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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3376 | 04 de Julho de 2014

DIA INTERNACIONAL: Sustentabilidade faz parte da nossa natureza

dia internacional 04 07 2014Por João Paulo Koslovski (*)

Todo primeiro sábado do mês de julho se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo e, neste ano, será celebrado em 5 de julho. O tema escolhido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI): “As cooperativas conquistam desenvolvimento sustentável para todos” é uma oportunidade para que o sistema fale sobre as principais ações realizadas para o desenvolvimento das comunidades onde elas estão inseridas e também das pessoas.

Quando analisamos o cooperativismo no Paraná, o sentimento é de que as cooperativas vêm exercendo um papel fantástico, com um crescimento médio, nos últimos 10 anos, acima de 12% ao ano, contribuindo para o desenvolvimento das pessoas e das regiões onde atuam. A participação ativa das sociedades cooperativas na economia estadual está refletida em sua movimentação econômica, que em 2013 atingiu a marca histórica de R$ 46 bilhões, beneficiando mais de 1 milhão de cooperados.

Indicadores que demostram a responsabilidade do setor para o desenvolvimento sustentável. Hoje, elas geram mais de 1,7 milhão de postos de trabalho. Grandes empregadoras, especialmente no setor agroindustrial. Somente em 2013, o total de impostos recolhidos pelo cooperativismo paranaense foi de R$ 1,7 bilhão e, se somarmos tudo que já foi recolhido nos últimos dez anos, chegamos a uma cifra superior a R$ 10 bilhões. Em muitos municípios do Paraná, as cooperativas são as mais importantes empresas, se não as únicas.    

No aspecto econômico, as cooperativas do Paraná investem na profissionalização e formação de seu quadro de colaboradores, por meio do Sescoop/PR (Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo), implantando uma gestão moderna e sintonizada com as demandas da sociedade. No tripé da gestão sustentável, a questão econômica adquire grande importância, porque os demais aspectos (social e ambiental) têm alcance reduzido se o empreendimento cooperativo não obtiver bons resultados financeiros e se desenvolver de forma plena e duradoura.

O Sistema Ocepar representa hoje 10 ramos constituídos no estado, entre eles o de crédito, que vem crescendo de forma segura e com alto nível de profissionalização, sendo responsável por mais de R$ 18,9 bilhões de ativos e R$ 8,6 bilhões em recursos aplicados em operações de crédito. Sessenta e duas cooperativas que, de forma democrática, oportunizam a milhares de pessoas o acesso ao crédito através da sua capilaridade e forte vínculo com as ações locais e regionais.

Um cooperativismo presente e forte também na área da saúde, onde mais de 2 milhões de beneficiários são atendidos no estado por mais de 13 mil profissionais, que congregam 33 cooperativas, ofertando serviços de qualidade, prestados por médicos e dentistas que compõem o quadro social desse ramo.

E, ainda, nas cooperativas ligadas à área do transporte, que exercem papel relevante no apoio às atividades de seus cooperados no transporte de pessoas e mercadorias. Atualmente são 25 cooperativas, com 2.700 cooperados, prestando bons serviços a toda sociedade.

Já o ramo educacional propicia ensino de qualidade aos milhares de alunos que são atendidos pelas cooperativas que atuam nesse segmento. Um cooperativismo que também desempenha papel significativo na área da infraestrutura, trabalho, turismo e lazer, consumo e habitação.

O cooperativismo, em todos os ramos de atuação, incentiva práticas de responsabilidade com o meio ambiente. Importantes instrumentos de transferência de tecnologias de manejo e conservação de solos e manejo integrado de pragas, práticas conservacionistas que agregam valor à produção dos cooperados. Hoje temos um verdadeiro exército de profissionais de assistência técnica atuando no campo, são mais de 2 mil ao todo, junto aos produtores por meio das cooperativas agropecuárias. Multiplicam-se as ações ambientais de conservação e preservação de nascentes, recolha de embalagens de agroquímicos, num trabalho constante de difusão de informações sobre melhores práticas.

A diferença básica de uma empresa mercantil e um empreendimento cooperativo é que temos em nossa essência o comportamento sustentável como norma. O 7º princípio cooperativista trata da responsabilidade com a comunidade. As cooperativas trabalham para o desenvolvimento comum, gerando renda, empregos, fomentando ações educacionais, de crescimento pessoal e bem-estar familiar e estimulando atitudes ambientalmente corretas.

O cooperativismo busca a promoção do ser humano, viabilizando as atividades econômicas de seus membros, para que prosperem e tenham qualidade de vida. Ser cooperativista implica em agir em prol de uma sociedade mais justa, igualitária e desenvolvida. Por isso, a preocupação com a comunidade faz parte do DNA de uma cooperativa. O tema do Dia Internacional do Cooperativismo é a oportunidade para demonstrar à sociedade o trabalho realizado e ampliar os projetos e ações de sustentabilidade do setor e tornar as pessoas cada vez mais felizes. É isso que as cooperativas estão fazendo com excelência no Paraná.

