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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4871 | 23 de Julho de 2020

EDUCACIONAL: Coopermundi participa de reunião institucional com o Sistema Ocepar

No início da noite de terça-feira (21/07), foi realizada a reunião institucional do Sistema Ocepar, que nesta ocasião contou com a participação de diretores, colaboradores e cooperados da cooperativa educacional Coopermundi, de Dois Vizinhos (PR). O evento foi aberto pela gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop), Maria Emília Pereira, que ressaltou o fato do Sistema Ocepar manter esta forma de “visitas, agora virtuais, que o momento exige, devido à pandemia da Covid-19. Esta é a nossa 37ª reunião institucional, onde temos a oportunidade de apresentar os principais indicadores econômicos e financeiros e o portfólio de serviços que o sistema coloca à disposição das cooperativas, em especial nas áreas de capacitação”.

Novo momento- Ivanete Tereza Rex da Silva, coordenadora financeira da Coopermundi comentou sobre este novo momento em que estamos passando e que tem afetado diretamente o setor educacional. “Como escola, passamos a utilizar o ensino híbrido, tanto para ensinar como para aprender. Diria que é um saldo positivo que este momento de dificuldades nos impõe, para que possamos nos aperfeiçoar e realizar uma entrega efetiva para nossos alunos. Tanto os pais como professores estão sofrendo porque foram pegos de uma forma diferente do que seria possível num outro momento. Mas uma hora tudo isso passará e precisamos continuar a vida”, frisou.

Representatividade - O coordenador da Gecoop, João Gogola Neto, explicou que “com as alterações ocorridas recentemente por decisão do Congresso Brasileiro de Cooperativismo, liderado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), o ramo educacional foi subdividido e está agora no ramo consumo de serviços. Hoje temos um representante em nível nacional deste ramo, alguém da área educacional, o Eraldo Correia do Nascimento, diretor da Escola Cooperativa da Lapa, onde ele tem voz e presença lá em Brasília, junto a OCB”, lembrou Gogola.

Ramo - Na sequência, o analista do Sescoop/PR, Rodrigo Gandara Donini, apresentou os principais indicadores do ramo em comparação com o desempenho da cooperativa. Segundo ele, existem hoje três cooperativas no ramo consumo, onde duas são cooperativas educacionais, entre elas a Coopermundi. “Juntas, as três cooperativas faturaram, em 2019, R$ 20,4 milhões, com sobras de R$ 1,3 milhão. Empregam um total de 150 funcionários e reúnem 4.864 cooperados”, frisou.

História - Os primeiros passos da Coopermundi iniciaram no ano de 1982, quando as irmãs da congregação de Nossa Senhora Imaculada Conceição resolveram iniciar um trabalho educacional em Dois Vizinhos. O Colégio Regina Mundi, sob a coordenação de sua primeira diretora - a Irmã Mectilde Maria Bonatti, recebeu seus primeiros alunos neste mesmo ano. Em 1992, a escola passou a ser administrada pelo CPEA, - Centro Pastoral, Educacional e Assistencial Dom Carlos, de Palmas. Em 1997, pais, professores e funcionários assumem o controle da instituição. Nasce, assim, a Coopermundi - Cooperativa de Educação e Cultura Regina Mundi. Segundo o presidente Paulo Cesar Marchese, “a Coopermundi é referência em educação em toda região. Atende crianças de um ano, pré-maternal ao pré-vestibular. O material didático utilizado em todas as turmas é do Sistema Positivo de Ensino. E, neste ano de 2020, comemoramos 37 anos de história. Três décadas de existência, convictos dos resultados obtidos com nossa prática pedagógica”, destacou.

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COVID-19 I: Economista Thiago Coraucci fala sobre os reflexos econômicos da pandemia no Brasil e no mundo

Na manhã desta quinta-feira (23/07), durante a 111ª reunião do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, Thiago Coraucci, que é mestre e graduado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), com experiência em pesquisa e acompanhamento de conjuntura econômica, tanto no mercado financeiro, em temas como inflação, como em atividade econômica e setorial, fez uma apresentação sobre o cenário econômico no Brasil e no mundo com a pandemia do coronavírus.

Consultor - Ele foi convidado para falar aos gestores do Sistema Ocepar pelo presidente, José Roberto Ricken, após reunião com o agente financeiro Bradesco, onde Coraucci atua como consultor desde 2018 e atualmente se dedica às análises setoriais e no auxílio à construção e divulgação do cenário econômico da equipe para clientes.

Pilares - Thiago segmentou sua fala em três pilares: saúde pública, impactos econômicos e respostas dos governos frente à Covid-19 em todo mundo. Segundo o consultor, “o número de novas mortes nos países desenvolvidos está em queda, o que dá um ânimo a todos, em especial ao mercado. Só que não vemos isto acontecer em países emergentes, como Brasil, Índia, México, Colômbia, África do Sul, onde a doença está em crescimento. Mesmo nos Estados Unidos, onde a doença estava controlada, os números ainda assustam nos estados da Flórida, Texas e Califórnia, com aumento dos casos. A esperança é que surja uma vacina mais cedo do que esperávamos. Aqui em São Paulo a gente está com a vida próxima do normal, diferente naqueles momentos em que os números de mortes eram assustadores”, disse.

Choque e riscos - “O que precisamos analisar é a profundidade do choque e os riscos associados versus a intensidade das respostas. Lamentavelmente assistimos a uma queda abrupta na oferta de empregos no mundo. Nos EUA foram destruídos cerca de 22 milhões de vagas. Passamos quatro meses e estamos vendo uma criação de vagas de empregos por lá em torno de 8 milhões novos postos de trabalho, o que demonstra uma resposta muito rápida”, frisou.

Juros - O economista disse que no mundo todo houve cortes de juros pelos Bancos Centrais, inclusive em reuniões extraordinárias. “Simultaneamente observamos a ampliação de folga de capital e liberação de liquidez no montante que for necessário e pacotes fiscais volumosos, além de auxílio para famílias/empresas e recursos emergenciais para a saúde”.

Saída - Thiago Coraucci disse que vê uma recuperação que se desenha para que possamos sair desta crise, “tanto de saúde como a econômica. O que faz sentido para a gente pensar que será uma recuperação em estágios distintos, uma espécie de ‘V’. A doença continuará com todos nós até a chegada da vacina. Por muito tempo ainda sentiremos as suas consequências, talvez seja uma recuperação tipo raiz quadrada, que sobe e desce a ameaça da doença, do problema”.

PIB - “Temos sinais de atividade agora que reforçam um momento mais favorável do que em junho. Os setores mais impactados foram o varejo, serviços e indústria. São setores fundamentais para a economia e que contribuirão para termos uma queda (negativa) do PIB entre cinco a seis pontos”. Mesmo assim, ele destaca que, “mesmo no Brasil, no mercado de trabalho, vemos um movimento para a volta do crescimento. Sim, também destruímos cerca de 1 milhão de empregos. Mas o momento mais agudo ficou para trás. O desemprego continua no patamar de 12,5 milhão no país e muitas pessoas também pararam de procurar emprego, devido à pandemia e ao auxílio do governo. Hoje a população ativa é de 98,9 milhões e a população ocupada de 86,6 milhões”, apresentou num gráfico.

Controle fiscal - Coraucc lembrou que, neste ano de 2020, o Brasil deu uma resposta nos aumentos dos gastos fiscais em comparação a outros países, sejam eles em desenvolvimento ou emergentes. “Muitas ações foram feitas como a reforma trabalhista e da previdência e que contribuiu para este cenário favorável. Mas a pandemia veio e puxou para baixo esses índices. Agora precisamos retomar este debate para podermos voltar a crescer. As questões fiscais têm reflexos direto nas taxas de juros”. Conforme análise do economista, “antes do Carnaval, a curva de juros era de 7,9%, em março passou para 11.1% e agora em julho 8,6%, o que reflete que estamos caminhando para uma melhoria da situação. A volatilidade do câmbio está sendo muito rápida, tudo influi, inclusive o aumento ou não da Covid-19 no mundo e das respostas dos governos”, frisou.

A força do agro - “Vivemos um momento de efeitos positivos na nossa balança comercial – lembrou Coraucci. Hoje estamos com um saldo de U$ 75,5 bilhões. Neste cenário podemos afirmar que o setor do agronegócio é mais resiliente, vemos as principais commodities crescendo, em especial soja, milho e açúcar. Quando vamos olhar para o agro vemos que é um setor que está respirando melhor do que outros setores. Vemos uma dinâmica de preço e uma safra excelente. E isso quando a economia como um todo cai. Podemos afirmar que o setor está sustentando a economia do país”. Para o consultor, o Banco Central aponta para uma queda no PIB de 6,4% e o único setor que continua puxando para frente é o agro e com crescimento. “Com toda esta crise de saúde e econômica, o único setor com crescimento positivo é a agronegócio, com 1,2% positivo, ao contrário de outros segmentos que aparecem no negativo”.

Conclusão - Ao concluir sua apresentação, Thiago Coraucci afirmou que vamos terminar a década menores do que iniciamos. “Há alguma preocupação se pensarmos em curtíssimo prazo, pois o desemprego aumentará e vamos continuar na agenda de auxílios para os vulneráveis. Estávamos com uma agenda para cortes de gastos públicos, privatizações etc. e agora mudamos um viés mais assistencial. Com certeza, essa agenda ficará por algum tempo, não só no Brasil, mas no mundo todo. Se a gente perder o teto de gasto agora, vamos ver isso impactar todos os setores, inclusive as taxas de juros”, finalizou.

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COVID-19 II: Confira as informações do comunicado 81 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 23 07 2020A participação do Sistema Ocepar em diversas atividades de interesse do cooperativismo paranaense está em destaque no comunicado 81, emitido na manhã desta quinta-feira (23/07) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Uma delas é o lançamento do Comitê Descomplica Telecomunicações, que visa encontrar soluções para melhorar o ambiente de negócios e fomentar as ações de investimentos e de inovação tecnológica no Paraná. Veja abaixo todos as informações do boletim.

1. No dia 22 de julho, o Sistema Ocepar realizou reunião virtual com o BNDES para tratar das perspectivas e das estratégias futuras do cooperativismo paranaense.

2. O Sistema Ocepar participou, no dia 22 de julho, do evento virtual de lançamento do Comitê Descomplica Telecomunicações, que tem por objetivo promover a interlocução do setor público com o setor privado, para melhorar o ambiente de negócios e fomentar as ações de investimentos e de inovação tecnológica no estado do Paraná. Clique aqui para mais detalhes.

