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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 2883 | 06 de Julho de 2012

DIA INTERNACIONAL I: 6º ITC será transmitido ao vivo pela internet

5ITC 613Cerca de 700 cooperativistas de todo o Paraná estarão reunidos neste sábado (07/07), em Curitiba, para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo. Será durante o 6º Intercâmbio Cultural entre Cooperativas (ITC), no Pequeno Auditório da Escola da Universidade Positivo, das 9h às 17h. O ITC também poderá ser acompanhado ao vivo por meio da internet. Basta acessar o portal www.paranacooperativo.coop.br. O usuário deverá preencher seus dados na tela que for exibida e clicar em “acessar” para desfrutar das atrações. Será ainda possível enviar mensagens durante a transmissão. Uma dica importante é não esquecer de desativar o bloqueador de pop-up do Internet Explorer.

Apresentações - Este ano a programação contempla cerca de 25 apresentações divididas em cinco as modalidades: música, teatro, arte circense, dança e poesia. Elas serão feitas por colaboradores, cooperados, familiares e demais pessoas ligadas às cooperativas. De acordo com os organizadores, a festa promete ser bem animada e com novidades em relação ao evento do ano passado.

Especial - Tradicionalmente realizado para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado na mesma data do evento, esta edição do ITC será ainda mais especial já que 2012 foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional das Cooperativas. Ele é organizado desde 2007 com o propósito de valorizar os talentos artísticos da comunidade cooperativista do Paraná, difundir a cultura da cooperação e fortalecer a intercooperação entre as cooperativas paranaenses. 

DIA INTERNACIONAL II: Senado realiza sessão solene para comemorar a data

ano internacional II senado 06 07 2012SmallEm comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, que é celebrado mundialmente no primeiro sábado de julho, será realizada nesta sexta-feira (06/07), às 14h, uma sessão solene no Congresso Nacional, no Plenário do Senado,  aberta ao público. No evento, que conta com a participação do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, será apresentado às autoridades presentes o selo em homenagem ao cooperativismo.

Selo - O selo, que foi lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) durante a Rio+20, faz parte das ações do ministério em comemoração pelo Ano Internacional do Cooperativismo, como 2012 foi decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo é chamar atenção do público urbano para o significado do cooperativismo e associativismo e a importância deles para a agricultura. O superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participa da solenidade no Senado. (Com informações do Mapa)

DIA INTERNACIONAL III: Instituto Emater homenageia cooperativas

A diretoria do Instituto Emater enviou uma mensagem parabenizando todos os dirigentes, colaboradores e associados do Sistema Ocepar pela passagem do Dia Internacional do Cooperativismo. “A cooperação é a porta para o desenvolvimento econômico e social”, afirmam os diretores da entidade.

Emater

SISTEMA OCEPAR: Diretores vão analisar proposta de evento para presidentes

12032012 reuniao diretoriasmallSerá realizada, na próxima segunda-feira (09/07), na sede da Ocepar, em Curitiba, a 16ª reunião ordinária da diretoria da entidade, referente à gestão 2011/2015.  Entre os assuntos em pauta estão a avaliação do Plano Agrícola e Pecuário 2012/13, anunciado pelo governo federal no mês passado, contemplando pleitos apresentados pelo setor cooperativista, e a proposta de realização de evento exclusivo para presidentes. 

FÓRUM DE MERCADO: Evento reúne 100 participantes em Maringá

O Fórum de Mercado das Cooperativas 2012, promovido pelo Sistema Ocepar e Sescoop/PR, teve sua primeira etapa nesta sexta-feira (06/07) em Maringá, na sede da Cocamar, com três palestras que reuniram cerca de 100 participantes, entre os quais representantes de diversas cooperativas da região. Wilson Vaz de Araújo, diretor do Departamento de Economia do Ministério da Agricultura do Abastecimento (Mapa), fez uma apresentação do Plano Agrícola e Pecuário lançado no último dia 28; Paulo Molinari, analista da Safras & Mercado, abordou as perspectivas de mercado para soja, milho e trigo na safra 2012/13; e Luiz Cláudio Caffagni, gerente de serviços em commodities da BM&FBovespa, destacou a importância de os produtores conhecerem melhor as oportunidades oferecidas pelo mercado futuro. Ao iniciar o evento, o gerente comercial da Cocamar, Antonio Sérgio Bris, fez uma saudação em nome da diretoria da cooperativa, a qual participa de um ciclo de reuniões com os cooperados na região. O gerente técnico e econômico da Ocepar, Flávio Turra, e o analista Robson Mafioletti também participam do Fórum.

Plano - O representante do Mapa relacionou as medidas anunciadas no Plano, que terá um total de R$ 115,25 bilhões oferecidos para agricultura comercial, 7,5% a mais que o montante da última edição. Desses recursos, R$ 93,9 bilhões terão juros controlados e R$ 21,3 será disponibilizado a juros livres.

