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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3313 | 02 de Abril de 2014

ANIVERSÁRIO: Ocepar, 43 anos de história

aniversario 02 04 2014 (1)Fundado em 2 de abril de 1971, o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) está completando 43 anos nesta quarta-feira. Atualmente, há 231 cooperativas registradas no Sistema Ocepar e que atuam em dez diferentes ramos: agropecuário, crédito, saúde, transporte, infraestrutura, educacional, habitacional, trabalho, consumo e turismo e lazer. Ao todo, são um milhão de cooperados em todo o Estado. O setor responde por 16% de toda a riqueza gerada no Paraná e por 56% do PIB agropecuário paranaense. No ano passado, atingiu movimentação econômica de R$ 46 bilhões. Para o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, o cooperativismo paranaense atingiu o patamar atual especialmente por causa do empenho e contribuição de lideranças que comandaram a entidade em períodos anteriores. Veja abaixo a mensagem de Koslovski sobre o aniversário da Ocepar.

“Ao comemorarmos esses 43 anos de existência da Ocepar, podemos afirmar que a entidade, juntamente com suas cooperativas filiadas, contribuiu de forma direta para que nosso estado se tornasse uma importante força econômica no cenário nacional. Desenvolvimento este experimentado nos diversos ramos de atuação do sistema, seja na geração de renda e de trabalho para milhões de paranaenses. Mas tudo isso não seria possível se não tivessem passado pela presidência desta casa, homens empreendedores, determinados em fazer a diferença, como Guntolf van Kaick, Benjamin Hammerschimidt, Wilson Thiesen, Ignácio Aloysio Donel e Dick Carlos de Geus. Pessoas que muito contribuíram para que a Ocepar se tornasse uma das entidades mais respeitadas não só aqui em nosso estado, mas no Brasil e no mundo. Se hoje somos referências em muito do que realizamos, temos que agradecer também aos dirigentes que ocuparam funções de destaque e que participaram das diversas gestões nesses 43 anos. Enfim, o nosso agradecimento aos colaboradores do sistema pela sua dedicação em fazer cada vez mais para que possamos oferecer às nossas cooperativas filiadas serviços de qualidade. Um verdadeiro ‘exército’ em defesa de uma filosofia que tem como principal meta fazer as pessoas mais felizes. Parabéns Ocepar, parabéns às nossas cooperativas e a todos aqueles que integram o sistema”.

João Paulo Koslovskianiversario 02 04 2014 (2)

Presidente do Sistema Ocepar

AGO I: Koslovski destaca os avanços do cooperativismo

A geração de emprego, a arrecadação de tributos, os investimentos para modernizar e expandir o setor, o crescimento de forma organizada e geométrica das cooperativas de saúde e crédito, além de conquistas que trouxeram benefícios para diversas cooperativas, a exemplo do ramo transporte, foram destacados pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, na abertura da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da entidade. Promovida na tarde desta terça-feira (01/04), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, a AGO reuniu dirigentes de cooperativas do Estado. “É um momento, não apenas de prestação de contas, mas que serve para analisarmos como foi o ano de 2013 e definir quais são os desafios que temos para 2014”, disse Koslovski.

1 milhão de cooperados– “Concluímos o ano de 2013 com avanços expressivos nos diferentes ramos de atuação das cooperativas paranaenses”, completou o dirigente, ao destacar indicadores que  demostram a expansão das cooperativas do Paraná em diversas áreas. Ele lembrou que as 231 cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar encerraram 2013 com a marca de 1 milhão de cooperados. “Isto significa que, considerando-se o núcleo familiar, mais a geração de empregos, o cooperativismo está presente na vida de quase 3 milhões de pessoas no Paraná, o que demonstra o alcance do setor no campo econômico e social”, afirmou.

R$ 3,1 bilhões em 2014 – “Gerar emprego, distribuir renda e participar do desenvolvimento das comunidades onde atuam e, consequentemente dos municípios, do Estado e da Nação, são a tônica do trabalho do cooperativismo paranaense”, ressaltou Koslovski. Dentro desta linha, as cooperativas investiram R$ 2,16 bilhões no ano passado, sendo que o montante investido soma  R$ 6,59 bilhões nos últimos cinco anos. Os recursos foram aplicados, principalmente, em infraestrutura, agroindustrialização e modernização dos processos de tecnologia e informação logística. Para 2014, as cooperativas do Paraná investirão R$ 3,1 bilhões, uma elevação de 45% na destinação de recursos em comparação ao ano passado. A estimativa indica um aumento de 92% no montante destinado à armazenagem e recebimento de grãos, com aportes de R$ 1,2 bilhão, o que equivale a 41% do total dos investimentos. “Os novos projetos aumentarão em 12% a capacidade estática de armazenagem das cooperativas paranaenses, que saltará de 15 milhões de toneladas para 16,8 milhões de toneladas”, relatou o dirigente.

Agroindústria - Os investimentos destinados à industrialização respondem por 46% do total dos aportes (R$ 1,4 bilhão), uma alta de 42% em relação a 2013, mantendo o ritmo de expansão dos últimos anos. As cooperativas investirão na ampliação e adequação de suas plantas industriais, em projetos que já estão em andamento, em específico no setor de carnes, milho e cevada. O valor que o setor pretende investir equivale a cerca de 10% do faturamento do cooperativismo no estado.

Presença nas comunidades – O presidente destacou ainda que o setor recolhe mais de R$ 1,2 bilhão em tributos, permitindo a dinamização da economia local onde as cooperativas estão inseridas, seja ela primária, secundária ou terciária. “Além disso, as cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar geram 1,7 milhão de postos de trabalho, evidenciando que o cooperativismo é a melhor alternativa de trabalho e renda para uma parcela significativa da população” Isto, somado ao fato de terem bases sólidas no interior do Estado, onde esses empregos são gerados e onde giram os recursos dos investimentos e dos impostos recolhidos, ajuda a dinamizar a economia local”, comentou o dirigente.

Saúde e crédito -  Koslovski ressaltou ainda que o cooperativismo paranaense responde por 16% de toda a riqueza do Estado. “E não foram só as cooperativas agropecuárias que estão apresentando expansão, criando condições favoráveis para que o desenvolvimento dos seu quadro social torne cada vez cada vez mais significativo”, disse Koslovski. As cooperativas de saúde, por exemplo, encerraram o ano com mais de 2 milhões de beneficiários, atendidos por mais de 13,3 mil profissionais médicos e dentistas, os quais integram 33 cooperativas, ofertando serviços de qualidade. Já o cooperativismo de crédito, que vem ganhando uma importância cada vez maior no Brasil, por democratizar o acesso aos serviços financeiros e facilitar o acesso crédito, também vem apresentando um crescimento exponencial. As cooperativas de crédito encerraram o ano de 2013, com R$ 16,5 bilhões em ativos e R$ 5,2 bilhões em recursos aplicados no setor produtivo.

