Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4827 | 21 de Maio de 2020

SISTEMA OCEPAR: Reunião da diretoria terá participação do secretário estadual do planejamento e do presidente da OCB

sistema ocepar 21 05 2020Pela segunda vez neste ano, as diretorias do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar) irão realizar suas reuniões ordinárias virtualmente, seguindo as orientações das autoridades de governo e de saúde para evitar aglomerações devido à pandemia do novo coronavírus. O encontro ocorre por meio de videoconferência nesta sexta-feira (22/05), das 9h30 às 12h, com a participação do secretário estadual de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, que fará uma apresentação sobre o plano de retomada das atividades econômicas no Paraná. Haverá ainda a presença do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que irá falar sobre o novo momento político e econômico para o cooperativismo.

Clique aqui e confira a programação completa da 13ª reunião ordinária da Ocepar e Fecoopar – gestão 2019/23

 

REUNIÕES INSTITUCIONAIS: Cocari participa do nono encontro realizado virtualmente pelo Sistema Ocepar

Na manhã desta quinta-feira (21/05), foi realizada com a cooperativa Cocari, de Mandaguari, a nona reunião institucional de um total de 42 programadas para este ano pelo Sistema Ocepar. Em decorrência do isolamento social e do trabalho em casa de toda equipe, desde março, as reuniões estão acontecendo de forma online, sem a necessidade de deslocamento dos profissionais da entidade.

Participações - O encontro foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que destacou a importância da continuidade dos trabalhos, atendendo todas as demandas das cooperativas, independente da situação em que vivemos com a pandemia do novo coronavírus. “Nossa preocupação principal é com a saúde de todos. Precisamos estar bem para continuarmos trabalhando para o desenvolvimento do cooperativismo. Por isso, optamos em dar continuidade às visitas institucionais, agora com reuniões virtuais, através da transformação digital ofertada pelas novas tecnologias disponíveis”, frisou. Além de Ricken, participaram o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, 11 membros do Conselho Administrativo, dois do Conselho Fiscal, quatro superintendentes e dois gerentes. Pelo Sistema Ocepar, os três superintendentes, Leonardo Boesche, do Sescoop/PR, Robson Mafioletti, da Ocepar, Nelson Costa, da Fecoopar, os gerentes Maria Emília Pereira, da Gecoop, Flávio Turra, da Getec, além de 11 da equipe técnica, totalizando 37 participações online durante 1h40 de reunião.

Cuidados - Para Ricken, o momento “é para se ter calma, tranquilidade e transparência, sem pânico. Nossas cooperativas devem continuar atuando com segurança. O que mais nos interessa é a saúde de todos. Uma sintonia fina com as cooperativas, com a diretoria da Ocepar e da OCB. Assim estamos trabalhando também com o apoio da Cocari”, frisou. Ele informou ainda que nesta quarta-feira (20/05) participou da Assembleia Geral Ordinária virtual do Sistema OCB. “O presidente Márcio Lopes de Freitas foi reconduzido ao cargo e eleita uma nova diretoria. Agora, eu faço parte como suplente apenas e, como representante da região Sul, foi eleito o presidente da Ocergs, Vergílio Périus. Mas vamos continuar acompanhando todo o trabalho de perto, levando as demandas das cooperativas do Paraná até Brasília. Hoje existe uma excelente sintonia entre a OCB e os órgãos de governo, especialmente com o Congresso, onde temos nossa Bancada da Frente Parlamentar do Cooperativismo. E nossos deputados do Paraná são muito atuantes na defesa dos nossos interesses”, frisou.

Equipe - O presidente destacou o trabalho realizado pelo Sistema Ocepar. “No Paraná, nosso time está bem capacitado e instruído para poder atender aquilo que precisa ser feito, e sempre com foco naquilo que é relevante e essencial para o cooperativismo. E, hoje, vamos poder passar para todos vocês uma visão ampla de todos os cenários possíveis para nossa economia e para o cooperativismo. Uma avaliação um pouco mais aprofundada da real situação e do futuro. Precisamos estar preparados para as adversidades, afinal, ninguém está imune aos impactos que serão causados daqui para frente”, avaliou Ricken.

Planejamento - O dirigente cooperativista também ressaltou a importância do planejamento para que tudo aconteça dentro do previsto, sem surpresas. “Neste nosso encontro queremos ser muito efetivos. A base de tudo é o planejamento. Precisamos analisar nosso planejamento conforme o novo cenário e de acordo com a soma das necessidades das cooperativas, sempre nesta frequência com todos os sete ramos”, frisou. Em relação ao Planejamento Estratégico do sistema cooperativista, Plano Paraná Cooperativo 100 (PRC-100), ele disse que, se tudo der certo, a meta planejada para os R$ 100 bilhões de movimentação econômica do setor deverá ser atingida neste ano de 2020, “mesmo com toda esta crise provocada pela pandemia”.

Intercooperação - Outro assunto levantado por Ricken para os dirigentes da Cocari foi sobre um planejamento voltado a intensificar as parcerias entre as cooperativas e cooperados. “A intercooperação tem que se aperfeiçoar cada vez mais, tanto da cooperativa com as coirmãs e entre os próprios cooperados. Estamos aprofundando o assunto junto às cooperativas. Levamos este tema durante a realização das pré-assembleias do Sistema Ocepar em março deste ano, nos cinco núcleos cooperativos e foi bem recebido pelas lideranças. Vamos apresentar na reunião da diretoria de amanhã (22/05) esta proposta que foi formatada pela nossa equipe. O foco é que as cooperativas possam reduzir custos em suas operações. Realizar parceiras para desenvolver a cooperativa, o cooperado e o cooperativismo como um todo. As pessoas buscam isso. Somente com oportunidades é que elas crescem. O rumo tem que nos levar para o desenvolvimento. O custo a gente não transfere, não exporta e para que isso aconteça temos que ter uma infraestrutura adequada, tanto internamente como a nível de políticas públicas de investimentos. Estamos debatendo o assunto com as principais entidades do setor produtivo, através do G7, grupo o qual eu coordeno atualmente”.

Comunicação - Outro ponto destacado pelo presidente do Sistema Ocepar foi a melhoria na comunicação com as cooperativas. “Hoje temos vários grupos de whatsapp com presidentes e fomentamos diariamente o abastecimento deles com as principais ações que estamos realizando, seja a nível de Paraná ou de Brasília. A meta é manter os dirigentes informados sobre o que está acontecendo. Cada vez mais precisamos nos adequar a essas novas tecnologias”, lembrou. Ricken destacou a própria reunião virtual de hoje, “que só está acontecendo graças as novas ferramentas de comunicação e que acabam facilitando nossas vidas, desde que utilizadas de forma consciente.  Vocês aí em Mandaguari, acomodados no auditório da Cocari e nós aqui em Curitiba, cada um em suas respectivas casas trabalhando e muito. Sem a necessidade de se locomover até Mandaguari para fazer esta apresentação. A tecnologia está aí para ser utilizada da melhor forma, para que agilize nosso trabalho e garanta segurança para todos”, sublinhou.

