Imprimir
Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3311 | 31 de Março de 2014

TRIGO: CMN aprova preço mínimo para a safra 2014

trigo 28 04 2014

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião realizada quinta-feira (27/03), o novo valor do preço mínimo do trigo para a safra 2014. De acordo com nota publicada pelo Ministério da Agricultura nesta sexta-feira (28/03), o valor do cereal foi corrigido em 5%, passando de R$ 31,86 a saca de 60 kg, para R$ 33,45/60 kg, o que corresponde a R$ 557,50 a tonelada, para a classe Pão, tipo 1, na região Sul. O mesmo índice foi aplicado para a classe melhorador. Já para outras classes, o preço foi mantido. O ministério informou também que foram definidos os preços mínimos para sementes de aveia, cevada e triticale, com reajuste médio de 14,55%, e ainda novos valores para aveia, canola, cevada, girassol e triticale. 

Clique aqui  para conferir os novos preços aprovados pelo CMN.

 

PERDA: Sistema Ocepar lamenta falecimento do jornalista Antônio Cordeiro

O Sistema Ocepar lamentou o falecimento do jornalista Antônio Cordeiro, mais conhecido como Tonico, ocorrido na sexta-feira (28/03), em Curitiba. O corpo foi cremado sábado (29/03), no Crematório Vaticano, também na capital paranaense. Tonico diagramou a primeira edição impressa do Jornal Paraná Cooperativo, produzida pela Ocepar em junho de 1972. Ele foi trazido do jornal O Estado do Paraná pelo jornalista Violar Sarturi. “Na época, passei por um treinamento de diagramação no jornal O Globo, no Rio de Janeiro. Implantei no projeto gráfico do Paraná Cooperativo o que havia de mais atual no país”, afirmou Tonico, no dia 13 de agosto de 2012, num encontro com jornalistas que trabalharam no Paraná Cooperativo, promovido pela Ocepar para marcar os 40 anos da publicação. Mesmo com a saúde frágil, Tonico fez questão de participar do evento, juntamente com Eloi Setti, Giovani Ferreira, Edson Lemos e Samuel Milléo Filho.

Degrau importante– Além de diagramar o Paraná Cooperativo, Tonico também assumiu a redação do jornal. “Tomei gosto pelo texto e me transformei num redator. Trabalhar na Ocepar foi um degrau importantíssimo para minha carreira, pois saí do Sistema, em 1987, em condições de comandar qualquer tipo de jornal, tanto na parte gráfica, como no texto jornalístico”, afirmou no encontro com os demais jornalistas. 

{vsig}noticias/2014/03/31/fotos_Tonico/{/vsig}

SESCOOP/PR: Novos cursos para conselheiros fiscais terão início em abril

sescoop pr 31 03 2014Promover a capacitação e a reciclagem dos membros do Conselho Fiscal, integrar e padronizar o trabalho dos conselheiros, propiciando a correta realização das atividades nas cooperativas paranaenses. É com esse objetivo que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) realiza mais uma rodada de cursos para conselheiros fiscais, a partir de abril. São eventos destinados às cooperativas de saúde e às dos demais ramos.

Datas e locais– Os cursos para os conselheiros e suplentes das cooperativas do ramo saúde tem a seguinte programação: dia 09/04, das 17h às 23h, na Unimed Pato Branco e na Unimed Maringá. As inscrições devem ser feitas até o dia 3 de abril. No dia 05/05, das 17h às 23h, na Unimed Toledo e na Unimed Federação, com inscrições até o dia 28/04.

Demais ramos– Para os demais ramos, o Sescoop/PR vai realizar a capacitação no dia 10/04, das 8h às 17h, e dia 11/04, das 8h às 12h, na Coopertradição e na Cocamar. As inscrições devem ser feitas até o dia 03 de abril. No dia 6 de maio, das 8h às 17h, e no dia 07 de maio, das 8h às 12h, o curso acontece na Primato. Já no dia 25/05, das 8h às 17h e 28/05, das 8h às 12h, será no Hotel Slavieiro, em Ponta Grossa.  

Clique aqui e confira a programação completa do Curso para Conselheiros Fiscais – Ramo Saúde

Clique aqui e confira a programação completa do Curso para Conselheiros Fiscais – Demais ramos

 

EXPOCOOP 2014: Evento será vitrine internacional de cooperativas brasileiras

expocoop 31 03 2014Uma das maiores vitrines do cooperativismo global está prestes a ser realizada: Expocoop 2014. A feira ocorre entre os dias 15 e 17 de maio, em Curitiba (PR). O evento está sendo realizado pela empresa WEX Business, em parceria com os Sistemas OCB e Ocepar.  Para o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a Expocoop 2014 oferece às cooperativas a oportunidade de realizar negócios e apresentar seus valores, conquistas, crescimento e acima de tudo, a possibilidade de destacar a importância do movimento cooperativo na Economia Global.

Potencial produtivo- “A Feira será uma excelente oportunidade de o cooperativismo brasileiro mostrar ao mundo todo o seu potencial produtivo, a fim de assegurar parcerias com outros países. Essa é mais uma chance de reforçarmos a intercooperação global”, analisa Nobile.

Referência - O evento deve reunir representantes de cooperativas de todo o Brasil e de países da Europa, África, Ásia e Américas. De acordo com os organizadores, a Expocoop 2014, será uma referência em negócios com foco no agronegócio e na agroindústria.

Oportunidades - Além da exposição, comercialização, divulgação de produtos e inovações tecnológicas, haverá grandes oportunidades para as cooperativas brasileiras como: rodadas de negócios, internacionalização, bolsa de investimentos, networking para alianças estratégicas e a promoção da intercooperação com o mercado nacional e mundial.

Visibilidade – Ampliada e estimulada pelo sucesso das edições anteriores realizadas no Brasil, Portugal, Índia e Inglaterra, a Feira transformou-se em um importante instrumento de inserção dos produtos e serviços no mercado interno e externo.

