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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3379 | 09 de Julho de 2014

DIA C: Ocepar arrecada donativos para vítimas de enchentes no PR

O Sistema Ocepar inicia, nesta quarta-feira (09/07), uma campanha interna de arrecadação de donativos para as vítimas das enchentes ocorridas no Paraná, que deixaram 760 mil pessoas desabrigadas no Estado. Cobertores e produtos de limpeza estão entre os itens que as famílias estão necessitando neste momento. As doações podem ser entregues na recepção da entidade até o dia 16 de julho. A mobilização integra uma das ações do Dia C – Dia de Cooperar, um projeto lançado nacionalmente pelo Sistema OCB, em março, cujo objetivo é fazer com que cooperativas e comunidades de todo o Brasil se unam em prol do voluntariado. Ações dos mais variados tipos, tamanhos e complexidade estão sendo incentivadas, com o intuito de espalhar o bem entre as pessoas. A meta do Dia C é beneficiar um milhão de pessoas no país.

Mais – Todo o Paraná está empenhado em ajudar as pessoas atingidas pelas enchentes. De acordo com informações do governo do Estado, nos municípios, as doações podem ser entregues nos quartéis do Corpo de Bombeiros e unidades da Polícia Militar. Em Curitiba, os donativos também estão sendo recebidos no barracão da Defesa Civil (Rua Sergipe, 1712, Vila Guaíra).

dia c 09 07 2014

 

TRANSPORTE: Necessidades do ramo são apresentadas ao Banco do Brasil

transporte 09 07 2014Os pleitos do Ramo Transporte para criação de linhas de financiamento, visando a renovação de frota, o saneamento financeiro e a obtenção de capital de giro foram apresentados nesta terça-feira (08/07) pela gerente técnica do Sistema OCB, Clara Maffia, pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo da Ocepar, João Gogola Neto, além do analista técnico da OCB, Tiago de Barros Freitas, a representantes do Banco do Brasil.

Reunião - A reunião ocorreu na sede do Sistema OCB, em Brasília. Atualmente o Ramo Transporte conta com 1095 cooperativas e quase 147 mil cooperados, que geram 11 mil empregos diretos. A oferta de crédito pelo Banco do Brasil será mais uma alternativa de recursos para as cooperativas de transporte de passageiros e cargas.

Receptividade - Para a gerente técnica do Sistema OCB, Clara Maffia, o Banco do Brasil demonstra muito interesse em atender às demandas do cooperativismo, tanto que a instituição enviou representantes de várias gerências que poderão estar envolvidas no processo de liberação de recursos para o ramo.

Agenda de visitas- “Ficou acertada a avaliação de uma agenda de visitas para que os técnicos do banco conheçam a realidade operacional das cooperativas de Transporte. Caberá, agora, aos integrantes do Conselho Consultivo a definição de quando e quais cooperativas poderão receber a comitiva da instituição financeira”, explica Clara Maffia.

Parceria - O grupo do Banco do Brasil foi liderado pelo gerente de Negócios com Cooperativas, Jônatas Ramalho. “Temos muito interesse em aumentar a nossa parceria com o cooperativismo. Nós temos uma excelente relação comercial com os ramos Crédito e Agropecuário e, por isso, queremos conhecer a realidade das cooperativas responsáveis pelo transporte de passageiros e cargas”, conclui Ramalho. (Informe OCB)

 

UNIMED MARINGÁ: Lançamento do Plano Ideal reúne empresários

Uma estratégia diferenciada para a apresentação de um novo produto. Foi com essa proposta que a Unimed Regional Maringá promoveu o lançamento do plano de Saúde Ideal, para empresas que ainda não mantêm convênio com a cooperativa, durante evento realizado na noite de segunda-feira (07/07) em uma das salas de cinema do Cineflix, no Shopping Maringá Park.

Expansão - Falando para 250 convidados, que representavam empresas de pequeno e médio porte da cidade, o presidente da Unimed, Daoud Nasser, ressaltou a expansão da entidade nos últimos anos, a qualidade do atendimento prestado a cerca de 180 mil clientes e a adesão de um grande número de corporações aos planos oferecidos pela Cooperativa. “Os colaboradores se sentem mais valorizados e está demonstrado que o plano de saúde empresarial Unimed, por seus benefícios e serviços exclusivos, é um fator de retenção dos profissionais”, salientou.