Avaliação - Após todas as apresentações realizadas pela equipe técnica do Sistema Ocepar, o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, fez questão de enaltecer o trabalho realizado e a qualidade das informações. Ele destacou a necessidade do setor investir cada vez mais em comunicação. “Precisamos cacarejar mais, falar para a sociedade o que estamos fazendo, realizando em benefício das comunidades onde estamos inseridos. Aqui em nossa região contribuímos com várias instituições com doações no combate ao novo coronavírus e sabemos que outras cooperativas também fizeram. Precisamos reunir todas essas informações e, também, mostrar para a opinião pública o que o cooperativismo do Paraná já fez contra a pandemia, quanto desembolsamos pelo bem comum, além de gerarmos milhares de empregos e renda”, afirmou. Sebold finalizou dizendo: “existe agora uma nova caixinha, um novo mundo e o que vamos fazer dele depende de nossas ações daqui para frente. A última grande crise foi na Segunda Guerra Mundial. Agora, estamos lutando novamente para sobreviver. E, podem ter a certeza de que a Cocari está junto nesta luta com o sistema. Parabéns e obrigado pela excelente reunião e pelo apoio de sempre”.

{vsig}2020/noticias/05/21/autogestao/{/vsig}

COOPERATIVISMO: OCB realiza AGO de forma digital

cooperativismo 21 05 2020A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) realizou nesta quarta-feira (20/04), por meio de videoconferência, sua assembleia geral ordinária de número 51, marcando a celebração das cinco décadas de atuação em prol do desenvolvimento e da sustentabilidade das mais de 6,8 mil cooperativas do país. O evento contou com a participação de representantes das 27 unidades estaduais da instituição, comprovando a representatividade dos quase 15 milhões de cooperados.

Relevância - O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a relevância da celebração. “Estamos aqui, hoje, para honrar a atuação de muitas pessoas que nos antecederam nestes quase dois séculos de cooperativismo. Realizar uma AGO é motivo de muito orgulho, pois é o momento de mostrar toda a transparência, ética, responsabilidade e cuidado com as pessoas. São esses aspectos que diferenciam o nosso modelo de negócios dos demais”, comentou o líder cooperativista.

Prestação de contas - Por unanimidade, a prestação de contas referente a 2019, apresentada pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e acompanhada pelo relatório do Conselho Fiscal, foi aprovada. Nobile destacou a realização do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo foi um dos principais marcos do ano passado.

Ideias e sugestões - “Foi um grande espaço para a apresentação das ideias e sugestões que temos para trabalhar nos próximos anos, sempre focados na necessidade das cooperativas e no futuro do movimento cooperativista brasileiro. Inclusive é essencial dizer que a OCB já está trabalhando por todas as diretrizes aprovadas no CBC”, ressaltou Nobile.

Fim de mandato - A assembleia geral desta quarta-feira também marcou o fim do mandato de quatro anos da atual Diretoria da OCB. Os cinco integrantes representam cada uma das regiões do país. Confira abaixo o que eles destacaram como as grandes conquistas de sua gestão.

Agradecimento - O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, agradeceu aos diretores pelo empenho em trabalhar com tanta dedicação pelo cooperativismo brasileiro. “Durante os últimos quatro anos, esse grupo de diretores se manteve alinhado estrategicamente, apesar da diversidade dos perfis e das diferenças de realidade das regiões que representam. Foi uma gestão marcada pela diversidade de ideias e comunhão de objetivos. Isso fortaleceu o espírito de cooperação da OCB e gerou um clima de amizade e confiança entre a unidade nacional, as estaduais e a base cooperativista. Será sobre esse alicerce sólido que construiremos um futuro ainda mais brilhante para todas as cooperativas brasileiras”, concluiu.

Nova diretoria - Com o encerramento do mandato, a assembleia escolheu os novos diretores da OCB, que atuarão pelos próximos quatro anos. São eles:

REGIÃO SUL: Vergílio Perius, presidente da Ocergs.

Suplente: José Ricken (Ocepar)

REGIÃO SUDESTE: Ronaldo Scucato, presidente da Ocemg.

Suplente: Pedro Melhorim (OCB/ES)

REGIÃO CENTRO-OESTE: Remy Gorga, presidente da OCDF.

Suplente: Onofre Cesário (OCB/MT)

REGIÃO NORTE: Ricardo Khouri, presidente da OCB/TO.

Suplente: José Merched (OCB/AM)

REGIÃO NORDESTE: André Pacelli, presidente da OCB/PB.

Suplente: Aureliana Luz (OCB/MA)

 

CONSELHO FISCAL

Titulares: Ernandes Raiol, Luís Alberto, Vinicius Mesquita.

Suplente: João Nicédio (representante chapa).

 

CONSELHO DE ÉTICA

Titulares: Flodoaldo de Alencar (representante chapa), Petrúcio Magalhães, Antônio Chavaglia.

Suplente: Americo Utumi.

 

Materiais - Clique aqui para acessar o Relatório de Gestão da OCB (2019) e, confira aqui o vídeo com o resumo de 2019. Conheça, também, a página de transparência da OCB. (Informe OCB)

 

PUBLICAÇÃO: Revista científica publica trabalhos do EBPC

publicacao 21 05 2020A Revista de Gestão e Organizações Cooperativas (RGC) publicou uma edição especial com 15 artigos inéditos conhecidos durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). Todos os autores que apresentaram trabalhos científicos no evento, realizado em outubro de 2019, em Brasília-DF, tiveram seus materiais avaliados por uma equipe editorial.

Temas - Os 15 artigos selecionados tratam de assuntos ligados a temas como: cenário jurídico, educação, identidade, gestão, governança, desempenho e sustentabilidade nas cooperativas. O editor-chefe da revista RGC, Vitor Kochhann Reisdorfer, que também éprofessor associado da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), explicou que a revista “publica e dissemina exclusivamente conhecimentos na área do cooperativismo” e que o material enriquece as cooperativas brasileiras.

Divulgação dos resultados - Já o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e coordenador científico do 5º EBPC, Mateus de Carvalho Reis Neves, afirmou que tão importante quanto a geração de conhecimento é a divulgação do resultado das pesquisas feitas.

Demanda - “Neste sentido, a parceria com a RGC tem sido sinérgica e altamente positiva, atendendo a uma demanda crucial, na visão da Coordenação Científica do EBPC, que é a divulgação científica. Percebemos que esta parceria promove a consolidação do EBPC e da RGC como importantes canais de estímulo à pesquisa em cooperativismo no Brasil", avalia o professor.

Confira - Para conferir a edição especial revista, basta clicar aqui. (Informe OCB)

 

COPACOL: Paraná lidera produção de tilápia; reduzir custos e incentivar consumo são desafios, diz Pitol

Referência nacional na produção de tilápia pelo alto investimento em tecnologia e pioneirismo na atividade, a Cooperativa Copacol estima um cenário favorável à aquicultura. Mesmo com a pandemia do coronavírus (Covid-19), as atividades estão normalizadas, com abate diário de 140 mil tilápias no frigorífico em Nova Aurora, oeste do Paraná, com rígido controle às normas de segurança, para evitar contaminações entre cooperados e colaboradores.

Crescimento - O crescimento nacional da piscicultura foi de 4,9%, com 758.006 toneladas produzidas, conforme o recém-divulgado Anuário da Associação Brasileira da Piscicultura – a tilápia está no topo entre as espécies. Em 2019, o Paraná teve a maior participação entre os estados, com produção de 146.212 toneladas de tilápias, em segundo vem São Paulo com 64,9 mil toneladas e em terceiro Santa Catarina com 38.559 toneladas.