Prioridades - De acordo com Wilson Vaz Araújo, as prioridades são melhorar o atendimento ao médio produtor, incentivar a expansão da agricultura de baixa emissão de carbono, fortalecer as cooperativas e regionalizar as políticas para o setor.

Paraná - “O Paraná é o principal tomador de crédito para custeio e R$ 11 bilhões vão ser destinados para esse fim, o que corresponde a 18% do montante. No total, o Estado vai receber R$ 17,37 bilhões”, afirmou.  Segundo ele, por meio de representações como Ocepar, Faep e Deral, o Estado sempre ajuda muito na elaboração dos planos anuais, cujas propostas chegam ao Ministério de uma forma única”.

Seguro Rural- Ele destacou o crescimento dos valores do seguro rural, que de R$ 10 milhões em 2005, saltou para R$ 267 milhões este ano e poderá chegar a R$ 400 milhões no ciclo 2012/13. “O pedido para atingir os R$ 400 milhões foram da própria presidente Dilma, e quando ela pede, a gente tem que correr atrás”, comentou Araújo. Ainda sobre seguro rural, ele explicou ainda que o limite para enquadramento no Proagro passou de R$ 150 mil para R$ 300 mil, sendo que a taxa de adesão caiu de 4% para 3%. “Hoje atendemos com seguro 10 milhões de hectares, mas em 24 meses queremos chegar a 15 milhões”, frisou o diretor do Mapa, salientando que a presidente demonstra estar comprometida em expandir a agricultura de emissão de baixo carbono.

Mercado - Em sua palestra sobre as tendências do mercado de commodities, o economista Paulo Molinari começou dizendo que quando todos pensavam que o bonde já tinha ido embora, ele está de volta. Molinari se referiu às especulações quanto aos efeitos danosos causados pelo clima irregular na agricultura dos Estados Unidos, onde a cultura de milho atinge seu período crítico e a de soja preocupa.

Reviravolta - “Em apenas 15 dias, de meados de junho para cá, passamos de uma situação desanimadora em relação ao milho, para um quadro altamente otimista”, citou, esclarecendo que pelo terceiro ano consecutivo há problemas climáticos na região produtora daquele país. “Ainda temos todo o mês de julho e metade de agosto para a definição do tamanho da safra americana”, ressaltou Molinari, alertando que todas as informações sobre quebras, por enquanto, são ainda meramente especulativas.    

Chuvas - Choveu bem em abril e maio mas, no mês de junho, as médias de precipitações ficaram abaixo da necessidade das lavouras e não há perspectivas de mudança desse cenário em julho. “A situação é mais crítica para o milho, no momento, mas a soja vai entrar logo em floração e poderá ser afetada”, ressaltou. Segundo o economista, se o clima contrariar as previsões e chover forte em julho, todo esse quadro otimista de preços pode se inverter.

 Vender - Como os preços do milho estão altos no momento, a orientação dele é que os produtores aproveitem a oportunidade para vender. A previsão para o próximo ano, afinal, é de recomposição dos estoques.

 Caótico - Já em relação à soja, Molinari prevê que somando a quebra da produção na América do Sul à situação de baixos estoques mundiais, o mercado terá um quadro caótico pela frente se a frustração de safra for confirmada nos Estados Unidos. “O mercado já não tem onde comprar soja e, pelo menos até janeiro, farelo será um artigo complicado”, acrescentou. (Imprensa Cocamar)

 

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DERIVATIVOS AGRÍCOLAS: Curso vai discutir mercado de commodities e instrumentos de proteção

Detalhe Soja Mao 06 07 2012O Sistema Ocepar promove, nos dias 18 e 19 de julho, no Hotel Harbor Querência, em Cascavel, Oeste do Estado, um curso sobre derivativos agrícolas com o instrutor Miguel Biegai Júnior, corretor de mercado físico e futuro de commodities. Ele vai fazer uma revisão básica dos fundamentos atuais dos mercados de soja e milho e tratar ainda sobre contratos futuros, hedge, formação de preços, entre outros itens. De acordo com os organizadores, a ideia do evento é orientar os profissionais das cooperativas paranaenses sobre o comportamento das commodities agrícolas nesse mercado que está ficando cada vez mais complexo e dinâmico. “Os instrumentos clássicos de proteção de preços ainda são amplamente utilizados, mas trazem alguns inconvenientes como chamadas de margem salgadas, quando o mercado vai contra um determinado posicionamento vendido ou comprado”, afirma o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti.

