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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4819 | 11 de Maio de 2020

FORMAÇÃO: Sescoop lança plataformas de ensino a distância (EAD)

 

A pandemia da Covid-19 trouxe aos educadores o desafio de manter um sistema de aprendizagem de qualidade, mas sem a presença de alunos e professores em sala de aula. No cooperativismo, uma das soluções propostas é o desenvolvimento de ferramentas de Ensino a Distância (EAD). Na tarde de sexta-feira (08/05), o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – Sescoop, realizou um evento virtual para lançar duas plataformas de EAD voltadas às demandas de capacitação das cooperativas brasileiras e paranaenses. O lançamento teve a participação de 140 pessoas, que acompanharam a explanação dos profissionais da entidade do Sistema S sobre os novos sistemas, com a apresentação também da coletânea Conhecendo o Cooperativismo e o compêndio de melhores práticas em Organização do Quadro Social (OQS).

 

Soluções complementares - No Paraná, duas plataformas estarão disponíveis para os cooperativistas: o EAD do Sescoop Nacional, o CapacitaCoop, e o EAD do Sescoop/PR. Complementares, os dois sistemas terão a missão de viabilizar cursos de capacitação e formação a distância. O EAD do Sescoop/PR foi desenvolvido com o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Paraná (Senai/PR). O evento virtual teve a participação do presidente do Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná), José Roberto Ricken, e do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Carlos Walter. Também acompanharam o lançamento, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o diretor regional do Senai e superintendente do Sesi, José Antonio Fares, a gerente nacional do Sescoop, Karla Tadeu, a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas, Geane Ferreira, e a gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima. Os superintendentes da Ocepar e Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), respectivamente, Robson Mafioletti, e Nelson Costa, também prestigiaram o encontro.

 

Ferramenta fundamental - Para evitar a propagação da Covid-19, foram canceladas atividades letivas em milhares de escolas e universidades em todo o país. A tecnologia tornou viável novas formas de repasse de conhecimento e de sociabilidade, o que traz impactos permanentes à educação, algo que não cessará, mesmo quando a pandemia passar. “O que estamos vivenciando neste momento, com esta intensidade e duração, é uma experiência sem precedentes e traz inúmeros desafios. Para suplantarmos as dificuldades, é preciso aprender a trabalhar neste novo cenário, replanejando nossas ações. Neste contexto, o ensino a distância é uma ferramenta fundamental. O lançamento das duas plataformas demonstra o empenho do Sescoop Nacional e do Sescoop/PR em manter o fluxo de serviços ofertados aos cooperativistas, com a mesma qualidade de conteúdo e aprendizagem das atividades presenciais”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

 

Parceria - O dirigente destacou a importância da parceria das entidades do Sistema S. “O entrosamento entre o Sescoop/PR, o Senai e o Sesi, foi fundamental para o desenvolvimento da nossa plataforma de EAD. Agradecemos a ajuda e suporte, e acreditamos que novas ações conjuntas poderão ser realizadas, em prol dos cooperativistas e indústrias do Paraná”, ressaltou Ricken.   

 

Trabalho colaborativo - Na opinião do presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Carlos Walter, o compartilhamento de ações entre os Sistemas S demonstra maturidade e a visão estratégia das entidades no estado. “Essa integração otimiza resultados, reduz custos, amplia a disponibilidade de serviços, o que favorece aos nossos públicos. A parceria constante que temos com a Ocepar e o Sescoop/PR demonstra, em momentos difíceis como os atuais, os bons resultados do trabalho colaborativo. Sigamos em frente e sempre juntos”, afirmou.

 

Um novo normal - A gerente geral do Sescoop Nacional, Karla Tadeu, afirmou que o lançamento do CapacitaCoop estava previsto para julho, mas foi antecipado em razão da Covid-19 e suas consequências. “Aceleramos o processo de desenvolvimento da plataforma, pois precisamos estar preparados e capacitados para atuar neste cenário de dificuldades e mudanças. O que entendíamos como uma situação de normalidade, quando a pandemia acabar, não vai existir mais, teremos um novo normal”, disse. Segundo ela, o diálogo com as organizações estaduais foi importante para a construção da ferramenta nacional de EAD. “É um trabalho fruto da parceria e articulação do Sescoop. A premissa básica que temos é a entrega de valor às cooperativas”, enfatizou. 

