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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3322 | 15 de Abril de 2014

CEDRAF: Conselho discute regulamentação da Lei Estadual de Ater

A proposta de regulamentação da Lei Estadual nº 17.447/2012, que institui a Política Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), foi o principal tema discutido, na manhã desta terça-feira (15/04), na 61ª reunião do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Cedraf), presidido pelo secretário da Agricultura, Norberto Ortigara. O encontro aconteceu na sede do Instituto Emater, com a presença de representantes das entidades que integram o Cedraf, entre elas a Ocepar. “Este e um ponto crucial para apoiar os produtores rurais, devido à complexidade da agricultura e as tecnologias empregadas no meio rural. A assistência técnica é o elo fundamental na transferência de tecnologias desenvolvidas pelas instituições de pesquisa para serem utilizadas pelos agricultores paranaenses”, disse o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti, que participou da reunião.

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SUSTENTABILIDADE: Integrada investe na formação de multiplicadores

Refletir sobre o que é sustentabilidade, analisar se as ações desenvolvidas no âmbito da cooperativa seguem esse conceito e formar multiplicadores que disseminem a ideia e inspirem a adoção de práticas sustentáveis. Este é o objetivo do curso promovido pela Cooperativa Integrada, de Londrina, e que acontece nesta terça-feira (15/04), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O curso tem a participação de funcionários de diversas unidades e regiões onde a cooperativa atua, e é ministrado pela gerente de Responsabilidade Social do Sesi Paraná, Renata Thereza Fagundes Cunha.

Abertura - O superintendente adjunto do Sistema Ocepar, Nelson Costa, fez a abertura do curso. Na ocasião, ele elogiou a iniciativa da Integrada em formar multiplicadores e destacou a importância das cooperativas desenvolverem ações sustentáveis. Já o assessor técnico, Alexandre Monteiro, que acompanha o treinamento, lembrou que a sustentabilidade pode ser tanto voltada para os negócios como para o ambiente em que a cooperativa está inserida.  “O diferencial, e que vem sendo cada vez mais valorizado pela sociedade moderna, é que a adoção de práticas sustentáveis garante a continuidade das ações das organizações, ou seja, sua sobrevivência, em sintonia com  meio em que vivemos, motivo pelo qual o tema vem sendo cada vez mais valorizado no meio empresarial”, disse Monteiro. 

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FGCOOP: Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito entra em operação

fundo garantidor 15 04 2014A conquista mais recente das cooperativas do ramo Crédito – o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) – começou a sua operacionalização como agente de proteção às operações realizadas junto aos sistemas financeiros cooperativistas.

O que é- O FGCoop é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica própria, de direito privado, de abrangência nacional, tendo como associadas todas as cooperativas singulares de crédito e os dois bancos cooperativos a saber: Bancoob e Bansicredi. Além disso, também constituem o FGCoop, as instituições que compõem o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

Marco normativo- O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, afirma que a criação do FGCoop (resolução nº 4284/13), pelo Conselho Monetário Nacional, representa um marco normativo importantíssimo para que o cooperativismo de crédito firme-se como um dos grandes players da indústria financeira.

Fundo único- “A partir de agora, temos um fundo único para o cooperativismo de crédito, que funcionará como um seguro para os cooperados de todo o Brasil. Com o FGCoop, cada brasileiro associado a uma cooperativa de crédito saberá que seus investimentos estarão protegidos, até o limite de R$ 250 mil, garantia similar à que é oferecida pelas instituições bancarias”, comemora Márcio Freitas.

Objetivos – O FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos contra as instituições associadas nas situações de decretação da intervenção ou da liquidação extrajudicial e também, no futuro, poderá contratar operações de assistência e de suporte financeiro, incluindo operações de liquidez com as instituições associadas, diretamente ou por intermédio de central ou confederação.

Contribuição – A contribuição mensal ordinária das instituições associadas está prevista pela Circular nº 3.700, de 6 de março deste ano, do Banco Central do Brasil. Ela prevê que o percentual de repasse é de 0,0125%, até o dia 25 de cada mês, sobre os saldos das contas objeto de garantia (basicamente depósitos a vista e a prazo e depósitos de poupança, no caso dos bancos cooperativos). O recolhimento mínimo mensal não deverá ser inferior a R$ 100,00.

Funcionamento – O FGCoop terá contas no Bancoob e Bansicredi, que receberão as contribuições. As centrais ou confederações deverão fazer o recolhimento em nome de suas filiadas. Já as cooperativas independentes farão o recolhimento em uma das duas contas, que serão informadas pelo FGCoop. Vale ressaltar que as cooperativas que não captam depósitos, as chamadas “capital-empréstimo”, contribuirão com o valor mínimo.

Localização – A estrutura funcional e administrativa do FGCooP está localizada na Quadra 6, do Setor de Autarquias Sul, em Brasília. Para o esclarecimento de dúvidas ou prestação de informações complementares, o interessado pode enviar e-mail para contato.fgcoop@fgcoop.coop.br ou ligar para o número (61) 2196-2819. (Informe OCB)

 

RNTRC: Recadastro de veículos será cobrado a partir de novembro

rntc 15-04 2014A validade do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) vence no próximo mês de maio. Com isso, as cooperativas de transporte de cargas, empresas e profissionais autônomos deveriam renovar as informações e promover o recadastramento. Contudo, como resultado do retorno das atividades do Grupo de Estudos de Transporte Rodoviário de Cargas, instituído no ano passado pelo Ministério dos Transportes, e do qual o Sistema OCB faz parte, o órgão decidiu dilatar o prazo para novembro.

Encontro - O encontro ocorreu na última sexta-feira (11/04), em Brasília. A prorrogação do prazo terá duas finalidades: a criação de novas regras para cadastro dos transportadores no RNTRC e a implantação do RNTRC eletrônico para o atendimento às necessidades imediatas do setor, dando continuidade ao aprimoramento regulatório do setor, com utilização de novas tecnologias.

Informações mais precisas- Com isso espera-se ter informações mais precisas a respeito do seguinte: movimentação de cargas nas rodovias brasileiras, origem e destino das viagens realizadas, dados sobre fretes praticados, menos tempo no pedágio, menos tempo na fiscalização, dentre outros.

