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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3317 | 08 de Abril de 2014

CAPACITAÇÃO: Sescoop apresenta nova metodologia do Cooperjovem

Apresentar a nova metodologia do Cooperjovem é o objetivo do Encontro de Educadores iniciado na manhã desta terça-feira (08/04), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) fez mudanças na concepção metodológica do Programa, unificando procedimentos. O Cooperjovem tem por objetivo fomentar o cooperativismo por meio da escola, com uma proposta educacional construída a partir dos princípios, valores e da prática da cooperação. Atualmente, o programa beneficia mais de 90 mil estudantes de 475 escolas, em 13 estados brasileiros, com o apoio de 3 mil professores. Em todo o país, 106 cooperativas adotaram o Cooperjovem, abrangendo 165 municípios. Participam do evento, coordenadores do programa nas cooperativas parceiras no Paraná, instrutores convidados, professores e representantes do Sescoop Espírito Santo e do Sescoop Rio de Janeiro, além dos profissionais do Sescoop Paraná. O encontro, que prossegue até amanhã (09/04), foi aberto pelo superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pela gerente de Promoção Social do Sescoop Nacional, Maria Eugênia Ruiz.

Alinhamento Segundo Maria Eugênia, a reformulação da metodologia foi realizada, em 2013, a partir de um levantamento das ações do programa em todas as unidades que o adotaram. “Fizemos um mapeamento das boas práticas de cada unidade e cooperativa-madrinha e alinhamos o conceito para ter uma identidade sistêmica no Cooperjovem. Nosso objetivo é fazer do programa uma tecnologia social que poderá ser aplicada em qualquer local do país”, explicou. A gerente do Sescoop enfatizou a importância da cooperativa-madrinha, “que acolhe o Cooperjovem e promove a mudança social”. “É fundamental ter o envolvimento dos instrutores das cooperativas participantes porque são eles que irão repassar essas informações aos professores inseridos no programa, que são voluntários e precisam conhecer os diferenciais do cooperativismo. É muito gratificante estar aqui junto dos instrutores que serão os porta-vozes do Cooperjovem junto aos professores”, disse. De acordo com Maria Eugênia, as mudanças na metodologia “conversam” com a proposta do MEC (Ministério da Educação e Cultura), sendo transversal e interdisciplinar. “Acrescentamos, na reformulação, uma proposição metodológica de alinhamento para a formação de professores”, concluiu. A apresentação da nova metodologia está sendo feita pela equipe de Promoção Social do Sescoop Nacional.  

Paraná O Cooperjovem no Paraná é adotado por 14 cooperativas, abrangendo 64 municípios, 224 escolas e 550 professores, beneficiando cerca de 11 mil estudantes. Durante a abertura do evento, o superintendente da Ocepar deu boas-vindas aos participantes e ressaltou o alcance do programa junto aos jovens. “Temos que preparar a nova geração para manter e ampliar a força do cooperativismo. É preciso cuidar e aperfeiçoar os jovens preparando-os para o futuro”, afirmou Ricken. Também acompanham o evento a coordenadora estadual do Cooperjovem, Fabiane Ratzke, e coordenador de Desenvolvimento Humano, Humberto César Bridi, e a analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Vanessa Christófoli.

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VISITA: O país se sustenta na agricultura, diz Teruo Kato

O papel da agricultura na fixação do homem no campo, a relevância do setor produtivo para a economia do país e a atuação dos parlamentares na defesa e encaminhamento das questões que interessam ao cooperativismo, foram assuntos tratados, na manhã desta terça-feira (08/04), pelo deputado estadual Teruo kato, em visita ao Sistema Ocepar. “O Paraná é um estado essencialmente agrícola. Aliás, o país hoje se sustenta na agricultura, por isso temos que buscar formas de manter o homem no campo. Precisamos, então, continuar investindo na agricultura, trazendo tecnologias e trabalhando para que as pessoas permaneçam morando no meio rural e  viabilizando o seu sustento através da agricultura. Tenho procurado trabalhar neste sentido, inclusive, cobrando dos governos mais investimentos na área”, disse o deputado, que estava acompanhado do presidente da Alcoopar,Miguel Rubens Tranin, e foi recebido pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.

Apoio - “Foi uma visita de cortesia, tendo em vista a relação próxima que tenho com a Ocepar”, disse o deputado, que atualmente é presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), e concorrerá a uma vaga na Câmara Federal nas próximas eleições. “Sempre defendi o sistema cooperativista, porque vejo neste modelo uma forma que a gente tem de oportunizar que muitos pequenos produtores e pequenos empresários, possam viabilizar suas atividades, criando, inclusive, alternativas de desenvolvimento para as suas regiões.  Em Paranavaí, por exemplo, temos muitas cooperativas agropecuárias, de crédito e saúde que estão crescendo e contribuindo com os seus municípios de atuação”, disse o deputado.

Desafio - O desafio agora, completa Teruo Kato, é ampliar o seu trabalho, representando o setor cooperativista e defendendo os assuntos que interessam ao setor na Câmara Federal.  “Me coloco à disposição,  dentro do que está ao meu alcance como parlamentar, ajudar o cooperativismo. Por este motivo, estou ouvindo tanto as cooperativas quanto a Ocepar, porque minha preocupação é em relação  às questões que posso levar e defender como parlamentar na Câmara, para que possamos, juntos, ajudar o cooperativismo e também  promover desenvolvimento do setor produtivo”,  disse o deputado.

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FORMAÇÃO INTERNACIONAL: Quinta turma inicia roteiro pela Alemanha

Um panorama sobre a agricultura alemã foi apresentado, nesta segunda-feira (07/04), aos 27 integrantes da quinta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes. Nesta semana, eles estão na Alemanha e iniciaram o roteiro pelo Estado do Wüttemberg, na região Sudoeste daquele país. O primeiro local visitado foi a Universidade de Hohenheim, na cidade de Stuttgart, onde foram recebidos por Christa Hoffmann. Fundada em 1818, a instituição conta com nove mil alunos e na Faculdade de Agronomia existem quatro campos experimentais. O professor doutor Reiner Doluschitz, que é diretor da área técnica agronômica, fez uma explanação sobre a agricultura na Alemanha, políticas agrícolas, cooperativas no meio rural e sua importância.

PIB - Naquele país, a agricultura responde por 0,7% do PIB e 1,5% da população está ligada à atividade agrícola. “A evolução da agricultura alemã é notória pois em 1950 um produtor alimentava 10 pessoas e em 2010 este número passou para 131 pessoas. Isto deve-se às novas tecnologias e ao aumento considerável da produtividade”, relata o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto.

Complemento de renda- Ainda de acordo com ele, na Alemanha a produção rural é proveniente de pequenas ou médias propriedades e cerca de 60% dos produtores têm a atividade rural como fonte complementar de renda pois eles possuem um emprego com salário fixo. As propriedades têm em média 15 hectares. São algo em torno de 300 mil estabelecimentos rurais no país. As principais lavouras cultivadas lá são trigo, centeio e milho.

Cooperativismo – “Como no passado a Alemanha era dividida e aproximadamente 20 anos atrás aconteceu a reunificação, existe uma variação na forma de trabalho no lado em que até então era chamado Alemanha Oriental, onde existiam cooperativas de produção socialistas, com toda a produção  nacionalizada. Com a reunificação, as grandes propriedades foram devolvidas às famílias de direito mas, mesmo assim, várias decidiram continuar a produzir juntas nessas grandes propriedades de 15 e 16 mil hectares e, assim, constituíram aproximadamente 800 cooperativas agrícolas”, ressaltou Gogola.

Centrais - Hoje, existem no país quatro cooperativas centrais que representam cooperativas de crédito, rurais, comércio e consumo, respectivamente. Atualmente são 2.500 cooperativas agrícolas, das quais 450 são de compra e venda de mercadorias/insumos, 250 de leite, 100 de gado de corte, 100 de fruticultura, 750 agrárias de grande porte, entre outras.

Comercialização de gado – Depois, o grupo de brasileiros assistiu a uma palestra com Katharina Recke. Ela falou sobre a Cooperativa Central Die VG/VZ, que opera com a comercialização de gado de corte, bovinos, suínos e ovelhas. O principal membro da central é a cooperativa VZ, que possui 2.055 associados, patrimônio líquido de 2,67 bilhões de euros e vende todos os insumos necessários à produção. O slogan da central é "Mais que apenas comercialização", cujo objetivo é mostrar que ela pretende dar toda a assistência na produção do gado, desde a assistência técnica até o transporte dos animais. Também opera garantindo o preço médio do produto, para  manter estável a remuneração do associado.

