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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 3385 | 17 de Julho de 2014

G7: Lideranças do PR participam de audiência com ministros do Planejamento e Transporte

1G7 Audiencia Mirian Belchior 17 07 2014Lideranças do G7, grupo formado por entidades representativas do setor produtivo paranaense, estão em Brasília (DF), nesta quinta-feira (17/07), para participar de audiências com Mirian Belchior, ministra do Planejamento, e Paulo Sérgio Oliveira Passos, ministro dos Transportes. Na oportunidade, estão sendo apresentadas as demandas do Paraná ligadas à área de infraestrutura, com o objetivo de que elas sejam incluídas entre as prioridades do governo federal. A reunião com Miriam Belchior ocorreu no final da manhã e com Sérgio Passos será às 15h30. Estão presentes nos encontros, os presidentes do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, que também é coordenador do G7; da Fiep,  Edson Campagnolo; da Faciap, Rainer Zielasko; da Fecomércio, Darci Piana; o vice-presidente da ACP, José Eduardo de Moraes Sarmento, e o diretor financeiro da Faep, João Luiz Biscaia. A senadora Gleisi Hoffmann acompanha o grupo.  

SESCOOP/PR: Fórum reúne cem agentes de DH e DA em Cornélio Procópio

Cercad de 100 profissionais que atuam como agentes de Desenvolvimento Humano (DH) e de Desenvolvimento e Autogestão (DA) de cooperativas paranaenses estão participando, nesta quinta e sexta-feira (17 e 18/07), de um Fórum promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). O evento acontece em Cornélio Procópio, reunindo representantes de 33 cooperativas, e foi aberto pelos gerentes de DH, Leonardo Boesche, e de Autogestão, Gerson José Lauermann. Na ocasião, eles destacaram o crescimento do cooperativismo do estado, algo em torno de 20% somente no último ano, bem como o papel dos agentes de desenvolvimento e a importância de reunir esses profissionais para discutir as melhores práticas adotadas nas cooperativas e compartilhá-las.

Palestra - Após a abertura do evento, a professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV),  Fátima Toledo, ministrou a palestra “Indicadores, Estratégia e Desenvolvimento”. Em sua apresentação,  Fátima abordou temas gerais desde a estratégia das cooperativas até a importância de medir indicadores dentro das cooperativas. Citando conceitos importantes, a professora também usou em palestra frases de impacto, entre as quais, “a de que não se pode administrar o que não se pode medir”. Também destacou a importância de utilizar os indicadores com referenciais, ou seja, adotar as práticas de “benchmark” e de como deve ser adotada a metodologia referencial.

Painel- Na sequência, foi realizado um painel com a apresentação cases de cooperativas, coordenado pelos gerentes de DH e DA. Participaram como painelistas Valdeci de Oliveira (Copacol), Odinei Bocchese (Sicredi Vale do Piquiri), Walter Ribas (Batavo) e Fabiane Piojjeti (Unimed Londrina). Os cases apresentados tiveram como foco a gestão por indicadores e como melhorar resultado das cooperativas através desse modelo de gestão.

Programação – Seguindo a programação, na tarde desta quinta-feira, o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará uma apresentação sobre o Comitê de Aprovação de Projetos do Sescoop/PR e seu modelo de operação. Depois, os agentes participarão de oficinas específicas referentes as suas atividades. Serão quatro oficinas: Indicadores de RH, conduzida pelo Coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto; Projeção de Balanços, conduzida pelo Analista Econômico e Financeiro, Devair Antônio Mem; Programas Sociais, conduzida pela Analista de Desenvolvimento Humano, Fabianne Ratzke; e Desenvolvimento Humano, conduzida pelo Analista de Desenvolvimento Humano, Marcelo Martins.

Sescoop Nacional – Nesta sexta, o Fórum prosseguirá com a participação do Sescoop Nacional.  A gerente de Promoção Social, Maria Eugênia Ruiz, apresentará para as cooperativas do Paraná a campanha de solidariedade “Dia C” e também o programa “Felicidade Interna do Cooperativismo FIC”.{vsig}noticias/2014/07/17/sescoop/{/vsig}

MEIO AMBIENTE: Profissionais da Unicampo são orientados sobre o CAR

car 17 07 2014Orientações sobre o novo Código Florestal Brasileiro e sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR) foram repassadas pelo assessor de meio ambiente do Sistema Ocepar, Sílvio Krinski, a 50 cooperados da Unicampo. O treinamento aconteceu na sede do Sebrae, em Maringá, noroeste do Paraná, das 9h às 16h. Na oportunidade, os participantes também simularam a utilização do Sistema de Cadastro Ambiental Rural – Sicar. “Nosso objetivo foi capacitá-los para que tenham condições de realizar a prestação de serviços aos agricultores. O preenchimento do CAR é fácil e simples, pois o sistema é autodeclaratório. Mas o que faz a diferença na qualidade do serviço é o conhecimento que o técnico possui sobre as regras do Código Florestal Brasileiro, que possibilitará maior assertividade na declaração das informações”, disse Krinski.

CAR - Criado pela Lei Federal 12.651/2012, o CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, que tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal, florestas e remanescentes de vegetação nativa, Áreas de Uso Restrito e áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do país. Foi regulamentado pelo governo federal no dia 6 de maio, por meio da Instrução Normativa nº 2, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente. A partir de então, começou a vigorar o prazo de um ano para que os agricultores façam o cadastramento de suas propriedades.

A Unicampo- A Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Agronomia (Unicampo) foi fundada em 1992, em Maringá. Composta por profissionais como engenheiros agrônomos, médicos veterinários, zootecnistas, técnicos agrícola e em agropecuária, presta serviços autônomos para variados clientes, desenvolvendo trabalhos em diversas áreas, em especial agronomia. 

VISITA: Presidente da Coamo fala sobre a expectativa em relação à safra 2014/15

Iniciada oficialmente no dia 1º de julho, a safra 2014/15 de grãos deve ser boa em termos de volume mas com incertezas em relação aos preços, na avaliação do presidente da Cooperativa Coamo, José Aroldo Gallassini. Ele falou sobre o assunto durante visita à sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, na tarde desta quarta-feira (16/07). Acompanhado de Antônio Sérgio Gabriel, superintendente administrativo financeiro da Coamo, Gallassini foi recebido pelo presidente João Paulo Koslovski e pelo superintendente José Roberto Ricken.

