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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3358 | 09 de Junho de 2014

SISTEMA OCEPAR: Senadora Gleisi Hoffmann participa da reunião da diretoria

Lei Cooperativista, ato cooperativo, ramo infraestrutura, tributação, concessões dos terminais portuários e plano safra, foram alguns dos temas abordados pelos diretores do Sistema Ocepar com a senadora Gleisi Hoffmann, na manhã desta segunda-feira (09/06) durante reunião da diretoria da entidade, em Curitiba. A ex-ministra da Casa Civil esteve acompanhada pelo deputado estadual Elton Welter (PT/PR) e dos assessores, Leonis e Debora Matos.

Interlocutora – Desde que deixou a Casa Civil e reassumiu como senadora, esta é a primeira vez que ela visita a sede da Ocepar. “Mas isso não quer dizer que não estamos acompanhando as principais reivindicações do setor”, frisou. Gleisi lembrou que sempre teve uma interlocução proativa com o sistema e as cooperativas paranaenses, especialmente através do seu presidente João Paulo Koslovski. “Sempre vou procurar mediar para que tenhamos, em Brasília, posições que valorizem, melhorem e impulsionem o cooperativismo no Paraná e no Brasil. Sem sombra de dúvida, este é um sistema gerador de desenvolvimento. Quem dera se tivéssemos este grau de evolução experimentado pelo cooperativismo no Paraná em outros estados, teríamos outra realidade tanto econômica como social. Essa é nossa missão: além de fortalecer, ampliar o cooperativismo em todos os ramos”, disse a senadora.

Lei e Ato- Sobre a Lei Cooperativista, a senadora se comprometeu em analisar todas as propostas apresentadas pela Ocepar e pelas cooperativas. “Já tínhamos avançado muito e agora recrudesceu um pouco, vamos dialogar e achar a melhor saída”. Sobre o Ato Cooperativo ela disse que é necessário que a OCB indique um novo parlamentar para tratar do assunto em substituição do relator anterior, deputado André Vargas. “São duas legislações importantes, não só do setor cooperativista, mas também para o desenvolvimento do País”, disse.

Infraestrutura- O presidente João Paulo Koslovski, que representa o ramo de infraestrutura no Conselho da OCB, falou sobre o tratamento que vem sendo dado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) onde não leva em consideração as características e peculiaridades das cooperativas de eletrificação. “Me comprometo que ainda nesta semana vou conversar com o presidente da Aneel, para ver o que é preciso fazer, se for necessário criar uma medida legislativa para resolver este assunto. Não tem justificativa que cooperativa seja tratada como uma empresa mercantil, seja ela de energia, saúde ou agrícola”, disse a senadora.

Porto- Sobre a não inclusão do Porto de Paranaguá pela Secretaria dos Portos na Consulta Pública anunciada recentemente, a senadora disse que foi informada de que nesta Portaria apenas constam aqueles 17 Portos que não tinham decretos, ou seja, que estavam irregulares em relação a poligonal. “No caso do Paraná a SEP disse que vai colocar em consulta pública o pedido de mudança e a comunidade possa se manifestar e depois vire um decreto apropriado”.

Chuvas – A senadora também disse que as chuvas que caíram no último final de semana, deixando dezenas de municípios em estado de emergência, preocupada o governo e ela em particular. “Acabei de sair de uma reunião com diversos prefeitos e ainda hoje pela manhã já entramos em contato com a Defesa Civil, o ministro da integração esta chegando a tarde no Paraná junto com sua equipe para ver o que é possível fazer de forma emergencial para dirimir o impacto desses pontos de alagamentos e que deixou milhares de famílias desabrigadas e cidades incomunicáveis”, frisou. A própria reunião da diretoria foi prejudicada devido as fortes chuvas e que impediram que vários integrantes não pudessem se deslocar até Curitiba.

Dirigentes- Segundo o presidente da cooperativa Bom Jesus, no município da Lapa, a presença da senadora Gleisi Hoffmann nesta reunião é positiva na medida em que toma conhecimento das principais demandas apresentadas pelo presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski. “Por outro lado, a gente ainda vê uma certa resistência, por diversas áreas do governo, em atender os pleitos com uma maior agilidade como nós precisamos, como é o caso da receita federal e do ramo de infraestrutura”, disse.

Diálogo- Já o presidente do Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock destacou que tanto a Ocepar, como a própria senadora, tem mantido um bom diálogo e isto tem ajudado o setor. “Com uma forma muito clara e transparente de atuar, a senadora ouviu nossos pleitos e com certeza fará todos os esforços necessários para tentar soluciona-los. Ela é uma estudiosa do cooperativismo, por tem se dedicado, seja como ministra ou agora como senadora na defesa dos interesses do setor”, lembrou.

Atenção - “A senadora Gleisi sempre foi muito atenciosa com o sistema cooperativista. Mais uma vez foi importante a presença dela aqui no Sistema Ocepar para que ela pudesse ouvir as nossas reivindicações e sugestões. Ela tem sido uma importante interlocutora dos nossos pleitos. Numa uma avaliação geral, acredito que a reunião foi muito boa e esperamos que, com isso, nós também tenhamos ajudado com informações que poderão ser acrescentadas em seu trabalho”, afirmou o presidente da Cooperativa Copagril, Ricardo Chapla. 

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CONTRAN: Conselho altera limites para pesagem de veículos

contran 09 06 2014O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) alterou, na sexta-feira (06/06), os limites referentes à pesagem de veículos. A mudança foi oficializada por meio de publicação, no Diário Oficial da União, da Resolução nº 489. A partir de agora, os limites de tolerância admitidos são: 5% sobre os limites de pesos regulamentares para o peso bruto total (PBT), peso bruto total combinado (PBTC) e Capacidade Máxima de Tração (CMT); 7,5% sobre os limites de pesos regulamentares por eixo para aqueles veículos que excederem os limites estabelecidos no inciso I, e 10% sobre os limites de pesos regulamentares por eixo para aqueles veículos que não excederem os limites estabelecidos no inciso I.

Aferição - A resolução ainda informa que “o veículo poderá prosseguir viagem sem remanejamento ou transbordo, desde que os excessos aferidos em cada eixo ou conjunto de eixos sejam simultaneamente inferiores a 12,5% do menor valor entre os pesos e capacidades máximos estabelecidos pelo Contran e os pesos e capacidades indicados pelo fabricante ou importador”.

Avaliação – Segundo o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola, as mudanças realizadas pelo Contran foram benéficas para o setor de transportes. “O acréscimo de mais 2,5% na tolerância vai viabilizar a redução da ociosidade da frota”, considera. Ele lembra que estudos apresentados pelo conselheiro do Contran e chefe do gabinete do Denatran, Evaldo Barbosa, mostravam que o aumento de 7,5% para 10% da tolerância na aferição do peso por eixo vai permitir que os veículos sejam utilizados para a capacidade de carga para os quais foram dimensionados.

Insegurança - De acordo com Gogola, antes da publicação da Resolução 489, estavam ocorrendo frequentes renovações da tolerância de 7,5% no peso por eixo. “Isso gerava grande insegurança para o setor, visto que o percentual original relacionava-se a 5%. A operação do transporte estava sendo prejudicada pois grande parte da frota circulava com o Peso Bruto Total (PBT) abaixo do limite - algo em torno de 15% -, o que representava um custo para transportadores pois, devido à movimentação da carga, muitos transportadores foram autuados e multados por excesso de cargas no eixo e com o veículo abaixo do PBT regulamentado”, afirmou. (Com informações do Portal Brasil e da Imprensa Nacional)

Clique aqui para acessar a Resolução nº 489, do Contran

 

ABC: Cooperativas inauguram moinho de trigo implantado com apoio do Estado

A importância dos investimentos industriais feitos pelas cooperativas agrícolas paranaenses, em especial pelo potencial de criação de empregos no interior, foi destacada pelo governador Beto Richa na inauguração do novo moinho de trigo, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. O moinho, considerado um dos mais modernos do País, recebeu investimentos de R$ 60 milhões, pertence às cooperativas agroindustriais Batavo (Carambeí), Castrolanda (Castro) e Capal (Arapoti) e recebeu o apoio do governo estadual, por meio do Paraná Competitivo.

