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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3374 | 02 de Julho de 2014

COPACOL: Moderno incubatório será inaugurado nesta quinta-feira

A Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol) inaugura, nesta quinta-feira (03/07), em Goioerê, na região noroeste do Paraná, um incubatório cuja estrutura é considerada uma das cinco melhores do mundo. Foram investidos R$ 50 milhões no empreendimento que visa a autossuficiência da Copacol na produção de pintainhos. Serão gerados 80 empregos diretos no incubatório, que tem a capacidade para produzir 12 milhões de pintainhos por mês, somados à produção de 6,5 milhões de pintainhos por mês do incubatório de Nova Aurora, a cooperativa terá toda a sua demanda atendida.

Propósito estratégico- Por meio do seu propósito estratégico, que pretende aumentar até 2018 o abate de aves para 700 mil ao dia nos abatedouros da Copacol e da Unitá, a cooperativa realiza investimentos significativos que somam mais de R$ 150 milhões em todo o complexo avícola. Além do incubatório que será inaugurado em Goioerê, com a presença do governador do Paraná, Beto Richa, em novembro de 2013, a Copacol também inaugurou uma moderna fábrica de rações no município de Jesuítas com investimentos de R$ 60 milhões e esta construindo, novos núcleos de matrizeiros para recria de aves na cidade de Moreira Sales.

Desenvolvimento - Segundo o diretor presidente da Copacol, Valter Pitol, através de um planejamento estratégico, a diretoria analisa e coloca em prática investimentos que promovem o desenvolvimento da cooperativa e dos cooperados.  “Para manter todo este crescimento integrado, estamos trabalhando com o nosso novo Propósito Estratégico, Copacol 4 por 4, que tem como metas até 2018 dobrar o faturamento da empresa para 4 bilhões de reais e promover 4 projetos de desenvolvimento social para os associados, colaboradores e toda a sociedade,” afirma Pitol. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Copacol)

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CAPACITAÇÃO: Equipe do Sescoop/PR participa de oficina sobre mapeamento de processos

Analistas e assistentes técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) estão participando, nesta quarta e quinta-feira (02 e 03/07), em Curitiba, de uma oficina sobre mapeamento de processos, conduzida pelo engenheiro de produção da Cocamar, Guilherme Zago. “É algo que há tempos aspirávamos fazer pois o Sescoop/PR cresceu muito e há uma necessidade de fazermos um mapeamento das nossas atividades para padronizarmos as ações e implantarmos as melhorias necessárias em nosso fluxo de trabalho. Estamos contando com apoio expressivo da Cocamar, que está nos proporcionando essa oportunidade”, explicou o coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Humberto César Bridi.

Jovem Aprendiz– Na oficina, a metodologia de mapeamento de processo repassada por Guilherme Zago está sendo aplicada no Programa Jovem Aprendiz Cooperativo. Os analistas e assistentes técnicos estão fazendo a identificação de todas as etapas que compreendem a execução do programa e levantando os pontos que merecem ser aprimorados, de acordo com as metas planejadas.  O Sescoop/PR desenvolve o Jovem Aprendiz desde 2005. A aprendizagem é feita em parceria com instituições de ensino nas regiões em que as cooperativas atuam. É uma iniciativa que visa atingir dois objetivos: primeiro, atender à legislação, que determina a contratação, na condição de aprendiz, de pessoas entre 14 e 24 anos, matriculadas em programas de aprendizagem profissional. O segundo é formar jovens para a cultura da cooperação e o exercício das atividades das cooperativas. Em 2013, o programa contemplou 35 cooperativas paranaenses, 1.400 jovens aprendizes em 38 turmas nas áreas administrativa e industrial. 

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BOM JESUS: Vazão de nascente recuperada em Rebouças chega a 17 mil litros por dia

Mais um passo foi dado pelo grupo de jovens da Cooperativa Bom Jesus de Rebouças, o BJovem. No dia 28 de junho, foi realizada na propriedade Chácara Tulio a terceira recuperação de nascente, por meio do projeto Renascer. Estiveram presentes os líderes Flavio Lourenço Bortoletto e Welison Freitas; os jovens Wesley Jose Bello Lascoski e Shara de Fatima Lascoski Pianaro; os colaboradores da Bom Jesus Chrystian Antonio Lascoski Pianaro e Emerson Luiz Tulio; e Tiago Lara, da Engegreen, empresa parceira e responsável técnica das recuperações das nascentes.