3. O Sescoop/PR participou, no dia 22 de julho, da reunião virtual do Sescoop Nacional com a região sul para discutir o planejamento estratégico, indicadores para 2021 e parâmetros para revisar os critérios de distribuição da arrecadação.

4. No dia 22 de julho, o Grupo dos Técnicos dos Frigoríficos, formado por representantes das cooperativas agropecuárias, Ocepar e Sindiavipar, reuniu-se com a equipe da Secretaria da Saúde do Paraná - Sesa, para tratar dos alinhamentos em relação aos protocolos e normativos de segurança para o setor frigorífico.

5. O Sistema OCB realizou reunião virtual, no dia 22 de julho, com representantes da Ocepar e das cooperativas Copacol e Central Aurora para discutir as estratégias definidas para a Cosit-11.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

DIA C: Entidades assistenciais recebem doações do Dia de Cooperar

Foi realizada na segunda-feira (20/07), na sede da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon (Acimacar), a doação dos itens arrecadados durante a campanha do Dia de Cooperar – Dia C.

Arrecadação - Realizado pelo Conselho de Cooperativas da Acimacar, com apoio do Conselho da Mulher Empresária, do Jovem Empreendedor (Cojem) e do Serviço Social do Comércio (Sesc), o Dia C arrecadou neste ano 4.045,52 quilos de itens para doação e 6.429 peças de roupas, calçados e itens diversos a entidades assistenciais que repassarão os donativos a famílias carentes.

Presenças - O momento contou com a presença do presidente da entidade, Ricardo Leites de Oliveira, da 1ª vice-presidente, Carla Reger Bregoli, do vice-presidente de Cooperativismo da Acimacar, Airton de Souza, representantes das cooperativas integrantes do conselho, bem como das organizações parceiras.

Donativos - As entidades assistenciais receberam cestas básicas com alimentos não perecíveis, leite em pó e longa vida, itens de higiene e limpeza, fraldas adulto e infantil, roupas e calçados.

Os itens foram divididos entre 12 entidades assistenciais, de acordo com a necessidade de cada uma delas. Receberam as doações as entidades rondonenses Associação Beneficente Cristo (Abec), Asilo Lar Rosas Unidas, Grupo Auxílio Fraterno da Paróquia Maria Mãe da Igreja, Centro de Recuperação Caminhos da Vida, Cooperagir, Cooperlindeiros, Grupo Solidariedade, Grupo Amigos do Bem, Grupo Auxílio Fraterno da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Comunidade Emanuel e ao Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan).

Total - Ao todo, foram entregues 210 cestas básicas, 150 litros de álcool gel, 1.462 litros de leite, 113 quilos de arroz, 38 pacotes/latas de leite em pó, 51 pacotes de fraldas geriátricas e 167 pacotes de fraldas infantis, 50 litros de material de limpeza, 64 pacotes de papel higiênico e 6.429 peças de roupas e calçados adulto e infantil.

Cooperativismo - “Hoje estamos vendo aqui o verdadeiro significado da palavra cooperativismo. A união das 11 cooperativas integrantes do Conselho, as entidades parceiras e de toda a sociedade de Marechal Cândido Rondon demonstra como podemos, com atitudes simples, mudar a realidade daquelas pessoas que estão precisando de ajuda neste momento”, enfatizou o vice-presidente de Cooperativismo da Acimacar.

Envolvimento - O presidente da Acimacar, Ricardo Leites de Oliveira, enfatiza que o envolvimento das entidades assistenciais no projeto é essencial para que as doações cheguem a todos aqueles que precisam de ajuda. “Estamos muito felizes com a arrecadação que tivemos no Dia C, e agora trabalhamos como elo entre a comunidade e as entidades assistenciais, que repassam as doações para aquelas pessoas que necessitam. Essas entidades fazem esse trabalho com muito carinho e isso nos deixa ainda mais felizes em realizar a campanha do Dia C. A campanha deste ano superou todas as expectativas e mostrou que somos um povo unido e solidário, pois mesmo em um período de dificuldades como a que estamos enfrentando, chegamos a mais de quatro toneladas de itens arrecadados”, celebra Leites.

União - A 1ª vice-presidente da entidade, Carla Rieger Bregoli, ressaltou a importância da união das cooperativas e entidades, especialmente da sociedade de Marechal Cândido Rondon, que tornou esse momento realidade. “Começamos essa semana com o coração cheio de alegria, ao poder entregar a todas as entidades os itens arrecadados durante a campanha do Dia C. Quando começamos a organizar a campanha deste ano, não estávamos muito certos de como isso funcionaria e se teríamos o resultado semelhante ao dos anos anteriores. Mas, para nossa surpresa, a campanha superou todas as nossas expectativas, mostrando mais uma vez que somos um povo forte, unido e principalmente solidário”, mencionou Carla.

Sesc - Parceiro da iniciativa desde a primeira edição do Dia C, o Sesc foi responsável pela arrecadação e triagem das mais de seis mil peças de roupas arrecadadas. O gerente da unidade rondonense, Carlos Landins Cremonini, enfatiza que estão sendo desenvolvidas pelo Sesc a Campanha do Agasalho e Mesa Brasil e poder unir forças a Acimacar, ao Conselho de Cooperativas e a comunidade em busca de ajudar aqueles que mais precisam neste momento é extremamente gratificante. “O Sesc junto ao Senac, Fecomércio e a Cmeg é parceiro dessa iniciativa porque sabe da importância dessa mobilização para ajudar o próximo. Nada melhor do que unirmos forças na realização dessas iniciativas do Sesc e do Conselho de Cooperativas por um bem comum. É extremamente gratificante ver a quantidade de alimentos e roupas que arrecadamos e poder entregar isso hoje para as entidades, que destinarão aqueles que realmente precisam, especialmente neste momento de pandemia que estamos vivendo”, comenta.

Impacto - O diretor de Relações Públicas do Hospital do Câncer de Cascavel (Uopeccan), Wilson Riedlinger, relembrou a parceria de dez anos da Uopeccan com a Acimacar e como essas doações impactam a vida dos pacientes em tratamento na casa de saúde, bem como seus familiares. “Somos muito felizes e orgulhosos em manter essa parceria e essa amizade com a Acimacar e a cidade de Marechal Cândido Rondon. Esse município corresponde de maneira ímpar as necessidades do próximo e nós só temos a agradecer por recebermos esse carinho, que vem em forma de doações àqueles que precisam. Nós atendemos cerca de 400 pessoas ao dia na Uopeccan e muitas delas são de Marechal. Em nome da nossa diretoria, de todos os conselheiros, agradecemos esse apoio e parabenizamos as cooperativas e a Acimacar pela iniciativa. O reflexo desse trabalho são as doações e o carinho destinado a nossos pacientes e seus familiares”, frisa.

Realização - O Dia C é uma iniciativa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e consiste na promoção e estímulo à realização de ações voluntárias diversificadas e simultâneas nos Estados onde a campanha ocorre. Neste ano, devido à pandemia da Covid-19 e à impossibilidade de realizar um único evento, assim como acontecia nos anos anteriores, a campanha do Dia C foi estendida para o prazo de um mês.

Cooperativas - Em Marechal Cândido Rondon, as ações são coordenadas pelo Conselho de Cooperativas da Acimacar, que reúne as cooperativas Cercar, Coofamel, Cooperagir, Cooperlindeiros, Copagril, Cresol, Frimesa, Sicoob, Sicredi, Unimed e Uniprime.

Sobre a Acimacar - A Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon (Acimacar), com 52 anos de história, é referência pelo número de associados: mais de 1.950. Presidida pelo arquiteto e urbanista Ricardo Leites de Oliveira, também é reconhecida pela sua liderança nas causas regionais e estaduais, além da participação em praticamente todas as demandas da comunidade. Saiba mais: www.acimacar.com.br. (Assessoria de Imprensa da Acicamar)

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INTEGRADA I: Mais de 15 mil fraldas geriátricas são doadas a hospitais de Londrina e Cascavel (PR) em parceria com o Sindiveg

integrada 23 07 2020O Dia C (Dia de Cooperar), realizado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), recebeu o apoio do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) com a doação de 15.288 fraldas geriátricas para hospitais de Londrina e Cascavel (PR). A ação, realizada em parceria com a Integrada Cooperativa Agroindustrial, visou minimizar os impactos do novo coronavírus sobre a população idosa e mais vulnerável, que tem sofrido com a pandemia no Paraná e em todo o Brasil.

Responsabilidade social - "O novo coronavírus é um grande desafio para todos os brasileiros. Neste cenário, a responsabilidade social ganha cada vez mais relevância nos diferentes setores da economia, incluindo o agronegócio. Com o Dia de Cooperar, contribuímos para o bem-estar da população mais carente e a cadeia de produção de alimentos dá mais um exemplo de ação solidária, essencial neste momento", diz a diretora executiva do Sindiveg, Eliane Kay.

Fabricação local - Os materiais doados foram produzidos por um fornecedor sediado em Londrina (PR). “Além de auxiliar pessoas internadas, essa ação tem como objetivo gerar demanda para os fabricantes locais, de quem adquirimos todos os produtos dessa doação, assim como de outras que foram ou serão realizadas pelo Sindicato”, destaca Kay.

Bem-estar e higiene - As fraldas geriátricas, essenciais para atender à população nesse momento de alta lotação dos hospitais, é uma forma de garantir o bem-estar e a higiene durante a pandemia. No total, foram doados 546 pacotes, somando 15.288 mil unidades ao Hospital do Câncer de Londrina e Hospital do Câncer de Cascavel.

Espírito da cooperação - Para o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, esta ação tem por objetivo colocar em prática o espírito da cooperação, bem como o sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade. “A agricultura é o esteio da sociedade e, além de levarmos o alimento para a mesa das pessoas, queremos estar próximos das comunidades onde atuamos, exercendo nossa cidadania e responsabilidade social. Com esta ação, beneficiaremos os Hospitais do Câncer de Londrina e Cascavel, responsáveis por milhares de atendimentos no Estado do Paraná”, destaca.

Campanha - Marcelo Peluso, gerente de relacionamento da Integrada, afirma que a ação em parceria com o Sindiveg fará parte da campanha Cooperar em todo tempo, que demonstra os cuidados da cooperativa com a comunidade onde está inserida. “Nossas ações prezam pela valorização da sociedade e pela saúde das pessoas – nossos cooperados, colaboradores, parceiros e comunidade em geral”.

