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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3368 | 24 de Junho de 2014

MELHORES&MAIORES I: Cooperativas do PR conquistam posições no ranking da Exame

melhores maiores I 24 06 2014As cooperativas do Paraná mais uma vez apresentaram um bom desempenho no ranking Melhores e Maiores – as 1000 maiores empresas do Brasil, divulgado nesta semana pela revista Exame. De maneira geral, elas conquistaram novas posições no comparativo dos resultados obtidos entre 2013 e 2012, tanto entre as mil maiores empresas do país, como entre as 100 maiores do Sul e, ainda, entre as 400 maiores do agronegócio brasileiro (Veja quadros abaixo). Além disso, a Coamo se destaca entre as 50 maiores exportadoras brasileiras, ocupando o 21º lugar. Entre as 50 maiores do comércio por vendas estão a Coamo (14º), a C.Vale (22º) e a Cocamar  (48º). A Coamo (65º), a Copacol (96º) e a Castrolanda (98º) também estão no ranking das 100 maiores em investimentos. Já a Batavo está entre as melhores no atacado, em 15º, e em liquidez corrente, em 6º. A Coamo também está entre as 50 maiores empresas privadas por vendas, em 47º lugar. No ranking por Estado, as cooperativas paranaenses estão bem colocadas nos indicadores Crescimento em vendas (C.Vale  2º, Copacol  4º, Lar  9º e Cocamar 10º); Liquidez Corrente (Coamo 3º, Agrária 4º, Cocamar 9º e Copacol 10º); Rentabilidade (Copacol 3º, Coamo 4º e Lar 9º), Riqueza/Empregado (Agrária 3º, Coamo 6º e Cocamar 10º) e Vendas (Coamo 2º e C.Vale 6º).

Agronegócio – As cooperativas paranaenses entre as 50 maiores do agronegócio na região Sul são: Coamo (2º), C.Vale (5º), Lar (9º), Cocamar (10º), Agrária (12º), Copacol (14º), Integrada (17º), Castrolanda (18º), Frimesa (19º), Coopavel (20º), Batavo (22º), Copagril (29º), Cocari (36º), Coasul (38º), Capal (49º). Entre as que apresentaram maiores ativos totais, figuram a Coamo (17º) e C.Vale (41º). Já no segmento 50 maiores do agronegócio em lucro estão: Coamo (7º), Copacol (26º), C.Vale (38º), Castrolanda (47º), Lar (49º) e Batavo (50º). Entre as empresas do agronegócio com maior número de empregados diretos estão a Copacol (17º), Lar (26º), Coamo (27º), C.Vale (29º), Frimesa (32º), Coopavel (38º). No setor de algodão e grãos, destacaram-se a Capal (2º), Batavo (7º), Coasul (9º) e Agrária (10º). Já em Aves e Suínos a C.Vale (2º), e, em Leite e Derivados, a Castrolanda (6º). 

tabela1 24 06 2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 tabela2 24 06-2014

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

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MELHORES&MAIORES II: Coamo é a 17ª maior empresa do Brasil com capital nacional

A Coamo Agroindustrial Cooperativa, com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná e entrepostos em outros 66 municípios paranaenses, catarinenses e e sul-matogrossenses é a 53ª maior empresa do país entre todas as companhias públicas, estatais e multinacionais, e posiciona-se como  a 17ª maior empresa de capital 100% nacional. Estes resultados estão consolidados no ranking anual da revista Exame – Melhores e Maiores 2013-.  No Estado do Paraná, a Coamo é a segunda maior empresa, atrás somente da Renault, mas é a primeira empresa privada paranaense. A cooperativa está a frente da Copel, GVT, Electrolux e Volvo.

Segundo o anuário da Exame, as receitas da Coamo com vendas totalizaram R$ 8.265,6 e tem posição de destaque na área de exportação. Nesse setor, que engloba entre os primeiros colocados empresas como Vale, Petrobrás, Embraer, Volkswagem e Fiat, a cooperativa é a 21ª maior exportadora do Brasil com montante de US$ 1.152,2 milhões em 2013.

Impulso - A força do trabalho, união e profissionalismo dos seus 26.700 cooperados impulsiona o crescimento da Coamo entre as maiores empresa do país. Na região Sul, a cooperativa ocupa a 3ª posição computando-se todas as empresas e no agronegócio os bons resultados consolidados em 2013 fazem com que a Coamo esteja entre as primeiras do setor.

Orgulho - Para o idealizador e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, os números do ranking da revista Exame são excelentes e representam bons motivos para serem comemorados com orgulho pela diretoria, cooperados e funcionários, e refletem o crescimento da cooperativa ao longo dos anos. “Comemoramos e partilhamos esses bons resultados com todos da família Coamo, ficamos felizes em ver esse reconhecimento à Coamo, que é uma empresa séria, bem administrada e profissionalizada, que disponibiliza produtos e serviços de qualidade para o desenvolvimento dos seus associados.”

Cooperativismo de resultados- Segundo Gallassini, é motivo de orgulho constatar os frutos gerados pela Coamo que nasceu em novembro de 1970, há quase 44 anos no interior do Paraná pelo sonho de 79 agricultores. “A Coamo pratica um cooperativismo de resultados, voltada totalmente para os interesses e a melhoria da produtividade, renda e qualidade de vida do seu quadro social”, afirma Gallassini. (Imprensa Coamo)

Coamo no Ranking da Exame

√ 53ª Maior empresa do Brasil                                                                                         

     (Entre todas as companhias estatais, multinacionais e privadas, instaladas no país)

√ 17ª Maior empresa do Brasil com capital 100% nacional.

√ 21ª Maior exportadora do Brasil.

√ 1ª empresa genuinamente paranaense e 2ª maior do Paraná na classificação geral.

√ 3ª Maior empresa na Região Sul. 

