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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4867 | 17 de Julho de 2020

PROGRAMA DE INOVAÇÃO: Evento de lançamento estadual do novo ciclo é nesta sexta

 

O lançamento estadual do ciclo 2020/2021 do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense será realizado pelo Sistema Ocepar, nesta sexta-feira (17/07), em evento virtual que inicia às 14h, via plataforma Microsoft Teams. As atividades serão abertas pelo presidente da organização, José Roberto Ricken, e pelo superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. Mais de 280 pessoas se inscreveram para acompanhar a programação, que terá a participação da representante do Sistema OCB, Samara Araújo. Ela vai discorrer sobre o Inovacoop, um site temático voltado para o ambiente cooperativista.

 

Palestra - A programação contempla ainda a palestra com Carlos Piazza, embaixador no Brasil do Tech the Future, pela Houston University (EUA). O evento encerra com a apresentação da plataforma e das atividades previstas para serem executadas no ciclo 2020/2021 pelo Programa de Inovação.

 

Virtual - Em entrevista ao jornalista Alexandre Salvador, da rádio Paraná Cooperativo, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, adiantou que o diferencial deste ciclo é que ele será realizado majoritariamente de forma remota pelos participantes. “A grande novidade é que será 100% virtual e apenas dois laboratórios, em que o pessoal realmente coloca a mão na massa, serão feitos presencialmente, mais para o final do curso”, ressaltou. Ainda de acordo com ele, a fase anterior do programa foi bem sucedida. “Nós iniciamos este programa no dia 29 de abril de 2018, quando lançamos o primeiro ciclo 2018/2019, com 192 horas de treinamento. Ele foi de pleno sucesso, com a formação de 14 turmas e 380 pessoas concluíram o curso, de um total de aproximadamente 450 inscritos”, afirmou. Clique aqui para conferir na íntegra a entrevista.

 

inovacao 14 07 2020

 

 

G7: Lideranças do grupo tomam posse no Conselho Empresarial e de Infraestrutura do Paraná

 

Os presidentes das entidades representativas do setor produtivo que integram o G7, entre os quais o Sistema Ocepar, responsável atualmente pela coordenação do grupo, integram o Conselho Empresarial e de Infraestrutura do Paraná criado pelo governo do Paraná e cujos membros foram empossados oficialmente pelo governador Ratinho Junior, em cerimônia por videoconferência realizada nesta quinta-feira (16/07). De acordo com matéria publicada pela Agência de Notícias do Paraná, o Conselho tem o compromisso de “pensar o Paraná para os próximos 30 anos, criando linhas estratégicas de desenvolvimento com foco na modernização do Estado, geração de riquezas, justiça social e ampliação do bem-estar da população.” Na reportagem, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, afirma que a medida reforça a intenção do Governo do Estado em ser parceiro da sociedade civil organizada no desenvolvimento do Paraná. “A criação do Conselho demonstra desprendimento, senso democrático e a intenção em pensar no Paraná em primeiro lugar”, afirmou. “Nós, do setor empresarial, nos sentimos felizes e assumimos essa reponsabilidade de ajudar a criar o mapa estratégico do Paraná”, acrescentou. O presidente da Cooperativa Coamo, José Aroldo Gallassini, também faz parte do Conselho, como convidado. Veja abaixo a reportagem completa.

 

Governador dá posse ao Conselho Empresarial e de Infraestrutura do Paraná

Pensar o Paraná para os próximos 30 anos, criando linhas estratégicas de desenvolvimento com foco na modernização do Estado, geração de riquezas, justiça social e ampliação do bem-estar da população. Esse é o objetivo do Conselho de Desenvolvimento Empresarial e de Infraestrutura do Paraná, formalmente empossado nesta quinta-feira (16/07) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em cerimônia por videoconferência.

 

Objetivo - Esse é o objetivo do Conselho de Desenvolvimento Empresarial e de Infraestrutura do Paraná, formalmente empossado nesta quinta-feira (16/07) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em cerimônia por videoconferência.

 

Primeira vez - Criado por meio de decreto estadual em dezembro do ano passado, o grupo de trabalho se reuniu pela primeira vez para a posse dos 39 conselheiros. Os integrantes estão divididos entre agentes do Governo e do setor produtivo, dos mais diversos segmentos e de todas as regiões do Paraná.

 

Encontros mensais - A intenção, explicou Ratinho Junior, é que o Conselho se encontre mensalmente, sempre com uma pauta pré-definida relacionada a temas macros do Estado. Ele destacou que a formalização do órgão atrasou devido à pandemia do novo coronavírus. A expectativa agora, disse, é que a primeira reunião de trabalho ocorra já em agosto.

 

Ideia primordial - “A ideia primordial será planejar o futuro do Paraná, marcar um compromisso com o Estado. Um grupo especializado para pensar e deixar um legado de desenvolvimento para as futuras gerações”, ressaltou o governador. “É um conselho com independência, formado por bons paranaenses. Pessoas ligadas e que querem o bem do Paraná e não de um governo”, completou.

 

Inspiração - Ratinho Junior contou que a ideia de criar um grande conselho estadual para pensar o Paraná nasceu de uma experiência bem-sucedida aplicada na Região Noroeste. Criado há 25 anos, o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (CODEM) foi responsável por planejar, antecipar problemas e ajudar a transformar a cidade em uma das principais do Estado e do País. “Essa união com a sociedade civil organizada transformou Maringá. É essa união de esforços que queremos aplicar também no desenvolvimento do Paraná”, disse.

 

Gargalos - Um dos idealizadores do projeto, o vice-governador Darci Piana vai acumular a coordenação do grupo com a secretaria-executiva do órgão. Segundo ele, a intenção é identificar as principais demandas e apontar soluções para gargalos diversas áreas, como infraestrutura, logística, social e cultural do Estado.

 

Construção conjunta - “Vamos ouvir, conversar e construir juntos. Um grupo de ajuda permanente, com planejamento de médio e longo prazo, para organizar o Paraná”, afirmou. “Queremos pensar um Estado em que todos ganhem. Ser um instrumento de governança dinâmico e eficiente”, acrescentou Jefferson Nogarolli, representante da Região Noroeste e o outro secretário-executivo do grupo.

 

Destaques - A iniciativa de se criar um fórum permanente de discussão e planejamento do Estado recebeu elogios de diversos segmentos do setor produtivo. Presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken disse que a medida reforça a intenção do Governo do Estado em ser parceiro da sociedade civil organizada no desenvolvimento do Paraná.