 

Empenho - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, ressaltou o empenho e a integração entre diferentes entidades para a construção de soluções de aprendizagem aos cooperativistas. “Há muito que discutíamos a necessidade de implementar soluções em EAD, mas foi um trabalho complexo, que exigiu um entendimento profundo sobre as especificidades da educação a distância. As discussões e a parceria entre as entidade estadual e nacional foram decisivas para o desenvolvimento das duas plataformas, que são complementares”, explicou.

 

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COVID-19 I: Comitê de Acompanhamento do Sistema Ocepar divulga comunicado 34

covid 19 I 08 05 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou na tarde desta quarta-feira (11/05), o comunicado 34, com mais informações sobre medidas adotadas para amenizar os impactos da pandemia. O Sistema Ocepar informa que suas atividades estão sendo desenvolvidas de forma remota, não havendo atendimento presencial. Informações e contatos podem ser realizados pelo site www.paranacooperativo.coop.br.

1. No dia 08 de maio, aconteceu a videoconferência de lançamento das plataformas de EAD, do Compêndio de Melhores Práticas de Organização do Quadro Social e da Coletânea de Cooperativismo, contando com a participação de profissionais do Sistema OCB, Sistema Ocepar, Sistema FIEP e Cooperativas. 

2. No dia 08 de maio, aconteceu reunião virtual com o Secretário de Planejamento do Paraná, Sr. Valdemar Bernardo Jorge com a OCEPAR para tratar assuntos de interesse do cooperativismo.

3. No dia 08 de maio, o Sistema Ocepar realizou a reunião da Autogestão, de forma remota, com a cooperativa BOM JESUS e contou com a participação do presidente, diretores e gestores.

4. No dia 07 de maio, o Ministério da Economia em conjunto com os Ministérios da Saúde e Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com apoio do sistema cooperativista brasileiro e outras entidades, publicaram a Orientação Conjunta nº 1/STRAB/SEPRT-ME/SPA-MAPA/SVS-MS, que estabelece orientações gerais para frigoríficos em razão da pandemia da COVID-19. Clique aqui e confira a Orientação Conjunta.

5. No dia 07 de maio, o Governo Estadual do Paraná publicou o boletim semanal de acompanhamento dos impactos econômicos e sociais, destacando a queda de receitas durante a pandemia e o repasse o Paraná receberá R$ 1,9 bilhão do governo federal. Para acessar, clique aqui.

O Comitê- O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

REUNIÕES INSTITUCIONAIS: Sistema Ocepar se reúne com a diretoria da Coamo e da Credicoamo

 

Na manhã desta segunda-feira (11/05), representantes do Sistema Ocepar e da Coamo e Credicoamo realizaram uma reunião institucional virtual. O objetivo foi discutir o cenário atual, com foco na pandemia do novo coronavírus e as ações do cooperativismo paranaense frente a crise.  “Para o cooperativismo não tem sentido separar o rural e o urbano. Temos uma grande responsabilidade em relação ao desenvolvimento de todo Paraná. Por este motivo, não podemos parar”, destacou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ao abrir a reunião. 

 

Sistema Ocepar - Em sua explanação, Ricken falou também sobre as ações que o Sistema Ocepar, entre as quais, as que visam auxiliar as cooperativas neste momento de dificuldade. “O momento pede uma análise profunda do que estamos fazendo. Nosso objetivo é ser relevante e essencial para as cooperativas apoiando as cooperativas no que elas precisam e de forma muito profissional. E a Coamo é uma referência para nós, em relação à governança e gestão profissional”, disse. 