Parceria - Richa lembrou que os empreendimentos apoiados pelo governo estadual nos últimos anos já somam investimentos de R$ 30 bilhões. “As cooperativas são todas parceiras do governo estadual nesse amplo processo de crescimento. O setor é um dos que mais aproveita dos programas do governo estadual, em especial do Paraná Competitivo. Isso é importante porque elas têm formidável poder de geração de emprego no interior”, afirmou Richa. “Estamos colhendo os frutos do programa de expansão industrial. Esse novo moinho de trigo é um exemplo, pois vai criar ainda mais oportunidades para esta região, com mais empregos e, principalmente, agregando valor à produção dos agricultores”, disse ele.

Agregação de valor- Richa ressaltou que, neste ano, o Paraná deverá produzir cerca de 4 milhões de toneladas de trigo, mais da metade da produção nacional. “O governo apoia as cooperativas porque elas agregam valor aos produtos primários”, disse ele.

Agroindustrialização  - Segundo o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná, João Paulo Koslovski, o setor do agronegócio paranaense prevê para este ano investimentos da ordem de R$ 3,4 bilhões - 80% do total voltados a projetos de agroindústrias. “O apoio do governo é fundamental, pois esses empreendimentos agregam valor à produção primária, o que é bom para a população, para o setor produtivo e para o País”, disse ele.

Paraná Competitivo- Os dirigentes das cooperativas donas do empreendimento ressaltaram a importância do apoio do governo estadual, por meio do Paraná Competitivo. “O programa viabiliza os projetos das indústrias em espaço mais curto de tempo, eles têm retorno mais rápidos”, declarou o presidente da Batavo, Renato Greidanus. Para o presidente da Capal, Erick Bosch, o apoio do governo foi decisivo. “No momento em que mostramos o projeto para o governador Beto Richa e os secretários, percebemos que nos levaram a sério. Criar algo do zero não é fácil e o apoio faz toda diferença”, disse ele. .

Planejamento – Frans Borg, presidente da Castrolanda, ressaltou o planejamento do programa do governo estadual. Há estímulo para a agroindustrialização, o que significa investimentos no interior. Indústria no interior gera muito desenvolvimento direto e muito mais indireto, em emprego, em infraestrutura, em negócios”, disse Borg.

Segurança - O prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel, afirmou que a política municipal, aliada à política estadual, dá segurança aos empreendedores para investimentos em Ponta Grossa. “O município já é um dos principais polos logísticos industriais do País e bate recordes de geração de emprego”, disse Rangel.

Polo - Para o secretário estadual da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Horácio Monteschio, o novo empreendimento consolida os Campos Gerais como um dos principais polos de investimentos industriais. “Isso demonstra a capacidade da região de organização e atração de empreendimentos”, disse ele.

Tradição – O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressaltou que os principais beneficiados pela agroindústria são os agricultores sócios das cooperativas, pela agregação de valor à produção. “Este é um investimento corajoso, que repete o exemplo do que já foi feito pela Coamo, pela Coopavel e tantos outros moinhos modernos, que acrescentam a capacidade de processar a produção paranaense”, afirmou o secretário.

Cadeia produtiva– O presidente da Batavo explicou que que o moinho de trigo é um novo marco na industrialização do trigo no Paraná e no Brasil. “É um dos mais modernos do País, dentro de padrões técnicos internacionais”, afirmou. Com área de 10 mil metros quadrados, o moinho que possui alta tecnologia em equipamentos, além de modernas técnicas de gestão e processos.

Capacidade inicial- O novo empreendimento tem capacidade inicial de produção de 400 toneladas por dia e um consumo de 120 mil toneladas ano de trigo até 2015. O empreendimento irá atender indústrias de massas, panificação e biscoitos, com grande diversidade de blends da mais alta qualidade e padronização. O moinho além de atender a uma demanda dos produtores rurais da região, irá possibilitar o crescimento da cadeia produtiva do trigo, fortalecendo o agronegócio e agregando valor ao produto. Serão gerados mais de 80 postos de trabalho trazendo emprego e renda à região dos campos gerais.

Modular - Segundo o presidente da Batavo, Renato Greidanus, o empreendimento é modular, o que significa que o investimento poderá ser dobrado e até mesmo triplicado futuramente.

Presenças – Participaram da inauguração do Moinho de Trigo o senador Álvaro Dias, os secretários estaduais da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, e do Cerimonial e Relações Internacionais, Ezequias Moreira; o assessor especial da Juventude Edson Lau; os deputados federais Reinhold Stephanes, Sandro Alex e André Zacharow e os deputados estaduais Plauto Miró e Péricles Mello. (Agência de Notícias do Paraná)

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SESCOOP/PR: Programa de Certificação de Conselheiros tem início na Batavo

O Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos está com mais uma turma aberta. Desta vez, são 40 participantes, contemplando o presidente, diretores, cooperados e filhos de cooperados da Batavo. A aula inaugural aconteceu na manhã desta segunda-feira (09/06), em Carambeí, na região paranaense dos Campos Gerais. O curso tem duração de 132 horas e será realizado até o mês de dezembro. O presidente da Batavo, Renato Greidanus, enfatizou a importância do treinamento visando a qualificação e a profissionalização da gestão da cooperativa, a interação do grupo, buscando sinergias e se preparando para um futuro desafiador que se projeta. “Em suma, a capacitação irá preparar a todos para torná-los mais aptos para subsidiar a melhor tomada de decisão tanto na gestão da cooperativa quanto na gestão da propriedade”, frisou.

Aprendizado - Para Walter Ribas, gestor de pessoas da Batavo, o treinamento demonstra mais uma vez o alinhamento estratégico da diretoria no processo de formação e gestão do conhecimento. “Realizar o treinamento de formação de conselheiros cooperativos é mais do que um desafio. É a realização de um legado, pois integrar a diretoria, cooperados e filhos de cooperados em um único ambiente, visando repensar o futuro da cooperativa, da propriedade e da gestão. Não há dúvidas que o resultado obtido será um melhor aprendizado para todos”, afirmou. 

Objetivos – O Programa de Certificação de Conselheiros Cooperativos foi estruturado pelo Sescoop/PR, em parceria com o Instituto Superior de Administração e Economia (Isae), com o objetivo de aprimorar e desenvolver competências dos membros dos Conselhos para proporcionar uma visão estratégica que auxilie na construção dos novos cenários cooperativos, assim como fortalecer conhecimentos sobre as atribuições e responsabilidades do conselho e seus membros. Danielle Hernandes, coordenadora da área de Soluções Corporativas do Isae, lembra que o Isae é uma escola de negócio que atua a 18 anos construindo, desenhando soluções customizadas para cada cooperativa, respeitando sua missão, cultura e valores. “Temos uma parceria de muitos anos com o Sescoop, o que consolida cada vez mais nossa atuação e conhecimento sobre as cooperativas nos ramos agropecuário, crédito e saúde. O instituto tem como  missão oferecer um olhar inovador sobre os modelos de gestão, formando líderes globalmente responsáveis, atentos  a questões como a sustentabilidade corporativa e a ética nas relações. Para nós, é um imenso prazer estarmos juntos , participando desta construção e acompanhando o sucesso e crescimento da cooperativa”, disse.