Estudo – Além deste assunto, também constou da pauta do Grupo de Estudos de Transporte Rodoviário de Cargas o resultado de uma pesquisa realizada pela ANTT em parceria com a Polícia Rodoviária Federal. Fiscais dos órgãos acompanharam durante várias semanas a rotina de caminhoneiros que seguiam rumo ao Porto de Santos. O objetivo foi conhecer a realidade do setor, observando aspectos estratégicos como o agendamento para desembarque no porto, pontos de paradas, condições das estradas, dentre outros. (Informe OCB)

 

COPAGRIL: Associados recebem prêmios por alta produtividade de soja

Com o objetivo de reconhecer os esforços dos produtores de soja e incentivar o aumento da produtividade, a Copagril organizou o Encontro de Soja 2014. O evento foi realizado na manhã do último sábado (12/04), no Clube Concórdia, em Marechal Cândido Rondon, e contou com a presença de aproximadamente 280 associados, além de familiares e funcionários de diversas unidades da cooperativa.

Maior produtividade- No encontro, foram premiados os associados que apresentaram a maior produtividade média de soja na última safra de verão. Para chegar aos vencedores, foi avaliada a área colhida e a quantia de sacas entregue na Copagril, isto em duas categorias diferentes: áreas de cultivo de até 10 alqueires e áreas maiores que 10 alqueires.

Outras atrações- Também houve outras atrações no evento. A primeira delas foi a palestra '‘Biotecnologia’', com o presidente-executivo da Coodetec, o engenheiro agrônomo Ivo Carraro. Ele falou sobre a situação da produção agrícola no Brasil e destacou o potencial de crescimento do setor, com as novas tecnologias e o uso de mais áreas. Depois dele, o engenheiro agrônomo Edimar Oswald, da Copagril, explanou sobre as pesquisas realizadas na Estação Experimental da cooperativa. Além das informações técnicas, a Orquestra de Viola Caipira de Marechal Cândido Rondon animou os associados convidados e, para encerrar, foi servido um almoço.

Primeira edição- De acordo com o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, esta foi a primeira edição do encontro, que deve se tornar uma premiação anual. “Foi um evento teste e tivemos uma grande satisfação, porque os associados convidados compareceram e, com as palestras, ficou interessante para todos. Nossa intenção é realizar uma premiação como esta também para a produtividade do milho safrinha e fazer o evento todos os anos, como é feito com as produções pecuárias dos associados da Copagril”, declarou. (Imprensa Copagril)

Confira os associados premiados na primeira edição do Encontro Soja.

Até 10 alqueires:

3° lugar – Artur Vogt, Entre Rios do Oeste

2° lugar – Alexandre Ricardo Wickert, Quatro Pontes

1° lugar – Gerson Kowald, Margarida

Acima de 10 alqueires:

3° lugar – Marcio José Rempel, São Roque

2° lugar – Silvestre Cottica, Margarida

1° lugar – Cleirton Lucio Seidel, Quatro Pontes

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COCAMAR: 30% das lavouras de milho foram semeadas mais tarde na região da cooperativa

De acordo com o zoneamento agrícola, cerca de trinta por cento das lavouras de milho de inverno foram semeadas fora do prazo na região da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, que compreende parte das regiões noroeste e norte do Estado. A data-limite era 10 de março, mas dificuldades ocasionadas pelo clima acabaram protelando a operação, que foi completada apenas no final do mês. São 425 mil hectares no total, área 5,5% menor que a do ano passado, sendo que 83% se encontram em fase de desenvolvimento vegetativo, 13% em florescimento e 4% já no estágio de granação.

Ataque pontual- Apesar do ataque pontual de pragas como percevejos e lagartas, a situação das lavouras é considerada boa pelo coordenador técnico de culturas anuais da cooperativa, engenheiro agrônomo Emerson Nunes. Ele trabalha com uma expectativa de produtividade ao redor de 4,8 mil quilos por hectare que, se for confirmada, ficará pouco abaixo da média obtida em 2012, de 5 mil quilos/hectare. “Tem chovido bem e tudo caminha dentro da normalidade”, diz Nunes.

Problema - O problema, segundo ele, é que as lavouras semeadas tardiamente vão ficar expostas em maior grau aos riscos ocasionados pelo inverno. Se houver geadas, por exemplo, elas poderão ser mais afetadas. Como oitenta por cento da colheita devem acontecer nos meses de julho e agosto, o ciclo da cultura vai atravessar ainda o seu momento mais crítico.

Espaço - O milho de inverno perdeu parte de seu espaço para o cultivo de trigo, que está praticamente começando na região da Cocamar. De acordo com a cooperativa, 11 mil hectares foram semeados até agora e a previsão é que a lavoura ocupe 130 mil hectares este ano, 10% a mais que em 2013. (Imprensa Cocamar)

COAMO I: Solo mais fértil

No dia 15 de abril é comemorado o Dia Mundial da Conservação de Solos. Nesse ano, no Encontro de Cooperados na Fazenda Experimental Coamo, foi dado enfoque especial ao manejo do solo. Uma das estações tratou do assunto com os temas calagem e gessagem. O coordenador da estação, Luiz Cláudio Martim, engenheiro agrônomo do Detec da Coamo em Campo Mourão, diz que o objetivo foi levar informações para que o cooperado possa compreender a evolução do solo na região focando-se na correção em cima da calagem e gessagem.

Vertentes de pesquisa- Segundo Martim, o estudo da calagem e gessagem tem várias vertentes de pesquisa, pois uma região é diferente da outra. “Entendemos que todas as linhas de estudo tem seus princípios, pois as vezes os pesquisadores desenvolveram para determinada região. Então, a Coamo congrega essas linhas de pesquisa, une todas nesse dia de campo, desenvolve os trabalhos na fazenda experimental e consegue no decorrer dos anos atingir a melhor maneira, com recomendação precisa para o cooperado”, esclarece.

Análise de solo- O processo de calagem e gessagem começa com a análise de solo que, segundo o agrônomo, deve ser muito bem feita. “Nós temos o programa de Agricultura de Precisão que faz um raio-x do solo. A preocupação é agregar qualidade no processo para que o produtor tenha bons resultados”, considera Martim.

Importância - Luiz Cláudio ainda lembra a importância de trabalhos como este, onde a Fazenda Experimental contribuiu para o cenário agrícola do Brasil. “Muitos trabalhos que foram desenvolvidos aqui e beneficiaram nossos cooperados, extrapolaram as fronteiras da Coamo se tornando referência no contexto nacional. Há muita pesquisa que realizamos aqui dentro e que cria uma base, uma referência no país.”