Sobre o Sindiveg - O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) representa a indústria de produtos para defesa vegetal no Brasil há 79 anos. Reúne 27 associadas, distribuídas pelos diversos Estados do País, o que representa aproximadamente 40% do setor. Com o objetivo de defender, proteger e fomentar o setor, o Sindiveg atua junto aos órgãos governamentais e entidades de classe da indústria e do agronegócio pelo benefício da cadeia nacional de produção de alimentos e matérias-primas. Entre suas principais atribuições estão as relações institucionais, com foco em um marco regulatório previsível, transparente e baseado em ciência, e a representação legitima do setor com base em dados econômicos e informações estatísticas. A entidade também atua em prol do fortalecimento e da valorização da comunicação e da imagem do setor, assim como promove o uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. Para mais informações, acesse www.sindiveg.org.br

Sobre a Integrada- A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR), há 25 anos, por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Ao longo dessas décadas, se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com 64 unidades de recebimento distribuídas em notórias áreas produtoras dos estados do Paraná e São Paulo.

Cooperados e colaboradores- Presente em 49 municípios, a Integrada conta com mais de 10 mil cooperados e 1.800 colaboradores, dedicados a impulsionar a força do agronegócio no país. Atuante na agroindústria, venda de insumos, assistência técnica e recebimento da produção agrícola, a Integrada atua nos mercados de soja, milho, trigo, café, laranja, entre outras culturas. A maior parte de seu faturamento vem da comercialização de grãos.

Mais - Mais informações em: www.integrada.coop.br. (Imprensa Integrada)

 

INTEGRADA II: Certificado GPTW é conquistado pela segunda vez consecutiva

integrada II 23 07 2020A Integrada foi certificada pela segunda vez consecutiva pelo instituto Great Place to Work (GPTW) como um Excelente Lugar Para Trabalhar. A pesquisa, que ocorreu entre os meses de junho e julho, contou com a participação de mais de 850 colaboradores de todas as regiões onde a cooperativa atua.

Transparência e gestão participativa - Para o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, a transparência e a gestão participativa são alguns dos fatores que fizeram com que a Integrada atingisse uma ótima pontuação para obter a certificação de excelência. “Agradeço o empenho e a dedicação com que cada colaborador tem exercido suas respectivas funções, contribuindo para o crescimento da cooperativa e gerando valor para todo o time de colaboradores, cooperados, clientes, parceiros e comunidade”.

Pessoas - Segundo Hashimoto, o diferencial da Integrada está nas pessoas. “Acreditamos que colaboradores motivados, com atitudes éticas e comprometidas, podem muito mais que maximizar resultados, eles podem transformar o mundo”, destaca. “O reconhecimento do mercado é um indicativo de que estamos no caminho certo. Buscamos a inspiração no cooperativismo para seguirmos em frente, engajando pessoas na missão de criar valor para a família Integrada, para o agronegócio e para o nosso país, na construção de um futuro melhor”, afirma Hashimoto.

Foco na gestão - “Com o foco na gestão, a Integrada tem trabalhado em ações que visam a inovação, a valorização das pessoas e a sustentabilidade dos negócios”, avalia o superintendente geral da Integrada, Haroldo José Polizel. O superintendente completa que empresas saudáveis são feitas de pessoas motivadas e engajadas. “Ouvir é uma demonstração de respeito ao trabalho do colaborador e corrobora para construirmos juntos uma cooperativa ainda melhor.”

Novas políticas - Polizel afirma que novas políticas na gestão de pessoas serão implementadas para melhorar ainda mais o clima organizacional e também incentivar o crescimento profissional de cada colaborador. O objetivo, observa o superintendente, é tornar a cooperativa mais competitiva por meio de um ambiente alinhado, com um foco bem definido. “A única certeza é de que continuaremos evoluindo para melhor atender aos anseios de nossos cooperados e colaboradores”, destaca Polizel.

Ambiente de trabalho - De acordo com o superintendente administrativo e financeiro da cooperativa, Akio Cyoia, a participação na pesquisa visa melhorar, por meio de uma comunicação clara e gestão eficiente, o clima organizacional e o ambiente de trabalho.

Boas práticas - Segundo Cyoia, as boas práticas focadas no colaborador, implementadas ao longo dos últimos meses, foram percebidas pela equipe e apresentaram reflexos muito positivos na pesquisa, com destaque para as dimensões orgulho e a camaradagem.

Orgulho - “A certificação do Instituto GPTW, baseada na pesquisa, mostrou o orgulho dos colaboradores em trabalhar na Integrada e como a cooperação e o engajamento fazem a diferença no nosso dia a dia”, explica Cyoia. O superintendente reforça, ainda, que esse reconhecimento contribui de forma efetiva para a atração e retenção de talentos, além de elevar o grau de motivação das pessoas.

Avaliação - O Instituto GPTW avalia anualmente o índice de satisfação dos profissionais com o ambiente de trabalho e as práticas de gestão de pessoas. Os critérios de avaliação são pautados no clima organizacional e na avaliação dos colaboradores sobre o ambiente de trabalho. O Instituto possui uma atuação global, com pesquisas realizadas em 90 países.

Sobre a Integrada - A Integrada Cooperativa Agroindustrial foi fundada em Londrina (PR), no dia 6 de dezembro de 1995, por um grupo de agricultores confiantes no sistema cooperativista. Com mais de duas décadas de existência, a Integrada se tornou uma das principais cooperativas do Brasil, com mais de 64 unidades de recebimento distribuídas em notórias áreas produtoras dos estados do Paraná e São Paulo.

Presença - Presente em cerca de 50 municípios, a Integrada conta com mais de 10 mil cooperados e 1.800 colaboradores dedicados a impulsionar a força do agronegócio no país. Atuante na agroindústria, venda de insumos, assistência técnica e recebimento da produção agrícola, a Integrada atua nos mercados de soja, milho, trigo, café, laranja, entre outras culturas, registrando em 2019, um faturamento de 3,2 bilhões de reais. (Imprensa Integrada)

 

COPAGRIL: Dia C é marcado por ações solidárias

O Dia de Cooperar, conhecido como Dia C, é celebrado regularmente no primeiro sábado do mês de julho e tem por objetivo reforçar a mensagem e atuação das cooperativas nas sociedades de todo o mundo. Em 2020, por consequência das restrições da pandemia da Covid-19, o modo de comemorar a data foi diferente dos anos anteriores - quando eram realizadas grandes programações envolvendo a participação de toda comunidade -, neste ano o foco esteve na arrecadação de itens para auxiliar as pessoas e grupos mais afetados pela pandemia e a Cooperativa Agroindustrial Copagril integrou as ações de arrecadação nos municípios de sua área de atuação, onde cada região foi atendida conforme as demandas locais.

Ações - A Copagril, com atuação no Oeste do Paraná e Sul do Mato Grosso do Sul, integrou as ações realizadas por grupos, entidades e junto com outras cooperativas transformou o Dia C em um grande movimento de solidariedade e que teve como tema “Atitudes simples movem o mundo”.

Entrega - Na segunda-feira (20/07) o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, participou da entrega das doações arrecadadas na campanha do Dia C, em Marechal Cândido Rondon. “O Dia C é uma data importante para o cooperativismo e esse ano, com a pandemia, precisou ser feito de maneira diferente, mas foi um sucesso e teve arrecadação superior a expectativa. Queremos parabenizar e agradecer o empenho de todos que se envolveram nestas ações, em Marechal Cândido Rondon e também em todos os municípios com unidades e atuação da Copagril, em que os funcionários se envolveram e junto com a comunidade tivemos uma arrecadação muito boa, assim pudemos melhorar um pouco a situação das pessoas que mais necessitam”, explica Chapla.

Atendendo a comunidade local - Com o foco no atendimento localizado, as ações da Copagril em conjunto com outras cooperativas e entidades, atenderam as necessidades das comunidades de cada município, conforme as prioridades elencadas, assistindo famílias, entidades e grupos de assistência social.

Arrecadação - Foram quase 6 toneladas de alimento (entre cestas básicas, leite e biscoitos), máscaras de proteção, álcool em gel e produtos de limpeza, fraldas (infantis e geriátricas) e peças de roupas e itens de doação.

Organização - A arrecadação foi organizada pelas cooperativas e entidades, mas contou com fundamental contribuição de todos os empregados, clientes e parceiros, que ajudaram na arrecadação e principalmente, nesta “corrente” do bem. (Imprensa Copagril)

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ALEGRA: Dia do Suinocultor; exportações crescem e produtores revelam perspectivas positivas

Elsbeth Cornelia Verburg, moradora de Arapoti, no Paraná, conta que sempre soube que seu caminho seria trabalhar na suinocultura. Aos 34 anos de idade, ela segue a tradição secular da família. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o estado concentra 15% da produção nacional de suínos - e uma das regiões mais tradicionais são os Campos Gerais.

Vontade - Filha de pecuaristas, Elsbeth formou-se em medicina veterinária e fez mestrado em produção e sanidade de suínos. “A minha ideia é trabalhar no ramo da suinocultura pelo resto da vida. A vontade de produzir carne suína sempre falou mais alto, então reformei um barracão antigo e dei início, em 2015, a uma produção”. Atualmente, a suinocultora conta com uma produção de 430 suínos por ciclo.

Herança familiar - A herança familiar também aparece na história da Sara Regina Jacobi, de 31 anos. “Comecei como suinocultora em novembro de 2016. Na época, meu pai estava reformando e ampliando os barracões, então aceitei o desafio de trabalhar nessa área”, conta. Hoje o sistema completo fica na família. “Minha tia trabalha com as matrizes e maternidade e eu compro os leitões para terminação”, completa.

Mercado - De acordo com a Associação, no mês de junho, as exportações de carne suína no Brasil cresceram 50,4%, se comparado ao mesmo período de 2019. Ao todo, foram exportadas 96,1 mil toneladas. Para Elsbeth, a perspectiva para o futuro do setor é positiva. “Eu vejo que o Brasil tem um futuro promissor como produtor de proteína animal para o mundo. Precisamos ser sérios e competitivos para conquistar cada vez mais o mercado externo, mas também estimular mais o consumo de carne suína no mercado nacional”, explica.

Alegra - Atualmente, sua produção é totalmente destinada para a Alegra, indústria de alimentos de origem suína, em Castro (PR). A indústria foi formada pela união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium.

Desafios - Além da expectativa de crescimento do mercado nacional e internacional, os desafios na produção de suínos também são internos. De acordo com Elsbeth, um dos principais cuidados é com a logística da profissão. “Meu maior desafio é produzir carne de maneira eficiente, sempre levando em conta o custo de produção do lote, para garantir bons índices zootécnicos e de sanidade, e monitorar a margem de lucro”, explica.

