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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4861 | 09 de Julho de 2020

SISTEMA OCEPAR: Presidente Ricken participa de reunião com executivos do Banco do Brasil

sistema ocepar 09 07 2020Na tarde desta quarta-feira (08/07), foi realizada uma videoconferência com executivos do Banco do Brasil, que contou com a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e dos superintendentes, Robson Mafioletti, Nelson Costa e Leonardo Boesche, respectivamente da Ocepar, Fecoopar e Sescoop/PR, além de técnicos da casa. O objetivo foi apresentar um panorama econômico-financeiro das cooperativas paranaenses e conhecer a estratégia do agente financeiro para ampliar o financiamento das cooperativas paranaenses com os recursos disponíveis no Plano Safra 2020/2021. O evento contou com a presença do coordenador do ramo agropecuário da OCB, Paulo Cesar Dias do Nascimento Júnior. Na tarde desta quinta-feira (09/07), o encontro será com profissionais do Bradesco. Também estão agendadas videoconferências com outras instituições financeiras, com Santander, Caixa, BRDE, BNDES, Itaú/Unibanco, Bansicredi e Bancoob.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Federação das Uniodontos do PR recebe o 32º encontro promovido pelo Sistema Ocepar

Representantes da Federação das Uniodontos do Paraná participaram, na tarde desta quarta-feira (08/07), da 32ª reunião institucional promovida por videoconferência pelo Sistema Ocepar. O objetivo do encontro foi apresentar a situação econômico-financeira das cooperativas por meio da apresentação de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, visando ao aprimoramento da gestão.

Presenças - Participaram o presidente da Federação, Adalberto Baccarin, que também é vice-presidente da Uniodonto Londrina; o diretor-presidente da Uniodonto Londrina, Marcelo Faneco Fontana; o diretor clínico da Uniodonto Londrina, Paulino Mitsuo Kakuno; o diretor-presidente e o vice-presidente da Uniodonto Maringá, respectivamente, Vampre Luiz e José Olimpio Limonta; o diretor-presidente da Uniodonto Ponta Grossa, Rubens Bandeira; e o diretor-presidente e o vice-presidente da Uniodonto Curitiba, respectivamente, Carlos Beduschi e Gabriel Filipe. 

Dados - A Federação das Uniodontos do Paraná congrega quatro cooperativas odontológicas singulares: Londrina, Maringá, Ponta Grossa e Curitiba. Juntas, elas possuem 339 cooperados, 50.271 beneficiários e faturaram R$ 14,3 milhões em 2019. “Agradeço a disponibilidade de vocês em fazer essa apresentação. Para ser bem honesto, é a primeira vez que eu consigo ter uma visão ampla da nossa realidade”, disse o presidente Adalberto Baccarin. “A Federação das Uniodontos do Paraná tem uma função eminentemente institucional. Ela não tem qualquer viés de mercado, pelo menos neste momento. Ela não é uma operadora. A nossa responsabilidade é fazer essa ligação, dentro das características do cooperativismo, com a nossa Central, com a nossa Confederação e com o sistema nacional de cooperativismo”, acrescentou.

Atuação - Baccarin também destacou a forma de atuação das Uniodontos no Estado. “Nós temos um trabalho que chamamos de pé no chão. Nós sabemos das dificuldades de mercado que enfrentamos, da concorrência... Então, há algum tempo temos como estratégia consolidar os nossos passos, um de cada vez. Os nossos números não são gigantescos, mas são bastante sólidos’, frisou.

Endosso - O presidente da Uniodonto Maringá endossou as palavras de Baccarin. “Como somos operadoras pequenas, nós não nos aventuramos a tomar conta do Paraná, como gostaríamos. Nós sabemos que isso demanda investimento, pessoal, envolvimento, ou seja, muita coisa. Nós preferimos nos consolidar na região em que estamos para depois sonhar com algo maior no Paraná. Também fiquei contente em ver os números de todas as Uniodontos existentes no Estado, demonstrando que, apesar da pandemia tão severa, estamos todos nos mantendo nesse período, o que é muito bom para as Uniodontos”, afirmou Vampre.  “Agradeço também pela parceria de sempre com a Ocepar.  Eu entendo que a Ocepar é a organização que mais bem representa o cooperativismo na federação. Às vezes é difícil conseguir os números que vocês nos pedem, mas nós nos esforçamos para devolvê-los para que possam fazer os planejamentos e vocês sempre estão nos dando esse feedback, que eu acho muito importante”, frisou.

Intercooperação - O presidente da Uniodonto Curitiba, Carlos Beduschi, também fez uma avaliação positiva do encontro. “A Uniodonto de Curitiba está muito contente por vocês terem aberto um canal de comunicação conosco. Nós somos a mais nova integrante da Federação Paraná e a gente vem com fome de aprender. Queremos fazer muito uso do que o Sistema Ocepar pode nos oferecer, agora virtualmente, e, assim que for possível, gostaríamos que pudéssemos sentar e levar isso ainda mais adiante como forma de parceira. Eu agradeço tudo o que foi transmitido por vocês e estamos aqui para cooperar, para exercer a intercooperação”, disse.

Programação - A reunião institucional com a Federação das Uniodontos do Paraná teve início às 14h e durou quase duas horas. A programação iniciou com o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que falou sobre como o Sistema Ocepar adaptou sua rotina em meio à pandemia do novo coronavírus para atender as demandas das cooperativas paranaenses e a respeito do trabalho de representação institucional que a entidade vem realizando nesse período. Na sequência, o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), Maiko Zanella, fez uma apresentação sobre indicadores econômicos e dados relativos ao mercado brasileiro de saúde suplementar, com enfoque no segmento odontológico. O analista técnico do Sescoop/PR, Emerson Barcik, discorreu sobre os cenários econômico e financeiro do Grupo Uniodonto, contemplando dados da Federação das Uniodontos do Paraná e das quatro cooperativas singulares filiadas, e o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo Humberto César Bridi abordou as atividades finalísticas do Sescoop/PR. Houve ainda a participação do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto, e demais profissionais da entidade, que acompanharam o encontro.

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COVID-19: Comitê realiza sua 100ª reunião; esse é um dos destaques do comunicado 71

covid 19 II destaque 09 07 2020Nesta quarta-feira (08/07), o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar realizou sua 100ª reunião. Desde que o grupo foi implantado, em março, os integrantes vêm promovendo encontros diários para avaliar o andamento das atividades do Sistema Ocepar, cujas equipes estão atuando de forma remota. Esse é um dos destaques do comunicado 71, divulgado na manhã desta quinta-feira (09/07).

1. O Sistema Ocepar iniciou, no dia 8 de julho, a rodada de reuniões virtuais com os agentes financeiros. A primeira reunião foi realizada com o Banco do Brasil para tratar das perspectivas e das estratégias futuras do cooperativismo paranaense.

2. No dia 8 de julho, o Sistema Ocepar realizou reunião da Autogestão de forma virtual na Federação das Uniodontos do Paraná, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

3. O Sistema Ocepar, em conjunto com as cooperativas paranaenses, organizou diversas ações nesta semana, de 6 a 10 de julho, das 14h às 15h, para apresentar e demostrar a força do cooperativismo, em comemoração ao Dia de Cooperar. Acompanhe pelo canal youtube.com/sistemaocepar.

