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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3372 | 30 de Junho de 2014

JOVEMCOOP: Reuniões preparatórias são realizadas em Mandaguari e Cascavel

Jovens líderes das cooperativas paranaenses estiveram reunidos com os analistas do Sescoop/PR, Guilherme Gonçalves e Jessé Rodrigues, cuidando dos preparativos para o 23º Encontro Estadual da Juventude Cooperativista – Jovemcoop, que acontecerá entre os dias 24 e 25 de julho, na Associação Atlética da Cooperativa Cocari, em Mandaguari, no Noroeste do Paraná. A expectativa é reunir 300 rapazes e moças de 12 cooperativas paranaenses. Os encontros preparatórios foram realizados nos dia 25 e 26 de junho, em Mandaguari e Cascavel, respectivamente.

Alinhamento - De acordo com Guilherme, a ideia foi promover um alinhamento e orientar os jovens para a execução do Jovemcoop, já que eles serão os responsáveis por conduzir as atividades do encontro. “Eles próprios construíram a programação do Jovemcoop durante o Encontro da Liderança Cooperativista (Elicoop Jovem), também realizado em Mandaguari, nos dia 15 e 16 de abril. Trata-se de uma proposta desafiadora, que requer dedicação em sua preparação, pois novas habilidades serão despertadas nos envolvidos”, disse. 

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UNIMED MARINGÁ: Nova sede será inaugurada no próximo sábado

unimed maringa 30 06 2014No sábado (05/07), Dia Internacional do Cooperativismo, a Unimed Maringá inaugura, às 8h, a sua nova sede administrativa. O prédio já está em funcionamento, na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, mesmo local onde atualmente funciona o Centro Integrado de Assistência à Saúde (Ciasu), um espaço com instalações modernas, milimetricamente pensadas para este fim. Com isso, Maringá ganha um novo modelo de trabalho integrado, onde colaboradores de diversos setores dividem o mesmo espaço. Uma mudança que vai se refletir em melhoria nas condições de trabalho dos funcionários, qualidade no atendimento ao cliente, além da economia para a cooperativa.

Qualidade - Até então, a Unimed Maringá gastava aproximadamente R$ 600 mil, por ano, com custos de operação e aluguéis de salas no Centro Comercial Paraná, localizado no cruzamento das Avenidas Tiradentes e Paraná, região central da cidade. “Mais importante que a economia é qualidade no trabalho e atendimento gerado por este novo modelo integrado. Com as áreas trabalhando juntas, temos um controle mais preciso sobre os processos de trabalho, sem contar que estando mais próximos das áreas. Você consegue cobrar mais resultados, envolver mais as pessoas no que é estratégico para a cooperativa. Também estaremos mais próximos dos nossos clientes que usam os serviços do CIASU e, com isso, vamos oferecer serviços com mais qualidade”, destacou o gerente geral da Unimed Maringá, Evandro Garcia.

Transferência - Praticamente todos os departamentos já foram transferidos da antiga sede para o local, que ficou dividido da seguinte forma: no térreo funcionam os setores de Atendimento ao Cliente, Compras e Almoxarifado, Suporte Administrativo, Pronto-Atendimento, SOS, Atendimento Domiciliar, Central de Medicamentos e Administração dos Recursos próprios. No 1º andar está o Centro de Oncologia, Central de Relacionamento com o Cliente, Tecnologia da Informação, Diretoria, além do departamento de Relacionamento com o Cooperado. Já no 2º andar, ficaram os setores administrativos como: Contas Médicas, Intercâmbio, Relacionamento de Saúde, Auditoria de Contas, Financeiro, Cadastro, Faturamento, Comercial, Relacionamento Empresarial, Marketing, Escritório de Projetos, Assessoria Jurídica, Controladoria, Núcleo de Inteligência, Gestão de Pessoas, Departamento Pessoal e Responsabilidade Social. No 3º andar encontra-se o setor de clínicas com as especialidades de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Psicologia.

Ponto de comercialização- Apesar da mudança, o ponto de comercialização no prédio anterior continuará funcionando normalmente. Atualmente a Unimed Maringá conta 580 colaboradores. Destes, 552 trabalham no Ciasu e 28 na unidade de Medicina Preventiva (MEP). “O principal objetivo da mudança é o resultado para o cliente e cooperado. Do ponto de vista humano será um processo muito importante, onde desaparece sede e filial. Vamos passar auma única Unimed, ainda mais coesa”, completou o presidente da cooperativa, Daoud Nasser.

Solenidade - Na solenidade de inauguração são esperadas centenas de pessoas, entre colaboradores, autoridades locais, jornalistas e o presidente da Unimed Brasil, Eudes Freitas de Aquino.

Histórico - A Unimed Maringá, fundada em 5 de agosto de 1982, foi constituída inicialmente pela cooperação de 40 médicos. Desde o início, seguiu uma orientação da Federação das Unimeds do Paraná, direcionando seus serviços para o atendimento dos clientes em consultórios particulares. Hoje, mantém convênio com 18 hospitais, 75 laboratórios e clínicas credenciados em Maringá e área de abrangência. Ao todo, são 894 cooperados.