(*) Presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná

 

COAMO: Dia Internacional é celebrado com funcionários e cooperados

Para comemorar o sucesso e a eficiência do cooperativismo, funcionários e cooperados da Coamo e Credicoamo celebraram, na manhã desta sexta-feira (04/07), em todas as unidades, o Dia Internacional do Cooperativismo. “O cooperativismo é um movimento e antes de tudo uma filosofia de vida, e um instrumento eficaz que une pessoas e promove o desenvolvimento econômico e bem-estar social”, afirma o presidente da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini.

Diferença - Segundo ele, “Os cooperados da Coamo e Credicoamo são privilegiados e estão fazendo a diferença na atividade agrícola com incremento de produtividade, renda e qualidade de vida. Nos campos técnico, educacional e social, milhares de pessoas são capacitadas e formadas de forma gradual e contínua no expressivo número de eventos de difusão de tecnologias e melhoria da qualidade de vida da família cooperada no meio ambiente produtivo rural.” (Imprensa Coamo)

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COPACOL I: Cooperativa inaugura um dos incubatórios mais modernos do mundo

Para ser autossuficiente na produção de pintainhos, a Copacol investiu R$ 50 milhões e inaugurou, nesta quinta-feira (03/07), um incubatório cuja estrutura que está entre as cinco melhores do mundo. Através do seu propósito estratégico, que visa aumentar até 2018 o abate de aves para 700 mil ao dia nos abatedouros da Copacol e da Unitá, a Cooperativa realiza investimentos significativos que somam mais de R$ 150 milhões em todo o seu complexo avícola.

 Oportunidades- Com a participação de cerca de mil pessoas, entre associados, colaboradores, parceiros e convidados, a diretoria da Copacol, junto com representantes do governo do Estado, entregou para o município de Goioerê esta obra que vai gerar oportunidade para várias famílias da região.

Empregos - Ao todo serão gerados 80 empregos diretos no Incubatório, que tem a capacidade para produzir 12 milhões de pintainhos por mês, somados a produção de 6,5 milhões de pintainhos por mês do Incubatório de Nova Aurora, a cooperativa terá toda a sua demanda atendida.

Propósito estratégico- Segundo o diretor presidente da Copacol, Valter Pitol, através de um planejamento estratégico, a diretoria analisa e coloca em prática investimentos que promovem o desenvolvimento da Cooperativa e dos cooperados. "Para manter todo este crescimento integrado, estamos trabalhando com o nosso novo Propósito Estratégico, Copacol 4 por 4, que tem como metas até 2018 dobrar o faturamento da empresa para 4 bilhões de reais e promover 4 projetos de desenvolvimento social para os associados, colaboradores e toda a sociedade," afirma Pitol.

Administração séria- "Parabenizamos o diretor presidente Valter Pitol pela forma empreendedora como vem administrando a cooperativa, que cada vez mais vem gerando emprego e renda e melhorando qualidade de vida dos nossos produtores. As coisas não acontecem por acaso e ninguém cresce por acaso, para a cooperativa crescer ano a ano é porque tem uma administração séria e honesta, vemos que nestes últimos anos o setor que mais cresceu no Brasil foi o agronegócio e principalmente impulsionado pelas cooperativas", destaca o deputado federal e chefe da Casa Civil do Paraná, Cézar Silvestre, que representou o governador Beto Richa. O Sistema Ocepar esteve representado pelo superintendente José Roberto Ricken. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Copacol)

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COPACOL II: Associados falam da importância do cooperativismo

Neste sábado (05/07), quando se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, o programa de rádio da Copacol, o Estação Copacol, traz uma reportagem especial sobre o tema, com depoimentos de associados falando sobre a importância do cooperativismo em suas vidas. Uma das pessoas ouvidas foi Joaquim Machado de Brito, de Jesuítas, que ressaltou apoio da Copacol no desenvolvimento de suas atividades no campo. “É um papel importante porque incentiva o produtor a diversificar a produção e a crescer junto com ela”, disse.

Clique aqui para ouvir na íntegra a matéria do Estação Copacol sobre o Dia Internacional do Cooperativismo

CNCOOP: eSocial recebe contribuições de entidades patronais

esocial 04 07 2014Representantes da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), responsável pelo sistema sindical cooperativista, participaram nos últimos dois dias da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho Confederativo do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

Promoção - O encontro foi uma promoção do Ministério do Trabalho e Emprego. O grupo foi criado pelo Comitê Gestor em atendimento à solicitação dos empregadores e tem como intuito colher contribuições das confederações patronais e terá ação contínua até a conclusão do Sistema.

