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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3361 | 12 de Junho de 2014

FORMAÇÃO: Crianças e adolescentes de Witmarsum visitam a sede do Sistema Ocepar

Crianças e adolescentes da Colônia Witmarsum, no município de Palmeira, Centro-Sul do Paraná, visitaram, na tarde de terça-feira (11/06), a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo, formado por filhos de produtores rurais, participa do projeto Criador Jovem, da cooperativa Witmarsum, que visa despertar o interesse das novas gerações para a pecuária leiteira e cooperativismo. De acordo com o médico veterinário da cooperativa, Edilson José Vieira, que acompanhou a comitiva, os jovens recebem, no contraturno escolar, informações a respeito da atividade, como manejo de animais, estrutura das propriedades, mercado e cooperativismo.

Informações - Na Ocepar, os 21 participantes do projeto, com idades entre 8 e 15 anos, foram recebidos pelo coordenador de Comunicação Samuel Z. Milléo Filho e pelo médico veterinário e assessor técnico Alexandre Monteiro, que explicaram como a entidade funciona, suas atribuições e estrutura, bem como repassaram informações sobre o cooperativismo no Paraná e no Brasil. Depois da palestra dos profissionais, os jovens fizeram um passeio de reconhecimento na Casa do Cooperativismo paranaense. 

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ICAGRO: Sistema OCB apresenta Índice de Confiança do Agronegócio

icagro 12 06 2014Parceiros do cooperativismo conheceram, nesta quarta-feira (11/06), o Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro) e seus resultados referentes ao primeiro trimestre deste ano. Iniciativa pioneira no Brasil, o novo indicador de confiança é o resultado da aliança estratégica entre Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por meio de seu Departamento do Agronegócio, e Sistema OCB.

Apresentação - A apresentação do ICAgro ocorreu na sede do Sistema OCB, em Brasília, e foi conduzida pelo anfitrião, Márcio Lopes de Freitas, e pelo diretor do Departamento de Agronegócio da Fiesp, Benedito da Silva Ferreira. O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Seneri Paludo, esteve presente ao evento.

Participação - A ocasião também contou com a participação de parlamentares e de representantes do Banco do Brasil, Banco Central do Brasil, Embrapa, Frente Parlamentar da Agropecuária, Frente Parlamentar do Cooperativismo, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Fazenda e Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

DEPOIMENTOS

Estratégia - “Agradecemos publicamente a Fiesp pela parceira que tem gerado frutos tão positivos para o país. O ICAgro é uma convergência de esforços entre as equipes das duas instituições que pretende trazer uma visão de futuro, já que o Brasil está caminhando para ser o maior produtor de alimentos, fibras e energias renováveis do mundo. Utilizando os dados que são levantados trimestralmente podemos construir um plano estratégico que garanta a nossa participação no mercado mundial de forma sustentável.” Márcio Lopes de Freitas – presidente do Sistema OCB.

Expectativa - “Sempre percebemos o setor agropecuário com grande importância. Quando criamos o ICAgro, pretendemos oferecer subsídios para contribuir com a construção de um planejamento de longo prazo que contemplasse uma visão de futuro, pois sabemos que 40% da produção mundial, em 20 anos, sairá do Brasil. Agora, é preciso questionar: estamos prontos para isso? Temos por onde escoar nossos produtos? Temos portos suficientes? Temos onde armazenar a produção? E, foi para responder a essas questões que buscamos o Sistema OCB.” Benedito da Silva Ferreira – diretor do Departamento de Agronegócio da Fiesp.

Aproveitamento - “Estamos surpresos com a profundidade dos dados que compõem o ICAgro. Além de mostrar os indicadores macroeconômicos este índice traz uma série de informações estratégicas de extrema utilidade para o setor agropecuário brasileiro. Muitas informações certamente serão utilizadas pelo governo federal na elaboração das políticas públicas voltadas ao setor produtivo.” Seneri Paludo – Secretário de Política Agrícola do Mapa.

IC AGRO– O projeto, iniciado em 2013, concluiu o estudo dos três primeiros meses deste ano, a partir da consolidação e análise de dados compostos pelos atores na cadeia do agronegócio “antes da porteira” (insumos, bancos, indústrias etc), “dentro da porteira” (produtores agropecuários) e “depois da porteira” (transportadores, indústria, tradings etc).

Expectativas - Além do índice, que mede a confiança do setor, são apresentadas as expectativas de investimento no “Painel de Investimentos”, também a cada trimestre, e estão disponíveis os resultados do “Perfil do Produtor Agropecuário” respondente, que identificam quem são os atores desse setor - um dos mais eficientes da economia brasileira.

Resultado do 1º Trimestre de 2014– O IC Agro apresentou queda de dois pontos no primeiro trimestre de 2014, em comparação ao último trimestre de 2013. Na escala de 0 a 200, o IC Agro geral (que abrange os segmentos “antes” e “depois da porteira” mais o “produtor agropecuário”) variou de 104,5 para 102,7 pontos, demonstrando uma percepção ainda mais cautelosa em todos os elos da cadeia. Na análise por elo da cadeia, todos apresentaram variações negativas: “Indústria Antes da Porteira” (- 8 pontos), “Produtores Agropecuários” (- 0,4 pontos) e “Indústria Pós Porteira” (- 0,6 pontos).

Metodologia - Para melhor captar as percepções de todos os elos que envolvem o Agronegócio, a pesquisa de campo consultou agentes que atuam antes, dentro e depois da porteira da fazenda. No primeiro e no último grupo foram realizadas cerca de 50 entrevistas com indústrias fornecedoras de insumos e serviços aos agricultores, além de cooperativas e indústrias compradoras de commodities agrícolas e produtoras de alimentos. Já no quadro “dentro da porteira” foram realizadas 1500 entrevistas, sendo 645 válidas, com produtores agrícolas e pecuários.

Realização - O IC Agro é uma realização do Sistema OCB e da Fiesp, com o apoio da Anfavea e Andef. Os dados que compõem o índice são atualizados trimestralmente e a próxima divulgação está prevista para o mês de agosto. Outros detalhes e o download do estudo completo estão disponíveis no site: www.icagro.com.br. (Informe OCB)

 

ENTREVISTA DA SEMANA: Márcio Lopes comenta importância do ICAgro para a economia

entrevista 12 06 2014Fruto da parceria celebrada entre Sistema OCB e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro) foi apresentado nesta quarta-feira (12/06) a parlamentares, representantes do governo, sistema nacional de crédito e outras instituições. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comentou a importância do novo indicador e explicou porque ele é essencial para a economia do país. Leia a entrevista!

Porque o Sistema OCB e a Fiesp desenvolveram esse indicador?

Márcio Lopes de Freitas– Desde muito tempo, em qualquer fórum de discussão do setor do agronegócio brasileiro é levantada a carência de planos estratégicos que possam nortear e dar continuidade ao seu desenvolvimento. Entretanto, não se constrói plano estratégico sem uma base de dados, sem mensuração e conhecimento do ambiente no qual estamos inseridos.