Federação – As lideranças cooperativistas brasileiras estiveram também na cidade de Karlsruhe para conhecer a Federação BWGV, que conta com 900 cooperativas filiadas, sendo 220 de crédito, 345 da área rural ou ligadas à produção agrícola, e o restante oriundas do comércio. Ela presta serviços como auditoria externa, relacionamento com as cooperativas, defesa política de interesse das cooperativas e capacitação profissional. “Se somar o quadro social de todas as filiadas, a Federação chega a 4 milhões de cooperados, algo em torno de 30% da população”, afirma Gogola.

Central – O grupo obteve ainda informações sobre a Central Raifeisen, que possui 114 anos de história e, apesar de ser uma central, opera como uma singular tendo como sócios pessoas físicas diretamente ligadas a ela. O quadro social é composto por 3.403 cooperados, sendo que há apenas alguns anos eram somente 700. Ela atua em sete áreas: agricultura, máquinas e equipamentos, logística, mercados, energia, rações e assistência técnica. Ao ano, o faturamento chega a 1,6 bilhões de euros. Como a cidade está muito próxima da França e Áustria, a localização privilegia o escoamento de grãos. Atualmente, a central é considerada a maior empresa de comercial de milho da Alemanha. São mais de um milhão de toneladas por ano, mas a maior parte do faturamento advém da geração de energia.

Cooperativa vinícola– A quinta turma voltou depois para Stuttgart, onde conheceu a Cooperativa Vinícola Weinmanufaktur Untertürkheim. Ela é composta por 41 associados com propriedade média de 1,5 hectare cada um. Eles usam bunker da Segunda Guerra Mundial para armazenar seus vinhos e a casca de algumas uvas são utilizadas para dar a cor diferenciada ao produto. Por ano, são produzidas 750 mil garrafas, sendo 20 mil de espumante. A área de atuação da cooperativa abrange 85 hectares, sendo que o maior produtor possui 15 hectares. Toda a colheita é manual e a cooperativa conta com uma adega construída em 1902.

Roteiro – O grupo permanece na Alemanha até quinta-feira (11/04). Na sexta-feira (12/04), os brasileiros vão à Holanda, última visita da missão na Europa. Entre os 27 integrantes da quinta turma do Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas estão lideranças do cooperativismo paranaense que atuam nos ramos agropecuário e de crédito. O Sistema Ocepar está representado por João Gogola Neto e Devair Mem. Também fazem parte do grupo a gerente geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella, e profissionais do Sebrae/PR.

Programa Internacional- O Programa Internacional de Formação de Executivos e Líderes Cooperativistas é uma iniciativa do Sistema Ocepar em parceria com o Sebrae, que visa proporcionar uma visão internacional de negócios a lideranças das cooperativas paranaenses. Desde 2009, contempla a abertura de uma turma por ano, sendo que o quinto grupo iniciou a capacitação em julho de 2013. A formação é dividida em cinco módulos, com etapas que incluem atividades em Curitiba e Brasília, além de missões de estudo em países do continente europeu, norte-americano, sul-americano, asiático e da Oceania. No ano passado, a quinta turma esteve na Argentina.

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RAMO INFRAESTRUTURA: Sistema OCB e Aneel debatem novas formas de integração

Na busca constante por um ambiente jurídico e regulatório mais favorável ao desenvolvimento do cooperativismo brasileiro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) iniciou nesta segunda-feira (07/04) um workshop, objetivando uma maior interação entre a agência reguladora e as cooperativas de distribuição de energia elétrica. O evento termina nesta terça-feira (08/04).

Números - Representantes do Sistema OCB participaram na tarde desta segunda-feira da programação, apresentando os principais números do setor e a realidade das cooperativas do ramo Infraestrutura. Também foram apresentados os departamentos e atividades tanto da Agência quanto da Casa do Cooperativismo.

Aproximação - “Entendemos que essa aproximação é vital para possibilitar um diálogo mais eficaz entre os agentes reguladores e o setor cooperativista. Nossa intenção é evidenciar as peculiaridades e a importância das cooperativas de eletrificação no atendimento de mais de três milhões de pessoas, em especial no meio rural”, enfatiza Clara Maffia, gerente técnica do Sistema OCB. (Informe OCB)

WOCCU: Conselho Mundial debate cooperativismo de crédito

woccu 08 04 2014O Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês) esteve reunido em Bruxelas, até a última sexta-feira (04/04), para definir os novos rumos do setor no mundo.  O presidente do Sicredi, Manfred Alfonso Dasenbrock, e diretor da Woccu da América do Sul, disse que as discussões são importantes para conhecer o trabalho das cooperativas, em especial, na Europa.

Ampliação do conhecimento- Para Manfred, que atualmente preside o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGcoop), “é uma oportunidade para ampliar o conhecimento sobre os bancos cooperativos que existem no mundo, e dentro de uma realidade nacional, propor  ações de fomento ao cooperativismo”.

Basileia III- Também foi tratado durante o encontro o acordo Basileia III que faz parte de um conjunto de iniciativas, promovidas pelo Fórum de Estabilidade Financeira (em inglês, Financial Stability Board - FSB) e pelo G20, para reforçar o sistema financeiro após a crise dos subprimes. Os problemas em países como a Ucrânia, Crimeia, Macedônia e Irlanda também estiveram em pauta.

Aprendizado - O Woccu incentiva o aprendizado colaborativo realizado entre as cooperativas de crédito de todo o mundo, ações de intercambio de informações que podem ajudar a eliminar o retrabalho e em conjunto as cooperativas conquistam maior espaço e acesso aos políticos que determinam as regras. (Informe OCB)

 

OCB: Sistema participa de simpósio internacional da Unimed

ocb 08 04-2014Nesta segunda-feira (07/04), a equipe do Sistema OCB esteve presente no Simpósio Internacional Cooperativo Jurídico e Contábil, realizado em São Paulo (SP), para compartilhar reflexões sobre as características essenciais das sociedades cooperativas, a governança cooperativa e as inovações legislativas de interesse do setor. O encontro foi realizado pela Unimed Brasil, com apoio do Sistema OCB e do Sescoop/SP.

Desafios - Ao citar os principais desafios relacionados à construção de uma identidade sólida do cooperativismo brasileiro, o advogado Ronaldo Gaudio defendeu a necessidade de maior cumprimento dos aspectos societários pelas cooperativas. "A sociedade não quer saber se as cooperativas possuem sete ou vinte cooperados. A sociedade quer saber se a cooperativa como modelo de negócio é viável e se esta cumpre sua finalidade, isto é, se atinge os objetivos de gerar economia aos seus cooperados. Se não há o cumprimento desta finalidade, não há relação entre cooperativa e cooperado, mas sim outro tipo de relação societária".

Marco regulatório- De acordo com Gaudio, a falta de clareza da identidade do modelo societário das cooperativas traz como consequência um marco regulatório desfavorável ao setor. "O déficit de formação acadêmica e a falta de conhecimento da sociedade sobre o cooperativismo são fatores determinantes para que os legisladores não observem as especificidades das cooperativas como um modelo diferenciado de negócio".

Normas internacionais de contabilidade- Dando sequência à reflexão sobre os aspectos societários das cooperativas, o expositor argentino Oscar Alpa tratou sobre as normas internacionais de contabilidade. Segundo Alpa, o capital gerado pelas cooperativas deve estar estritamente associado à pessoa do cooperado. "Para as cooperativas, o capital é a ferramenta para atingir o cumprimento da sua finalidade, qual seja, o sucesso dos cooperados. Isto é o que diferencia as cooperativas das demais sociedades econômicas, onde o capital é remunerado". (Informe OCB)

 

LEGISLATIVO: Câmara realiza esforço concentrado para votar projetos no Plenário

legislativo 08 04 2014O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, anunciou para esta semana um esforço concentrado de votações. Porém, o primeiro dia terminou sem nenhum projeto votado pelos deputados, nesta segunda-feira (07/04). Na lista elaborada pelo presidente da Casa constam 48 projetos, que poderão ser deliberados pelo Plenário até sexta-feira (11/04). Mas, para que a lista de propostas selecionadas entre em votação, é necessário que os parlamentares votem três medidas provisórias (MPV 628/13; 630/13; 631/13) e um projeto de lei com urgência constitucional, que no momento obstruem a pauta de deliberações do Plenário da Câmara.

