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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4874 | 28 de Julho de 2020

SISTEMA OCEPAR: 1º Fórum Digital dos Presidentes reúne lideranças cooperativistas do PR

Lideranças cooperativistas de todo o Estado estarão reunidas, na tarde desta terça-feira (28/07), durante o 1º Fórum Digital dos Presidentes, das 13h30 às 16h30, por meio da ferramenta Microsoft Teams. O evento é uma iniciativa do Sistema Ocepar e vai debater a estruturação da nova fase do PRC100 (Plano Paraná Cooperativo 100), iniciado em 2015 e cuja meta financeira de alcançar R$ 100 bilhões de faturamento deve ser atingida pelo setor neste ano. Na oportunidade, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, vai apresentar as diretrizes do novo ciclo de planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, juntamente com os diretores da entidade. O evento é destinado exclusivamente aos presidentes das cooperativas vinculadas ao Sistema Ocepar.

Ratinho Junior - Na sequência, o governador Carlos Massa Ratinho Junior vai falar sobre as estratégias do Paraná para as áreas econômica e de infraestrutura, além das parcerias com o cooperativismo.

Cenário econômico - Também haverá uma palestra sobre cenários e perspectivas econômicas para o Brasil e o mundo no pós-pandemia, ministrada pelo diretor da Consultoria MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros.

Câmara de Mediação e Arbitragem - Outro tema que será discutido no Fórum é a viabilidade de constituição da Câmara de Mediação e Arbitragem do Cooperativismo, com a presença da professora da PUCPR, Leila Dissenha, e do gerente da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Anderson Lechechem.

Informações e inscrições - Informações e inscrições com Neuza Oliveira, pelo telefone (41) 99151-2148 ou secretaria@sistemaocepar.coop.br.

forum presidente 28 07 2020

28 DE JULHO: Sistema Ocepar homenageia os agricultores

28 julho 28 07 2020O setor agropecuário é um importante gerador de riquezas para o país e um grande fornecedor de alimentos, não só para os brasileiros, mas com potencial para abastecer o mundo todo, cuja população vem se expandindo a cada ano. E esse trabalho é feito com muita eficiência e profissionalismo pelos milhões de agricultores que, nesta quinta-feira (28/07), comemoram o seu dia. O Sistema Ocepar homenageia esses trabalhadores por sua valiosa contribuição também para o cooperativismo paranaense. O ano passado foi encerrado no Paraná com 62 cooperativas do ramo agropecuário registradas na entidade, contemplando 179.866 cooperados, 5,3% a mais que em 2018, e 86.263 funcionários, número 4,7% superior ao do ano anterior. Mais de 80% do faturamento do setor é originário das cooperativas deste ramo, que responde por aproximadamente 60% do PIB agropecuário paranaense. Parabéns a todos os agricultores!

FOTO: CNH Banco de Imagens

 

COVID-19: Comunicado 84 destaca realização do 1º Fórum Digital dos Presidentes e reunião sobre a reforma tributária

covid 19 destaque 28 07 2020A realização, pela primeira vez, do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses em formato digital, nesta terça-feira (28/07), é um dos destaques do comunicado 84, emitido pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. O boletim informa ainda sobre a reunião com representantes do Sistema OCB, que discutiu a proposta de reforma tributária entregue pelo governo federal ao Congresso Nacional na semana passada. Veja abaixo todos os destaques.

1. O Sistema Ocepar realizará o Fórum dos Presidentes para as cooperativas paranaenses no dia 28 de julho. Neste ano, pela primeira vez, o fórum será realizado de forma digital, com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior. O fórum abordará o cenário econômico, com o José Roberto Mendonça de Barros, e a câmara de mediação e arbitragem, com a professora Leila Dissenha. Acesse o convite clicando aqui.

2. No dia 27 de julho, o Sistema Ocepar reuniu, de forma virtual, os representantes do GAET – Grupo de Acompanhamento e Estudos Tributários e do Sistema OCB para discutir a proposta de reforma tributária apresentada por meio do Projeto de Lei nº 3.887/2020, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços - CBS, e altera a legislação tributária federal. Clique aqui para acessar o PL nº 3.887/2020.