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MELHORES&MAIORES II: C.Vale cresce 34 posições

maiores melhores III 24 06 2014Ao elevar suas vendas em quase 30% em 2013 comparativamente ao ano anterior, a C.Vale subiu 34 posições no ranking das 500 maiores empresas brasileiras. Ao registrar R$ 4,23 bilhões em receita líquida, a cooperativa classificou-se em 118º lugar no levantamento Melhores e Maiores da revista Exame. O desempenho também rendeu à C.Vale um salto de nove degraus entre as maiores empresas do setor comercial do Brasil, ficando em 22º lugar entre as aparece na lista das 50 por vendas líquidas.

Vendas líquidas- Publicado na edição de junho da revista Exame, o estudo aponta a C.Vale como a terceira empresa do Paraná em crescimento de vendas (22%) já descontada a inflação em 2013. No cruzamento dos dados por região, a cooperativa classificou-se em 11º lugar entre as 100 maiores empresas da região por vendas líquidas. Entre as 400 maiores do agronegócio, a C.Vale figura na 29ª posição em nível nacional e em quinto lugar no Sul, também por vendas líquidas.

Safra - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, explica que a alta das vendas em 2013 foi puxada, principalmente, pelo desempenho das safras de verão e inverno e pela valorização da soja e do milho. O crescimento do abate de frangos também contribuiu. “É muito difícil manter um crescimento de 30% ao ano devido aos problemas climáticos e à variação dos preços dos grãos, mas nossa meta é de pelo menos 25% ao ano. Com esse percentual, conseguimos dobrar o faturamento a cada quatro anos. É o que estamos conseguindo desde 1995”, registra Lang. (Imprensa C.Vale)

 

SICOOB: Dois postos de atendimento serão reinaugurados

Os cooperados e a população ganharão novos e modernos postos de atendimento do Sicoob em Paranavaí e São Jorge D’Oeste, que foram reinaugurados nesta segunda-feira (23/06). Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob PR, Jefferson Nogaroli, o sucesso do Sistema Sicoob PR não está somente na expansão da sua rede de atendimento, com a abertura de novos Postos, mas também na modernização e melhoria de sua estrutura para melhor recepcionar o cooperado e a população que necessita de seus serviços.

Endereços - O Sicoob Noroeste reinaugura seu posto de atendimento na avenida Deputado Heitor Alencar Furtado, nº 5998. O Sicoob Vale do Iguaçu reinaugura sua unidade em São Jorge D’Oeste na rua Concórdia, nº 417. (Imprensa Sicoob Paraná)

COCAMAR: Dia de campo sobre ILPF será realizado em parceria com a Emater

cocamar 24 06 2014Cocamar e Instituto Emater promovem um dia de campo sobre integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF) nesta quarta-feira (25/06), a partir das 13h30, em Umuarama (PR), na propriedade do agropecuarista Abílio Fernandes Lopes. A iniciativa conta com o apoio do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e a previsão é que participem cerca de 200 pecuaristas da região e técnicos. A ILPF é apresentada como solução para revitalizar as pastagens e ampliar a produtividade da pecuária de corte, ao mesmo tempo em que a propriedade passa, também, a produzir grãos durante o verão.

Área - O coordenador de ILPF na Cocamar, agrônomo Rafael Franciscatti dos Reis, conta que o sistema totalizou 42,6 mil hectares na safra 2013/14 na região noroeste do Estado, dos quais 9,3 mil com cultura de soja, registrando aumento expressivo em comparação ao período 2012/13, quando foram totalizados 29,5 mil hectares (5,6 mil de soja). “O crescimento da integração vem acontecendo rapidamente, em razão das vantagens econômicas que oferece”, afirma o coordenador, lembrando que no ciclo 2010/11 eram 9,3 mil hectares (1,6 mil com soja).

Viagem - O proprietário Abílio Fernandes Lopes diz que conheceu o modelo de ILPF ao participar, há três anos, de uma viagem organizada pela Cocamar à Fazenda Santa Brígida em Ipameri (GO). Ao retornar, resolveu investir na transformação da propriedade de 200 alqueires, cujos pastos estavam degradados. Lopes lembra ter observado, também, as mudanças que vinham acontecendo em propriedades nas imediações de Umuarama, após adotarem a integração.

Solo protegido- Pelo sistema, a área de pasto é dessecada na primavera após receber adubação e ter o relevo corrigido, para possibilitar o plantio direto da soja. Com o solo protegido pela palha, a oleaginosa encontra melhores condições para desenvolver-se durante o verão, suportando períodos de curtos veranicos. Após a colheita da soja, o proprietário efetua o plantio de capim braquiária, garantindo alimento de qualidade e em abundância para o gado no inverno. A Cocamar mantém equipe especializada para prestar orientação técnica.

Mudança de mentalidade- “A ILPF representa uma completa mudança de mentalidade em relação ao modelo convencional”, explica Rafael, mencionando que o proprietário passa a faturar com a produção de soja no verão e aumenta em pelo menos duas ou três vezes a ocupação dos pastos no inverno. Além disso, o sistema é sustentável, ambientalmente correto por preservar os recursos naturais e pode ser complementado pelo cultivo de eucalipto em espaços intercalares, oferecendo uma receita extra. (Imprensa Cocamar)

 

COPACOL I: Tecno Safrinha acontece nesta quarta-feira

copacol I 24 06 2014Nesta quarta-feira (25/06), acontece no CPA- Centro de Pesquisa Agrícola da Copacol, mais uma edição do Tecno Safrinha que visa levar diversas informações aos produtores sobre os híbridos de milho. Na programação deste ano estão programadas as seguintes palestras: Plantas daninhas e milho RR, Manejo do percevejo barriga verde no milho 2ª safra; Manejo de doenças no milho 2ª safra e Fatores que interferem na qualidade de grãos de milho. Haverá ainda apresentação de painel com 35 híbridos de milho.