Cooperativismo - Entre as 48 propostas que podem ser votadas, duas são de extrema relevância para o cooperativismo brasileiro, em especial para os ramos transporte e agropecuário. O Projeto de Lei 6.459/2013, item 32, dispõe sobre os contratos de integração, estabelece condições, obrigações e responsabilidades nas relações contratuais entre produtores integrados e integradores. A proposta é prioritária para as cooperativas agropecuárias. De autoria da senadora Ana Amélia (RS), o projeto contou com o apoio e contribuições do Sistema OCB durante toda sua tramitação nas duas Casas Legislativas.

PL 4.246/2012- Outra importante proposta que pode ser aprovada ainda essa semana na Casa é o projeto de lei 4.246/2012. Entre seus apensos está o PL 5.943/2013, que dispõe sobre o exercício da profissão de motorista, altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no que se refere ao empregado e as Leis 9.503/1997 (Código de Trânsito Brasileiro) e 11.442/2007 (empresas e transportadores autônomos de carga), para regular e disciplinar a jornada de trabalho e o tempo de direção do motorista profissional.

Alterações - O projeto, de autoria da Comissão Especial destinada a propor alterações na atual Lei do Motorista (Lei 12.619/2012), contou com a relatoria o deputado Valdir Colatto (PR), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo. O Sistema OCB participou dos debates para formulação do texto. Dentre os pleitos do cooperativismo de transporte contemplados no texto que será votado estão:

1. Criação dos pontos de parada;

2. Jornada de 8 horas com a possibilidade de prorrogação por até quatro horas extraordinárias;

3. Possibilidade de repouso na própria cabine do veículo;

4. Pagamento do frete do transporte rodoviário de cargas ao transportador autônomo de cargas (TAC) efetuado através de crédito em conta de depósitos mantida em instituição financeira;

5. Pesagem de carga em veículo de transporte com a tolerância máxima de 7,5% (sete e meio por cento) sobre os limites de peso bruto total;

6. Inclusão de dispositivo específico para as cooperativas de transporte, que permita a criação de fundos específicos, nos moldes da Lei 5764/71, destinados exclusivamente à prevenção e reparação de danos ocasionados aos seus veículos e de seus associados por furto, acidente, incêndio, entre outros.

Acompanhamento - O Sistema OCB acompanha atentamente a tramitação das proposições de interesse do cooperativismo brasileiro no Congresso Nacional e estará presente durante as votações do esforço concentrado. (Informe OCB)

 

COAMO I: MBA de Planejamento Financeiro em Cooperativas de Crédito tem 38 formandos

coamo I 08 04 2014Trinta e oito formandos, funcionários da Credicoamo e da Coamo viveram uma emoção grande, na tarde da última sexta-feira (04/04), em Campo Mourão. Eles se formaram na primeira turma do curso MBA Planejamento Financeiro em Cooperativas de Crédito na Credicoamo/Coamo receberam seus diplomas em solenidade com a presença de diretores da Coamo e Credicoamo, gerentes angulares e assessores.

Parceria- O curso foi promovido em parceria ente o Sescoop/PR e a Credicoamo, através da Escola de Negócios da Universidade Positivo, teve seu primeiro módulo iniciado em 18 de novembro de 2011 e o último, no dia 14 de junho 2013, com carga horária de 456 horas. Durante os módulos foram abordadas as seguintes disciplinas: Marketing em Cooperativas de Crédito, Economia e Análise de Cenários Macroeconômicos, Estrutura e Estratégia nas Cooperativas de Crédito, Educação Financeira, Matemática Financeira Aplicada, Direito Cooperativo, Aspectos Jurídicos do Sistema Financeiro Cooperativo, Mercado Financeiro, Crédito e Cobrança, Planejador Financeiro, Planejamento Estratégico, Liderança com ênfase em resultados, Riscos Operacionais e Controles Internos, Técnicas de Negociação/Comunicação, Gestão Operacional em Cooperativas de Crédito, Derivativos, Gestão de Riscos e Contabilidade Gerencial em Cooperativas de Crédito.

Conteúdo - Em nome dos formandos, usou da palavra o funcionário da Credicoamo Jairo Gomes Martins. Jairo agradeceu o apoio e incentivo da diretoria e destacou o interesse dos formandos. “O conteúdo foi muito abrangente e de qualidade, o que nos capacita para a melhoria dos processos e serviços visando atender cada vez melhor os associados da Credicoamo e Coamo.”

Parceria - Em nome da Universidade Positivo, o professor Gilmar Silva de Andrade, coordenador de Educação Corporativa da Instituição, saudou os formandos e a diretoria da Coamo na solenidade de formatura. “Parabéns a Coamo pela iniciativa e aos formandos pelo grande interesse e comprometimento durante todos os módulos. Verificamos uma demonstração de coesão, profissionalismo e harmonia entre os alunos, e também aconteceu um alinhamento durante o curso, com a certeza de que através de parceria com ensino de qualidade é que se constrói o sucesso.”

Investimento – Para o presidente da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, o investimento na capacitação dos funcionários da Coamo e Credicoamo é necessário em face do crescimento das cooperativas, referências nos segmentos em que atuam. “Apoiamos sempre os treinamentos e cursos que visam o crescimento pessoal e profissional dos nossos funcionários, isso é muito importante, pois são visíveis os resultados na prática com a melhoria das competências funcionais de cada um. Assim, estamos formando pessoas para crescer e melhorar os processos, produtos e serviços no atendimento as necessidades dos nossos mais de 26 mil associados da Coamo e mais de 11 mil associados da Credicoamo” assegura Gallassini. (Imprensa Coamo)

 

COAMO II: Pioneiros do plantio direto recebem "Moção de Louvor" da Assembleia Legislativa

coamo II-08 04 2014Como forma de reconhecimento, os pioneiros do Plantio Direto na região de Campo Mourão receberam, no último sábado (05/04), uma "Moção de Louvor" da Assembleia Legislativa do Paraná. A homenagem foi apresentada pelo deputado estadual Douglas Fabrício e a entrega ocorreu durante evento da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Campo Mourão (AEACM). Na oportunidade, o deputado foi representado pelo vereador Edson Battilani. Em Campo Mourão, o pioneirismo foi dos agricultores Antonio Álvaro Massareto, Joaquim Peres Montans, Ricardo Accioly Calderari, Gabriel Borsato e Henrique Gustavo Salonski (em memória).

Segunda - A região de Campo Mourão é a segunda na história do plantio direto no Brasil. A primeira é Rolândia onde o agricultor Herbert Bartz, considerado o “pai do plantio direto no Brasil”, fez na safra 1972 o primeiro plantio da história com a importação de uma plantadeira dos Estados Unidos, Allis Chalmers. Depois, vieram os municípios de Campo Mourão (safra 1973), Mauá da Serra (1974) e Ponta Grossa (1976).

Progresso - Quem comemora o sucesso da agricultura com o advento do plantio direto é o engenheiro agrônomo Ricardo Accioly Calderari, diretor-secretário da Coamo. “O progresso foi tão grande nos últimos 40 anos que os novos agricultores nem imaginam como eram os solos e a agricultura lá na década de 70”, diz. Calderari lembra que os agricultores na época, tinham duas grandes preocupações: precisavam de chuva, mas quando chovia, às vezes nem precisava ser muito forte, para que as terras fossem literalmente ‘lavadas’ e tudo se perdia, a lavoura e o solo. “Se existe agricultura hoje é porque existe o plantio direto”, conta.

Grande momento- No final da década de 70, a região de Campo Mourão contava com dez mil hectares de PD. Mas, foi a partir dos anos 80 que a tecnologia teve o seu grande momento. “Em 1984 já tínhamos catalogado na região de Campo Mourão cerca de 60 mil hectares de lavouras em PD. Hoje, o sistema ocupa praticamente 100% das áreas de cultivo da região”, comemora Calderari. (Imprensa Coamo)

 

COPAGRIL: Semeadora é entregue para Campus da Unioeste

A Copagril entregou, na tarde desta segunda-feira (07/04), uma semeadora da marca Semeato para o campus da Unioeste em Marechal Cândido Rondon. O diretor dos Núcleos de Estações Experimentais, professor Emerson Fey, explicou que a máquina foi adquirida por meio de licitação e será usada em experimentos do Centro de Ciências Agrárias, que engloba os cursos de graduação e pós-graduação em nível de mestrado e doutorado em agronomia e zootecnia.