Abertura - O ministro, Manoel Dias, participou da abertura da reunião. “Queremos construir o eSocial com diálogo. Por isso temos todo o interesse em ter a mais ampla colaboração possível na construção do mesmo. Tenho certeza que as empresas irão contribuir enormemente para a construção da proposta do Governo Federal de agregar em um único documento as informações que o cidadão e as empresas precisam prestar aos órgãos públicos”, ressaltou o ministro.

eSocial – O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) é um projeto do Governo Federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados. Desenvolvido em conjunto pela Caixa, INSS, Ministério da Previdência Social (MPS), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), o eSocial faz parte da Agenda de Ações para Modernização da Gestão Pública que está sendo construída em diálogo com a Câmara de Gestão, Desempenho e Competitividade e o conjunto dos Ministérios e conduzida Ministério do Planejamento. (Informe OCB, com informações do Ministério do Trabalho e Emprego)

 

TRANSPORTE: Representantes do ramo discutem estatuto de Central de Compras

transporte 04 07 2014Representantes de oito estados brasileiros participaram no início da tarde desta quinta-feira (03/07) de uma videoconferência, cujo objetivo foi debater o estatuto da Central Nacional de Compras do Ramo Transporte. A transmissão partiu da sede do Sistema OCB, em Brasília. A criação de uma Central de Compras destinada a atender às necessidades das cooperativas de transporte de cargas e passageiros de todo o Brasil é uma demanda antiga do Ramo Transporte e que, agora, começa a sair do papel. O objetivo desse tipo de organização é assegurar menores preços e boas condições de negociação.

Pontos principais- Dentre os pontos principais debatidos na reunião, estão a definição da estrutura de governança da central, como a definição da composição dos órgãos sociais e seus papéis. O modelo aprovado garante a representação de todas as regiões do país.

Próximos passos- Os próximos passos, a partir de agora, são: a realização da assembleia geral para aprovação do documento e o lançamento da Central, previsto para o dia 26 de setembro, em evento do ramo, a ser realizado na cidade do Rio de Janeiro. (Informe OCB)

 

SISTEMA OCB/AM: Amazonas recebe visita de integrantes da Expedição Safra

sistema ocb am 04 07 2014O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Júnior, e o superintendente da entidade, Adriano Trentin Fassini, receberam, na terça-feira (01/07), na Casa do Cooperativismo do Estado do Amazonas, a visita dos jornalistas Giovani Ferreira e Cassiano Ribeiro, membros do departamento de Agronegócio do Sistema de Comunicação Paranaense Gazeta do Povo, além de Gilson Martins, que compõe a Gerência técnica e econômica da Ocepar – Organização das Cooperativas do Estado do Paraná.

Expedição Safra- Os três fazem parte da equipe “Expedição Safra” e vieram à região Norte para conferir as obras de construção e ampliação de terminais portuários nos estados do Pará e Amazonas. Esteve presente, também, na reunião, o secretário Adjunto de Política Agrícola Pecuária e Florestal da Secretaria de Produção Rural do Amazonas, Alexandre Araújo.

Potencial - A visita teve como objetivo falar sobre o potencial logístico do agronegócio brasileiro, e da construção e ampliação dos portos, que compõem a região conhecida como Arco Norte, corredor de exportação que estabelece uma nova rota de escoamento da produção de grãos no país. Depois da reunião em Manaus, a equipe viajou ao Estado de Roraima para conferir áreas de produção de grãos que cumpre o mesmo calendário agrícola dos Estados Unidos.

Crescimento - Segundo o coordenador da Expedição Safra, Giovani Ferreira, o agronegócio cresce em todo país, porém, em sua avaliação, os setores do Arco Norte são muito ricos, e por esse motivo precisam de bastante atenção, e principalmente, articulações para fomentar grandes discussões sobre logística, em razão dos portos estabelecidos nos estados da região norte, passarem entre 20 a 30 milhões de toneladas de grãos, só nesta safra de 2014.

Aliança - Giovani afirmou ainda que é necessário criar uma aliança para discutir o setor do agronegócio, que para ele é muito carente de comunicação e informações estratégicas na conquista de novos mercados importadores dos produtos brasileiros. “Para conseguir aumentar as exportações é necessário ter estrutura de rodovias, hidrovias e ferrovias. E isso nós também estamos avaliando nessa viagem, além da influência que os portos do norte podem ter na movimentação de grãos vindos do Centro-Oeste brasileiro, principalmente do Mato Grosso”, disse o coordenador.

Importância - Petrucio Magalhães falou da importância e da seriedade do projeto apresentado pelos membros da Expedição Safra e colocou o Sistema OCB/Sescoop-AM a disposição da equipe, visando aprofundar ainda mais as discussões sobre o setor primário do Amazonas, que, segundo ele, é formado em sua maioria por agricultores familiares. Petrucio destacou a situação que atravessa a cadeia produtiva de sementes e fibras vegetais de juta e malva no Estado, acrescentando que o Amazonas é o maior produtor do país, e onde 100 % da produção passa por cooperativas.

Ambiente favorável- O presidente também falou do ambiente favorável, existente entre as instituições que representam o setor primário no Amazonas, estimulando o crescimento da agricultura em beneficio dos produtores rurais, principalmente, através das políticas públicas de compras governamentais por intermédio dos programas de aquisição de alimento para compor a merenda escolar.

