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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4829 | 25 de Maio de 2020

AUTOGESTÃO: Reuniões institucionais com cooperativas prosseguem virtualmente

autogestao 25 05 2020O Sistema Ocepar prossegue realizando as reuniões institucionais com as cooperativas paranaenses dentro das atividades do Programa de Autogestão. Neste ano estão programadas um total de 42, das quais nove já ocorreram. E, devido ao isolamento social e ao trabalho remoto adotado pela entidade desde março, seguindo as orientações das autoridades de governo e da saúde, os encontros estão sendo promovidos de forma online, por videoconferência.

Agenda – Os próximos estão agendados para o dia 26/05, com a Integrada, das 14h às 16h; dia 27/05, com a Copacol, das 14h às 16h; dia 28/05, com a Frimesa, das 9h às 11h30, e com a C.Vale, das 14h às 16h30; dia 02/06, com Frísia, das 10 às 12h30; dia 09/06, com a Cooperaliança, das 14h às 16h; e no dia 18/06, com a Unitá, das 15h às 16h30.

Objetivo – Nas reuniões institucionais são feitas a apresentação e discussão da situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. “Esse acompanhamento visa manter a qualidade da gestão, a credibilidade perante terceiros, a transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto. Além de profissionais do Sistema Ocepar são convidados a participar representantes das cooperativas que fazem parte do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal e, ainda, outros diretores, gerentes e cooperados, de acordo com critério delas.

 

GETEC: Informe nº 24 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (25/05), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. 

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

FRENCOOP: Câmara aprova projeto para evitar insolvências durante a pandemia

frencoop 25 05 2020O plenário da Câmara dos Deputados aprovou o PL 1.397/2020, que tem como objetivo prevenir a insolvência de agentes econômicos. Esta é mais uma das medidas aprovadas pelo legislativo para minimizar os impactos da pandemia, especialmente nos pequenos e médios negócios.

Cooperativas - A proposta, de autoria do deputado Hugo Leal (RJ) - integrante da Frencoop -, permite a suspensão automática de dívidas e cobranças de agentes econômicos, como as cooperativas por exemplo, em razão da crise causada pela pandemia. De acordo com o texto aprovado, esses agentes que estiverem enfrentando dificuldades financeiras pela redução no seu fluxo clientes e vendas, terão um prazo de até 180dias para solicitar a renegociação de suas dívidas, no âmbito extrajudicial e judicial. A medida vai dar um fôlego a mais às cooperativas e empresas que foram impactadas pelo isolamento social e precisam se reorganizar financeiramente.

Olhar diferenciado - Outro ponto importante inserido no texto após o trabalho da OCB e dos deputados Hugo Leal (RJ), Evair de Melo (ES) e Arnaldo Jardim (SP), também integrantes da Frencoop, foi a exclusão dos créditos das cooperativas decorrentes de obrigações e contratos celebrados com seus cooperados das regras do projeto. O relator do projeto, Isnaldo Bulhões Jr (AL), acatou a emenda apresentada pelos deputados Evair de Melo e Arnaldo Jardim para que os efeitos da lei não sejam aplicados aos atos cooperativos praticados pelas cooperativas com seus cooperados, que devem ser regidos por sua lei especial.

Natureza jurídica - De acordo com o texto defendido pela OCB e pelos parlamentares da Frencoop, as cooperativas possuem uma natureza jurídica diferenciada, o que faz com que todos os seus cooperados sejam donos do negócio e socializem seus resultados, positivos ou negativos. Como um empreendimento coletivo, é necessário que os cooperados arquem na forma contratada com suas obrigações com a cooperativa, sob pena de ocasionar perdas para todos os cooperados.

Peculiaridades - Para o deputado Evair, presidente da Frencoop, “é fundamental que o PL 1.397/2020 preserve a saúde econômica e financeira de todos os agentes econômicos sem, contudo, se esquecer das peculiaridades das sociedades cooperativas enquanto importantes agentes impulsionadores do crescimento econômico e social brasileiro”. O deputado ainda agradeceu ao relator pela inclusão de emenda, que levou em consideração a especificidade das cooperativas: “em nome da Frente Parlamentar do Cooperativismo agradeço a todos os parlamentares que contribuíram no debate, em especial ao deputado Isnaldo Bulhões (MDB/AL) que acatou a nossa sugestão e alterou o texto principal em prol das nossas cooperativas brasileiras”.

Senado - O projeto agora seguirá para votação no Senado Federal e, caso não haja alterações, será encaminhado para a sanção presidencial. Para ler a íntegra do parecer aprovado, clique aqui. (Informe OCB)

FOTO: Reynaldo Stavale

 

E-BOOK: Série Inovação na Crise traz orientações para telessaúde

e book 25 05 2020A tecnologia tem sido o meio de sobrevivência para muitos serviços durante a pandemia. E para a área da saúde, ela se tornou fundamental para ajudar a salvar vidas. Com a regulamentação do uso da telessaúde neste período de pandemia, os profissionais de saúde - médicos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, dentre outros - terão maiores insumos para realizar seu trabalho, que mais do que nunca se faz necessário, mas que neste momento precisa ser feito também a distância para evitar aglomerações em hospitais e centros de saúde.

Aspectos legais - Centenas de cooperativas de saúde pelo país estão se adaptando a essa nova possibilidade de cuidado com o próximo e para auxiliá-las nesse processo, o novo e-book da série Inovação na Crise traz os aspectos legais e informações sobre como colocar em prática o atendimento on-line.

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DIA DA INDÚSTRIA: Coamo agrega maior valor com a agroindustrialização

coamo 25 05 2020Originados dos campos dos cooperados, os grãos que chegam até as indústrias da Coamo são processados e ampliam a renda dos cooperados gerando maior qualidade de vida no campo, além de garantir divisas para o país. Na Coamo a transformação não para. Mudam as colheitas, as estações, as pessoas, o mercado. Tudo está o tempo todo se transformando. E com as indústrias surgiram novas tecnologias, métodos inovadores e muito trabalho, que faz parte da busca constante da cooperativa, por oferecer produtos cada dia melhores.