Referência - O Sistema Ocepar foi representado na abertura pelo analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Fernando Mendes. Ele agradeceu a presença de todos e destacou a parceria com o Isae e cooperativas. “É um programa inovador que pode atender toda a diretoria da cooperativa. Quando a cooperativa que investe no quadro social, ela busca resultados e a Batavo faz isso muito bem, por isso é uma referência”, ressaltou. 

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CHUVAS I: Rodovias do Paraná têm 43 interdições nesta segunda-feira

chuvas 09 06 2014As fortes chuvas que atingiram o Paraná no fim de semana causam, nesta segunda-feira (09/06), pelo menos 43 interdições em rodovias federais e estaduais que cortam o estado. No domingo (08/06), os pontos de bloqueios chegaram a 51. Das rodovias federais, a mais afetada continua sendo a BR-277, principal ligação entre Curitiba e as regiões Centro-Sul e Oeste do Paraná. O trecho tem seis pontos com restrição total de tráfego, de acordo com relatório da Polícia Rodoviária Federal do estado (PRF-PR) repassado às 8h30.

Maior número- Guarapuava, no Centro-Sul, é o município com o maior número de bloqueios em rodovias federais. São três pontos que, nesta manhã, restringem o fluxo de veículos nos quilômetros 306, 309 e 375 da BR-277 por conta de pista cedida e queda de barreiras. Na região, há ainda interdições nos quilômetros 241 em Irati; 279 em Prudentópolis e 442 em Virmond.

Interdições- Na região, ainda há interdições na BR-369, no km 464, em Ubiratã, e na BR-373, no km 421, em Chopinzinho.

Outras rodovias federais- Outras rodovias federais no Paraná que ainda registram pontos de interdição total na manhã desta segunda  são a BR-153, nos quilômetros 328 (Imbituva), 340 (Rebouças), e 364 (Rio Azul); e na PR-163, em Realeza, no quilômetro 130.

Estradas estaduais - Já nas rodovias estaduais, o balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE-PR) aponta 31 trechos com bloqueio – dez a mais do que o registrado neste domingo. A maioria das interdições ocorre por causa do excesso de água sobre as pistas e quedas de barreira.

Mais atingida-  Até a manhã desta segunda, a rodovia estadual mais atingida era a PR-170, também no entorno de Guarapuava, que apresentava quatro pontos de bloqueio: nos quilômetros 415, 383, 385 e 372. Além disso, a PRE-PR aponta bloqueios totais nas PRs 487; 364, 438, 160, 522, 487, 151, 340, 650, 559, 323, 554, 317, 468, 492, 180, 484, 473, 592, 281, 459 e 592. No entanto, a corporação não especificou em quais quilômetros está a interdição. (Gazeta do Povo)

 

CHUVAS II: Aberta campanha de doações para os atingidos em todo o Estado

Em função dos danos provocados pelas fortes chuvas em todo o Estado, a Defesa Civil informa que foi aberta uma campanha de doações de colchões, cobertores, roupa de cama, fraldas, água, materiais de higiene e de limpeza, roupas e cestas básicas. As doações podem ser entregues nas unidades da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de qualquer cidade do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SICOOB PR: Sicoob Blucredi integra Sistema do Paraná

Com 43 postos de atendimento distribuídos por Paraná e Santa Catarina, o Sicoob Blucredi é a nova cooperativa singular a integrar o Sistema Sicoob PR, que agora conta com 16 singulares e 189 postos de atendimento, em 120 cidades. Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob PR, Jefferson Nogaroli, é uma satisfação receber a nova singular no Sistema Sicoob PR. “A união da Blucredi com o Sicoob PR só vem a acrescentar ideias e inovações, além de somar forças, aumentando a representatividade do Sicoob na região Sul do Brasil”, completa.

Cooperados - Com a nova singular soma-se mais 44.884 cooperados ao Sistema, que passa a reunir aproximadamente 180 mil Associados que acreditam na força do cooperativismo de crédito para a economia nacional. “Essa união também é um benefício ao cooperado, que contarão com a participação em um Sistema forte, como o do Paraná, e acesso a novos produtos e serviços inovadores no sistema financeiro”, explica o diretor presidente do Sicoob Blucredi, João Marcos Baron.

O Sicoob Blucredi- O Sicoob Blucredi foi criado em 2000 e é a segunda cooperativa presente em Santa Catarina a integrar o Sistema Sicoob PR, a outra foi a FederalCred Sul, presente no Paraná e interior de Santa Catarina. (Imprensa Sicoob PR)

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa recebe prêmio GPTW

Em Miami, nos Estados Unidos, o Sicoob Metropolitano recebeu o prêmio de Melhor Empresa para se Trabalhar na América Latina pela Great Place to Work (GPTW), ocupando a 37ª posição nas empresas de categoria 50 a 500 colaboradores. Hoje, o Sicoob Metropolitano possui aproximadamente 300 colaboradores, está presente em 12 cidades do estado, com 28 postos de atendimento.

Orgulho - Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, este reconhecimento só reforçar o orgulho de ser Sicoob Metropolitano. “Acredito que este orgulho se estenda também a todos nossos cooperados, que contam com um ótimo time de colaboradores para atender suas necessidades”, completa.

Retorno - Este prêmio, somados ao de 8ª Melhor Empresa para se Trabalhar no Paraná e 17ª no Brasil, só vem dar retorno aos investimentos que a cooperativa faz na qualidade de seus colaboradores e retenção de talentos, além de motivação e capacitação dos mesmos. “O modelo do Sicoob Metropolitano é um exemplo a ser seguido por qualquer empresa, mesmo não sendo cooperativas de crédito, pois percebe que a força para evoluir está em quem trabalha em prol da empresa”, afirma o presidente do Conselho de Administração do Sicoob PR, Jefferson Nogaroli. (Imprensa Sicoob PR)

 

UNIMED APUCARANA: Evento promove mais de 2.000 atendimentos na Praça Rui Barbosa

No dia 03 de maio, a equipe da Unimed Apucarana e seus parceiros prestaram mais de 2.000 atendimentos em diversas áreas: prevenção, saúde, beleza e qualidade de vida. A Praça Rui Barbosa foi palco do evento que reuniu pessoas de diversas faixas etárias, buscando atividades educativas, esportivas e de medicina preventiva. A programação teve início às 7h, com um passeio ciclístico de 15 km. Na chegada, os ciclistas participaram de um alongamento e ganharam kits com frutas, água e protetor solar. Em seguida, os participantes do passeio foram encaminhados para as atividades de seus interesses.

Tendas - O atendimento nas tendas foi iniciado às 9h e contou com a participação de parceiros voluntários que ofereceram diversas atividades: fisioterapia, nutrição, psicologia, aleitamento materno e enfermagem (FAP); teste de visão e pentáculo do bem-estar (Sesi); designer de sobrancelhas (Senac); passeio ciclístico (GDM Bike) e brinquedoteca (Apae). Após as atividades, cada participante recebeu um brinde da Unimed com sacola ecológica, boné, folders com dicas de alimentação saudável e um protetor solar.

Atendimentos - O evento superou 2.000 atendimentos, sendo que os serviços mais procurados foram os de aferição de pressão, 662, e testes de glicemia, 652. Nos casos em que houve alterações significativas de resultados, os participantes foram orientados a procurar um médico ou uma unidade básica de saúde.