 

Roteiros- Além de percorrer 15 estados brasileiros e 14 países, além de centros de produção nos EUA, na Argentina e no Paraguai, a Expedição conferiu a expansão de lavouras de soja no Uruguai. E, ainda neste ciclo, segue um roteiro internacional extraordinário em países da África. Ao todo, serão cerca de 70 mil quilômetros percorridos. (Imprensa Sistema OCB/AM)

 

UNIMED NORTE PIONEIRO: Cobertores são doados a entidades assistenciais

unimed norte pioneiro 04 07 2014A exemplo dos anos anteriores, a Unimed Norte Pioneiro-PR participou da Campanha do Agasalho realizando a doação de cobertores, devido à chegada do inverno. Ao todo, foram 500 unidades. Desta vez, as cidades que receberam os donativos pelas mãos dos médicos cooperados foram Andirá, Bandeirantes, Cambará, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina.

Entregas - As entregas aconteceram no final do mês de maio e começo de junho, com o intuito de aquecer as famílias carentes da região atendidas pelas entidades responsáveis.

Participação - A participação na Campanha do Agasalho vem desde 2004 e tem como objetivo demonstrar a preocupação que a cooperativa tem com as pessoas carentes da região, ligando-se ainda mais à sua responsabilidade social. (Unimed Norte Pioneiro)

 

PORTO: Mercado já paga prêmio positivo para soja a ser exportada por Paranaguá

porto 04 07 2014O plantio da próxima safra de soja ainda nem foi liberado e os operadores do produto no Porto de Paranaguá já começam a fechar os contratos para a exportação do grão, em 2015. O que tem contribuído para essa negociação antecipada é o prêmio que vem sendo pago pela soja comercializada, devido aos bons índices de produtividade do corredor de Exportação.

Início das negociações- Segundo Alexandro Cruzes, Gerente Indústria de Óleo do Terminal Portuário, a Coamo, em Paranaguá, é um dos operadores que já começa a negociar. “Já vendemos FOB, sendo que a produção é da região de atuação da Coamo, ou seja, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul”, confirma.

Retomada da China e novas regras- Sobre o prêmio positivo pago pela soja de Paranaguá, ele afirma que além da volta da China ao mercado, as novas regras aplicadas pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) colaboraram. “A diferença de preço com outros portos diminui bastante, pois as novas regras em Paranaguá ordenaram bem a chegada dos navios e o fluxo dos embarques, com diminuição da fila, o custo com espera foi reduzido e, consequentemente, melhorando os preços de venda da soja”, afirma Cruzes.

Compromissos firmados- A Cotriguaçu também já começou a receber os contratos entre exportadores e importadores da soja do ano que vem. “Desde maio esses contratos já estão chegando e os compromissos já estão firmados. A procura pelos nossos serviços para a operação também já existe”, confirma o gerente do Terminal Portuário, em Paranaguá, Rodrigo Coelho.

Agilidade - De acordo com os operadores, os prêmios positivos pela soja exportada pelo porto paranaense vêm sendo pagos deste que a Ordem de Serviço 126 começou a valer. A ordem estabelece preferência de embarque em um dos três berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá para os operadores de grãos que apresentarem melhores índices de produtividade.

Melhoria significativa- “A melhora foi significativa. A OS-126 ordenou a chegada de navios, melhorou a produtividade, deu segurança para o farelo de soja com berço preferencial, sem que isso significasse perda de volume embarcado de soja em grão. Hoje o comprador não precisa mandar o navio com muita antecedência para garantir o lugar na fila, pois sabe que só entra no line-up o navio que tiver carga pronta para embarque”, garante o gerente da Coamo, em Paranaguá.

Estudo estatístico- A medida, adotada no início deste ano, foi resultado de um estudo estatístico que mostrou que as melhores produtividades são conseguidas por navios que operam com três terminais com consignação mínima de 18 mil toneladas cada, exatamente o que a Ordem de Serviço estabelece como prioridade.

Tempo de espera- “Os exportadores têm falado que o tempo de espera, que chamamos de ‘lay time’ está bem melhor que a média histórica, o que torna o Porto de Paranaguá mais competitivo em relação aos outros terminais”, completa o gerente da Cotriguaçu.

Corredor de Exportações- A configuração do Corredor de Exportação – que interliga nove terminais, sete privados e dois públicos, ao sistema de correias conectadas a seis shiploaders – permite que os navios operem cargas de todos os terminais existentes. No entanto, as paradas operacionais causadas para a troca de terminal acabavam atrasando a operação. Hoje, isso não ocorre mais.

Liquidez - “A liquidez das operações no Porto de Paranaguá, por esse formado do Corredor, permite mais margem de negociação aos exportadores, nos outros isso é mais limitado, têm apenas uma operação de terminal”, afirma Coelho.

Soja – Como explica Marcelo Garrido Moreira, do Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), a partir do próximo mês o mercado começa a divulgar mais informações sobre a comercialização da soja. Enquanto isso, na lavoura, o plantio é liberado a partir do dia 15 de setembro, no Paraná, pois entre os dias 15/06 e 15/09 é o período de vazio sanitário, no qual é proibida  a existência de qualquer planta viva de soja no campo.