O Brasil está caminhando para ser o maior produtor de alimentos, fibras e energias renováveis do mundo e, por isso, acreditamos que este estudo possa complementar os diagnósticos desse setor, que indique os fatores de sucesso, preocupações e perspectivas de forma contínua.

Como esses números podem ajudar o setor?

MLF – IC Agro, primeiro indicador do tipo no Brasil, tem sido ferramenta essencial para toda a cadeia produtiva. É um material de referência e sem dúvida será usado para auxiliar a tomada de decisão das indústrias, empresários e cooperativas. Aliás, esses atores podem sempre contar com os dados relevantes e sempre atualizados que devem nortear também a sua tomada de decisão. Um bom exemplo disso são os maiores gargalos do agronegócio, atualmente enfrentados ao longo do período da pesquisa. Essas informações também constituem fonte de pesquisa que podem mostrar aos governos os setores mais urgentes e que dependem de uma política pública direcionada.

Além disso, também temos a intenção de apresentar dados que representem o cenário do segmento do agronegócio brasileiro, de forma isenta, a fim de mostrar a todos os agentes da cadeia números e informações importantes. Além disso, esses mesmos dados nos auxiliam na elaboração de propisições das políticas públicas que atendam às demandas do setor agropecuário.

Até agora, com a divulgação dos dois primeiros estudos, quais os ganhos para as cooperativas agropecuárias?

MLF – Mercados altamente voláteis e competitivos como os do agronegócio demandam uma visão de longo prazo para que os negócios sejam sustentáveis. Vemos as cooperativas de maior sucesso no país trabalhando com estratégias bem definidas e acreditamos que estes dados - os disponibilizados pelos estudos - deverão auxiliar ainda mais na construção dessas estratégias e a tomada de decisão.

Gerar informações para que as cooperativas tracem seus planos e tomem suas decisões sem interferir na sua autonomia é papel da Organização das Cooperativas Brasileiras. Todos os levantamentos são publicados e estão disponíveis, para qualquer cooperativa utilizá-los da melhor forma.

Qual a importância da parceria com a Fiesp no desenvolvimento do ICAgro?

MLF – A aliança estratégica realizada com a Fiesp, por meio de seu Departamento do Agronegócio é fruto da boa relação dessas instituições. Ambas as entidades tem associados que participam de mais de um elo da cadeia do agronegócio e, por isso, tem a consciência que a cadeia produtiva não é unilateral, ou seja, todos os elos da cadeia devem estar fortalecidos de forma equilibrada antes, dentro e depois da porteira, pois as indústrias, produtores e cooperativas formam ‘o único agronegócio’. (Informe OCB)

 

PRESTAÇÃO DE CONTAS: OCB divulga relatório mensal sobre ações de maio

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) divulgou na terça-feira (10/06) o relatório mensal de suas ações referentes ao mês de maio. O envio do documento aos diretores, representantes dos ramos e dirigentes das unidades estaduais marca a transparência da entidade que representa politicamente as cooperativas do país.

Prestação de contas- A intenção do Sistema OCB é prestar contas de tudo o que foi desenvolvido no período, possibilitando que as lideranças poderão acompanhar o andamento das ações e projetos prioritários para o crescimento do cooperativismo no Brasil. Além disso, os dirigentes estaduais poderão propor novas estratégias que garantam o cumprimento das metas propostas.

Destaques - Dentre os pontos de destaque do documento, está a participação intensa do Sistema OCB na edição 2014 da Expocoop, uma das maiores feiras internacionais de produtos e serviços de cooperativas, a conclusão da aplicação do questionário que subsidiará a elaboração do Diagnóstico do Ramo Educacional e o lançamento do Dia de Cooperar em 11 unidades estaduais, com a participação de mais de 500 cooperativas. (Informe OCB)

Clique e LEIA A ÍNTEGRA DO RELATÓRIO!

COCAMAR: Dificuldade de armazenagem é um dos temas da Conferência da Abrapós

cocamar 12 06 2014Números que acabam de ser divulgados pela coordenadoria geral de planejamento estratégico do Ministério da Agricultura mostram como são impactantes os problemas na pós-colheita de grãos no Brasil. De acordo com dados publicados dia 5 de junho no site da Revista Exame, apenas 15% das propriedades possuem sistema próprio de armazenagem. Por outro lado, a produção nacional de soja tem aumentado 6% em média ao ano, enquanto a capacidade de estocagem avança apenas 4% (percentual que alguns especialistas consideram superestimado).

Projeção - Para a safra brasileira de grãos 2014/15, a ser semeada no segundo semestre, o ministério já trabalha com a possibilidade de ser alcançada a marca de 200 milhões de toneladas (4,6% a mais que as193 milhões de toneladas deste ano). Diante de tudo disso, uma certeza: os velhos problemas estruturais do país, somados à tão conhecida deficiência logística, devem continuar afligindo o agronegócio e prejudicando sua competitividade.

Conferência - Tal cenário faz da VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita, programada para 14 a 16 de outubro em Maringá (PR), uma realização ainda mais importante e oportuna para o setor. Promovida pela Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapós), a iniciativa vai trazer especialistas de renome para debater temas como logística de produção, estocagem e expedição, segurança alimentar, infraestrutura de armazenamento e outros. Na abertura, dia 14, o ex-ministro da Agricultura, Luiz Carlos Guedes Pinto, traça um panorama sobre a atual situação e os desafios futuros do setor. A Conferência tem a Cocamar Cooperativa Agroindustrial como anfitriã.

Participantes- De acordo com o superintendente de Operações da cooperativa, Clodimar Viotto, o evento deve atrair cerca de 700 participantes de todo o país.

Gargalos - Entre as maiores cooperativas brasileiras, a Cocamar sente na pele os gargalos que resultam da inexistência de estruturas de armazenagem nas propriedades. As colheitas, segundo Viotto, estão concentradas em períodos cada vez mais curtos, o que exige constantes investimentos por parte da empresa em agilizar o recebimento, a secagem e o acondicionamento da produção. “Com as máquinas modernas, a colheita fica mais rápida”, lembra o superintendente, acrescentando que a Cocamar está ampliando em 10% este ano a sua capacidade de armazenagem, atualmente de um milhão de toneladas.

Serviço – A VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita será realizada no Excellence Eventos, situado na Avenida Virgílio Manilia, 21.784, telefone (44) 3262-9986. Informações sobre o evento podem ser acessadas pelo site www.abrapos.org.br [1] e telefone (43) 3345-3079. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI UNIÃO: “Bikes Rotary” têm patrocínio da cooperativa em Floraí

Uma ideia que tem tudo para dar certo e servir de referência na região, começou a ser implementada na manhã de terça-feira (10/06), em Floraí, município a 50 quilômetros de Maringá, como resultado de uma parceria entre o Rotary Club local e a cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP.