 

Quarentena - Durante a reunião, realizada por videoconferência, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, fez um resumo das ações da organização desde meados de março, quando teve início a quarentena no Paraná. “Estamos com 100% da nossa equipe trabalhando em home office. Tivemos que nos adaptar e continuamos atendendo as cooperativas”, disse. Ele lembrou o foco dos trabalhos nesse período foi analisar os impactos da pandemia nas cooperativas e, de forma conjunta com a OCB, focar o trabalho de representação institucional no atendimento das demandas do setor. “Tivemos quatro reuniões, por vídeconferência, com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para discutir a questão de capital de giro para liquidez, bem como a prorrogação das parcelas dos investimentos e propostas do cooperativismo para o Plano Safra 2020/21. Houve ainda reuniões com o setor financeiro (Banco Central, BNDES es principais bancos do país), com o Governo do Estado para discutir questões como a renovação do Convênio ICMS 100, manutenção do Programa Tarifa Rural Noturna”, contou. 

 

Indicadores e demandas - Na sequência os coordenadores Silvio Krinski (Ocepar) e João Gogola (Sescoop/PR) falaram sobre as perspectivas de mercado para este ano, os indicadores do cooperativismo do Paraná e das cooperativas Coamo e Credicoamo. Falaram ainda das sobre as demandas atuais e pós-crise que estão pautando o trabalho de representação institucional do Sistema Ocepar junto ao Governo Federal, entre as quais a necessidade de capital de giro e para investimento, limites para tomada de crédito, e redução na taxa de juros para o Pronaf, Pronagem, bem como para os programas do BNDES (Procap-Agro, Prodecoop, PCa, Inovagro, Moderagro e Moderfrota).

 

Sescoop/PR - Sobre a atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Paraná, o coordenador de Gestão Estratégica, Alfredo Kugeratski Souza, apresentou o portfólio de programas e projetos do Sescoop/PR, pontuando aqueles que a Coamo e a Credicoamo estão integrados.  Também participaram da reunião o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e os analistas Fernando Mendes e Emerson Barcik.

 

Cooperativas - Participaram da reunião o presidente do Conselho Administrativo da Coamo, José Aroldo Gallassini, e todos os integrantes da diretoria executiva das duas cooperativas. “Recebemos boas informações hoje e vamos analisar com muito cuidado”, disse o presidente executivo da Coamo. Airton Galinari. “Esse trabalho de Autogestão dá uma segurança muito grande. Parabéns pela iniciativa”, completou o presidente executivo da Credicoamo, Alcir José Goldoni. 

 

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COCAMAR I: Cafeicultor tem boa safra mas seca castiga lavoura

 

A colheita de café começa a deslanchar nas regiões atendidas pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial, no norte e noroeste do Paraná. Os produtores têm neste ano uma safra com boa produtividade, enquanto os preços reagiram em comparação ao praticados no ano passado. No entanto, o mesmo clima sem chuvas que está permitindo acelerar a colheita, vai deixando suas marcas na lavoura e preocupando os cafeicultores. Na maior parte das regiões, não há registros de precipitações mais intensas praticamente desde o final do ano passado. Na última semana, as chuvas que estavam sendo esperadas mais uma vez frustraram as expectativas e o sinal de alerta foi ligado.

 

Secando - “A água não está chegando no ponteiro e nos ramos do café, está secando tudo”, lamenta o pequeno produtor Antônio Ortega Sardi, de Cianorte. Ele possui 15 mil plantas em diferentes idades numa área de 6 hectares onde mantém a média de produtividade de 42 sacas beneficiadas por hectare, bem acima do padrão estadual, de 27. A insuficiência de água prejudica também o tamanho e a qualidade dos grãos, que não crescem e muitos secam nos ramos antes de madurar.

 

Cuidado - Chamado pelos amigos de Toninho Mineiro, porque também possui propriedade em Minas Gerais, Sardi é um produtor cuidadoso, que segue às recomendações técnicas, mantendo seu café sempre em adequado estado sanitário e nutricional. “O café é o melhor negócio para a pequena propriedade, não tem igual”, garante. No dia 7/5, a propriedade recebeu a visita do gerente técnico Robson Ferreira, da Cocamar, e do consultor de café da cooperativa, Adenir Fernandes Volpato, o Gabarito*.

