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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4864 | 14 de Julho de 2020

LIVE: Teletrabalho pós-pandemia e os desafios da gestão

O advogado, professor e especialista em direito do trabalho pela PUC/SP, Célio Pereira Oliveira Neto, participou, na tarde desta segunda-feira (13/07), da 17ª live promovida pelo Sistema Ocepar para os agentes de cooperativas paranaenses. O tema abordado foi o teletrabalho pós-pandemia e os desafios da gestão. Durante cinquenta minutos, Célio Neto fez um histórico sobre o teletrabalho, que virou assunto do momento devido ao isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19. Segundo ele, “não é nada transitório, veio para ficar. No Brasil, 45% das empresas já adotavam o teletrabalho antes da Covid-19, representando um contingente de mais de 15 milhões de teletrabalhadores”, disse.

Aprisionados - O especialista relatou que “nas revoluções industriais, tanto Taylorismo como o Fordismo eram modelos de trabalho onde nós estávamos aprisionados no relógio da fábrica. Toda a sociedade girava em torno disso”, destacou. Ele fez um paralelo também com relação aos métodos de ensino até um tempo atrás. “Não íamos para escola para aprender, para sermos criativos. Na época, íamos para aprendermos noções de hierarquia, de respeito, ou seja, realizar um trabalho repetitivo. Na terceira revolução industrial na Itália um trabalhador realizava seu trabalho em 57 segundos, tudo isso era dimensionado como produtividade”.

Informação - Ele ressalta que na quarta revolução industrial é que surge o digital, “a informação aparece como grande valor. Até o céu do Facebook é azul, onde navegamos felizes. Ninguém posta lá que está quebrado financeiramente. Hoje, nossos aparelhos celulares têm mais tecnologia do que o foguete que levou o homem à lua em 1969 e mais do que muitos computadores daquela época”. Para Célio Neto, vivemos num mundo líquido, onde as coisas não ficam mais guardadas em nossas memórias e sim em chips. “Com certeza, este é um cenário que ficará mais evidente pós-pandemia. As pessoas não têm mais tempo para ler, querem ver. Este novo cenário, esta construção desta nova realidade, onde lá trás o chão de fábrica era tudo fiscalizado e controlado acabou. Onde o trabalhador não tinha voz. Agora, todos nós queremos ser protagonistas”.

Mudanças - “Com a sociedade da informação nasce a desterritorialização do trabalho, agora ele está em qualquer lugar. Está onde você levar seu celular e seu computador. Antes da Covid-19 já existia, mas não dávamos muita bola para ele. Vivemos aquela música do Raul Seixas: o dia em que a terra parou. Parou para ver que o teletrabalho se desenvolve na crise. O trabalho agora vem até nós e não nós vamos até o trabalho. No ataque as torres gêmeas, grande parte das empresas do World Trade Center estavam em suas casas no teletrabalho. Nos Estados Unidos são 70 milhões de pessoas trabalhando em casa, fato este que evitou muito mais mortes durante o 11 de setembro”, frisou.

Precariedade - Ele alerta que “de repente, todos nós fomos colocados em teletrabalho de forma precária, obrigatória, sem uma política de dados, sem uma política de jornada e de produtividade. Uma pesquisa realizada recentemente sobre o teletrabalho revelou que 34% das pessoas apontaram como maior dificuldade a Covid-19; em segundo, 20%, os filhos em casa. Evidente que num cenário de teletrabalho normal, os filhos estariam na escola e não no mesmo ambiente. O grau de estresse está sendo maior neste momento. Todo mundo numa mesma sala, vendo TV, ajudando a fazer a tarefa da escola, com telefone tocando e, ainda, tendo que entregar. Ainda não estamos em um regime normal de teletrabalho. Por isso que muitos hotéis viram a oportunidade de oferecer seus espaços para que as pessoas locassem para poder trabalhar mais tranquilamente”, contou.

Economia - Segundo o especialista, as empresas já perceberam o quanto isso é benéfico para a ela. A Agência Nacional de Energia informou que economizou durante os primeiros meses da pandemia R$ 15 milhões, que deixou de gastar nos escritórios nesses cinco meses. O presidente da Petrobras disse que, após a pandemia, 50% dos funcionários da empresa podem trabalhar a distância, o Facebook também irá pelo mesmo caminho. Na pesquisa realizada pela Dom Cabral com 705 entrevistados, 54% disseram motivados em pedir para passar a trabalhar remotamente após a crise pandêmica. Entre os benefícios apontados estão, 84%, economia de tempo; 70% economia de dinheiro; 68,8% poder passar mais tempo com a família e 54% ser mais feliz. É a busca do propósito da felicidade”.

ODS - Esta é a facilidade de poder trabalhar onde você quiser, na praia, no campo, num ciber café, num coworking. Essa forma de trabalhar corrobora com a prática dos objetivos do desenvolvimento sustentável proposto pela ONU na Agenda 2030 – entre eles, o direito ao acesso à informação por meio da telemática, com mais informação, em resumo, o teletrabalho. Palavra esta que vem do grego, teles, distante, trabalho distante pela telemática, que une comunicação mais a informática.

Qualidade de vida - Para Célio Neto, as empresas precisam fazer esta análise, tanto econômica como social. “Lembrar que o teletrabalho evita o estresse e o risco de pegar transporte público, trânsito para ir de casa ao trabalho e retornar todos os dias. Uma melhora sensível na saúde mental do trabalhador. Na forma tradicional que vivíamos, perdíamos 37 dias por ano no trânsito. Por ano se gasta no país cerca de R$ 61 bilhões com soluções para o trânsito. Quanto deste valor poderia ser redirecionado para outros setores mais urgentes nas cidades? Em São Paulo, um trabalhador perde em média 50 minutos por dia para se deslocar para o trabalho. Este tempo poderia utilizar com a família, ou para realizar um curso que melhorasse seus conhecimentos. Evidente que tudo precisa ser feito com planejamento e com todos os cuidados necessários. Treinar tanto os dirigentes da empresa como os funcionários de que não é só ir para casa e pronto. Precisa entregar com responsabilidade, com agilidade e qualidade. Tem que entregar um resultado, não é somente uma administração de tempo, mas de resultado, buscando a felicidade.

Mudança de visão - Na sua opinião, “o teletrabalho facilitará a ruptura de alguns paradigmas como, por exemplo, a licença maternidade. Aqui mais um ODS da ONU, igualdade de gênero. Vocês sabiam que metade das mulheres são dispensadas após a estabilidade pós parto? Em Portugal, tanto o pai como a mãe podem exercer suas atividades pelo teletrabalho após o nascimento do filho, para que possam acompanhar o desenvolvimento da criança com mais qualidade. Sem necessidade de deixar com uma babá ou na creche. A tal licença de cinco dias era da época das revoluções industriais do passado e não agora. É preciso uma mudança de visão em todos os sentidos”, disse Célio Neto.

Modelo híbrido - Segundo o palestrante, “em situações normais, os especialistas preveem que haverá um modelo híbrido do teletrabalho, em que se permite ao funcionário o home-office em alguns dias da semana. É uma forma de equilibrar vantagens e desvantagens do trabalho remoto. Ou onde uma parte dos colaboradores virão num dia e outra parte no outro. “Assim, o funcionário mantém o sentimento de pertencimento, não ficará isolado sem trocar ideias com os demais colegas da empresa. Assim, consigo reduzir riscos dos acidentes de trabalho ou de trajeto também. Quantos bilhões foram economizados pelo governo neste período com os possíveis afastamentos por acidentes? Sem falar na questão ambiental, quanto deixamos de queimar em poluentes neste período da quarentena? Atualmente, 8% dos jovens aceitam ganhar menos com um trabalho misto. Pós pandemia este percentual será muito maior junto a esta nova geração, que puderam experimentar este novo momento de trabalho em casa”, afirmou.

Desafios - Mas, para que possamos de fato implementar o teletrabalho, Célio Neto diz que é necessário enfrentar alguns desafios. “O primeiro é adaptação do trabalhador que vai para a casa e começa a trabalhar. E a ergonomia. A mesa de trabalho dele em casa é ideal? Como evitar que o teletrabalho se transforme em doenças de visão, físicas etc. Como separar família e o trabalho? É permitido a empresa fazer inspeção para ver o ambiente de trabalho na casa do funcionário? Não seria uma invasão de privacidade? Tem pessoas que sequer tem o equipamento adequado. Pode o empregador exigir a mesma entrega que presencial? E o controle do tempo de trabalho, como fica? Quais são os benefícios? O vale transporte não vai ter mais, e o vale alimentação continua valendo? São preocupações que chamo de desafios a serem superados, cuidados que devemos ter para que as pessoas não fiquem doentes. De que forma funciona esta fiscalização, sem ferir direitos legais? O melhor conselho é criar um comitê para discutir e avaliar a implementação dessa nova política de trabalho adequada, com ferramentas disponíveis para que se possa fazer um diagnóstico da situação sem sustos. Construir junto com o funcionário alternativas que possam se adaptar a cada situação”, sugere.

