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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4872 | 24 de Julho de 2020

FÓRUM DOS PRESIDENTES: Ratinho Junior vai falar sobre as estratégias do governo para a economia e infraestrutura

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participa do 1º Fórum Digital dos Presidentes que o Sistema Ocepar promove na próxima terça-feira (28/07), por videoconferência, das 13h30 às 16h30. Ele vai falar sobre as estratégias do Paraná para as áreas econômica e de infraestrutura, além das parcerias com o cooperativismo. O evento é destinado exclusivamente aos presidentes das cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar.

Planejamento - Antes da apresentação do governador, os participantes vão debater a nova fase do PRC100 (Plano Paraná Cooperativo 100), iniciado em 2015 e cuja meta financeira de alcançar R$ 100 bilhões de faturamento deve ser atingida pelo setor neste ano. Na oportunidade, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, vai apresentar as diretrizes do novo ciclo de planejamento das cooperativas do Paraná, juntamente com os diretores da entidade.

Cenário econômico - Também haverá uma palestra sobre cenários e perspectivas econômicas para o Brasil e o mundo no pós-pandemia, ministrada pelo diretor da Consultoria MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros.

Câmara de Mediação e Arbitragem Outro tema que será discutido no Fórum é a viabilidade de constituição da Câmara de Mediação e Arbitragem do Cooperativismo, com a presença da professora da PUCPR, Leila Dissenha, e do gerente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Anderson Lechechem.

 Informações e inscrições - Informações e inscrições com Neuza Oliveira, pelo telefone (41) 99151-2148 ou secretaria@sistemaocepar.coop.br.

 

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PROGRAMA DE INOVAÇÃO: Inscrições para o ciclo 2020/2021 vão até 7 de agosto

destaque inovacao 24 07 20207 de agosto. Essa é a data limite para dirigentes e colaboradores das cooperativas do Paraná se inscreverem no Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense, ciclo 2020/2021. Cada cooperativa poderá indicar no mínimo duas no máximo 10 pessoas para participar da formação. A aula inaugural está prevista para ocorrer no dia 19 de agosto. Ao todo, serão 192 horas de capacitação. Uma landing page foi disponibilizada com todas as informações. É por meio dela que são efetivadas as inscrições e onde está disponível o termo de adesão. O endereço é: http://paranacooperativo.coop.br/programadeinovacao/.

Sescoop/PR - “As aulas do programa serão 100% custeadas pelo Sescoop/PR”, ressaltou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski. Ainda de acordo com ele, os participantes serão formados de acordo com o perfil que apresentarem. “Eles estarão divididos em agentes de ideação e agentes de transformação e atuarão de forma convergente”, disse.

Virtual - Uma das novidades deste ano é que, devido à pandemia do coronavírus, as atividades deverão ser realizadas majoritariamente em formato virtual, com exceção dos laboratórios. Assim, as aulas da trilha comum e da trilha específica de cada turma serão online, em tempo real, por meio da plataforma Zoom. A trilha de mentoria deverá ocorrer no laboratório de inovação, presencialmente, em meados de 2021.

Ciclo 2020/2021 - O Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense é uma iniciativa do Sistema Ocepar desenvolvida em parceria com o Isae. Teve início em 2018, com a adesão de 70 cooperativas paranaenses, mais de 500 participantes e formou 14 turmas no ano passado. No dia 17 de julho, foi realizado o lançamento estadual de uma nova etapa, o ciclo 2020/2021, por videoconferência. “O sucesso obtido com a formação da primeira turma nos motivou a viabilizar o treinamento de mais lideranças e profissionais das cooperativas. Nós pretendíamos lançar esse novo ciclo em abril, mas a pandemia mudou os nossos planos.Estamos em isolamento há 120 dias e não sabemos quando iremos retornar. E, se estamos falando em dificuldade, adaptação e mudança, inovação é fundamental. Então, não tinha porque pararmos, fomos em busca de opções e decidimos realizar o treinamento de forma virtual. Mas não é continuidade do primeiro ciclo. Vamos capacitar novas turmas para que possamos ter mais gente preparada exatamente para que possamos dar continuidade ao processo”, afirma o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

 

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Coacipar, referência entre as pequenas cooperativas

Foi realizada, na tarde desta quinta-feira (23/07), a reunião institucional com diretores e técnicos da Coacipar – Cooperativa de Agricultura Familiar e Solidária Paraná. Nestes encontros, equipes do Sistema Ocepar das gerências de Desenvolvimento Cooperativo (Gecoop) e de Desenvolvimento Técnico (Getec) apresentam os indicadores do cooperativismo paranaense e da cooperativa em questão, com uma análise de desempenho frente ao atual cenário. “Em função da pandemia da Covid-19, estas reuniões estão ocorrendo de forma virtual, porém, estão possibilitando que mais pessoas possam participar tanto do Sistema Ocepar quanto das cooperativas”, comentou o superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti. Perspectivas de mercado frente à pandemia da Covid-10, crédito rural e os projetos finalísticos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), também foram temas da reunião.

Ações estratégicas - Segundo Mafioletti, o momento exige uma série de ações estratégicas por parte da organização para ajudar as cooperativas no enfrentamento da crise. “Temos nos reunidos com o Ministério da Agricultura, BNDES, Banco Central e bancos privados, e com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Tem muita coisa acontecendo em Brasília. Temos que estar próximos, participando das discussões que impactam o setor. Nosso objetivo é ter relevância e essencialidade para as cooperativas”, afirmou o superintendente.

Laranja - “O Brasil é o maior produtor mundial de laranja, sendo que internamente os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná lideram o ranking, respondendo por boa parte da produção de sucos para consumo e congelados in natura para exportação. No Paraná, a fruta responde por 62% da produção de cítricos”, contou o analista técnico Jhony Moller. Em relação às vendas, os preços pagos ao produtor no mês de julho estão mais aquecidos, em relação ao mesmo período do ano passado, muito em função do clima. “A safra 20209/21, cuja colheita será iniciada nos próximos dias, teve um atraso e sofreu uma perda de 30%. Portanto, apesar dos preços maiores, a rentabilidade dos produtores estará alicerçada na queda da produção”, disse.

Coacipar - A produção de laranja está concentrada na região Norte e Noroeste do Paraná, em razão das condições climáticas. No setor cooperativista, uma das cooperativas que atuam nesse segmento é a Coacipar, cooperativa com sede em Paranavaí, no noroeste do estado, e atuação nos municípios de Alto Paraná, Atalaia, Cianorte, Corumbataí do Sul, Flórida, Floraí, Guairaçá, Nova Esperança, Paranavaí, Presidente Castelo Branco e Rolândia. No ano passado, os 51 produtores associados produziram 16,2 mil toneladas da fruta, o que resultou num faturamento de R$ 10,1 milhões.

Certificação - A Coacipar possui a certificação internacional de Fair Trade (Comércio Justo), o que possibilita uma melhor negociação no preço pagos aos seus cooperados e ainda abriu as portas do mercado europeu e asiático para o suco da cooperativa. Devido a certificação, toda a produção é vendida para a Citri Agroindustrial S.A, que destina a matéria-prima para a produção do suco FCOJ ou NFC.  Depois a empresa exporta e realiza fechamento de safra com a Coacipar.

Histórico - Em 1995, um grupo de produtores de laranja decidiu criar a Associação dos Citricultores do Paraná (Acipar), como forma de unir forças para impulsionar seu negócio. Em 1999, a Acipar obteve a certificação da Fairtrade Labelling Organizations International (FLO), uma certificadora internacional, referente ao selo de comércio justo. Em 2011, os produtores decidiram criar a Coacipar (oficialmente estabelecida em 23 de fevereiro de 2012).

Bom desempenho - “A cooperativa tem crescido e se desenvolvido, apesar das dificuldades de mercado”, comentou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola. “Queremos estar mais próximos da Coacipar. Queremos que vocês nos demandem. Não apenas a equipe que está nesta reunião virtual, mas todos os 90 funcionários do Sistema Ocepar estão à disposição. Vamos apoiar vocês no que precisarem, seja por meio de análises técnicas, projetos de formação e promoção, ou políticas de mercado. Contem conosco”, disse o coordenador.

Termômetro positivo - Outro assunto comentado na reunião diz respeito aos riscos que a pandemia do novo coronavírus pode trazer para as cooperativas. “Fizemos uma análise e elencamos 60 ‘alertas’ que indicam como a cooperativa está reagindo à crise. É uma espécie de termômetro”, conta o analista técnico do Sistema Ocepar, Jessé Rodrigues. “Para nosso orgulho, hoje estamos falando com a cooperativa de pequeno porte que apresenta o melhor resultado dessa análise, com apenas nove alertas. Parabéns à Coaciapar, que mesmo com as dificuldades do momento, está com excelentes indicadores”, comentou.