Resultado - De acordo com o professor, a máquina é resultado de recursos aprovados junto ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio de projeto coordenado pela professora Vanda Pietrowski, para a consolidação da infraestrutura de apoio às atividades de pesquisa e extensão em agroecologia e agricultura familiar de baixo carbono na Estação Experimental de Entre Rios do Oeste.

Adequado - Emerson explicou, ainda, que o tamanho da semeadora é adequado à necessidade dos experimentos e pesquisas desenvolvidos pelos professores e alunos do Centro de Ciências Agrárias. Esta máquina é equipada com sistemas especiais de sulcadores e dosagem de sementes para plantio de experimentos sobre pastagens, em integração agricultura-pecuária, e plantio de adubos verdes, soja, milho, trigo, aveia, entre outras culturas. (Imprensa Copagril)

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COCAMAR: Solenidade marca o recebimento de grãos em Nova Andradina (MS)

A Cocamar promoveu uma solenidade, na manhã desta terça-feira (08/04), em Nova Andradina (MS), com a presença de integrantes dos conselhos de Administração e Fiscal, dirigentes, gerentes, lideranças municipais e produtores, para marcar a presença da cooperativa também no recebimento de grãos no município. Para isso, foi adquirida recentemente uma estrutura em construção na saída para Taquarussu, que tem prazo para ser concluída no início do próximo ano, a tempo de atender os produtores da região na entrega da safra de soja 2014/15.

Potencial - O presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, explica que a cooperativa decidiu investir em uma unidade de recebimento de grãos em Nova Andradina, “porque a região apresenta grande potencial e essa tem sido, também, uma reivindicação dos produtores locais”. Segundo ele, muitos dos agricultores que hoje ali se dedicam ao cultivo de soja e milho, são oriundos do Paraná, onde já mantinham relacionamento com a Cocamar.

Programação - Na manhã desta terça, a programação começou com um café servido na unidade de atendimento em Nova Andradina, inaugurada em fevereiro, que contou também com a participação, entre outras autoridades, do prefeito Roberto Hashioka Soler, e de sua esposa, a deputada estadual Dione Hashioka. Na oportunidade, o presidente-executivo, José Fernandes Jardim Júnior, falou sobre o objetivo da cooperativa de participar do desenvolvimento regional “como oportunidade para continuar crescendo” e agradeceu o apoio que vem sendo dado pelas autoridades do município. Já o prefeito Roberto Hashioka Soler destacou a confiança da Cocamar em Nova Andradina, ressaltando que “a chegada da mesma à região representa uma conquista para os produtores”. 

Visita - Em seguida, foi feita uma visita ao canteiro de obras, onde os dirigentes da cooperativa explicaram às autoridades e demais convidados como será o funcionamento da estrutura.

A Cocamar- Fundada há 51 anos e sediada em Maringá (PR), a Cocamar se posiciona entre as maiores cooperativas agropecuárias do País, sendo formada por 12 mil produtores associados, com propriedades nas regiões noroeste e norte do Paraná. A organização atua no recebimento e na industrialização de produtos agrícolas, sendo que em 2013 faturou R$ 2,650 bilhões - um crescimento de 12,5% sobre os R$ 2,360 bilhões alcançados em 2012.

Segundo Estado- O Mato Grosso do Sul é o segundo Estado, fora do Paraná, para onde a cooperativa leva suas operações. No ano passado foi aberta uma unidade para a comercialização de insumos agropecuários em Presidente Prudente (SP). Situada na região sudeste do Estado, Nova Andradina é considerada estratégica para os planos de crescimento da cooperativa, que atua também com extensa linha de produtos pecuários – um dos setores fortes da economia local. (Imprensa Cocamar)

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UNIMED MARINGÁ I: Reciclar, incluir e promover a cultura

Com o objetivo de reciclar, conscientizar, promover inclusão social e gerar renda, a Unimed Maringá assinou um acordo de parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Sarandi, no último dia 3 de abril. Através desse convênio e do projeto ReciclApae, os inúmeros cartões magnéticos vencidos que a cooperativa recebe diariamente de seus 180 mil clientes, e outros objetos doados, serão repassados à Apae e transformados pelos alunos em peças de artesanato e decoração, segundo a supervisora de Gestão de Pessoas e Responsabilidade Social da Unimed, Eveline de Carvalho Salvador. Tudo que for produzido será adquirido pela Unimed.

Novas possibilidades- “Estamos desenvolvendo novas possibilidades de aproveitamento desses cartões, inclusive criando brindes institucionais como chaveiros e porta lápis”, comenta Eva Aparecida Santana, coordenadora da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Associação.

Beneficiados - Cerca de 235 alunos da Apae serão beneficiados com o projeto, envolvendo diretamente os 40 que participam da EJA e da Oficina de Marcenaria, comenta a presidente da instituição, Genilda Maria de Almeida, que ressalta ainda o apoio já recebido da Unimed com a doação de alimentos e uniformes. Segundo Maria Aparecida Senhorini Zanin, diretora da Apae, além de ajudar no desenvolvimento de habilidades artísticas dos alunos e gerar renda, a iniciativa será de grande valia no ensino sobre o cuidado com o meio ambiente e o trabalho social. “Eles vão aprender na prática que dá para se aproveitar de tudo, fazendo coisas lindas”, diz.

Coral - Também com o objetivo sociocultural, no mesmo dia foi firmado o convênio com o Coral Infanto-Juvenil da Paróquia Nossa Senhora das Graças, de Sarandi. Formado há 10 anos, este conta com 60 integrantes com idade entre seis e 18 anos, a maioria de origem carente. Com repasses mensais em dinheiro, a Unimed vai ajudar a custear alimentação, viagens, compra de materiais e outras despesas, inclusive uniforme. “Com mais recursos poderemos trabalhar melhor não só a parte técnica relacionada à música, mas também a saúde vocal dos integrantes, contratando fonoaudiólogos e outros profissionais”, destaca o regente do coral, Vitor Alexandre de Souza.

Fortalecimento - As duas iniciativas, de caráter socioambiental e cultural, fazem parte da política da Unimed, que mantém parcerias com diversas instituições da cidade e da região. “Isso só fortalece nossa relação e compromisso com a comunidade”, afirma Daoud Nasser, presidente da cooperativa. (Imprensa Unimed Maringá)

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UNIMED MARINGÁ II: Corrida noturna teve mais de 2 mil participantes

A primeira etapa do circuito de corridas “Unimed Night Run – Maringá Running” foi promovida com grande sucesso na noite do último sábado (05/04), no centro de Maringá, reunindo mais de 2 mil atletas de ambos os sexos em percursos de 5 e 10 quilômetros. O ponto de concentração, a Travessa Jorge Amado, ao lado do Mercado Municipal, atraiu outras 4 mil pessoas, segundo os organizadores.

Apoio - A iniciativa de O Diário e Secretaria Municipal de Esportes e Lazer contou com a Unimed Maringá como sua principal apoiadora. Além de conferir a prova, o público se divertiu com show musical no grande palco ali montado e, entre outras atrações, teve oportunidade de tirar fotografias ao lado de dois ídolos da modalidade: o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima e a multimedalhista paralímpica Terezinha Guilhermina.

Próximas etapas- Já habituado a participar de provas rústicas na cidade, o executivo Airton Berg, que corre há cinco ou seis anos na Prova Rústica Tiradentes, disse ter gostado e garante que estará nas próximas etapas. “Realizações assim são um incentivo para investir na saúde”, frisou.

Hábitos e práticas saudáveis- “Fazer com que as pessoas se preocupem mais com hábitos e práticas saudáveis é o objetivo da Unimed ao apoiar a corrida”, afirma a gerente de Mercado Mirna Bevilaqua, ela própria uma das corredoras da primeira etapa. Mirna lembra que a cooperativa médica apoia uma série de eventos esportivos, entre os quais a Prova Rústica Tiradentes, que este ano será realizada dia 27 de abril. A gerente integra um grupo formado por colaboradores que começou a treinar há alguns meses. “Foi a minha primeira participação em corridas.”