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PEGCOOP: Execução do planejamento e lideranças em tempos de crise é tema de seminário

Com a finalidade de discutir como a utilização contínua do modelo de excelência fortalece os processos gerenciais para suportar o movimento acelerado de mudanças organizacionais e dos cenários, foi realizado, na manhã desta terça-feira (14/07), seminário sobre a execução do planejamento e liderança em tempos de crise. O evento, realizado por meio de videoconferência, faz parte do Programa de Excelência da Gestão e Governança do Sistema Ocepar (PegCoop). Participaram 193 profissionais das cooperativas paranaenses ligados às atividades de gestão.

Abertura - O seminário foi aberto pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que destacou a importância deste programa para a melhoria da gestão nas cooperativas. “Nossa preocupação é que as cooperativas possam cada vez mais ter uma efetividade nas suas gestões, capacitando os profissionais com novas ferramentas e visões do que está acontecendo em outros países. Ir muito além de análise de caixa ou tesouraria, ou seja, fazer um diagnóstico onde a própria equipe da cooperativa possa fazer as correções necessárias, de forma interna. Esta troca de experiência é fundamental”, destacou.

Facilidades - Boesche lembrou que o seminário é continuidade do evento realizado no dia 25 de junho, que registrou uma expressiva participação de profissionais de gestão. “Esta nova modalidade de encontros virtuais, cria algumas dificuldades, mas também facilidades. Dificuldade de realizarmos o evento num só dia, em oito horas, na forma virtual. Precisamos realizar em etapas para não cansar a todos. Se fosse presencial, provavelmente estaríamos com 80 ou 90 participantes no auditório do Sistema Ocepar. Só que dificilmente poderíamos contar com as presenças dos professores direto de Portugal. Provavelmente seriam necessários dois dias de deslocamento para vir e retornar, além dos custos e riscos maiores. Esta nova realidade será cada vez mais frequência em nossos treinamentos”, lembrou.

PegCoop - Alfredo Benedito Kugeratski Souza, coordenador de gestão estratégica, fez uma rápida apresentação do que é o programa para os participantes que estão pela primeira vez em contato com o evento. “Nossas organizações têm vários desafios competitivos no setor, por isso precisamos cada vez mais utilizar modelos de excelência exitosos e trazê-los para nossas realidades. Hoje já temos um método estruturado, definido para o cooperativismo onde é possível fazer um diagnóstico completo. No Paraná nós fizemos uma readequação ao método dentro do entendimento do PRC-100 – Plano Paraná Cooperativo 100, onde existe um ciclo de desenvolvimento nas cooperativas, que passa pela estruturação, desenvolvimento, transformação e verificação. Hoje realizamos este seminário sobre o PegCoop na prática. Pretendemos evoluir com as práticas de gestão e governança, incentivando a melhoria contínua para ampliar a competitividade, maximizar os resultados e transformar os modelos de negócios das cooperativas, tornando-os cada vez mais eficientes e resilientes”, frisou.

Palestras - Um dos palestrantes convidados foi o professor da Escola de Negócios e Economia Nova de Lisboa, Portugal, João Silveira Lobo. Ele abordou sobre a importância do planejamento, execução e liderança em tempos de crise, como navegar em um cenário incerto. Na sequência, o gerente de planejamento e desenvolvimento da Unimed de Londrina, André Simas, apresentou um case da cooperativa na área de gestão.

Valores - O professor João Silveira Lobo, iniciou falando como criar os valores nas organizações. Segundo ele, “isso passa pela criação de nova lideranças organizacionais. Pensar as estratégias face aos novos cenários. As organizações precisam ser redesenhadas. Precisam avançar no mundo digital. Ver onde está o conhecimento relevante para que a tomada de decisão se faça de uma forma eficaz. Cada vez mais as organizações e falo aqui das cooperativas, para que elas sejam multidimensionais com autoridade difusa, mas com responsabilidade claras e auto-organizadas em rede. O design de organização em rede é cada vez mais relevante para ultrapassar a inércia que elas têm”, salientou.

Estratégias - Silveira Lobo afirmou “que é necessário romper com as rotinas organizacionais, estruturar políticas sociais, conformidades, racionalidade limitada e complementariedade entre estratégias, estruturas e sistemas. É preciso planejar e definir objetivos, medir e planejar, intervir e corrigir”.

Novas lideranças - Segundo o professor português, tudo isso vai necessitar de novos líderes. “Construir confiança, criar entusiasmo, cooperar, entregar resultados, formar redes, influenciar outros e usar a informação. Capacidade dos líderes, criatividade, eficácia multicultural, desenvolver novas capacidades críticas, criatividade digital, iniciativa, colaboração, compromisso e adaptabilidade. Fatores que não são muito simples no dia de hoje, em especial em se adaptar. Precisamos aprender a aprender cada vez mais. Aprender com os erros do passado. Podem ter certeza de que teremos novas pandemias, por isso precisamos de uma revisão do plano tecnológico, seja em qualquer setor, do crédito, saúde, agropecuário, transporte... precisamos ficar atentos para não ficarmos para trás – e concluiu - sorte é o quando da oportunidade se encontra com a preparação”.

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COVID-19: Reunião com grupo de técnicos dos frigoríficos é um dos destaques do comunicado 74

covid 19 destaque 13 07 2020Com o propósito de compatibilizar os normativos para o setor de frigoríficos, especialmente para evitar a disseminação do novo coronavírus, foi realizada uma reunião virtual, no dia 13 de julho, com a participação do Sistema Ocepar. Esse é um dos destaques do comunicado 74 emitido na manhã desta terça-feira (14/07) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Veja abaixo todas as informações.

1. No dia 13 de julho, o Sistema Ocepar realizou reunião virtual com o banco BRDE para tratar das perspectivas e das estratégias futuras do cooperativismo paranaense.

2. O Sistema Ocepar participou da reunião virtual, no dia 13 de julho, com o Grupo dos Técnicos dos Frigoríficos, formado por representantes das cooperativas agropecuárias, Sistema OCB e da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), com o secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, a fim de tratar sobre a solicitação para compatibilizar os normativos para setor frigorífico.

3. No dia 13 de julho, o Sistema OCB realizou reunião virtual com representantes da Ocepar e das cooperativas Copacol, Central Aurora e Dália para avaliar os desdobramentos das estratégias definidas para a Cosit-11.

4. O Ministério da Economia publicou, no dia 10 de julho, a Portaria nº 270, que autoriza o pagamento de equalização de taxas de juros em financiamentos rurais concedidos no Plano Safra 2020/2021. Para acessar, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

INOVAÇÃO: Programa do cooperativismo paranaense lança o ciclo 2020/21 na sexta-feira

O Sistema Ocepar inicia uma nova fase do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense. O lançamento estadual do ciclo 2020/2021 será realizado na sexta-feira (17/07), das 14h às 16h, em evento virtual via Microsoft Teams. As atividades serão abertas pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. A representante do Sistema OCB, Samara Araújo, discorrerá sobre o Inovacoop, um site temático voltado para o ambiente cooperativista.

Palestra - A programação contempla ainda a palestra com Carlos Piazza, embaixador no Brasil do Tech the Future, pela Houston University (EUA). O evento encerra com a apresentação da plataforma e das atividades previstas para serem executadas no ciclo 2020/2021 pelo Programa de Inovação.

2019 - No ano passado, o Programa formou 17 turmas em diversas cidades do Paraná, contabilizando 192 horas de aulas e mentorias para mais de 450 colaboradores do Sistema Ocepar e de mais de 50 cooperativas paranaenses.

inovacao 14 07 2020

ACERVO DIGITAL: Sistema Ocepar disponibiliza acesso a dissertações de mestrados

acervo digital 14 07 2020 O Sistema Ocepar está disponibilizando um acervo digital com as dissertações de programas de mestrado apoiados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR). A ideia é ampliar o acesso a informações e a diversas referências acadêmicas, criando formas de interação com o público, provocando novas experiências com trilhas digitais. “Nosso objetivo é preservar e disseminar o conhecimento trazido nos trabalhos acadêmicos, seus impactos e resultados junto às sociedades cooperativas, divulgando a um número maior de pessoas esse legado de pesquisas e estudos”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski.