Tendência - “Conversando com os técnicos do Deral no campo, apesar de ainda ser muito cedo para termos certeza, a tendência é manutenção e/ou um leve aumento na área de soja para a safra 2014/15, mas vamos ter que esperar um pouco mais para ter essa confirmação”, afirma o especialista. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CRÉDITO AGRÍCOLA: Agricultura empresarial financia R$ 144 bilhões

Os financiamentos concedidos para a agricultura empresarial entre julho de 2013 e maio deste ano somaram R$ 144,06 bilhões, alta de 39,1% sobre o resultado obtido no mesmo período da temporada 2012/13 (R$ 103,56 bilhões). Do total, R$ 105,45 bilhões foram destinados às modalidades de custeio e comercialização e R$ 38,60 bilhões para as de investimento.

Pronamp - Entre as operações de custeio, destaque para o Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que aplicou R$ 10,33 bilhões, R$ 2,28 bilhões acima dos recursos inicialmente programados (R$ 8,05 bilhões), aumento de 23,8% se comparado aos R$ 8,34 bilhões aplicados na temporada 2012/13.

PSI-K- Já nas modalidades de investimento, os produtores contrataram R$ 11,94 bilhões pelo Programa de Sustentação de Investimento Rural (PSI-BK), que financia a aquisição de máquinas e equipamentos, resultado 10,8% superior aos R$ 10,77 bilhões contratados na safra passada.

Armazenagem - Em relação ao crédito para armazenagem, dos R$ 4,5 bilhões disponibilizados para a agricultura empresarial, foram comprometidos R$ 4,49 bilhões. Desse total, foram R$ 686 milhões pelo PSI-Cerealistas e R$ 3,81 bilhões pelo Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA).

Avaliação - A avaliação das contratações do crédito agrícola é atualizada mensalmente pelo Grupo de Acompanhamento do Crédito Rural, coordenado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA/Mapa). (Mapa

Clique aqui para baixar a tabela de crédito de julho de 2013 a maio de 2014.

LARANJA: Governo destina R$ 50 mi para garantir preço

O governo federal disponibilizou R$ 50 milhões para a realização de leilões públicos de equalização dos preços da laranja. O valor foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (03/07) por meio da Portaria Interministerial nº 641, que define os critérios para subvenção nos arremates de laranja in natura durante a safra 2014/15.

Preço mínimo- “Com a publicação dessa portaria, o governo poderá atuar para garantir o preço mínimo ao produtor de laranja, que atualmente é de R$ 11,45 a caixa com 40,8 kg”, explicou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, que assina a Portaria juntamente com os titulares das pastas da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.

Acompanhamento - De acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa (SPA/Mapa), Seneri Paludo, o Ministério da Agricultura tem acompanhado os preços de mercado da laranja e, no momento que vai iniciar a colheita, está apto a aplicar os programas de apoio à comercialização do produto.

Leilões- Os leilões serão realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que utilizará como mecanismos de apoio à comercialização o Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro) e o Prêmio de Escoamento de Produto (Pep). A diferença entre as duas modalidades está em quem participa como arrematante dos prêmios. No Pep, os participantes são os beneficiadores, agroindústrias e comerciantes e, no Pepro, produtores e cooperativas.

Condições - Na data da realização do leilão, o participante deverá estar adimplente junto ao Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e possuir cadastro em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf). O prazo de comprovação de venda da laranja pelo produtor rural e pela cooperativa de produtores é de até 35 dias corridos da data da realização dos arremates. O prazo limite para a comprovação da operação para fins de recebimento do prêmio será de até 120 dias corridos, contados após a data limite estabelecida para a venda da laranja em cada leilão. (Mapa)

MAPA: Ministério divulga resultado final do concurso público

Foi divulgado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (03/07) o resultado final do concurso público de provas e títulos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O certame foi realizado para provimento de vagas para as carreiras de Fiscal Federal Agropecuário, Atividades Técnicas de Fiscalização e as do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo.

Vagas - Ao todo foram 796 vagas, sendo 46 reservadas para pessoas com deficiência, distribuídas entre as Unidades do Mapa nos Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Os cargos são nos níveis fundamental, médio/técnico e superior.

Validade - O certame é válido por um ano, a contar de sua homologação e pode ser prorrogado por igual período. A convocação dos aprovados aguarda agora a autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). De acordo com a Secretaria Executiva do Mapa, após a liberação por parte do MPOG, será publicada a portaria de convocação, onde os aprovados obterão informações sobre os procedimentos para a posse. Além disso, todos serão notificados sobre a nomeação por meio de correspondência. (Mapa)

Clique aqui para acessar a relação dos aprovados

PRORENOVA: BNDES reedita programas de apoio ao setor sucroalcooleiro

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)  anunciou nesta quinta-feira (03/07) a reedição, neste ano, dos programas de Apoio à Renovação e Implantação de Novos Canaviais (Prorenova) e de Apoio ao Setor Sucroalcooleiro (Pass), para estocagem de etanol. Os dois programas terão R$ 5 bilhões, sendo R$ 3 bilhões para o Prorenova e R$ 2 bilhões para o BNDES Pass.

Aumento da produtividade- O banco pretende, com essa iniciativa, contribuir para o aumento da produtividade agrícola e menor flutuação dos preços do etanol ao longo da safra, informou a assessoria de imprensa da instituição. O Prorenova, cujo lançamento ocorreu no início de 2012, teve o limite de financiamento por hectare plantado de cana-de-açúcar elevado de R$ 5.450 para R$ 6.500. Também foi estabelecido limite de financiamento de R$ 150 milhões por grupo econômico.