Inscrições e orientações – As inscrições ao curso devem ser feitas até o dia 13 de julho pelo agente de Desenvolvimento Humano das cooperativas por meio do site www.paranacooperativo.coop.br. Mais informações com Robson Mafioletti (robson@ocepar.org.br / 41 3200-1111) ou Gilson Martins (gilson@ocepar.org.br / 41 3200-1113)

Clique aqui para conferir na íntegra a progamação do Curso sobre derivativos agrícolas

 

INTEGRADA: Cooperativa promove ações com filhos de associados

A Regional Astorga está realizando uma série de ações voltadas para os filhos de cooperados da região com idade entre 8 e 12 anos. O projeto piloto “Viver é Agir?” está envolvendo as crianças em atividades para troca de conhecimentos sobre cooperativismo, cidadania e sustentabilidade. Entre as ações desenvolvidas estão a leitura de gibis e livros, oficinas de teatro, dinâmicas de grupo, visitas a parques de educação ambiental e outras atividades de campo.

Mata - Recentemente, o grupo visitou o Parque Estadual Mata dos Godoy, em Londrina. O passeio foi uma oportunidade para aumentar o contato com a natureza e também para troca de conhecimentos sobre a importância da preservação ambiental e do respeito ao meio ambiente. Durante a visita, as crianças fizeram uma trilha guiada pela mata e conheceram arvores centenárias e outras espécies da fauna e da flora paranaense. Além disso, o grupo também participou de uma oficina para confecção de pipas. (Imprensa Integrada)

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COPAGRA: Dia do Agricultor será comemorado com encontro em São José do Ivaí

A Copagra (Cooperativa Agroindustrial do Noroeste Paranaense), em parceria com Sindicato Rural Patronal e Prefeitura Municipal de Santa Izabel do Ivaí, Sicred, Senar/ Faep, Paranagril, Agropeças, Solomar/ John Deere, Fipal, Fecularia Loanda, Case, Arroz Santa Izabel, Colina Verde, Moura Terra, Campos Verdes, Frangos Canção, Cadamuro Mudas de Eucalipto e Agro solo promove, no dia 27 de julho, o 6º Encontro em comemoração ao Dia do Agricultor. O evento acontece no Salão Paroquial, em São José do Ivaí, distrito de Santa Isabel do Ivaí, das 13 às 18h. No encontro serão oferecidas palestras técnicas, discussão sobre a agricultura e outros assuntos.

Solos - O engenheiro agrônomo Ademir Calegari, doutor em agronomia e especialista em solos, irá apresentar a palestra “Conservação e Recuperação de Solo com Ênfase na Fertilidade”. Ele pretende sanar dúvidas sobre a utilização de sistema de plantio direto e rotação de culturas. Calegari tem trabalhado intensamente no Paraná para desenvolver tecnologias de uso e manejo adequado da terra e da água.

Novo Código Florestal - Com o tema “O Novo Código Florestal”, o pesquisador da Embrapa, Edmilson Batista de Oliveira, pretende esclarecer as principais dúvidas sobre o novo código. Batista é especialista em manejo de área florestal, sustentabilidade, volumetria, biomassa, carbono de árvores e de povoamento de florestas. Para o gerente da unidade da cooperativa no município, Demário da Silva, conhecido como Marinho, a presença popular é extremamente benéfica. “A participação é algo absolutamente salutar, já que os palestrantes irão fazer observações importantes para os agricultores”, disse. (Imprensa Copagra)

CAMISC: Programa Raízes destaca 50 anos da cooperativa

A Associação Recreativa Camisc (Arca) foi palco na noite de quarta-feira (04/07), da gravação do programa Raízes, da TV Sudoeste, que vai ao ar no próximo domingo (08/07), às 10 horas. Apresentado por Ari Ignácio de Lima, o programa foi dedicado ao cinquentenário da cooperativa e teve a participação do diretor presidente da Camisc, Nelson De Bortoli, da diretora administrativa, Rita Vazzata De Bortoli, do primeiro presidente da cooperativa, Orildo Benato, além da apresentação de talentos locais, que cantaram, dançaram e encantaram todos os presentes.

Novos Tempos - O diretor presidente destacou o empenho da diretoria, dos colaboradores e cooperados em resgatar os princípios da família cooperativista através do tradicionalismo e do projeto Novos Tempos. “As apresentações nos fizeram relembrar o passado e muitos ensinamentos dos nossos pais. É emocionante ver os rumos que a cooperativa está tomando no resgate dos princípios cooperativistas, porque a diretoria e os colaboradores irão passar, porém a Camisc continuará por muitos outros 50 anos”, enfatizou Nelson.

Conhecimento - Rita frisou que, através da participação da Camisc no programa Raízes, a sociedade terá conhecimento do cinquentenário da cooperativa, além de visualizar os projetos e ações desenvolvidos, que visam à melhoria da qualidade de vida das famílias e da sociedade onde atua. “Levar ao conhecimento das pessoas os 50 anos de existência e divulgar o trabalho realizado pela Cooperativa foi o objetivo da participação no programa Raízes, que homenageou o cinquentenário e a história de superação e sucesso da Camisc nesses Novos Tempos”, completou. (Imprensa Camisc)

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MILHO: Novo padrão de qualidade para o grão é prorrogado

O Regulamento Técnico, contido na Instrução Normativa nº 60/2011, com o padrão de identidade e qualidade atualizado para o milho vendido no Brasil, que entraria em vigor em 1º de julho, foi prorrogado. As novas exigências para a comercialização do produto só serão cobradas do setor a partir de 1º de setembro de 2013, de acordo com a Portaria nº 611,publicada nesta quinta-feira (05/07) no Diário Oficial da União.

