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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3312 | 01 de Abril de 2014

AGO: Sistema Ocepar promove Assembleia Geral Ordinária nesta terça

A diretoria do Sistema Ocepar está reunida com dirigentes das cooperativas filiadas em Assembleia Geral Ordinária (AGO) que acontece nesta terça-feira (01/04), em Curitiba. A AGO, iniciada às 14h, é destinada à prestação de contas referente ao exercício 2013 das três entidades que compõem o Sistema: Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar. Os resultados obtidos no ano passado estão sendo apresentados pelo presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski. Também haverá a participação do superintendente José Roberto Ricken, do superintendente adjunto, Nelson Costa, gerentes e coordenadores de área. Os participantes vão ainda deliberar sobre o plano de ação do cooperativismo paranaense para 2014. A gerente geral do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, Karla Oliveira, está prestigiando o evento, representando o Sistema OCB. Mais informações sobre a AGO na edição desta quarta-feira (02/04) do Informe Paraná Cooperativo. 

FORMAÇÃO INTERNACIONAL: Brasileiros são recebidos na Aliança das Cooperativas Italianas

A Legacoop – Aliança das Cooperativas Italianas foi o primeiro local visitado pelo grupo de 27 integrantes da quinta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas, que está em missão de estudos na Europa. Eles foram recebidos, nesta segunda-feira (31/03), em Roma, pelo diretor geral da Legacoop Agroalimentare, Giuseppe Psicopo, que estava acompanhado de Antonello Ciambriello e Giana Perra, ambos da área de relações internacionais da Confcooperative. A Legacoop é uma das três centrais que representam o sistema cooperativo na Itália. Juntas, elas respondem por 90% da movimentação econômica do cooperativismo italiano, com montante total em torno de 147 bilhões de euros e cerca de 1,3 milhão de funcionários. “A novidade é o trabalho de fusão que está em andamento, visando criar apenas uma central que contemple todos os ramos do cooperativismo. O senhor Giuseppe representa essa nova aliança”, conta o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Histórico - Ainda de acordo com ele, na Legacoop houve uma apresentação sobre o histórico do cooperativismo da Itália, com destaque para a evolução no período pós-guerra. “Algo que vem se desatando no cooperativismo italiano é a constituição de cooperativas para geração de energia, inclusive com linha de crédito específica para esta atividade e garantia de compra da energia gerada pelo governo”, relata ainda Gogola. Na Itália, as cooperativas possuem isenção de impostos sobre o valor destinado a fundos indivisíveis visando à capitalização do sistema e para garantir que este valor fique à disposição da sociedade.

Crédito – Na parte da tarde, os cooperativistas brasileiros estiveram com representantes da Federcasse, onde conheceram o sistema de crédito cooperativo italiano. Os trabalhos foram coordenados pelo diretor da entidade, Carlo Barbieri. Na oportunidade, ele manifestou interesse em, no futuro, estabelecer um trabalho conjunto com as cooperativas de crédito do Brasil. “Um dos destaques do cooperativismo de crédito italiano é o fundo mútuo para garantia de depósitos dos associados, que traz solidez e segurança para suas operações”, salienta Gogola.

Universidade - Nesta terça-feira (01/04), a quinta turma da formação internacional visita a Universidade de Bologna, onde haverá uma apresentação sobre o panorama econômico da Itália e da comunidade econômica europeia, com a professora Vera Negri. O grupo visita ainda a sede do grupo Unipol. Os brasileiros ficam na Itália até sábado. Depois, eles seguem para a Alemanha e Holanda, onde terão contato com representantes de outras universidades, cooperativas, bancos, entre outras organizações que atuam ou tem ligação como setor cooperativista. A missão termina no dia 12 de abril.

Grupo – Entre os 27 integrantes da quinta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas estão lideranças do cooperativismo paranaense que atuam nos ramos agropecuário e de crédito. O Sistema Ocepar está representado por João Gogola Neto e Devair Mem. Também fazem parte do grupo a gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, e profissionais do Sebrae/PR.

Programa Internacional- O Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas é uma iniciativa do Sistema Ocepar em parceria com o Sebrae, que visa proporcionar uma visão internacional de negócios a lideranças das cooperativas paranaenses. Desde 2009, contempla a abertura de uma turma por ano, sendo que o quinto grupo iniciou a capacitação em julho de 2013. A formação é dividida em cinco módulos, com etapas que incluem atividades em Curitiba e Brasília, além de missões de estudo em países do continente europeu, norte-americano, sul-americano, asiático e da Oceania. No ano passado, a quinta turma esteve na Argentina.

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CERCAR: PCH Moinho será inaugurada em junho

cercar 01 04 2014A Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Econômico de Marechal Cândido Rondon (Cercar) deve começar no mês de junho a geração de energia na sua pequena central hidrelétrica (PCH) Moinho. Concluída a construção da usina, situada no Rio Iguaçu, no distrito de Novo Três Passos, no Oeste do Estado, a PCH Moinho terá capacidade para produzir 4 mil KVA, energia que será repassada ao sistema elétrico nacional, para que seja feita a distribuição. Para viabilizar o empreendimento, foi necessário um investimento de R$ 21 milhões, sendo que parte do montante foi financiado junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a outra parte são recursos próprios da cooperativa.

Energia própria- “Temos pressa em inaugurar, porque o dinheiro já foi gasto”, brinca o dirigente, ao lembrar que a construção iniciou em novembro de 2012 e que o cronograma de obras seguiu conforme o esperado. “No seu pico de trabalho, a Usina contou com aproximadamente 100 funcionários, divididos entre as diversas empresas executoras da obra. Foram meses de trabalho intenso”, frisou o presidente da Cercar, Alcino Biesdorf.

Atendimento ao cooperado- Com 41 anos de existência e 1800 cooperados, a Cercar decidiu investir na construção de uma usina para reafirmar sua preocupação fundamental com o atendimento ao cooperado. “Somos uma cooperativa de eletrificação, mas hoje não temos matéria-prima própria. Precisamos comprar energia, a exemplo das demais cooperativas elétricas. Mas, se tivermos geração própria, ao menos uma parte dela, pois a produção da PCH ainda não será suficiente para atender todo o consumo dos nossos usuários, isso já ajuda”, conclui o dirigente.