Requisito - O banco destacou que só poderão ser financiados no âmbito do Prorenova os projetos de plantio de cana-de-açúcar efetuados entre 1º de janeiro  e 31 de dezembro deste ano. O programa prevê, entretanto, reembolso de todos os gastos feitos a partir de 1º de julho do ano passado, visando a  preparação do plantio. O prazo para a entrada de pedidos de financiamento no BNDES será encerrado em 31 de dezembro.

Estocagem - Já o financiamento à estocagem de etanol, por meio do BNDES Pass, dobrou a dotação orçamentária de R$ 1 bilhão, em 2013, para R$ 2 bilhões neste ano, devido à grande procura. Os valores de referência do etanol anidro e hidratado passaram para R$ 1,50 e R$ 1,35, respectivamente. (Agência Brasil)

INFRAESTRUTURA: Projetos para o setor até 2018 exigem R$ 920 bilhões

Os projetos de infraestrutura anunciados pelo governo e pelo setor privado exigem R$ 920 bilhões em investimentos até 2018, de acordo com estudo do Itaú BBA, obtido com exclusividade pelo Valor. O levantamento leva em consideração o que está planejado para o período nas áreas de óleo e gás, transportes, energia e saneamento.

Dose cavalar- "Se esses projetos realmente se concretizarem, será uma dose cavalar de investimento no país", disse Cristina Reis, professora de economia da Universidade do ABC e analista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). "A proporção de investimentos sobre o PIB alcançaria seguramente a marca dos 20%, patamar que nunca conseguimos atingir, e a barreira que temos que passar para melhorar nossos gargalos."

Capital fixo - Segundo os cálculos de Cristina, a formação bruta de capital fixo - medida do PIB que considera aplicações em construção e máquinas e indica o nível de investimentos produtivos no país - chegaria a 21% ou 22% do PIB. Nos últimos anos, essa proporção tem custado a passar dos 18%. Para chegar a esses números, Cristina considerou uma parcela anual de R$ 300 bilhões dos investimentos totais, aplicada ao PIB de 2016. Já o valor do PIB foi estimado com base em projeções de crescimento anual da de 4,5%, e de 2% ao ano até lá.

Itens - No estudo do Itaú, óleo e gás é o setor que responde pela maior fatia de recursos necessários, com programas de R$ 543,4 bilhões, ou quase 60% do total. É seguido por transportes (R$ 200 bilhões), energia (R$ 162,4 bilhões) e saneamento (R$ 15 bilhões).

Transporte - Em transportes, o levantamento compreende ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e mobilidade urbana (não leva em conta o trem de alta velocidade). O valor inclui também investimentos que já foram iniciados, como em quatro aeroportos concedidos recentemente (Guarulhos, Campinas, Brasília e São Gonçalo do Amarante). As concessionárias que venceram os leilões recentes de rodovias também já começaram os trabalhos em algumas estradas.

Projetos não licitados- O levantamento feito pelo banco inclui muitos projetos ainda não licitados - apenas 18% do Programa de Investimentos em Logística (PIL, o pacote de concessões) já foi a leilão. O governo já iniciou a tomada de contribuições para a modelagem dos quatro próximos projetos de concessões rodoviárias federais. Também estão sendo feitos estudos para a modelagem da nova concessão da ponte Rio-Niterói e deve ser anunciado nos próximos meses o resultado da licitação da parceria público-privada (PPP) para a rodovia dos Tamoios, que liga a capital ao litoral norte do Estado de São Paulo.

Chamamento público- Além disso, está aberto o chamamento público para complementação de estudos de viabilidade técnica para quatro trechos de ferrovias previstos no PIL. As análises serão direcionadas para os trechos entre Açailândia (MA) - Barcarena (PA), com 457 quilômetros de extensão; Anápolis (GO) - Corinto (MG), com 775 quilômetros; Belo Horizonte (MG) - Guanambi (BA), com 845 quilômetros; e Estrela D'Oeste (SP) - Dourados (MS), com 659 quilômetros de extensão.

Outros - Outros dois chamamentos públicos incluíram a elaboração de estudos de viabilidade para novos trechos: Sinop (MT) - Miritituba (PA), com 990 quilômetros de extensão; e Sapezal (MT) - Porto Velho (RO), com 950 quilômetros.

BNDES - O capital para financiamento de um montante desse tamanho não deve preocupar o governo - pelo menos não no caso dos projetos de transporte e logística. Alberto Zoffmann do Espírito Santo, economista da área de "project finance" do Itaú BBA, diz que praticamente todos os recursos de financiamento nesses casos devem partir do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, "aparentemente" a instituição não deve ter dificuldades para cumprir os desembolsos previstos em transporte e energia.

Outras fontes- Em cada segmento, há recursos disponíveis de outras fontes - como capital do governo federal em obras de mobilidade urbana e saneamento, além de sócios estrangeiros em projetos de óleo e gás. Apesar de a pesquisa apresentar um montante expressivo, diz respeito aos projetos apenas anunciados. Atrasos em licitações, ou nas obras, poderiam postergar parte significativa desse montante para os anos seguintes - o que poderia deixar os investimentos abaixo do demandado pelo país.