Orgulho – “Os indicadores que o Sistema Ocepar apresenta são importantes para a tomada de decisão”, avalia a conselheira Fiscal, Luciana Tezin. “Gostei de ver os resultados. Os números comprovam que o trabalho e a dedicação, tem valido a pena. “É muito orgulho de tudo o que já foi feito. Isto nos dá ânimo para continuar e fazer planos para o futuro. Uma das novidades é que em breve teremos nossa sede própria. Quero agradecer todo o apoio o apoio do Sistema Ocepar e destacar que o objetivo é continuar o trabalho com os cooperados para manter essa trajetória de alta”, disse a gerente Administrativa, Joyce Santana. Também participaram da reunião o conselheiro Fiscal, Edvaldo Correia, o assistente financeiro, Luiz Fernando, e o auxiliar financeiro Rone Cesar.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Sistema Ocepar realiza o 38º encontro virtual com a Rodocoop

Na manhã desta sexta-feira (24/07), a diretoria da Rodocoop - Cooperativa de Transportes e Serviços Rodoviários, com sede em Mandaguari, no noroeste do Paraná, recepcionou o Sistema Ocepar em reunião virtual para a apresentação e discussão da situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. Esse acompanhamento visa manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Durante o encontro foram abordados outros assuntos importantes ao cooperativismo, como intercooperação, conjuntura econômica, e treinamentos e capacitações do Sescoop/PR.

Institucional - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, enalteceu a sintonia que há entre a entidade estadual e a Rodocoop, lembrando do apoio e acompanhamento da construção da história e o profissionalismo que tem marcado a gestão e a sua evolução da Rodocoop. Ao abrir o encontro, ele fez um relato das atividades e planejamento do Sistema Ocepar e a relevância do papel que desempenha como representante institucional das cooperativas, especialmente no momento difícil que o país atravessa devido à pandemia da Covid-19.

Oportunidades - Ricken lembrou que, há quatro meses, a sociedade está passando por uma experiência praticamente sem precedentes. “Mas temos de aproveitar bem esse momento, que é uma experiência nova e que nos proporciona oportunidades importantes para o cooperativismo, especialmente dos ramos agropecuário, crédito, saúde, transporte e infraestrutura, e que se reflete em todo o sistema. A sociedade, por meio de suas entidades representativas, reconhece a importância desse trabalho, que é essencial para que o país funcione bem”, disse. E acrescentou que as mudanças provocadas pelo novo coronavírus no dia a dia das pessoas e instituições tiveram pontos positivos. “Por exemplo, hoje podemos nos reunir com mais frequência e em número maior de participantes de modo virtual, o que não seria possível em encontros presenciais. Isso proporciona uma participação mais ativa do setor, como vem ocorrendo.”

Reconhecimento - O presidente da Rodocoop, Marcos Trintinalha, que falou sobre os investimentos que visam à expansão da cooperativa, inclusive os de melhoria dos serviços prestados aos associados, agradeceu a oportunidade da reunião. “Para nós, é uma honra ter esse time do Sistema Ocepar na reunião com a cooperativa” E destacou que “o trabalho realizado pela Ocepar no momento de pandemia é fantástico, porque busca fortalecer ainda mais o cooperativismo. E, para nós, do transporte, é de valorização ainda maior. Por isso, agradecemos o modo como a entidade vem trabalhando para o benefício de todos e da melhor maneira possível”.

Presentes - Pelo Sistema Ocepar, além do presidente Ricken, participaram da reunião institucional o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima, coordenadores e analistas técnicos. O presidente Trintinalha esteve acompanhado de integrantes da diretoria e funcionários da Rodocoop.

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COVID-19 I: Comitê publica comunicado 82; Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul é um dos destaques

covid 19 destaque 24 07 2020A aplicação da Lei Geral de Proteção aos Dados no âmbito das cooperativas foi o principal assunto discutido no Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, realizado por videoconferência nesta quinta-feira (23/07) e que contou com a participação do Sistema Ocepar. Esse é um dos destaques do comunicado 82, emitido na manhã desta sexta-feira (24/07) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Veja abaixo todas as informações.

1. No dia 23 de julho, a reunião do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 contou com a participação do economista Thiago Coraucci do Bradesco, que tratou de assuntos como saúde pública, impactos econômicos e respostas dos governos frente à Covid-19.

2. O Sistema Ocepar realizou Reunião da Autogestão de forma virtual, no dia 23 de julho, com a cooperativa Coacipar, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

3. No dia 23 de julho, o Sistema Ocepar participou do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que teve como tema principal a Lei Geral de Proteção aos Dados em cooperativas.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Área destinada ao coronavírus no Portal Paraná Cooperativo é atualizada

covid II 24 07 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI: Jovem associado da cooperativa é vencedor do prêmio WYCUP 2020

sicredi vale piquiri 24 07 2020O projeto desenvolvido por Vinícius Mattia representou a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP no World Council Young Credit Union People (WYCUP), promovido pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu). O brasileiro tornou-se o primeiro jovem associado de uma cooperativa a conquistar tão importante premiação internacional. O movimento já vem sendo realizado há 20 anos, mas esta foi a primeira vez que um associado conquistou a premiação, já que nas edições anteriores os vencedores eram colaboradores de cooperativas. Vinícius venceu a competição mundial que estimula a formação de jovens lideranças e que premia participantes que desenvolveram projetos com potencial de causar influência global no segmento de cooperativismo de crédito. O evento foi realizado de forma virtual na quarta-feira (22/07).

Bolsa de estudos - Vinícius, de 26 anos, é professor universitário e agrônomo em Palotina (PR). Com o reconhecimento do WYCUP, o jovem ganhou uma bolsa de estudo e será um dos embaixadores que irão representar o programa pelos próximos doze meses, ao lado de Lukasz Nowak, da Polônia, e de Vita Hernandez, dos Estados Unidos. Ao final, os três irão compartilhar as experiências em uma conferência internacional em Glasgow, na Escócia, em 2021.

Orgulho e celebração - Para Vinícius, receber esse reconhecimento é motivo de muito orgulho e celebração. “Ser o primeiro jovem associado de uma cooperativa de crédito a vencer o WYCUP é o início de uma grande trajetória como líder. Espero que eu consiga incentivar outros jovens a construírem os seus caminhos com liderança e forte atuação nas comunidades locais. Essa é uma competição com engajamento global, com pessoas do mundo inteiro participando, e ter esse envolvimento com profissionais ligados ao cooperativismo em diferentes lugares e fazendo coisas extraordinárias é um grande incentivo para mim. Agradeço muito a minha cooperativa, a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, e a Central PR/SP/RJ por terem acreditado no meu projeto, assim também como o Comitê Jovem e a Prefeitura de Palotina. O meu desejo é de continuar contribuindo com a comunidade e com todo o mundo de forma cooperativa”, frisou.

Comprometimento - A gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti, destacou o comprometimento de Vinícius em fazer uma sociedade cada vez mais próspera. “É emocionante viver esse momento em que o Vinícius é o primeiro associado do mundo a receber essa conquista, que antes era possível apenas aos colaboradores das cooperativas. Uma experiência única e inesquecível para todos nós. Agradeço ao Vinícius por dizer ‘sim’ ao cooperativismo e pelo seu protagonismo.”

Jovens - Segundo o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso, a sustentabilidade do empreendimento depende dos jovens. “Por meio de iniciativas como essa que incentivamos os jovens a atuarem neste movimento, fazendo a diferença e fomentando a liderança. Para nós do Sicredi, termos em nossa cooperativa pela segunda vez esta premiação (em 2015, o colaborador Leandro Hendges foi premiado com o projeto que implantou ações para atrair jovens), e neste ano o primeiro jovem associado a receber esse prêmio é motivo de muito orgulho. Mais uma colheita das sementinhas que estão sendo plantadas nos movimentos do Comitê Jovem e Comitê Mulher.”  

Desafio 90 dias - Vinícius chamou atenção após participar do “Desafio 90 dias” em 2019. Na ocasião, ele foi encarregado de realizar uma ação de forma voluntária que impactasse a comunidade local. Por meio deste desafio, com o espírito de protagonismo despertado pelo Comitê Jovem e a vontade de ajudar as pessoas, ele idealizou o projeto “Agricultura familiar e alimentos sustentáveis”. O objetivo da iniciativa foi desenvolver ações voltadas ao tema da segurança alimentar e agricultura familiar para diferentes públicos do município.

Objetivo - “Com esse projeto, eu quis evidenciar duas coisas: a importância da agricultura familiar na produção de alimentos, em especial para as crianças nas escolas, e também como as atitudes dos jovens podem impactar a comunidade local”, recordou.