Clique aqui para acessar o Acervo Digital de Trabalhos Acadêmicos

 

COOPERATIVISMO: OCB atua para reverter vetos

cooperativismo 14 07 2020A OCB, junto com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), inicia nesta semana uma atuação intensa para tentar reverter dois vetos em importantes leis aprovadas no Congresso Nacional, nas últimas semanas. São eles o da Cosit 11, que estava na MPV do Agro e não passou para a Lei 13.986/2020 e, também, o da desoneração da folha, atual Lei 14.020/20.

Sessão conjunta - Há a previsão de uma sessão conjunta para análise de vetos, nesta semana, e, por isso a OCB está se articulando para tentar reverter esses dois pontos. Saiba mais sobre eles:

Cosit 11 - As cooperativas agropecuárias e seus cooperados sempre atuaram no modelo de integração vertical, mesmo antes da publicação da Lei nº 13.288/2016, que assegurou a aplicação desse sistema de produção às cooperativas. Entretanto, a Solução de Consulta Cosit 11/2017, não reconheceu a relação de integração vertical entre cooperativa e cooperados, disposta na Lei 13.288, e concluiu que toda a produção rural entregue à cooperativa integra a produção para efeito da incidência da contribuição sobre a receita bruta da comercialização (Funrural).

Aumento de custos - Além de desconsiderar a Lei elaborada pelo Congresso Nacional (Lei nº 13.986/2020), a interpretação dada pelo órgão aos atos praticados pelas sociedades cooperativas imputa excessiva oneração no custo de produção no regime de integração praticados pelas sociedades cooperativas, representando flagrante desvantagem em relação aos demais modelos societários.

Injustiças - A derrubada deste veto visa evitar injustiças na cobrança previdenciária dos produtores rurais associados em cooperativas ao assegurar o tratamento isonômico entre os vários tipos de agentes econômicos nas operações de integração vertical.

Desoneração da Folha- A Lei 14.020/20 autoriza a redução da jornada de trabalho com redução proporcional do salário por até 90 dias. Além disso, trata também da suspensão temporária do contrato de trabalho por até 60 dias. Apesar de atuação da OCB, FPA, Frencoop e ABPA, foi vetado o art. 36, que prorrogava a política da desoneração da folha de pagamento para diversos setores dentre eles aves e suínos, até o dia 31 de dezembro de 2021. (OCB)

FOTO: Reynaldo Stavale

 

LEGISLAÇÃO: Publicado decreto que prorroga os prazos para celebrar acordos de redução de jornada e salário

legislacao destaque 14 07 2020O Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (14/07) traz a publicação do Decreto nº 10.422/2020, que prorroga os prazos para celebrar os acordos de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020.

Principais pontos - De acordo com o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Devair Mem, os principais pontos do Decreto são:

• Os acordos firmados entre empregador e empregados, tanto de redução quanto de suspensão de jornada de trabalho, poderão ser validados, no total, por 120 dias, contados desde o início da MP 936/2020;

• Os acordos em andamento até a data deste decreto serão computados para fins do período total de 120 dias;

• Para completar os 120 dias, os acordos podem ser fracionados em períodos sucessivos ou intercalados;

• Com o decreto, está mantido o pagamento do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) por parte do governo, como uma compensação salarial aos trabalhadores com registros formais que tiverem suspensão de contrato ou redução salarial;

• Uma inovação é que o decreto possibilita que o empregado com contrato de trabalho intermitente poderá receber o benefício emergencial mensal no valor de R$ 600,00 pelo período adicional de um mês, contado da data de encerramento do período de três meses.

Clique aqui para acessar na íntegra o Decreto Federal nº 10.422/2020

 

MÍDIA: Matéria da Gazeta do Povo destaca a intercooperação entre as cooperativas dos Campos Gerais

midia 14 07 2020"Intercooperação impõe fôlego e modernização às cooperativas do PR”. Esse é o título da matéria publicada nesta terça-feira (14/07) no site do jornal Gazeta do Povo. De acordo com a reportagem, “o agronegócio brasileiro está aproveitando iniciativas já adotadas no segmento empresarial para melhorar a produtividade e conquistar mais espaço no mercado. A exemplo das grandes holdings – empresas societárias que fazem a gestão de outras empresas –, o cooperativismo ganhou ainda mais espaço ao unir entidades com interesses e afinidades comuns para potencializar os negócios e melhorar o retorno aos associados”. “No Paraná, um exemplo é a Unium, resultado da aliança entre Frísia, Castrolanda e Capal. Em pouco menos de três anos de existência, o faturamento conjunto cresceu 21,6%, impacto que chegou ao bolso dos cooperados, com um aumento de 7,9% no faturamento individual", diz ainda a matéria.

Clique aqui para conferir na íntegra o conteúdo

 

DIA C: Castrolanda arrecada 30 toneladas de alimentos para famílias em vulnerabilidade social

Em 2020, diante do cenário apresentado e da necessidade de auxiliar as famílias fragilizadas pela crise, a Cooperativa Castrolanda, através do Projeto de Ação Social “Abraçar”, desenvolveu a campanha Cuidar, Envolver e Amar com objetivo de arrecadar doações de alimentos e produtos de higiene para as famílias em vulnerabilidade social dos municípios de atuação da Castrolanda no estado do Paraná e em São Paulo.

Três meses - A ação, lançada na segunda quinzena abril, alcançou durante os três meses de arrecadação mais do que o dobro da meta inicialmente prevista. Foram obtidas 2089 cestas básicas e 2270 kits de higiene, totalizando mais de 30 toneladas de alimentos para as famílias nas cidades de Castro, Itaberá, Itapetininga, Piraí do Sul, Ponta Grossa e Ventania.

Gratidão - “Ficamos extremamente gratos de saber que o projeto teve um alcance acima do proposto. O impacto nas comunidades e o bem que trará a inúmeras famílias onde a Cooperativa está inserida é o mais gratificante “, enfatizou durante uma das entregas realizadas na última sexta-feira, 10, o Gerente Financeiro da Castrolanda e Presidente da Associação de Funcionários da Cooperativa Castrolanda (AFCC), Paulo Machinski. O formato da campanha online foi estruturado para, além de atingir o maior número de pessoas possíveis, respeitar as normas de prevenção da Covid-19 de distanciamento social.

Dificuldade - “Sabemos que o cenário atual tem sido de muita dificuldade para diversas famílias que tiveram seu sustento afetado pela pandemia. São nesses momentos que o espírito de cooperação e a união mostram-se tão importantes.”, destaca o Coordenador de Produção da Castrolanda e membro voluntário do projeto, Tasso Roquete.

Dia C - A Campanha, que foi incluída como parte do Dia C – Dia de Cooperar, iniciativa de promoção da cidadania e do cooperativismo brasileiro, contou com o engajamento de colaboradores, associados da cooperativa e empresas parceiras que auxiliaram com doações e também no suporte a estrutura do projeto. Contribuíram para o resultado a AFCC, Sicredi Campos Gerais, Eletrorural e o Sindicato Rural de Castro. “Os parceiros foram extremamente importantes para o sucesso da campanha. Mostraram-se muito preocupados com a comunidade e desde o primeiro momento foram muito ativos e dispostos a colaborar”, finaliza Tasso. (Imprensa Castrolanda)

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DIA C: Live do Bem promovida pelo Sicredi Rio Paraná com parceiros arrecada 2,5 ton de alimentos

O último fim de semana começou com muita música e cooperação com o próximo. O motivo foi que a Sicredi Rio Paraná PR/SP e os parceiros realizaram a live do bem, um evento musical que visou arrecadar doações que foram revertidas em cestas básicas.

Alimentos - Após o evento foram contabilizadas mais de 2,5 toneladas de alimentos, que serão convertidos em aproximadamente 210 cestas básicas, além de 200 máscaras descartáveis. A primeira uma tonelada foi arrecadada antes da live, apenas com a divulgação do evento, e já foi doada aos moradores do bairro João Domingo Neto, de Presidente Prudente-SP.

Doação - A doação será realizada durante essa semana e as cestas serão destinadas ao Fundo Social de Presidente Prudente e também para a Unipode (União das Pessoas com Deficiência).