 

AGROSAFRA: Boletim traz análise de mercado com base no último relatório do Usda

Agrosafra 01 04 2014A Gerência Técnica e Econômica do Sistema Ocepar (Getec) publicou, nesta terça-feira (01/04), o boletim Agrosafra, com base no último relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), nesta segunda-feira (31/03). A estimativa de área a ser cultivada pelo maior produtor mundial de grãos e fibras será recorde na safra 2014/15, considerando as três principais commodities, soja, milho e trigo, deverá crescer em 0,4% e alcançar os 93,2 milhões de hectares.

Clique aqui e acesse na íntegra o Agrosafra

 

SICREDI CAMPOS GERAIS: União com Copercredi deve fortalecer atuação na região de Colombo

sicredi campos gerais 01 04 2014As cooperativas Sicredi Campos Gerais e Sicredi Copercredi uniram suas atividades para fortalecer a capacidade patrimonial e operacional na Região de Colombo/PR. Na noite de sexta-feira (28/03), o projeto de união das cooperativas foi aprovado durante a Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária, realizada em Ponta Grossa, que aprovou, ainda, as contas do ano de 2013 da Sicredi Campos Gerais.

Capacidade ampliada- Agora, com unificação das estruturas das duas cooperativas, a capacidade patrimonial e operacional será ampliada, o que permitirá à Sicredi Copercredi aumentar o volume de negócios, a participação no mercado, a rentabilidade e a redução de custos. Agora a Sicredi Campos Gerais passa a contar com 32.989 associados, 19 unidades de atendimento e dois pontos de atendimento avançado distribuídos em uma área de ação de 35 municípios nos estados do Paraná e São Paulo. O patrimônio líquido da cooperativa é de R$ 59,63 milhões, o volume de ativos é R$ 512,66 milhões e a carteira de crédito é de R$ 265,53 milhões.

Atendimento-  “Agora, com a união da Sicredi Copercredi com a Sicredi Campos Gerais vamos poder atender os nossos associados em todas as suas necessidades financeiras, incluindo o crédito rural, maior demanda da nossa cooperativa”, destacou o ex-presidente da Copercredi e atual vice-presidente da Sicredi Campos Gerais, Osmir Marcos Alberti.

Rotina mantida- O dia a dia dos associados com a cooperativa não será alterado com a mudança, que já aconteceu nesta segunda-feira, 31 de março. De qualquer forma, as equipes das duas unidades de atendimento de Colombo estão à disposição para esclarecer eventuais dúvidas. Agora, a partir desta união, os associados contam com a ampliação da rede de atendimento e com a expansão das fontes de crédito.

Reconhecimento - Presente à Assembleia, o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e da Sicredi Participações SA, Manfred Alfonso Dasenbrock, falou do reconhecimento da Central na correta decisão da fusão das cooperativas. “O Sicredi é a maior rede financeira do interior do estado. E a Sicredi Campos Gerais se reinventa a cada ano, seja na ampliação da rede de atendimento ou nas parceiras que faz para o desenvolvimento das cooperativas e das comunidades

Assembleia Geral Ordinária - 2713 associados participaram das assembleias da Sicredi Campos Gerais. Os debates e as deliberações sobre os assuntos da cooperativa, de interesse coletivo, ocorreram em 17 encontros, assim como a prestação de contas de 2013 e a apresentação do planejamento para o próximo ano, além da aprovação da fusão com a Sicredi Copercredi. “Quanto mais o associado estiver ciente de como funciona sua cooperativa e quanto maior for sua participação, melhores serão os resultados para a nossa comunidade”, destaca Lauro Osmar Schneider, presidente da Sicredi Campos Gerais.” (Imprensa Sicredi Campos Gerais)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Convênio de parceria é firmado com a Sociedade Rural de Maringá

sicredi uniao 01 04 2014Na noite desta segunda-feira (31/03), como parte da programação de lançamento da Expoingá 2014, evento que reuniu cerca de 1,2 mil convidados no Pavilhão Azul do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro em Maringá, o presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, assinou convênio de parceria com a Sociedade Rural de Maringá (SRM), representada no ato pelo seu presidente Wilson de Matos Silva Filho. O convênio estabelece que a cooperativa de crédito será uma das instituições financeiras oficiais da Exposição, programada para o período de 8 a 18 de maio, em sua 42ª edição.

Recursos - De acordo com Ferreira, a exemplo do que já faz todos os anos, o Sicredi vai disponibilizar recursos e possibilitar o acesso a programas governamentais para que associados efetuem a aquisição de maquinários e equipamentos agrícolas, além de linhas de crédito para a compra de veículos, utilitários e animais. “A Expoingá é uma feira de grande importância para a visibilidade e para a realização de negócios à cooperativa”, disse Ferreira, que estava acompanhado no evento do diretor executivo Rogério Machado.

Detalhes - A propósito, a Sicredi União PR/SP finaliza detalhes para participar da Expo Londrina, que será aberta nesta quinta-feira (dia 3) no Parque Internacional de Exposições Governador Ney Braga. A feira, que segue até o dia 13, é considerada estratégica para o fortalecimento da imagem da cooperativa, que atua desde 2010 em Londrina, onde conta com seis unidades de atendimento. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED MARINGÁ: Cooperativa vai apoiar Apae e Coral Infanto-Juvenil de Sarandi

Apoiar iniciativas socioambientais e culturais faz parte da política da Unimed Maringá, que mantém uma série de atividades em parceria com instituições da cidade e região. Nesta quarta-feira (02/03), às 11h30, a cooperativa vai formalizar mais dois convênios assim com entidades de Sarandi.

