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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3378 | 08 de Julho de 2014

WITMARSUM: 7º Simpósio sobre produção de leite será dia 1º de agosto

A Cooperativa Witmarsum promove, no dia 1º de agosto, o 7º Simpósio Produção de Leite, das 8h30 às 16h, na Igreja da Torre, localizada na Colônia Witmarsum, em Palmeira, região paranaense dos Campos Gerais. As palestras serão ministradas por especialistas, como o doutor pela Universidade do Arizona e professor titular da Universidade da Flórida, nos EUA, José Eduardo Portela Santos, que vai falar sobre período de transição, o segredo da produção de leite. Já o doutor pela Universidade de Wisconsin – Madison (EUA) e professor associado da Universidade Federal de Lavras (MG), Marcos Neves, tratará do tema “Importância e tipos de fibra na nutrição de vacas leiteiras”. E, para orientar sobre como lidar com a mastite no dia a dia, foi convidado o doutor pela Universidade de Wisconsin e responsável pelos trabalhos práticos no departamento de produção animal na Universidade de Buenos Aires, Martin Pol.

Premiação – No evento haverá ainda a premiação dos produtores destaques de 2013 e do Criador Jovem 2013. 

witmarsum 08 07 2014

COPACOL: Suinocultores recebem complementação

copacol 08 07 2014Começou a ser entregue aos suinocultores cooperados da Copacol, na última sexta-feira (04/07), a complementação de R$ 10,00 por cabeça. Esse dinheiro é repassado em virtude de uma série de fatores, como o trabalho contínuo da cooperativa em genética e nutrição, bem como o manejo realizado pelos produtores associados que a cada dia apresentam melhores resultados, além do bom momento que vive este mercado devido à maior demanda.

Surpresa boa- O produtor Roberto José Kacprzak, que há três anos trabalha na atividade, foi receber sua complementação. "Foi uma surpresa muito boa esse dinheiro, estou muito contente de ver como sempre a Cooperativa se preocupa e se lembra de nós. Vejo que sem a Copacol seria muito difícil para mim, agora quero ver se consigo ampliar a pocilga para um dos meus filhos também trabalhar neste meio", comentou.

Bom momento- O cooperado Valdir Nunes também buscou seu dinheiro. "Essa complementação como sempre vem um bom momento, é muito bom, trabalho na suinocultura há alguns anos e temos rentabilidade, sabemos que diversificar é o caminho para continuarmos no campo", explicou. (Imprensa Copacol)

 

COCAMAR I: Esforços são realizados para ampliar a produtividade de soja

cocamar I 08 07 2014Desenvolvendo há anos um grande esforço junto aos produtores cooperados para tentar aumentar a produtividade das lavouras de soja em sua região, a Cocamar sabe exatamente aonde quer chegar. Apoiada no trabalho de especialistas, na realização de muitos eventos técnicos para transferir conhecimentos, durante o ano, e na experiência dos próprios sojicultores, a cooperativa vai tentar elevar as médias de produtividade, nas próximas safras, para 15 mil quilos por alqueire, o equivalente a 250 sacas. 

Fatores - “Temos potencial, tecnologias e conhecimentos para chegar lá”, avalia o engenheiro agrônomo Emerson Nunes, coordenador técnico de culturas anuais da cooperativa. Segundo ele, a produtividade tem patinado nos últimos anos e não só em razão dos problemas com o clima. “Vários fatores, que podem ser trabalhados, impedem que as médias evoluam”, diz. Entre as limitações, enumera, estão a compactação do solo e a falta de rotação de culturas. Por outro lado, nem todos os cooperados lançam mão das tecnologias recomendadas pelos técnicos.

Dia de Campo - O desafio de chegar a 250 sacas por alqueire será discutido no próximo dia 11, quando a Cocamar promove em sua Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT), em Floresta, região de Maringá, o Dia de Campo de Inverno.

Iniciativas - Nunes ressalta que a cooperativa vem implementando iniciativas que a encorajam a projetar “com pés no chão” a média de 250 sacas por alqueire. Há anos, por exemplo, o Programa de Aumento de Produtividade de Soja (Paps) vem trabalhando com vitrines em propriedades de produtores líderes em suas regiões, onde toda a tecnologia é empregada mediante acompanhamento especializado. De acordo com ele, a experiência têm subsidiado dias de campo, realizados nesses locais, com informações sobre o aumento da produtividade, demonstrando o quanto vale a pena investir. Entre as técnicas utilizadas estão a aplicação de nitrogênio em cobertura nas lavouras e a adoção de práticas como o consórcio milho e capim braquiária no inverno – o que ajuda a proteger o solo com camada de palha, mantendo-o fresco em épocas de altas temperaturas.

Parcelas - O coordenador explica também que, com foco nesse esforço, a Cocamar vai instalar parcelas a partir da safra de soja 2014/15 em alguns dos seus principais eventos técnicos, como o Dia de Campo de Verão. E lembra que o próprio Concurso de Produtividade de Soja promovido há alguns anos pela cooperativa em sua região, mostra que é possível alcançar aquele patamar. Na safra 2012/13, o primeiro colocado, do município de Arapongas, obteve média de 12,2 mil quilos por alqueire (204 sacas).

Concurso - Por fim, Emerson Nunes acrescenta que no Concurso Nacional de Produtividade organizado todos os anos pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), os dez primeiros colocados da última edição (equivalente à safra 2013/14) conseguiram médias superiores a 250 sacas por alqueire.