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AGO II: Investimento em pessoas tem impulsionado o setor

“O principal diferencial do cooperativismo do Paraná são os investimentos realizados na formação e capacitação do nosso capital humano. São as pessoas que provocam as transformações, daí a necessidade de termos um trabalho forte voltado ao desenvolvimento pessoal e profissional de todos os integrantes do cooperativismo”, disse o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, ao destacar  durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade, realizada na tarde de terça-feira (01/05), os avanços do setor cooperativista do Estado. De acordo com ele, no ano passado, o sistema cooperativista paranaense realizou 5.479 projetos de formação e capacitação profissional, com 151 mil participações e que somaram mais de 71 mil horas/aula.

Transformação – Os projetos de formação do cooperativismo paranaense são realizados pelas cooperativas, com recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR), e em parceria com renomadas instituições de ensino. São cursos de curta e longa duração, especialização, pós-graduação, palestras, treinamentos, workshops, fóruns especializados, entre outras ações que estão ajudando a profissionalizar as cooperativas, elevando a competitividade do setor, com reflexos também na ponta, ou seja, nos cooperados, já que há uma contribuição para melhorar a gestão nas propriedades rurais, atualizar e levar conhecimento sobre os avanços tecnológicos, e incentivar, principalmente, os jovens a se manterem no campo, tornando, para isso, a propriedade rural mais rentável e atrativa. “A atuação do Sescoop/PR, ao lado das cooperativas, tem contribuindo foi decisivo para que o setor cooperativista mudasse o seu perfil, adotando uma postura mais profissional, competitiva e antenada com as tendências tecnológicas que chegam cada vez mais rápido”, frisou Koslovski.

Evolução – O superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, destacou ainda a evolução ocorrida nos últimos dez anos em relação ao número de eventos promovidos pelo Sescoop/PR, que passaram de 1.266, em 2004, para os 5.479 realizados no ano passado. Neste mesmo período, os recursos aplicados em desenvolvimento humano saltaram de R$ 3,2 milhões para R$ 17 milhões. “Neste ano, o Sescoop/PR planeja aumentar em 19% os recursos aplicados nas atividades de formação profissional e promoção social, passando para R$ 21 milhões. Em número de eventos, o objetivo é realizar 5.883, o que representa 7% a mais que em 2013, beneficiar 169.859 pessoas, ou seja, aumento de 12% e atingir um total de 78.363 horas/aula, carga 10% superior a de 2013”, informou.

Outras informações– Ricken apresentou ainda as atividades programadas pelos demais setores do Sistema Ocepar para 2014, e falou sobre o Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas, sobre o Mestrado Profissional em Gestão de Cooperativas, que está sendo realizado em parceria com a Pontifícia Católica Universidade do Paraná, e a respeito do Programa de Certificação de Conselheiros, iniciado no ano passado e que visa promover o aprimoramento da gestão das cooperativas. “Em 2013, uma turma foi formada com conselheiros do Sicoob Paraná e outra teve início em parceria com a Copagril. Neste ano, a meta é formar pelo menos mais 15 novas turmas”, disse o superintendente.

Fecoopar – O apoio na capacitação dos profissionais das cooperativas também foi destacado pelo superintendente adjunto, Nelson Costa, ao tratar sobre as atividades realizadas pela Fecoopar em 2013. De acordo com ele, foram realizados diversos fóruns que trataram de questões trabalhistas, Recursos Humanos, e-Social, Norma Regulamentadora 36, a NR dos Frigoríficos, além de dois treinamentos em ergonomia para cooperativas que possuem unidades de processamento de carnes. Costa repassou ainda informações ligadas à estrutura sindical do cooperativismo e sobre as negociações salariais ocorridas no ano passado.

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AGO III: Parcerias estratégicas

ago IIII 02 04 2014Ao fazer um relato das principais conquistas e avanços do cooperativismo no ano passado, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, destacou a aproximação e sintonia com entidades que representam importantes setores da economia paranaense. “A nossa integração com as entidades parceiras tem propiciado conquistas de interesse comum e que são importantes para o cooperativismo”, disse para os dirigentes de cooperativas que acompanharam, na tarde de terça-feira (01/04), a Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar. Atualmente, o presidente do Sistema Ocepar coordena o G-7, grupo composto pelas principais entidades representativas do Paraná – Fiep, Fecomércio, Faep, Fetranspar, Faciap e ACP. Também assumiu, em 2013, por dois anos, a presidência do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, composto por membros da sociedade civil organizada, agentes financeiros e entidades governamentais.

Conquistas – Segundo Koslovski, a integração das entidades é relevante porque há determinados temas que interessam mais de um segmento da economia. Um exemplo disso são as duas conquistas importantes registradas em 2013 junto ao Sebrae/PR: a aprovação da Lei n.º 163/2-13, que dá tratamento específico adequado às micro e pequenas empresas paranaenses e que beneficia o cooperativismo, e a deliberação do Sebrae-Nacional, incluindo as cooperativas como público-alvo a entidade. Outro ponto importante destacado pelo presidente durante a AGO foi a participação da Ocepar, com outras 15 entidades, no Fórum Permanente Futuro 10 Paraná. “O trabalho do Fórum em 2013 foi bastante proveitoso, resultando, por exemplo, na elaboração de propostas para a melhoria da infraestrutura do nosso Estado e ao Programa de Inovação”, afirmou Koslovski.

Atuação política– O trabalho realizado pelo Sistema OCB, em Brasília, foi outro destaque na explanação do dirigente. “Não tenho dúvidas em afirmar que possuímos uma das melhores assessorias parlamentares junto ao Congresso Nacional. No ano passado, mais de 500 projetos que interessam ao cooperativismo foram acompanhados. Por isso, enalteço o trabalho feito, sem medo de errar. Foi feita uma avaliação pelo Sistema OCB com as cooperativas, e a área melhor avaliada foi a assessoria parlamentar, que tem uma participação próxima e atuante do Sistema Ocepar”, comentou. Ele lembrou que foi feita também uma pesquisa com os parlamentares e o resultado mostrou que 90% deles possuem uma imagem positiva do cooperativismo, uma demonstração do forte trabalho feito pelo Sistema OCB na área política. “Isto é fundamental. Além disso, a pesquisa mostrou o que os nossos parlamentares entendem por cooperativismo. E o resultado elencou conceitos como: união, associativismo, cooperação, Sistema OCB, solidariedade, entre outros. Então, isto comprova que o trabalho na área parlamentar é muito importante e não podemos deixar de fazer”, completou.