Disponibilização de bicicletas- Por iniciativa do Rotary, a cidade de 5 mil habitantes ganhou o projeto “Use e Devolva”, em que seis bicicletas adquiridas pelo Sicredi passam a ser disponibilizadas para uso da população, das quais quatro no Hospital Municipal e duas no Posto Municipal de Saúde. O objetivo é oferecê-las sem custo para atender necessidades de pessoas que acorrerem àqueles locais e necessitarem, eventualmente, se deslocar a outros pontos da cidade.

Ganho - “É um ganho para a comunidade”, avalia o presidente do Rotary, Dante Fagan Júnior, confiante no sucesso do projeto. “O Sicredi se interessou de imediato em apoiar”, comenta o gerente da unidade local de atendimento da cooperativa, Juliano Pazini de Oliveira. Segundo Juliano, tanto o Hospital quanto o Posto de Saúde são movimentados e é comum pessoas precisarem retornar às suas casas ou se dirigirem a outros lugares, para buscar alguma coisa. Nesse caso, as “Bikes Rotary”, como estão sendo chamadas, serão úteis.

Primeira fase- Numa primeira fase, a ideia é observar o comportamento do público e, se for o caso, incentivar o uso desses veículos. 

Floraí - Fundado em 1955, o município de Floraí situa-se em uma região produtora de grãos (soja e milho), café, laranja, cana-de-açúcar e pecuária de corte. Uma das únicas instituições financeiras locais, o Sicredi instalou sua unidade ali há pouco menos de uma década, oferecendo toda a linha de produtos e serviços. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

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SICOOB PR I: Sistema aumenta rede de postos de atendimento

A atuação do Sicoob PR está em constante crescimento, com a inauguração de unidades em Laranjeiras do Sul e Cascavel, só no Estado são 146 postos de atendimento. Com a Blucredi, que recentemente foi incorporada ao Sistema Sicoob PR, a quantidade de postos de atendimento passa para 189, no Paraná e Santa Catarina.

Reflexo - Para Jefferson Nogaroli, presidente do Conselho de Administração do Sicoob PR, o crescimento do Sistema é um reflexo do crescimento do cooperativismo de crédito em todo o Brasil. “O públicou percebeu os valores do cooperativismo e o quanto pode contribuir com a sociedade, por isso que há um crescimento tão grande do cooperativismo de crédito”, completa.

Localização - Em Laranjeiras do Sul este é o primeiro posto de atendimento do Sicoob inaugurado e fica na rua Capitão Antonio Joaquim de Camargo, nº 1911. Em Cascavel, este é o sexto Posto de Atendimento do Sicoob e fica na avenida Carlos Gomes, nº 1717.

Cartal Cabal- Além destes, foi inaugurada a primeira unidade Cartão Cabal no Brasil, em Toledo, que atende exclusivamente o público quanto aos serviços do NossoCard Cabal, pertencente ao Sicoob Oeste, em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit). (Imprensa Sicoob PR)

SICOOB PR II: Cooperjovem presente em Foz do Iguaçu e Terra Rica

Professores de Foz do Iguaçu e Terra Rica fazem parte do Programa Cooperjovem, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), coordenado pelo Sicoob PR e Instituto Sicoob, com parceria das cooperativas singulares Sicoob Três Fronteiras, de Foz do Iguaçu, e Sicoob Noroeste, de Paranavaí. O Programa ainda conta com o apoio das Secretarias de Educação de ambas as cidades.

Material - “O Programa oferece material para que o tema cooperativismo seja ensinado em qualquer matéria da grade curricular”, explica o presidente do Instituto Sicoob, Carlos Alberto Pimentel Gonçalves. Ao todo, 73 professores participam do Cooperjovem, beneficiando mais de três mil alunos.

Capacitação - O Programa Cooperjovem já capacitou mais de 500 professores e está presente em 41 municípios do Paraná, em escolas do ensino fundamental e médio. (Imprensa Sicoob PR)

SICREDI PARANAPANEMA I: Programa A União faz a Vida é implantado em Bandeirantes

Na tarde da última sexta-feira (06/06), foi realizado, em Bandeirantes PR, o evento de lançamento do Programa A União Faz a Vida, fruto da parceria entre Sicredi Paranapanema PR/SP e Sesi. O Programa já é desenvolvido em mais de 70 municípios no Paraná, inclusive Itambaracá e Nova América da Colina que também integram a área de ação da cooperativa. No Brasil já são 188 municípios abrangidos pela iniciativa.

Dirigentes - Além dos educadores vinculados ao Sesi local, a cerimônia contou com a presença de dirigentes das duas instituições, dentre eles o Coordenador Regional da Fiep, Roberto Altizani, o Presidente da Cooperativa Sicredi Paranapanema PR/SP, Claudinei Angelin, a gerente do Sesi, Senai e IEL em Bandeirantes, Rosângela do Carmo Perez e Souza, o Diretor Executivo da Sicredi Paranapanema PR/SP, André Dall’Oglio e o gerente da unidade de atendimento de Bandeirantes Rafael Augusto dos Santos Martins.

Responsabilidade social- Claudinei Angelin, em seu pronunciamento, reforçou que o Programa A União Faz a Vida é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi e que, através dele, é possível contribuir com a transformação da sociedade, com base em uma educação de qualidade, comprometida com a formação ética, cooperativista e humana das pessoas. “O Sicredi, enquanto instituição financeira, não se preocupa apenas com a saúde econômica das comunidades onde atua, mas também com a qualificação do sistema educacional e com a formação de futuros cidadãos cooperativistas e mais solidários”, completou o presidente.

Educação - O Coordenador Regional da Fiep, Roberto Altizani, parabenizou o Sicredi por acreditar na educação e, principalmente por contribuir diretamente com a sua melhoria. “Precisamos contar com mecanismos eficazes, como a cooperação, a fim de preparamos nossas crianças e adolescentes para o futuro, considerando que o trabalho em conjunto é essencial para construirmos e evoluirmos constantemente”, disse.

Trabalho - O diretor executivo da cooperativa, André Dall’Oglio, exaltou os profissionais do Sesi pelo belíssimo trabalho que já realizam em prol do ensino de qualidade. Recomendou ainda que os professores desfrutem dos momentos de oficinas e capacitações, pois assim, os projetos que em breve surgirão serão destaques na prática da cooperação, da ajuda mútua e do envolvimento dos agentes participantes da rede do Programa.   

Fortalecimento - Para a gerente do Sesi, Senai e IEL de Bandeirantes, Rosângela do Carmo Perez e Souza, a parceria fortalecerá ainda mais a forma diferente de ensinar e aprender praticada pelo Sesi. Rosângela reforçou que “o colégio Sesi trabalha com um método de ensino que vem de encontro com a metodologia proposta pelo Programa A União Faz a Vida, criando condições ideais para que o aluno vivencie na prática situações similares àquelas que poderá encontrar no decorrer de sua vida”.