Testemunha da evolução - O objetivo da estação sobre fosfatagem e museu do solo, que teve destaque no Encontro de Cooperados na Fazenda Experimental Coamo, foi o de mostrar aos cooperados a evolução da agricultura nos últimos anos. De acordo com o engenheiro agrônomo, Alex Fernandes Carlis, supervisor da Gerência de Assistência Técnica da Coamo e coordenador da estação, as atividades agrícolas necessitam de conhecimento que começa justamente pelo solo.

História - Foram apresentados dados e um pouco da história do solo na região de Campo Mourão que se remete aos anos 70, quando era conhecida pelos “3 S” – sapê, saúva e samambaia. “Preservamos aqui na Fazenda Experimental uma parcela do que era o solo naquela época. Quando olhamos as lavouras ao redor é visível a diferença. Devido aos investimentos realizados e ao uso de novas tecnologias a fertilidade do solo melhorou e muito, e prova disso são as produtividades que os cooperados de todas as regiões da Coamo vem alcançando”, pondera.

Tendência - Segundo o agrônomo, há uma tendência em se esquecer o que passou e dos trabalhos realizados para melhorar a condição do solo, porém é importante mostrar e comparar com o que se tem hoje. “Tínhamos um solo de pouca fertilidade e uma vegetação pobre, e olha no que transformou! Isso mostra a importância de continuar investindo para a manutenção da fertilidade”, destaca Carlis. Ele acrescenta que na parcela preservada originalmente as condições do solo pioraram ainda mais. “Sem os tratos culturais necessários o solo empobreceu novamente e não é isso o que queremos”, frisa.

Novo experimento- O agrônomo revela ainda que um novo experimento iniciado em 2012 está sendo trabalhado na Fazenda Experimental e que seguirá até 2017 com o objetivo de responder dúvidas principalmente em relação a fosfotagem do solo. “A agricultura moderna é dinâmica e precisamos pensar nas demandas existentes e nas que possivelmente poderão surgir. A evolução foi graças a um conjunto de ações da pesquisa, da assistência técnica e da adoção dos cooperados.”

Comprometimento da produtividade- O professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Marcelo Augusto Batista, observa que o ‘museu do solo’, mostra claramente que sem a utilização da calagem e fosfatagem não seria possível atingir as produtividades atuais. “Hoje são áreas muito férteis e de altíssima tecnologia. Não podemos deixar de olhar para trás para comprovar que a não utilização de tecnologias adequadas podem comprometer as produtividades. O importante é que cada produtor conheça o seu solo e que faça as correções necessárias”, diz.

Melhorando o solo - O professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Antonio Carlos Saraiva da Costa, também esteve no Encontro de Cooperados na Fazenda Experimental Coamo para levar orientações atuais sobre a calagem e a gessagem, aos cooperados. Segundo Costa, essas práticas são duas das principais, que compreendem o processo inicial do preparo da terra. “A calagem, busca corrigir o solo em cerca de 20 centímetros da superfície. È importante saber disso, pois se o agricultor pretende obter altas produtividades, precisa corrigir o solo em profundidade e para isso é necessário utilizar o gesso. É nesse momento que entra a gessagem, pois o calcário não consegue corrigir o solo em profundidade”, orienta.

Solo original- Ao fazer um resgate histórico o professor recorda que o solo original, após a derrubada da mata, por alguns anos, se conseguia produzir, mesmo sem adubação ou calagem. “Havia um reservatório de nutrientes associados à matéria orgânica da própria mata. Porém, após certo tempo, esse reservatório se esgotou e houveram quedas sensíveis na capacidade de produção. A própria área do museu do solo da Coamo mostra isso. Então, agora, há a necessidade da aplicação de adubos e além disso, é necessário corrigir o solo. Por este motivo, é preciso sempre fazer calagem e depois que se corrigiu em superfície, passa-se a pensar num solo mais profundo, para grandes produtividades. Essa área de exploração mais profunda só ocorrerá com a aplicação de gesso”, esclarece Costa. (Imprensa Coamo)

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COAMO II: Linha de Alimentos expõe novidades em feira supermercadista

coamo II 15 04 2014A Coamo, representada pelas marcas Coamo, Primê, Anniela, Sollus e Dualis, que compõe a linha alimentícia da cooperativa, participa, de 22 a 24 de abril, da 33ª Convenção Regional de Supermercados (Mercosuper), sendo também destaque como patrocinadora do evento. A feira é promovida pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras), na Expotrade Convention Center, no município de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba que, neste ano, traz o tema "O Varejo Campeão – a conquista do consumidor" – uma alusão ao crescimento do setor no Paraná, acima da média nacional e também maior que a do Sul do país.

Destaque - Tradicional na Mercosuper, a Coamo, ano a ano tem resultados significativos durante e após a feira. Em cada edição expõe novidades para o público do evento. Neste ano, o destaque do estande será o relançamento da linha de margarinas – Coamo Família, Coamo Extra Cremosa e Coamo Light, com a degustação juntamente com o Café Coamo Premium. “É a oportunidade de apresentar nossos produtos e as novidades aos revendedores que são supermercadistas em sua maioria. Eles poderão degustar as novas margarinas, além de saborear nosso café Coamo Premium, destaque em sua categoria como o melhor café superior do país em 2013”, ressalta o gerente Comercial de Alimentos, Domingos Marzulli.

É bom evoluir– As três margarinas que serão relançadas na feira trazem mudanças importantes conforme esclarece o gerente Comercial de Alimentos. “A Coamo Família com nova embalagem mais atrativa e cores marcantes, tem nova fórmula, com aroma e sabor para quem procura um produto de sabor intenso. Com ótima cremosidade e espalhabilidade, textura macia e ótima performance. Com relação a Coamo Extra Cremosa, sua formulação recebeu um toque especial para realçar o novo sabor, aroma, textura e cremosidade, com múltiplas finalidades resultando num produto diferenciado e com preço atrativo.  Já a Coamo Light teve o aroma e o sabor realçados e com textura e cremosidade macia, sem perder as características de um produto que atende a saudabilidade e qualidade de vida do consumidor. Estas duas margarinas tiveram suas embalagens modernizadas com fácil identificação de suas características”, explica Marzulli.