 

Não absorve - Ferreira constatou a produtividade e também que as plantas estavam minguando. “O café não apenas sofre com a falta de chuvas como, por falta de umidade, não consegue absorver os nutrientes do solo. Ou seja, é sede e fome ao mesmo tempo”. Segundo ele, uma boa precipitação no começo de maio sustentaria as plantas e promoveria o enchimento dos grãos. Sem chuva, o produtor não consegue nem adubar. “O produtor faz tudo o que é preciso: análise de solo, calagem, boa adubação e complementa com adubo orgânico. Mas, como a lavoura está sendo castigada pela seca, ocorrem duas situações: na atual safra, há perda de produtividade devido ao tamanho menor dos grãos. E, na safra seguinte, como as plantas terão que ser podadas, não haverá produção”, ressalta Gabarito.   

 

Prejuízo - Para se ter uma ideia do tamanho da perda financeira, Gabarito faz as contas e mostra que o café com uma produtividade de 42 sacas por hectare, ao preço conservador de R$ 450 a saca, proporciona um faturamento bruto de R$ 18,9 mil por hectare. Comparando, um produtor de soja teria que produzir 222,3 sacas por hectare (vendidas a R$ 85 a saca em média) para atingir o mesmo resultado. Outro tradicional cafeicultor do município, Edgar Brazoloto mantém 58 mil plantas em produção com média de 30 a 35 sacas por hectare. “O café é uma vocação, uma tradição da família e essa cultura, desde que bem cuidada, traz lucro”, comenta o produtor, mencionando que, apesar dos problemas climáticos, vale a pena apostar nesse tipo de negócio.

 

Precaução - Seguindo as normas para a prevenção da pandemia do novo coronavírus, o gerente Robson Ferreira e o consultor Adenir Fernandes Volpato visitaram as propriedades utilizando máscaras, álcool em gel para higienização das mãos e resguardaram distanciamento do produtor. (Assessoria de Comunicação da Cocamar)

 

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COCAMAR II: Cooperativa doa 1 tonelada de alimentos e 500 litros de álcool durante live

 

cocamar II 11 05 2020Em nome de seus cooperados, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial foi uma das empresas que contribuíram com doações de alimentos durante a live de Zezé de Camargo e Luciano, realizada com grande audiência a partir das 19h de domingo (10/05) no canal oficial da dupla no Youtube.A cooperativa anunciou sua participação com a entrega de uma tonelada de alimentos (300 litros de óleo de soja, 200 quilos de café tradicional e 500 quilos de farinha de trigo) e de 500 litros de álcool etílico 70%. 

 

Solidariedade - Nas últimas semanas, com o avanço da pandemia do novo coronavírus no país, artistas consagrados se dispuseram a colaborar com instituições assistenciais por meio de apresentações beneficentes em diferentes plataformas. Durante a live, ao falarem da doação da Cocamar, Zezé de Camargo e Luciano mencionaram que a “A união de produtores rurais e a cooperativa representa a força e a confiança do cooperativismo brasileiro”. 

 

Preocupação social - Desde o início da pandemia, a Cocamar tem colaborado com as comunidades por meio da doação de alimentos e álcool etílico 70% para entidades e hospitais de Maringá, Londrina e vários outros municípios situados nas regiões atendidas pela cooperativa, nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Por outro lado, a cooperativa adquiriu e fez a entrega de alguns equipamentos hospitalares e doou tecidos elaborados com seus fios ecológicos para a confecção de lençóis e fronhas destinados a hospitais. No momento, a Cocamar participa de uma ação com outras seis cooperativas de Maringá para a produção de 20 mil máscaras que estão sendo entregues para entidades. (Assessoria de Comunicação da Cocamar)

ENERGIA: Cooperativa de geração compartilhada de energia nasceu de uma necessidade

 

 energia 11 05 2020A união de empresas com interesse em economizar na conta de energia e que buscam ser mais sustentáveis! Este é o negócio da Cogecom (Cooperativa de Geração Compartilhada de Energia Elétrica), sediada em Curitiba/PR e nascida há quatro anos. Roberto Correa é um dos seus fundadores. Ele explica como a Cogecom nasceu, quantas empresas atende hoje e fala também da expansão dos seus negócios. Ouça aqui

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa investiga eficácia da esterilização de máscaras