Etapas - O circuito “Unimed Night Run – Maringá Running” é composto por três etapas e a segunda está programada para o dia 1º de junho. (Imprensa Unimed Maringá)

SICREDI: Conheça os sorteados da promoção "Seu cartão Sicredi Visa bate um bolão"

sicredi 08 04 2014A Visa, em parceria com o Sicredi, realizou uma ação especial para os associados: a promoção "Seu cartão Sicredi Visa bate um bolão". A cada R$ 120 em compras com os cartões Sicredi Visa, crédito ou débito, o associado tinha direito a um número da sorte para concorrer a 20 pacotes oficiais, com um acompanhante, para assistir aos jogos da Copa do Mundo da FIFA™. No dia 29 de março, foi realizado o terceiro e último sorteio da promoção. Todos os prêmios foram oferecidos pela Visa.

Pacotes - Os pacotes contemplam quatro dias e três noites e incluem: transporte local, acomodação em hotéis quatro estrelas em quartos duplos e café da manhã, hospitalidade pré-partida com rota para o estádio em dias de jogo, dois ingressos para assistir a um jogo da Copa do Mundo da FIFATM, R$ 300 por pessoa em um cartão pré-pago Visa, transporte terrestre pré-programado, atividade em grupo com tour no dia da chegada ou da saída, e opção de excursão local. Foram sorteados dez pacotes para a cidade de São Paulo (SP), seis para Fortaleza (CE), dois para Brasília (DF) e dois para Salvador (BA).

Aprovação - A promoção foi aprovada pelo Ministério da Fazenda sob o Certificado de Autorização SEAE/MF 04/0611/2013.

Contemplados - Os 20 associados contemplados são:

Associados do Sicredi contemplados no 1º sorteio 11/01/2014:

Sandro da Silveira, Sicredi Alto Jacuí RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo das oitavas-de-final em Fortaleza, dia 29/06/2014

Vilmar da Silva, Sicredi Augusto Pestana RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo das quartas-de-final em Fortaleza, dia 04/07/2014

Luiz Gustavo Pedroni, Sicredi União PR/SP: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em Brasília, dia 23/06/2014

João Baptista de Souza Júnior, Sicredi Alta Noroeste SP: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

Vanderlei Natal Margutti, Sicredi Augusto Pestana RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

Alcides Voitena, Sicredi Iguaçu PR/SC: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

Associados do Sicredi contemplados no 2º sorteio 15/02/2014:

Gilson Pedro de Oliveira, Sicredi Vanguarda PR/SP: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo das quartas-de-final em Salvador, dia 05/07/2014

Luiz Carlos Bendo, Sicredi Vanguarda PR/SP: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo das quartas-de-final em Fortaleza, dia 04/07/2014

Marta Beatriz Horn Schumacher, Sicredi Costa Oeste PR: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em Brasília, dia 23/06/2014

Roseli Donizette Martins Bernardes, Sicredi União PR: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em Fortaleza, dia 17/06/2014

Gustavo Alexandre de Bona, Sicredi Serrana RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

Elizandra Luzia Titton, Sicredi Vanguarda PR/SP: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

Guilherme Leonardo Costa de Moura, Sicredi Centro Serra RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014

3º sorteio - realizado no dia 29 de março de 2014:

Roberto Manuel Veleda Bermudez, Sicredi Medicred: 1 pacote categoria I para assistir ao jogo das quartas de final em Salvador, dia 05/07/2014.

Vilmar Debastiani, Sicredi Nordeste RS: 1 pacote categoria I para assistir ao jogo das quartas de final em Fortaleza, dia 04/07/2014.

Ricardo Moreira Da Fonseca, Sicredi Zona Sul RS: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em Fortaleza, dia 17/06/2014.

Amelio Antonio Pupulin Junior, Sicredi Ouro Verde MT: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014.

Aleni Ferrari Machado, Sicredi Fronteira PR/SC: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014.

Rodrigo Aparecido Monarin, Sicredi União PR/SC: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014.

Julio Cesar Dias, Sicredi União PR/SC: 1 pacote categoria II para assistir ao jogo do Brasil em São Paulo, dia 12/06/2014.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,5 milhões de associados e 1.261 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 100 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais - acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa fatura com imagem na final do Paranaense

sicredi uniao2 08 04 2014Quem foi ao Estádio do Café no último domingo (06/04), em Londrina, Norte do Estado, para ver a decisão do campeonato paranaense entre Londrina e Maringá, ou assistiu o jogo ao vivo pela TV, certamente observou que o Sicredi foi, também, um dos destaques do clássico que terminou empatado em 2 a 2. A instituição financeira cooperativa é uma das patrocinadoras da 100ª edição da competição e sua logo podia ser vista nos pontos de maior visibilidade no campo. "Com essa participação, fortalecemos ainda mais a nossa imagem", comentou o presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, lembrando que a logo da cooperativa de crédito estampa também as camisas da equipe londrinense.

Tradição - Ferreira citou que o Sicredi mantém a tradição de apoiar clubes de futebol, a exemplo do que já aconteceu, "de forma bem-sucedida", segundo ele, com Maringá, Paranavaí e Cianorte. Na região centro-leste do Estado de São Paulo, onde atua desde o segundo semestre do ano passado, a cooperativa é uma das patrocinadoras do Mogi-Mirim, equipe que disputou a série A do campeonato paulista deste ano.

Satisfação - O presidente disse ter ficado satisfeito pelo fato de Maringá e Londrina - duas cidades da região de abrangência da Sicredi União PR/SP -  estarem disputando o título do estadual. No próximo domingo, acrescenta Ferreira, todas as atenções estarão voltadas para o Estádio Willie Davids, em Maringá, para o jogo decisivo, "onde, mais uma vez, o Sicredi Fará parte do espetáculo". (Imprensa Sicredi União PR/SP)  

 

MAPA: Ministério da Agricultura tem novo Comando no Paraná

mapa 08 04 2014Conforme portaria publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira (04/04), passou a responder pela Superintendência Federal do Ministério da Agricultura no Paraná (SFA/PR), o Fiscal Federal Agropecuário, Gil Bueno de Magalhães. Ele assume o posto em substituição a Daniel Gonçalves Filho, que ocupou o cargo por pouco mais de seis anos. Magalhães é servidor do quadro efetivo da SFA/PR há 40 anos. Ao longo desses anos ele respondeu pelas chefias do Escritório Regional do Ministério da Agricultura de Castro/PR (ERMA), do Serviço de Vigilância Agropecuária (SVA) de Foz do Iguaçu, e do Serviço de Vigilância Agropecuária (SVA) de Paranaguá, este último, de dezembro de 2008 até a última sexta-feira, dia 04/04. Gil Magalhães já ocupou o cargo de Delegado Federal do Ministério da Agricultura no Paraná no período de 2001 a 2003. (Assessoria de Imprensa da Superintendência do Mapa no Paraná)

 

GRÃOS: Exportações crescem 20% pelo Corredor do Porto de Paranaguá

graos 08 04 2014O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá registrou, no primeiro trimestre do ano, aumento de 20% na movimentação dos granéis, em relação ao mesmo período de 2013. De janeiro a março de 2014, o volume de grãos exportado – soja, milho e farelo de soja – foi de aproximadamente 4 milhões de toneladas. Apenas de soja em grão, no primeiro trimestre, foram exportados 2,5 milhões de toneladas, volume 144% maior que o registrado no período, no ano passado. Já de farelo, foram  835,2 mil toneladas exportadas e, de milho, pouco mais de 500 mil.

Projeção - “Considerando a produtividade que temos alcançado nestes primeiros meses do ano, acredito que passaremos das 17 milhões de toneladas de grãos previstas para este ano”, comenta o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Caminhões - Segundo o superintendente, a quantidade de caminhões que chega para descarregar grãos no Porto de Paranaguá também aumentou: está 25% maior do que o que se registrou no primeiro trimestre de 2013.  “Nesse primeiro trimestre, recebemos quase 100 mil caminhões no Pátio Público de Triagem. Apesar desse total representar mais de 25 mil caminhões a mais do que foi recebido no período, no ano passado, continuamos sem registro de filas ou transtornos nos acessos ao Porto, graças ao trabalho em conjunto com os operadores portuários”, afirma.