Evento - O evento online foi realizado nas redes sociais da cooperativa de crédito na última sexta-feira, 10/07, das 20h às 2230h e contou com a apresentação musical do cantor Da Silva e da dupla Matheus e Lorenzo.

Online - As doações foram totalmente online, os telespectadores que eram associados do Sicredi puderam fazer o pagamento via QR Code e aqueles que não eram associados puderam fazer transferências bancárias.

Sorteios - Para estimular as doações, foram feitos sorteios ao final do evento, com brindes e também a uma poupança no valor de R$ 500,00.

Parceiros - O evento contou com a parceria das seguintes empresas: Oppa Filmes; Unike Produção de Eventos; Subway Presidente Prudente; Empório Cantagallo; Salon Vivenda; Buffet Eduardos; Pizza Movie; Sucos Life; Romafele e Arquiteto Felipe Sambinelli.

Dia C - A ação foi o encerramento das ações do Dia C da Sicredi Rio Paraná PR/SP. A live está disponível no Facebook da cooperativa @sicredirioparana e, também, pelo Canal do Youtube/sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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C.VALE: Governador visita frigorifico da Plusval

O governador Carlos Massa Ratinho Júnior visitou na tarde da última segunda-feira (13/07), o novo frigorifico da Plusval, em Umuarama (PR). Ele foi recepcionado pelo presidente da Plusval e C.Vale Alfredo Lang e pelo vice da Plusval e diretor da Pluma, Lauri Paludo. Além de conhecer as novas instalações do abatedouro, Ratinho se comprometeu em duplicar a rodovia que dá acesso ao frigorifico, construir um novo acesso para entrada e saída de caminhões pela estrada Boiadeira e uma passarela elevada para facilitar a chegada dos funcionários.

Novas empresas - “O mundo passando por sérias dificuldades econômicas e o Paraná instalando novas empresas e gerando empregos. São dois mil postos de trabalhos diretos, além dos indiretos”, enfatizou Ratinho Júnior durante a visita. Ele afirmou também que ainda no segundo semestre deste ano as obras de duplicação da PR 323, que vai do Gauchão até o trevo de Mariluz, que passa em frente a Plusval, serão iniciadas. O governador veio acompanhado pelo chefe da Casa Civil, Guto Silva e pelo secretário de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes.

DNA - “Gerar empregos, renda, tributos e qualidade de vida no campo e na cidade está no DNA da C.Vale. Esse empreendimento idealizado pela C.Vale e a Pluma assegurará todos esses benefícios. Não tenho dúvidas que Umuarama e região serão fortalecidos pela força do agronegócio”, enfatizou Lang.  

Investimentos - Lauri aproveitou para anunciar que serão investidos mais R$ 30 milhões para atingir a marca de 200 aves abatidas por dia.

Levo - Oficialmente o frigorífico da Plusval entrou em operação na semana passado, dia 08 de julho. Hoje estão sendo abatidas 23 mil/aves/dia, mas a meta é chegar a 200 mil e gerar dois mil postos de trabalho. As duas empresas, C.Vale (Palotina) e a Pluma Agroavícola (Cascavel), investiram R$ 60 milhões na reforma e aquisição de novos equipamentos para a indústria. A planta industrial havia sido desativada em 2016 pela Averama. O frango da Plusval será comercializado com a marca Levo. (Imprensa C.Vale)

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COPAGRIL: Cooperativa recebe produção do milho safrinha

copagril 14 07 2020A Cooperativa Agroindustrial Copagril está recebendo a produção de seus cooperados e clientes da safrinha 2020. A colheita das lavouras de milho está se intensificando no campo e a expectativa é de aumento no fluxo de recebimento nas próximas semanas nas 17 unidades de recebimento Copagril instaladas no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Safra mais tardia - “Temos uma safra mais tardia em comparação aos anos anteriores, quando uma porcentagem significativa da produção já estava colhida nesse período. Neste ano colheu-se mais tarde a safra verão e como consequência o milho safrinha foi semeado posteriormente. Além das diferentes microrregiões e climas que temos em nossa região de atuação e a semeadura de híbridos de milho com diferentes ciclos vegetativo, realizada pelos produtores, proporcionam também uma colheita escalonada”, explica o supervisor agrônomo da Copagril, engenheiro agrônomo Paulo Brunetto.

Prontidão - Contudo, mesmo com essa pequena diferença no período, a estrutura e equipes da Copagril já estão de prontidão para o recebimento da produção. “Toda a equipe Copagril está empenhada para dar mais agilidade no recebimento e descarregamento da produção que chega às unidades e assim otimizar as etapas de escoamento da colheita e favorecendo o trabalho do produtor lá na lavoura”, explica Egon Luiz Syperreck, gerente de Produtos Agrícolas da Copagril.

Entrega - Cooperados e clientes podem fazer a entrega da produção nas Unidades Copagril, onde contam com a tradição e segurança da cooperativa. “Nossas unidades estão recebendo a produção e aguardamos o produtor, nosso cooperado e também clientes Copagril. Os gerentes das Unidades e equipes estão à disposição para mais informações, para facilitar e agilizar o tempo de escoamento da produção”, completa Syperreck. (Imprensa Copagril)

 

COCAMAR: Folha destaca dez anos da cooperativa no Norte PR

Os dez anos da presença da Cocamar na região norte paranaense – contados de julho de 2010 a julho de 2020 – mereceram uma reportagem de página inteira na Folha Rural, suplemento do jornal Folha de Londrina que circulou na edição do último final de semana.Sob o título "Cocamar faz balanço positivo de 10 anos no Norte do PR", o conteúdo assinado pela reportagem local apresenta os números que demonstram o crescimento da atuação da Cocamar e também a sua expansão em participação de mercado.

Estrutura - Atualmente, são 41 pontos de atendimento, contra os 25 do início, gerando cerca de 700 postos diretos de trabalho. Em dez anos, a cooperativa realizou mais de R$ 490 milhões em investimentos estruturais para assegurar um atendimento de qualidade aos produtores; foram construídas e/ou adquiridas unidades de recebimento das safras, silos e lojas e a capacidade de armazenagem foi ampliada de 268 mil para 634 mil toneladas. O recebimento das safras de grãos (soja, milho e trigo) saltou de 282 mil toneladas em 2011 (ano cheio) para 1,118 milhão de toneladas em 2020, representando 37% de todo o volume recebido pela cooperativa. Da previsão de faturamento de R$ 5,808 bilhões em 2020, R 2,075 bilhões devem ser gerados no norte do estado, responsável também por R$ 579 milhões em negócios com insumos (contra R$ 106 milhões em 2011).

Eventos - De 2010 a 2020, a Cocamar promoveu 2.187 eventos para transferência de tecnologias aos produtores somente nessa região, onde o retorno financeiro aos mesmos, em forma de sobras (rateio) e capitalização já somou R$ 116 milhões. (Imprensa Cocamar)

COCARI: Cooperativa transmite cerimônia de premiação do Programa Colhendo Inovações nesta terça-feira

cocari 14 07 2020Desafiando o Departamento Técnico da cooperativa e seus associados a maximizarem a produção de soja de maneira ética e sustentável, o Programa de Produtividade Cocari, Colhendo Inovações, premia os recordistas de produtividade de soja entre os associados, em cerimônia que acontece nesta terça-feira (14/07), às 18h30.

Categorias premiadas - Os produtores do Paraná e da região do Cerrado e seus respectivos consultores que alcançaram as maiores produtividades em 2020 serão premiados em quatro categorias: Paraná Alto, Paraná Baixo, Cerrado Irrigado e Cerrado Sequeiro, com destaque para primeiro e segundo lugares.

Programação - Além da revelação dos vencedores do Colhendo Inovações, a programação inclui a análise das condições das lavouras no Paraná e na região do Cerrado, feita pelo Departamento Técnico da Cocari. O evento contará também com depoimentos de dois especialistas sobre manejo da cultura de soja, Prof. Dr. Marcelo Batista, pesquisador da UEM (Universidade Estadual de Maringá), e Dr. Fernando Adegas, pesquisador de plantas daninhas da Embrapa Soja, de Londrina.