Grande safra- “Deveremos ter uma grande safra e é importante produzir bem porque os custos são elevados. Por outro lado, temos que ter uma política do governo, de preços mínimos que cubram os custos, e também apoio na exportação. Dessa forma, não teremos grandes problemas e vamos produzir bem e cada vez mais. Esse é o objetivo do produtor. Procurar buscar novas tecnologias, aumentar as produtividades e isso tem ocorrido no Brasil. O setor agrícola tem sido o esteio da economia brasileira, com grande representatividade na participação do PIB nacional, e nós esperamos que ele continue com essa função”, afirmou Gallassini.

Milho safrinha- O presidente da Coamo acredita que os agricultores terão um resultado bastante positivo com o milho segunda safra, mais conhecido como milho safrinha. “Nós gostaríamos de chamá-la de segunda safra, mas não pega. É milho safrinha mesmo, apesar de ser muito maior que o da primeira safra, de verão. As lavouras estão em fase de colheita e acredito que deverá render uma grande safra. Pena que temos um excedente grande de milho e, nesse último ano, as exportações para outros países não estão no mesmo volume, como registrado no ano passado, por exemplo. Isso faz com que o excedente pressione o preço”, disse.

Cotações internacionais– Da mesma forma, as cotações dos grãos estão caindo no mercado internacional. “Há um tempo atrás, a soja, por exemplo, chegou  de  US$ 17  a US$ 18 por bushel de 27,3 quilos. Depois, foi caindo e, agora, nos últimos meses, tem ficado entre  US$ 10 e US$ 11. É uma situação preocupante”, ressaltou. Ele lembra que isso ocorre por influência das projeções de safra. “Há uma previsão da safra norte-americana chegar a cerca de 104 milhões de toneladas de soja. Nunca os Estados Unidos produziram tanto. Na última safra, foram cerca de 89,5 milhões de toneladas. No Brasil, foram produzidas 87,5 milhões de toneladas de soja na safra passada e a previsão é chegar até 91 milhões de toneladas nesta safra. São safras grandes que fazem com que os preços baixem na Bolsa de Chicago”, afirma. Ele destaca ainda que, embora esteja transcorrendo muito bem, ainda é preciso aguardar até setembro para que se confirmem os resultados da safra norte-americana. “Há muita coisa ainda pela frente. Hoje temos uma expectativa um pouco pessimista quanto aos preços, mas amanhã tudo pode ser diferente”, destaca.

Trigo – Em relação ao trigo, a expectativa de produção também é boa, de acordo com o presidente da Coamo. “Aumentou bastante a área de plantio. Agora, estamos com parte das lavouras na fase de enchimento dos grãos. Mais para o sul, o trigo é plantado mais tarde. O que preocupa um pouco foi a ocorrência de algumas doenças como brusone e giberela, devido ao clima. Houve uma necessidade maior de tratamento. As lavouras plantadas mais tarde ainda não tiveram problemas maiores com doenças. Em termos de volumes, não há como fazer uma projeção porque o trigo é uma lavoura de risco e é bom falar depois. Mas deve ser bem maior que do ano passado, já que deu uma geada que matou 70% do cereal. Se tudo correr bem, deveremos receber na Coamo umas 12 milhões de sacas. Porém, temos que aguardar devido à ocorrência de doenças e há ainda um ciclo todo para correr, principalmente na região sul”, disse.

Soja - Devido ao grande volume da safrinha, muitos produtores deverão reduzir o cultivo do milho na safra de verão. “Em alguns lugares, existe a possibilidade de que o plantio deverá ser 50% menor. E essa área vai passar para soja, que terá sua área aumentada. Mas temos tudo ainda pela frente em relação à cultura, já que ela será vai ser plantada somente a partir do fim de setembro”, disse Gallassini. {vsig}noticias/2014/07/17/visita/{/vsig}

CASTROLANDA: Preparação para Agroleite 2014 está na reta final

castrolanda 17 07 2014Os preparativos da Castrolanda para o Agroleite 2014, que será realizado de 4 a 8 de agosto, em Castro, no Paraná, seguem intensos. Numa área de 70 mil m² já iniciaram as montagens para a grande feira do setor leiteiro nacional. Esta edição será marcada pela realização de grandes eventos – a 46ª Expohol (Exposição Nacional da Raça Holandesa) e a 33ª Exposição Nacional da Raça Jersey. Duas das tradicionais raças leiteiras do Agroleite. A expectativa é reunir cerca de 600 animais e atrair um público de 80 mil pessoas. Em negócios a feira deve movimentar cerca de R$ 52 milhões.

Expositores - Ao todo serão 170 expositores entre empresas de genética, nutrição, laboratórios, ferramentas, agentes financeiros, máquinas e implementos agrícolas. A abertura oficial que será realizada na manhã da segunda-feira (04/08) será marcada pela inauguração do Pavilhão Agroleite. Um espaço com capacidade para acomodar os animais, com área total de 7.000m² onde além do Agroleite deve atender diversos eventos como feira de máquinas, caminhões, carros, ovinos, feiras de indústria e comércio enfim, diversidades.

Cidade do Leite– Além do Pavilhão Agroleite, 11 casas da Vila Holandesa e da Praça Central serão inauguradas. As empresas Nutron, Sicredi, CRV Lagoa, Gea, Biogenesis Bagó e ABS vão inaugurar suas sedes na Praça Central da Cidade do Leite. Elas assinaram contrato com a Castrolanda pelos próximos 10 anos. Na Vila Holandesa as empresas Prado, DeLaval, Hipra, Vallee e Bayer ocupam os sobrados de 200m² do grande centro comercial do agronegócio que deve se tornar a Cidade do Leite. A cerimônia de inauguração será realizada no final da tarde da terça-feira (05/08) com atrações da cultura holandesa.

Investimentos - O lançamento dos investimentos no Parque Dario Macedo e área da Castrolanda anexa ao Parque é o que a Castrolanda dá o nome de “Cidade do Leite”. Este lançamento foi feito durante o Agroleite 2011 e a aceitação por parte das empresas foi imediata, no qual Castrolanda desenvolveu um projeto inovador que deve transformar a área anexa ao Parque de Exposições Dario Macedo na Cidade do Leite.  As obras iniciaram em 2012 e serão aplicadas em várias fases. A conclusão está prevista para o final de 2018. O valor do investimento deve ser de pouco mais de 15 milhões.