Programação técnica– Durante o evento haverá ainda uma intensa programação técnica para os visitantes, produtores, exportadores, importadores, pesquisadores do Brasil e do exterior e um espaço exclusivo para palestras. (Informe OCB)

 

COOPERATIVAS ABC: Unidade Industrial de Carnes e Ceratti assinam contrato

Com previsão de início de produção da linha de industrializados para o início do próximo ano, a Unidade Industrial de Carnes (UIC) acaba de assinar o 1º contrato entre as partes Castrolanda, Batavo, Capal e Ceratti durante reunião no Café de Molen, na Castrolanda, na última quinta-feira (20/03).  A parceria comercial representa em torno de 40% do volume a ser produzido na UIC.

Parceria - “Assinamos o contrato de parceria com a Ceratti, empresa que possui marca de destaque no mercado. Há mais de 18 meses temos trabalhado neste contrato para que juntos pudéssemos desenvolver a melhor forma de parceria. No mercado a Ceratti é uma marca reconhecida e as cooperativas têm excelente capacidade de produção. Nossas cooperativas e cooperados são extremamente dedicados às melhores práticas do campo. Portanto o potencial de crescimento para ambas é de extrema importância", disse Ivonei Durigon, gestor da Unidade Industrial de Carnes.

Preservação da marca- Para a Ceratti, a parceria com a Unidade Industrial de Carnes é uma oportunidade de preservar a marca e mostrar a qualidade dos seus produtos. A empresa tem mais de 80 anos de atividade no Brasil e é reconhecida como a principal marca de mortadela de alto padrão e qualidade e segue com este mesmo conceito para os demais produtos que industrializa. Sua Unidade Industrial está localizada em Vinhedo (SP), onde industrializa mais de 70 produtos. Com a Unidade Industrial de Carnes pretende ampliar o mix e volume de industrialização de carne suína.

Sobre a Unidade Industrial de Carnes– O investimento é liderado pela Castrolanda em conjunto com as Cooperativas ABC (Castrolanda, Batavo e Capal). Serão industrializados produtos como: carcaças, cortes e industrializados: presuntos, bacon, salame, defumados, linguiças, temperados/marinados e outros produtos. Na sua fase final, o projeto irá gerar 1.800 empregos diretos e mais de 5.000 empregos indiretos. O empreendimento das cooperativas projeta um faturamento de R$ 520 milhões após a sua 1ª fase de implantação e de R$ 1 bilhão após a conclusão da 2ª fase o que elevará significativamente o movimento econômico do Município de Castro. (Imprensa Castrolanda)

{vsig}noticias/2014/03/31/cooperativas_abc/{/vsig}

COODETEC: Novos doutores defendem suas teses

Mais duas teses de doutorado foram defendidas na Coodetec na sexta-feira (28/03). Pela manhã, o estudante da UEM, Marcelo Berwanger de Oliveira, apresentou o trabalho “Análise de desequilíbrio de ligação e diversidade genética em soja utilizando marcadores moleculares”. Na parte da tarde, a pesquisadora da Coodetec e também estudante da UEM, Fabiane Lazzari, defendeu a tese “Associação genômica de marcadores SNPs para resistência da soja a Meloidogyne incognita”.

Aprovação - Marcelo e Fabiane foram aprovados. A banca, dos dois estudantes, agora doutores, foi composta pelo gerente da Divisão de Pesquisa da Coodetec, Ivan Schuster (orientador dos dois trabalhos), pela fitopatologista da Coodetec, Tatiane Dalla Nora Montecelli, pelo gerente do Programa de Milho/Sul da Coodetec, Adilson Schuelter, pela pesquisadora Tatiane Albuquerque Alves e pelo professor da UEM, Carlos Alberto Scapim.

Variedades- Para a composição da tese, Marcelo utilizou 169 variedades de soja do germoplasma brasileiro e um conjunto de 6 mil SNPs. Esse é primeiro trabalho de avaliação do genoma estrutural de soja tropical, utilizando análise de desequilíbrio de ligação de marcadores SNPs em genotipagem de larga escala. Além disso, o trabalho do estudante fornece informações importantes para o mapeamento por associação de características de interesse agronômico, aumento da eficiência e da utilização da seleção assistida por marcadores moleculares em programas de melhoramento brasileiros.

Sequência - Com base no trabalho de Marcelo, a pesquisadora da Coodetec, Fabiane Lazzari, deu sequência à outra tese, com avaliação de 168 cultivares de soja. Durante as análises, Fabiane identificou marcadores moleculares associados à resistência ao nematoide de galha Meloidogyne incognita. Esse processo permite a rápida identificação e seleção de genótipos resistentes ao patógeno, reduzindo custos e também diminuindo o tempo de desenvolvimento de novas cultivares. As plantas passam a ser selecionadas de acordo com o gene de interesse.

Novos trabalhos- Novos trabalhos devem ser apresentados seguindo essa linha. De acordo com o gerente da Divisão de Pesquisa da Coodetec, Ivan Schuster, ainda serão identificados marcadores moleculares para diversas outras características em soja. Há pouco tempo trabalho semelhante ao de Fabiane Lazzari foi apresentado na Coodetec. A pesquisadora Patrícia Vinholes identificou marcadores moleculares associados à resistência aos nematoides de galha Meloidogyne javanica. (Imprensa Coodetec)

{vsig}noticias/2014/03/31/coodetec/{/vsig}

COCAMAR I: Plantio de trigo deve atingir 130 mil hectares na região da cooperativa

A Cocamar calcula que, este ano, pelo menos 130 mil hectares devem ser cultivados com trigo, em sua região, sendo a maior parte na região de Londrina. A cultura, que já foi importante no noroeste do Estado, onde disputou espaço com o milho, atualmente está restrita a pequenas áreas. O desinteresse dos produtores se justifica pelas dificuldades de mercado ocorridas nos últimos anos, uma vez que, na hora de comprar, os moinhos dão preferência ao produto importado. Mas os problemas climáticos registrados em 2013 nas zonas produtoras do Brasil e em outros países, reduziram a safra, o que elevou a cotação do cereal. Na última sexta-feira, o preço da saca de 60 quilos, na Cocamar, estava cotado a R$ 41,00, considerado remunerador.