Comprometimento como cooperativismo– A mesma pesquisa mostrou a diferença na percepção dos deputados e senadores da Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo), que são, justamente, aqueles com que o Sistema OCB mantém um contato maior. A diferença é bastante relevante, tanto que os parlamentares da Frencoop atribuíram uma média de 8,5 para a credibilidade do Sistema OCB, contra 7,5 dos demais parlamentares; e 71% dos deputados e senadores disseram conhecer a Agenda Legislativa do Cooperativismo, enquanto 14% dos demais não conhecem. “Temos que fazer um trabalho na base para que mais parlamentares possam fazer parte da Frente e passem a conhecer o cooperativismo”, disse Koslovski.

Acompanhamento - Já o percentual de parlamentares que disseram conhecer as ações do Sistema OCB no Congresso passou de 44% em março de 2011, para 68% em agosto de 2013. “Então, a atuação junto ao Congresso Nacional é muito importante para que possamos defender os interesses do cooperativismo”, completou o presidente lembrando que no ano passado foram acompanhadas pela assessoria parlamentar 67 propostas do Congresso; 20 Medidas Provisórias, sendo que 12 delas tiveram inclusões de emendas propostas envolvendo questões como desoneração tributária, imposto de renda das cooperativas de transporte, entre outras ações propostas pelo Sistema OCB e que resultaram numa economia de mais de R$ 1 bilhão para as nossas cooperativas.

Aprovação- O dirigente lembrou ainda da PEC 544/02 - Emenda Constituição 73, que fala dos tribunais regionais federais, em que houve a aprovação para instalação de um no Paraná, e outros na Bahia, Minas Gerais e Amazonas. “Esta foi uma questão que teve também a participação do Fórum Futuro 10 e do G7 – grupo das entidades que representam importantes setores da nossa economia. Estamos esperando agora que haja uma regulamentação, porque este é um assunto importante. Mas nenhuma das convocações em Brasília deixou de ter a participação de profissionais da Ocepar, de pessoas que compõem o Fórum e o G7, e do Sistema OCB”, disse.

Avanços - O presidente destacou ainda outros assuntos acompanhados pela assessoria parlamentar e que avançaram em 2013, a exemplo da Renegociação dos débitos (Lei 12.788, de janeiro de 2013), o Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito, a regulamentação Lei Inovação, e a Lei Micro Empresa nº 163/2013, que estabelece o apoio ao cooperativismo e ao associativismo.

 

 

AGO IV: Resultados robustos foram apresentados de forma consistente, diz gerente do Sescoop

Mais de 50 dirigentes de cooperativas paranaenses participaram da Assembleia Geral Ordinária da Ocepar ocorrida nesta terça-feira. A AGO foi ainda prestigiada pela gerente geral do Sescoop Nacional, Karla Oliveira, que estava representando o Sistema OCB. “Para mim, foi uma oportunidade de realmente vivenciar a realização de uma Assembleia e onde foi demonstrado um trabalho diferenciado promovido pelo Sistema Ocepar em prol das cooperativas paranaenses. Foram apresentados resultados robustos, de forma consistente, e um plano de trabalho que pretende impulsionar ainda mais o cooperativismo no Paraná. A minha avaliação é a melhor possível sobre um trabalho muito bem realizado, profissional e dentro de um propósito de excelência de gestão”, disse.

Momento único– O presidente da cooperativa Nova Produtiva, Tácito Barduzzi Júnior, também avaliou positivamente a Assembleia. “Trata-se de um momento único, ímpar para o cooperativismo, onde a diretoria tem a oportunidade de prestar contas às cooperativas filiadas sobre tudo que realizou no exercício anterior e apresentar as projeções para o ano seguinte. O cooperativismo paranaense é organizado, forte, com lideranças extremamente competentes e eu não tenho dúvidas de que o Paraná sai na frente em relação ao cooperativismo nacional. É o estado que puxa a fila, é a locomotiva do cooperativismo no Brasil”, ressaltou. A Nova Produtiva está sediada em Astorga, Noroeste do Paraná. A cooperativa possui 2800 cooperados, mil colaboradores e trabalha com a expectativa de faturar R$ 310 milhões em 2014. “Esse é um extremamente positivo. Estamos otimistas e temos procurado sempre prestar o melhor serviço aos nossos cooperados”, acrescentou.

Números expressivos - “A Assembleia foi muito tranquila, muito redonda. Os números apresentados de 2013 foram bastante expressivos. Todos os ramos do cooperativismo paranaense estão indo bem, felizmente, e a coordenação que a Ocepar exerce, tanto política quanto institucional, é muito importante para que todos os ramos do cooperativismo mantenham essa rota de crescimento que eles vêm conseguindo obter ao longo dos anos”, afirmou o presidente da Uniprime Central e Uniprime Norte do Paraná, Álvaro Jabur.

Expansão – O Sistema Uniprime integra nove cooperativas singulares, seis no Paraná, duas no Mato Grosso do Sul e uma em São Paulo. Ao todo são 32 mil cooperados, ativos de aproximadamente R$ 1,8 bilhão e mais de 40 postos de atendimento. “É um sistema que está bastante sólido e vem encontrando um respaldo e um interesse muito grande da população, com a mensagem que ele divulga, de apoio ao cooperativismo, de não perder de vista a sua origem, que é a área de saúde, e fazer com que o Sistema de Crédito Uniprime seja vantajoso a todos os seus cooperados”, acrescentou Jabur. 

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PRÊMIO ANDEF: Ocepar conhece detalhes sobre a premiação

Na segunda-feira (31/03), estiveram na sede do Sistema Ocepar os profissionais da Andef, Renata Eschiletti, coordenadora de comunicação e Fábio Kagi, gerente de educação e treinamento, acompanhados pelo assessor Guilherme Motta quando apresentaram detalhes sobre a A 17ª edição do Prêmio Andef. Na ocasião eles explicaram que o objetivo do prêmio é reconhecer as publicações dos jornalistas e fotógrafos, que incentivam boas práticas agrícolas e ações sustentáveis. O prêmio também é destinado aos profissionais dos setores agropecuários como: Revendas e Canais de Distribuição, Cooperativismo e Universidades, além da homenagem aos especialistas da indústria de defensivos agrícolas. As inscrições para as categorias Jornalismo e Fotografia são realizadas exclusivamente pelo e-mail premioandef@alfapress.com.br. A consulta dos regulamentos está no site: www.andefedu.com.br. O grupo foi recebido pelo gerente técnico econômico, Flávio Turra e pelo coordenador de comunicação, Samuel Z. Milléo Filho.