 

Desprendimento - “A criação do Conselho demonstra desprendimento, senso democrático e a intenção em pensar no Paraná em primeiro lugar”, afirmou. “Nós, do setor empresarial, nos sentimos felizes e assumimos essa reponsabilidade de ajudar a criar o mapa estratégico do Paraná”, acrescentou Ricken.

 

Integrantes - Veja quem integra o Conselho de Desenvolvimento Empresarial e de Infraestrutura do Paraná:

 

GOVERNO

Carlos Massa Ratinho Junior – governador

Darci Piana – vice-governador

Guto Silva – chefe da Casa Civil

Valdemar Bernardo Jorge - secretário do Planejamento e Projetos Estruturantes

Sandro Alex - secretário de Infraestrutura e Logística

Renê Garcia - secretário da Fazenda

Mauro Rockenbach - secretário da Justiça, Família e Trabalho

Eduardo Bekin – Invest Paraná

Wilson Bley Lipski – BRDE

Heraldo Neves – Fomento Paraná

 

G7 + SEBRAE

Darci Piana/Ari Bittencourt - Fecomércio

Sérgio Luiz Malucelli – Fetranspar

Ágide Meneguette – Federação da Agricultura do Paraná

Carlos Valter Martins Pedro – Federação das Indústrias do Paraná

José Roberto Ricken – Ocepar

Camilo Turmina – Associação Comercial do Paraná

Marcos Tadeu Barbosa – Faciap

Vitor Tioqueta – Sebrae

 

MACRORREGIÃO

Junior Durski – Campos Gerais

Odacir Antonelli – Centro-Sul

Danilo Vendrúsculo - Oeste

Jefferson Nogarolli – Noroeste

Fernando Moraes – Norte

Adonai Arruda – Curitiba e Litoral

 

CONVIDADOS

Ricardo Gondo – Renault

Marlon Bonilha – Protork

Leonardo Petrelli – RIC

Guilherme Cunha Pereira – RPC

Antônio Espolador – Planeta Pé/Scarpini

Gilson Berneck – Berneck S/A

Félix Bordin – Grupo Barigui

Sérgio Bonacelli – ATT Logística

Cláudio Petrycoski - Petrycoski Fogões

Alceu Vezozzo – Bourbon

José Aroldo Gallassini – Coamo

Carlos Beal – Cia Beal Alimentos

Hélio Rotenberg – Grupo Positivo

Eder Maffissoni – Prati Donaduzzi

Mário Gazin – Móveis Gazin

 

(Agência de Notícias do Paraná)

 

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COVID-19 I: Comunicado 77 destaca a participação da Ocepar no Conselho Empresarial e de Infraestrutura do PR

covid 19 destaque 16 07 2020A inclusão do Sistema Ocepar como membro permanente do Conselho Empresarial e de Infraestrutura do Paraná, criado pelo governo do Estado e cujos membros foram empossados formalmente nesta quinta-feira (16/07) é um dos destaques do comunicado 77, publicado na manhã desta sexta-feira (17/07), pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 da entidade. Confira abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia 16 de julho, o Sistema Ocepar realizou reunião virtual com o banco Itaú para tratar das perspectivas e das estratégias futuras do cooperativismo paranaense.

2. O Sistema Ocepar realizou Reunião da Autogestão de forma virtual, no dia 16 de julho, com a cooperativa Coprossel, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

3. No dia 16 de julho, o Sistema Ocepar enviou o convite do Fórum dos Presidentes para as cooperativas paranaenses. Neste ano, pela primeira vez, o fórum será realizado de forma remota, no próximo dia 28 de julho. Acesse o convite clicando aqui.

4. A Secretaria de Estado de Saúde do Paraná – Sesa publicou, no dia 16 de julho, Resolução SESA Nº 913/2020, revogando a Resolução Sesa n° 855/2020.

5. O Governo do Paraná oficializou, no dia 16 de julho, o Conselho Empresarial e de Infraestrutura do Paraná, tendo como objetivos a criação de linhas estratégicas de desenvolvimento com foco na modernização do Estado, geração de riquezas, justiça social e ampliação do bem-estar da população. A Ocepar será membro permanente do Conselho. Para acessar a matéria, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COVID-19 II: Área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo tem novos destaques

covid II 17 07 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Sistema Ocepar realiza encontro virtual com a Coprossel

 

Com a duração de mais de duas horas em cumprimento a uma agenda cheia, foi realizada, no final da manhã desta quinta-feira (16/07), a reunião institucional, a 35ª na modalidade virtual, entre o presidente José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche e Robson Mafioletti, respectivamente do Sescoop/PR e Ocepar, coordenadores e técnicos do Sistema Ocepar e diretores, conselheiros e funcionários da Cooperativa Coprossel, com sede em Laranjeiras do Sul, no sudoeste do Paraná. A equipe da entidade estadual foi recepcionada pelo presidente da cooperativa, Paulo Pinto de Oliveira Filho.

Relato – Ricken fez uma exposição das ações desenvolvidas pela entidade que, mesmo virtualmente, tem mantido a interlocução com diversas autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, tanto na esfera estadual como federal, com representantes de entidades do setor produtivo e, sobretudo, com diretores da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e das cooperativas estaduais, visando estabelecer estratégias que garantam a continuidade das atividades essenciais do cooperativismo, especialmente nos ramos agropecuário, crédito, saúde e transporte. “Ninguém esperava por um problema dessa proporção, com consequências dramáticas para todo o mundo”, avaliou.  

Oportunidades – O presidente do Sistema Ocepar ponderou que as cooperativas têm se mantido ativas, observando com muito critério as determinações das autoridades sanitárias para evitar a proliferação da Covid-19 em suas instalações. Segundo ele, o setor tem correspondido às expectativas quanto à garantia do abastecimento de alimentos. “E, como o mercado está demandando bem, especialmente o mercado mundial, sobretudo em relação à proteína animal, isso nos tem favorecido”, disse, ao acrescentar que é importante “trabalhar para vencer esse momento crítico, ao mesmo tempo em que nos preparamos para participarmos da retomada da economia, no pós-pandemia.”  

Mercado – Ricken frisou que boa parte da produção do agronegócio brasileiro se destina a atender a demanda mundial. “Segundo a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, uma safra agrícola do Brasil é suficiente para suprir o consumo interno por seis anos. Então, o raciocínio deve ser no sentido de que uma parte deve ser destinada ao mercado interno, outra para reforçar os nossos estoques e quatro partes da safra para exportamos, pois o mercado externo deve ser o nosso foco, do ponto de vista comercial.”