Potencial produtivo- O agrônomo observa que os produtores têm investido em máquinas sofisticadas e é preciso pensar, também, em explorar todo o potencial produtivo de suas lavouras. “Evoluir em produtividade é uma exigência para que eles se mantenham competitivos”, completa.

Serviço – O Dia de Campo de Inverno espera receber 2 mil produtores para uma série de atividades programadas entre às 8h30 e 16h30. Em paralelo às várias atrações, como o desempenho de cultivares de milho, trigo e outras culturas, além da exposição de máquinas e estande de dezenas de empresas parceiras, começa às 10h no Pavilhão Central o 8º Encontro de Cooperados de Citrus, do qual faz parte o 12º Concurso de Produtividade (safra 2013/14). No período da tarde, às 13h30, será a vez do 8º Encontro de Produtores de Milho e, às 14h30, a divulgação e a premiação do 3º Concurso de Produtividade de Soja (safra 2013/14). (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Globo Rural mostra investimento da cooperativa para receber a safra

Pelo segundo domingo consecutivo, o programa Globo Rural apresentou uma reportagem produzida na região, sobre a Cocamar. Enquanto na edição do último dia 27 o tema foi a poupança que muitos produtores fazem com suas safras, deixando-as armazenadas na cooperativa à espera de que as cotações melhorem, no domingo (06/07) a abordagem foi o investimento que a cooperativa vem fazendo na construção de novas estruturas e na melhoria das existentes, para receber e acondicionar as safras. De acordo com o presidente-executivo José Fernandes Jardim Júnior, um dos entrevistados, a Cocamar está investindo R$ 200 milhões este ano na realização de 14 obras, que incluem a construção de uma nova unidade de recebimento e atendimento em Ivatuba – mostrada na matéria – e as reformas e ampliações em Floresta, onde a equipe também foi ver lavouras em colheita. (Imprensa Cocamar)

Veja a matéria no link abaixo.

 http://globotv.globo.com/rede-globo/globo-rural/t/edicoes/v/cooperativas-do-pr-preveem-investimento-de-r-12-bilhao-para-armazenar-safra-de-milho/3477374/ 

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C.VALE I: Família de cooperados faz golaço na diversificação

A família Mori Nunes entrou em campo na década de 60, quando os patriarcas Antônio Mota Nunes e Dolores Nunes deixaram Osvaldo Cruz (SP), com oito filhos, para formar a sua primeira seleção em Assis Chateaubriand, interior do Paraná. Os convocados vieram com a missão de desbravar as terras ainda fechadas pela mata virgem na localidade de Silveirópolis. A sementinha lançada em solo fértil, há mais de cinco décadas, rompeu fronteiras e se multiplicou. Hoje, a linhagem forma um timão com 96 atletas, que atuam nas posições de avós, pais, filhos e netos, 100% deles com DNA ligado à terra.

Primeira geração- A primeira geração trabalhou fortemente nas categorias de base. Destocaram, abriram clareira e semearam os primeiros frutos e ensinamentos. Lorival Mota Nunes, sétimo filho de Antônio, conheceu Iraceli Mori Nunes, há 39 anos, e, com ela, formou a família série A: Adriana, Alessandro e Ana Paula. Trabalharam de sol a sol e diversificaram os campos de atuação. A terra garantiu diplomas de professora e fisioterapeuta para as meninas e de jogador profissional para Alessandro Mori Nunes. 

Paixão pelo futebol- Revendo a trajetória do menino talentoso, que batia bola desde os seus primeiros passos, refletia nele a ginga do pai, que também nutre desde criança uma grande paixão pelo futebol. “Deus sabe o que faz. Eu não pude seguir a carreira de jogador, mas o meu filho fez isso por nós dois”, diz, orgulhoso, Lorival, conhecido como “Loro”. A mãe reforça dizendo que o começo não foi fácil para ninguém. “Ele era apenas uma criança quando foi jogar no Rio de Janeiro. Mesmo numa cidade tão grande, tão cheia de influências, os valores familiares permaneceram.”

Novos rumos - Depois de 21 anos dedicados ao futebol profissional, passando por sete times, 486 jogos oficiais e conquistando inúmeros títulos, entre eles o Mundial de Clubes e Libertadores em 2012, e Recopa Sul-Americana em 2013, o lateral direito anunciou sua aposentadoria no final do ano passado e se tornou coordenador de futebol do Corinthians e agricultor. “Aposentadoria é um modo de falar, porque jogador e agricultor nunca se aposentam”, brinca Alessandro, hoje com 35 anos.

Produção agrícola- O fruto de seu trabalho nos gramados se multiplicou nos campos de produção agrícola. Orientado pelo pai, que é associado da C.Vale desde 1980, Alessandro comprou terras e, recentemente, construiu dois aviários com capacidade para alojar 35 mil aves cada e está no processo de construção de mais dois. “Não podemos apostar tudo numa única atividade. A diversificação dá segurança e é uma grande alternativa para se manter forte na atividade”, diz ele, que se tornou sócio da C.Vale em julho de 2009. Os primeiros cinco lotes entregues à cooperativa asseguraram uma renda líquida de cerca de R$ 50 mil reais. Até o final do ano, a família Mori Nunes alojará 140 mil aves por lote. “É uma atividade que dá tranquilidade e retorno porque não depende de clima”, avalia “Loro”, que, junto com o funcionário Ademir do Carmo Galo, cuida dos aviários do filho.