Produtos premiados– A Mercosuper também é uma oportunidade ímpar, segundo o superintendente Coamo, Alcir José Goldoni, para agradecer aos clientes e parceiros pelo crescimento obtido e pelos prêmios que toda a linha alimentícia vem conquistando. “Nossas margarinas, gorduras, cafés, óleo de soja e farinhas, enfim, todos nossos produtos receberam prêmios de destaque neste ano que passou. Isso demonstra que a estratégia da Coamo de continuar desenvolvendo alimentos diferenciados está sendo percebida pelo mercado. E nós agradecemos esse reconhecimento de nossos clientes”, comemora o superintendente, que aproveita para convidar os visitantes à conhecerem o estande e degustarem a evolução das margarinas e o já conhecido café Coamo Premium.

Estande– Outro aspecto que marca a tradicional participação dos Alimentos Coamo no evento está no layout desenvolvido para o estande que esta localizado no hall de entrada. A cor remete as da campanha de relançamento das margarinas. “Além de contarmos com um ambiente adequado para atender com conforto e comodidade os clientes e parceiros dos Alimentos Coamo, nosso estande tem atrativos especiais, como vitrine giratória e pontos estratégicos de destaque das novas margarinas ”, afirma. 

Tema - Para Goldoni, os temas da Mercosuper têm sido oportunos e permitem que as empresas reflitam sobre as estratégias que são adotadas e quais são as perspectivas do segmento. "A rede supermercadista está crescendo e para atender à essa demanda, a Coamo tem investido constantemente no aumento da capacidade industrial sem abrir mão da sua política de priorizar a qualidade e o sabor dos seus produtos”, considera Goldoni.

Apras Mulher-  Outro ponto importante da Mercosuper é a  Apras Mulher, que tem como objetivo desenvolver atividades sociais, congregando as mulheres (e esposas) supermercadistas, fornecedoras e empresárias vinculadas ao setor. Assim, em todas as feiras a Coamo tem contribuído com a doação de produtos, que compõem sua linha alimentícia, à Apras Mulher que os destina as entidades credenciadas. (Imprensa Coamo)

 

COCARI: Projeto Pegadas Solidárias tem EcoEletro como primeira ação do ano

cocari 15 04 2014A Liderança Jovem da Cocari deu início à primeira ação do Projeto Pegadas Solidárias de 2014. Trata-se da EcoEletro, campanha que visa a promoção de coleta e descarte correto de resíduos eletrônicos. 

Postos de coleta– A EcoEletro será implantada em toda a área de ação da Cocari no Paraná, e realizada entre os dias 19 e 24 de maio, período em que as unidades funcionarão como postos de coleta itinerantes, para facilitar aos cooperados e comunidade das regiões a entrega dos equipamentos. Os trabalhos ocorrerão sob a coordenação de representantes da Liderança Jovem de cada região.

Lixo eletrônico– Poderão ser entregues equipamentos de Informática: monitor, CPU, teclado, mouse, modem, computador, Laptop, impressora, pen drive, cabos de rede, fontes, hub, scanner, gravador de CD e DVD; Eletrodomésticos: aparelho de som, televisor, micro-ondas, aspirador de pó, forno elétrico, ventilador, depurador de ar, liquidificador; Telecomunicações: celulares e periféricos, carregador de bateria, telefone, fax, centrais telefônicas etc.; Entretenimento: vídeo game, filmadora, projetor, câmera digital, Ipod, MP3 players, toca CDs (para carros) etc.; Outros: secador de cabelo, enceradeira, copiadora, aparelho de som, vídeo cassete.

Finalidade – A iniciativa tem por finalidade despertar nas pessoas a consciência socioambiental, a fim de evitar a contaminação do meio ambiente. Outro objetivo é oportunizar aos cooperados e comunidade darem fim ao acúmulo de lixo eletrônico, que acaba sendo guardado por anos pela falta de local correto para o descarte, ou descartado em local inadequado. É importante ressaltar que estes equipamentos possuem em sua composição substâncias químicas, como chumbo, cádmio, mercúrio, berílio, entre outros, que podem provocar contaminação de solo e água.

Destino adequado– Os resíduos eletrônicos que forem recolhidos serão destinados à cooperativa Coopercanção, localizada em Maringá, o que resultará em geração de renda e emprego para diversas pessoas que integram a cooperativa, direta e indiretamente.

Benefícios – A ação organizada pela Liderança Jovem da Cocari, por meio do Projeto Pegadas Solidárias, além de zelar pelo meio ambiente, permite aos jovens colocarem em prática três dos princípios cooperativistas, sendo o 5º princípio: Educação, Formação e Informação; o 6º princípio: Intercooperação; e o 7º princípio: Interesse pela Comunidade.

Primeira entrega– O Departamento de Informática da Cocari foi o primeiro a entregar equipamentos sem uso para descarte correto. O momento foi acompanhado pelos jovens líderes, juntamente com o gerente do Departamento de Segurança, Engenharia e Meio Ambiente (Desema), Ademir Zussa, e a assistente de cooperativismo Elisabete Segalli. (Imprensa Cocari)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Crianças e alunos da Apae recebem bombons, em Floraí

Ações diferenciadas para aproximar as pessoas e melhorar o mundo. É com este propósito que, na manhã de quarta-feira (16/04), a unidade de atendimento da Sicredi União PR/SP em Floraí, região noroeste do Paraná, vai fazer a distribuição de 240 caixas de bombons para crianças da creche local e também para alunos da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). "É uma maneira muito gratificante de celebrar a Páscoa”, comenta o gerente Juliano Pazini, informando que a iniciativa partiu dos colaboradores que, com a ajuda de associados, adquiriram os presentes. Às 9h, em agradecimento, um grupo de crianças da creche fará uma apresentação em frente à unidade. Com pouco mais de 5 mil habitantes, o município está localizado em importante região produtora de grãos, a 50km de Maringá, onde predominam pequenos proprietários, que se dedicam também a outros negócios, como o cultivo de pomares de laranja, café e pecuária. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

UNIMED MARINGÁ: Atividade com crianças é programada em comemoração à Páscoa

Para comemorar a Páscoa, a Unimed promove nesta terça-feira (15/04), das 14 às 16h, em Maringá, uma ação com alunos do Centro de Atenção Psicossocial – Infantil (Caps) na comunidade Santa Felicidade. A ação será realizada em parceria com o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e da Escola Municipal do bairro. De acordo com Patrícia Sodré, analista da área de Responsabilidade Socioambiental da Unimed Maringá, o evento se propõe a orientar as crianças para a importância de uma alimentação saudável. Nesse sentido, uma nutricionista da área de Medicina Preventiva (Mep) desenvolverá atividades com foco no consumo de frutas e verduras. Ao final, será servido um lanche, com distribuição de brindes de Páscoa aos participantes. (Imprensa Unimed Maringá)