Mercado interno - O mercado interno absorve toda a produção de tilápia da Copacol, apenas escamas e pele são exportadas à China. Além do sabor aprovado pelos brasileiros, a tilápia ganha a preferência por ser considerável uma das proteínas animais mais saudáveis. Diante da aceitação do produto, a expectativa é de crescimento de consumo, no entanto, há desafios a serem superados. “Temos potencial para ir além. Esperamos um consumo maior da tilápia. Hoje estamos no limite da produção. O que precisamos agora é adequar os custos de produção ao mercado, para que o produto chegue com mais frequência a mesa dos consumidores”, disse o presidente da Copacol, Valter Pitol, na noite de terça-feira (19/05), durante live transmitida pelo IFC (International Fish Congress), traduzido ao português, Congresso Internacional de Peixe, que neste ano será realizado em setembro.

Implantação - A piscicultura foi oficialmente implantada na integração da cooperativa há 12 anos, quando o abate passou a ser realizado no frigorífico construído pela Copacol. Atualmente, por meio das seis filiais espalhadas pelo Brasil, a marca chega até os consumidores das mais diferentes regiões. A aquicultura teve adesão pela necessidade dos produtores rurais em diversificarem a renda, diante uma forte crise econômica que atingiu o país em 2007. “Já existia um mercado informal entre muitos associados. Decidimos então investir na atividade, por meio da integração. Usamos o mesmo processo envolvendo o frango e adaptamos ao peixe. Muitos de nossos associados são médio e pequenos produtores, com menos de oito hectares. O que fizemos foi incentivar o uso de pequenas áreas abandonadas, sem receita”, explica Pitol.

Agricultores integrados - Hoje são 230 piscicultores integrados, com uma área total de 600 hectares de lâmina de água. A cooperativa oferece toda tecnologia - inclusive genética -, assistência técnica e operacionalização de transporte de ração, dos alevinos até os açudes e despesca dos animais para o abate. “Proporcionamos uma renda a mais ao produtor, que investe na escavação do tanque e no manejo até a engorda. Fazemos a industrialização e a comercialização do produto”, explica o presidente da Copacol.

Grande potencial - Em relação a peixes de cultivo, o Paraná teve aumento de 18,7% em produção na comparação 2018/2019 - resultado que muito se deve ao cooperativismo, responsável por 60% da produção agropecuária estadual. “A população mundial vai exigir nos próximos 30 anos 40% a mais de alimentos. Onde vamos ter ganho de produção? Na Europa, Estados Unidos ou Argentina? Nesses países a capacidade de produção está esgotada. No Brasil usamos apenas 7% da área com grãos, se juntarmos a pecuária não dá um terço. Devemos estar preparados, investir no que somos competitivos para aumentar nossa produção, sempre com a responsabilidade já atendida pelo produtor”, afirma o engenheiro agrônomo José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), que também participou da live.

Qualidade e rentabilidade - Para expandir a atuação, a orientação ao produtor é unir qualidade e rentabilidade – condição oferecida pela cooperativa, que organiza a cadeia economicamente e garante retorno de investimento na propriedade. “O resultado da cooperativa fica na propriedade, na região, oportunizando novas opções de renda”, afirma o presidente da Ocepar.

Exemplo - O médico veterinário e ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin, outro integrante do debate na noite de terça-feira, acompanhou a implantação da atividade na Copacol desde o início e destaca a importância do trabalho pioneiro para o Brasil. “A aquicultura vive um momento de crescimento, com muitos dilemas, como o crescimento diante da globalização e competitividade. O cooperativismo é uma grande alternativa. Os polos brasileiros precisam se organizar. O Paraná e a Copacol são um norte, nossa referência”, afirma Gregolin. (Imprensa Copacol)

Clique aqui para conferir a live

{vsig}2020/noticias/05/21/copacol/{/vsig}

COCAMAR: Embrapa cita a cooperativa como referência durante webinar

cocamar 21 05 2020Na última sexta-feira (15/09), das 15 às 16h, a Embrapa Soja promoveu uma webinar com o pesquisador Henrique Debiasi, conceituado especialista em solos, sobre o tema “Importância e estratégias de diversificação de culturas em sistema de produção de grãos”. A iniciativa, da qual participaram pesquisadores da instituição e profissionais de empresas e cooperativas em todo o território nacional, faz parte de uma série voltada à safra 2020/21, em que são abordadas tecnologias para a sustentabilidade da soja.

Referência - Durante sua explanação, Debiasi mencionou a Cocamar em vários momentos como referência na difusão, junto aos produtores cooperados, de tecnologias como o consórcio milho de segunda safra x braquiária, uma prática que além de produzir palhada para a cobertura do solo e possibilitar o plantio direto da soja, oferece uma série de outros benefícios, como o rompimento da camada de compactação devido ao agressivo sistema radicular do capim, a reestruturação física do solo e a redução de ervas de difícil controle no verão. Entre outras informações, o pesquisador mostrou também a evolução da produtividade da soja e do milho no acumulado de quatro anos, como efeito a melhoria do solo trazida pelo consórcio, com base em pesquisas realizadas na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da cooperativa em Floresta, região de Maringá.

Parceira - A Embrapa Soja é uma das principais parceiras da Cocamar, que se utiliza das pesquisas desenvolvidas pela instituição para realizar uma série de trabalhos voltados ao aprimoramento tecnológico dos seus cooperados e uma agricultura sustentável. (Imprensa Cocamar)

 

INTERCOOPERAÇÃO: Cooperativas de Maringá já doaram mais de 15 mil máscaras

Dezoito entidades assistenciais de Maringá, Paranavaí e Paraíso do Norte, no Paraná, já receberam mais de 15 mil máscaras para a prevenção da Covid-19, doadas por cooperativas de diversos ramos sediadas em Maringá e uma nova remessa vai ser distribuída para mais cinco nesta semana.

União - O acessório está sendo produzido graças à união das cooperativas Cocamar, Sicredi União PR/SP, Sicoob, Unimed, Uniodonto, Unicampo e Pluricoop, que se dispuseram a custear a confecção de 20 mil unidades.

As entidades - Já foram beneficiados, em Maringá, o Albergue Santa Luzia de Marillac (que recebeu 1.000 máscaras), a Associação Paranaense de Amparo ao Idoso-Wajunkai (1.000), a Rede Feminina de Combate ao Câncer (1.200), o Asilo São Vicente de Paulo (500), a ANPR (1.230), o Lar Escola da Criança (1.000), o Hospital do Câncer (1.500), a Assindi (1.000), a Lins de Vasconcelos (1.000), a Amor ao Próximo (1.000) e Apae (1.050); na cidade de Paranavaí, as entidades beneficiadas foram o Asilo Lar Vicentino (300 máscaras), a Santa Casa (616), a Coopervaí (200), a Lins e Vasconcelos (300) e, em Paraíso do Norte, o Asilo São Vicente de Paulo (500) e o Cras (500).