Horário - O evento acontece às 8h para os agricultores de Jesuítas, Iracema, Carajá, Cafelândia, Central Santa Cruz e Jotaesse. Já à tarde, a partir das 14h, os cooperados de Formosa, Goioerê, Universo, Nova Aurora e Palmitópolis irão receber as informações. (Imprensa Copacol)

 

COPACOL II: Promoção Show de Bola é destaque nos supermercados

As unidades do Copacol Supermercados de Cafelândia e Goioerê estiveram movimentadas no último sábado (21/06), com a presença dos jogadores da Seleção Brasileira de Futebol Master, Marinho, que atuou no Flamengo, e Polozze, que jogou no Palmeiras e foi zagueiro na Copa do Mundo de 78. A campanha Show de Bola levou às lojas muitos clientes torcedores, que puderam ver de perto os craques, tirar fotos e pegar autógrafos, além de aproveitarem grandes promoções. “A ação foi um sucesso nas duas cidades, agradecemos a presença de todos que foram conferir de perto, e em breve o Copacol Supermercados inicia uma campanha ainda mais especial para os clientes”, destaca o gerente Marcio Jair Schmidt. (Imprensa Copacol)

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COPAGRIL: Funcionários recebem palestra de conscientização sobre alcoolismo e drogas

O dia 26 de junho é reconhecido como o Dia Nacional de Combate a Drogas. Aproveitando esta data, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da Copagril oportunizou aos funcionários uma importante palestra sobre prevenção e tratamento de alcoolismo e drogas, nesta segunda-feira (23/06), na AACC de Marechal Cândido Rondon.

Palestrante - O palestrante é presidente do Centro de Recuperação Nova Esperança (Cerene), que possui várias unidades em Santa Catarina. Marcos Mey falou sobre os tipos de drogas, alertando sobre o uso e o transtorno que podem causar na vida familiar e social. Também destacou a importância de os dependentes químicos buscarem ajuda. “Os centros de recuperação são uma oportunidade para as pessoas serem transformadas”, destacou Marcos.

Cipas - Ao todo, cinco Cipas se envolveram na organização da palestra: do centro administrativo, da Unidade Rondon, do posto sede, da UIR-MCR e dos Supermercados Copagril de Marechal. (Imprensa Copagril)

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COAMO: Em Ivaiporã, mais de 800 pessoas prestigiam Jogos Inter Unidades

Excelente e com todos os objetivos atingidos. Esta é a avaliação da Regional X dos Jogos Inter Unidades da Coamo (JIU),  promovida dia 22 de junho com brilhantismo pela equipe da Coamo, em Ivaiporã. Esta foi a última regional das Unidades antes da fase final em Campo Mourão. Mais de 800 pessoas entre atletas, dirigentes e convidados das Unidades de Marilândia do Sul, Faxinal, Cruzmaltina, Peabiru, Manoel Ribas, Pitanga e São João do Ivaí estiveram presentes.

Troféu - O congraçamento foi iniciado com o cerimonial de abertura na nova sede social da Arcam em Ivaiporã, prosseguiu com o Concurso Garota JIU, jogos, almoço e o encerramento com a entrega dos troféus. O campeão da Regional X em Ivaiporã foi Pitanga que marcou 64 pontos. Na sequência, São João do Ivaí (54), Manoel Ribas (43), Peabiru e Faxinal (40), e Marilândia do Sul (39)

Concurso - A Garota JIU representante da Regional na fase final do Concurso dia 19 de julho em Campo Mourão é Tassiane Rodrigues de Grandis, de Peabiru. A coordenação do Garota JIU parabeniza todas as candidatas Roxane Maria Minicosi Kida (S. K. Ivaí), Jéssica Tatieli Marcondes (Pitanga), Tassiane Rodrigues de Grandis (Peabiru), Kelli Muciau (Faxinal) e Carla Elizabeth Willemann Sehnem (Manoel Ribas) pela beleza, desenvoltura e participação neste grande evento de cultura e beleza, que foi uma das atrações nas regionais do JIU nas Unidades. Após as regionais fica faltando somente a Regional 1- Sede que definirá a sua candidata a fase final no dia 5 de julho por ocasião do encerramento da regional.

Festa – “Foi uma grande festa com excelente organização, criatividade, alegria e o envolvimento dos anfitriões de Ivaiporã, mas também dos visitantes. Todos estão de parabéns, o JIU marcou muito bem os 40 anos da nossa Arcam. Tive o privilégio de ir em várias regionais e posso afirmar que sempre voltei feliz, motivado e mais revigorado. Foi excepcional o carinho, a simpatia, cordialidade o tratamento propiciado pelas Unidades a todos os participantes”, afirma o presidente da Comissão Central Organizadora(CCO) do JIU e presidente da Arcam, Aquiles de Oliveira Dias. Presentes no Cerimonial de abertura e durante o evento,  Antonio Sérgio Gabriel, superintendente Administrativo, Jarbas Luiz Kleveston, gerente de Engenharia/Manutenção da Coamo e Diretor de Patrimônio da Arcam, Paulo Gilmar Fuzeto, gerente da Arcam e coordenador Geral do JIU, Ilivaldo Duarte de Campos, assessor de Imprensa e diretor Divulgação Arcam, Jader Lupércio dos Santos, Encarr.Contas a Receber, diretor de Esportes da Arcam e Supervisor do JIU, Dilmar Peri, gerente de Produção da Credicoamo, Luis Carlos Santana, coordenador Técnico do JIU e também além dos gerentes das Unidades participantes, o prefeito de Ivaiporã, Carlos Gil.

Valorização – O superintendente Administrativo da Coamo, Antonio Sérgio Gabriel, representou a diretoria em Ivaiporã e usando da palavra, parabenizou os participantes e os organizadores do JIU. “A nossa gratidão a todos você que entenderam o espírito e o valor do JIU, por isso é que a diretoria da Coamo apoia e incentiva a prática do esporte e do lazer, com o congraçamento e o aumento da amizade entre a família Coamo. O JIU é um evento que proporciona o crescimento pessoal e profissional das pessoas, é um evento com a marca Coamo. Ninguém consegue fazer uma empresa de sucesso sem homens e mulheres comprometidos e unidos em torno de um mesmo ideal e objetivo, e no JIU, constatamos isso. Todos juntos fazendo um evento com muita competência e qualidade, aumentando os laços de companheirismo e amizade”, considera.