Time - Na família, Alessandro continua com a braçadeira de capitão, o pai atua na posição de técnico, as irmãs e a filha, na torcida organizada e a mãe, na arbitragem. “Não deixo passar nada. O que é certo, é certo. Aqui eu marco o pênalti e ainda cobro”, brinca dona Iraceli. (Imprensa C.Vale)

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C.VALE II: 8º Seminário do Jovem Cooperativista acontece dia 12

cvale II 08 07 2014Em alusão ao Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado do mês de julho, jovens associados e filhos de cooperados da C.Vale e da Sicredi participam, dia 12 de julho, do 8º Seminário do Jovem Cooperativista. O seminário acontece na Asfuca de Palotina. A abertura, às 8h30 terá a presença dos presidentes da C.Vale e da Sicredi, Alfredo Lang e Jaime Basso. O professor Marcelo Peruzzo abordará o tema Marketing Pessoal de Alto Impacto. O evento tem o apoio do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). Os jovens interessados em participar do seminário, devem retirar os convites nas unidades da C.Vale e da Sicredi. (Imprensa C.Vale)

 

MÍDIA: O Diário publica caderno especial sobre cooperativismo

O jornal O Diário do Norte do Paraná, de Maringá, publicou, no dia 3 de julho, um caderno especial para marcar o Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado em todo o mundo no primeiro sábado de julho e que neste ano foi comemorado no último dia 5. São quatro páginas que mostram a força das cooperativas e a contribuição delas para o desenvolvimento sustentável das comunidades onde estão inseridas. O potencial de crescimento do setor, a intercooperação, a educação cooperativista, o acesso ao crédito e as oportunidades de mercado proporcionadas pelas cooperativas são temas abordados na reportagem.

Links - Clique nos links abaixo para conferir na íntegra o conteúdo.

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SICOOB NOROESTE: Ações cooperativistas são multiplicadas em Paranavaí e região

sicoob noroeste 08 07 2014No sábado (05/07) foi comemorado o Dia Internacional do Cooperativismo. Uma data importante que desperta para a importância de operar em conjunto, visando o bem de todos. O Sicoob Noroeste tem contribuição fundamental neste processo, incentivando e multiplicando cooperativas. O Sicoob participa, fomenta e dá apoio logístico e institucional. Dentre as organizações, destacam-se: Coopertkd - Cooperativa de Takwondo da Casa da Criança de Paranavaí  - beneficia 22 crianças; Coopercriança - Cooperativa Mirim da Casa da Criança de Paranavaí - abrange outros 24 jovens; A Coopertaiko - Cooperativa do Grupo Kotobuki Taiko, da SPDC de Paranavaí, é composta por 15 crianças e adolescentes.

Taiko - Os jovens do Taiko estiveram representando Paranavaí e a região Noroeste no 11º Campeonato Brasileiro de Taiko, em São Bernardo do Campo - São Paulo, no domingo (06/07). O grupo tem na sua história um título de campeão brasileiro, conquistado em 2009.

Estudantes - Outra organização com a marca do Sicoob é a Cooperalunos - projeto que visa a disseminação e comunicação do cooperativismo aos estudantes das 4º séries do Caic, Escola Getúlio Vargas e Cecap. Trata-se de uma proposta do Codep. O Sicoob fornece as apostilas e profissional para ministrar as aulas e palestras, em conjunto com os professores das turmas.

Expansão - Neste ano, o Projeto Cooperalunos será expandido para outras cidades. A primeira beneficiada será Santo Antônio do Caiuá, através dos alunos da rede municipal. Deve beneficiar 300 crianças. No final do mês passado, o gerente de planejamento e desenvolvimento, Alessandro Arraes Rodrigues esteve reunido com a secretária de Educação de Santo Antônio, Ângela Maria Barbão, com professoras e com a diretora da escola, tratando de aspectos práticos da implantação.

Informática e tecnologia- O Sicoob estimulou a formação da Coopertec - Cooperativa de Informática e Tecnologia dos Cooperados do Sicoob Noroeste. Ela visa melhor atendimento, bem com redução de custos no aluguel de impressoras e tonners à cooperativa Sicoob Noroeste, além de evitar a fuga de recursos, uma vez que os donos da Sicoob Noroeste também são os donos da Coopertec.

Educação financeira- Na mesma perspectiva educacional, o Sicoob montou a Coopercep, em parceria com o Colégio Estadual de Paranavaí. Nesta proposta, alunos e familiares dos cursos de Administração são incentivados a poupar e instruídos para a educação financeira.

Mercado de trabalho- Também, o Sicoob contratou quatro estagiários, cuja missão é operar a Coopercep. Além de estimular o cooperativismo, prepara para o mercado de trabalho, pois, estão trabalhando com os mesmos equipamentos do Sicoob Noroeste, inclusive nas agências.

