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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4862 | 10 de Julho de 2020

SISTEMA OCEPAR: Jica é tema de videoconferência com o cônsul do Japão e governo do Paraná

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou, na manhã desta sexta-feira (10/07), de videoconferência com o cônsul-geral do Japão, Takagi Masahiro, e com o diretor de Planejamento Governamental, da Secretaria Estadual do Planejamento e Projetos Estruturantes, Guilherme Lorenzi. O objetivo da reunião foi discutir possíveis parcerias entre o setor cooperativista paranaense com o Japão.

Jica - Durante o encontro, foi realizada uma apresentação sobre a Jica, que é a agência do governo japonês responsável pela implementação da assistência oficial para o ODA - Assistência Oficial para o Desenvolvimento, que apoia o crescimento e a estabilidade socioeconômica dos países em desenvolvimento, com o objetivo de contribuir para a construção da paz e o desenvolvimento da sociedade internacional. Representando a Jica, Sato Hiroshi salientou que a sede é em Tóquio, no Japão, possui 15 escritórios e mais 103 em vários países. Ainda de acordo com ele, a agência é responsável pela implementação da Cooperação Técnica, Empréstimo ODA e Cooperação Financeira Não Reembolsável. “No Brasil, atua também no apoio às comunidades nikkeis e em projeto comunitários”. Entre a missão da Jica, está “a busca um mundo livre, pacífico e próspero, em que as pessoas possam acreditar em um futuro brilhante com diversas possibilidades e que, juntamente com os seus parceiros, possam unir o mundo com laços de confiança”.

Parcerias - Ricken falou das diversas parcerias que já foram realizadas ao longo da história. “O Japão é um país que compra muito nossos produtos e estamos dispostos a fortalecer ainda mais essas parcerias. Temos hoje um ambiente propício para essas relações. Nosso principal interlocutor com o governo japonês é o deputado federal pelo Paraná, Luiz Nishimori, e estamos à disposição para futuros contatos”, frisou. O cônsul do Japão, Takagi Masahiro, encerrou o encontro agradecendo a todos e salientou que “oportunamente vamos nos reunir novamente para darmos continuidade e essas parcerias”.

Participações - Participaram da reunião virtual, a assessora da Jica, Eri Taniguchi, e, ainda, Kumiko Abe, Wakaeda Kazzu, Nelson Costa, superintendente da Fecoopar, Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR, Flávio Turra, gerente de Desenvolvimento Técnico e o analista da área, Maiko Zanella.

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LEGISLAÇÃO: Cooperativas do Paraná participam de programa sobre LGPD

Com o objetivo de  apoiar a estruturação e o aprimoramento de programas de governança de dados, contribuindo para a consolidação de um contexto de maior segurança em relação ao uso de informações pessoais pelas cooperativas paranaenses, nos mais diversos segmentos de atuação, teve início nesta semana o Programa de Formação em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – Etapa Bases Legais, promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). Com carga de 24 horas, o curso está sendo ministrado para sete turmas divididas em três temáticas Crédito, Saúde, Agro e outros ramos. Iniciado na segunda-feira (06/07), o programa será concluído no dia 13 agosto.

Regras - A advogada do Sescoop/PR, Daniely Andressa da Silva, pontua que, atualmente,  a utilização de informações e da tecnologia é essencial ao desempenho de qualquer atividade, gerando, com isso, a necessidade da adoção de mecanismos para o adequado tratamento de dados, respeitando a privacidade, a transparência e a liberdade de cada indivíduo sobre o uso de suas informações pessoais. E, neste contexto, a Lei nº 13.709/2018, também chamada de LGPD, estabelece regras para o uso de dados pessoais, desde a coleta até a sua eliminação, que devem ser atendidas por todas as organizações, entre as quais as cooperativas.

Regulamentação - Daniely lembra ainda que, em recente julgamento, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a proteção constitucional conferida aos dados pessoais, destacando a importância da regulamentação de seu uso por meio de leis, como a LGPD. Além disso, a implantação de programas de proteção de dados já é considerada como um diferencial competitivo pelo mercado interno e externo, merecendo a atenção das cooperativas.

Formação - O Programa de Formação em Lei Geral de Proteção de Dados é desenvolvido sob a coordenação da assessoria jurídica do Sescoopo/PR, em parceria com a Coordenação de Gestão Estratégica, responsável pelo Programa de Compliance para o Cooperativismo Paranaense, e com a coordenação de Tecnologia da Informação do Sistema Ocepar. A formação é ministrada por instrutores da Opice Blum Academy e conta com mais de 350 inscritos.

Cronograma das turmas por ramo: 

Crédito – dias 6, 8, 13, 15, 20 e 22 de julho, das 13h30 às 17h30;

Saúde – Turma A - dias 6, 8, 13, 15, 20 e 22 de julho, das 08h30 às 12h30;

Saúde – Turma B - dias 28 e 30 de julho, 4, 6, 11 e 13 de agosto, das 13h30 às 17h30;

Saúde – Turma C - dias 27 e 29 de julho, 03, 05, 10 e 12 de agosto, das 13h30 às 17h30;

Agro e outros – Turma A - dias 7, 9, 14, 16, 23 e 24 de julho, das 08h30 às 12h30;

Agro e outros – Turma B - dias 7, 9, 14, 16, 23 e 24 de julho, das 13h30 às 17h30;

Agro e outros – Turma C - dias 27 e 29 de julho, 3, 5, 10 e 12 de agosto, das 08h30 às 12h30.

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COVID-19 I: Reunião com ministro-chefe da Casa Civil é um dos destaques do comunicado 72

covid 19 destaque 10 07 2020As prioridades para o segundo semestre deste ano estiveram em pauta na reunião ocorrida virtualmente com o ministro-chefe da Casa Civil, Walter Souza Braga Netto, que teve a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, nesta quinta-feira (09/07). Esse é um dos destaques do comunicado 72 do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, divulgado na manhã desta sexta-feira (10/07). Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia 9 de julho, o Sistema Ocepar realizou reunião virtual com o banco Bradesco para tratar das perspectivas e das estratégias futuras do cooperativismo paranaense.

2. O Sistema Ocepar, em conjunto com as cooperativas paranaenses, organizou diversas ações nesta semana, de 6 a 10 de julho, das 14h às 15h, para apresentar e demostrar a força do cooperativismo, em comemoração ao Dia de Cooperar. Acompanhe pelo canal youtube.com/sistemaocepar.

3. No dia 9 de julho, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da reunião virtual com o ministro da Casa Civil, Walter Souza Braga Netto, para tratar de assuntos que serão prioritários no segundo semestre deste ano.

4. O Grupo dos Técnicos dos Frigoríficos, que conta com a participação da Ocepar, Fecoopar e das cooperativas agropecuárias, se reuniu no dia 9 de julho com o secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, a fim de tratar sobre a solicitação para compatibilizar os normativos para setor frigorífico.

5. No dia 8 de julho, o Governo Federal publicou a Lei nº 14.023, que altera a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, para determinar a adoção de medidas imediatas que preservem a saúde e a vida de todos os profissionais considerados essenciais ao controle de doenças e à manutenção da ordem pública, durante a emergência de saúde pública decorrente do coronavírus. Para acessar, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COVID-19 II: Confira a área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo com novos destaques

covid II 10 7 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

DIA C: Atividades da Semana da Cooperação encerram nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira (10/07) encerra a programação da Semana da Cooperação, iniciada na segunda-feira (06/07) como parte das comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado no sábado (04/07), e ao Dia C – Dia de Cooperar. Todas as atividades, realizadas virtualmente, estão sendo transmitidas pela TV Paraná Cooperativo, sempre a partir das 14h, e uma das atrações de hoje é o Grupo Sou Arte. Do auditório do Sistema Ocepar, em Curitiba, o palhaço Alípio tem comandado o evento, divertindo o público e apresentando as atrações culturais, os depoimentos e as ações solidárias que estão sendo promovidas pelas cooperativas paranaenses dentro das celebrações do Dia C. No Paraná, a mobilização conta atualmente com a participação de 195 cooperativas paranaenses dos sete ramos, em 544 ações, envolvendo 36.804 voluntários, 783.352 pessoas beneficiadas e R$ 6,5 milhões investidos.