Vertentes - Numa manhã fria e com previsão de chuva, os trabalhos foram iniciados por volta das 9h30 com a divisão de tarefas e as primeiras movimentações. Foi constatada, em primeira instância, que a propriedade tinha duas nascentes e foi escolhida apenas uma para a recuperação. Justamente na escolhida, com o andamento do processo, constatou-se que havia mais duas vertentes, conforme análise de Tiago Lara. Outro fato interessante foi a diversidade de mata nativa do local. Como no processo de recuperação é necessário plantar algumas mudas de mata nativa, neste caso em especial não foi preciso plantar tantas mudas. Cerca de 200 mudas estavam programadas e pouco mais de 50 foram plantadas.

Vazão - Os trabalhos não demoraram e, por volta das 13h, o resultado do esforço foi recompensado com a vazão da nascente: mais de 17 mil litros por dia. Um número expressivo, porém, de fácil explicação. Segundo Tiago Lara o desnível do terreno possibilita para tal vazão, pois a laje foi encontrada em diagonal, não plana no terreno, como é normal.

Próximas - As próximas nascentes já estão sendo encaminhadas e as possíveis cidades serão Irati e Lapa. Para mais informações entre em contato com o entreposto mais próximo, pelo e-mail comunicacao@bj.coop.br ou pelo facebook.com/bjovem.bj. (Imprensa Bom Jesus)

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COCAMAR: Projeto Energia é divulgado entre os associados

Oferecendo uma renda líquida média de R$ 4,4 mil por alqueire ao ano (o corte feito no sétimo ano proporciona um lucro de R$ 31 mil por alqueire), a produção de eucalipto tem mostrado ser uma opção interessante para a diversificação dos negócios na propriedade. A rentabilidade é superior ao valor obtido pelo arrendamento das terras para usinas (cerca de R$ 2,6 mil por alq/ano) e se situa muito acima em comparação aos ganhos trazidos pela pecuária de corte extensiva (R$ 322 alq/ano), além de representar 80% da receita alcançada em um ciclo com soja no verão e milho no inverno (R$ 5,6 mil alq/ano).

Incentivo - Diante da crescente demanda por madeira de eucalipto para a geração de energia, a Cocamar começa a incentivar o plantio por meio do Projeto Energia, cujo objetivo é atender o seu consumo interno. Nesta terça-feira (01/07), foi realizada uma reunião técnica para divulgação do projeto em Paranavaí, com a participação de produtores e técnicos da região. E, no próximo dia 16, haverá um evento semelhante com os produtores de Cianorte.

Viabilidade - O objetivo é apresentar informações sobre a demanda e a oportunidade que surge com o cultivo do eucalipto. O engenheiro agrônomo Renato Watanabe, da área de Produção Agrícola da cooperativa, apresentou o Projeto Energia e abordou a viabilidade econômica da cultura. Ainda no evento, a engenheira florestal Sueli Sato Martins, falou sobre o mercado existente na região, com vários setores que demandam consumo de energia de biomassa. Orientou, também, sobre como deve ser feita a implantação de florestas de eucalipto.

Linhas de crédito- O ciclo de palestras foi encerrado com a apresentação das linhas de crédito para reflorestamento, a cargo de Flamino Ducatti, engenheiro agrônomo do Banco do Brasil em Cianorte. (Imprensa Cocamar

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COPAGRIL I: Concluído o quinto módulo de desenvolvimento da liderança jovem

Administração da propriedade e sucessão familiar, este foi o tema do quinto módulo do curso modular de desenvolvimento da liderança jovem (Jovemcoop), realizado dias 26 e 27 de junho, na Associação Atlética da Cooperativa Copagril (AACC) de Marechal Cândido Rondon. O módulo teve como objetivos destacar a importância do cooperativismo para o aprimoramento e a sustentabilidade das relações pessoais, familiares, profissionais e com o meio em que se vive, demonstrar a importância de administrar a propriedade rural como uma empresa, evidenciando a necessidade de planejar, organizar, dirigir e controlar as atividades no cotidiano da propriedade, além de promover uma reflexão sobre a sucessão familiar na empresa rural, vista como um caminho a ser percorrido, e ainda despertar e desenvolver as potencialidades entre os participantes.

Empresários do agronegócio- Segundo a instrutora Helda Elaine Völz Bier, os proprietários rurais devem ser vistos como verdadeiros empresários do agronegócio. “Eles precisam administrar seu negócio, identificando os melhores caminhos a serem seguidos e os potenciais de cada integrante da família, de forma a aumentar a rentabilidade e prepará-los para uma possível sucessão”, destacou.