Importância - O presidente do Sicoob Noroeste, Hélio Nakatani, lembra que todas essas ações comprovam as diferenças da cooperativa em relação ao sistema financeiro convencional. Como destaca, além de ter acesso aos produtos e serviços com atendimento diferenciado, o cooperado do Sicoob ajuda a multiplicar ações com grande impacto social. “O Sicoob não veio apenas para fazer negócios, mas para fazer a diferença na comunidade”, sintetiza. (Instituto Sicoob)

 

COAGRU: Programa Coopermulher promove Feira de Frutos da Gente e da Terra

O Programa Coopermulher da Coagru realizou, nos dias 3 e 4 de julho, a Feira de Frutos da Gente e da Terra, que ocorreu simultaneamente nos municípios de Ubiratã (22ª edição) e em Campina da Lagoa (14ª edição) e fez parte das comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado sábado (05/07) no mundo inteiro. Os grupos femininos, através da cooperação entre as integrantes, produzem diversos doces, compotas, salgados, bolos, sucos, belos artesanatos e servem jantar com pratos típicos rurais. Os resultados são compartilhados no grupo, beneficiando todas as mulheres. A feira já é uma tradição nos dois municípios e demonstra que a mulher rural pode ser uma empreendedora e ainda incrementar a renda familiar. (Imprensa Coagru)

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UNIMED CASCAVEL: Chaveiros comemorativos são distribuídos aos colaboradores

unimed cascavel 08 07 2014Todo primeiro sábado do mês de julho se comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, que neste ano foi em 05 de julho.  A Unimed Cascavel faz parte da maior cooperativa de trabalho médico do mundo, e em alusão à data, entregou aos seus colaboradores um chaveiro que contém uma peça de quebra-cabeça. “Esta lembrança é para reforçar aos colaboradores da importância de sermos cooperativa e também para agradecer a participação de cada um no dia a dia da Unimed Cascavel, pois isso faz com que o sistema se mantenha em constante crescimento e fortalecido” comenta Alice Adames, coordenadora de Gestão de Pessoas da cooperativa.

Diferença - Ainda de acordo com ela, a diferença básica de uma empresa e um empreendimento cooperativo é que as cooperativas possuem em essência o comportamento sustentável como norma. “Elas trabalham para o desenvolvimento comum, gerando renda, empregos, fomentando ações educacionais, de crescimento pessoal e bem estar familiar e estimulando atitudes ambientalmente corretas”, acrescentou. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

 

 

PORTOS DO PR: Dragagem permite queda na espera de navios e nas multas

portos pr 08 07 2014A realização da dragagem de manutenção contínua dos portos paranaenses permitiu a mudança de um cenário que se repetia ao longo dos anos. O porto não possui mais restrições de calado de navio, que impossibilitavam embarcações a operarem com carga plena. Além disso, com a operação mais eficiente e sem a necessidade de reatracações por motivo de “aguardar maré”, a produtividade aumentou e a confiança dos operadores também.

Ganho - A dragagem de manutenção – que devolveu a profundidade original ao canal de acesso, bacias de evolução e berços de atracação – foi uma das principais causas deste ganho. Ao todo, a Appa já investiu, em recursos próprios, R$ 154,7 milhões em três campanhas de dragagem, sendo que a terceira ainda está em curso.

Mudança - Quando ainda havia restrições de atracação, o setor operacional do Corredor de Exportação chegou a contabilizar 820 horas de embarcações paradas por “aguardar maré”. Hoje a situação já é outra. A prova concreta disso é que, em 2014, a soja movimentada em Paranaguá já tem prêmio positivo. Em anos anteriores, o prêmio era negativo. 

Prêmio - “Agora os exportadores podem receber prêmio  para operar aqui, pela eficiência no embarque e produtividade alcançada”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Outros - Outros portos brasileiros, como o de Santos, não contabilizam os mesmos ganhos. Atrasos na dragagem do porto vizinho causam assoreamento do canal e dificuldade na atracação de navios.  Um estudo realizado pelo Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar) aponta que a falta de manutenção do Porto de Santos  já gera prejuízos de R$ 2,2 bilhões a todo o setor marítimo.

Queda – No Paraná, o Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas (Sindiadubos) divulgou um estudo falando sobre a queda no preço das multas de sobrestadia pagas no segmento de fertilizantes. De janeiro a maio deste ano, foi registrada queda 18% no pagamento de demurrage em Paranaguá. “Nossa meta é reduzir a zero o custo com demurrage em Paranaguá”, afirma Dividino.

Diagnóstico - Para alcançar estes números, a Appa trabalhou, além da dragagem, na realização de um diagnóstico de todo o sistema de descarga de fertilizantes para descobrir onde estavam os principais gargalos, que consumiam tempo e tornavam as operações menos ágeis.

Antonina – A dragagem também já surte efeitos no porto de Antonina. Os ganhos obtidos com a limpeza do canal de acesso já devolveram ao porto a possibilidade de embarcar mais cargas. O calado dos navios permitidos por lá aumentou em 30 centímetros. “Isso significa mais carga operada e maior segurança na operação”, garante o superintendente. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: País quer atrair russos para ferrovias

infraestrutura 08 07 2014O governo brasileiro quer atrair a Rússia para investir nos leilões das ferrovias brasileiras que serão abertos no ano que vem. A visita do presidente Vladimir Putin será o momento para a consolidação de um memorando de entendimento para tratamento preferencial de investimentos entre os dois países, o que abriria as portas das licitações brasileiras para a RZD International, operadora do sistema ferroviário russo.

Dificuldades - As dificuldades enfrentadas pelo Brasil para atrair investimentos privados nacionais para as ferrovias estão por trás da busca ativa pelas empresas dos parceiros no Brics (bloco que além do Brasil, inclui Rússia, Índia, China e África do Sul). A China também já mostrou interesse nesse mercado. A RZD Internacional chama a atenção por sua expertise no transporte de cargas e na operação de ferrovias de longa distância.