Planos - O público assistiu a um audiovisual sobre a Unimed e foi informado, por meio do gerente geral Evandro Gomes Garcia, que a cooperativa desenvolveu planos que cabem no orçamento de empresas de todos os tamanhos. Ele afirmou: “Vale a pena, para o empresário, analisar a possibilidade de contar com os serviços para beneficiar sua família, colaboradores e dependentes”. 

Homenagem  -  Dois empresários foram homenageados, durante o evento, por se sobressaírem no mercado com sua persistência e ousadia: o proprietário da rede McDonald’s e Cineflix de Maringá, Gilmar Leal Santos, e a proprietária da Viva Festas Arte e Decorações, Ivanete Bella Coletta. Ambos receberam o Prêmio Empresa Ideal, entregue pelo presidente Daoud Nasser e o vice-presidente João Paulo Bounassar.

Diferencial - Gilmar agradeceu a homenagem e ressaltou que sua equipe de profissionais passou a contar recentemente com o plano de saúde Unimed. “É um diferencial importante, o empresário deve fazer o que estiver ao seu alcance para melhorar a qualidade de vida de seus profissionais”, disse. Para Ivanete, uma empresa, mesmo de pequeno porte, é o ambiente do qual dependem várias famílias: “quanto mais motivada estiver uma equipe, melhor será o resultado para todos”.

Sorteio e palestra- Um tablet Sansung de 7 polegadas foi sorteado durante o evento. Completando a programação, o palestrante e escritor Gilcler Regina abordou o tema “Motivação – impulso para o sucesso”, em uma apresentação que contou com a interação do público. Ao falar sobre a iniciativa da Unimed, Gilcler destacou a forma diferenciada como o produto estava sendo lançado. “Começou muito bem e não há dúvida que será um grande sucesso”, frisou.

Filme - Ao final, os presentes foram convidados a assistir ao filme “Como Treinar o seu Dragão II”, de Dean DeBlois, com Jay Baruchel e Cate Blanchett. (Imprensa Unimed Maringá)

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UNIMED APUCARANA: Comemoração do Dia do Cooperativismo integra cooperados, colaboradores e familiares

Cooperados, colaboradores e familiares se reuniram, em Apucarana, no dia 06 de julho, para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo. Além de saborear uma feijoada, os participantes puderam desfrutar de diversas atividades recreativas, coordenadas pela equipe do Sesc. Para a presidente da Unimed Apucarana, Marly Hirata Figueiredo, o objetivo do evento foi atingido, proporcionando momentos de descontração e integração entre esses públicos essenciais à cooperativa médica. (Imprensa Unimed Apucarana)

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COCAMAR: Dois mil cooperados são esperados no Dia de Campo de Inverno

Cerca de 2 mil produtores cooperados são esperados na próxima sexta-feira (11/07) em Floresta, região de Maringá, no Dia de Campo de Inverno que está sendo preparado pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial. Com a presença de 50 empresas parceiras, entre fabricantes de produtos diversos, a programação começa às 8h30 e termina às 16h30, na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da cooperativa, situada às margens da PR-317.

Estações experimentais- As estações experimentais estarão focadas no manejo e adubação de milho de segunda safra, consórcio milho e braquiária, Programa de Aumento de Produtividade e Sustentabilidade (Paps), “timing” de aplicação de fungicida, proposta de rotação de culturas, efeitos de escarificação e compactação do solo, integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), agricultura de precisão, cultivos de café, seringueira e eucalipto.

Citrus - O 8º Encontro de Cooperados de Citrus começa às 10h, no estande principal, com uma palestra do pesquisador José Antônio Quaggio, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), sobre “Manejo de HLB; qual o melhor caminho a seguir?”, relatando experiências da Flórida e do Brasil. Em seguida, o agrônomo José Croce Filho, da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), aborda “Cumprimento e legislação sanitária”. Na sequência, haverá premiação do 12º Concurso de Produtividade de Citrus (safra 2013/14).

Milho e soja- A agenda da tarde inicia às 13:30h, no estande principal, com o 8º Encontro de Produtores de Milho, em que o consultor agrônomo Jorge Verde vai tratar de “Práticas de Manejo para obter altos rendimentos na cultura do milho”. Esse evento será completado com a divulgação e a premiação do 3º Concurso de Produtividade de Soja da Cocamar (safra 2013/14). Os vencedores das regiões do arenito, tradicional e norte, com os respectivos profissionais que os assistiram, ganham viagem no final de agosto às regiões produtoras de grãos dos Estados Unidos.