Apae - Uma delas é a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), que vai aproveitar cartões magnéticos usados e outros objetos doados pela Unimed. Por meio do projeto ReciclApae, os  materiais vão ser transformados pelos alunos em peças de artesanato e decoração. Todos os dias a cooperativa médica recebe cartões vencidos de seus 180 mil clientes, que agora vão ser repassados à entidade.  Como contrapartida, a Unimed vai adquirir as peças produzidas. “É uma iniciativa focada na reciclagem, na inclusão da mão de obra e na geração de dividendos para a escola”, comenta a a supervisora de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Social da Unimed, Eveline de Carvalho Salvador.

Envolvimento - A presidente da Apae, Genilda Maria de Almeida, informa que o projeto vai envolver 235 alunos e ajudar no desenvolvimento de habilidades artísticas dos mesmos, além de gerar renda. “A Unimed também nos ajuda com a doação de alimentos e uniformes”, acrescenta.

Coral - O outro convênio a ser firmado nesta quarta-feira é com o Coral Infanto-Juvenil da Paróquia Nossa Senhora das Graças, de Sarandi, formado por 60 integrantes com idade a partir de 6 anos – a maioria de origem carente. A Unimed vai realizar repasses mensais em dinheiro para ajudar a custear alimentação, viagens, compra de materiais e outras despesas.

Alegria - “Recebemos com alegria a notícia de que receberíamos o apoio da Unimed Maringá. Com mais recursos poderemos trabalhar melhor não só a parte técnica relacionada à música, mas também a saúde vocal dos integrantes”, destaca o regente do coral, Vitor Alexandre de Souza. (Imprensa Unimed Maringá)

COPACOL: Marca de pescados é aprovada pelo Inmetro

copacol 01 04 2014A Agência Estadual de Metrologia (Inmetro) de Campo Grande (MS), analisou quase trinta marcas que comercializam pescados e apenas nove foram aprovadas. Entre as aprovadas está a Copacol, que tem grande participação no mercado de pescados no Estado do Mato Grosso do Sul, com destaque para a comercialização de produtos a base de tilápia e Linha Mar. Desde 2008 no mercado de pescados, a cooperativa vem crescendo e evoluindo constantemente no segmento de peixes para atender a demanda dos consumidores nas regiões em que a Cooperativa comercializa os produtos.

Exigências - Reconhecida há mais de 30 anos no mercado brasileiro e internacional pela qualidade na produção de aves, a linha de pescados da Copacol também atende todas as exigências do Mistério da Agricultura desde a produção no campo até a comercialização nas gôndolas supermercadistas do país.

Análises - Segundo o consultor do Inmetro de Campo Grande, Éder Martins, foram analisadas mais de 3 mil espécies de peixes de 27 marcas vendidas em mercados e peixarias. “De acordo com a lei as medidas apresentadas nas embalagens pode ter uma diferença de apenas 4% no peso dos produtos e muitas marcas tinham uma diferença de até 46%, neste caso o consumidor que  comprar um produto de 1000 gramas na verdade estará levando 554 gramas de produtos e o restante de gelo. Desta forma a orientação é consumir apenas os pescados das empresas que respeitam as leis e os consumidores”, afirma o consultor do Inmetro.

Respeito aos consumidores- Para o gerente comercial de carnes da Copacol, Valdemir Paulino dos Santos, que teve a marca aprovada pelo Inmetro, faz parte da política da cooperativa seguir todas as exigências dos órgãos regulamentadores do Brasil na produção de alimentos. “Temos em nossa filosofia produzir alimentos saudáveis com qualidade, respeitando os nossos consumidores”, ressalta o gerente. (Imprensa Copacol)

 

COAMO: Helicoverpa, não há motivos para alarde, apenas atenção

Quando se fala em helicoverpa, produtores rurais de todo o país redobram a atenção. Afinal de contas essa é uma praga nova que chegou na safra passada, com um histórico de tirar o sono de muito agricultor. Porém, a pesquisa conseguiu driblar mais esse problema e o ataque foi controlado. O tema foi um dos destaques do 26º Encontro de Cooperados na Fazenda Experimental da Coamo. Durante o evento foram abordados  manejo correto e a biologia da praga.

Susto - Segundo o coordenador do evento, Joaquim Mariano Costa, de fato a helicoverpa assustou no ano passado, porém os danos foram inferiores ao esperado. “Tudo começou na Bahia onde decretou-se estado de emergência, depois outros Estados também passaram pelo mesmo problema. Quando chegou ao Paraná, muita gente se assustou, contudo, apesar de estar em todas as áreas as populações foram muito baixas. Sem contar, que a ação da pesquisa foi pró-ativa, evitando a evolução da lagarta. Conseguimos controlá-la, sendo este um diferencial no Paraná e na área de ação da Coamo”, explica.

Sistema – Costa atribui o resultado positivo também a ação dos inimigos naturais, que controlaram a lagarta, além do uso de produtos seletivos no momento certo. “Em muitas regiões aplicou-se defensivos impactantes que desequilibraram o sistema, matando os inimigos naturais, os quais desempenharam um papel fundamental no controle da lagarta. No Paraná, devido a essa ação, a helicoverpa foi atacada por moscas, percevejos, aranhas, enfim por todos estes que chamamos agora de amigos naturais e controlaram a lagarta”, afirma.

Ataque – Quem acredita que a helicoverpa ataca apenas soja, milho e trigo está enganado, segundo Costa fala-se em até 600 espécies de plantas que podem sofrer com essa lagarta, além da forma de invasão também ser preocupante, reforçando a importância do produtor se atentar. “Quase tudo é atacado, por este motivo, tem que tomar cuidado fazendo o controle quando necessário. Além disso, é preciso redobrar o cuidado, pois é uma praga que também ataca o grão ainda na vagem, se diferenciando das demais que não tem esse hábito”, orienta.