Campo – As melhorias que o Porto vem aplicando na infraestrutura nesta ponta têm gerado reflexos no setor produtivo. Pedro Favoretto, 26 anos, é atualmente o maior produtor individual de soja no Paraná – em uma área de dez mil hectares plantados com o produto, colheu 600 mil sacas, cerca de 36 mil toneladas. Ele confirma o avanço. “Há dois anos, víamos filas quilométricas que faziam aumentar, e muito, o custo do frete. Hoje não ouvimos mais ninguém dizer que ficou parado na estrada. O controle do fluxo dos caminhões e outras ações desenvolvidas pelo Porto fez melhorar”, comenta o produtor.

Mais melhorias- Favoretto, que está com o milho safrinha já plantado – esperando para colher cerca de 70 mil toneladas do produto, já com seis mil toneladas vendidas para tradings – espera poder contar com ainda mais melhorias. “Falo em termos de logística, de armazenagem, de toda a cadeia do escoamento das nossas safras: está melhorando, sim, mas acho que ainda podem ousar mais, como o campo vem ousando, em tecnologia, por exemplo”, conclui.

Medidas – De acordo com o superintendente da Appa, entre as medidas que vêm sendo adotadas, nos últimos três anos, visando atender a demanda dos exportadores de soja, com qualidade, estão as mudanças operacionais, quanto às regras de atracação e carregamento; os ajustes no sistema de cadastramento e controle do fluxo de caminhões (Carga Online) e de controle e recebimento de cargas; as ações permanentes de comunicação com o campo e com os transportadores; a dragagem dos berços, da bacia de evolução e do canal de acesso do Porto de Paranaguá, onde três dragas trabalham ao mesmo tempo; e a compra de quatro novos carregadores de navios (shiploaders).

Produtividade- “Devemos ter, ainda este ano, um desses equipamentos instalado, modernizando e aumentando ainda mais a produtividade do carregamento dos grãos pelo Porto paranaense. Assim, estaremos cumprindo mais essa etapa do Programa de Governo do governador Beto Richa”, conclui Dividino. (Assessoria de Imprensa da Appa)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Soja sobe degrau e abre espaço para recorde

expedicao safra 08 04 2014A produção brasileira de soja sofreu interferência de três veranicos e de temperaturas acima de 40 graus, mas chega a 87,1 milhões de toneladas, volume 6% maior que o recorde do ano passado. As regiões poupadas pela irregularidade climática sustentam uma produtividade média nacional de 2,95 mil quilos por hectare, apurou a Expedição Safra Gazeta do Povo. Num ano em que o plantio foi ampliado em 7%, esse índice incrementa a safra nacional e dá lastro para um recorde de 195 milhões de toneladas de grãos na temporada 2013/14.

Mato Grosso- O maior respaldo para o crescimento na produção de soja vem, mais uma vez, de Mato Grosso. Líder na cultura, o estado do Centro-Oeste também teve clima irregular. Mas, o excesso de chuvas na segunda metade da colheita não impediu avanço de 2,3% em produtividade. O total de 26,21 milhões de toneladas – 2,27 milhões acima da marca de 2013 – representa 30% da colheita nacional.

Paraná - Segundo maior produtor do país, o Paraná teve a maior quebra, com perda de 1 milhão de toneladas em relação a 2012/13. O recuo de 6,4% é ainda maior se considerado o potencial da área plantada. Chega a 1,85 milhão de toneladas, volume que corresponde a 10,9% do resultado esperado. A irregularidade climática ampliou a variação dos resultados, mas está confirmada perda equivalente a R$ 1,95 bilhão no estado.

Preços - Os preços estão entre 20% e 25% acima dos patamares de um ano atrás, o que valoriza a colheita. Em Campo Novo do Parecis (Oeste de Mato Grosso), Edilson Piaia colheu dez 10 sacas por hectare a mais do que no ciclo anterior nos 3,9 mil hectares que cultiva. “A minha média fechou entre 56 sacas e 57 sacas por hectare. Foi mais do que eu esperava.” Ele pretende ampliar a lavoura da soja para 4,5 mil hectares.

Norte do Paraná- No Norte do Paraná, região mais afetada pelo clima quente, o resultado é 30% menor que o de um ano atrás. O produtor Mauro Tsuyoshi Okimura, de Londrina, conta que a soja precoce (1/3 de 725 hectares) foi menos afetada, mas a de ciclo normal (2/3) caiu à faixa de 37 a 45 sacas por hectare em lavouras com potencial para 62 sc/ha.

Milho - A safra de 195 milhões de toneladas vem sendo assegurada também pelo rendimento do milho. Apesar de a área do cereal ter sido reduzida em 9,47% no verão, a colheita praticamente repete o volume de 2012/13, chegando a 34,22 milhões de toneladas, projeta a Expedição Safra.

Menos afetado- O cereal foi menos afetado que a oleaginosa e teve boa produtividade, conforme a equipe técnica da Expedição Safra. As duas culturas representam 63% da safra nacional de grãos.

Exportações - Tanto no milho quanto na soja, os resultados impõem ao país o desafio de ampliar as exportações, aponta o coordenador da Expedição, Giovani Ferreira. A meta nacional é embarcar 20 milhões de toneladas do cereal 45 milhões de toneladas da oleaginosa.

Quebra menor que a do ano passado tranquiliza o MaToPiBa - O volume de soja e de milho que está saindo do campo é menor que o de um ano atrás no Paraná e em Goiás. Porém, os problemas climáticos se estenderam a todas as regiões do país. Mesmo assim, a colheita cresce nos demais estados porque a área plantada foi ampliada e também pelo fato de as perdas em 2012/13 terem sido mais expressivas. É o caso da nova fronteira agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o MaToPiBa.

Aumento de produtividade- Os quatro estados tiveram aumento de produtividade (15,6%, em média) e somam 8,86 milhões de toneladas de soja. O destaque é o Piauí, que teve sua maior frustração de safra em uma década no ano passado e agora registra acréscimo de 34% nos rendimentos da oleaginosa. Os produtores piauienses estão colhendo 1,52 milhão de toneladas do grão.

Goiás - As perdas foram fortemente sentidas nas regiões castigadas pelo clima. Goiás iniciou a safra 2013/14 elevando as apostas para a safra de verão, mas o saldo final decepcionou. A produtividade 9,1% menor que a da temporada anterior reduziu a colheita em 4,1% – a 8,6 milhões de toneladas.

Área ampliada- “A área foi ampliada e nos primeiros 30 dias de cultivo o clima era bom, as lavouras estavam bonitas”, lembra Carlos César de Menezes, gerente de geração e difusão de tecnologia da cooperativa Comigo, de Rio Verde. “O produtor tinha tudo para aumentar a produção neste ano”, lamenta Bartolomeu Braz Pereira, vice-presidente institucional da Faeg.

Ciclo - Os técnicos e especialistas consultados pela Expedição Safra apontam que a quebra climática não irá interromper o ciclo de crescimento na produção nacional de grãos. Eles consideram que os preços atuais e os fundamentos do mercado internacional de commodities agrícolas estimulam novo aumento na área plantada em 2014/15 na América do Sul. A temporada ainda não foi planejada pelos produtores e será semeada a partir de setembro. (Gazeta do Povo)

 

LOGÍSTICA: Custo do frete rodoviário sobe o triplo da inflação em cinco anos

O custo do frete rodoviário de cargas, responsável pelo transporte de 65% de todas as mercadorias do país, dobrou nos últimos cinco anos. A alta, de mais de 100% nos gastos, supera em três vezes a inflação oficial do período, que ficou em 31% no índice acumulado de 2009 até o final de 2013. Além de prejudicar as empresas do setor, o aumento também acaba pesando no bolso do consumidor final.

2013 - Somente no ano passado, os custos operacionais do transporte subiram 7,9%. Os aumentos de 17,3% no gasto com diesel e de 10,2% nas despesas com salários de motoristas e ajudantes foram os fatores de maior peso. Para piorar, com estradas precárias e um plano de concessões parado, os gastos mais altos não vieram acompanhados de produtividade.

Repasse - Como o frete não é tabelado, não há como medir quanto de fato foi repassado por transportador, de acordo com a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística). A associação informa que, de acordo com uma sondagem feita com 132 empresas do ramo, a maioria repassou um aumento de 5% no valor do frete ao longo do ano passado – um pouco menos do que a inflação do período. “É impossível absorver altas tão persistentes. O transporte representa quase metade do preço de alguns produtos da cesta básica”, afirma o membro do conselho de infraestrutura da MV Logística Sebastião Almagro. “Parte disso explica porque esses produtos são campeões da inflação”, completa.

