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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3384 | 16 de Julho de 2014

RAMO TRANSPORTE: Linhas de financiamento para o setor são discutidas com o BNDES

ramo transporte 16 07 2014A linha de financiamento ofertada a caminhoneiros pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – o Procaminhoneiro –, e a proposta de criação de uma nova linha por meio do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) estiveram em pauta na reunião realizada nesta terça-feira (15/07), na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, por solicitação do Conselho Consultivo do Ramo Transporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Presenças – Participaram da reunião a gerente técnica e o analista técnico da OCB, Clara Maffia e Tiago de Barros Freitas, respectivamente; o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto; David Ribeiro Duarte, da OCB/ES, e Abel Paré, representando o Conselho Nacional do Ramo. Pelo BNDES, estiveram presentes: Juliana Santos da Cruz (chefe do Departamento de Relacionamento com agentes), Rômulo Bastos Dias (gerente do Departamento de Relacionamento com agentes) e, representando o departamento jurídico do banco, o advogado Gabriel Demetrio Domingues.

Procaminhoneiro – Em relação à linha Procaminhoneiro, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, fez uma retrospectiva sobre as regulamentações publicadas pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) nos últimos. Ele também explicou os motivos que levaram à criação da categoria CTC (Cooperativas de Transporte de Cargas). De acordo com Gogola, a linha Procaminhoneiro tem como público beneficiário os transportadores autônomos, com categoria no Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) da ANTT, tipo TAC, e transportadoras com até três veículos em sua frota e registro tipo ETC. “Desta forma, a linha, que já vem sendo renovada ao longo de muito anos, não teve a mesma evolução que a regulamentação do setor e, por consequência, o transportador autônomo vinculado a uma cooperativa de transporte deixou de ter acesso a esse financiamento”, explicou.

Entendimento - Diante do exposto, o advogado do BNDES, Gabriel Demetrio Domingues, entendeu que o beneficiário da linha Procaminhoneiro continua sendo o associado e não a cooperativa. Portanto, não há impedimento para que se realizem os ajustes necessários nas resoluções internas do banco, tornando os transportadores autônomos vinculados às cooperativas e com registro tipo CTC como beneficiários da linha. Como encaminhamento à questão, a OCB ficou de enviar ainda nesta semana um ofício à diretoria do BNDES para que as providências necessárias sejam tomadas com o objetivo de viabilizar o pleito das cooperativas.

Procap-Transporte – Na reunião, os representantes do cooperativismo salientaram ainda necessidade de criação de uma linha específica para o ramo transporte dentro do Procap-Agro, contemplando recursos não somente para a renovação da frota como, também, para capitalização e capital de giro. A idade média da frota das cooperativas do ramo transporte é de 16,2 anos para veículos de cargas, podendo chegar a mais de 35 anos, em cidades portuárias. “Nós enfatizamos que seria necessário estabelecer prazos diferenciados, de acordo com cada linha de financiamento e taxas mais atrativas em relação ao que o que mercado oferece”, informou Gogola. O Conselho Consultivo da OCB, por meio de usas câmara técnicas, realizou um levantamento detalhado sobre o montante necessário para cada tipo de financiamento, cujo documento foi entregue aos representantes do BNDES, para auxiliar na elaboração da linha sugerida pelos cooperativistas.

Em discussão- Segundo a chefe do Departamento de Relacionamento com agentes do BNDES, Juliana Santos da Cruz, o banco já vem discutindo algo semelhante com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e que o projeto apresentado deverá ajuda-los na formulação desta nova opção de financiamento. Ainda de acordo com ela, nos próximos dias o BNDES vai alterar a linha Progeren (Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda) e as cooperativas de transporte serão contempladas como público beneficiário.

 

OCB: Sistema prepara documentos para orientar presidenciáveis

ocb 16 07 2014O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e a gerente geral Tânia Zanella se reuniram nesta terça-feira (15/07), na sede da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, com representantes da Academia Nacional da Agricultura e com as principais lideranças do agronegócio e da agropecuária brasileira. A intenção da reunião foi avaliar, discutir e concluir a elaboração da última versão do Plano de Governo, um documento que será entregue aos principais candidatos à Presidência da República, contendo as demandas do setor agropecuário brasileiro.

Entrega - A expectativa do grupo de trabalho é de que o documento seja entregue aos presidenciáveis no dia 4 de agosto, durante um dos eventos mais importantes do país, voltados à agropecuária nacional: o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), com apoio do Sistema OCB.

Cooperativismo – As demandas do setor cooperativista também estão sendo agrupadas em um documento similar, pelo Sistema OCB, com a intenção de subsidiar o vencedor das eleições de outubro na sua plataforma de governo. É o projeto “Propostas do Sistema OCB aos Presidenciáveis”. Ele reúne as necessidades dos 13 ramos do cooperativismo em três macrotemas: Segurança Jurídica, Financiamentos Públicos e Competitividade. A previsão é de que o documento seja entregue aos candidatos, individualmente, a partir de agosto.

Cartilha – E, por falar em eleições, o Sistema OCB acaba de divulgar a cartilha Cooperativismo e Eleições – 2014, com a intenção de ajudar o cooperado brasileiro a escolher com sabedoria o seu representante. O material foi disponibilizado em meio digital às unidades estaduais para encaminhamento às cooperativas. A publicação está disponível para DOWNLOAD no site da entidade.

Sociedade - De acordo com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a publicação ressalta como as sociedades cooperativas podem contribuir no processo de orientação aos associados em relação à participação efetiva dos cooperados nas eleições. “Nós, como cooperativistas e integrantes de um movimento social organizado, teremos, mais uma vez, a oportunidade de vivenciar o processo democrático, assim como já praticamos diariamente em nossas sociedades cooperativas. Da mesma forma como no cooperativismo, nas eleições, cada pessoa tem direito a um voto, e para exercê-lo, é preciso conhecer, além das normas eleitorais, a trajetória política dos seus candidatos e saber do seu real compromisso com as causas cooperativistas”, comenta Márcio Freitas.

Conteúdo – A primeira parte do documento é composta por capítulos que trazem informações a respeito do papel do cidadão; a importância do voto, o prejuízo de se votar em branco ou nulo; a escolha do candidato; e os principais números do Congresso Nacional, envolvendo o cooperativismo, entre os anos de 2011 e 2014, dentre eles: mais de R$ 1 bilhão economizado por cooperativas, resultado do trabalho intenso do Sistema OCB no sentido de propor e de adequar normativos às necessidades do setor.