 

unimed ponta grossa 11 05 2020A Unimed Ponta Grossa encomendou um estudo para avaliar se as máscaras N-95 e PFF2-S, após submetidas à esterilização, sofreram alterações na eficiência de proteção. Os testes foram realizados pelo Grupo de Pesquisa Química de Produtos Naturais e Biodiversidade (QPNBIO), no Laboratório de Microbiologia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), do Campus Medianeira, no Oeste do Paraná. A iniciativa foi inédita entre as Unimeds do Paraná. O Presidente da cooperativa, Rafael Francisco dos Santos, explica por que a ação foi tomada e quais resultados o estudo apresentou.  O Dr. Rafael também comenta como a Unimed Ponta Grossa está encarando a pandemia de Covid-19. Ouça aqui

Saiba mais: www.unimedpg.com.br

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Número de transações digitais somam 95,91% do total de movimentações financeiras

 

sicredi vale do piquiri 11 05 2020As medidas preventivas contra o coronavírus modificaram a rotina da população em todo o mundo. Isso não é diferente nas instituições financeiras cooperativas, que tiveram que adaptar a forma de atendimento presencial, o que alavancou a popularidade das plataformas que antes estavam em segundo plano: os aplicativos de serviços. A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP tem incentivado os associados a utilizarem os canais digitais da cooperativa, o que fez com o número de transações digitais somassem 95,91% das realizadas em abril, enquanto o número de transações presenciais ficou em apenas 4,09%. 

 

Segurança - Além da segurança de não precisar sair de casa, outro fator que pode ter colaborado é o recebimento do auxílio emergencial, já que os associados que têm o direito a essa ajuda do Governo Federal podem receber o valor emergencial na conta da cooperativa, desde que optem por ela no momento do cadastro no site da Caixa Econômica Federal. No período de 17 de abril, quando o benefício começou a ser pago, até o dia 27 do mesmo mês, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP registou mais de 1.500 operações. 

 

Ferramentas digitais - Para o gerente de desenvolvimento de negócios em São Paulo, Maurício Guerra, o momento de isolamento social permite que os associados utilizem mais as ferramentas digitais que a cooperativa disponibiliza gratuitamente, sem sair de casa. “Cada vez mais os associados constatam a facilidade e a comodidade de utilizar os nossos canais digitais, principalmente agora”, afirma.

 

Serviços - Entre os serviços que podem ser acessados pelos associados estão os de movimentações financeiras como consulta de saldos e extratos; consulta à fatura do cartão de crédito; transferências e pagamentos com a câmera do celular; gerenciamento de investimentos; consulta de limite de crédito; simulação e contratação de financiamento; recarga de celular; geração de código para saque sem cartão nos caixas eletrônicos, inclusão de contas em débito automático e débito direto autorizado, entre outras praticidades.

 

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 110 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 151 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 82 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 30 em São Paulo (http://www.sicredi.com.br/vale-piquiri).

 

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Assessoria Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

INTERCOOPERAÇÃO: Negócios entre coops durante a Covid-19

 

Cooperar para superar a crise. Essa foi uma das mensagens reafirmadas na live do Sistema OCB na última sexta-feira (08/05). Os presidentes da Castrolanda e da Coprel, Willem Bouwman e Jânio Stefanello, respectivamente, falaram um pouco sobre as experiências de intercooperação que têm ajudado as suas cooperativas a minimizarem os impactos da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. A gerente Técnica e Econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, também participou do bate papo e falou mais a respeito do CooperaBrasil, um espaço criado para estimular a intercooperação e impulsionar os negócios entre as cooperativas.

 

Orientações - A realização dos debates ao vivo tem servido para tirar uma série de dúvidas a respeito dos mais variados temas que afetam as cooperativas, desde questões mais burocráticas, como a realização de assembleias gerais ordinárias no ambiente virtual, até dicas de como inovar em momentos de crise. Tudo isso com comentários em tempo real do público e dos especialistas convidados.

 

Cases de Intercooperação - A intercooperação é uma das chaves para o desenvolvimento dos negócios das cooperativas. Por meio dela é possível impulsionar o desenvolvimento local e regional, aumentar a renda dos cooperados e suas famílias, estimular a colaboração e, claro, fortalecer o cooperativismo. 