Pedido - De acordo com o Coordenador de Qualidade Vegetal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fábio Fernandes, a iniciativa atende a um pedido da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e foi aprovada em reunião nacional promovida pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal. “Isso permite que a norma seja aplicada na safra 2013/2014, o que dará tempo suficiente para que os produtores se adaptarem às novas exigências de classificação”, explica.

Classificação obrigatória - O milho, como os demais produtos padronizados, possui sua classificação obrigatória, estabelecida pela Lei nº 9972/2000. Mas o atual padrão oficial do grão é de 1976 e não distinguia o milho pipoca das demais variedades. “Como esse tipo de grão tem características diferentes e necessita de outros critérios e instrumentos para avaliação, o Ministério da Agricultura decidiu criar uma norma exclusiva para o milho pipoca”, explica Fábio Fernandes.

Aplicação - As regras da Instrução Normativa nº 60/2011 serão aplicadas ao produto destinado diretamente à alimentação humana, nas compras e vendas do poder público e nas importações. Para os produtores, o novo Padrão Oficial de Classificação (POC) será utilizado de forma obrigatória em operações de venda do grão para o Governo. Nos negócios privados, o POC é utilizado como referencia uma vez que a compras entre privados possuem regras próprias, não se valendo da obrigatoriedade de classificar imposta pela Lei nº 9.972/2000.

Milho Pipoca - A IN 61/2011 se refere ao POC do Milho Pipoca - que não está sendo prorrogada - entrou em vigência no dia 1º de julho de 2012. A esse Padrão serão aplicadas as três exigências previstas no Art. 1º da Lei nº 9.972/2000. O principal requisito de qualidade do milho dessa variedade é a sua capacidade de expansão (relação entre o volume de pipoca estourada e o peso de grãos utilizado, expresso em ml/g) para se transformar em pipoca, quando submetido à temperatura de aproximadamente 180ºC.

Mudanças - Assim que a nova legislação entrar em vigor, os grãos de milho comercializados deverão ter a redução na unidade de 14,5% para 14%, redução na quantidade de matérias estranhas e impurezas de 3% (máx.) para 2% (máx.), redução no teor dos defeitos avariados de 27% (total) para 20% (total). Com o novo padrão, o defeito carunchado isolado passa a definir o tipo do produto e os fragmentos de grãos (grãos quebrados que não vazarem na peneira de 5 mm) não serão considerados defeitos. (Mapa)

BNDES: Banco demonstra comprometimento diante de demandas cooperativistas

Com o objetivo de apresentar as principais demandas do setor cooperativista à diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os diretores do Sistema OCB, João Nicédio Nogueira e João Paulo Koslovski, acompanhados do superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, estiveram na sede da instituição nesta quinta-feira (05/07). Foram recebidos pelo diretor de Infraestrutura Social do Banco, Guilherme Lacerda, que, de acordo com Nobile, se mostrou bastante interessado e comprometido em atender aos pleitos apresentados.

Conhecimento - “Percebemos o grande conhecimento sobre cooperativismo por parte do diretor Lacerda, que se mostrou pronto a encaminhar de imediato nossas solicitações. Isso nos dá uma sensação de muito otimismo para ver atendidas as demandas do setor”, destacou Nobile. Segundo o superintendente, os diretores do Sistema OCB se mostraram bastante satisfeitos com a atuação positiva e pró-ativa do dirigente que, imediatamente, encaminhou aos demais diretores presentes os pedidos para dar o andamento necessário. “Foi um diálogo bastante fluido, com a atenção e o cuidado que os temas merecem”, pontuou o superintendente.

Procapcred - A ampliação do acesso ao Programa de Capitalização de Cooperativas de Crédito (Procapcred) a todos os associados, incluindo as cooperativas singulares e centrais como possíveis beneficiárias com a redução dos juros em níveis praticados pelo Pronaf e a ampliação de limite individual de contratação foi um dos assuntos abordados na reunião. Além disso, os representantes do sistema cooperativista aproveitaram a oportunidade para solicitar apoio da instituição à proposta de acesso das cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), viabilizando a operação e permitindo o estabelecimento de outros canais de oferta de crédito com vistas à geração de emprego e renda.