Clínicas - A cooperativa também oferece serviços próprios como clínicas de fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia e nutrição, exclusivas para os clientes. Conta ainda com serviços de atendimento domiciliar, centro de oncologia, SOS Unimed, programas de Medicina Preventiva (MEP) e o Pronto-Atendimento (PA). (Imprensa Unimed Maringá)

 

C.VALE: Presidente apresenta desempenho da cooperativa

cvale 30 06 2014A C.Vale investiu aproximadamente R$ 700 milhões nos últimos dois anos. Esse valor compreende a modernização das indústrias e a melhoria da infraestrutura para recebimento de cereais, entre outras obras. O número está sendo apresentado pelo presidente Alfredo Lang durante uma rodada de reuniões com os associados que teve início na quinta-feira (26/06), em Encantado do Oeste, e se estenderá até 12 de julho.

Rapidez - “Estamos investindo pesadamente para atender aos nossos associados que pedem mais rapidez no processo de recebimento de grãos pela cooperativa. Paralelamente aos investimentos na estrutura física e sistemas das indústrias e unidades, estamos qualificando, cada vez mais, nosso quadro social e os nossos funcionários”, destacou o presidente. Lang também está fazendo um balanço do desempenho da cooperativa desde 1995, em que destaca os investimentos na diversificação de atividades. Os encontros também são alusivos ao Dia do Cooperativismo, que será comemorado dia 5 de julho. (Imprensa C.Vale)

 

CASTROLANDA: Agroleite vai sediar Exposições Nacionais das raças Holandesa e Jersey

castrolanda 30 06 2014A pouco menos de 40 dias do Agroleite 2014, a Castrolanda, organizadora do evento, se prepara para receber as Exposições Nacionais das raças leiteiras Holandesa e Jersey. O evento, que será realizado no período de 04 a 08 de agosto, em Castro, no Paraná, deve receber cerca de 80 mil pessoas, 150 empresas expositoras e 600 animais. Em negócios, a feira deve movimentar R$ 52 milhões.

Inauguração - A abertura oficial, que será realizada na manhã da segunda-feira (04/08), será marcada pela inauguração do Pavilhão Agroleite. Um espaço com capacidade para acomodar 700 animais, com área total de 7 mil m² onde além do Agroleite deve atender diversos eventos como feira de máquinas, caminhões, carros, ovinos, feiras de indústria e comércio enfim, diversidades.

Patrocinadores - A Tetra Pak, Nestlé e a Nutron renovaram com a Castrolanda a cota máster como patrocinadores Diamante, investimento que garante a elas  larga vantagem na divulgação da marca. Pioneer, Leffers, Sicredi, MSD e Phibro são patrocinadores Ouro do Agroleite. Nos apoiadores Prata estão as empresas Atlântica, Select Sires, Grasp, Tortuga, Nutriphós, Alltech, Banco do Brasil, Nutreco, Agener, Lely, Agroceres, Total Mix, BRF, Embriosêmen, LFA e a Caixa.

Programação - Agora junto dos patrocinadores a Castrolanda prepara os detalhes da programação oficial e os materiais de divulgação de 2014. Além de acompanhar as novidades dos 150 expositores desta edição, o público que vier ao evento vai participar também dos fóruns da pecuária leiteira, suinocultura, ovinocultura, agricultura e do seminário internacional, com temas desde sistemas de produção, genética, nutrição, eficiência na produção, mercado, assuntos que ganham cada vez mais força e interesse dos participantes, como também perspectivas das áreas de negócios.

Horário - A feira será realizada de segunda a sexta-feira das 8h às 22h. A opção de realizar o evento durante a semana atende a missão da feira: “gerar conhecimento e negócios”,  numa vasta programação com a realização dos julgamentos, leilão, torneio, fóruns, seminário internacional, dia de campo, eventos técnicos e outros.

Perfil dos visitantes da feira - Proprietários das principais fazendas leiteiras do país, focados em genética, produtores em geral, profissionais  dos diversos segmentos da cadeia leiteira - veterinários, engenheiros agrônomos, técnicos, pesquisadores, consultores, Governo e Associações e também público em geral que a cada dia estão mais interessados  em saber as formas de produção e a qualidade dos alimentos que consome, neste caso: o leite.

Agroleite - O Agroleite é um evento técnico voltado a todas as fases da cadeia do leite. Ele acontece todos os anos no mês de agosto na cidade de Castro (PR), capital nacional do leite, e busca através de sua programação apresentar o potencial de produção de leite da região nos aspectos qualitativo e quantitativo. Na última edição o evento recebeu 80 mil pessoas e foram comercializados R$ 52 milhões durante os cinco dias. (Imprensa Castrolanda)

 

COODETEC: Milho Powercore para a safra verão

A Coodetec coloca em campo mais uma excelente opção para quem planta milho. Na próxima safra, o agricultor contará com ainda mais tecnologia optando pelo híbrido CD 384PW. A nova versão do milho, já conhecida do produtor rural, controla pragas e plantas daninhas, com tolerância a dois tipos de herbicidas: o glifosato e o glufosinato.

Tecnologia Powercore - “Além do elevado índice de produtividade e da ampla adaptação, agora o híbrido CD conta com a tecnologia Powercore. O milho CD 384PW oferece controle de lagartas e fácil manejo de plantas daninhas. São três genes de controle de insetos, com efeito direto sobre pragas muito comuns na safrinha do Paraná e Mato Grosso do Sul”, informa o gerente de pesquisa Milho, região Sul, Adilson Schuelter.

