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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3380 | 10 de Julho de 2014

SUSTENTABILIDADE & GOVERNANÇA: Experiências internacionais serão apresentadas em Curitiba

sustentabilidade 10 07 2014Curitiba vai sediar, de 19 a 20 de agosto, a terceira edição do Fórum Sustentabilidade e Governança, no Hotel Four Points by Sheraton. O evento, organizado anualmente na capital paranaense pela empresa STCP, em parceria com a Milano, conta com apoio do Sistema Ocepar. Experiências diversas devem ser apresentadas por convidados especiais de empresas brasileiras e de outros países. A programação tem como um dos destaques a palestra inicial com James Astill, editor de política do jornal inglês The Economist, além de painéis de debate com empresas como a Coca Cola – FEMSA, Duratex, Novozymes, Novelis, Votorantin, BNDES, O Boticário, entre outras.  

Eixos prioritários– De acordo com os organizadores, as palestras e painéis vão fomentar discussões e evidenciar tendências e perspectivas relacionadas a quatro eixos prioritários. Um deles é a sustentabilidade nas empresas, com apresentação de cases de políticas e práticas corporativas nessa área. Outro é o desenvolvimento socioeconômico e sustentabilidade, transformando conceitos e ideias em bens e produtos concretos sob o tripé econômico, social e ambiental. O terceiro eixo é o de investimentos, finanças e sustentabilidade, focando critérios restritivos, políticas de incentivos e outras práticas de agentes financeiros para investimentos e financiamentos. E, por último, as tendências e iniciativas associadas a clima, água, florestas e biodiversidade, baseadas em normativas vinculadas à ocupação do território e ao uso dos recursos naturais e procedimentos inovadores de solução de conflitos e promoção de compliance legal que geram novas oportunidades e valores para os negócios.   

Mais informações– Para mais informações acesse: http://sustentabilidadegovernanca.com.br/

Clique aqui para conferir na íntegra a programação do evento

 

UNIODONTO: Bahia vai sediar a XXIV Convenção Nacional, de 15 a 18 de outubro

uniodonto 10 07 2014A 24ª Convenção Nacional da Uniodonto será realizada de 15 a 18 de outubro, no Grand Palladium Imbassaí Resort & Spa, localizado a 60 quilômetros de Salvador, capital da Bahia. “A cada encontro, nossa Convenção promove um novo ciclo de debates sobre os mais diversos aspectos da gestão de nossas cooperativas e do mercado de planos odontológicos. São reflexões muito importantes sobre a organização que temos e a que devemos construir. Este é um encontro muito valioso. É a oportunidade em que nossos dirigentes discutem cenários que trazem questões importantes para o desenvolvimento de nossas cooperativas”, afirma o presidente da Unidonto Brasil, José Alves de Souza Neto.

Programação – Em breve, a Uniodonto deve divulgar a programação completa do evento, que terá entre os palestrantes convidados o filósofo e professor da PUC-SP, Mario Sergio Cortella, autor de best-sellers como “Não Espere pelo Epitáfio – Provocações Filosóficas”, “Não Nascemos Prontos” e “O Que a Vida me Ensinou – Viver em Paz para Morrer em Paz”.

Informações e inscrições- Mais informações e inscrições, acesse  http://uniodonto.com.br/convencao/

 

OCB: Sistema lança cartilha Cooperativismo e Eleições – 2014

ocb 10 07 2014A cada dois anos o Brasil vive um momento eleitoral intenso: a renovação do Poder Legislativo e, também, do Executivo. Nesse ano, além dos cargos de senador e deputado (federal, estadual e distrital) a cadeira mais importante de uma nação – a da Presidência da República – pode ter um novo dono. Por isso, com a intenção de colaborar com o cooperado brasileiro, na hora da escolha de seu representante, o Sistema OCB divulgou nesta quinta-feira (09/07) a cartilha Cooperativismo e Eleições – 2014.

Disponível - O material acaba de ser disponibilizado em meio digital às unidades estaduais para encaminhamento às cooperativas. A publicação está disponível para DOWNLOAD no site da entidade. Na próxima semana, os estados receberão a via física do documento orientador.

Orientação - De acordo com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a publicação ressalta como as sociedades cooperativas podem contribuir no processo de orientação aos associados em relação à participação efetiva dos cooperados nas eleições.

Processo democrático- “Nós, como cooperativistas e integrantes de um movimento social organizado, teremos, mais uma vez, a oportunidade de vivenciar o processo democrático, assim como já praticamos diariamente em nossas sociedades cooperativas. Da mesma forma como no cooperativismo, nas eleições, cada pessoa tem direito a um voto, e para exercê-lo, é preciso conhecer, além das normas eleitorais, a trajetória política dos seus candidatos e saber do seu real compromisso com as causas cooperativistas”, comenta Márcio Freitas.