4. No dia 8 de julho, o Sistema Ocepar participou da reunião virtual com os professores da Universidade de Londrina, com o objetivo de apresentar o projeto do MCTIC/ Fapesp para estruturação um Centro de Pesquisa Aplicada de Inteligência Artificial para Agricultura Preventiva.

5. O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar realizou a 100ª reunião no dia 8 de julho. Além da pauta pré-definida, foi realizada uma avaliação dos resultados, das mudanças e a nova forma de trabalho implementadas para garantir o atendimento das demandas das cooperativas paranaenses.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

LEGISLAÇÃO: Lei determina a adoção de medidas para preservar os profissionais que atuam em atividades essenciais

Foi publicada, na edição desta quinta-feira (09/07) do Diário Oficial da União (DOU), a Lei nº 14.023, que determina a adoção de medidas imediatas que preservem a saúde e a vida de todos os profissionais considerados essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, durante a emergência de saúde pública decorrente do coronavírus.

Acréscimo - “Foi acrescentado o art. 3º- J na Lei 13.979/2020 para relacionar os profissionais considerados essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, bem como as medidas imediatas que o poder público e os empregadores ou contratantes adotarão durante a emergência de saúde pública”, informa o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Devair Mem.

Profissionais - Ainda de acordo com ele, de acordo com a nova legislação, são considerados profissionais essenciais, os médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, policiais, agentes comunitários, profissionais de limpeza, coveiros, entre outros. “Os profissionais elencados na lei terão prioridade para fazer testes de diagnóstico da Covid-19 e serão tempestivamente tratados e orientados sobre sua condição de saúde e sobre sua aptidão para retornar ao trabalho”, ressalta Mem.

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei nº 14.023

COOPERATIVISMO I: Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda atende necessidades do setor, avalia OCB

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na segunda-feira (06/07), a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e, após diversas discussões, foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

Cooperativas - Embora alguns dispositivos tenham sido vetados, o Sistema OCB avalia que a Lei nº 14.020/2020 atende às necessidades do setor econômico cooperativista e dos seus respectivos empregados, sendo um instrumento importante para preservar o emprego e a renda, garantir a continuidade das atividades laborais e empresariais e reduzir o impacto social decorrente das consequências da crise.

Suspensão do contrato de trabalho - O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Cálculo - Esse benefício pago pelo governo é calculado com base no percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito no seguro-desemprego. Por exemplo: um trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro-desemprego que teria direito, caso fosse dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

Acordo individual - A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Mudanças - O presidente Jair Bolsonaro vetou a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. A lei atual prevê que o benefício da prorrogação será concedido até 31 de dezembro de 2020. Se os trechos fossem sancionados, a desoneração seria prorrogada até o fim de 2021. O Congresso Nacional ainda pode derrubar o veto.

Redução da tributação - “A política da desoneração da folha de pagamento teve como objetivo diminuir a tributação incidente sobre os encargos trabalhistas do setor produtivo, com o intuito de criar um efeito multiplicador para a economia, possibilitando o incremento de investimentos na produção, a elevação dos índices de emprego e a promoção de desenvolvimento social”, disse a analista tributaria do Sistema OCB, Amanda Rezende.

Empréstimos consignados - Na questão dos empréstimos consignados para servidores públicos e aposentados, permanece o valor de 35% presente no texto que estava em vigor. Ao ser aprovada no Senado, os parlamentares concordaram com a impugnação do Artigo 27, que dizia: "No caso de contratos celebrados ou repactuados durante a vigência do estado de calamidade pública, o desconto máximo de consignados passa de 35% para 40% do salário ou benefício previdenciário". Em votação simbólica, o artigo foi retirado do texto final.

Risco - O coordenador do ramo Crédito do Sistema OCB, Thiago Borba, explica que matérias que tramitaram no Congresso Nacional, visando à suspensão ou prorrogação das obrigações relacionadas às operações de crédito consignado trazem um potencial risco às cooperativas de crédito. “Temos de ter em mente que, ao suspender ou prorrogar algumas parcelas, quebra-se um fluxo de caixa das nossas instituições financeiras. Por consequência, as cooperativas devem honrar com suas obrigações, sejam administrativas, trabalhistas, com seus cooperados ou nos próprios custos operacionais da instituição”.

Características peculiares - “É importante lembrar ainda as cooperativas de quadro social fechado, formadas exclusivamente por servidores públicos ou, até mesmo, por funcionários da iniciativa privada, apresentam características muito peculiares e acabam sofrendo risco inclusive de sobrevivência”, completa Borba.

Dúvidas - Ainda com dúvidas sobre o programa? Para saber mais sobre os detalhes do texto sancionado da MP 936, o Sistema OCB desenvolveu uma cartilha com as principais perguntas e respostas sobre o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Acesse aqui o material completo. (OCB)

COOPERATIVISMO II: CooperaBrasil pode fortalecer economia das coops

cooperativismo II 09 07 2020Você sabia que a sua cooperativa pode ajudar a fortalecer ainda mais o cooperativismo brasileiro? Como? É simples: basta que ela se cadastre na maior vitrine de produtos e serviços coop do país e comece a intercooperar com as demais. Seja oferecendo os seus produtos ou serviços ou, ainda, fazendo negócios com outras coops, o movimento se fortalece e você faz a sua parte para a retomada da economia.

Acesse - Por onde começar? Acesse o CooperaBrasil e conheça esse ambiente virtual. Para cadastrar sua cooperativa, clique aqui. Por exemplo: precisa transportar algum produto? Lá no CooperaBrasil você vai encontrar uma coop que presta esse serviço. Quer um seguro de vida, uma aula de inglês, flores, carnes e até internet? Nesse catálogo digital, totalmente focado nas cooperativas, você vai encontrar.

Cadastradas - Mais de 200 cooperativas já se cadastraram gratuitamente. “Esse ambiente virtual faz parte da nossa estratégia de estimular a intercooperação das cooperativas, comprando e vendendo umas das outras, além de divulgar que elas produzem ou oferecem em termos de serviços. O cadastro é gratuito. A única coisa que a cooperativa precisa estar atenta é em preencher todos os campos do formulário de cadastro para que ela possa ser localizada por um possível cliente”, explica a gerente geral da OCB, Tânia Zanella.

Cuidado essencial - Esse cuidado com o preenchimento dos dados, explica a gerente, é essencial para que a cooperativa esteja habilitada a fazer negócios via CooperaBrasil. Segundo ela, cerca de 22% dos cadastros feitos até agora não foram concluídos.

Ramos - Entre os ramos, o Agro é o que mais tem cooperativas cadastradas, seguido pelo Ramo Trabalho, Produção, Bens e Serviços. O Transporte vem em terceiro lugar e, na sequência, aparecem o Saúde, o Crédito, o Consumo e o Infraestrutura.

Produtos e serviços - Em relação à oferta de produtos ou serviços, a região Sudeste é a campeã na oferta de serviços, com 33 cooperativas cadastradas, enquanto o Sul possui a maior quantidade de cooperativas que oferecem produtos (21).

O que encontrar - Ramo Agro: café, carnes (peixe, aves), chocolates e derivados, milho e derivados, soja e derivados, frutas, leite e derivados, sucos e polpas.

- Infraestrutura: distribuição ou geração de energia e manutenção de equipamentos, casa e construção, Internet dados e telefonia.

- Consumo: educação formal, proteção veicular e residência, móveis e eletrodomésticos.