Nesta semana - Nesta quinta-feira (21/05), 9h às 11h, estarão recebendo as doações a Promec e a Pescadores de Vida, ambas de Sarandi, e o Núcleo Integrado de Saúde, de Itaguajé. Na sexta-feira (22/05), às 9h e às 9h40, outras duas entidades de Maringá: Marev e Associação de Mães Especiais (Ame).

Projeto social - As máscaras são produzidas por costureiras do projeto social Vestindo Minha Família, apoiado pelo Sicredi, que reúne participantes de Paranavaí e Paraíso do Norte, além de algumas de Maringá, as quais são remuneradas por esse trabalho. Elas utilizam tecidos que seriam destinados à confecção de uniformes daquela cooperativa de crédito, e também malhas elaboradas com fios ecológicos da Cocamar.

Cooperativismo - A união das sete cooperativas já acontece desde 2017, quando da celebração do Dia Internacional do Cooperativismo, sempre no primeiro sábado de julho. Naquele ano e em 2018 elas mobilizaram centenas de voluntários para a produção de dezenas de milhares de fraldas geriátricas, doadas para entidades. No ano passado, com o mesmo objetivo, foram preparadas cerca de 2,5 mil pizzas. (Imprensa Cocamar)

{vsig}2020/noticias/05/21/intercooperacao/{/vsig}

 

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS: Voluntários fazem doação de alimentos

sicoob tres fronteiras 21 05 2020Um grupo de 26 voluntários transformadores do Sicoob Três Fronteiras uniu forças para levar um pouco de conforto e segurança para famílias carentes de Foz do Iguaçu (PR). Foram arrecadados quase mil reais, dinheiro que foi revertido na compra de cerca de 250 kg de alimentos não perecíveis.

Entrega simbólica - A entrega simbólica dos alimentos para a Guarda Mirim, que está atendendo mais de 800 famílias com as doações recebidas de parceiros e voluntários da cidade e região, aconteceu no dia 14 e contou com a presença de dois diretores da cooperativa, também voluntários.

Famílias - As famílias receberam as doações na última segunda-feira (18/05). Além dos alimentos, os voluntários também vão doar agasalhos e cobertores para moradores de rua, por meio da Assistência Social da Prefeitura Municipal. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI: Lançada opção de pagamento por QR Code

sicredi 21 05 2020Buscando disponibilizar soluções que gerem conveniência, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados, anuncia mais uma funcionalidade em pagamentos eletrônicos. A partir de agora, é possível pagar ou receber valores entre associados da instituição, sem taxas, via QR Code no aplicativo do Sicredi, disponível para smartphones que operam nos sistemas iOS ou Android.

Novas experiências - A solução faz parte de uma série de iniciativas do Sicredi que visam proporcionar novas experiências para os associados por meio da tecnologia, além de acompanhar a tendência de digitalização do sistema financeiro. “Também é um estímulo à troca do dinheiro físico por meios eletrônicos, uma nova cultura de pagamentos, mais segura, prática e sustentável que temos incentivado entre os nossos associados”, explica Gisele Rodrigues, superintendente de Soluções de Meios de Pagamento do Sicredi.

Melhores práticas - A nova opção de pagamento eletrônico do Sicredi está alinhada com as melhores práticas de mercado e faz parte da adesão da instituição ao Sistema de Pagamentos Instantâneos lançado recentemente pelo Banco Central do Brasil e batizado de PIX, que funcionará a partir de novembro deste ano com o objetivo de modernizar transações financeiras no país.

Associado - Para utilizar a ferramenta no aplicativo do Sicredi o usuário deve ser um associado da instituição. No app, basta escolher a opção “Pagamento por QR Code”, direcionar o “QR Code Sicredi” para a leitura dos dados, informar o valor (se necessário) e confirmar o pagamento. Esse tipo de transação é uma alternativa a outros pagamentos como TED, DOC, boleto, cheque e cartões, e pode ser feita entre pessoas em poucos segundos.

Inovação - “O sistema financeiro vive uma jornada de inovação e no cooperativismo de crédito temos como vantagem o relacionamento mais próximo com os associados, o que nos permite entender melhor as necessidades de cada um para pensarmos em soluções e produtos que possam atendê-los da melhor maneira”, completa Gisele.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Produtores podem apresentar propostas para o Trator Solidário

agricultura familiar 21 05 2020Os agricultores familiares interessados na aquisição de máquinas, implementos e equipamentos consignados ao programa Trator Solidário já podem apresentar pré-propostas. Os financiamentos seguem regras estabelecidas para a linha Pronaf Mais Alimentos, que tem limites, prazo de carência e taxa de juros autorizados pelo Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil.

Pequenos produtores - O programa é destinado a pequenos produtores que têm a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa e que, portanto, obedecem todas as exigências federais para ser considerado agricultor familiar.

Administração e operacionalização - Ele é administrado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, e operacionalizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná), Fomento Paraná, agentes financeiros oficiais, cooperativas de crédito e fabricantes de equipamentos, implementos e tratores.

Cunho social - “Esse é um programa de cunho social, que traz eficiência no campo e baixo nível de inadimplência”, disse o secretário Norberto Ortigara. “Por meio dele, conseguimos expandir a produção agropecuária estadual, promover a modernização do campo e garantir aumento de renda e qualidade de vida”. Os equipamentos têm preço em torno de 15% menor que o de mercado.

Processo - Para se pré-qualificar ao programa, o interessado precisa ir ao escritório do IDR-Paraná mais próximo. É o servidor estadual quem verifica a validade da declaração de aptidão ao Pronaf e solicita os documentos exigidos pela instituição financeira de preferência do agricultor.

Pré-propostas - Após a análise, as pré-propostas serão acatadas de acordo com o limite de recursos disponíveis para investimento na safra 2019/20. Caso um agente financeiro comunique a secretaria sobre a indisponibilidade de recursos, o acatamento da pré-proposta será cancelado. Ela poderá ser reaberta após o anúncio das normas do Plano Safra 2020/21 e a retomada de financiamentos.

Opção - O agricultor familiar beneficiário do Trator Solidário conta também com a opção de aderir ao Sistema de Equivalência em Produto, um mecanismo amparado por recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), da Fomento Paraná. Dessa forma, cada parcela equivale a uma quantidade fixa de milho. Caso o preço médio de mercado do produto fique abaixo do estipulado na data da contratação da operação, o Estado garante o pagamento da diferença.

Novidade - Neste ano o programa conta com o Sistema de Acompanhamento do Programa Trator Solidário, criado em parceria com a Celepar. Ele facilita a elaboração de pré-propostas pelos servidores do IDR-Paraná e a análise pela coordenação do programa, garantindo mais eficiência no processo de contratação.

Sustentação - A soma de esforços e parcerias, envolvendo o Governo do Estado, Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Fomento Paraná, IDR-Paraná, empresas fabricantes e concessionárias como a New Holland, LS Tractor, Yanmar, Rubemaq, Pramarc e agentes financeiros com recursos disponíveis para este ano, como Banco do Brasil e Sicoob, dão sustentação e ritmo contínuo ao programa que começou em 2007. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

SANIDADE: Estado ‘dribla’ Covid-19 por status livre de aftosa

sanidade 21 05 2020Mesmo diante da grave crise sanitária causada pela pandemia de coronavírus que assola o mundo, o Paraná mantém a programação em dia para conquistar o status de Estado Livre de Febre Aftosa, Sem Vacinação. O título permitirá ao setor agropecuário paranaense ampliar mercados e é considerada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como essencial para impulsionar a retomada econômica pós-Covid-19.