Controle - A tecnologia Powercore controla as lagartas Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), Helicoverpazea (lagarta-da-espiga), Diatraea saccharalis (broca-do-colmo), Agrotis ipsilon (lagarta-rosca), Elasmopalpus lignosellus (lagarta-elasmo) e Spodoptera eridania (lagarta das vagens). Esse benefício é garantido pela associação dos três genes, sendo dois desenvolvidos pela Monsanto e um pela Dow.

Diferencial - Outro diferencial está nas duas proteínas que conferem às plantas de milho tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio. “Esse conjunto de tecnologias garante mais segurança ao agricultor, pois permite manter uma lavoura livre de ervas daninhas, o que poderá resultar em maior produtividade nos plantios comerciais de milho”, argumenta Schuelter.

Manejo - O agricultor brasileiro investe cada vez mais em tecnologia e, por isso, os resultados alcançados em produtividade e qualidade crescem a cada ano. Para que as novas tecnologias, como Powercore, tenham durabilidade maior, é preciso adotar algumas medidas no manejo da cultura. Optando pelo híbrido CD 384PW, o produtor deve trabalhar também com o cultivo de milho convencional. Diferente dos 10% recomendados para outras tecnologias, a área de refúgio para Powercore passa a ser de 5%, devido aos três genes estaqueados para o controle de pragas. “Além de outras ferramentas, o plantio de milho convencional em uma lavoura de milho Bt é muito importante para que não haja desenvolvimento de resistência por parte das pragas-alvo”, argumenta Adilson Schuelter.

Durabilidade - O pesquisador da Coodetec ainda destaca que plantas de milho “tiguera”, durante o cultivo de soja, por exemplo, pode diminuir a durabilidade da tecnologia. Nesse caso, Schuelter alerta para a mudança no manejo, que deve seguir as recomendações de um engenheiro agrônomo. “Temos uma tecnologia valiosa, mas precisamos preservá-la. Foram muitos anos de pesquisa para apresentar todos esses benefícios num único híbrido. E, caso o agricultor não adote as recomendações específicas, irá pagar o preço, alterando o manejo, pulverizando mais vezes e, consequentemente, elevando custos”, destaca Schuelter.

Novos híbridos CD com a tecnologia Powercore - A Coodetec trabalha para o lançamento de novos híbridos com a tecnologia Powercore. Quatro estão em processo de avaliação no campo, sendo um híbrido simples e três triplos. Esses devem chegar ao produtor na safra 15/16. Para a região Centro, a Coodetec também disponibiliza o híbrido CD 333PW, de elevado potencial produtivo, ótimo stay green e elevada resposta ao manejo. (Imprensa Coodetec)

COCAMAR: Globo Rural mostra cooperados fazendo do milho uma poupança

cocamar 30 06 2014Na edição deste domingo (29/06), o programa Globo Rural, da Rede Globo, apresentou uma reportagem produzida na região de Maringá com cooperados da Cocamar. Seguindo uma tendência que parece se fortalecer a cada ano, os produtores estão fazendo de seus estoques de milho uma espécie de poupança, ou seja, eles entregam a safra na cooperativa e deixam a maior parte dos volumes à espera de uma oportunidade no mercado.

Lucro - Segundo o vice-presidente de Negócios, José Cícero Aderaldo, quem fez isso com a safra colhida no ano passado, ganhou dinheiro. Os produtores entregaram o cereal com preço ao redor de R$ 18 a saca e, atualmente, a cotação da commodity está superior a R$ 22,00. "Nenhuma outra aplicação no mercado financeiro rendeu tanto", afirmou Aderaldo, acrescentando que a cooperativa ainda guarda 300 mil toneladas de milho da safra de inverno de 2013 e aproximadamente 200 mil de soja, do ciclo 2013/14. Um dos cooperados que costuma fazer essa poupança é Jorge Pedro Frare, morador em Doutor Camargo, a 30 km de Maringá. De acordo com Frare, "isto só é possível porque os cooperados se sentem seguros em entregar na cooperativa". O produtor disse que depois de colher, paga suas contas e deixa grande parte da safra para comercializar em um bom momento. (Imprensa Cocamar)

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COPAGRIL: Dia de Campo sobre milho safrinha é realizado em Bela Vista

Na manhã de sexta-feira (27/06), os associados e produtores rurais da região de Guaíra tiveram a oportunidade de visualizar na prática as características de 54 híbridos de milho, além de trabalhos com fertilizantes foliares, fungicidas e adubação de base e cobertura, no Dia de Campo Copagril Milho Safrinha, realizado em frente à unidade de Bela Vista. O objetivo foi apresentar aos associados e produtores rurais da região o desenvolvimento dos híbridos que melhor se adaptam à realidade local. Para disponibilizar estas inovações tecnológicas ao produtor rural, a cooperativa conta com seu departamento técnico especializado e parcerias com instituições de pesquisa e de ensino, e com o diálogo com empresas parceiras do setor. (Imprensa Copagril)

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LAR: Campanha de vendas lança a “Tripla Chance”

lar 30 06 2014 destaqueNo dia 26 de junho, foi oficialmente lançada a campanha de vendas da Lar denominada Tripla Chance, cujo período de vigência será de 01 de julho a 30 de dezembro de 2014. Estiveram presentes no evento, realizado no Centro Administrativo da cooperativa, em Medianeira, Oeste do Paraná, o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, o diretor-secretário Urbano Inacio Frey, gerentes das unidades de atendimento aos associados, gerentes Lar supermercados e postos de combustíveis, bem como o quadro gerencial da administração central e a imprensa local.