Voluntariado - O Dia C é um movimento nacional coordenado pelo Sistema OCB que visa estimular o voluntariado e a construção de um mundo melhor, por meio de atitudes simples mas que fazem a diferença nas comunidades onde as cooperativas estão inseridas. A Semana da Cooperação é uma promoção do Sistema Ocepar, realizada com apoio das cooperativas paranaenses, e a transmissão das atrações conta com a interpretação na linguagem de sinais Libras, feita pelo profissional Ivan de Souza.

dia c ocepar 10 07 2020

 

 

 

DIA C: Não deixe um conflito, virar confronto, diz professor Cury

“Cooperativismo, a moeda do terceiro milênio” foi o tema da palestra de José da Paz Cury na live desta quinta-feira (09/07) da Semana da Cooperação, que o Sistema Ocepar está promovendo para celebrar o Dia de Cooperar - Dia C. Paz Cury, como também é conhecido, é formado em Administração de Empresas, palestrante e consultor nas áreas de Desenvolvimento Humano, Cooperativismo, Associativismo, Sindicalismo e Remuneração. Há mais de 40 anos tem se dedicado a cuidar dos talentos humanos nas empresas e já atuou em mais de 800 organizações de todo o país, contemplando 150 mil pessoas ao longo desse período. Confira alguns trechos de sua fala na palestra:

O instigador - “Eu não vou ser palestrante não. Vou ser instigador. Vou cutucar vocês, para cada um refletir sobre tudo isso que está acontecendo hoje e como, através da cultura da cooperação, a gente pode chegar lá. Fazer de uma maneira diferente, respeitosa, contextualizada, para o bem-estar de todos e a sobrevivência da humanidade.”

Conflito - “Temos que ter serenidade para lidar com os conflitos. Para não deixar virar confronto. Conflito é o contraditório, quando você tem um valor, uma crença, ideias diferentes. Não precisa deixar que isso vire uma guerra. O contraditório é fundamental na nossa vida. Por exemplo: sou casado há 46 anos. Minha esposa foi professora de cálculo estrutural na Universidade de Minas Gerais, e eu sou da área de humanas. Imagine minha mulher com certeza e eu com possibilidades? Se a gente não sentar para administrar esse contraditório, esse conflito, não estaríamos casados até hoje. Assim é na cooperativa. Quando a gente vai congregando inúmeras pessoas, cada uma com sua maneira diferente de decodificar o mundo. Como é que fica? Temos que conversar.”

Discordâncias - “Conflito é inerente ao relacionamento interpessoal, quer dizer: discordâncias resultantes de diversos fatores; sejam de ideias, sentimentos, crenças e/ou valores entre duas ou mais pessoas. Na sua casa, às vezes você pensa diferente do seu esposo, esposa, filhos, pais, avós, noras, genros, vizinhos. Cada um tem sua maneira de enxergar o mundo. Esta pandemia veio nos puxar a orelha, dizer para olharmos para o outro. O conflito é desejável, pois ele está presente na vida de todos devido as diferenças de pensamento das pessoas. É essencial para o crescimento e desenvolvimento das pessoas e das organizações. Mas infelizmente não é visto desta maneira. E às vezes precisamos de alguém para gerenciar essa situação, para não deixar virar confronto.” 

Confronto - “O confronto traz o conceito de que alguém terá que vencer o outro. Tema ideia de eliminar, enfrentar, sobrepor suas ideias e interesses. Haverá perdedores e ganhadores. A simples convivência gera conflitos, porém, o limite do conflito é dado pela Lei, pelos princípios éticos e pelo respeito ao outro. Então é fundamental, que a gente se disponha a conversar, a cooperar, a falar com o outro, porque uma vez que o confronto esteja instalado, ele gera situações de pouca produtividade. No cooperativismo, a gente precisa muito, colocar essas ideias de forma adequada.”

Está no rádio - A mensagem do professor José Paz Cury da Semana da Cooperação está na Rádio Paraná Cooperativo. Ouça aqui

Está no Youtube - Quer assistir a palestra inteira? Acesse a TV Paraná Cooperativo (www.youtube.com/sistemaocepar). Nesta sexta-feira, dia 10/07, acontece a última live da Semana da Cooperação, sob o comando do Mestre Sem Cerimônia, o Palhaço Alípio!

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DIA C: Superintendente da Ocepar destaca o trabalho dos colaboradores de frigoríficos

1dia c II 10 07 2020O superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná, Robson Mafioletti, abriu os trabalhos da live de quinta-feira (09/07) da Semana da Cooperação, que foi ao ar pela TV Paraná Cooperativo. Ele falou sobre os objetivos do Dia C - Dia de Cooperar e destacouque esse modelo de organização cooperativista é responsável por gerar mais de 100 mil empregos diretos no Paraná. Mafioletti também deixou uma mensagem especial aos colaboradores de cooperativas que estão na linha de frente da produção agropecuária. Ouça aqui

 

DIA C: Cooperativas de Maringá se mobilizam para apoiar refugiados

da c 10 07 2020Em mais uma ação conjunta, sete cooperativas sediadas em Maringá anunciam a realização, nesta Semana da Cooperação, de uma campanha de troca de alimentos por máscaras que tem como finalidade apoiar a população de refugiados residente na cidade. Nesta sexta-feira (10/07) e no sábado (11/07), em horário comercial, 5 mil máscaras de proteção facial poderão ser trocadas por alimentos não perecíveis, sendo mil no primeiro dia no Shopping Avenida Center e as demais quatro mil unidades, no segundo dia, distribuídas em quatro lojas do Supermercados Cidade Canção.

Iniciativa - A iniciativa das cooperativas Cocamar, Sicredi, Sicoob, Unimed, Uniodonto, Unicampo e Pluricoop, conta com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (Sasc) e o patrocínio de várias outras empresas parceiras.

Material - Com material fornecido pelas cooperativas e parceiros, oito famílias de refugiados confeccionam as máscaras e garantem renda com esse trabalho.

Mais afetados - De acordo com a Sasc, os refugiados estão entre os mais afetados pelos efeitos da pandemia, pois com a forte retração da economia nos últimos meses, muitos postos de trabalho foram extintos, gerando dificuldades para a sobrevivência de um grande número de famílias de origem venezuelana e haitiana, em especial, as quais passaram a depender de doações.

Patrocínio - Patrocinam a ação: Unicesumar, Supermercados Cidade Canção, Ihara, Sancor, ACIM, Shopping Avenida Center, HelpCar, CooperCard, Ragus e CVL Locadora. (Imprensa Cocamar)

 

DIA INTERNACIONAL: Programa Caminhos do Campo destaca a força das cooperativas agropecuárias no PR

dia internacional 10 07 2020No domingo (05/07), o programa Caminhos do Campo, exibido pela Rede Paranaense de Comunicação (RPC), veiculou uma reportagem especial alusiva ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado no sábado (04/07), mostrando o trabalho realizado pelas cooperativas agropecuárias paranaenses. E os exemplos são de diversas partes do Estado. Segundo o Caminhos do Campo, “as cooperativas agrícolas do Paraná se tornaram empresas de grande porte e ajudaram a transformar o estado em um dos mais modernos e eficientes na produção agropecuária, segundo os especialistas do setor. Em 2019, o faturamento do cooperativismo agropecuário paranaense passou dos R$ 72 bilhões. Fruto do trabalho de 179 mil cooperados, reunidos em 62 cooperativas pelo estado”. E acrescentou “o movimento cooperativista surgiu na Inglaterra, no final do século 19, da união de pessoas que decidiram trabalhar em conjunto, dar apoio umas às outras e dividir o resultado. De lá pra cá, o movimento cresceu, se espalhou pelo mundo e, atualmente, está presente nas mais variadas atividades econômicas.”

Clique aqui e veja na íntegra a reportagem

 

FRÍSIA I: Digital Agro fará debate virtual para tratar dos efeitos no agronegócio na pós-pandemia de Covid-19

frisia I destaque 10 07 2020

A Digital Agro, uma das principais feiras de tecnologia e inovação digital do Brasil, realiza na próxima quarta-feira (15/07) seu primeiro debate no formato de live. “O novo normal do agro” visa discutir o que continuará o mesmo no segmento e o que muda na pós-pandemia de Covid-19. Na ocasião também será realizado o lançamento oficial da Digital Agro 2021, que acontecerá entre os dias 13 e 15 de julho na Expo Barigui, em Curitiba (PR).

Quatro temas -O debate virtual terá duração de duas horas e tratará de quatro temas. O primeiro deles é “Novos comportamentos e novas formas de trabalho”, que irá discutir como será a volta à normalidade, quais funções mudarão a maneira de atuar e como as empresas podem manter a produção sem que os colaboradores corram riscos sanitário e de contágio. Já o segundo tema “Uso de tecnologias - o que veio para ficar?” apontará quais inovações têm sido adotadas durante o período pandêmico e quais vieram para ficar.

Mercados - O tema de número três, “O que mudou nos mercados?”, discutirá como ficarão as relações de comercialização e de consumo com a transformação do cenário global devido à Covid-19, como fechamento de fronteiras, demanda maior por commodities, queda no preço do petróleo e a busca constante pela segurança alimentar. Por último, será questionado “Qual o legado do novo normal para o mundo?” devido à mudança rápida de comportamento, tecnologia, nos mercados e no agronegócio como resultado dessa pandemia.