Segunda parte- Na segunda parte, o cooperativista tem acesso ao calendário e às regras eleitorais de 2014, detalhando como as cooperativas podem participar do momento político-eleitoral, o que podem e o que não podem fazer.

Cooperativismo – Por fim, na terceira parte da publicação, o cooperado poderá ler sobre a atuação política das sociedades cooperativas, sobre como participar das eleições, como fazer uma doação para a campanha, o papel da justiça eleitoral e a participação da OCB e suas unidades estaduais no processo eleitoral. Em seguida o leitor encontra links para acessar a legislação pertinente sobre o conteúdo abordado na cartilha. (Informe OCB)

 

FÓRUM DAS FIAÇÕES: Próximo encontro será na Copasul, em Naviraí (MS)

forum fiacoes 16 07 2014Representantes das áreas comercial, industrial e técnica das cooperativas Cocamar, Coamo, Integrada e Copasul voltam a se reunir para mais uma edição do Fórum das Fiações, promovido pelo Sistema Ocepar. Desta vez, será na sede da Copasul - Cooperativa Agrícola Sul Matogrossense, em Naviraí, no Mato Grosso do Sul, nesta quinta-feira (17/07). O encontro visa discutir as tendências de preços e mercado para algodão e fios, bem como, apresentar indicadores técnicos e industriais do setor de fiações. A programação encerra com visita à fiação da Copasul.

Clique aqui e confira na íntegra a programação do Fórum das Fiações

 

SICREDI: Sistema cooperativo vai liberar R$ 9,5 bilhões na safra 2014/2015

O Sicredi registra crescimento constante em valores e em número de operações no Plano Safra. No período 2013/2014, liberou R$ 8,5 bilhões em 185 mil operações, um aumento de 25% e 12% comparado ao ciclo anterior. Também foi registrada manutenção nos índices de inadimplência de crédito rural e recursos direcionados, de 0,22% ao ano, reflexo da natureza cooperativa do negócio. Para o Plano Safra 2014/2015, a instituição financeira cooperativa projeta liberar R$ 9,5 bilhões em crédito rural, em 195 mil financiamentos.

Direcionamento - Do total de recursos previstos no Plano Safra 2014/2015, 12% a mais do que no ciclo anterior, o Sicredi irá direcionar R$ 7,5 bilhões para custeio, comercialização e investimento em linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), e voltadas aos demais produtores. Os outros R$ 2 bilhões serão liberados em operações com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO).

Paraná - Para o Sicredi no Paraná, os valores previstos são de 2,4 bilhões, sendo 1,9 bilhão voltado ao custeio (Pronaf, Pronamp e demais produtores) e 500 milhões em investimentos. "Planejamos esses valores conforme a necessidade dos associados e a capacidade das cooperativas, buscando sermos assertivos", afirma o gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central PR/SP/RJ, Gilson Nogueira Farias. "Nesse sentido, os recursos planejados são 15% maiores na comparação com a safra anterior, com previsão de libertação de 95% do total", destaca.

Vantagens - David Bretzke, de Maripá (PR), é associado ao Sicredi desde 1994 e usufrui das soluções financeiras da instituição cooperativa para custeio e comercialização da safra de milho e de soja, além de financiamento de maquinário para a colheita. "Fazer parte de uma cooperativa que funciona muito bem nos traz muitas vantagens. Ela nos coloca à disposição muitos produtos e serviços, e entende exatamente qual a nossa necessidade. Além disso, a gente ainda é sócio, é dono do negócio e, assim, participa dos resultados como um todo", diz.

Ano Internacional- Outro ponto de destaque do Plano Safra 2014/2015 é o fato de estar alinhado com o Ano Internacional da Agricultura Familiar, promovido pela Organização das Nações Unidas. Entre os aspectos defendidos pela ONU, estão a busca pela segurança alimentar, proteção da agrobiodiversidade, sustentabilidade e, sobretudo, o impulso à economia local, por meio dos nichos e oportunidades regionais. "O investimento e custeio do Plano Safra pelo Sicredi estão de acordo com os objetivos estabelecidos pela ONU, fortalecendo e mantendo os recursos dentro das comunidades. O Brasil é um exemplo positivo de políticas públicas de incentivo à agricultura familiar", analisa Manfred Dasenbrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 2,6 milhões de associados e 1.281 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único conta com 100 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais - acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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SICREDI UNIÃO: Recursos aos produtores rurais devem ser ampliados

A Sicredi União PR/SP estima ampliar em 10% sobre o período 2013/2014, o volume de recursos de custeio e financiamentos aos produtores cooperados, na safra de verão 2014/15, que começa a ser semeada em setembro. Grande parte de suas unidades de atendimento está localizada em municípios produtores de grãos, nas regiões noroeste e norte do Paraná, onde a participação de agricultores na cooperativa de crédito é intensa.

Associado - Ernesto Marcibelli, produtor de laranja e grãos em Floraí, noroeste do Estado, está entre os associados que, todos os anos, recorrem à instituição. “Eu financio principalmente o custeio”, afirma Marcibelli, que, em anos anteriores, adquiriu também maquinários por meio da cooperativa de crédito.

Aprovação antecipada- Para agilizar, o Sicredi já fez a aprovação antecipada de 62% dos financiamentos efetuados pelos associados no ano passado. A orientação é que as propostas sejam encaminhadas às unidades o quanto antes.

Eventos - No final da semana passada, a cooperativa participou de dois eventos em sua região, onde fez a divulgação do Plano Safra junto a grande número de produtores: o Dia de Campo de Inverno promovido pela Cocamar em Floresta (próximo a Maringá), e a Expotécnica 2014 em Sabáudia (região de Londrina).

Volume de recursos-  O Sistema Sicredi é a 3º instituição financeira com maior volume de recursos concedidos em crédito rural, R$9,73 bilhões, segundo o ranking Melhores e Maiores 2014 da Revista Exame. “Este resultado demonstra o compromisso e o orgulho que o Sicredi tem em ser parceiro do agronegócio”, afirmou o diretor da Sicredi União PR/SP, Rogério Machado. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

UNIPRIME OESTE: Equilíbrio financeiro é tema de palestra em Cascavel e Foz do Iguaçu

Como ganhar mais, administrar melhor e investir com o melhor retorno? Quem alcança a resposta a estas questões tem o equilíbrio financeiro em suas mãos. Este é o tema central de palestra que a Uniprime Oeste do Paraná estará promovendo nesta quarta-feira (16/07), em Cascavel, e nesta quinta-feira (17/07) em Foz do Iguaçu. O evento, aberto aos 2.600 cooperados e seus familiares, levará à região o consagrado palestrista Altemir Farinhas, que tem em seu portfolio clientes como Itaipu, Copel, Sebrae e Sescoop.