Próximo módulo- O próximo módulo será realizado nos dias 9 e 10 de julho, também com a instrutora Helda Elaine, que abordará sobre Marketing Pessoal e Relacionamento Interpessoal. (Imprensa Copagril)

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COPAGRIL II: Categorias mirim e pré-mirim de futsal estreiam na Copa La Salle

No último sábado (28/06), mais duas categorias das escolinhas de futsal da AACC estrearam na 1ª Copa La Salle. Na categoria Mirim, a equipe Copagril/Sesi/Prefeitura de Marechal Cândido Rondon venceu o Yara Country Club por 15 x 0. Já o time Pré-mirim perdeu por 0 x 7 para a Escola de Futebol e Futsal Prof. Willian. Os próximos jogos dos atletas treinados por Karl Schmidt e Carlos Dürks serão no dia 24 de julho, nas categorias Mirim (sub-13), Pré-mirim (sub-11) e Fraldinha (sub-9). (Imprensa Copagril)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa participa na próxima semana da Expotécnica

Como acontece todos os anos, a Sicredi União PR/SP será uma das parceiras da Expotécnica 2014, importante evento tecnológico voltado para culturas de grãos, previsto para quinta e sexta-feira da próxima semana (10 e 11/06) em Sabáudia, município da região norte do Estado. Em seu estande, a cooperativa de crédito vai mobilizar equipe para divulgar informações sobre o Plano Agrícola e Pecuário 2014/15, anunciado no final de maio pelo governo federal, em que a instituição é repassadora de recursos a seus associados, destinados a custeio e investimentos.

Dia de Campo- A cooperativa também participa, na sexta-feira (11/07), com instalações e idêntico propósito, do Dia de Campo de Verão a ser promovido pela Cocamar em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) no município de Floresta, região de Maringá, que projeta receber 2 mil produtores. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

POLÍTICAS AGRÍCOLAS: Produtores ganham novo prazo para renegociar Dívida Ativa da União

O governo federal prorrogou o prazo para que produtores rurais com operações de crédito inscritas na Dívida Ativa da União (DAU) paguem ou parcelem seus débitos. Agora, os pagamentos poderão ser renegociados até 31 de dezembro de 2015. Para obter o benefício, o interessado deve procurar a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou o Banco do Brasil. Só por meio das duas instituições será possível formalizar o pedido, obtendo descontos sobre o valor ou prazos mais largos para a quitação dos débitos.

Saldos transferidos- A medida, publicada no Diário Oficial da União na semana passada, também vale para pagamento de saldos devedores transferidos para a DAU. O prazo para esse caso também foi fixado em 31 de dezembro de 2015. Nesse tipo de operação, os descontos sobre o valor do débito variam de 38% para dívidas acima de R$ 200 mil, a 70%, para quem deve até R$ 10 mil. Para casos de renegociação, os descontos são de 33% para dívidas acima de R$ 200 mil, e de 65% quando o saldo devedor for de até R$ 10 mil.

Suspensão - Segundo o governo, depois de formalizado o pedido de adesão às condições previstas na nova lei, fica suspenso o processo de execução judicial das dívidas. (Gazeta do Povo)

SOJA: Curso mostra como a qualidade das sementes interfere na produtividade

soja 02 07 2014A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realiza, de 21 a 25 de julho, o IX Curso de Vigor para Semente de Soja, no Núcleo de Sementes da Embrapa Soja, em Londrina (PR). O objetivo é fornecer conhecimentos sobre as metodologias aplicadas em testes de vigor de semente para profissionais das áreas de produção, análise, extensão, ensino e pesquisa em semente. De acordo com o pesquisador José de Barros França Neto, coordenador do curso, a utilização dos testes de vigor pelos laboratórios de semente possibilita um refinamento no sistema de controle de qualidade. “Isso resulta na produção de semente de qualidade mais elevada, propiciando a colocação no mercado de lotes de semente que apresentem qualidade superior, o que resultará em lavouras com plantas vigorosas e produtivas”, ressalta.

Conceituação - As aulas teóricas irão abordar a conceituação sobre o vigor em sementes e os princípios de alguns testes de vigor. Por outro lado, nas aulas práticas, serão demonstradas detalhadamente as metodologias dos principais testes de vigor: envelhecimento acelerado, frio, condutividade elétrica, comprimento de plântula, classificação do vigor de plântula, tetrazólio, deterioração controlada e germinação a baixa temperatura.

Regiões tropicais- Atualmente cerca de 70% da produção brasileira de soja está concentrada em regiões tropicais, que apresentam condições estressantes para a produção de sementes de alta qualidade. Por isso, a importância de se utilizar sementes vigorosas para assegurar o estabelecimento de uma população adequada de plantas mesmo sob condições estressantes. “Com a utilização de técnicas especiais, as empresas de sementes têm conseguido disponibilizar no mercado sementes de elevada germinação e vigor”, explica França.