Comprometimento – Em nome dos gerentes participantes, Vanilton Pereira, de Pitanga, usou da palavra, destacando a importância do JIU. “Com o JIU temos grande espírito de companheirismo, aprendemos a trabalhar em equipe e a valorizar cada colega no seu trabalho voluntário não importando qual seja a sua tarefa, ele desperta motivação e promove o exercício das relações interpessoais com divertimento, lazer e entretenimento.” Segundo Vanilton, “As competições esportivas são atividades de comunicação e formação para empresas organizadas, porque com lealdade e sentimento corporativo, elas valorizam outras coisas além do trabalho, sendo também o JIU uma grande fórmula para descobrir e valorizar talentos”, conclui.

Missão cumprida- O gerente da Coamo em  Ivaiporã, Valdemir de Paula Barbosa, o “Miro”, feliz e radiante com o sucesso da Regional X do JIU, agradece de coração a todos pela participação e colaboração para o brilhantismo e sucesso do evento. “Muito obrigado, sem vocês não teríamos nenhum sucesso” afirma Miro. Em nome das Unidades, José Cézar Vidotti, de Manoel Ribas parabeniza a equipe de Ivaiporã pelo sucesso do JIU. “Mais uma vez foi um grande sucesso e não poderia ser diferente, dado a hospitalidade e competência da equipe de Ivaiporã e do espírito participativo de todas as unidades e apoio das Diretorias da Coamo e Arcam e sua equipe técnica.” (Imprensa Coamo)

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EXPEDIÇÃO SAFRA: Técnicos e jornalistas desvendam o Arco Norte

expedicao safra 24 06 2014A Expedição Safra aprofunda as discussões sobre a logística do agronegócio brasileiro com mais um roteiro inédito na temporada 2013/14. Nesta semana, técnicos e jornalistas do projeto desembarcam no extremo Norte do país para conferir obras de construção e ampliação de terminais portuários no Pará e no Amazonas, que fazem parte da região conhecida como Arco Norte e é formada por outros quatro portos. A equipe ainda confere áreas de produção de grãos em Roraima, estado que cumpre o mesmo calendário agrícola dos Estados Unidos.

Visitas - As visitas começam pelo Pará, a partir de Santarém, e seguem para Miritituba. O terminal iniciou operações de transbordo de grãos há menos de três meses. As cargas chegam de caminhão e são transportadas por barcaças pelos rios Tapajós e Amazonas até Belém. Da capital paraense, as cargas seguem em navios de grande porte para destinos internacionais, principalmente Ásia e Europa. “Hoje somente uma trading está operando em Miritituba, mas há pelo menos outros dez projetos que devem sair do papel nos próximos anos. A ideia é mostrar como está o andamento dessas obras e fazer o registro da região antes de ela se tornar num grande centro logístico”, explica Giovani Ferreira, gerente de Agronegócio do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM).

Agenda - Na segunda etapa da viagem, técnicos e jornalistas cumprem agenda com representantes do setor produtivo em Manaus (Amazonas). De lá, os expedicionários seguem para Itacoatiara, que fica a menos de 300 quilômetros da capital amazonense e é o destino de barcaças que sobem o Rio Madeira a partir de Porto Velho (Rondônia).

Capacidade de escoamento- As três estruturas portuárias que serão visitadas pela Expedição nesta semana têm capacidade de escoamento estimada em cerca de 10 milhões de toneladas. A movimentação tende a ser duplicada nos próximos anos e reduzir os custos de produção em toda a região. Hoje, cerca de 60 milhões de toneladas de soja e milho produzidos no Centro-Oeste e Centro-Norte brasileiros descem o mapa para serem exportadas pelos portos do Sul e Sudeste, conforme estudo da Confederação Nacional de Agricultura (CNA). “Para conseguir aumentar as exportações é preciso ter estrutura de rodovias e ferrovias. Isso nós também vamos conferir nessa viagem, além da influência que os portos do Norte podem ter na movimentação aqui no Sul”, acrescenta Gilson Martins, assessor técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), que vai participar do roteiro.

Hemisfério Norte - A última parada dos expedicionários será no Hemisfério Norte. Em Roraima, técnicos e jornalistas vão conferir a expansão do cultivo de grãos, especialmente de soja. As lavouras do estado são plantadas e colhidas na mesma época que as dos Estados Unidos. A viabilidade é garantida por tecnologias adaptadas ao solo e ao clima da região.

Roteiro - O roteiro no Arco Norte é o segundo de três inéditos previstos para esta temporada. Além de percorrer 15 estados brasileiros, centros de produção nos EUA, na Argentina e no Paraguai, a Expedição conferiu a expansão de lavouras de soja no Uruguai. E, ainda neste ciclo, segue um roteiro internacional extraordinário em países da África. Ao todo, serão cerca de 70 mil quilômetros percorridos. Acompanhe as viagens em tempo real pelo site www.agrogp.com.br ou www.expedicaosafra.com.br. (Gazeta do Povo)

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LOGÍSTICA: Adubo enche contêiner no Paraná

logistica 24 06 2014O Paraná abriu uma nova porta para a compra de fertilizante no exterior. Aproveitando o frete de retorno das exportações de frango para a Rússia, o estado passou a importar adubo utilizando os mesmos contêineres que a carne, em um modelo pioneiro no país. O sistema foi viabilizado há pouco mais de um ano pelo Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), que garante agilidade na operação e redução de até 20% nos custos logísticos da operação.

Volume importado- O TCP indica que até maio deste ano o volume de fertilizante importado em contêiner somou 51 mil toneladas. O volume é 613% maior em relação ao mesmo período do ano anterior e 28% superior ao total das compras de 2013. Conforme Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente do terminal, não há necessidade de grandes adaptações para utilizar o sistema, já que o próprio fornecedor de fertilizante entrega o produto na embalagem adequada para exportação. “Quem opera com granel trabalha com contêineres tranquilamente”, afirma.