Procap-Agro e Prodecoop - “A reunião nos permitiu abordar, ainda, outros tópicos como Procap-Agro, Prodecoop, a criação de novos instrumentos de capitalização. Propusemos à diretoria a criação de um grupo permanente de trabalho ente as entidades, para tratar das políticas de fomento ao cooperativismo de uma forma geral. O resultado da interlocução foi o melhor possível”, resumiu Nobile. (Informe OCB)

RAMO CRÉDITO: Sistema OCB apresenta demandas do ramo crédito ao novo diretor do BC

Com o intuito de fortalecer ainda mais a relação com o Banco Central do Brasil (BC), representantes do Sistema OCB reuniram-se no fim da tarde da última terça-feira (03/07) com o novo diretor de Assuntos Especiais do órgão, Luiz Edson Feltrin, que foi pessoalmente parabenizado pelo presidente Márcio Lopes de Freitas. “Com seu histórico de atuação e profundo conhecimento e respeito demonstrados ao meio cooperativo de crédito, temos a certeza de que a importante participação das cooperativas de crédito no mercado financeiro nacional estará sempre em foco em sua administração”, declarou o dirigente cooperativista.

Questões - O objetivo da reunião foi apresentar ao novo diretor algumas questões do segmento pendentes de soluções no âmbito do Governo Federal. Entre essas, estava a redução de taxas de juros e aumento do prazo de pagamento no Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito (Procapcred) e a implementação de novos programas de capitalização por meio do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). O presidente do Sistema OCB também pediu apoio do BC à aprovação do Projeto de Lei nº 3.067/2011, que permite centrais e confederações de cooperativas de crédito acessarem recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Convite - Freitas aproveitou a oportunidade e reiterou o convite para que o Banco Central participe da sessão solene pelo Dia Internacional do Cooperativismo, nesta sexta-feira (06/07), no Plenário do Senado Federal. (Informe OCB)

SAFRA 2012/13: Cooperativismo terá acesso a mais recursos da agricultura familiar

Os produtores cooperados que atuam na agricultura familiar contarão com mais recursos para rodar a próxima safra. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (04/07) pela presidente da República, Dilma Rousseff, durante o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013, em Brasília (DF). “Grande parte das medidas atende às necessidades do setor, detalhadas nas propostas apresentadas pelo Sistema OCB ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. Isso mostra o reconhecimento do governo brasileiro à importância do cooperativismo para o crescimento da agropecuária nacional”, destacou o presidente do Sistema, Márcio Lopes de Freitas, presente na cerimônia realizada no Palácio do Planalto.

Mais recursos - “Contaremos com maior volume de recursos e taxas mais acessíveis, tanto os associados, nos limites individuais, quanto as cooperativas, nos coletivos”, ressaltou Freitas. Ele faz referência a duas linhas, principalmente – de Crédito de Investimento para Agregação de Renda à Atividade Rural (Pronaf Agroindústria) e de Crédito para Cotas-Partes de Agricultores Familiares Cooperativados (Pronaf Cotas-Parte).   

Pronaf Agroindústria - No Pronaf Agroindústria, por exemplo, o limite de financiamento para investimento das cooperativas foi ampliado, passando de R$ 10 milhões para 30 milhões. Já os individuais saíram de R$ 30 mil para R$ 40 mil. No que diz respeito ao Pronaf Cotas-Parte, o limite por beneficiário passou de R$ 10 mil para 20 mil e, para contratação da cooperativa, de R$ 10 milhões para R$ 20 milhões.

Pontos pendentes - Sobre os pontos ainda pendentes, Freitas falou sobre o enquadramento das cooperativas para acesso aos recursos da agricultura familiar. “Hoje, 70% do quadro tem de ser formado por produtores familiares. Nós defendemos que haja uma flexibilização. Considerando que a cooperativa tenha a maioria de seus associados pronafianos, é importante contarmos com acesso proporcional às políticas públicas”, explicou o líder cooperativista.

Cooperativismo em destaque - Assim como no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2012/2013, no dia 28 de junho, o cooperativismo foi destaque nos pronunciamentos do governo, inclusive no da presidente Dilma. “As cooperativas são responsáveis por transformar a agricultura das pequenas propriedades em agroindústrias”, afirmou, lembrando que 2012 é o Ano Internacional das Cooperativas. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, também fez referência ao setor, homenageando as cooperativas de agricultores familiares.  

Sobre o Plano – Além dos R$ 18 bilhões para créditos de custeio e investimento - montante 12,5% superior ao valor disponibilizado na safra anterior, outros R$ 4,3 bilhões devem chegar aos produtores por meio de programas como o de aquisição de alimentos e o de alimentação escolar. A taxa máxima de juros, que antes era de 4,5%, será de 4% ao ano. Já a renda bruta anual para acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), passou de R$ 110 mil para R$ 160 mil.

Condições - “Apresentamos um plano com mais crédito, juros baixos, seguro rural e política de compra como garantia ao produtor, para que o mesmo não tema uma mudança de preço ou climática, ou seja, tenha condições sustentáveis em sua propriedade”, frisou a presidente Dilma.