Patrocinadores - A Tetra Pak, Nestlé e a Nutron renovaram com a Castrolanda a cota máster como patrocinadores Diamante, investimento que garante a elas  larga vantagem na divulgação da marca. Pioneer, Leffers, Sicredi, MSD e Phibro são patrocinadores Ouro do Agroleite. Nos apoiadores Prata estão as empresas Atlântica, Select Sires, Grasp, Tortuga, Nutriphós, Alltech, Banco do Brasil, Nutreco, Agener, Lely, Agroceres, Total Mix, BRF, Embriosêmen, LFA e a Caixa.

Horário - A feira será realizada de segunda a sexta-feira das 8h às 22h. A opção de realizar o evento durante a semana atende a missão da feira: “gerar conhecimento e negócios”,  numa vasta programação com a realização dos julgamentos, leilão, torneio, fóruns, seminário internacional, dia de campo, eventos técnicos e outros.

Perfil dos visitantes da feira- Proprietários das principais fazendas leiteiras do país, focados em genética, produtores em geral, profissionais  dos diversos segmentos da cadeia leiteira - veterinários, engenheiros agrônomos, técnicos, pesquisadores, consultores, Governo e Associações e também público em geral que a cada dia estão mais interessados  em saber as formas de produção e a qualidade dos alimentos que consome, neste caso: o leite.

Agroleite - O Agroleite é um evento técnico voltado a todas as fases da cadeia do leite. Ele acontece todos os anos no mês de agosto na cidade de Castro (PR), capital nacional do leite, e busca, através de sua programação, apresentar o potencial de produção de leite da região. (Imprensa Castrolanda

LAR: Cooperjunior reúne 86 participantes

No dia 14 de julho, na Associação Recreativa Lar de Missal, ocorreu mais uma edição do Cooperjunior, evento voltado aos filhos e netos de associados de 11 a 14 anos. Oitenta e seis pré-adolescentes marcaram presença no local, público recorde para a Lar em Cooperjunior, graças ao convite realizado em cada unidade de atendimento do Oeste e empenho dos monitores do Cooperjovem. Um trabalho voltado a envolver essa faixa etária com os valores da Cooperativa, impulsionando o fortalecimento dos laços familiares, valorizando a terra, estimulando futuras lideranças e motivando a cooperação.

Parceria - As atividades foram realizadas em parceria da Lar e o Sescoop/PR e foram coordenadas pelo consultor João Carlos Oliveira. O palestrante contou com o apoio do facilitador Leonardo Camargo Soares da Cruz que é especialista em jogos corporais e bailarino. Atuaram também como monitores integrantes do Cooperjovem. “Os pré-adolescentes retornam para casa sabendo ‘eu faço parte de uma história’, é uma fase em que estão dispostos a aprender e aprender mais”, salientou João Carlos.

Atividades - O dia foi repleto de atividades variadas, trabalhando principalmente o tema respeito e a ideia de estar com o outro, trabalhar com o outro. O cooperativismo foi abordado de forma divertida para cativar os pré-adolescentes e envolvê-los ao máximo com músicas, danças e dinâmicas criativas que instigaram os grupos a pensarem e debaterem entre si. Os participantes listaram como dificuldades a timidez, a vergonha e o medo do novo, típicos para essa idade. Mas também enxergaram os pontos positivos de aprender com o outro, colaborar e estar disponível no Cooperjunior para crescer como indivíduo. (Imprensa Lar){vsig}noticias/2014/07/17/lar/{/vsig}

SICOOB: Jovens concluem curso Aprender a Empreender

sicoob 17 07 2014Após duas semanas de aulas todas as tardes, 24 jovens concluíram o curso Aprender a Empreender, promovido no Paraná em parceria entre a Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), o Instituto Sicoob e o Sebrae. O encerramento teve atividade final e entrega de certificados na última sexta-feira (11/07).

Cultura empreendedora- A proposta do treinamento, destinado a jovens a partir de 14 anos, é disseminar a cultura empreendedora, desenvolver atitudes, habilidades e conhecimentos básicos sobre empreendedorismo e conceitos de gestão empresarial.

Aproveitamento - Os facilitadores Zuleide Oliveira Azevedo Basseto e Airton Bagli avaliam que o aproveitamento dos participantes foi excelente. Segundo eles, após algumas aulas o grupo se adaptou à metodologia e o aprendizado fluiu muito bem. “A maioria dos jovens são filhos de associados da Acit e cooperado do Sicoob e nos surpreendemos com o conhecimento que demonstraram ter sobre a empresa da família. Depois dos primeiros dias, eles ficaram mais à vontade, participaram ativamente e tiveram um ótimo desempenho”, explica.

Aprendizado - Airton destaca que o papel foi “facilitar” o aprendizado. “Fomos os facilitadores, demos os caminhos para o aprendizado e eles realizaram muito bem as atividades propostas, se doaram e foi um sucesso. Para nós é positivo, pois também conseguimos cumprir nosso propósito”, completou.

Crescimento pessoal - Juliane Pereira da Silva, 17 anos, cursa o primeiro ano de Matemática Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Para ela, o curso representou um grande crescimento. “Durante o curso percebi que muita coisa que aprendi se encaixava para aplicar na empresa em que trabalhei, para evoluir. Tivemos conhecimentos do que é empreender, não que seja para abrir um negócio próprio, mas ter a atitude de ir atrás, pesquisar e agir. Além disso, sempre fui muito tímida, mas criei coragem de falar, de explicar o conteúdo aprendido e me ajudou muito”, comenta.

Conselho - A jovem também se interessou pelo trabalho do Conselho do Jovem do Empreendedor, apresentado aos participantes do curso por dois integrantes do conselho. “Me interessei em participar, porque achei muito bom o trabalho que eles fazem.”

Ação pró-ativa- Eduardo Andreola Zardo, 22, acadêmico de Administração na UTFPR, também avaliou positivamente o treinamento. “Estimula uma atitude pró-ativa, não só de ficar ouvindo conceitos, mas somos motivados a mostrar o que aprendemos, o entendimento de tudo. Tem um método muito bom, prático, que ensina todos os passos para abrir uma empresa”, destaca.