Mudança - Para Marcelo Cortes Cavazotti, coordenador-geral da Digital Agro e gerente de Negócios Agrícolas da Frísia Cooperativa Agroindustrial, idealizadora da feira, a Covid-19 mudou a forma como as pessoas enxergam o mundo e como as empresas se adaptaram às mudanças impostas. “As pessoas e as empresas tiveram que se adaptar, e o principal objetivo desse evento é discutir quais as mudanças mais fundamentais que ocorreram no agronegócio”, ressalta. “Temos desafios e oportunidades para o agro. Acreditamos que essa nova dinâmica ditará uma nova forma de relações comerciais”, opina Cavazotti.

Convidados - A live será mediada por Marcelo Prado, fundador da M.Prado Consultoria Empresarial, que é líder do segmento de consultoria no agronegócio brasileiro e já participou da profissionalização da gestão em mais de 1.000 empresas em 25 estados do Brasil e em trabalhos de gestão corporativa na Argentina, Uruguai, Paraguai, Portugal e Inglaterra.

Greidanus - Entre os participantes está o diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, que é produtor rural agropecuarista no Paraná e no Tocantins, associado desde 1978. Ele exerceu os cargos de coordenador de Conselho Fiscal, diretor-conselheiro e vice-presidente, totalizando 28 anos de atuação na cooperativa. Atualmente também é presidente da Cooperativa Nacional Agroindustrial (Coonagro), conselheiro fiscal da Cooperativa de Turismo (Cooptur) e integrante do Conselho Curador da Fundação Frísia.

Celepar - Também estará presente no evento Leandro Moura, diretor-presidente da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). Moura foi diretor de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Pinhais (PR), gerente de projetos da empresa catarinense IPM - Sistemas de Gestão Pública e coordenador de Tecnologia da Informação no Serviço Social Autônomo Paranacidade.

MDS - Diretor-presidente da MSD Saúde Animal Brasil, Delair Bolis integrará os debates. Graduado em Medicina Veterinária com MBA em Negócios Internacionais, Bolis possui quase 20 anos de experiência em gestão de pessoas e negócios da Europa, Ásia, Estados Unidos e América Latina. A MSD é a empresa líder no mercado de saúde animal brasileiro, sendo eleita por cinco anos consecutivos a melhor empresa farmacêutica para trabalhar.

Basf - Por último, integrará o time de convidados Sergi Visozo, vice-presidente sênior da Divisão de Soluções para a Agricultura da Basf na América Latina. Visozo é graduado em Química pela Universidade de Barcelona (Espanha), com doutorado em Química Teórica pela Universidade de Innsbruck (Áustria) e pós-graduação em Economia e Administração de empresas pelo IESE Business School (Espanha). Ele está há mais de 20 anos no negócio de Soluções Agrícolas da BASF. Atualmente também faz parte do conselho de administração da CropLife Brasil e CropLife América Latina.

Transmissão - O evento será transmitido via YouTube, no canal da Frísia, onde também poderão ser realizadas perguntas aos participantes.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial- Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

SERVIÇO

“O novo normal do agro”

Data: 15 de julho (quarta-feira)

Horário: 16h

Local: Canal do YouTube da Frísia

Inscrições aqui{vsig}2020/noticias/07/10/frisia_I/{/vsig}

 

FRÍSIA II: Cooperativa recebe moção de aplausos na Câmara de Ponta Grossa

frisia 10 07 2020As doações realizadas pela Frísia no combate à propagação da Covid-19 e o auxílio às famílias em vulnerabilidade social motivaram a moção de aplausos apresentada na quarta-feira (08/07) na Câmara Municipal de Ponta Grossa (PR). A cooperativa, seus associados e colaboradores realizam ações para redução das dificuldades sociais nas comunidades afetadas pela pandemia, além de garantir a proteção de profissionais da saúde. A aprovação da moção foi por unanimidade na Casa.

Destaques - A moção foi apresentada pelo vereador Felipe Passos, que destacou a doação de 2.250 máscaras respiradoras, 15 toneladas de alimentos e equipamentos hospitalares aos municípios de Ponta Grossa e Carambeí.

Justificativa - Na justificativa da moção, foram reforçadas ainda as doações de materiais para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santa Paula, ao Hospital Universitário de Ponta Grossa e à Associação Hospitalar Bom Jesus. As instituições receberam cerca de 640 máscaras, 230 macacões, mais de 130 jalecos, pacotes com toucas, 50 pares de protetores para calçados, 50 óculos de proteção, 35 pares de botas em PVC e material hospitalar.

Alimentos - Além disso, houve doações de alimentos nos Campos Gerais para cerca de 1.500 famílias em parceria com os Centros de Referência de Assistência Social (Cras). “A cooperativa, seus membros e colaboradores demonstram grande responsabilidade social e excelente iniciativa ao proporcionar auxílio às famílias necessitadas e à rede municipal de saúde. Que essa ação inspire demais empresas e pessoas a auxiliarem aqueles que necessitam”, apontou o diretor da Frísia, Ricardo de Aguiar Wolter, que recebeu a homenagem da moção em nome da cooperativa.

Atento - Felipe Passos afirmou que, como vereador, está atento tanto a ações individuais quanto de organizações para melhorias da cidade, desenvolvimento e contribuições. “É um reconhecimento pelo trabalho da cooperativa, que se destaca nesse período de pandemia. É uma contribuição muito grande, reconhecida não somente por mim, mas por todos os vereadores que aprovaram de forma unânime”, afirmou Passos.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

UNIMED LONDRINA: Nesta quarentena, que tal juntar lacres de alumínio para a campanha da cooperativa?

Uma cadeira de roda pode ampliar a independência de quem tem a mobilidade prejudicada, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida. Mas ter acesso ao equipamento é um luxo para muitas pessoas. É o caso de alguns alunos ou pacientes do Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece). Em 2016, a instituição recebeu cadeiras de rodas doadas pela campanha Eu Ajudo na Lata, da Unimed Londrina, o que possibilitou facilitar a locomoção de quem frequenta a escola ou a clínica da entidade.

Utilização - A assistente social do Ilece, Adriana Casagrande, explica que as cadeiras são utilizadas internamente ou por meio de um sistema de empréstimo. “Acontece do estudante ou paciente não conseguir vir ao Ilece por não ter uma cadeira de rodas”, conta. “Então, temos um controle para atender as pessoas, conforme a demanda apresentada. E para fazer o empréstimo de cadeiras, verificamos os aspectos socioeconômicos e a realidade familiar”, acrescenta.

Atendimento - O Ilece conta com duas unidades em Londrina e atende 428 pessoas, sejam elas estudantes ou pacientes da clínica.

Instituição escolhida - Segundo a gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina e organizadora da campanha, Fabianne Piojetti, o Ilece é uma das seis instituições escolhidas para receberem as cadeiras adquiridas na campanha deste ano. “Para atendermos as instituições, a gente precisa da ajuda da comunidade na arrecadação dos lacres de alumínio. Agora, nesta pandemia, é prudente que as pessoas juntem os anéis em casa e entreguem para a cooperativa depois que as medidas de isolamento social amenizarem”, orienta.

Quantidade arrecadada - No ano passado, a campanha arrecadou quase 2 mil kg de lacres de alumínio. Com esta quantidade, foi possível comprar 20 cadeiras de rodas e incluir mais quatro, já que a cooperativa médica se comprometeu a doar um equipamento a cada cinco comprados com os anéis doados. Duas cadeiras foram acrescentadas graças à participação de dois clientes que compraram ou restauraram os equipamentos. As 26 cadeiras de rodas adquiridas em toda a campanha foram distribuídas para nove instituições de Londrina e região.

Participação- Para participar do Eu Ajudo na Lata, basta juntar o maior número de lacres de alumínio e entregar na sede administrativa, Clínica de Vacinas, Clínica Multiprofissional/Unimed Saúde ou nos escritórios regionais de Cambé, Ibiporã, Rolândia, Arapongas e Assaí. Mas lembrando, a entrega deve ser feita quando as medidas de isolamento social forem amenizadas pela prefeitura e governo do estado do Paraná. (Imprensa Unimed Londrina)

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa aposta em lives para reforçar a transparência com públicos internos e clientes

unimed ponta grossa 10 07 2020Nesta semana, a Unimed Ponta Grossa promoveu duas lives para reforçar o compromisso da cooperativa no enfrentamento à pandemia. Na segunda-feira (06/07), cooperados e colaboradores puderam participar de um bate-papo online com Elias Leite, presidente da Unimed Fortaleza, e Fernanda Colares, diretora do hospital próprio da Unimed Fortaleza.

Troca de experiências - O intuito foi promover uma troca de experiências com a cooperativa cearense que, até 30 de junho, contabilizou mais de 1.300 pacientes internados devido ao novo coronavírus. Os 43 leitos regulares de UTI foram expandidos para mais de 140 e a Unimed Fortaleza chegou a ter 10 mil beneficiários em monitoramento durante os períodos mais críticos da pandemia.