3. No dia 27 de julho, o Sistema Ocepar realizou, por meio do Sescoop/PR, a 20ª Live com os Agentes das cooperativas paranaenses com o tema – Tendências de remuneração em um cenário pós-covid.

4. O grupo G7, formado pelas entidades empresariais do Paraná, realizou, no dia 28 de julho, reunião virtual com o vice-governador, Darci Piana, para tratar de assuntos de interesse do setor produtivo, destacando-se a avaliação da proposta do novo modelo de pedágio no Paraná.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

20ª LIVE: Tendências de remuneração num cenário pós-Covid

live 28 07 2020O especialista em pesquisa salarial da RZ Consultoria, Raul Zanon, que é Mestre em Administração pela PUCPR, psicólogo especialista em gestão de pessoas e comportamento humano, apresentou, na tarde desta segunda-feira (27/07), durante a vigésima live promovida pelo Sistema Ocepar, algumas pesquisas realizadas, de forma on-line com 45 empresas, entre os meses de abril e junho sobre o momento atual e o pós-pandemia.

Resultados - Segundo Zanon, “os resultados demonstram o movimento das empresas de acordo com suas realidades. No item desligamentos de empregados devido à pandemia, a pesquisa apontou que nas organizações em que ocorreram demissões, os quadros que foram mais afetados proporcionalmente estão no nível de gestão, em torno de 12,5%, analistas e especialistas, em 37,5%, e assistentes e auxiliares, em 62,5%. “Já em relação ao pagamento na participação dos resultados aos funcionários para 2020, 67% afirmaram que estão realizando ajustes nos critérios, como metas e gatilhos e 80% das empresas afirmaram a intenção em manter o programa para o próximo ano mesmo com o cenário de crise”.

Trabalho remoto - Outro ponto abordado pelo levantamento realizado pela consultoria diz respeito ao trabalho remoto. “Até 2019, apenas 5,34% dos colaboradores atuavam desta forma. Neste ano, 53% passaram a trabalhar em casa e 28% em processo híbrido. Mas 88% das empresas que afirmaram terem adotado o home office na pandemia, 46% fizeram aditivo nos contratos de trabalho”, destacou o consultor. Outros pontos apontados na pesquisa relativa a este ponto, 41% deram todo suporte necessário para instalação e manutenção de equipamentos da empresa em casa, 10% pagamento pelo acesso à internet para seus funcionários, 8% deram outro tipo de ajuda de custo, 8% readequaram benefícios como vale refeição por alimentação, 75% promoveram algum programa pensando no bem-estar físico e mental dos funcionários e apenas 8% realizaram alguma espécie de cancelamento ou redução de benefícios. “Do total de empresas consultadas, 35% manifestaram interesse em manter no futuro o trabalho remoto para seus funcionários”, disse Raul.

Treinamentos - A consultoria também levantou sobre o quesito gestão de pessoas, em especial para melhoria da capacitação dos colaboradores com treinamentos. “A maioria, 64,29% afirmou que irão retomar os treinamentos presenciais gradativamente, sendo que 44% com foco no comportamental; 39% no desenvolvimento de lideranças e 17% no treinamento técnico. Para 64,29% afirmaram que todos os processos voltarão ao normal após a pandemia”, disse.

Remuneração - Outros aspectos destacados por Raul dizem respeito aos maiores riscos com relação à remuneração. “Temos um cenário de retorno da contratação na modalidade de pessoa jurídica para cargos executivos e para outros cargos também, remuneração variável para níveis operacionais e bônus para cargos de supervisores, coordenadores e gerentes. Evidente ressaltar que é um cenário que também pode mudar conforme a pandemia se estender”, frisou.

 

EVENTO: Inscrições abertas para o Seminário Online do Ramo Transporte da Região Sul

O Sistema Ocergs promove, em conjunto com o Sistema Ocepar (Paraná) e Ocesc (Santa Catarina), no dia 6 de agosto, das 15h às 17h30, na Plataforma Microsoft Teams, o Seminário Online Perspectivas e Fortalecimento do Ramo Transporte da Região Sul.