Consciência em campo - Clara Beatriz Hoffmann Campo, pesquisadora da Embrapa Soja, também faz um alerta sobre a consciência que se deve ter em campo, agindo com cautela e seguindo as recomendações técnicas. “Os produtores não devem se precipitar, antes é preciso avaliar a situação, fazer o pano de batida. Se não tiver esse real quadro do que está acontecendo na propriedade, não dá para sair aplicando produtos químicos, pois corre o risco de matar os inimigos naturais que são mais fáceis de serem mortos do que a própria praga”, observa.

Monitoramento - A pesquisadora ainda salienta que muito se tem falado sobre o monitoramento das lavouras, pois é a melhor forma de estar de olho no que está acontecendo. “O que fez a diferença para muitos produtores, foram aqueles que entraram nas lavouras. Com a helicoverpa o agricultor teve de voltar a monitorar, pois teve que conhecer a praga. Quem agiu assim, não teve problemas, o agricultor que foi consciente e preservou os inimigos naturais não teve motivos para pânico, ele estava consciente do que estava acontecendo na sua propriedade.”

Harmonia do sistema - A pesquisadora da Embrapa Soja, Beatriz Correia Ferreira explica que esse equilíbrio que aconteceu no sistema devido aos inimigos naturais é muito importante, porém o produtor precisa atentar-se à possíveis alterações. “Nessa harmonia que está acontecendo no sistema podem ocorrer mudanças, dependerá do manejo que os produtores utilizarão e as recomendações que vão sendo utilizadas nas áreas. Pode funcionar muito bem esse equilíbrio em alguma área e não na outra”, diz.

Atenção - Ela acrescenta que é necessário atenção e não deixar esse equilíbrio desaparecer, escolhendo o produto certo, de preferência mais seletivos e saber que os inimigos naturais estão presentes juntos com a lagarta e que vão atuar sobre ela. “Então, tem que propiciar condições para que se mantenham na propriedade. Se forem aplicações calendarizadas, não havendo monitoramento, esse equilíbrio pode não ocorrer mais”, alerta.

Pano de batida faz parte da prevenção - Utilizar adequadamente o pano de batida é uma forma eficaz de monitorar a lavoura. Segundo Luiz Cezar Vieira Tavares, pesquisador da Embrapa Soja, o agricultor tem que ir para o campo, saber que existem as lagartas, principalmente a helicoverpa, tomar mais cuidado, mas não se alarmar pois há tecnologia suficiente para o efetivo controle. “Revitalizando o manejo de pragas, a batida de pano é uma ferramenta a mais para produzir soja com sustentabilidade sem agredir o meio ambiente.” (Imprensa Coamo)

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PRIMATO: 2° Jantar Harmonizado teve produtos regionais no cardápio

A Adega Primato, em parceria com a Vinícola Dezem, realizou, no dia 27 de março, no Restaurante Primato, o 2° Jantar Harmonizado. A noite enogastronômica contou com um menu de degustação elaborado pelo gastrônomo da Primato, Raphael Ligabue, combinado com vinhos, que teve a consultoria do enólogo da Dezem, Fernando Tizziani. Que além de explicar sobre a harmonização dos vinhos, falou sobre a história da Vinícola Dezem, suas variedades de vinhos e processos de produção e armazenamento. Como a Vinícola Dezem tem sede em Toledo, o gastrônomo da Primato, Raphael Ligabue, apresentou um cardápio inspirado em produtos regionais, como a tilápia e suínos.

Entrada - O Jantar Harmonizado teve início com um couvert com mini pães artesanais da padaria Primato, queijos diferenciados da Rotisseria Primato, manteiga aromatizada e azeite, harmonizando com vinho Magne Malvasia 2009. Na entrada foi servido um prato leve, mini-horta a base de legumes com espuma de mandioquinha e terra de cogumelos, harmonizando com o vinho Atmo Chardonnay Cuveé, para dar uma doçura e equilíbrio ao prato.

Prato principal- O primeiro prato principal a ser servido foi tilápia ao leite de tigre, risoto de castanhas e sagu de maça verde harmonizado com Magne Rosé 2013. “Tiramos a parte alta do file da tilápia e preservamos as escamas, pois quando devidamente preparadas possuem um sabor marcante e textura crocante, agregando valor ao prato. O leite de tigre é um molho tipicamente peruano, é a base do ceviche prato que leva a bandeira do país, sua acidez é elevada para balancear com a tilápia e equilibrar o sabor do risoto. O sagu de maçã verde teve o objetivo de dar um toque levemente doce ao prato e dar um aspecto visual, imitando as ovas do peixe”, explicou o gastrônomo da Primato, Raphael Ligabue.

Segundo - O ravioli carbonara, ar de parmesão e crocante de queijo harmonizado com Atmo Merlot 2005 (decanter), foi o segundo prato principal do menu, sendo um prato monocrômico, mostrando que pode ser feito um prato saboroso e atraente sem ser colorido. Para finalizar os pratos do menu de degustação, o terceiro prato teve barriga de suíno com molho Demi glace, nhoque de banana da terra e picles de beterraba harmonizado com Extrus Tannat 2012. “Em homenagem a nossa cidade conhecida nacionalmente como a capital do suíno e por termos grandes produtores de suínos em toda a região Oeste do Paraná, escolhi um prato com suíno como forma de valorizar essa matéria prima que temos em abundância na região”, afirmou Ligabue.

Sobremesa - A sobremesa de torta de queijo coalho, compota de goiaba ao vinho e sorvete de goiabada finalizou o jantar harmonizado. O gastrônomo teve como ideia ao elaborar essa sobremesa, fazer uma releitura da sobremesa Romeu e Julieta que utiliza queijo com goiabada, porém diferenciando com o sorvete de goiabada feito artesanalmente de forma manual e natural, sem utilizar conservantes, estabilizantes e adição de gordura.