Cartilha - A primeira parte do documento é composta por capítulos que trazem informações a respeito do papel do cidadão; a importância do voto, o prejuízo de se votar em branco ou nulo; a escolha do candidato; e os principais números do Congresso Nacional, envolvendo o cooperativismo, entre os anos de 2011 e 2014, dentre eles: mais de R$ 1 bilhão economizado por cooperativas, resultado do trabalho intenso do Sistema OCB no sentido de propor e de adequar normativos às necessidades do setor.

Calendário e regras- Na segunda parte, o cooperativista tem acesso ao calendário e às regras eleitorais de 2014, detalhando como as cooperativas podem participar do momento político-eleitoral, o que podem e o que não podem fazer.

Cooperativismo – Por fim, na terceira parte da publicação, o cooperado poderá ler sobre a atuação política das sociedades cooperativas, sobre como participar das eleições, como fazer uma doação para a campanha, o papel da justiça eleitoral e a participação da OCB e suas unidades estaduais no processo eleitoral. Em seguida o leitor encontra links para acessar a legislação pertinente sobre o conteúdo abordado na cartilha. (Informe OCB)

 

PRIMATO: Resultados obtidos com ração animal são apresentados em Dia de Campo

A Primato Cooperativa Agroindustrial realizou, em parceria com a Nutrifarma, no dia 02 de julho, na propriedade do produtor Jean Fischer Richetti Pierre, na linha 14 de Dezembro, em 10 de Maio, um Dia de Campo para apresentar aos produtores da região os resultados obtidos da ração Prima Raça 22% aditivada como solução em nutrição funcional para produção e sanidade animal. Houve um aumento na produção do leite de 6 litros/dia por vaca e uma diminuição nas células somáticas, melhorando a sanidade do animal. (Imprensa Primato)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Mais de 20 reuniões de prestação de contas serão realizadas a partir do dia 21

A rodada de reuniões de prestação de contas da Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP terá início no dia 21 de julho. Serão realizadas 22 reuniões, contemplando associados das unidades de atendimento do Paraná e de São Paulo. Os encontros serão coordenados pelo presidente Jaime Basso e na pauta estarão: Prestação de Contas do Primeiro Semestre de 2014; SicrediTouch, a conta jovem do Sicredi e visando a educação financeira dos associados, a importância de poupar. A agenda vai começar reunindo associados de Campina da Lagoa e termina em 11 de setembro, com associado da região do ABCD Paulista. "As reuniões atendem a um princípio importante da filosofia cooperativista, que é a transparência na gestão", diz o presidente Jaime Basso. (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP)

 

sicredi vale 10 07 2014 cartaz

SICREDI UNIÃO PR/SP: Duas novas unidades serão inauguradas no Centro-Leste paulista

Bem recebida na região centro-leste paulista, onde passou a atuar em meados do ano passado, a Sicredi União PR/SP anuncia a inauguração de duas novas unidades de atendimento no próximo mês, em São José do Rio Pardo e Vargem Grande do Sul. A expansão da cooperativa para o Estado de São Paulo ocorreu após fusão com a Sicredi Integradas Centro-Leste Paulista, sediada em Limeira, que já contava com oito unidades de atendimento no município cidades das imediações. No início deste ano, outras três foram abertas em Piracicaba, Araras e Espírito Santo do Pinhal.

Grande potencial- “O potencial a desenvolver nessa região é muito grande”, comenta o diretor regional Constantino Júnior, enfatizando que o atendimento diferenciado do Sicredi, assim como a variedade e a qualidade de seus produtos e serviços, vêm apresentando resultados. “As pessoas estão descobrindo as vantagens do cooperativismo de crédito”, acrescentou Júnior, explicando que o sistema ainda está praticamente começando ali.

Instituição parceira- Morador em São João da Boa Vista, cidade localizada a 220km da capital, o contador Renato Camargo Mendonça conta que também atua como diretor de finanças da Diocese local. Segundo ele, o Sicredi, que opera no município desde 2000, “é uma instituição parceira”, onde faz investimentos e, no início do ano, financiou um veículo. “A vinda da Sicredi União para cá está repercutindo muito bem”, completa. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

COAMO: Arcam recebe Comenda 10 de Outubro em Campo Mourão

A Associação Recreativa dos Funcionários da Coamo (Arcam) recebeu, na noite de 9 de julho, em sessão solene,  a Comenda 10 de Outubro, outorgada pela Câmara Municipal de Campo Mourão. Presentes no evento vereadores, a prefeita municipal, diretoria da Coamo e Arcam, e associados. “A Comenda 10 de Outubro é a mais alta honraria concedida pelos poderes Legislativo e Executivo do município de Campo Mourão a entidades representativas do município em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados em prol de Campo Mourão. A Arcam completa 40 anos de fundação e merece esta honraria pelo seu espírito empreendedor em favor dos seus associados e também pelo espírito solidário com ações em prol da comunidade”, afirma Pedro Rogério Lourenço Nespolo, presidente do Poder Legislativo de Campo Mourão.