Conhecimento - Segundo o presidente da Uniprime Oeste, médico Hirofumi Uyeda, a promoção integra  um projeto  que busca oferecer conhecimento e ferramentas de apoio à educação financeira do quadro associado. Todos os cooperados são convidados, mas para acessar o auditório, será necessária a apresentação de ingressos que devem ser retirados antecipadamente, em qualquer uma das agências Uniprime Oeste. “Altemir Farinhas consegue tratar o tema, que normalmente é árido, de uma forma alegre, descontraída e sua metodologia agrada a todos os públicos”, observa Hirofumi Uyeda.

Local e horário- Em Cascavel, a palestra acontecerá às 19h30 do dia 16 de julho, no auditório do Conselho Regional de Medicina, com acesso mediante apresentação de ingresso. Em Foz, o encontro inicia às 20h do dia 17, nas dependências do Hotel Viale. (Imprensa Uniprime Oeste do Paraná)

PRIMATO I: Cooperativa Agroindustrial completa 17 anos

primato I 16 07 2014Em 15 de julho de 1997, na cidade de Toledo (PR), foi fundada a Cooperlac – Cooperativa dos Produtores de Suínos e Leite do Oeste do Paraná, com 29 cooperados fundadores. Em 2009, alterou a sua marca para Primato Cooperativa Agroindustrial, adotando um novo contexto, de agregação de valor à produção. Atualmente, ela conta com 2.236 cooperados, 620 colaboradores e 21 unidades de negócio, dentre elas: sete agropecuárias, 4 supermercados, 2 restaurantes, indústria de alimentos para animais que produz 8 mil toneladas/mês, transportes, suínos, leite e serviços veterinários. Atua em mais de trinta e dois municípios do Estado do Paraná. A Primato é uma das proprietárias da Frimesa, para a qual produz 182 mil suínos/ano e 22.320.000 litros de leite/ ano.

Faturamento - No ano de 2013, a cooperativa somou R$ 211 milhões de faturamento com resultado líquido de R$ 9,2 milhões. Para 2014, está planejado o faturamento de R$ 256 milhões, buscando um resultado líquido de R$ 12 milhões. Para 2015, a ideia é implantar uma unidade de recebimento de grãos, com valor de investimento de aproximadamente R$ 15 milhões. Dentre as 72 cooperativas do Estado do Paraná que atuam no ramo agropecuário, já é a 23ª cooperativa em faturamento.

Compromisso - “Por tudo isso, completar 17 anos significa selar mais um compromisso, o de ser instrumento de organização econômica e social em prol do desenvolvimento. Transformar relações de consumo em momentos de prazer é a nossa missão. E esta somente será efetiva se mantivermos a nossa base, o nosso berço. Nossos valores são: integridade, excelência e simplicidade com agilidade”, afirma o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter.

Felicidade - Ainda de acordo com ele, este momento proporciona muita felicidade pois a cooperativa, ao longo dos seus 17 anos, vem mantendo um crescimento sustentável e constante, baseado na união de pessoas em torno de uma proposta democrática de prestação de serviços de assistência técnica, com o intuito de fomentar a produção de suínos e bovinos de leite e corte, dos cooperados e produtores, tornando-os líderes de produtividade e qualidade, estimulando o desenvolvimento econômico e social, integrado ao meio ambiente.

Arrecadação - Com base na Auditoria Fiscal Tributária do município de Toledo, a Primato Cooperativa Agroindustrial está como a quinta maior em arrecadação do valor adicionado, contribuindo com um retorno de aproximadamente R$ 2 milhões de arrecadações da receita na quota parte do ICMS de Toledo. “Somos uma cooperativa humilde, que pensa globalmente, agindo localmente. Trabalhadora, esforçada, gosta de novos desafios, tem no seu slogan o “Todo dia mais”. Constituída com base no associativismo e cooperação, a Primato tem a sua história marcada pela união e conjugação de esforços conjunto entre dirigentes, cooperados, colaboradores e comunidade, que fazem dela uma cooperativa consolidada e estruturada para atender as necessidades dos cooperados e da população de Toledo e região. Assim, os resultados conquistados ao longo da sua trajetória demonstram o crescimento constante, o qual permite a cooperativa mais um momento importante em sua história, completar 17 anos”, completa o presidente da cooperativa. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Primato)   

 

PRIMATO II: Câmara de Vereadores de Toledo concede Moção de Aplausos

primato II 16 07 2014A Primato Cooperativa Agroindustrial recebeu, na segunda-feira (14/07), na 24ª Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores de Toledo, uma Moção de Aplausos pelos 17 anos da cooperativa. O requerimento foi feito pelo vereador Edinaldo Santos, salientando que essa homenagem foi realizada devido ao grande papel econômico e social que a Cooperativa Primato vem desenvolvendo em Toledo.

Apresentação - O presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, usou a tribuna para apresentar o trabalho exercido pela cooperativa e agradeceu a homenagem realizada. “Em nome da Primato, agradeço pelo momento de hoje. A cooperativa é constituída com base no associativismo e cooperação, tem a sua história marcada pela união e conjugação de esforços conjunto entre dirigentes, cooperados, colaboradores e comunidade, que fazem dela uma cooperativa consolidada e estruturada para atender as necessidades dos cooperados e da população de Toledo e região”, afirmou Welter.  (Imprensa Primato)

 

COCAMAR: Cooperativa é uma das apoiadoras do Congresso da Abag

cocamar 16 07 2014A 13ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio, a ser promovida no dia 4 de agosto, em São Paulo, pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), conta com a Cocamar Cooperativa Agroindustrial entre as suas principais apoiadoras. A cooperativa mantém estreito relacionamento com a Abag e o presidente do seu Conselho de Administração, Luiz Lourenço, faz parte da diretoria da entidade.

Presidenciáveis - Durante o Congresso, um dos temas será um documento, denominado Agronegócio Brasileiro 2014-2022 – Proposta de Plano de Ação aos Presidenciáveis. Elaborada por um grupo de técnicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e coordenada pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, a proposta está baseada em cinco princípios: sustentabilidade da produção, competitividade, produção orientada para os mercados, segurança jurídica e governança institucional.