Bem-estar animal e sanidade - O cuidado com o bem-estar animal e sanidade da produção também está presente na criação de Sara, que reforça a importância do cuidado com a disseminação de doenças. “Nós buscamos sempre atender aos padrões sanitários e ambientais que se tornam cada vez mais exigentes com o avanço de doenças com alto poder de disseminação na suinocultura”, ressalta.

Dicas - Para quem está começando agora, Elsbeth dá algumas dicas. “Para entrar nesse ramo, eu diria, antes de mais nada, que deve ter amor pela atividade. Além disso, é essencial ter um bom corpo técnico para dar suporte e ter uma noção básica de como conduzir uma produção de suínos. Outro ponto essencial é ter a garantia de escoamento de sua produção. Eu posso definir a suinocultura como uma profissão de dedicação, compromisso e amor”, finaliza.

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas. Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem-Estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br. (Imprensa Alegra)

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CAPAL: Webinar sobre contagem de células somáticas será realizado em parceria com a OnFarm

capal 23 07 2020A Capal Cooperativa Agroindustrial e a empresa OnFarm realizam, nesta sexta-feira (24/07), o webinar “Inovação e ferramentas de auxílio à redução de CCS”, além da entrega do Prêmio Leite de Qualidade Capal. A contagem de células somáticas (CCS) aponta a saúde das glândulas mamárias das vacas, ou seja, a qualidade do leite que é produzido.

Temas - Serão tratados os temas “Manejo estratégico da mastite subclínica: do pós-parto até a secagem”, ministrado pelo professor e doutor Marcos Veiga dos Santos, do laboratório Qualileite, da Universidade de São Paulo (USP); “Assistência técnica aliada à cultura microbiológica na fazenda”, com a médica-veterinária da Capal, Jéssica Quirino da Silva; “O que os dados da comunidade onfarmes nos dizem”, com o médico-veterinário da OnFarm, Eduardo Pinheiro; e a entrega do “Prêmio Leite de Qualidade Capal” pelo coordenador de Pecuária Leite da cooperativa, Roberto Caldeira.

Horário - O webinar acontecerá às 14h e poderá ser conferido aqui.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 20 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

SERVIÇO

Webinar “Inovação e ferramentas de auxílio à redução de CCS”

Data: 24 de julho

Horário: 14h

Onde: link

 

 

COOPAVEL: Unicoop chega aos seus 20 anos com o desafio de se reinventar

coopavel 23 07 2020Um desafio em particular rondava a Coopavel na década de 1990: como levar conhecimento de qualidade a cooperados e a colaboradores e fazer disso um instrumento de avanços na cooperativa e nas propriedades rurais? A resposta viria a partir de julho de 2000 e, aos poucos, a tão almejada transformação promoveria mudanças intensas no cotidiano de todos que, de uma forma ou outra, tinham relações com a Coopavel.

Universidade - A Universidade Coopavel foi arquitetada para observar e praticar os preceitos do quinto princípio do cooperativismo, ligado à informação, formação e educação. Em parceria com o Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), a Unicoop passou a ofertar um leque amplo e diversificado de possibilidades de aperfeiçoamentos. “Todos os interessados aprimorar as suas habilidades encontram ali um grande parceiro”, informa o presidente Dilvo Grolli. Os resultados logo começariam a aparecer e de tão bons levaram Dilvo a citar a Unicoop como uma das principais indústrias da cooperativa.

Conhecimento - Como foco no conhecimento, a Universidade conduziu a Coopavel a um novo patamar de sofisticação. Até o início dos anos 2000 uns poucos profissionais tinham curso superior completo e hoje, 20 anos depois, praticamente todos que ocupam cargos de chefia são graduados. “Com a Unicoop, todos se sentem motivados a aprender e a seguir agregando habilidades à sua formação”, segundo Dilvo.

Áreas - Embora com inúmeras opções, alguns dos cursos disponibilizados pela Unicoop em seus 20 anos de atividades estão entre os campeões de procura e aceitação. Entre eles os de atividades relacionadas a melhorias práticas na propriedade rural, informática, matemática financeira, relações humanas, de proteção ambiental e mata ciliar, cursos operacionais e também de normas de prevenção e de segurança no local de trabalho.

Treinamento de integração - Nenhum novo colaborador da área industrial, e isso ocorre há anos, começa sua jornada profissional na empresa sem antes participar de um treinamento de integração. A função dele é informar sobre o que é a Coopavel e o movimento cooperativista, direitos e deveres e também sobre o que se espera do colaborador durante o expediente, diz a colaboradora a Unicoop Rosi Roscosz.

Unidade móvel - Por quatro anos, uma unidade móvel chegou a ser empregada para ampliar o alcance dos cursos e capacitações. Transformado em uma escola sobre rodas, o ônibus percorria a área de abrangência da cooperativa para disseminar conteúdos. Com a sucessão de tecnologias e compactação de dispositivos de fácil portabilidade, a unidade acabou desativada.

Pós-graduação - A versatilidade é uma das características do sucesso da Unicoop. O portfólio apresenta de treinamentos de curta duração a pós-graduações de alta performance. Um exercício simples permite compreender melhor o papel da Universidade no cotidiano da Coopavel, uma das maiores cooperativas agroindustriais do Paraná. Em média são oferecidos 15 cursos por mês, alcançando 180 por ano ou 3,6 mil em 20 anos. Considerando 15 matriculados por treinamento, então são 2,7 mil por ano e 54 mil já certificados ou diplomados em duas décadas de atividades.

Reinvenção - A Unicoop experimenta um período particularmente novo nesta metade de 2020. Ela precisa praticar o que de forma tão competente estimulou e possibilitou ao longo de sua existência. A pandemia do coronavírus e seus efeitos anteciparam mudanças irreversíveis e aqueles que ignorarem os sinais da mudança necessária ficarão pelo caminho. “A hora é de refletir e de encontrar direcionamentos que a mantenham atual, atraente e relevante”, segundo Dilvo Grolli.

Novas tecnologias - Com a adoção de medidas de isolamento e restrições de convívio social, novas tecnologias assumem funções em empresas, instituições e na vida das pessoas. Do dia para a noite, escolas públicas e privadas passaram a empregar ambientes virtuais como salas de aula. E os cursos on-line estão mais presentes e fortes do que nunca. A Unicoop, que tão brilhantemente venceu seus primeiros 20 anos, precisará encontrar soluções para seguir com sua missão de disseminar saberes. O trunfo dela está em um conceito simples e definitivo: o conhecimento é e sempre será uma busca permanente para o homem.

A melhor do Brasil - A Coopavel foi eleita em 2018 a melhor cooperativa do Brasil nos fundamentos do quinto princípio do cooperativismo: Educação, formação e informação. Única representante do Paraná na classificação nacional da MundoCoop, uma das publicações especializadas mais respeitadas no meio, a Coopavel venceu pela qualidade dos serviços e resultados alcançados pela Unicoop. (Imprensa Coopavel)

 

CRESOL: Sistema cresce em número de colaboradores e expande seu relacionamento com o cooperado

cresol 23 07 2020Com o crescimento do Sistema Cresol e sua expansão para 40 novos municípios até o final do ano, a contratação de novos profissionais continua avançando. Mesmo com o cenário da pandemia do novo coronavírus, a Central Cresol Baser, que tem sua sede em Francisco Beltrão (PR) e possui atualmente mais de 2 mil colaboradores, caminha na contramão e não deixa de abrir novas vagas e de contratar profissionais, desde estagiários a cargos de média e alta liderança em diversas áreas.

Admissão - Durante o primeiro semestre deste ano, a Cresol admitiu mais de 320 novos colaboradores, entre eles profissionais que buscavam recolocação no mercado de trabalho e outros que estão no seu primeiro emprego, independente de idade e gênero.

Alternativas - Conforme o superintendente da Central Cresol Baser, Adriano Michelon, a Cresol buscou alternativas para apoiar empresas que estavam sofrendo com a crise da pandemia e o esforço fez com que a cooperativa tivesse demanda para novas contratações. “Nos organizamos para atender as demandas dos nossos cooperados nesse período, por isso continuamos com os processos seletivos que já estavam abertos e, além disso, tivemos demanda para abertura de novas vagas para a contratação de profissionais”, disse Michelon.

Crescimento profissional - Ao entrar na Cresol o colaborador tem muitas oportunidades de crescimento. Recentemente foi realizada uma pesquisa interna, a qual aponta que dos mais de 2 mil colaboradores, 60% deles permanecem na Cresol pelas oportunidades de crescimento. Um exemplo prático é a colaboradora Laísa Santolin que iniciou na Cresol como estagiária e após um ano foi efetivada. “Me candidatei para o estágio pois considerei ser uma grande oportunidade para o meu crescimento profissional trabalhar em uma instituição financeira. Todo o aprendizado adquirido, somado ao meu desempenho, foram fatores que colaboraram para a contratação efetiva, e diante dessa experiência profissional surgiram novas oportunidades”, comentou a colaboradora que comemora dez anos de Sistema Cresol.

Cresol contrata - O Sistema Cresol Baser está presente hoje em 11 estados brasileiros e, a cada dia, novas oportunidades surgem para quem tem interesse de fazer parte de um Sistema de cooperativas que cresce em torno de 25% ao ano. Recentemente, o Sistema também foi reconhecido pela GPTW como uma das maiores e melhores empresas para trabalhar no ramo Agro.

Site - As vagas podem ser acompanhadas pelo site cresol.com.br, na aba trabalhe conosco, e também na página oficial da Cresol no Linkedin. (Imprensa Cresol)

 

SICOOB OURO VERDE: Cooperativa atinge marca de R$ 1 bilhão em recursos administrados

sicoob ouro verde 23 07 2020Neste mês de julho, o Sicoob Ouro Verde atingiu mais uma marca importante: R$ 1 bilhão em Recursos Administrados. O número representa um crescimento de 18,6% em relação ao ano anterior e é muito significativo, pois quanto maior é esse número, mais forte se torna a economia das comunidades onde a singular atua.

Força - Hoje, com 39 agências físicas e uma digital, mais de 42 mil cooperados e presente em três estados (Paraná, São Paulo e Amapá), a cooperativa demonstra a força de um modelo de negócio que preza pela sustentabilidade e pelo desenvolvimento. Segundo o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas, mesmo com as dificuldades generalizadas que o país enfrenta, o Sicoob não abandonou o cooperado. O cooperado, por sua vez, também não abandonou a cooperativa.