Defasagem - A agência de classificação de risco Moody's estima, de acordo com relatório divulgado recentemente, que a defasagem do Brasil no setor seja de aproximadamente 6,4 pontos percentuais do PIB, ou seja, US$ 140 bilhões. Entre 1971 e 2012, no entanto, o investimento total em infraestrutura no país ficou, em média, em 3,4% do PIB.

PIB - Investimentos na ordem dos US$ 900 bilhões apurados pelo Itaú BBA, pelos próximos quatro anos, representam cerca de 5% do PIB, nos cálculos de Cristina, do Iedi. Ela cita a presença do governo como liderança importante para essa retomada dos investimentos em infraestrutura, depois de uma espécie de paralisia e pouco otimismo que tomou conta do setor a partir de 2011.

Melhorias- "O setor público já representou uma melhoria nos investimentos em 2013, inclusive por meio de estatais como a Petrobras e a Eletrobras", diz a analista. "Cerca de 22% do total de investimentos no ano passado foi público, o que é um bom crescimento. A participação não era tão alta assim." Cristina também lembra as expectativas em torno do programa de concessões federais, que, na estimativa do governo, deve injetar R$ 600 bilhões diretos na economia até 2012. (Valor Econômico)

SETOR ELÉTRICO: Copel aprova reajuste de 24% na tarifa e adia diferença para 2015

setor eletrico 04 07 2014A Companhia Paranaense de Energia (Copel) estabeleceu em 24,86% o novo reajuste médio da tarifa de energia. O valor foi definido em reunião do Conselho de Administração da companhia e informado ao mercado em Fato Relevante divulgado no final da tarde desta quinta-feira (03/07). O pedido será encaminhado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para análise. Se aprovado, o porcentual do aumento que ficará para o próximo aumento, em junho de 2015, será de 10,1%. O valor deve se somar aos quase 5% que foram adiados no reajuste de 2013 e, a pedido da própria Copel, não entraram no cálculo da tarifa neste ano para não pressionar ainda mais o custo de energia ao consumidor.

Autorização - No último dia 24, a Aneel havia autorizado um aumento médio de 35% na conta de luz dos consumidores paranaenses, com impacto de 33,4% para consumidores residenciais, e 37,3% para consumidores industriais, mas a Copel pediu a suspensão do reajuste após manifestação do governo estadual, acionista majoritário da companhia.

Saúde financeira- Com o diferimento de parte da sua tarifa para o próximo ano, a Copel Distribuição volta a ter seu caixa pressionado e deve contar com a ajuda da Copel Holding para manter sua saúde financeira. Se aplicada integralmente, a tarifa média de 35% ajudaria a recompor os custos da empresa com a exposição involuntária (quando se vê obrigada a comprar energia para honrar os contratos de fornecimento) ao mercado de curto prazo.

Peso - Segundo o diretor-presidente da Copel Distribuição Vlademir Santo Daleffe, o adiamento vai pesar no caixa da distribuidora, que terá de rever seus planos de investimentos. “Ao assumir o diferimento, a nossa situação é a pior de todas. Além de não aplicar o porcentual de reajuste integral, para não onerar o consumidor paranaense, não temos a prerrogativa do socorro do Tesouro que têm as outras distribuidoras que já aplicaram seus reajustes antes do leilão ou que ainda vão aplicar no final do ano”, diz.

Descoberto - Com quase 12% da sua demanda descoberta antes do leilão de abril, a Copel conseguiu comprar a energia de que precisava e zerou sua exposição, mas ainda acumula cerca de R$ 200 milhões de maio até 24 de junho, período entre o leilão e a data de reajuste da concessionária – montante que deve ser coberto por um novo aporte do governo federal às distribuidoras.

Valor - O valor corresponde basicamente a diferença entre o custo da energia que a Copel recebe via tarifa (R$ 130 por megawatt/hora) e o valor que a empresa está pagando pela energia comprada no leilão (R$ 270 por MWh) para entregar aos consumidores – diferença que equivale ao dobro do mix de contratos da empresa. Como o reajuste da Copel acontece em junho, esse valor entrou no cálculo da tarifa deste ano, ajudando a inflacionar o índice. Outro custo que pressionou a tarifa foi a previsão da Aneel de despacho intenso das térmicas para os próximos 12 meses, a partir de junho, explicou Daleffe.

Entenda como é feito o cálculo de reajuste:

Tarifa -Próximo da data de aniversário do contrato de concessão, as distribuidoras enviam à agência o Índice de Reajuste Tarifário Pleiteado (IRT), relatório composto pelos custos não gerenciáveis, também chamados de Parcela A e sobre os quais e empresa não tem controle (compra de energia, transmissão e encargos setoriais), e pelos custos gerenciáveis ou Parcela B (custos operacionais e remuneração dos investimentos).

Legalidade- O procedimento está previsto em lei, no contrato de concessão firmado entre as distribuidoras e a União – representada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e serve para recompor as perdas financeiras acumuladas desde o último aumento.