Agroindustrialização - Fundada em 1970, a Coamo completará, em novembro, 50 anos de existência e a agroindustrialização sempre esteve presente. Passados essas cinco décadas, novas indústrias surgiram e outros produtos foram industrializados, sempre buscando a agregação de valor à produção dos cooperados.

Início - O processo de industrialização na Coamo começou em 1975 com a implantação do moinho de trigo. Seis anos mais tarde, em 1981, entrou em funcionamento a primeira indústria de esmagamento de óleo de soja. Em 1985, a fiação de algodão, 1990 a indústria de processamento de soja e Terminal Portuário em Paranaguá, 1996 refinaria de óleo de soja, 1999 indústria de hidrogenação, 2000 fábrica de margarina e gordura vegetal, 2009 torrefação e moagem de café e 2015 novo moinho de trigo. Em novembro de 2019, a cooperativa inaugurou em Dourados (MS), suas mais novas indústrias para processamento de óleo e refinaria de óleo de soja.

Visão estratégica - “Quem tem indústria pode possibilitar uma margem maior e até pagar mais com a venda do produto industrializado”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini. Segundo ele, desde o início da aprovação e funcionamento das suas indústrias, a Coamo sempre pensou em industrializar os produtos in natura para agregar maior valor à produção dos seus cooperados com a venda desses produtos no mercado interno ou externo, dependendo da demanda e do mercado consumidor. “É preciso que as indústrias sejam viáveis e na maior do tempo é isso que acontece. Temos uma grande satisfação e orgulho em ver os produtos acabados com a marca da Coamo nos mercados e estabelecimentos de vários estados brasileiros, e no caso da soja, em se falando de grãos, óleo e farelo, ver os nossos produtos que gozam de excelente conceito pela qualidade e confiabilidade nos processos, sendo exportados para várias parte do mundo”.

Alimentos - O trabalho dos cooperados no campo e a industrialização consolidada pela cooperativa estão impressos na força da marca Coamo. É uma cadeia que inicia no campo, passa pelas indústrias e chega na mesa de milhares de famílias. Esses valores são cultuados desde a fundação da cooperativa e que estão internalizados em cada uma das pessoas que estão ligadas direta e indiretamente com os negócios da Coamo.

Marcas - Do parque industrial saem os Alimentos Coamo, por meio das marcas Coamo, Primê, Anniela e Sollus. Com a aplicação dos critérios de sustentabilidade, os Alimentos Coamo primam pela qualidade e sabor, além de obedecerem a todas as boas práticas de produção, e com a soma desses fatores se destacam em vendas nas redes de atacados, supermercados e mercearias do Paraná e dos principais estados brasileiros.

Mercados interno e externo - Os produtos Coamo são comercializados nos mercados interno e externo, com qualidade reconhecida, graças à observância de rigorosos padrões de controle de produção, como os programas ISO 9000, BPF/APPCC, sistemas certificados internacionalmente para segurança alimentar. Segundo o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Corrêa, com as indústrias, a cooperativa têm melhores resultados. “É importante ter sempre duas pontas: uma com as comodities, produtos in natura, e a outra com os produtos industrializados. Isso porque quando uma não estiver passando por um bom momento, a outra equilibra”, comenta, acrescentando que “O objetivo do cooperativismo é valorizar a produção e incrementar a renda do homem do campo. Então, na década de 1970, a Coamo percebeu que o caminho era esse, a industrialização.” (Imprensa Coamo)

Linha do tempo

1975 – Moinho de Trigo – Campo Mourão

1981 – Indústria de Processamento de Soja – Campo Mourão

1985 – Fiação de algodão – Campo Mourão

1990 – Indústria de Processamento de Soja e Terminal Portuário – Paranaguá

1996 – Refinaria de Óleo de Soja – Campo Mourão

1999 – Indústria de Hidrogenação – Campo Mourão

2000 – Fábrica de Margarina e Gordura Vegetal – Campo Mourão

2009 – Torrefação e Moagem de Café – Campo Mourão

2015 – Novo Moinho de Trigo - Campo Mourão

2019 – Indústrias de Processamento de Soja e Refinaria de Óleo de Soja – Dourados

 

COOPAVEL: Testes de produtividade mostram potencial de híbridos e variedades

coopavel 25 05 2020Uma das tradições do Show Rural Coopavel, que há 32 anos se consolida como um dos maiores e mais dinâmicos eventos de disseminação de tecnologias agropecuárias do mundo, são os testes de produtividade de híbridos de milho e variedades de soja. Os números mais recentes da testagem, que acabam de ser oficialmente divulgados pela Revista do Show Rural Coopavel, edição de número 10, de maio de 2020, acentuam a importância das pesquisas e de eventos de disseminação desses conhecimentos.

Médias - As médias alcançadas no Show Rural Coopavel comprovam o quanto o agronegócio, por meio de suas principais commodities, avançam ao longo dos anos, ressalta o presidente da cooperativa Dilvo Grolli. No milho, a média chegou a 18,7 mil quilos por hectare, enquanto que no Oeste do Paraná ela é de 11 mil quilos e no Brasil de 6 mil quilos. Já na soja, a média na mais recente edição do evento, de 3 a 7 de fevereiro, foi de 5,8 mil quilos, contra a média regional de 3,7 mil quilos e nacional de 3,2 mil quilos.

Números expressivos - “São números expressivos e que mostram o quanto ainda é possível avançar”, observa Dilvo. Entretanto, os campeões nos testes de produtividade da 32ª edição do Show Rural Coopavel apresentaram performances ainda mais expressivas. O híbrido de primeira época de melhor desempenho foi o P 3016 VYHR, com 322,20 sacas por hectare, o que corresponde a 19.332 quilos. Por sua vez, a variedade de soja campeã, também de cultivo de primeira época, foi a RK 6719 IPRO, com 125,26 sacas por hectare, chegando então a 7.515 quilos.