Números positivos - “Prova disso, são os números positivos que registramos. Nosso volume de depósito cresceu 18% e nosso crédito 12%. Praticamente todo índice que desempenhamos em 2019, foi batido em em quatro meses de 2020”, explica.

Capacidade de alavancar - Ele complementa dizendo que isso dá mais capacidade de alavancar e apoiar a pequena empresa, o autônomo, as pessoas físicas e demais segmentos. “Nossa cooperativa mais uma vez mostrou que é possível transformar um desafio em resultado e em oportunidade”, ressalta. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Integrante do Comitê Jovem da cooperativa participa do World Council Young Credit Union People

sicredi vale piquiri 23 07 2020A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP será representada no World Council Young Credit Union People (WYCUP), um programa mundial que estimula a formação de jovens lideranças e premia participantes que desenvolveram projetos com potencial de causar influência global no segmento de cooperativismo de crédito. A cooperativa vai concorrer com o case desenvolvido por Vinícius Mattia, integrante do Comitê Jovem de Palotina (PR).

Virtual - Por causa da pandemia do coronavírus, o concurso, que seria realizado em Los Angeles, nos Estados Unidos, será feito de forma virtual de quarta-feira a sexta-feira (22 a 24/07), com transmissão ao vivo no site e no canal do Youtube do programa.

Desafio - Associado e integrante do Comitê Jovem, Vinicius Mattia é professor universitário e agrônomo. Ele chamou atenção após participar do “Desafio 90 dias”. Na ocasião, Vinícius foi encarregado de realizar uma ação de forma voluntária que impactasse a comunidade local. Por meio deste desafio, com o espírito de protagonismo despertado pelo Comitê Jovem e a vontade de ajudar as pessoas, ele idealizou o projeto “Agricultura familiar e alimentos sustentáveis”. O objetivo da iniciativa foi desenvolver ações voltadas ao tema da segurança alimentar e agricultura familiar para diferentes públicos no município de Palotina (PR).

Repercussão - “Acredito que a minha participação é muito importante, principalmente para demonstrar como o protagonismo e as atitudes dos jovens podem repercutir tanto na nossa comunidade local, quanto globalmente. A minha expectativa é que isso sirva de exemplo para que outros jovens possam se engajar no movimento cooperativista e que realizem coisas de forma colaborativa. Espero poder continuar contribuindo por meio do Comitê Jovem da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP e, assim, estimular ainda mais pessoas a serem líderes e seguirem esse mesmo caminho. O pouco que fazemos pode ajudar muito a nossa comunidade”, disse Vinícius.

Engajamento - Para a gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti, o engajamento dos jovens é fundamental para a cooperativa. “Acreditamos que, ao incentivar a atuação dos jovens líderes, o que acontece via comitês e com presença no quadro de delegados, estamos contribuindo para os diferenciais que só o cooperativismo tem, como o desenvolvimento regional, e fortalecendo ainda mais o Sicredi na busca da perenidade do empreendimento”, avalia.

Conferência - O concurso é realizado anualmente dentro da programação da Conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), maior encontro do segmento de cooperativismo de crédito do mundo.

Mais informações - Mais informações na página oficial do evento (www.wycup.org), que será transmitido pelo Youtube: www.youtube.com/user/WOCCU/featured.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 110 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 155 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Computadores são doados para estudantes da UEL

sicredi uniao 23 07 2020A agência Sicredi Bandeirantes da cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP, em Londrina (PR), se une à Associação Médica (AML) para auxiliar os alunos dos cursos da área de saúde da Universidade Estadual de Londrina (UEL) que, devido à falta de equipamentos, estão com dificuldades para acompanharem as atividades virtuais. As aulas presenciais estão suspensas desde março, quando tiveram início as orientações de distanciamento social para conter o avanço da pandemia causada pelo coronavírus.

Conecta - A cooperativa acaba de entregar dois computadores ao Centro Acadêmico de Medicina Samuel Barnsley Pessoa e outros três ao projeto Conecta, que arrecada equipamentos para os alunos dos seis cursos da área de Saúde. A assinatura do termo de doação ocorreu com a presença da gerente Regional Norte, Carla Sonoda e da presidente da Associação Médica de Londrina, Beatriz Tamura.

Valores - “Atender a esse pedido, que direciona equipamentos a alunos que precisam da ferramenta para sua formação, vem ao encontro de nossos valores. As cooperativas têm um papel importante na comunidade em que atua, interferindo positivamente e contribuindo para auxiliar no desenvolvimento local”, comentou a gerente da agência Bandeirantes, Suelen Lopes.

Parceria - A iniciativa de procurar apoio da Sicredi União PR/SP foi da AML, entidade associada da cooperativa e que possui, em sua estrutura, a Comissão Acadêmica, formada por alunos de Medicina da Universidade Estadual de Londrina e da PUCPR. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Cooperativa realiza AGO com recorde de participações e elege nova diretoria

unimed ponta grossa 23 07 2020Na noite da última terça-feira (21/07), os médicos cooperados da Unimed Ponta Grossa participaram da Assembleia Geral Ordinária, realizada em formato digital, inédito na cooperativa.

Eleição - Além das deliberações de praxe, inerentes à assembleia, como prestação de contas, apresentação do balanço patrimonial e destinação das sobras, os cooperados também votaram para escolher os novos membros do Conselho de Administração e Conselho Fiscal.

Votos - Com recorde de participação, foram computados mais de 460 votos, representando quase 90% do número total de cooperados, que utilizaram uma plataforma digital certificada para eleições online.

História - “Esse momento democrático que vivenciamos, fica para a história da cooperativa. Estaremos trabalhando na transição com os novos diretores para que a cooperativa não sofra nenhum tipo de abalo nessa transição”, ressalta o atual presidente, Rafael Francisco dos Santos.

Uma das mais jovens - A nova diretoria executiva é uma das mais jovens da história da cooperativa e fará parte do Conselho de Administração da gestão 2020-2023.

Posse - Intitulada de O Futuro É Agora, a chapa eleita irá assumir a Unimed Ponta Grossa a partir de 1º de agosto e é composta pelos médicos Eduardo Bacila de Sousa (novo diretor-presidente e atualmente diretor Financeiro), Anderson Ghirotti Brega (novo diretor Financeiro), Michele Cação Ribeiro (diretora de Mercado e Desenvolvimento) e Rafael Francisco dos Santos (novo diretor Administrativo e atual diretor-presidente).

Inovadora - “Acredito que a escolha por uma diretoria tão jovem mostra que o cooperado prospecta uma cooperativa moderna, competitiva e principalmente, inovadora, sem abrir mão de princípios básicos de uma medicina de ponta, que são a qualidade, a segurança e o resultado”, analisa o novo presidente eleito.

Primeira mulher - A partir da escolha dos novos dirigentes pelos cooperados, a Unimed Ponta Grossa passa a contar, pela primeira vez em 42 anos, com a primeira mulher a ocupar um cargo na diretoria executiva.

Orgulho - Segundo Michele, diretora eleita de Mercado e Desenvolvimento, dos 551 sócios ativos na Unimed Ponta Grossa hoje, 166 mulheres. “Ser a primeira mulher a ocupar um cargo na diretoria executiva da Unimed Ponta Grossa me enche de orgulho e, de certa forma, aumenta minha responsabilidade. Os próximos três anos serão de muito trabalho e de muita dedicação para manter nossa cooperativa entre as maiores empresas da região. Crescimento e inovação serão nossos objetivos de trabalho, seguindo os caminhos da gestão que nos antecedeu”.

Propostas - Para os próximos três anos, Bacila enfatiza que as propostas da nova diretoria serão fielmente cumpridas. “Com o foco em inovação, expansão de mercado e consolidação de recursos próprios, pretendemos aliar o propósito da cooperativa, que é cuidar das pessoas, com ações que resguardem a sustentabilidade do negócio e a satisfação dos nossos cooperados, colaboradores e clientes”, finaliza. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

PROGRAMA DESCOMPLICA: Governo instala comitê para expandir as telecomunicações

O Governo do Estado instalou nesta quarta-feira (22/07) o Comitê Descomplica Telecomunicações, mais uma ação do Programa Descomplica, lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no ano passado com o objetivo de simplificar a vida dos empreendedores. Participam do comitê representantes de diversas secretarias de Estado, da Copel Telecom, setor produtivo e das empresas privadas de telecomunicações.

Soluções - Criado por determinação do governador Ratinho Junior, o comitê terá por tarefa buscar soluções para os principais gargalos na área, que dificultam o desenvolvimento e a competitividade internacional do Estado. Para isso, estão sendo instalados três grupos de trabalho que vão tratar de furtos e roubos de cabos e equipamentos, licenciamento de antenas de telefonia, e acesso à internet no campo.

Respostas rápidas - “Serão grupos pequenos para dar respostas rápidas a esses problemas que dificultam a expansão das telecomunicações no Paraná e, com isso, a atração de investimentos”, explicou o Chefe da Casa Civil, Guto Silva. “A infraestrutura do futuro é a conectividade”, acrescentou.

Diálogo permanente - Opinião reforçada pelo presidente do comitê, o superintendente de Inovação da Casa Civil, Henrique Domakoski, para quem este diálogo permanente com todos os interlocutores interessados trará soluções inovadoras para o Estado.

Sucesso - O vice-governador, Darci Piana, que preside o comitê de desburocratização do Descomplica, destacou os resultados já obtidos pelo programa. Segundo ele, as ações de desburocratização permitem que uma empresa seja aberta em menos de 24 horas no Estado. “A aproximação com a iniciativa privada é a missão deste governo para que a gente possa ganhar tempo e qualidade”, disse Piana.

Descomplica Rural - Além das vertentes de telecomunicações e desburocratização, o programa também conta com o Descomplica Rural, já instalado, e devem ser criados mais três comitês específicos para as áreas industrial, florestal e de geração de energia.

Resultados - Lançado em janeiro deste ano, o Descomplica Rural também comemora resultados. “Antes, o Paraná conseguia licenciar 70 aviários por ano, só de março para cá conseguimos licenciar 700”, contou o secretário do Desenvolvimento Sustentável e Recursos Hídricos, Marcio Nunes.

Arenito - O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, antecipou outro avanço importante do Descomplica Rural, desta vez para a região do arenito, no Noroeste. “Vamos permitir que a região, com mais de 3 milhões de hectares de arenito, possa fazer irrigação com água armazenada, de forma qualificada, simplificando a vida de quem quer empreender”, anunciou.