Reforço - Ronaldo Luiz Jank, 20, é acadêmico do último ano do curso de Produção Industrial, na Fasul, e trabalha com negócio próprio de gravação e corte de chapas a laser. Segundo ele, o treinamento foi proveitoso. “Muito interessante, prático, faz realmente a gente aprender, explicar, falar para os demais colegas e isso desenvolve nossos conhecimentos e enriquece muito. Além disso, foi ótimo para reforçar muitas coisas que acabamos esquecendo, como plano de negócios, estratégias de marketing, atendimento ao cliente, passos primordiais para a empresa se manter no negócio”, salienta.

Iniciativa - Na entrega dos certificados, o empresário Marcos Sanchez, ex-presidente da Acit e conselheiro do Sicoob, destacou a importância da iniciativa, que propaga a filosofia associativista e cooperativista. “A intenção é despertar para o trabalho cooperativo, de promoção das pessoas, e despertar os jovens para que olhem de forma diferente para a carreira profissional ou negócios da família.” (Assessoria de Imprensa da Acit

CONAFE: Congresso nacional de feijão começa na terça, em Londrina

conafe 17 07 2014Debates sobre sistemas de produção, ameaças de doenças e pragas, custos de produção, preço mínimo, mecanização, armazenagem e tecnologias disponíveis para a produção e sustentabilidade da cultura estão no foco do 11º Congresso Nacional de Pesquisa do Feijão (Conafe), que acontece de 22 a 24 deste mês, no Centro de Eventos e Exposições de Londrina (PR).

Cadeia produtiva- Toda a cadeia produtiva da cultura estará contemplada em conferências, palestras e painéis que reunirão especialistas de renome nacional e internacional. Estão sendo esperados 600 participantes. A promoção é do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar).

Desafios - Os desafios da cultura do feijão são diversificados e exigem empenho de pesquisadores e de políticas governamentais. Agricultores do Paraná, maior produtor brasileiro, por exemplo, nesta safra reivindicam medidas para reduzir a superoferta do produto, que provoca queda nos preços recebidos. Doenças como mofo branco, mosaico dourado e pragas como Helicoverpa armígera também representam riscos à cultura. Esses temas serão tratados no decorrer do evento, ao lado de outras importantes questões, objetos de pesquisa em várias instituições do Brasil e Exterior.

Sustentabilidade - Sustentabilidade estará no centro das discussões, que começam no dia 22, às 9h30, com a palestra “A sustentabilidade dos sistemas agrícolas: uma perspectiva internacional”, a ser proferida por Wilson Hugo. Diretor de Produção e Proteção de Plantas e de Políticas de Sustentabilidade para a África da FAO (órgão das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), Hugo vai traçar um panorama sobre como a questão é tratada pelos diversos países, a partir de dados coletados nos próprios países.

Dados - O representante da FAO também vai mostrar dados sobre evolução da produção agrícola, área por habitante, emissão de gases, uso de produtos fitossanitários e evolução da produção mundial de grãos.

Manejo de doenças- O painel destinado a discussões sobre “Manejo de doenças nos sistemas produtivos” irá reunir especialistas no dia 23, a partir das 8h30. O pesquisador Luis Del Rio, da North Dakota State University, vai falar sobre o “mofo branco”, importante doença que ameaça lavouras de feijão e soja. Ele vai abordar a epidemiologia, fatores ambientais que afetam o desenvolvimento de doenças, gestão da doença por meio de agentes de controle biológico e químico, além de modelos de previsão.

Podridão, mosca e mosaico- O pesquisador Trazilbo José de Paula Júnior, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), falará sobre “Podridões radiculares” e Valdir Atsushi Yuki, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), encerra o painel com o tema “Mosca branca e mosaico dourado”.

Agronegócio - Especialistas também vão fornecer subsídios para a importante discussão sobre o “Agronegócio do feijão”. Temas recorrentes no setor como preço mínimo, custo de produção, safra e oferta do produto estarão no foco do painel programado para o dia 23, a partir das 10h45. Flávio Breseghello e Alcido Elenor Wander, da Embrapa Arroz e Feijão falam sobre o “Panorama mundial do feijão”. Marcelo Eduardo Luders, da Correpar Corretora de Mercadorias, aborda o “Cenário nacional e novas oportunidades de mercado”.

Outros temas– O 11º Conafe terá programação extensa. No primeiro dia, após a palestra inaugural, a partir das 10h45, haverá a conferência “O solo como componente dos sistemas produtivos”, a ser proferida por Ciro Rosolem, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). O tema “Cenário atual e perspectivas em FBN (Fixação Biológica de Nitrogênio) em feijão” será abordado na sequência por Tsai Siu Mui, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP).

Inovações tecnológicas- À tarde, a partir das 14 horas, está programado o painel “Inovações tecnológicas para o aumento da rentabilidade da cultura do feijão”. O assunto será abordado em três palestras: “O feijão na integração lavoura-pecuária”, com o pesquisador Sérgio José Alves (Iapar), “Ferti-irrigação da cultura do feijão” com Durval Dourado Neto, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), e “Agricultura de precisão e produção sustentável”, com Daniel Marçal de Queiroz, da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

Mecanização - Às 16h15, haverá a palestra “Eficiência no uso de tecnologias para a mecanização da cultura do feijão”, com Afonso Peche Filho, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que será seguida de debate. O dia termina com a sessão de pôsteres.

Continuidade - No dia 23, após os painéis sobre “Manejo de doenças” e “Agronegócio do feijão”, as discussões prosseguem com “Desafios à sustentabilidade da cultura do feijão”. O tema será abordado a partir das 14 horas, pelo pesquisador Geraldo Papa, da Unesp, que fala sobre “Manejo e controle da helicoverpa armigera no feijão”. Agostinho Didonet, da Embrapa Arroz e Feijão, fala sobre “Agroecologia na cadeia produtiva do feijão”. A terceira palestra do painel é “Produção Integrada sustentável: ferramenta para agregação de valor”, que será proferida por Adilson Reinaldo Kososky, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Herbicidas - O dia termina com a palestra “Herbicidas na cultura do feijão: Manejo da resistência de plantas daninhas e da fitotoxicidade na cultura”, com Pedro Jacob Cristofoletti, da Esalq, seguida de debate. Haverá ainda a sessão pôsteres.