Alto desempenho- De acordo com o pesquisador, as plantas de alto desempenho apresentam uma taxa de crescimento maior, têm uma melhor estrutura de produção, com um sistema radicular mais profundo e produzem um maior número de vagens e de sementes, o que resulta em maiores produtividades. Pesquisas realizadas por França avaliaram três cultivares de soja semeadas no Paraná, cujas sementes tinham três níveis de vigor (alto, médio e baixo). “Na colheita, as plantas originadas de sementes de alto vigor foram 12,8% mais altas do que as de baixo vigor e a produtividade foi superior em 24,3%”, destaca o pesquisador.

Avanços - Para França, o uso de semente de elevada qualidade permite ainda o acesso aos avanços genéticos das cultivares de soja. “As sementes de alto vigor propiciam a germinação e a emergência de plântulas em campo de maneira rápida e uniforme, resultando na produção de plantas de alto desempenho, que têm um potencial produtivo mais elevado”, explica o pesquisador.

Participações - O curso contará com a participação de professores de renome sobre o assunto, destacando-se: Julio Marcos Filho e Silvio Moure Cicero, da USP/ESALQ, Roberval Daiton Vieira, da FCAV/UNESP-Jaboticabal, além dos pesquisadores da Embrapa Soja, Ademir Assis Henning, Francisco Carlos Krzyzanowski, Fernando Augusto Henning, Irineu Lorini e José de Barros França Neto.

Mais informações- Mais informações sobre o Curso de Vigor para Sementes de Soja podem ser obtidas no site: http://www.cnpso.embrapa.br/vigor/

Vídeo - Confira o vídeo com a entrevista com o pesquisador José de Barros França Neto, da Embrapa Soja:  http://youtu.be/fXtB6z-9fqA . (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

MILHO: Colheita da safrinha chega a 8% da área no PR

milho 02 07 2014A colheita do milho safrinha (segunda safra) avançou três pontos porcentuais em uma semana e chegou a 8% do 1,9 milhão de hectares cultivado no estado, aponta relatório atualizado do Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado a Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab). Os números correspondem ao trabalho de campo feito até segunda-feira (30/06).

Condição favorável- Apesar das chuvas registradas nas últimas semanas a condição das lavouras continua favorável. O Deral indica que 88% dos campos dedicados ao cereal estão em condições boas. A expectativa é de que o estado colha 9,9 milhões de toneladas na safrinha.

Feijão - Também foi registrado avanço na colheita do feijão segunda safra e 96% dos 264 mil hectares já foram retirados dos campos. Calcula-se que há potencial para produzir 416 mil toneladas do produto neste ciclo.

Plantio - O boletim também aponta incremento de seis pontos porcentuais no plantio de trigo, que chega a 88% do 1,3 milhão de hectare projetado para este ciclo. Até agora 89% das lavouras apresentam boas condições. (Gazeta do Povo)

 

PORTO DE PARANAGUÁ: Terminal de fertilizantes começa a operar novo equipamento

porto 02 07 2014A Fospar, empresa que movimenta fertilizantes pelo berço 200 do Porto de Paranaguá, já opera o novo guindaste, ampliando a capacidade de descarga dos produtos importados. O equipamento, que chegou no final de abril, foi desenhado especialmente para este terminal portuário. Um investimento de R$ 14 milhões.

Projeto de expansão - Segundo o gerente de Porto na Mosaic Fertilizantes, Ronaldo Sapateiro, esta compra está inserida nos projetos de expansão e investimento da Mosaic no Brasil. “A empresa está investindo US$300 milhões em melhorias, revitalizações e novas parcerias pelos próximos cinco anos. O investimento em expansões e melhorias na operação de Paranaguá segue o mesmo princípio, tendo já investido R$ 14 milhões na instalação deste novo guindaste em 2014 e já tendo outros projetos para ampliação da retroárea”, afirma.

Capacidade - Trata-se de um guindaste sobre pórtico Portal Harbour Crane (PHC) – Terex-Gottwald, modelo GHSK 4316B. “Este equipamento tem capacidade de içamento de 33,8 toneladas de fertilizantes a um raio de operação de 32 metros. Este equipamento é idêntico ao guindaste Gottwald instalado, em 2012, no píer da Fospar. Com isto, a Fospar estará padronizando seus dois guindastes de descarregamento de navios, além de contar com equipamentos especialmente projetados para operação portuária, com maior segurança em suas operações”, complementa o gerente.