Detalhes - Alguns dos princípios contidos na proposta detalham necessidades ligadas à maior oferta de crédito e financiamento para investimento e capital de giro; desenvolvimento de mecanismos de seguro contra quebra de produção e queda acentuada de preços; uma atuação mais agressiva na celebração de acordos comerciais; desoneração tributária e ampliação da malha de infraestrutura de transporte e logística.

Segurança jurídica- O estudo da FGV preconiza também maior segurança jurídica, capaz de garantir o direito de propriedade privada e, em decorrência, criar um ambiente favorável a investimentos e incentivar o empreendedorismo. Traduzido em ações, isso significa simplificar e aplicar a legislação agrária, ambiental e trabalhista, com base em critérios técnicos, condizentes com as características do agronegócio.

Painel - Todas essas questões serão debatidas no painel denominado Agronegócios e os Presidenciáveis, contendo o posicionamento virtual, em vídeo, dos três principais candidatos à Presidência melhor cotados nas pesquisas eleitorais. O moderador desse painel será o jornalista William Waack, assim como a coordenação feita pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV-GVAgro,  contando ainda com as presenças de representantes dos três candidatos melhor posicionados nas pesquisas eleitorais.

Destaques - Homenagens serão prestadas durante o Congresso a personalidades que contribuem diretamente para conquistas do setor, por meio dos prêmios Norman Borlaug e Ney Bittencourt de Araújo. O primeiro será concedido este ano ao presidente do Conselho da Agroceres, Urbano Campos Ribeiral; e o segundo para João Paulo Koslovski, presidente do Sistema Ocepar – Organização das Cooperativas do Paraná. Em 2012, a Cocamar promoveu em Maringá (PR) um Fórum Nacional da Abag, em que cerca de 700 produtores e especialistas debateram o tema “Integração lavoura, pecuária e floresta”. (Imprensa Cocamar)

 

AGRÁRIA: Incêndio em sistema de transporte de cereais causa apenas danos materiais

Em nota à imprensa veiculada na manhã desta quarta-feira (16/07), a Cooperativa Agrária Agroindustrial informa o registro de um incêndio localizado, ocorrido em um dos sistemas de transporte de cereais da Unidade Vitória, em Entre Rios, distrito de Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná, na noite desta terça-feira (15/07). Houve apenas danos materiais. Ninguém se feriu. O fogo foi prontamente controlado pela equipe da Brigada de Emergência da própria Agrária, em conjunto com o Corpo de Bombeiros. As causas do incidente, bem como a dimensão dos danos, ainda serão apuradas. Informações adicionais serão repassadas oportunamente. (Imprensa Agrária)

COPAGRIL: Seminário de Produtores de Suínos traz informação e reconhecimento

A Copagril reuniu, na tarde desta terça-feira (15/07), cerca de 500 pessoas para o Seminário Anual de Produtores de Suínos. O evento, realizado no pavilhão da Igreja Martin Luther, em Marechal Cândido Rondon, contou com associados, funcionários de granja, familiares, estudantes e pesquisadores da área.

Crescimento - Na abertura do seminário, o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, ressaltou o crescimento da suinocultura praticada em integração com a cooperativa, que passou de 8 mil para mais de 24 mil matrizes em oito anos. Atualmente, 63 associados possuem Unidades Produtoras de Leitões (UPLs), 25 possuem crechários e outros 224 têm o sistema de terminação, completando o ciclo de produção. No final do mês de junho, o rebanho de suínos da Copagril somava exatamente 301.888 animais.

Exigências - Este crescimento, segundo o presidente, exige muita responsabilidade, dedicação e planejamento por parte dos suinocultores. “As tendências para a atividade são investimento em automação e melhorias nas instalações, propiciando resultados ainda melhores e um aumento de produtividade nas propriedades”, afirmou.

Potencial de expansão- Chapla declarou, ainda, que a atividade tem sido bastante lucrativa, com potencial para se expandir. A meta, para este ano, é ser responsável por 34,87% dos abates de suínos realizados pela Frimesa, gerando um faturamento de R$ 205 milhões. Segundo o presidente, o objetivo é que em dez anos a produção de suínos da Copagril dobre, alcançando a marca de 40 mil matrizes. “Investir na industrialização fez com que alcançássemos o sucesso nas atividades pecuárias, isto que trouxe estabilidade para nossos associados”, afirmou.

Palestrantes- Como sempre é feito nos seminários da Copagril, foram convidados palestrantes para tratarem de assuntos pertinentes ao atual momento da produção suína na região. A médica veterinária Daiane Donin, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), falou sobre a Diarreia Epidêmica de Suínos (PED), um problema que ainda não chegou aos rebanhos brasileiros, mas tem causado estrago em outros países. Somente nos Estados Unidos, por exemplo, causou a morte de 7 milhões de leitões. “A doença é facilmente transmitida entre os rebanhos e causa prejuízos enormes. Precisamos nos esforçar para manter a PED longe do país e nos dedicar na prevenção”, explicou Daiane.

Manejo - Depois dela, foi a vez do veterinário Geraldo Camilo Alberton, também da UFPR, falar sobre “Práticas de manejo que melhoram o desempenho zootécnico e financeiro da granja”. Ele destacou alguns aspectos que fazem a diferença nos resultados da produção, como controle de doenças de casco para melhorar a fertilidade das matrizes, a realização correta do vazio sanitário, limpeza de equipamentos e baias, observação do desenvolvimento de leitões e a valorização dos funcionários que trabalham na granja.

Informação e novidades- Os seminários realizados pela Copagril têm como objetivo principal levar informação, novidades e conhecimento aos associados, como forma de otimizar a produção pecuária. Isto é feito, também, através da premiação dos produtores de destaque de cada período. Neste ano, foram avaliados os melhores índices dos últimos doze meses. Confira as categorias e os associados premiados.

TERMINAÇÃO

Menor % de mortalidade: Vilmar João Marschal, da linha Barigui, em Pato Bragado, com 0,76%

Melhor conversão alimentar: Genésio Backes, da linha Divisa, em Entre Rios do Oeste, com 3,015

CRECHÁRIO

Menor % de mortalidade: Lucia Catarina Kempfer Schiller, de Novo Três Passos, em Marechal Cândido Rondon, com 0,99%

Melhor conversão alimentar: Daiane Schumacher Schwarzer, da linha Marreco, em Margarida, com 1,390

UPLs

Maior produtividade: Verner Miguel Horn, da linha Glória, em São Roque, com 30,43 leitões desmamados/porca/ano

Maior preso médio ao desmame: Alfonso Maier, da linha São Cristóvão, em Margarida, com 7,888 kg/leitão

(Imprensa Copagril)

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COPACOL: Grupos femininos participam de palestra motivacional

Começou a ser realizado nesta terça-feira (15/07), em Cafelândia,  um ciclo de palestras com o professor Lievore. Nesta terça-feira (15/07), as mulheres dos grupos da sede, de Central Santa Cruz e Jotaesse participaram do evento, na Aercol. O objetivo da palestra foi focar a motivação.