Entrega - A Comenda 10 de Outubro foi entregue ao presidente da Arcam, Aquiles de Oliveira Dias, e ao idealizador e fundador da Arcam e presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, pelo vereador Edson Battilani, autor da proposição e prefeita de Campo Mourão, Regina Massaretto Bronzel Dubay.

Legado – Segundo o vereador Battilani, a Arcam completa 40 anos neste dia 13 de julho com uma história de sucesso, seguindo a filosofia da Coamo e sendo motivo de orgulho para  a comunidade mourãoense e das regiões onde está presente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “O sucesso da Arcam que tem uma história de vitórias e de excelência nas atividades esportivas, recreativas e sociais está intimamente ligado a Coamo, pela sua organização, administração e eficiência empresarial. É um sucesso que reconhecemos pela entrega desta honraria e partilhamos com todos os fundadores, presidentes nos 40 anos e associados que fazem a diferença”, justifica Battilani.

Missão – Em nome dos associados da Arcam, o presidente Aquiles Dias usou da tribuna no plenário da Câmara Municipal para agradecer a significativa homenagem. “Estamos felizes com este reconhecimento, este momento é muito especial para todos os associados, principalmente quando a nossa associação comemora 40 anos de existência. De 39 fundadores em 1974 hoje somos mais de 5.800 associados e diretamente recebemos os benefícios de uma associação estruturada, sólida e voltada para os interesses do seu quadro social”, afirma Dias.

Atividades - Segundo ele, a Arcam vem cumprindo o seu papel disponibilizando aos associados  atividades  sociais, recreativas, culturais e esportivas organizadas que colaboram para a prática do esporte, lazer, convívio social e aumento nos laços de amizade. “As pessoas para viverem bem e felizes precisam estar em equilíbrio entre o trabalho e o lazer, então somos duplamente privilegiados por trabalhar na Coamo e ser associados da Arcam- entidades seguras e sólidas que prezam pela honestidade, administração eficaz e trabalho para a satisfação dos seus associados”, comemora.

Orgulho - A prefeita de Campo Mourão, Regina Dubay, destacou a importância da Coamo e da Arcam nos cenários onde atuam. “A Coamo e a Arcam são exemplos de sucesso e competência, os funcionários da Coamo associados da Arcam são trabalhadores e têm uma participação vitoriosa nos diversos eventos em que atuam, sejam eles internos ou externos, como foi por exemplo a realização do Mutirão das 41.000  fraldas em benefícios de quem precisa na comunidade mourãoense”, destaca. (Imprensa Coamo)

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AGRONEGÓCIO: Balança comercial do setor tem superávit de US$ 8,4 bilhões em junho

A balança comercial do agronegócio encerrou junho com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 8,4 bilhões - resultado de US$ 9,61 bilhões em vendas externas menos US$ 1,21 bilhão em compras do Brasil no exterior, de acordo com números divulgados nesta quinta-feira (09/07) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Superior - O superávit é 6,3% superior ao saldo registrado em junho de 2013. A receita com exportações cresceu 4,7% na comparação com o mesmo período. Os gastos do Brasil no exterior, por sua vez, caíram 5%.

Complexo soja- As vendas do complexo soja (grão, farelo e óleo) puxaram a alta, com exportações equivalentes a US$ 4,62 bilhões em junho, 10,5% mais do que no mesmo período do ano passado. A quantidade embarcada ficou em 8,73 milhões de toneladas, 10,6% maior. A soja em grão somou US$ 3,57 bilhões em vendas, 4% mais do que no ano passado. Foram comercializadas 6,89 milhões de toneladas, volume 6,1% superior. Os recordes de embarque da soja têm compensado o fato de a commodity (produto primário com cotação internacional) estar com preços inferiores aos praticados em 2013.

Carnes - O segundo principal setor exportador foi o de carnes, com vendas de US$ 1,42 bilhão, 11,3% superiores às de junho de 2013. Foram embarcadas 489 mil toneladas, 1,3% mais do que no mesmo mês do ano passado. A carne bovina teve alta de 10,4% no preço médio internacional, em um ano com registros de queda nos preços das commodities em geral.