Utilização - O novo modal começou a ser utilizado em março do ano passado, numa tentativa do TCP de aproveitar contêineres que eram usados para exportação de carnes enviadas à Rússia, mas que retornavam vazios. “O desafio foi desenvolver uma forma de embarcar o fertilizante e depois higienizar essas estruturas para não haver contaminação da carne. Isso foi conseguido”, garante. O frete é responsabilidade dos armadores de navios, que são proprietários dos contêineres e contratam o serviço de higienização. Cabe ao terminal apenas receber as cargas e disponibilizá-las aos importadores. “Ninguém paga pela ociosidade e o cliente também é favorecido, já que a operação completa não leva mais de 35 dias”, salienta.

Frete - O analista de mercado da FCStone João Marcelo Santucci calcula que o frete tem um peso importante no preço final do fertilizante, mas a despesa tem se mantido estável nos últimos anos. Ele cita o exemplo da ureia, cujo valor do transporte Rússia-Brasil custa entre US$ 24 e US$ 26 por tonelada. O que pesa a favor dos contêineres, destaca, é o contexto favorável para a aquisição de fertilizantes no mercado internacional. “Os preços em dólar estão mais baixos em 2014, o que tem motivado as importações. Ocorreu um aumento drástico das compras neste ano”, explica.

Cinco primeiros meses- Nos cinco primeiros meses de 2014, as aquisições totais do insumo subiram 16%, somando mais de 8,8 milhões de toneladas, indicam dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). A expectativa é que até o fim do ano as compras totalizem 22 milhões de toneladas, ou 2% mais do que em 2013. Para o diretor executivo da associação, David Roquetti Filho, a redução nos custos e a agilidade na operação podem impulsionar o uso dos contêineres no porto paranaense, principal porta de entrada do insumo comprado pelo Brasil.

Grãos ainda dominam operações no porto de Paranaguá - O uso de contêineres para o transporte de produtos agrícolas conquistou os exportadores nos últimos três anos. Soja e milho, principais grãos produzidos e exportados pelo país, dominam as operações. O diretor superintendente do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), Juarez Moraes e Silva, lembra que existem ainda embarques de farelo e celulose.

Grão - Só no caso da oleaginosa in natura, o TCP espera “estufar” neste ano 18 mil unidades (cada uma com 27 toneladas), configurando aumento de 68% em relação a 2013. O crescimento é mais tímido em relação ao dos anos anteriores, quando a movimentação chegou a registrar aumento de três dígitos. Em 2013, as exportações de soja em contêiner tiveram alta de 517% em relação a 2012. Já o milho teve crescimento de mais de 400%.

Maior usuário da modalidade - O porto paranaense, além de ser o único a trazer fertilizante de outros países dentro das “caixas de aço”, é o que mais usa a modalidade para despachar grãos. O Porto de Santos ocupa a segunda colocação. No ano passado, os terminais paulistas enviaram ao exterior 3,6 mil contêineres com soja e 3,3 mil com milho, crescimento de 251% e 34% em relação ao total atingido em 2012, respectivamente.

Sanidade: Setor descarta risco de contaminação - Embora a operação com contêineres mobilize cargas distintas, como carnes e fertilizante, o setor descarta a possibilidade de contaminação do alimento. “Não há risco. A higienização é feita dentro de padrões internacionais e está sujeita a inspeções”, assegura Juarez Moraes e Silva, diretor superintendente do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP).

Controle - O rígido controle adotado pela Rússia também é considerado um fator relevante. “O mercado russo é extremamente exigente e não aceitaria participar dessa operação caso houvesse risco”, ressalta o presidente-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra.

Participação - Turra lembra que os russos já responderam por mais da metade das exportações de carne do Brasil, especialmente no setor de aves e suínos. “Recentemente, essa participação diminui na avicultura, mas ainda é expressiva”, pontua. Em 2013, o país foi o principal comprador da carne suína brasileira, com 134 mil toneladas e receita de US$ 411 milhões. No caso do frango, o mercado russo foi o décimo terceiro maior comprador do Brasil, com 47,2 mil toneladas e faturamento de US$ 137 milhões.

Expansão - O dirigente da ABPA avalia que a tendência de longo prazo é de expansão nos negócios com a Rússia, especialmente na suinocultura, já que a ocorrência da diarreia suína epidêmica (PEDv) tem comprometido a produção em diversos países. “O Brasil é o país com maior potencial para ampliar a oferta com garantia de sanidade”, destaca.

181,2 mil toneladasde carne suína e de frango do Brasil foram adquiridas pela Rússia em 2013. País é o maior comprador da suinocultura nacional e o décimo terceiro cliente da avicultura brasileira, com negócios que geram mais de meio bilhão de reais. (Gazeta do Povo)

 

SOJA: Produtores do PR gastam até 17% da receita bruta com logística

soja 24 06 2014Os produtores paranaenses de soja gastaram, em setembro do ano passado, entre 14% e 17% de sua receita bruta com a logística para armazenar e escoar suas colheitas destinadas à exportação. O transporte das cargas em si foi o fator que mais pesou nessa conta. Representou, em média, 8,76% do custo de escoamento das fazendas ao porto de Paranaguá, a depender da distância da propriedade rural até o litoral do Estado.

Cálculos - Os cálculos foram feitos pela Esalq-Log (Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz") a pedido da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). Além do transporte da produção, majoritariamente rodoviário, o produtor também arca com o peso da armazenagem - que, em média, chega a 6,38% de sua receita bruta - e de movimentações no próprio no porto (2,58%).