Evolução – O presidente da Coprossel, Paulo Pinto de Oliveira Filho, falou sobre a evolução da cooperativa, nesses 29 anos de atuação, em termos de aumento no número de cooperados e de faturamento, bem como da elevação do grau de profissionalização da organização, resultado da capacitação dos seus funcionários e cooperados. Citou ainda o investimento em industrialização, como a fábrica de ração para atender os produtores de leite. “Estamos indo no caminho certo da agroindustrialização, conforme planejado até 2022. E o resultado do investimento em capacitação pode ser verificado nos níveis de produção de nossos cooperados, que têm produtividade de seis toneladas de soja por hectare. E temos de agradecer à Ocepar e ao Sescoop/PR que sempre têm nos ajudado a melhorar o desempenho da nossa cooperativa”, finalizou.

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DIA C: Com grande mobilização, Nova Produtiva arrecada doações para o Dia de Cooperar

A Cooperativa Agroindustrial Nova Produtiva, com sede em Astorga (PR) e nove unidades operacionais situadas no Noroeste do Estado, está mobilizando, neste mês de julho, colaboradores, cooperados e sociedade, a fim de arrecadar doações para o Dia C, Dia de Cooperar.

Responsabilidade social - O Dia C é um grande movimento de responsabilidade social das cooperativas brasileiras, nascido em Minas Gerais e nacionalizado em 2015. Somente em 2019, em todo o país, foram 1.977 cooperativas participantes em 1.257 municípios, com 1.604 iniciativas que beneficiaram mais de 2,6 milhões de pessoas.

Campanha - O envolvimento das unidades, departamentos e setores ocorre pela Campanha Nova Solidária, ação criada dentro da própria cooperativa, por meio de doações de alimentos, produtos de higiene e limpeza, roupas e calçados em bom estado, doados pelos próprios colaboradores.

Grãos - Já os cooperados participam da campanha colaborando com doações de grãos, que serão convertidos em valores e direcionados às instituições hospitalares onde a Nova possui unidades operacionais.

Continuidade - As ações continuarão até o dia 23 de julho, quando será realizada #LiveNovaSolidária, que agregará um show da dupla astorguense Brenno & Matheus e o evento técnico iNovatec de Inverno, transmitidos pelos canais da Nova no Facebook e YouTube, com objetivo de receber doações que serão direcionadas ao hospital regional Cristo Rei de Astorga.

Orgulho - A Cooperativa Agroindustrial Nova Produtiva, que completa 21 anos no dia 23 de julho, sente-se orgulhosa em fazer parte e contribuir para o desenvolvimento social e cultural de sua área de ação, fazendo jus à responsabilidade social, um dos princípios cooperativistas exercidos junto à comunidade. (Assessoria Nova Produtiva)

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FRÍSIA: Debate virtual da Digital Agro aponta importância da tecnologia para transformação da cadeia produtiva

frisia 17 07 2020O digital como peça fundamental do agro, a nova percepção do consumidor e a pandemia de Covid-19 provocando a aceleração da transformação da cadeia produtiva foram algumas das definições apontadas pelos convidados de “O novo normal do agro”, evento online da Digital Agro. Lançada oficialmente na quarta-feira (15/07), a feira é uma das principais no segmento de tecnologia e inovação digital no campo do Brasil e acontecerá em 2021, entre os dias 13 e 15 de julho na Expo Barigui, em Curitiba (PR).

Distanciamento - Respeitando o distanciamento social e as orientações do Ministério da Saúde, cada participante do evento estava em suas respectivas residências ou escritórios. O governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, destacou a importância da Digital Agro, desenvolvida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, para o novo momento do agronegócio, em que “estamos saindo da enxada” para smartphones e tablets. Ele destacou o Paraná como o maior produtor de alimentos por metro quadrado do mundo, lembrando que o uso da tecnologia é um dos principais motivos para o Estado atingir esse resultado.

Terceira grande revolução - Já o secretário de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, lembrou que o agro realiza com frequência lançamentos tecnológicos e que o segmento está vivendo a “terceira grande revolução agrícola”, em que se busca a eficiência com genoma, manejo de pragas, entre outras inovações.

Mesa redonda - Mediado pelo fundador da M.Prado Consultoria Empresarial, Marcelo Prado, o evento online aconteceu em formato de mesa redonda sobre os temas “Novos comportamentos e novas formas de trabalho”, “Uso de tecnologias - o que veio para ficar?”, “O que mudou nos mercados?” e “Qual o legado do novo normal para o mundo?”.

Acesso a alimentos - O diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, afirmou que, para atender os cerca de dois bilhões de pessoas no mundo que têm acesso limitado a alimentos, as novas tecnologias são um grande aliado. Greidanus reforçou ser necessário “nos anteciparmos a movimentos do novo normal e às tendências da pandemia”, lembrando que o investimento em pesquisa é fundamental, como já acontece com a Fundação ABC, uma das principais instituições de pesquisa aplicada do País.

Plataforma - A Fundação ABC, que tem as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal como mantenedoras, desenvolveu o sigmaABC, plataforma que já está sendo usada, inicialmente, por alguns cooperados da Frísia, mas em breve deverá ser ampliado aos demais. Greidanus explicou que o sigmaABC é um sistema de gestão integrado, com informações organizadas, de fácil acesso e em qualquer lugar.

Novo consumidor - Presidente da MSD Saúde Animal Brasil, Delair Bolis afirmou que o “novo consumidor” rompeu a barreira do “on” e do “offline”. “Vamos digitalizar o contato com o cliente? Não. Mas estamos presentes junto ao cliente. A produtividade como um todo melhorou. O digital veio para te ajudar, ser mais rápido e presencial”.

Teletrabalho - Sergi Vizoso, vice-presidente sênior da Divisão de Soluções para a Agricultura da BASF na América Latina, lembrou que o teletrabalho, por mais que seja algo que veio para ficar, não pode ser tratado de forma igual para as pessoas. Para ele, cada caso tem que ser analisado. Vizoso também destacou que a importância da tecnologia está em trazer valor para as pessoas.

Aplicação - Leandro Moura, diretor-presidente da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), disse ser importante aplicar as tecnologias em cima do que “a gente já tem, revisitar os nossos processos, trazendo benefícios gigantescos”. Bolis, da MSD, afirmou que a “crise não acaba com empresa e tecnologia não acaba com emprego”. Para ele, é preciso democratizar a tecnologia, exemplificando que grande parte dos produtores rurais tem WhatsApp, mas poucos têm acesso ao 4G.