Acessibilidade - Com o Descomplica Telecomunicações, Norberto Ortigara prevê mais melhorias para a área rural, sobretudo para os pequenos produtores. “Temos que permitir a plena comunicação, que ajuda a competitividade e melhora a produção, para chegarmos onde queremos, que é ser o polo de alimentos do mundo”, disse.

Licenciamento - Um dos grandes empecilhos para isso, que vai ser tratado em grupo de trabalho específico, é a questão do licenciamento de antenas de telefonia. Embora seja lei de responsabilidade municipal, o representante do Sistema Fiep, Helio Bampi, pediu o apoio do governo para a simplificação da legislação.

Demora - Em alguns municípios a demora para obter essas licenças chega a um ano. E, de acordo com as empresas do setor, boa parte utiliza regras inadequadas para a concessão, como as exigidas para o uso de um contêiner ou a colocação de uma fachada, por exemplo.

Cabos e equipamentos - Outro grave problema, segundo as empresas de telefonia, são os roubos de cabos e equipamentos, que são calculados em 94 mil casos em todo o país. “Além da perda do investimento, essas ocorrências impactam diretamente o consumidor, comércio, serviço, indústria, a produção rural e também a arrecadação de ICMS”, argumentou o representante da TIM, Cleber Affanio, que falou em nome de todas as outras operadoras.

Segurança Pública - Neste caso, o grupo terá a participação ativa da Secretaria da Segurança Pública, comandada pelo coronel Romulo Marinho Soares. “Nosso papel será com ações para evitar furtos, roubos e vandalismo, além das licenças do Corpo de Bombeiros, para dar segurança aos investimentos que este comitê vai ajudar a alavancar”, informou.

Reconhecimento - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, disse que a criação do Comitê Descomplica Telecomunicações mostra o reconhecimento pelo governo de que o assunto é estratégico para o Paraná. E alertou: “Se não avançarmos nessa área, vamos ficar para trás”, afirmou Ricken.

Energia e conectividade - “Precisamos resolver problemas básicos, que são a energia e a conectividade. O empresário irá investir no Estado se tiver isso”, completou o presidente da Faep, Ágide Meneguette.

Presenças - Também participaram da videoconferência de instalação do Comitê Descomplica Telecomunicações o Delegado Geral da Polícia Civil, Silvio Rockemback, o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Samir Wassouf, e o presidente da Associação Comercial do Paraná, Camilo Turmina. (Agência de Notícias do Paraná)

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INFRAESTRUTURA I: Investimento de R$ 2,5 bilhões vai ampliar terminal de contêineres

O governador Carlos Massa Ratinho Junior conheceu nesta quarta-feira (22/07) um projeto elaborado pela empresa Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), que planeja investir cerca de R$ 2,5 bilhões nos próximos anos no Porto de Paranaguá e gerar 10 mil empregos.

Parque logístico - A empresa pretende instalar um parque logístico, com capacidade para atender 200 caminhões simultaneamente, um armazém de 20 mil metros quadrados, linhas férreas e um novo pátio de automóveis. Além disso, projeta a construção de um novo terminal de fertilizantes e quer aumentar a captação de cargas do Paraguai.

Economia - Ratinho Junior afirmou que o projeto é importante para a economia do Estado, pois gera mais empregos no Litoral, e contribui para consolidar a meta de transformar o Paraná no principal hub logístico da América do Sul. Segundo ele, a proposta apresentada amplia o campo de atuação da empresa, que já opera o maior terminal de contêineres do País, com capacidade para movimentar 2,5 milhões de TEUs por ano.

Custo operacional menor - Segundo dirigentes da empresa, os novos investimentos vão reduzir o custo operacional para os clientes e atrair mais exportadores do Sul e Sudeste para Paranaguá. O projeto também garante segurança para a movimentação de veículos para as próximas décadas, tornando a operação no Paraná ainda mais atrativa.

Videoconferência - A apresentação do plano de investimento do TCP ocorreu por videoconferência e contou com a participação do chefe da Casa Civil, Guto Silva, do secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, e do diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Modernização - O governador afirmou que o Estado investe em dragagem para aprofundar o calado de Paranaguá, o que possibilita acesso de navios maiores, e que os portos paranaenses seguirão recebendo aportes para a modernização das operações nos próximos anos, para acompanhar os investimentos da iniciativa privada.

Parceria - “O Paraná tem uma parceria de longa data com a TCP e esse aporte que ainda está sendo estudado vai aumentar a capacidade de escoamento da produção brasileira, além de facilitar a integração regional”, afirmou Ratinho Junior. “Estamos constantemente pensando em melhorar a logística e o setor portuário é fundamental dentro dessa estratégia”.

Obras - O governador também disse que o Governo do Estado vai investir R$ 600 milhões em obras de infraestrutura no Litoral. O recurso será disponibilizado depois da liberação do financiamento de R$ 1,6 bilhão captado junto a um consórcio de bancos. Ele afirmou ainda que Secretaria da Fazenda estuda modernizações no regime tributário para ampliar a competitividade das empresas que atuam nos portos paranaenses.

Condições marítimas - “Todo investimento nos portos é bem-vindo. Nosso dever é proporcionar condições marítimas. Vamos aumentar o calado em Paranaguá. Também conquistamos a autonomia administrativa. O mercado entende que o Porto de Paranaguá ampliou a movimentação e está se modernizando”, acrescentou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Valor - As obras de manutenção continuada da profundidade dos Portos do Paraná reúnem investimento público total de R$ 403 milhões ao longo dos próximos cinco anos. Além das áreas do Porto de Antonina e dos berços do Porto de Paranaguá, as atividades do programa serão realizadas no canal de acesso e bacias de evolução de Paranaguá (áreas Alfa, Bravo e Charlie).

TCP - O TCP administra o maior terminal de contêineres da América do Sul e emprega 1,2 mil pessoas no Litoral. Desde março de 2018, a empresa integra o portfólio da China Merchants Port Holding Company (CMPort), maior operador de portos públicos da China. O portfólio global abrange operações em seis continentes, 26 países e regiões, e 50 portos. Em 2019 a CMPort movimentou mais de 110 milhões de TEUs.

Projeto executivo - A empresa também foi responsável pelo projeto executivo da Av. Atílio Fontana, uma das principais vias de acesso ao Porto de Paranaguá, como parte da expansão das atividades no município. O investimento foi de R$ 1 milhão. A doação do projeto facilita o processo de licitação por parte do Governo do Estado.

Presenças - Participaram da videoconferência o diretor-geral da Casa Civil, Felipe Flessak; o deputado federal Stephanes Júnior; o assessor especial da Governadoria para obras de Infraestrutura, Luiz Fagundes; o CEO do TCP, Tony Shi; e o diretor comercial do TCP; Thomas Lima. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

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INFRAESTRUTURA II: Área de apoio logístico será licitada no Porto de Paranaguá

infraestrutura 23 07 2020A Portos do Paraná licita no próximo dia 05 de agosto uma área não operacional, exclusiva para apoio logístico, em Paranaguá. A medida faz parte do projeto da empresa pública de continuidade na regularização das áreas dos portos de Paranaguá e Antonina.

Cessão de Uso Onerosa - Com 1,6 mil metros quadrados, o espaço será ofertado através de Cessão de Uso Onerosa, com o aval da Secretaria Nacional de Portos e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Apoio logístico - A área, por suas limitações físicas, não está classificada como operacional, mas servirá de apoio logístico. Assim, o vencedor do pregão poderá exercer as atividades destinadas no edital, com finalidade diversa da operação portuária, não podendo usar o terreno para movimentação ou armazenagem de mercadorias, embarque ou desembarque de passageiros.

Prazo de exploração - O prazo de exploração é de 20 anos e o uso poderá incluir a construção de estacionamento, sede administrativa, instalação de equipamentos, por exemplo. O espaço fica na avenida Cel. Santa Rita, sem número.

Pregão - O pregão 012/2020 será presencial e a abertura das propostas será no dia 05 de agosto, às 9 horas, na sede administrativa da empresa pública, em Paranaguá.

Edital - O edital está disponível para consulta em: www.comprasparana.pr.gov.br. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: PIB do Paraná aumentou 2,3% no primeiro trimestre de 2020

economia I 23 07 2020O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná apresentou crescimento de 2,3% no primeiro trimestre de 2020, na comparação com igual período do ano anterior, segundo cálculos divulgados nesta quarta-feira (22/07) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes.

Agropecuária - O resultado positivo foi obtido principalmente pelo desempenho da agropecuária, que registrou aumento de 14,96%, puxado por uma supersafra de grãos de verão.

PIB brasileiro - O Produto Interno Bruto brasileiro apresentou retração de 0,3% no primeiro trimestre de 2020. No resultado com ajuste sazonal, na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o PIB do Paraná teve alta de 1,28%, enquanto no país a queda foi de 1,5%.

Ritmo - “Os números demonstram que o Paraná estava em uma fase de crescimento, que foi freada pela pandemia. Vamos concentrar esforços agora para recuperar o ritmo”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Investimentos - Ele destaca que o Governo do Estado pretende ampliar investimentos. Para isso, conta com R$ 600 milhões para promover melhorias nos municípios. Além disso, aguarda o aval federal para acessar um financiamento de R$ 1,6 bilhão. O valor será aplicado em obras de infraestrutura.

Excedentes - O secretário do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge, também ressalta os excelentes resultados que o Paraná vinha obtendo antes da chegada da pandemia. “A pandemia alterou as previsões e o desafio agora é preparar o Estado para voltar a crescer”, afirma.

Plano - Bernardo Jorge informa que o governo avança na elaboração de um plano para estimular a retomada econômica. “Estamos trabalhando em um plano de retomada e novamente vamos contar com a força do agronegócio e de cada cidadão que aqui vive e trabalha”, acrescenta ele.

Impostos líquidos - No primeiro trimestre o PIB do Paraná somou R$ 128,92 bilhões. Além do bom desempenho do agronegócio, que é responsável por cerca de um terço do PIB paranaense, os impostos líquidos de subsídios também apresentaram resultado positivo de 0,61% no período.

Indústria - A indústria, que engloba os segmentos de transformação, construção civil e serviços industriais de utilidade pública (energia elétrica, água, esgoto e gás), registrou pequena retração de 0,42%, afetada pela diminuição dos reservatórios e a menor produção de energia elétrica. O segmento de serviços teve redução de 0,09%.