Acompanhe pelas redes sociais - Para seguir as determinações de isolamento social, a terceira edição do Colhendo Inovações será realizada digitalmente, sendo transmitida por meio das redes sociais da cooperativa, nos perfis @cocaricoop, no Facebook e Canal do Youtube. Os produtores participantes do Colhendo Inovações concorrerão, durante a cerimônia, a um diagnóstico inicial de Agricultura de Precisão ofertado pela cooperativa. Além disso, haverá sorteio de kits da Cocari para os demais espectadores. (Imprensa Cocari)

 

SRP: Os avanços do seguro agrícola no Brasil estarão em debate em evento on-line

Na quinta-feira (16/07), às 19h, a Sociedade Rural do Paraná irá transmitir uma live pelo canal da SRP-ExpoLondrina no Youtube com o tema “Os problemas e os avanços do Seguro Agrícola no Brasil”.

Participantes - A live será mediada pelo presidente da SRP, Antonio Sampaio, e terá a participação do deputado federal Pedro Lupion; do diretor do Departamento de Gestão de Riscos/Mapa, Pedro Loyola; e do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti. (Assessoria de Imprensa da Sociedade Rural do Paraná)

srp cartaz 14 07 2020

DEFESA AGROPECUÁRIA: Adapar acompanha caso de H1N2 e orienta produtores

defesa agropecuaria 14 07 2020A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) emitiu uma nota técnica nesta segunda-feira (13/07) sobre os trabalhos realizados no caso de H1N2 identificado em uma mulher de 22 anos, funcionária de um abatedouro de suínos em Ibiporã, no Norte do Estado.

Levantamento - A agência já fez um levantamento nas 34 propriedades que enviaram suínos para o abate no período padrômico da doença e não há sinais clínicos nos animais vistoriados até o momento. Do total de propriedades analisadas, 22 ficam no Paraná e 12 em outros Estados.

Produtores - A nota técnica também lista várias recomendações para os produtores: se funcionários apresentarem sintomas, devem ser encaminhados às Unidades de Saúde e no caso de aparecimento de sinais clínicos nos animais o produtor deve notificar as unidades da Adapar. A influenza é uma doença respiratória viral aguda que afeta humanos e animais, como os suínos.

Sintomas e atendimento - Os sintomas e atendimento médico inicial da funcionária ocorreram em 14 de abril. Em 22 de junho, o exame PCR-RT, feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), identificou o vírus influenza A (H1N2)v, uma variação do vírus influenza A H1N2. “Importante destacar que a pessoa infectada pelo vírus teve contato com os animais já abatidos, o que diminui as chances de contaminação”, explica o gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias.

Acompanhamento - Desde então, a Secretaria de Estado da Saúde tem feito o acompanhamento dos familiares e pessoas que tiveram contato com a paciente, que já está totalmente recuperada.

Sem comprovação - Não há comprovação da transmissão da Influenza A (H1N2) entre humanos. O diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, explica que o consumo da carne suína é seguro. “Não há surtos epidemiológicos de doenças de notificação obrigatória, incluindo Influenza A (H1N2), ocorrendo na produção suína do Paraná neste momento”, diz.

Monitoramento e controle - “O Estado continua trabalhando no monitoramento e controle desse caso para que os produtores não tenham perdas. As medidas de biosseguridade são fundamentais para o controle de doenças nos rebanhos”, afirma o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Biosseguridade - A Portaria 265/2018 da Adapar dispõe sobre a biosseguridade mínima para estabelecimentos que produzem suínos para fins comerciais no Paraná.

Recomendações - Entre as recomendações da Adapar aos profissionais do setor estão a limpeza e desinfecção das instalações antes da entrada de novos lotes; o vazio sanitário que, somado à desinfecção, permite a destruição dos patógenos não eliminados na higienização; um sistema de desinfecção para a introdução de materiais e equipamentos na granja; métodos de pulverização ou arcos de desinfecção, com uso de desinfetantes; troca de calçados e roupas para as pessoas que precisarem entrar na granja e, se possível, banho; adotar o “cinturão verde”, formado por espécies de árvores plantadas em determinadas áreas ao redor da granja para diminuir ou eliminar correntes de ventos, evitando a condução de microrganismos patogênicos.

Saúde - De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, esse é o segundo caso identificado no Paraná. O primeiro ocorreu em 2015, em Castro, na região dos Campos Gerais. A Secretaria realiza a investigação epidemiológica e laboratorial na área para verificação de ocorrência de mais casos envolvendo os vários municípios da região, onde os trabalhadores residem, e a do frigorífico.

Esporádicas - Os vírus da gripe dos porcos normalmente não infectam seres humanos. No entanto, ocorrem infecções humanas esporádicas. Quando isso acontece, esses vírus são chamados de "vírus variantes", como o Influenza A (H1N2)v, mas que, na maioria dos casos, não demonstraram a capacidade de se espalhar de maneira fácil e sustentável de pessoa para pessoa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Nova modalidade do PAA vai atender pequenos produtores individuais

agricultura familiar 14 07 2020A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento começa a operar neste segundo semestre uma nova modalidade do PAA – Programa de Aquisição de Alimentos do governo federal que permite atender diretamente o pequeno agricultor individual da agricultura familiar. Os produtos comprados serão destinados a entidades filantrópicas cadastradas.

Paraná - O Paraná foi contemplado pelo Ministério da Cidadania com R$ 5,5 milhões para atendimento a cerca de 900 pequenos agricultores.

Atendimento direto - Para o secretário da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, o atendimento direto à pessoa física vai fortalecer o produtor em situação de vulnerabilidade nos pequenos municípios, e que precisa da atenção do Governo. Cada produtor selecionado poderá receber até R$ 6,5 mil por ano.

Expectativa - “A expectativa é que os projetos contemplados devem priorizar o cultivo e comercialização de hortifrútis ou a produção que tiver maior potencial de comercialização nos municípios”, disse a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional (Desan), da Secretaria da Agricultura, Marcia Stolarski.

Benefício - Ela enfatizou o benefício ao pequeno produtor que poderá ser enquadrado nesse novo projeto amplia o leque de atendimento.

Programa do Estado - Hoje o Programa Compra Direta Paraná beneficia a pessoa jurídica por meio de associações de produtores e pequenas cooperativas da agricultura familiar. As aquisições da Alimentação Escolar e do PAA-Conab (Companhia Nacional do Abastecimento) também contemplam as compras de pessoa jurídica. “Dessa forma, o produtor (pessoa física) mais vulnerável, não vinculado à entidade jurídica, também pode ser beneficiado com essa modalidade do PPA”, explicou.

Atendimento aos municípios - O atendimento do PAA à pessoa física foi permitido pela Portaria 396, do Ministério da Cidadania, publicada no Diário Oficial da União em 8 de junho deste ano. É a primeira vez que o Paraná é contemplado para executar o modelo de adesão direta, onde estabelece metas e limites financeiros para execução dos estados na modalidade Compra com Doação Simultânea.

Direcionamento - De acordo com a diretora do Desan, os recursos serão direcionados para agricultores de municípios com alto índice de vulnerabilidade no Estado. Eles serão selecionados a partir do Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM), que mede o desempenho dos 399 municípios do Paraná, considerando renda, emprego e produção agropecuária, saúde e educação e o Mapeamento da Insegurança Alimentar e Nutricional.

Seleção - A seleção dos municípios atendidos também respeitará o número de estabelecimentos da agricultura familiar e o Valor Bruto de Produção da região. Nas próximas semanas, a secretaria estadual confirmará com as prefeituras selecionadas o interesse na participação no programa e, em caso afirmativo, será formalizado o Termo de Compromisso.

Agricultores familiares - Esta proposta destina-se apenas aos agricultores familiares, detentores de DAP física e, em sua operacionalização, os pagamentos serão efetuados diretamente pelo Ministério da Cidadania aos agricultores fornecedores. O início do fornecimento dos gêneros às entidades filantrópicas ocorrerá a partir do segundo semestre, com prazo de duração de um ano. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Pavimentação de estradas rurais muda o cenário nos municípios

infraestrutura 14 07 2020Onde antes só se via barro, pó e buracos, agora se enxerga um caminho formado por pedras irregulares e a esperança de um novo tempo para o escoamento da safra em pontos importantes do Paraná. O Governo do Estado investe R$ 3,9 milhões na pavimentação de 17,5 quilômetros de estradas rurais em três diferentes municípios do Estado. São 12 quilômetros em Chopinzinho, na Região Sudoeste, 3 quilômetros em Porto Barreiro e 2,5 quilômetros em Virmond, ambas no Centro-Sul do Estado, com recursos da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.