- Crédito: consórcios bancários, proteção e assistência de vida, serviços bancários.

- Saúde: assistência médica e exames, assistência odontológica.

- Transporte: armazenagem, locação de veículos, retirada e distribuição de malotes, transporte de cargas, transporte de passageiros, transporte de passageiros coletivo, equipamentos e produtos de transporte.

- Trabalho, produção, bens e serviços: assistência técnica, atividades artísticas, atividades de defesa de direitos sociais, construção civil, consultoria e instrutoria, prestação de serviços, cursos e treinamentos, manutenção e serviços de limpeza, conservação patrimonial, montagem industrial, serviços gerais. (OCB)

 

DIA C: Nesta quinta tem live com José da Paz Cury na Semana da Cooperação

Nesta quinta-feira (09/07) tem live com José da Paz Cury, a partir das 14h, dentro da programação da Semana da Cooperação. Ele vai discorrer sobre “Cooperativismo, a moeda do terceiro milênio”. Cury é formado em Administração de Empresas, atua como palestrante e consultor nas áreas de Desenvolvimento Humano, Cooperativismo, Associativismo, Sindicalismo e Remuneração. Há mais de 40 anos tem se dedicado a cuidar dos talentos humanos nas empresas e já atuou em mais de 800 organizações de todo o país, contemplando 150 mil pessoas ao longo desse período.

Transmissão - A palestra será transmitida em tempo real pela TV Paraná Cooperativo. O palhaço Alípio estará mais uma vez no comando do evento, divertindo o público e apresentando também as atrações culturais, os depoimentos e as ações solidárias que estão sendo promovidas pelas cooperativas paranaenses dentro das celebrações do Dia C – Dia de Cooperar. No Paraná, a mobilização conta atualmente com a participação de 195 cooperativas paranaenses dos sete ramos, em 544 ações, envolvendo 36.804 voluntários, 783.352 pessoas beneficiadas e R$ 6,5 milhões investidos. O Dia C é um movimento nacional coordenado pelo Sistema OCB que visa estimular o voluntariado e a construção de um mundo melhor, por meio de atitudes simples mas que fazem a diferença nas comunidades onde as cooperativas estão inseridas.

Promoção - A Semana da Cooperação é uma promoção do Sistema Ocepar em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado no sábado (04/07) e ao Dia C. A programação se estende até esta sexta-feira (10/07).

dia c I 07 07 2020

 

 

 

DIA C: Arrecadações promovidas pela Sicredi Vale do Piquiri batem recorde

dia c sicredi vale 09 07 2020Atitudes simples movem o mundo. Esse é o tema central do Dia C – Dia de Cooperar, uma grande corrente do bem que celebra o papel transformador do cooperativismo nas comunidades. Na edição de 2020, em meio a um momento tão sensível, o desafio foi ainda maior. Mesmo assim, o resultado foi animador. Isso é fruto da intercooperação entre as cooperativas, prefeituras, hospitais, associações, instituições não governamentais e empresas dos mais diversos segmentos dos municípios participantes.

Ações sociais - Durante o período da campanha, cooperativas em todo o Brasil, entre elas a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, desenvolveram ações sociais e de conscientização de acordo com a necessidade de cada local. Na área de atuação da cooperativa – regiões Oeste, Centro-Oeste e Noroeste do Paraná, São Paulo capital e ABCD Paulista – as arrecadações bateram recorde.

Total - No total, foram coletadas 46 toneladas de alimentos, 650 frascos de álcool em gel, 4100 unidades de máscaras, 6500 itens de higiene e limpeza, 6500 peças de roupas e calçados, 42 cobertores e 1000 fraldas geriátricas. Além disso, voluntários auxiliaram na readequação da ala de pediatria do Hospital Santa Casa de Goioerê (PR) e na venda de máscaras para aquisição de uma máquina de hemodiálise para Assis Chateaubriand (PR). Em São Bernardo do Campo (SP) e São Caetano do Sul (SP), foram coletadas 31 bolsas de sangue – cada bolsa de sangue pode ajudar até quatro vidas. Foram mais de dois mil voluntários e cerca de 15 mil pessoas impactadas. Vale destacar que esse resultado corresponde a área de atuação da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Engajamento - Segundo o presidente da Sicredi Vale do Piquri Abcd PR/SP, Jaime Basso, as atitudes mostram que, mesmo em momentos de crise, sempre é possível se preocupar com o próximo e trazer conforto para a vida das pessoas por meio de atitudes simples que podem transformar a realidade local. ‘“Mais um ano de celebrarmos o Dia C, agora de forma diferente em função da pandemia. O que não mudou foi a mobilização, o engajamento e o voluntariado, desde a coleta de alimentos e produtos de higiene até máscaras para esse momento de dificuldade. Foram várias ações que mostraram como a cooperação pode fazer uma sociedade melhor.”

Alegria - A gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti, também expressou a alegria pela dedicação dos envolvidos. “Gratidão a todos que fizeram do Dia C 2020 o melhor e mais importante da nossa história, especialmente por chegarmos a cada vez mais pessoas.”

Festa digital - Para fechar com chave de ouro, no último sábado (04/07) foi realizada a celebração em uma festa totalmente digital, com conteúdo nas redes sociais e interação online. Mesmo com distanciamento social, a essência seguiu a mesma: gente cuidando de gente.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 110 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 153 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

DIA C: Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/CP arrecada 20 toneladas de alimentos

Ao longo do mês de junho e início do mês de julho, a Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP realizou um grande mutirão para arrecadar donativos por conta do Dia de Cooperar, o Dia C, mobilização nacional de intercooperação em benefício de projetos sociais.

Alimentos - Chamada de Mega-Arrecadação, a campanha arrecadou 20 toneladas de alimentos não perecíveis, em doações feitas pela comunidade dos 25 municípios da área de atuação da cooperativa: o sudoeste do Paraná, oeste e meio-oeste de Santa Catarina e noroeste de São Paulo.

Outros itens - Além dos alimentos, a mobilização também arrecadou 5.163 itens de higiene pessoal e produtos de limpeza, 48 cobertores e 397 agasalhos. Também foram confeccionadas 10 mil máscaras de tecido, que já estão sendo distribuídas gratuitamente nas agências da cooperativa.

Confecção - As máscaras foram confeccionadas por empresas e profissionais do ramo de corte e costura dos municípios da área de atuação da Sicredi Parque das Araucárias, financiados por doações em dinheiro feitas pelos associados. O acessório é fundamental para a prevenção à Covid-19.

Ouro Verde - A agência de Ouro Verde (SC) também arrecadou R$ 5.891, valor que será destinado à compra de material de construção para a obra da Apae do município.

Parceria - Toda a arrecadação foi feita em parceria com outras cooperativas e entidades parceiras, envolvendo o trabalho de 312 voluntários. Os donativos serão destinados a mais de 60 entidades e projetos sociais de pelo menos 25 municípios, beneficiando cerca de 35 mil pessoas. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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DIA C: Cem famílias serão beneficiadas com doações arrecadadas pelo Sicoob Médio Oeste

sicoob medio oeste 09 07 2020Em uma ação de intercooperação, o Sicoob Médio Oeste e outras três cooperativas de Assis Chateaubriand (PR) arrecadaram alimentos, produtos de limpeza e higiene e cobertores que irão beneficiar cerca de 100 famílias do munícipio.