Valorização - “Tratamos sobre a valorização das pessoas, essas mulheres são mães, esposas, donas de casa, ajudam na propriedade e muitas vezes elas acabam esquecendo que são mulheres que tem que cuidar também de si mesmas. Além do que, também  trouxe a questão de que um mundo melhor começa com você, e ter a visão também da importância do cooperativismo, na vida delas e de suas famílias”, explicou o professor.

Reflexão - Iracema Felizetti de Cafelândia esteve participando da palestra. “Achei a palestra maravilhosa, gostei muito, podemos refletir mais sobre nossas ações e a vida e vamos com outro ânimo para casa. É muito importante estas ações, com o grupo feminino a gente se encontra, participa de diversas atividades”, disse.

Crescimento - Sandra Cristina Müller de Central Santa Cruz também não perdeu o evento. “O grupo nos proporciona muito crescimento, nossa qualidade de vida melhorou muito, a palestra de hoje foi maravilhosa, não esperava sair de casa e participar de algo espetacular, obrigada Copacol por essa oportunidade. Vamos ter agora muitos momentos de reflexão, foram muitas coisas bonitas transmitidas hoje”, explicou.

Aprendizado - Ruth Amaral dos Santos, de Jotaesse, gostou do evento. “Há 10 anos faço parte do grupo feminino e sempre aprendi muita coisa, como a palestra de hoje, que nos motivou bastante trazendo questão da valorização da mulher, da cooperativa sendo que iremos levar tanto para a vida com a família quanto para o grupo”, contou. (Imprensa Copacol)

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AGENDA PARLAMENTAR: Projeto ligado ao turismo deverá ser analisado na Câmara

agenda parlamentar 16 07 2014Nesta semana, a Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados poderá analisar o Projeto de Lei 4.030/2008, que dispõe sobre a atividade de turismo e incentivos para o desenvolvimento do setor. Além disso, o Sistema OCB apoia o parecer do relator, deputado Roberto Santiago (SP), que também traz benefícios para o ramo transporte ao incluir as cooperativas de táxi entre as transportadoras turísticas. A matéria consta na pauta desta quarta-feira (16/07), às 10h.

Senado Federal- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal poderá debater o Projeto de Lei do Senado (PLS) 637/2007, relativo ao Ramo Transporte, que direciona os recursos dos filiados a cooperativas de transportadores ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). A OCB apoia iniciativa do autor, hoje governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, tendo em vista que o projeto, quando aprovado, permitirá que a contribuição seja revertida em ações de formação, desenvolvimento e promoção social do transportador, no âmbito das próprias cooperativas. (Blog OCB no Congresso)

Para acessar a Agenda da Semana completa, clique aqui.

 

EXAME: Vinhos da Aurora estão entre os melhores do mundo, divulga revista

exame 16 07 2014A revista Exame desta semana divulgou o ranking dos 100 melhores vinhos do mundo, segundo pesquisa realizada pela Associação Mundial de Jornalistas e Escritores de Vinhos e Licores (WAWWJ). Ano passado, apenas um vinho nacional representava o Brasil nos destaques recomendados. Na lista atual constam três bebidas brasileiras.

Na lista - As bebidas nacionais ranqueadas foram o Aurora Espumante Moscatel (56º lugar), o Aurora Reserva Merlot 2011 (65º), ambos da vinícola Aurora, e o Garibaldi Espumante Moscatel (97º), da Cooperativa Vinícola Garibaldi, único vinho brasileiro também presente no ranking anterior.

Melhor do mundo - A revista afirma que, segundo a lista, o melhor do mundo é champanhe Charles Heidsieck Blanc des Millénaires 1995, da francesa Vranken Pommery Monopole Heidsieck. Em segundo lugar, aparece um vinho malbec argentino: Zemlia Himno Malbec Bicentenario 2010, da Bodega Zemlia de Las Casuarinas.

Terceira posição- A Exame também noticia que a terceira posição é ocupada pelo syrah australiano Taylors St Andrews Shiraz Clare Valley 2010 , da Taylors/Wakefield Wines Pty. A Austrália é o país com mais vinhos no ranking: são 23 rótulos.

Resultados - Segundo a publicação, o Ranking Mundial de Vinhos é elaborado com base nos resultados de concursos nacionais e analisa as Sociedades Vitivinícolas e os vinhos de cada país. As pontuações variam de acordo com a importância relativa do concurso e a posição de cada rótulo dentro deles.

Avaliação - Neste ano, foram avaliados mais de 650 mil vinhos de todo o mundo. As bebidas são degustadas às cegas por pessoas de todo o mundo, como enólogos ou especialistas, jornalistas, importadores e consumidores qualificados de mais de 120 países. (Informe OCB, com informações da Revista Exame)

 

SISTEMA OCERGS: Educação cooperativista é o tema do 8º Festival O Rio Grande Canta

sistema ocergs 16 07 2014O Sistema Ocergs/Sescoop/RS promove a oitava edição do Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo. Em 2014, ele será realizado em três etapas e irá percorrer os municípios de Augusto Pestana, Bagé e Ibiraiaras, local onde ocorre a etapa final, no dia 28 de novembro. Serão aceitas inscrições de obras musicais que retratem o tema: “Sescoop/RS – Educação cooperativista para um mundo melhor”.

Inscrições - A comissão avaliadora irá selecionar 20 obras para serem apresentadas nas duas etapas classificatórias do Festival, que serão divulgadas no site www.sescooprs.coop.br, no dia 27 de agosto. As inscrições devem ser remetidas para um dos seguintes locais: Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF), na Avenida Borges de Medeiros, 1501, sala 10, térreo, no Centro Administrativo do Estado – Porto Alegre/RS, CEP: 90119- 900; ou para a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB/RS), na Rua Vasco Alves, 235 - Porto Alegre/RS, CEP: 90010-410.

