

Clima - Conforme o relatório do Deral, o clima regularizou, as chuvas voltaram e as lavouras que estão em campo como soja, milho e feijão da segunda safra estão se desenvolvendo bem. O milho safrinha está com uma previsão de produção de 10 milhões de toneladas e o feijão da segunda safra poderá atingir um volume de 490,3 mil toneladas, cerca de 44% acima da safra colhida em igual período do ano passado que somou 339,3 mil toneladas.

Soja safrinha- O plantio de soja safrinha superou as expectativas e a área plantada cresceu 38% no Estado, passando de 80.887 hectares para 111.868 hectares. A produção poderá atingir um volume de 211.135 toneladas, 62% acima do volume colhido no mesmo período do ano passado, que foi 130.135 toneladas.

Reavaliação - Passada a preocupação com a falta de chuvas do início do ano que prejudicou principalmente as lavouras de soja de verão, agora é hora de reavaliar a safra. E nessa reavaliação, com o avanço da colheita, o Deral está prevendo uma safra de 20,5 milhões de toneladas de grãos de verão.

Perdas estancadas- Conforme as pesquisas de campo, as perdas com a soja foram estancadas. Cerca de 79% da soja está colhida e o Deral confirma uma redução de 12% na safra que corresponde a uma queda de dois milhões de toneladas no volume de produção. A safra de soja, cuja estimativa inicial apontava para uma colheita de 16,5 milhões de toneladas, caiu para 14,5 milhões de toneladas, ainda uma grande safra, ressaltou o secretário Norberto Ortigara.

Milho primeira safra- O Deral confirma também redução para as lavouras de milho da primeira safra, mas em menor escala. A estimativa inicial apontava produção de 5,61 milhões de toneladas do grão e a estimativa atual revela que poderão ser colhidas 5,43 milhões de toneladas, uma redução de 185 mil toneladas.

Compensação - De acordo com o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Godinho, as perdas nas lavouras de milho foram mais acentuadas na região Norte do Estado. Mas elas foram compensadas pela produção de milho da região Sudoeste que foi acima das expectativas, com produtividade maior do que a projetada inicialmente.

Condições naturais- Por fim, as estimativas divulgadas nesta quinta-feira pela Secretaria da Agricultura levam em conta condições de clima normais durante o outono e inverno, o que é determinante para confirmação do plantio, condução das lavouras e colheita, afirmou o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), Francisco Carlos Simioni. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CARNES: Abate de suínos cresce 0,2% em 2013 e alcança recorde

ibge 28 03 2014O abate nacional de suínos no ano passado teve um crescimento marginal, de 0,2%, mas o suficiente para alcançar um novo desempenho histórico, informou nesta quinta-feira (27/03) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram abatidas 36,062 milhões de cabeças.

Peso das carcaças- Porém, o peso total das carcaças caiu 1% na comparação anual e somou 3,12 milhões de toneladas. Essa foi a segunda queda anual seguida com relação ao volume produzido. O maior peso foi registrado em 2011, quando foram produzidas cerca de 3,4 milhões de toneladas de carcaça de suínos.

Santa Catarina- O maior produtor continuou sendo Santa Catarina. O Estado reduziu os abates em 314.409 unidades, mas foi o que abateu o maior volume de animais, com mais de 8,6 milhões de cabeças no total. Em seguida ficou o Rio Grande do Sul, que aumentou os abates em 368.316 cabeças e alcançou mais de 7,9 milhões de unidades no ano.

Maior fatia- A Região Sul continuou com a maior fatia da produção nacional, embora tenha recuado um pouco. Os três estados abateram 65,1% do total de suínos no país, 0,2% a menos que em 2012.

Quarto trimestre- No quarto trimestre, o abate de suínos foi de 9,009 milhões de cabeças em todo o país. O número representou queda de 3,7% ante o terceiro trimestre e de 1,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo o IBGE, essa foi a primeira vez desde o início da série histórica, em 2008, que houve recuo de abate de suínos no último trimestre do ano.