Agradecimento - O gastrônomo da Primato, Raphael Ligabue agradeceu a todos que participaram do 2° Jantar Harmonizado e aos que auxiliaram na elaboração dos pratos, em especial a sub-chefe, Marli Dalposso. “Pretendemos realizar mensalmente o jantar harmonizado, para que os participantes possam saborear pratos diferenciados e bem elaborados harmonizados com vinhos”, comentou Ligabue. (Imprensa Primato)

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MINAS E ENERGIA: Sistema OCB e MME firmam acordo de cooperação

O Sistema OCB e o Ministério de Minas e Energia (MME) assinaram, na tarde desta segunda-feira (31/03), um Acordo de Cooperação Técnica, objetivando a integração das duas entidades nas ações destinadas ao desenvolvimento das cooperativas de mineração, cuja finalidade é pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais.

Assinatura - O documento foi assinado na Casa do Cooperativismo, em Brasília, pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e pelo secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira da Costa Junior. A cerimônia contou também com a presença dos representantes do Conselho Consultivo do ramo Mineral, gestores e analistas do Sistema OCB e do MME.

Representação - Segundo o presidente Márcio Freitas, uma boa aproximação é fundamental para que se cumpra um dos principais papéis do Sistema OCB: a representação política. “Com esse documento, estamos nos aproximado do MME, a fim de contribuir com as ações do governo, no que diz respeito, às cooperativas do ramo Mineral. O que nós queremos é o mesmo que o governo federal quer: mais renda e qualidade de vida para todos os brasileiros”, enfatiza o presidente.

Demandas - Segundo o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Carlos Nogueira da Costa Junior, a ideia é que o acordo seja o “guarda-chuva” para as diversas ações que serão realizadas. “É importante para o cooperativismo que haja política de fomento para gerar melhorias na forma de trabalho, na qualidade de vida e no conhecimento de tecnologias para setor. Este acordo é uma forma de aproximar ainda mais o ministério das organizações e entender o que o setor precisa”, comenta o secretário.

Objeto – O Acordo de Cooperação Técnica terá a duração de quatro anos e prevê o estabelecimento de esforço conjunto ao desenvolvimento de iniciativas que potencializem a promoção das missões e os objetivos primordiais das duas entidades. A intenção é desenvolver ações capazes de apresentar agregação de conhecimento, qualidade de vida, valor e melhor representação legal e institucional às cooperativas de mineração.

Exemplo - Para o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o acordo de cooperação assinado hoje representa a consolidação do movimento de aproximação com o Poder Executivo. “Esses acordos resultam de ações e projetos concretos. São sempre muito produtivos. Alguns bons exemplos de sucessão são as parcerias firmadas com o Banco Central, ANTT e ANS”, informa o superintendente.

Regularização - Para o coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Mineral, Sérgio Pagnan, uma das ações mais urgentes diz respeito à documentação de áreas. “É imprescindível criar condições de manter o pequeno minerador atuando onde ele está localizado, com isso, julgo importantíssimo buscar a regularização das áreas no interior do país”, avalia Sérgio.

Prioridade – Um dos temas já identificados como prioritários é a forma de utilização correta do mercúrio. De acordo com o diretor do Departamento de Desenvolvimento Sustentável de Mineração, Edson Farias Mello, a melhor forma de alcançar a eficácia desta ação é por meio das cooperativas dada a importância da sua forma de organização.

Grupo de trabalho- Outra ação a ser priorizada está focada na criação de um grupo de trabalho para o desenvolvimento de um plano de ação nacional e setorial com vistas ao fortalecimento da gestão via cooperativas. Além disso, outras atividades serão realizadas, por meio do acordo de cooperação, a fim de promover e organizar o setor mineral.

Números – O ramo Mineral possui, atualmente, 76 cooperativas, 84.855 mil cooperados e geram mais de 216 mil empregos diretos. (Informe OCB)

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LOGÍSTICA: Paraná amplia silos em 10% em dois anos

logistica 01 04 2014Para aproveitar a oferta de crédito barato com prazo dilatado, as cooperativas do Paraná antecipam investimentos em armazéns. Os projetos das empresas do setor mostram que o Paraná está ampliando sua capacidade de armazenagem em pelo menos 10% entre 2013 e 2015. Atualmente, há abrigo para 27,7 milhões de toneladas de grãos no estado, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento.

Demanda reprimida- Flávio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) explica que a criação do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns no último Plano Safra acionou uma demanda reprimida no setor. “O armazém fica pronto muito mais rápido do que uma rodovia ou uma ferrovia”, compara.

Acima da média- A linha de crédito conta com juros de 3,5% ao ano e tem prazo de 15 anos para pagamento. Juntas, as principais cooperativas do estado devem investir mais de R$ 1 bilhão até 2015, em um ritmo bem acima da média histórica do setor, aponta Turra.

Cocamar - No Norte do estado a Cocamar, de Maringá, contabiliza R$ 200 milhões em projetos de reforma ou ampliação das estruturas de recebimento e armazenamento de grãos. Duas unidades armazenadoras já foram construídas. A meta é ampliar em 27% a capacidade atual, chegando a 1,1 milhão de toneladas. Conforme o vice-presidente de Negócios da Cocamar, José Cícero Aderaldo, foi antecipada parte dos planos de expansão da cooperativa. “O recurso veio em um momento importante. A forma de financiamento que existia até então limitava os investimentos.”

Copacol - Em Cafelândia, no Oeste do estado, a Copacol vai investir R$ 170 milhões para elevar em 300 mil toneladas a capacidade de armazenagem, chegando a 900 mil toneladas em 2015.

C.Vale- Na mesma região, a C. Vale, de Palotina, calcula que serão investidos R$ 350 milhões para ampliar a capacidade de armazenamento, que hoje é de 1,7 milhão de toneladas. A Coopavel, de Cascavel, quer chegar a 950 mil toneladas de capacidade estática e para isso vai investir R$ 50 milhões neste ano. A expansão, nesses dois casos, é de 35% e de 10%, respectivamente.

Coamo - Principal cooperativa do estado, a Coamo calcula que seu déficit de armazenagem atual é de 2,3 milhões de toneladas. Para compensar essa diferença, o plano é investir R$ 465 milhões até o final de 2015, acrescentando 500 mil toneladas à capacidade dos armazéns (11% sobre 4,58 milhões de toneladas para granéis).