Sucroalcooleiro- O complexo sucroalcooleiro foi o terceiro principal exportador, mas o volume arrecadado, US$ 867 milhões, caiu 24,5% ante o mesmo período do ano passado. O volume embarcado, que somou 1,99 milhão de toneladas, recuou 18,1%. O mesmo se deu com o preço médio no mercado internacional, que caiu 7,8%.

Produtos florestais- Os produtos florestais venderam US$ 792 milhões em junho, com variação de 1,3% a mais em relação a igual mês de 2013. O volume vendido atingiu 1,35 milhão de toneladas - 8,1% a mais que em junho do ano passado. Papel e celulose lideraram as vendas externas do setor, com receita de US$ 592 milhões (alta de 2,6%) e embarque de 1,08 milhão de toneladas (17,8% mais do que em 2013). (Agência Brasil)

GRÃOS: Semana sob pressão

graos 10 07 2014A semana começou e vai terminar com relatórios decisivos sobre a oferta de grãos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) confirmou na segunda-feira (07/07) quadro favorável às lavouras de verão do país, com 72% da soja e 75% do milho em boas ou excelentes condições. O relatório do progresso da safra – que reduziu a cotação da soja em 1,78% no contrato de julho, a menos de US$ 14 por bushel – deve ter efeito reforçado nesta sexta (11/07), quando os EUA relatam volume de oferta e demanda global.

Área maior- Como as novas avaliações do mercado – desde o relatório trimestral do Usda do final de junho – apontam área cultivada maior que a estimada inicialmente, esses porcentuais anunciam que haverá oferta ampliada a partir de setembro, durante a colheita do Hemisfério Norte. E o mercado precifica antecipadamente o reajuste da oferta de sexta-feira.

Campos bons e excelentes- Um ano atrás, os campos bons e excelentes eram 67% (soja) e 68% (milho). Os índices de 72% e 75% de agora configuram o melhor quadro para um início de julho desde 1994 para a soja e 1999 para o milho. Considerando as novas projeções de área, os EUA podem colher 103,34 milhões e 352,02 milhões de toneladas (soja e milho, respectivamente).

Reajuste - 4 milhões de toneladas de soja a mais que as 99 milhões previstas atualmente podem ser colhidas nos EUA com clima favorável. (Gazeta do Povo)

 

TRIGO: Excesso de chuvas prejudica plantio no Rio Grande do Sul

Em apenas uma semana, boa parte do Rio Grande do Sul registrou acumulados de chuva acima do esperado para todo o mês de julho, o que prejudicou o plantio de trigo no Estado, informou boletim divulgado nesta terça-feira pela Somar Meteorologia.  

Áreas mais afetadas- Conforme a Somar, as áreas mais afetadas são o norte e noroeste gaúchos, principalmente as regiões de divisa com Santa Catarina. “O dano mais relatado pelos agricultores se refere à erosão, causada pelo elevado volume de chuva. Já nas lavouras próximas a rios, o grande problema foram as inundações”, disse a empresa de meteorologia.

Atraso - De acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater/RS), o plantio chega a 65% da área destinada ao cereal, atraso em relação aos 78% do mesmo período do ano passado. “Por causa do mau tempo, muito produtores gaúchos terão queda no rendimento e outros desistiram de terminar o plantio”, afirmou a Somar.

Tempo seco- Mas as previsões apontam que o tempo seco deve predominar em todo o Sul do país nesta semana, já que a frente fria que estava na região avançou para o Sudeste. A expectativa da Somar é que as chuvas retornem apenas no domingo. (Valor Econômico)

MEIO AMBIENTE: Projeto estuda gases estufa das florestas brasileiras

meio ambiente 10 07 2014O último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), divulgado no fim do ano passado, foi categórico: é inequívoco que a temperatura global está aumentando. Se reverter o quadro parece impossível, entender como funciona a emissão de gases e quais as possibilidade de adaptação e mitigação estão na mira de cientistas do mundo inteiro. No Paraná, uma equipe da Embrapa Florestas integra o projeto Saltus, que estuda a dinâmica da emissão de gases de efeito estufa e dos estoques de carbono das florestas brasileiras, tanto as naturais quanto as plantadas.

Envolvimento - O trabalho não é fácil. Rosana Clara Victoria Higa, pesquisadora da Embrapa responsável pelo projeto, explica que todos os braços da empresa estão envolvidos na tarefa. “Quando fazemos um inventário, analisamos o fator de emissão, com bases científicas, e investigamos onde se pode mitigar. É isso que procuramos”, conta.