Sementes - No dia 24, quinta-feira, a partir das 8h30, haverá o painel “Panorama e perspectivas para a produção de sementes de feijão no Brasil”, abordado em três palestras. A primeira, a cargo de José Roberto de Menezes, da Terra Alta Agropecuária, é “Principais limitações na produção e comercialização”. José da Cruz Machado, da Universidade Federal de Lavras (Ufla), falará sobre a “Importância da qualidade sanitária”. O tema “Inovações tecnológicas para a produção de sementes de feijão” será tratado por Alisson Fernando Chiorato, do IAC.

Genética e biotecnologia- “Melhoramento genético e biotecnologia” é o tema do painel programado para as 10h45. Boodo Raatz, do Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat), falará sobre “Seleção genômica em espécies alimentícias: Situação atual e Perspectivas”. James Kelly, da Michigan State University, tratará de “Estratégias de melhoramento frente às demandas atuais e futuras”.

Alimetno funcional- O período da tarde será destinado a duas palestras, com início às 14 horas. Nerineia Dalfollo, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), falará sobre “O feijão como alimento funcional”. Antonio Luiz Fancelli, da Esalq, vai abordar o tema “Identificando e superando limites para a produtividade do feijão”.

Câmara Setorial- O Conafe também vai sediar a 27ª Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Cadeia produtiva do Feijão, que será realizada no dia 22, a partir das 14 horas.

Congresso – O Conafe é realizado no Brasil a cada três anos. O primeiro evento para a discussão de temas relacionados à pesquisa do feijão aconteceu em Campinas (SP), em agosto de 1971, e foi denominado 1º Simpósio Brasileiro de Feijão. Em 1982, Goiânia (GO) sediou a 1ª Reunião Nacional de Pesquisa de Feijão (Renafe). Londrina recebeu a quarta edição, em 1993. A partir da sétima edição, em 2002, em Viçosa (MG), o evento passou a ser chamado de Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão.

Apoio - O evento tem apoio do Londrina Convention & Visitors Bureau, Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro), Basf, Miac Máquinas Agrícolas, Selegrãos, Bayer, Syngenta e Laboratório Farroupilha.

Mais - Mais informações podem ser obtidas no endereço www.conafe2014.com.br. (Assessoria de Imprensa do Iapar)

Serviço:

11º Congresso Nacional de Pesquisa de Feijão.

Data: 22 a 24 de julho.

Local: Centro de Eventos e Exposições de Londrina (rodovia Mabio Gonçalves Palhano, 3333). 

EMBRAPA: Reunião debate prioridades para pesquisa e transferência de tecnologias

A inteligência estratégica definindo os rumos da agropecuária brasileira é o tema da palestra do presidente da Embrapa, Maurício Lopes, na abertura da XXXIV Reunião de Pesquisa de Soja, que será realizada nos dias 14 e 15 de agosto, em Londrina (PR). A Reunião de Pesquisa de Soja, a ser realizada e promovida pela Embrapa Soja (Londrina-PR), é o principal fórum de pesquisa para a análise do complexo agropecuário da soja e tem caráter estritamente técnico. Participam da reunião, pesquisadores, técnicos da extensão rural, profissionais do agronegócio da soja, professores e produtores.

Objetivo - O objetivo do evento é congregar os diferentes participantes da cadeia produtiva da soja para debater os principais avanços e os problemas ocorridos na última safra de soja, além de subsidiar as definições de prioridades de pesquisa e de transferência de tecnologias. As inscrições com desconto para o público interessado em participar da XXXIV Reunião de Pesquisa de Soja terminam na próxima segunda-feira, dia 21 de julho.

Site - A programação completa, inscrições e outras informações no site do evento: www.cnpso.embrapa.br/rps. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

Período de inscrição                             Valor

Até 21 de julho de 2014                    R$ 550,00

A partir de 22 de julho de 2014          R$ 650,00

SUÍNOS: Atualizações em Inseminação Artificial Intrauterina são debatidas em Chapecó

sbss 17 07 2014Implementada gradativamente em granjas suínas há cerca de dez anos, a inseminação artificial intrauterina é atualmente uma realidade na maioria dos sistemas de produção de leitões no país. Para atualizar os profissionais brasileiros sobre as novidades da técnica, o especialista em reprodução de suínos Paulo Eduardo Bennemann abordará sobre o tema em palestra no VII Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), que ocorre entre os dias 5 a 7 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó, SC.

Participantes - Considerado um dos mais importantes eventos técnicos da suinocultura brasileira, o SBSS vai reunir cerca de mil veterinários, zootecnistas e profissionais para debater os principais desafios do setor. O evento é realizado no coração da produção e exportação do país pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, com programação técnica focada nas demandas das agroindústrias e temais pontuais.

Atualização - O pesquisador e professor da Unoesc vai apresentar as atualizações da técnica, dados obtidos a campo e as perspectivas futuras do seu desenvolvimento.

Inscrições - As inscrições podem ser feitas no site www.nucleovet.com.br, com preço especial para quem comprar com antecedência. Profissionais e estudante pagam R$ 290 e R$200, respectivamente, até o dia 11 de julho. Durante o evento, os valores passam para R$ 370 e R$ 260. Universidades com mais de vinte estudantes terão valor diferenciado.

Programação qualificada - Serão três dias de troca de conhecimento, tecnologia e bons negócios com palestrantes brasileiros e internacionais que são referências no setor. Uma das enfermidades mais desafiadoras para o setor, o Vírus da Diarreia Epidêmica dos Suínos (PEDv) será discutido no painel de abertura do Simpósio, com a participação de especialistas em virologia e dinâmica da enfermidade. O professor Amauri Alfieri abordará a “Etiologia do PEDv”. Já Daniel Linhares discute sobre “PEDv - Origem, formas de disseminação regional e medidas de prevenção e controle” e a conceituada especialista Janice Zanella encerra com “Risco Brasil, recados finais”. Temas relacionados à perda de competitividade da agroindústria brasileira e sanidade animal também estarão em debate.