Sobre o Programa A União Faz a Vida - O Programa A União Faz a Vida tem base nos princípios de cooperação e cidadania e contribui para a educação integral de crianças e adolescentes, em âmbito nacional, por meio de práticas de educação cooperativa. Hoje, é desenvolvido em 188 municípios do Brasil, envolve mais de 180 mil crianças e adolescentes, cerca de 15 mil educadores em mais de mil escolas no país.

Sobre a Sicredi Paranapanema PR/SP - É uma das 100 cooperativas que integram o sistema Sicredi. Fundada em 1985, tem uma história marcada pela expressiva expansão, fortalecendo as comunidades e associados de toda a região do norte do Paraná e sul de São Paulo. Atualmente presente em 23 municípios, tem aproximadamente 31 mil associados e cerca de R$ 230 milhões em recursos administrados. O Programa A União Faz A Vida está implantando nos municípios de Itambaracá e Nova América da Colina por meio de parcerias com as prefeituras municipais e em Bandeirantes no Sesi. 

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,5 milhões de associados e 1.270 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 100 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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SICREDI PARANAPANEMA II: Projeto “Arte por Perto” valoriza artistas locais

Recentemente, a unidade de atendimento da Sicredi Paranapanema PR/SP no município de Cornélio Procópio abriu suas portas para uma exposição de quadros produzidos pela artista plástica Vanda Di Carmine, que é natural do próprio município. O Projeto “Arte por Perto” busca valorizar artistas locais, além de promover e disseminar a arte e a cultura.

Periodicidade - A exposição tem duração de duas semanas e uma periodicidade bimestral. A intenção é valorizar diferentes artistas a cada edição. Essa primeira edição se encerra no dia 13 de junho. Para Márcio Vinicios Britto Ribeiro, gerente da unidade de atendimento de Cornélio Procópio, a iniciativa, além de possuir um ideal cultural, cria novas oportunidades comerciais e de relacionamento, pois acaba atraindo os apreciadores de abras de arte para dentro da UA. “Fazemos um trabalho de registro dos visitantes a fim de criarmos um mailing para futuros contatos e aproximações”.

Colégios - O projeto também atraiu a atenção de colégios que estão agendando visitas para professores e alunos. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

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C.VALE: Livro de Receitas comemorativo aos 50 anos é premiado

cvale 12 06 2014O Livro de Receitas da C.Vale ganhou, no dia 7  de junho, o  12º Prêmio Oscar Schrappe Sobrinho 2014,  na categoria Livros Ilustrados e Livros Técnicos. O prêmio é um reconhecimento pela qualidade gráfica e editorial do projeto produzido em parceria entre a C.Vale, a agência Kadabra Design Estratégico e Midiograf, gráfica responsável pela impressão do livro e pela inscrição do livro ao prêmio.

Receitas - O livro comemorativo aos 50 anos da cooperativa traz 50 receitas de frango, suíno, peixe, bovino e sobremesas, todas testadas e aprovadas pelas integrantes dos núcleos femininos da C.Vale.  O material, rico em conteúdo e ilustrações, traz pratos preparados pelo chef Angelo Omar e registro do fotógrafo Winston Gambatto.

Iniciativa - O prêmio é uma iniciativa da Sigep/Abigraf-PR - Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica - Abigraf Regional Paraná. Nesta edição, 59 empresas se inscreveram em 55 categorias. A premiação aconteceu em Curitiba e contou com a presença de mais de 800 convidados. (Imprensa C.Vale)

 

UNIMED APUCARANA: Premiada na categoria “Repasse ao cooperado e resultado da cooperativa”

Durante os dias 29 de maio e 1º de junho, foi realizado, na cidade de Foz do Iguaçu, o 22º Suespar (Simpósio das Unimeds do Estado do Paraná), evento que tem o objetivo integrar as cooperativas singulares do Estado. A cada encontro, renomados palestrantes e autoridades reúnem-se com cooperados, dirigentes, colaboradores e demais conferencistas para discutir temas atuais e relevantes sobre gestão em saúde suplementar, política e economia. Para 2014, o tema escolhido foi: “Estratégia, Inovação e Sustentabilidade”.

Prêmio - A Unimed Apucarana foi destaque, recebendo um importante prêmio que fortaleceu ainda mais a filosofia adotada pela cooperativa, a valorização dos médicos, sendo uma das que melhor remuneram os cooperados. Na cerimônia de encerramento, a cooperativa conquistou o prêmio Performance de Gestão na categoria “Repasse ao Cooperado e Resultado da Cooperativa”, sendo a que melhor remunera  os médicos cooperados entre as Unimed’s com até 30.000 vidas.

Foco - A presidente Marly Hirata Figueiredo afirma que “para conquistar o resultado, houve uma manutenção do planejamento, com foco na melhoria contínua da remuneração dos cooperados”.

Selo Sustentabilidade- Durante o evento, a Unimed Apucarana também recebeu o Selo Unimed de Sustentabilidade 2014, na categoria Ouro. A avaliação é desenvolvida com base nos Indicadores Ethos de RS e nos Manuais de RS da Unimed Brasil, visando auxiliar as cooperativas na incorporação de conceitos voltados ao desenvolvimento sustentável. A premiação reconhece o importante trabalho realizado pela prática da Responsabilidade Social na gestão da cooperativa, fortalecendo os princípios do cooperativismo e a construção de uma sociedade mais justa e sustentável. (Imprensa Unimed Apucarana)

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USDA: Departamento confirma maior pressão sobre cotações dos grãos

Ainda que não tenha surpreendido analistas dos mercados de milho, trigo e soja, o relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre oferta e demanda de grãos no país e no mundo no ciclo que se encerra (2013/14) e na safra que começará a ser colhida em agosto no Hemisfério Norte (2014/15), divulgado nesta quarta-feira (11/06), reforçou a tendência de baixa dos preços desses produtos no segundo semestre.

Trigo - As parcas novidades apresentadas se concentraram no mercado de trigo. Com influência no curtíssimo prazo - sobretudo na formação de preços nas bolsas americanas -, o órgão elevou sua previsão para os estoques finais do cereal nos EUA em 2013/14 para 16,14 milhões de toneladas, ainda 17,4% menos que em 2012/13. Nas contas referentes a 2014/15, que guiarão os preços na segunda metade de 2014, ajustou para cima tanto sua expectativa para os estoques finais dos EUA, agora estimados em 15,62 milhões de toneladas, quanto para os globais, que passaram a ser estimados em 188,61 milhões, 1,4% maiores que os de 2013/14 e patamar confortável.

Chicago - Na bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em setembro encerraram a sessão a US$ 6,0150 por bushel, em queda de 12,50 centavos.

Correções modestas- O quadro do milho foi marcado por "mais do mesmo". O USDA fez correções modestas em suas estimativas para os estoques finais em 2013/14 e para produção e estoques em 2014/15. Mas os números não deixam de corroborar que o mundo deverá ser inundado pelo grão na próxima temporada. Em Chicago, setembro recuou 3,75 centavos de dólar, para US$ 4,3750 por bushel.