Expectativa - A expectativa é que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) chancele a nova condição paranaense em maio de 2021, em um evento em Paris, na sede da entidade. “Tenho certeza de que esse reconhecimento vai resultar na criação de muitos empregos, já que os produtores do Paraná terão condições de acessar mercados mais disputados. Isso fortalece a nossa indústria e também o comércio exterior”, afirmou o governador.

Cargas fiscalizadas - De acordo com a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), 50.739 cargas foram fiscalizadas nos 33 postos de trânsito agropecuário nas divisas com os estados de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e São Paulo até a primeira quinzena de maio, mesmo com a confirmação da circulação do vírus no Estado.

Animais - Do total de averiguações, cerca de 20% (10.102) foram em carregamentos de animais. A medida atende a Instrução Normativa 37, da Secretaria de Defesa Agropecuária, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que determinou a proibição de ingresso e incorporação de animais vacinados contra a febre aftosa no Estado do Paraná. O texto foi publicado em 30 de dezembro do ano passado.

Dispensa - Como parte do protocolo, o Paraná já foi dispensado da vacinação, que normalmente ocorria em novembro. Também por determinação do Ministério da Agricultura foi proibida a manutenção e uso de vacina em território paranaense.

Planejamento - O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, explicou que o número de fiscalizações se manteve estável mesmo nos meses de maior incidência do coronavírus no Paraná, como março e abril. “Apesar da pandemia, estamos mantendo tudo o que foi planejado com o foco daqui a um ano, na conquista deste título”, disse. “É um passaporte que o Paraná terá em mãos para entrar em muitos mercados”, afirmou.

Negociações - Ele ressaltou que a abertura de novas frentes de negociação vai significar investimentos diretos no Estado, como a instalação e ampliação de indústrias e cooperativas. Para Ortigara, há um potencial enorme de crescimento nas cadeias de suínos, peixe, frango, leite e pecuária bovina de corte.

Diferença - “O status aliado a um bom produto, estratégia comercial e preços competitivos farão toda a diferença. Sem esse título você não bate na porta dos bons mercados compradores”, destacou o secretário. “E tudo isso ajudará o Paraná a se recuperar mais rapidamente deste momento econômico. O potencial é enorme”, acrescentou.

Último foco - Ortigara lembrou ainda que o último foco de febre aftosa no Paraná foi em 2006. De lá para cá, não houve mais circulação viral, em razão dos esforços de vários setores, entre eles o governo estadual que estruturou a Adapar para garantir o serviço de fiscalização e vigilância animal.

Adaptação - O vírus não mexeu no cronograma de fiscalização, mas fez com que a estrutura da agência tivesse de se adaptar para combater a circulação da doença.

Inquérito - Gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias disse que todos os profissionais que estão em campo trabalhando na conclusão do inquérito soro-epidemiológico do rebanho bovino do Estado estão devidamente protegidos por equipamentos validados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), além de seguir as regras de distanciamento social. O mesmo vale para os produtores.

Monitoramento - A Adapar começou o monitoramento na segunda-feira (18/05). Serão coletadas amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais espalhadas pelo Paraná. “Diminuímos outras rotinas para priorizar essa ação, sempre com muita responsabilidade e tomando todos os cuidados necessários, seja em relação aos nossos servidores ou aos produtores”, afirmou Rafael.

Essencial - “Somos um serviço essencial porque o Paraná não pode parar de produzir alimentos, abastecer o Brasil e o mundo. Com a pandemia, adaptamos e melhoramos os procedimentos de segurança que já existiam”, acrescentou o gerente de Trânsito Agropecuário da Adapar, Muriel Moreschi.

Saúde - Além disso, 13 dos 33 postos de trânsito agropecuário estão servindo de apoio à Secretaria de Estado da Saúde no combate à circulação do coronavírus. Nos locais, um grupo de até três profissionais da área faz uma triagem prévia das pessoas que entram no Paraná.

Orientativo - O trabalho é orientativo, com explicações sobre como agir para evitar a proliferação da doença. Também são indicados locais especializados para o tratamento da doença caso algum sintoma seja verificado. O paciente fica em isolamento durante o período.

Proliferação - “São ações direcionadas e informativas, que ajudam a conter a proliferação do vírus. É uma grande parceria da Saúde, Segurança Pública e Adapar para monitorar os principais acessos ao Paraná”, explicou o assessor da diretoria-geral da Secretaria de Estado da Saúde, Eduardo Rebonato. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

CÂMARA I: Relator do projeto da regularização fundiária rejeita alterações propostas pelo governo

1camara 21 05 2020O deputado Marcelo Ramos (PL-AM), relator do projeto de lei sobre a regularização fundiária, disse que não aceitará as mudanças propostas pelo governo em seu texto. O projeto foi retirado da pauta de votação do Plenário. Ramos divulgou a seguinte nota:

Acordo - "Sobre a retirada de pauta do PL da Regularização Fundiária (PL 2633/20), reitero que construí um acordo com vários segmentos da sociedade. No entanto, alguns setores do governo desejam um projeto mais flexível e com limites maiores. Não tenho como avalizar isso, razão pela qual não aceitarei mudança no meu relatório, porque tenho compromisso com a garantia de titulação, crédito e adesão a programas governamentais aos pequenos produtores e agricultores familiares, com proteção ao meio ambiente e travas à grilagem. Como amazonense, não posso me afastar disso."

Origem - O projeto resultou de uma medida provisória que perdeu o prazo de validade, sem ser votada, por falta de acordo. O deputado Zé Silva (Solidariedade-MG) era o relator da MP e seu relatório foi transformado no PL 2633/20.

Sem regularização -"Não votar o projeto significa que não terá regularização. As queimadas, desmatamentos e invasões ilegais continuarão por não haver segurança jurídica e todos permanecerão na ilegalidade. Perde a sociedade mais uma vez quando não discutimos tecnicamente um assunto”, afirmou Zé Silva. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

2camara 21 05 2020

 

CÂMARA II: Aprovado projeto que suspende parte das perícias do INSS durante pandemia

camara II 21 05 2020O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20/05), em sessão virtual, o texto-base do Projeto de Lei 2048/20, do deputado Ricardo Izar (PP-SP), que suspende durante a pandemia de Covid-19 as convocações de pessoas diagnosticadas com as doenças de Alzheimer ou de Parkinson e outras para perícias relativas ao auxílio-doença da Previdência Social. O texto vai agora ao Senado.

Substitutivo - Foi aprovado o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Fred Costa (Patriota-MG). Ele incluiu no texto as doenças crônicas progressivas degenerativas e as que reduzem a imunidade. “Se a recomendação é de que todas as pessoas permaneçam em casa tanto quanto possível, esse apelo é ainda mais enfático nesses casos”, disse.

Rol - Costa ampliou o rol de favorecidos pela suspensão, incluindo aposentados por incapacidade permanente e pensionistas diagnosticados com as enfermidades, e facilitou a prorrogação do auxílio-doença. “É preciso dar prioridade à saúde, especialmente das pessoas sujeitas a formas graves da Covid-19”, afirmou. “Penso que é o caso dos pacientes com fibromialgia.”