 

Castrolanda - A Castrolanda, por exemplo, faz parte de uma iniciativa chamada Unium, junto com as cooperativas Frísia e Capal, que foi pensada para alavancar os negócios reduzindo custos para as três coops, com um retorno positivo aos cooperados. “Naquele momento nos unimos e juntamos as nossas forças num braço da cooperativa. Em negócios estratégicos nós vamos nos unir e vamos somar forças. Então assim deixamos de concorrer pela matéria prima e pelo cliente, e agora estamos somando forças com conhecimento, com capacidade intelectual e financeira, com organização de negócios. Foi naquele momento que nasceu a intercooperação no grupo da Unium”, relembrou o presidente da Castrolanda, Willem Bouwman.

 

Projetos - Atualmente, as cooperativas têm em conjunto três projetos: a indústria de beneficiamento de leite, um moinho para produção de trigo e um frigorífico para abate de suínos. Unidas elas conseguiram otimizar a sua produção e o escoamento, potencializando seus negócios e crescendo juntas. Para Bouwman, um dos aspectos fundamentais para a intercooperação é a confiança entre os parceiros, que é um dos obstáculos a serem vencidos e que faz toda a diferença para a manutenção dos projetos. Confiar na capacidade de gestão de cada uma das cooperativas a frente aos projetos contribui para o sucesso da parceria, afirmou o presidente da Castrolanda.

 

Parcerias - Outro exemplo de intercooperação apresentado e que tem dado muito certo é o da Coprel, que em parceria com outras cooperativas da Região de Birubá, no Rio Grande do Sul, tem levado internet de qualidade para mais de 30 municípios da região. O presidente da cooperativa, Jânio Stefanello, destacou a importância de uma iniciativa como essa para locais que já são mais afastados, mas que no contexto atual lidam com um distanciamento ainda maior devido a pandemia. “A internet aproxima as pessoas, nessa época onde os filhos estão distantes dos pais e avós, é algo que a gente não convive fisicamente, mas a gente mata a saudade. Não é só para o trabalho home office, precisam da internet para passar o tempo, para se divertir”, destacou Stefanello.

 

Internet - Em parceria com as cooperativas agropecuárias, que disponibilizam suas estruturas e até apoiam financeiramente, a Coprel tem levado internet de fibra ótica para áreas rurais, garantindo assim, mais qualidade não apenas para os cooperados, mas para todos os moradores da região. Além disso, em alguns municípios, cooperativas de créditos facilitam o acesso ao crédito para que tenham mais recursos para financiar os custos de implementação dessas ações. “Eu sou um apaixonado pela intercooperação, porque ela tá no nosso sangue, tá no nosso DNA, quando a gente consegue se juntar, se unir pra fazer, a gente faz muito mais”, ressaltou o presidente da Coprel.

 

CooperaBrasil - E para estimular ainda mais a intercooperação, o Sistema OCB lançou o site CooperaBrasil, um espaço onde as cooperativas podem vender e comprar produtos e serviços umas das outras, o que é um dos caminhos para superar a crise. Para a gerente Técnica e Econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, o papel do Sistema OCB é garantir condições para que as cooperativas passem por esse momento de maneira mais tranquila, com impacto um pouco menor ao final de todo esse processo. E o CooperaBrasil é uma das estratégias que vai contribuir para isso.

 

Fortalecer união - Desde o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, que trouxe com força a pauta da intercooperação, o Sistema OCB tem trabalhado em projetos e ferramentas que fortaleçam a união entre cooperativas como uma forma de gerar negócios e oportunidades. Dado o contexto atual, se mostrou necessário a criação dessa “vitrine virtual”, que além de ajudar as cooperativas a exporem seus produtos e serviços, também fizesse isso de forma a ampliar seu alcance - podendo sair do âmbito local, para o nacional. “O objetivo [do CooperaBrasil] é esse: é criar conexão, é gerar essa relação cada vez mais forte não só de cooperativas que estão próximas. Com certeza temos a oportunidade de trabalhar cooperativas em conjunto de norte a sul do país, quebrar essa barreira geográfica e ampliar ainda mais as oportunidades que a gente tem na intercooperação”, destacou Clara Maffia.