Mais chances- Tripla Chance, como o próprio nome indica, proporciona três chances de ganhar prêmios aos clientes dos supermercados, farmácias veterinárias e postos de combustíveis Lar. A cada 100 reais em compras a pessoa recebe 2 cupons: 1 para raspar na hora e outro para concorrer a uma moto e um carro. No total serão distribuídas 1 milhão de raspadinhas, contendo 5 mil prêmios de 15, 25 e 50 reais, o cliente contemplado recebe um vale compras no valor indicado para gastar no supermercado, farmácia veterinária ou posto de combustível. No dia 24 de dezembro serão sorteadas 15 motocicletas: uma para cada Unidade (supermercado e farmácia veterinária) e uma para cada posto de combustível, totalizando 15.  Os cupons comtemplados voltam para a urna com os demais para a terceira chance, o sorteio de uma pick-up Fiat Strada 0 km no dia 30 de dezembro.

Pedido - Segundo o gerente de alimentos e compras da Lar, Jair Meyer, no ano passado muitos clientes pediram que voltasse a raspadinha, pois gostam de receber prêmios instantâneos. Meyer complementa dizendo que em um primeiro momento mais clientes serão contemplados com um valor menor e no final do ano cada cliente concorrerá a uma moto em um universo menor de cupons da sua unidade em parceria com o supermercado e também nos postos de combustíveis, o que também era um desejo da maioria.

Ampliação - “Com essa campanha inovadora e mais abrangente, podemos oferecer prêmios aos nossos clientes e ampliar as nossas vendas” comentou o diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues. Irineo também comunicou publicamente a previsão de término das obras do posto de combustível de Serranópolis do Iguaçu e do supermercado de Agrocafeeira (Matelândia) até o final do ano; ele inclusive anunciou o início da construção de mais um posto de combustível Lar, que deverá ser inaugurado em 2015 no município de Missal. (Imprensa Lar)

lar 30 06 2014 cartaz

 

INSITUTO SICOOB: Sicoob Oeste incentiva participação de escolas no Concurso Cultural

A edição de 2014 do Concurso Cultural Instituto Sicoob está a todo vapor e o Sicoob Oeste, engajado neste propósito, promoveu a divulgação desta iniciativa. Houve adesão de escolas municipais, que são participantes do programa Cooperjovem, e escolas particulares de Toledo. As inscrições foram de 12 de maio a 13 de junho. O prazo final para envio dos trabalhos é 1º de setembro de 2014.

Atividades - Os alunos estão comprometidos no que se diz respeito ao concurso e, por meio das atividades poderão colocar, literalmente, as ideias para fora. Cerca de mil alunos das instituições de Toledo, assim como todos que participarem, dos 3º e 5º anos do ensino fundamental, poderão concorrer por meio de desenho e redação. O tema é Cooperativismo. Os melhores trabalhos da etapa estadual ganharão um tablet, e os professores orientadores, R$ 500,00. A divulgação dos vencedores ocorrerá no dia 6 de outubro e a entrega dos prêmios será no dia 14 de novembro. (Imprensa Instituto Sicoob)

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TCU: Ministro afirma que cooperativismo não é estimulado no Brasil

Incipiente. Com essa palavra, o Ministro-Substituto do Tribunal de Contas da União e professor de Direito Administrativo no curso de pós-graduação do Instituto Brasiliense de Direito Público, André Luís de Carvalho, definiu a maneira como o poder público tem desenvolvido seu relacionamento com o cooperativismo brasileiro, tendo como referência a realidade de Portugal.

Artigo - Carvalho acaba de concluir a elaboração de um artigo sobre os temas “A sustentabilidade do Estado Social: Direitos Fundamentais Sociais, Democracia e Cooperativismo” e “Cooperativismo no Brasil: relações com a administração pública federal na provisão de serviços públicos atinentes a direitos fundamentais sociais, segundo a ótica do controle financeiro”.

Legislação - Segundo o jurista, em Portugal, uma das diferenças mais marcantes está na própria legislação, que possibilita que o poder público se associe a entidades da sociedade civil com o intuito de criarem cooperativas de interesse público destinadas a promover, em regime de cooperativismo por economia social, a prestação de alguns serviços públicos não exclusivos, isto é, relativos a direitos fundamentais sociais.

Integração - “No Brasil, não se autorizaria a ampla integração do poder público com entidades associativas privadas, como ocorre em Portugal, sobretudo se isso implicar interferência estatal em associações ou cooperativas, por força do Artigo 5º, da Constituição de 1988”, argumenta o ministro.

Opção - Para ele, fica claro que a opção constitucional brasileira aponta para o incentivo ao cooperativismo, quer pelo estabelecimento de convênios de cooperação com entes federados, quer pela definição de um regime jurídico diferenciado e até estimulado para as cooperativas privadas.