Lei - A Lei de Benefícios Previdenciários (Lei 8.213/91) prevê que, no caso do auxílio-doença e de outros benefícios da Previdência Social, poderá haver convocação pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para eventuais avaliações e perícias médicas. “A suspensão dessas convocações é necessária no momento atual”, disse Ricardo Izar, autor da proposta.

Apresentação - O projeto foi apresentado em conjunto com as deputadas Margarete Coelho (PP-PI) e Soraya Santos (PL-RJ).

Norma do INSS - Segundo o líder do governo, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), o projeto é importante para não sobrecarregar pessoas com doenças degenerativas. Ele lembrou, porém, que o INSS editou ainda em março uma portaria com o mesmo teor. "Precisamos tentar resolver de maneira infralegal as questões possíveis, para não engessar o governo", afirmou. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

CÂMARA III: PL que auxilia instituições de longa permanência durante a pandemia é aprovado

camara III 21 05 2020A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (20/05), o Projeto de Lei 1.888/2020, de autoria da deputada Leandre Dal Ponte (PV-PR), que cria um auxílio financeiro para as Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs). O montante pode chegar a R$ 160 milhões. Parte do recurso seria proveniente do descontingenciamento do Fundo Nacional da Pessoa Idosa. A matéria segue para o Senado Federal.

Longa permanência - “Milhares de idosos brasileiros vivem em instituições de longa permanência. São pessoas que tem idade avançada, com diversas complicações de saúde. E a maioria tem alta dependência de cuidados de terceiros. São pessoas que, em sua maioria, não tem familiares. E quando tem, possuem uma relação bastante comprometida”, afirmou a autora do projeto.

Senado - Ela explicou que embora o PL tenha tramitado rapidamente na Câmara dos Deputados, já está articulando no Senado para que o projeto seja aprovado e encaminhado para a sanção presidencial. “Só então, a partir de uma regulamentação na Secretaria Nacional da Pessoa Idosa, esse dinheiro pode ser destinado às instituições de longa permanência. A Secretaria também vai publicar quais instituições serão beneficiadas, comunicar o conselho municipal do idoso, que poderá acompanhar e fiscalizar a aplicação do recurso”, detalhou a deputada Leandre.

Substitutivo - O texto foi aprovado neta semana em forma de um substitutivo apresentado pela deputada Margarete Coelho (PP-PI), que aperfeiçoa a proposta adotando critérios para a aplicação preferencial desses recursos a entidades sem fins lucrativos inscritas nos conselhos municipais da pessoa idosa, ou, na ausência deles, em conselhos de âmbito estadual, federal ou nos de assistência social.

Assistência social - “As instituições de longa permanência são entidades da rede de assistência social. Sua manutenção é feita, boa parte, por doações da sociedade civil, porque são instituições sem fins lucrativos. Sabemos que o funcionamento destas casas, geralmente, acontece graças ao apoio que a sociedade dá. Então, quando propomos o projeto de auxílio emergencial, foi justamente para que as instituições possam ter um plano de contingência, para que elas tenham ações de combate e prevenção ao coronavirus”, acrescentou Leandre. (Assessoria de Imprensa da deputada Leandre Dal Ponte)

 

ECONOMIA I: Congresso precisa aprovar acordo sobre Lei Kandir, diz secretário

economia 21 05 2020O acordo de reposição das perdas da Lei Kandir entre a União e os estados depende de votação do Congresso, disse no início da noite desta quarta-feira (20/05) o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues. Segundo ele, a liberação dos repasses depende da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) do pacto federativo, em tramitação no Senado, ou de um projeto de lei complementar.

Repasse - Homologado nesta quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o acordo da Lei Kandir determina que a União repasse aos estados entre R$ 58 bilhões e R$ 61,6 bilhões de 2020 a 2037. O repasse, no entanto, será maior com a aprovação da PEC do pacto federativo.

Por ano - De acordo com Rodrigues, a reformulação do pacto federativo permite que, nos três primeiros anos, a União transfira aos estados R$ 5,2 bilhões anuais. Sem a PEC, os repasses nos três primeiros anos cairão para R$ 4 bilhões.

Iguais - Para os demais anos do acordo, os repasses seguem iguais nos dois cenários – PEC e lei complementar. De 2023 a 2030, os estados receberão R$ 4 bilhões por ano. A partir daí, as transferências caem ano a ano até serem zeradas em 2037.

Teto de gastos - Além dos repasses maiores, o secretário especial de Fazenda apontou uma vantagem da aprovação da PEC do pacto federativo. As transferências para os governos estaduais não estariam sujeitas ao teto dos gastos. Com a aprovação da lei complementar, explicou, os repasses da Lei Kandir permaneceriam no teto, porque esse tipo de gasto é classificado como despesa primária.

Recursos - Para bancar os repasses, o governo federal pretende usar receitas de royalties e de participações especiais de petróleo e de outros minérios, disse Rodrigues. O secretário destacou que o acordo de 18 anos ajudará a reduzir a insegurança jurídica de um processo que durou pelo menos 20 anos. “Estamos virando a página e reduzindo a incerteza jurídica”, ressaltou o secretário.

Pacote - Em relação ao pacote de ajuda aos estados e aos municípios afetados pela pandemia de coronavírus, que espera a sanção do presidente Jair Bolsonaro, Rodrigues disse esperar que a homologação do acordo da Lei Kandir ajude a superar os entraves nas negociações. No fim da semana passada, o Ministério da Economia recomendou o veto ao reajuste para determinadas categorias de servidores locais nos próximos 18 meses e à renegociação de dívidas de governos locais com organismos internacionais.

Ajuda - Na avaliação do secretário especial, os repasses da Lei Kandir serão mais uma fonte de ajuda aos estados, que tiveram a arrecadação afetada pela pandemia de covid-19. Em vigor desde 1996, a Lei Kandir isenta de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo administrado pelos estados, de mercadorias primárias e semielaboradas. A União compensou as perdas de receita por vários anos, mas o valor era negociado com os estados, o que levou diversos governadores a recorrerem à Justiça alegando que os repasses eram bastante inferiores à perda de arrecadação. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ECONOMIA II: Camex reduz a zero alíquota de IPI sobre bens de informática

economia II 21 05 2020A Câmara do Comércio Exterior (Camex) reduziu a zero a alíquota do Imposto de Importação (IPI) sobre bens de informática e telecomunicações. A resolução foi publicada na edição desta quinta-feira (21/05) do Diário Oficial da União.

Itens - Entre os produtos estão máquinas impressoras digitais, correias de borracha resistentes a alta temperatura e módulos solares fotovoltáicos.

Condição - Os produtos foram incluídos na condição de “Ex-tarifários”, regime que consiste na redução temporária da alíquota do imposto de importação de bens de capital, de informática e telecomunicação, quando não houver a produção nacional equivalente. (Agência Brasil)

FOTO: Michal Jarmoluk/ Pixabay

 

CNI: Queda da atividade industrial tem novo recorde em abril, diz entidade

cni 21 05 2020A pesquisa Sondagem Industrial mostra um recuo sem precedentes na atividade industrial brasileira na passagem de março para abril deste ano, devido aos efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus, informou nesta quarta-feira (20/05) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Índice - O índice de evolução da produção registrou 26 pontos em uma escala de 0 a 100. Nessa metodologia, os valores abaixo de 50 pontos mostram queda.