Referência - Segundo o engenheiro agrônomo Rogério Rizzardi, coordenador geral do Show Rural, o objetivo dos testes é informar sobre a produtividade dos materiais disponibilizados por empresas parceiras da Coopavel e então os resultados viram referências aos agricultores de Cascavel e de outros municípios do Oeste e Sudoeste do Paraná. Diversos cuidados são observados para que os resultados sejam os melhores e os mais justos possíveis. A tecnologia e os tratos culturais empregados são os mesmos em todas as parcelas destinadas à testagem, com perfil de solo bem preparado para receber as sementes.

Condições - “No geral, as condições que usamos são com custos parecidos com o que boa parte dos produtores rurais dos municípios do nosso entorno têm. Porém, no Show Rural, procura-se ajustar o máximo possível as exigências no equilíbrio nutricional que cada cultura requer para altas produtividades, além dos cuidados na construção de um perfil de solo o mais adequado possível”, diz o responsável pela área técnica do Show Rural, Pedro Todero.

Medidas - Com essas medidas então os números alcançados no experimento poderão, caso todas elas sejam rigorosamente observadas e implementadas, ser muito próximos. Rizzardi informa que o preparo do solo, no Show Rural Coopavel, é feito com absoluta transparência. Conforme ele, os anos permitiram aperfeiçoar o trabalho e as condições ideais hoje observadas garantem aos materiais disponibilizados revelar o máximo de seu potencial.

Etapas - Todas as etapas da testagem, do início do preparo do solo à tabulação final dos números depois da colheita, são zelosamente seguidas. “Os agricultores ficam atentos aos resultados, porque os números apurados e divulgados poderão determinar que variedades ou híbridos comprar para os seus próximos plantios. E para as empresas os indicadores apurados são igualmente significativos. Algumas chegam a divulgar os resultados em materiais próprios de divulgação e até em campanhas para promover as suas sementes”, segundo Rogério Rizzardi.

Inovação e pesquisa - Os testes mostram também, com o passar dos anos, o quanto a inovação e a pesquisa ditam as regras em um negócio que movimenta cifras enormes. É incrível, segundo Rizzardi, perceber que em 30 anos de Show Rural Coopavel a produtividade de cultivos de soja e milho na região aumentaram em mais de 200%. “O número, sem dúvida, é surpreendente, mas a tecnologia mostra que há ainda fôlego para muito mais”. Na mais recente safra de soja, um bom número de agricultores ligados à cooperativa alcançou produtividade acima das 200 sacas por alqueire. Todavia, a vencedora da testagem deste ano ultrapassou as 303,13 sacas por alqueire, demonstrando quanto espaço há ainda para crescer. (Imprensa Coopavel)

 

COPACOL: Adesão ao Selo Social rende ganho extra a sojicultores

Os cooperados da Copacol passam a contar com o Selo Social, um programa do governo federal para incentivo aos produtores da agricultura familiar, que garante o pagamento de um bônus por saca de soja entregue à cooperativa.

Biocombustível - A ação oportuniza aos agricultores familiares a participação no mercado de biocombustíveis do País. O Selo Social é concedido às usinas de biodiesel, que receberão o óleo extraído da soja entregue pelos cooperados. Poderão participar do programa exclusivamente produtores cooperados e aptos ao Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), com DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf) registrada na base de dados do Ministério da Agricultura.

Cadastro - De 8 de junho até 15 de julho, os cooperados interessados deverão fazer o cadastro na Unidade da Copacol, com a DAP para assinar o contrato de compromisso de entrega da soja. A quantidade será definida conforme o tamanho da área cadastrada na DAP e a média de produtividade do Deral (Departamento de Economia Rural), vinculado a Seab (Secretaria de Estado da Agricultura). “O produtor deve se antecipar e fazer a inscrição dentro do prazo. A cooperativa terá que apresentar quatro laudos técnicos de cada área, um deles bem antes do plantio. Precisamos de tempo para que os técnicos programem as atividades. É muito importante proporcionar ao nosso associado, que se enquadra na DAP, o recebimento desse bônus a cada saca de soja”, explica Valter Pitol, presidente da Copacol.

Por telefone - Diante do quadro preocupante da pandemia do coronavírus (Covid-19), a Copacol agendará os atendimentos por telefone. A medida visa evitar aglomerações, visto que todas as precauções são rigidamente mantidas para evitar contaminações. Os cooperados deverão ir até as unidades no horário marcado, somente após o agendamento, usando máscaras e mantendo distanciamento social. “É necessário o produtor ter em mãos a DAP. Os escritórios do Emater e alguns sindicatos fornecem esse documento, que deve ser entregue à cooperativa para habilitação. Assim, no fim do ano, após a comercialização, o cooperado poderá receber o bônus”, diz Pitol.

Como funciona - A Copacol teve habilitação emitida pelo Ministério da Agricultura para inclusão dos cooperados no Programa Selo Social. Com isso, a cooperativa inicia a inscrição dos produtores aptos, que atendam aos critérios do Pronaf, garantindo que a matéria-prima usada pelas usinas tenha origem da agricultura familiar. Um dos requisitos do Programa Selo Social é o acompanhamento da lavoura e a emissão de laudos técnicos, do planejamento até a colheita.

Inclusão - A medida do governo federal busca a inclusão do biocombustível na matriz energética. “É um programa que o Ministério da Agricultura já vem praticando no País há muito tempo, mas até então a cooperativa não tinha a oportunidade de ser incluída porque deveria ter mais de 60% dos associados aptos no Pronaf – não tínhamos. Mas com mudanças nas exigências do Ministério, agora a identificação é individual – por associado. Isso permitiu a Copacol ingressar nesse importante programa, sempre buscando o melhor resultado ao nosso associado. O Selo Social permite que o produtor habilitado com a DAP tenha uma remuneração um pouco melhor por saca de soja – normalmente um real ou um pouco mais. É um valor significativo”, explica o presidente da Copacol.