 

Saiba mais - Para saber mais sobre o CooperaBrasil, clique aqui. E para saber quais as cooperativas já estão neste espaço, acesse www.cooperabrasil.coop.br.

 

Assista aqui - E para quem não assistiu ou quer rever a íntegra da live com participação dos presidentes da Castrolanda e da Coprel, Willem Bouwman e Jânio Stefanello, respectivamente, da gerente Técnica e Econômica do Sistema OCB, Clara Maffia, com mediação da gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabíola Nader, é só conferir aqui.

 

(Assessoria Sistema OCB)

 

intercooperacao 11 05 2020

ENTREVISTA: “Coopera Brasil” é uma nova ferramenta para apoio às cooperativas

 

entrevista 11 05 2020O cenário de crise está fazendo com que importantes transformações sejam aceleradas. Empresas estão tendo que se reinventar para enfrentar o momento e saírem renovadas. Com as cooperativas não é diferente. E, atuando sempre para apoiar e incentivar o setor, o Sistema OCB lançou, no dia 17 de abril, o Coopera Brasil, um projeto de integração e divulgação de produtos e serviços das cooperativas brasileiras, fomentando o comércio e a intercooperação. Fabíola Mota, Gerente de Relações Institucionais da OCB, dá mais detalhes. Ouça aqui.

INOVAÇÃO: Guia prático vai ensinar sua coop a criar aulas on-line

 

inovacao 11 05 2020Os métodos de ensino e aprendizagem se renovam a cada ano e, sem dúvidas, os últimos acontecimentos têm tornado essas mudanças ainda mais aceleradas e cada vez mais tecnológicas. Com a obrigatoriedade de isolamento social e fechamento temporário dos estabelecimentos, todos os setores foram buscar meios digitais para que suas atividades não se paralisassem totalmente. 

 

Transformação - De olho nessa transformação pela qual as organizações terão que passar, o Sistema OCB tem criado ferramentas para auxiliar as cooperativas nesse processo de inovação que o momento exige. E uma dessas iniciativas é a disponibilização de uma série de guias com as mais variadas temáticas, repletos de dicas importantes para usar a tecnologia a seu favor. O segundo e-book da série “Inovação na Crise” tem como tema Como Criar Aulas On-line, que vai orientar os cooperados a criar conteúdos engajadores, mostrar quais as melhores ferramentas para a realização de aulas e como continuar compartilhando conhecimento, mesmo em tempos de distanciamento social. 

 

Download - Para baixar o e-book é só clicar aqui

(Assessoria Sistema OCB)

SAÚDE: Institutos do Senai desenvolve spray que inativa o coronavírus

 

saude 11 05 2020Projetos e produtos inovadores que podem contribuir no combate e tratamento da pandemia de Covid-19, criados por indústrias, começam a ganhar forma nos Institutos Senai de Inovação. O mais recente deles é um spray que cria um revestimento antiviral em superfícies de maçanetas, mesas e bancadas, balcões de atendimento e corrimões, entre outros, reduzindo o risco de contágio pelo contato com esses objetos.

 

“Missão contra Covid-19” - Desenvolvido pela empresa TNS Nanotecnologia, o projeto foi selecionado pela chamada “Missão contra Covid-19”, realizada em nível nacional numa parceria Senai, EMBRAPII e Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). No total, foram destinados R$ 20 milhões para projetos que ajudem a prevenir, diagnosticar e tratar a Covid-19. Fabrício Lopes, gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Sistema Fiep, explica que este é o momento de tomar todas as medidas que ajudem a minimizar o impacto da pandemia. “O Senai tem como compromisso apoiar a indústria e todo o país. Assim, nos colocamos à disposição da sociedade incubando e ofertando estrutura, especialistas e financiamento para as iniciativas contra o coronavírus”, explica.