O 8º Festival O Rio Grande Canta o Cooperativismo será realizado em duas etapas classificatórias e uma final, sendo que cada etapa terá início às 20h30. As inscrições podem ser feitas até o dia 1° de agosto.

Mais informações- Para mais informações sobre o Festival e as inscriçõesclique aqui

(Com informações do Sistema Ocergs-Sescoop/RS)

Programação:

Primeira classificatória na cidade de Augusto Pestana, dia 17 de outubro

Local: Salão da Comunidade Evangélica Santo André

Endereço: Rua José Norbert, 1309

Show de encerramento: Os Serranos

 

Segunda classificatória na cidade de Bagé, dia 7 de novembro Local: Ginásio Presidente Médici (Militão)

Endereço: Avenida General Mallet, 700

Show de encerramento: Os Fagundes

 

Etapa final na cidade de Ibiraiaras, dia 28 de novembro

Local: Centro Esportivo Municipal Leomar Barea

Endereço: Rua Maximino Sgarbossa, 150

Show de encerramento: César Oliveira e Rogério Melo

 

MEIO AMBIENTE: Área de Proteção da Escarpa Devoniana tem mapa atualizado

meio ambiente 16 07 2014O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e o Instituto de Terras Cartografias e Geociência (ITCG) divulgaram o mapa atualizado da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana, que cruza 12 municípios do Estado, do Sul ao Norte Pioneiro. A nova base cartográfica foi apresentada aos membros do Conselho Gestor da APA e auxiliará na gestão das atividades que podem ser desenvolvidas dentro dos limites da área de proteção e no seu entorno.

Memorial descritivo- O mapa foi desenvolvido pelos com base no memorial descritivo do decreto de criação da APA, de 1992. Na época, foi feito um mapa genérico, sem informações precisas, que vinha sendo utilizado desde então como base para o desenvolvimento das atividades dentro da área.

Parâmetros - Com o novo documento será possível definir parâmetros para novas atividades que não interferem na conservação socioambiental nos limites da área. “O produtor poderá ter certeza se está dentro ou fora da APA. Com isso, teremos a possibilidade de estabelecer novas políticas públicas para a conservação e o desenvolvimento da região”, explicou a presidente do Conselho Gestor e engenheira agrônoma do IAP, Margit Hauer.

Desenvolvimento sustentável- Para o diretor de Biodiversidade e Áreas de Protegidas do IAP, Guilherme Vasconcellos, com a atualização do mapa os municípios também poderão melhorar suas políticas públicas a fim de explorar o desenvolvimento sustentável. “Além de nos auxiliar na revisão do plano de manejo da APA, esse novo mapa pode ajudar os municípios a desenvolver atividades e políticas públicas com o objetivo de valorizar e fomentar atividades que unem conservação ambiental e produção”, explicou.

APA - Criada há mais de 20 anos, a Aérea de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana divide o primeiro e segundo planaltos do Estado. São mais de 392 mil hectares que cruzam o Estado do Sul ao Norte Pioneiro.

Municípios - A Escarpa Devoniana passa por 12 municípios paranaenses – Lapa, Campo Largo, Balsa Nova, Porto Amazonas, Palmeira, Ponta Grossa, Castro, Carambeí, Tibagi, Piraí do Sul, Jaguaraíva e Sengés. A área tem mais de 400 milhões de anos, com a formação de vales e cânions, entre eles o do Guartelá, que dá nome ao Parque Estadual nos Campos Gerais.

Conservação – A Área de Proteção Ambiental é uma categoria de unidade de conservação que permite o desenvolvimento de atividades agropecuárias, desde que respeitando o plano de manejo e a legislação. Cabe ao Conselho Gestor, em conjunto com o IAP, orientar os produtores rurais nesse sentido. Esse trabalho, aliado ao Plano de Manejo, trará benefícios para a conservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável da região. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Portos do PR fecham semestre com alta de 7% na movimentação de cargas

infraestrutura 16 07 2014Os Portos de Paranaguá e Antonina fecharam o primeiro semestre de 2014 com 23,4 milhões de toneladas movimentadas. O volume é 7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Entre os destaques, a soja segue liderando a alta de movimentação: foram 6,1 milhões de toneladas exportadas do produto no primeiro semestre, o que representou um aumento de 39% em relação aos seis primeiros meses de 2013.

Farelo de soja- Outro produto que registrou alta significativa foi o farelo de soja, que atingiu 2,7 milhões de toneladas exportadas, uma alta de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

Grãos e veículos- A movimentação de grãos pelo Corredor de Exportação gerou a chegada de 210,5 mil caminhões ao pátio de Triagem no primeiro semestre. A quantidade de veículos é 10% superior à registrada no mesmo período do ano passado.

Importados - Entre os importados, o destaque mais uma vez fica com os fertilizantes, que totalizaram 4,8 milhões de toneladas movimentadas – uma alta de 5% em relação a 2013.

Antonina – Do total movimentado pela Appa, 1,5 milhão de toneladas é relativo à movimentação do Porto de Antonina no primeiro semestre de 2014, que em junho alcançou a marca de um milhão de toneladas movimentadas. No ano passado, neste mesmo período, o porto havia movimentado pouco mais de 780 mil toneladas de produto.

Melhorias - As melhorias logísticas – principalmente com a dragagem do canal de acesso a Antonina – propiciaram que o Porto atingisse esta marca. Antonina tem trabalhado como um porto complementar ao porto de Paranaguá, movimentando, sobretudo, fertilizantes. (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Indústria fraca derruba projeção de exportações

O mau desempenho da indústria contaminou as expectativas para as exportações deste ano. A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) rebaixou nesta terça-feira (15/07) sua projeção para as vendas brasileiras ao exterior, agora estimadas em US$ 228,2 bilhões, o que representa uma queda de 5,8% em relação ao valor exportado em 2013.

Manufaturados - “Os responsáveis pela redução das exportações são os produtos manufaturados, com destaque negativo para plataformas de petróleo [que, mesmo sendo usadas no Brasil, são contabilizadas como exportações] e vendas para a Argentina, especialmente no setor automobilístico”, informou a AEB.

Queda - A entidade prevê que o faturamento com as exportações de industrializados vai cair 11,5% neste ano, enquanto a receita dos produtos básicos – minério de ferro, soja, petróleo e outros – deve aumentar apenas 0,4%.

Importações - A lentidão da atividade econômica levou a associação a reduzir também a previsão para as importações. A nova expectativa é de que o país importe US$ 227,6 bilhões neste ano, 5% menos que no ano passado. Como resultado, a balança comercial deve terminar o ano com um saldo positivo de cerca de US$ 600 milhões.