Convênios - Essas obras integram um conjunto de 59 convênios para pavimentação rural atualmente em execução em 48 cidades diferentes, totalizando cerca de 185 quilômetros em todas as regiões do Estado. O investimento é de R$ 46 milhões, com contrapartidas municipais de R$ 3,2 milhões. São áreas essencialmente agrícolas, que vão conseguir melhorar consideravelmente a logística da produção e ampliar a competitividade dentro do acirrado mercado do agronegócio.

Programa - A iniciativa faz parte do Programa Estradas Rurais Integradas aos Princípios e Sistemas Conservacionistas – Estradas da Integração, gerenciado pelo Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável (Deagro), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.

Estratégica - “O Paraná tem como estratégica apostar nas suas vocações, e o agronegócio é responsável por cerca de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. A nossa especialidade é produzir alimentos de qualidade para abastecer o mundo”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Essas obras e programas preparam o Estado para crescer e atrair novos parceiros para investimentos”, acrescentou.

Agricultora - É o que pensa também a pequena agricultora Ivete Ossovski, de Virmond. Ela mora há 9 anos na Comunidade Santo Antônio e sabe como poucos o que representa a nova pavimentação poliédrica com pedras irregulares. “É o desenvolvimento de toda a região. Quando chovia, formava valetas na estrada e não tinha como passar, tirar os produtos da lavoura. Era prejuízo certo”, diz ela, que planta soja e milho na propriedade encravada no interior de Virmond.

Economia - Secretário municipal de Viação, Nelson Luiz de Vargas revela que já perdeu a conta de quantas vezes teve de mandar recuperar com cascalho o trecho de 2,5 quilômetros após uma forte chuva. “Aí só se via caminhão encalhado para todo lado. Agora a pavimentação é definitiva, o que significa economia para a prefeitura também”, diz. O investimento na cidade é de R$ 648 mil.

Porto Barreiro - A cerca de 45 quilômetros dali a felicidade do aposentado Antônio Juarez Ruas é por outro motivo. A modernização dos 3 quilômetros de estrada rural em Porto Barreiro vai significar menos tempo para chegar à cidade. “Poderei sair tranquilo que não vou precisar dar uma volta para ir ao Porto Barreiro. Vou ganhar tempo”, afirma, sacolas na mão com os mantimentos comprados no mercado da cidade para passar a semana.

Pavimento irregular - Ele conta que evitava pegar a via justamente por causa do pavimento irregular e dos inevitáveis buracos e poças com água parada. Agora, diz, faz o percurso com entusiasmo.

Tentativas - Prefeita de Porto Barreiro, Marinez Crotti afirma que o município já iniciou tratativas com a Secretaria da Agricultura e Abastecimento para ampliar a obra, pavimentando mais 10 quilômetros de estrada que ligam a mais duas comunidades e um distrito da cidade. “É um pedido antigo da população que está saindo do papel. Mais qualidade de vida para todos”, diz. Na cidade o investimento é de R$ 808 mil.

Chopinzinho - Já Álvaro Scolaro, prefeito de Chopinzinho, no Sudoeste, diz acreditar que os poucos metros que faltam para entregar o trecho de 12 quilômetros da nova estrada rural do município serão concluídos neste mês.

Aspectos sociais - Além de todo impacto positivo no agronegócio, ele lembra de aspectos sociais que serão atingidos com a finalização da obra. Cita a melhoria no deslocamento de estudantes da região para as escolas com ônibus escolares e, com a diminuição dos prejuízos, a garantia da manutenção do emprego e renda no campo, ajudando a evitar o êxodo rural. “O governador sabe a realidade dos pequenos municípios e valoriza o homem do campo. A pavimentação da estrada é reflexo de tudo isso”, afirma.

Intrafegável - O agricultor Osvaldo de Moraes mora há 68 anos na região cortada pela via. Planta soja e já ficou inúmeras vezes parado justamente porque a estrada ficava intrafegável. “Em alguns momentos, com a chuva, até os cavalos metiam o queixo no barro”, conta, rindo.

Caminhão quebrado - “E o que quebrava de caminhão? A gente era obrigada a parar o serviço e os produtos nunca chegavam na hora certa”, completa Devair Antônio Richard, dono de um aviário que fornece ração para as granjas de Porto Barreiro e arredores. Os recursos destinados para a obra em Chopinzinho são mais de R$ 2,5 milhões.

Governo prevê R$ 100 milhões para obras de reestruturação de estradas - O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortiga, explica que o plano do governo é ampliar consideravelmente a estrutura dos municípios por meio da pavimentação de estradas rurais com pedras irregulares.

Empréstimo - Segundo ele, dentro do empréstimo de R$ 1,6 bilhão que o Governo do Estado está concluindo junto aos bancos federais (Caixa e Banco do Brasil), já aprovado pela Assembleia Legislativa, R$ 100 milhões serão destinados a obras de reestruturação como as em andamento em Virmond, Porto Barreiro e Chopinzinho.

Malha não pavimentada - “Temos ainda uma grande malha rodoviária, geralmente municipal, não pavimentada. Vias que diariamente têm grande circulação de insumos, sementes, fertilizantes, calcário, ração. E uma estrada ruim significa custo maior para a agricultura. A pavimentação permite comodidade, melhores preços e uma competitividade maior”, ressalta o secretário.

No Noroeste, sete municípios terão pavimentação neste semestre - Na Região Noroeste, por exemplo, explica o secretário da Agricultura e do Abastecimento, sete municípios serão pavimentados neste semestre. Aproximadamente 34 quilômetros somados entre ações em Brasilândia do Sul, Cafezal do Sul, Francisco Alves, Iporã, Pérola, Xambrê e Umuarama. “Estamos resolvendo as limitações existentes”, explica.

Sudoeste - Em Pato Branco (Sudoeste), a chefe do núcleo da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Leunira Vigano Tesser convive diariamente com a revolução causada por uma nova estrada rural nas cidades pequenas. “Ajuda a florescer a agropecuária, o cooperativismo e as pequenas associações. É um investimento de longo prazo que resulta em emprego e renda no campo e alimento na cidade”, destaca a veterinária. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MAPA: Regulamentação do uso de drones em atividades agropecuárias é colocada em consulta pública

mapa 14 07 2020A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) colocou em consulta pública na sexta-feira (10/07), por 60 dias, a proposta de Instrução Normativa (IN) para regulamentação do uso de aeronaves remotamente pilotadas (RPA), mais conhecidas como drones, em atividades agropecuárias.

Mais espaço - Os drones têm ocupado cada vez mais espaço na agricultura e na pecuária. São versáteis, podendo desempenhar diversas funções, variando de acordo com modelo e tecnologias embarcadas. Dentre as atividades que podem ser realizadas com drones, destacam-se topografia, imageamento, monitoramento de culturas, plantio, aplicação de defensivos agrícolas, dentre outras.

Normas - As normas deverão ser aplicadas para drones pertencentes as classes 2 (de mais de 25 kg até 150 kg de peso total) e 3 (até 25 kg de peso total), destinadas à aplicação de defensivos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes.

Registro - Pela proposta, a Instrução Normativa deverá prevê o registro de operadores que utilizem RPA na agricultura, englobando corpo técnico qualificado, com pilotos com curso de piloto agrícola remoto e responsável técnico para coordenar as atividades. Também devem estar previstos os requisitos das aeronaves e equipamentos, e o plano de destinação de resíduos; o registro de entidades de ensino para ministrarem curso de piloto agrícola remoto; os requisitos operacionais e de segurança operacional, envolvendo a segurança aos operadores e distâncias mínimas a serem respeitadas nas aplicações.

Acesso - O texto da minuta pode ser acessado por este link e as sugestões deverão ser encaminhadas por formulário disponível neste link. (Mapa)

FOTO: DJI-Agras / Pixabay

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,655 bilhão na segunda semana de julho

comercio exterior 14 07 2020A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,655 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,764 bilhões, na segunda semana de julho de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,21 bilhões e importações de US$ 2,554 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13/07) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Ano - No ano, as exportações totalizam US$ 108,638 bilhões e as importações, US$ 83,341 bilhões, com saldo positivo de US$ 25,298 bilhões e corrente de comércio de US$ 191,979 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de julho de 2020 (US$ 864,85 milhões) com a de julho de 2019 (US$ 876,13 milhões), houve queda de -1,3%, em razão da diminuição nas vendas na Indústria Extrativa (-2,6%) e de produtos da Indústria de Transformação (-8,1%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+18,7%).