Rio Negrinho- A equipe paranaense, por exemplo, atua em um reflorestamento de pinus/eucalipto em Rio Negrinho (SC). O trabalho que é desenvolvido ali é o mesmo dos pampas, cerrado e outras regiões de floresta em todo país. A cada 15 dias, em média, a equipe faz uma medição dos gases que são liberados no solo, analisa o crescimento das árvores e as condições do terreno. Extrair todas essas informações é só o primeiro passo.

Trabalho complexo- Depois, é preciso tabular tudo, analisar os dados e propor ações de adaptação e mitigação. “Temos de monitorar cada área por longos períodos. O trabalho é complexo, caro e exige bastante pessoal”, diz. Por enquanto, a pesquisadora diz que ainda é cedo para afirmar que já foi estabelecido um padrão das mudanças climáticas no país e que ainda é preciso de mais tempo e espaço para análises.

Respostas - Para Rosana, o uso do solo pelo homem é um dos nichos que podem trazer mais respostas sobre o padrão de emissão de gases estufa. Entender isso está no radar da Embrapa – que ainda desenvolve pesquisas em outras duas frentes, pecuária e agricultura. Mas também é preocupação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que monitora o compromisso nacional voluntário para a redução das emissões de gases em cinco setores (energia, processos industriais, agropecuária, uso do solo e florestas e resíduos).

Avanço - A última estimativa publicada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no ano passado é referente ao ano de 2010. Os dados indicam que houve uma redução significativa da quantidade de carbono que era emitido pelo uso de terra e florestas de 1990 para cá, principalmente depois de picos de gases estufa emitidos entre 1995 e 2005. No pico da emissão, em 1995, o setor de floresta era ‘líder’ em missões de gases estufa, com 1,95 milhares de toneladas emitidas, número que é sete vezes maior do que o registrado em 2010, na ordem de 279,1 milhares de toneladas de gases.

Redução - A redução dessas emissões pode ser atribuída, principalmente, à diminuição do desmatamento, mas também ao manejo de vegetação em determinadas áreas. Embora a agropecuária seja comumente apontada como vilã nas emissões de gases, os dados da estimativa mostram que, na realidade, os maiores aumentos dos últimos anos estão nos setores de energia e resíduos. (Gazeta do Povo)

 

INFRAESTRUTURA: Leilões de ferrovias poderão ter parcerias entre Brasil e China

infraestrutura 10 07 2014Os governos do Brasil e da China devem assinar um memorando de cooperação na área de ferrovias para auxiliar empresas de ambos os países a firmarem parcerias para disputar concessões no país. O objetivo é permitir que companhias chinesas, com capital, investimento e conhecimento tecnológico no setor, possam se juntar a empresas brasileiras, que estão acostumadas a atuar em regime de concessão.

Acordo - O acordo deve ser assinado durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, ao Brasil, na semana que vem. Ele estará em Fortaleza para participar da reunião do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), entre os dias 15 e 16. Em seguida, Jinping terá encontro com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília.

Parcerias - A China Railway Construction Corporation (CRCC) deve procurar parceiras brasileiras para disputa da concessão do trecho entre Lucas do Rio Verde (MT) e Campinorte (GO). Já a China Railway Engineering Corporation (Crec) tem interesse em atuar no projeto de uma ferrovia do Maranhão até o Peru. As duas companhias vão aproveitar a visita de Jinping para fortalecer os contatos com empresas brasileiras que podem ser sócias nesses empreendimentos.

Consórcio - Ao todo, a China tem mais de 100 mil km de ferrovias, dos quais 11 mil km são de trens de alta velocidade. A grande dificuldade para a realização de investimentos nesse setor no Brasil é que as companhias chinesas estão acostumadas com projetos de construção das ferrovias, enquanto o modelo brasileiro envolve também a exploração da concessão dos serviços. Daí a necessidade da formação de consórcios com empresas brasileiras.

Empresários - Mais de cem empresários chineses devem acompanhar Jinping ao Brasil, o que deve fortalecer os contatos para a criação de consórcios capazes de disputar leilões outras áreas além das ferrovias, como petróleo e energia elétrica.

Maior sócio comercial- "O Brasil se converteu no maior sócio comercial da China na América Latina. É o primeiro destino de nossos investimentos na região", disse Xu Ying Zhen, diretora-geral do Ministério do Comércio para a América Latina e Oceania. Segundo ela, integrantes da delegação chinesa que vai ao Brasil estão "muito interessados" em fazer investimentos no Brasil nos setores de energia elétrica, automobilístico, ferrovias, estradas e portos.

Tecnologia - A delegação terá empresas de tecnologia e internet, setor que recebe incentivos do governo dentro de um projeto de diversificação dos investimentos chineses no exterior. "Enquanto consolidamos a cooperação em setores tradicionais, podemos ampliar em outros segmentos da economia, como aviação e tecnologia", disse Zhen.