Link - Saiba mais sobre o projeto de Vinícius Mattia no link: https://bit.ly/32O7zlp.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 110 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 155 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

UNIPRIME PIONEIRA: Conecta Uniprime reúne cooperados e palestrantes por meio virtual

Quando a palavra “conectar” foi integrada ao nosso vocabulário, o sinônimo mais comum remetia a estabelecer conexão entre dispositivos ou computadores. Porém, a amplitude desse verbo extravasou o universo eletrônico e se difundiu como uma ação de unir, ligar, interagir. Foi por isso que ela foi escolhida para nominar o evento mais relacional da Uniprime Pioneira, o Conecta Uniprime.

Cinco edições - Por cinco edições, o Conecta reuniu pessoas para promover a cooperação, a informação e o relacionamento entre cooperados, colaboradores e palestrantes. Sempre fisicamente. No entanto, neste ano, o cenário estabelecido pela pandemia não permitiu que a dinâmica fosse a mesma.

Virtual - Assim, o evento de 2020 foi realizado de forma virtual, ao vivo, transmitido pelo canal da cooperativa no Youtube, na noite do dia 10 de julho. Em pauta, as mudanças sociais e tendências pós-pandemia, temas abordados pelos palestrantes Alan Costa e Arthur Igreja, nomes de reconhecimento nacional em assuntos relacionados à economia, inovação e comportamento. Do outro lado, na condução do evento, o presidente da cooperativa, Orley Campagnolo, o diretor superintendente, Hiroshi Nishitani, e o diretor operacional, Valdomiro Vendramini, que estabeleceram a ponte entre os convidados e cooperados, apresentando as perguntas e posicionamentos.

Interação - A interação frequente entre os participantes, o desafio de um quiz no site com a premiação para os que mais pontuassem, trouxe ao evento a leveza de um bate-papo enriquecido com muita informação. “Foi uma experiência fantástica, abrangente e desafiadora. Como realizar um evento que sempre teve a característica de aproximar, de interagir, de celebrar, mas de forma online? Tivemos o cuidado para tornar a experiência do Conecta Uniprime deste ano muito próxima dos anos anteriores. E acredito que foi uma dinâmica muito produtiva”, reflete Orley.

Aproximação - Para o diretor superintendente, Hiroshi, essa foi a forma da cooperativa estar mais perto do seu público. “Sempre priorizamos o contato próximo e buscamos, mesmo que por meio digital, estabelecer essa conexão”, avalia. O diretor operacional, Vendramini, complementa que, mesmo com esse cenário onde o distanciamento é crucial para a manutenção da saúde e segurança das pessoas, a Uniprime não relativiza o contato humano, pessoal. “Nada substitui o bom relacionamento”, finaliza.

Show - A programação do Conecta Uniprime foi encerrada com um show acústico ao vivo do cantor Marcelo Arccheti, de Ubiratã.

Para refletir - As falas dos palestrantes trouxeram à reflexão quais serão as consequências, as mudanças no comportamento das pessoas e nos negócios. Para Alan Costa, palestrante internacional, executivo, investidor anjo, empreendedor serial, escritor e mentor de startups, é preciso olhar esse momento em uma perspectiva mais abrangente. “Para sairmos muito melhores de quando entramos, temos que somar à equação o que as pessoas vão precisar, quais serão as novas necessidades e encontrar soluções para atender essas novas demandas”. indica.

Fortalecido - Por sua vez, Arthur Igreja, palestrante, escritor, com vasta experiência internacional, investidor, comentou que é possível sair de uma grande crise mais fortalecido, mas é preciso estar atento, informado e se mexer. “Quem sai na frente é quem faz mudanças mais rapidamente. A pandemia pode ser um empurrão para tirar da gaveta projetos que não saiam por falta de tempo. A palavra-chave é eficiência”, garante.

Conecta para todos - O evento foi gravado e está disponível no canal da Uniprime Pioneira no Youtube. O link de acesso é: https://www.youtube.com/watch?v=vO1E_XBgA9k&t=54s. (Imprensa Uniprime Pioneira)

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COOPAVEL: Show Rural é vitrine para a agroecologia

coopavel 24 07 2020Há 17 anos, a agroecologia é um dos destaques do Show Rural Coopavel, evento de difusão de novas tecnologias para o campo criado em 1989 e hoje um dos três maiores do mundo. Doze entidades de pesquisa, cooperação e extensão participam de um projeto que, entre outros objetivos, busca mostrar técnicas e tecnologias de manejo eficientes nos sistemas de produção e oferecer alimentação saudável e nutritiva que seja sinônimo de saúde às pessoas e ao meio ambiente.

Avaliação e projeção - Na última quarta-feira (22/07), representantes das entidades parceiras da Vitrine Tecnológica de Agroecologia tiveram uma videoconferência com o coordenador geral do Show Rural Coopavel, o agrônomo Rogério Rizzardi, e com o gerente Adriana Gomes. A finalidade foi fazer uma avaliação da edição mais recente do evento, realizada de 3 a 7 de fevereiro, e de projeções para a próxima, agendada para 1 a 5 de fevereiro de 2021. “O relato que nos apresentaram é a comprovação do sucesso desse projeto, tão dinâmico e inspirador”, segundo Rizzardi.

Tecnologias - Nos cinco dias da 32ª edição, a Vitrine de Agroecologia apresentou mais de 70 tecnologias de manejo com demonstrações de mais de 300 espécies. Tudo em uma área de 4,4 mil metros quadrados nas proximidades da caixa d´água, nos fundos no parque que recebe o evento tecnológico. Entre as novidades apresentadas estiveram um sistema de comercialização de itens agroecológicos, fabricados por pequenos produtores rurais. Só para citar um exemplo: picolés de frutas nativas, como a gabiroba, fizeram grande sucesso entre os visitantes.

Diversificação - “Isso mostra, como os representantes das entidades fizeram questão de afirmar, que é possível diversificar ainda mais a propriedade com investimentos em agroecologia”, observa Adriana Gomes. Também foram apresentadas construções feitas com materiais alternativos e novos modelos de manejos. Entre as intenções para a próxima edição estão ampliar o alcance de um aplicativo de divulgação da vitrine, aumentar a área de vendas de produtos agroecológicos.

Entidades - As entidades que participam do projeto Vitrine Tecnológica de Agroecologia são: Instituto de Educação e Sustentabilidade Pedra da Mata, Biolabore Cooperativa de Trabalho e Assistência Técnica do Paraná, Capa (Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia), Gebana Cataratas do Iguaçu Produtos Orgânicos, Unioeste, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Ecovida (Núcleo Oeste do Paraná da Rede Ecovida de Agroecologia), Universidade Federal da Fronteira Sul, Universidade Federal do Paraná, Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Itaipu e Coopavel. (Imprensa Coopavel)

 

COCARI: Cruzmaltina é a terceira unidade a realizar o Dia de Campo Digital

A Cocari aceitou o desafio de transformar seus eventos presenciais em transmissões digitais, devido às exigências deste momento de enfrentamento do coronavírus. Por isso, vem realizando os Dias de Campo de Inverno com exibição via internet, nas redes sociais da cooperativa. Desse modo, os produtores podem acompanhar as demonstrações da equipe técnica, em segurança e com igual qualidade de informações. Nesta quinta-feira (23/07), às 18h30, foi exibido o Terceiro Dia de Campo Digital da Cocari, em Cruzmaltina, no Paraná, com análises técnicas sobre a cultura do milho. Mais de 19.900 pessoas foram alcançadas pela transmissão do evento nas redes sociais da cooperativa.

Nossa essência – Vilmar Sebold, presidente da Cocari, lembrou que os associados movimentam e são a razão de ser da cooperativa. “Para nós, novamente, é um orgulho poder nos encontrar com vocês, embora de maneira virtual, para a realização deste Dia de Campo da cultura de milho. O nosso desafio é fazer com que a informação chegue ao produtor e que esses dados sejam relevantes e permitam que o cooperado escolha híbridos de milho, formas de condução da cultura, para que ele alcance o máximo de produtividade e o retorno que ele tanto almeja e de que tanto precisa”, destacou.

Agradecimentos – O superintendente de Logística Integrada, Jacy Cesar Fermino da Rocha, agradeceu a organização do evento. “Agradeço a todos os colaboradores que se empenharam em desenvolver este Dia de Campo para que o associado possa avaliar os híbridos para a safra 2021”, pontuou.

Continuidade do trabalho – De acordo com o gerente da unidade de Cruzmaltina, Maxsuell Sanches, o evento do Dia de Campo é realizado desde 2011 no município e é fundamental que as informações técnicas sejam repassadas aos cooperados. “É uma oportunidade de conhecer como os materiais de milho se comportam em nossa região. Além disso, preparamos um trabalho com a linha de nutrição vegetal e correção de solo”, disse.