Novidades - O evento tratará sobre as novidades e ações do ramo, apresentação de cases de cooperativas sobre intercooperação, inovação e identidade cooperativa, além de uma palestra sobre Cooperação x Competição no Cooperativismo de Transporte. A programação será aberta por representantes do Sistema OCB e das organizações estaduais do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Inscrições - As inscrições podem ser feitas pelo link http://bit.ly/3j5YSIO. No dia do evento, no período da manhã, o participante receberá o link de acesso ao seminário.

Informações - Para mais informações: tatiana-francisco@sescooprs.coop.br. (Com informações da Ocergs)

 

evento 28 07 2020

COPACOL: Agricultores de pequenas propriedades protagonizam no cenário econômico nacional

Por mais pequenas que sejam, as propriedades rurais ganham notoriedade em todo o País. Mesmo sem jamais ter pisado em uma, você também tem relação direta nesta atividade que garante a alimentação na mesa dos brasileiros, renda nos centros urbanos e a participação do Brasil no mercado internacional. Seja nos alimentos da sua geladeira, no combustível do seu carro ou até mesmo em suas roupas - sempre há participação de uma peça fundamental no processo de fabricação: o agricultor.

Dia do Agricultor - O trabalho direto com a terra sofreu por muitos anos pelas dificuldades e até pelo preconceito – atualmente o agronegócio é referência em tecnologia de ponta. Nesta terça-feira (28/07) comemora-se o Dia do Agricultor, reconhecido pela dedicação e amor à atividade. “A gente sentia vergonha em dizer que era agricultor. Hoje sentimos orgulho. Nosso trabalho é um dos mais importantes para a nossa economia. A atividade passou a ser valorizada a partir do momento em que o mundo entendeu a importância da produção de alimentos”, afirma José Deliberais, 77, agricultor em Formosa do Oeste (PR), onde se dedica a produção agrícola e à avicultura.

Importância econômica - Um terço do PIB (Produto Interno Bruto) do Paraná provém do agronegócio. É a principal atividade econômica do estado. O VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária) paranaense no ano passado superou os R$ 93 bilhões. No cenário nacional, a importância do setor é constatada na balança comercial: o Brasil tende a exportar R$ 106 bilhões em 2020 em produtos que vêm do campo. A organização de todo o sistema por meio das cooperativas tem grande participação na valorização do homem do campo e também nos resultados econômicos. “A cooperativa pra mim foi uma grande escola. A gente aprendeu nela a trabalhar no campo de uma maneira mais rentável. Antes, quando chegamos aqui no Paraná, era um trabalho feito todo no braço, muito difícil. Com o tempo, a Copacol abriu portas com novas tecnologias”, lembra José, que chegou a Formosa em 1960, acompanhado dos oito irmãos – cidade onde conheceu a esposa, Neide – com quem é casado há 54 anos – e criou os filhos.

Início de tudo - Com mais de 6 mil agricultores cooperados, a Copacol foi pioneira no oeste do estado – berço do agronegócio do Paraná. A conscientização de que a modernização da lavoura deveria progredir a passos largos tornou rentável cada palmo de terra. Além de grãos, os produtores são estimulados a diversificar a renda, por meio da avicultura, piscicultura, bovinocultura de leite e suinocultura.

Alimentação - Diante todas as dificuldades ocasionadas pela pandemia do coronavírus, a agricultura garante a alimentação no mercado interno, geração de emprego e renda para as cidades. “Os agricultores dão um grande exemplo de força, de garra e de coragem. Faça chuva ou faça sol, o trabalho nas propriedades não para. Tivemos que nos adaptar uma nova realidade.

Firmes - Mesmo com tantas incertezas, os agricultores se mantêm firmes garantindo o alimento na mesa de milhões de pessoas”, ressalta Valter Pitol, presidente da Copacol.

Valorização - Neste processo de modernização, os investimentos ocorrem porteira adentro e também do lado de fora. Para garantir agilidade no armazenamento de grãos, a cooperativa investe em melhorias nas unidades de recebimento de Cafelândia, Nova Aurora, Jesuítas, Formosa do Oeste, Iracema do Oeste, Palmitolândia (Tupãssi), Universo (Nova Aurora), Carajá II (Jesuítas) e Pranchita. Os benefícios são sentidos já nesta colheita do milho.