Verdadeira relação- O artigo afirma que, por esse ângulo, pode-se melhor analisar a verdadeira relação que, no Brasil, vem sendo estabelecida entre o poder público e o cooperativismo, ora para se promover o reconhecimento da sociedade cooperativa, ora para se estimular o associativismo cooperativo. “Vê-se, em suma, que a relação do poder público com o cooperativismo tem sido estabelecida, no Brasil, de forma muito casuística, de sorte, por exemplo, que o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pela sociedade cooperativa vem sendo definido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, ao tempo em que o estímulo ao cooperativismo tem sido promovido muito mais pela jurisprudência dos tribunais federais do que pela lei”, conclui André Luís. (Informe OCB)

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RAMO CONSUMO: Diagnóstico será divulgado em agosto

consumo 30 06 2014As cooperativas do ramo Consumo têm até esta segunda-feira (30/06) para responder ao questionário que servirá de base para a elaboração do diagnóstico do setor. A distribuição do questionário foi feita pelas unidades estaduais do Sistema OCB ainda no dia 19 e maio. O objetivo da pesquisa é conhecer a realidade destas cooperativas, seus produtos, serviços e gargalos que impactam no seu desenvolvimento e fortalecimento.

Participação - Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a participação de todas as cooperativas desse ramo é fundamental para se obter um raio-X real do setor. “O questionário foi elaborado de forma que as cooperativas traduzam sua realidade para que, desta forma, possamos elaborar estratégias para atuação junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”, argumenta Márcio Freitas.

Fonte - Os dados obtidos também servirão de fonte para que o ramo possa formular seus planos de trabalho. “O engajamento das cooperativas nesse trabalho é essencial. Somos carentes de informações, que serão fundamentais para embasar nossos pleitos e subsidiar nossos planos de trabalho”, comenta o coordenador Nacional do ramo Consumo, Márcio Valle.

Perguntas - O questionário é composto por 52 perguntas que podem ser respondidas em meio digital. Para isso, basta que a cooperativa acesse aqui para responder ao questionário ou aqui, para seguir o passo a passo. No total, 112 cooperativas do ramo Consumo estão registradas no Sistema OCB. A expectativa é de que todas participem desta ação que visa o seu desenvolvimento e fortalecimento.

Diagnóstico – De acordo com a Gerência Técnica, esse diagnóstico será implementado em uma única etapa que identificará o perfil do respondente e da cooperativa, as políticas voltadas ao cooperativismo de Consumo, o acesso às linhas de financiamento, a operação tributação e a atuação fiscal. A previsão é que o Diagnóstico seja divulgado no mês de agosto. (Informe OCB)

 

MILHO: Governo promete apoio à comercialização do grão

O Ministério da Agricultura poderá anunciar nas próximas semanas apoio à comercialização de milho caso os preços do cereal se mantenham abaixo do mínimo de garantia no Centro-Oeste, maior produtora de segunda safra. No entanto, apesar da sinalização, os leilões devem ocorrer a partir de agosto, quando, segundo o secretário de Política Agrícola do Ministério, Seneri Paludo, o governo terá uma avaliação mais clara da safrinha, ainda em fase inicial de colheita. "Se o ministério achar necessário, pode fazer o anúncio em julho, mas é muito difícil implementar (leilões) ainda no mês", disse Paludo em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Pepro - O apoio à comercialização pode envolver desde contratos de opção de venda futura, aquisições diretas a leilões de prêmios para estimular o escoamento do grão da região produtora para áreas de consumo, mas a tendência é de que, assim como ocorreu em 2013, a opção seja por Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro). Algumas entidades do setor produtivo afirmam ser imprescindível essa intervenção governamental para não desestimular o plantio do cereal já que a tendência é de preços mais baixos no segundo semestre e menor demanda para exportação.

Volume - De acordo com Paludo, o ministério avalia o volume que será necessário apoiar, considerando que a safra deve chegar a 43,759 milhões de toneladas, na estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O montante de recursos que será destinado à operação tampouco está definido, ainda que o ministro Neri Geller já tenha afirmado que R$ 5,6 bilhões estão disponíveis para o Programa de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) neste ano.

Redução - Na prática, tanto o governo quanto o setor produtivo esperavam redução mais significativa de produção do que os 6,8% estimados pela Conab na comparação com a safra passada, quando produtores colheram 46,928 milhões de toneladas. A colheita menor poderia afastar a necessidade intervenção no mercado. Na temporada passada, os preços ficaram abaixo do mínimo durante todo o período de safra, chegando a R$ 9/saca no Médio-Norte de Mato Grosso, ante mínimo de garantia de R$ 13,02/saca na época. O governo ajudou a escoar pelo menos 10 milhões de toneladas por meio de leilões de contratos de opção, Pepro e compras dentro do programa de Aquisição do Governo Federal (AGF) para a formação de estoque regulador, tentando garantir a remuneração mínima. Hoje, produtores do Médio-Norte de Mato Grosso vendem milho a R$ 12,50/saca. Em Mato Grosso do Sul, as indicações de compra para julho, pico da safra, estão em R$ 17/saca e em Goiás, a R$ 17,50/saca para agosto. Nos dois Estados, o mínimo de garantia do governo é de R$ 17,56/saca.