Mídias - Os candidatos da imprensa disputarão a categoria Jornalismo que é dividida em: Jornais, Revistas, TVs e Ações de Comunicações em Cooperativas. Neste ano a novidade será a inclusão da categoria Fotografia. Poderão participar jornalistas que tenham produzido matérias no período de 01/04/2013 até 30/04/2014 com temas ligados à sustentabilidade, boas práticas agrícolas, segurança alimentar, panorama da produção agrícola brasileira, sucessão familiar no campo, geração de emprego no campo, agroenergia, processos que minimizam os resíduos alimentares, dentre outros.

Cooperativas - Já os participantes de cooperativa e revendas poderão concorrer em três categorias: Boas Práticas Agrícolas, Responsabilidade Ambiental e Responsabilidade Social. O prêmio para as universidades será feito em parceria com a Enactus, uma ONG que reúne estudantes, acadêmicos e líderes de negócios comprometidos em moldar um mundo melhor e mais sustentável.

Serviço - Para participar é preciso enviar o material para: premioandef@alfapress.com.br e para o endereço: Rua Umbu, nº 265 Sala 11 / Alphaville Empresarial / Campinas/SP / CEP: 13098-325 – A/C Alfapress Comunicações (17ª Prêmio Andef). A entrega oficial do prêmio será no dia 21 de julho de 2014, no Esporte Clube Sírio, em São Paulo/SP. A comissão julgadora será composta por profissionais ligados ao agronegócio, governo, ONGs, universidades e imprensa.

Informações - Contatar com a Alfapress Comunicações, Guilherme Motta (19) 2136.3503 / (17) 99785-2689 (premioandef@alfapress.com.br), Tatiana Barro de Freitas (19) 2136-3516 / (19) 99782-7491 (tatiana.freitas@alfapress.com.br).

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INTEGRADA: Fórum Brasil Agro discute panorama da soja na abertura da Expo Londrina

O panorama atual do mercado da soja e os novos rumos da cadeia produtiva da oleaginosa são os principais destaques do Fórum Brasil Agro, que vai reunir agricultores, autoridades e especialistas do setor. O evento, promovido pelo núcleo de agronegócio da Gazeta do Povo e Cooperativa Integrada, está marcado para o dia 3 de abril, abertura da ExpoLondrina 2014, e vai debater tecnologia, pesquisa e mercado do segmento no país. O Fórum acontece em um momento de alta projeção da oleaginosa no agronegócio estadual e nacional. Neste ano, o Brasil consolida sua posição de maior exportador mundial do produto, posição conquistada no ano passado. No ciclo 2013/14, o país deve comercializar 45 milhões de toneladas do grão com o mercado externo, contra 41,6 milhões dos Estados Unidos, antigo líder do setor.

Momento - Para o presidente da Cooperativa Integrada, Jorge Hashimoto, esse é o momento de discutir o futuro da soja no Brasil, como os avanços da pesquisa e tendências do mercado. "Nesse evento, teremos a oportunidade de discutir toda a cadeia produtiva dessa cultura tão importante para a economia do país", ressalta.

Sobre os palestrantes- Três especialistas estão confirmados no evento. A primeira palestra é de Alexandre Nepomuceno, pesquisador da Embrapa Soja, empresa pública referência mundial em pesquisa sobre o produto. Em seguida, fala ao público o Gerente de Produtos Fábio Sgarbi, da Bayer, multinacional renomada no segmento. Por fim, haverá a participação de Etore Baroni, da FCStone, consultoria norte-americana com atuação também no Brasil que acompanha a Expedição Safra nos trabalhos de campo. O evento, com abertura marcada para as 08h30, segue até o final da manhã.

Mostra - Durante e após as palestras, os visitantes podem conferir a mostra fotográfica “Desafios e oportunidades: agronegócio moderno, sustentável e globalizado”, exposta no hall de acesso ao local onde será servido um almoço de confraternização ao final dos trabalhos. Na mesma data, mais tarde, ocorre a abertura oficial da ExpoLondrina, que vai até o dia 13 de abril. (Imprensa Integrada)

Programação

8h30 – Recepção

9h – Abertura

9h30 – Biotecnologia no agronegócio: situação presente e perspectivas de futuro – Alexandre Nepomuceno, pesquisador da Embrapa Soja.

10h30 – Pesquisa e produtividade na cultura da soja – Fabio Sgarbi, da Bayer Cropscience.

11h – Mercado, preço e liquidez – Etore Baroni, da consultoria FCStone no Brasil.

12h – Almoço de confraternização

15h – Abertura oficial da Expo Londrina 2014-04-02

Serviço

Fórum Brasil Agro | Pesquisa, tecnologia e mercado da soja no século XXI

Data: 3 de abril de 2014

Horário: 8h30

Local: Expo Londrina (Parque Governador Ney Braga / Recinto Milton Alcover)

integrada 02 04 2014 (2)

COCAMAR: Visitas de cooperados serão organizadas para a Expo Londrina

Durante a realização da ExpoLondrina 2014, cuja abertura oficial está marcada para esta quinta-feira (03/04), a Cocamar vai promover a visita de grupos de cooperados ao seu estande, onde fará palestras sobre a atuação da cooperativa na região. As visitas, com total de 40 participantes por dia, começam na segunda-feira (07/04) em dois horários: às 15 e às 18 horas, sendo os primeiros produtores dos municípios de São Jerônimo da Serra, Santa Cecília do Pavão, Tamarana e Carlópolis. A programação termina na sexta-feira e a expectativa é totalizar ao menos 320 cooperados.

Visitantes - A exemplo do que acontece todos os anos, o estande deve receber, também, um grande número de pessoas de todos os segmentos, interessadas em conhecer mais sobre a cooperativa. “Queremos crescer muito em Londrina e região”, comenta o presidente-executivo José Fernandes Jardim Júnior, destacando que desde 2010, quando passou a atuar no norte do Estado, a Cocamar já realizou uma série de investimentos em estruturas para prestar atendimento aos produtores e agilizar a recepção das safras. Jardim Júnior está confirmado na solenidade de abertura da Exposição, às 15h. (Imprensa Cocamar

CAMISC: Laboratório de sementes renova credenciamento junto ao Mapa

O sistema de gestão de qualidade e a competência técnica do Laboratório de Análise de Sementes da Camisc foram avaliados recentemente por fiscais do Laboratório Oficial de Análise de Sementes (Laso) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A presença da auditoria teve como intuito a renovação do credenciamento do laboratório no Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem). Durante a vistoria, ficou comprovado que o laboratório da Camisc possui as instalações, os equipamentos e o pessoal necessários para a realização de análises, além da comprovação de um sistema de gestão de qualidade e procedimentos técnicos.