Abrangência - Além disso, a Copacol avançou em abrangência, passando a atuar também com unidades no sudoeste do Paraná, em Pérola do Oeste, Planalto, Capanema, Conciolândia (Pérola) e Pranchita – a área agrícola contempla 60 mil hectares.

Centro de Distribuição - As obras do novo Centro de Distribuição e Armazenagem de produtos frigorificados da Copacol, no Distrito de Penha, Corbélia (PR), segue em ritmo avançado.

Frigorífico - O mais recente investimento é o novo frigorífico de peixes em Toledo (PR), que ampliará a capacidade de abate por parte da cooperativa, atraindo novos cooperados ao sistema de integração. Com 25 anos de trabalho no campo, Renato Tonelli, 33, de Jesuítas (PR), decidiu ingressar há um ano na piscicultura. Para ele, a expansão da cooperativa garante maior participação, além de dar segurança de retorno na atividade. Com a atuação da Copacol, os pequenos produtores têm o retorno justo de todo o trabalho, motivo de muito orgulho para ele e a esposa Simone. “A Copacol ajuda muito os pequenos produtores e valoriza nosso empenho. O trabalho no campo não tem hora, mas é gratificante saber que o alimento que produzimos vai para o mundo todo.” (Imprensa Copacol)

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AGRÁRIA: Cooperativa celebra o Dia do Agricultor presenteando seus cooperados

agraria 28 07 2020Mesmo com as orientações de distanciamento social, motivadas pela pandemia de Covid-19, a Agrária não deixou de homenagear seus cooperados pelo Dia do Agricultor, celebrado nesta terça-feira (28/07). No último fim de semana, a cooperativa enviou a cada família cooperada uma unidade de pão integral rústico. A receita do produto foi elaborada e fabricada pela IREKS do Brasil, com a mistura IREKS Vollgut Mix, que leva insumos da Agrária.

Evento - Segundo a gerente Agrícola e Social da cooperativa, Viviane Schüssler, presentar os cooperados em suas residências foi a alternativa encontrada para substituir o evento do Dia do Agricultor, que estava programado anteriormente. A ideia de fazer isso com a entrega de um pão surgiu através de uma sugestão do Departamento de Marketing da Agrária, devido à simbologia do alimento. “O pão representa o resultado final do trabalho que o agricultor tem no campo. Temos uma indústria de alimentos e a produção dos nossos cooperados é o que impulsiona nossa atividade, mesmo diante da crise causada pela pandemia”, reflete.

Agradável - O cooperado Reinhold Buhali aprovou a homenagem feita pela Agrária. “Foi muito agradável ver que a cooperativa não deixou a data passar em branco. O trigo é uma cultura importante para nós, temos o nosso moinho, a IREKS, então foi muito bom receber algo que é fruto do nosso trabalho, o pão nosso de cada dia”, destaca.

Gratidão - Ainda de acordo com a gerente Agrícola e Social da Agrária, muitos cooperados demonstraram sua gratidão ao receber o presente. “Não anunciamos que faríamos as entregas justamente para surpreendê-los. Mais do que a lembrança, a entrega dos pães também é uma forma de lembrá-los que mesmo distantes, por causa das atuais circunstâncias, permanecemos juntos”, finaliza Viviane Schüssler. (Imprensa Agrária)

 

COOPAVEL: Segundo capítulo do Show Rural Edição de Inverno aborda manejo perfeito do solo

coopavel 28 07 2020O segundo episódio do Show Rural Coopavel Edição de Inverno já está no ar. Com o tema Como fazer o manejo de solo perfeito, o capítulo de 18 minutos de duração traz como convidados pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) de Londrina, região Norte do Paraná.

Aspectos - Os técnicos abordam, entre outros aspectos, sobre nutrição da planta, escolha do cultivar, plantio direto, combate à erosão e condições apropriadas para bom manejo de solo. Nesse último ponto em específico, os convidados dão detalhes sobre quantidade de matéria orgânica no solo, cobertura permanente, produção de raízes e diversidade biológica.