Bom negócio- Na região de Londrina, há produtores que veem a cultura ainda como um bom negócio. Em São Jerônimo da Serra, o agricultor Osvaldo Oscar Vietze Júnior cultiva, há mais de 30 anos, uma área total de 130 alqueires, entre terras próprias e arrendadas. Ele conta que lida com trigo desde 1978, sendo também tradicional produtor de soja. Vietze concorda quando alguém diz que é uma cultura de risco, “mas vale a pena”, afirma.

Plantio - De acordo com o departamento técnico da cooperativa, o plantio começa em abril e vai até meados de junho. (Imprensa Cocamar

COCAMAR II: Cooperados e técnicos vão aos Estados Unidos em agosto

A Cocamar organiza todos os anos uma viagem com a participação de cooperados e técnicos aos Estados Unidos, cumprindo um roteiro de visitas a propriedades, empresas e cooperativas. O percurso em 2014, nos estados do Illinois e Iowa, inclui passagem pela bolsa de Chicago, a mais importante referência para a comercialização de grãos no mundo, e a Farm Progress Show, que figura entre as maiores feiras do agronegócio internacional. Os últimos dias, na Flórida, são reservados ao lazer.

Período- Neste ano, a viagem está marcada para o período de 23 de agosto a 2 de setembro. Em 2013, o percurso terrestre foi feito em dois ônibus, a partir de Chicago e, ao final, os integrantes disseram ter ficado satisfeitos com o que viram em matéria de tecnologias. Entre eles estavam os primeiros colocados do Concurso de Produtividade de Soja da cooperativa, premiados todos os anos com a viagem.

Adesão - A participação é por adesão e, segundo a cooperativa, os cooperados interessados devem buscar mais informações junto aos gerentes de suas unidades de atendimento. (Imprensa Cocamar

SICREDI: Agricultor ganha solução completa para proteger seu patrimônio

sicredi 31 03 2014O Sicredi, em parceria com a Mapfre, disponibiliza uma nova opção de seguro: o Sicredi Seguro Multirisco Rural. A solução uniformiza e agrega coberturas e benefícios de produtos anteriores. Em uma única apólice, é possível segurar máquinas, equipamentos e benfeitorias, de acordo com a necessidade do associado.

Solução flexível e personalizada - O Sicredi Seguro Multirisco Rural é uma solução flexível e personalizada. Permite, por exemplo, apenas cobertura para benfeitorias, para máquinas e equipamentos ou para ambos. O produto contribui para minimizar perdas financeiras, a manutenção da atividade econômica e a segurança financeira da família. Além disso, não há no mercado um produto que reúna diversas coberturas em uma única apólice protegendo o patrimônio de uma propriedade rural.

Novas alternativas- A solução oferece novas alternativas além das coberturas já disponíveis. Para máquinas e equipamentos, as coberturas são para quebra de vidros, furto simples e despesas com salvamento (como, por exemplo, guincho para uma colheitadeira atolada). Já para as propriedades, há a nova opção de cobertura para roubo ou furto de bens mediante arrombamento, além da ampliação de limites para as coberturas de danos elétricos e vendaval.

Contratação - A contratação do Sicredi Seguro Multirisco Rural pode ser feita nas unidades de atendimento do Sicredi.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,5 milhões de associados e 1.261 pontos de atendimento, em 10 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 100 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais - acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Peça que incentiva a cooperação é apresentada a 850 estudantes

“Zum, zum, zum, a união faz a vida” é o nome da peça de teatro que foi apresentada a 850 estudantes do ensino fundamental de escolas de Goioerê, Rancho Alegre D’Oeste e Moreira Sales. Foram duas apresentações, uma de manhã e outra a tarde, no dia 27 de março, em Goioerê. A peça incentiva a pratica da cooperação e cidadania, princípios presentes no objetivo do Programa A União Faz a Vida.

Objetos - Na prática, os atores mostram para os estudantes um pouco dos objetivos do programa A União Faz a Vida, incentivando a cooperação e a cidadania, também conversam sobre alguns termos que aparecem na metodologia aplicada em sala de aula. “É um presente aos estudantes da região, que num momento de descontração, recebem dicas sobre cooperação e cidadania, no dia a dia. Muito bom!”, diz a assessora de programas sociais, Cláudia Bonatti.

História - Zum, zum, zum, a união faz a vida é uma história divertida sobre dois irmãos, Leona e Artur. Leona é cadeirante e vê em seu irmão um grande amigo. Em uma noite de brincadeiras, as crianças escutam o som de uma pequena abelha que pede ajuda aos dois para uma grande missão, partindo, assim, para uma viagem inesquecível. Eles conhecem a Rainha Mau-Mau e o Cacunda, dois personagens que não sabem o valor da cooperação e lutam para que o mal vença sobre o bem. E é aí que nossos dois heróis entram em ação, mostrando aos vilões a importância de valores como respeito, união e amizade.

Outros estados- A peça, oferecida pela Fundação Sicredi, passou por vários estados brasileiros e no Paraná, chega a 20 municípios. (Imprensa Sicredi)

{vsig}noticias/2014/03/31/sicredi_vale_piquiri/{/vsig}

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa vê na ExpoLondrina oportunidade para se fortalecer na região

Há menos de quatro anos atuando no mercado de Londrina e região, a Sicredi União PR/SP tem conseguido grande receptividade junto aos diversos setores, importantes resultados e firmado parcerias com entidades representativas do município, entre as quais a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) e a Sociedade Rural do Paraná (SRP).

Oportunidade - Mas a presença da cooperativa de crédito na ExpoLondrina 2014, que começa nesta quinta-feira (03/04) no Parque Internacional de Exposições Governador Ney Braga, é vista pela instituição como uma oportunidade para fortalecer ainda mais a sua marca. Na feira, a exemplo do que fez nos anos anteriores, a cooperativa vai disponibilizar recursos a custos competitivos para o financiamento de máquinas agrícolas e equipamentos, veículos e utilitários, animais, construção e reformas de instalações rurais.