Situação diferente - “Quem diz que está entendendo tudo o que está acontecendo, não está prestando atenção. Enfrentar uma pandemia na proporção que enfrentamos foi uma situação quase de guerra, diferente de tudo que a gente já viveu”, observou Leite.

Aprimoramento - De acordo com o presidente da Unimed Ponta Grossa, Rafael Francisco dos Santos, o intuito de promover a live com o público interno foi de continuar aprimorando o plano de contingência local. Além da Unimed Fortaleza, a Unimed Ponta Grossa também buscou vivências em outras cooperativas que atravessaram períodos graves da pandemia. “Temos trabalhado com a contingência na nossa Unimed desde março e, com essa troca com a Fortaleza, podemos pensar em mais formas de prevenção quando o momento mais crítico chegar à nossa região, a partir da experiência vivenciada por outras Unimeds”.

Transparência com clientes - Já na terça (07/07), o presidente da Unimed Ponta Grossa conversou com os diretores e gestores das cooperativas clientes da operadora de saúde.

Dados - Durante a conversa online, Rafael Francisco dos Santos, apresentou os dados relacionados à evolução da doença nos atendimentos do HGU, como número de internações, de testes realizados, do quadro funcional, de profissionais afastados e das taxas de ocupação ao longo dos últimos quatro meses.

Contextualização - Além disso, contextualizou o plano de contingência do HGU e demonstrou os investimentos estruturais e financeiros feitos até o momento pelo hospital para o enfrentamento à pandemia. “Entendemos, que numa situação de crise de saúde como essa, a transparência também é fundamental. As instituições hospitalares podem e devem apresentar dados, informações e esclarecimentos, para contribuir com o entendimento da população sobre o avanço a doença e com os gestores e órgãos públicos no enfrentamento da pandemia”, finaliza Santos. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

SICREDI RIO PARANÁ: Live é realizada em prol do Fundo Social de Prudente

Cooperar com o próximo. Esse é o objetivo da live que será realizada nesta sexta-feira (10/07) nos canais das redes sociais da Sicredi Rio Paraná PR/SP. A ação contará com a parceria da dupla Mateus e Lorenzo e o cantor de samba Da Silva.

Arrecadação - A agência do Sicredi Cristo, em Presidente Prudente (SP), que fica no térreo da Superintendência Regional, já arrecadou 1 tonelada de alimentos e com a live visa aumentar essa quantidade. Os alimentos serão doados ao Fundo Social da cidade que repassará a famílias carentes.

Brindes - Além de curtir muita música boa, os telespectadores da live poderão concorrer à vários brindes e também a uma poupança no valor de R$ 500,00. Para participar dos sorteios, basta fazer uma doação.

Doações - As doações poderão ser feitas pelo telefone (18) 98154-6097 que a equipe da Sicredi que enviará um QR Code para a transferência. O show será nesta sexta-feira (10/07), às 20h por meio do Facebook da cooperativa @sicredirioparana e, também, pelo Canal do Youtube/sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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AGROPECUÁRIA: Com recordes de valores de soja e milho, VBP de 2020 é estimado em R$ 716,6 bilhões

agropecuaria 10 07 2020O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020, com base nos dados de junho, está estimado em R$ 716,6 bilhões, 8,8 % acima do obtido em 2019 (R$ 658,8 bilhões). O valor das lavouras cresceu 11,6 % e o da pecuária, 3,4%. O aumento do valor das lavouras deve-se principalmente aos desempenhos de arroz (12%), soja (19,8%), milho (13,7%), café (39,3%) e laranja (9,8%).

Faturamento - Estes cinco produtos vêm puxando o faturamento das lavouras, segundo o estudo do Departamento de Crédito e Informação da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Valores recordes - “O milho e a soja obtiveram valores recordes ao longo da série histórica desde 1989: R$ 76,1 bilhões e R$ 173,5 bilhões, respectivamente”, aponta o coordenador da pesquisa, José Garcia Gasques. Na pecuária, o crescimento vem sendo estimulado pela carne bovina (11,8%), carne suína (5,6%) e ovos (15,5%).

Bom desempenho - Outros produtos têm apresentado bom desempenho, como amendoim, cacau, cana-de-açúcar, feijão e trigo. Desempenho pouco favorável é observado nas culturas de algodão herbáceo, banana, batata inglesa, mamona, tomate e uva.

Safra - “Além dos resultados favoráveis da safra de grãos deste ano, que segundo a Conab está prevista em 251,4 milhões de toneladas, os preços agrícolas também são um fator importante na garantia dos resultados que vêm sendo observados”, explica Gasques.

Pecuária - A pecuária tem sido beneficiada pelas boas condições do mercado internacional. De janeiro a junho deste ano, as exportações de carnes, bovina, suína e frangogeraram umareceita de U$ 8 bilhões (Agrostat, 2020). O valor das exportações de carne bovina foi de U$ 3,927 bilhões, carne suína, U$ 1,07 bilhão, e carne de frango, U$ 3,09 bilhões. Nesse período, as exportações de soja geraram U$ 23,928 bilhões.

Região - Os resultados do VBP regional indicam Mato Grosso liderando o ranking com 17,5% do valor, seguido do Paraná (12,8%), São Paulo (12,7%), Minas Gerais (10,7%) e Goiás (8%).

Indicador - O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) é um indicador de desempenho da agropecuária. É considerado também um indicador do faturamento. Com atualizações mensais, seu cálculo é efetuado para os estados e regiões brasileiras, com dados de 21 produtos de lavouras e cinco atividades da pecuária.

Cálculo - O VBP é obtido pela multiplicação da quantidade produzida pelo preço recebido pelo produtor. Como as estimativas de safras divulgadas mensalmente referem-se à previsão para o ano, a estimativa do VBP também é anual. Na pecuária, como as informações do IBGE são trimestrais, a cada três meses, são atualizadas as informações de quantidades.

Fonte de dados - A fonte de dados de produção é do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE. Para os produtos da pecuária, a fonte também é o IBGE. Os preços são da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e CEPEA – USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), órgão da Universidade de São Paulo. Os valores reais são obtidos com o uso de IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas. (Mapa)

>> Veja aqui VBP Regional e Brasil

>> Veja aqui tabela sobre as lavouras e pecuária

>> Veja aqui o resumo do VBP

 

 

agro quadro 10 07 2020

 

SEGURO RURAL: Produtores receberam R$ 341 milhões em indenizações em 2019

seguro rural 10 07 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou o resultado das indenizações pagas pelas seguradoras para os produtores rurais que participaram do PSR em 2019. Das 95 mil apólices contratadas com o apoio do governo no ano passado, cerca de 9 mil foram acionadas e tiveram indenizações pagas, que totalizaram R$ 341 milhões, as lavouras mais afetadas foram as de milho 2ª safra, soja, trigo, uva e maçã. No caso do milho 2ª safra, 2.639 apólices foram sinistradas, principalmente pela seca, o que resultou em R$ 102 milhões (30%) em indenizações pagas aos produtores.

Objetivo - “Apoiar a transferência do risco da atividade no campo para as seguradoras é um dos objetivos do PSR, pois em caso de perdas ocasionadas por riscos cobertos na apólice, o produtor será indenizado e conseguirá pagar os compromissos assumidos na safra, evitando assim o comprometimento da sua capacidade financeira”, ressaltou o Secretário de Política Agrícola do Mapa, César Halum.

Eventos - Além da seca, que provocou indenizações de R$ 168,2 milhões no total, os principais eventos que motivaram os pagamentos para os produtores foram a geada (R$ 73,6 milhões), granizo (R$ 59,7 milhões) e a chuva excessiva (R$ 23,4 milhões). O Diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, explica que o valor de R$ 341 milhões reflete apenas parte do total pago pelas seguradoras em 2019 e que metade das apólices contratadas no Brasil não tiveram acesso ao PSR naquele ano.

2019 - “Em 2019, as seguradoras pagaram R$ 1,9 bilhão em indenizações, porém parte dessas apólices não foram subvencionadas. Neste ano, devemos disponibilizar o orçamento de R$ 955 milhões para subvencionar a contratação das apólices, esperamos com isso atender quase toda a demanda por seguro”, explica.

Registro - O registro dos dados do mercado de seguros é realizado pela Superintendência de Seguro Privados (Susep) e difere do efetuado no PSR. Enquanto na Susep os dados de sinistros refletem os valores pagos em determinado período, independente do ano de emissão da apólice, no caso do PSR os valores são consolidados considerando o ano de emissão da apólice, independente de quando o pagamento foi realizado.