Site em português - A Baidu, empresa de sites de busca e tecnologia, considerada o Google chinês, vai desenvolver uma página em português dentro da estratégia de aproximação e ingresso no mercado brasileiro. A empresa escolheu o português, antes mesmo do espanhol, pois acredita no potencial para crescer no Brasil.

Usuários - Atualmente, a Baidu conta com 500 milhões de usuários. Ao todo, o país, de 1,3 bilhão de habitantes, tem 600 milhões de usuários de internet. A empresa tem, portanto, mais de 83% do mercado. Como o Google resolveu se retirar da China por discordar da censura a alguns temas de busca, como, por exemplo, o massacre da praça da Paz Celestial, a Baidu, que já era líder do mercado anteriormente, com 70% contra 30% do sistema de buscas americano, consolidou a posição.

Máquinas e equipamentos- Com a visita de Jinping, a empresa chinesa Sany deve anunciar um investimento grande na área de máquinas e equipamentos. A Sany já adquiriu um terreno em Jacareí, interior de São Paulo, para iniciar a sua produção.

Mais importante- O Brasil será o país mais importante da visita de Jinping à América Latina, que incluirá Argentina, Venezuela e México. A região é considerada estratégica para o governo chinês que, tradicionalmente, atua por meio de acordos bilaterais, nos quais a sua posição para fechar os negócios sempre é maior - dado o tamanho da economia chinesa - que a do seu parceiro.

Interesse mútuo- "Seguramente, as visitas vão assegurar os interesses de ambas as partes", afirmou Li Baorong, vice-diretor-geral do Departamento de Assuntos Latino-Americanos do Ministério das Relações Exteriores da China. Segundo ele, a visita à região é importante para acelerar o crescimento da China.

Comércio - De acordo com dados do Departamento Comercial do governo chinês, em 2013 o comércio entre aquele país e a região atingiu US$ 261 bilhões. As exportações da China chegaram a US$ 134 bilhões, enquanto as importações foram a US$ 127 bilhões. "O intercâmbio com o Brasil ocupa mais de um terço das trocas comerciais com a região", disse Baorong. "A China é o primeiro sócio comercial do Brasil e o principal mercado para as exportações brasileiras. Mesmo com as dificuldades na situação econômica mundial, nos últimos anos, tivemos êxito nessa relação." (Valor Econômico)

 

RELAÇÕES EXTERNAS: País quer fim de barreiras chinesas na venda de aviões e carnes

A visita do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil, na semana que vem, poderá solucionar entraves às exportações brasileiras para aquele país nas áreas da aviação e de carne bovina. O governo brasileiro quer ampliar a pauta de exportações à China, concentrada na venda de matérias-primas, e vender produtos mais elaborados.

Produtos - Atualmente, 80% das vendas do Brasil aos chineses estão concentradas em quatro produtos: soja, minério de ferro, petróleo e celulose. Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil. É para quem o Brasil mais vende e de onde menos importa.

Entrave - No entanto, há um entrave para a comercialização de 40 aviões da Embraer para os chineses. A Tianjin, companhia regional da China, fechou o acordo para a aquisição de jatos, há seis meses, mas o governo local não permitiu o ingresso no país, alegando problemas burocráticos como falta de especificação das aeronaves. A Embraer não recebeu o dinheiro e a Tianjin está sem as aeronaves.

Desenvolvimento - Ao mesmo tempo em que os jatos da Embraer não entram em território chinês, a Comercial Aircraft Corporation of China (Comac) está desenvolvendo a aeronave C 919, que deverá concorrer com a Boeing e a Airbus.

Suspeita - Essa situação levantou a suspeita de que a demora na aquisição dos jatos seria uma forma de a China ganhar tempo no desenvolvimento da indústria aeronáutica, o que pode evitar compras futuras.

Carne - Uma outra barreira às exportações brasileiras teve início, em 2012, com a suspensão da compra de carne bovina pela China, após a descoberta de um caso de "vaca louca" no Paraná. O impasse permaneceu, neste ano, quando houve mais um caso da doença, dessa vez em Mato Grosso.

Atípico - Outros países importadores de carne bovina não seguiram o exemplo chinês e não suspenderam as compras do Brasil, por entender que os casos foram atípicos, de contaminação espontânea (não relacionada à ingestão de alimentos contaminados).

Impacto - A decisão tomada pelo governo chinês afetou não apenas os produtores de carne como também aqueles que utilizam o produto para exportar derivados do Brasil, caso do setor de ração para animais domésticos.