COPACOL: No pódio da Fórmula Truck

Já na segunda etapa do ano, a equipe Copacol Truck Racing, do piloto Diogo Pachenki, conseguiu um ótimo resultado na etapa de Curitiba, chegando em quinto lugar em uma corrida emocionante, neste domingo (13/04). Após ter que trocar o motor às pressas na sexta-feira (11/04), devido problemas mecânicos Diogo correu com um motor inferior e conseguiu levar no braço o caminhão da Copacol para o pódio na etapa em Curitiba. Bastante emocionado e exausto após uma hora de corrida, Diogo agradeceu todo o apoio da Copacol e da equipe que fizeram um ótimo trabalho, mesmo com todos os problemas que ocorreram na sexta-feira (11/04). “Estou bastante feliz com o resultado e vamos trabalhar para ajustar o caminhão para a próxima corrida de São Paulo, para brigarmos por posições ainda melhores”, afirma Diogo, destacando que até o fim da temporada vai brigar pelas primeiras posições do campeonato.

Próxima corrida- A próxima corrida já esta marcada para o dia 18 de maio no autódromo de Interlagos em São Paulo. (Imprensa Copacol)

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PRIMATO: Equipe de voleibol feminino patrocinada pela cooperativa conquista título

primato 15 04 2014A final da 1° etapa da Copa Integração voleibol feminino da categoria sub 14-2000, foi realizada domingo, 13, no ginásio Aldanir Ângelo Rossoni, no Jardim Coopagro, em Toledo, Oeste do Paraná. A Copa integração é uma competição regional que envolveu as cidades de Toledo, Céu Azul, Medianeira, Santa Helena, Palotina, Foz do Iguaçu e Formosa do Oeste.  

Disputa - A equipe de Toledo, que teve o Primato Supermercados com um dos patrocinadores, disputou a final contra Formosa do Oeste. E as toledanas fizeram 2 a sets a 0 com parciais de 25/18 e 25/20 em 45 minutos de partida, levando o título de campeãs. O técnico da equipe de Toledo, João Carlos Beloto, agradeceu a Primato pela parceria. “É importante quando recebemos um apoio, ainda mais da Primato, que é uma cooperativa de Toledo e que apoia o esporte, ajudando na qualidade de vida dessas atletas”, finalizou Beloto.

Copa Integração- Toledo voltará a disputar a Copa Integração de 9 a 11 de maio em Palotina. Desta vez, a etapa vai reunir atletas da categoria 97. (Imprensa Primato)

 

RECEITA FEDERAL: Cooperativas e empresas ganham prazo para se adequar ao eSocial

e social 15 04 2014Cooperativas e empresas brasileiras ganharam novo fôlego para se adequar ao eSocial, um software por meio do qual os empresários e cooperados terão de informar seus dados contábeis, administrativos e financeiros a Receita Federal. O objetivo é, além de desburocratizar, simplificar a remessa das informações da folha de pagamento consolidando a garantia dos direitos dos trabalhadores.

Melhoria - “O benefício do eSocial para os trabalhadores e cooperados será, sem dúvida, a melhoria da qualidade das informações prestadas ao governo, pelas empresas. Uma vez que todas as informações  estão disponíveis e acessíveis num único lugar não será mais necessário que o trabalhador recorra a diversos órgãos para acessar seus direitos”, avalia o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Divulgação - O governo decidiu ampliar o prazo de ajuste da ferramenta com o objetivo de que todas as suas diretrizes fossem ampla e profundamente conhecidas pelos mais diversos níveis políticos e de gestão. Anteriormente a previsão era de que o eSocial entrasse em funcionamento em janeiro deste ano.

Urgência – “Mesmo contando com uma nova dilatação no prazo para entrega, ainda não oficializado, as cooperativas devem começar a trabalhar no eSocial imediatamente, pois esta nova obrigação trará profunda mudança nos processos de geração de informações fiscais e sociais”, alerta o superintendente. Segundo ele, serão dezenas de eventos relativos a cada funcionário, que incluem registros de férias, folha de pagamento, alterações de função e salário, horário, pagamento de obrigações, entre outros.

O que muda- A Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP), DIRF, RAIS, CAGED e outras obrigações acessórias, além da entrada do módulo da reclamatória trabalhista a partir da competência janeiro de 2015.

Calendário – Embora não tenham sido publicadas no Diário Oficial da União, as empresas devem se adequar e preparar para se fazer a transmissão dos dados de acordo com o programa abaixo:

Adesão - As cooperativas e empresas de grande porte, com receita anual superior a R$ 78 milhões, a partir de outubro deste ano, deverão aderir à nova obrigação, promovendo o cadastramento inicial (tabelas e trabalhadores). Já a substituição completa de documentos como a GFIP e a GPS está prevista para janeiro de 2015.

Médio e pequeno porte- Em se tratando de empresas e cooperativas de pequeno e médio porte (lucro presumido, Simples Nacional, entidades imunes ou isentas, MEI - Microempreendedor Individual, produtores rurais e outros equiparados a empresas, como os autônomos) o prazo é ainda maior: janeiro/2015.

Segurados especiais- No caso dos segurados especiais (trabalhadores rurais que produzem em regime de economia familiar, sem utilização de mão de obra assalariada permanente), a previsão é de que o eSocal seja implementado em setembro deste ano, após uma série de capacitações que será organizada pelos representantes da categoria.

Digital -Para as empresas em geral, a escrituração do eSocial será feita por meio de arquivos digitais, que deverão ser transmitidos ao ambiente nacional utilizando a tecnologia de webservice.

Integração - As empresas deverão transmitir suas informações por meio de arquivos gerados em seus sistemas de informática (ERP), utilizando leiautes padronizados. Haverá integração direta entre o sistema informatizado do empregador e o ambiente nacional do eSocial para transmissão dos arquivos, sem necessidade de preenchimento de telas na Internet ou de programas geradores de escrituração ou declaração. Estas informações alimentarão as bases dos diversos sistemas governamentais que executam as políticas trabalhistas, previdenciárias e tributárias decorrentes dos vínculos de emprego.