Diferença - Uma diferença entre os dois é que este novo tem um item a mais: a sustentabilidade. O equipamento permite até 6% de economia de energia (elétrica). “O novo equipamento é considerado o melhor para operação de descarga a granel e irá contribuir muito para a otimização das atividades da Fospar, aumentando a confiabilidade e eficiência no recebimento de fertilizantes no terminal”, garante Sapateiro.

Quantidade - Nos primeiros cinco meses, deste ano, a Fospar descarregou 960 mil toneladas de fertilizantes, pelo Porto de Paranaguá. As principais origens do produto foram Estados Unidos e Canadá. A expectativa, até o final de 2014, é movimentar cerca de dois milhões de toneladas de fertilizantes.

Principal ponto - O porto de Paranaguá é o principal ponto de descarga de fertilizantes do Brasil. No terminal da Fospar atracam de sete a dez navios por mês, sendo que cada embarcação transporta em média 30 mil toneladas de fertilizantes. Em fevereiro deste ano, a Fospar anunciou a chegada do milésimo navio ao seu terminal. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PR COMPETITIVO: Governo negocia instalação de indústria de biotecnologia no Estado

parana competitivo 02 07 2014O Governo do Paraná negocia com a multinacional dinamarquesa Novozymes a instalação de uma nova unidade da empresa no Estado. O secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Horácio Monteschio, e o presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, Carlos Alberto Gloger, receberam, nesta terça-feira (01/07), executivos da indústria de biotecnologia no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

Enzimas - A Novozymes já está presente no Paraná, com uma fábrica de enzimas e processos enzimáticos na Cidade Industrial de Araucária, Região Metropolitana de Curitiba.

Etanol - Líder mundial no segmento de enzimas industriais e bioinovação, a empresa dinamarquesa pretende agora instalar no País uma fábrica de enzimas para fabricação de etanol de segunda geração, produzido a partir de resíduos agrícolas, como o bagaço de cana e a palha de milho. Será a primeira da América Latina.

Alternativas - Para isso, eles avaliam as alternativas que cada estado oferece em questões como infraestrutura e logística, proximidade com os fornecedores e mão de obra capacitada. A Novozymes já conta com uma unidade no Paraná, instalada há 25 anos em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

Incentivos - O secretário Monteschio apresentou aos executivos as vantagens do programa Paraná Competitivo, do Governo do Estado, que inclui benefícios fiscais e segurança jurídica para as empresas que se instalam no Paraná. ?O governo estadual está de portas abertas a todas as empresas que têm interesse no Paraná, e oferece uma série de benefícios para isso por meio do Paraná Competitivo?, ressaltou o secretário.

Consolidação - O programa já consolidou mais de R$ 30 bilhões em investimentos privados para o Estado, gerando cerca de 180 mil empregos em todas as regiões paranaenses. Para o presidente regional na América Latina da Novozymes, Pedro Luiz Fernandes, o Paraná Competitivo facilita o trabalho dos empreendedores interessados em investir no Paraná. “É um programa fantástico do Governo do Estado, pois reúne todos os caminhos necessários para instalar um novo negócio. É um diferencial que facilita a vida do investidor”, afirmou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

BALANÇA COMERCIAL I: Balança tem superávit, mas só o setor primário avança

A concentração das exportações brasileiras em produtos básicos, apesar da queda nos preços das commodities, atingiu o ponto mais alto em três décadas e meia. Pela primeira vez desde 1980, mais da metade dos embarques ao exterior no primeiro semestre foi de bens primários. De janeiro a junho deste ano, os básicos representaram 50,8% de tudo o que o país exportou. Essa proporção, que era de 25% em 2002, já havia subido para 47,5% no mesmo período do ano passado.

Manufaturados - Os produtos manufaturados reduziram sua participação para o menor nível também desde 1980 e hoje equivalem a 34,4% das vendas totais, em um movimento que o governo atribui à lenta recuperação econômica nos principais mercados.

Junho - Em junho, a balança comercial obteve um superávit de US$ 2,365 bilhões. Apesar desse resultado, o primeiro semestre ainda registrou um déficit acumulado de US$ 2,490 bilhões. De qualquer forma, houve evolução em relação ao saldo verificado em igual período do ano passado, quando a entrada de importados havia superado as exportações em US$ 3,074 bilhões.

Azul - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, evitou fazer projeções, mas disse apostar na "perspectiva" de fechar o ano no azul. "Há um nível de incertezas sobre a economia mundial que torna impossível fazer uma previsão para a balança", disse o ministro.