Potencial - "O potencial da parte comercial nossa com a Rússia é enorme, inclusive da fase de defesa. Eles têm demonstrado interesse no programa de ferrovias, que começou a andar mesmo. Podemos ter um protocolo de entendimento de tratamento preferencial de investimento, haverá um diálogo. Vamos apresentar o que temos pela frente e pronto", disse ao Estado o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges.

Dificuldade - A dificuldade maior seria o financiamento para investimentos externos, já que a empresa se concentra no próprio território e em alguma expansão para países asiáticos. Em negociações prévias, executivos da empresa mostraram-se dispostos a participar das licitações, mas pediram a participação de um parceiro local, familiarizado com a legislação brasileira, para facilitar sua entrada nesse mercado no Brasil.

Banco -  Já o financiamento pode ser facilitado com a criação do Banco dos Brics, que deve ser finalizada na próxima semana, durante a Cúpula do grupo, em Fortaleza.

No governo brasileiro fala-se nos leilões da malha ferroviária brasileira como um dos possíveis projetos iniciais a ser financiado pelo banco, com a facilidade de ser aprovado porque beneficiaria, ao mesmo tempo, dois dos membros, Rússia e Brasil. 

Normas  - Como os cinco membros entrarão com cotas iguais no capital do banco, a decisão sobre os projetos que serão financiados terá de seguir normas técnicas e políticas. Entre elas, o interesse dos países financiadores e a importância econômica, além de critérios de desenvolvimento sustentável - critérios nos quais fontes ouvidas pelo Estado acreditam que a proposta se encaixa.

Primeira - A primeira licitação para a construção de um trecho da malha ferroviária do País já poderia ter sido feita. A estrada de ferro entre Lucas do Rio Verde (MT) e Uruaçu (GO) tem o edital pronto e liberado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), mas não foi para a rua porque o governo ainda tenta resolver o problema da falta de interesse do setor privado.

Interesse - Atrair empresas estrangeiras seria uma forma de garantir o sucesso dos leilões. Até agora, além dos russos, chineses, australianos e espanhóis demonstraram interesse. (Agência Estado)

 

CAPACITAÇÃO: Pronatec Agro disponibiliza 10 mil vagas para jovens agricultores

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio do Pronatec Agro implementado pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), está disponibilizando 10 mil vagas voltadas para agricultores e familiares, especialmente, jovens da área rural, além de trabalhadores rurais, técnicos do setor agropecuário recém-formados, estudantes de escolas técnicas e de ensino médio.

Parceria - O convênio é uma parceria com o Ministério da Educação (MEC) que investiu R$ 25 milhões somente para este ano, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), para trazer oportunidades de estudo para quem trabalha no campo.

Oportunidade - Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, essa será uma grande oportunidade para o produtor rural de todo o país. “O Pronatec amplia a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica para os brasileiros. Agora, por meio do Programa, o Ministério da Agricultura também vai contribuir para a educação profissional de agricultores, especialmente os jovens da área rural”, disse. As 10 mil vagas são para a Formação Inicial e Continuada (FIC) para diversos cursos.

Apoio - Para o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, Caio Rocha, a implantação do Programa visa apoiar a geração de emprego e renda no setor agropecuário por meio da capacitação em temas ligados à gestão das propriedades rurais e à adoção de tecnologias sustentáveis nos sistemas de produção agropecuária. “Já temos diversos projetos de capacitação, inclusive para o médio produtor no âmbito da agricultura. O Pronatec Agro vem para agregar ainda mais conhecimento para o produtor rural”, afirmou.

Cursos gratuitos- O Programa vai oferecer cursos gratuitos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais e ainda nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar e Senat e em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio.

Áreas de abrangência- As principais áreas de abrangência dos cursos serão produção animal no semiárido, bovinocultura de leite, bovinocultura de corte, fruticultura, horticultura, integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF) e agricultura orgânica. A carga horária será de 240 horas e as aulas devem começar ainda no segundo semestre deste ano.

Informações - Os interessados podem obter outras informações sobre turmas, datas, locais e inscrições por meio do e-mail depros.gab@agricultura.gov.br ou no telefone (61) 3218-2433. (Mapa)

Clique aqui para mais detalhes do Pronatec Agro

CRÉDITO: Novos recursos para o Funcafé totalizam R$ 1,23 bilhão

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinou contratos com três novos agentes financeiros para repasses de recursos no valor de R$ 337 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). Esses recursos, aprovados pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4.325/14 totalizam o montante de R$ 1,23 bilhão. Os contratos já firmados financiarão operações de custeio (R$ 415 milhões), estocagem (R$ 540 milhões) e aquisição do café (FAC - R$ 277 milhões). Os extratos dos contratos assinados com bancos e cooperativas foram publicados em edições do Diário Oficial da União (DOU) nos dias 20 e 27 junho, e 3 de julho.