Superação de expectativas- A analista de comunicação Tatiane Uchoas, organizadora do Unimed na Praça, declarou que “o bom tempo contribuiu para o sucesso das atividades e o número de pessoas superou as expectativas iniciais.” Sua percepção é de que o evento foi excelente, conseguindo atingir a comunidade, prestando importantes serviços e transmitindo valores de promoção à saúde e qualidade de vida.

Mobilização - O sucesso do evento Unimed na Praça na cidade de Apucarana mobilizou colaboradores e parceiros da cooperativa para atenderem a comunidade dos municípios de Jandaia do Sul e Ivaiporã. Nas duas cidades, os eventos ocorreram nos escritórios de vendas, das 9h da manhã às 16h da tarde.

Fisioterapia - Em Jandaia do Sul, os serviços de fisioterapia, nutrição e psicologia foram oferecidos com a parceria da Poli Clínica, da Dra. Cristiane Borba. Os atendimentos de enfermagem contaram com a parceria do Laboratório São Marcos. Ao todo, foram mais de 300 atendimentos, sendo que os serviços mais procurados foram os de aferição de pressão e testes de glicemia. 

Enfermagem - Na cidade de Ivaiporã, os serviços de enfermagem foram oferecidos com a parceria dos hospitais Maternidade Ivaiporã e Bom Jesus. A Clínica Humana levou profissionais de nutrição, psicologia e psicopedagogia. Durante todo o dia, cerca de 300 atendimentos foram realizados, sendo que, em casos diagnosticados como mais graves, a psicóloga Meire Nunes realizará acompanhamento voluntário em sua clínica. (Imprensa Unimed Apucarana)

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COPAGRIL: Professores do Cooperjovem recebem orientações sobre temas e prêmios

Foi realizada, na última quarta-feira (04/06), uma reunião entre a coordenadora do Cooperjovem na Copagril, Cremilde Andreolli, professores e representantes da Secretaria Municipal de Educação, na prefeitura de Marechal Cândido Rondon. O objetivo foi repassar informações sobre as mudanças do programa para os professores das 4ª séries das 17 escolas do município envolvidas.

Esclarecimento de dúvidas- De acordo com Cremilde, primeiramente foram esclarecidas dúvidas quanto à distribuição e o uso dos materiais fornecidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Depois, o assunto foram as premiações realizadas através do programa.

Principal mudança- A principal mudança para este ano é que o Prêmio Professor Cooperjovem, que premia os projetos desenvolvidos nas escolas, não será realizado a nível nacional, portanto, o foco foi repassar as orientações sobre as premiações locais. O Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem, entretanto, será mantido.

Base - Todos os anos, a base do concurso é o tema definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) para o Dia Internacional do Cooperativismo (este ano, em 5 de julho), que é “Cooperativas conquistam desenvolvimento sustentável para todos”. Para facilitar a identificação das crianças com a abordagem, para o prêmio de redação foi definido o tema “Desenvolvimento Sustentável Para Todos – juntos podemos construir um mundo melhor”.

Atividades - A partir de agora, com base nestes conteúdos, os professores do Cooperjovem desenvolverão atividades que estimulem a reflexão, estimulando os alunos a pensarem em prol da sociedade e do meio ambiente, buscando alternativas e formas de melhorar a comunidade em que vivem.

8ª edição- Esta será a 8ª edição do prêmio de redação. No ano passado, o aluno Kaio Victor Rodrigues da Rosa, de Quatro Pontes, conquistou o 3° lugar em nível nacional. Em relação ao Prêmio Professor, projetos desenvolvidos na área de ação da Copagril foram campeões nacionais nas duas últimas edições, em 2012 e 2013, com as professoras Marilei Balensiefer Lerner, da escola Presidente Médici, em Entre Rios do Oeste, e Andreia Bach, da escola São João Batista, de Novo Três Passos, respectivamente. (Imprensa Copagril)

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COCAMAR: Acadêmicos de agronomia da UEM são orientados sobre a produção de café

cocamar 09 06 2014Estudantes do quinto ano de agronomia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus de Umuarama (PR), tiveram uma aula prática sobre cafeicultura, orientada por especialistas da Cocamar e da Emater/PR, durante recente visita a uma propriedade no distrito de Lovat, naquele município.

Solicitação - Atendendo solicitação do professor Manoel Givanildo Pequeno, da instituição de ensino, o técnico agrícola Antonio Carlos Spanhol, da unidade da cooperativa em Altônia, e o agrônomo César Maia, de Paraíso do Norte, acompanharam o grupo de 26 acadêmicos em visita à lavoura do cafeicultor Ailton Fadeli, que cultiva área de 1,7 hectare, implantada em 2012.

Detalhes - Segundo Spanhol, os estudantes conheceram detalhes sobre a atividade, como a escolha do local, preparo do solo, espaçamento, cultivos intercalares, adubação e controle de pragas.  Ao final, o agrônomo César Maia fez uma abordagem sobre a importância da mecanização, lembrando que várias propriedades da região noroeste vêm adotando a tecnologia como forma de reduzir custos e manter a competitividade da cultura.

Recuperação - Nos últimos anos, devido aos baixos preços do produto, as áreas plantadas com café sofreram redução na região da Cocamar. No entanto, diante da recuperação das cotações, o grão voltou a ser um negócio interessante e, na região noroeste, produtores manifestam interesse em investir nessa opção de renda, como forma de diversificar atividades. Para quem já produz laranja, por exemplo, a vantagem é poder contar praticamente com a mesma estrutura de maquinários. (Imprensa Cocamar)

 

COAMO: Treinamentos aperfeiçoam atividades no campo

Durante o ano, a Coamo promove diversos cursos para os associados. São eventos que envolvem todas as atividades desempenhadas no campo.  Nesta semana, por meio do Centro de Treinamentos Agrícola, foi realizado em Peabiru (Centro-Oeste do Paraná) um curso de operador de colheitadeira.

Redução de perdas- Segundo o instrutor do CTA da Coamo, Domingos Basso, o objetivo do curso ministrado em Peabiru foi o de mostrar aos cooperados e operadores de colheitadeiras o que pode ser feito evitar perdas, uma vez que a colheita do milho safrinha já se aproxima. “Além de claro, se atentar aos cuidados necessários para a conservação do maquinário”, ressalta.

Condições - Basso cita que duas condições são fundamentais para que o agricultor tenha sucesso na atividade agrícola: o treinamento dos operadores e a própria regulagem do maquinário. O instrutor lembra que existe uma preocupação por parte da Coamo com esse aspecto, tanto que treinamentos são realizados regularmente, levando informação aos cooperados há cerca de 30 anos. “A importância é fazer com que o produtor consiga utilizar da melhor maneira possível as tecnologias existentes. A preocupação é sempre que perdas sejam evitadas”, esclarece.

Avanço - O instrutor lembra que essa preocupação tem feito com que os agricultores avancem cada vez mais na tecnologia, tirando proveito dela para ampliar os resultados da propriedade. Ele reforça ainda que o trabalho desenvolvido pelo CTA da Coamo tem ajudado a difundir as tecnologias no campo. “Anualmente são realizados dezenas de cursos, desde a regulagem do maquinário, até uma simples orientação técnica, sempre com objetivo de auxiliar os agricultores”, destaca.

Atualização - O cooperado John Maicon Machry, destaca que é preciso se atualizar para evitar perdas na lavoura, evitando o máximo possível de desperdício. “Detalhes simples que se aprende nas atividades, fazem a diferença em todo processo de produção no campo. Participar do treinamentos promovidos pelo CTA da Coamo, é também uma forma de otimizar a vida útil do maquinário, que é um patrimônio de custo elevado e muito importante para o produtor rural”, relata.