Anúncio - Na oportunidade, a Cocamar vai anunciar seu projeto de elevar nos próximos anos a produtividade de soja, entre os produtores cooperados da região, para 250 sacas por alqueire (103 sacas por hectare).

Serviço - Os cooperados interessados em participar do Dia de Campo devem solicitar seus convites junto às unidades de atendimento às quais pertencem. (Imprensa Cocamar)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa participa de vários eventos em dois estados

Com afinidade no meio rural, a Sicredi União PR/SP participa nesta semana de três eventos voltados especialmente a este segmento, nos Estados do Paraná e São Paulo. O primeiro deles é a 41ª Eapic, em São João da Boa Vista, no centro-leste paulista, região onde a cooperativa de crédito atua desde meados do ano passado. A edição 2014 da Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial da cidade, que começou dia 4 e vai até domingo, no Recinto de Exposições José Ruy de Lima Azevedo, apresenta mostra de animais, julgamentos, leilões, eventos técnicos, setor de indústria e comércio, praça de alimentação e extensa grade de shows. Para o diretor regional da cooperativa, Constantino Júnior, participar de uma realização desse porte “é importante para fortalecer a presença da instituição no município e região”. 

Paraná - No Paraná, a Sicredi União PR/SP estará com estande, quinta e sexta-feira (10 e 11/07), na Expotécnica, evento que reúne todos os anos um grande número de produtores e profissionais técnicos em Sabáudia, município do norte do Estado, para a apresentação de tecnologias e práticas destinadas a culturas de grãos. Também com estande, na sexta-feira, a instituição participa do Dia de Campo de Inverno a ser promovido pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial no município de Floresta, região de Maringá.

Divulgação - Em todos eles, além da divulgação de seus produtos e serviços, a cooperativa vai apresentar detalhes sobre o Plano Safra 2014/2015, anunciado no final de maio pelo governo federal. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COOPEAVI: Cooperativa capixaba vai exportar 45 mil sacas de robusta para Cuba

copeavi 09 07 2014A Cooperativa Agropecuária Centro-Serrana (Coopeavi), com sede em Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo, deverá exportar 45 mil sacas de café conilon (robusta) para Cuba neste ano, por cerca de US$ 5,5 milhões. É o segundo ano consecutivo em que a cooperativa embarca o produto ao país caribenho no âmbito de um programa do governo de apoio aos cubanos.

Dobro - Em 2014, os embarques da Coopeavi vão mais que dobrar em relação ao volume de 2013, que somou 20 mil sacas e rendeu US$ 3 milhões, segundo Giliarde Cardoso, analista da cooperativa. Os embarques deste ano envolvem café produzido por cerca de 200 famílias.

Embarques - Conforme informações fornecidas pela cooperativa, os embarques do produto para Cuba, divididos em cinco lotes, foram iniciados em maio. Contemplam o café conilon tipo 7, considerado de bom padrão de qualidade. Em Cuba, o produto é industrializado e direcionado ao governo local, que o inclui na cesta básica.

Visita - Neste ano, uma delegação cubana visitou novamente a Coopeavi para verificar sua estrutura e definir a continuidade das exportações. Para realizar os primeiros embarques, no ano passado, a Coopeavi participou de um processo de seleção organizado pelo governo cubano.

Passo - A ampliação dos embarques de café da Coopeavi para Cuba é mais um passo da cooperativa em sua frente exportadora. Há 13 anos, a cooperativa começou a receber café e as exportações da commodity começaram apenas em 2011. Com 8,5 mil cooperados, cerca de 5,6 mil cafeicultores, a Coopeavi exportou, no total, 23,7 mil sacas de café em 2013, ante 3,8 mil em 2012. (Valor Econômico)

 

CONAB: Safra brasileira de grãos deve chegar a 193,87 milhões de toneladas

conab 09 09 2014A produção de grãos da safra 2013/14 está estimada em 193,87 milhões de toneladas, um índice 2,8% acima da safra anterior, que foi de 188,66 milhões. Em relação à última estimativa, divulgada em junho, o aumento foi de 0,15% ou 304,2 mil toneladas. Os números são do 10º levantamento, anunciados nesta quarta-feira (09/07) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Produtos - Alguns produtos superaram a produção passada, caso da soja (5,9% ou 4,77 milhões de t), do trigo (33,8% ou 1,87 milhão de t) e do algodão em caroço (29,1% ou 586,5 mil toneladas). Já o milho teve queda na primeira safra (7,4%), n segunda safra (1,6%) e no milho total (4,1% ou 3,3 milhões de t).