Autorização - A Aneel, como órgão regulador, analisa os dados, levando em conta uma série de variáveis como as mudanças ocorridas nos custos ao longo do último ano, a situação do mercado no qual cada empresa atua e os investimentos feitos. Com base em uma metodologia de cálculo aplicada a todas as distribuidoras, a agência define a tarifa de energia elétrica de todo o país.

Tarifa-teto- A Aneel define tarifas-teto para as distribuidoras, ou seja, elas não podem cobrar dos consumidores um valor maior do que aquele aprovado pela agência. Elas podem aplicar reajustes menores do que os que foram definidos, mas, neste caso, perderiam o direito a recomposição do valor no futuro. (Gazeta do Povo)

 

PREVISÃO: Tempo muda no domingo e pode chover em todo o Paraná

previsao tempo 04 07 2014O tempo segue estável em todo o Paraná até sábado (05/07), com clima agradável e temperaturas que se aproximam dos 30ºC nas regiões Norte e Noroeste. A previsão do Instituto Tecnológico Simepar, porém, é que uma frente fria se aproxima do Estado, trazendo chuva para o interior a partir de domingo (06/07).

Mudança - O meteorologista do Simepar Samuel Braun explica que em Curitiba e no Litoral o tempo muda apenas na segunda-feira (07/07), com pancadas isoladas. Nas regiões Central, Norte, Noroeste e no Sul começa a chover no domingo, situação que se mantém na segunda-feira. No Oeste, chove no domingo, mas o tempo melhora na segunda-feira. “A chuva deve se comportar dentro do padrão, sendo um pouco mais forte na chegada e com possibilidade de vento. Depois, ela enfraquece e vai embora. O acumulado será pouco significativo, diferente do que aconteceu no início de junho”, diz.

Temperatura - Apesar da frente fria, a temperatura deve permanecer amena. “O ar mais frio perdeu força e não há indicativo de geada para o fim de semana”, explica o meteorologista. A mínima prevista para o domingo é de 11ºC na região Sul e a máxima chega a 28ºC no Litoral do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AJUDA HUMANITÁRIA: Famílias atingidas por enchentes precisam de alimentos e materiais de limpeza

ajuda 04 07 2014Alimentos não perecíveis, água e produtos de limpeza são, neste momento, prioridades da campanha de ajuda humanitária às famílias atingidas por enchentes no Paraná. As doações podem ser entregues nos quartéis do Corpo de Bombeiros e unidades da Polícia Militar nos municípios.

Contribuição - A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil informou nesta quinta-feira (03/07) que 10.567 pessoas continuam desalojadas e 1.316 estão desabrigadas. “Houve grande contribuição da população paranaense, de entidades e empresas à campanha de ajuda humanitária articulada pelo governo estadual”, diz o chefe do setor operacional da Defesa Civil do Paraná, capitão Romero Nunes da Silva Filho. “Estamos com um grande estoque de roupas. A prioridade, a partir de agora, são alimentos e produtos de limpeza”, diz ele.

Cestas básicas- O capitão informa que diariamente são enviadas 1.500 cestas básicas aos municípios mais atingidos. Nos próximos dias serão distribuídos mais 10 mil cestas básicas, 11 mil conjuntos de limpeza (compostos por produtos como sabão e água sanitária) e 11 mil conjuntos de higiene pessoal (creme dental, escova de dente, sabonete, toalhas) e conjuntos dormitórios (cada um composto por um colchão, um lençol, um travesseiro, uma fronha e um cobertor).

Urbanas e rurais- O governo estadual vai destinar, também, mais 1,2 milhão de litros de óleo diesel às prefeituras, para abastecerem as máquinas que fazem a readequação das vias urbanas e estradas rurais danificadas pelas fortes chuvas. O levantamento mais recente da Defesa Civil mostra que 152 municípios paranaenses foram atingidos por chuvas intensas, no começo de junho, que provocaram inundações, deslizamentos e isolamento.

Prejuízos - Mais de 823.690 pessoas foram afetadas. Foram registradas 11 mortes. Os prejuízos causados pelas chuvas no Paraná foram estimados em R$ 605 milhões, entre perdas públicas e privadas. O governador Beto Richa decretou situação de emergência em 148 municípios.

Solidariedade – Desde o início da campanha, dia 8 de junho, até a manhã desta quinta-feira, foram doados e destinados às famílias atingidas 53.287 cobertores, 172.787 fardos de roupas (cada fardo é composto por 10 peças de roupas), 5.874 fraldas descartáveis, 5.326 colchões, 4.160 conjuntos dormitório e 4.582 travesseiros.

Mais - Também já foram encaminhadas 658 latas de leite em pó, 5.887 litros de leite, 17.744 cestas básicas, 176 kits cozinha (cada kit é composto por panelas, pratos, copos e talheres), 11.973 litros de água, 551 kits de limpeza e 1.975 rolos de papel higiênico.

Doações - Em Curitiba, além dos quartéis do Corpo de Bombeiros e unidades da Polícia Militar, as doações podem ser entregue, também, no barracão da Defesa Civil (Rua Sergipe, 1712, Vila Guaíra). (Agência de Notícias do Paraná)

 


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