Agentes financeiros- Os agentes financeiros contratados na semana passada são Banco de Tokyo S.A., Banco Santander Brasil S.A. e Credivar. As instituições contratadas em junho são: Banco BPN Brasil Banco Múltiplo S.A; Banco Bradesco S.A; Banco Safra S.A; Banco Votorantim S.A; Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas); Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo (Central ES); Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Região de Alpinópolis (Credialp); Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste de MG e Nordeste de SP (Agrocredi); e Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Patrocínio (Coopacredi). (Mapa)

AVES: Frango em fartura e mais barato

aves 08 07 2014O Paraná abateu 40 milhões de cabeças de frango a mais entre janeiro e maio deste ano em relação a 2013 e a sobreoferta pressiona os preços do quilo da carne branca no atacado. Houve redução de 8% no estado desde janeiro, de acordo com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Confiança - O descompasso de mercado lembra os meses anteriores à crise que afetou a avicultura em 2012, mas a indústria se mostra confiante. Anuncia investimentos para ampliar a produção e aposta na força das exportações para recuperar o fôlego neste segundo semestre.

Mercado internacional- No entanto, o cenário de frango mais barato também se repete no mercado internacional. A avicultura paranaense embarcou 58 mil toneladas a mais do produto nos cinco primeiros meses do ano do que em 2013 e faturou US$ 26 milhões a menos, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Atípico - “Foi um primeiro semestre atípico. As exportações cresceram menos que o esperado e o consumo interno estacionou, mesmo com a Copa do Mundo”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra. Ele descarta a possibilidade de crise. “O produtor está mais informado e acompanha as oscilações. Não seremos surpreendidos”, garante.

Sem crise- O presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavi­par), Domingos Martins, também minimiza as semelhanças com o ano do “custo recorde”. “Mesmo que tenha faturado menos em relação ao início do ano, crise o nosso setor não vive”, enfatiza.

Diferencial - Um diferencial decisivo é a cotação do milho. Em 2012, a saca de 60 quilos do cereal, base da ração dos animais, ultrapassou R$ 26 no Paraná, o que inviabilizava a produção. Neste ano, com farta produção no Brasil e perspectiva de safra recorde nos Estados Unidos, os preços começaram a cair e a mesma quantidade do produto já pode ser comprada por menos de R$ 20 no mercado paranaense.

Peso preocupa - Para o Sindiavipar, o peso das aves preocupa mais do que o aumento do número de abates registrado neste ano. No primeiro trimestre, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os frangos ficaram 11,75% mais pesados em relação a 2013. Em maio, o sindicato chegou a recomendar que os produtores antecipassem o abate das aves, diminuindo o ciclo em um dia. A medida resultaria em uma carcaça 100 gramas mais leve, mas a proposta ainda não pegou. “Deverá ser feito a partir de agosto”, pondera Martins.

Investimentos - A confiança da indústria no crescimento da demanda sustenta investimentos na cadeia de exportação. Com quatro unidades instaladas no estado, a GTFoods confirma ampliação do abate de 480 mil para 760 mil cabeças ao dia até 2017. E 60% do volume extra serão destinados ao exterior, aponta o gerente industrial do grupo, Siliomar Tortola.

Favorável - A maior oferta de milho favorece os frigoríficos, avalia o presidente da Copacol, Valter Pitol. Na última quinta-feira, a cooperativa inaugurou um incubatório de pintainhos, que garantirá a autossuficiência de matrizes e faz parte do projeto que expande a 700 mil o abate diário de frangos até 2017. No segundo semestre deste ano, as exportações devem crescer 20%, projeta Pitol.

Aposta coletiva- O momento estacionário do consumo interno não tem desestimulado os avicultores, influenciados pela indústria. Adelir João Dalmagro, cooperado da Copacol, em Cafelândia (Oeste), fez novo aviário de quase R$ 500 mil. “Por enquanto os preços estão bons. Mas a crise sempre vem depois de um ano assim”, cogita Dalmagro. Ele também planta soja e milho, para não depender de uma única atividade. “Não dá para viver só de lavoura ou de frango.”

Ampliação - O produtor Wagner Piqueti, integrado da GTFoods, em Doutor Camargo, também investiu na ampliação da capacidade de alojamento. Foram gastos R$ 450 mil na construção de um novo aviário e na terraplanagem de outra área para erguer mais um barracão. Em sua avaliação, “a remuneração está boa”. (Gazeta do Povo)

 

EXPEDIÇÃO SAFRA: Com soja na areia, Roraima elimina entressafra

expedicao safra 08 07 2014A safra 2013/14 de verão não acabou no Brasil, embora as informações oficiais indiquem o contrário. Em Roraima, ainda há lavouras do grão – e em excelentes condições de desenvolvimento, diga-se de passagem –, conferiu a Expedição Safra Gazeta do Povo em viagem pelo extremo Norte do país na última semana.

Colheita - Apesar do atraso de quase um mês nos trabalhos de plantio, o estado se prepara para colher mais de 50 mil toneladas da oleaginosa. O volume começa a chegar ao mercado em agosto, em plena entressafra brasileira e na mesma época em que os Estados Unidos iniciam a retirada dos grãos do campo.

Áreas de produção- As áreas de produção de Roraima estão localizadas acima da Linha do Equador, no entorno da capital Boa Vista, a única totalmente no Hemisfério Norte. Por isso, o calendário agrícola na região é o mesmo que o norte-americano. Ou seja, a janela de plantio se abre na primeira quinzena de abril e se encerra ao final de maio. Já o pico de colheita é previsto para setembro. “Nesse período [de cinco meses], chove entre 1,5 mil milímetros e 1,7 mil mm”, afirma Otoniel Ribeiro, chefe da Embrapa local.