Renovação - A renovação do Renasem, que venceu no final de 2013, terá duração de três anos. De acordo com Anderson Luiz Gehlen, responsável técnico, o parecer da auditoria mostra que o laboratório tem cumprido com suas obrigações. “O parecer positivo por parte dos auditores comprova a responsabilidade da cooperativa. Há algumas melhorias que serão feitas adequadamente”.

Requisitos - Segundo o parecer, o Laboratório de Análise de Sementes apresentou os requisitos para a renovação do seu certificado de inscrição e credenciamento no Renasem.  Além da parte prática, a auditoria avaliou documentos e questões burocráticas que viabilizam o correto funcionamento do laboratório. Além de Anderson, a equipe do Laboratório de Análise de Sementes da Camisc é composta pela Lilian Biondo Simione, Analista de Sementes, e Marlize Gubert de Oliveira, gerente de qualidade. (Imprensa Camisc)

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COPAGRIL: Saber é prevenir, um novo olhar na luta contra o câncer

Para manter a saúde e se prevenir de diversas doenças, inclusive o câncer, a receita é, geralmente, a mesma: alimente-se bem, beba muita água, pratique atividades físicas regularmente, não fume, não consuma bebidas alcoólicas em excesso e não se exponha a ambientes de risco, como regiões poluídas.

Muito a fazer- Apesar de serem indicações simples, ainda há muito o que fazer para despertar nas pessoas a consciência prevencionista. Foi com base nesta necessidade que a psicóloga Karine de Lima, a enfermeira do trabalho Meggy Hofstetter Maldaner e o fisioterapeuta Jean Eckert, todos funcionários da Unidade Industrial de Aves da Copagril, se uniram para desenvolver a campanha “Saber é Prevenir – um novo olhar na luta contra o câncer”.

Estrutura - Na sala de treinamentos da Unidade Industrial, foi montada uma estrutura que representa o corpo humano, com estações para os cinco principais tipos de câncer que atingem a população da região: de pele, mama, pulmão, próstata e colorretal. Em cada estação, há explicações sobre como cada tipo de câncer se desenvolve, quem está no grupo de risco, formas de prevenção e como é feito o diagnóstico e o tratamento.

Explicações - As explicações são feitas por alunas do terceiro e quarto semestre do curso técnico em enfermagem do Colégio Ceretta, de Marechal Cândido Rondon. Ontem (31) e hoje, o evento contou com a participação do urologista Alexandre Claro Haber, médico examinador que presta serviços para a Copagril. Ele aprofundou as explanações sobre o câncer e outras doenças da próstata e destacou a importância de os homens também fazerem acompanhamentos rotineiros da saúde.

Funcionários - Até sexta-feira (04/04), a exposição estará disponível para os funcionários de toda a Copagril. A expectativa, segundo os organizadores, é que a campanha atinja diretamente mais de mil pessoas. (Imprensa Copagril)

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LAR: Entregues as caminhonetes da promoção comemorativa aos 50 Anos

A Campanha de vendas Lar 50 anos, lançada em 19 de março de 2013, sorteou, durante um ano, oito automóveis aos clientes do Lar Supermercados, Postos de Combustíveis Lar e das Unidades Lar. Inicialmente, foram seis Toyota/Etios, e, nos dias 18 e 19 de março, foram sorteadas duas caminhonetes Toyota/Hilux nos shows de Leonardo, em Missal, e Michel Teló, em Medianeira. Nesses 365 dias de campanha, foram distribuídos aproximadamente 5,5 milhões de cupons.

Expectativas - Para o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, a campanha atendeu todas as expectativas, marcando de forma especial os 50 anos da cooperativa. “Desejamos que os prêmios entregues transmitam felicidade à família”, completou o dirigente, ressaltando que a cooperativa está preparando uma nova campanha para esse ano, mas que o foco agora é a Campanha de Páscoa na rede Lar Supermercados. “Nosso objetivo é o bom atendimento ao cliente, aliando bons produtos ao melhor preço na linha de ovos de páscoa e chocolates”, concluiu. (Imprensa Lar)

Clientes contemplados

Dia 11 de maio 2013 - Amanda Francener – Missal

Dia 06 de julho 2013 - José Anastácio – Itaipulândia

Dia 24 agosto 2013 - Dozolina Ines Guisso – Medianeira

Dia 11 de outubro 2013 - Luis  Joaquim Pavinatto – Itaipulândia

Dia 27 de novembro 2013 - Vilmar Silveira – São Miguel do Iguaçu

Dia 18 de janeiro 2014 - Lenir Fatima da Rosa – Medianeira

Dia 28 de março 2014 – Sérgio Ferronato – Vila Celeste – Santa Helena

Dia 29 de março 2014 - Nilvanda Batista Correa – Céu Azul

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CAPAL: Desafio de rua será realizado em Arapoti-PR

capal 02 04 2014Vem aí o 1° Desafio de Rua Capal, evento esportivo que envolve corrida de rua, caminhada e pedalada, na cidade de Arapoti, no dia 1° de maio. O evento tem como objetivo promover a prática esportiva, a saúde e o bem estar, além de incentivar a interação entre funcionários, cooperados e a comunidade.

Distância - A corrida terá duas opções de distância, 5 e 10 Km, já a caminhada e passeio ciclístico percorrem a distância de 3 km. O trajeto atravessa a cidade de Arapoti, oportunizando assim que os participantes se aproximem da realidade local, conhecendo bairros e outros pontos da cidade.

Inscrições - As inscrições podem ser feitas nas Unidades Capal, de 07 a 25 de abril, ao custo de R$ 20,00 para público em geral e R$ 10,00 para funcionários e associados da Cooperativa. A inscrição dá direito ao kit participante, composto de bolsa, camiseta, boné e protetor solar.

Cronometragem eletrônica- Na modalidade “corrida” a prova terá sistema de cronometragem eletrônica, com uso de chip descartável. Também nesta modalidade os cinco primeiros colocados, feminino e masculino, na categoria público interno (associados e funcionários) e os três primeiros colocados na categoria geral (comunidade), e geral sênior, recebem premiação em dinheiro.

Informações - Mais informações pelo 43 3512 1000 ou  comunicacao@capal.coop.br. (Imprensa Capal

 

SICREDI UNIÃO: Com apoio da cooperativa, colégio é campeão de futsal

O Colégio São Francisco Xavier, um dos mais tradicionais de Maringá, que completou 50 anos de atividades em 2013, é também um antigo parceiro da Sicredi União PR/SP. Há alguns anos, a cooperativa de crédito tornou-se uma das patrocinadoras da equipe de futsal mantida pelo estabelecimento de ensino, que reúne alunos com idade de até 14 anos. No último final de semana, o time foi campeão do Verão Vivo de Futsal 2014, uma das competições regionais mais importantes dessa modalidade, que conta com a participação de um grande número de colégios da cidade e região. Na decisão, os meninos venceram o forte Colégio Lisboa de Sarandi.