Aniversário de 30 anos – O gerente lembra que a Cocari de Cruzmaltina completa 30 anos em 2020. Sendo uma importante parceira dos produtores rurais, a cooperativa contribui com o desenvolvimento da região, por meio da geração de empregos e assistência técnica, além da formação de núcleos de integração de mulheres e jovens, resultando em benefícios para toda a comunidade.

Sucessão familiar – A cooperada Vivian Cristina Bressanin, coordenadora do Núcleo Feminino em Cruzmaltina, contou como sua trajetória está ligada à história da Cocari no município. “Desde pequena eu vinha com meu pai na Cocari, comprar insumos, trazer os grãos que ele colhia e ele sempre me incentivou a trabalhar com a agricultura. Hoje sou mulher, mãe, empresária e administro os negócios da minha família”, relatou.

Força do agro – Dentro de uma área territorial de mais de 45 mil hectares, a população estimada do município é de 3.126 habitantes, com 52% das pessoas morando no campo. A produção agropecuária movimenta a economia local, com destaque para soja, milho, trigo, aveia e tomate, além da pecuária leiteira e de corte.

Mercado – A transmissão contou ainda com a análise do consultor em gerenciamento de riscos da Stone X do Brasil, Leonardo Martini, apontando as perspectivas para o mercado de milho para os próximos meses.

Sorteios – Os produtores de Cruzmaltina foram presenteados, durante a transmissão, com sorteio de produtos oferecidos por empresas parceiras da Cocari. A comunidade também foi contemplada com brindes da cooperativa.

Assista novamente – É possível rever o evento e consultar as análises apresentadas pelo Departamento Técnico da cooperativa. Acesse os perfis @cocaricoop no Facebook ou no Youtube.

Próximo evento – A Cocari segue com a programação dos Dias de Campo Digitais e, no dia 28 de julho, próxima terça-feira, será exibido o Circuito Técnico da região do Vale do Ivaí. (Imprensa Cocari)

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CAPAL: Cooperados e funcionários doam 1.370 cobertores para cuidados no inverno

capal 24 07 2020A chegada do inverno faz com que as pessoas convivam, além da pandemia de Covid-19, com os desafios acarretados pelo frio. Cientes disso, cooperados e funcionários da Capal realizam a doação de 1.370 cobertores em 11 municípios onde a cooperativa está presente, nos estados do Paraná e São Paulo.

Dia C - A ação é parte da campanha do Dia de Cooperar (Dia C), que todos os anos conta com a participação de voluntários para amenizar os problemas sociais. O movimento é realizado pelas cooperativas, associados e colaboradores, que trabalham para reduzir a desigualdade e auxiliar os setores da sociedade que mais necessitam. As iniciativas do Dia C são vinculadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), que visa, dentre outras medidas, erradicar a pobreza, cuidar do meio ambiente e proporcionar saúde e bem-estar às pessoas.

Doações - De março a junho, a Capal realizou diversas doações a entidades do sistema de saúde para combater a Covid-19. A cooperativa doou aos hospitais das Clínicas (de Curitiba), 18 de Dezembro (Arapoti), São Sebastião (Wenceslau Braz) e secretarias de Saúde dos municípios onde atua.

Itens - Foram entregues álcool em gel, óculos de proteção, máscaras e tenda de apoio, além da doação de recursos para o Hospital São Sebastião, que usou o montante para finalizar a obra de uma ala de enfermaria. Com a reforma, foi aumentada a capacidade instalada dos atuais 33 para 51 leitos.

Medidas - Com base nas recomendações do Ministério da Saúde e dos governos de São Paulo e Paraná, a cooperativa, seus associados e funcionários já realizam uma série de medidas para reduzir a propagação da doença. Em todos os setores da cooperativa, na matriz e também nas unidades, há álcool em gel disponível. Além disso, o contato físico e a aglomeração de pessoas são evitados. A orientação é substituir as reuniões por videoconferências e a não realização de viagens.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 20 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

CONJUNTURA: Indústria de alimentos opera em 97% e vendas crescem no ano

conjuntura 24 07 2020A indústria de alimentos, um dos mais importantes segmentos do parque fabril do Estado, é o setor com o mais elevado nível de operação no Paraná atualmente, alcançando 97,2% do patamar pré-pandemia. Os dados constam no boletim conjuntural elaborado pelas secretarias de Fazenda e Planejamento e Projetos Estruturantes. O estudo divulgado nesta quinta-feira (23/07) mostra um retrato da economia paranaense na última semana.

Vendas - O boletim demonstra que as vendas do ramo de alimentos acompanharam o movimento dos supermercados e apresentam alta. Durante a pandemia, a comercialização do setor manteve um crescimento estável e a soma do primeiro semestre revela avanços significativos em relação ao mesmo período do ano passado.

Aquecimento - De janeiro a junho, houve aquecimento das vendas de cereais, farinhas, sementes, chás e café (34%); frutas, verduras e raízes (23%); carnes, peixes e frutos do mar (17%); e laticínios, ovos e mel (7%). Por outro lado, o segmento de restaurantes e lanchonetes segue como o mais afetado pela pandemia, com um índice de vendas de 45% na última semana na comparação com o início de março.

Online - O boletim desta semana revela que o comércio pela internet ou televendas segue como opção de compra para grande parte dos consumidores. Na semana de 13/07 a 19/07, 59% das vendas de equipamentos eletroeletrônicos, lojas de departamento ou magazines, informática, áudio e vídeo e telefonia ocorreram na modalidade não-presencial.

Inversão - As medidas de isolamento social inverteram o cenário de antes da pandemia, quando o comportamento de consumo destes produtos pendia para a modalidade presencial. Na primeira semana de março, período que serve como base comparativa, 55% dos consumidores optavam por frequentar as lojas.

Atividade econômica - O boletim da semana traz ainda os resultados do Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central, que mostra a comparação entre o valor nacional e dos estados do Sul do país entre janeiro e maio.

Impactos - Apesar dos impactos da Covid-19 sobre as atividades produtivas paranaenses, a economia do Estado apresenta comportamento menos desfavorável do que em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, exibindo também performance melhor que o do País.

Índice paranaense - Neste recorte, o índice paranaense ficou em 93,1 em maio – ou seja, está em 93,1% do índice de janeiro de 2020, que foi considerado como 100). Também em maio, o índice do Brasil atingiu 86,4, enquanto o Rio Grande do Sul alcançou 92,3 e Santa Catarina atingiu 90,3.

Empresas - Em todo o Paraná, 5.800 empresas (4.400 inseridas no Simples Nacional e 1.400 no Regime Normal) seguiam fechadas na semana passada, mesmo após o término das regras mais rígidas sobre o comércio e as atividades não essenciais no dia 14/07. Durante o período de restrição, nas duas primeiras semanas de julho, 12,6 mil estabelecimentos haviam paralisado suas atividades.

Abertas - O boletim conjuntural registra que o percentual de empresas abertas, por sua vez, passou de 87% para 93% na semana de 13 a 17 (ou 19) de julho – índice semelhante aos atingidos nos meses de maio e junho, que registraram médias de 91% e 94%, respectivamente.

Ativa - O boletim considera como ativa a empresa que emitiu ao menos um documento fiscal (NF-e ou NFC-e) de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal tributo estadual, e utiliza o índice de 100% para o período de normalidade econômica da pré-pandemia (9 a 13 de março), possibilitando uma comparação da atividade econômica nos meses subsequentes.

Plena atividade - Em alguns municípios, 100% das empresas já estão em plena atividade – são os casos de Arapongas e Francisco Beltrão. Em Curitiba, são 87%. Foz do Iguaçu tem um dos menores índices do estado: apenas 83% das empresas estão ativas.

Regiões - De acordo com o boletim, a emissão de notas fiscais registrou recuperação, embora em níveis pouco relevantes, no período de 1 a 19 de julho. O valor médio diário, na soma do Estado, cresceu em todos os setores selecionados: comércio atacadista, comércio varejista, indústria de alimentos e outras atividades da indústria de transformação.

Leste - A macrorregião Leste (do Centro-Sul ao Litoral, passando pela Região Metropolitana de Curitiba e Campos Gerais) registrou aumento nas quatro atividades levantadas. A indústria de alimentos já supera os patamares obtidos no início de março.

Noroeste - Na macrorregião Noroeste (região de Maringá e Umuarama), o valor médio diário caiu razoavelmente na indústria de alimentos, enquanto os outros três setores registraram alta. A macrorregião Norte (Londrina e Cornélio Procópio) teve queda no comércio atacadista e na indústria de transformação, mas alta no comércio varejista e na indústria de alimentos.