Valor total - Em 2019, o valor total segurado com o incentivo do PSR foi de R$ 20 bilhões, o maior desde o início do programa em 2006, para 2020 a estimativa é que esse valor alcance R$ 43 bilhões. De acordo com Loyola, esse montante reforça a importância do PSR no desenvolvimento do mercado de seguro rural no país e o consolida com uma das principais políticas agrícolas no momento. “Por meio do seguro rural é possível proteger a atividade agrícola contra diversos riscos, principalmente os climáticos, ao mesmo tempo em que resguardamos o governo de eventuais riscos fiscais, na medida em que reduzimos a necessidade de refinanciamentos no crédito rural”, diz o diretor.

Dados completos - Os dados completos de indenizações estão disponíveis no site do Mapa.

Clima - O clima é o principal fator de risco para a produção rural. Ao contratar uma apólice de seguro rural o produtor pode minimizar suas perdas ao recuperar o capital investido na sua lavoura. Desde o ano de 2006, o governo federal, por meio do PSR, auxilia o produtor na aquisição do seguro rural, pagando parte do valor da apólice (prêmio).

Contratação O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente 14 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa.

Grãos em geral - Para os grãos em geral, o percentual de subvenção ao prêmio pode variar entre 20% e 40%, a depender da cultura e tipo de cobertura contratada. No caso das frutas, olerícolas, cana-de-açúcar e demais modalidades (florestas, pecuário e aquícola) o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40%.

Mais informações - Para mais informações sobre o PSR, faça o download do aplicativo. Basta acessar Android e para IOS. (Mapa)

 

 

INFRAESTRUTURA: Portos do Paraná fecham semestre com alta de 13% na movimentação

infraestrutura 10 07 2020Os Portos do Paraná movimentaram 28,1 milhões de toneladas de cargas, no primeiro semestre de 2020. O número confirma uma série de recordes alcançados pelos terminais de Paranaguá e Antonina nos primeiros seis meses do ano e é 13% maior que o registrado no mesmo período de 2019, quando foram 25 milhões de toneladas.

Exportações - O maior crescimento foi nas exportações: 18%. Cerca de 18,5 milhões de toneladas de cargas saíram do Brasil pelos portos paranaenses. No ano passado, esse volume foi de 15,7 milhões de toneladas.

Semestre excelente - “Tivemos um semestre excelente para a atividade portuária. O dólar alto, a grande demanda por grãos e o tempo seco favoreceram as exportações. Além disso, os cuidados adotados no combate ao coronavírus foram essenciais para dar a segurança necessária para produtores, compradores e trabalhadores, de que o porto continuaria funcionando”, destaca Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná.

Granéis - A exportação de soja respondeu por 33% de toda a movimentação de 2020. Foram 9,2 milhões de toneladas carregadas. Alta de 59% em relação ao exportado entre janeiro e junho de 2019, quando foram 5,8 milhões de toneladas.

Açúcar - O açúcar, embarcado em saca e granel, teve o maior crescimento: 70%. Este ano, mais de 1,5 milhão de toneladas foram carregadas. Em 2019, foram exportadas pouco mais de 904,8 mil toneladas.

Líquidos - Entre os granéis líquidos de exportação, os derivados de petróleo apresentaram alta de 64%, com um volume movimentado de quase 366,8 mil toneladas, no primeiro semestre. Nos óleos vegetais, principalmente de soja, o aumento registrado foi de 45%. Foram 631,4 mil toneladas exportadas este ano.

Importação - As importações nos portos paranaenses cresceram 4% no primeiro semestre. Cerca de 9,6 milhões de toneladas de cargas entraram no Brasil pelos portos de Paranaguá e Antonina. Em 2019, no mesmo período, o volume de carga desembarcado foi de 9,2 milhões de toneladas.

Maiores altas- As maiores altas foram registradas na movimentação de carga geral (12%) e fertilizantes (8%). De carga geral foram mais de 2 milhões de toneladas importadas este ano, contra 1,8 milhão nos seis primeiros meses do ano passado.

Fertilizantes - Os fertilizantes são os principais granéis sólidos de importação. No semestre, o volume movimentado passou de 4,4 milhões de toneladas. Em 2019, no mesmo período, 4,1 milhões de toneladas foram desembarcadas.

Contêineres - As importações e exportações de cargas em contêineres também aumentaram. A alta no segmento foi de 6%. Este ano, foram 446.556 TEUs (unidades específicas) movimentadas no semestre. Em 2019, 419.616 TEUs.

Importações - As importações somam as maiores quantidades, tanto neste ano quanto no ano anterior. No primeiro semestre de 2020, foram 230.179 TEUs importados, 9% a mais que em 2019 (211.574 TEUs). Na exportação, o crescimento foi de 4%. Foram 216.377 TEUs neste ano, ante 208.042 TEUs no ano passado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira  AQUI  tabela com o desempenho, por natureza de carga

 

INFLAÇÃO: Após dois meses seguidos de deflação, IPCA tem alta de 0,26% em junho

inflacao destaque 10 07 2020Após dois meses seguidos de deflação, os preços no país voltaram a subir e registraram alta de 0,26% em junho, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), publicado nesta sexta-feira (10/07) pelo IBGE. A taxa foi influenciada pelo aumento nos preços dos combustíveis após reduções nos últimos quatro meses, em especial da gasolina, que teve o maior impacto individual (0,14 p.p.), com alta de 3,24%.

Alta acumulada - Após as duas quedas consecutivas (0,31% e 0,38% em abril e maio, respectivamente) e com o aumento de junho, o IPCA acumula alta de 0,10% no ano e de 2,13% em 12 meses.

Produtos - Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta no mês. Transportes foi a segunda maior contribuição (0,06 p.p.), com preços que subiram 0,31%, mas que vinham de quatro meses consecutivos de queda. “Houve uma alta nos preços dos combustíveis que chegou nas bombas e impactou o consumidor final. Isso alterou o grupo de Transportes e influenciou no IPCA”, detalha Pedro Kislanov, gerente da pesquisa.

Elevação - Etanol (5,74%), o gás veicular (1,01%) e o óleo diesel (0,04%) registraram alta, levando o preço dos combustíveis a subir 3,37%, frente à variação de -4,56% registrada em maio.

Quedas - Entre as quedas do grupo de Transportes, os destaques foram as passagens aéreas (-26,01%), que apresentaram variação similar à observada em maio (-27,14%) e contribuíram com o maior impacto individual negativo no IPCA de junho (-0,11 p.p.). Além disso, o item transporte por aplicativo, após alta de 5,01% em maio, registrou -13,95% de variação. Já o resultado do subitem metrô (1,43%) reflete o reajuste de 8,70% nas passagens do Rio de Janeiro (5,22%), vigente desde 11 de junho, enquanto a queda no subitem táxi (-0,35%), por sua vez, decorre do cancelamento, a partir de 22 de maio, do reajuste ocorrido no Rio de Janeiro (-1,64%) em janeiro.

Alimentos voltam a subir - O grupo com maior impacto do resultado do IPCA de junho foi Alimentação e bebidas (0,38%), que aumentou em relação ao resultado de maio (0,24%). Este conjunto de itens, no entanto, já vinha de uma sequência de alta, que está em parte ligada à demanda elevada durante a pandemia do Covid-19.

Isolamento - “As medidas de isolamento social, que fizeram as pessoas cozinharem mais em casa, por exemplo, ainda estão em vigor em boa parte do país. Isso gera um efeito de demanda e mantém os preços em patamar mais elevado”, explica Kislanov. Um exemplo é o item alimentos para consumo no domicílio, que passou de 0,33% em maio para 0,45% em junho, influenciado principalmente pela alta nos preços das carnes (1,19%) e do leite longa vida (2,33%).

Outros itens - Outros itens importantes na cesta de consumo das famílias, como o arroz (2,74%), o feijão-carioca (4,96%) e o queijo (2,48%) também registraram alta. Entre as quedas do grupo, os destaques foram o tomate (-15,04%) e a cenoura (-8,88%), cujos preços já haviam recuado em maio (-7,34% e -14,95%, respectivamente).

Alimentação fora de casa - Ainda neste grupo, destaca-se também a alimentação fora do domicílio, que acelerou na passagem de maio (0,04%) para junho (0,22%), especialmente por conta do item lanche (1,01%). A refeição (-0,07%), por sua vez, apresentou queda menos intensa na comparação com maio (-0,34%).

Variação positiva - Já o grupo que registrou a maior variação positiva no IPCA de junho foi Artigos de residência (1,30%), em função da alta dos eletrodomésticos e equipamentos (2,92%) e dos artigos de tv, som e informática (3,80%). “O dólar alto pressiona os preços desses produtos”, explica Kislanov. Neste grupo, os itens de mobiliário (-1,33%) seguem em queda, embora a variação tenha sido menos intensa que a observada em maio (-3,17%).

Saúde - O grupo Saúde e cuidados pessoais (0,35%) também apresentou alta relevante para o IPCA de junho. No lado das quedas, destaca-se a variação de Vestuário (-0,46%), que contribuiu com -0,02 p.p. no índice de junho. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,05% ocorrida em Despesas pessoais e a alta de 0,75% registrada no setor de Comunicação.