Base - Para chegar a esses resultados, a Esalq-Log tomou como base o dia 12 de setembro de 2013, quando a cotação da soja para entrega em janeiro deste ano era de US$ 10,45 por bushel (medida equivalente a 27,21 quilos) na bolsa de Chicago e o dólar equivalia a R$ 2,26. O preço da saca de 60 quilos da soja na fazenda estava, em média, em R$ 43,30, e em Paranaguá saía por R$ 52,07. Por meio de simulações, o trabalho também comprovou que a queda da cotação do grão na bolsa americana e a desvalorização do dólar diante do real ampliam consideravelmente os custos logísticos dos sojicultores.

Peso - Com o dólar a R$ 1,56, por exemplo, o gasto médio de transporte do produtor/exportador paranaense subiria de 8,76% para 12,63%, em média, mas os custos de armazenagem e portuário teriam pouca alteração. Nessa simulação, o valor da soja na origem seria de R$ 28,72 a saca. "Embora o frete não seja diretamente influenciado pelo dólar, a redução no preço do produto no mercado internacional faz o custo do transporte ter um peso maior na rentabilidade do produtor", afirma o pesquisador Fernando Vinícius da Rocha, da Esalq-Log.

Recuo - Já com o dólar a R$ 2,39, a saca de soja na fazenda seria, em média, de R$ 46 e o gasto com o transporte recuaria para 8,28%. "Nesse caso, a representatividade desse custo na geração de receita aos exportadores se torna menor", diz Rocha.

Diferenças - Quando a simulação leva em conta as alterações da cotação da soja na bolsa de Chicago, e não o câmbio, as diferenças de custo são sentidas nas três pontas da logística: porto, transporte e armazenagem. Com a soja cotada a US$ 7,835 por bushel, o preço da saca na origem ficaria em torno de R$ 31,20 no Paraná e o custo portuário subiria de 2,58% para 3,43%, o de transporte passaria de 8,76% para 11,64% e o de armazenagem cairia de 6,38% para 6,12%.

Custo- Com a soja em US$ 16,23 por bushel em Chicago, em contrapartida, o custo portuário diminuiria para 1,67%, o de transporte cairia para 5,66% e o de armazenagem subiria para 6,67% da receita bruta. Nessa simulação, afirma Rocha, a saca na fazenda estaria, em média, em R$ 70,03.

Impactos - A pesquisa corrobora, portanto, que o transporte da carga tem impactos significativos na receita do produtor e que é difícil reduzi-lo nas condições estruturais atuais. De acordo com Rocha, em uma pesquisa feita anteriormente pela Esalq-Log foi detectado, por exemplo, que o transporte de soja pelas ferrovias do Paraná é 13% mais caro que o escoamento realizado exclusivamente por caminhões.

Migração - "A partir de Cascavel ou Guarapuava, é preciso migrar da malha ferroviária da Ferroeste para a da ALL, que fica em Ponta Grossa. Essa troca de vagão tem custo. Além disso, estudos mostraram que o preço do frete ferroviário é maior que o rodoviário", afirma Rocha. Os contratos com a ALL normalmente são feitos com grandes cooperativas ou tradings. Nesse contexto, os pequenos produtores têm menos possibilidades.

Armazenagem - Sobre armazenagem, o pesquisador afirma que não há padrão para negociação de preços e tampouco similaridade entre os valores cobrados. "Não digo que deveria haver uma tabela; mas, como não existe padrão, cada proprietário de armazém cobra o que acha certo e muda o valor a cada safra ou contrato. Isso deixa o produtor refém de terceiros". Já os custos do porto para os paranaenses, embora oscilem muito em função do dólar, não são considerados tão altos. (Valor Econômico)

 

INFRAESTRUTURA: Concessões devem injetar R$ 300 bi entre 2015 e 2017

O próximo governo deve ser o maior beneficiado com os investimentos decorrentes do programa de concessões no país. Levantamento da Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda, obtido com exclusividade pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, mostra que o pico dos investimentos em infraestrutura se concentra entre 2015 e 2017, somando R$ 299,2 bilhões. O grosso, conforme os cálculos da secretaria, desses recursos já está contratado e se refere a obras licitadas e algumas poucas que ainda serão. Esse é o caso de rodovias, mas que na avaliação do governo, sairão do papel.

Salto - Em 2011, quando a presidente Dilma Rousseff assumiu o governo, os investimentos oriundos de concessões somavam R$ 54,1 bilhões. Com a decisão de repassar para as mãos da iniciativa privada mais empreendimentos para contornar a falta de recursos públicos, esses desembolsos saltaram para R$ 74 bilhões em 2013. Para este ano, as concessões devem injetar na economia R$ 86,6 bilhões, subindo para R$ 93,3 bilhões em 2015; R$ 102 bilhões em 2016 e R$ 103,9 bilhões em 2017.

Aumento substancial- "O levantamento é conservador e mostra que todo esforço que foi feito até agora está resultando em aumento substancial dos investimentos de infraestrutura", disse o secretário de Acompanhamento Econômico (Seae), Pablo Fonseca. "É uma estimativa de quanto vai ser efetivamente investido em projetos que já estão contratados e alguns que ainda vão ser", acrescentou. No caso das rodovias, foram incluídos os investimentos como os da BR-060 e BR-163.

Estados e municípios- Ele considera a projeção subestimada porque não contempla, apesar de ter participação de recursos federais, investimentos feitos por Estados e municípios com mobilidade urbana e água e saneamento básico, assim como em petróleo e gás. Fonseca explicou que o levantamento inclui todas as concessões em infraestrutura, concentradas em três áreas: logística (rodovias, aeroportos, portos e ferrovias), energia (transmissão e geração) e telecomunicações.

Desembolso- "De 2014 a 2017, esperamos desembolso de quase R$ 400 bilhões de investimento, sendo R$ 114 bilhões em logística, R$ 151 bilhões em energia e R$ 119,5 bilhões em telecomunicações. Em telecomunicações, não incluímos os investimentos associados à licitação do 4G, que está para acontecer porque esse é um levantamento conservador", diz Fonseca.