Liderança - Os Estados da Região Sul mantiveram-se líderes na produção de suínos nos últimos três meses de 2013, com 65% de participação, apesar de terem sido abatidas 19.247 cabeças a menos, movimento puxado pelo Paraná. O Estado reduziu os abates entre o terceiro e quarto trimestres em 140.840 cabeças. O recuo foi compensado pelo aumento dos abates em Santa Catarina, com 97.549 cabeças a mais, e no Rio Grande do Sul, com aumento de 24.044 unidades abatidas.

Levantamento - O levantamento do IBGE foi feito com 788 informantes de abate de suínos que possuem serviços de inspeção federal, estadual ou municipal. Apenas Rondônia e Amapá não tinham nenhuma unidade sob inspeção sanitária. (Valor Econômico)

 

ANVISA: Agência agiliza registro de agrotóxicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (27/03) uma Instrução Normativa (IN) que busca dar mais agilidade ao registro de agrotóxicos, reduzir os custos para as empresas e definir limites seguros para o uso dos produtos. A instrução normativa, que também precisa ser aprovada pelo Ministério da Agricultura e pelo Ibama, vai facilitar o registro de produtos para culturas de baixo interesse econômico, para as quais falta ou há número reduzido de agrotóxicos, conhecidas como "Culturas com Suporte Fitossanitário Insuficiente" (CSFI). Além disso, o texto estabelece o limite máximo de resíduos de agrotóxicos aceitáveis com base em estudos científicos.

Classificação - A IN prevê a classificação de "Culturas com Suporte Fitossanitário Insuficiente" atreladas a grupos de culturas representativas como soja, milho, morango, goiaba, dentre outros, que são mais visadas por fabricantes de agrotóxicos devido à sua importância econômica, área de cultivo, consumo humano, disponibilidade de agrotóxicos registrados e semelhanças de problemas fitossanitários.

Prática - Na prática, as novas regras vão abrigar as chamadas CSFI em grupos de culturas que já têm agrotóxicos registrados. As culturas de menor escala de produção como o abacaxi e o pimentão, poderão usar produtos das culturas representativas. "Um produto para mamão, que está no mesmo grupo do cupuaçu e do maracujá, poderá ter um produto liberado para ele e usado nas culturas menores, com o resultado para as outras culturas do seu subgrupo entregue depois", disse o diretor de Diretoria de Regulação Sanitária da Anvisa, Renato Porto.

Uso indevido- Na prática, a mudança visa evitar o uso indevido de agrotóxicos não recomendados em determinadas culturas. Algumas tornam-se impróprias para o consumo ao apresentar resíduos de ingredientes ativos de moléculas não autorizados para uso, notadamente nos cultivos de algumas hortaliças. Um produto autorizado para o tomate, por exemplo, não pode ser aplicado em outra cultura, pois gerava erros nas análises da Anvisa.

Documentos - As empresas poderão entregar a documentação para registrar um produto em uma cultura e terão até dois anos para entregar os estudos de impacto nas subculturas da categoria. Os estudos em outros grupos serão dispensáveis, já que a Anvisa já possui banco de dados sobre o efeito dos produtos em outras culturas.

Categorias - "Vamos imaginar uma cultura pequena, que tenha pouco interesse comercial. Ela terá poucas opções de agrotóxico. A partir de uma comparação com outras culturas semelhantes, a Anvisa define categorias de uso desses produtos. Isso vai permitir que a indústria peça à Anvisa o registro do uso de produtos para culturas relacionadas", explicou Porto. (Valor Econômico)

INFRAESTRUTURA: Porto de Paranaguá conclui estudos para o centro de convivência

infraestrutura 28 03 2014A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) concluiu o estudo preliminar para o novo Centro Administrativo e Operacional, Complexo Náutico e Área de Convivência do Porto de Paranaguá. A partir desse projeto conceitual serão desenvolvidos os projetos executivos desses e de outros empreendimentos previstos.

Novas áreas - O estudo do novo conceito global para o setor Leste do Porto de Paranaguá prevê um total de 24 novas áreas, entre essas o novo Centro Administrativo da Appa, dois prédios operacionais, dois outros prédios administrativos de oito andares (que poderão abrigar empresas de todo o complexo portuário), uma marina, um terminal de passageiros, heliporto, hotel, restaurante, estacionamento e, ainda área de lazer com pista de caminhada e ciclovia.