Entidade - As doações recebidas durante a campanha do Dia C foram entregues no último dia 7 para o Auxílio Fraterno da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, entidade representada pelo Padre André Fatega.

Ajuda - Para o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Médio Oeste, Edson de Oliveira Pereira, nesse momento tão difícil, é muito importante ajudar e colocar em prática os princípios cooperativistas, como o interesse pela comunidade. “A união das cooperativas fortalece os locais em que estamos presentes”, reforça. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

DIA C: Campanha do Sicoob Sul arrecada mais de seis toneladas de alimentos

Como parte das ações do Dia de Cooperar (Dia C), o Sicoob Sul realizou uma campanha de arrecadação de alimentos. Com o lema “Vamos juntos espalhar solidariedade comunitária”, a ação mobilizou voluntários e cooperados que juntos, conseguiram mais de seis toneladas de alimentos. As doações irão beneficiar mais de 100 famílias e entidades de assistência social das comunidades próximas às agências da cooperativa, que tem sede em Curitiba (PR).

Princípios e valores - Para o gerente de Relacionamento, Jonas Neu Borges, não basta apenas humanizar as relações financeiras, é preciso ir mais longe. “Precisamos colocar em prática nossos princípios e valores, colaborando com nossa comunidade, transformando vidas e inserindo o espírito cooperativista, de ajuda e doação a diversas pessoas”, afirma.

União - Segundo o gerente de Relacionamento, Felipe Correa de Moraes, juntos é possível fazer mais pelo próximo. “Não conseguiremos mudar o mundo, mas podemos melhorá-lo ao nosso redor. O sentimento é de gratidão pelo que temos e pela oportunidade de ajuda”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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FRÍSIA I: Famílias em vulnerabilidade social recebem cestas básicas e máscaras em Paraíso do Tocantins

frisia 09 07 2020Cem famílias em extrema vulnerabilidade social em Paraíso do Tocantins, município localizado a 60 km da capital Palmas (TO), receberam da Frísia Cooperativa Agroindustrial e do Sicredi 100 cestas básicas e 850 máscaras. As doações são parte do projeto “Amigos do Bem Frísia”, para o atendimento às pessoas que perderam renda e necessitam de proteção contra à propagação da Covid-19.

Entrega - As doações foram entregues ao Centro de Referência a Assistência Social (Cras) de Paraíso do Tocantins, que repassou os kits às famílias previamente cadastradas. As máscaras foram produzidas por voluntárias, as mulheres cooperativistas, com modelo e tecido que seguem as normas do Ministério da Saúde.

Gratificante - De acordo com a coordenadora do Entreposto da Frísia em Paraíso do Tocantins, Érica Lima, é gratificante fazer uma ação dessas em uma situação como a atual, já que as pessoas convivem com o desemprego e necessitam se reinventar em relação ao trabalho. “Uma cesta básica faz muita diferença na vida de uma família, que ao receber o apoio se sente valorizada. É emocionante, é muito forte, não tem preço”.

Solidariedade - “A solidariedade é uma das principais características do cooperativismo, por isso, nesse momento de dificuldade, onde famílias necessitam de uma mão amiga, de forma rápida e eficiente, a Sicredi União MS/TO e Oeste da Bahia, em parceria com a Frísia, fez a entrega para o Cras de Paraíso do Tocantins, onde é feito o mapeamento das famílias mais carentes de acesso à renda e suprimentos e com extrema vulnerabilidade”, destaca Willyan Cardoso da Silva, gerente da agência Sicredi no município.

Esperança - Riviane Romualdo Costa, assistente-administrativo da Secretaria de Assistência Social e Habitação de Paraíso do Tocantins, afirma que, em tempos de isolamento e afastamento social, “estender a mão ao próximo traz a certeza de que há esperança na humanidade”. Ela diz ter certeza que as famílias beneficiadas “sentiram o cuidado e a generosidade da Frísia e do Sicredi, que não mediram esforços para que quem realmente precise fosse atendido”.

Valores - As ações da Frísia reforçam seus valores: Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude. São movimentos que reforçam a base solidária que faz parte do cooperativismo. A Frísia está presente no Tocantins desde 2016, com a instalação de um entreposto de recebimento de grãos. A presença da cooperativa, que completa 95 anos em 2020, foi ampliada pelo incentivo e a implantação de um sistema de pesquisa, em parceria com a Fundação ABC, dias de campo, análise de sementes, entre outros investimentos tecnológicos e de desenvolvimento na região.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

FRÍSIA II: Cooperativa fornece alimentos para a produção de pães a famílias vulneráveis, em parceria com Instituto Martinelli

Nesse inverno, um simples pão transforma o dia de uma criança. Por isso, a Frísia Cooperativa Agroindustrial e o Instituto Martinelli fizeram sua primeira parceria e levaram alimentos a famílias que tiveram suas rendas afetadas por conta da pandemia de Covid-19. Essa ação é mais uma dentre dezenas que a cooperativa, com sede em Carambeí (PR), vem realizando desde o surgimento do coronavírus no Brasil.

Entrega - O Instituto Martinelli, uma associação civil sem fins lucrativos com sede em Joinville (SC), trabalhou para a entrega de 90 pacotes de farinha de trigo (cinco quilos cada pacote) e 40 caixas de leite longa vida (12 unidades cada caixa), doados pela Frísia.

Caixas de leite - As caixas de leite foram entregues ao Instituto AMA (Mantenedora de Apoio à Criança de Risco e com Câncer) e à Associação Caminho da Vida (Lar Dona Vera), esta voltada ao atendimento de crianças que sofrem maus tratos e violência.

Trigo - O trigo foi fornecido a um projeto de voluntários, chamado Nova Terra, que produz pães em Colombo, município da região metropolitana de Curitiba (PR). Os alimentos são entregues a 150 crianças, que, antes do isolamento social e suspensão das aulas presenciais, praticavam o contraturno. Agora, os pães doados são para toda a família.

Responsabilidade social - O responsável pelas Relações Sociais e Cooperativismo da Frísia, Luciano Tonon, destaca que o sistema cooperativista tem como base a responsabilidade social, com a melhora na situação das comunidades. “A Frísia vê como fundamental essas doações. Quando a renda de uma família é comprometida, toda a estrutura é abalada e as questões mais básicas da condição humana são afetadas”.

Foco - A advogada e responsável pelo Instituto Martinelli em Curitiba, Leilaine Silva, disse que o foco do instituto é ajudar crianças e adolescentes, mas, devido à pandemia, as doações estão atendendo famílias inteiras. Silva destacou que o projeto de doações tem o apoio do Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar), que identificou quem mais precisa e deu assistência com a logística, incluindo as entregas finais. O Provopar também recebe as doações remanescentes para também serem entregues às comunidades assistidas.

Expansão - Com a parceria junto ao Instituto Martinelli, a Frísia expande sua atuação no auxílio a pessoas em situação de vulnerabilidade. O mesmo já foi feito com o Sicredi, por exemplo, em doações de cestas básicas no Paraná e no Tocantins.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

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SICREDI: Estudo mostra capacidade do cooperativismo de crédito de levar serviços financeiros a pequenos municípios

O cooperativismo de crédito, segmento que já conta com mais de 12 milhões de adeptos no Brasil é um dos mecanismos mais eficazes para promover acesso aos serviços financeiros às pessoas em municípios menores, mais distantes e rurais do Brasil. A afirmação é resultado do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”, que cruzou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do próprio Sicredi.