Área plantada- Com relação à área plantada, a estimativa é de 56,82 milhões de hectares, um valor 6,1% acima da área cultivada na safra 2012/13 e que representa um aumento de 3,26 milhões de hectares. Os destaques de aumento são para as culturas de soja, com crescimento de 8,6% (2,3 milhões de ha), o trigo, com 18,9% (417,8 mil ha), o feijão total, com 8,2% (252,9 mil ha) e o algodão, com 25,1% (224,8 mil ha). No caso da cultura do feijão, o destaque é a segunda safra, que apresenta um aumento de 14,2% (185,2 mil ha).

Pesquisa - A Conab fez a pesquisa entre os dias 22 e 28 de junho. Durante o estudo, foram levantadas informações de área plantada, produção estimada, produtividade média estimada, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores, evolução da colheita, entre outras variáveis. O trabalho ocorre em parceria da Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, de cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os técnicos da estatal com informações pertinentes aos levantamentos. (Assessoria de Imprensa da Conab)

 

 

AGROPECUÁRIA: Valor Bruto da Produção paranaense cresceu 20% em 2013

agropecuaria 08 07 2014A agricultura paranaense volta a registrar números recordes para o Valor Bruto da Produção (VBP) de 2013. Segundo a primeira versão elaborada pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, a comercialização da safra agrícola e pecuária do último ano alcança R$ 69,1 bilhões, com aumento de 20% se comparado a 2012.

Recuperação - A maior parte deste aumento é explicada pela recuperação da safra de grãos, que atingiu 36,5 milhões de toneladas para o período de 2012/2013 - 17% superior ao anterior sendo o maior já registrado em toda história do Paraná.

Soja e carnes- A soja continua liderando o ranking da renda no campo, com a produção de mais de 15 milhões de toneladas - 18% a mais que o ano anterior. O levantamento do Deral mostra, ainda, que a produção de carnes no estado foi recorde, superando a marca de 4,5 milhões de toneladas, 9% acima do ano de 2012.

Clima - “Vários fatores contribuíram para que o setor agropecuário paranaense apresentasse esse ótimo desempenho”, afirma o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara. “O clima do ano passado colaborou, ao contrário do ano anterior, quando tivemos fases de seca, apesar dos preços praticados naquele período estarem bons para o agricultor”, diz ele.

Preços - Além do ganho de produção, destaca-se ainda aumento de preços. Uma fração de 74% do valor de 2013 é composta por dez itens, sendo que sete apresentaram altas acima de 6,28%. Ou seja, superior à inflação no período, medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna IGP-dI, calculada pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. “A escalada do câmbio no período impulsionou os preços de paridade do setor, o que colaborou para esta alta e beneficiou também os setores exportadores paranaenses”, explica Ortigara. Ele diz que a tendência de alta apontada pela série se mantém, pautada pelo maior nível tecnológico adotado no Paraná, e ainda pelo reajuste dos preços dos alimentos nestes últimos anos.

Agricultura - Especificamente o segmento da agricultura, os números do Deral mostram que houve um aumento de 25% do VBP em 2013, o que representa mais de R$ 7 bilhões acima de 2012. “A safra da soja foi decisiva para este crescimento, pois somente naquele período saiu de R$ 9,7 bilhões para R$ 16,7 bilhões, mostrando a boa recuperação da cultura”, afirma o economista Francisco Carlos Simioni, chefe do Deral. Ele explica que o valor foi atingido em consequência de uma produção recorde de 15 milhões de toneladas da oleaginosa na safra 2012/2013. O preço de comercialização esteve 18% superior aos recebidos pelos sojicultores em 2012. Simioni prevê que o agricultor paranaense estará mais capitalizado neste ano.

Milho - A cultura do milho também voltou a apresentar maior produção em 2013, porém os preços não tiveram a mesma sustentação que a soja. Houve uma retração e consequentemente queda no VBP do milho em torno do R$ 1 bilhão, especialmente por causa dos preços praticados no segundo semestre, quando se comercializa a maior parte da segunda safra. “Com isso o milho apresenta uma renda bruta para o período em torno dos R$ 5,8 bilhões”, explica o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Godinho, técnico do Deral.