Índices regionais - Em relação aos índices regionais, quatro das 16 áreas pesquisadas apresentaram deflação em junho, sendo o menor índice para o município de São Luís (-0,35%) e o maior registrado na região metropolitana de Curitiba (0,80%).

Coleta - Por causa do quadro de emergência de saúde pública causado pela Covid-19, o IBGE suspendeu, no dia 18 de março, a coleta presencial de preços nos locais de compra. A partir dessa data, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail. Para o cálculo do índice do mês de junho, foram comparados os preços coletados no período 29 de maio a 30 de junho de 2020 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de abril a 28 de maio de 2020 (base). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

inflacao quadro 10 07 2020

 

AGU: Portaria fixa desconto de até 70% para pagamento de dívidas

agu 10 07 2020A Advocacia-Geral da União (AGU) publicou no Diário Oficial da União (DOU) uma portaria regulamentando a negociação das dívidas tributárias entre a Administração Pública e pessoas físicas ou jurídicas com créditos considerados irrecuperáveis ou de difícil recuperação. A norma possibilitará a negociação com descontos de até 70% e parcelamentos em até 145 meses.

Proposta individual - A transação por proposta individual passa a valer a partir do dia 15 de julho e envolve créditos administrados pela Procuradoria-Geral Federal (PGF) e créditos cuja cobrança compete à Procuradoria-Geral da União (PGU). O texto, assinado pelo Advogado-Geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior, regulamenta as negociações previstas pela Lei nº 13.988/20.

Negociação - As propostas de negociação poderão ser oferecidas pela PGF, pela PGU ou pelo devedor.

Critérios - A classificação dos créditos irrecuperáveis ou de difícil recuperação é feita a partir da análise do tempo de cobrança estabelecido nas normas da AGU; a suficiência e liquidez das garantias associadas aos créditos; a existência de parcelamentos ativos; a perspectiva de êxito das estratégias administrativas e judiciais de cobrança; o custo da cobrança judicial; o histórico de parcelamentos dos créditos; e a capacidade de pagamento.

Pessoas jurídicas - Pessoas jurídicas com créditos considerados irrecuperáveis ou de difícil recuperação poderão pagar uma entrada de 5% do valor devido e optar, por exemplo, em fazer o pagamento restante em parcela única com 50% de desconto ou em até 84 parcelas com redução de 10%.

Pessoas físicas - As pessoas físicas também poderão dar uma entrada de 5% do valor e terão a possibilidade pagar o valor remanescente em parcela única com 70% de desconto ou em até 145 meses com redução de 10%.

Notificação - O devedor será notificado da proposta por via eletrônica ou postal. Para isso, no entanto, o devedor deverá efetuar seu cadastro na plataforma do sistema Sapiens Dívida, no módulo transação da Advocacia-Geral da União, disponível no site da AGU.

Novas portarias - Novas portarias deverão ser publicadas pela PGF e PGU antes de 15 de julho para detalhar procedimentos adicionais de como as negociações serão operacionalizadas. A portaria foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (09/07). (Agência Brasil)

FOTO: Ascom / AGU

 

 

CONJUNTURA: Paraná perde quase R$ 1,5 bilhão em arrecadação no 1º semestre

conjuntura 10 07 2020A perda de receitas do Governo do Estado chegou a R$ 1,498 bilhão entre janeiro e junho. O volume arrecadado é 9,4% menor em comparação com o primeiro semestre de 2019. A redução só não foi maior em razão do desempenho econômico de janeiro e fevereiro, mas o surgimento da Covid-19 provocou forte retração em março (-6,3%), abril (-16,5%), maio (-29,8%) e junho (-12,8%). No cálculo sem o primeiro bimestre, retrato mais fiel dos impactos da pandemia nas contas estaduais, as receitas caíram R$ 1,7 bilhão.

Boletim conjuntural - Os dados constam no boletim conjuntural elaborado pelas secretarias da Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes publicado nesta quinta-feira (09/07). Essa edição especial de fim de semestre traz um comparativo de arrecadação, vendas e produtos mês a mês para medir os impactos da crise sobre as contas públicas e a sociedade. Todos os valores estão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

ICMS - A análise de arrecadação é feita com base no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal tributo do Estado e termômetro da movimentação econômica, e inclui as empresas do Simples Nacional, que tiveram os prazos de pagamento dilatados para julho, agosto e setembro. Em relação à Lei Orçamentária, por exemplo, a queda foi de R$ 433 milhões em abril, R$ 853 milhões em maio e R$ 336 milhões em junho.

Setorial - Na avaliação setorial, que engloba os nove principais grupos da economia, as quedas variaram de 4,1% a 60,8% entre abril e junho, no período mais agudo da crise até o momento. O setor de agricultura e extração apresentou alguma variação positiva nesse período, assim como o setor de energia em maio, mas todos abaixo de 1%.

Menos - Entre abril e junho os setores que menos arrecadaram em valores brutos foram o de combustíveis, com perdas na casa de R$ 483 milhões (-60,8% apenas em maio); automóveis, com redução de R$ 244,7 milhões (R$ 112,7 milhões a menos somente em maio); indústria, com arrecadação inferior de R$ 180,8 milhões (perda de R$ 77,8 milhões em abril); e os segmentos atacadista (-R$ 180,2 milhões) e varejista (-R$ 120,7 milhões) do comércio.

Cenário ajustado - O boletim também traz um cenário ajustado do ICMS, com os valores recolhidos por empresas de combustíveis redistribuídos de acordo com as vendas do mês anterior, o que reduz a volatilidade causada por questões operacionais e variação cambial. Nesse quadro, as perdas em junho foram maiores, mas o resultado é o mesmo, com queda de R$ 1,498 bilhão.

Governo federal - A soma dos recursos que deixaram de entrar nos cofres públicos já atinge quase 78% da ajuda que o Paraná começou a receber do governo federal, de cerca de R$ 1,9 bilhão (além de R$ 563 milhões da suspensão da dívida com a União). As perdas também impactam diretamente os municípios, que recebem 25% da arrecadação do imposto.

Volume de vendas- O indicador de vendas mostra crescimento no primeiro semestre de 2020 apenas em supermercados e hipermercados (7%), farmácias (5%) e áudio, vídeo e eletrodomésticos (2%), e quedas de 1% (materiais de construção e ferragens) a 35% (calçados). Também sofreram perdas acumuladas o setor de veículos (-20%), restaurantes e lanchonetes (-33%) e vestuário (-32%).

Comparativo - O comparativo com o mesmo período de 2019 traça um desenho do comportamento do consumidor paranaense. O setor de farmácias apresentou crescimento de 17% em março, quando foram anunciadas as primeiras medidas de isolamento social e restrição das atividades econômicas, e supermercados registraram altas constantes nas vendas, com pico de 13% em maio.

Acessórios - Itens mais acessórios como cama/mesa/banho, calçados, vestuário, cosméticos e informática/telefonia registraram as perdas mais significativas, de até 75%, em abril, reflexo do pico de isolamento social registrado em março. Desde então esses setores vêm atenuando as perdas, mas ainda registram indicadores negativos na comparação com o ano passado.

Avaliação por produtos - Na avaliação por produtos, quatro dos cinco principais grupos que registraram crescimento nas vendas entre um semestre e outro pertencem ao ramo alimentício: cereais, farinhas, sementes, chás e café (34%); frutas, verduras e raízes (23%); carnes, peixes e frutos do mar (17%); e laticínios, ovos e mel (7%).

Outros - Os outros com indicadores positivos são produtos químicos; televisores; cigarros e charutos; fibras, fios e tecidos; máquinas, aparelhos e instrumentos; bebidas alcoólicas; pedras, cerâmicas, gesso, cal e cimento; e plástico, borrachas, papel e celulose.

Perdas - Quinze setores registraram perdas entre 1% e 28% entre janeiro e junho. Elas foram mais destacadas em abril, com quedas de 76% (automóveis), 58% (vestuário) e de 56% (caminhões e ônibus), e apontam recuperação até junho. A pandemia impactou especialmente os segmentos de veículos, que iniciaram o ano com vendas superiores a 2019.

Combustíveis - A análise sobre combustíveis mostra declínio em litros vendidos, preço médio e valor das vendas no primeiro semestre. No segundo trimestre do ano (abril a junho), a redução média de arrecadação nesse setor foi de R$ 40 milhões por semana. O segmento representa 22% do total de ICMS recolhido para o Estado.

Litros - Na comparação de litros, etanol registrou queda acumulada de 25%, acumulando baixas desde antes da pandemia, seguido de gasolina, com -3%. O diesel teve aumentou de 3%. Em relação ao valor de vendas, houve perda de 26% em etanol, 10% em gasolina e 9% em diesel, com variações de -18% a -50% entre abril e junho.