Condução - O trabalho foi conduzido pelo especialista em Microeconomia Aplicada e Desenvolvimento Econômico, Juliano Assunção, pesquisador do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A pesquisa analisou dados de todos os municípios brasileiros, no período de 2007 a 2018, e traçou o perfil de atuação das instituições financeiras nos municípios. A partir da comparação da atuação de bancos e cooperativas de crédito no que tange a distância da capital e urbanização, foi revelado que as cooperativas de crédito têm a capacidade de prover serviços financeiros em regiões mais isoladas e rurais, quando comparadas aos bancos.

Fatores limitantes - Entre as principais conclusões do estudo, está a relação de fatores limitantes para a abertura de uma agência de uma instituição financeira cooperativa em comparação a de um banco. Enquanto os bancos têm, em média, um limite mínimo de 8 mil habitantes para o estabelecimento de uma agência em um município, uma instituição financeira cooperativa como o Sicredi tem capacidade de abertura de agências em municípios a partir de 2,3 mil habitantes.

Bancarização - De acordo com o trabalho, existem hoje cerca de 1,9 mil cidades e nove milhões de pessoas somente no espaço de diferença entre o limite de entrada dos bancos em relação às instituições cooperativas, evidenciando a característica de bancarização das instituições financeiras cooperativas. Além disso, em termos de renda, foi apontado que as cooperativas conseguem operar em municípios com PIB de pelo menos R$ 79 milhões, enquanto para os bancos é necessário um PIB mínimo de R$ 112 milhões.

Veículos - “Os dados demonstram que as cooperativas podem ser um excelente veículo para levar crédito e outros serviços financeiros para a população de municípios rurais menores, mais afastados das capitais e com menos renda por habitante. Considerando as cidades com o perfil traçado, que ainda não contam com atendimento bancário, o estudo também confirma um mercado bastante promissor para o cooperativismo de crédito no Brasil, com potencial de ainda bancarizar quase dois mil municípios, beneficiando cerca de nove milhões de pessoas”, afirma Assunção.

Papel - Para o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presença em 22 estados e no Distrito Federal, o estudo torna ainda mais importante o papel do segmento para alavancar o desenvolvimento econômico do país e promover a inclusão financeira. “Atualmente, em mais de 200 municípios somos a única instituição financeira e percebemos, na prática, as oportunidades criadas para essas regiões com a chegada de uma cooperativa de crédito, gerando renda e inclusão financeira para essas comunidades”, explica Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu).

Dados econômicos - Outro estudo, encomendado pelo Sicredi à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e publicado em fevereiro deste ano, avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do IBGE. Concluiu-se que o cooperativismo de crédito incrementa o PIB per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local. O impacto agregado em 1,4 mil municípios que passaram a contar com uma ou mais cooperativas durante o período do estudo foi de mais de R$ 48 bilhões em um ano. As cooperativas também foram responsáveis pela criação de 79 mil novas empresas e pela geração de 278 mil empregos.

Benefícios - “Quando cruzamos os resultados deste estudo e do trabalho desenvolvido pela Fipe, enxergamos em dados estatísticos como se dão os benefícios gerados pelo cooperativismo de crédito, estando presente onde as pessoas precisam e gerando valor por meio da sua atuação. Mesmo com as opções de soluções digitais para a vida financeira, os dados comprovam a importância de presença física como propulsor de desenvolvimento local e é isso que realizamos há mais de um século”, conclui Dasenbrock.

Outros resultados - Outros resultados do estudo “Benefícios do Cooperativismo de Crédito: impacto sobre a bancarização”:

• 50% das agências de bancos privados estão em municípios com população de 21 mil habitantes. Entre as cooperativas, esse indicador cai para 12 mil habitantes e no Sicredi 50% das agências estão em municípios com até 11 mil moradores.

• Metade dos municípios com agências do Sicredi estão a mais de 285 km de distância das capitais. Já nos bancos, 50% das cidades com agências estão a mais de 230 km das capitais.

• Quando olhamos para os municípios com baixa urbanização (até 30% de população residindo em área urbana), 17% das agências do Sicredi estão nessas cidades. Nos bancos esse indicador cai para 10%.

• Em relação aos municípios sem atendimento bancário, de 2012 a 2018, os bancos deixaram de atuar em 301 (3.650 em 2012 para 3.349 em 2018). No mesmo período, o Sicredi passou a estar presente em 383 novos municípios que não contavam com agências (896 em 2012 para 1.279 em 2018).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Divulgação

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SICREDI FRONTEIRAS: Segunda agência em Atibaia (SP) é inaugurada por meio de live

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – inaugurou, na última sexta-feira (03/07), sua segunda agência no município de Atibaia (SP). Localizada na Av. Dona Gertrudes, nº 995, bairro Alvinópolis, a agência pertence à Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que atua em 57 municípios, com mais de 68 mil associados e 34 agências, administrando R$ 1,8 bilhão em ativos e patrimônio líquido de R$ 220 milhões.

Live - A cerimônia de inauguração foi realizada no formato de live (transmissão ao vivo), nos canais oficiais da Sicredi Fronteiras no Facebook e Youtube, diretamente da sede administrativa da Sicredi Fronteiras, em Capanema/PR, que interagiu instantaneamente com os convidados presentes na agência no bairro Alvinópolis.

Presenças - Estiveram presentes na sede administrativa: o presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, José César Wunsch; o vice presidente da cooperativa, Jorge Luiz Hoppe; a diretora executiva, Adriana Conceição Barros Mees; o diretor de negócios, José Carlos Steffen e o diretor de operações, Fábio Júnior Câmera.

Bairro Alvinópolis - Na agência do Bairro Alvinópolis estiveram presentes: Moacir José Moltocaro, representando o conselho de administração; Ricardo Casanova, representando o conselho fiscal; o gerente regional de desenvolvimento para o estado de São Paulo, Sérgio Roberto Jordani; o gerente da agência Sicredi de Atibaia, Thiago Matos Barata; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Atibaia, Alessandro Roberto Roncoletta e o Pastor Wellington Silva de Oliveira.

Cuidados - Seguindo o protocolo de cuidados de prevenção da proliferação do Covid – 19, todos os convidados mantiveram o distanciamento necessário, usaram máscaras e microfones individualizados.

Missão - Alessandro Roberto Roncoletta, além de presidente da Associação Comercial e Industrial de Atibaia, é coordenador de núcleo da Sicredi Fronteiras. Ele salienta que a missão do cooperativismo, assim como de uma associação comercial é unir as pessoas com o objetivo de gerar valores para toda a comunidade. "Nesse momento, é importante e de grande destaque a iniciativa do Sicredi de nos oportunizar ter mais uma agência para fomentar os negócios e o crescimento econômico de Atibaia. Obrigado a cooperativa por continuar acreditando e cooperando, principalmente em um momento como esse. Sejam bem-vindos ao Alvinópolis".

Propósito - Em seu discurso, José César Wunsch, presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras, destaca que há 30 anos a cooperativa cumpre o seu propósito que é de fazer com a economia gerada na região, permaneça na região, através de uma organização perene e sustentável.