Cana-de-açúcar– A produção de cana-de-açúcar em 2013 se manteve estável, porém os preços se retraíram, fazendo com que o VBP da cultura mostrasse um recuo em torno dos 3%. Os técnicos do Deral destacam que por três anos consecutivos houve queda dos preços internacionais de açúcar, em função da boa safra dos países concorrentes, bem como os preços mais competitivos da gasolina em relação ao etanol.

Outras variações- Ainda conforme o relatório da Seab outras variações que merecem destaque no segmento são a mandioca (aumento de 38%), batata (aumento de 112%) e feijão (mais 21%). Juntas, essas culturas compensaram a retração do milho, avançando de R$ 1,2 bilhão para R$ 4,8 bilhões.

Pecuária - No segmento da pecuária, depois de um crescimento de 4% em 2012, o setor se expandiu chegando a 17% em 2013, alcançando a cifra de R$ 28,7 bilhões. “Essa expansão se deve a recuperação do setor avícola, que em 2013 ampliou o abate de frango para 1,7 bilhão de cabeças, contra o 1,56 bilhão do período anterior. Também para os criadores houve valorização de 7% no preço carne da ave”, diz Carlos Hugo Godinho.

Plenitude - Segundo os técnicos do Deral, para 2013 o aumento do VPB na avicultura poderá ser comemorado em sua plenitude, ao contrário de 2012, quando os custos com a alta do milho comprometeram a receita de empresas e produtores.

Leite - No ano passado foram produzidos 4,5 bilhões de litros de leite, 8% a mais que em 2012, enquanto os preços ficaram 8% acima da inflação. Com essa valorização, o leite chegou a R$ 4,2 bilhões, mostrando um incremento de 17% para o setor. Também as silagens apresentaram aumento de produção e preços acima da inflação, chegando a R$ 1,7 bilhão, com evolução de 43%.

Florestal - Já o setor florestal apresentou um desenvolvimento de 5% em função das toras para serrarias e laminadoras, que tiveram crescimento de renda de 6%, com uma produção 11% maior, e também pela valorização da erva-mate.

Consolidação - A estimativa do VBP de 2013 deverá ser consolidada até a segunda quinzena de agosto, quando os técnicos do Deral finalizam os estudos dos comparativos das safras. O número é importante, pois mede a receita bruta da agropecuária paranaense e implica na forma de como a administração estadual fará a composição da cesta de índices de 2015, que forma o Fundo de Participação dos Municípios – FPM. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ANFAVEA: Associação reduz previsões para setor de máquinas agrícolas

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou segunda-feira (07/07) suas revisões para o setor de máquinas agrícolas. No início do ano, havia previsão de estabilidade para as vendas e produção desses produtos, diante do desempenho recorde registrado em 2013. Mas diante da performance do segmento no ano até agora, a entidade prevê redução nas comercializações interna e externa e, consequentemente, da produção dos equipamentos.

Vendas internas- As vendas internas de máquinas agrícolas em 2014 devem recuar 12%, para 73 mil unidades, ante 83 mil unidades comercializadas em 2013 (o número inclui um pequeno percentual de máquinas rodoviárias).

Produção - A produção deverá cair 13,3% sobre o ano passado e atingir 87 mil unidades. E as exportações de máquinas agrícolas são projetadas pela entidade em 14 mil unidades, redução de 10,3% sobre as 15,6 mil unidades vendidas ao exterior no ano passado.

Números - Para alcançar esses números em 2014, a Anfavea considera que a produção de máquinas agrícolas no segundo semestre deste ano deverá crescer 15,3% sobre o primeiro semestre, e alcançar 46,4 mil unidades. Na mesma comparação, as vendas domésticas devem crescer 21,9% e atingir 40,1 mil unidades. E os embarques devem aumentar 12,1%, para 7,4 mil unidades.

Recuo - No primeiro semestre deste ano, as vendas internas de máquinas agrícolas recuaram 20% sobre o mesmo período de 2013, para 32.901 unidades. Na mesma comparação, a produção caiu 16,5%, para 40.407 unidades. E as vendas externas brasileiras de máquinas agrícolas tiveram redução de 6,3%, a 6.569 unidades, conforme a Anfavea. (Valor Econômico)

PORTO: Antonina chega a um milhão de toneladas movimentadas

porto 09 09 2014A movimentação no Porto de Antonina, onde opera a empresa Terminais Portuários da Ponta do Félix, já passou de um milhão de toneladas. Esta marca foi batida esta semana. O volume significa um aumento de quase 30% em relação ao mesmo período do ano passado, com cerca de 780 mil toneladas movimentadas.