Categorias - Segundo a AEB, a queda nas compras de importados abrange todas as categorias de produtos e reflete a redução do consumo e dos investimentos no Brasil, “mesmo com a atual taxa de câmbio representando fator de estímulo à importação”.

Dólar - Nos últimos meses, o dólar tem se mantido na casa dos R$ 2,20, o que, para muitos economistas, é resultado das intervenções diárias do Banco Central no mercado de câmbio, que teriam o pretexto – não assumido pela instituição – de deixar a taxa em um nível que não provoque mais inflação.

Avanço - A estimativa de bancos e consultorias é de que o dólar avance para R$ 2,39 até o fim do ano, segundo as expectativas compiladas pelo boletim Focus, do BC. Mas, segundo a AEB, “qualquer que seja a taxa cambial vigente no segundo semestre, não haverá impacto sobre as exportações ou importações, que estão mais sujeitas a fatores econômicos”.

Pessimismo - As primeiras projeções da AEB para 2014, divulgadas em dezembro do ano passado, já indicavam uma retração nas operações de comércio exterior, mas os resultados do primeiro semestre aprofundaram o pessimismo. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, de janeiro a junho as exportações brasileiras caíram 3% e as importações, 4% em relação a igual período de 2013. O saldo da balança ficou negativo em US$ 2,5 bilhões. (Gazeta do Povo)

info industria 160714

BRICS I: Banco de Desenvolvimento terá sede em Xangai e presidente indiano

brics I 16 07 2014A sede do Novo Banco de Desenvolvimento do Brics (grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) será em Xangai, na China, e a primeira presidência do órgão será de um representante da Índia. O anúncio foi feito nesta terça-feira (15/07) pela presidenta Dilma Rousseff após se reunir com os chefes de Estado dos países que compõem o bloco, em Fortaleza.

Capital inicial- O capital inicial autorizado do banco será US$ 100 bilhões e o capital subscrito do banco será US$ 50 bilhões, igualmente distribuídos entre os cinco países que integram o Brics. O primeiro escritório regional do banco será na África do Sul, a primeira direção da equipe de governadores será da Rússia e a primeira direção da equipe de diretores será do Brasil. A presidência do banco será rotativa entre os integrantes do bloco.

Alternativa - “O banco representa uma alternativa para as necessidades de financiamento de infraestrutura nos países em desenvolvimento, compreendendo e compensando a insuficiência de crédito das principais instituições financeiras internacionais”, disse Dilma.

Acordo - O acordo sobre o Novo Banco de Desenvolvimento e o tratado para estabelecer o Arranjo Contingente de Reservas do Brics foram assinados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, os ministros das Finanças da Índia e da África do Sul e pelo presidente do Banco Popular da China e do Banco Central da Rússia. O presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, compareceu ao evento na segunda-feira (14/07), mas nesta terça retornou a Brasília para reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Memorando de entendimento- Também foi assinado durante o evento um memorando de entendimento para cooperação entre agências seguradoras de crédito a exportação do Brics e um acordo para cooperação sobre inovação entre bancos de desenvolvimento dos cinco países. (Agência Brasil)

 

BRICS II: Países defendem mudanças no Fundo Monetário Internacional

Os representantes dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) defenderam a implementação de reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI), para modernizar a estrutura de governança do órgão e refletir melhor o peso das economias emergentes. Na Declaração de Fortaleza, documento resultante da 6ª Cúpula do Brics, realizada nesta terça-feira (15/07) em Fortaleza, os cinco países cobraram a revisão geral das cotas do FMI, sem atrasos.

Reforma de cotas- Após a reunião, a presidenta Dilma Rousseff também defendeu a reforma das cotas, com o cumprimento dos acordos firmados pelo G20, que previam a reforma do FMI e do Banco Mundial. Segundo ela, as modificações nas cotas poderiam garantir que essas entidades refletissem o real poder das economias emergentes.

Necessidades - A presidenta destacou que a criação do Novo Banco de Desenvolvimento, que irá financiar projetos dos países do Brics, não é uma resposta à falta de reforma do FMI. “É uma resposta às nossas necessidades. Acredito que, mesmo com a criação do banco do Brics, fica ainda colocada na pauta a mudança das cotas, que é importante para dar sustentação e legitimidade a uma instituição multilateral, que é o Fundo Monetário”, disse.

Conselho de Segurança da ONU- Outro tema abordado pelos líderes do Brics na declaração final do evento é a necessidade de reforma no Conselho de Segurança da ONU, para torná-lo mais representativo, eficaz e eficiente. “China e Rússia reiteram a importância que atribuem ao status e papel de Brasil, Índia e África do Sul em assuntos internacionais e apoiam sua aspiração de desempenhar um papel maior nas Nações Unidas”, diz o documento.

Representatividade - Sobre esse assunto, a presidenta Dilma ressaltou que a resolução de conflitos regionais evidencia a necessidade de o Conselho de Segurança ser um órgão de maior representatividade. “Nós afirmamos a paz, a necessidade de priorizar o diálogo como forma de garantir a resolução de conflitos e consideramos que o melhor padrão é primeiros seguir as regras das Nações Unidas, respeitar o direito internacional e agir dentro desse marco.” (Agência Brasil)

ESTUDO: Acordo tributário beneficiaria Brasil e EUA

A relação entre Brasil e Estados Unidos tem um enorme potencial e grande complementaridade no comércio exterior, havendo uma oportunidade importante de ganhos para os dois lados com um acordo tributário bilateral, segundo estudo a ser divulgado nesta quarta-feira (16/07) pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês). Um tratado como esse seria um avanço na direção de um arranjo mais institucionalizado, não vulnerável a mudanças de governo ou de vontade política, diz Carl Meacham, diretor do Programa para as Américas do CSIS e autor do trabalho. Representaria um passo além dos diálogos estratégicos entre governos e entre empresas hoje existentes, em áreas como energia e aviação.

Benefícios - "Um tratado tributário oferece isenções de impostos ou alíquotas tributárias reduzidas que eliminam bitributação de renda, o que atualmente é um desincentivo para empresas de alta tecnologia dos EUA estabelecerem uma presença mais forte no Brasil e vice-versa", diz o estudo, chamado "Identidade Econômica do Brasil - Motivações e Expectativas". Para o CSIS, um compromisso para reduzir os impostos promoveria o investimento externo, incentivaria pequenas e médias empresas a investir no exterior e também aprofundaria as parcerias e transferências tecnológicas e de inovação enfatizadas na agenda de desenvolvimento brasileiro.