Oeste - Finalmente, a macrorregião Oeste contabilizou alta no comércio varejista, na indústria de alimentos e demais atividades manufatureiras, sendo exceção o comércio atacadista.

Setores - Na semana encerrada em 19 de julho, houve uma pequena redução nas vendas de supermercados e farmácias, que haviam tido uma alta pontual no consumo duramente o período em que vigorou o decreto com medidas mais restritivas de circulação (1 a 15 de julho). Segmentos como áudio, vídeo e eletrodomésticos e materiais de construção e ferragens tiveram pequena alta.

Varejo - Setores varejistas ligados ao funcionamento de shoppings centers e centros comerciais registraram uma pequena reação na semana passada, em relação ao período de restrição. Porém ainda sofrem com a forte redução das vendas em julho. É o caso de vestuário, calçados e cama, mesa e banho.

Produtos - Em relação aos produtos, os segmentos de automóveis, motocicletas e caminhões/ônibus mostram reação após três semanas de queda, voltando aos mesmos patamares de junho. Automóveis atingiram o patamar de 110% e caminhões e ônibus 125%. Em relação ao período anterior à pandemia, a venda de motocicletas segue distante do padrão normal, na casa de 79%.

Produtos químicos - O desempenho do ramo de produtos químicos também chama a atenção. Na semana passada o setor teve o maior crescimento, saltando 30 pontos porcentuais nas vendas e chegando a uma tax de operação de 120% na comparação com março.

Estabilidade - O boletim indica estabilidade em setores como bebidas alcoólicas e bebidas não alcoólicas e itens de consumo duráveis (linha branca, telefone celular, notebooks, móveis, colchões e iluminação).

Combustíveis - As vendas de combustíveis também apresentaram pouca alteração, em patamares bem distantes ao período pré-pandêmico. A queda na quantidade de litros, combinada com a redução no preço, leva a uma queda ainda maior nas vendas em reais, que é a base de cálculo para o ICMS.

Exportações - Em relação ao comércio exterior, o boletim conjuntural mostra que as vendas de máquinas, equipamentos e veículos para o exterior atingiram patamares superiores aos de março, após 10 semanas de baixa. As exportações de alimentos e matérias primas mantiveram a tendência de alta, principalmente devido ao comportamento do câmbio. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim AQUI

 

IPCA-15: Alta nos combustíveis puxa prévia da inflação para 0,30% em julho

ipca 24 07 2020Após quatro meses consecutivos de quedas, a gasolina subiu 4,47% e, com ela, também a prévia da inflação de julho. O grupo dos Transportes teve alta de 1,11% e exerceu o principal impacto sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta sexta-feira (24/07) pelo IBGE, e que ficou em 0,30%.

Preços mais altos - Quem voltou a trabalhar agora, já se deparou com preços mais altos dos combustíveis (4,40%). A gasolina, que vinha caindo, aumentou 4,47% pela prévia da inflação de julho; o etanol, 4,92%; o óleo diesel, 2,50% e o gás veicular, 0,01%. Ainda nos Transportes, houve alta também nas tarifas de metrô (2,00%), puxada principalmente pelo reajuste de 8,70% nas passagens do Rio de Janeiro, que entrou em vigor no dia 11 de junho.

Mais baratos - Por outro lado, o transporte por aplicativo (-11,98%) e as passagens aéreas (-4,16%) ficaram mais baratos. Os bilhetes de avião já vinham caindo de preço, tendo registrado quedas de 27,08% em maio e de 26,08% em junho, acumulando, com a nova queda, um recuo de 48,34% nos últimos três meses. E o custo do táxi (-0,10%) também teve redução, especialmente devido ao cancelamento do reajuste que havia ocorrido em janeiro no RJ (-0,47%).

Casa - Já os custos em casa (Habitação) ficaram mais altos (0,50%) por conta do aumento das tarifas de energia elétrica (1,03%) em seis regiões metropolitanas, variando de 0,28% em Porto Alegre até 5,15% em Fortaleza. Além disso, a taxa de água e esgoto subiu 0,13%. Porém, o gás encanado caiu 0,08%.

Vestuário - Mas para quem está precisando renovar o guarda-roupa ou comprar presente para o Dia dos Pais, a boa notícia é que o grupo Vestuário apresentou o menor resultado (-0,91%) e o impacto negativo mais intenso (-0,04 p.p.) no índice de julho. Tanto as roupas femininas (-1,32%) quanto as masculinas (-1,18%) e as infantis (-0,59%) e, ainda, os calçados e acessórios (-0,88%) tiveram queda.

Alimentação e bebidas - Dá para economizar também com alimentação e bebidas, que apresentaram queda de 0,13% em julho, após quatro meses consecutivos de altas, sendo que alimentação no domicílio caiu 0,20%. A principal redução foi nos preços de alguns tubérculos, raízes e legumes (-15,76%), como o tomate (-22,75%), a batata-inglesa (-20,70%), a cenoura (-18,60%) e a cebola (-7,09%). Alimentação fora do domicílio, no entanto, continua em alta (0,03%), mas desacelerou em relação ao resultado de junho (0,26%). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

ipca tabela 24 07 2020

 

ECONOMIA: Arrecadação federal cai 29% em junho e fecha em R$ 86,2 bilhões

A arrecadação de receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 29,59% em junho, totalizando R$ 86,2 bilhões, segundo informou a Receita Federal, em relatório divulgado nesta quinta-feira (23/07). A comparação é com o mesmo mês de 2019, quando a arrecadação foi de R$ 119,9 bilhões. É o menor resultado para o mês de junho desde 2004, quando foram arrecadados R$ 78,6 bilhões.

Receita - As receitas administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições federais, chegaram a R$ 84,2 bilhões no mês passado, resultando em queda real de 27,81%. Já as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 1,991 bilhão, uma queda de 39,41% em relação a maio de 2019.

Janeiro a junho - De janeiro a junho deste ano, a arrecadação total chegou a R$ 665,966 bilhões, com queda real de 14,71%, em comparação com o primeiro semestre do ano passado, quando foramm arrecadados R$ 757,595 bilhões. Foi o quarto mês consecutivo de queda nominal (valores absolutos) de receitas e o quinto mês seguido de queda real (descontada a inflação). Nos últimos três meses, de abril a junho, a queda na arrecadação ficou próxima de 30% em cada período.

Adiamento - De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação federal se deu principalmente por causa do adiamento no pagamento de impostos, que estão entre as medidas adotadas pelo governo para aliviar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.

Montante - Os diferimentos (adiamento) de impostos somaram, aproximadamente, R$ 81,3 bilhões no total, incluindo o montante R$ 20,4 bilhões apenas em junho. Além disso, foram concedidas compensações tributárias que somaram R$ 6,8 bilhões no mês passado. Também houve uma redução, no mesmo período, de R$ 2,35 bilhões, com desconto no Imposto sobre Operações Financeiras que incide sobre operações de crédito (IOF Crédito), que teve sua alíquota zerada, fazendo o governo deixar de arrecadar o valor.

Estimativa - "Nós teríamos uma arrecadação estimada, para o mês de junho, de R$ 113,84 bilhões, não fossem esses fatores não recorrentes", explicou Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal.

Tributos - Entre os tributos com pagamento adiado está o Imposto de Renda da Pessoa Física, de abril para junho. Também houve postergação do pagamento de contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Quitação - Os pagamentos de abril serão quitados em agosto, e os de maio, em outubro. Também houve o adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. Além disso, foi reduzida a zero a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), por 90 dias. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar tem maior alta em um mês, com pessimismo externo

cambio 24 07 2020Depois de três dias de queda, o dólar reverteu o movimento e teve a maior alta em um mês, numa sessão dominada pelo pessimismo no mercado internacional. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (23/07) vendido a R$ 5,215, com alta de R$ 0,099 (+1,96%). Essa foi a maior alta percentual diária desde 26 de junho, quando a cotação tinha subido 2,58%.

Parte das quedas - O dólar devolveu parte das quedas dos últimos dias, em um clássico dia de aversão a risco nos mercados externos por receios sobre o ritmo de recuperação dos Estados Unidos em meio a temores de efeitos econômicos de tensões entre o governo de Donald Trump e a China.

Euro - Negociado abaixo de R$ 6 nos últimos dias, o euro comercial fechou a sessão vendido a R$ 6,052, com alta de 2,16%. A libra esterlina comercial subiu 1,96% e encerrou a quinta-feira vendida a R$ 6,649.

Bolsa - No mercado de ações, o dia foi marcado pelas perdas. O Ibovespa, principal índice da B3 (a bolsa de valores brasileira), caiu 1,91%, a 102.293 pontos. Isso esvaziou os ganhos da semana, com o Ibovespa acumulando queda de 0,6% desde segunda-feira (20). Nas três semanas anteriores, o índice terminou com desempenho positivo.