2013 - Durante todo o ano passado, foram movimentadas no Porto de Antonina 1,5 milhão de toneladas de produtos, principalmente fertilizantes. Até o final deste ano, a meta é chegar a dois milhões.

Resultado - “Na última segunda-feira (07/07), chegamos a quase 1,015 milhão de toneladas movimentadas. Em um semestre, estamos conseguindo alcançar a movimentação que tínhamos durante todo ano, em 2011, por exemplo. Isso mostra que nossos investimentos e as melhorias operacionais implantadas pela Administração dos Portos do Paraná têm dado resultado”, afirma o diretor do Porto de Antonina, Luis Carlos Souza.

Produtividade - Segundo o diretor comercial e operacional da Ponta do Félix, Cícero Simião, a empresa tem melhorado a produtividade, o que tem refletido nos contratos fechados. “Os contratos atuais foram incrementados, com clientes mais confiantes principalmente com base nas elevações de calado que ocorreram em nosso canal de acesso, por conta da dragagem; na aquisição de equipamentos como novo sistema gerencial; processo para aquisição de novas balanças e novos funis. Enfim, a nossa performance está maior nos aspectos operacional e produtivo”, comenta.

Movimentação – O volume movimentado no primeiro semestre, este ano, pela Ponta do Félix foi de fertilizantes, importados principalmente da Europa, Oriente Médio e América do Norte. O ganho de 30% em relação ao período do ano passado gera benefícios diretos para a região, que se torna mais atraente. “Com esse aumento na produtividade do terminal, o trabalhador e a população de um modo geral são beneficiados diretamente. Com a atividade estável, conquistando novos mercados e clientes, a economia local fica mais segura, atraente para novos investimentos e mais postos de trabalhos regulares são gerados, com isso, o comércio se desenvolve também”, afirma Simião.

Novos clientes- Ainda de acordo com o diretor da empresa operadora do Porto de Antonina, novos clientes, que há tempo não viam Antonina como uma opção a ser estudada e desenvolvida, têm demonstrado interesse. “São vários os sinais de que estudam desenvolver soluções eficazes em logística. Elevamos o grau de atratividade de nossas estruturas e serviços, e a notoriedade de nossos resultados. Com isso, todos se beneficiam: o Porto e a cidade”, conclui. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IPCA: Inflação oficial fica em 0,4% em junho e acumula alta de 6,52% em 12 meses

A inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,4% em junho deste ano, desacelerando em relação aos 0,46% de maio. Nos últimos doze meses, o IPCA acumula alta de 6,52%, acima dos 6,37% relativos aos doze meses imediatamente anteriores. A meta que o Banco Central deve alcançar este ano é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para baixo ou para cima. Portanto, o resultado em 12 meses ficou acima do limite superior da meta (6,5%).

Primeiro semestre- O IPCA fechou o primeiro semestre do ano com alta de 3,75%. No primeiro semestre de 2013, o índice era 3,15%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (08/07) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Itens - Segundo o IBGE, os preços dos alimentos e bebidas foram os que mais contribuíram para a queda da inflação em junho, que passaram de 0,58% para 0,11%, uma desaceleração pelo terceiro mês consecutivo. Os alimentos consumidos em casa apresentaram redução de 0,60% em junho, contra alta de 0,41% em maio. Os maiores percentuais foram a batata-inglesa (-11,46%) e o tomate (-9,58%). Houve queda ainda dos alimentos consumidos fora de casa (de 0,91% em maio para 0,82% em junho), com destaque para a refeição (0,96% para 0,75%), refrigerante (1,29% para 0,51%) e cerveja (0,34% para 0,01%).

Hotel - Já influenciadas pela Copa do Mundo, as diárias de hotel aumentaram 25,33%, impactando as despesas pessoais, grupo que teve alta de 1,57% em junho, resultado 0,77 ponto percentual em relação a maio – e causando impacto de 0,17 ponto percentual no IPCA de junho.

Habitação - Nas despesas com habitação, houve redução de 0,61% para 0,55%, mesmo com altas na taxa de água e esgoto (0,95%), aluguel residencial (0,84%) e artigos de limpeza (0,92%). Neste caso, houve compensação no item energia elétrica, que passou de 3,71% para 0,13%.