Sustentabilidade - O Plano Safra 2012/2013 prevê, ainda, ações de sustentabilidade. Todas as novas contratações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) passarão a exigir orientação específica para melhorar a gestão econômica e ambiental da propriedade. “Vamos colocar a assistência técnica na rota da sustentabilidade, prevendo assistência e manejo sustentável do solo, da água e dos insumos”, disse o ministro Pepe Vargas. (Informe OCB)

ATER: Emater apoia a criação de uma agência nacional de assistência técnica e extensão rural

Na cerimônia de apresentação do Plano Safra da Agricultura Familiar 21012/13, que aconteceu em Brasília nesta última quarta-feira (04/07), a presidente Dilma Roussef reforçou mais uma vez a disposição do Governo Federal de criar a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. Ela já havia feito declaração sobre o assunto durante a divulgação do Plano Agrícola e Pecuário para a próxima safra, em 28 de junho. O diretor-presidente do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater, Rubens Niederheitmann, elogia a iniciativa. Segundo ele, o novo órgão poderá criar condições para a existência de uma unidade nacional entre as várias organizações oficiais de ATER que poderão, ainda, contar com uma coordenação programática nacional.

Proposta - A proposta do sistema foi construída pela Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural - Asbraer em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a Frente Parlamentar da Extensão Rural, coordenada pelo deputado mineiro Zé Silva. Os estudos preliminares confirmaram que há recursos para expandir e universalizar os serviços de Ater no país. No entanto, eles estão dispersos pelos diferentes órgãos do Governo Federal. A criação do sistema garantiria a orientação política e a formação de um fundo para o financiamento das atividades de Ater em todas as unidades da Federação.

Limitações - Hoje, no entanto, as entidades oficiais de Ater no país enfrentam sérias limitações financeiras e de pessoal para ampliar o atendimento aos agricultores familiares e também àqueles que ainda estão excluídos das atividades produtivas e integram o universo dos que vivem em extrema pobreza. A implantação do sistema nacional de assistência técnica e extensão rural seria uma iniciativa do governo para o enfrentamento do maior desafio social do país, a fome.

Paraná - No Paraná, a Extensão rural oficial é executada pelo o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural - Emater que conta com um quadro de aproximadamente 1,2 mil funcionários. Cerca de 1 mil deles trabalhando no campo, em contato direto com os agricultores. A folha de pagamento é garantida pelo governo estadual que também até 2014 deve assumir todas as despesas de custeio que hoje, em parte, são pagas com recursos arrecadados através de convênios com as prefeituras. Os recursos colocados pelo governo federal chegam a representar 8 por cento do total do orçamento do Instituto. Nesse caso, os valores são repassados mediantes a celebração de convênios, participação em chamadas públicas e apresentação de emendas parlamentares ao Orçamento da União e servem para a realização de investimentos. (Assessoria de Imprensa do Instituto Emater)

AGRICULTURA: Richa autoriza contratação de 380 equipamentos para patrulhas rurais

O governador Beto Richa homologou na quarta-feira (04/07) a licitação para a contratação das primeiras máquinas e veículos que formarão as novas patrulhas que serão usadas para a modernização, readequação e manutenção de estradas rurais. A licitação, no valor de R$ 67 milhões, vai disponibilizar cerca de 380 equipamentos para uso em todos os municípios paranaenses.

Implementação - O programa de utilização do maquinário será implementado pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento e gerenciado pela Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar), em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Logística, prefeituras - por meio de consórcios intermunicipais - e entidades que formam o sistema de agricultura do Estado.

Operação - Segundo Richa a determinação é para que todas as máquinas entrem em operação neste ano. “É mais um compromisso assumido que estamos cumprindo. Com isso o governo assegura melhores condições para o desenvolvimento do agronegócio e de comunidades rurais formadas por pequenos produtores”, disse o governador.

Proposta - O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, explica que a proposta do Estado para recuperar as estradas rurais não vai repetir experiências anteriores, nas quais eram executados reparos emergenciais sem um cuidado permanente com a preservação da trafegabilidade. “Assumimos o desafio de conservar as estradas rurais e manter seu bom uso para o tráfego, permitindo o escoamento da produção, acesso às escolas e postos de saúde e o desenvolvimento dos municípios”, afirmou Ortigara.

Sistema de gestão - O programa propõe um sistema de gestão das estradas que leva em conta os processos de readequação, execução das obras e manutenção das vias. Para a realização das obras, será feito um mapeamento das estradas rurais do Estado e a elaboração dos projetos de engenharia das adequações. “Governo e municípios serão responsáveis pela modernização destas vias”, disse Ortigara.

Preservação - Além de permitir o tráfego permanente, o programa servirá como instrumento de preservação dos recursos naturais, reduzindo os custos de manutenção e aumentando sua vida útil das estradas. Além disso, o governo estadual vai elaborar o plano de gestão para os municípios e dará apoio na formação e gestão de consórcios intermunicipais.