Otimismo - Meacham vê com otimismo as perspectivas para o relacionamento entre os dois países, mesmo com desentendimentos recentes, como os causados pelas revelações de que a presidente Dilma Rousseff foi espionada pela Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês). Para ele, o Brasil mostra vontade para restaurar a relação, enquanto os EUA encaram o Brasil não mais como um mercado opcional - é um ator global sério, com quem é importante ter um bom e sólido relacionamento.

Passos concretos- Para Meacham, porém, os dois países terão que dar passos concretos para reconstruir a confiança. Uma possibilidade seria um encontro entre os dois presidentes em Camp David, a residência de campo dos mandatários americanos, localizada em Maryland. Segundo ele, é o local tradicionalmente usado para abrandar relações presidenciais e construir a confiança, num cenário mais íntimo. A questão da NSA, porém, seria apenas um dos assuntos serem tratados, diz Meacham. De acordo com ele, há também temas comerciais e políticos, relacionados também à posição brasileira em conflitos internacionais, como em relação à anexação da Crimeia pela Rússia - o governo americano criticou o que viu como omissão do Brasil sobre esse tema.

Adiamento - As revelações sobre as atividades da NSA levaram Dilma a adiar uma visita de Estado marcada para outubro do ano passado. Nos últimos meses, porém, o clima entre os dois países tem melhorado - em junho, ela recebeu em Brasília o vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

Agenda de desenvolvimento- Na visão do CSIS, o Brasil é motivado, no campo econômico, por sua agenda de desenvolvimento. "O país busca ganhos concretos em tecnologia e inovação que possam melhorar a sua competitividade", afirma o estudo, para o qual a importância para o sucesso das últimas duas décadas de políticas domésticas, envolvendo estabilidade de preços e estímulos econômicos direcionados, leva o país a evitar relações que possam limitar essas opções de medidas internas. "Em vez de extensivos acordos bilaterais de comércio, o Brasil opera dentro das restrições definidas há muito tempo pelo envolvimento no Mercosul e na Organização Mundial do Comércio."

Parcerias flexíveis- Nesse cenário, o país busca parcerias flexíveis, como a com os Brics (além do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e em maior medida na relação com os próprios EUA, diz o CSIS. No caso do relacionamento com os EUA, Meacham considera importante dar um passo para um arranjo mais institucionalizado, citando o tratado tributário como uma medida nessa direção. Seria uma política de Estado, o que a deixaria invulnerável a mudanças de governo.

Estrela ascendente- Meacham vê o Brasil como uma "estrela ascendente no Hemisfério Ocidental". Com uma visão de médio prazo, é um país com quem faz todo sentido os EUA terem uma relação mais sólida, dado o seu papel global mais importante e as perspectivas favoráveis para a economia. Há desafios importantes, como os relacionados à infraestrutura e educação, mas o potencial é grande, segundo ele, que vê o país decolando. Para que isso se concretize, um ponto fundamental é garantir a diversificação da economia, evitando uma concentração excessiva em recursos naturais.

Oportunidade - Nesse quadro, a relação com os EUA é uma oportunidade importante, diz Meacham, para quem o país oferece um mercado enorme para a produção brasileira de bens mais sofisticados. O tamanho do mercado americano, com um PIB de US$ 16 trilhões e um PIB per capita de mais de US$ 51 mil, oferece uma escala de lucratividade totalmente diferente de qualquer outro do mundo", diz o estudo. "Os EUA são, e vão continuar a ser, uma grande prioridade para o Brasil." (Valor Econômico)

CHINA: PIB chinês avança 7,5% no 2º trimestre e cresce 7,4% no semestre

O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 7,5% no segundo trimestre, ante o mesmo período do ano anterior, levemente acima da expansão registrada nos três primeiros meses do ano, de 7,4%. O desempenho melhor foi associado, em parte, às medidas de estímulo do governo para lidar com a desaceleração da atividade.

Projeção - Alguns economistas previam um crescimento de 7,4% entre abril e junho, perante um ano antes. Nos seis primeiros meses de 2014, a economia chinesa avançou 7,4%, conforme o Departamento Nacional de Estatísticas do país. 

Bom momento- "A economia chinesa mostrou um bom momento de crescimento moderado e estável no primeiro semestre", comentou o porta-voz do organismo, Sheng Laiyun. Ele destacou ainda a situação do emprego na China, com mais de 7 milhões de novos postos criados nos seis primeiros meses do ano.

Foco - Sheng observou, contudo, que se deve manter em foco que o "ambiente econômico doméstico e internacional ainda é complicado" e que a economia chinesa enfrenta uma série de desafios, sem especificar quais. Avisou que Pequim vai continuar a aprofundar as reformas e ajustar a estrutura econômica, entre outros pontos. (Dow Jones Newswires / Valor Econômico)

ZONA DO EURO: Superávit comercial fica em 15,4 bi de euros em maio

A balança comercial da zona do euro foi superavitária em 15,4 bilhões de euros em maio, o mesmo montante registrado um mês antes, mas superior ao do quinto mês de 2013, de 14,6 bilhões de euros. Em maio, as exportações somaram 159,7 bilhões de euros e as importações, 144,4 bilhões de euros. Em mesmo intervalo do ano passado, essas cifras eram 159,4 bilhões de euros e 144,8 bilhões de euros respectivamente. Em abril de 2014, as vendas externas se situaram em 159,4 bilhões de euros e as compras, em 143,9 bilhões de euros.

União Europeia- No caso da União Europeia, o superávit comercial foi de 600 milhões de euros em maio, ante 15 bilhões de euros um ano antes. Em abril deste ano, o saldo positivo correspondeu a 1 bilhão de euros. As exportações do bloco europeu ficaram em 140,7 bilhões de euros em maio e as importações, em 140,1 bilhões de euros. No mês anterior, estavam em 138,9 bilhões de euros e em 137,9 bilhões de euros, nesta ordem. Em maio de 2013, as vendas externas somaram 155 bilhões de euros e as compras, 140 bilhões de euros.

Ajustes - Com ajuste sazonal, as exportações cresceram 0,6% na zona do euro entre abril e maio e em 0,5% na União Europeia. As importações, por sua vez, subiram 0,5% na primeira região e 1,4% na segunda. Os dados foram apresentados pela agência de estatísticas Eurostat. (Valor Econômico)


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