 Saúde e cuidados pessoais- Os gastos com saúde e cuidados pessoais ficaram em 0,60% em junho, após 0,98% no mês anterior, deixando para trás os reflexos do reajuste de março nos preços dos remédios (1,47% em maio para 0,29% em junho). Houve também redução nos preços dos artigos de residência (1,03% em maio para 0,38% em junho), vestuário (0,84% para 0,49%), comunicação (0,11% para -0,02%) e educação (0,13% para 0,02%).

Parâmetro - Utilizado pelo Banco Central como parâmetro para o balizamento do Plano de Metas, o IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos e abrange dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília. (Agência de Notícias do Paraná)

INTERNACIONAL: OCDE vê crescimento global fraco, com freada dos emergentes

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) disse nesta terça-feira (08/07) que as economias emergentes deverão apresentar um crescimento em desaceleração ou estável, que as grandes economias em desenvolvimento não deverão crescer, com exceção da Índia, e que as perspectivas para a maioria dos países desenvolvidos é estável, com uma melhora nos Estados Unidos.

Índice - A organização, sediada em Paris, disse que o seu índice, composto de indicadores antecedentes, que cobre 33 países-membros, permanece inalterado há seis meses seguidos, em 100,6 pontos, acima da média de longo prazo de 100. O índice, elaborado para sinalizar pontos de virada no ciclo econômico, apontou para um crescimento estável na área da OCDE como um todo.

EUA e Reino Unido- Nos Estados Unidos, o ímpeto do crescimento ficou acima da média de longo prazo de 100,6, o terceiro mês seguido de melhora, enquanto a economia do Reino Unido esteve acima da tendência, em 101,13 pontos, melhorando pelo quarto mês seguido.

Itália - A dinâmica de crescimento da Itália melhorou, para 101,74 pontos, enquanto a leitura para a França permaneceu praticamente estável, em 100,33, com ligeira melhora em relação ao mês anterior. Contudo, o indicador para a Alemanha, apresentou queda pelo terceiro mês consecutivo, sinal para a OCDE que a expansão da principal economia europeia está perdendo ritmo.

Japão - No entanto, a dinâmica de crescimento esteve acima da média, mas enfraquecida, no Japão, com uma leitura de 100,40 pontos, possivelmente por causa de um aumento dos impostos. Na Alemanha, a leitura foi de 100,48, o quinto mês consecutivo de queda.

Dinâmica - Entre as grandes economias em desenvolvimento, a dinâmica do crescimento diminuiu ou ficou perto de estável, com leituras ligeiramente inferiores a 100. Segundo a OCDE, "o índice de indicadores antecedentes aponta para crescimento abaixo da tendência no Brasil e para expansão ao redor da tendência na China e na Rússia".

Perspectivas - As perspectivas de crescimento da China melhoraram ligeiramente, de 99,10 pontos no mês anterior, para 99,25 pontos, enquanto a Índia demonstrou sinais de uma dinâmica de crescimento mais forte, com uma leitura de 98,22 pontos. (Valor Econômico, com agências internacionais)

BRICS: Banco e fundo complementam apoio a países em desenvolvimento

O banco e o fundo do Brics, que serão criados na semana que vem, na sexta reunião de cúpula do bloco, em Fortaleza, não serão competidores do Banco Mundial (Bird) nem do Fundo Monetário Internacional (FMI), mas suplementares a essas entidades, disse nesta terça-feira (08/07) o embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário de Política do Ministério das Relações Exteriores.

Encontro - Em palestra para jornalistas, no Centro Aberto de Mídia da Copa, em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, ele falou sobre o encontro do grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que começará no dia 15, na capital do Ceará, e terminará em Brasília, no dia seguinte, com participação de todos os mandatários das nações do Brics e de países convidados da América do Sul.

Projetos sustentáveis e infraestrutura- “Os financiamentos serão para projetos sustentáveis e de infraestrutura. O banco suplementa o Bird e o arranjo de contingente de reservas espelha o FMI. Os países do Brics têm propostas de reformas que não podem ser atendidas, especialmente pelo FMI. De certa maneira, a criação do arranjo contingente de reservas e do banco atende a essas necessidades”, disse ele.  “O foco da participação do Brics está na responsabilidade em uma ordem mais justa, não para ter mais poder. Nos dias de hoje não é importante apenas crescer, é preciso crescer com melhor distribuição da renda, e é disso que estamos justamente tratando na 6ª Cúpula do Brics”, completou.