Mercado norte-americano - O Ibovespa seguiu o mercado norte-americano. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, caiu 1,31% nesta quinta-feira, após uma sequência de dados econômicos e de estatísticas da pandemia do novo coronavírus.

Seguro desemprego - Os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos subiram inesperadamente para 1,416 milhão na semana passada, informou o Departamento do Trabalho norte-americano nesta quinta-feira (23/07). A elevação do número de desempregados indica que a recuperação da maior economia do planeta pode ser mais lenta que o esperado. Além disso, o total de casos de covid-19 nos Estados Unidos superou 4 milhões nesta quinta-feira, com uma média de quase 2,6 mil novas infecções a cada hora. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

SENADO: Aprovada MP que desobriga escolas a cumprir a quantidade de dias letivos em 2020

senado 24 07 2020Em sessão remota nesta quinta-feira (23/07), o Senado aprovou o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 22/2020, que desobriga escolas e universidades de cumprir a quantidade mínima de dias letivos em 2020 devido à pandemia da Covid-19. Aprovada com 73 votos, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.

Origem - O PLV 22/2020 tem origem na Medida Provisória (MPV) 934/2020, que promove ajustes no calendário escolar de 2020. O texto foi relatado pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT). A matéria será encaminhada à sanção presidencial.

Aprovação - O relator apresentou voto pela aprovação da matéria na forma do projeto de lei de conversão aprovado na Câmara dos Deputados, no último dia 7, e rejeitou as 41 emendas apresentadas ao texto no Senado.

Emendas - Carlos Fávaro explicou que rejeitou as emendas para que não houvesse a caducidade da MP, cujo prazo de vigência vence em 29 de julho. Ele ressaltou ainda que muitas alterações previstas nas emendas já estariam contempladas no texto do projeto.

Discussão - Como forma de não prejudicar a tramitação da MP, os líderes partidários retiraram os destaques apresentados. Alguns defenderam o veto presidencial a alguns dispositivos do texto, entre eles o que prevê a entrega de dinheiro diretamente aos pais dos alunos para a compra de alimentos. O senador Lasier Martins (Podemos-RS) entende que essa possibilidade favorece a ocorrência de fraudes, a exemplo das irregularidades ocorridas no recebimento do auxílio emergencial de R$ 600 pela população.

Problemas - Líder do governo, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) ponderou que o veto presidencial ao dispositivo relacionado à compra da merenda escolar poderá ocasionar problemas a ações que já estão em curso em diversos municípios do país.

Regulamento - Na presidência dos trabalhos, o senador Marcos Rogerio (DEM-RO) sugeriu que o governo elabore um regulamento para definir de que forma serão entregues esses recursos, que poderá ocorrer na forma como já é praticada em outros municípios, por meio de vouchers.

Compromisso - Dessa forma, Fernando Bezerra assumiu o compromisso de que, na regulamentação da matéria, serão atendidas as preocupações dos senadores como forma de não desvirtuar os recursos da merenda escolar e prestigiar a agricultura familiar.

Veto - Outros parlamentares, como o vice-presidente da Frente Parlamentar da Educação, senador Izalci Lucas (PSDB-DF), também defenderam o veto presidencial ao art. 5º do texto, segundo o qual o Ministério da Educação deverá definir as datas do Enem após ouvir os sistemas de ensino e que, no ano letivo subsequente ao afetado pelo estado de calamidade pública, os processos de ingresso no ensino superior que tenham aderido ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade para Todos (Prouni) levem em contas o calendário do Enem.

Médicos - O senador Acir Gurgacz (PDT-RO), por sua vez, defendeu o acolhimento de médicos se formaram em outros países e não conseguiram fazer o Revalida, suspenso desde 2017, dada a falta desses profissionais em diversas regiões do país. Ele abriu mão de destaque nesse sentido, tendo em vista que há um acordo com o governo, que deverá tratar da revalidação de diplomas por meio de uma MP a ser encaminhada ao Congresso.

Recursos - Já a senadora Kátia Abreu (PP-TO) defendeu a destinação de recursos da Covid-19 da área da saúde para o setor da educação, como forma de auxiliar a proteção dos alunos no retorno às aulas.

Ato - O senador Esperidião Amim (PP-SC) ressaltou que o ato que regula as MPs editadas no período da pandemia está sendo desconsiderado pela Câmara no que se refere ao prazo de tramitação. A prática, segundo ele, impede o Senado de deliberar adequadamente e incluir providências úteis e necessárias no exame das proposições.

O que foi aprovado - De acordo com o projeto de lei de conversão aprovado na Câmara e mantido pelo Senado, os calendários escolares da educação básica poderão ser recompostos com um número inferior a 200 dias letivos, desde que garantido o cumprimento do mínimo de 800 horas de carga horária.

Superior - Na educação superior, será possível o encerramento do ano letivo sem a obrigação de cumprimento dos 200 dias letivos. Também será permitida a antecipação da conclusão dos cursos de Medicina, Farmácia, Enfermagem e Fisioterapia, desde que cumpridos 75% da carga horária dos estágios. O objetivo é atender a necessidade de profissionais habilitados nessas áreas para atuarem no Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

Formatura - O PLV 22/2020 também autoriza ainda a antecipação da formatura também no curso de Odontologia e a ampliação do rol de cursos de saúde nessa situação, a critério do Poder Executivo, estendendo a mesma possibilidade para os cursos de educação profissional técnica de nível médio da área de saúde

Fundamental e médio - O texto também mantém a dispensa dos dias letivos no ensino fundamental e no ensino médio. Na educação infantil, dispensa também o cumprimento da carga horária. Mesmo assim, as escolas não estão impedidas de promover atividades pedagógicas não presenciais, desde que observados os cuidados essenciais.

Enem - Sobre o Enem, o projeto determina que a data de sua realização seja definida em coordenação do Ministério da Educação com os sistemas estaduais, e que o Sisu seja compatibilizado com a nova data do Exame Nacional do Ensino Médio.

Diretrizes - O texto atribui ao Conselho Nacional de Educação (CNE) a definição de diretrizes nacionais sobre as atividades pedagógicas não presenciais e seu cômputo para a integralização da carga horária, respeitadas as normas locais e a autonomia das escolas.

Coordenação - Também obriga a União, estados, Distrito Federal e municípios a coordenarem suas ações com apoio técnico e financeiro federal, como forma de assegurar tanto a garantia de atividades não presenciais quanto o retorno das atividades regulares, que devem observar as diretrizes das autoridades sanitárias.

Dois anos - Pela matéria, permite-se o estabelecimento de um período de dois anos (2020-2021) para o cumprimento da carga horária e dos currículos que eventualmente tenham sido prejudicados pela paralisação das atividades durante a pandemia. Dessa forma, o conteúdo curricular deste ano poderá ser aplicado no próximo ano, por meio da aglutinação de duas séries. Permite também que o aluno concluinte do ensino médio possa fazer novamente uma parte ou todo o 3º ano como forma de recuperar eventual prejuízo em razão da paralisação das aulas.

Atividades não presenciais - Os entes federados ficam obrigados a oferecer condições para alunos e professores terem acesso às atividades não presenciais, com assistência técnica e financeira da União. Para tanto, autoriza a utilização de recursos do regime extraordinário fiscal instituído pela emenda Constitucional (EC) 106, de 2020, que também poderão ser aplicados com as medidas de retorno às atividades escolares regulares.

Cuidados excepcionais - Ainda de acordo com o texto, são exigidos cuidados excepcionais com estudantes em situação de risco epidemiológico, a serem atendidos em regime hospitalar ou domiciliar.

Programas suplementares - E fica garantida a manutenção de programas suplementares — Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) e Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) — por 200 dias, mesmo durante o período da pandemia, e permite que os recursos da alimentação escolar sejam repassados para as famílias diretamente ou por meio da distribuição de gênero alimentícios. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

CÂMARA DOS DEPUTADOS: Projeto institui sistema nacional de informações sobre Covid-19

camara 24 07 2020O Projeto de Lei 3752/20 institui um sistema nacional de informações relativas à Covid-19, para armazenar, tratar e integrar dados e informações sobre a doença no Brasil, com coordenação do Ministério da Saúde. O objetivo é contribuir para a formulação, a execução e a avaliação das ações de enfrentamento da emergência de saúde pública.

Proposta - A proposta tramita na Câmara dos Deputados e foi apresentada pela bancada do PT, sendo o primeiro signatário o deputado Célio Moura (PT-TO).