Clima favorável- A redução de área foi de 3,9%, segundo a Conab, para 8,692 milhões de hectares em todo o País, mas mesmo em Estados em que produtores optaram por culturas com maior perspectiva de rentabilidade o clima favorável impulsiona o tamanho da safra. É o caso do Paraná, que reduziu a área plantada em 12,1%, para 1,905 milhão de hectares, mas a safra ainda será de 9,97 milhões de toneladas (-3%). Na safrinha do último inverno, o Estado havia cultivado 2,169 milhões de hectares e colhido 10,485 milhões de toneladas. Mato Grosso reduziu área em 5,8%, para 3,155 milhões de hectares, e a produção deverá ser 14,4% menor, de 16,564 milhões de toneladas. "A expectativa desse ano era de redução de área plantada e, com isso, talvez não precisasse de intervenção. As produtividades surpreenderam e isso, lógico, gera pressão sobre os preços", complementou Paludo.

Leonardo Machado, técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação Nacional de Agricultura (CNA), afirmou que alguns Estados, a exemplo de Goiás, devem compensar a redução de área registrada em Mato Grosso e Paraná, os dois maiores produtores de milho safrinha do País, o que explica a queda dos preços. "Só não vai ter produção recorde porque houve redução de tecnologia", disse.

Números - Machado afirmou que as conversas da CNA com o Ministério da Agricultura ainda são informais, mas, pelas estimativas da entidade, o governo precisaria apoiar a comercialização de cerca de 10 milhões de toneladas, volume semelhante ao do ano passado. A mudança, no entanto, deve ser o aumento de recursos para Goiás e Mato Grosso do Sul, ainda conforme Machado. Ele pondera, ainda, que, além dos leilões de Pepro, o governo precisará comprar milho para estoques públicos, hoje em 1,728 milhão de toneladas, já que a Conab continua escoando cereal para a região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). "O governo não deve fugir do Pepro e deve fazer aquisição de estoques, como no ano passado", completou.

Mato Grosso do Sul- O presidente da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul (Aprosoja-MS), Maurício Saito, informou que, numa estimativa "conservadora", a produção do Estado deve alcançar 7,5 milhões de toneladas, abaixo das 7,8 milhões de toneladas colhidas na safrinha de 2013. "Houve uma diminuição de tecnologia de produção, mas o clima compensou. Não registramos geadas neste ano e não tivemos ataque de pragas", explicou. O executivo observou que entidade espera a colheita ganhar ritmo, a partir de 10 de julho, para ter dimensão mais clara do tamanho da safra e então apresentar uma proposta de apoio à comercialização ao governo. "Tudo vai depender da evolução de colheita e se diminuir porcentual de exportação vai impactar no preço ao produtor", completou.

Demanda internacional - O setor produtivo tem mostrado preocupação com a possível diminuição da demanda internacional para o milho brasileiro, mas representantes afirmaram que o Pepro deve ser suficiente para garantir o ritmo dos embarques. As exportações são fundamentais para enxugar o excesso de produção, especialmente em Mato Grosso, que consome cerca de 4 milhões de toneladas de milho por ano, ante previsão de produção de mais de 16 milhões de toneladas.

Temor - O temor é de que, após a seca de 2012 nos Estados Unidos, que fez o país perder cerca de 100 milhões de toneladas de produção e abriu espaço para exportações brasileiras, os norte-americanos devem recuperar mercado na temporada 2014/15, após segundo ano consecutivo de safra recorde no país, de mais de 350 milhões de toneladas.

Embarques - Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) mostram que os embarques no primeiro semestre estão diminuindo. As vendas brasileiras ao exterior recuaram 35,5%, para 7,875 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a maio. Fontes do mercado estimam que no mês de junho a redução pode ultrapassar 60%. Apesar do recuo, tradicionalmente as exportações brasileiras de milho se concentram no segundo semestre do ano. (Agência Estado)

BIOCOMBUSTÍVEL: Governo corta previsão para a oferta de etanol

O governo decidiu rever a previsão de oferta de etanol para os próximos anos diante da frustração com a retomada do crescimento da produção nacional do biocombustível, conforme antecipou na sexta-feira (27/06) o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. A nova projeção constará do novo Plano Decenal de Energia, o PDE 2023, que está sendo elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Estimativa - O PDE 2022, feito no ano passado, previa que em dez anos a oferta de etanol mais que dobraria, saindo de 26,7 bilhões (2013) para 53,8 bilhões de litros (2022). O PDE 2023, que se pauta pela mesma avaliação, mas pelo período de dez anos a partir de 2014, estima que a oferta de etanol terá um crescimento reduzido, de 27 bilhões este ano para 48 bilhões de litros em 2023. É um incremento de 77% em uma década, menor que o da projeção anterior, de 101%.

Superestimados - O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, admitiu que os números precisavam ser revisados, pois estavam "superestimados". "Talvez estivesse superestimado e, agora, fique mais dentro da realidade. Mas ainda é um crescimento bastante expressivo", afirmou Tolmasquim ao Valor.