Contato unidades - Para o agendamento, o cooperado deve ligar na unidade utilizada habitualmente: Cafelândia: (45)3241-8041 (número de WhatsApp comercial); Jotaesse: (44) 3593-1069 (número de WhatsApp comercial); Nova Aurora: (45)99860-8967 – (45)99936-8523 – (45) 3243-8108; Jesuítas: (44)99933-0048; Formosa do Oeste: (44) 99878-4342; Goioerê: (44)3521-8852 (número de WhatsApp comercial). (Imprensa Copacol)

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INTEGRADA: Câmbio segura soja brasileira

integrada 25 05 2020A valorização do dólar frente ao real tem proporcionado uma negociação de soja com preços muito acima do imaginário do produtor, mesmo com o valor da oleaginosa ter registrado - em dólar - um dos preços mais baixos no mercado internacional. Aqui no Brasil, o valor da saca já chegou a ultrapassar a casa dos R$ 100 graças ao apoio do câmbio.

Dois lados - Se, por um lado, o preço da commodity para a venda é positiva, por outro, a aquisição de insumos importados desperta a atenção dos agricultores, pois eles também poderão sair mais caros. Durante a 2ª Live no canal do Youtube da Integrada (https://youtu.be/7sXq9CvZzxk) com o consultor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, ocorrida na última quinta-feira, dia 21, o especialista reforçou a importância dos produtores aproveitarem essa capitalização para adquirem os insumos necessários para as próximas safras.

Cenário incerto - Durante o debate, mediado pelo superintendente comercial da Integrada, João Bosco de Azevedo, Barros observou que o cenário econômico, principalmente em relação às questões cambiais, é incerto. Por isso, ele destacou que este não é o momento do produtor correr riscos. “Temos que vender soja e comprar um insumo ao mesmo tempo, pois o mercado está muito volátil. Mas o preço da soja deverá continuará em alta em real, mas não em dólar”, frisa o consultor.

Influências - A desaceleração na produção mundial de alimentos tem demandado mais do Brasil. Em abril desde ano, saíram dos portos brasileiros 16 milhões de toneladas de soja, ante 10 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano anterior. Para maio, calcula Barros, se estima uma exportação de 28 milhões de toneladas de soja. Barros explica que estamos com um dos sistemas logísticos mais eficientes do mundo. “Com as estradas vazias, o Brasil está conseguindo fluir, diferente do resto do mundo”, aponta o consultor.

Segunda safra - A estiagem que vem castigado as lavouras de milho nas principais regiões produtoras do Brasil também foi outro tema abordado na Live da Integrada. Barros afirma que, se não fossem as tecnologias adotadas pelos agricultores, a exemplo do plantio direto, o cenário poderia ser bem pior.

Estimativa - Nesta segunda safra, a estimativa é que o Brasil colha 70 milhões de toneladas do grão, ante os 80 milhões de toneladas esperados inicialmente. Com relação ao mercado, o cenário é de atenção, pontua Barros. O motivo, segundo ele, se deve porque estima-se uma safra de milho gigante nos EUA, somado a um agravante; o país reduziu o consumo de etanol de milho devido à Covid-19, o que aumentará a oferta de produto. Para escoar esse milho, pontua o consultor, os norte-americanos deverão focar nas exportações. Por isso, a competição no mercado de milho deve ser acirrada.

Incógnitas - O clima é uma das incógnitas para este segundo ciclo, mas há, segundo meteorologistas uma possibilidade de termos um La Niña, fenômeno de resfriamento das águas do oceano Pacífico. Com isso, as temperaturas tendem a ser menores. Por tudo isso, o Brasil tenderá a uma safra menor, acompanhada de preços menores. (Imprensa Integrada)

 

CAPAL: Programação de safra resulta em melhor custo-benefício aos cooperados

capal 25 05 2020Cooperado que programa na Capal tem maior garantia no fornecimento dos insumos A programação de safra é uma importante ferramenta de gestão utilizada pela Capal. É neste momento que o cooperado, em parceria com a assistência técnica, define a área de plantio e as variedades para a safra seguinte. Assim, possibilita estratégias de manejo que levam em conta as características da área e a tecnologia disponível.

Pesquisas - O planejamento dessas estratégias se fundamenta nas pesquisas da Fundação ABC, que valida os defensivos quanto à eficiência no controle de plantas daninhas, insetos, doenças e outros alvos. “Nós acompanhamos e avaliamos os resultados da Fundação ABC, para entender quais são as ferramentas que temos”, pontua o engenheiro agrônomo Eliezer Solda. Ele acrescenta que os produtos recomendados são testados por dois anos pelos pesquisadores para assegurar que a performance será satisfatória; além disso, a equipe técnica está atenta a outros estudos.

Assistência – Os dados da programação são cadastrados no sistema informatizado da Capal pelo Departamento de Assistência Técnica (DAT), permitindo a integração com o Departamento Comercial. “Os técnicos definem os produtos que serão utilizados, previamente aprovados pela Fundação ABC. Como o sistema é integrado, as informações vêm para o comercial, que compra somente o que está prédeterminado”, explica o Diretor Comercial da Capal, Eliel Magalhães Leandro.

Flexibilidade - Eliel ressalta, porém, que a programação de safra não é uma “camisa de força”, ou seja, há certa flexibilidade de acordo com as características da safra, tais como clima ou presença de pragas específicas. “A programação é um norteador para nós, mas o cooperado só retira o insumo se tiver a recomendação técnica”, enfatiza o Diretor.

Segurança- As recomendações técnicas dentro desse sistema dão segurança a todos – cooperados e técnicos. A Capal não possui funcionários comissionados, portanto, o produtor não recebe indicações com outras tendências.

Estoque - A programação de safra exige o controle do volume de insumos. O agrônomo Eliezer Solda pontua que esse é um trabalho contínuo. “A gestão desses produtos na Capal é diferenciada. Em outros locais, o produtor compra o estoque; na Capal, ele leva o que é necessário, enquanto existe a necessidade do uso. Então nós fazemos a gestão: comprar dentro da previsão de uso, não deixar faltar, nem comprar muito, para não ter um estoque ocioso”, observa Eliezer.