Princípios - "Estamos agindo conforme o 5º e 7º princípios do cooperativismo, que são: educação, formação e informação e interesse pela comunidade. Por isso, ficamos felizes em disponibilizar à sociedade mais uma agência e com isso ampliar o atendimento aos mais de 2.240 associados de Atibaia, fornecendo e dando condição de acesso a produtos e serviços de natureza financeira de forma cooperativa e participativa.

Dia C - O presidente ainda falou sobre as ações da cooperativa em relação ao Dia C, comemorado no dia 4 de julho. "A partir do cooperativismo foi possível atendermos e beneficiarmos não só os associados, mas a comunidade em geral, pois a cooperativa distribuiu 60 mil máscaras, diversos kits de EPIs para as áreas de saúde dos municípios onde atuamos e arrecadamos 12 mil kg de alimentos não-perecíveis que foram destinados à famílias em situação de vulnerabilidade social. Somos organização sustentável e essa segunda agência tornará possível a nossa ação mais profícua e próxima com a comunidade local".

Privilegiado - Tiago Matos Barata, gerente da segunda agência Sicredi Fronteiras em Atibaia, diz se sentir privilegiado em fazer parte do sistema Sicredi. "Percebo nessa instituição que os valores do cooperativismo são vivenciados na prática, com um modelo participativo de gestão, e com uma filosofia de valorização das pessoas, com o sólido compromisso de oferecer taxas justas e atendimento personalizado. É com muita alegria, entusiasmo e compromisso que a partir de hoje nos colocamos inteiramente à disposição de vocês, associados, futuros associados e de toda a comunidade de Atibaia e região", finaliza Tiago Barata.

Atendimento - A nova agência iniciou na segunda (06/07) os atendimentos ao público e, conforme as diretrizes da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) com relação ao enfrentamento do novo coronavírus, funcionará das 9h às 14h. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

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CRESOL: Entre as dez maiores e melhores empresas para trabalhar no Brasil

cresol 09 07 2020A Cresol acaba de ser eleita pelo Great Place to Work (GPTW) como uma das dez maiores e melhores empresas para trabalhar no Brasil no ramo Agro. O anúncio foi feito na noite da última terça-feira (07/07), em uma live que contou a participação de representantes das empresas de grande, médio e pequeno porte que estão no ranking.

Primeira vez - Participando pela primeira vez do ranking nesse segmento, a Cresol ficou em 10ª lugar na categoria ‘Empresas de Grande Porte no ramo Agronegócio’ (com mais de mil funcionários). Esta é a segunda edição em que a consultoria aplicou sua metodologia de avaliação no agro e contou com 111 empresas inscritas. Juntas, elas abrangem 78.476 funcionários. O ranking premiou as 30 melhores classificadas - dez de grande porte e 20 enquadradas como pequenas ou médias. A metodologia incluiu uma fase quantitativa, em que os funcionários das companhias respondem a um grande questionário, e uma avaliação de práticas adotadas pela empresa.

Reconhecimento - Para o presidente do Sistema Cresol Baser, Alzimiro Thomé, o prêmio reconhece o trabalho dos colaboradores que fazem da Cresol uma importante instituição. “Este prêmio do GPTW destaca mais uma vez e agora nos coloca entre as melhores empresas para trabalhar no Brasil. Nosso foco está voltado ao bem-estar dos nossos colaboradores e cooperados e esse reconhecimento representa o resultado das ações que trabalhamos para gerar oportunidade de crescimento e desenvolvimento às pessoas que fazem parte da Cresol”, destacou Thomé.

Caminho certo - O superintendente da Cresol Baser, Adriano Michelon, também comentou o reconhecimento. “A cada nova conquista demonstramos que estamos no caminho certo e que uma instituição com colaboradores engajados entrega soluções eficientes. A Cresol sempre trabalhou com foco na valorização de seus profissionais, e assim continuaremos trabalhando. Esse prêmio é de todos nós e reforça ainda mais nossa caminhada até aqui”, disse.

Sobre a Cresol - O Sistema Cresol que completou 25 anos no último dia 24 de junho e que tem sua sede em Francisco Beltrão, no Paraná, possui hoje mais de 2 mil colaboradores que atuam em onze estados brasileiros. Sempre aprimorando o ambiente de trabalho dos seus profissionais, seja na central, sedes administrativas ou nas agências, a Cresol também incentiva a formação, com capacitações, cursos presenciais e a distância, além de contar com diversos benefícios aos colaboradores.

Sobre o Great Place to Work - O GPTW é uma autoridade global no mundo do trabalho e especialista em transformar organizações em um Great Place to Work, ajudando as empresas a aproveitar o melhor das pessoas e atingir resultados excepcionais e, acima de tudo, sustentáveis. Além disso, oferece consultoria para empresas que querem colocar as pessoas no centro da estratégia de negócios e certifica e reconhece os melhores ambientes de trabalho em mais de 90 países. (Imprensa Cresol)

 

SOJA: Rede de ensaios avalia eficiência de fungicidas para controle de mancha-alvo

soja 09 07 2020A Embrapa Soja acaba de disponibilizar a publicação "Eficiência de fungicidas para o controle da 'mancha-alvo', Corynespora cassiicola, na cultura da soja, na safra 2019/2020: resultados sumarizados dos ensaios cooperativos". Circular técnica, 159 para download gratuito. Veja aqui: https://bit.ly/31Mr3q8.

Novas formulações - De acordo com a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa Soja, na safra 2019/2020 foram avaliadas pela rede de ensaios principalmente novas formulações de fungicidas em fase de registro para o controle da "mancha-alvo" na cultura da soja. Esse é um trabalho que vem sendo realizado desde 2012/2013 e os resultados de fungicidas registrados, sítio-específicos e multissítios, avaliados nas outras safras podem ser consultados nas publicações anteriores.

Estratégias integradas - A pesquisadora da Embrapa defende a utilização de estratégias integradas para o manejo da doença: a utilização de cultivares resistentes/tolerantes, o tratamento de sementes, a rotação/sucessão de culturas com milho e outras espécies de gramíneas e o controle químico com fungicidas.

Aumento - Godoy relata que a incidência da "mancha-alvo" tem aumentado na cultura da soja, nas últimas safras, em razão do aumento da semeadura de cultivares suscetíveis, da utilização de sucessão da cultura da soja com culturas que são também hospedeiras do fungo, como o algodão e a crotalária, e da menor sensibilidade/resistência do fungo a fungicidas como as estrobilurinas e benzimidazóis. "Conhecer a reação da cultivar à doença é um dos pontos principais na definição do programa de controle químico porque nem todos os fungicidas apresentam boa eficiência de controle a essa doença e muitas cultivares apresentam boa tolerância a doença¨, destaca.

Sintomas - Os sintomas típicos da doença são observados nas folhas, iniciando por pontuações pardas, com halo amarelado e evoluindo para manchas circulares, de coloração castanho-clara a castanho-escura. Cultivares suscetíveis podem sofrer desfolha com perdas de até 40% de produtividade.

Integrantes - A rede de ensaios é formada por instituições públicas e privadas que realizam experimentos em diferentes regiões produtoras. (Assessoria de Comunicação da Embrapa Soja)

 

BRDE: Banco terá R$ 460 milhões para financiar safra agrícola paranaense

brde 09 07 2020O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) terá R$ 460 milhões para fomentar o desenvolvimento do agronegócio do Paraná. O valor integra o Plano Safra 2020/2021, editado pelo Governo Federal, e é 6,1% superior ao volume para crédito disponível na safra anterior no Estado. Em vigência desde o dia 1º de julho, o Plano Safra vai destinar, no total, R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária de pequenos, médios e grandes produtores do País.