Diferença - Os investimentos tentam reduzir a diferença entre o volume colhido e a capacidade de armazenagem. Considerando as safras de verão e inverno, o Paraná deve colher 35,4 milhões de toneladas neste ano, calcula a Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab). Ou seja, se toda a produção fosse guardada, faltaria lugar para 7,7 milhões de toneladas. As cooperativas detêm 55% dos armazéns no Paraná.

Demanda por financiamentos deve continuar aquecida- Os R$ 5 bilhões disponibilizados neste ano pelo Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) fazem parte de um plano de investimentos do governo federal que planeja disponibilizar R$ 25 bilhões nos próximos 5 anos. Na avaliação do setor a demanda pelo recurso deve continuar intensa, mesmo com o aumento nos investimentos.

Ajustes - Para José Cícero Aderaldo, vice-presidente de Negócios da Cocamar, o setor ainda não conseguiu fazer nesta safra todos os ajustes na estrutura de armazenagem. “Não há como fazer uma readequação completa das estruturas de armazenagem somente em um ano”, aponta.

Orçamento - Dos R$ 5 bilhões disponibilizados neste ano, R$ 1 bilhão são direcionados aos cerealistas e R$ 3,5 bilhões para o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), que atende as cooperativas, além de R$ 500 milhões para a agricultura familiar. No último balanço divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), válido até o mês de fevereiro, R$ 2,3 bilhões já haviam sido captados pelo setor (IC). (Gazeta do Povo)

 

PARANÁ COMPETITIVO: Governo inclui mais oito investimentos no programa

parana competitivo 01 04 2014O Governo do Estado incluiu mais oito empreendimentos no programa Paraná Competitivo. Foram concedidos benefícios fiscais para indústrias que investiram mais de R$ 40 milhões na instalação ou ampliação de unidades no Estado. O processo de enquadramento foi assinado nesta segunda-feira (31/03), em reunião do comitê gestor deliberativo do Paraná Competitivo, no Palácio Iguaçu.

Interior - O secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, destaca que todos os enquadramentos são referentes a investimentos realizados em municípios do interior. "O incentivo ao crescimento desses empreendimentos no interior é fundamental para a criação de mais renda e emprego e assim melhorar a qualidade de vida dos paranaenses", reforça.

Integrantes - Também fazem parte do comitê gestor os secretários Reinhold Stephanes (Casa Civil), Luiz Eduardo Sebastiani (Fazenda) e Cassio Taniguchi (Planejamento).

Consolidação- Em pouco mais de três anos, o Paraná Competitivo já consolidou mais de R$ 26 bilhões em novos investimentos, que estão criando 150 mil empregos em todas as regiões do Estado. A estimativa é de que até o fim de 2014 o programa atraia mais de R$ 30 bilhões e crie 180 mil empregos.

Enquadramentos - Foram beneficiados a construção da fábrica de suco da Agro Pratinha em Paranavaí (R$ 4,9 milhões) e mais sete ampliações de unidades. A cooperativa Coasul expandiu o abatedouro de frangos em São João (R$ 11,7 milhões); o grupo GT Foods em Paranavaí para aumentar duas unidades: a de frangos e a que produz vegetais e pescados congelados (R$ 2,4 milhões); já a Romagnole ampliou a fábrica de materiais elétricos em Mandaguari (R$ 3,2 milhões).

Mais contemplados- Também receberam benefícios a ampliação dos abatedouros de frango da Granjeiro Alimentos, em Rolândia (R$ 8,9 milhões), e da Somave em Cidade Gaúcha (R$ 1,8 milhão); e a expansão da unidade da Ibema no município de Turvo (R$ 7 milhões).

Programa- O Paraná Competitivo foi criado no início de 2011 para reinserir o Estado na agenda dos investidores nacionais e internacionais. O programa contempla uma série de medidas por meio da dilação de prazos para recolhimento do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), investimentos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e de capacitação profissional para tornar o Estado atrativo para novos empreendimentos produtivos que gerem emprego, renda, riqueza e desenvolvimento sustentável em todo o estado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

GOVERNO: Richa confirma saída de oito secretários de Estado

governo 01 04 2014O governador Beto Richa confirmou que oito secretários deixam o Governo do Estado até a próxima sexta-feira (04/04) para concorrer nas eleições de outubro. Richa também confirmou a fusão das secretarias de Governo e Casa Civil. Com isso a estrutura de governo passa a ser composta por 19 secretarias. “Com as exigências da legislação eleitoral, estamos promovendo alterações técnicas, que asseguram à continuidade das ações do governo”, afirmou o governador Beto Richa.

Substituições - Nesta segunda-feira (31/03), o secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, deixou o cargo. Para o seu lugar, Richa indicou Horácio Monteschio, diretor-geral da pasta. Também nesta segunda, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli, que tinha se desligado do governo na semana passada, transmitiu o cargo para Amin Hannouche na Secretaria do Trabalho, Emprego e Economia Solidária.

Outros- O deputado federal Ratinho Jr. deixa a Secretaria do Desenvolvimento Urbano na quinta-feira. Para a função o governador vai nomear o diretor-geral da secretaria, João Carlos Ortega. O deputado estadual Luiz Eduardo Cheida também se afasta da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos na próxima quinta. Quem assume é Antonio Caetano de Paula Jr., diretor-geral da pasta.

Esporte e Turismo e Educação- Até sexta-feira também será substituído o secretário do Esporte e Turismo, Evandro Rogério Roman. Em seu lugar assume Diego Gurgacz, que respondia pela direção geral da secretaria. Richa adiantou ainda que o vice-governador Flávio Arns também deixa a secretaria da Educação. O mesmo acontece com o secretário especial de Assuntos Estratégicos, Edson Casagrande. Os substitutos dos dois serão confirmados ao longo da semana.

Casa Civil– Outro deputado federal que deixa o Governo do Estado é Reinhold Stephanes, titular da Casa Civil. O subchefe da secretaria, Guto Silva, também pediu exoneração. O governador Beto Richa destacou que fará a fusão da pasta com a Secretaria de Governo. O novo secretário será Cezar Silvestri.