Garantia - O controle é garantia para o cooperado de que ele terá os produtos quando necessitar. “Aí está a grande diferença entre a Cooperativa e outro canal de distribuição. Outros canais compram um volume e colocam à venda. E uma vez vendido um determinado pacote, o produtor tem a obrigação de levar. Na Capal, não. O técnico que programa a safra junto com o cooperado não recomenda produtos porque vai ter algum benefício ou força de venda. Se existe a recomendação, é porque é necessário”, pontua Eliel. “A importância da programação é que o produtor, independentemente do que aconteça no mercado, tem a garantia desses produtos aqui na cooperativa”, destaca o Diretor Comercial da Capal.

Momento mais adequado - A programação de safra permite que a compra dos insumos seja feita no momento mais adequado, buscando o melhor custo-benefício. Por outro lado, o produtor que não programa a safra pode precisar de defensivos em momentos críticos em que, geralmente, o preço se torna mais alto. “Se o produtor não faz a programação, como a cooperativa não compra para revender, não vai ter o produto para aquela área. Ele não entra na cotação média das compras antecipadas da cooperativa e fica a preço de mercado, normalmente um preço diferente daquele que programou”, explica Eliel.

Colheita - Além disso, a programação repercute até o momento da colheita, pois a área programada gera uma ficha de encaminhamento, que possibilita a recepção da safra. “A programação é o pontapé inicial de qualquer cultura”, completa o Diretor. (Imprensa Capal)

 

PRIMATO I: Cooperativa oferece 200 novas vagas de emprego

primato I 25 05 2020O Brasil e o mundo passam por um momento delicado devido a pandemia do Covid-19 e os seus efeitos na saúde e economia, que tem como resultado muitas empresas com dificuldades de reter seus colaboradores. Por outro lado, existe a necessidade de continuar o trabalho, principalmente empresas que lidam com alimentos, afinal, mesmo com o isolamento social é preciso manter estoques de supermercados abastecidos para que haja normalidade do atendimento.

Primato - A Primato Cooperativa Agroindustrial, com sede em Toledo (PR), continua desenvolvendo seus negócios, tomando todas as providências para o bem-estar de seus colaboradores, buscando também promover as adaptações neste momento onde existem determinadas restrições com relação ao atendimento. O processo digital vem suprindo as demandas e por isso, a cooperativa fez o lançamento de 200 novas vagas de emprego.

Negócios - Seguindo o Plano de Investimentos Primato 2020/25, este ano vão ser inaugurados um supermercado no centro de Toledo e a nova unidade da Vila Pioneira. “Estes são os negócios que temos em nosso planejamento dos próximos cinco anos e haverá a necessidade de contratação de novos colaboradores”, explicou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter que complementou, “mas existem vagas para a parte de agronegócios, administrativo e parte industrial, o que amplia a necessidade de contratação”.

Vagas - Com esse objetivo foi promovido o lançamento da campanha “Seja um Primaltense”, para atrair novos talentos, onde a cooperativa está disponibilizando 200 novas vagas. “Com a abertura do novo supermercado no centro de Toledo e a reabertura na vila Pioneira, serão centenas de novas vagas disponíveis, porém, temos também vagas para vendedores, agrônomos, líderes de produção, motoristas, assistentes técnicos comerciais, entre outros”, enfatizou Ilmo.

Oportunidades - A Primato foi certificada com o selo Great Place To Work (Ótimo Lugar para trabalhar) através de pesquisa desenvolvida no final de 2019. Além disso, atingindo as metas estabelecidas, os colaboradores participam do PPR, Programa de Participação nos Resultados. “São condições que nossa cooperativa proporciona aos nossos colaboradores e queremos que todos possam participar do crescimento e evolução da Primato”, destacou o presidente.

Seleção - Para mais informações sobre cargos, cidades e pré-requisitos sobre as 200 novas vagas de trabalho que a Primato está disponibilizando basta acessar https://primato.com.br/vagas/. (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Unidade agropecuária e agrícola é disponibilizada em Verê

primato II 25 05 2020Com o objetivo de proporcionar e ampliar o atendimento aos cooperados e clientes da região sudoeste do Estado, a Primato Cooperativa Agroindustrial disponibiliza agora um espaço agropecuário, máquina e implementos agrícolas na unidade industrial de nutrição animal na cidade de Verê (PR). Essa é mais uma etapa para que o complexo possa disponibilizar mais produtos e serviços na região.

Agropecuária - Segundo o gerente comercial da unidade de Verê, Emerson Hoffmann da Silva, o objetivo é trazer um melhor atendimento aos cooperados e clientes da Primato na região sudoeste do Paraná. “Dentro da reestruturação que a Primato vem promovendo, criar um espaço agropecuário e agrícola traz mais possibilidades de negócios com nossos cooperados e clientes da região. Temos uma excelente estrutura em nosso complexo industrial, assim como assistentes técnicos comerciais que atuam em Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, Enéas Marques e toda a macrorregião, incluindo oeste de Santa Catarina”, destacou Emerson.

Produtos - No espaço, o cooperado encontra produtos e medicamentos veterinários, parte agropecuária e também a linha de nutrição animal Prima Raça e Miner Raça.

Agrícola - Outro destaque é a parte agrícola da unidade de Verê. “Temos a assistência técnica comercial que faz o trabalho de campo e tem sua base de atendimento na unidade, assim como um vendedor de máquinas e implementos agrícolas, o que amplia nosso portfólio de produtos e serviços dentro do mesmo local”, explicou Emerson que concluiu, “por isso estamos constantemente proporcionando novas possibilidades de negócios e capacitando nossos colaboradores, pois acreditamos que além da Ração Prima Raça, já conceituada na região, um espaço agro aqui na unidade industrial abre possibilidades para todos”.