Segurança - Celso de Oliveira observa a importância de se atualizar em todos os sentidos. Ele explica que nesse curso aprendeu desde regulagem do maquinário até mesmo segurança. “Além da parte teórica também aprendemos na prática. É um beneficio importante que a Coamo nós oferece”, comenta.

Oportuno - Na opinião de Jean Carlos dos Santos Fernandes, é sempre oportuno participar dos cursos, ainda mais nesse momento em que a colheita de milho safrinha se aproxima. “É preciso aprender e se aperfeiçoar para que possamos evitar perdas. A colheita se aproxima e quando começar estaremos com o maquinário em dia e com a melhor regulagem”, diz.

Participação – Para se ter uma ideia da importância desse trabalho desenvolvido pelo Centro de Treinamento Agrícola da Coamo, no ano passado, foram 113 cursos com 1.631 participantes. Dentre os temas, os produtores participaram do curso de operador de colheitadeira, aplicação tratorizada de agrotóxico, regulagem plantadora e semeadora, formigas cortadeiras, operador de trator agrícola e regulagem de máquina colhedora. (Imprensa Coamo)

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COPACOL I: Técno Tilápia, premiação e informação aos piscicultores

Foi realizada, sexta-feira (06/06), a terceira edição do Técno Tilápia, que visa levar informações aos produtores integrados da Copacol. No evento deste ano, entre os principais temas abordados estiveram o uso correto da água na piscicultura. O médico veterinário da Emater, Gelson Hein, abordou este assunto com os piscicultores. “O produtor deve ter o conhecimento necessário para fazer o manejo da água que é o ambiente de criação onde os peixes vivem, com essa questão bem ajustada eles apresentarão os resultados esperados”, comentou.

Manejo alimentar- Outro tema abordado foi o manejo alimentar e nutrição. O zootecnista Wilson Rogério Boscolo trouxe as informações.  “Temos que ser muito eficientes, termos uma boa ração o que a Copacol tem, alimentar os peixes na hora certa, na quantidade certa e no número de vezes por dia que o peixe precisa e assim teremos o resultado que mais almejamos que é o de bons rendimentos de filé”, explicou.

Premiação - E um dos momentos mais esperados foi a premiação dos melhores piscicultores de 2013/2014, que coroou o produtor Luís Carlos Mezzon, da cidade de Nova Aurora, com a primeira colocação. “Não esperava o primeiro lugar, mas o nosso esforço e dedicação fez com que conseguíssemos essa colocação. Realizamos diversos investimentos para que pudéssemos conseguir os bons resultados, agora é continuar trabalhando para melhorar cada vez mais e quem sabe estar de volta à premiação que é uma forma de reconhecimento por parte da Copacol para com nós piscicultores”, disse Mezzon.

Dia especial- O presidente Valter Pitol destacou a importância do Técno Tilápia. “Este é um dia especial para nossos produtores de peixes que podem receber diversas informações para que possam realizar cada vez melhor os trabalhos na propriedade e ver as novidades de equipamentos com as exposições. A atividade da piscicultura tem evoluído e crescido e proporcionado aos nossos produtores resultados positivos”, destacou.

Almoço - Após as palestras e premiação dos melhores piscicultores, foi servido almoço e em seguida foi aberta a exposição com a participação de empresas fornecedoras de máquinas, equipamentos e serviços direcionados ao setor piscícola. (Imprensa Copacol)

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COPACOL II: Proerd atende alunos de Formosa do Oeste

copacol II 09 06 2014Cerca de 77 alunos do 5º ano de escolas do município de Formosa do Oeste  participaram, na última terça-feira (03/06), da cerimônia que marcou o encerramento de participação no Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência). O Programa foi desenvolvido em parceria da prefeitura de Formosa do Oeste, com a Polícia Militar do Paraná  e apoio da Copacol.

Preocupação - O diretor secretário da Copacol, Silvério Constantino, participou do encerramento. Ele disse que a parceria da Copacol mostra a preocupação da cooperativa com as crianças, uma vez que o programa faz parte do novo Propósito Estratégico 4X4, no qual está o incentivo à cultura, esporte e educação com a participação de 20 mil crianças e adolescentes dos municípios da região até 2018.

Presenças - O evento contou também com a presença de autoridades municipais, professores e representantes da Policia Militar. Além de Formosa do Oeste, a cooperativa é parceira do programa nos municípios de Nova Aurora, Iracema do Oeste, Goioerê e Jesuítas. Em Iracema do Oeste o encerramento acontece nesta sexta-feira dia 06, Jesuítas dia 10 e Goioerê no dia 27. Já em Nova Aurora o encerramento será no segundo semestre em a data a ser definida.

Total - Ao todo, serão capacitadas, neste primeiro semestre, 589 crianças. (Imprensa Copacol)

 

BALANÇA COMERCIAL: Complexo soja exportou US$ 15,58 bilhões de janeiro a maio

exportacao 09 06 2014Entre janeiro e maio de 2014, o principal setor exportador do agronegócio foi o do complexo soja, com vendas externas de US$ 15,58 bilhões, alta de 18,6%, e 30,29 milhões de toneladas embarcadas, alta de 23,1%, em relação ao mesmo período do ano passado. A soja em grão foi destaque dentro do complexo, com o valor de US$ 12,55 bilhões (+21,0%) e 24,91 milhões de toneladas comercializadas (+27,1%).

Farelo e óleo- Para complementar o setor, entre janeiro e maio deste ano, as exportações do farelo de soja geraram uma receita de US$ 2,58 bilhões, incremento de 14,6%, com embarque de 4,89 milhões de toneladas (+7,6%). As vendas de óleo de soja atingiram a marca de US$ 444 milhões, com 492 mil toneladas negociadas.

Carnes - O segundo setor em vendas no acumulado nos últimos cinco meses deste ano foi o setor de carnes, com a cifra de US$ 6,73 bilhões e 2,57 milhões de toneladas comercializadas. As exportações de carne bovina geraram US$ 2,80 bilhões em receita até o mês de maio, alta de 10,7%, com a comercialização de 632 mil toneladas, alta de 11,2%.

Produtos florestais- Os produtos florestais são o terceiro principal setor do agronegócio em 2014, com vendas de US$ 4,07 bilhões (+5,1%) e 6,9 milhões de toneladas (+11,2%). Papel e celulose lideraram as exportações do setor, com o montante de US$ 3 bilhões (+4,2%) e quantum de 5,19 milhões de toneladas (+8,5%), enquanto que madeiras e suas obras apresentaram vendas externas de US$ 1,07 bilhão (+7,9%) e 1,72 milhão de toneladas (+20,4%).

Destinos - Em relação às exportações do agronegócio brasileiro sob a análise dos blocos econômicos em 2014, o principal destino foi a Ásia, com uma participação de 44,7% sobre o total das vendas no período e um montante de US$ 17,64 bilhões, crescimento de 4,6% em relação ao período de janeiro a maio de 2013.

Últimos doze meses - No acumulado de doze meses, as exportações do agronegócio registraram US$ 99,08 bilhões e o complexo soja liderou o ranking com embarques de US$ 33,41 bilhões , sendo o maior crescimento absoluto entre os setores (US$ 6,79 bilhões), representando um avanço de 25,5%. O considerável aumento da receita de exportação do complexo soja se deve, principalmente, ao aumento da quantidade exportada de 48,31 milhões de toneladas para 63,18 milhões de toneladas, aumento de 30,8%.

Atualização- A atualização da balança comercial foi realizada pela Secretaria de Relações Internacionais (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). (Mapa)

Clique aqui para para baixar a balança comercial do mês de maio.