Participação- A Sicredi União PR/SP participa pelo quarto ano consecutivo da Exposição e, nas edições anteriores, realizou muitos negócios. “Temos uma presença forte no setor agropecuário, que tende a continuar crescendo”, comenta o diretor executivo Rogério Machado. Ele destacou que, em nível nacional, o Sistema Sicredi já é o terceiro maior repassador de recursos ao campo. No ano passado, a instituição que dirige realizou R$ 333 milhões em crédito rural, contra R$ 288 milhões em 2012, uma expansão de 15,7%. Para 2014, a meta é chegar a R$ 354,4 milhões.

Laços com a comunidade- A Exposição é importante também, segundo o diretor, para estreitar ainda mais os laços com a comunidade em geral, e não apenas o campo. “Temos produtos e serviços para todos os segmentos”, afirma. A ExpoLondrina é a segunda exposição em que a cooperativa participa neste ano. A primeira foi a ExpoParanavai, realizada no mês passado. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

UNIMED BRASIL: Simpósio Internacional Cooperativo será realizado em São Paulo

Entre os dias 7 e 8 de abril, a Unimed do Brasil realizará o Simpósio Internacional Cooperativo Jurídico e Contábil 2014 – no Novotel Center, em São Paulo (SP). Entre os temas que serão abordados estão: identidade cooperativa e as inovações legislativas e contábeis. O Sistema OCB é um dos apoiadores do evento. Os interessados podem obter informações sobre a programação do simpósio e se inscrever no site da Unimed Brasil. (Informe OCB)

 

UNIMED PARANÁ: Federação destina parte dos impostos para projetos culturais e esportivos

unimed parana 31 03 2014A Unimed Paraná, por meio da Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, obteve um desconto de 66,66% no Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) de 2014. Além de receber esse benefício, a Federação ainda contribuirá com o esporte local, uma vez que o imposto a ser pago será totalmente destinado para beneficiar um projeto de esporte, selecionado pela Prefeitura de Curitiba.

Basquete - A escolha recaiu sobre uma equipe de basquete da capital paranaense, que já compete profissionalmente na categoria sub-20. O grupo utilizará o recurso para o custeio de viagens, uniformes, alimentação, hospedagens e demais itens necessários à pratica da modalidade.

Sem fins lucrativos- A destinação de parte do IPTU para projetos já aprovados pelas prefeituras (a legislação é municipal e pode mudar dependendo do local), só vale para instituições sem fins lucrativos, como é o caso das Cooperativas. Entretanto, outras leis de incentivo fiscal permitem que encargos como o Imposto de Renda (IR) e o Imposto Sobre Serviços (ISS) também possam ter parte de seus valores direcionados para ações sociais, culturais e esportivas. A Unimed Paraná, por exemplo, está destinando uma porcentagem de seu ISS para o Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, levando concertos musicais e apresentações teatrais para alunos do Ensino Fundamental das escolas públicas de Curitiba. Do mesmo modo, pretende direcionar também uma quantia de seu Imposto de Renda ao Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).

Mais - Para saber mais sobre como apoiar os projetos validados pelo governo utilizando parte dos impostos devidos, é recomendável que o contribuinte procure a prefeitura da sua cidade para proceder conforme as políticas vigentes na região. Você também pode acessar os sites da Receita Federal e dos Ministérios do Esporte e da Cultura para conhecer as demais leis de incentivo. (Unimed Paraná)

 

UNIMED APUCARANA: Projeto Atleta do Futuro beneficia crianças carentes

Há cinco anos, o projeto Atleta do Futuro nasceu da parceria entre a Unimed Apucarana, Sesi e a Escola Monsenhor Arnaldo Beltrami. A iniciativa surgiu de uma necessidade da Escola Monsenhor em apoiar e desenvolver a educação nas crianças carentes da comunidade. A Unimed, por meio do Sesi, conheceu essa deficiência e detectou a importância em investir em projetos como esse.

Principal objetivo- Propiciar a prática esportiva, o desenvolvimento físico e social, o estímulo ao desenvolvimento de valores em suas diversas formas de manifestação, a criação da cultura e do hábito esportivo em seus participantes é o principal objetivo do projeto.

Gratificante - Em 2014, em torno de 320 alunos terão a oportunidade de participar dessa iniciativa. “Após cinco anos, é gratificante ver o crescimento destes alunos que estão conosco desde 2008, e também dos que foram chegando aos poucos no decorrer dos anos, de poder participar de suas superações, conquistas, e vê-los vencendo suas lutas e os obstáculos, e saber que temos empresas como a Unimed Apucarana que se importam com o desenvolvimento das crianças de hoje que serão o futuro de amanhã”, disse Caroline Cristina da Cruz, coordenadora do Projeto Atleta do Futuro, do Sesi. (Imprensa Unimed Apucarana)

AGENDA PARLAMENTAR: Na Câmara, Comissão discute produção de leite no mercado nacional

agenda parlamentar 31 03 2014A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados, instalou, na semana passada, a Subcomissão destinada a acompanhar, avaliar e propor medidas sobre a produção de leite no mercado nacional incluindo: a fixação de preço justo para os produtores; o combate aos cartéis na produção dos insumos lácteos; o estabelecimento de mecanismos de proteção do mercado interno de importação de produtos subsidiados; e a redefinição da carga tributária sobre leite in natura. Foram eleitos os deputados Junji Abe (SP) e Domingos Sávio (MG) como presidente e vice-presidente, respectivamente. O deputado Alceu Moreira (RS) foi designado relator da subcomissão. Destaque-se que todos são membros da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

Congresso Nacional - Foi aprovado, na quarta-feira (26/03), em Comissão Mista, na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 2/2013, o parecer do deputado Eduardo Cunha (RJ) à Medida Provisória (MPV) 627/2013. A matéria segue para votação no Plenário da Câmara, onde poderá ser votada já na nesta terça-feira (1º de abril). Durante a votação, foram apresentados mais de trinta destaques, que pretendiam modificar o parecer apresentado, porém por entendimento da Comissão todos os destaques ficaram para apreciação no Plenário da Câmara. A MPV, que também terá de passar pelo exame do Plenário do Senado, perde sua validade no dia 21 de abril.