Chuvas - Neste ano, contudo, houve um atraso de quase 30 dias na chegada das chuvas. “Comecei a plantar no dia 27 de maio e terminei em 4 de junho”, diz Afrânio Vebber, o “rei da soja” em Roraima, com 2 mil hectares cultivados. Apesar do atraso, ele acredita que vai conseguir média de produtividade acima das 53 sacas por hectare colhidas no ano passado.

Custo e prêmio - Plantar grãos em uma região isolada do país tem um preço elevado, mas também vantagens. Em Roraima, o desembolso para o cultivo da soja fica em torno de R$ 1,8 mil por hectare e o custo total em mais de R$ 2,3 mil por hectare. Os valores são comparados aos cotados para a safra 2014/15 em Mato Grosso, estado líder em produção no país e que tem uma agricultura mais onerosa por conta das distâncias que a safra precisa percorrer entre origem e portos. Mas o estado do Centro-Oeste não é o único prejudicado. “Quando olhamos para o custo, precisamos esquecer o custo da logística para trazer insumos e pensar no ganho com a comercialização”, avalia Vebber.

Mercado diferenciado- Por ter oferta disponível numa época em que o Brasil praticamente já exportou todo seu excedente, Roraima tem um mercado diferenciado. Os preços passam de R$ 70 por saca, perto de R$ 4 acima dos pagos em praças tradicionalmente valorizadas como Paranaguá (PR).

Negociação - Por outro lado, os produtores não têm a opção de negociar antecipadamente a safra. “Nós aqui colhemos e vamos vendendo. Não precisamos guardar para vender na entressafra”, resume Vebber. Além disso, eles têm sempre de atravessar uma Amazônia seja para buscar fertilizantes ou transportar a produção até Itacoatiara (AM), alternativa mais próxima, que fica a pouco mais de 1 mil quilômetros do cinturão de produção.

Semente convencional predomina - Os quase 20 mil hectares plantados com soja em Roraima são ocupados por sementes não-transgênicas. De acordo com os produtores, a escolha atende a uma demanda do mercado internacional, já que a maior parte da produção do estado é exportada, principalmente para a Europa.

Variedades disponíveis- Atualmente, há poucas variedades disponíveis. A cultivar mais plantada nas lavouras do estado é a Tracajá, desenvolvida pela Embrapa local. O pai da tecnologia, o gaúcho Vicente Gianluppi, um dos pioneiros da sojicultura na região, conta que outros materiais estão chegando. “Fechamos uma parceria com o Centro de Pesquisa Agropecuária do Cerrado (CPAC) e, para 2014/15, devemos ter pelo menos outros sete materiais, que foram lançados no ano passado e são resistentes às pragas”, afirma. Sementeiros independentes começam a testar novas variedades em Roraima.

Em campo: A Expedição Safra Gazeta do Povo, desenvolvida desde a temporada 2006/07, percorreu Roraima pela primeira vez.

• Logística – A viagem fez parte de um roteiro traçado para discutir potencial de produção de logística. Roraima foi o último estado visitado, na semana passada, depois de Pará e Amazonas.

• Percurso extra – Com a inclusão de Roraima, sobe para 15 o número de estados percorridos pela Expedição, que acompanha plantio e colheita de soja e milho no país anualmente, além de conferir a safra da Argentina, Paraguai, Uruguai e Estados Unidos.

• Estrada – Cerca de 70 mil quilômetros de estradas estão sendo percorridos em 2013/14. A viagem que encerra os trabalhos 2013/14 será para a África.

Reportagem especial: O Agronegócio Gazeta do Povo publica uma edição especial sobre o roteiro da Expedição Safra no Arco Norte brasileiro no próximo dia 22. (Gazeta do Povo)

 

ECONOMIA: Balança comercial inicia o mês com superávit de US$ 1,289 bilhão

A balança comercial brasileira iniciou julho com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 1,289 bilhão. O resultado deveu-se a US$ 4,234 bilhões em exportações e US$ 2,945 bilhões em importações. Com o saldo positivo, o déficit acumulado no ano caiu de US$ 2,4 bilhões para US$ 1,2 bilhão. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (07/07) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Média diária- A média diária exportada em julho, que corresponde ao valor negociado por dia útil, ficou em US$ 1,058 bilhão, crescendo 17% na comparação com o mesmo mês de 2013. Os responsáveis foram itens semimanufaturados e básicos, com alta respectiva de 32,9% e  31% nas vendas. Do lado dos semi-industrializados, vendeu-se mais ferro e aço, açúcar bruto e couro e peles de animais. No caso dos básicos, aumentou o comércio de soja e café em grão, petróleo bruto, minério de cobre, carne bovina e bovinos vivos.

Industrializados - As exportações de industrializados caíram 3,9% no período, segundo o critério da média diária. O motivo foram reduções nas vendas de plataforma de produção de petróleo e gás, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, veículos de carga, autopeças e etanol.

Importações - Nas importações, a média diária ficou em US$ 736,3 milhões, 25,4% inferior à de julho do ano passado. O Brasil importou menos combustíveis e lubrificantes (queda de 58,1%) veículos automóveis e partes (32,6%), equipamentos mecânicos (25,1%), borracha (23,2%), siderúrgicos (21,1%) e aparelhos eletroeletrônicos (18,5%). (Agência Brasil)

DIEESE: Cesta básica recua em dez de 18 capitais pesquisadas

O valor da cesta básica caiu, em junho, em dez das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). São Paulo é a cidade em que o conjunto de produtos essenciais custa mais caro, com valor de R$ 354,63. A capital paulista, no entanto, está em uma sequência de quatro variações negativas. Em Aracaju, foi registrado o menor custo, com R$ 247,64.