Logística - Na quarta-feira, Celso Cappellaro, gerente de operações da Aurora, aborda a "Logística e seu impacto na suinocultura brasileira". "Fatores que influenciam a qualidade do sêmen de reprodutores suínos" será apresentado por Daiane Donin, da UFPR Palotina, e "Estresse oxidativo em fêmeas suínas hiperprolíficas", pelo PhD e especialista em nutrição animal, Alysson Saraiva, da UFV.

Aditivos - O segundo dia conta a palestra sobre “Aditivos Alternativos e restrição à utilização de antibióticos na suinocultura”, com o médico veterinário Christophe Paulus, e “Antibióticoterapia na suinocultura”, com Everson Zotti.

Problemas locomotores- O professor Geraldo Alberton falará sobre os “Impactos dos problemas locomotores nas matrizes”, o médico veterinário PhD em epidemiologia, Eduardo Fano, traz “Abordagem Sistemática para o Entendimento e Controle das Doenças Respiratórias”, seguido pelo Marcelo Almeida, que encerra o simpósio com “Complexo Respiratório”.

Feira - Paralelo às palestras, será realizada a VI PIG FAIR, feira de produtos e serviços para a suinocultura com participação de empresas brasileiras e multinacionais que trazem soluções e tecnologias em equipamentos, diagnóstico, sanidade, nutrição e manejo. (Assessoria de Imprensa do evento

MAPA: Normativa padroniza procedimentos de exportação de animais vivos

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16/07) a Instrução Normativa nº 24/2014. A IN apresenta os procedimentos operacionais a serem adotados nas exportações de animais vivos, com o objetivo de copilar e padronizar as ações que já eram executadas nas superintendências e serviços de vigilância agropecuária (SVAs).

Certificado - A exportação será autorizada mediante emissão de Certificado Zoossanitário Internacional (CZI). A emissão do CZI será feita nas seguintes unidades: Serviço de Saúde Animal - SSA/DDA/SFA; Serviço de Inspeção e Saúde Animal SISA/DDA/SFA; Serviço de Fiscalização, Inspeção e Saúde Animal - Sifisa/DDA/SFA; Unidade Técnica Regional de Agricultura UTRA/SFA; Serviço de Vigilância Agropecuária - SVA/DDA/SFA e Unidade de Vigilância Agropecuária - Uvagro/DDA/SFA. (Mapa

Confira aqui a Instrução Normativa nº 24

Paraná: Regulamentada a empresa pública que irá gerir os portos

appa 17 07 2014Acaba de ser publicado o decreto estadual número 11.562, que regulamenta a Administração dos Portos Paranaenses (Appa) como empresa pública que passa a gerir os terminais do Estado. O Decreto marca a segunda etapa da implantação da nova empresa. A lei estadual número 17.895/2014, que transformou os portos paranaenses de autarquia para empresa pública, foi sancionada no início deste ano e estabeleceu prazo de seis meses para regulamentação do estatuto da empresa gestora.

Apta - O decreto já contém o estatuto de Administração dos Portos Paranaenses. Agora, a empresa está apta para começar a trabalhar na criação do Conselho de Administração, que irá gerir a nova empresa. Também será criada uma diretoria de meio ambiente, para atender de maneira apropriada todos os temas relativos à legislação ambiental dos portos.

Transição - “A transição de autarquia para empresa pública é um processo tranquilo e que não trará mudanças operacionais”, explica o superintendente dos portos do Paraná, Luiz Henrique Dividino. “Trata-se de uma mudança no caráter administrativo da empresa, que não trará impactos na atividade portuária”, diz ele.

Mudanças - A empresa pública será dirigida por dois órgãos: Conselho Administrativo e Diretoria Executiva. O corpo diretor irá submeter ao Conselho Administrativo e à Secretaria de Infraestrutura e Logística um plano de cargos e salários. Este plano será elaborado por uma empresa contratada, que irá montar o novo quadro funcional. Além disso, será traçado o perfil profissiográfico de cada função na empresa.

Extinção - O antigo quadro funcional entrará em extinção e deixará de existir em poucos anos (nenhuma função será reocupada). Os trabalhadores poderão optar por um Plano de Desligamento Incentivado (PDI), por permanecer onde estão ou, caso haja adequação jurídica, migrarem para o novo quadro. Novas contratações (via concurso público) só serão feitas dentro do novo quadro funcional.

Cargos em comissão- Cargos em comissão continuarão a existir na empresa pública, mas obedecendo às três situações previstas constitucionalmente: direção, chefia e assessoramento. Cargos de perfil técnico (como engenheiros e advogados) não poderão ser comissionados.

Histórico – A última lei que tratou da natureza jurídica da Appa é de 1971. A desatualização trouxe diversos problemas, entre eles as inúmeras ações trabalhistas. É que os funcionários da Appa, todos celetistas, estavam em desacordo com a lei, que determinava que fossem estatutários. Fora isso, as mudanças legais que retiraram os portos da operação, fizeram com que centenas de trabalhadores ficassem em desvio de função. O resultado foi que em 20 anos foram 11 mil ações, que oneraram os caixas da Appa em R$ 1,3 bilhão. (Agência de Notícias do Paraná

IMPACTO AMBIENTAL: Será lançado edital de estudo para faixa de infraestrutura no Litoral

Será aberto nesta quinta-feira (17/07) o edital de licitação para a elaboração do estudo de impacto ambiental da nova faixa de infraestrutura entre a PR 407 e Pontal do Sul, no Litoral do Estado. A faixa de infraestrutura vai orientar os futuros projetos executivos para a construção de rodovia duplicada, nova ferrovia entre Maracaju /Paranaguá/ Pontal do Paraná e das implantações das redes de elétrica e de gás, além de drenagem e saneamento.

Acesso - O edital pode ser retirado no site www.compras.pr.gov.br. Com a elaboração do relatório e a conclusão dos estudos, o DER fará audiências com a população local. Somente depois dessa etapa e da aprovação pelo Instituto ambiental do Paraná, o Estado começará o projeto executivo da nova rodovia duplicada e também da urbanização da atual rodovia PR-412.