Alerta - O setor já alertava o governo sobre os números descolados da realidade. "Entre ter uma estimativa estatística de combustíveis e ter um planejamento estratégico para concretizar os planos existe uma enorme diferença", afirmou a presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Elizabeth Farina. Ela ressaltou que as nove usinas novas a serem instaladas no país até 2015 não saíram do papel, conforme previsão do PDE 2022. Esse conjunto de usinas acrescentaria uma capacidade adicional de moagem de 29 milhões de toneladas.

Comprometimento - Elizabeth considera que, sem perspectivas de melhora para o setor, outra leva de 39 unidades produtoras previstas para entrar em produção entre 2016 e 2022 também estariam comprometidas. "Hoje, temos a quantidade zero de usina nova contratada. Ou seja, até o horizonte de 2020 não vai ter nenhuma, não só em 2015, em 2020 também", disse.

Retomada - Mas mesmo sem o setor dar sinais de recuperação, o governo acredita que ele retomará a curva de crescimento observada em anos anteriores. Essa crença é sustentada pela expectativa de aumento de demanda no mercado interno. "Acredito que o etanol continuará crescendo, sendo bastante importante para o abastecimento de veículos. A nossa projeção preliminar vê o Brasil de hoje, com 38 milhões de veículos, chegar à frota de 64 milhões em dez anos", afirmou Tolmasquim.

Plano estruturado- Os produtores ligados à Unica consideram que as metas do governo somente poderiam ser alcançadas se contassem com um plano estruturado que permitisse reverter a situação de endividamento, com muitas usinas enfrentando processo de recuperação judicial. A presidente da entidade disse que o setor tenta renovar as esperanças de recuperação a partir das tratativas retomadas com o governo por meio do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Interesse - Segundo Elizabeth, o ministro Mercadante afirma ter total interesse em buscar estímulos ao setor, além do aumento da proporção de etanol anidro na composição da gasolina. "O ministro disse, aliás de forma bastante clara e determinada, que o governo quer o aumento da mistura e considera o setor extremamente importante pelo fato de colocar o Brasil na vanguarda do uso do etanol no mundo, que isso traz benefícios ao consumidor, ao meio ambiente e, inclusive, à balança comercial", disse Elizabeth.

Entendimento - Ainda que haja sinais de boa vontade do ministro Mercante, integrantes do governo ouvidos pelo Valor consideram que a revisão das projeções de oferta de etanol veio do entendimento de que foram praticamente esgotadas as possibilidades de oferecer novos incentivos à produção. Com isso, o aumento do percentual de anidro na gasolina de 25% para 27,5%, que deve sair este ano, é tido como um dos últimos estímulos que ainda podem ser dados aos produtores. Nesse entendimento, a cadeia de produção já foi completamente desonerada e os financiamentos já contam com juros mais que subsidiados.

Preço - Além da inviabilidade de conceder novos estímulos à melhoria das condições de produção, o governo descarta qualquer intervenção no preço da gasolina com o intuito de melhorar a competitividade do etanol. Umas das alternativas defendidas pelos produtores é a equiparação, ainda que parcial, do preço da gasolina ao mercado internacional ou o restabelecimento da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre esse derivado de petróleo. Em um cenário de alta da inflação, nenhuma das duas alternativas é cogitada por ora.

Convergência - Para o governo, a convergência de preço da gasolina com o mercado internacional será considerada somente com o intuito de reduzir a dificuldade de caixa da Petrobras. O benefício ao etanol viria por consequência. Já a possibilidade de mexer na Cide para ajudar o setor sucroalcooleiro é veementemente rejeitada. "A Cide não foi criada para dar competitividade ao etanol, mas para regular os preços do mercado de combustível. Seu objetivo é dar condições de reduzir o preço nos momentos em que o petróleo sobe e aumentar o seu valor nos momentos em que o petróleo desce", disse fonte do governo. (Valor Econômico)

PRODUÇÃO CIENTÍFICA: Estado tem mais R$ 55,4 milhões para ciência e pesquisa

producao cientifica 30 06 2014O Governo do Paraná, por meio da Fundação Araucária (FA), anunciou o lançamento de 20 chamadas públicas para os próximos dias, totalizando R$ 55,4 milhões. A estimativa é que 3.700 bolsas sejam ofertadas em diferentes modalidades. O objetivo é fomentar ainda mais o desenvolvimento da ciência e da tecnologia no Estado. A maior parte dos recursos é do Estado, com a contribuição de diversos parceiros.

Previsão - Há também a previsão do financiamento de projetos que visam aprimorar a qualificação de recursos humanos para atuação em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Paraná.

Direcionamento - O governador Beto Richa ressaltou a importância da aplicação de recursos direcionados aos pesquisadores e à produção científica e tecnológica do Estado. “O avanço tecnológico é um compromisso prioritário e estamos investindo fortemente nele, assim como temos investimentos permanentes em todos os setores, especialmente na educação, saúde, segurança, infraestrutura, agricultura e habitação. O Paraná é feito agora para o presente e para o futuro”, afirmou.

Ampliação - Alinhadas à política estadual, a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e a Fundação Araucária trabalham para ampliar os investimentos em bolsas e projetos de pesquisa, resultado que vem sendo alcançado junto com o apoio de entidades regionais e de fomento.