Recuo - A nova contração da atividade industrial provocou o recuo de 9 pontos percentuais da utilização da capacidade instalada de março para abril, indo para 49%. Esse dado indica que mais da metade da capacidade instalada da indústria ficou ociosa em abril. E a forte queda no número de empregados levou o índice para 38,2 pontos em abril, bem distante da linha divisória de 50 pontos. Esse é o menor de toda a série mensal iniciada em 2011.

Disseminação - “A maior disseminação da crise entre as empresas no mês de abril era esperada, pois, no início de março, grande parte da indústria ainda não tinha sentido a queda na demanda. Em abril, as empresas passaram todo o mês sob os efeitos das medidas de distanciamento social”, disse o gerente executivo de Pesquisa e Competitividade, Renato da Fonseca, em nota.

Melhora - Apesar disso, acrescenta a CNI, os índices que medem as expectativas tiveram uma ligeira melhora. No entanto, essa melhora já era esperada “em razão da forte queda dos meses anteriores”.

Expectativas - O índice de expectativa de demanda registrou crescimento de 3,2 pontos, para 35,1 pontos. Indicadores abaixo de 50 pontos retratam pessimismo do empresariado. Ou seja, a expectativa é de queda na demanda.

Aumento - O índice de expectativa de número de empregados cresceu 2,9 pontos na comparação com abril, e foi para 38,1 pontos, enquanto o de compras de matérias-primas cresceu 1,4 ponto, para 34,7 pontos.

Intenção - Segundo a CNI, o índice de intenção de investimentos reflete os efeitos da pandemia sobre a atividade, a elevada incerteza e o consequente pessimismo dos empresários.

Sem alteração - O índice praticamente não se alterou em maio, após a forte queda de abril. O indicador havia recuado de 58,3 pontos em março, para 36,7 pontos, em abril e agora encontra-se em 36,9 pontos. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

INFRAESTRUTURA: Paraná planeja investimentos para retomada da economia

infraestrutura 21 05 2020Governo do Paraná estuda estratégias para a retomada da atividade econômica, fortemente afetada pela pandemia do coronavírus. De acordo com o chefe da Casa Civil Guto Silva, para os próximos meses estão previstos investimentos de R$ 600 milhões em infraestrutura e desenvolvimento urbano e a aceleração dos projetos de concessões.

Rapidez - “Acreditamos que se colocarmos em curso obras e investimentos teremos condições de aquecer a economia com rapidez. Queremos sair rápido da crise”, diz.

Obras - Entre as obras estão a engorda da Orla de Matinhos e a reestruturação das rodovias PR-092, no Norte, da PR-280, no Sudoeste, e da PR-323, entre Umuarama e Cianorte. “São projetos estratégicos de infraestrutura que ampliam a capacidade de escoamento da produção agrícola, a segurança do tráfego e que geram rapidamente muitos empregos”, explica.

Agronegócio - Silva acrescentou que o projeto de retomada paranaense conta a seu favor com a força do agronegócio, que responde por mais de 30% do PIB estadual. “O Porto e a Ferroeste, por exemplo, não pararam de funcionar, seguindo todo o protocolo sanitário, e bateram recorde de movimentação mesmo durante o período de pandemia. E ainda tivemos uma supersafra, com preços das commodities bastante elevados. Isso vai permitir uma liquidez nas áreas agrícolas do Estado. O agronegócio será um grande ativo do Paraná para sair da crise”.

Gradativo - O retorno das atividades econômicas, explica o chefe da Casa Civil, será gradativo e dependerá do controle da doença no Estado. O Governo vai avaliar continuamente os números de casos confirmados do coronavírus, de mortes e a capacidade das UTIs.

Testagem - Guto Silva explicou que com o aumento previsto da testagem da população, as decisões econômicas terão amparo científico. O Paraná vai passar de mil para 5 mil testes diários, um recorde no País. “Testando mais poderemos rastrear melhor o vírus e planejar a abertura com segurança para a população”, acrescenta. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: Brasil tem 291.579 casos confirmados e 18.859 mortes

saude I destaque 21 05 2020De acordo com o balanço diário do Ministério da Saúde, o número de casos confirmados em 24 horas bateu recorde nesta quarta-feira (20/05, de 19.951. No total, 291.579 pessoas estão infectadas. O resultado marcou um acréscimo de 7,3% em relação a terça-feira (19/05), quando o número de pessoas infectadas estava em 271.628.

Mortes - O Brasil teve 888 mortes registradas nas últimas 24 horas, com 18.859. O resultado representou um aumento de 4,9% em relação a terça, quando foram contabilizados 17.971 mil falecimentos pela covid-19. O número de novos falecimentos foi menor do que o registrado na terça, quando foram contabilizadas 1.179 mortes.

Acompanhamento - Do total de casos confirmados, 156.037 (53,5%) estão em acompanhamento e 116.683 (40%) foram recuperados. Há ainda 3.483 mortes em investigação.

São Paulo - São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (5.363). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (3.237), Ceará (1.900), Pernambuco (1.834) e Amazonas (1.561).

Outros estados - Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.633), Maranhão (634), Bahia (362), Espírito Santo (341), Alagoas (251), Paraíba (230), Minas Gerais (177), Rio Grande do Norte (170), Rio Grande do Sul (161), Amapá (142), Paraná (137), Santa Catarina (94), Rondônia (90), Piauí (87), Goiás (78), Acre (76), Distrito Federal (77), Sergipe (69), Roraima (64), Tocantins (42), Mato Grosso (32) e Mato Grosso do Sul (17).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (69.859), Ceará (30.560), Rio de Janeiro (30.372), Amazonas (23.704) e Pernambuco (22.560). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (18.135), Maranhão (15.114), Bahia (11.197), Espírito Santo (8.092) e Paraíba (5.838).

Comparação - Em termos de comparação absoluta, o mapa global da universidade Johns Hopkins mostra que o Brasil ocupa a terceira posição em casos confirmados, atrás da Rússia (308,7 mil) e Estados Unidos (1,54 milhão).

Sexta posição - No número de mortes, o país ocupa a sexta posição, atrás de Espanha (27.888), França (28.135), Itália (32.330), Reino Unido (35.785), Estados Unidos (93.163).

População - Nos dois indicadores, é preciso considerar também a população dos países, uma vez que o Brasil é mais populoso do que nações como Reino Unido, Itália e Espanha. Até o início da noite de hoje, já haviam sido registrados 4,96 milhões de casos confirmados em todo o mundo.

Cloroquina - Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, representantes do Ministério da Saúde apresentaram o novo documento de orientações para o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19, divulgado nessa quarta. O tema gerou polêmica, pois até o momento não há evidências comprovadas sobre a eficácia do medicamento, e era motivo de divergências entre o presidente Jair Bolsonaro e dos então ministros da Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.

Antes - Anteriormente, a pasta havia elencado a possibilidade de uso, mas para casos graves, diante dos riscos de complicações cardíacas. No dia 7 de abril, o então ministro Luiz Henrique Mandetta declarou que a droga poderia ser utilizada “inclusive em outros casos” (sintomas leves) a depender da decisão do médico.