Comparação - Na comparação com o trimestre anterior, houve crescimento de 6,28% na agropecuária, 2,7% na indústria, 0,24% dos impostos líquidos de subsídios e redução de 0,03% dos serviços. “O desempenho do primeiro trimestre mostra que, se fosse mantido o mesmo ritmo de crescimento, o Paraná tinha grande possibilidade de fechar 2020 com um dos melhores resultados dos últimos anos, o que foi afastado pela crise sanitária vigente”, disse o presidente do Ipardes, Carlos Gomes Pessoa.

Últimos quatro trimestres - O Instituto divulgou, também, o resultado acumulado nos últimos quatro trimestres, período no qual o PIB do Paraná cresceu 0,64%, com aumento de 8,67% na agropecuária e 1,12% nos impostos líquidos de subsídios, enquanto a indústria registrou redução de 0,61% e, os serviços, de 0,2%.

Soma - O PIB representa a soma dos valores dos bens e serviços finais produzidos no País, Estados ou Municípios em determinado período e serve para medir a evolução da economia. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA II: Déficit primário deverá encerrar 2020 em R$ 787,45 bilhões

A aprovação de créditos extraordinários e a queda de receitas provocada pela pandemia do novo coronavírus devem elevar o déficit primário para R$ 787,45 bilhões em 2020, informou o Ministério da Economia. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, entregue nesta quarta-feira (22/07) pela pasta ao Congresso Nacional.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública. No relatório anterior, divulgado no fim de maio, a pasta previa que o rombo nas contas públicas ficaria em R$ 540,53 bilhões.

Projeções - Em relação às estimativas para a economia, o relatório manteve a maioria das projeções. A previsão de queda para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) continuou em 4,7%. A estimativa está mais otimista que a das instituições financeiras, que preveem contração de 5,95% no PIB, segundo a última versão do boletim Focus, pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central.

IPCA - A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, caiu de 1,8% para 1,6% neste ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para corrigir o salário mínimo, encolheu de 2,4% para 2,1%.

Selic - Por causa dos recentes cortes na taxa Selic (juros básicos da economia), o relatório atualizou a previsão de taxa média de 3,1% para 2,6% em 2020. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano.

Queda da arrecadação - A deterioração do resultado primário decorre tanto da queda de arrecadação como do aumento de gastos relacionados ao enfrentamento da pandemia. A nova versão do relatório aponta redução de R$ 17,61 bilhões nas receitas líquidas da União. A principal causa é a queda na renda e na atividade econômica, que reduziu a arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), do Imposto de Renda, do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Dólar - A alta do dólar e a diminuição das compras do exterior fizeram o governo cortar a estimativa de arrecadação do Imposto de Importações. A queda da massa salarial, resultante do aumento do desemprego, fez o governo reduzir a estimativa de arrecadação da Previdência Social em R$ 1,34 bilhão.

Receitas não administradas - As receitas não administradas, recursos não relacionados a tributos, subirão R$ 3,2 bilhões em relação à previsão apresentada no fim de maio. A alta está relacionada à recuperação na cotação internacional do petróleo, que passou de US$ 35,67 no fim de maio para US$ 41,95 atualmente, permitindo elevar a estimativa de receitas de royalties em R$ 5,3 bilhões.

Royalties - O aumento nas receitas de royalties foi parcialmente compensado pela queda de R$ 1,6 bilhão na estimativa de arrecadação de taxas, principalmente as taxas cobradas por aeroportos, que caíram em razão da queda nas viagens durante a pandemia.

Alta nos gastos - Quanto aos gastos, o relatório prevê aumento de R$ 233,56 bilhões nas despesas obrigatórias e queda de R$ 4,26 bilhões nas despesas discricionárias (não obrigatórias).

Créditos extraordinários - Entre os gastos obrigatórios, a maior alta corresponde aos créditos extraordinários, que somaram R$ 235 bilhões desde o relatório anterior no fim de maio. A maior parte desses créditos (R$ 101,6 bilhões) financiou a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). Foram destinados ao pacote de socorro a estados e municípios R$ 60,1 bilhões. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial registra corrente de comércio de US$ 6,812 bilhões na terceira semana de julho

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,759 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,812 bilhões, na terceira semana de julho de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,286 bilhões e importações de US$ 2,527 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (20/07), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No ano - No ano, as exportações totalizam US$ 112,863 bilhões e as importações, US$ 85,868 bilhões, com saldo positivo de US$ 26,996 bilhões e corrente de comércio de US$ 198,731 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana de julho de 2020 (US$ 857,2 milhões) com a de julho de 2019 (US$ 876,13 milhões), houve queda de -2,2%, em razão da diminuição nas vendas na Indústria Extrativa (-0,2%) e de produtos da Indústria de Transformação (-10,9%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+19,2%).

Queda - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: Minério de ferro e seus concentrados (-3,1%); Minérios de alumínio e seus concentrados (-54,0%); Outros minerais em bruto (-31,4%); Pedra, areia e cascalho (-8,1% ) e Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-92,5%). Já em relação aos produtos da Indústria de Transformação, a queda nas exportações foi puxada, principalmente, por carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas ( -26,6%); Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço ( -44,2%); Veículos automóveis de passageiros ( -43,8%); Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes ( -65,0%) e Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns ( -67,4%).

Importações - Nas importações, a média diária até a terceira semana de julho de 2020 (US$ 497,78 milhões) ficou -35,5% abaixo da média de julho do ano passado (US$ 772,15 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária (-15,2%), Indústria Extrativa (-54,9%) e com produtos da Indústria de Transformação (-34,3%).

Menos gastos - A queda das importações foi puxada principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos da Indústria de Transformação: Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-72,4%); Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (-98,3%); Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-54,9%); Partes e acessórios dos veículos automotivos (-62,8%) e Veículos automóveis de passageiros (-74,0%) Em relação à Agropecuária, o recuo nas importações foi devido, principalmente, à diminuição de gastos nas compras com Trigo e centeio, não moídos (-16,1%); Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-46,0%); Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-52,8%); Milho não moído, exceto milho doce (-65,9%) e Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-18,6%). Por fim, a diminuição nas importações também foi pressionada por conta do menor gasto nas compras com os seguintes produtos da Indústria Extrativista: Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-49,9%); Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-74,5%); Outros minérios e concentrados dos metais de base (-76,2%); Minérios de cobre e seus concentrados (-85,2%) e Gás natural, liquefeito ou não (-13,7%). (Ministério da Economia)

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PNAD COVID19: Distribuição de auxílio emergencial alcança 29,4 milhões de domicílios em junho

Cerca de 29,4 milhões de domicílios brasileiros (43% do total) receberam, em junho, algum auxílio emergencial relacionado à pandemia, que tem por objetivo fornecer proteção social no período de enfrentamento da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. Isso corresponde a mais 3,1 milhões de lares beneficiados, na comparação com o mês anterior. Os dados são da PNAD COVID19 MENSAL, divulgada nesta quinta-feira (23/07) pelo IBGE.

Contingente - Em junho, quase metade da população (49,5%), cerca de 104,5 milhões de pessoas, vivia em domicílios em que, pelo menos, um morador recebeu auxílio. “Direta ou indiretamente, esse contingente pode ter sido beneficiado com auxílio”, disse o diretor adjunto de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, acrescentando que foram distribuídos R$ 27,3 bilhões de reais, sendo que metade da população brasileira, formada pelos estratos mais baixos de renda, recebeu 75,2% das transferências.

Estados - Além disso, nos estados das regiões Norte e Nordeste, o percentual de domicílios beneficiados com auxílio emergencial ultrapassou os 45%. No Amapá e no Maranhão a proporção de beneficiados foi superior a 65%. Já em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul a cobertura do programa não alcançou 30% dos domicílios

Impacto maior - A pesquisa mostra que, em junho, o auxílio emergencial teve impacto maior sobre a primeira faixa de renda, onde estão 10% da população (21 milhões de pessoas) que residem em domicílios com renda domiciliar de até R$ 50,34. Dessa faixa, 17,7 milhões (83,5%) moram nos lares que receberam o benefício. Para esse contingente, a renda domiciliar per capita passou de R$ 7,15 para R$ 271,92, uma diferença de 3.705%.

Segunda faixa - Na segunda faixa de renda, o benefício contemplou 86,1%, o que corresponde a 18,2 milhões dos 21 milhões de pessoas que residiam nas casas onde pelo menos uma pessoa recebeu o auxílio. O impacto na faixa foi de 150%, a renda passou de R$ 150,88 para R$ 377,22.

Mais vulneráveis - Para Cimar Azeredo, isso mostra que o programa teve grande impacto sobre os rendimentos das pessoas mais vulneráveis, que na ausência do benefício viveriam com R$ 354,18 ou menos. “O auxílio emergencial atingiu cerca de 80% dos domicílios duas primeiras faixas de renda e cerca de três quartos dos domicílios da terceira faixa. Isso demonstra a importância do programa na renda domiciliar per capita dos domicílios dos estratos de renda mais baixos”, disse o diretor adjunto do IBGE.

Beneficiários - O auxílio emergencial do governo federal é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, com renda domiciliar per capita que não deve ultrapassar R$ 522,50 ou a renda total do domicílio que não ultrapasse a três salários mínimos (R$ 3.135).

Desocupação sobe e atinge 11,8 milhões de pessoas - No mercado de trabalho, a PNAD COVID19 MENSAL revela que, em junho, a taxa de desocupação subiu de 10,7% para 12,4%, atingindo 11,8 milhões de pessoas. Mais 1,7 milhão de pessoas ficou sem emprego, na comparação com maio. Com isso, a população ocupada reduziu para 83,4 milhões de trabalhadores.

Flexibilização - Segundo Cimar Azeredo, esse aumento na desocupação tem relação direta com a flexibilização do distanciamento social. “Isso implicou no aumento da população na força trabalho, já que o número de pessoas que não buscavam trabalho por causa da pandemia reduziu frente a maio. Elas voltaram a pressionar o mercado”, afirmou o diretor adjunto de Pesquisas.

Massa de rendimento - Azeredo destaca ainda que, apesar da queda na população ocupada em junho, houve um aumento da massa de rendimento efetiva (a soma do que todos os trabalhadores recebem), de R$ 157 bilhões vai para R$ 159 bilhões. “Esse é um dado positivo, porque indica que tivemos mais dinheiro proveniente de trabalho circulando em junho do que em maio. Esse dado indica reação do mercado”, disse ele.

Sem remuneração - Por outro lado, Cimar Azeredo também observa que continuou caindo, em junho, o número de pessoas (7,1 milhões) que ficou sem a remuneração do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente é menor que o registrado no mês passado (9,7 milhões), mas ainda corresponde a quase metade (48,4%) do total de pessoas afastadas do trabalho.