Ambiente de teste– De acordo com o gerente Financeiro do Sescoop, Carlos Roberto Baena, já foi feita a primeira homologação do ambiente de teste onde foram identificadas algumas inconsistências as quais foram corrigidas pelo Serpro. “A previsão é de que no próximo mês de maio esteja disponível em um ambiente de testes, onde as empresas com webservice específico poderão acessar”, informa Baena. (Informe OCB)

 

POLÍTICAS AGRÍCOLAS: Pressão por recursos cresce em Brasília

As agriculturas familiar e empresarial estão fazendo pressão por aumento no volume de recursos do próximo Plano Agrícola e Pecuário (PAP), num momento em que o governo define os valores dos programas e promete bater martelo sobre o orçamento geral ainda em abril. Para que as reivindicações sejam atendidas, será necessário elevar o PAP de R$ 175 bilhões para R$ 220 bilhões, valor considerado alto pelo Ministério da Fazenda.

Reivindicações - Como no ano passado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebe as reivindicações com novo titular. No lugar de Antônio Andrade, Neri Geller – 4º a ocupar o posto no governo Dilma Rousseff – assegura que haverá expansão de recursos, mas não adianta valores. No ano passado, o quadro de indefinições acabou adiando o anúncio do PAP para junho. Desta vez, a intenção é antecipar o lançamento, evitando acúmulo de compromissos para o mês da Copa do Mundo.

Valores - A agricultura familiar pede ampliação de 30% no orçamento, de R$ 39 milhões para R$ 51 milhões. Uma lista de reivindicações foi entregue diretamente para a presidente Dilma Rousseff, com anúncio de que 150 mil pessoas vão estar em Brasília durante o Grito da Terra, programado para acontecer entre os dias 12 e 22 de maio. O documento, com 300 itens, foi apresentado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, a Contag.

Empresarial - Já a agricultura empresarial fez uma série de reuniões com representantes do governo federal nos estados. As reivindicações apresentadas pelo setor no Paraná cobram orçamento de R$ 170 bilhões, com 25% de reajuste sobre a temporada 2012/13. O documento, com 67 propostas, elaborada por diversas entidades da cadeia produtiva no estado foi entregue aos representantes dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Mapa, ainda no mês de fevereiro

2013 - No ano passado, houve reajuste de 18% para a agricultura empresarial, com orçamento de R$ 136 bilhões para safra 2013/14, o maior da história. A principal novidade foi anúncio R$ 25 bilhões para construção de novos silos, que seriam liberados em cinco anos, com juros de 3,5%.

Área com seguro subsidiado cresceu 85%, aponta o governo - A estruturação do sistema de seguro agrícola está entre as reivindicações que unem agriculturas familiar e empresarial. Enquanto não opera com seguro de renda nem constitui um Fundo de Aval – o que ampliaria o interesse das seguradoras pela agropecuária –, o governo oferece ajuda para pagar os contratos, que asseguram basicamente custos financiados.

Evolução - De acordo com dados do próprio governo, houve evolução significativa no programa de subvenção ao seguro agrícola, que teve orçamento de R$ 700 milhões para a temporada 2013/14. Com mais recursos para o custeio de parte dos contratos de seguro, a área assegurada teria aumentado 85%, passando de 5,2 milhões para 9,6 milhões de hectares.

Repasse - O repasse, por sua vez, saltou de R$ 318,2 milhões para R$ 557,8 milhões de 2012 para 2013. Com isso, os valores segurados praticamente dobraram, passando de R$ 8,7 bilhões para R$ 16,8 bilhões. A Região Sul, que contratou 60% das apólices subsidiadas, teria recebido 54% dos R$ 557,8 bilhões.

Paraná - O Paraná, estado que mais contrata seguro no país, manteve participação de 26% nas subvenções (R$ 143,2 milhões), conforme o Mapa. Sozinho, teria contratado seguro com ajuda do programa para assegurar financiamentos referentes a 2,5 milhões de hectares cultivados – equivalente a pouco mais da metade da área da soja, principal cultura do setor. As culturas mais beneficiadas com o subsídio foram oleaginosa (R$ 74,9 milhões), milho de inverno (R$ 30 milhões), trigo (R$ 27 milhões) e milho de verão (R$ 7,4 milhões). Fora essas, a única cultura a receber mais de R$ 1 milhão foi a maçã (R$ 1,6 mi).

Complemento - R$ 6,4 milhões. Esse é o valor total disponibilizado pelo governo do Paraná para complementar a subvenção federal ao seguro rural na safra 2013/14. O recurso atendeu 29 culturas, entre frutas, grãos, cultivos florestais e pecuária. A contribuição máxima do estado foi de R$ 4,8 mil por produtor.

Mínimo-R$ 200 bilhões. Esse é o valor mínimo que os representantes da cadeia produtiva do Paraná esperam que o governo federal libere para o Plano Safra 2014/15, sendo R$ 170 bi para agricultura empresarial e R$ 30 bi para a familiar. Na temporada passada, o montante foi de R$ 156 bilhões – R$ 136 bi e R$ 20 bi para empresarial e familiar, respectivamente. (Gazeta do Povo)

GRÃOS: Milho sobe no país e produtor segura oferta

graos 15 04 2014Depois de ter ficado abaixo do preço mínimo em várias regiões do país em 2013, por conta do excesso de oferta no mercado interno, o milho voltou a se valorizar e já acumula alta de quase 20% este ano. Os recentes aumentos, contudo, não foram suficientes para estimular os produtores a acelerar as vendas. Na expectativa de que os preços subam ainda mais, os agricultores colocaram o pé no freio da comercialização, e os demais elos da cadeia já se preparam para absorver os impactos dessa elevação do grão.

Negociações lentas- "As negociações estão mais lentas há pelo menos duas semanas", afirma Ariel Encide, da Diversa Corretora de Cereais, em Rondonópolis (MT). Conforme o corretor, boa parte dos produtores da região acredita que a saca possa chegar aos R$ 23,50, acima dos atuais R$ 21,50 a R$ 22 por saca. "Acho que isso deve acontecer, mas em maio ou junho, quando estiver mais clara a situação da safrinha", diz.

Supersafra - A supersafra brasileira de milho no ano passado inundou o mercado e deprimiu os preços. Porém, no último trimestre de 2013, os estoques apertados nos Estados Unidos e as previsões de que os americanos diminuiriam o plantio do grão na safra 2014/15 - que já começou a ser plantada - deram novo fôlego às cotações.