Diretores – Além dos secretários, também se afastam dos cargos alguns diretores de órgãos da administração direta e indireta do Estado. Neste grupo estão Márcio Fernandes Nunes, diretor-presidente do Instituto Águas do Paraná; Paulo Rosenmann, diretor administrativo da Ambiental Paraná Florestas; e Omar Sabbag Filho, diretor do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec). Rui Hara, coordenador geral da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) também vai deixar a função nos próximos dias, assim como o diretor-presidente do órgão, José Antonio Camargo. A coordenação geral do órgão ainda será definida. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ANVISA: Definidos limites para presença de insetos, roedores e objetos em alimentos e bebidas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (31/03), no Diário Oficial da União, a resolução (RDC 14/2014) sobre a presença de matérias estranhas em alimentos e bebidas e seus limites de tolerância. O regulamento tem como objetivo avaliar a presença de matérias estranhas indicativas de riscos à saúde humana e de falhas na aplicação de boas práticas na cadeia produtiva de alimentos e bebidas.

Matéria estranha- Segundo a Anvisa, uma matéria estranha é qualquer material que não faz parte da composição do alimento e que pode estar associado a condições inadequadas de produção, manipulação, armazenamento ou distribuição. E todos os limites estabelecidos referem-se a fragmentos microscópicos que podem estar presente no processo produtivo, mas que não podem ser totalmente eliminados mesmo com a adoção das boas práticas.

Tipos - A nova norma define dois tipos de matérias estranhas: as que indicam risco à saúde e as que não, mas demonstram falhas no processo de produção, manipulação ou armazenamento. Até o momento, segundo a agência, não existiam limites claros de tolerância para as matérias consideradas prejudiciais à saúde, cabendo à fiscalização avaliar a situação de risco de cada caso.

Risco à saúde- Ainda segundo a Anvisa, as matérias estranhas indicativas de risco à saúde humana abrangem insetos, roedores e outros animais (inteiros ou em partes), além de excrementos. Objetos rígidos, pontiagudos e cortantes, fragmentos de vidro e filmes plásticos também são listados nessa categoria. Já as matérias estranhas indicativas de falhas de boas práticas incluem partes indesejáveis da matéria-prima, pelos humanos e de outros animais, areia, terra e outras partículas e contaminações incidentais.

Qualidade - "Esta regulamentação visa promover a melhoria da qualidade e segurança dos alimentos, contribuindo para o aprimoramento das práticas adotadas pelo setor produtivo", informou a Anvisa. "A obtenção de alimento seguro deve abranger toda a cadeia produtiva, ou seja: da produção até o consumo."

Segurança - Segundo o diretor de Regulação da Anvisa, Renato Porto, a norma dá segurança à população e à indústria de alimentos, já que os limites estabelecidos são seguros do ponto de vista da saúde e baseados nos métodos de produção de alimentos no Brasil. "Definimos um padrão que está entre os mais rígidos do mundo, se compararmos com países que são referência na regulação de alimentos", explica Porto.

Características típicas- A resolução da agência considera características típicas de determinados alimentos que podem dificultar uma ausência total de matérias estranhas. É o exemplo da canela, extraída da casca de uma árvore e que pode eventualmente carregar fragmentos de insetos. Em todos os casos, o método de processamento do produto e limites da norma garante a segurança dos usuários.

Procedimentos - A Anvisa ressaltou que produtores, fabricantes, distribuidores e fornecedores de alimentos devem utilizar procedimentos para reduzirem as matérias estranhas ao nível mais baixo possível. "Qualquer estabelecimento que produza, industrialize, manipule, fracione, armazene ou transporte alimentos deve atender as condições higiênico-sanitárias e as boas práticas", afirmou a agência.

Tabela - A resolução RDC 14/2014 traz uma tabela com os limites de matérias estranhas para cada tipo de alimentos tratado na norma. (Agência O Globo)

Confira a RDC 14/2014 

MEIO AMBIENTE: Paraná proíbe pesca com rede em reservatórios e represas em todo Estado

Está proibida a pesca com redes e tarrafas em lagos, reservatórios e represas do Paraná. A resolução 017/2014, que regula as atividades pesqueiras, foi assinada domingo (30/03), em Carlópolis, Norte Pioneiro, pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida. Só será permitido para pesca em reservatórios e represas o uso de linha de mão, caniço simples, com molinete ou carretilha, isca natural ou isca artificial, nas modalidades de arremesso e corrico (quando o barco permanece em movimento, com o motor ligado).

Máximo - O espinhel de fundo poderá ter no máximo 15 anzóis cada, deverão ser instalados a uma distância mínima de 300 metros um do outro, independentemente do proprietário, e identificado com plaqueta contendo o número do lacre.

Assinatura - A assinatura da resolução aconteceu às margens da Represa Xavantes, durante as atividades do 14º Torneio de Pesca Esportiva de Carlópolis (Pescar), reconhecido como o maior evento de pesca esportiva em barco motorizado do país.

Necessidade - O secretário Cheida explicou que a resolução é uma necessidade para se conquistar a conservação ambiental e o equilíbrio das espécies, promovendo a sustentabilidade da atividade pesqueira com o uso de equipamentos permitidos por Lei.

Importância - “A constatação da importância deste ato normativo está aqui: o maior peixe pescado no torneio do ano passado mediu 72 centímetros. Neste ano, acabamos de verificar que a maior corvina não passa dos 50 centímetros. Tudo isso acontece porque os peixes estão desaparecendo das nossas represas por causa da pesca predatória”, declarou Cheida.

Fiscalização - O secretário disse que a fiscalização das represas e lagos será realizada pela Polícia Ambiental e Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

Vital - O prefeito de Carlópolis, Marco Antônio David, disse que a assinatura da resolução é vital para a preservação da Represa de Xavantes, principal ponto turístico da cidade. “A pesca predatória está acabando com a nossa Represa que fica tomada por redes em toda sua extensão. Esta medida vem salvar nosso cartão postal e incentivar o lazer e turismo em todas as regiões que possuem represas no Paraná”, afirmou.