Públicos e atualizados - Conforme o texto, o sistema deverá manter públicos e atualizados dados sobre o número de casos confirmados (total e nas 24 horas anteriores); de pacientes recuperados (total e nas 24 horas anteriores); de óbitos (total e nas 24 horas anteriores); de hospitalizados em enfermarias e UTIs, por unidade de saúde, município e estado; e de sepultamentos diários por município e estado, entre outras informações.

Padronização - Os dados deverão ainda ser padronizados e categorizados por idade, sexo, raça, cor, etnia, doenças preexistentes e comorbidades.

Acompanhamento - Célio Moura argumenta que a emergência da pandemia de Covid-19 exige acompanhamento de perto dos tomadores de decisão e do público em geral, para maior entendimento do comportamento do vírus e das respostas do Poder Público para combatê-lo. “As informações são imprescindíveis para que os gestores públicos tomem decisões mais apropriadas”, observou.

Imprensa - A divulgação, acrescenta Moura, também contribuiria para o trabalho da imprensa de divulgar informações verificadas à sociedade a partir de fontes confiáveis, “combatendo a onda de desinformação crescente”.

Compartilhamento - O projeto também torna obrigatório o compartilhamento de dados entre as administrações públicas federal, estaduais, distrital e municipais, para permitir a identificação de pessoas infectadas ou com suspeita de infecção pelo coronavírus e evitar a propagação da doença.

Hospitais - Hospitais privados também deverão compartilhar seus dados quando solicitados por autoridade sanitária. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Bruno Cecim / Agência Pará

 

SAÚDE I: Brasil registra 59.962 novos casos em 24 horas

Dados do Ministério da Saúde mostram que dos 2,22 milhões de brasileiros que foram infectados pelo novo coronavírus, 68,6% se recuperaram da doença, 3,7% morreram e 27,7% estão em tratamento. A informação está na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta quinta-feira (23/07).

Acumulado - O número acumulado de casos confirmados de covid-19 no Brasil chega a 2.228.475. Nas últimas 24 horas, foram acrescidas às estatísticas do Ministério da Saúde 59.962 novos diagnósticos positivos da doença.

Mortes - O país chegou a 84.082 mortes por causa do novo coronavírus. De acordo com o balanço do ministério, foram 1.311 óbitos registrados nas últimas 24 horas. Estão sendo investigadas 3.786 mortes.

Recuperados - Até agora, 1.570.237 pacientes se recuperaram da doença e 633.156 pessoas estão em tratamento.

Ranking mundial - O Brasil ocupa o 2º lugar no ranking mundial da covid-19 no número de casos confirmados e de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, que bateu a marca de 4 milhões de infectados e 144.032 óbitos em decorrência do novo coronavírus.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais registros de mortes por covid-19 são: São Paulo (20.894), Rio de Janeiro (12.535), Ceará (7.374), Pernambuco (6.211) e Pará (5.616). As Unidades da Federação com menos falecimentos causados pelo novo coronavírus são: Mato Grosso do Sul (266), Tocantins (326), Roraima (458), Acre (474) e Amapá (548).

Mais casos - Os estados com mais casos confirmados desde o início da pandemia são: São Paulo (452.007), Ceará (156.242), Rio de Janeiro (151.549), Pará (144.467) e Bahia (138.358). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Mato Grosso do Sul (19.671), Tocantins (19.423), Acre (18.157), Roraima (27.932) e Rondônia (34.080). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 24 07 2020

SAÚDE II: Estado soma mais de 1,5 mil mortes e 61 mil casos de Covid-19

saude II 24 07 2020O Paraná acumula 61.335 casos confirmados e 1.526 mortes em decorrência da Covid-19. Nesta quinta-feira (23/07), a Secretaria de Estado da Saúde divulgou 2.066 novos diagnósticos positivos e 59 óbitos pela doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quinta-feira, 1.071 pacientes com diagnóstico confirmado estavam internados: 826 em leitos SUS (379 em UTI e 447 em leitos enfermaria) e 245 em leitos da rede particular (94 em UTI e 151 em enfermaria).

Resultado - Há outros 1.111 pacientes internados, 507 em leitos UTI e 604 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - As 59 pessoas que faleceram, relatadas neste informa, estavam internadas. São 31 mulheres e 28 homens, com idades que variam de 31 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 5 a 23 de julho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (19), Arapongas (5), Colombo (4), Londrina (3), União da Vitória (3), Goioerê (2), Tibagi (2). Houve notificação de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Alto Piquiri, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Cascavel, Colorado, Fazenda Rio Grande, Itambaracá, Marilena, Maringá, Paranavaí, Pinhais, Piraquara, Ponta Grossa, Rio Negro, Salto do Lontra, Santo Antônio da Platina, São José dos Pinhais, Toledo e Xambrê.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 669 casos de residentes de fora. 19 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: Um caso confirmado dia 14/07 em Tunas do Paraná foi transferido para Colombo. Outro confirmado dia 04/07 em Campo Largo foi transferido para Piraquara e mais um confirmado dia 26/06, em Campo Grande (MS) foi transferido para Toledo. Um caso confirmado dia 18/07 em Palmital foi transferido para Ponta Grossa. Um óbito confirmado dia 09/07 em Peabiru foi transferido para Campo Mourão. Um caso confirmado dia 21/07 em Ponta Grossa foi transferido para Tibagi.

Exclusão - Um caso confirmado dia 20 de junho em Rolândia foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE III: Paraná amplia parceria com o governo federal para leitos de UTI

O Ministério da Saúde garantiu nesta quinta-feira (23/07) que vai ampliar as parcerias com o Governo do Paraná e atender várias demandas encaminhadas para a União pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior para reforçar o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no Estado.

Renovação - Após reunião com Ratinho Junior, no Palácio Iguaçu, o ministro interino Eduardo Pazuello assegurou a renovação da habilitação de 438 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 35 leitos de UTI pediátrica que estão sendo utilizados pelos hospitais paranaenses em todas as regiões.

Medicamentos - Ele também se comprometeu a enviar para o Paraná medicamentos anestésicos para intubação dos pacientes em tratamento intensivo por causa da Covid-19. Outro compromisso é atender, nos próximos meses, um pedido de habilitação de mais 303 leitos de tratamento avançado.

Equipamentos - No encontro com o ministro, a equipe de governo solicitou mais 150 ventiladores e 150 monitores para ampliar o atendimento nos hospitais públicos, privados e filantrópicos que fazem parte da estratégia de enfrentamento contra a Covid-19, e a contratação de mais 217 médicos para municípios paranaenses a partir das vagas remanescentes do edital de seleção do programa Mais Médicos.

Apresentação - “Apresentamos o que o Paraná vem fazendo desde o começo da pandemia, a estruturação dos hospitais e leitos exclusivos para pacientes com a doença. Explicamos a nossa opção de potencializar hospitais regionais, universitários, e deixar estruturas como legado para a sociedade. Ultrapassamos 1.000 novos leitos de UTI para adultos em apenas 130 dias, o que é um marco da saúde pública”, afirmou Ratinho Junior.

Equilíbrio - Ele também disse que o Estado vem mantendo o equilíbrio na resposta da pandemia e tem se destacado em alguns aspectos, como a transparência nas contas públicas, a compra de equipamentos por preços inferiores aos praticados nos outros estados e a testagem estratégica da população, com atuação na divisa com São Paulo, nas fronteiras com o Paraguai e a Argentina e nas Unidades Básicas de Saúde.

Segundo que mais testa - “O Paraná é o segundo ente que mais testa em valores absolutos, atrás apenas de São Paulo. Distribuímos mais de 400 mil testes rápidos para as prefeituras e fizemos 230 mil testes do tipo gold (RT-PCR), em parceria com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), braço estadual da Fiocruz”, acrescentou Ratinho Junior. “Estamos aplicando esse modelo em parceria com a atenção básica e a vigilância epidemiológica. Sabíamos que o Sul sofreria no inverno e nos preparamos para esse momento com apoio do Ministério da Saúde”.

Reunião - O ministro Eduardo Pazuello disse que as medidas adotadas no Paraná estão amparadas por critérios técnicos e mantiveram o Estado dentro de uma evolução controlada. Apesar do crescimento de casos e óbitos registrado nos últimos dias, o Estado mantém taxas de incidência de casos e de óbitos por 100 mil habitantes em patamar estável e baixo em relação aos demais estados.

Troca de informações - “O objetivo principal dessa visita foi trocar informações relevantes sobre esse enfrentamento e ajudar os estados. Quando vemos um Estado unido como o Paraná, é um diferencial, nos deixa esperançosos em relação ao futuro desse enfrentamento”, afirmou o ministro. Ele aproveitou a passagem pelo Estado para se solidarizar com as famílias dos paranaenses que perderam a vida e rendeu homenagens aos profissionais da saúde que estão se expondo todos os dias.