Anúncio - O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quarta-feira (08/07) em live no canal do BRDE no YouTube. “São recursos que vão ajudar o Paraná a avançar cada vez mais no agronegócio, a ser protagonista no mundo da produção de alimentos”, afirmou ele.

Parceria - "Essa parceria do BRDE com o agronegócio é formidável. Permite capitalizar cooperativas, associações e os pequenos agricultores, colaborando com a expansão dos negócios. É isso que gera emprego e renda no campo e vai ajudar o Paraná a se reerguer desta crise econômica decorrente da pandemia de coronavírus”, ressaltou o governador.

Montante - Ratinho Junior destacou que o montante disponível para a próxima safra representa 46% do que foi financiado pela agência paranaense do BRDE nas últimas três safras, estimado em cerca de R$ 1 bilhão.

Outras ações - Ele destacou outras ações do Governo do Estado que impactam diretamente no resultado do agronegócio paranaense. Citou melhorias no Porto de Paranaguá e na Ferroeste, que ampliaram a capacidade de carregamento e exportação de produtos.

Infraestrutura - Lembrou, ainda, o forte investimento em infraestrutura, com a modernização de rodovias e aeroportos. “A ambição é transformar o Paraná no hub logístico da América do Sul”, disse.

Financiador - Diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski explicou que o Banco é agente financeiro repassador de recursos para o plano de forma exclusiva no Estado. Segundo ele, o Paraná vai receber R$ 460 milhões por meio do Sistema Paranaense de Fomento. Valor que será integralmente destinado a financiar a próxima safra. “Queremos ser o grande parceiro da agricultura paranaense. Ser um elo com os produtores que permita fazer da agricultura estadual a mais pujante do Brasil”, afirmou.

Juros e crédito - Lipski reforçou que outra novidade no Plano Safra 2020/2021, em relação ao anterior, é a redução nas taxas de juros aplicadas sobre os recursos para as atividades no campo.

Pronaf - Para agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por exemplo, a taxa foi reduzida de 3 a 4,6% para 2,75 a 4%, enquanto o volume de crédito aumentou mais de 5%, alcançando a marca de R$ 33 bilhões no País. Nos casos dos demais produtores e cooperativas, houve redução de 2% na taxa de juros, alcançando a marca de 6%.

Nacional - Nos créditos, o Plano destinou mais de R$ 170 bilhões nacionalmente. Nos casos dos produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), são R$ 33,1 bilhões disponíveis em crédito e redução de taxa de juros de 6 para 5%. “Crédito na ponta de forma barata e longo prazo para pagamento, fomentando a criação de emprego e renda”, disse o diretor.

Relevante - Para o secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, os recursos reforçam a condição do Paraná como ator relevante no desempenho da agricultura brasileira, e mostra a disposição do Governo do Estado em estar presente no processo, orientando os produtores na busca de um bom desempenho e renda.

Momento - “Apesar da pandemia o momento do agronegócio estadual é bom. E o Plano Safra é realista, com aumento no volume de dinheiro ofertado e redução do custo”, explicou o secretário. “Mas peço o uso racional do crédito”, completou.

Seguro - Ortigara destacou também o aumento de R$ 300 milhões na subvenção ao prêmio do seguro rural, que terá R$ 1,3 bilhão disponível para a próxima safra. “Esse é um importante instrumento que vem ganhando espaço na política agrícola nacional”, ressaltou.

Complemento - Por entender essa importância, o Paraná tem um programa de seguro rural complementar ao federal. Para a atual safra foram destinados R$ 15 milhões. Os recursos ficam à disposição dos produtores para proteger várias lavouras. Auxiliar em casos de perdas climáticas, o programa é, neste instante, alternativa para redução de prejuízos devido à pandemia do novo coronavírus.

Inovação - Além da ampliação de créditos, a redução nas taxas de juros e a subvenção do seguro rural, o Plano de Safra também prevê 33% a mais para o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) em comparação com o período, chegando à casa dos R$ 2 bilhões.

Participação - Também participaram da live o presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Natalino de Souza, o chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Guto Silva, e a gerente adjunta do BRDE, Carmem Truite. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

ECONOMIA I: Indústria paranaense teve um crescimento de 24,1% em maio

economia I 09 07 2020A indústria paranaense cresceu 24,1% entre abril e maio deste ano. O indicador positivo aparece depois de dois meses seguidos de queda acentuada por conta dos reflexos provocados pela pandemia do novo coronavírus e é o melhor resultado do País. A indústria nacional cresceu 7% nesse período.

Recuperação - O salto mostra sinais de recuperação da economia e da confiança do setor no Paraná, mas o indicador representa, sobretudo, um comparativo com um desempenho muito negativo observado no resultado mensal anterior, que apontou queda de 27,4% - reflexo da paralisação no período para conter os efeitos da Covid-19.

Comparação - Na comparação com maio do ano passado, as perdas atingiram 18,1%, mas estão entre as menores na comparação com os outros estados nesse recorte. Em abril de 2020, frente ao mesmo mês de 2019, a indústria paranaense chegou a registrar queda de 30,6%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Regional e foram divulgados nesta quarta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Acumulado - No acumulado do ano (janeiro a maio) a produção industrial recuou 8,9% no Paraná. O resultado dos últimos doze meses, também impactado pela crise econômica, aponta queda de 2%. Nesses dois quadros o índice nacional é mais negativo, de -11,2% e -5,4%, respectivamente.

Setorial - Na análise setorial feita entre maio de 2019 e maio de 2020, apenas quatro dos 14 ramos divulgados apresentaram taxas positivas no Paraná: produtos alimentícios (1,8%), celulose, papel e produtos de papel (4,8%), derivados de petróleo e biocombustíveis (6,6%) e produtos químicos. As perdas mais acentuadas foram em veículos automotores, reboques e carrocerias (-60,7%), máquinas e equipamentos (-46,4%), produtos de madeira (-37,3%), máquinas e materiais elétricos (-31,4%) e móveis (-25,2%).

Variações positivas - No acumulado de 2020, apenas derivados de petróleo e biocombustíveis (9,3%), indústria alimentícia (6,9%) e celulose, papel e produtos de papel (6,5%) registraram variações positivas na comparação com os cinco primeiros meses de 2019. Houve perdas significativas em veículos automotores, reboques e carrocerias (-38,3%), máquinas e equipamentos (-32,5%) e produtos de madeira (-21,1%).

Contraste - Os números divulgados pelo IBGE contrastam com a produção industrial alcançada ao longo de 2019 no Estado. O Paraná registrou crescimento de 5,7% no ano passado, enquanto a indústria nacional ainda vinha tentando recuperar seu potencial e apresentou recuo de 1,1%. O resultado foi o maior do Estado desde 2011, puxado por veículos automotores, reboques e carrocerias (25,7%), máquinas e equipamentos (9,5%), alimentos (8,8%), produtos de metal (7,1%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,3%).

Primeiro bimestre - A produção industrial paranaense também cresceu 3,1% no primeiro bimestre (janeiro e fevereiro) de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado. O crescimento nos dois primeiros meses esteve entre os melhores do País. Nesse índice, apenas nove locais pesquisados pelo IBGE apontaram variação positiva.