Conta-petróleo- A conta-petróleo, que mede a diferença entre as exportações e importações de óleo bruto e derivados, ajudou no resultado do primeiro semestre. O déficit nessa conta recuou de US$ 11,9 bilhões para US$ 8,7 bilhões. A redução está em linha com a expectativa do governo, mas contrasta com um aumento de 43% nas importações de petróleo e combustíveis em junho, isoladamente. (Valor Econômico)

BALANÇA COMERCIAL II: Indústria perde espaço nas exportações

balanca comercialI 02 07 2014Pela primeira vez em 16 anos, o Paraná deve fechar o ano exportando mais produtos básicos do que industrializados. A participação no comércio exterior de itens não manufaturados, como soja e milho, já bateu a casa dos 56% no período de janeiro a maio de 2014 e a tendência é encerrar o ano com um desempenho superior a 50%. Situação idêntica à enfrentada pelo restante do país.

Retrocesso - Se esse movimento se concretizar será um retrocesso na diversificação da pauta paranaense de exportações iniciada dez anos atrás, quando a participação da indústria começou a aumentar. Em 2006, por exemplo, a presença de produtos básicos foi de apenas 29%. De lá para cá, a distância entre um e outro setor foi diminuindo ano a ano.

Crise argentina- A perda de mercado da indústria, que já vinha enfrentando o câmbio valorizado, é reflexo da crise argentina e da queda de exportações do setor automotivo.

Primeiro semestre- Segundo o economista Roberto Zürcher, analista do departamento econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), os produtos básicos geralmente ganham maior participação no primeiro semestre na pauta de exportações por causa da safra de verão – fator intensificado neste ano pela antecipação de embarques. Mas, com as dificuldades de comércio com a Argentina, dificilmente essa conta será revertida até o fim do ano. “Provavelmente teremos os básicos com mais de 50% das exportações paranaenses em 2014”, afirma.

Sem negócio - Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) revelam que os problemas no país vizinho, que está à beira de uma moratória, afetaram significativamente as exportações paranaenses. A queda chega a 20% nos primeiros cinco meses do ano, para US$ 561,5 milhões. A Argentina é o segundo maior importador de produtos do Paraná, com 8% de participação. A China ocupa o primeiro lugar, com 28,7%. As importações chinesas cresceram 37% no período.

Comportamento - A redução dos embarques para o país vizinho afeta diretamente o comportamento dos produtos industrializados, já que é o principal destino desse grupo. Os chineses, por outro lado, concentram a pauta em commodities agrícolas, como grãos.

Concentração - “Para a Argentina estão concentradas as exportações de automóveis, papel, motores e tratores”, lembra Zürcher. A Argentina influenciou a queda de exportações da Renault, maior exportadora de automóveis do estado, que viu suas vendas externas no período caírem 16,5%, para US$ 285,4 milhões. A Volvo registrou decréscimo de 13,39%, para US$ 117 milhões; a Bosch teve queda de 11,27%, para US$ 69,3 milhões; e a CNH Industrial, de 18,10%, para US$ 53,5 milhões.

Dependência- O problema de concentrar a pauta de exportações em produtos básicos é a dependência dos preços internacionais. “O exportador não forma o preço do produto, que depende do fluxo de oferta e demanda do mercado internacional”, diz Zürcher. Também são produtos de menor valor agregado, que precisam de escala para gerar rentabilidade.

Recuperar mercado é tarefa árdua - O câmbio deixou de ser o principal problema do exportador com a valorização no fim do ano passado, mas recuperar mercados perdidos e ampliar destinos para os produtos nacionais vem sendo uma tarefa árdua. Além da crise na Argentina, as vendas externas da indústria brasileira esbarram na baixa produtividade das fábricas, na má infraestrutura logística e na falta de uma postura mais ativa do governo em firmar acordos comerciais com outros países.

Perda de competitividade- A indústria brasileira perdeu competitividade, enquanto os produtos agrícolas cresceram embalados pelos bons preços internacionais e o aumento da demanda. Desde 2009, com a crise econômica, os produtos básicos representam mais de 40% da pauta de exportações paranaenses.

Projeção - A projeção da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) é que o país responderá por 1,25% do comércio global em 2014, ligeiramente inferior ao estimado para o ano passado, de 1,30%. Os cálculos são da Organização Mundial do Comércio. A previsão é que haja uma redução de US$ 2 bilhões a US$ 3 bilhões nas exportações do Brasil para a Argentina. (Gazeta do Povo)

 

NOVAS EMPRESAS: Governo vai lançar programa para eliminar burocracia

O governo espera iniciar, em cerca de 30 dias, um programa piloto de eliminação da burocracia. Começando pelo Distrito Federal, as empresas vão precisar de um único número - o do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) - para estar inscritas no Fisco federal, estadual, municipal, na Vigilância Sanitária, no Corpo de Bombeiros e nos órgãos ambientais. Assim, o tempo gasto para abertura de uma empresa vai cair de mais de cem dias para apenas cinco. Foi o que disse o ministro da Microempresa, Guilherme Afif Domingos.