Logística - Conforme o levantamento, os investimentos crescem, principalmente, nas obras de logística, ou seja, rodovias, aeroportos, portos e ferrovias. A destinação de recursos privados para essa área era de R$ 7,8 bilhões em 2011, mas saltou para R$ 15,6 bilhões em 2013 e deve praticamente dobrar em 2017, ao totalizar R$ 32,8 bilhões. Foi justamente neste setor que houve críticas de analistas privados sobre a falta de negociação do governo com o investidores sobre as regras do jogo, o que teria causado atrasos na realização dos leilões.

Tendência - "Essa discussão está superada [críticas à falta de negociação sobre as regras]. E a tendência agora é só crescer [o investimento]. Essa discussão foi em logística que é onde que mais cresce [o investimento]", destacou Fonseca. Ele ressaltou que a imagem do país não foi arranhada pelo episódio e que os investidores estrangeiros têm demonstrado muito interesse pelo Brasil. "Em dezembro estive na Ásia e agora no Oriente Médio e a avaliação é de que há muito interesse no Brasil. A imagem é muito menos negativa do que possa se pensar", disse.

Desafio - A melhoria da infraestrutura tem sido um dos principais desafios do governo e é fundamental para retomar o crescimento econômico sustentável do país. Por enquanto, não há dados oficiais sobre o impacto desses investimentos de concessões na expansão do Produto Interno Bruto (PIB). Mas um relatório do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco, divulgado aos clientes em meados de maio, estima que, em 2018, esses investimentos contribuiriam para um aumento de 2,3 pontos percentuais da taxa de formação bruta de capital fixo (FBCF) do país.

PIB - No fim de 2013, a taxa de investimento representava 18,4% do PIB. No primeiro trimestre deste ano, esse porcentual desacelerou para 17,7%. Para este ano, a secretaria projeta que investimentos em concessões de R$ 86,6 bilhões. "O efeito direto [na economia] você já vê. De fato, o efeito indireto, que é a estrada duplicada e bem sinalizada, redução de tempo que gasta no aeroporto, ferrovia com capacidade mais adequada, desenrola ao longo de mais tempo e ele é bem mais difícil de medir", disse o secretário.

Aportes - Fonseca reforçou que, conforme levantamento da Seae, os investimentos em logística terão um crescimento de 192% entre 2011 e 2014, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 22,8 bilhões neste ano, chegando em R$ 32,8 bilhões em 2017. "Dá totalidade dos investimentos, a expectativa é de crescimento de 60% entre 2011 e 2014 e boa parte disso vem justamente em logística, em que concentramos nossos esforços", conclui. (Valor Econômico)

FAO: Florestas podem reduzir pobreza e promover desenvolvimento rural

fao 24 06 2014A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) salientou nesta segunda-feira (23/06) o importante papel das florestas na redução da pobreza e na promoção do desenvolvimento, apelando aos governos que apostem em políticas que potenciem estas contribuições.

Políticas - Em relatório apresentado nesta segunda em Roma, por ocasião da 22ª Sessão do Comitê da FAO para as Florestas, a organização internacional defendeu que os países devem apostar em políticas destinadas a manter e a potencializar as contribuições das florestas para os meios de subsistência, a alimentação, a saúde e a energia. Para isso, a FAO defende que os países devem colocar “as pessoas no centro das políticas florestais”.

Necessidades básicas- O documento, intitulado O Estado das Florestas do Mundo (Sofo, da sigla em itálico), salienta que “uma parte significativa da população mundial depende, muitas vezes em grande medida, dos produtos florestais para satisfazer as suas necessidades básicas de energia, habitação e alguns aspectos de cuidados de saúde primários”.

Benefícios socioeconômicos- "Esta edição do Sofo incide sobre os benefícios socioeconômicos provenientes das florestas. É impressionante ver como as florestas contribuem para as necessidades básicas e os meios de vida rurais. As florestas também sequestram carbono e preservam a biodiversidade", afirmou o diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, citado na mesma nota informativa.

Abordagem inadequada- No entanto, o relatório concluiu que, em muitos casos, estes benefícios socioeconômicos, que passam pela redução da pobreza, pelo desenvolvimento rural e pela criação de economias mais verdes, “não são abordados de forma adequada pelas políticas florestais”.

Alerta - O documento alerta igualmente que o papel das florestas para a segurança alimentar, considerado pela FAO como “essencial”, também é frequentemente esquecido. "Deixem-me dizer isto claramente: não podemos garantir a segurança alimentar ou o desenvolvimento sustentável sem a preservação e a utilização responsável dos recursos florestais", reforçou José Graziano da Silva. (Agência Brasil)

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel aprova reajuste médio de 35,05% para tarifas da Copel

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou nesta terça-feira (24/06) um reajuste médio de 35,05 por cento a ser aplicado a partir desta terça nas tarifas da distribuidora paranaense Copel. Para os clientes de alta tensão, como as indústrias, o reajuste médio ficou em 37,35 por cento, enquanto para a baixa tensão (residências) o aumento médio ficou em 33,49 por cento. Segundo o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, a principal explicação para o aumento das tarifas é a elevação do custo da energia comprada pela Copel. "A Copel tinha um volume grande de energia velha no seu mix, com preços mais baratos, e tanto no leilão no fim do ano passado como no leilão de abril, essa energia que foi contratada em substituição da energia existente foi a valores acima daqueles que vinham sendo considerados nos processos tarifários", disse. (Reuters / Agência Estado)

FGV: Inflação semanal recua em cinco das sete capitais pesquisadas

A inflação de junho medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em cinco das sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), com três delas apresentando taxas inferiores à média nacional de 0,34% - um recuo de 0,2 ponto percentual em relação aos 0,36% do IPC-S da semana imediatamente anterior. Segundo o levantamento do Ibre, entre a semana encerrada em 15 de junho e a de 22 de junho, a menor variação do IPC-S foi verificada mais uma vez em Belo Horizonte, onde a taxa caiu de 0,16% para 0,1%; seguida de Porto Alegre (de 0,2% para 0,16%).