Faixa de infraestrutura- A nova faixa de infraestrutura terá 23,2 quilômetros de comprimento, entre o entroncamento da PR 407 (Alexandra-Matinhos) e Ponta do Poço, em Pontal do Paraná. A faixa terá cerca de 220 metros de largura, ficando entre a área de proteção ambiental e o antigo canal da Suderhsa. Dentro da faixa, que protegerá também as áreas de preservação da mata atlântica da região litorânea, serão construídas a nova rodovia, um ramal ferroviário, gasoduto, rede elétrica, o canal de drenagem e redes de saneamento.

Rodovia - A nova rodovia será construída cerca de dois quilômetros antes do atual traçado da PR 412, que atualmente dá acessos aos balneários entre Praia de Leste e Pontal do Sul. A estrada será duplicada com quatro faixas e prevê a construção de quatro conectoras, que vão dar acesso aos balneários, evitando a entrada por Praia de Leste.

Remodelação - A atual rodovia será totalmente remodelada, tornando-se urbana. O projeto a ser elaborado prevê a restauração e duplicação da via existente, a implantação de vias marginais, em ambos os lados da rodovia para calçadas para pedestres e ciclistas nos locais onde ela atravessa os balneários.

Via paralela- A urbanização prevê ainda implantação de nova via paralela a PR 412, com aproximadamente 1.750 metros, saindo da PR 407, formando um binário. O projeto vai definir nova iluminação para esta rua e sinalização, além de readequação das redes de água, luz e concessionárias de telefonia e televisão. (Agência de Notícias do Paraná)

ECONOMIA: Copom mantém taxa Selic em 11% ao ano

economia 17 07-2014Pela segunda vez consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a taxa Selic, que representa os juros básicos da economia, em 11% ao ano. A decisão foi unânime, após reunião iniciada terça-feira (15/07) e terminada nesta quarta-feira (16/07). O Copom interrompeu a trajetória de alta da Selic em maio, quando segurou os juros neste patamar depois de nove aumentos consecutivos. A taxa Selic voltou ao nível de novembro de 2011, quando também estava em 11% ao ano.

Justificativa - O BC disse, em nota, que a manutenção dos juros considerou a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação. Segundo a assessoria do BC, a reunião desta quarta-feira começou às 17h10 e terminou às 20h05.

Inflação - A Selic é usada pelo BC para manter a inflação oficial na meta determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5% no ano, com tolerância de dois pontos percentuais, não podendo ultrapassar 6,5%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado em 12 meses está em 6,52% até junho. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras, divulgada pelo BC na última segunda-feira (14), o IPCA encerrará 2014 em 6,48%.

Efeito colateral- Apesar de ajudar a segurar a inflação, o aumento da taxa Selic prejudica o reaquecimento da economia, que cresceu 2,3% no ano passado. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos projetam alta de 1,05% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos no país) em 2014. A expectativa de crescimento econômico já foi reduzida algumas vezes este ano. (Agência Brasil

RELAÇÕES EXTERNAS: Governo quer mais aportes da China em infraestrutura

O governo brasileiro quer mais aportes chineses em projetos de infraestrutura nacional para aumentar as taxas de investimento e o crescimento da economia do Brasil. Em seminário com empresários chineses na Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (16/07), as autoridades brasileiras priorizaram a "venda" de projetos na área de transporte e logística para os parceiros asiáticos.

Barateamento - O discurso defende que é necessário baratear as exportações brasileiras como forma de garantir a segurança alimentar da China, que compra principalmente commodities do Brasil. "Precisamos elevar a um patamar superior as relações do Brasil com a China envolvendo diretamente uma parceria que diz respeito ao interesse de ambos os países", disse o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

BNDES - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, destacou que houve um aumento na taxa de investimento brasileira nos últimos anos e que está mais barato investir em bens de capital, mas ainda são necessários maiores aportes.

Nível insuficiente- "Esse é um nível ainda insuficiente para sustentar um crescimento acima de 4%, que é o que convém ao Brasil. Temos um desafio de subir a taxa de investimento brasileira", afirmou. Pelos dados do banco, o investimento no Brasil deve crescer cerca de 5% ao ano entre 2014 e 2017, atraindo R$ 1,9 trilhão no período. "É pouco, deveríamos ambicionar uma taxa de crescimento um pouco mais alta", afirmou. (Valor Econômico)

CÚPULA: Brasil aproxima Brics da Unasul com reunião de líderes em Brasília

internacional 17 07 2014Na reunião dos países dos Brics com chefes de Estado da América do Sul, quem ganhou maior protagonismo foi a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, que buscou ajuda do grupo na sua luta contra os fundos abutres. A presidente Dilma Rousseff, segundo fontes oficiais, declarou o seu apoio ao país vizinho e prometeu levar a questão ao encontro de líderes do G-20 na Austrália, em novembro. "Foi uma reunião excelente. A Argentina recebeu o apoio de todos os países em relação aos fundos abutres", afirmou Cristina na saída do encontro.

Fundos abutres- A presidente Argentina foi a Brasília disposta a projetar a sua posição contra os chamados fundos abutres, que ganharam na Justiça americana o direito de receber o valor integral dos títulos da dívida externa do país renegociada na década passada.

Discurso - De manhã, no hotel em que se hospedou, ela fez um discurso acusando-os de querer fazer uma "pilhagem" da Argentina. Mais tarde, no encontro com os Brics, voltou à carga, e o governo argentino postou na internet um vídeo com o pronunciamento antes mesmo de a reunião terminar. Na saída, ela expressou outra vez seu descontentamento.

Solidariedade - Líderes regionais se declararam solidários à Argentina. "É uma situação irracional, insólita, todos expressamos nosso apoio à Argentina", disse o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

Cúpula - Nesta quarta-feira (16/07), ocorreu o segundo dia da cúpula dos Brics, que reúne os líderes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Na véspera, em Fortaleza, o grupo discutiu uma agenda de seu interesse mais direto e tomou algumas medidas concretas, como a criação do banco dos Brics, oficialmente chamado Novo Banco de Desenvolvimento, e um acordo contingente de reservas, que disponibilizará linhas de socorro aos seus membros em casos de crises de balanço de pagamentos.

Instrumentos - Esses instrumentos não serão usados para ajudar a Argentina na sua crise atual. O banco dos Brics, explicou uma fonte do governo, não entrará em operação antes de 2016 e, numa primeira fase, atenderá apenas membros do próprio grupo.