Lançamento - Recentemente, a Frísia lançou a plataforma Digital Agro que, além da feira, integra o Connection (seleção de startups para atender aos desafios do campo), Ideas (que organiza sugestões de melhorias de toda a cadeia a qual a cooperativa está inserida) e o News (com seleção de informações importantes para o segmento). Com a plataforma, a cooperativa gera conexão entre diversos setores para fortalecer as ações e apresentar resultados de alto nível.

Transmissão - O evento virtual foi transmitido via YouTube, no canal da Frísia, onde é possível rever a gravação do debate, e no site Notícias Agrícolas.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COCARI: Cooperativa exibe Dia de Campo Digital de híbridos de milho em Bom Sucesso (PR)

Permitindo que o produtor compare as variedades, em condições de clima e solo semelhantes aos da sua propriedade, os eventos de Dia de Campo dão informações para que o agricultor possa tomar a melhor decisão de plantio para a próxima safra na sua lavoura. Nesta quinta-feira (16/07), às 18h30, foi transmitido o Dia de Campo Digital em Bom Sucesso, no Paraná, com análises técnicas sobre o cultivo de híbridos de milho. Mais de 13 mil pessoas foram alcançadas pela exibição nas redes sociais da cooperativa.

Segurança - O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, reforçou a importância da continuidade da realização dos Dias de Campo de forma segura, para oferecer informações aos produtores. “O que nós não queremos e que não podemos permitir é que o produtor perca as informações, perca aquilo que está sendo feito no desenvolvimento das culturas, para que ele possa conseguir maior produtividade com maior benefício e melhor resultado”, resumiu.

Novos híbridos - O superintendente de Logística Integrada, Jacy César Fermino da Rocha, destacou que este Dia de Campo da Cocari apresenta os novos híbridos de milho dos fornecedores da cooperativa, para que os produtores possam avaliar a sua rentabilidade.

Milho safrinha - Segundo a gerente das unidades de Bom Sucesso e São Pedro do Ivaí, Marcia Regina Alviano Caetano, a Cocari está no município desde 1980, onde há seis mil hectares de área total agricultável. “Na safrinha, estamos com uma área total de dois mil hectares de milho. A segunda safra, para o produtor, é importante, é uma oportunidade de agregar maiores lucros, assim como diminuição dos custos. Agradecemos a todos que, de uma forma ou de outra, fizeram com que este evento fosse possível”, finaliza.

Transparência - Para o cooperado Cleber Gilson Gasparelo, proprietário do Sítio Santa Rita, onde o Dia de Campo foi realizado, o evento permite que o produtor veja qual é realmente a melhor variedade para ser cultivada, em uma demonstração transparente do que é mais apropriado para o produtor local.

Consultoria - A transmissão contou com a participação do consultor em gerenciamento de riscos da Stone X do Brasil, Leonardo Martini, que comentou a situação do mercado de milho no Brasil e no mundo.

Sorteios - Durante a transmissão, que ocorreu pelas redes sociais da cooperativa, os produtores foram presenteados com sorteios de produtos oferecidos por empresas parceiras da Cocari. Além disso, a comunidade que acompanhou o evento também concorreu a brindes e pôde assistir à apresentação musical da dupla Douglas e Vinicius.

Assista nas redes sociais - Para rever o evento e consultar todas as informações apresentadas pelo Departamento Técnico, acesse os perfis @cocaricoop no Facebook ou no Youtube. O próximo Dia de Campo Digital da Cocari será realizado no dia 23 de julho, próxima quinta-feira, em Cruzmaltina-PR. Até lá! (Imprensa Cocari)

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C.VALE: Cooperativa adota medidas rígidas para identificar pessoas com sintomas da Covid

cvale 17 07 2020A C.Vale, com sede em Palotina, Oeste do Paraná, adotou medidas rígidas para identificar pessoas com sintomas da Covid-19. O presidente da cooperativa, Alfredo Lang, diz que os cuidados são ainda maiores nos abatedouros de frangos e de peixes que funcionam na cidade. Ele revelou que a cooperativa investiu volumes elevados para minimizar os riscos de contaminação pelo novo coronavírus. Clique aqui para conferir o vídeo. (Com informações da Assessoria de Imprensa da C.Vale)

 

COOPAVEL: Fosbury ganha quatro prêmios do FestVídeo com filme do Show Rural 2020

coopavel 17 07 2020A agência Fosbury foi premiada em todas as categorias que inscreveu trabalhos no FestVídeo 2020, o maior festival de publicidade do interior do Brasil, anunciado na última quarta (15/07), em Ribeirão Preto (SP). Foram dois ouros nas categorias Craft e Vídeo Online Marca/Serviço, uma prata em Storytelling/Branded Content e um bronze em Comercial Institucional de Serviço.

História - O filme, criado em parceria com as produtoras Fine Art Filmes, Rozzen Produções e Toro Audio, conta a história de Márcio, um agricultor com deficiência visual que reinventou sua maneira de trabalhar no campo. O objetivo do filme é inspirar agricultores de todo o Brasil a melhorar sua produtividade visitando o Show Rural Coopavel, o maior evento do agronegócio da América Latina. O evento, que aconteceu de 3 a 7 de fevereiro, bateu todos os recordes de público, recebendo 298.910 visitantes.

Objetivo - O Prêmio FestVídeo, criado há 30 anos, é avaliado por profissionais de criação, produção e marketing de grandes empresas e tem como objetivo destacar os trabalhos mais criativos e relevantes do interior do Brasil.

Link - Confira o vídeo no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=dOKWQ8y9qtQ&feature=youtu.be

Agência

Fosbury

Diretores de Criação

Samuel Grolli

Rodrigo Sakata

Diretor de Arte

Gabriel Pauli

Redatores

Waldir Haoach Jr.

Samuel Grolli

Produtora

Fine Art Filmes

Diretor de Fotografia

Anderson Baggio

Assistente de Direção

Bruno Alques Siqueira Gaffer

Edwarti Zahfeld

Color Grading

Jeferson Luiz Dona

Produção Executiva

Gabriela Gonçalves

Sound Design, Mixagem e Masterização

Toro Audio

Produção de Trilha

Rozzen Produções

Composição

Renan Paludo

Produção, Mixagem e Masterização:

Lucas Stiw e Renan Paludo

(Imprensa Coopavel)

 

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Paraná lança relatório sobre usos e gestão de recursos hídricos

desenvolvimento sustentavel 17 07 2020O Paraná é o primeiro Estado brasileiro a elaborar o Relatório de Conjuntura de Recursos Hídricos do seu espaço geográfico. O trabalho foi realizado pelo Instituto Água e Terra, vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea).