Alteração - A matéria altera a legislação tributária federal relativa ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas - IRPJ, à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, à Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins; revoga o Regime Tributário de Transição - RTT, instituído pela Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009; dispõe sobre a tributação da pessoa jurídica domiciliada no Brasil, com relação ao acréscimo patrimonial decorrente de participação em lucros auferidos no exterior por controladas e coligadas e de lucros auferidos por pessoa física residente no Brasil por intermédio de pessoa jurídica controlada no exterior; e dá outras providências. (Blog OCB no Congresso)

Clique aqui para acessar os resultados da Agenda da Semana

 

AGRICULTURA: Seguro Rural com subvenção estadual já é realidade no Paraná

O governo do Paraná começa a operar efetivamente o programa de Seguro Rural no campo a partir desta segunda-feira (31/03). O produtor rural interessado em ampliar a proteção de sua lavoura com apoio do Estado já pode procurar seu corretor de confiança para concretizar a operação. A estimativa é que sejam beneficiados de 2 mil a 2,5 mil agricultores até o final do ano. Está confirmada a disponibilidade de R$ 6,4 milhões, em recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico, para subvencionar a taxa de prêmio de 29 culturas cultivadas no Paraná.

Subvenção - De cada R$ 1.000,00 que o produtor vai gastar para fazer o seguro de uma lavoura, poderá receber até R$ 600,00 em subvenção do governo federal. Dos R$ 400,00 restantes, o produtor poderá receber 50% em subvenção do governo do Paraná, devendo pagar apenas R$ 200,00 o prêmio de sua apólice de seguro para a lavoura.

Redução do risco- Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o objetivo do governo estadual é reduzir o risco na atividade rural e baratear o custo de acesso a esse instrumento de proteção às lavouras para todos os produtores do Estado. “Com o dinheiro da subvenção estadual, o produtor poderá investir em outras atividades dentro da propriedade ampliando a margem de renda no médio e longo prazo”, argumentou o secretário.

Beneficiário e cultura- O programa será executado pela Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, em parceria com a Fomento Paraná, que gerencia os recursos. O produtor poderá receber subvenção estadual de até R$ 4.800,00 por beneficiário e por cultura. A subvenção estadual será concedida no momento de emissão da apólice para o produtor, barateando o custo para a realização do seguro das lavouras.

Aptas - Estão aptas a contratar o seguro pelo programa do governo do Estado as seguradoras Siwss Re, Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Mapfre Seguros Gerais S/A e Sancor do Brasil S/A. Ainda estão em processo de credenciamento as seguradoras Nobre e Porto Seguro, que deverão começar a operar nos próximos dias.

Culturas amparadas- O diretor do Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura, responsável pela execução do programa de Seguro Rural, Francisco Carlos Simioni, explica que o credenciamento das empresas seguradoras é válido por 60 meses até a safra 2017/18. Mas continua o processo de contratação anual, por meio de aditivos. Poderão ser amparadas pelo programa de Seguro Rural no Paraná as culturas de trigo de sequeiro e irrigado, milho segunda safra, café, abacaxi, algodão, alho, batata, cebola, cevada, aveia, feijão, tomate, ameixa, caqui, figo, goiaba, kiwi, laranja, maçã, melancia, morango, nectarina, pera, pêssego, tangerina, uva, floresta cultivada e para a pecuária.

Informações - O produtor que quiser mais informações e esclarecer dúvidas poderá ligar para a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, em Curitiba, no fone (041) 3313-4010. (Agência de Notícias do Paraná)

SOJA: Sem estoques, EUA ampliam plantio do grão

soja 31 03 2014Pouco mais de seis meses depois de terem concluído a colheita de sua terceira maior safra da história, os Estados Unidos já estão praticamente sem soja. Faltando cinco meses para o encerramento da temporada, ao menos 60 das quase 90 milhões de toneladas que foram produzidas no país já foram consumidas e, segundo analistas, as reservas norte-americanas da oleaginosa devem ser esgotadas até o final do próximo mês.

Relatório trimestral- É isso que deve mostrar o relatório trimestral de estoques físicos que o Usda, o departamento de Agricultura do país, divulga amanhã. O documento, atualizado a cada três meses pelo órgão, funciona como uma espécie de termômetro do consumo de grãos nos EUA. Na última edição, de dezembro, o USDA apontou estoques de 53,5 milhões de toneladas de soja – número que deve ser reduzido a 26,9 milhões de toneladas amanhã, segundo os especialistas. Segundo eles, esse volume – equivalente a apenas 30% do consumo, a menor relação já registrada em um mês de março desde 1965 – seria insuficiente para abastecer o mercado norte-americano até o final da temporada 2013/14.

Preços - A expectativa de redução drástica nas sobras tem sustentado os preços da soja em patamares elevados na Bolsa de Chicago. No segundo maior rali de início de ano desde 2005, as cotações da oleaginosa deram um salto de 9% em 2014, para fechar em US$ 14,3650/bushel na sexta-feira (28/03), depois de ter atingido o pico de US$ 14,60 dólares no início do mês. “A soja pode chegar a US$ 16 até julho, quando estaremos com estoques virtualmente zerados e o mercado estará disputando até o último bushel”, disse Randy Mittelstaedt, diretor de pesquisa da R.J. O’Brien & Associates, à Bloomberg. Mas o rali pode ter vida curta, alerta o analista.

Exportações - Com as exportações evoluindo em ritmo inconsistente com a situação atual de oferta, é quase certo que haverá cancelamento de compras, afirmam especialistas. Desde 1° de setembro de 2013, quando teve início a atual temporada norte-americana, 39,7 milhões de toneladas de soja já deixaram os portos do país – 22% do registrado nesta mesma época do ano passado e quase o total previsto pelo Usda para os 12 meses de safra (41,64 milhões de toneladas). Além do volume que já foi efetivamente embarcado, os EUA acertaram a venda de outras 4,7 milhões de toneladas, o que elevaria as exportações norte-americanas para 44,4 milhões de toneladas. Para cumprir estes contratos, contudo, os EUA teriam que importar soja para abastecer o mercado interno.