Contato - O segundo dia de reunião, realizado nesta quarta em Brasilia, foi reservado para que chefes de Estado de países da América Latina tivessem contato com líderes dos Brics e vice-versa. Dilma decidiu reproduzir o modelo adotado no encontro anterior dos Brics, na África do Sul. Participaram os 12 países da América do Sul e cinco dos Brics, totalizando 16, já que o Brasil faz parte dos dois grupos.

Estreitamento de relações- Com a reunião, a China teve a oportunidade de firmar relações mais estreitas com a América do Sul como um grupo, dando um passo além de suas tratativas bilaterais. Para a Rússia, foi uma oportunidade de mostrar que não está completamente isolada no cenário internacional, num momento que sofre sanções da Europa e Estados Unidos devido à anexação da Crimeia, território pertencente à vizinha Ucrânia.

Atenção - Para o Brasil, segundo a avaliação de uma fonte oficial, o encontro possibilitou chamar a atenção para si e criar uma agenda positiva. Outros países da região usaram a oportunidade para abrir espaço na agenda de sócios dos Brics com mais força política e econômica, como China e Rússia.

Elogio - O presidente da Bolívia, Evo Morales, elogiou a criação do banco dos Brics. Afirmou que o mundo "necessitava de uma nova organização" para acabar com organismos como FMI e o Banco Mundial, que segundo ele, "chantageiam" outros governos. Já o presidente do Uruguai, José Mujica, ressalvou que o banco dos Brics nasce como um "bezerro" que ainda precisa comer muito antes de começar a dar leite. Ele disse que o banco só vai se concretizar entre 2016 e 2017.

Desdobramento - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que vai propor um desdobramento da reunião desta quinta-feira (17/07) na cúpula da Unasul, agendada para agosto, em Montevidéu. A ideia é reforçar a aproximação dos países sul-americanos com os Brics. "Estamos fazendo todo o esforço e colocando toda a vontade política para que Brics e Unasul caminhem juntos a partir de hoje, como dois blocos emergentes." (Valor Econômico

EUA: Economia norte-americana dá mais sinais de melhora

O Federal Reserve (Fed, banco central americano) disse nesta quarta-feira (16/07) que o crescimento econômico no país foi de modesto a moderado entre o fim de maio e o início de julho, enquanto os 12 distritos que monitora apresentaram gastos do consumidor mais fortes e expansão da indústria. Em um terço deles, as vendas de automóveis foram de "robusta a muito fortes".

Varejo - "As vendas no varejo cresceram modestamente na maioria dos distritos, com altas que foram geralmente similiar ao período anterior", disse o Fed em seu Livro Bege, documento mensal baseado em relatórios dos bancos de reserva regionais.

Produção industrial- Outro dado positivo para a economia americana foi que a produção industrial aumentou 0,2% em junho, após expansão de 0,5% um mês antes. Segundo o Fed, a produção subiu a uma taxa anualizada de 5,5% no segundo trimestre, o melhor desempenho desde 2010. Em relação ao sexto mês de 2013, a produção industrial americana registrou expansão de 4,3%.

Mercado imobiliário- O mercado imobiliário também trouxe boas notícias. A confiança entre os construtores de residências subiu mais que o esperado em julho. Ao passar de 49 para 53 pontos, o índice entrou no campo positivo, acima de 50. É o maior nível em seis meses do indicador medido pela associação nacional de construtores e o Wells Fargo. (Valor Econômico)

ARTIGO: Solidariedade entra em campo

artigo 17 07 2014*Márcio Lopes de Freitas

Sai a Copa do Mundo e entra em campo um time de voluntários do sistema cooperativista brasileiro. A competição internacional vai deixando lembranças e, independente do resultado, o Brasil deve ser visto como o grande vitorioso dessa Copa. Mostramos a face gentil e radiante dessa população na recepção e no trato sempre cortês para com os turistas de vários países. Está na alma do brasileiro o jeito carinhoso de cuidar do próximo.

Temos agora a oportunidade de marcar mais um golaço praticando a nossa solidariedade. Entra em campo o Dia de Cooperar, o “Dia C”, coordenado pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e com a colaboração e realização das unidades estaduais e suas cooperativas associadas.

O “Dia C” tem como proposta transformar ações isoladas realizadas por centenas de cooperativas brasileiras em um vigoroso movimento de solidariedade cooperativista, com ênfase no desenvolvimento social comunitário. Temos certeza que mais pessoas passarão a adotar o voluntariado como prática do cotidiano a partir dessa campanha. O “Dia C” é ainda um excelente momento para conhecer melhor os princípios cooperativas e as oportunidades que o sistema pode oferecer para a maioria da população como forma de desenvolvimento sustentável.

A proposta nasceu em 2009 no Sistema Ocemg (Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais). Desde 2013, a OCB vem ampliando essa campanha para todos os estados do país. De Norte a Sul do Brasil, as cooperativas já realizam diversas atividades voluntárias e no dia 6 de setembro uma grande comemoração vai unir todas elas.

Em 2014, o Sistema OCB quer ir mais longe e mostrar que a solidariedade está na alma da população brasileira. O “Dia C” vai beneficiar mais de 1,4 milhão de pessoas em 1.060 municípios. Para alcançar nossos objetivos, devemos reunir cerca de 200 mil voluntários em todo o Brasil. Mas um batalhão de solidariedade já está em campo promovendo uma série de ações, que estão contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população. São iniciativas que vão desde a doação de computadores para escolas; cadeiras de rodas para entidades beneficentes; alimentos para a população de baixa renda e sangue para hospitais, além de palestras de combate à violência e contra a exploração infantil.

Dos grandes centros aos rincões do país, o cooperativismo mostra a sua força e sua capacidade transformadora tanto para as comunidades beneficiadas quanto para as próprias cooperativas. É por meio desse contato mais próximo com a população que as nossas associadas ampliam a sua percepção da realidade local e têm a oportunidade de influir diretamente nos destinos da comunidade.

Para nós, o “Dia C” ressalta ainda o compromisso das cooperativas com o desenvolvimento socioeconômico do país. O movimento também reforça a essência da doutrina cooperativista, que busca a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e com equilíbrio das diversas forças sociais.

(*) Márcio Lopes de Freitas é presidente do Sistema OCB, composto pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop).O Sistema OCB representa e promove as cooperativas no Brasil. 


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