Área menor- No Brasil, a área também acabou reduzida em 2,3% no ciclo 2013/14, ante o ciclo anterior, para 8,8 milhões de hectares, conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A confirmação, dada em março, que 25% da segunda safra de milho em Mato Grosso - maior Estado produtor - foi semeada fora da janela ideal, devido às intensas chuvas, deu impulso adicional aos preços.

Produtores capitalizados- Leonildo Bares, presidente do Sindicato Rural de Sinop (MT), diz que não há pressa em comercializar o milho porque os produtores estão capitalizados, especialmente depois da sequência de boas safras de soja. "Eu, particularmente, não venderei uma saca antes que o preço chegue a R$ 18, e sou acompanhado por muitos", afirma. Atualmente, a saca em Sinop é negociada entre R$ 10 e R$ 13, mas Bares acredita que vá chegar aos patamares de 2012, entre R$ 16 e R$ 20.

Valorização - Em março, o preço médio da saca de milho registrou valorização de 7,25% no mercado doméstico, em relação ao mês anterior, conforme o indicador Cepea/Esalq. O avanço foi muito semelhante ao aumento de 7,68% verificado no mesmo período na bolsa de Chicago, referência mundial para a formação de preços da commodity. Em abril, os preço médio doméstico já cedeu (caiu 4,6% ante março), mas o movimento é encarado no mercado como uma correção depois das recentes altas.

Estimativa - "Porém, com a colheita menor e o aumento da demanda mundial, o milho vai subir", estima o presidente do Sindicato Rural de Sinop. As cotações do milho têm influência decisiva nos preços das carnes uma vez que o grão é um dos principais componentes da alimentação animal - o que significa que os reflexos no varejo já estão a caminho.

Frango - "Acredito que a alta do milho será sentida nos preços do frango no segundo semestre", diz Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Estima-se que cerca de 75% da ração das aves seja composta por milho. O peso da matéria-prima é muito próximo na ração dos suínos, mas no caso dos bovinos a importância é menor, tendo em vista que o gado confinado representa muito pouco dessa criação (menos de 10%).

Nordeste - No Nordeste do país, os preços do milho também já são negociados em níveis mais atraentes para o produtor, em função da menor oferta. No Maranhão, o aumento do preço foi de quase 30% entre janeiro e março, para R$ 32 a saca em média, segundo Claudeir Pires, da corretora Pires, em São Luís. "Nem nos nossos melhores sonhos imaginávamos que o preço do milho chegaria ao patamar atual quando começamos o plantio de verão", conta.

Paraná - No Paraná, segundo maior produtor nacional, o milho atingiu o menor valor de 2013 no mês de outubro (a R$ 17,26 por saca, em média), e desde então subiu 35%, para R$ 23,29 em março, indica levantamento do Departamento de Economia Rural (Deral), ligado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado. O grão fechou a última semana ligeiramente mais valorizado que no mês passado, a R$ 23,52 por saca no Estado. "A tendência é que esses bons preços se mantenham. A segunda safra de milho já terminou de ser plantada no Paraná, mas agora vem o frio e ainda há muito risco de geadas", lembrou Marcelo Garrido, economista do Deral.

Viés para cima- "Todo o viés do milho agora é mesmo para cima. Não vejo como jogar os preços para baixo", avalia Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria. A economista prevê que a cotação média do grão em 2014 no país seja 12% superior à do ano passado, e alcance R$ 30,32 por saca. "No começo do ano, não tínhamos essa percepção de alta muito clara. Apesar de acharmos que o plantio de milho seria desestimulado nos EUA, acreditávamos em uma produtividade boa aqui no Brasil, mas a seca no Sul foi pior que o esperado", concluiu.

Exportações menores- As exportações de milho do Brasil, por sua vez, tendem a ser menores que as do ano passado, na avaliação de Amaryllis. A estimativa é de uma queda de 13,3%, para 23,08 milhões de toneladas.

Explicação - Para a economista, o aumento dos embarques dos EUA, reflexo da safra recorde do país em 2013/14, explica a queda prevista nas vendas externas do Brasil. No relatório divulgado na semana passada, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) projetou um aumento de 7,7% nas vendas externas do cereal pelo país, ante a estimativa de fevereiro, para 44,45 milhões de toneladas. O volume é 139% maior que o embarcado em 2012/13, quando a produção americana sofreu com uma grave estiagem. (Valor Econômico)

 

VBP: Riquezas no campo devem somar maior valor da história

vbp 15 04 2014O Valor Bruto da Produção (VBP) das lavouras e da pecuária devem atingir o maior resultado já registrado no país, alcançando R$ 445,75 bilhões – alta de 1,8% sobre os R$ 437,99 bilhões obtidos no ano passado e atual recorde nacional. O estudo foi elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (AGE/Mapa) durante o mês de março de 2014.

Projeção - A projeção é realizada todos os meses e tem como base os levantamentos da safra feitos periodicamente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no caso das lavouras, e da pesquisa trimestral do abate de animais feita pelo IBGE, em relação à pecuária, além de estudos dos preços médios pagos aos produtores realizados por institutos de pesquisa de mercado.

Crescimento - Em relação ao VBP das lavouras, o crescimento deverá ser de 3,2% em relação a 2013, alcançando R$ 293,43 bilhões. Entre os destaques positivos estão as culturas de algodão (+73,2%), pimenta-do-reino (28,6%), laranja (24,6%), cacau (+14,9%), mandioca (13,6%), banana (12,1%), café (10,5%), maçã (8,9%) e soja (8,3%).

Pecuária - Já a pecuária deve alcançar R$ 152,32 bilhões, com destaque para as carnes bovina, com alta de 16,2% sobre o ano passado, e suína (+10,9%).

Comportamento favorável- “De modo geral, o comportamento das atividades agropecuárias este ano é favorável. A maior parte dos produtos analisados vêm apresentando aumento no valor da produção”, explica o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

Regiões - Os resultados regionais devem garantir o Centro-Oeste como o principal VBP do país, com R$ 110,7 bilhões, seguido pelo Sul (R$ 108,7 bilhões) e Sudeste (R$ 107,3 bilhões). Já os valores por estado garantem os primeiros lugares, respectivamente, para São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás. As cinco localidades são responsáveis por 62,4% de toda a riqueza produzida nos campos brasileiros. (Mapa

Clique aqui para baixar as tabelas do VBP de março.