Acompanhamento - “É importante acompanhar esse grupo, junto com os desocupados, desalentados e a força de trabalho potencial porque é um conjunto de pessoas sem rendimentos de trabalho. Essas variáveis podem orientar as decisões de manutenção de programas de transferência de renda”, afirmou o diretor adjunto do IBGE.

Afastados do trabalho - A pesquisa também mostra que caiu em 24,9% a quantidade de pessoas que estavam afastadas do trabalho (11,8 milhões) devido ao distanciamento social imposto pela pandemia. Já entre os trabalhadores não afastados, 8,7 milhões estavam atuando de forma remota em junho.

Cai 43% número de pessoas com sintomas conjugados associados à Covid-19 - Em relação aos dados de saúde, a PNAD COVID19 MENSAL revela ainda que caiu para 2,4 milhões o número de pessoas que se queixaram de sintomas conjugados relacionados à síndrome gripal e que podiam estar associados à Covid-19: perda de cheiro ou sabor (2,2 milhões de pessoas); febre, tosse e dificuldade de respirar (703 mil); e febre, tosse e dor no peito (580 mil). Em maio, eram 4,2 milhões.

Junho - Em junho, cerca de um milhão de pessoas, entre aquelas que apresentaram algum dos sintomas conjugados, procuraram atendimento em estabelecimento de saúde, 300 mil a menos que em maio.

Atendimento - A maioria dessas pessoas (82,3%) procurou atendimento em estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 45,3% estiveram em unidades públicas de atenção primária à saúde, com os postos de saúde, 21,4% foram a prontos-socorros e 21,7% a hospitais do SUS.

Internamento - Entre as pessoas que apresentaram algum dos sintomas conjugados e procuraram atendimento em hospitais, 57 mil ficaram internadas, sendo que mais da metade eram homens (50,3%) e pessoas de cor preta ou parda (58,5%). Cerca de 40,2% dos idosos também permaneceram internados. (Agência IBGE de Notícias)

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SINDIAVIPAR: Avicultura paranaense estima investimento de R$ 100 milhões no combate à Covid-19

sindiavipar 23 07 2020O fechamento do primeiro semestre do setor avícola no Paraná aponta que o setor obteve sucesso na condução de suas atividades durante a pandemia da Covid-19. Com foco na saúde e bem-estar de seus colaboradores e comunidade, a avicultura paranaense projeta que os frigoríficos já tenham realizado um investimento de aproximadamente R$ 100 milhões no combate à doença. A estimativa tem como base valores médios investidos pelas indústrias do Paraná.

Medidas - Neste cenário, as empresas adotaram medidas para reduzir o risco da propagação do vírus, antes mesmo do início da quarentena, além de aporte em Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Dessa maneira, o ambiente frigorífico hoje tem o risco minimizado para as equipes.

Saúde ocupacional - Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, isso só foi possível pelas ações desenvolvidas pelo setor de saúde ocupacional das empresas. “Este trabalho preventivo é de fundamental importância por permitir a preservação de milhares de vidas, que são o maior patrimônio do setor avícola paranaense. Sabemos da importância que temos no processo alimentar e educacional, por isso, estamos fazendo a disseminação das práticas da higiene, dentro e fora das empresas, incluindo extramuro e cuidado com familiares e comunidade, por meio de profissionais do controle de qualidade, líderes de equipe, integrantes da Medicina do Trabalho e assistentes sociais”.

Rígidos padrões - Martins ainda afirma que as atividades no segmento sempre contaram com rígidos padrões de higienização em todas as áreas do processo produtivo, ações que vêm sendo mantidas neste período. Entre as medidas preventivas, adotadas pelas empresas avícolas do estado, destacam-se:

· Afastamento dos colaboradores identificados como do grupo de risco;

· Elaboração e distribuição de conteúdos explicativos sobre processos de higienização em diferentes formatos dentro e fora da empresa (extramuro e cuidado com familiares);

· Adoção de medidas para impedir aglomerações em ambientes da empresa;

· Atenção especial aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);

· Medição diária da temperatura de todos os colaboradores e acompanhamento médico junto aos funcionários;

· Apoio aos caminhoneiros, responsáveis pela distribuição do alimento produzido.

Atuação conjunta - Liderado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o setor produtivo também estabeleceu protocolo setorial, validado cientificamente pelo Hospital Albert Einstein, que adicionou uma série de medidas protetivas aos colaboradores, como proteção buconasal, faceshield e outros (que impedem proliferação de gotículas de saliva), entre todos os seus colaboradores, incluindo, além dos habituais uniformes, luvas e outras camadas de proteção.

Excelência - “Os últimos meses tenho reiterado que a palavra que rege o setor avícola é a excelência. As empresas estão comprometidas com suas equipes, nas quais o bem-estar de seus integrantes e a manutenção da saúde têm total prioridade. Independente do momento, cenário ou situação, entregar um alimento de qualidade e em quantidade para abastecer a todos que da nossa produção dependem é a nossa missão. Enfrentamos a pandemia do novo coronavírus nesse primeiro semestre com a determinação de que nosso trabalho é essencial para a população que já está batalhando para superar tantos desafios”, destaca Martins.

Números - Segundo dados do Sindiavipar, 984,7 milhões de aves foram produzidas no Paraná de janeiro a junho deste ano, segundo o levantamento. O número é 7,1% maior que o total de abates no mesmo período do ano passado, quando alcançou a marca de 919,4 milhões de cabeças. Com isso, o segmento alcançou o melhor semestre em produção já registrado. Do total de carne de frango produzida pelo Paraná, 66,4% foi destinado ao mercado interno, enquanto 33,6% foi embarcado ao exterior.

Embarques - Os embarques do semestre alcançaram a marca de 825,1 mil toneladas de frango, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O volume é 4,1% superior ao exportado nos primeiros seis meses de 2019, quando 792,3 mil toneladas da proteína foram destinadas ao mercado externo. Entre os países que mais importaram a carne de frango do Paraná estão: China (177,3 mil toneladas), África do Sul (67,5 mil toneladas) e Emirados Árabes Unidos (58,3 mil toneladas).

Sobre o Sindiavipar - O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) representa 45 abatedouros e incubatórios paranaenses. Desde sua fundação, há 25 anos, o Sindiavipar tem trabalhado para buscar o crescimento e a sustentabilidade da avicultura do estado, buscando sempre representatividade no mercado interno e externo. Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador nacional, além de referência em sanidade avícola e responde por mais de 38% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 160 países em todo o mundo. Mais informações: sindiavipar.com.br. (Assessoria de Imprensa do Sindiavipar)

 

SAÚDE I: Brasil registra 67.860 novos casos confirmados em 24h

O número de casos confirmados acumulados do novo coronavírus no Brasil chegou a 2.227.514. Nesta quarta-feira (22/07), no painel do Ministério da Saúde, pode-se observar o maior registro de novos diagnósticos positivos de covid-19 em 24 horas desde o início da pandemia, 67.860.

Mortes - O balanço diário do ministério também mostra 1.294 mortes registradas nas últimas 24 horas. O total de óbitos chegou a 82.771. Ainda há 3.795 mortes em investigação.

Recuperação - De acordo com Ministério da Saúde, 1.532.138 pessoas se recuperaram da covid-19, ou seja, 68,8% das pessoas que contraíram o vírus foram curadas. Agora 612.605 pacientes estão em acompanhamento.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,7%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 39,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.060.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais registro de mortes são: São Paulo (20.532), Rio de Janeiro (12.443), Ceará (7.317), Pernambuco (6.152) e Pará (5.581). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (257), Tocantins (315), Roraima (451), Acre (470) e Amapá (544). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 23 07 2020

SAÚDE II: Paraná registra recorde de 71 mortes relatadas em um dia

saude II 23 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (22/07) mais 71 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. É maior número de óbitos relatado em um único informe desde o começo da pandemia no Estado. Também foram confirmados 2.366 novos casos de infecção. O Paraná soma agora 59.269 diagnósticos positivos e 1.467 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quarta-feira havia 1.078 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. Destes, 833 em leitos SUS (380 em UTI e 453 em enfermaria) e 245 em leitos da rede particular (94 em UTI e 151 em enfermaria).

Resultados - Há outros 1.109 pacientes internados, sendo 497 em leitos UTI e 612 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - As 71 pessoas que faleceram estavam internadas. São 24 mulheres e 47 homens, com idades que variam de 28 a 93 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 29 de junho a 22 de julho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (18), Cascavel (6), Campo Largo (5), Pinhais (4), São José dos Pinhais (3), Maringá (3), Colombo (2), Fazenda Rio Grande (2), Foz do Iguaçu (2), Itambé (2), Paranavaí (2), Quatro Barras (2), Toledo (2). Também houve um óbito em cada um dos municípios de Almirante Tamandaré, Assis Chateaubriand, Campo do Tenente, Cornélio Procópio, Curiúva, Goioerê, Icaraíma, Jaguapitã, Jaguariaíva, Jandaia do Sul, Medianeira, Paranaguá, Pato Branco, Santa Helena, Santa Mariana, São João do Ivaí, Telêmaco Borba e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 658 casos de residentes de fora. 19 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município. Dois casos confirmados em Curitiba, um dia 11 e outro dia 14 de julho, foram transferidos para Piên. Uma confirmação feita dia 03/07 em Cascavel foi transferida para Toledo. Três casos confirmados dia 10/07 em Cascavel foram transferidos para Corbélia.

- Um caso confirmado dia 12/06 em Cascavel foi transferido para Corbélia e outro confirmado dia 18/06 em Cascavel foi transferido para Santa Tereza do Oeste. Também houve alteração de município em dois casos confirmados dia 16/07: um de Cascavel para São Jorge do Oeste e outro de Cascavel para Toledo.

- Dois casos confirmados dia 16/07 em Saudade do Iguaçu foram transferidos para São Jorge do Oeste. E outros dois confirmados no dia 18/07 em Inácio Martins foram transferidos para Campo do Tenente. Um caso confirmado em 15/07 em Jaboti foi transferido para Pinhais; outro confirmado em 16/07 em Curitiba foi transferido para Pinhais. Outra confirmação em Curitiba, dia 17/07 foi transferida para Campo do Tenente. Um caso confirmado dia 08/07 em Iretama foi transferido para Curitiba e um caso confirmado dia 13/07 em Campo Largo foi transferido para Matinhos.

Exclusões - Foram excluídos por duplicidade de notificação dois casos confirmados em Curitiba: um deles dia 03/07 e dia 17/07. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Informe Epidemiológico AQUI

 


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