Outros estados- A ideia é estender essa simplificação a outros estados. Para tanto, o governo conta com a aprovação, pelo Senado, da criação do regime único das empresas. A matéria, diz Afif, já passou pela Câmara dos Deputados. E a previsão é que seja aprovada pelos senadores no próximo dia 15, durante o esforço concentrado que a Casa fará antes das férias e do início do período eleitoral. Com essa lei, os Estados e municípios terão de compartilhar informações de cadastro e permitir a unificação.

Programa - Essa é uma iniciativa que deverá integrar o programa "Brasil sem Burocracia", anunciado pela presidente Dilma Rousseff no último dia 21, durante o lançamento oficial de sua candidatura. As linhas básicas haviam sido apresentadas a um grupo de líderes setoriais da indústria, num encontro realizado três dias antes no Palácio do Planalto.

Guichês - Além de criar um cadastro único, o programa vai também unificar balcões. "Vai acabar a via Sacra", prometeu Afif. Na era da digitalização, disse ele, quem tem de passar de guichê em guichê é a informação, não o empresário. Ele dará entrada no pedido de abertura da empresa uma única vez e os órgãos envolvidos transmitirão a informação uns aos outros.

Portal - Mais adiante, diz o ministro, a abertura e fechamento de empresas poderão ser feitos de casa, por intermédio de um portal. "Fecha na hora", garantiu o ministro. Ele reconhece que hoje a dificuldade de encerrar um negócio é tão grande que há, na base de dados do governo, um elevado número de inscrições no CNPJ que estão, na prática, inativos. "Não sabemos quantos."

Demora - A demora na abertura e fechamento das empresas é, segundo reconheceu Afif, um símbolo dos níveis a que a burocracia chegou no País. É, também, um dos principais indicadores na elaboração do ranking Doing Business, elaborado pelo Banco Mundial, com dados de 189 países.

Leve melhora - No relatório deste ano, o Brasil ocupa a 116ª posição, ou seja, está no pelotão dos piores países do mundo para fazer negócios. Ainda assim, foi uma melhora. No ano passado, o País estava em 118º lugar. Para comparar: o Chile ocupa a 34ª colocação, a Colômbia a 43ª e a China, a 96ª. Dos Brics, o Brasil só é um pouco menos complicado que a Índia, 134ª colocada.

Mudanças - Por causa de mudanças metodológicas, não é possível comparar com o que ocorria nos anos anteriores. Mas a leitura de alguns itens específicos mostra que, durante o governo Dilma, pouco ou nada se avançou nessa frente.

Procedimentos - A abertura de empresas, por exemplo, exige este ano os mesmos 13 procedimentos que eram exigidos em 2011. Apenas o tempo aferido pelo Banco Mundial reduziu-se um pouco, de 119 dias para 107,5 dias. O pagamento de impostos, por sua vez, continua consumindo incríveis 2.600 horas de trabalho por ano de cada empresa. É o mesmo índice de 2011. (Agência Estado / Gazeta do Povo)

BC: Tombini vê inflação em queda com manutenção dos juros atuais

O Banco Central está mais preocupado com a recuperação da economia mundial e mais otimista em relação à inflação no Brasil. Essas foram as principais mensagens passadas pelo presidente da instituição, Alexandre Tombini, em entrevista ao órgão de comunicação interna da instituição "Conexão Real".

Inflação - Em relação à inflação, uma das principais afirmações de Tombini foi a de que, mantidas as condições monetárias, "a inflação tende a entrar em trajetória de convergência para a meta [de 4,5%] ao longo do horizonte relevante para a política monetária", ou seja, no período que vai até junho de 2016. A frase resume as projeções apresentadas pela instituição no seu Relatório de Inflação publicado na última quinta-feira (26/06).

Juros - Segundo o relatório, mantida a taxa básica nos atuais 11% ao ano, o IPCA (índice oficial de preços ao consumidor) deve chegar ao pico de 6,6% em setembro deste ano e continuar próximo de 6% até setembro de 2015. A partir daí, iniciaria uma trajetória de queda para 5,1% em junho de 2016.

Possibilidade descartada- Com base no relatório, vários economistas disseram que caiu a possibilidade de novo aumento dos juros este ano. Também passaram a avaliar que surgiu a possibilidade de o BC promover cortes de juros após as eleições, embora o entendimento predominante seja o de que essa hipótese ainda é remota.