Estudo preliminar- A partir desse conceito global, desenvolvido sobre o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado de Paranaguá, será desenvolvido o estudo preliminar de cada uma dessas áreas. “Nosso objetivo é associar os interesses administrativos e operacionais aos turísticos, desenvolvendo o cenário econômico da cidade, promovendo o crescimento das atividades marítimas voltadas, também, ao lazer e ao turismo – uma necessidade antiga do Litoral do Estado e uma demanda que já temos e que tem aumentado, a cada ano”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Apresentação - O projeto já foi apresentado ao prefeito de Paranaguá, Edson Kersten. “Para a cidade de Paranaguá a instalação de um terminal de passageiros é essencial para fomentar o turismo. Com este projeto da Appa, a prefeitura, que também está contratando o projeto executivo de um terminal turístico, poderá utilizar esta modelagem”, disse.

Escalas - Em 2013, o Porto de Paranaguá recebeu quatro escalas de navios de passageiros; um total de mais de 3,6 mil turistas estrangeiros. De visitas, do Brasil todo, no ano foram quase 11 mil pessoas. “Com esse novo complexo, conseguiremos atender todo esse público com mais conforto e segurança, movimentando ainda mais o turismo em Paranaguá”, diz o superintendente.

Conceito – Considerando a estrutura já existente e as necessidades da Appa, o estudo preliminar está sendo realizado pela empresa Geplarq Arquitetura S/S, de Curitiba, ganhadora da licitação, realizada em setembro de 2013. O projeto, no valor de R$ 150 mil, começou a ser desenvolvido em meados de janeiro deste ano. O prazo de conclusão desses estudos é de 120 dias.

Licitação - Concluída essa etapa de projeto conceitual (que traz, inclusive, estimativas de custo do Complexo), serão licitados os projetos executivos das obras. Em primeiro lugar, será desenvolvido o projeto executivo da infraestrutura para as instalações - construção da ponte e outros acessos necessários, obras de aterro, dragagem, iluminação, saneamento, paisagismo, entre outras necessárias para a implantação do novo complexo. Quando esta etapa estiver pronta e licenciada, serão executados os prédios e demais áreas. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONTAS PÚBLICAS Governo tem déficit primário de R$ 3,078 bi em fevereiro

O aumento dos gastos, em ritmo maior que o crescimento das receitas, fez o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrar o segundo pior resultado primário da história em meses de fevereiro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (27/03) Tesouro Nacional, o mês passado registrou déficit primário de R$ 3,079 bilhões. O resultado só não é pior que o de fevereiro do ano passado, quando o déficit mensal somou R$ 6,618 bilhões.

Período- Com o resultado de fevereiro, o superávit primário nos dois primeiros meses de 2014 soma R$ 9,876 bilhões, pior valor para o período, desde 2009. O resultado seria ainda pior se as estatais não tivessem recolhido R$ 2,892 bilhões em dividendos ao Tesouro Nacional, no mês passado. Desse total, R$ 2 bilhões saíram do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); R$ 700 milhões, da Caixa Econômica Federal; e R$ 192,1 milhões, do Banco do Brasil.

Economia - O superávit primário é a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública. O esforço fiscal permite a redução do endividamento do governo no médio e no longo prazo. Para este ano, a meta do Governo Central é economizar R$ 80,8 bilhões, equivalentes a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB - soma das riquezes produzidas no país). Os estados e municípios deverão fazer superávit primário de R$ 18,2 bilhões – 0,35% do PIB. No total, o superávit primário do setor público deverá fechar o ano em R$ 91,306 bilhões – 1,9% do PIB.

Programação - Até abril, o Governo Central deverá economizar R$ 28 bilhões, segundo o decreto de programação orçamentária. O superávit primário acumulado nos dois primeiros meses do ano equivale a 33,8% do total, o que indica que o governo terá de economizar R$ 18,5 bilhões em março e abril para alcançar a meta para o primeiro quadrimestre.

Gastos - A expansão dos gastos, em ritmo maior que o crescimento das receitas, foi a principal causa do déficit primário em fevereiro. A receita líquida do Governo Central cresceu 7,3% no primeiro bimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. As despesas totais, no entanto, subiram 15,5%. Os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) aumentaram 24,2%. Por causa de acordos de reajustes salariais fechados em 2011, e as despesas com o funcionalismo cresceram 13,5%.