Verê - A unidade industrial de nutrição animal de Verê (PR) foi inaugurada em janeiro de 2017 e é responsável pela produção da Linha Prima Raça na região sudoeste do Paraná e Santa Catarina. Para mais informações entre em contato pelo fone (46) 3056 7531 ou faça uma visita na nova parte agropecuária e agrícola que fica localizada na PR 475. (Imprensa Primato)

 

SICREDI: Entenda as razões do sucesso da aplicação mais tradicional do brasileiro

sicredi 25 05 2020Investimento tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou, em abril, o maior volume em depósitos líquidos em um único mês. O valor total de R$30,5 bilhões é recorde de toda a série histórica do Banco Central, iniciada em 1995 e demonstra que os brasileiros estão mais cautelosos em meio à pandemia do novo coronavírus, redescobrindo a importância de fazer uma reserva financeira.

Sicredi - No Sicredi, que tem mais de 4,5 milhões de associados em todo o Brasil, a poupança registrou um incremento de mais de R$ 1,6 bilhão de janeiro a abril, o maior desempenho dos últimos três anos na instituição financeira cooperativa, que está presente em mais de 22 estados e no Distrito Federal. Só na Central Sicredi PR/SP/RJ, houve um incremento de R$ 702 milhões nos primeiros quatro meses do ano “O cenário econômico atual tem exigido investimentos mais seguros por parte dos brasileiros, o que impactou positivamente nos resultados da poupança. Neste momento, é importante fazer uma reserva para lidar com possíveis imprevistos ou planejar com mais segurança os investimentos futuros”, afirma o diretor de Desenvolvimento e Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson Felis de Sá.

Confiança - Outro fator que contribuiu para o crescimento nos depósitos da poupança do Sicredi, de acordo com o diretor, é a confiança dos associados na instituição financeira. “Os brasileiros precisam guardar e investir o seu dinheiro em uma instituição sólida e que coloque o investidor no controle do seu patrimônio. Além disso, com o modelo de negócio que adotamos, transparente e participativo, as pessoas se sentem ainda mais seguras”, destaca.

Comunidade - No caso do Sicredi, o investimento na poupança também acaba beneficiando as comunidades e o próprio associado. Os recursos captados fomentam a disponibilização de crédito por parte da cooperativa, que ganha mais capacidade para apoiar o desenvolvimento da região onde está instalada e, como consequência, da comunidade, formando um ciclo virtuoso.

Incentivo para poupar - Para incentivar o hábito de poupar, o Sicredi está premiando associados nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, por meio da Promoção Poupar e Ganhar sem Parar. Ao todo, a promoção vai distribuir, até o fim do ano, R$ 2,5 milhões em prêmios, o maior valor em cinco edições da campanha. A cada R$ 100 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte será distribuído para concorrer à promoção. Se as aplicações forem na modalidade programada, quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado, as chances de ganhar são em dobro.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS II: Duas mil máscaras são doadas à Polícia Militar de Capanema

A Cooperativa Sicredi Fronteiras realizou, no dia 19 de maio, a doação de duas mil máscaras para a 4ª Companhia de Polícia Militar do 21° BPM, no município de Capanema (PR). De acordo com o Tenente QOPM, Alisson Wilder de Camargo, surgiu internamente na Companhia a ideia de uma ação na qual cada viatura policial militar 24h, que realiza atendimento à população, iria identificar pessoas que estivessem em aglomeração e sem proteção para fazer a entrega de máscaras. No entanto, a Companhia não possuía recursos para adquirir estas máscaras.

Doação - A Sicredi Fronteiras iniciou em maio a doação de 60 mil máscaras reutilizáveis para os associados e comunidade em geral, e, com o intuito de auxiliar no combate a propagação do novo coronavírus na cidade sede da cooperativa, efetuou a doação de mais duas mil máscaras para esta ação da Polícia Militar.

Distribuição - Portanto, desde o dia 19 de maio, as máscaras estão sendo distribuídas durante o patrulhamento no município de Capanema e cidades vizinhas, no atendimento de ocorrências, blitz e em bloqueios policiais.

Por que a doação de máscaras? - O uso de máscaras de proteção facial é uma medida importante de proteção para evitar a infecção do novo coronarívus (COVID-19). Elas têm um efeito benéfico no controle da epidemia: impedem que pessoas infectadas levem o vírus adiante. Com a boca e o nariz cobertos, os fluídos dessas pessoas não entram em contato com outras pessoas ou objetos, limitando o espalhamento da doença.

Política pública - Deste modo, com a ampliação da pandemia, essa atitude passou a ser tratada como políticas públicas de prefeituras e governos estaduais, com regras recomendando ou até mesmo obrigando a adoção deste recurso de prevenção contra a doença. Isso acabou resultando na escassez de máscaras para venda e também no seu superfaturamento.

Individual - Lembre-se: a máscara precisa ser individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem mesmo com pessoas que moram com você.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Associados são premiados na campanha Poupar e Ganhar sem Parar

Dois associados da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP já foram premiados na promoção Poupar e Ganhar sem Parar, campanha institucional de incentivo as aplicações em poupança. Foram contemplados com prêmios de R$ 5 mil os associados Lindenserv Serviços Automotivos Eireli, empresa de Treze Tílias (SC), e Vinicius Panazzolo, de Videira (SC). As premiações simbólicas foram entregues nas respectivas agências, respeitando os protocolos de prevenção ao novo coronavírus.

Pandemia - O período da pandemia estimulou os brasileiros a redescobrir a importância de fazer uma reserva financeira e escolher um dos investimentos mais tradicionais e seguros: a poupança. Para incentivar o hábito de poupar, o Sicredi está premiando associados nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, por meio da Promoção Poupar e Ganhar sem Parar.

Distribuição - Ao todo, a promoção distribuirá R$ 2,5 milhões em prêmios, o maior valor em cinco edições da campanha. A cada R$ 100 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte será distribuído para concorrer à promoção. Se as aplicações forem na modalidade programada, quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado, as chances de ganhar são em dobro.

Incremento - Em todo o Sistema Sicredi, a poupança registrou um incremento de mais de R$ 850 milhões em março, o maior desempenho dos últimos três anos na instituição financeira cooperativa, que está presente em mais de 22 estados e no Distrito Federal. Só na região dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, houve um incremento de quase R$ 450 milhões no período. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICOOB OURO VERDE: Antes de inaugurar agências, cooperativa realiza ação de relacionamento com a comunidade

sicoob ouro verde 25 05 2020O Sicoob Ouro Verde sabe o quanto o apoio e a confiança da comunidade são importantes para a geração de novos negócios. Foi pensando nisso que a cooperativa adotou uma nova estratégia para estreitar o relacionamento com pessoas e empresas.