 

MEIO AMBIENTE: Oficinas do Zoneamento Ecológico-Econômico são concluídas

O Governo do Estado realizou sexta-feira (06/06), no Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), em Londrina, a última reunião da série de oficinas institucionais do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE-PR). O Zoneamento Ecológico-Econômico é um instrumento de gestão pública que tem a finalidade de orientar investimentos do governo e do setor privado, assegurando qualidade ambiental, desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população.

Contribuições - Nas reuniões – que já aconteceram em Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Foz do Iguaçu, Toledo e Maringá – representantes dos setores público e privado, organizações não governamentais e a comunidade contribuíram com críticas e sugestões. “A participações em alguns núcleos foram muito boas. Em Toledo ficou visível que a piscicultura tem grande significado para região Oeste”, afirma o professor e orientador do Zoneamento Ecológico-Econômico, Jurandyr Luciano Sanches Ross.

Elementos - O objetivo é agrupar elementos que a análise técnico-científica não conseguiu adquirir na pesquisa. As informações registradas durante os eventos serão analisadas pela comissão organizadora e incorporadas, se necessário, ao documento. “No final do trabalho teremos uma representação fiel do território paranaense, com todos os seus recursos naturais, potencialidades econômicas e sociais, além de suas fragilidades”, explica o diretor-presidente do Instituto de Terras, Cartografia e Geociências, Amilcar Cabral.

Mais- Novas oficinas devem ser realizadas até outubro. O Zoneamento Ecológico-Econômico está em fase de execução e a previsão é que fique pronto até o fim de 2014.

Programa - Por meio de mapas e estudos específicos foram expostas as principais limitações, potencialidades e recomendações das regiões estabelecidas dentro do Zoneamento Ecológico-Econômico do Paraná. O programa é coordenado pelo Instituto de Terras, Cartografia e Geociência (ITCG), autarquia da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

Início - As primeiras discussões sobre o zoneamento começaram em 1995, mas foi a partir de 2005 que ocorreram iniciativas para sua elaboração. Em 2010 foi instituída, por decreto, a Comissão Coordenadora do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado. Em 2011, foi estruturada a Comissão Executora, com a função de planejar, coordenar e desenvolver os trabalhos.

Representantes -  grupo de trabalho conta com representantes das secretarias estaduais do Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Planejamento e Coordenação Geral; Agricultura e Abastecimento; Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul; Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura e Logística; Cultura e também do ITCG, Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto Águas Paraná, Ipardes, Paraná Turismo, Emater-PR, Iapar, Mineropar, Simepar, Sanepar, Copel, Defesa Civil, Procuradoria Geral do Estado, Embrapa, Serviço Florestal Brasileiro e Incra. (Agência de Notícias do Paraná)

AGENDA PARLAMENTAR: OCB divulga resultado das atividades ocorridas entre os dias 02 e 06

agenda parlamentar 09 06 2014Na quinta-feira passada (05/06), foi promulgada a Emenda Constitucional nº 81, que dá nova redação ao artigo 243 da Constituição, que determina a expropriação de propriedades rurais e urbanas onde forem localizadas a exploração de trabalho escravo. A emenda proveniente da "PEC do Trabalho Escravo" foi acompanhada pelo Sistema OCB, e deve ser regulamentada por lei específica que está sendo discutida através do Projeto de Lei do Senado (PLS) 432/2013, atualmente em debate na Comissão Mista de Regulamentação da Constituição, a qual concedeu vista coletiva à matéria na última terça-feira (03/06). O substitutivo apresentado pelo senador Romero Jucá mantém o pleito do setor cooperativista pela garantia da defesa de terceiros de "boa-fé", através do trânsito em julgado dos processos.

Senado Federal - O Plenário do Senado Federal aprovou, terça-feira (03/06), o Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 787 de 2009. A proposição, de autoria do senador Magno Malta (PR), obriga as concessionárias de energia elétrica a instalarem, sem ônus adicional, relógios de dupla tarifação para produtores rurais. Na CCJ, foi relatada pela senadora Kátia Abreu (TO), que contou com o apoio do Sistema OCB para a sua aprovação, por entendermos que a matéria possibilita aos irrigantes e aquicultores utilizarem de forma correta as tarifas especiais de energia elétrica, dispondo de relógios de dupla tarifação para comprovar os horários de consumo.

Câmara dos Deputados - Segue para sanção o Projeto de Lei 6.964 de 2010, que torna obrigatória a existência de contratos escritos entre as operadoras e seus prestadores de serviços. Aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados em abril de 2014, aguardava deliberação de recurso para apreciação da matéria pelo Plenário da Casa. O projeto, que integra a Agenda Legislativa do Cooperativismo, contou com o apoio do Sistema OCB para sua aprovação. As alterações propostas na Lei nº 9.656/1998, vão ao encontro da necessidade de trabalhar adequadamente, e com o devido regramento legal, de modo a estabelecer um relacionamento menos conflituoso entre prestadores de serviços de saúde e operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde. Além deste, segue para sanção o PL 8035/2010, também integrante da Agenda Legislativa do Cooperativismo, que institui o Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos. (Blog OCB no Congresso)

Para acessar o Resultado completo da Agenda da Semana, clique aqui.

 

LEGISLAÇÃO: Punição para empresa que não informar impostos em nota fiscal fica para 2015

legislacao 09 06 2014As penalidades para os estabelecimentos comerciais que não discriminarem na nota fiscal ou em local visível os impostos embutidos no preço dos produtos e serviços que comercializam só serão aplicadas a partir de 1º de janeiro de 2015.

Adiamento - Prevista na Lei 12.741/2012, a obrigação passaria a ser cobrada no dia 10 de junho do ano passado, mas o governo acatou os pedidos de adiamento dos empresários, que queriam mais tempo para colocar a medida em prática, e adiou por um ano a aplicação de multa pelo descumprimento. A Medida Provisória nº 649, publicada sexta-feira (06/06), determina que a fiscalização da lei seja “exclusivamente orientadora” até 31 de dezembro de 2014.

Nota - Nota da Secretaria da Micro e Pequena Empresa divulgada sexta-feira informa que o prazo foi estendido em função da exigência de discriminação do percentual ou dos valores absolutos dos impostos referentes à União, aos estados e municípios. A divulgação poderá ser feita em nota ou cupom fiscal, com valores separados por entes tributantes, ou por meio de cartazes e painéis afixados em local visível do estabelecimento.

Direito do consumidor- Ainda de acordo com a nota, o ministro da secretaria, Guilherme Afif Domingos, defende que a medida tem como objetivo garantir o direito do consumidor de saber o valor dos impostos e serviços que estão sendo pagos e cobrar seus direitos. “Nada é de graça e, ao saber que paga imposto em tudo, o cidadão vai ser muito mais exigente e exigir serviços públicos de qualidade. Isso faz parte da política de transparência do governo”, defende.

Regulamentação - A regulamentação é facultativa para os microempreendedores individuais (MEIs). As microempresas e empresas de pequeno porte podem informar apenas a alíquota em que estão enquadradas no Simples Nacional. Empresas de porte médio e grande têm a obrigação de detalhar os impostos em valores absolutos ou percentuais, por entes tributantes, ou seja, federal, estadual e municipal, finaliza a nota. (Agência Brasil)

 

MEI: Mais de 4 milhões se cadastraram como microempreendedor individual

mei 09 06 2014O número de trabalhadores autônomos cadastrados como microempreendedores individuais (MEI) ultrapassou a marca de 4 milhões em quase cinco anos de existência do programa. Os dados foram divulgados pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa.As profissões que lideram a adesão ao programa são comerciante de artigos de vestuário e acessórios, com 424.077 trabalhadores (10,8% do total); barbeiro, com 282.322 (7,2%); e pedreiro, com 142.698 (3,6%).