Dificuldade - Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar), Gilberto Cantú, o setor enfrenta uma dificuldade ainda maior para tentar diminuir os custos. “Os fornecedores de insumos são monopólios ou oligopólios, o que complica a negociação. Somente a Petrobras fornece o diesel, são poucas empresas de caminhões e de pneus, por exemplo. Não tem como escapar.”

Ineficiência - Altas nos preços à parte, a baixa produtividade do setor também encarece as operações. “O maior problema é o custo do minuto parado. Ele dobrou nos últimos anos”, afirma o presidente da transportadora Cargolift, Markenson Marques.

Motivos - Os principais motivos são portos e estradas sobrecarregados, além das mudanças na legislação que, visando uma maior segurança para os motoristas, acabaram encarecendo as operações e aumentando o tempo das viagens. “São mudanças necessárias, mas que impactaram sensivelmente nas planilhas de custos das empresas”, afirma o diretor técnico executivo da NTC&Logística, Neuto Gonçalves dos Reis.

Rentabilidade - Segundo ele, a maior parte das empresas consegue apenas 2% de rentabilidade sobre as vendas – proporção considerada muito baixa para a atividade. Por isso, inclusive, segundo a associação, a média do endividamento das transportadoras chega a 60% do capital da empresa, enquanto o saudável seria um patamar de 35%. (Gazeta do Povo)

ENERGIA ELÉTRICA I: Até o fim do mês, 45% dos consumidores terão reajuste de 2 dígitos na conta de luz

Até o fim de abril, cerca de 45% de todos os consumidores de energia do país deverão sofrer um reajuste médio na conta de luz de dois dígitos. O aumento de preço da energia comprada pelas distribuidoras nos últimos 12 meses é o principal vilão da conta de luz. Mesmo com os esforços do governo para conter a elevação das tarifas, com aportes do Tesouro para bancar o acionamento intensivo de usinas térmicas, o valor da eletricidade disparou por conta de fatores como a alta do dólar.

Prévia - Uma prévia desse aumento foi dada nesta segunda-feira (07/04) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que autorizou altas de 14,24% e 16,46% nas tarifas residenciais da Cemig e da CPFL Paulista, respectivamente. Um conjunto de fatores influenciou a conta. O preço do megawatt-hora da hidrelétrica binacional de Itaipu, negociado na moeda americana, subiu mais de 18% no período. Sozinha, a usina fornece mais de um quinto do suprimento às distribuidoras.

Térmicas - O acionamento das térmicas também pesou na conta, embora CPFL e Cemig não apontem, especificamente, qual foi o montante absorvido dessas usinas. Segundo uma fonte ligada às distribuidoras, o cenário apresentado por Cemig e CPFL tende a se repetir, com pequenas variações, nas demais empresas do setor que, neste mês, terão pedidos de reajustes avaliados pela Aneel. Um total de nove companhias aguarda a decisão da agência.

Compra - A compra de energia pelas distribuidoras é o fator que mais pesa no índice de reajuste. No aumento concedido para a Cemig, 65% está atrelado a aquisição de energia no mercado. Os demais 35% refere-se à parcela de receita da distribuidora, um aumento que costuma ficar em torno da variação acumulada do IGP-M. No caso da CPFL, essa relação chega a ser de 75% para o custo de energia, e 25% atrelados à distribuidora.

Déficit - Numa demonstração de que pretende atenuar a todo custo os aumentos de tarifas antes da eleição presidencial, a Aneel reduziu de R$ 5,6 bilhões para R$ 1,7 bilhão a estimativa de déficit em 2014 da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o fundo setorial responsável por bancar as reduções das contas de luz e o acionamento das térmicas. Com isso, diminuiu a necessidade de acréscimos nos reajustes deste ano, que deviam ser de 4,6 pontos percentuais para cada distribuidora, a fim de cobrir o déficit inicialmente previsto. Agora, esse acréscimo atrelado à CDE deve ficar em torno de 1,5 ponto percentual.

Aporte adicional- O rombo na conta foi reduzido graças à contabilização pela Aneel do aporte adicional de R$ 4 bilhões do Tesouro no fundo. Essa decisão contraria um posicionamento assumido um mês atrás pelo diretor-geral da agência, Romeu Rufino. Durante o anúncio do pacote de socorro ao setor, em março, Rufino havia informado que o déficit de R$ 5,6 bilhões da CDE seria integralmente repassado aos consumidores neste ano.

Perspectivas - A perspectiva de aumentos de dois dígitos nas tarifas de 2014 bate de frente com as previsões do último relatório de inflação do Banco Central, que estimava uma alta de 7,5%, em média, para os consumidores residenciais. (Valor Econômico)

ENERGIA ELÉTRICA II: Com preço em alta, aumenta ritmo de geração nas usinas de biomassa

Impulsionadas pelo elevado preço da energia no mercado livre, as usinas de biomassa ampliaram em 35% sua geração de eletricidade em 2013, com aumento de 21% na capacidade instalada. Os números fazem parte de levantamento realizado pela Safira Energia a pedido do Valor, que mostra que a capacidade instalada do segmento passou de 7.342 megawatts (MW) em 2012 para 8.870 MW em 2013, e geração subiu de 1.445 para 1.946 megawatts médios. No mesmo período, o aumento médio na geração de energia, considerando todos os tipos de usinas, foi bem mais modesto, de 3%.

Preços elevados- Para o gerente de regulação da Safira Energia, Fábio Cuberos, o crescimento da geração de energia nas usinas de biomassa em ritmo superior à expansão da capacidade instalada indica que os proprietários dessas unidades estão aproveitando o momento de preços elevados no mercado livre para gerar mais e, assim, obter lucros adicionais. No sistema Sudeste/Centro-Oeste, que responde pela maior parte da geração de eletricidade no Brasil, o preço médio da energia saltou de R$ 23,14 megawatts-hora (MWh) em janeiro de 2012 para R$ 290,72 MWh em dezembro de 2013 e, desde fevereiro deste ano, tem se mantido no valor máximo permitido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de R$ 822,83.

Antecipação da colheita- Com a antecipação da colheita de cana-de-açúcar, diz Cuberos, os usineiros iniciaram antes do previsto a produção de açúcar e álcool e a geração de energia. As usinas de biomassa utilizam como matéria-prima o bagaço da cana.

Quebra de safra- Uma possível quebra na safra de cana-de-açúcar, que poderia afetar a geração de energia nessas usinas, teria pouco impacto sobre os preços da energia no mercado livre, na avaliação de Cuberos. O estudo desenvolvido pela Safira junto aos usineiros aponta expectativa de queda entre 10% e 15% na safra de cana-de-açúcar neste ano, em decorrência da estiagem.

Compensação - Entretanto, diz Cuberos, pode haver uma compensação no fornecimento de bagaço de cana entre as usinas. "Os usineiros trabalham com a possibilidade de comprar bagaço das usinas de açúcar e etanol que não produzem energia e de utilizar palha na geração de eletricidade, caso falte matéria-prima."

Custo - Com o bagaço de cana-de-açúcar sendo negociado atualmente entre R$ 100 e R$ 120 por tonelada, o custo de produção de energia nas usinas de biomassa gira em torno de R$ 400 por MWh, pelas contas do gerente da Safira. "Como o preço do bagaço de cana é muito volátil, pode haver uma subida de preços significativa, caso a demanda pelo produto aumente muito. Isso encareceria o custo da energia produzida por biomassa, podendo chegar até o teto de R$ 822 por MWh", diz.

Modelo - Cubero, porém, pondera que são poucas as usinas de biomassa que entram no modelo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para formação de preços no mercado livre. A maior parte delas, diz ele, produz energia apenas para manter suas operações de açúcar e álcool. "Somente as grandes usinas comercializam a energia excedente. Por isso, a participação desse segmento é pequena e sua influência sobre a formação de preços também." (Valor Econômico)

CÂMBIO: Dólar recua a mais baixo nível em 5 meses

cambio 08 04 2014A perspectiva de fluxo positivo para o Brasil, com o ingresso de recursos de captações de empresas brasileiras no exterior e para investimento em portfólio, e o cenário de menor aversão a risco continuam sustentando a queda do dólar frente ao real. Nesta segunda-feira (07/04), a moeda brasileira voltou a liderar os ganhos entre as divisas emergentes. Além disso, a queda da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas eleitorais e a atuação do Banco Central no câmbio, por meio das rolagens de contratos de swap, também contribuíram para que o movimento de desvalorização da moeda americana no mercado local fosse mais acentuado.