Conquista - “Ficamos muito felizes pela conquista”, comentou o diretor executivo da Sicredi União PR/SP, Rogério Machado, ressaltando o sucesso da parceria. “O apoio do Sicredi e das outras empresas motiva ainda mais o nosso trabalho e gera frutos como este”, frisou a diretora da escola, Eliza Shiozaki.

Outras formas-  O relacionamento da cooperativa com o Colégio São Francisco Xavier se dá, também, de outras formas. Nos últimos anos, a companhia de teatro do Poupedi Sicredi fez uma apresentação ali, reunindo centenas de alunos na quadra de esportes. Na peça, os atores mostraram a importância de se fazer economia e saber gerir o dinheiro, pensando no presente e no futuro. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

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COAMO: Receitas inéditas já estão disponíveis no site

Sabe aquela receita que consegue reunir toda a família e os amigos em um momento especial? Pois é, os Alimentos Coamo, por meio das marcas Coamo, Primê, Anniela, Sollus e Dualis, prepararam para você receitas inéditas e imperdíveis. Doce, salgado ou light, têm pratos para todos os gostos e momentos. Não deixe de conferir essa novidade. Acesse o site dos Alimentos Coamo, www.alimentoscoamo.com.br e na página inicial clique no ícone Receitas. Lá você encontra motivos de sobra para reunir quem você tanto gosta e fazer uma verdadeira Festa do Sabor! No site dos Alimentos Coamo você também confere dicas de qualidade de vida, notícias e pode se cadastrar na newsletter, para receber todo esse conteúdo no seu e-mail. O cadastro é simples, basta preencher o campo inferior direito da página inicial com o endereço eletrônico que deseja receber as informações. (Imprensa Coamo)

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PÓS-COLHEITA: Maringá (PR) vai sediar a VI Conferência Brasileira, em outubro

pos colheita 02 04 2014O dinamismo do agronegócio brasileiro, que faz do país um dos principais produtores mundiais de alimentos, não está só no campo. Terminada a colheita, há ainda uma série de desafios, como o adequado armazenamento da safra. Para debater o tema “A pós-colheita de grãos: logística e segurança alimentar do produtor ao consumidor”, a Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapos) vai promover em Maringá (PR), no período de 14 a 16 de outubro deste ano, a VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita. A iniciativa, com previsão de reunir mais de mil participantes do país e do exterior do Centro de Eventos Excellence, terá a Cocamar Cooperativa Agroindustrial como anfitriã.

Programação - Uma extensa programação, ainda a ser finalizada, vai contar com a participação de especialistas de renome em palestras e debates de assuntos técnicos relacionados a logística de produção, estocagem e expedição, segurança alimentar, infraestrutura de armazenamento e outros. A solenidade de abertura já tem confirmada a presença do ex-ministro da Agricultura Luiz Carlos Guedes Pinto, que vai traçar um panorama da produção mundial de alimentos no Brasil e no mundo. Em paralelo ao amplo centro de debates, o evento vai contar também com uma exposição de empresas fabricantes de produtos e prestadoras de serviços para o setor.

Conscientização - O presidente da Abrapós e pesquisador da Embrapa Soja, Irineu Lorini, explica que a Conferência “tem a finalidade de promover a discussão em torno da conscientização dos profissionais ligados à pós-colheita de grãos, na busca das especificações de qualidade desejadas pelo consumidor”. Segundo ele, a Abrapós – que foi fundada em 1987 e está sediada em Londrina (PR) -, tem como missão “utilizar todos os meios para a redução dos índices de perdas durante e após a colheita, em benefício tanto do produtor quanto do consumidor”.

Cocamar - A anfitriã Cocamar foi fundada em 1963 e possui estruturas para armazenar 1,1 milhão de toneladas de grãos, entregues por seus 12 mil produtores associados. A previsão da cooperativa é faturar R$ 2,9 bilhões em 2014.

Apoio - A VI Conferência conta com o apoio de várias outras cooperativas paranaenses e de outros Estados, além de empresas, órgãos públicos e instituições, entre as quais Ceagesp, Codapar, Conab,, Embrapa Soja, Feagri-Unicamp, Sistema Ocepar-Sescoop, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Serviço – Mais informações podem ser obtidas junto a Abrapós, tel. (43) 3345 3079 e www.abrapos.org.br. (Imprensa Cocamar)

 

LEGISLAÇÃO: Lei das micro e pequenas empresas será debatida em reuniões no interior

O Governo do Paraná realiza a partir desta semana uma série de reuniões no interior do Estado para debater a regulamentação da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas do Paraná. A lei complementar nº 163/2013, sancionada pelo governador Beto Richa, assegura tratamento diferenciado e benefícios para os empreendedores paranaenses. Os primeiros encontros vão acontecer nesta quinta-feira (03/04), em Cascavel, e na sexta-feira (04/04), em Pato Branco. Na sequência, os eventos serão em Londrina (10/04), Maringá (11/04), Guarapuava (24/04) e Curitiba (25/04).

Promoção - As reuniões são promovidas pelo Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná. Coordenado pela Secretaria da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, o Fórum é uma instância governamental que trata dos aspectos não tributários relativos ao tratamento diferenciado às micro e pequenas empresas e aos empreendedores individuais.

Construção- "Reuniremos empresários e lideranças de diferentes segmentos para ouvir sugestões, receber propostas e analisar as peculiaridades de cada região. São ideias que vão nos ajudar a construir uma lei ainda mais eficiente para o empreendedor paranaense", afirma o secretário da Indústria e Comércio, Horácio Monteschio. Ele explica que os principais temas a serem debatidos são o acesso aos mercados, formação e capacitação empreendedora, investimento e financiamento, tecnologia e inovação e racionalização legal e burocrática.

Lei Geral- A lei complementar nº 163/2013 era aguardada há muito tempo e foi comemorada pela categoria, pois simplifica a abertura e a legalização dessas empresas, além de incentivar a formação de cooperativas e dar vantagens em processos de compras estatais e à exportação. Hoje, 98% das empresas paranaenses são de micro ou pequeno porte e geram cerca de 1,1 milhão de empregos. A lei paranaense é considerada uma das melhores e mais avançadas do país.