Opção - O pesquisador José Salvador Foloni diz que o trigo se insere como grande opção de cultura de outono e inverno, entre outras, nas regiões subtropicais do Brasil. No primeiro episódio da série, levado ao ar no início de julho, o Show Rural Coopavel Edição de Inverno traz informações detalhadas sobre o mercado do trigo.

Acesso - Para assistir aos episódios da Edição de Inverno basta acessar os seguintes endereços: Youtube (canal Show Rural Coopavel), Instagram (@showrural); Facebook (/showruraloficial) e site (www.showrural.com.br). O link para assistir ao capítulo que acaba de estrear é o seguinte https://www.youtube.com/watch?v=zxC7cYbJEkM. (Imprensa Coopavel)

 

NOVA PRODUTIVA: Aniversário de 21 anos é comemorado com vários eventos transmitidos ao vivo

Em clima de “fique em casa e cante comigo”, a Cooperativa Agroindustrial Nova Produtiva realizou, no dia 23 de julho, a #livenovasolidária, que agregou o evento iNovatec de inverno e o encerramento da campanha Nova Solidária.

Evento - O evento, que teve duração aproximada de 5 horas, iniciou com uma missa em ação de graças pelos 21 anos da Nova Produtiva, rezada na capela da sede, pelo Padre Alex da Paróquia São Sebastião de Astorga (PR), transmitida pelo Facebook.

iNovatec - Na sequência, ao som da dupla astorguense Brenno & Matheus, foi realizado o iNovatec de Inverno, evento que reúne os principais fornecedores de sementes e insumos, que por meio de vídeos, mostraram suas tecnologias e inovações através de seus representantes.

Novo formato - O iNovatec de Inverno seria realizado no campo experimental da unidade Nova de Pitangueiras, como aconteceu em suas últimas edições. Devido à pandemia da Covid-19, o evento ganhou um novo formato e foram tomadas todas as medidas de prevenção.

Doação - Durante todo o mês de julho, cooperados e funcionários foram mobilizados a doarem para o programa Nova Solidária, que reforça e pratica o 7º Princípio Cooperativista: Interesse pela Comunidade. Vários cooperados doaram parte da produção. Os funcionários formataram uma gincana intersetores para arrecadação de alimentos e demais produtos e diversas empresas fizeram doações em dinheiro.

Sucesso - Segundo os organizadores do evento, a iniciativa foi um sucesso em todas as unidades operacionais durante o período da arrecadação. As doações serão revertidas ao Hospital Cristo Rei, de Astorga, e demais hospitais onde os municípios das outras unidades operacionais da Nova recebem atendimento.

Avaliação - O diretor-presidente Tácito Octaviano Barduzzi Júnior, o diretor-vice presidente Waldenir Romani e os organizadores avaliaram o evento como uma experiência de sucesso, tanto no volume de arrecadações, quanto na audiência mais de 6.400 visualizações no YouTube até o momento atingindo um público estimado do 25.600 pessoas. (Assessoria Nova Produtiva)

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UNIUM: Cooperativas conquistam o brasileiro pelo estômago

Sabe aquele café com leite quentinho que o brasileiro não dispensa logo cedo? Ou o tradicional feijão com arroz que já faz parte do patrimônio cultural do país? Esses são apenas alguns exemplos de como o cooperativismo está presente no dia a dia dos cidadãos, sejam eles moradores dos grandes centros urbanos ou de pequenas localidades do interior.

Produção - O último Censo Agropecuário, conduzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que as cooperativas brasileiras respondem por cerca de 48% de tudo o que é produzido nas propriedades agrícolas do país. São mais de 1 milhão de associados que trabalham para garantir a permanência do agricultor no campo ao estimular a industrialização e comercialização do que é originado no meio rural.

Estrutura - De acordo com Alexandre Monteiro, que é analista de mercado da Gerência Técnica da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), a estrutura da cooperativa é similar à existente no meio empresarial. “A cooperativa funciona como uma grande empresa, com o diferencial e a vantagem de que ali o cooperado é um dos sócios. Além de participar da gestão, ele também recebe a participação nos lucros”, pontua.