Maiores quedas- As maiores quedas, na comparação com maio, ocorreram em Belo Horizonte (-7,33%), Campo Grande (-4,55%), Porto Alegre (-4%) e São Paulo (-3,25%). As regiões Norte e Nordeste apresentaram as altas mais expressivas, com destaque para Manaus (6,08%), João Pessoa (3,43%), Aracaju (2,45%) e Recife (1,53%). Na região Sul, a única capital a apresentar aumento foi Florianópolis, com alta de 0,98%.

Acumulado - No acumulado do ano, as 18 capitais pesquisadas registraram alta no valor da cesta básica. Aracaju, embora tenha o conjunto mais barato, acumula variação de 14,24%. Em seguida, estão Recife (11,92%) e Brasília (11,86%). Os menores aumentos foram verificados em Belo Horizonte (2,43%), Campo Grande (2,62%) e Salvador (5,22%).

Baixa - A baixa nos preços do feijão, da batata, do óleo de soja, da banana e do tomate foram os itens que mais influenciaram o recuo no custo médio da cesta. O preço do feijão recuou em todas as cidades, exceto em Brasília, onde o valor aumentou 0,57%. Com destaque para as localidades, onde há colheita, como Campo Grande (-14,01%), Natal (-12,35%) e Belo Horizonte (-11,70%). Carne, leite e arroz, apresentaram aumentos na maioria das capitais. (Agência Brasil)

JUCEPAR: Mais de 32 mil empresas devem atualizar dados para preservar direito ao nome

jucepar 08 07 2014As empresas que ficam sem atualizar os dados do registro na Junta Comercial durante mais de 10 anos podem ser consideradas inativas e perder o nome empresarial. Segundo levantamento realizado pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar) mais de 32 mil empresas estão nesta situação em todo o Estado.

Lei - De acordo o presidente da Jucepar, Ardisson Akel, a lei 8.934/94 determina que as empresas que no prazo de 10 anos não registrarem alterações contratuais serão presumidas como inativas. Caso essas informações tenham permanecido as mesmas nos últimos 10 anos, é necessário protocolar na Junta Comercial uma Declaração de Atividade. Se esta Declaração não for apresentada até o dia 30 de julho, a empresa será automaticamente considerada inativa.

Benefícios - “Manter uma empresa ativa pode proporcionar inúmeros benefícios ao empresário, como a proteção do nome empresarial, que deixa de existir no caso de empresas inativas”, explica Akel. “A movimentação dos dados faz com que o registro continue ativo na entidade, impedindo que um novo negócio seja aberto com o mesmo nome”, diz ele. As informações a serem atualizadas são as mesmas informadas por ocasião da abertura da empresa.

Campanha - Para evitar transtornos aos empreendedores e contabilistas, a Jucepar lançou uma campanha que visa alertar os profissionais sobre a importância da atualização do registro empresarial. “Disponibilizamos o modelo da comunicação de funcionamento no site da Jucepar. Isso faz com que o empresário se desloque ao órgão uma única vez, podendo baixar o arquivo em casa ou escritório, preencher, e consequentemente registrar na Junta”, indica Akel.

Edital - Na campanha deste ano, um edital foi publicado no dia 14 abril, prevendo o prazo até o dia 30 de julho para a realização das alterações. “É fundamental que o empresário faça as modificações o mais rápido possível para evitar transtornos de última hora”, ressalta.

Em atividade- Atualmente, o Paraná conta com 1.051.226 empresas em plena atividade, sendo 38% delas em Curitiba. Londrina vem em segundo lugar no ranking das cidades com o maior número de empresas ativas, com 4,7%. Os municípios de Maringá, 4,1%, Cascavel, 2,6%, e Ponta Grossa, 2,5%, completam a lista dos cinco municípios com o maior número de empreendimentos ativos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SIMEPAR: Paraná terá semana com chuvas ocasionais e temperaturas baixas

A frente fria que atingiu o Paraná no fim de semana contribui para que as temperaturas fiquem mais baixas durante a semana no Paraná, prevê o Instituto Meteorológico Simepar. “Será uma semana mais característica de inverno. Chuvas esparsas devem atingir boa parte do Estado até sexta-feira (11/07), com exceção das regiões Oeste, Sul e Sudoeste, que terão o tempo mais seco com frio predominante”, explica o meteorologista Reinaldo Neib. Na região Sul, as temperaturas podem ficar abaixo dos 5ºC, com risco de geada no município de Palmas.

Chuvas - Em Curitiba e Região Metropolitana a previsão é de chuva esparsa até esta terça-feira (08/07). Na quarta e na quinta-feira (09 e 10/07), o tempo deve permanecer nublado e os termômetros ficam abaixo dos 10ºC na capital.

Variação - Até sexta-feira (11/07), a mínima em Curitiba será de 10ºC e a máxima chega a 18ºC. No Litoral, as temperaturas ficam entre 14ºC e 20ºC. Nas regiões Norte e Oeste a mínima será de 10ºC e a máxima de 22ºC. No Centro-Sul, os termômetros marcam 5ºC de mínima e 16ºC de máxima. Nos Campos Gerais, as temperaturas deverão variar entre 8ºC a 18°C. (Agência de Notícias do Paraná)


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