Informações - Mais informações sobre as reuniões regionais pelos telefones: 41- 3351-7668 / 3351-7655 /3351-7617/ 3351/7657 ou pelo e-mail: forumpme@seim.pr.gov.br

Serviço

Reuniões para regulamentação da Lei Geral da MPE´s

CASCAVEL

Data: 03/04 (quinta-feira)

Horário: das 9h às 12h

Local: Regional do Sebrae - Av. Tancredo Neves, 1262 – Cascavel

Contato: (45) 3321 7050

PATO BRANCO

Data: 04/04 (sexta-feira)

Horário: das 9h às 12h

Local: Regional do Sebrae - Avenida Tupy, 333, Trevo Patinhos – Pato Branco

Contato: (46) 3220 1250

(Agência de Notícias do Paraná)

INFRAESTRUTURA: Primeiro pedágio via PPP terá tarifa de R$ 3,90

infraestrutura 02 04 2014R$ 3,90 a cada 45 quilômetros: esse é o valor que será cobrado, por veículo leve ou eixo, dos motoristas que trafegarem pela PR-323 depois que a rodovia for duplicada. A tarifa – na ligação de 220 quilômetros entre Paiçandu e Francisco Alves, no Noroeste do Paraná – será mais cara que a praticada nos pedágios federais que cortam o Paraná e mais barata que os preços cobrados no chamado Anel de Integração. Contudo, o governo argumenta que o valor pode ser facilmente explicado: o projeto da PR-323 prevê mais obras do que as que foram exigidas nas BRs 101 e 116, por exemplo, e tem fluxo de veículos (pagantes) bem menor.

Primeira PPP- A duplicação da PR-323 está prestes a se tornar a primeira Parceria Público-Privada (PPP) do Paraná. A abertura dos envelopes de preço da licitação aconteceu na manhã de ontem, com apenas um concorrente. O consórcio Rota 323 é capitaneado pela Odebrecht, com participação minoritária das empresas paranaenses Tucumann Engenharia, Goetze Lobato Engenharia e América Empreendimentos. O resultado da licitação deve ser oficializado em cinco dias. A previsão mais otimista é de que as obras comecem no segundo semestre de 2014. Os representantes da Odebrecht, presentes à abertura dos envelopes, preferiram não se manifestar.

Particularidades - Entre as particularidades do projeto está o início da cobrança de pedágio somente após a realização do primeiro trecho de obras. Sendo assim, o motorista começará a pagar apenas quando passar pela rodovia já duplicada. Hoje o percurso é em pista simples. Como o fluxo de veículos não chega a 10 mil ao dia e para que a tarifa não ficasse muito alta, a administração estadual concordou em ajudar a custear as obras. Serão R$ 95 milhões ao ano de contrapartida. Por outro lado, o governo alega que não dispõe dos mais de R$ 2 bilhões que seriam necessários só para duplicar a estrada.

Primeiro trecho- Em um primeiro momento serão duplicados 162,5 quilômetros, desde Paiçandu até o entroncamento da PR-486, em Perobal. Na segunda etapa, começará a duplicação dos outros 44,3 quilômetros, entre Perobal e Francisco Alves. O trecho até Guaíra ainda não foi incluído no projeto porque depende de autorização do governo federal, por envolver uma BR. A proposta para a PR-323 está orçada em R$ 7,7 bilhões e envolve a construção de 19 viadutos, 22 trincheiras, 13 passarelas e nove pontes, além de marginais e ciclovias nas áreas urbanas de trincheiras, e a operação e manutenção da via ao longo de 30 anos.

Vencedor da licitação foi o único a apresentar proposta- A construtora Odebrecht realizou, no ano passado, o projeto que estabeleceu quais seriam as obras necessárias para tornar a rodovia PR-323 adequada para o fluxo de veículos e compatível com o desenvolvimento da economia do estado. O estudo custou R$ 9 milhões e foi autorizado pelo governo estadual. Caso a empresa não vencesse a licitação, a ganhadora deveria ressarcir os custos do projeto. À época, o governo estadual reconheceu que a empresa tem uma leve vantagem na licitação, em relação às demais concorrentes, por já conhecer o projeto a fundo. A construtora paulista já atua em concessões de outras oito rodovias brasileiras, um aeroporto e seis projetos de transporte coletivo, como metrôs.

Modelo - Autor de livros sobre PPPs e agora advogado do consórcio que deve realizar as obras e administrar a PR-323, Fernando Vernalha defende o modelo a ser aplicado na rodovia paranaense. “Até por ser o primeiro, o processo foi muito zeloso”, comenta. Ele conta que foram estabelecidos parâmetros de qualidade – chamados de QID, quadro de indicadores de desempenho. Caso o pavimento não esteja em um padrão aceitável, por exemplo, a verba a ser repassada anualmente pelo governo será menor. Ele destacou que poucas empresas no país reúnem condições de disputar um projeto de porte bilionário e que conceitos contemporâneos de concessão foram aplicados ao modelo apresentado.

Preço - Quando o projeto de conceder a PR-323 à iniciativa privada foi apresentado, em novembro passado, o governo informou que o valor da tarifa seria de, no máximo, R$ 4,50 por praça e que a contrapartida do poder público ficaria em R$ 83 milhões ao ano. No processo de escolha da empresa responsável pela obra, o teto máximo caiu para R$ 4,20 e a contraprestação do governo foi a R$ 95 milhões por ano. No final, o valor ficou 30 centavos mais barato que o limite estipulado na licitação. O preço deve ser reajustado todo mês de setembro com base em um pacote de indicadores econômicos elaborados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Acidentes - No guia feito pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), a PR-323 saiu da condição de regular, em 2012, para boa, no ano passado – muito em razão da duplicação que está sendo feita nos 3,7 quilômetros entre Maringá e Paiçandu, ao custo de R$ 30 milhões e previsão de conclusão no segundo semestre. Em pista simples, com poucas opções para ultrapassagem e acessos complicados em perímetros urbanos, a rodovia registra cerca de 60 acidentes mensais, com média de quatro mortos ao mês. Estão sendo construídos 50 quilômetros de acostamento, entre Umuarama e Iporã, e uma trincheira no Trevo do Cedro, em Perobal.

Fluxo - O modelo de licitação da PR-323 prevê que se o fluxo de usuários aumentar além do estimado, o valor arrecadado a mais com a tarifa deve ser devolvido ao governo estadual. Assim, se o projeto estabelece que 10 mil veículos usam o trecho por dia e se a quantidade ultrapassar 12 mil, por exemplo, toda a receita excedente será revertida. O fluxo na PR-323 oscila entre 31 mil veículos na saída de Maringá e 4 mil nos trajetos menos usados. Na média, fica em 15 mil no percurso. A empresa prevê que o tráfego dobre assim que a duplicação esteja concluída.