Soja - No caso da soja, o temor imediato dos analistas - referente aos estoques finais do grão nos EUA na safra 2013/14 - aumentou um pouco, já que a projeção caiu para 3,4 milhões de toneladas, ante as 3,53 milhões previstas em maio e as 3,83 milhões de 2012/13. Mas, para 2013/14, o USDA elevou levemente suas estimativas para produção e estoques finais globais, que serão bem maiores que em 2013/14 e tendem a pressionar os preços na segunda metade do ano. Em Chicago, agosto caiu 12,50 cents, para US$ 13,8275 por bushel. (Valor Econômico)

CARNE BOVINA: Exportações crescem 18% em maio, a US$ 615,3 milhões

As exportações brasileiras de carne bovina somaram US$ 615,3 milhões em maio, alta de 18% na comparação com os US$ 521,2 milhões reportados no mesmo intervalo do ano passado, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Volume - Na mesma base de comparação, o volume de carne bovina exportado pelo Brasil cresceu 10,2%, para 131,3 mil toneladas, informou a Abiec. O preço médio dessas exportações subiu 7,1%, atingindo US$ 4.685 por tonelada. Essa alta reflete a menor oferta de carne bovina no mundo. Produtores importantes, como os Estados Unidos, enfrentam séria escassez na oferta de gado bovino.  Em contrapartida, a demanda de países emergentes, notadamente a China, vem crescendo bastante nos últimos anos.

Acumulado- No acumulado deste ano até maio, as exportações nacionais de carne bovina somaram US$ 2,815 bilhões, incremento de 11,9% ante os US$ 2,514 bilhões do mesmo intervalo de 2013. Na mesma comparação, o volume exportado cresceu 12,9%, para 636 mil toneladas.

Principal importador- De acordo com a Abiec, Hong Kong segue como o principal importador da carne bovina do Brasil. Entre janeiro e maio, a cidade-Estado chinesa gastou US$ 657,5 milhões com a compra de 159,8 mil toneladas de carne bovina do Brasil. Com isso, Hong Kong respondeu por 23,3% da receita obtida pelos frigoríficos com as exportações e 25% do volume.

Segundo - Segundo principal comprador da carne bovina brasileira, a Rússia pagou US$ 449,1 milhões pela compra de 114,1 mil toneladas do produto nacional. Isso representa 15,9% da receita obtida pelos frigoríficos com as vendas externas e 17,9% do volume  exportado pelo Brasil no acumulado de 2014. (Valor Econômico)

COMÉRCIO EXTERIOR: País quer liderar implementação do acordo de Bali, diz secretário da Secex

comercio exterior 12 06 2014O governo brasileiro tomou a decisão estratégica de liderar a implementação do acordo de facilitação de comércio, o chamado acordo de Bali, para reduzir os custos nas transações de exportações e importações e ajudar o produtor a se integrar mais nas cadeias globais de valor. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (11/06) pelo secretário de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Daniel Godinho, em Genebra, onde se encontrou com o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo.

Entendimento - Além de sinalizar com medidas internas para reduzir os problemas de burocracia e entraves nos portos, e flexibilidades na política de "drawback", Godinho assinou em Genebra um entendimento pelo qual o Brasil ajudará países africanos a implementar o acordo de facilitação de comércio.

Resistências - Desde meados do ano passado, o Brasil baixou gradualmente suas reticências sobre o tema e foi um dos mais ativos na aprovação do acordo para dar mais rapidez às alfândegas. O acordo foi aprovado em Bali, na Indonésia, em dezembro. Ainda assim, a postura agora ofensiva do governo brasileiro pode surpreender parceiros importantes, que acusam o país de ser um dos mais protecionistas e fechados. "Não tem nada disso", afirma o secretário. Ele diz que o Portal Único de Comércio Exterior é o projeto brasileiro de aplicação do acordo de Bali e estima que o mecanismo trará economia de R$ 50 bilhões por ano quando plenamente implementado;

Perda - "Cada dia de mercadoria parada (nos portos) é equivalente à perda de 0,8% do seu valor, segundo estudos internacionais", diz ele. "Mas achamos que nossos custos no Brasil são ainda maiores". A primeira etapa do portal começou a funcionar este ano. Até dezembro, uma novidade será a anexação eletrônica de documentos de comércio exterior, livrando os operadores de enorme papelada e burocracia para exportar ou importar.

Menos burocracia- Com menos burocracia, pode-se aumentar a base exportadora brasileira, com pequenas e médias empresas começando a fazer negócios no exterior. A inspeção harmonizada das mercadorias, ao invés de separadas como hoje, é outro objetivo. "Haverá uma redução de custos não só para o setor privado, mas para o governo também. Teremos diminuição de custo orçamentário e de recursos humanos", afirmou Godinho.

Reformas - Nas próximas semanas, o governo anunciará a reforma de alguns aspectos do regime de "drawback", que objetiva desonerar de tributos os insumos utilizados na produção de bens destinados à exportação. Uma das medidas flexibilizará o uso de insumo importado na produção, evitando que a empresa tenha mais custo com estoque separado para exportação.

Ratificação - O acordo de facilitação de comércio, aprovado em Bali, precisa ser ratificado pelos parlamentos nacionais. Agora, na OMC, os países africanos condicionam sua implementação à ajuda por parte dos países desenvolvidos e aprovação de outras partes da Rodada Doha, como liberalização agrícola.

Postura brasileira- Conforme Godinho, a postura brasileira é de mostrar que o acordo aprovado em Bali "é bom tanto para o Brasil quanto para todos os países em desenvolvimento, e essencial para as cadeias globais de valor".

Parceria - Nesse cenário, o governo brasileiro assinou parceria com o International Trade Centre (agência de cooperação da OMC e da Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) para dar assistência técnica de facilitação de comércio a países africanos. Os primeiros projetos vão ser com Angola e Moçambique. Em julho, na conferência de ministros de comércio do G-20, reunindo as maiores economias do mundo, o Brasil apoiará mais integração das cadeias globais de valor.

Outra frente- Em outra frente, a Secex assinou acordo com o Fórum Econômico Mundial, que vai acompanhar com a consultoria Bain & Company a adoção das medidas para facilitar comércio exterior no país. Isso pode ajudar na melhora do ranking do Brasil no relatório global de competitividade preparado pela entidade suíça. (Valor Econômico)

 

MEIO AMBIENTE: Conselho Estadual aprova descentralização dos licenciamentos

meio ambiente 12 06 2014O Conselho Estadual do Meio Ambiente, em sua 89ª reunião, aprovou nesta quarta-feira (11/06) a descentralização dos licenciamentos ambientais para 12 municípios, que passarão a autorizar empreendimentos com impacto ambiental local, em substituição ao IAP (Instituto Ambiental do Paraná), que continuará cuidando dos licenciamentos em casos de impacto regional. “A medida vai agilizar a concessão de licenciamentos e aliviar a carga de trabalho do IAP em pelo menos 6 mil projetos/ano, possibilitando que o Instituto se concentre na análise detalhada dos projetos com maior impacto ambiental”, explica o secretário de Meio Ambiente, Antonio Caetano de Paula Junior.