Safra 2014/15- A apertada relação entre oferta e demanda de soja na safra 2013/14 inspira apostas elevadas na oleaginosa no próximo ciclo. O relatório de intenção de plantio que o Usda divulga amanhã, junto com o balanço de estoques, deve confirmar essa tendência. Em fevereiro, durante o Agricultural Outlook Forum, o fórum mundial da agricultura, o órgão estimou em 4% (1,2 milhão de hectares) o aumento da área destinada à soja, que atingiria recordes 32,13 milhões de hectares nos EUA em 2014/15. O crescimento se daria, basicamente, sobre o milho, que recuaria 3,6% (1,4 milhão de hectares), para 37,2 milhões de hectares. Essa avaliação, ainda preliminar, será revista no relatório de amanhã, que, provavelmente, apontará uma migração ainda maior de área do cereal para a oleaginosa.

Opção - Enquanto os chamados I-States (Iowa, Illinois e Indiana), o coração do cinturão de produção de grãos dos EUA, os produtores se mostram resistentes em “abandonar” o milho, a região do Delta do Mississippi, mais ao Sul, deve priorizar a soja e as Dakotas tendem a retornar ao trigo. Nos estados do Norte, o inverno rigoroso promete um plantio mais tardio, o que favorece a soja. Importante polo leiteiro, o Leste do Corn Belt pretende manter as apostas no milho, se o clima permitir. Já no Oeste, poucas alterações são esperadas, mas os produtores esperam contar com o retorno das chuvas para manter os planos. (Gazeta do Povo)

 

IGC: Conselho projeta equilíbrio entre oferta e demanda mundial de trigo

Produção e consumo mundial de trigo devem ser de 700 milhões de toneladas em 2014/15, apontou ontem o Conselho Internacional de Grãos (IGC na sigla em inglês). A notícia favorece os produtores brasileiros, que estão ampliando o plantio motivados pelos preços. O Paraná acaba de confirmar que a área semeada será ampliada em 20% na comparação com o ano passado, para 1,2 milhão de hectares.

Ajuste para cima- Apesar de a produção mundial ter sido reajustada para cima pelo IGC (com acréscimo de 4 milhões de toneladas), o volume ainda é 9 milhões de toneladas menor que o do ano passado, quando foram colhidas 709 milhões de toneladas de trigo em todo o mundo. O Brasil consome perto de 12 milhões e tende a produzir cerca de 7 milhões de toneladas – com lavouras concentradas no Sul, região onde a oferta vai além da demanda.

Dependência - A dependência nacional de fornecimento externo amplia a influência das cotações internacionais na renda da triticultura sulista, que espera cotações entre R$ 35 e R$ 45 a saca de (60 kg).

Coadjuvante - 1,7% do consumo mundial de trigo ocorre no Brasil. O país produz ainda menos, 1% do total, tornando-se um tomador de preços. Produção está crescendo num momento de empate na oferta e na demanda global. (Gazeta do Povo)

FOCUS: Mercado eleva de novo projeção de inflação em 2014

Analistas de mercado elevaram suas projeções para a inflação, mas mantiveram a expectativa para o juro básico da economia ao fim deste ano, de acordo com o relatório Focus, do Banco Central, que apura estimativas entre cerca de cem instituições. A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 6,28% para 6,30%, um nível muito próximo do teto da meta a ser perseguida pelo BC, de 6,5%. Há um mês, as expectativas estavam em 6%. Aumentou também a projeção para o IPCA de março, de 0,83% para 0,84%. Mas a estimativa para a leitura em 12 meses cedeu de 6,20% para 6,14%, enquanto a aposta para o IPCA em 2015 se manteve em 5,80%.

Selic - Para a Selic, a mediana das estimativas seguiu em 11,25% no fim de 2014, e em 12% no fim de 2015.

Top 5- Entre os analistas Top 5, os que mais acertam as projeções, ocorreu o inverso, eles mantiveram suas estimativas para a inflação, mas elevaram suas apostas para a Selic.

Mediana - A mediana de médio prazo do grupo para o IPCA em 2014 seguiu em 6,57% e, para 2015, em 6%. Já a mesma mediana para a Selic subiu de 11,75% para 12% em 2014, e de 12% para 13% em 2015.

Copom - O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nesta semana para definir a taxa Selic, atualmente em 10,75%. Analistas avaliam que para conter o aumento da inflação, que se mostra resistente, o colegiado terá que elevar a taxa mais do que esperado anteriormente.

Expectativa - A expectativa do próprio BC a respeito da inflação se deteriorou. Em seu Relatório Trimestral de Inflação, divulgado na semana passada, a autoridade monetária elevou sua estimativa para o IPCA de 5,6% para 6,1% neste ano. (Valor Econômico)

ECONOMIA: Efeito da seca sobre a inflação começa a chegar ao consumidor

O maior impacto da estiagem já foi absorvido pela inflação, mas parte do choque ainda se concentra no atacado e chegará ao varejo nos próximos dois meses, segundo o coordenador dos Índices Gerais de Preços (IGPs) da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Neste mês, o IGP-M saltou para 1,67%, após subir 0,38% em fevereiro. Foi a maior alta desde julho de 2008 e o maior percentual para março desde 1999. Dessa alta de 1,29 ponto percentual de um mês para o outro, pelo menos um ponto se deve ao efeito da seca sobre os alimentos, diz Quadros.

Produtos agropecuários- Puxados por soja, milho, bovinos e café, os produtos agropecuários no atacado dispararam 6,16%, alta não registrada desde novembro de 2002. Os produtos in natura saltaram 17,48%, após elevação de 0,60% em fevereiro.

Ponto fora da curva- Para Quadros, o desempenho da inflação em março pode ser considerado "um ponto fora da curva". Segundo ele, a tendência é de devolução de grande parte dessa alta nos próximos meses. "Não temos agora um cenário como o de 2008, em que houve um processo longo de alta resultante de demanda aquecida", diz. "Os preços dos in natura vão voltar a cair. Outros alimentos talvez não cheguem à deflação, mas vão subir menos."

Concentração - Por enquanto, os aumentos ao consumidor estão mais concentrados em frutas, verduras e legumes. Produtos como tomate e batata fizeram com que o reajuste dos alimentos no varejo triplicasse em março, passando de 0,49% para 1,55%. Com esse impulso, a inflação ao consumidor registrou aceleração de 0,70% para 0,82%.