Queda - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-29,3% ); outros minerais em bruto (-21,4%); outros minérios e concentrados dos metais de base (-12,6%); minérios de alumínio e seus concentrados (-25,7%) e pedra, areia e cascalho (-8,3%). já em relação aos produtos da indústria de transformação, a queda nas exportações foi puxada, principalmente, por ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (-67,4%); produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-50,7%); obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-71,4%); instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (-55,2%) e carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (-18,6%).

Importações - Nas importações, a média diária até a segunda semana de julho de 2020 (US$ 493,03 milhões) ficou -36,1% abaixo da média de julho do ano passado (US$ 772,15 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária (-15,6%), com produtos da Indústria de Transformação (-34,7%) e com a Indústria Extrativista ( -58,9%).

Redução dos gastos - A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos agropecuários: látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-62,0%); trigo e centeio, não moídos (-14,3% ); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-42,2%); frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-21,4%) e milho não moído, exceto milho doce (-65,1%). Já na Indústria de Transformação, a queda das importações ocorreu devido à diminuição dos gastos com a compra de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-74,5%); plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (-97,4%); obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-40,2%); partes e acessórios dos veículos automotivos (-65,8%) e veículos automóveis de passageiros (-71,9%). Por fim, também caíram os gastos com as compras dos seguintes produtos da indústria extrativista: óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-38,2%); carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-70,6%); gás natural, liquefeito ou não (-100,0%); minérios de cobre e seus concentrados (-100,0%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (-75,8%). (Ministério da Economia)

Confira os dados completos da balança comercial

FOTO: Pixabay

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,388 e fecha no maior nível em duas semanas

cambio 14 07 2020Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e fechou no maior valor em duas semanas. A bolsa de valores, que tinha encerrado a semana passada no maior nível em quatro meses, reverteu a alta dos últimos dias e voltou a fechar abaixo dos 100 mil pontos.

Encerramento - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (13/07) vendido a R$ 5,388, com alta de R$ 0,064 (+1,21%). A moeda operou em alta durante toda a sessão, mas acelerou nos minutos finais de negociação até fechar na máxima do dia. A divisa acumula alta de 34,27% em 2020.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu durante quase todo o dia, mas reverteu o movimento e passou a cair na hora final de negociação, fechando a segunda aos 98.697 pontos, recuo de 1,33%.

Reflexos - O dólar e o câmbio passaram a registrar volatilidade após o governo da Califórnia anunciar o fechamento de diversos setores da economia decorrente da subida de casos de covid-19 no estado norte-americano. No início do dia, as bolsas na maior parte do planeta subiam refletindo a liberação de testes de duas vacinas pela agência reguladora de saúde nos Estados Unidos e um possível anúncio de nova rodada de estímulos pelo Banco Central Europeu.

Nervosismo - Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença. (Agência Brasil)

 

IBC-BR: Atividade econômica tem crescimento de 1,31% em maio

Após dois meses de forte queda, a atividade econômica brasileira registrou crescimento em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) subiu 1,31% em maio, em relação a abril deste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14/07), em Brasília, pelo Banco Central (BC). Essa foi a maior alta mensal desde junho de 2018, quando houve crescimento de 3,3%.

Queda - Sob efeitos da pandemia de covid-19, o IBC-Br teve queda de 9,45% em abril, e de 6,14%, em março, na comparação com o mês anterior. Em janeiro e fevereiro houve crescimento de 0,12% e 0,35%, respectivamente, de acordo com dados revisados.

Comparação - Na comparação com maio de 2019, no entanto, houve recuo de 14,24% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais).

12 meses - Em 12 meses encerrados em maio, o indicador teve retração de 2,08%. No ano, o IBC-Br registrou recuo de 6,08%.

Avaliação - O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, agropecuária e comércio e serviços, além do volume de impostos.

Acompanhamento mensal - O indicador foi criado pelo BC para fazer um acompanhamento mensal da atividade econômica. Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país em um determinado período. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Governo zera tarifas de 34 medicamentos usados no combate à Covid-19

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou o Imposto de Importação de 34 medicamentos usados no combate à covid-19. A resolução foi publicada nesta segunda-feira (13/07) no Diário Oficial da União.

Beneficiados - Entre os medicamentos beneficiados pela medida, estão Ivermectina, Fondaparinux, Varfarina, Nitazoxanida, Edoxabana e Rivaroxabana. O órgão também zerou a tarifa de máquinas para produção e embalagem de máscaras descartáveis de proteção respiratória. As máquinas deverão fabricar pelo menos 400 máscaras triplas com orelhas elásticas de estrutura compacta por minuto.

Bolsas de coleta - A resolução zerou o Imposto de Importação de bolsas para coleta de sangue com solução anticoagulante. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a Camex, órgão composto de representantes de vários ministérios presidido pelo Ministério da Economia, reduziu a zero a tarifa de 549 produtos relacionados ao enfrentamento da doença. O benefício vale até 30 de setembro.

Atrofia muscular - Em outra resolução publicada nesta segunda, a Camex zerou a tarifa de importação do medicamento Zolgensma, usada no combate à atrofia muscular espinhal (AME) em crianças de até dois anos. Cotada a R$ 12 milhões e sem fabricação no Brasil, a droga é considerada o medicamento mais caro do mundo, de acordo com o Ministério da Economia.

Anúncio - A desoneração do medicamento havia sido anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro na noite de sexta-feira (10/07), mas a decisão só foi oficializada nesta segunda.

Doença rara - Segundo o Ministério da Saúde, a AME é uma doença rara, degenerativa, passada de pais para filhos e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Variação - Varia do tipo 0 (antes do nascimento) ao 4 (segunda ou terceira década de vida), dependendo do grau de comprometimento dos músculos e da idade em que surgem os primeiros sintomas. Até o momento, não há cura para a doença. (Agência Brasil)

SAÚDE I: Brasil chega a 72,8 mil óbitos e 1,88 milhão de casos

Com 733 novas mortes por covid-19 registradas nas últimas 24 horas, o Brasil chegou ao total de 72.833 óbitos em função do novo coronavírus. A atualização diária foi divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta segunda-feira (13/07). O número de casos confirmados desde o início da pandemia chegou a 1.884.967. O sistema do Ministério da Saúde contabilizou 20.286 novos casos desde o balanço de domingo (12/07).

Acompanhamento - De acordo com o boletim do ministério, 657.297 pessoas estão em acompanhamento e 1.154.837 se recuperaram da doença. Há ainda 4.011 mortes em investigação.

Aumento - O aumento foi de 1%, tanto do número de mortes quanto do número de casos confirmados da doença se comparado com os dados de domingo (12/07). Mas na última semana, o número de mortes cresceu 11,2% e o número de casos confirmados, 16,1%.

Menor - Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos caso acumulados aos fins de semana.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,9%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 34,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 897.

Covid-19 pelo Brasil - Os estados com mais mortes são: São Paulo (17.907), Rio de Janeiro (11.474), Ceará (6.947), Pernambuco (5.652) e Pará (5.293). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (167), Tocantins (259), Roraima (397), Acre (430) e Amapá (478).

Estados - Os estados com mais casos confirmados desde o início da pandemia são: São Paulo (374.607), Ceará (137.206), Rio de Janeiro (132.044), Pará (126.509) e Bahia (106.891). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Mato Grosso do Sul (13.461), Tocantins (15.307), Acre (16.260), Roraima (22.627) e Rondônia (27.050). (Agência Brasil)

saude I tabela 14 07 2020

SAÚDE II: Paraná tem 1.072 mortos pela Covid-19

saude II 14 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (13/07) 1.040 novas confirmações e 44 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma 43.095 casos e 1.072 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 849 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estavam internados nesta segunda: 693 pacientes em leitos SUS (259 em UTI e 434 em leitos clínicos/enfermaria) e 156 em leitos da rede particular (57 em UTI e 99 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.053 pacientes internados, 519 em leitos UTI e 534 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 44 pacientes, todos estavam internados. São 18 mulheres e 26 homens, com idades que variam de 42 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 22 de junho a 13 de julho. Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (17), Campo Largo (2), Maringá (3), Paranaguá (5), Pinhais (4), São Jose dos Pinhais (4), além de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Colombo, Francisco Beltrão, General Carneiro, Itambé, Mandaguari, Paiçandu, Paula Freitas e São Pedro do Ivaí.