Mais trechos - Outras três rodovias paranaenses são alvos das chamadas parcerias público-privadas (PPPs): a PR-445, entre Londrina e Mauá da Serra, a PR-092, entre Jaguariaíva e Santo Antônio da Platina, e a PR-280, entre Marmeleiro e General Carneiro. Os detalhes – como valor de tarifa e quantidade de praças de pedágio – ainda não são conhecidos. (Gazeta do Povo)

info rodovia 020414

ECONOMIA: Balança comercial tem março mais fraco desde 2001

A balança comercial brasileira fechou março com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 112 milhões. O valor é resultado de US$ 17,628 bilhões em exportações contra US$ 17,516 bilhões em importações. Trata-se do pior resultado para março desde 2001, quando a balança teve déficit de US$ 276,1 milhões. No primeiro trimestre, o déficit acumulado está em US$ 6 bilhões, pior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1994.

Média diária- As informações foram divulgadas nesta terça-feira (01/04) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 927,8 milhões, valor 4% inferior ao patamar de março de 2013, mas 16,5% superior ao registrado em fevereiro de 2014. A queda das exportações em relação ao ano passado foi puxada pelo recuo nas vendas externas de produtos semimanufaturados (-19,6%) e manufaturados (-15,3%).

Ganhos menores- No primeiro grupo, diminuíram os ganhos com ferro fundido, ouro, açúcar, alumínio e óleo de soja brutos, semimanufaturados de ferro e aço e celulose. No segundo, os responsáveis pelo recuo foram óleos combustíveis, açúcar refinado, motores e geradores elétricos, autopeças, motores para veículos e partes, máquinas para terraplanagem, bombas e compressores, automóveis, papel e cartão.

Itens básicos- Os produtos básicos, por outro lado, impediram uma queda maior nas exportações. As vendas de itens não industrializados cresceram 9,5% na comparação com março do ano passado, principalmente em função de bovinos vivos, minério de cobre, soja em grão, farelo de soja, carne suína, carne bovina, café em grão e minério de ferro.

Importações - Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 921,9 milhões, 3,8% inferior à registrada em março de 2013 e 2,1% superior à de fevereiro deste ano. Na comparação com 2013, caíram os gastos com combustíveis e lubrificantes. Segundo nota do ministério, o motivo foi o recuo nos preços e na quantidade embarcada de petróleo, óleos combustíveis, gás natural, carvão e gasolina. Diminuíram também as importações de bens de capital, utilizados na indústria, e bens de consumo, como máquinas de uso doméstico, bebidas, tabaco, vestuário, móveis e automóveis. (Agência Brasil)

ANEEL I: Agência aprova modalidade pré-paga de energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (01/04) a possibilidade de as distribuidoras oferecerem energia pré-paga aos consumidores. A tarifa do pré-pagamento será igual à da pós-paga, mas a distribuidora poderá dar descontos para incentivar os consumidores a aderirem à novidade.

Certificação - A modalidade só poderá ser colocada em prática depois que o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) certificar os medidores necessários para a implantação do novo recurso. É preciso também que os estados definam como será a tributação sobre a energia pré-paga.

Etapas - “Para ser colocado em prática, é preciso vencer as etapas. Acho que não são condições que restringem a aplicação do pré-pagamento”, disse o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. Ele estima que até o fim do ano o pré-pagamento de energia possa ser oferecido aos consumidores.

Definição - As distribuidoras vão definir quando e em qual área vão começar a oferecer o serviço. A adesão dos consumidores será opcional, e os custos da instalação dos medidores deverá ser pago pelas distribuidoras. Os créditos comprados não terão prazo validade e o retorno ao modelo convencional poderá ser solicitado a qualquer momento, e o pedido deve ser atendido em no máximo 30 dias.

Crédito inicial- Quem optar pelo sistema pré-pago, receberá um crédito inicial de 20 quilowatts-hora (kWh) e poderá comprar um crédito mínimo de 5 kWh. Quando os créditos estiverem perto de acabar, o consumidor vai ser notificado por meio de alarmes visual e sonoro no medidor, que terá que ficar dentro da unidade consumidora, para que haja tempo hábil para providenciar uma nova recarga.

Crédito de emergência- Quando o crédito acabar, o consumidor poderá solicitar à distribuidora um crédito de emergência de 20 kWh, que deverá ser disponibilizado em qualquer dia da semana e horário, e será pago na próxima compra. Pela média do consumo dos brasileiros, essa energia deve ser suficiente para três dias de uso.

Gerenciamento - Segundo a Aneel, os principais benefícios da nova modalidade para os consumidores são a melhoria do gerenciamento do consumo de energia e a maior transparência em relação aos gastos diários, por meio de informações em tempo real. Outras vantagens, segundo a agência, são a flexibilidade na aquisição e no pagamento da energia e a eliminação da cobrança de multas, juros de mora e taxas de religação. É esperada também uma redução dos custos operacionais das distribuidoras, além da diminuição da inadimplência e a melhoria do relacionamento entre empresas e consumidores. (Agência Brasil)

ANEEL II: Aprovada consulta pública para compra de energia pelas distribuidoras

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (01/04) a realização de consulta pública sobre o edital do leilão para contratação de energia, que está previsto para o dia 25 deste mês. O texto ficará em consulta pública desta quarta-feira (02/04) até a próxima segunda-feira (07/04).

Opção - No leilão, as distribuidoras poderão comprar a energia de que necessitem para abastecer os consumidores, sem ter de recorrer ao mercado livre, onde os preços são mais altos. No ano passado, o governo fez um leilão como este, mas não houve oferta suficiente de energia para atender à demanda das distribuidoras, por causa do preço estabelecido.

Texto final- Segundo o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, o texto final do edital, incluindo o preço-teto que será definido pelo governo, será divulgado na semana que vem. Ele lembrou que o setor passa por um período anormal, por causa da exposição das distribuidoras ao mercado de curto prazo, e que o prazo de apenas cinco dias de consulta é necessário para que o leilão ocorra na data prevista. “É conveniente que o leilão seja feito em abril para que a entrega de energia comece em maio. Se não, seria mais um mês de exposição”, disse Rufino.

Contribuição- O relator da matéria, diretor André Pepitone, pediu que os agentes que participarem da consulta pública apresentem propostas que efetivamente contribuam com a matéria. “Devido ao pouco tempo que temos, não vamos voltar a discussões que já foram travadas em outras audiências públicas e que a agência não tem recebido, porque teremos prazo exíguo para análise”.

Pacote de ajuda- O leilão foi anunciado pelo governo no dia 13 de março, como parte de um pacote de ajuda às distribuidoras. Na ocasião, foi anunciada também a contratação de um financiamento de R$ 8 bilhões pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para que as distribuidoras paguem as dívidas com as geradoras e um aporte adicional do Tesouro de R$ 4 bilhões, além dos R$ 9 bilhões já aportados na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). (Agência Brasil)


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