Referência - O relatório foi apresentado terça-feira (14/07), como uma importante peça de referência para acompanhamento e gestão dos recursos hídricos no Estado. O trabalho apresenta um retrato atualizado de usos e gestão das bacias hidrográficas em todo o território paranaense, incluindo as suas fronteiras.

Radiografia - O secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, falou sobre a iniciativa pioneira no Brasil que, durante a apresentação, foi muito destacada pelos representantes da Agência Nacional de Águas e pelo Ministério de Desenvolvimento Regional. “É uma radiografia das bacias paranaenses que norteará as tomadas de decisões governamentais quanto ao uso e gestão da água”, disse Nunes, ressaltando que o documento irá embasar a prestação de contas do Governo de Estado junto a Assembleia Legislativa, além de ser disponibilizada para a sociedade.

Marco - De acordo com o presidente do Instituto Água Terra, Everton Luiz de Souza, o documento representa um marco da gestão de recursos hídricos do Estado do Paraná. Ele traz a história construída nos últimos anos pelo órgão gestor que já teve várias denominações (hoje IAT), mas sempre preservando a herança patrimonial das águas paranaenses e respeitando o legado de informações de gestão, acumulado ao longo dos anos.

Utilização adequada - “O Relatório de Conjuntura Hídrica do Paraná permite a utilização adequada desses recursos e a disponibilização para a sociedade. O relatório tem essa ambição. De mostrar o desafio de se fazer essa publicação, com dados e informações que ajudem os empreendedores ao fazer investimentos no Estado e, também, para próprio Instituto Água e Terra mostrar qual é o arsenal usado para as tomadas de decisões”, disse.

Instrumento vai subsidiar o Plano Nacional de Recursos Hídricos - A elaboração do relatório foi instituída pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Paraná por meio da Resolução número 01 de 24 de julho de 2019. Está estruturado em seis capítulos com informações sobre ciclo da água e conjuntura; quantidade e qualidade; usos, gestão, segurança hídrica e novos desafios. Tem periodicidade quadrienal e será atualizado com informes anuais.

Principais alterações - O objetivo desses informes, nos intervalos das edições plenas, será identificar as principais alterações relacionadas à situação e à gestão dos recursos hídricos ocorridas no ano precedente. Os dados referentes à disponibilidade e demanda servirão para subsidiar a elaboração do Plano de Recursos Hídricos Nacional, além de apresentar os avanços da gestão no Estado do Paraná.

Conferência de apresentação teve manifestação de reconhecimento - A apresentação contou com a participação dos órgãos que auxiliaram na elaboração do instrumento, representantes do Ministério do Desenvolvimento Regional, Ibama, secretários de Estado, Comitês de Bacias, Sanepar, Ministério Público Estadual, dentre outros, além da equipe técnica do Instituto Água e Terra e da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

Reconhecimento - Os participantes manifestaram reconhecimento ao trabalho. Henrique Pinheiro Veiga, diretor do Departamento dos Recursos Hídricos e Revitalização de Bacias Hidrográficas, do Ministério do Desenvolvimento Regional, ressaltou o trabalho como importante instrumento para fortalecer o Sistema Nacional de Recursos Hídricos e subsidiar o Plano Nacional para 2021 a 2024”.

Forma integrada - “Não tem como pensar em recuperação hídrica se não for de forma integrada. E o Paraná tem um histórico que referenda a capacidade dessa equipe. Esse processo foi construído com qualidade técnica, alinhado com a Agência Nacional de Águas e representa um convite para que outros Estados façam o mesmo”.

Parceria - A parceria entre o IAT, Agência Nacional de Águas e Instituto de Pesquisa Aplicada foi destacada por Bolivar Pêgo Filho, do Ipea. “Uma parceria extremamente exitosa. Essa pesquisa tem um caráter muito forte na questão federativa, sobre as reflexões diversas de melhorar as políticas públicas. Não tenho dúvida que é um produto de alta qualidade, diante da equipe que contribuiu para isso”.

Gratificante - O diretor da Agência Nacional de Águas, Marcelo Cruz, também falou sobre a parceria. “Ver toda essa emoção e o pioneirismo do Paraná é muito gratificante para todos que fizeram parte desse trabalho”, disse ele. “Que essas informações se transformem em um banco de dados para que possamos atuar de forma conjunta na implementação de políticas públicas efetivas para a preservação hídrica do Estado”.

Compromisso - “O pecado mais fácil de um gestor é a omissão. Se um dia houver um comprometimento lá na frente, vão olhar para trás e reconhecer que os técnicos que elaboraram esse trabalho não se furtaram”, disse o diretor de Políticas Ambientais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Rasca Rodrigues. Para o promotor de Maringá, do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) o trabalho tranquiliza a população quanto a gestão de recursos hídricos. "O Paraná está na frente”, disse. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ECONOMIA: Guedes promete entregar primeira parte da reforma tributária na terça

economia 17 07 2020A primeira parte da proposta de reforma tributária do governo será enviada ao Congresso na terça-feira (21/07), disse nesta quinta-feira (16/07) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em transmissão ao vivo promovida por uma corretora, ele informou que pretende ir à casa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) entregar uma versão fatiada do texto sem o imposto sobre pagamentos eletrônicos, que ficaria para uma segunda etapa.

Reforma - Segundo Guedes, a primeira parte da proposta do governo sobre a reforma tratará apenas a unificação de impostos federais e estaduais num futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. O texto do governo será unificado às propostas da Câmara e do Senado que tramitam na comissão mista desde o início do ano.

Unificação - O IVA dual prevê a unificação de diversos tributos em dois impostos: um federal e outro regional. Em tese, tributos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) poderiam ser unificados, mas o ministro apenas explicou que, no nível federal, o IVA fundirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Começo - “Temos que começar pelo que nos une. Vamos começar com o IVA dual. Vamos acabar com o PIS e a Cofins. Isso já está na Casa Civil”, disse o ministro. Ele não explicou o que será feito do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, e do Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

Pronta - De acordo com o ministro, a primeira parte da proposta da equipe econômica sobre a reforma tributária está pronta “há muito tempo”, mas não foi ainda enviada ao Congresso porque dependia do “processamento político”. “A reforma tributária está pronta, está na Casa Civil o primeiro tranche [fatia]. Segue para o Congresso e vai ser entregue ao senador Davi Alcolumbre. Vamos levar a proposta para o presidente do Senado. Nós vamos à casa do Davi na terça-feira”, declarou.