Regiões - Com cerca de 2 milhões de pessoas formalizadas, a Região Sudeste concentra 50% do total de microempreendedores individuais. O Nordeste está em segundo lugar, com cerca de 820 mil profissionais cadastrados, seguido pelo Sul (600 mil), Centro-Oeste (370 mil) e Norte (240 mil).

Por estados- Na distribuição por estados, São Paulo lidera o número de MEI, com cerca de 1,1 milhão de trabalhadores formalizados. Em seguida, vêm Rio de Janeiro (483 mil), Minas Gerais (437 mil), Bahia (270 mil) e Rio Grande do Sul (238 mil). Do total de microempreendedores individuais, 2,04 milhões são homens (52,6%); e 1,83 milhão (47,4%), mulheres.

Programa - Criado em 2008, o programa de formalização de trabalhadores autônomos entrou em vigor em julho de 2009. De acordo com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, o programa ganhou impulso a partir de 2012, quando o teto de faturamento para inclusão no programa foi elevado de R$ 35 mil para R$ 60 mil por ano. Somente nos últimos dois anos, 1,3 milhão de profissionais cadastraram-se.

Tributos simplificados- O Programa Microempreendedor Individual permite que profissionais que trabalham por conta própria e ganhem até R$ 60 mil por ano paguem tributos simplificados e contribuam para a Previdência Social. O empresário que tenha até um empregado que receba salário mínimo ou o piso da categoria também pode fazer parte do programa. Para ser classificado como MEI, o trabalhador não pode ser sócio ou titular de outra empresa.

Vantagens - Com registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), os microempreendedores individuais podem abrir conta bancária, pedir empréstimos e emitir notas fiscais. A principal vantagem, no entanto, é a cobertura pela Previdência Social, que permite o acesso a benefícios como salário-maternidade, auxílio-doença e aposentadoria.

Simples Nacional- Os trabalhadores inscritos no MEI fazem parte do Simples Nacional, programa de recolhimento simplificado de impostos. A diferença é que os microempreendedores são isentos de tributos federais e pagam um valor fixo por mês, de R$ 37,20 (comércio ou indústria), R$ 41,20 (prestação de serviços) ou R$ 42,20 (comércio e serviços).

Destino - A quantia é destinada à contribuição para a Previdência Social e ao pagamento de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), de responsabilidade dos estados, e do Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelos municípios. Para se inscrever, o microempreendedor interessado pode acessar o Portal do Empreendedor e clicar no campo Formalize-se, sem a necessidade de apresentar documentos. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Fatia do Brasil no fluxo global cai e acende luz amarela

Alguns analistas concordam que o fluxo de investimento externo direto continua firme mesmo em meio ao mau humor com relação à economia brasileira, mas ponderam que a decomposição dos números mostra que há com o que se preocupar. Segundo Luis Afonso Fernandes Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), é preciso "qualificar melhor" essa estabilidade dos números.

Sinais de alerta- Na comparação internacional, ressalta Lima, os sinais são de alerta. Em 2012 o Brasil ficou com 5% do IED global, percentual que caiu para 4,3% em 2013. Neste ano, considerando a mesma taxa de crescimento do IED global do ano passado e estimativa da Sobeet de US$ 55 bilhões de fluxos para o Brasil, o percentual deve cair para 3,6%. Mesmo considerando-se as expectativas de mercado, que projetam um volume de IED de US$ 60 bilhões, essa fatia também recua, para 3,8% do IED global. "Enquanto isso, outros países, como o México, aos poucos vão ganhando participação. Na verdade, estamos indo bem em termos", diz Lima.

Índice de Confiança- Dados da A.T. Kearney corroboram o quadro ao indicar que o Brasil caiu da terceira para a quinta posição no Índice de Confiança de Investimento Estrangeiro Direto de 2014, espécie de termômetro global. A consultoria, contudo, lembra que o país se manteve entre os cinco destinos preferidos de investimentos produtivos pelo quarto ano consecutivo.

Divisão dos fluxos- Outro ponto crucial para entender por que a decomposição dos números acende uma luz amarela é a divisão dos fluxos de IED entre empréstimos intercompanhia - no geral, operações de tesouraria feitas para aproveitar arbitragem de taxas de juros - e participação no capital, recursos usados na criação, ampliação ou aquisição de negócios. Embora tenha havido melhora nessa composição no período janeiro-abril, analistas avaliam que em um prazo maior o cenário é menos animador. "Há queda constante da participação do capital compensada pelo elevação dos empréstimos intercompanhia. Uma hipótese é que o diferencial de juros esteja atraindo esse tipo de capital", diz José Carlos de Faria, economista-chefe do Deutsche.

Participação - Em abril, do fluxo de IED, 68% corresponderam à participação de capital e 32% a empréstimos intercompanhia. A questão, diz Lima, da Sobeet, é que os percentuais diferem bastante das médias registradas desde 1995, de 87% para participação de capital e apenas 13% para intercompanhia.

Inversão de posição- Olhando a composição do IED por setor, chama a atenção a inversão de posições entre indústria e serviços. O aspecto negativo disso, diz Lima, é que esse fluxo busca cada vez mais aproveitar o aumento de renda, por meio de serviços como telecomunicações e comércio, os quais, no longo prazo, não ajudam a financiar o déficit em conta corrente porque geram cada vez menos exportações. "Em décadas passadas, o Brasil era visto como plataforma de exportações para a América Latina. Hoje isso deixou de ser uma opção e as empresas que vêm para cá olham a demanda interna como oportunidade que elas não têm lá fora. O foco mudou, gerando benefícios decrescentes para a balança comercial."

Saldo - Afora todas essas preocupações, Lima lembra ainda que a parcela do IED que financia o saldo em conta corrente é decrescente. Em 2013, os US$ 64,046 bilhões de investimentos diretos não foram suficientes para cobrir o rombo de US$ 81,075 bilhões nas trocas com o exterior - algo que não acontecia desde 2001. Hoje 0,74% do PIB deixou de ser financiado pelo IED.

Possibilidade - Levando-se em conta a projeção do Focus de déficit de US$ 80 bilhões em conta corrente mais ingressos de US$ 55 bilhões em IED, é possível encerrar 2014 com o equivalente a 1,14% do PIB não financiado pelos investimentos externos diretos - a maior necessidade de financiamento externo para o ano desde 1997, diz Lima. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL I: Alta das exportações da China sugere retomada da demanda mundial

A China registrou uma alta robusta nas suas exportações em maio, o que indica um aumento da demanda global para os produtos do país e um ponto positivo no cenário futuro da segunda maior economia do mundo. Mas as importações surpreendentemente fracas geraram preocupação com a demanda interna e com a continuidade da desaceleração observada no início do ano.

Exportações - As exportações subiram 7% em relação a maio de 2013, segundo dados divulgados domingo (08/06) pelo governo chinês. Os números ficaram em linha com as expectativas do mercado, de avanço de 7,2%, e significaram também um progresso considerável em relação à alta de 0,9% de abril e à queda de 2,3% registrada nos primeiros quatro meses de 2014 ante um ano atrás. "As exportações estão virando", diz Larry Hu, economista da consultoria australiana Macquarie. "Elas estão a caminho de uma recuperação estável neste ano."

Fim das distorções- O aumento nas exportações provavelmente reflete o fim das distorções na comparação com os dados de um ano atrás.