Equipamentos – O Governo do Estado vai levar as patrulhas de mecanização para todos os municípios paranaenses e fará a capacitação de agentes em manejo de estradas rurais (operadores de máquinas, motoristas e técnicos em elaboração de projetos). Cada patrulha será composta pelos seguintes equipamentos: escavadeira, trator de esteira, rolo compactador, motoniveladora, pá carregadeira, caminhão comboio com operador, carreta para transporte de maquinário e um veículo, além de cinco caminhões basculantes. (AEN)

PORTOS: Stephanes defende liberação de cargas próprias e de terceiros

O deputado federal e ex-ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes (PSD-PR) é a favor da aprovação do projeto de lei 118/2009, do Senado Federal, que estabelece que os investidores privados de portos mistos possam movimentar suas próprias cargas e também as de terceiros. “Sou totalmente a favor. A liberação é fundamental para garantir o crescimento econômico do país”, diz o deputado, ao comentar artigo do economista e consultor em logística, Luiz Antonio Fayet, ao jornal Folha de S. Paulo.

Perda de oportunidades - “Fayet é um dos maiores especialistas em infraestrutura e logística para o escoamento da produção agrícola brasileira e foi muito feliz ao afirmar que vários setores de exportação do agronegócio estão perdendo oportunidades de mercado e de busca de riquezas para irrigar nossa economia por não terem alternativas competitivas de embarque”, destaca o deputado.

Caos - Em seu artigo Fayet ressalta o caos vivido pelos dois principais portos de carga do país, Santos e Paranaguá, que chegaram a ter cerca de 80 embarcações em espera cada, com prejuízos de US$ 40 mil por dia, por navio. O consultor lembra que isso rebaixa os preços para os produtores que exportam (como os do agronegócio) ou aumenta para os que importam (como fertilizantes), encarecendo a produção, reduzindo a renda, afetando a competitividade e obrigando o governo a prover recursos para a produção.

Lei - A Lei dos Portos, de 1993, privatizou as operações e normatizou as principais estruturas de operação, mas não estabeleceu restrição à movimentação de carga própria e de terceiros nos terminais privados mistos, levando à criação do Decreto número 6.620/2008, que criou barreiras à instalação de novos terminais.  “O projeto de lei 118/2009 busca corrigir e pacificar essa questão, permitindo à iniciativa privada investir por conta e risco, eliminando o problema”, afirma Fayet.

Tramitação - O projeto está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para ser votado. De lá segue para a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e em seguida para a Comissão de Infraestrutura (CI), na qual cabe decisão terminativa (sem necessidade de ir ao plenário). (Assessoria de Imprensa do deputado Reinhold Stephanes)

CONGRESSO FLORESTAL: Prorrogado prazo para envio de trabalhos científicos

Acadêmicos, professores e técnicos tem até o dia 31 de julho para inscrever trabalhos de pesquisa para apresentação no 4° Congresso Florestal Paranaense, que será realizado de 10 a 14 de setembro, em Curitiba (PR). Os documentos devem ser enviados às comissões temáticas e seguir um dos seis temas propostos pela organização do evento: manejo de florestas plantadas, manejo de florestas nativas, silvicultura, tecnologia de produtos florestais, conservação da natureza, economia e política florestal. Poderão ser inscritos trabalhos em português, inglês e espanhol na forma de resumos simples e de trabalho completo. No site www.congressoflorestalpr.com.br é possível encontrar as normas e o endereço eletrônico de cada uma das comissões temáticas para envio dos trabalhos.

Inscrições com desconto - O prazo para efetuar a inscrição com desconto no evento também foi estendido até o dia 31 de julho. O valor para profissionais é de R$ 400,00 e para professores e estudantes R$ 200,00. A expectativa da organização é reunir mais de 500 pessoas, entre engenheiros florestais, agrônomos, produtores rurais, pesquisadores, estudantes, setores privado e público para estimular o resgate do debate sobre atividade florestal do Paraná, uma das mais desenvolvidas do país.

Promoção - O Congresso é uma promoção da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE), Associação Paranaense de Engenheiros Florestais (APEF), Embrapa Florestas e cursos de Engenharia Florestal da UFPR, Unicentro (Irati) e PUCPR. Entre os apoiadores estão a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e a Itaipu Binacional. (Assessoria de Imprensa)

CMN: Conselho aprova crédito subsidiado de R$ 6,7 bi para 20 setores da economia

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em sessão extraordinária realizada nesta quinta-feira (05/07), uma linha de crédito subsidiado voltada à exportação e aos investimentos para 20 setores da economia, no total de R$ 6,7 bilhões, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A medida foi divulgada no início da noite pela Resolução 4108, assinada pelo presidente substituto do Banco Central, Altamir Lopes.