Municípios - Os municípios que assumirão o licenciamento são Fazenda Rio Grande, São José dos Pinhais, Guarapuava, Fazenda Rio Grande, Campo Largo, Araucária, Castro, Pinhais, Foz do Iguaçu, Diamante do Sul, Guaratuba e Cascavel.

Vantagens - Caetano cita o caso de Foz do Iguaçu como exemplo das vantagens da descentralização. “Em Foz temos 233 pedidos de licenciamento de janeiro a maio deste ano. Destes, 162 têm impacto local e serão analisados pelo município, aliviando em 69% a carga de trabalho do IAP nessa área”, exemplifica.

Apoio - O presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, explica que o órgão vai apoiar as secretarias municipais nas análises dos pedidos de licenciamento. “Para o usuário ambiental o retorno quanto às suas solicitações deverá ser mais rápido e eficiente uma vez que a demanda será divida com os municípios. O IAP continuará dando todo apoio necessário para as prefeituras e poderá atuar com melhor qualidade no monitoramento, fiscalização e licenciamento ambiental dos empreendimentos que mais poluem e degradam o meio ambiente”, diz.

Caráter municipalista- “A medida reforça o caráter municipalista do governo Beto Richa, fortalece a gestão dos municípios e favorece que o IAP se debruce apenas sobre questões regionais”, afirma o secretário Caetano de Paula. “Estamos passando essa atribuição aos municípios. Com isso teremos maior controle social, com esses licenciamentos sendo feitos mais próximos os cidadãos”, afirma.

Comunicação - “Depois de uma longa discussão, conseguimos a aprovação da descentralização. Em seguida, vou oficialmente comunicar aos municípios que estão autorizados a fazer os licenciamentos”, afirma o secretário. “O IAP analisou 18 pedidos dos municípios, aprovou 12 e devolveu seis para correções”, informa Caetano.

Pronto - O secretário do Meio Ambiente de Guarapuava, Celso Alves de Araújo, garante que o município está pronto para assumir a tarefa. “Nós vamos assumir todos os compromissos que estão descritos na Resolução 088, anexo 1, do Conselho Estadual do Meio Ambiente. Guarapuava tem aproximadamente 300 mil hectares e está preparada para assumir todo o licenciamento e fiscalização ambiental dos impactos ambientais locais”, afirma.

Estrutura - “A Secretaria de Guarapuava é uma das mais estruturadas do Estado, tanto em equipamentos quanto com o nosso corpo técnico”, diz Araújo “Nosso Fundo Municipal tem aproximadamente R$ 2 milhões para trabalhar com as questões ambientais. O Plano Municipal também já está em execução e somos o segundo município do Estado a implantar o Código Municipal Ambiental”, informa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Primeira PPP do Paraná garante a duplicação da PR-323

infraestrututra 12 06 2014O governador Beto Richa assinou nesta quarta-feira (11/06), em Cianorte, no Noroeste do Estado, o primeiro contrato de Parceria Público-Privada do Estado que permitirá a duplicação da PR-323, entre Maringá e Francisco Alves. O Consórcio Rota 323 será responsável pelas obras. O programa da Parceria Público-Privada para a PR-323 é um dos maiores investimentos em infraestrutura do Paraná. Mais de R$ 7 bilhões serão aplicados no projeto, que envolve obras da duplicação, melhorias, operação da via e a manutenção de todo o trecho.

Reivindicação - “Essa será uma das grandes obras viabilizadas pelo governo estadual. Irá atender a reivindicação de um grande número de paranaenses que vivem nesta região, e que não suportam mais conviver com os transtornos dessa rodovia sobrecarregada”, afirmou Richa.

Projeto - O governador ressaltou que o projeto da PR-323 é um dos melhores do Brasil. “Ao longo dos quase 220 quilômetros que serão duplicados, serão construídos 41 viadutos e trincheiras, pistas secundárias marginais, acessos seguros a todas as cidades onde passa a rodovia”, disse o governador.

Conflito - Com as obras, a rodovia ficará isolada da área urbana, evitando conflito entre estes dois tipos de tráfego, o que reduzirá o número de acidentes e mortes.

Primeiro no Paraná- O diretor-geral do Consórcio Rota 323, Romero Neves da Silva, lembrou que o projeto é o primeiro da empresa no Paraná. “É um projeto com grande potencial de desenvolvimento para a região e que garantirá conforto e segurança para os usuários”, disse ele. É arraigado na cultura da empresa executar projetos com grande retorno para a sociedade”, afirmou.

Segurança - Do total do investimento, R$ 3,6 bilhões serão investidos em obras de manutenção e conservação e, também, em serviços ao usuário. A rodovia tem 220 quilômetros, dos quais 13 quilômetros já foram duplicados com recursos estaduais. A parceria com o Consórcio Rota 323 vai permitir a duplicação do restante do traçado.

Tranquilidade - “A duplicação da rodovia garante, principalmente, tranquilidade aos pais de alunos que estudam em Maringá”, afirmou o prefeito Claudemir Bongiorno. “A obra de duplicação é completa e vem acompanhada de trincheiras e passarelas que dão mais segurança”, disse ele. Bongiorno ressaltou que a cidade será beneficiada pela arrecadação do Imposto Sobre Serviços (ISS-QN).

Acidentes - O diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), Nelson Leal, disse que a rodovia apresenta o maior índice de acidentes e o maior número de mortes no Paraná. “A PPP foi a solução para reparar o conflito do tráfego urbano com o tráfego rodoviário”, afirmou.

Tarifas - A concessionária cobrará tarifas depois da entrega de cada trecho de duplicação, com os viadutos, trincheiras, pontes e passarelas.

Participação - O secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho lembra que, por ser uma parceria público-privada, o governo participa do projeto, o que permitirá controle da tarifa e alteração do cronograma de obras. “Se houve lucro excedente, será reinvestido apenas no programa da PR-323”, explicou.

Audiências públicas- A modalidade de duplicação da PR-323 por meio de Parceria Público-Privada foi aprovada em audiências públicas com a população do Noroeste, realizadas em Cianorte e Umuarama. O DER também abriu espaço em seu site durante 45 dias para manifestação da população sobre o preço do pedágio. As obras vão criar mais de mil empregos na região. A contratação de pessoal e a escolha de fornecedores dos insumos rodoviários, necessários para as obras da rodovia, pelo Consórcio Rota 323 começam nos próximos 45 dias. Também neste prazo será feita a instalação do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU).

Manutenção – Será montado em Cianorte o Centro de Operações, onde ficarão as equipes de manutenção e de operação, que vão cuidar da rodovia por 30 anos. O consórcio é formado pelas empresas Odebrecht Transport, Tucumán Engenharia, Goetze Lobato Engenharia e América Empreendimento.