Superfaturamento - No início de 2013, muitos exportadores superfaturaram suas exportações para burlar o controle cambial da China e trazer divisas para o país, com o intuito de aproveitar a valorização do yuan. A prática foi reduzida depois que as autoridades alertaram, em maio do ano passado, que iriam impor duras punições a empresas que fossem flagradas falsificando dados.

Moeda mais fraca- Para analistas, o yuan um pouco mais fraco (a moeda chinesa caiu 3% ante o dólar no ano até agora) também pode ter contribuído para a alta nas exportações de maio.

Preocupação - A queda de 1,6% nas importações foi preocupante devido à previsão de alta de 6% feita por analistas a pedido do The Wall Street Journal. "A continuação do fraco desempenho nas importações parece refletir o crescimento lento da demanda na economia chinesa", escreveu Louis Kuijs, do Royal Bank of Scotland, em nota para clientes.

Recuo - O crescimento econômico da China recuou para 7,4% no primeiro trimestre de 2014, comparado com um avanço de 7,7% no último trimestre do ano passado. Pequim está tentando impulsionar a demanda interna com uma série de medidas como o aumento de investimentos em ferrovias e incentivos fiscais para pequenas empresas, no que vem sendo chamado de pacote de "miniestímulos".

Investimentos- Recentemente, o governo chinês pediu a governos locais que acelerassem investimentos em projetos já aprovados (onde o dinheiro já foi alocado) ou correriam o risco de perder os recursos. E também ordenou que os bancos comerciais fornecessem financiamentos para ajudar o importante e debilitado setor imobiliário.

Preços de imóveis- Os preços de imóveis caíram em maio em relação a abril, a primeira queda mensal em quase dois anos, segundo dados não oficiais. Dados oficiais mostraram recuo de quase 25% na construção de novos imóveis no primeiro quadrimestre.

Miniestímulos - Analistas dizem que o pacote de "miniestímulos" pode estar funcionando, como sugere a alta, em maio, do índice oficial de gerentes de compras, um indicador da atividade industrial. Acrescentam que as importações podem começar a se recuperar nos próximos meses.

Fiscalização - Alguns analistas disseram ainda que uma fiscalização mais rigorosa do uso de commodities como garantia de empréstimos pode ter esfriado a demanda por minério de ferro e cobre importados. "Vimos alguns bancos comerciais locais e estrangeiros começarem a suspender financiamento de [compras de] metais nas últimas semanas", escreveu Zhang Fan, economista da CIMB Securities, numa nota de análise.

Suspensão - Fontes do setor bancário disseram que estão suspendendo certos tipos de empréstimo nessa área por suspeita de que certas empresas estariam cometendo irregularidades no uso de matérias-primas como garantia de empréstimos.

Alta generalizada- As exportações da China tiveram uma alta generalizada em maio, com as vendas para a União Europeia subindo 13,4% e as para os EUA, 6,3%, segundo os dados oficiais. As exportações para a Tailândia, para a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) e para o Japão subiram, respectivamente, 14,7%, 9,1% e 2,2%.

Superávit comercial- A alta nas exportações e a queda nas importações produziram um superávit comercial de US$ 35,9 bilhões em maio, bem acima dos US$ 18,45 bilhões de abril e dos US$ 23,4 bilhões estimados por analistas. (The Wall Street Journal / Valor Econômico)

INTERNACIONAL II: Cúpula do Brics será encerrada em Brasília

A 6ª Cúpula do Brics - grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul - reunirá os chefes de Estado dos cinco países-membros do bloco em Fortaleza, no Centro de Eventos do Ceará, no dia 15 de julho, e terá seu encerramento em Brasília, no Palácio Itamaraty, no dia 16, com a presença de presidentes das nações da América do Sul. Na capital federal, os líderes sul-americanos serão convidados a apresentar sua perspectiva sobre o tema da cúpula: Crescimento Inclusivo: Soluções Sustentáveis. O convite aos líderes regionais, novidade para essa cúpula, faz parte da estratégia do Brics de aproximação com países não membros, priorizando nações em desenvolvimento.

Vitória - Segundo o professor de economia política internacional da Universidade de Brasília, Roberto Goulart Menezes, a novidade representa uma vitória da diplomacia brasileira e uma grande contribuição dos demais países do Brics, reforçando o papel do Brasil como liderança regional em um momento de paralisia das negociações do processo de integração sul-americana. “É o Brasil dizendo: estou indo ao grupo [Brics], mas não estou esquecendo a região”.

Expectativa - O Brasil é o único país do bloco até agora a sediar o encontro dos chefes de Estado do Brics pela segunda vez e deve ser palco de duas importantes decisões. A expectativa dos governos do grupo é que até 15 de julho esteja tudo acertado para as assinaturas do Tratado Constitutivo do Arranjo Contingente de Reservas, que instituirá um fundo no valor de US$ 100 bilhões para auxiliar os membros que, no futuro, estejam em situação delicada no balanço de pagamentos e do acordo para a criação do banco de desenvolvimento Brics.

Fundo de reservas- O fundo de reservas internacionais contará com US$ 41 bilhões da China, US$ 18 bilhões do Brasil, da Rússia e da Índia, e US$ 5 bilhões da África do Sul. Já o banco, com orçamento de US$ 100 bilhões, terá aportes fiscais igualitários entre os países-membros. A previsão é que a instituição leve cerca de dois anos para entrar em funcionamento porque precisará ser aprovada pelos parlamentos dos cinco países, definir suas regras internas e receber o aporte inicial, que deverá ser US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões em dinheiro e US$ 40 bilhões em garantias.

Demandas - Em discussão há dois anos dentro do Brics, o banco pretende atender a demandas não contempladas totalmente pelas grandes instituições financeiras globais, como o financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento. Os últimos detalhes dos dois acordos devem ser acertados no fim deste mês, em Melbourne, na Austrália, em reunião paralela ao encontro de representantes de finanças e dos bancos centrais do G20, e, se necessário, no dia 14 de julho, em Fortaleza, na reunião pré-cúpula entre ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais dos países do Brics.

Reforma - Menezes explica que o principal objetivo da criação do Brics foi discutir e pressionar a reforma das instituições financeiros multilaterais. Com a criação de banco e fundo próprios, segundo ele, o grupo se apresenta como mais uma fonte para investimentos, que futuramente devem alcançar países periféricos, e mostra força para pressionar a reforma do Fundo Monetário Internacional (FMI), determinando um grau de autonomia e um “colchão” financeiro aos países-membros enquanto a reforma não ocorre.

Reunião fechada- Em sua sexta cúpula, os líderes terão reunião fechada, e, em seguida, durante seus discursos públicos na capital cearense, deverão destacar o papel do bloco na inclusão de pessoas no mercado de consumo, seja pelo crescimento econômico ou por meio de políticas públicas, e reforçar o compromisso com o desenvolvimento sustentável. O tema Crescimento Inclusivo: Soluções Sustentáveis está relacionado à contribuição dos países do Brics na redução da pobreza e no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), não apenas em seus territórios. A expectativa dos organizadores é que cerca de 3 mil pessoas estejam envolvidas na reunião de líderes em Fortaleza, sendo a metade jornalistas, cerca de 800 empresários e o restante membros das delegações dos cinco países.

Encontros bilaterais- Além das reuniões da Cúpula do Brics, alguns presidentes devem ter encontros bilaterais com a presidenta Dilma Rousseff. Vladimir Putin, da Rússia, já confirmou presença na final da Copa do Mundo, dia 13 de julho. Jacob Zuma, da África do Sul, sede da última Copa, também deve estar presente. (Agência Brasil)


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