Diferença - A secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Mayra Ribeiro, afirmou que a diferença do documento anunciado nesta quarta traz uma “orientação a partir da definição do CFM [Conselho Federal de Medicina] de que médicos precisam ter livre arbítrio”.

Alternativa - “Hoje orientamos que prescrições possam ser feitas e oferecemos esse medicamento. Quando temos alternativas cujos estudos mostram resultados promissores. O que o Ministério da Saúde está orientando não é a autoprescrição, mas o direito para que todos possam ter o acesso à medicação a partir da avaliação presencial”, disse Mayra Ribeiro, pontuando que o medicamento passará a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Referência - A secretária argumentou que foram utilizados como referência protocolos e medidas em outros países favoráveis a este tratamento, mas não detalhou entidades ou países que usam cloroquina e hidroxicloroquina para casos de sintomas leves.

Diretriz - O secretário executivo substituto, Élcio Franco, afirmou que a diretriz foi “pactuada” com conselhos dos secretários estaduais e municipais e com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Tempo - Questionado durante a entrevista sobre a falta de evidências científicas acerca da eficácia do medicamento, respondeu: “todos sabem que estudos científicos demandam tempo. Se esperarmos que sejam seguidos todos os passos, já vai ter acabado a epidemia e milhares de pessoas morrerão”, declarou Franco.

Leitos de UTI - A equipe do Ministério da Saúde informou que já foram habilitados 6.152 leitos de UTI para uso exclusivo de tratamento da covid-19 durante a pandemia. A habilitação é o procedimento pelo qual o órgão reconhece o leito de um estado ou município e passa a ser responsável pelo custeio deste. De acordo com a pasta, a diária para arcar com estas despesas foi dobrada, de R$ 800 para R$ 1,6 mil. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Zhiminaicela / Pixabay

saude I quadro 21 05 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude I tabela 21 05 2020

 

SAÚDE II: Paraná tem 136 novos casos confirmados e mais sete mortes

saude II 21 05 2020A Secretaria de Estado da Saúde, em informe epidemiológico da Covid-19 divulgado nesta quarta-feira (20/05), registra um total de 2.616 casos confirmados da doença no Paraná - 136 a mais que o boletim anterior. A doença causada pelo novo coronavírus já vitimou 137 moradores do Estado, sendo que sete ocorrências estão registradas neste último informe.

Números - Embora o número de casos seja disponibilizado diariamente, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), da Secretaria, reúne as informações enviadas pelos laboratórios, municípios e regionais de saúde para a consolidação dos dados. Por isso, os números publicados no dia não representam, necessariamente, que o aumento de casos tenha ocorrido nas últimas 24 horas.

Diagnóstico - Entre os 136 casos divulgados nesta quarta-feira, por exemplo, há pacientes que tiveram o diagnóstico confirmado dias atrás e a transferência das informações, conferência do histórico e dos registros possibilitaram a validação somente na data de hoje.

Óbitos - Os sete novos óbitos são de pacientes que estavam internados. São três mulheres e quatro homens. As mulheres residiam em Tamarana (de 38 anos e faleceu no dia 17), Apucarana (de 60 anos, faleceu no dia 16) e Londrina (de 80 anos, também faleceu no dia 17).

Origem - Os homens que foram a óbito pela doença moravam em Sarandi (47 anos, faleceu no dia 15, em Goiás), Paraíso do Norte (69 anos, faleceu no dia 19), Francisco Beltrão (72 anos, faleceu também dia 19) e Cascavel (86 anos e morreu no dia 17).

Municípios - 191 cidades paranaenses têm ao menos uma pessoa contaminada com o Sars-CoV-2, sendo que em 51 há registro de óbito. As novas confirmações são nas cidades de Agudos do Sul (1), Andirá (1), Apucarana (1), Araucária (3), Assis Chateaubriand (1), Braganey (1), Cafelândia (2), Cambé (2), Campo Largo (4), Capanema (1), Carambeí (1), Cascavel (20), Cornélio Procópio (4), Curitiba (28), Diamante do Sul (2), Fazenda Rio Grande (1), Foz do Iguaçu (1), Guarapuava (3), Guaratuba (1), Londrina (13), Luiziana (1), Mandaguaçu (1), Marechal Candido Rondon (1), Maringá (4), Nova Esperança (2), Paiçandu (1), Pato Branco (1), Pinhais (6), Piraquara (4), Pitanga (1), Ponta Grossa (10), Quitandinha (1), Rolândia (1), Santa Isabel do Ivaí (1), Santa Tereza do Oeste (1), São José dos Pinhais (2), Sarandi (1), Tamarana (1), Terra Rica (1), Umuarama (2), Uraí (1) e Wenceslau Braz (1).

Fora do Paraná - Um novo caso confirmado de residente em São Paulo recebeu atendimento em Campo Largo. Dessa forma, são 40 pacientes que foram assistidos no Paraná, mas têm moradia fora do estado, em outro local. Três pessoas que foram atendidas no Paraná e residem fora do estado foram a óbito.

Ajustes - Dois casos confirmados por laboratório particular nas datas de 06 e 14/5 como residentes de Cascavel foram transferidos para Palotina e Toledo. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o INFORME COMPLETO

 

ANS: Agência realiza reunião sobre Atenção Primária à Saúde no contexto da pandemia

ans I 21 05 2020A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizará, nesta quinta-feira (21/05), às 13h30, a reunião virtual “Atenção Primária à Saúde (APS) em tempos de Covid-19”. O objetivo do encontro é apresentar um panorama geral sobre o novo papel da atenção primária no contexto da pandemia.

Experiência - Na reunião, será apresentada a experiência da Cambridge Health Alliance (CHA) nos Estados Unidos e abordados temas como o “novo normal” em Atenção Primária à Saúde e o papel das operadoras de planos de saúde nesse contexto. Clique aqui para acessar a programação completa do evento.

Gratuito - A participação é gratuita, aberta a todos os interessados, e poderá ser acompanhada por meio do seguinte link. A ação é uma iniciativa da ANS em parceria com o Institute for Health Care Improvement (IHI), a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC) e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, que compõem a equipe responsável pelo Projeto Cuidado Integral à Saúde - Projetos-Piloto em APS, e faz parte de uma série de ações que a Diretoria de Desenvolvimento Setorial (DIDES) da Agência vem realizando no contexto da pandemia.

Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde - A ANS possui diversas ações de indução de melhoria da qualidade em saúde, dentre elas, o Programa de Certificação de Boas Práticas em Atenção à Saúde, que tem como primeiro módulo o Programa de Certificação em APS. Instituída pela Resolução Normativa nº 440/2018, é uma iniciativa de adesão voluntária e tem o objetivo de incentivar a adoção da atenção primária na saúde suplementar brasileira.

Pilares - O Programa tem como base os principais pilares nacionais e internacionais de estruturação dos cuidados primários à saúde, tais como:

- APS como porta de entrada do sistema – primeiro contato e acolhimento;

- Longitudinalidade do cuidado;

- Alta coordenação do cuidado;

- Integralidade do cuidado;

- Heterogeneidade das demandas;

- Centralidade no paciente e sua família; e

- Orientação ao paciente e à comunidade.

Saiba mais clicando aqui.

 


Versão para impressão


RODAPE