Nacional - Segundo o IBGE, na série livre de influências sazonais, 12 dos 15 locais pesquisados alcançaram taxas positivas na passagem de abril para maio de 2020. O comportamento reflete, principalmente, o retorno à produção (mesmo que parcialmente) das unidades fabris após as interrupções geradas por efeito da pandemia de Covid-19.

Recuo - Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor industrial recuou 21,9% em maio de 2020, com 14 dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Além do efeito-calendário negativo, já que maio de 2020 (20 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (22), o órgão destaca entre os motivos a diminuição do ritmo da produção por conta da influência dos efeitos do isolamento social.

Comércio varejista registra crescimento de 26,6% em maio - O comércio varejista ampliado (análise que engloba veículos e lojas de material de construção) cresceu 26,6% na passagem de abril para maio, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), também divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE. O crescimento foi acima do indicador nacional, de 19,6%, e ficou atrás apenas do Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Rondônia.

Maio de 2019 - Em relação a maio de 2019, o comércio varejista ampliado recuou 3,3% no Paraná. Apesar do indicador negativo, é um dos melhores resultados do País, que registrou queda de 14,9%. No acumulado do ano as perdas estaduais foram de 5,2% e as nacionais de 8,6%.

Setores - Setorialmente, as maiores perdas entre maio de 2019 e de 2020 foram em livros, jornais, revistas e papelaria (-39,3%), tecidos e vestuário (-34,5%), equipamentos e materiais para escritório (-32,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-21,8%) e veículos, motocicletas, peças e partes (-14,4%).

Avanços - Houve avanços no setor de eletrodomésticos (30,9%), móveis (22,9%) e hipermercados e supermercados (13,7%), conforme apontado no último boletim conjuntural das secretarias da Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes.

Antes da pandemia - O comércio varejista paranaense cresceu 3,4%, mesmo índice do País, no acumulado do primeiro bimestre de 2020. Somando janeiro e fevereiro, houve aumento na venda de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (9,4%), combustíveis e lubrificantes (8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,1%), veículos, motocicletas, partes e peças (4,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios e bebidas (2,4%). (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA II: Novo site simplifica adesão ao acordo dos planos econômicos

economia II 09 07 2020A partir desta quinta-feira (09/07) entra no ar nova versão do site criado para tramitação do fechamento de acordos entre poupadores e bancos, relativos ao pagamento da correção monetária dos saldos da poupança durante a entrada em vigor dos planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989), Collor I (1990) e Collor II (1991).

Simples - Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a adesão ao acordo ficará mais simples e fácil. “Agora, o site funciona como um local de manifestação de interesse em aderir ao acordo. O poupador ou o advogado vai apenas preencher um formulário com dados pessoais e informações do processo. O único documento que deverá ser anexado é a procuração que autoriza o advogado a representar o poupador. O sistema vai gerar um número de habilitação, com o qual será possível acompanhar o status do processo.”

Envio - As solicitações de adesão feitas no site serão enviadas aos bancos onde poupadores tinham conta à época. Os bancos farão a análise da elegibilidade e se será necessário apresentar documentos. Não havendo pendência, o banco entra em contato com o poupador ou seu advogado. Caso o banco tenha sido adquirido por outra instituição financeira, caberá a essa receber a demanda por acordo.

Ajuste - A nova versão do site se ajusta ao aditivo assinado em março deste ano entre a Febraban, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Frente Brasileira dos Poupadores (Febrapo), que dilatou o prazo de adesão ao acordo coletivo, assinado em 2017, para reaver as perdas com a correção do investimento à época dos planos econômicos para combate à hiperinflação, entre o fim dos anos 80 e o começo dos anos 90 – nos governos Sarney e Collor. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Brasil tem 67,9 mil mortes causadas pelo coronavírus

De acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados nesta quarta-feira (08/07), o Brasil acumula 1.713.160 de casos confirmados e 67.964 mortes pelo novo coronavírus. O país atingiu nesta quarta a marca de um milhão de casos recuperados de covid-19.

24 horas - Nas últimas 24 horas, foram adicionadas 1.223 mortes aos registros oficiais. Há ainda 4.105 óbitos em investigação. O painel do órgão também trouxe 44.571 novos casos diagnosticados de na terça-feira (07/07) para esta quarta-feira (08/07). Estão em acompanhamento no país 624.695 pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Balanço - No balanço de terça-feira, o país contabilizava 66.741 mortes e 1.668.589 casos acumulados de covid-19, desde o início dos registros.

Estabilidade - Em entrevista coletiva realizada hoje em Brasília, a equipe do Ministério da Saúde apresentou a evolução da pandemia no país, destacando uma estabilidade na curva do número de mortes e um aumento na curva dos casos confirmados.

Estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (16.788), Rio de Janeiro (10.970), Ceará (6.665), Pernambuco (5.323) e Pará (5.169). As unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (134), Tocantins (233), Roraima (386), Acre (404) e Santa Catarina (432). (Agência Brasil)

SAÚDE II: Covid-19 já levou a óbito 880 moradores do Paraná

saude II 09 07 2020Já chega a 880 o número de vítimas fatais da Covid-19 no Paraná. O Estado soma 35.324 diagnósticos positivos. No informe desta quarta-feira (08/07), a Secretaria da Saúde divulgou mais 1.386 novos casos e 43 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O boletim relata a exclusão de um caso por duplicidade na notificação.

Internados - O informe relata 773 pacientes com diagnóstico confirmado internados. Destes, 617 pacientes estão em leitos SUS (230 em UTI e 387 em leitos clínicos/enfermaria) e 156 em leitos da rede particular (57 em UTI e 99 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.010 pacientes internados, sendo 501 em leitos UTI e 509 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - As 43 pessoas que tiveram falecimento relatado no informe estavam internadas. São 16 mulheres e 27 homens, com idades que variam de 31 a 99 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 04 de junho a 08 de julho. Onze pacientes que faleceram residiam em Curitiba, três em Cascavel, três em Pinhais, três em São José dos Pinhais e dois em Pontal do Paraná (2).

Uma morte- Foi registrada uma morte em cada um dos municípios de Alto Piquiri, Antonina, Araucária, Campina Grande do Sul, Campo Magro, Colombo, Farol, Floraí, Florestópolis, Goioerê, Ibaiti, Ivaiporã, Nova Londrina, Ortigueira, Paranaguá, Rio Negro, Santa Cecília do Pavão, Santa Mariana, Tijucas do Sul, Umuarama e Ventania.

Municípios - Atualmente, 374 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 174 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 391 casos de residentes de fora. 15 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: um caso confirmado no dia 5 de julho, em Lunardelli, foi transferido para Curitiba; outro confirmado dia 03 de julho, em Sengés, foi transferido para Curitiba. Um caso confirmado dia 02 de julho, em Curitiba, foi transferido para Pinhais. Três casos confirmados dias 3, 4 e 5 de julho, em São Sebastião da Amoreira, foram transferidos para Londrina (2) e Curitiba (1). Uma confirmação feita dia 05 de julho, em Leópolis, foi transferido para Curitiba; e um caso confirmado dia 03 de julho, em Rio Branco do Sul, foi transferido para Itaperuçu.

Exclusão por duplicidade - Um caso confirmado em 25 de junho, em Cianorte, foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

 


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