Alta dos juros- Na avaliação do coordenador dos IGPs, é prudente que o Banco Central (BC) estenda o ciclo de alta dos juros num sinal de comprometimento em frear a inflação. Para ele, a falta de ação por parte da autoridade monetária poderia colocar em risco sua credibilidade.

Sinalização - "O BC pode até não elevar os juros como seria necessário, mas precisa sinalizar ao mercado que continuará enfrentando a inflação", diz Quadros. Para ele, o governo terá que decidir se dará prioridade ao controle inflacionário ou à atividade econômica. "Não há como conter a inflação sem restringir a demanda."

Nível - Segundo Quadros, a elevação de juros é, indiretamente, eficaz no combate ao avanço de preços de serviços e alimentos, itens menos dependentes de crédito. "A questão é saber em que nível precisam estar para reduzir a pressão. Talvez não valha a pena elevar tanto a taxa, mas não fazer nada dificultaria a correção futura." (Valor Econômico)

BID: AL está mais vulnerável do que antes da crise de 2008

bid 31 03 2014As economias na América Latina e Caribe estão mais vulneráveis a choques externos do que estavam no período anterior a 2008, quando estourou a crise financeira internacional. Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a elevação dos gastos públicos e do endividamento, principalmente, do setor privado deterioraram as contas e reduziram a capacidade desses países de responder às turbulências.

Resposta fiscal- "Estamos numa situação melhor que nos anos 90, mas a resposta fiscal é pior que em 2007. A primeira mensagem que queremos passar no relatório é que os países devem recuperar a capacidade de regenerar a resposta fiscal para minimizar choques financeiros", disse o economista-chefe do BID, José Juan Ruíz.

Déficit fiscal estrutural- Ele destacou que de 2007 a 2013 o déficit fiscal estrutural saltou de 0,5% para 3,1% do PIB. O aumento de 52% do gasto público foi concentrado em despesas inflexíveis (como folha de pagamento, salários e transferências), ou seja, de difícil retirada. "Mais de 2/3 desse aumento foram gastos inflexíveis. São aqueles que não desaparecem", explicou Ruíz.

Dívida pública e dolarização- Para agravar esse cenário, os níveis da dívida pública e da dolarização das economias subiram muito. Segundo o BID, pode haver riscos derivados do forte crescimento do crédito interno, que dobrou nos últimos quatro anos, e da emissão de dívida externa em dólar por firmas não financeiras.

Relatório macroeconômico- Segundo o relatório macroeconômico para a América Latina o Caribe de 2014, intitulado "Recuperação Global e Normalização Monetária: Escapando de uma Crônica Anunciada", divulgado neste domingo (30/03) na reunião anual do BID, realizada na Costa do Sauípe, a região pode estar com maior risco de um cenário chamado de "Parada Súbita" nos fluxos de capital.

Impacto - "Este é um evento mais dramático, cujo impacto depende do déficit fiscal do país, do déficit de conta corrente e do nível de dolarização e reservas, entre outras variáveis. A maioria dos países da região sofreu uma deterioração nesses indicadores em anos recentes", ressalta o documento.

Crescimento - O BID estima que a região da América Latina e do Caribe deve registrar um crescimento de 3% neste ano e de 3,3% em 2015 devido à esperada recuperação dos Estados Unidos e da Europa.

Superior - Se confirmada a previsão de 3% para este ano, o crescimento será ligeiramente superior aos 2,8% apurados no ano passado. Na reunião do BID de 2013 a expectativa era de uma expansão de 3,9% ao ano ao longo de cinco anos. Agora a média para 2015 e 2018 é de um aumento de 3,5%. Esse patamar de crescimento é insuficiente para atender à demanda da população que reivindica por serviços de melhores qualidades. Com reformas estruturais que aumentem a produtividade, o PIB dos países pode ter uma expansão adicional de pelo menos 2,3 pontos percentuais.

Abaixo da expectativa- Em 2013, México, Brasil, Argentina e Venezuela, cresceram abaixo das expectativas do BID, o que prejudicou a expansão da região como um todo. Apesar de o cenário para 2014 não ter mudado muito, a perspectiva de Ruíz é de que uma expansão mais vigorosa nos EUA represente um impacto relevante sobre as taxas de crescimento na América Latina e no Caribe.

Riscos potenciais- O relatório do BID chama atenção para dois riscos potenciais na região. O primeiro deles se trata dos choques financeiros se as elevações de juros nos Estados Unidos forem mais rápidas do que o esperado. "Olhando para o futuro, taxas de juros mais altas nos Estados Unidos poderiam significar uma redução nos fluxos de capital, o que prejudicará o crescimento e, em alguns casos, levará a depreciações cambiais e inflação mais alta."

China - Além disso, o documento informa que a desaceleração do ritmo de crescimento da China, que passará também a ser mais concentrado no mercado doméstico do que no externo, deixará mais vulneráveis os países da América do Sul. "O risco positivo de um maior crescimento nos Estados Unidos e os riscos negativos de baixa nos preços de ativos e menor crescimento na China podem ser mutuamente excludentes, mas os países na região estão expostos a esses riscos de formas diferentes", informa o relatório do BID. (Valor Econômico)

 

METEOROLOGIA: Chuvas no Sul e no Sudeste podem voltar ao normal só em 2016

A origem da crise energética provocada pela estiagem no Sul e no Sudeste no início do ano pode estar do outro lado do mundo. Segundo meteorologistas ouvidos pela Agência Brasil, o país está sendo afetado por um ciclo natural de resfriamento do Oceano Pacífico, que se reflete em alterações climáticas em grande parte do planeta. Para o Brasil, o fenômeno indica a possibilidade de as chuvas no centro-sul do país só voltaram ao normal no verão de 2016.

Oscilação decadal- Chamado de oscilação interdecadal do Pacífico ou oscilação decadal do Pacífico (PDO, na sigla em inglês), o processo caracteriza-se pela sucessão entre fases quentes e frias na área tropical do Oceano Pacífico. Os ciclos duram de 20 a 30 anos e são mais amplos que os fenômenos El Niño e La Niña, que se alternam de dois a sete anos. Em 1999, o oceano entrou numa fase fria, que deve durar até 2025 e se reflete em El Niños brandos e La Niñas mais intensos.