Municípios - 379 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 192 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 487 casos de residentes de fora. 17 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Exclusão: Um caso confirmado na data de 25/06 em Cascavel foi excluído por duplicidade de notificação. Um caso confirmado na data de 22/06 em Maringá foi excluído por duplicidade de notificação. Um caso confirmado na data de 07/07 em Rondon foi excluído por duplicidade de notificação. (Secretaria de Estado da Saúde)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Governo do Estado já abriu 913 leitos de UTI para Covid-19

saude III 14 07 2020O Governo do Estado abriu 913 novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos na rede pública desde o início da pandemia do novo coronavírus. A previsão é alcançar até 1,1 mil UTIs nos próximos dias, o que faria o Estado praticamente dobrar a oferta de unidades avançadas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Percentual - O número de novas unidades abertas já representa quase 70% das 1.315 UTIs adultas disponíveis no Paraná antes do começo da pandemia. Desde março, o esforço de enfrentamento à Covid-19 permitiu ampliar a estrutura de atendimento em 50 hospitais de 31 municípios, nas quatro macrorregionais de Saúde do Estado.

Incremento - Somente nas duas últimas semanas houve incremento de 106 novas unidades de terapia intensiva para tratamento da infecção. Vinte foram ativados nesta segunda-feira (13/07): dez no Hospital Cemil, em Umuarama, e dez no Hospital do Idoso, em Curitiba.

Enfermaria - Em paralelo, foram abertos 1.403 leitos de enfermaria em todas as regiões do Estado, 37 UTIs pediátricas e 70 enfermarias para crianças. Além disso, o governo entregou três hospitais regionais (Ivaiporã, Telêmaco Borba e Guarapuava), cujas conclusões estavam previstas para o final do ano. Também houve reforço de alas novas nos hospitais universitários de Londrina, Cascavel, Ponta Grossa e Maringá.

Investimento - Essa estrutura é parte de um investimento que já ultrapassou R$ 400 milhões no Paraná. “Em poucos meses abrimos praticamente a totalidade de leitos de UTI que o Estado disponibilizou para a população nos últimos 30 anos. Todos eles com insumos, equipes e recursos disponíveis. É um esforço muito grande para atender a população com dignidade”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Rede - O governador destacou a estratégia regionalizada, adotada desde o começo de 2019, e o apoio dos outros Poderes para a formatação dessa rede robusta. Foram R$ 130 milhões disponibilizados pela Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas para enfrentamento da pandemia.

Atendimento local - “O Paraná vinha implementando o atendimento local, perto da casa das pessoas, em parceria com os hospitais privados e filantrópicos. Essa rede foi fortalecida para a epidemia de dengue e potencializada com a Covid-19. Nunca abrimos tantos leitos em tão pouco tempo. É um legado que ficará para a saúde pública”, acrescentou Ratinho Junior.

Novos leitos - Segundo a Secretaria de Saúde, novos leitos serão ativados nos próximos dias para ampliar o atendimento. Na sexta-feira (17/07) serão abertas novas unidades no Hospital Regional de Guarapuava e até o fim do mês está prevista a inauguração do novo espaço da maternidade do Hospital Universitário do Norte do Paraná, em Londrina. A ala terá 30 leitos de UTI adulto e 42 leitos de enfermaria. O Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, deve ganhar mais seis leitos de UTI.

Estratégia regionalizada - “A estratégia regionalizada permite atendimento contra a Covid-19 perto da casa das pessoas. É uma estrutura que exige investimentos robustos e profissionais capacitados. O Governo do Estado não mediu esforços para aumentar a estrutura disponível para atender aqueles pacientes que desenvolvem quadros mais graves da doença”, explica o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

Histórico - No dia 26 de março, no primeiro mês da pandemia, o Estado tinha 3.603 leitos de atendimento especializado (públicos e particulares, adultos e infantis) espalhados pelo Paraná, dos quais 1.315 apenas de UTIs adultas.

Abertura gradual - A estratégia adotada pela Secretaria de Saúde foi de abertura gradual das novas vagas, conforme os espaços e as equipes foram sendo montadas nas unidades da capital e do Interior. Atualmente são quase 4,5 mil leitos no Estado, dos quais mais de 2 mil só de UTIs para adultos.

Secretaria de Saúde abre 106 leitos de UTI em julho - A Secretaria de Estado da Saúde abriu 106 novos leitos de UTI e 114 de enfermaria exclusivos para atendimento de pacientes acometidos pela Covid-19 apenas entre os dias 1º e 13 de julho. Os espaços foram entregues nas quatro macrorregionais de Saúde (Leste, Oeste, Norte e Noroeste).

Decretos - Esse reforço do Governo do Estado foi feito durante a vigência dos decretos estaduais que limitaram a circulação de pessoas em 141 municípios e evitou que as ocupações dos hospitais públicos, privados e filantrópicos alcançassem patamares ainda mais alarmantes.

Taxas de ocupação - Neste domingo (12/07) as taxas de ocupação eram de 73% e 53%, com 652 e 744 internados respectivamente, mas seriam de 80% e 57% se os atuais pacientes estivessem no quadro de leitos do começo do mês.

Registros - No começo do julho eram 23.965 casos e 650 óbitos, e, no domingo, o Paraná registrou 42.058 casos e 1.028 óbitos, crescimentos de 75,4% e 58,1%, respectivamente. Foram 17.936 casos e 454 óbitos em junho. Julho já acumula 19.435 casos e 392 óbitos.

UTIS - A macrorregião Leste ganhou 59 novos leitos. A ocupação atual é alta, de 88% (boletim do dia 12), mas estaria na casa de 98% sem esse reforço. As regionais de Curitiba e Região Metropolitana (2ª) e do Litoral (1ª), que pertencem a essa macrorregião, foram incluídas na legislação mais restritiva adotada nas últimas semanas.

Norte - Na macrorregião Norte, onde as regionais de Londrina e Cornélio Procópio foram impactadas pelo cálculo epidemiológico, foram implementados dez novos leitos de UTI no Hospital Universitário Regional. A ocupação atual de leitos de UTI na macrorregião é de 53%. No Noroeste houve incremento de dez novos leitos no Hospital Cemil de Umuarama.

Oeste - No Oeste, que concentra as regionais de Cascavel, Toledo e Foz do Iguaçu, houve incremento de mais 27 leitos de UTI. Foram quatro na Policlínica de Pato Branco, 13 no Hospital Municipal Padre Germano Lauck, em Foz do Iguaçu, e dez no Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel. A lotação atual está em 61%, com 131 leitos de UTI disponíveis.

Abertura - Também foram abertas 114 novas enfermarias nessas duas semanas nas quatro macrorregionais: 70 no Leste, 7 no Oeste, 17 no Noroeste e 20 no Norte. Na macrorregião que vai do Litoral a Guarapuava são 704 atualmente, com taxa de ocupação de 62%. Foram disponibilizadas 51 novas enfermarias em Curitiba e 19 em Ponta Grossa. Sem essas estruturas, a ocupação ficaria em torno de 70%.

A mais - No Norte foram implementadas 20 enfermarias a mais no Hospital Universitário de Londrina; no Oeste, sete a mais no Hospital Universitário de Cascavel; e, no Noroeste, duas no Hospital Municipal Thelma Vil e 15 no Hospital Universitário Regional de Maringá.

Leitos de UTI abertos em julho:

Hospital Regional do Litoral (Paranaguá) – 4

Hospital Santa Casa de Curitiba (Curitiba) – 20

Hospital São Vicente – Unidade Centro (Curitiba) – 5

Hospital Evangélico Mackenzie (Curitiba) – 10

Hospital do Idoso Zilda Arns (Curitiba) – 20

Policlínica de Pato Branco (Pato Branco) – 4

Hospital Municipal Padre Germano Lauck (Foz do Iguaçu) – 13

Hospital Universitário do Oeste do Paraná – HUOP (Cascavel) – 10

Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná – HURNP (Londrina) – 10

Hospital Cemil (Umuarama) - 10

TOTAL – 106

Leitos de enfermaria abertos em julho:

Hospital Santa Casa de Curitiba (Curitiba) – 20

Hospital São Vicente – Unidade Centro (Curitiba) – 8

Hospital do Idoso Zilda Arns (Curitiba) – 23

Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (Ponta Grossa) – 19

Hospital Universitário do Oeste do Paraná – HUOP (Cascavel) – 7

Hospital Municipal Thelma Vil (Maringá) – 2

Hospital Universitário Regional de Maringá (Maringá) – 15

Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná – HURNP (Londrina) – 20

TOTAL – 114

(Agência de Notícias do Paraná)

 


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