Torneio - O Torneio de Pesca de Carlópolis reuniu cerca de 15 mil turistas de várias regiões do Paraná e também de Estados vizinhos. Mais de 350 embarcações participaram do torneio, com pescadores de 72 cidades brasileiras. (Assessoria de Imprensa da Sema)

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GRÃOS: Exportações pela Rússia crescem 44,1% neste ano-safra

As exportações de grãos pela Rússia cresceram 44,1% no acumulado do ano-safra 2013/14 até o último dia 26, para 20,345 milhões de toneladas, informou o ministério de agricultura do país. Do total embarcado, 15 milhões de toneladas foram de trigo; 3 milhões de toneladas de milho; 2,084 milhões, de cevada; e 245 mil toneladas de outros grãos. A expectativa do ministério é que as exportações alcancem 22 milhões de toneladas no ciclo vigente, que se encerra em 30 de junho, acima das 15,69 milhões de toneladas de 2012/13. (Dow Jones Newswires / Valor Econômico)

CÂMBIO: Dólar fecha março com maior queda mensal em 6 meses: R$ 2,26

O dólar teve leve alta ante o real nesta segunda-feira (31/03), fechando março com o maior tombo desde setembro passado e se aproximando do patamar de R$ 2,25 reais, mas com avaliações de que o Banco Central brasileiro não estaria confortável com as atuais cotações. Especialistas esperam que o BC continue com suas atuações no mercado de câmbio, mas talvez um pouco mais moderadas, preocupado com o impacto do dólar mais fraco sobre as exportações. Para eles, o piso informal para o câmbio estaria entre R$ 2,25 ou R$ 2,30.

Fechamento - O dólar fechou a sessão com alta de 0,44%, a R$ 2,2694 na venda, e acumulou queda de 3,22% em março, maior recuo mensal desde setembro de 2013, quando perdeu 7,08%. No trimestre, a baixa somou 3,74%. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 2 bilhões de dólares. "Está claro que o BC não quer que o real se aprecie demais. De uma certa maneira, a ideia dos swaps era evitar que o real perdesse muita força e se ele não está recuando, a lógica é que não são necessários mais tantos swaps", afirmou o economista da 4Cast Pedro Tuesta.

Dúvidas - A estratégia de intervenções do BC no câmbio tem levantado dúvidas nas mesas de câmbio nas últimas sessões. O mais recente ponto de interrogação veio porque a autoridade monetária não rolou integralmente os swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, que vencem nesta terça-feira (01/04).

Contratos - Restaram cerca de 55 mil contratos a serem rolados, do lote equivalente a 10,148 bilhões de dólares. Foi a segunda vez que isso aconteceu desde que teve início o programa de intervenções diárias, em agosto do ano passado. A última rolagem parcial foi a do lote de novembro do ano passado, quando o dólar era negociado abaixo de R$ 2,20. "Se o dólar tivesse voltado acima de R$ 2,30, acredito que o BC teria continuado com a rolagem", opinou o superintendente de câmbio da corretora Advanced, Jaime Ferreira, para quem cotações abaixo desse patamar prejudicam as exportações e o piso informal ainda é de R$ 2,30.

Swaps - Nesse cenário, cresceram as expectativas de que a autoridade monetária também não role integralmente o próximo lote de swaps, que vence em 2 de maio e equivale a 8,733 bilhões de dólares. "Acho que o BC vai fazer rolagens menores daqui para frente. O fluxo está muito positivo e a reação do mercado hoje foi pequena demais para fazer o dólar voltar a subir de forma consistente", afirmou o tesoureiro de um banco internacional.

Ingresso de divisas- Especialmente nas últimas semanas, o Brasil tem recebido forte ingresso de divisas do exterior. Nesta sessão, a JBS foi a mais recente empresa a captar lá fora, lançando 750 milhões de dólares em bônus no exterior. "A rolagem parcial ajuda o mercado a formar um piso em torno desse 2,25 reais. Dá um respaldo para a moeda e para romper esse nível, vai precisar de algum fato novo", disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno.

Estratégia de abrandamento- No entanto, a estratégia de abrandamento da ação do BC para rolagens de swaps, segundo especialistas, não vale para suas intervenções diárias que, desde o início do ano, são de leilões de até 4 mil novos contratos de swaps. Nesta sessão, o BC deu continuidade à ração diária, vendendo a oferta total de até 4 mil swaps, todos com vencimento em 1º de dezembro deste ano e volume equivalente a 198,5 milhões de dólares. A autoridade monetária também ofertou contratos para 2 de março, substituindo o vencimento em 1º de outubro ofertado nos leilões anteriores, mas não vendeu nenhum.

Propostas - Além disso, aceitou propostas em leilão de venda de até 2 bilhões de dólares com compromisso de recompra em 2 de junho de 2014. A operação tem a finalidade de rolar os vencimentos em 2 de abril e a taxa de corte foi de 2,310696 reais.

Yellen - Nesta sessão, o fortalecimento do dólar chegou a perder força no fim da manhã, após a chair do Federal Reserve, Janet Yellen, defender fortemente as políticas expansionistas do Fed, aliviando um pouco da preocupação que tem assombrado os mercados desde que ela sugeriu que poderia elevar as taxas de juros já em 2015. "A Yellen deu algumas declarações mais 'dovish' e tirou um pouco da pressão do mercado em relação à alta dos juros lá nos Estados Unidos", resumiu o economista da corretora H.Commcor Waldir Kiel.

Ptax- Na primeira metade do pregão, o mercado operou ainda sob a briga pela formação da Ptax de março, taxa calculada pelo BC que serve de referência para diversos contratos cambiais. A Ptax fechou a R$ 2,2624 para compra e a R$ 2,2630 para venda. (Reuters / Gazeta do Povo)


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