Verticalização - O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, destaca que mais da metade do orçamento da Fundação Araucária é destinada à verticalização do ensino superior e à formação de pesquisadores. “O desenvolvimento do Estado está diretamente ligado ao incentivo à ciência e tecnologia. Investindo nos nossos professores, pesquisadores e alunos, toda a sociedade paranaense é beneficiada, já que estamos aumentando o número de profissionais capacitados para atuar em áreas fundamentais para o desenvolvimento socioeconômico do Estado” disse.

Papel – A Fundação Araucária busca incentivar ações de mobilização e sensibilização de Instituições de Ensino Superior em políticas de inclusão social. Destacam-se neste aspecto o Programa de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) e de Iniciação Tecnológica (Pibit). Somente nesta chamada estão sendo disponibilizadas 1700 bolsas para os dois programas. O edital de Ações Afirmativas de Inclusão Social ofertará outras 1.000 bolsas, totalizando 2.700 bolsas financiadas com recursos do Estado apenas nestas duas chamadas públicas.

Meritocracia - “Ficamos orgulhosos em oferecer recursos para quem mais precisa, e ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento da pesquisa, da ciência, da tecnologia e da inovação, tendo como foco a meritocracia. Estamos buscando também angariar mais parcerias para que o montante do valor obtido para o investimento em projetos e bolsas aumente cada vez mais”, afirmou o presidente da Fundação Araucária Paulo Brofman.

Bolsas de estudo- O apoio do Governo do Estado, aliado às parcerias, contribuiu para que a Fundação Araucária alcançasse nos últimos anos o maior número de bolsas de estudos da história da instituição. Em 2012 e 2013, por exemplo, mais de 7 mil bolsas e aproximadamente 2 mil projetos de pesquisa foram financiados. “Somados ao aumento no número de bolsas e projetos financiados, temos garantido o repasse dos valores rigorosamente em dia às instituições conveniadas”, ressaltou Paulo Brofman.

Parcerias - Além dos investimentos estaduais diretos, buscando ampliar o número de bolsas e projetos financiados, a Fundação Araucária conta com parcerias com a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), a Fundação Grupo Boticário, Parque Tecnológico Itaipu e Sanepar. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Projeção de crescimento cai pela quinta vez seguida

As instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) reduziram pela quinta semana seguida a projeção para o crescimento da economia este ano. Desta vez, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 1,16% para 1,10%. Para 2015, a estimativa, em queda há seis semanas consecutivas, passou de 1,6% para 1,5%.

Otimismo - O BC também reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano, mas está mais otimista que o mercado financeiro. No Relatório Trimestral de Inflação, divulgado na última quinta-feira (26/06), o Banco Central revisou a estimativa para a expansão do PIB de 2% para 1,6%.

Produção industrial- O mercado financeiro também espera por retração na produção industrial de 0,14%, com recuperação em 2015. A estimativa para o crescimento no próximo ano passou de 2,2% para 2,3%.

Superávit - A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 2 bilhões para US$ 2,01 bilhões, em 2014, e de US$ 10 bilhões para US$ 9,9 bilhões, no próximo ano.

Dólar - A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,40, neste ano, e em US$ 2,50, em 2015.

Selic - As instituições financeiras também mantiveram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2014, no atual patamar de 11% ao ano. Para o fim de 2015, a expectativa segue em 12% ao ano.

IPCA - Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a estimativa permanece em 6,46%, este ano, e em 6,10%, em 2015. A previsão do BC é que a inflação feche este ano em 6,4% e 2015 em 5,7%. (Agência Brasil)

OCDE: América Latina atravessa "momento decisivo" para relançar economia

O secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Ángel Gurria, disse nesta segunda-feira (30/06) que a região da América Latina e do Caribe atravessa atualmente "momento decisivo" para impulsionar as reformas que permitem assegurar o crescimento depois da chamada década de ouro. "É preciso aproveitar a desaceleração dos motores externos para levar a cabo um plano regional de reformas bem entrosadas, para construir economias mais resistentes, inclusivas e sustentáveis", acrescentou o líder da OCDE, na abertura em Paris do Fórum Internacional da América Latina e do Caribe.

Índice - No discurso, Guria lembrou que depois de "uma das fases de expansão econômica mais importantes de sua história", com taxa de crescimento de 5% nos últimos anos, o crescimento deve ficar, este ano, entre 2% e 2,5%. "Os ventos estão mudando na região", disse Gurria, destacando que uma parte importante desse crescimento estava baseado em fatores externos e conjunturais, como o crescimento acelerado das importações da China ou a entrada de investimentos de curto prazo, que hoje "mudaram e estão gerando um nível maior de incerteza".

Crescimento sustentável- Para garantir o crescimento sustentável dessas economias, ele defendeu o fortalecimento dos sistemas fiscais, a melhoria da infraestrutura de transporte e a eficiência dos procedimentos aduaneiros, além do desenvolvimento de uma política logística integrada. "Temos uma oportunidade entre 2012 e 2015, quando 14 países desta região promovem eleições. No passado, dissemos que as eleições são elementos de instabilidade e turbulência, mas hoje são motivos de legitimação dos mandatos para levar a cabo essas tarefas", disse Gurria. (Agência Brasil, com Agência Lusa)


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