Imposto sobre pagamentos - Guedes enfatizou que a criação de um imposto sobre pagamentos eletrônicos ficou para a segunda fatia da reforma tributária. Apesar de o tributo incidir sobre transações, ele negou que se trate da recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). “Nós temos que examinar bases mais amplas de tributação. Comércio eletrônico é uma base ampla, pagamento eletrônico também. Não é o mesmo imposto mudando de nome”, alegou.

Taxação de dividendos - Em relação à taxação de dividendos (parcela dos lucros de uma empresa distribuída aos acionistas), o ministro confirmou que pretende propor a medida. A incidência de Imposto de Renda sobre os dividendos, no entanto, seria compensada pela diminuição do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). “Vai ter imposto sobre transação? Estamos estudando ampliar a base. Vai ter imposto sobre dividendo? Vai. O Imposto de Renda da Pessoa Jurídica vai cair”, declarou.

Microempresas - Em relação ao crédito para as micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia, o ministro admitiu que o governo enfrenta dificuldades para fazer o crédito chegar à ponta. No entanto, prometeu irrigar os pequenos negócios com R$ 300 bilhões e aumentar os limites que os bancos podem conceder em financiamento, sem detalhar as medidas. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

PNAD COVID-19: Desemprego sobe para 13,1% e atinge 12,4 milhões na 4ª semana de junho

A taxa de desocupação subiu para 13,1% na quarta semana de junho, em relação à semana anterior. Isso corresponde a 12,4 milhões de pessoas desocupadas. Essa é a maior taxa desde o início de maio, quando começou a PNAD COVID19, e resulta da queda de 84 milhões para 82,5 milhões (-1,5 milhão) de pessoas ocupadas na semana. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (17/07) pelo IBGE.

População ocupada - “Em relação à primeira semana de maio, o movimento também é de queda na população ocupada, aumento da desocupada e consequentemente aumento da taxa de desocupação. A população desocupada e em busca de ocupação aumentou 26%, em comparação com a primeira semana de maio”, disse a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

Afastadas temporariamente - A pesquisa mostra também que continua caindo o número de pessoas ocupadas que estavam temporariamente afastadas do trabalho presencial devido ao distanciamento social na quarta semana de junho, passando de 11,1 milhões para 10,3 milhões, na comparação com semana anterior. No início de maio, eram 16,6 milhões. “Isso é resultado de pessoas que podem estar retornando ao trabalho, mas também devido a um possível desligamento dessas pessoas do trabalho que elas tinham”, analisa Maria Lúcia.

Ocupados - Entre os ocupados, 8,6 milhões trabalharam de forma remota, o que representa 12,4% de trabalhadores não afastados do trabalho em virtude da pandemia. Esse grupo segue estável desde a primeira semana de maio (8,5 milhões).

Fora da força de trabalho - A coordenadora da pesquisa observa ainda queda no total de pessoas que estavam fora da força de trabalho, mas gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho devido à pandemia ou por falta de trabalho na localidade em que vivem (17,8 milhões). “A pandemia vem, cada vez mais, deixando de ser o principal motivo que as pessoas alegam para não ter procurado trabalho”, disse ela.

Informalidade - Já a taxa de trabalhadores na informalidade ficou em 34,5% na quarta semana de junho, atingindo 28,5 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,9 milhões.

Quem são - Entre os informais estão os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.

Idade para trabalhar - Na quarta semana de junho, o IBGE estima que 170,1 milhões pessoas estavam em idade para trabalhar, mas somente 82,5 milhões estavam ocupadas, número menor que a semana anterior (83,9 milhões) e que primeira semana de maio (83,9 milhões). Ou seja, menos da metade (48,5%) estava trabalhando na quarta semana de junho.

Saúde - Já relação aos dados de saúde, Maria Lúcia destaca que há quatro semanas consecutivas o número de pessoas que se queixaram de algum dos sintomas de síndrome gripal segue estatisticamente estável, em torno de 15,4 milhões. Na primeira semana de maio, contudo, 26,8 milhões de pessoas estavam sintomáticas.

Estável - A maioria dos sintomas também ficou estável na quarta semana de junho, frente à anterior, com exceção de dor nos olhos, cujas queixas caíram de 1,9 milhão para 1,6 milhão. Dor de cabeça foi a mais relatada (7,2 milhões), seguida por nariz entupido ou escorrendo (5,7 milhões), tosse (4,8 milhões), dor muscular (4 milhões), dor de garganta (3,6 milhões), fadiga (2,2 milhões), perda de cheiro ou de sabor (2 milhões) e dificuldade de respirar (1,9 milhão).

Atendimento - Entre as pessoas que tiveram algum desses sintomas, 3,1 milhões buscaram atendimento médico, sendo que 46,5% disseram ter ido a postos de saúde públicos, 21,7% a prontos-socorros e outros 20,6% a hospitais do SUS. Já na rede privada, 10,4% procuraram ambulatório ou consultório privado ou ligado às forças armadas, 3,2% foram para prontos-socorros privados e 11,5% para hospitais privados.

Hospital - Ao todo, 982 mil buscaram atendimento em hospital, público, particular ou ligado às forças armadas, e 119 mil ficaram internados.

Atitudes - Entre as pessoas que tiveram algum sintoma, 79,9% não procuraram nenhum atendimento ou estabelecimento de saúde na quarta semana de junho. Já 58,1% tomaram remédio por conta própria. Outros 13,1% tomaram medicamento com orientação médica. Além disso, 4,3% ligaram para algum profissional de saúde e 2,1% receberam visita de algum profissional de saúde do SUS.

A pesquisa - A PNAD COVID19 é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal. O IBGE faz divulgações semanais e uma mensal da pesquisa. A pesquisa se enquadra como um dos produtos das Estatísticas Experimentais. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Adeni Britto / CMSJC

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LEI 14.026: Publicados 12 vetos ao Marco Legal do Saneamento

lei 17 07 2020O presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar 12 trechos do Marco Legal do Saneamento Básico (Lei 14.026, de 2020). A mensagem de veto foi publicada na edição desta quinta-feira (16/07) do Diário Oficial da União. A nova norma abre caminho para atrair investimento privado para o setor com o intuito de universalizar o tratamento de esgoto e o abastecimento de água no país.

Surpresa - O projeto (PL 4.162/2019) que deu origem à lei passou pelo Senado no fim de junho e foi aprovado com certa resistência de oposicionistas, que já se manifestaram sobre os vetos nas redes sociais. Na sessão virtual de Plenário desta quarta-feira (15/07), parlamentares também se mostraram surpresos com alguns pontos que foram barrados pelo Poder Executivo. 