Liberação - Pazuello também garantiu que o Ministério da Saúde trabalha para liberar os medicamentos aos Estados em diversas frentes: cotação internacional por meio da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), procedimento licitatório para Ata de Registro de Preços, e solicitação junto às indústrias farmacêuticas para informar excedentes na produção.

Instabilidade - “Estamos com instabilidade no mercado de medicamentos, houve aumento na demanda e nos preços, mas estamos comprando no exterior e atendendo os lugares que mais precisam. Na semana que vem teremos as atas liberadas para comprar”, completou Pazuello. “E em relação aos leitos requeridos pelo Estado, vamos renovar aqueles já habilitados, isso já está pactuado, e habilitar aqueles solicitados. Temos recursos para isso, é uma estratégia para ter uma segurança no atendimento”.

Ações - O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, apresentou aos representantes do Ministério da Saúde uma síntese das ações de combate ao novo coronavírus no Estado. Ele citou as projeções epidemiológicas construídas em parceria com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), que auxiliam na estratégia de identificação dos casos, e a parceria estabelecida com os secretários municipais, as prefeituras e empresas que concentram muitos trabalhadores, como os frigoríficos.

Opção - “O Paraná optou por um caminho equilibrado desde o começo da pandemia. Agimos em março para conter a circulação do vírus, medida que nos deu tempo para preparar as estruturas hospitalares e contratar profissionais, e novamente em julho em algumas regionais de Saúde. O aumento de casos no inverno já era esperando e estamos trabalhando diariamente para atender com rapidez os cidadãos paranaenses”, arrematou Beto Preto.

Parceria - Desde o início do ano, o Ministério da Saúde repassou para o Governo do Estado e os municípios paranaenses cerca de R$ 1 bilhão para o enfrentamento da Covid-19. De março a julho a pasta habilitou 473 leitos de UTI exclusivos, sendo 35 leitos pediátricos, com investimento de R$ 68,1 milhões.

Itens enviados - Segundo Pazuello, o Paraná recebeu 1,6 milhão de medicamentos, 9,1 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como máscaras, luvas, aventais e álcool, além de insumos para testagem. Neste mês o Paraná também recebeu 534 ventiladores pulmonares, dentro de um programa de 7,9 mil equipamentos entregues pelo governo federal aos estados. Foram entregues 214 para o Governo do Estado e 320 aos municípios.

Presenças - Participaram da reunião o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de Segurança Pública, Romulo Marinho; o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano; o deputado estadual Delegado Fernando; o prefeito de Curitiba, Rafael Greca; o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel; a secretária de Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak; o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Júnior; o diretor em Gestão da Saúde da Sesa, Vinicius Filipak; a diretora de Vigilância e Atenção à Saúde da Sesa, Maria Goretti; Leonardo Vilela, representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass); Arnaldo Correia de Medeiros, secretário nacional de Vigilância em Saúde; Luiz Otávio Duarte, secretário nacional de Atenção Especializada à Saúde; Angelo Martins Denicoli, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS; Laura Appi, diretora de programa da Secretaria de Atenção Primária à Saúde; Carlos Andrade, presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná; Airton Soligo e Zoser Hardman, assessores especiais do Ministério da Saúde; e os deputados federais Luís Antônio Teixeira (presidente da Comissão Externa do Coronavírus da Câmara dos Deputados), Carmen Zanotto, Leandre e Ricardo Barros.

Estado pede colaboração no enfrentamento da dengue - O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, também solicitou ao ministro Eduardo Pazuello ajuda no combate à epidemia de dengue. Houve um aumento de casos no Paraná no último ano por causa de um novo sorotipo da doença, que até então não circulava no Estado. O fluxo desse subtipo diferente fez com que as pessoas infectadas evoluíssem para formas mais graves.

Casos e mortes - O Paraná registrou 227.724 casos e 177 mortes no último ano (julho de 2019 a julho de 2020), de acordo com boletim da Secretaria de Estado da Saúde. Atualmente 244 cidades estão em situação de epidemia e 31 em alerta para a dengue. Outros 22.700 casos seguem em investigação. Em relação ao período anterior (2018/2019), o aumento no número de casos confirmados foi de mais de 100%.

Preocupação - “A doença segue como uma das maiores preocupações do Estado. Vamos discutir novas estratégias em parceria com o Ministério da Saúde para tentar diminuir a incidência de casos no Paraná nos próximos meses”, disse o secretário Beto Preto. “A dengue pode ser evitada com a eliminação dos criadouros do mosquito transmissor da doença. Precisamos unir todas as forças em torno dessa batalha, que também é desafiadora para o Paraná”. (Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE IV: Em reunião com ministro, Leandre pede apoio aos consórcios de saúde

saude V 24 07 2020Em Curitiba, nesta quinta-feira (23/07), a deputada Leandre Dal Ponte (PV-PR) representou a Bancada Federal Paranaense em uma reunião entre o Governo do Paraná e o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello. Na pauta, ações conjuntas de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

Consórcios - No encontro, Leandre solicitou a Pazuello que os consórcios intermunicipais de saúde tenham seu trabalho reconhecido pelo Ministério. Ela observou a dificuldade no repasse de recursos do Governo Federal para os consórcios. “É longa nossa luta, para que o Ministério da Saúde passe a contribuir com a conta para manter os consórcios, que hoje são financiados em mais de 80% pelos municípios”, observou.

Reforço - O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, reforçou o pedido ao ministro da Saúde, que se comprometeu em aprofundar o debate. “Já existe um grupo de trabalho no Ministério da Saúde para tratar da questão dos consórcios, onde eu e deputada Carmen Zanotto trabalhamos juntas com a Rede Nacional de Consórcios e representantes das associações dos consórcios do Paraná e Santa Catarina”, reforçou Leandre.

Enfrentamento à Covid-19 - O Brasil registrou novo recorde de novos casos diários de coronavírus. Foi um total de 65.339 infecções nas últimas 24 horas. O Estado do Paraná já ultrapassa a marca de 59 mil casos e bateu recorde no número de mortos por dois dias seguidos. O secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, afirmou que os medicamentos, usados para manter pacientes que estão na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) sedados, acabam em quatro dias. Segundo ele, o estoque de medicamentos para seis meses, foi consumido em 35 dias.

Medicamentos - Por isso, medidas para facilitar a aquisição de medicamentos foram, também, debatidas durante a reunião com o ministro Pazuello. “Aproveitei para registrar as altas abusivas de preços de medicamentos e insumos. Sobre isso, o ministro adiantou que está em andamento uma licitação para que todos os Estados, inclusive o Paraná, possam aderir para fazer compras reguladas pelo Ministério da Saúde”, destacou a deputada, que reforçou pedido pela ampliação no valor dos recursos repassados para o atendimento de aldeias indígenas no Estado.

Celeridade - Para finalizar, deputada Leandre pediu celeridade por parte do Ministério da Saúde para os pagamentos destinados à Secretaria de Estado e aos municípios do Paraná, fruto de inúmeras medidas provisórias. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

 

SAÚDE V: Novo caso de sarampo é confirmado no Paraná

saude IV 24 07 2020Boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quinta-feira (23/07) um novo caso de sarampo no Paraná. Com isso, o Estado segue em situação de surto. O caso foi registrado no município de Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba.

Total - O informe totaliza 1.839 casos confirmados no período de monitoramento, com início em agosto do ano passado. O boletim traz uma ocorrência a mais em relação à publicação da semana anterior.

Investigação - Outros 240 casos estão em investigação. Até o momento são 3.372 notificações no Estado.

Monitoramento - A Secretaria de Estado da Saúde segue com o monitoramento do sarampo, reforçando junto aos municípios a importância da realização de ações com o objetivo de interromper a circulação do vírus, como a vacinação seletiva, isolamento de casos suspeitos e coleta de amostras para confirmação da doença.

Campanha de vacinação - “Ressaltamos que a campanha de vacinação segue até o dia 31 de agosto e nesta etapa visa, principalmente, a imunização de jovens e faixa etária de 20 a 49 anos”, afirma o secretário da Saúde, Beto Preto.

Recomendação - "Mesmo com a pandemia da Covid-19, a recomendação é para que as pessoas busquem pela vacina, consultando os locais de aplicação das doses nas secretarias de saúde dos municípios de residência. A vacina contra o sarampo está disponível na rede pública, é segura e eficaz”, acrescenta o secretário.

Sarampo - A transmissão do sarampo ocorre através das secreções expelidas na tosse, no espirro ou na fala. O vírus pode permanecer no ambiente por até duas horas. Uma pessoa com sarampo pode transmitir a doença para uma média de 12 a 18 pessoas que nunca tenham sido expostas ao vírus anteriormente ou que não tenham se vacinado. A única maneira de evitar o sarampo é com a vacinação. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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