São Paulo- Maior parque fabril do país, São Paulo também apresentou resultado abaixo da média nacional (0,34%). Na capital paulista a taxa passou de 0,3% para 0,28%. Também recuaram, embora acima da média nacional, os índices no Recife (de 0,7% para 0,53%) e em Brasília (de 0,5% para 0,49%).

Maior alta- A maior alta do IPC-S foi registrada em Salvador, onde a taxa ficou estável entre uma semana e outra em 0,62%. No Rio de Janeiro, único capital a registrar alta de preços entre uma semana e outra, a inflação medida pelo IPC-S subiu de 0,33% para 0,4%. (Agência Brasil)

BNDES: Totalidade dos recursos recebidos do Tesouro desde 2009 já foram aplicados

bndes 24 06 2014O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aplicou todo o recurso aportado pelo Tesouro Nacional entre janeiro de 2009 e março de 2014, no valor de R$ 309,25 bilhões. O volume não inclui os R$ 30 bilhões anunciados mês passado, e que devem entrar no caixa do banco esta semana. As informações constam no relatório de prestação de contas ao Congresso, relativo ao primeiro trimestre de 2014, sobre o uso dos recursos recebidos do Tesouro.

Projetos - O presidente do banco de fomento, Luciano Coutinho, já tinha comentado, em outras oportunidades, que os recursos que o banco tinha eram suficientes para fazer frente às operações do banco até maio. De 2009 a 2013, o BNDES aplicou os R$ 309,25 bilhões em recursos recebidos do Tesouro em vários projetos, e investiu, ainda, outros R$ 159,38 bilhões provenientes do retorno da carteira de contratos, o que totalizou R$ 468,63 bilhões em financiamentos no período.

Finame e Finem- Do total aportado, 49,9% (R$ 233,69 bilhões) foram para operações do Finame, onde estão agrupadas operações de produção e comercialização de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional. O segundo maior volume, R$ 96,75 bilhões, 20,6% do total, foi para o Finem, onde estão agrupados grandes projetos de investimento voltados principalmente para implantação, expansão e modernização de empreendimentos.

Pré-Embarque- Em terceiro lugar aparece o BNDES Pré-Embarque, que recebeu R$ 42,43 bilhões, 9,1% do total de recursos no período de 2009 até o primeiro trimestre de 2014. A modalidade financia a produção para exportação de bens aprovados pelo banco. O total de recursos investidos beneficiou 1.218.038 operações de financiamento.

Transformação - Sob a ótica industrial, foi o setor de transformação que recebeu a maior parte dos desembolsos feitos pelo BNDES, com os recursos aportados pelo Tesouro. Do total investido de 2009 ao primeiro trimestre deste ano, o setor ficou com 35,7% dos recursos, totalizando R$ 167,42 bilhões.

Infraestrutura- A área de infraestrutura recebeu 34,6% dos recursos, o equivalente a R$ 162,25 bilhões dos desembolsos no período. Dentro do ramo da indústria de transformação, merece destaque o gênero de atividade de fabricação de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, que absorveu R$ 38,9 bilhões. No segmento de infraestrutura, o mais beneficiado foi o setor de transporte terrestre, com liberações de R$ 96,4 bilhões. Os destaques ficaram com subsetores de transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos, transporte dutoviário e transporte rodoviário de passageiros (municipal). Também se destacou eletricidade, gás e outras utilidades, com participação de R$ 31,5 bilhões. (Valor Econômico)

 

PARANÁ: Defesa Civil contabiliza mais de 810 mil afetados pelas chuvas

parana 24 06 2014A Defesa Civil do Paraná divulgou nesta segunda-feira (23/06) que mais de 810 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas que ocorreram no estado desde o início do mês. Desse total, 2.424 permanecem em abrigos improvisados e 28.544 seguem desalojadas. Onze pessoas morreram em decorrência das chuvas.

Recursos - Na última semana, o governo do Paraná solicitou R$ 159,6 milhões à União para a recuperação de rodovias danificadas. Segundo levantamento da Secretaria da Infraestrutura e Logística, três pontes precisarão ser reconstruídas e 1.755 quilômetros de estradas que necessitam de reparos foram mapeadas.

Situação de emergência- O estado tem 149 municípios em reconhecida situação de emergência e, para sistematizar a reconstrução e recuperação dos danos, as prefeituras deverão apresentar, no prazo de 90 dias, um plano de trabalho à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil. A Defesa Civil do estado realizará oficinas para orientar os gestores na elaboração dos planos.

Chuvas - De acordo com o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), há previsão de chuvas nesta semana na Bacia do Iguaçu, mais irregulares nos primeiros dias e mais intensas a partir do meio da semana. (Agência Brasil)

 

CLIMA: Maio foi o mês mais quente no planeta desde 1880

clima 24 06 2014O mês de maio foi o mais quente no planeta desde que se começaram a registrar temperaturas, em 1880, divulgou nesta segunda-feira (23/06) a agência norte-americana responsável pelos oceanos e pela atmosfera. A temperatura média do planeta chegou a 15,54 graus centígrados, 0,74 grau acima da média do século 20, de acordo com a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA). O recorde anterior tinha sido estabelecido em 2010.

Altas recordes- "A maior parte do mundo teve temperaturas mais quentes que a média mensal, com temperaturas altas recorde no leste do Cazaquistão, em partes da Indonésia, e no centro e noroeste da Austrália", comunicou a NOAA.

Superior à média- A temperatura dos meses de maio dos últimos 39 anos tem sido superior à média de todo o século 20. Abril também é um mês historicamente quente por todo o globo, e a temperatura média registrada igualou os valores de 2010, os mais altos desde 1880, divulgou a NOAA.

Aquecimento global - O aumento da temperatura é consequência do aquecimento global. A última vez que as temperaturas de maio ficaram abaixo da média do século 20 foi em 1976, de acordo com a agência norte-americana. (Agência Brasil)

 


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