Cronograma da obra -Ainda no segundo semestre deste ano, os moradores da região Noroeste vão poder ver as equipes do Consórcio Rota 323 recuperando o atual leito da rodovia, que também será ampliado na duplicação. Após a aprovação dos projetos pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), será autorizada a duplicação, que vai acontecer em diversas frentes ao longo da rodovia. Uma das frentes será em Paiçandu e a outra no trevo do Gauchão, na região de Umuarama. A estimativa é que no prazo de cinco anos quase 80% da rodovia já esteja duplicada.

Pedágio - O Estado definiu que as quatro praças de cobrança ficarão fora de áreas densamente povoadas. O consórcio Rota 323 ganhou a licitação com o menor valor da tarifa a ser cobrado. O preço é R$ 3,90, tendo como base o ano de 2013. A cobrança só será feita depois da entrega de cada trecho de duplicação, já contando com viadutos, trincheiras, pontes e passarelas.

Contraprestação - O Governo do Estado poderá reduzir a contraprestação, caso a qualidade de obras e de operação não fique dentro de padrões internacionais. Serão instalados, pelo governo estadual, contadores de tráfego, que permitirão o controle pela população. Também serão instaladas câmeras de monitoramento ao longo da rodovia, o que facilitará os atendimentos de emergência e o atendimento ao usuário. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CHUVAS: Prejuízos no Paraná já somam R$ 500 milhões

chuvas 12 06 2014Os prejuízos causados pelas chuvas no Paraná foram estimados em R$ 500 milhões. Este valor consta do levantamento preliminar apresentado aos conselheiros da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil durante reunião nesta quarta-feira (11/06) no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Segundo o chefe da Casa Militar e coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Adilson Castilho Casitas, o balanço inicial leva em conta relatórios feitos pelos próprios municípios e cadastrados no Sistema Estadual de Defesa Civil para que sejam analisados individualmente.

Estragos - Castilho disse que as cidades têm 10 dias para relatar as perdas causadas pelas chuvas e o valor total dos prejuízos deverá ser muito maior. “Sem dúvidas, pela nossa experiência e pela gravidade deste desastre, os prejuízos devem passar de R$ 1 bilhão”, disse. Muitos estragos só poderão ser avaliados após a água baixar.

Áreas - Os órgãos estaduais também devem contabilizar os danos, principalmente na área de infraestrutura rodoviária, saneamento e energia. “Pedimos apoio de todas as secretarias envolvidas para dar agilidade no orçamento”, disse o coronel.

Critérios técnicos- O oficial explicou que a previsão é fechar os números até o final desta semana. Com os valores fechados, o balanço será levado ao governador Beto Richa para que o Estado possa formalizar um pedido de recursos federais. “Estamos seguindo todos os trâmites necessários”, disse. “Esperamos que, desta vez, o governo federal adote o critério técnico para repasses e não critérios políticos, como na maioria das vezes ocorre, onde o Estado do Paraná é preterido”, salientou o coronel Adilson Castilho Casitas.

Serviços essenciais- O coordenador da Defesa Civil destacou que a prioridade do governo estadual é restabelecer os serviços essenciais à população, com desbloqueio e recuperação das estradas e das ligações de energia e água. Ele disse que será feito pedido ao governo federal de óleo diesel para que todos os municípios afetados possam utilizar os maquinários locais no trabalho de recuperação.

Situação de emergência- Em todo Paraná, até o momento, são 131 municípios em situação de emergência. O número de pessoas afetadas chegou a 492 mil e as cidades estão sendo atendidas pelo Governo do Estado desde as primeiras ocorrências, com serviços emergenciais, como atendimento sanitário, de saúde, segurança e resgate.

Encaminhamento - A população desabrigada está sendo encaminhada a abrigos, em espaços públicos equipados pela Companhia de Habitação do Paraná para atender as famílias. Enquanto os efeitos das chuvas não cessam, toda a estrutura do Governo do Estado está mobilizada para a campanha de doação de donativos, que está a cargo da Secretaria da Família e Ação Social, em conjunto com a Provopar Estadual.

Ajuda - Nesta quarta-feira, foram encaminhados o montante de mais de R$ 1 milhão em ajuda aos municípios, com o fornecimento de colchões, cobertores, cestas básicas, material de limpeza e higiene. O Governo do Estado está agindo com velocidade para socorrer as famílias atingidas e com a ajuda e apoio de toda a sociedade envolvida. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PESQUISA: Visão positiva do Brasil prevalece no mundo

Às vésperas da Copa, o Brasil tem uma imagem positiva em boa parte do mundo, especialmente entre os mais jovens, segundo pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quarta-feira (11/06). Pelo menos metade da população de 24 dos 37 países em que o instituto de pesquisas americano fez entrevistas sobre o tema tem uma visão favorável do Brasil.

América Latina- O país é mais bem visto principalmente na América Latina, com destaque para Chile, Venezuela e Peru, e na Ásia, em especial na Coreia do Sul, no Japão e no Vietnã. Na Europa, o país é bem avaliado por grande parte dos franceses, poloneses e gregos. A imagem do Brasil é mais negativa em alguns países do Oriente Médio - no Egito, na Jordânia e na Turquia, cerca de dois terços da população vê o país desfavoravelmente. No total dos 37 países, uma mediana de 54% avalia o Brasil de modo positivo, com 25% manifestando uma opinião negativa.

Maior fatia- O Chile é o país em que a maior fatia dos entrevistados tem uma visão favorável do Brasil - nada menos que 74%. Apenas 15% avaliam o país de modo negativo. Na Venezuela e no Peru, cerca de dois terços da população diz ter uma imagem favorável do Brasil. Entre os argentinos, 56% dos entrevistados no país vizinho veem o Brasil positivamente, menos que os três quartos registrados em 2013, mas bem acima dos 19% que julgam o país de maneira desfavorável. Na América Latina, os mexicanos é que veem o país com mais reservas (41% avaliam o Brasil favoravelmente e 32%, de modo negativo).

Ásia - Na Ásia, 63% dos sul-coreanos, 61% dos japoneses e 59% dos vietnamitas têm uma impressão favorável do Brasil. Entre os asiáticos, o país obtém a pior avaliação em dois dos integrantes do Bric (que reúne Brasil, Rússia, Índia e China). No caso dos chineses ouvidos pelo Pew, 43% têm avaliação positiva do Brasil e 41%, negativa. Na Índia, apenas 24 % veem o Brasil de modo favorável, o mesmo percentual dos que veem o país desfavoravelmente. O restante dos indianos entrevistados não tem opinião sobre o país.

Russos - A maior parte dos russos, por sua vez, vê o Brasil com simpatia (63%). Na Europa Ocidental, quase dois terços dos franceses (66%) e 62% dos poloneses têm visão favorável sobre o Brasil, fatia bem superior aos 51% do Reino Unido, 50% da Itália, 49% da Alemanha e 47% da Espanha. O Brasil é bem visto por um pouco mais da metade dos americanos - 51%. Há ainda 26% dos entrevistados nos EUA que têm opinião negativa sobre o país.