Contrato de programa - Atualmente, as cidades firmam acordos diretamente com empresas estaduais e municipais de água e esgoto, sob o chamado contrato de programa, que contém regras de prestação e tarifação, mas permite que as estatais assumam os serviços sem concorrência.  O novo marco regulatório extingue esse modelo, transformando-o em contrato de concessão, com a concorrência de empresas privadas em condições de igualdade com estatais. 

Renovação - Um dos trechos vetados permitia a renovação desses contratos de programa sem licitação até 31 de março de 2022, com prazo máximo de vigência de 30 anos. A iniciativa, prevista no artigo 16, foi fruto de acordo entre o Congresso e governadores, mas o governo alegou que tal prazo é demasiado e acaba postergando soluções importantes para o setor. 

Descompasso - "A proposta, além de limitar a livre iniciativa e a livre concorrência, está em descompasso com os objetivos do novo marco legal, que orienta a celebração de contratos de concessão, mediante prévia licitação, estimulando a competitividade da prestação desses serviços com eficiência e eficácia, o que por sua vez contribui para melhores resultados", alega o governo na justificativa para o veto. 

Blocos - O serviço de saneamento hoje nos municípios pequenos e com poucos recursos se dá por meio de subsídio cruzado: as grandes cidades atendidas por uma mesma empresa ajudam a financiar a expansão do serviço nas menores e mais afastadas. A nova lei autoriza a formação de blocos, ou seja, um conjunto de prefeituras que poderão contratar de forma coletiva. 

Apoio da União - Um dos pontos vetados pelo presidente Jair Bolsonaro obrigava a União a apoiar com dinheiro e assistência técnica a organização e a formação desses blocos municipais. A alegação do Ministério da Economia para o veto foi de que a referida obrigação não foi acompanhada do cálculo de impacto financeiro e orçamentário, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias. 

Resíduos sólidos - O governo vetou todo o artigo 20, que excluía o setor de resíduos sólidos de algumas regras aplicadas aos serviços de água e esgoto.

Isonomia - Conforme o Executivo, tal comando acabava com a isonomia entre as áreas, impactando negativamente na competição saudável entre os interessados na prestação desses serviços, "além de tornar menos atraente os investimentos, em descompasso com a almejada universalização, foco do novo marco do saneamento, que busca promover ganhos de qualidade, efetividade e melhor relação custo-benefício para a população atendida". 

Prioridade - A lei recém-sancionada diz que a aprovação do licenciamento de projeto de saneamento básico terá prioridade sobre os demais que tramitem nos órgãos ambientais. O governo, no entanto, se mostrou contrário a esse benefício. 

Risco - Segundo o Executivo, haveria o risco de gerar insegurança jurídica por se tratar de uma invasão na competência dos municípios. Além disso, haveria uma ofensa à Constituição por tratar em lei ordinária de um tema reservado à lei complementar. 

Conselho Nacional - O artigo que conferia ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) a competência para acompanhar a execução do Plano Nacional de Saneamento Básico (PNSB) também foi vetado. Ouvidos os ministérios da Justiça e de Desenvolvimento Regional, o presidente alegou que, ao inserir nova atribuição ao conselho, ocorreria alteração nas regras de competência, funcionamento e organização de um órgão do Poder Executivo, resultando na usurpação da competência privativa de iniciativa do presidente da República. 

Subdelegação - Outro ponto vetado diz respeito à subdelegação de serviços. O projeto permitia à empresa vencedora da licitação subdelegar mais de 25% do valor do contrato para outras empresas, sem prévia autorização municipal. 

Desprestígio - Para a equipe econômica, isso "desprestigia as regras de escolha do poder concedente estabelecida na legislação e permite, ainda, onerar a prestação do serviço com custos não estimados em princípio.” 

Alienação - Outro veto do presidente recaiu sobre novas regras para indenização de investimentos não amortizados das prestadoras de serviço de saneamento. O veto retirou da lei aprovada no Congresso a previsão de que a administração pública pudesse assumir os serviços de saneamento de estatais que passarem por alienação acionária, mediante indenização. 

Insegurança jurídica- Segundo o governo, tal medida geraria insegurança jurídica por estar em descompasso com a Lei de Concessões (Lei 8.987, de 1995). Além disso, por razões técnicas, seria inviável o pagamento de indenização, que poderia até ser considerada como um enriquecimento ilícito por parte do titular. 

Análise - Os vetos serão avaliados pelo Congresso Nacional, que pode mantê-los ou derrubá-los. (Agência Senado)

FOTO: Pref. Municipal de Bagé

 

MELHOR HORA: Aplicativo mostra horários com menor movimento em supermercados e farmácias

melhor hora 17 07 2020Uma solução criada pela Receita Estadual do Paraná, com base na emissão de Notas Fiscais Eletrônicas em farmácias e supermercados, permite que os consumidores paranaenses possam escolher os horários com menor fluxo de pessoas nos estabelecimentos e fazer suas compras com mais tranquilidade e segurança.

Intensidade - Desenvolvido em conjunto pelas secretarias da Fazenda e da Comunicação Social e da Cultura, e pela Celepar, o aplicativo Melhor Hora Paraná mostra a intensidade de movimentação com base no momento em que cada Nota Fiscal Eletrônica ao Consumidor (NFC-e) é gerada no sistema.

Aglomerações - Quanto mais documentos emitidos, mais vendas foram efetuadas o que significa, consequentemente, que há mais pessoas nesses locais. Desta forma, o cidadão pode evitar os horários mais propícios a aglomerações.

Filtro - O usuário deve utilizar o filtro para escolher qualquer um dos 399 municípios paranaenses. Nas dez cidades que mais emitem NFC também é possível selecionar por bairro. “Assim, o cidadão pode optar por ir ao supermercado ou à farmácia da sua região em horários com menor fluxo de pessoas”, explica o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior.

Contribuição à sociedade - Para criar o aplicativo, a Receita Estadual do Paraná inspirou-se em uma iniciativa semelhante desenvolvida no Estado de Rondônia. O objetivo principal é contribuir com a sociedade paranaense para evitar aglomerações durante a pandemia. É mais um serviço do Governo do Paraná para ajudar no combate à disseminação da Covid-19, completa o diretor da Receita Estadual, Roberto Zaninelli Covelo Tizon.

Auxílio - “Estamos disponibilizando, por meio da tecnologia, um aplicativo que auxilia o cidadão para fazer suas compras presenciais de uma forma mais segura, evitando momentos de maior aglomeração, com o objetivo de preservar a saúde. Esta medida vem ao encontro de uma missão que temos em mente na empresa, a de salvar vidas”, finaliza o presidente da Celepar, Leandro Moura.