Hong Kong- Com o prolongamento do impasse com a China, Hong Kong surgiu como o maior mercado para exportações de carne bovina do Brasil. As compras ocorrem em nível tão elevado que há fortes suspeitas de que o produto seja remetido daquela ilha para a China, já que o mercado interno de Hong Kong não teria a capacidade de consumir a quantidade de carne que adquire do Brasil.

Demonstração - Isso demonstraria que os chineses estão se recusando a receber um produto brasileiro que entra no país por meio de Hong Kong. Seria, dessa forma, um embargo sem sentido, na visão do Brasil, e esse assunto deve ser debatido na visita do presidente chinês. (Valor Econômico)

IBGE: Produção industrial cai em sete locais de abril para maio

Sete dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística tiveram queda na produção industrial na passagem de abril para maio deste ano. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada nesta quinta-feira (10/07), a maior queda foi observada no Amazonas (9,7%), seguido da Bahia (6,8%) e da Região Nordeste (4,5%), cujos estados são analisados em conjunto.

Outros - Também registraram queda o Rio de Janeiro (1,6%), o Espírito Santo (1,4%), o Rio Grande do Sul (1%) e Pernambuco (0,2%). Na média nacional, houve uma queda de 0,6%. Sete estados tiveram alta na produção e contribuíram para evitar uma queda maior da indústria: São Paulo (com alta de 1%), Pará (4,2%), Goiás (2,1%), Ceará (1,2%), Paraná (1,1%), Minas Gerais (0,5%) e Santa Catarina (0,3%).

Comparação - Na comparação entre maio deste ano e o mesmo período do ano passado, houve queda em oito dos 15 locais pesquisados (neste tipo de comparação, está incluído Mato Grosso), com destaque para Rio de Janeiro (7,9%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (6,6%) e Amazonas (5,8%).

Mais - Também tiveram redução na produção industrial, Minas Gerais (4,1%), Paraná (3,7%), São Paulo (3,6%) e Região Nordeste (2,1%). Santa Catarina teve estabilidade, enquanto seis estados tiveram alta: Pará (36,3%), Goiás (4,2%), Pernambuco (1,7%), Ceará (1,1%), Mato Grosso (0,9%) e Espírito Santo (0,3%).

Acumulado - No acumulado do ano, houve alta em oito locais, com destaque para o Pará (18%), estabilidade em um estado e queda em seis. Já no acumulado de 12 meses, houve alta em 11 locais, com destaque novamente para o estado do Pará (8,8%), e queda em quatro. (Agência Brasil)

CIDADES: Municípios empreendedores tendem a ter mais desenvolvimento social

cidades 10 07 2014O empreendedorismo é uma característica inerente aos municípios mais desenvolvidos do Paraná. Esse é o resultado do cruzamento de dois estudos feito pela reportagem da Gazeta do Povo. Pelo Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) – um dos indicadores mais utilizados para mensurar desenvolvimento econômico e social no país –, são 25 as cidades paranaenses que têm alto grau de desenvolvimento. Dessas, 21 estão no topo do ranking do empreendedorismo no estado, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Municipal para a Micro e Pequena Empresa, o IDMPE, elaborado pelo Sebrae. A comparação entre os rankings também revela que 15 cidades aparecem simultaneamente entre os 25 primeiros lugares dos dois estudos.

Correlação - “Há uma alta correlação entre o grau de empreendedorismo e o grau de desenvolvimento social e político de uma cidade. Vemos isso ao comparar nosso estudo com o da Firjan e mesmo com o IDH [Índice de Desenvolvimento Humano, publicado em intervalos de 10 anos]”, diz o economista César Reinaldo Rissete, gerente de Ambiente de Negócios do Sebrae no Paraná.

Exceções - A conexão, porém, nem sempre é automática. “Há algumas exceções. Algumas cidades podem ter indicadores sociais muito bons, mas não ter o empreendedorismo alto. Isso ocorre pela ação de um ator exclusivo muito forte”, diz a economista Gina Paladino, presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento.

Pequenas e médias- Segundo ela, esse desencontro costuma ocorrer em cidades pequenas e médias, em que o estado ou uma grande empresa torna-se o principal responsável pela movimentação da economia. É o caso do município de Itaipulândia, no Oeste do estado, que aparece na 20.ª colocação no ranking do desenvolvimento da Firjan e apenas na posição 197 no índice que mede o empreendedorismo.

Royalties - Itaipulândia está entre as 17 cidades do estado que recebem royalties da Itaipu como compensação pela área do município que foi alagada para a formação do lago da hidrelétrica. Somente em 2014, o município recebeu US$ 643 mil, terceiro maior valor entre as 17 cidades beneficiadas com recursos da estatal.