Visitas - Sempre que chega em uma nova cidade ou bairro, desde o início das obras de construção de uma nova agência, o futuro gerente geral passa a visitar e presentear seus vizinhos com uma muda de planta, que representa a disponibilidade de cultivar e compartilhar cooperação.

Início - O projeto teve início no início do mês de maio em Londrina (PR), cidade que em breve receberá uma nova agência Av. Maringá, uma das principais da cidade. Tomando todos os cuidados necessários, como utilização de máscara e higienização das mãos, o gerente geral da nova agência, Claudimar Bueno de Menezes Junior, visitou diversas residências próximas para entregar o presente.

Na prática - Sobre a ação, ele reforça que não basta dizer que o Sicoob é diferente, é preciso mostrar que o propósito de humanizar as relações financeiras é realmente colocado em prática. “Nada melhor que uma conversa franca, como um encontro de vizinhos, que naturalmente se apoiam mutuamente. Nas primeiras visitas já notei a diferença na abordagem. Nenhuma mídia impressa ou eletrônica de boas-vindas substitui uma apresentação tão acolhedora como essa”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

FOCUS: Mercado financeiro prevê queda de 5,89% na economia este ano

focus 25 05 2020A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano chegou a 5,89%. Essa foi a 15ª revisão seguida para a estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Na semana passada, a previsão de queda estava em 5,12%.

Focus - A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - A previsão para o crescimento do PIB em 2021 passou de 3,20% para 3,50% e para 2022 e 2023 continua em 2,50%.

Dólar - A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 5,40. Na semana passada, a previsão era R$ 5,28. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5,03, contra R$ 5 da semana passada.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC continuam a reduzir a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela 11ª vez seguida, ao passar de 1,59% para 1,57%.

Menor - Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,20% para 3,14%. A previsão para os anos seguintes - 2022 e 2023 - não teve alterações e permanece em 3,50%.

Abaixo da meta - A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Final do ano - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Expectativa - Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3,29% ao ano. A previsão da semana passada era 3,50%. Para o fim de 2022, as instituições reduziram a previsão para a taxa anual de 5,25% para 5,13% e, para o fim de 2023, a estimativa segue em 6%. (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasil

POLÍTICA AGRÍCOLA: Congresso aprova crédito suplementar que garante recursos para o Plano Safra 2020/2021

politica agricola 25 05 2020O Congresso Nacional aprovou, na quinta-feira (21/05), em sessão conjunta virtual, a liberação de crédito suplementar de R$ 343,6 bilhões nos orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União. Desses recursos, R$ 3,2 bilhões serão destinados para a equalização de juros do Plano Safra, que o Ministério da Agricultura pretende anunciar no dia 15 de junho.

Importante - “Foi muito importante a aprovação desse projeto, porque retirou o último entrave que estava nos segurando para o anúncio do Plano Safra”, disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio “Agora vamos concluir as medidas a serem submetidas ao Conselho Monetário Nacional, junto com as equipes do Ministério da Economia e do Banco Central”, completou.

Seguro Rural - Outros R$ 741 milhões serão usados para a subvenção ao prêmio do seguro rural em 2020, complementando os recursos previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), já aprovado no Orçamento em R$ 957 milhões. No primeiro quadrimestre do ano, o Mapa já disponibilizou R$ 200 milhões para o PSR. Esse recurso é utilizado para subvencionar parte dos prêmios do seguro pagos pelo produtor. Graças ao PSR, somente nos anos de 2018 e 2019, as companhias seguradoras indenizaram aos agricultores em R$ 3,5 bilhões em função de problemas de perdas de produção por seca, granizo, chuva excessiva e outras adversidades climáticas.

Proagro - No Projeto de Lei aprovado pelo Congresso também estão previstos R$ 400 milhões para o pagamento de indenizações do Proagro, que cresceram neste ano por causa da estiagem no Sul do país.

Outros - Também foram previstos R$ 35 milhões para ações de defesa agropecuária, R$ 13,5 milhões para a agricultura familiar, R$ 7,6 milhões para a Embrapa, R$ 4,7 milhões para o Serviço Florestal Brasileiro, R$ 5 milhões para a área de relações internacionais, R$ 5 milhões para assuntos fundiários, R$ 2 milhões para a Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação e R$ 1,5 milhão para o Incra.

Sanção - O texto do Projeto de Lei do Congresso Nacional foi aprovado por 74 votos favoráveis no Senado e na Câmara dos Deputados, com 451 favoráveis e um voto contrário. O PLN 8/2020 segue agora para sanção presidencial. (Mapa)

 

EXPORTAÇÕES: Brasil alcança abertura de 60 mercados para produtos agropecuários

exportacoes 25 05 2020O Brasil alcançou a marca de 60 mercados externos abertos para produtos agropecuários desde janeiro de 2019. O mais recente é a exportação de lácteos para a Tailândia, conforme anunciou na sexta-feira (22/05) a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) durante webinar sobre oportunidades e perspectivas para o setor agropecuário durante a pandemia do coronavírus, promovido pelo Instituto de Engenharia.

Mais - Entre outros produtos para exportação estão castanha de baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético avícola para diversos países.

Diversificação - “O Ministério da Agricultura, na área internacional, optou pela abertura de mais mercados, mas também pela diversificação de produtos”, ressalta a ministra, destacando que a pauta exportadora não deve ficar concentrada somente em soja, milho, carnes e cana-de-açúcar.

Valor recorde - As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões).

Soja em grão - O recorde foi obtido em função, principalmente, do aumento dos embarques da soja em grão, que cresceram 73,4%, com 16,3 milhões de toneladas. A China foi o principal importador do produto, com a compra de 11,79 milhões de toneladas ou 72,3% da quantidade total exportada.