Investimentos - Os investimentos do governo federal – que englobam os gastos com obras e compras de equipamentos – acumulam alta de 22,7% nos dois primeiros meses de 2014. Os gastos passaram de R$ 12,3 bilhões, em janeiro e fevereiro do ano passado, para R$ 15,1 bilhões no primeiro bimestre deste ano. No mesmo período, as despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aumentaram ainda mais, passando de R$ 7,7 bilhões para R$ 11,1 bilhões na mesma base de comparação - salto de 43,3%. (Agência Brasil)

IBGE: Desemprego cresce para 5,1% em fevereiro

A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 5,1% em fevereiro, mostra a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do instituto. Em janeiro, a taxa foi de 4,8%. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo AE Projeções (de 4,9% a 5,4%), e em linha com a mediana projetada, de 5,1%. A taxa de 5,1% foi a mais baixa para o mês desde o início da série histórica da pesquisa, em março de 2002.

População desocupada- A população desocupada somou 1,2 milhão de pessoas no País em fevereiro, um aumento de 6,9% ante janeiro, o equivalente a 80 mil pessoas a mais sem emprego. Em relação a fevereiro de 2013, houve queda de 8,3%, ou 113 mil desocupados a menos.

Ocupados - Já a população ocupada totalizou 23 milhões em fevereiro, uma queda de 0,6% em relação a janeiro, o equivalente a 137 mil vagas. Na comparação com fevereiro de 2013, houve estabilidade estatística, com 2 mil postos de trabalho ocupados a mais.

Carteira assinada- O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 11,7 milhões, uma queda de 0,7% em relação a janeiro, com a eliminação de 83 mil vagas formais. Na comparação com fevereiro de 2013, houve aumento de 1,7%, com 200 mil vagas com carteira assinada a mais.

Rendimento - O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação positiva de 0,8% em fevereiro ante janeiro e aumento de 3,1% na comparação com fevereiro de 2013. A massa de renda real habitual dos ocupados no País somou R$ 47 1 bilhões em fevereiro, um aumento de 1,0% em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2013, a massa cresceu 4,1%. Já a massa de renda real efetiva dos ocupados totalizou R$ 47,7 bilhões em janeiro, uma queda de 16,7% em relação a dezembro de 2013.

Comparação - Na comparação com janeiro de 2013, houve aumento de 5,8% na massa de renda efetiva. O rendimento médio real dos trabalhadores em fevereiro foi de R$ 2.015,60, contra R$ 2.000 53 em janeiro. (Agência Estado)

ACORDO: Mercosul e UE estão mais perto de 'troca de ofertas'

A embaixadora da União Europeia no Brasil, Ana Paula Zacarias, afirmou, nesta quinta-feira (27/03), que as trocas de “ofertas complexas” para um acordo de livre comércio entre o bloco europeu e os parceiros do Mercosul devem ocorrer entre fim de maio e início de junho, antes do início da Copa do Mundo. “Importante foi perceber, em várias declarações e gestos, que é uma oferta conjunta dos quatro países do Mercosul”, disse, antes de almoço com diversos embaixadores europeus em sua residência oficial, em Brasília. “Há interesse político e econômico.”

Confiante - A embaixadora, de origem portuguesa, declarou estar confiante na parceria após a recente visita da presidente Dilma Rousseff a Bruxelas, onde o acordo UE-Mercosul foi tratado. “São ofertas complexas, que incluem serviços, agricultura, compras governamentais. Mas tenho certeza de que poderemos fazer a troca em breve, em junho ou fim de maio.”

Casamento - A chefe da delegação europeia usou uma figura de linguagem para traduzir seu tom otimista. “É um casamento. Agora, sabemos como será o vestido da noiva, mesmo sem saber ainda o rosto da noiva. Mas já podemos pensar na gravata e no terno do noivo”, afirmou.