Auge do ciclo- Atualmente, o Pacífico está no auge do ciclo de resfriamento, o que, segundo os especialistas, historicamente provoca quatro anos seguidos de verões com chuvas abaixo do normal na região Centro-Sul do Brasil. “Desde 2012, tem chovido abaixo da média no Sul, no Sudeste e em parte do Centro-Oeste durante o verão. A princípio, o que está sendo desenhado é as chuvas só voltarem à média em 2016”, diz o meteorologista Alexandre Nascimento, especialista em análises climáticas da Climatempo.

Novo El Niño- A partir do segundo semestre, os modelos climáticos apontam a chegada de um novo El Niño, com chuvas no Sul e seca no Nordeste. No entanto, por causa do resfriamento do Oceano Pacífico, o El Niño deverá ser mais fraco que o normal e insuficiente para recompor os reservatórios. “O próximo verão deverá ter mais chuva que o anterior, mas as chuvas tendem a continuar irregulares no Sul e no Sudeste”, adverte Nascimento.

Aquecimento do Pacífico- O El Niño é o aquecimento do Oceano Pacífico na região equatorial. Pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Mary Kayano estudou a relação entre esse fenômeno e a oscilação decadal do Pacífico e constatou um padrão. “Em fases frias da PDO, os El Niños são mais brandos. Tanto que o último El Niño forte ocorreu em 1997, quando o Oceano Pacífico estava numa fase quente”, diz. Ela, no entanto, evita fazer prognósticos sobre o próximo verão. Segundo a pesquisadora, o Inpe emite previsões somente para os próximos três meses.

Brasil - O comportamento histórico, no entanto, indica que o resfriamento do Pacífico está afetando o Brasil. Segundo o diretor-geral da MetSul Meteorologia, Eugenio Hackbart, o Brasil enfrentou uma sequência de verões com estiagem entre o fim dos anos 1950 e o início da década de 1960, quando o Pacífico atravessava um pico de temperaturas baixas. “Os padrões de circulação atmosférica hoje estão semelhantes aos daquela época”, compara.

Efeitos distintos- Além das chuvas irregulares durante o verão, o resfriamento do Oceano Pacífico traz efeitos distintos conforme as regiões do país, com invernos mais rigorosos no Sul e no Sudeste. “Ano passado, chegou a nevar perto de Florianópolis”, lembra Hackbart. O fenômeno provoca ainda cheias acima da média no Amazonas e no Pará. No entanto, esclarece o diretor da MetSul, não está relacionado à cheia do Rio Madeira, decorrente de chuvas atípicas na Bolívia.

Tipo de chuva- Apesar das chuvas acima da média na maior parte do país em março, Nascimento, da Climatempo, considera que os reservatórios não devem voltar a subir com rapidez por causa do tipo de chuva que tem atingido a região e da chegada da estação seca ao Centro-Sul nos próximos meses. “A verdade é que os reservatórios só enchem com chuvas generalizadas, que duram vários dias e são constantes. Até agora, temos registrado pancadas, que podem ser fortes, mas são eventos isolados”, explica.

Cuidado - Mesmo com a possibilidade de mais um verão com chuvas abaixo da média, os meteorologistas recomendam cuidado com os prognósticos. “A maioria dos estudos sobre os ciclos no Oceano Pacífico é recente. A gente precisa de séries históricas mais longas para compreender a extensão do fenômeno”, diz a pesquisadora do Inpe. Hackbart levanta dúvidas sobre a intensidade do próximo El Niño. “Alguns modelos e especialistas dizem que o próximo El Niño tem chances de ser forte. Nesse caso, as chuvas podem ser mais intensas e ajudar os reservatórios”, pondera. (Agência Brasil)

CLIMA: Comissária europeia pede a parceiros que reduzam gases de efeito estufa

A comissária europeia da Ação pelo Clima, Connie Hedegaard, advertiu nesta segunda-feira (31/03) que não se pode suspender as alterações climáticas e pediu aos parceiros internacionais que atuem urgentemente para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. "Carregar no botão, 'adiar' não funciona quando se trata do clima", disse Hedegaard em comunicado, após conhecer os resultados do relatório divulgado nesta segunda pelo Painel Intergovernamental da ONU sobre Alterações Climáticas (IPCC) em Yokohama (ao sul de Tóquio).

Alerta - O documento alerta para o aumento do risco de secas, inundações e incêndios florestais na Europa devido aos efeitos das alterações climáticas, tanto a curto quanto a médio prazo. "Mais conhecimento é sempre bom, mais ação seria ainda melhor", lembrou Hedegaard, destacando que é hora de "despertar e atuar da forma necessária".

Objetivo ambicioso- A comissária disse que a União Europeia prepara a adoção de um objetivo "ambicioso" de redução em 40% das emissões de gases de efeito de estufa até 2030, em relação aos níveis de 1990. Ela espera que a meta seja adotada até ao fim deste ano, após a aprovação pelos Estados-Membros e pelo Parlamento europeu.

Urgência - Hedegaard pediu a "todos os grandes emissores" desses gases contaminantes que "façam o mesmo com urgência", e insistiu que não se pode deixar de atuar contra as alterações climáticas. "Ao acordar com o alarme do relógio todas as manhãs, carregar no botão de 'repetição’ pode parecer que nos dá mais um momento de calma antes de termos de nos levantar e enfrentar o dia. Mas esse tempo adicional será uma ajuda?. Não quando se trata do clima", disse Hedegaard.

Impactos significativos- A responsável comunitária das políticas de luta contra o aquecimento global acrescentou que o relatório do IPCC "mostra uma clara evidência de que as alterações climáticas têm já impactos significativos e generalizados". "Também diz que é necessária uma ação urgente e decidida para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e reduzir esse impacto no futuro", acrescentou.  (Agência Brasil, com informações da Agência Lusa)


Versão para impressão


Expocoop 2014

Assessoria de Imprensa do Sistema Ocepar - Tel: (41) 3200-1150 / e-mail: imprensa@ocepar.org.br