Dólar comercial- O dólar comercial fechou nesta segunda em queda de 1,07% a R$ 2,22, menor patamar desde 31 de outubro de 2013. No ano, o dólar cai 5,81%, levando o real a apresentar a segunda melhor performance entre 17 moedas emergentes, só atrás da rupia da Indonésia. Se considerarmos desde o fim de fevereiro, quando o movimento de retorno dos investimentos para os mercados emergentes ganhou mais força, a divisa brasileira apresenta a melhor performance, acumulando valorização de 5,63%.

Aposta - Com a queda de 3,24% do dólar em março, os investidores institucionais locais passaram a apostar na queda da moeda americana frente ao real, e mantinham posição vendida na divisa na BM&F de US$ 765 milhões em 4 de abril.

Fluxo positivo- A perspectiva de fluxo positivo para o Brasil tem sustentado a valorização do câmbio. A Gerdau contratou um consórcio de bancos para sondar o mercado a respeito de emissão de bônus com vencimento em 30 anos. Segundo notícia publicada no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, a perspectiva é captar pelo menos US$ 500 milhões. Ontem, o BNDES captou US$ 1,5 bilhão por meio de emissão de bônus com vencimento em 2019 e 2023. "O fluxo continua forte e o dólar deve testar o patamar de R$ 2,20 ainda nesta semana", diz Jayro Rezende, gerente de derivativos cambiais da CGD Investimentos.

Ativos de risco- Além de as captações continuarem aquecidas, o apetite maior por ativos de risco lá fora suporta o ingresso de recursos para portfólio no Brasil. "As taxas dos Treasuries americanos continuam comportadas, o que faz com que a busca por yield [retorno] continue", afirma Rezende.

Especulação - Outro fator que tem influenciado o mercado local é a especulação em relação à corrida eleitoral. No último sábado, pesquisa realizada pelo Datafolha mostrou queda da presidente Dilma Rousseff nas intenções de voto. Mesmo assim, a presidente ainda conseguiria se reeleger no primeiro turno. Os sinais de mudança na corrida eleitoral têm levado os investidores a apostarem em uma crescente possibilidade de troca de comando no próximo governo, o que tem contribuído para a queda do dólar e alta do mercado acionário.

Exterior - Lá fora, o dólar caiu frente às principais divisas depois do número mais fraco que o esperado do relatório de emprego de março nos EUA, divulgado na última sexta-feira (04/04), que reduziu a preocupação com uma antecipação da alta da taxa de juros no país. Os investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Fomc (comitê de política monetária do banco central americano) na próxima quarta. (Valor Econômico)

 

SETOR EXTERNO: Fim de sistema de preferências com a UE afeta US$ 5 bilhões em exportações

setor externo 08 04 2014A saída do Brasil desde janeiro do Sistema Geral de Preferências Tarifárias (SGP) da União Europeia vai aumentar a alíquota de importação de produtos que correspondem a cerca de US$ 5 bilhões das exportações brasileiras. O montante, captado em estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) feito a pedido do Valor, é responsável por 12% do total embarcado pelo país ao bloco nos últimos anos. O impacto maior será nos setores de químicos e máquinas e equipamentos, que vão ver as alíquotas subirem em até seis pontos percentuais em alguns produtos.

Impacto - O aumento das tarifas não se traduzirá em imediato recuo das vendas ao bloco, no entanto. Os europeus possuem taxas de importação consideradas baixas. O custo maior ou foi absorvido por subsidiárias de multinacionais europeias instaladas no Brasil sem repasse aos preços finais, ou está sendo insuficiente, em um primeiro momento, para que os clientes troquem de fornecedores.

Perda de mercado- Por outro lado, empresários e entidades setoriais que usavam o benefício dizem que pode haver perda de mercado no longo prazo caso a redução da competitividade não seja amortecida pelo acordo de livre comércio negociado entre Mercosul e União Europeia. Apesar de pequena, a vantagem tarifária ajudava na competição contra manufaturas de países asiáticos, que possuem custos menores.

Espera - A saída do Brasil do SGP do bloco europeu vem num momento em que os exportadores estão em compasso de espera em relação à prorrogação do mecanismo com os Estados Unidos. O SGP com os americanos reduz para zero as tarifas de importação de aproximadamente três mil produtos vendidos aos EUA. O mecanismo expirou no ano passado e enfrenta dificuldades para ser prorrogado pelo Congresso americano.

Competividade menor- "A maioria dos nossos produtos entra na Europa com tarifa entre 2% e 4%. Há um impacto relevante, mas não estonteante. É mais uma situação de perda de competitividade em relação aos concorrentes", afirma Klaus Müller, diretor executivo de comércio exterior da Abimaq, associação que reúne as indústrias de máquinas.

Vendas- O setor era o segundo que mais vendia dentro do SGP, com as exportações alcançando US$ 1 bilhão. Fora frutas cítricas, todos os outros produtos contidos na lista do sistema com vendas relevantes eram de manufaturados. O diretor conta que por causa do aviso antecipado - a UE informou da saída do país do sistema em outubro de 2012 - poucas empresas foram pegas de surpresa com a perda do benefício. "Houve apenas três ou quatro reclamações."

Aproveitamento - O estudo também mostra que o Brasil aproveitou boa parte do potencial de redução de alíquota oferecido pelo SGP. As exportações somaram três quartos do total elegível para o país pelo sistema em 2012, ano utilizado como referência pelo levantamento com dados do Eurostat, órgão de estatísticas da UE. O bloco, ano passado, foi o segundo maior destino em valores das exportações brasileiras (US$ 47,7 bilhões), atrás da China.

De lado- De acordo com Tomás Zanotto, diretor titular do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, o comércio com os europeus "andou de lado" nos últimos anos. "2012 é um bom ano de indicador da penetração do SGP, que foi bom, mas era a crônica de uma morte anunciada. Não é uma perda dramática e que vai mudar muito as exportações para o bloco, mas é um problema a mais em um momento de fragilidade das contas externas", afirma.

Encolhimento - O encarecimento do produto brasileiro acontece em um ano ruim para as exportações ao bloco. No primeiro trimestre, as vendas totais à União Europeia encolheram 13,3% em relação ao mesmo período de 2013, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento (Mdic). Apenas nos três primeiros meses, o Brasil exportou US$ 1,2 bilhão a menos do que no ano passado. O recuo aconteceu principalmente em função dos preços mais baixos de commodities como minério de ferro, milho e petróleo e queda de embarques de aviões e alumínio. O setor de químicos, que exporta US$ 2,5 bilhões ao ano para a UE, vendia ao bloco US$ 1,2 bilhão pelo sistema de preferências. A associação de fabricantes do setor afirma que a maioria do comércio é realizada entre empresas do mesmo grupo, mas informa que ainda não tem como mensurar impacto das tarifas maiores.

Efeito indireto- O efeito mais substancial deverá ser o indireto. Com leve desaceleração de produtos acabados, diminui a demanda da indústria brasileira por produtos químicos utilizados como insumo na fabricação de manufaturados. "Essa é a maior perda esperada. Só vamos poder avaliar com calma o efeito da saída do SGP mais para o fim do ano", diz Denise Naranjo, diretora de Comércio Exterior da Abiquim.

Avanço da economia- Apesar de ser uma notícia ruim para o comércio exterior, a saída do SGP ocorreu em virtude do avanço da economia do país. O objetivo do sistema é auxílio a países de renda baixa classificados pela média da renda per capita dos últimos três anos. Entre 2009 e 2011, a renda anual do brasileiro subiu e ficou no intervalo entre US$ 8.373 e US$ 12.576, considerada média-alta pelo Banco Mundial. "No fundo, entendemos que não havia o que fazer. A retirada do sistema foi anunciada com folga para nos prepararmos e se deveu à melhora econômica do país. Recebíamos um benefício unilateral. Os europeus estavam dando sem receber nada em troca", afirma Denise. (Valor Econômico)

 


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