Oriente Médio- No Oriente Médio, a avaliação é bastante dividida. O Brasil tem imagem favorável para 59% dos israelenses e 54% dos libaneses, mas é malvisto por 64% dos egípcios, 70% dos jordanianos e 65% dos turcos. Nos três países africanos ouvidos pelo Pew, o Brasil é bem visto por 61% dos entrevistados na Tanzânia, 59% no Senegal e 48% em Uganda.

Jovens - Instituto de pesquisas bastante respeitado, o Pew ressalta que o Brasil tem uma imagem positiva especialmente entre os mais jovens, entre 18 e 29 anos. No Vietnã, por exemplo, 77% da população dessa faixa etária manifesta opinião favorável ao Brasil, bem acima dos 44% registrados por quem tem 50 anos ou mais. No Reino Unido, 71% dos mais jovens avaliam o Brasil positivamente, bem mais que os 38% dos mais velhos. O Pew ouviu 41.408 pessoas em 37 países, entre 17 de março e 23 de maio deste ano. (Valor Econômico)

INTERNACIONAL: FMI pede medidas urgentes para evitar nova crise imobiliária

O Fundo Monetário Internacional (FMI) apelou nesta quinta-feira (12/06) à adoção de medidas urgentes para evitar nova crise imobiliária, já que os preços estão acima da média histórica em muitos países, sobretudo em emergentes como as Filipinas, a China e o Brasil. “As ferramentas para conter os preços da habitação ainda estão sendo desenvolvidas, mas isso não é desculpa para a inércia. Os preços das casas em muitos países continuam muito acima da média histórica”, disse o diretor adjunto do FMI, Min Zhu.

Advertência - A advertência foi feita por Min Zhu em discurso, na semana passada, no Bundesbank (o Banco Central alemão), e que foi publicado agora pelo FMI em seu portal na internet. Para a organização, o aumento do preço das casas a partir de níveis já elevados representa uma das maiores ameaças à estabilidade da economia global.

Essencial - “A habitação é um setor essencial da economia, contudo, também é uma fonte de vulnerabilidades e crises. Portanto, ainda que a recente recuperação dos mercados imobiliários seja um bom passo, devemos permanecer atentos para evitar um novo boom insustentável”, observou Min Zhu.

Crescimento rápido- Segundo dados do FMI, o preço das habitações tem crescido mais rapidamente em mercados emergentes. São citados como exemplos os casos das Filipinas (com aumentos de 10% em relação ao ano anterior), da China (9%) e do Brasil (7%).

Taxas - Com a recessão global, os bancos centrais reduziram as taxas de juro para mínimos históricos, o que elevou os preços das casas para níveis que, segundo o FMI, representam risco significativo para economias tão distintas como as de Hong Kong ou de Israel.

Outros países- Os preços das habitações estão também acima da sua média histórica em países como a Austrália, Bélgica, o Canadá, Reino Unido, a Noruega e Suécia.

Queda - Nos países do Sul da Europa mais afetados pela crise verifica-se o cenário contrário: ou seja, queda no preço das habitações. (Agência Brasil)

BANCO MUNDIAL: Bird rebaixa projeções e diz que emergentes terão período difícil

O Banco Mundial cortou a projeção para o crescimento global em 2014 de 3,2% para 2,8%, destacando que os países em desenvolvimento caminham para um ano de expansão decepcionante. Para esse grupo, a instituição reduziu a estimativa para 4,8%, abaixo dos 5,3% esperados em janeiro.

Fatores - "O mau tempo nos EUA, a crise na Ucrânia, o reequilíbrio na China, os conflitos políticos em vários países de renda média, o avanço lento em reformas estruturais e as restrições de capacidade estão contribuindo para o terceiro ano seguido de crescimento das nações em desenvolvimento abaixo de 5%", aponta o Banco Mundial, no relatório Perspectivas Econômicas Globais, divulgado na terça-feira (10/06).

Reformas estruturais- Para o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, esse nível não basta para criar os empregos necessários para melhorar a vida dos 40% mais pobres. "Os países precisam agir logo e investir mais em reformas estruturais internas para atingir um crescimento mais amplo, necessário para acabar com a pobreza na nossa geração."

Reduções - Brasil, México, Argentina, Índia, África do Sul, Turquia e Rússia tiveram suas estimativas de crescimento bastante reduzidas. No caso da China, a redução foi pequena, de 7,7% para 7,6%.

Vulnerabilidade - O relatório diz que os riscos para os países em desenvolvimento diminuíram em relação ao ano passado, mas observa que essas economias continuam vulneráveis à volatilidade nos mercados e a outras ameaças. Uma delas é o processo de reequilíbrio da economia chinesa, num quadro de esfriamento do mercado imobiliário.

China - Para o Banco Mundial, as reformas anunciadas pela China desde novembro mostram o compromisso com a melhora da alocação de recursos e o papel crescente das forças de mercado na economia. No entanto, o estudo nota que esse processo, em que o consumo passa a ter mais importância do que o investimento, é uma "tarefa formidável", por se dar num cenário em que é preciso reduzir a instabilidade financeira, à medida que o crescimento do crédito desacelera e reformas financeiras são implementadas. Um pouso forçado da China poderia ter efeitos significativos no leste da Ásia, afetando também exportadores de commodities.

Transição - O Banco Mundial enfatiza, porém, que essa transição da China se dá num momento em que se espera uma aceleração dos países desenvolvidos. Para a instituição, o aumento da demanda das economias ricas deve mais do que compensar a desaceleração das importações do país asiático. Pelo estudo, a combinação de uma alta de 1 ponto percentual no crescimento nos países ricos e de desaceleração igual na China, deev fazer o PIB nos países em desenvolvimento aumentar 0,24 ponto percentual, sendo 0,22 ponto no leste da Ásia e 0,29 ponto na América Latina.

Ucrânia - A escalada de tensões na Ucrânia é outra fonte de preocupação. Segundo o relatório, uma piora acentuada da situação poderia levar a fortes saídas de capitais dos emergentes, o que afetaria o crescimento. O Banco Mundial espera um crescimento para a Rússia de apenas 0,5% neste ano - em janeiro, previa 2,2%. Para a Ucrânia, a expectativa é de uma contração do PIB de 5% em 2014.

Normalização monetária- Outra questão a ser levada em conta é a perspectiva de normalização monetária nos países desenvolvidos, especialmente nos EUA. "Quando os juros nos países desenvolvidos sobem, as taxas nos países em desenvolvimento sobem ainda mais", diz o relatório, observando que juros mais altos tenderão a afetar o crescimento.

Estudos - O Banco Mundial cita estudos que indicam que o aperto das condições financeiras globais, com o retorno à neutralidade da política monetária americana, pode elevar em 1 ponto percentual os prêmios de risco dos títulos dos países em desenvolvimento. No caso brasileiro, a alta poderia superar 2 pontos. (Valor Econômico)


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