 

CANA-DE-AÇÚCAR: Unica defende aumento de etanol anidro na gasolina

A União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica) defende mais uma vez o aumento do porcentual de etanol anidro na gasolina, em nota divulgada à imprensa. “O possível impacto no preço da gasolina para o consumidor e ganhos importantes em termos ambientais, de saúde pública e até para a balança comercial brasileira estão entre os principais argumentos a favor do aumento da mistura de etanol anidro na gasolina, dos atuais 25% para 27,5%”, diz.

Sugestão - O aumento da mistura foi sugerido pela indústria ao governo. “Qualquer aumento na mistura de etanol na gasolina significa a substituição de um componente, a gasolina pura que na refinaria custa R$ 2,40 o litro, por outro, o etanol anidro vendido pelo produtor por cerca de R$ 1,50. Essa diferença permite, potencialmente, algum recuo no preço final da gasolina na bomba,” diz o comunicado assinado pela presidente da associação, Elizabeth Farina.

Coerência - Adotar a mistura de 27,5% seria, segundo ela, uma questão de coerência, já que o governo vem impondo à Petrobras a manutenção de um preço artificialmente baixo para a gasolina a nível de refinaria, para evitar que a gasolina tenha impacto sobre a inflação.

Vantagens ambientais- Em relação às vantagens ambientais, a Unica diz que são amplamente conhecidas e profundas. “A melhora na qualidade do ar, particularmente em regiões metropolitanas, é comprovada em estudos realizados pela Universidade de São Paulo que são referência internacional, apontando queda no número de internações por doenças respiratórias e cardiovasculares, redução no número de óbitos e queda significativa nos custos da saúde pública”.

Resistência - Sobre a resistência da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ao aumento da mistura, a Unica diz que a entidade superestima o impacto do aumento do porcentual de anidro à gasolina. “Ela não indica a base utilizada para as comparações feitas, mas sabe-se que a Anfavea normalmente utiliza o E22 (gasolina com 22% de etanol) como referência para medir consumo e emissões. Qualquer análise deve ser feita tomando como base a mistura vigente, de 25%. Utilizar uma base inferior produz aumentos nas avaliações, que não são condizentes com a realidade'.

Impacto - Sobre possível impacto nos motores, diz que peças e componentes que entram em contato com o combustível devem suportar o aumento na mistura, já que há vários anos se pratica no Brasil o limite final de 26% de mistura. “Afirmar que essas peças e componentes não poderiam suportar um aumento de 1,5% na mistura não é razoável pois elas são produzidas com amplas tolerâncias. Desconsiderar esse fato seria o mesmo que admitir que esses produtos são de baixa qualidade”, termina o comunicado. (Valor Econômico)

PORTOS: Movimentação de cargas cresce 15% no primeiro trimestre no Paraná

portos 15 04 2014A movimentação de cargas pelos portos de Paranaguá e Antonina atingiu a marca das 11 milhões de toneladas neste primeiro trimestre. O volume é 15% maior do que aquele registrado no mesmo período de 2013. Entre os destaques está a exportação de soja, que já é 157% superior aos três primeiros meses de 2013, totalizando 2,7 milhões de toneladas exportadas. A exportação de farelo de soja apresentou alta de 8%, totalizando 883,7 mil toneladas.

Açúcar - A exportação de açúcar também registrou crescimento: foram 1 milhão de toneladas de janeiro a março deste ano, o que representou alta de 19% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

Veículos - Outro número que chamou a atenção no fechamento do trimestre foi o da exportação de veículos, que este ano está 115% maior do que o registrado em 2013. Até agora, foram exportados 14,8 mil unidades de veículos, contra 6,9 mil no mesmo período de 2013. Na importação, a alta dos veículos foi de 3%, totalizando 16,3 mil unidades importadas.

Fertilizantes - Ainda entre os produtos importados, outro destaque foi o fertilizante: 2,2 milhões de toneladas até agora, o que representou alta de 8%.

Concessão - Para o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino, os números expressivos registrados pela movimentação dos portos de Paranaguá e Antonina reforçam a necessidade de agilidade nos processos de concessão nos portos do Paraná. "Estamos realizando melhorias operacionais, mas que são limitadas. Para continuarmos atendendo a contento a demanda nacional, é preciso aumentar a capacidade operacional do Porto", avalia.

Alerta -O Secretario de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, acredita que a demora do Governo Federal em promover as novas concessões para novos terminais portuários coloca todo o setor produtivo em alerta. "Com o contínuo crescimento da produção agrícola no sul do país, precisamos de providências urgentes do Governo Federal no sentido de estabelecermos condições para o escoamento dos produtos do nosso Estado", afirma. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BRASIL: Balança comercial tem superávit de US$ 522 milhões na 2ª semana de abril

A balança comercial brasileira teve superávit (exportações maiores que importações) de US$ 522 milhões na segunda semana de abril. O valor é resultado de US$ 4,672 bilhões em exportações contra US$ 4,150 bilhões em importações. No ano, o déficit acumulado está em 6 bilhões. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (14/04) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Média diária- Na segunda semana do mês, a média diária das exportações, que corresponde ao volume financeiro vendido por dia útil, ficou em US$ 934,4 milhões, valor 3,3% inferior ao patamar da primeira semana do mês, mas 1,1% superior ao registrado no mesmo período de 2013.

Queda semanal- A queda semanal das exportações decorre da retração nas vendas externas das três categorias de produtos da balança: semimanufaturados (-11,4%), básicos (-3,2%) e manufaturados (-2,6%). Açúcar bruto e refinado, couros e peles, ouro, soja em grão, petróleo, carne suína, milho, combustíveis e motores para veículos estão entre os produtos que registraram recuo.

Comparação- Na comparação anual, as vendas de produtos não industrializados subiram 7,8%. Cresceram as exportações de petróleo bruto, minério de cobre, carne suína, café, soja e milho. Já o comércio de manufaturados e semimanufaturados caiu, respectivamente 7,7% e 3,9%, com perda de receita nas vendas de automóveis, veículos de carga, autopeças, óleo de soja e açúcar bruto.

Importações - Do lado das importações, a média diária ficou em US$ 942,6 milhões, 2,2% maior que a registrada em março deste ano e 4,1% inferior à de igual período de 2013. Na comparação mensal, houve alta nas importações de combustíveis e lubrificantes, siderúrgicos, adubos e fertilizantes, instrumentos de ótica e precisão e químicos orgânicos e inorgânicos. No ano, caíram os gastos com adubos e fertilizantes, veículos automóveis e partes, combustíveis e lubrificantes e farmacêuticos. (Agência Brasil)


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