 

Fácil manuseio - No caso da TNS, o projeto está sendo desenvolvido no Instituto Senai de Inovação em Eletroquímica, com sede em Curitiba. No produto, serão utilizadas diferentes tecnologias para a ancoragem de nanopartículas de prata, fazendo com que superfícies comuns sejam capazes de inativar o vírus. Com fácil manuseio e aplicação por spray, não haverá a necessidade de preparar a superfície previamente. O produto também está sendo desenvolvido para que seja não tóxico e de fácil acesso à população.

 

Testes - Outro projeto que também está sendo desenvolvido no Instituto é o da Hi Technologies. Os especialistas do Senai estão ajudando a empresa a ampliar a escala de produção do Hilab, equipamento capaz de realizar testes para diagnosticar o novo coronavírus em apenas 10 minutos. A proposta foi uma das primeiras aprovadas no país dentro da “Missão contra Covid-19”.

 

Saúde Tech PR- Em breve, novos projetos de empresas paranaenses para auxiliar no combate à pandemia serão desenvolvidos com auxílio do Senai. Nesta segunda-feira (11/05), serão divulgadas as propostas selecionadas pelo edital Saúde Tech PR, realizado em parceria com o governo do Estado. Foram 76 projetos inscritos, que ao longo da última semana passaram por avaliações. As ideias escolhidas receberão investimento total de até R$ 1,4 milhão e apoio técnico dos profissionais dos Institutos Senai de Tecnologia e Inovação do Paraná." (Texto e fotos: Senai/PR)

FINANCIAMENTO: Produtores rurais contrataram R$ 156,6 bi em crédito de julho de 2019 a abril deste ano

 

financiamento 11 05 2020Os financiamentos do Plano Safra 2019/2020 contratados pelos produtores rurais, entre julho de 2019 e abril deste ano, somaram R$ 156,6 bilhões, aumento de 12% em comparação a igual período da safra passada. Os números fazem parte do Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2019/2020 divulgado nesta sexta-feira (8) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa, com base nos dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central.

 

Custeio - Das aplicações em custeio (total de R$ 86,5 bilhões, alta de 12%), R$ 20,2 bilhões foram contratados por médios produtores rurais (Pronamp - Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor), um aumento de 40% em relação à safra anterior, com quase 136 mil contratos. Os agricultores familiares (Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) contrataram R$ 12 bilhões (16%), com 417,5 mil contratos.

 

Investimentos - As contratações na linha de investimentos totalizaram R$ 42 bilhões no período analisado, alta de 19%. Os médios produtores contrataram R$ 2,2 bilhões (108%), com 18,2 mil contratos. Já os financiamentos aos pequenos agricultores contabilizaram R$ 11,1 bilhões, alta de 17%, com 783 mil contratos. Entre os programas de investimentos, tiveram destaque o Pronamp (+108%), o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica - Inovagro (+66%) e o Programa ABC (+47%).

 

Médios produtores - O diretor de Crédito e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wilson Vaz de Araújo, destaca o crescimento do crédito para investimento contratado pelos médios produtores. “Este desempenho, entre outros fatores, resultou da possibilidade dos médios produtores terem acesso exclusivo aos créditos de investimento, concedidos com recursos obrigatórios provenientes dos depósitos à vista. E a abrangência do Pronamp foi ampliada, pela incorporação de maior número de médios produtores beneficiados, sendo de 19% o aumento no número de contratos de custeio, enquanto para os demais produtores, não familiares, houve redução de 29%”, disse.

 

Comercialização - Os financiamentos para comercialização apresentaram recuo de 14%, com R$ 18 bilhões e 19,2 mil contratos. Já a linha de industrialização somou quase R$ 10 bilhões (68% de alta) e 974 contratos. “O crescimento das contratações nas diferentes modalidades de financiamento (custeio, investimento, industrialização) e por todas as categorias de produtores (pequenos, médios, grandes e cooperativas), apesar das reconhecidas dificuldades enfrentadas por determinadas cadeias de produção, a exemplo de flores e pescados, traduz-se num indicativo de confiança e expectativas positivas àqueles direta ou indiretamente envolvidos no processo produtivo agrícola. A agropecuária segue adiante”, ressalta o diretor. (Assessoria Mapa)


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