Alimentos - O presidente do BC disse ainda que o choque de preços de alimentos está "se dissipando e revertendo", com redução de preços no atacado "que começa a se traduzir em beneficio para o consumidor". Tombini, que participou neste fim de semana de reunião do BIS (Banco de Compensações Internacionais), em Basileia (Suíça), afirmou que a principal mudança no cenário internacional é a recuperação "um pouco mais lenta do que se antecipava há pouco tempo". Ele afirmou, entretanto, que não se trata de uma reversão semelhante à da crise na Europa de 2011. Naquela época, o BC brasileiro interrompeu um ciclo de alta de juros e começou a cortar a taxa básica (Selic), usando como principal argumento o cenário externo. (Folhapress / Gazeta do Povo)

OMC: China promete mais abertura ao comércio

A China vai levar adiante uma nova rodada de abertura de sua economia, no âmbito das reformas em direção de mais consumo doméstico e investimentos. Foi o que a delegação chinesa enfatizou no exame da política comercial do país, iniciado nesta terça-feira (01/07) na Organização Mundial do Comércio (OMC) e que termina nesta quinta-feira (03/07). Pequim diz que vai utilizar ativamente investimentos estrangeiros, abrir mais o setor de serviços e criar as mesmas condições de competição para empresas locais e estrangeiras.

Unificação das leis- Cobrada pelos parceiros a corrigir inconsistências na implementação de leis, regras e regulações que afetam diretamente negócios, a delegação chinesa retrucou que o plano de Pequim é de unificar as leis para investidores domésticos e estrangeiros, melhorar o regime de investimentos e reformas as aduanas.

Alvo - A China foi alvo de um número recorde de 1.600 questões apresentadas por 30 países, incluindo o Brasil, sobre os mais variados aspectos de sua política comercial. Economistas da OMC confessaram ainda ter tido dificuldades para obter informações sobre uma série de práticas chinesas.

Parceiro comercial- Segunda maior economia do mundo e maior comerciante do planeta, a China diz ser hoje o maior parceiro comercial de mais de 120 países e regiões. Assim, todas as suas ações têm um impacto direto sobre o crescimento das outras economias.

Elogio - Os Estados Unidos, a maior economia do mundo, elogiaram o anúncio de reformas pelo Partido Comunista, em novembro de 2013, mas insistem que Pequim prossegue com uma política expansiva de apoiar a indústria, particularmente as empresas estatais.

Proteção inadequada- Washington reclamou de proteção inadequada de direitos de intelectuais, política industrial discriminatória, subsídios amplos e generalizados, incluindo para o setor pesqueiro, além de restrições no setor de serviços e medidas sanitárias e fitossanitárias discutíveis que afetam a importação agrícola.

Ritmo - A China reiterou que manterá o ritmo de reformas e abertura, buscando um equilíbrio entre o papel do Estado e o do mercado. Insistiu que, apesar de segunda maior economia do mundo, continua a ser um país em desenvolvimento, com renda per capita de US$ 7 mil, 84ª no mundo. Alegou que está longe de realizar sua industrialização e que os produtos "Made in China" ainda têm pouco valor agregado. E que, por outro lado, o país é agora importador líquido de produtos agrícolas.

Fonte de investimento direto- Além de ser um dos países que mais atraem investimento estrangeiro, com mais de US$ 110 bilhões ano passado, a China lembrou que também é grande fonte de investimento direto no exterior, com US$ 90,2 bilhões no período.

Brasil - O Brasil tem na China seu maior parceiro comercial. Pequim respondeu por 17,3% do comércio brasileiro em 2013. Entre 2009 e 2013, o comércio bilateral cresceu de US$ 37 bilhões para US$ 83 bilhões, alta de 125%. Desde 2008, o Brasil tem superávit, que alcançou US$ 8,7 bilhões no ano passado. Em seu pronunciamento, o embaixador brasileiro na OMC, Marcos Galvão, manifestou preocupação com o perfil da balança bilateral, com as exportações brasileiras concentradas em algumas commodities - minério de ferro, soja, petróleo, açúcar e polpa para papel - enquanto importa da China uma variedade grande de produtos industriais.

Mudança - O Brasil insiste na importância de mudança nesse perfil, passando também por investimentos bilaterais. Em 2012-2013, 31 projetos de investimentos chineses no Brasil representaram US$ 8,4 bilhões, agora também incluindo serviços e manufatura. O Brasil destacou ainda a importância de reformas também no sistema de câmbio na China. (Valor Econômico)


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