Liderança - Na liderança dos dois estudos está Curitiba. A cidade, segundo Gina Paladino, consegue promover um círculo virtuoso relacionando desenvolvimento e empreendedorismo. “A vitalidade empreendedora de Curitiba deve-se em parte à baixa taxa de desemprego na cidade. Temos um mercado bastante dinâmico que acaba incentivando o empreendedorismo de oportunidade”, diz.

Oportunidade - Empreendedorismo de oportunidade é aquele em que o profissional tem uma fonte de renda, identifica uma demanda no mercado e opta pelo empreendimento. Já o empreendedorismo de necessidade é caracterizado por ser a única opção para quem não encontra alternativas no mercado de trabalho. “As cidades ganham mais com o empreendedorismo por oportunidade. Ele tende a ser mais qualificado e estruturado”, explica Sandro Vieira, diretor-presidente do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBPQ).

Prefeituras estimulam empresas, e indicadores sociais avançam - No estudo do Sebrae, é possível medir a evolução do Índice de Desenvolvimento Municipal para a Micro e Pequena Empresa (IDMPE) de 2008 até 2012. Os dados mostram a melhora de algumas cidades em quatro anos. O município que apresentou a maior evolução é Saudade do Iguaçu, no Sudoeste do Paraná. O IDMPE da cidade cresceu 19,5% e a cidade ganhou 160 posições no ranking, passando da posição 356 para 196. Com 5,2 mil habitantes, Saudade apostou no apoio público aos pequenos e médios empresários.

Apoio - “Apoiamos com tudo que podemos. Fornecemos o terreno, barracões e maquinário”, diz Marcelo Schardosin, secretário municipal de Turismo, que esteve à frente da Secretaria da Indústria e Comércio da cidade entre 2008 e 2012. Segundo ele, a prefeitura discute isenções fiscais e tributárias para micro e pequenas empresas.

Cessão de áreas - Outra cidade a dar um salto foi Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A cidade melhorou seu índice em 14% e passou da 33.ª para a 16.ª colocação no estudo do Sebrae. “Apostamos muito em qualificação e chegamos a ceder áreas para o Senai e o Senac instalarem centros de qualificação. Também fazemos nossa parte melhorando a infraestrutura do município”, diz Antonio Ricardo Milgioransa, secretário da Indústria, Comércio, Turismo e Cultura.

Melhora nos indicadores- A evolução empreendedora dos dois municípios foi acompanhada de uma melhora nos indicadores sociais e econômicos. Entre 2008 e 2011, Saudade do Iguaçu passou da 202.ª colocação no ranking da Firjan para a 116.ª posição. Colombo saltou da 57.ª para a 51.ª. (Gazeta do Povo)

 

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LDO: Assembleia aprova diretrizes orçamentárias do Paraná para 2015

ldo 10 07 2014A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015 foi aprovada em primeira discussão na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) nesta quarta-feira (09/07). O projeto recebeu 34 votos favoráveis e nenhum contrário. A LDO orienta a aplicação dos recursos públicos do Governo do Estado. A previsão para o total de receitas correntes líquidas para fixação de despesas para o exercício do próximo ano é de R$ 39,7 bilhões, representando um aumento de 11% em relação a 2014. Das receitas de impostos, que devem ser de R$ 29,6 bilhões, com os direcionamentos constitucionais, a educação deverá receber R$ 7,7 bilhões (30%), enquanto R$ 3,08 bilhões serão destinados para a saúde (12%).

Despesa líquida- Enquanto isso, a despesa líquida do Executivo será de R$ 13,9 bilhões. O Poder Legislativo deverá receber R$ 1,01 bilhão (5%, dos quais 3,1% são destinados para a Assembleia e 1,9% ao Tribunal de Contas do Estado); o Poder Judiciário R$ 1,9 bilhão (9,5%), e o Ministério Público R$ 829 milhões (4,1%).

Emendas - A LDO recebeu 17 emendas dos parlamentares. Destas, sete foram aceitas integralmente, uma parcialmente e nove foram rejeitadas. As emendas abrangem, principalmente, as áreas sociais, de infraestrutura e modal urbano, além de saúde, e tratam de ações administrativas do governo. O projeto retorna ao debate em Plenário na sessão de segunda-feira (14/07), para ser apreciado em segunda discussão.

Entenda o que é a LDO- A LDO orienta a aplicação dos recursos públicos do estado durante o ano seguinte. Ela estabelece: as prioridades da administração pública; a projeção e a apresentação da receita para o exercício; os critérios para distribuição de recursos; estrutura e organização de orçamentos; as disposições sobre as alterações na legislação tributária; as disposições relativas às despesas com pessoal e encargos sociais, entre outros pontos. (Gazeta do Povo)

 


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