Atividade econômica - Cerca de 55% das empresas instaladas no Paraná registraram queda no faturamento entre janeiro e junho de 2020, no comparativo com o mesmo período do ano passado. As perdas foram de 68% em abril, 59% em abril e 50,4% em junho. A análise leva em consideração contribuintes do ICMS que emitiram notas fiscais nesse período e indica certa recuperação da atividade econômica antes das novas restrições impostas a 141 municípios.

Restaurantes - Um dos setores mais afetados pela pandemia foi o de restaurantes, atividade na qual estabelecimentos que faturavam de R$ 30 mil (pequeno porte) por mês até R$ 10 milhões (grande porte) registraram perdas superiores a 50% no fluxo financeiro – em alguns casos, o a queda ultrapassou 80%.

Fechados - Segundo a Receita Estadual, no dia 02 de julho estavam fechados 9,5 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 2,4 mil do Regime Normal. Na última semana, devido aos novos decretos restritivos, voltaram a fechar mais 6,4 mil negócios do Simples Nacional e 1,5 mil do Regime Normal.

Média - A média paranaense de empresas em atividade por município voltou a cair depois da nova regulamentação e agora indica 87% num comparativo com o período anterior da pandemia (nível de 100%). Esse número interrompe uma sequência de sete semanas com mais de 90% de média. Regiões como Foz do Iguaçu (68%), Curitiba (75%) e São José dos Pinhais (82%) ajudaram a derrubar o índice.

Regiões - A emissão de notas fiscais subiu entre 29 de junho e 05 de julho na comparação com abril em todos os principais segmentos (comércio varejista, comércio atacadista, indústria de alimentos e demais atividades manufatureiras). A indústria de alimentos opera em 103,6% do nível pré-pandemia (ganho real de 3,6%), enquanto a indústria alcançou 99,7%, crescimento constante que ajudou a impulsionar o indicador de crescimento em maio divulgado pelo IBGE na quarta-feira (08/07).

Leste - Na macrorregião de saúde Leste (do Centro-Sul ao Litoral, passando por Curitiba, Campos Gerais e Região Metropolitana), o funcionamento da indústria de alimentos alcançou entre o fim de junho e o começo de julho 103,5% e da indústria em geral 97,1%. O comércio atacadista cresceu para 86,2%.

Noroeste - Na macrorregião Noroeste (região de Maringá e Umuarama), a indústria de alimentos já opera com 116,4% da capacidade e a indústria geral com 109,7%, ante apenas 70,7% de abril. O comércio varejista opera no patamar de 98,5%, enquanto o comércio atacadista ficou na casa de 84,8%.

Norte - Na macrorregião Norte (Londrina e região) o destaque é o comércio atacadista, que opera com 98,3%, ou seja, aumento de mais de 20% em relação ao começo da crise. No Oeste (Cascavel e Pato Branco), indústria de alimentos e indústria geral operam entre 101,5% e 105,7% (respectivamente), enquanto a atividade no comércio atacadista se recupera em relação a junho.

Auxílio emergencial - O boletim também traz uma análise socioeconômica do perfil social dos paranaenses a partir do auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal. Segundo o estudo, o benefício representou, em média, ajuda de R$ 237 aos paranaenses mais pobres (10% da população). A primeira parcela do auxílio injetou R$ 1,66 bilhão no Paraná, equivalente a 10,7% do total mensal dos rendimentos do trabalho (formal e informal) do Estado.

Exportações - A balança comercial paranaense apontou crescimento de 0,1% nas exportações no primeiro semestre de 2020. O crescimento foi alcançado com a ajuda da supersafra de soja e da variação cambial (dólar alto), com 50,5% de aumento nas vendas do produto in natura para o exterior, além dos avanços positivos de óleo de soja bruto (31,2%) e açúcar bruto (28,6%).

Desempenho negativo - Cadeias importantes para a economia paranaense tiveram desempenho negativo no primeiro semestre, como a queda de 6,2% na exportação de carne de frango in natura, 17,5% em veículos e 36,2% em celulose. O maior parceiro comercial do Estado continua sendo a China, que aumentou em 41,3% as compras no Paraná entre janeiro e junho. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI o boletim conjuntural.

 

 

ENERGIA ELÉTRICA: Copel ganha ação judicial que reduzirá tarifa

energia eletrica 10 07 2020Os clientes da Copel Distribuição terão uma redução na tarifa de energia entre 3,5% e 4,1%, conforme a classe de consumo. A diminuição média será de 3,8% e vale já a partir de julho, com benefício na fatura de agosto.

Ação judicial - A redução ocorre porque a Copel venceu uma ação judicial, impetrada em 2009, que desobriga a empresa de continuar recolhendo PIS e Cofins sobre o ICMS que incide na tarifa de energia elétrica. A medida beneficia diretamente todas as classes de consumidores da Copel Distribuição.

Postura proativa - “Por uma postura proativa da empresa, que buscou a defesa do direito dos seus clientes, conseguimos uma grande vitória na Justiça que vem corrigir uma distorção histórica”, disse o diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Andres Orfali.

Uma das primeiras - A Copel foi uma das primeiras empresas de energia elétrica do Brasil a ingressar com ação judicial pedindo a exclusão da cobrança desses dois impostos sobre o ICMS.

Receita do Estado - A companhia defendeu, no processo, que o ICMS não é receita da empresa, mas sim do Estado, e como o PIS e a Cofins são calculados sobre a receita da companhia, o ICMS não poderia estar nesta base de cálculo. A justiça reconheceu o argumento da Copel.

Conquista - “Essa é uma conquista muito importante para a Copel e todos os paranaenses, especialmente num momento como o que estamos vivendo, de pandemia e crise sanitária, em que toda e qualquer redução de custos tem grande significado”, afirmou o presidente da Copel, Daniel Slaviero.

Segunda do ano- A nova redução na tarifa é a segunda este ano. Na anterior, já haviam sido beneficiados os clientes residenciais, setores de comércio e serviços, além da iluminação pública. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CÂMARA: Plenário aprova texto-base de MP que destina crédito a pequenas e médias empresas

camara 10 07 2020O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 975/20, que cria um programa emergencial de crédito para pequenas e médias empresas cujos empréstimos contarão com até R$ 20 bilhões de garantia da União, complementando o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Foi aprovado o projeto de lei de conversão do relator da MP, deputado Efraim Filho (DEM-PB).

Destaques - Os deputados analisam agora os destaques apresentados pelos partidos tentando alterar pontos do texto.

Garantia - De acordo com o texto do relator, instituições financeiras participantes do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI), criado pela MP, poderão contar com garantia de 30% do valor total emprestado a empresas com receita bruta de R$ 360 mil a R$ 300 milhões em 2019.

Peac-Maquininhas - O relator criou ainda o chamado Peac-Maquininhas, que usará como garantia os valores a receber de vendas feitas por meios das máquinas de cartões. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

 

SENADO: Adiada votação de MP que altera regras trabalhistas em razão da pandemia

senado 10 07 2020Foi adiada para a próxima semana a votação da medida provisória que altera as regras trabalhistas durante o período da pandemia de Covid-19 para evitar demissões. O adiamento se deu após as manifestações de vários líderes, que apontaram a necessidade de mais tempo para discutir mudanças no texto. Entre as alterações estabelecidas pela MP 927/2020 estão a possibilidade de teletrabalho, a antecipação de férias e de feriados e a concessão de férias coletivas. O texto precisa ser votado até o dia 19 de julho, ou perderá a validade. 

Sem acordo - Logo no início da discussão, o senador Weverton (PDT-MA), que presidia os trabalhos, afirmou que, apesar do empenho por um consenso e da disposição da presidência, que concedeu mais dias para a discussão, não havia sido possível chegar a um acordo. Senadores de diferentes partidos se manifestaram a favor do adiamento.

Esforço- Apesar de reconhecer o esforço do relator, senador Irajá (PSD-TO), para aperfeiçoar o texto, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse considerar a medida impossível de ser melhorada, porque parte do objetivo de subverter as relações de trabalho. Para o senador, o governo se aproveitou de uma situação excepcional para aprovar mudanças permanentes, como a prevalência dos acordos individuais sobre os coletivos.

Debate - “O governo faz o seguinte: se aproveita da condição da calamidade pública, pega uma carona com o vírus — esse é um caso clássico de aliança entre o governo e o vírus — e aproveita para fazer uma reforma trabalhista mais radical. Nós da oposição aceitamos debater, mas aceitamos debater em tempos normais”, disse o senador, líder da Rede.

Parte mais frágil - O líder do Podemos, senador Alvaro Dias (PR), afirmou que não se pode punir os trabalhadores, especialmente, na situação pela qual o país passa. Ele lembrou que os empregados são a parte mais frágil das relações trabalhistas. Apesar de classificar como “brilhante” o trabalho do relator, ele também pediu o adiamento.