Serviço - O Melhor Hora Paraná está disponível para computadores e celulares Android e iOS no endereço http://www.melhorhora.pr.gov.br.

Informações - Mais informações no site http://www.coronavirus.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

LEGISLATIVO: Paraná mostra a deputados preocupação com aumento de casos da Covid-19

legislativo 17 07 2020A chegada do inverno e do período de chuvas preocupa autoridades paranaenses que temem aumento de casos de Covid-19 no estado. A taxa de ocupação das UTIs em Curitiba já está em 96% e no restante do estado, em 74%.

Reunião virtual - A comissão externa da Câmara dos Deputados para o enfrentamento à Covid 19 realizou reunião virtual nesta quinta-feira (16/07) para saber como está a situação da pandemia no Paraná.

Remédios - O secretário de saúde do estado, Carlos Alberto Preto, destacou que ainda há capacidade para atender pacientes que precisam de UTI, mas é preciso garantir os remédios para intubação, equipamentos e testes para a população. “Nós temos pelo menos 750 leitos novos. Fizemos um esforço muito grande e por isso até agora praticamente não tivemos aqui a espera de paciente, estamos conseguindo dar vazão à demanda”, informou.

Movimentação - O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, destacou que a movimentação da pandemia para o Sul do País já era esperada e por isso seus efeitos devem ser minimizados com o preparo da região. “Nesse momento nós temos a vantagem do aprendizado. Nós já sabemos o que deu certo e o que deu errado. Nós já sabemos como se trata, já sabemos como deve ser o manejo do paciente. Nós sabemos que medicamentos estão disponíveis para os médicos prescreverem”.

Modelo de compras - O presidente da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficientes do Estado do Paraná, Flaviano Ventorim, lamentou a falta de acesso dos hospitais aos produtos necessários para ampliar a rede de atendimento à população. Ele sugeriu a alteração no modelo atual de contratação de equipamentos e aquisição de produtos.

Modelo para a saúde - “Banco não é o melhor modelo para a saúde, o melhor modelo para a saúde é financiamento adequado, boa prestação de serviço por quem faz bem. E os hospitais filantrópicos fazem hoje no Paraná 50 % do atendimento hospitalar do SUS. Na alta complexidade chega a mais de 80%, nos transplantes quase 90%. Os estados que possuem hospitais filantrópicos, nós sabemos a diferença que faz esses hospitais no atendimento à população”.

Consórcios- Darlan Scalco, representante dos prefeitos do Paraná, esclareceu que os consórcios são a forma que os municípios encontraram para garantir assistência médica à população.

Recursos - O presidente da comissão, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ), lembrou que já foi aprovada a Lei Complementar 172/20, fruto de um projeto da comissão, que liberou todos os recursos que estão nas contas corrente das secretarias estaduais e municipais de Saúde para uso no combate à pandemia. “Todos os recursos inclusive os de cirurgia eletiva estão liberados para serem usados da forma que queiram”.

Ajuda - A autora do requerimento para a realização da reunião, deputada Leandre (PV-PR), pediu ajuda do Ministério da Saúde para evitar que gestores sejam responsabilizados por não seguirem normas legais no uso desses recursos. Ela reclama de burocracia para os recursos cheguem ao destino final. "Que o ministério possa conversar com o Tribunal de Contas da União, com a Procuradoria Geral da União para que a gente possa dirimir essas questões que estão prejudicando a transferência desses recursos”. (Agência Câmara de Notícias)

 

SAÚDE I: Brasil chega a 2 milhões de casos acumulados de Covid-19

Nesta quinta-feira (16/07), o Ministério da Saúde divulgou que o novo coronavírus atingiu 2.012.151 de pessoas no Brasil desde o início da pandemia. Desse total, 1.296.328 pacientes conseguiram se recuperar da covid-19, doença que causou a morte de 76.688 brasileiros. Atualmente, 639.135 pacientes estão em tratamento. Nas últimas 24 horas, o país registrou 45.403 novos casos da doença e confirmou mais 1.322 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,8 %. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 36,5. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 957,5.

Covid-19 nos estados - São Paulo é o estado mais atingido pelo novo coronavírus. Desde o início da pandemia, acumula 402.048 casos da doença, que resultaram em 19.038 óbitos. Em seguida, os estados que mais registraram casos confirmados são Ceará (144.000), Rio de Janeiro (134.573), Pará (133.039) e Bahia (116.373).

Mais - Rio de Janeiro é segundo estado que mais registrou número de mortes (11.849), seguido por Ceará (7.127), Pernambuco (5.836) e Pará (5.385). (Agência Brasil)

saude I tabela 17 07 2020

 

SAÚDE II: Boletim registra mais 2.263 novos casos e 46 mortes pela Covid-19

saude 17 07 2020A Secretaria da Saúde divulgou nesta quinta-feira (16/07) mais 2.263 novos casos e 46 mortes pela Covid-19 no Paraná. O Estado soma agora 48.863 diagnósticos positivos e 1.227 óbitos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quinta-feira havia 1.010 pacientes com diagnóstico confirmado internados. Deste total, 808 em leitos SUS (334 em UTI e 474 em enfermaria) e 202 em leitos da rede particular (63 em UTI e 139 em enfermaria).

Resultado - Há outros 1.035 pacientes internados, 497 em leitos UTI e 538 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - Todos os 46 pacientes que foram a óbitos, relatados no atual informe, estavam internados. São 21 mulheres e 25 homens, com idades que variam de 34 a 88 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 27 de junho a 15 de julho.

Residência - Nove pacientes que faleceram residiam em Curitiba, seis em Araucária, três em Foz do Iguaçu, três em Colombo, dois em Maringá, dois em Paranaguá, dois em Sarandi. Também houve uma morte em cada um dos seguintes municípios: Campo Largo, Cianorte, Itambé, Itaperuçu, Ivaiporã, Londrina, Mandaguari, Matelândia, Matinhos, Medianeira, Morretes, Piraquara, Ponta Grossa, Quatro Barras, Rolândia, São José dos Pinhais, Siqueira Campos, Telêmaco Borba e Umuarama.

Municípios - Atualmente, 384 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 199 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná- O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 542 casos de residentes de fora. Dezenove pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: um caso confirmado dia 20/6 em Curitiba foi transferido para Araucária; outro caso confirmado dia 29/6, também em Curitiba, foi transferido, igualmente, para Araucária. Um caso confirmado dia 23/6, em Pinhais, foi transferido para Campo Largo.

Exclusão - Um caso confirmado dia 08/7 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a íntegra do boletim  AQUI

 


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