Setores contemplados - Entres os setores contemplados estão produtos têxteis; artigos de vestuário e acessórios; couros; calçados; produtos de madeira; pedras ornamentais; frutas in natura; fertilizantes e defensivos agrícolas; produtos cerâmicos; material eletrônico e de comunicações; equipamentos de informática e periféricos; peças e acessórios para veículos automotores; e serviços de tecnologia de informação.

Outros - Também será beneficiado com crédito subsidiado o segmento de fabricação de bens de capital, com exceção de veículos automotores para transporte de cargas e passageiros; embarcações; aeronaves; vagões e locomotivas ferroviários e metroviários; tratores; colheitadeiras; e máquinas rodoviárias.

Taxa de juros - A taxa de juros é de 8% ao ano tanto para os financiamentos aos investimentos como para os financiamentos à exportação. Para os primeiros, o prazo de reembolso é de até oito anos, incluindo três anos de carência para o capital principal. Já para os financiamentos à exportação os reembolsos devem ser feitos em até três anos, com 18 meses de carência.

Limite - O limite de desembolsos é de R$ 150 milhões por grupo econômico. Os contratos podem ser firmados até 31 de dezembro de 2013. (Valor Econômico)

UNCTAD: Brasil cai no ranking dos preferidos para investimentos estrangeiros

O Brasil perdeu uma posição entre os países preferidos pelos empresários como destino de Investimento Estrangeiro Direto (IED) para os próximos dois anos, segundo pesquisa da Agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad) realizada neste ano com 600 empresários. Foi a primeira queda do Brasil neste ranking desde o início do levantamento, em 2008.

Quinto lugar - De acordo com o Relatório Global de Investimentos da entidade, o país, que ocupava a quarta posição no ano passado, agora aparece em quinto lugar como destino preferencial para realização de aportes de capital produtivo. A Indonésia, que aparecia em sexto lugar no ranking no ano passado, ultrapassou o Brasil e agora está em quarto lugar entre os destinos mais atrativos para investimentos. Nas primeiras posições estão China, Estados Unidos e Índia.

Alerta - Luís Afonso Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), entidade responsável pela divulgação da pesquisa no Brasil, afirmou que embora o país continue a aparecer em posição de destaque entre os destinos mais atrativos para o investimento os dados acendem uma luz amarela. “No longo prazo, o Brasil começa a perder um pouco o brilho”, afirma ele, que projeta que o investimento estrangeiro para o Brasil em 2012 some US$ 50 bilhões, cerca de 25% a menos do que no ano passado. No mesmo período, o fluxo total de IED no mundo deve alcançar US$ 1,6 trilhão, aumento de 5% em relação ao ano anterior, segundo projeção da Unctad.

Crescimento doméstico - Para Afonso Lima, essa queda irá refletir o crescimento doméstico menor esperado para esse ano, o que freia projetos de empresas que olhavam o diferencial de crescimento do Brasil em relação ao restante do mundo. Além disso, explica, há também o fato de que a região que mais investe no país, a Europa, enfrenta uma séria crise econômica e, por isso, é natural que a capacidade de investimento externo das empresas instaladas nesses países se retraia. (Valor Econômico)

FARM BILL: Câmara dos EUA aprova corte de US$ 35 bi em nova lei agrícola

O Comitê de Agricultura da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos apresentou nesta quinta-feira (05/07) uma proposta para a próxima lei agrícola do país, a “Farm Bill”. O texto prevê um corte de US$ 35 bilhões nos gastos do governo com subsídios agrícolas,  cupons de alimentação (food stamps) e outros programas. Segundo a Dow Jones Newswires, a proposta deve ser votada pela Comissão na próxima semana, para então seguir para o plenário da Câmara dos Deputados.

Senado - O Senado votou sua versão da Farm Bill em junho, mas as duas casas do Congresso precisam aprovar suas propostas e então trabalhar em conjunto para criar uma única  legislação. A lei agrícola americana é renovada a cada cinco anos. A legislação atual entrou em vigor em 2008 e expira no fim deste ano.

Apoio - O presidente do Comitê de Agricultura da Câmara, o republicano Frank Lucas, disse que a proposta conta com o apoio de republicanos e democratas. O líder democrata do Comitê, Collin Peterson, disse que a lei deverá ser aprovada, apesar de suas críticas aos cortes nos programas sociais.

Corte - A Farm Bill da Câmara propõe um corte de US$ 16 bilhões em gastos com programas de alimentos ao longo de 10 anos.  Na proposta do Senado, a redução é de apenas US$ 4,5 bilhões. Assim como o projeto do Senado, a versão da Câmara propõe colocar fim a um programa de subsídios diretos que já dura 20 anos e paga cerca de US$ 5 bilhões por ano aos donos de terras agrícolas, mesmo quando não estão produzindo. (Valor Econômico)


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