Cuidado - “Nós temos que ter o maior cuidado, evitar o oportunismo. Votar medida provisória que diz respeito a relações trabalhistas me parece uma imprudência que só se admite porque estamos num estado de calamidade pública, mas é preciso preservar a parte mais frágil na relação capital e trabalho”, alertou.

Relatório equilibrado - Irajá disse ter trabalhado para produzir um relatório equilibrado e responsável, que aperfeiçoasse o texto. O relator se mostrou disposto a trabalhar por um consenso, mas pediu aos colegas empenho para que a matéria seja votada no início da próxima semana

Prazo - “Eu não posso me omitir em relação a essa preocupação, que é o prazo. Nós sabemos que essa MP vai caducar na semana que vem, no dia 19, um domingo. A Câmara teria até quinta-feira da semana que vem para apreciar essa medida provisória e votar os ajustes que a gente pacificar aqui. Quero fazer esse apelo para que a gente possa ter o cuidado com o prazo e pautar a votação para segunda-feira ou no máximo terça-feira para que haja tempo hábil de a Câmara votar”, afirmou o relator.

Prejuízo - O senador alertou que a perda do prazo de validade da medida pode significar um prejuízo ao país e aos trabalhadores, que correm o risco de desemprego.

Acordos coletivos - Um dos pontos da medida mais criticados pelos senadores é a prevalência dos acordos individuais sobre os coletivos. Pelo texto essa relativização valerá apenas no período de calamidade pública. Para o senador Paulo Paim (PT-RS), a mudança é negativa porque os acordos individuais são negociados em desequilíbrio entre as partes, o que sempre vai trazer prejuízos ao trabalhador. “Vocês sabem como é o acordo individual. Quem tem a força não é o empregado que está ali rezando pelo seu emprego; é quem tem a caneta para demitir e demitir”, criticou.

Concordância - O líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), concorda. Para ele, o governo tenta sucessivamente retirar direitos trabalhistas. O líder disse considerar perigosa a prevalência dos acordos individuais sobre os coletivos, porque diminui força da representação sindical e, consequentemente, a força dos trabalhadores para negociar condições de trabalho.

Mais tempo - “Já é uma sanha, já virou uma série, porque em toda medida provisória que tem esse conteúdo o governo tenta retirar, diminuir e, principalmente, o mais grave, enfraquecer o trabalhador na relação com o contratante, o empregador. Acho que é preciso que a gente tenha mais tempo para fazer esse debate”, declarou.

Proteção - A líder do Cidadania, senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), lembrou que as flexibilizações da lei durante o estado de calamidade pública servem justamente para proteger a população, e não o contrário. “O que nós temos agora? Nós temos, no meio desta pandemia, uma proposta que tem como um dos pontos a desconstrução de um arcabouço legal que foi criado para proteger o trabalhador, regular as relações de trabalho e criar o direito processual do trabalho”, criticou.

Parcelamento - Outro ponto que gerou manifestações dos senadores foi a possibilidade de parcelamento de débito trabalhistas por até 60 meses, vista por críticos como uma forma de o trabalhador financiar o empregador.  

Difíceis - O líder do PL, senador Jorginho Mello (SC) elogiou a disposição do relator e reconheceu que mudanças nas leis trabalhistas são sempre difíceis. Ele também se manifestou a favor de um tempo maior para a discussão e demonstrou preocupação com o parcelamento dos valores devidos aos trabalhadores demitidos.

Inconstitucionalidades - O líder do PSB, senador Veneziano Vital do Rêgo (PB), apontou inconstitucionalidades no texto e disse que o partido não se sentia à vontade para votar a favor da medida. Um dos pontos sobre os quais o senador demonstrou preocupação foi o do parcelamento dos débitos trabalhistas.

Argumento - “Não é esse o encaminhamento, não é essa a melhor forma. Nós não podemos nos valer de uma situação tão gravosa e tão delicada para impingir, para impor a tantos e tantos milhares de pessoas prejuízos inomináveis”, argumentou.

Valores - O líder do PSL, senador Major Olimpio (PSL-SP), afirmou que, sem o parcelamento dos débitos trabalhistas, os trabalhadores podem ficar sem receber os valores a quem têm direito, porque as empresas estão fechando sem ter condições de pagar. Ele lembrou que a medida perde a validade no dia 19 de julho e disse esperar que o adiamento não tenha como resultado a invalidação da medida pela perda do prazo.

Discutir e votar - “Se não votarmos durante a semana, se isso for simplesmente uma medida protelatória, eu vou ser voto vencido, mas gostaria até de discutir e votar. Fazer com que a medida caduque eu não acho que é o melhor caminho para o Brasil neste momento”, disse.

Trabalho - O trabalho de Irajá foi elogiado pela maioria dos senadores que se manifestaram. O líder do Republicanos, senador Mecias de Jesus (RR), concordou com o adiamento, sendo a vontade da maioria, mas se disse pronto para votar o texto, que, na sua opinião, foi aperfeiçoado pelo relator. “Como todos já falaram aqui, ele fez um trabalho excepcional, melhorou muito a matéria, fez um trabalho possível, conversando com todos os lados. Essa medida provisória traz ganho para ambos os lados, portanto, deixar de votá-la é também um prejuízo”, declarou.

Manutenção dos empregos - Ao concordar com o adiamento, o líder do PSD, senador Otto Alencar (BA), afirmou que o texto precisa ser mais discutido, mas lembrou que a aprovação  pode garantir a manutenção de empregos. Para ele, é preciso compatibilizar a garantia do emprego, as garantias trabalhistas e a manutenção das empresas.

Importante - O líder do DEM, senador Rodrigo Pacheco (MG), também concordou com o adiamento, mas disse esperar que a votação se dê na próxima semana e afirmou que a aprovação do texto é importante para o país. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 69,1 mil mortes e 1,75 milhão de casos

O Brasil registrou 69.184 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, foram acrescidas às estatísticas 1.220 pessoas que perderam a vida em decorrência da Covid-19. Os dados estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (09/07).

Acompanhamento - Conforme o balanço, há 632.552 pessoas em acompanhamento e 1.054.043 se recuperaram. Há 4.077 mortes em investigação.

Óbitos - O número acumulado de óbitos teve aumento de 1,7% em relação a quarta-feira (06/07), quando constavam 67.964 falecimentos pela doença. O painel do órgão também trouxe 42.619 novos casos. Com isso, o total acumulado de pessoas infectadas no país atingiu 1.755.779.

Crescimento - O total representa um crescimento de 2,4% em relação a ontem, quando o painel do ministério trazia 1.713.160 pessoas nesta condição.

Letalidade - A letalidade (número de mortes por total de casos) foi de 3,9%. A mortalidade (quantitativo de óbitos por 100 mil habitantes) ficou em 32,9. A incidência dos casos de covid-19por 100 mil habitantes é de 835,5.

Estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (17.118), Rio de Janeiro (11.115), Ceará (6.741), Pernambuco (5.409) e Pará (5.196). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (136), Tocantins (240), Roraima (393), Acre (411) e Santa Catarina (447). (Agência Brasil)

saude I tabela 10 07 2020

SAÚDE II: Paraná tem 37 mil casos confirmados de Covid-19

saude II 10 07 2020Boletim da Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta quinta-feira (09/07), 1.680 novas confirmações e 34 mortes causadas pelo novo coronavírus. O Paraná soma 37.001 casos e 914 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 794 pacientes com diagnóstico confirmado estavam internados nesta quinta-feira: 638 pacientes em leitos SUS (241 em UTI e 397 em leitos clínicos/enfermaria) e 156 em leitos da rede particular (57 em UTI e 99 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultado dos exames - Há outros 1.036 pacientes internados, 504 em leitos UTI e 532 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - Segundo a secretaria, morreram mais 34 pacientes. Todos estavam internados. São nove mulheres e 25 homens, com idades que variam de 35 a 88 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 24 de junho a nove de julho. Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (8), Piraquara (3), São José dos Pinhais (3), Maringá (2) e Fazenda Rio Grande (2).

Outros municípios - E uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios também morreu: Almirante Tamandaré, Arapongas, Cascavel, Cianorte, Figueira, General Carneiro, Ivaiporã, Nova Tebas, Paranaguá, Ponta Grossa, Pontal do Paraná, Santa Mariana, Santa Tereza do Oeste, Sarandi, Umuarama, Wenceslau Braz.

Total - 374 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 177 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 423 casos de residentes de fora. 17 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: um caso confirmado na data de 03/7 em Piraquara foi transferido para Fazenda Rio Grande. Um caso confirmado na data de 19/6 em Curitiba foi transferido para Paranaguá. Exclusão por duplicidade: Três casos confirmados na data de 7/7 em Curitiba foram excluídos por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira informe completo AQUI

 


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