Espera - As negociações dentro do bloco europeu ainda não começaram. Além disso, o acordo está em compasso de espera pelas tratativas entre Brasil e Argentina para fechar uma oferta oficial do Mercosul. Nesta semana, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Mauro Borges, afirmou que a oferta argentina cobrirá 90% das linhas tarifárias - o Brasil chegou a 92% desse total. (Agência Estado)

INTERNACIONAL I: PIB americano sobe 2,6% entre outubro e dezembro

internacional I 28 03 2014A economia dos Estados Unidos cresceu mais no quarto trimestre de 2013, após revisão. O Produto Interno Bruto (PIB) do país teve expansão a uma taxa anualizada de 2,6% no período, em vez de 2,4% como o informado anteriormente. Conforme o levantamento do Departamento do Comércio americano, o gasto do consumidor foi o maior em três anos, ao subir a uma taxa anualizada de 3,3% nos três últimos meses de 2013. Mesmo com o dado revisado, o desempenho econômico no trimestre final do ano passado foi inferior àquele registrado nos três meses antecedentes, quando o PIB americano cresceu 4,1%.

Seguro desemprego- Já o número de novos pedidos de seguro-desemprego no país caiu em 10 mil na semana encerrada em 22 de março, em relação à anterior, para 311 mil. O resultado é o mais baixo desde novembro passado e também acabou inferior àquele previsto por alguns economistas, que esperavam uma marca de 325 mil.

Menos volátil- O relatório do Departamento do Trabalho dos EUA mostrou ainda que média móvel das últimas quatro semanas, menos volátil, recuou em 9.500, situando-se em para 317.750 na semana passada, no menor nível desde setembro de 2013.

Queda - O número de americanos que continuam a receber benefícios de seguro-desemprego caíram em 43,1 mil, para 3,3 milhões na semana encerrada em 8 de março, a última com dados disponíveis.

Vendas de casas- As vendas pendentes de casas nos Estados Unidos recuaram pelo oitavo mês consecutivo. O índice que mede esse desempenho cedeu 0,8% entre janeiro e fevereiro deste ano, para 93,9, e diminuiu 10,5% perante fevereiro de 2013. A leitura de fevereiro é a mais baixa desde outubro de 2011, quando ficou em 92,2, conforme levantamento da Associação Nacional de Corretores de Imóveis. (Agências internacionais / Valor Econômico)

 

INTERNACIONAL II: Inflação nos emergentes fica em fevereiro no menor nível desde 2009

internacional II 28 03 2014A inflação caiu no conjunto dos emergentes para 4,3% ao ano em fevereiro, comparado aos 4,6% no mês anterior, e é a menor taxa desde o começo de 2009, segundo o Emerging Markets Inflation Monitor, relatório publicado nesta sexta-feira (28/03) pela consultoria Capital Economics. No entanto, as divergências regionais são significativas. O preço ao consumidor está em nível “desconfortavelmente alto” na América Latina, principalmente na Venezuela. Já o custo de vida tem tendência de queda na Ásia, no Oriente Médio e na África. A inflação baixou na Índia, mas continua elevada no Brasil, na Indonésia, na Turquia, na África do Sul e na Rússia.

Preços agrícolas- Os preços agrícolas vêm sendo especialmente monitorados porque podem ter um impacto significativo na inflação dos emergentes. Os alimentos têm peso elevado na cesta de preços que formam o custo de vida em várias economias. Varia de 50% nas Filipinas a 20% no México e no Chile, ante 15% nos países desenvolvidos.

Avaliação - Mas a Capital Economics avalia que a alta global de preços de produtos agrícolas desde o começo do ano dificilmente alimentará significativamente a alta da inflação nos emergentes. A consultoria nota que os preços agrícolas no mercado internacional continuam abaixo do nível de um ano atrás, de forma que é “altamente improvável” o retorno de choque de inflação causado pelo custo de alimentos.

Impacto - A consultoria ainda argumenta que o impacto de problemas como secas, doenças que afetaram colheita e crise na Ucrânia já foi amplamente levado em conta pelos mercados. Na verdade, se não houver outros choques, a tendência é de queda nos preços. (Valor Econômico)

 


Versão para impressão


Expocoop 2014

Assessoria de Imprensa do Sistema Ocepar - Tel: (41) 3200-1150 / e-mail: imprensa@ocepar.org.br