Prioridade - A ministra enfatiza que a prioridade é sempre garantir o abastecimento de alimentos e demais produtos agropecuários no mercado interno. Desta forma, destaca, que a expansão das exportações não será feita sem privilegiar a demanda interna do Brasil. “Estamos acompanhando o que colhemos, o que vendemos. Esse monitoramento é fundamental para a segurança alimentar do Brasil e também o cumprimento dos nossos acordos comerciais”, diz.

Risco - Segundo Tereza Cristina, não há risco de falta de alimento no mercado brasileiro.

Protecionismo - Após a pandemia do novo coronavírus, a ministra prevê que os países deverão se tornar mais protecionistas, fechando seus mercados para produtos estrangeiros. Para continuar a expansão no mercado internacional, o Brasil, segundo Tereza Cristina, deverá avançar nas áreas de sanidade vegetal e animal e rastreabilidade para manter a confiança dos importadores, além das partes encontrarem o equilíbrio.

Qualidade - “Brasil já produz de maneira abundante e com muita qualidade. Temos que anexar mais estados brasileiros nessa excelência”, afirma, citando trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Mapa com produtores rurais do semiárido.

Transporte - Outro ponto a ser superado, conforme a ministra, é a logística de transporte, sendo necessário buscar vias para tornar o escoamento da produção agrícola mais barata e efetiva. (Mapa)

 

SAÚDE I: Brasil tem 363 mil casos confirmados de Covid-19 e 22 mil mortes

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (24/05) boletim atualizado sobre os números da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 363.211 casos confirmados da doença e 22.666 mortes foram registradas. Os casos recuperados somam 149.911.

24 horas - Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 15.813 novos casos e 653 mortes.

Estados - Entre a unidades da federação com o maior número de casos, o estado de São Paulo figura em primeiro lugar, com 82.161 casos confirmados e 6.163 óbitos. Rio de Janeiro aparece na segunda posição com 37.912 e 3.993 mortes. Em seguida estão Ceará (35.595 casos e 2.324 mortes) e Amazonas (29.867 casos e 1.758 mortes).

Acompanhamento - De acordo com o Ministério da Saúde, 190 mil casos estão em acompanhamento e 3,5 mil óbitos em investigação. (Agência Brasil)

SAÚDE II: Paraná registra 153 mortos desde o início da pandemia

saude II 25 05 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirmou, neste domingo (24/05), mais 114 casos de Covid-19, e excluiu uma notificação feita em duplicidade. Acumulado, o número de pacientes chega a 3.212, em 213 cidades paranaenses. Em 74 dias, desde o primeiro paciente confirmado, a média é de 43,4 novos contaminados pelo vírus Sars-CoV-2 por dia. Um caso confirmado no dia 17, em Rio Branco do Sul, foi excluído pois verificou-se ter sido registrado em duplicidade.

Óbitos - Desde o primeiro registro de óbito pela Covid-19 até o 153ª paciente que morreu em decorrência da doença, passaram-se 59 dias, aproximadamente 2,7 óbitos por dia. Em todo o Paraná, 59 cidades têm ao menos um registro de morte em decorrência da infecção. A idade média das pessoas que morreram em decorrência da Covid-19 é de 68 anos de idade.

Pacientes - São três óbitos informados neste domingo (24/05), dois homens e uma mulher. Uma paciente, de 56 anos, que residia em Santa Mariana foi a óbito no sábado (23/05). Um homem que morava em Braganey, de 62 anos, também morreu no sábado (23) e o outro homem, tinha 74 anos e residia em Francisco Beltrão na quinta-feira (21/05).

Aumento- O secretário de Saúde, Beto Preto, explica que o Estado registra crescimento de casos de pessoas com a doença. “Peço à população que compreenda e participe conosco no enfrentamento ao novo coronavírus. Embora alguns locais estejam abertos, tenham a consciência do risco que se colocam ao deixar a sua casa para alguma atividade fora. Reforço, somente saia em extrema necessidade”.

Internamentos - 238 pacientes com diagnóstico confirmado para Covid-19 estão internados neste domingo: 164 em leitos pelo SUS (sendo 58 UTI e 106 leitos clínicos) e 68 na rede privada (sendo 33 UTI e 35 em leitos clínicos).

Ocupação leitos SUS - além dos 238 pacientes internados confirmados Covid-19, há outros 503 em leitos do SUS exclusivos e não exclusivos para Covid-19 no Estado, sendo 210 em UTI e 293 em leitos clínicos.

Municípios - 213 cidades paranaenses que têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 59 municípios há registro de óbitos pela doença.

Novas confirmações - As novas confirmações são nas cidades: Almirante Tamandaré (2), Anahy (2), Araucária (3), Bela Vista do Paraíso (1), Cambé (1), Cascavel (10), Centenário do Sul (1), Cianorte (3), Congonhinhas (1), Cornélio Procópio (2), Cruzeiro do Oeste (1), Curitiba (27), Diamante do Sul (2), Francisco Beltrão (1), Guapirama (1), Guaraniaçu (2), Ibiporã (1), Imbituva (1), Jacarezinho (1), Japurá (1), Jataizinho (1), Londrina (15), Mandaguari (1), Maria Helena (5), Maringá (2), Matinhos (1), Pinhais (3), Piraquara (3), Pitanga (1), Ponta Grossa (2), Quitandinha (1), São José dos Pinhais (3), Sapopema (3), Tamarana (1), Tapejara (1), Telêmaco Borba (1), Tijucas do Sul (2), Umuarama (3), Wenceslau Braz (1).

Fora do Paraná - um residente de São Paulo, que foi atendido em Londrina teve a confirmação da doença, total é de 48. Três pessoas que foram atendidas no Paraná e residem fora do estado foram a óbito.

Errata - Os municípios de Quarto Centenário e Terra Boa não apareceram no informe epidemiológico de 23/05/2020, mas já constavam no monitoramento do CIEVS/DAV/SESA com casos confirmados. Na edição final do arquivo o espaço de visualização foi reduzido deixando as duas cidades de fora do documento.

Confira o informe completo clicando aqui.

 


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