Capital inicial- O banco terá capital inicial de US$ 50 bilhões, sendo US$ 10 bilhões em recursos e US$ 40 bilhões em garantias. Depois da assinatura do acordo para sua criação, o banco terá que ser aprovado pelos Parlamentos dos cinco países. O fundo terá capital inicial de US$ 100 bilhões para fazer face a desequilíbrios nos balanços de pagamentos de algum dos países do Brics que venha a enfrentar dificuldades. A China entrará com US$ 41 bilhões; o Brasil, a Rússia e Índia com US$ 18 bilhões cada; e a África do Sul com US$ 5 bilhões. A expectativa é que outros países em desenvolvimento também possam tomar empréstimos do banco, mas os critérios para tanto serão definidos em um segundo momento, disse Graça Lima.

Ordem econômica- No seu entendimento, com esse aporte de recursos e foco no desenvolvimento sustentável, o banco deve influir em uma ordem econômica mais justa. “Isso é parte de uma estratégia não escrita, mas muito segura, dos países do Brics, de procurar influir, mas de maneira construtiva”, comentou.

Presidência - A presidência do banco, que será rotativa, e a sede serão definidas na cúpula, bem como o conselho de administração e outras questões técnicas. O Brasil foi o único membro que não se candidatou a sediar o banco. As opções são Xangai (China), Joanesburgo (África do Sul), Moscou (Rússia) e Nova Delhi (Índia).

Crise - Ainda segundo o embaixador, é possível que durante a cúpula haja menção sobre a crise que envolve Ucrânia e Rússia. Esta deve seguir a tendência demonstrada em declarações e posições anteriores, como a ocorrida na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), na qual os países do Brics se abstiveram de votar a favor da resolução da organização, de condenar a anexação da Crimeia à Federação Russa.

Visita - O embaixador detalhou também a visita de Estado do presidente da China, Xi Jimping, que se inicia logo após o evento do Brics, no dia 17, com visita ao Congresso Nacional, almoço, assinatura de atos e sessão de trabalho, entre outras atividades ao longo do dia. (Agência Brasil)

CIDADANIA: Consumidores do Paraná podem registrar reclamação pela internet

cidadania 09 09 2014Os consumidores do Paraná podem registrar reclamações e receber resposta das empresas em relação a produtos e serviços contratados por meio de uma plataforma online. No site www.consumidor.gov.br, o cidadão pode fazer a queixa usando um equipamento que tenha acesso à internet, como computador, smartphone ou tablet, sem precisar ir até uma unidade do Departamento Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PR).

Cidadania - “O site leva a cidadania mais perto do consumidor, que pode, da própria casa, do trabalho, do ônibus, ou qualquer outro lugar, encaminhar a solução para o conflito”, afirma a coordenadora do Procon-PR, Cláudia Silvano. “A ferramenta é, também, uma alternativa para a população que não tem unidades do Procon em seu município”, explica.

Registro - Desde o início do funcionamento do site, em 30 de maio deste ano, foram efetuados cerca de 700 registros de consumidores e o índice de casos solucionados está em 75% das reclamações realizadas, informa a coordenadora do Procon-PR.

Como funciona- O registro de uma reclamação leva, em média cinco minutos. O consumidor tem que fazer um cadastro no site, com login e senha, e verificar se a empresa que ele quer reclamar está na plataforma. No site estão cadastradas mais de 100 empresas entre as mais reclamadas nos Procons do país, como operadoras de telefonia, bancos, empresas do varejo, indústrias, planos de saúde e companhias aéreas.

Dez dias- Efetuada a reclamação, a empresa tem até dez dias correntes para analisar e enviar uma solução ao consumidor. Após isso, o consumidor tem, também, dez dias para analisar a proposta da empresa e verificar se teve, ou não, sua questão resolvida. Caso não haja conciliação, o consumidor deve abrir um processo nos órgãos de defesa do consumidor do seu município.

Parceria - A plataforma foi criada pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, com a participação de alguns departamentos estaduais, como o Procon-PR. Além do Paraná, o site está em funcionamento para consumidores do Distrito Federal e mais 10 estados: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. Em setembro, estará disponível para consumidores de todo o país. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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