Planejamento - Assim como ocorre numa indústria comercial, todo o fluxo dos produtos é planejado. Monteiro explica que a cooperativa oferece suporte em todas as fases da produção agrária, desde o momento da compra da semente e dos insumos, até a hora da industrialização e venda para o consumidor final. Ou seja, o produtor rural não precisa gerenciar todo o processo ou se preocupar com a parte de vendas ou marketing para comercializar seus produtos. Ele cuida da produção e a cooperativa faz o restante.

Melhor opção - O produtor rural Ricardo de Aguiar Wolter, cooperado da Frísia, em Carambeí (PR), destaca que a estrutura oferecida ao produtor independe de porte ou volume de produção: “O cooperativismo é a melhor opção para o agricultor, pois todos são tratados de forma igualitária”.

Valor agregado - Outra vantagem, destaca Wolter, é o valor agregado aos produtos. Desde que a Unium foi fundada – em 2017, a partir da aliança entre Frísia, Castrolanda e Capal – houve um impulso na industrialização, gerando benefícios aos cooperados.

Ranking - O ranking da Associação Leite Brasil, com as maiores empresas de laticínios do país, mostrou que em 2019 o valor agregado de captação de leite registrou um aumento de 4,1% de crescimento. A Unium ficou entre as produtoras que registraram maior aumento de captação, com 9,5% de crescimento comparado a 2018 – valor que equivale a 1,252 bilhão de litros de leite.

Cadeia produtiva - Armando Rabbers, que é produtor de leite, suínos e grãos e cooperado da Castrolanda, em Castro (PR), explica que compra todos os insumos necessários para o seu dia a dia na própria cooperativa. O resultado da produção é entregue às indústrias da Unium, que fazem o beneficiamento e depois revendem ao mercado. “O produto final sai ganhando, principalmente na questão da qualidade. Hoje somos tão eficientes quanto o mercado europeu. Além disso, as grandes empresas com sede no Brasil também procuram o nosso produto”, afirma.

Capal - O produtor de leite Lucio Cunha Drinko destina toda a produção do seu rebanho para a cooperativa Capal, em Arapoti (PR). Depois da ordenha mecânica dos animais, o leite vai para um resfriador e segue para a usina de beneficiamento de leite da Unium, em Castro, onde é processado e repassado ao consumidor final. Segundo ele, a industrialização do produto permite uma grande variedade de itens – leite integral, desnatado, semidesnatado, sem lactose, creme de leite, leite em pó e outros – e o aproveitamento integral da produção.

Segurança - Especialistas são enfáticos ao afirmar o papel das cooperativas no desenvolvimento de agronegócio no Brasil a partir dos anos 80, ao disseminar tecnologia e favorecer a criação de um ambiente mais favorável aos negócios. Alexandre Monteiro destaca outro aspecto do sistema cooperativista: a segurança. “Os produtores ligados a uma cooperativa têm a garantia do fluxo da produção. Além disso, eles têm mais musculatura para enfrentar momentos de crise”, enfatiza o analista de mercado. (Jornal Tribuna do Paraná)

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SICREDI: Projeto brasileiro de incentivo à liderança jovem é destaque em conferência internacional

Realizado anualmente, o Fórum do Programa de Jovens Profissionais do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (World Council Young Credit Union People - WYCUP) busca a conexão entre jovens de vários países e a discussão de temas e iniciativas relevantes para o cooperativismo global. Na edição deste ano, cerca de 300 participantes se conectaram virtualmente para abordar diversidade, equidade, inclusão e a importância do empoderamento de jovens para a construção de um mundo mais justo, ético e colaborativo.

Destaque - O modelo desenvolvido pelo Sicredi no Brasil, para a promoção de lideranças das novas gerações por meio dos Comitês Jovens, foi destaque durante o evento. A intenção é que a iniciativa sirva de inspiração para que o modelo seja replicado mundialmente. “O Sicredi tem em sua história os ideais fundadores e precursores, que sempre pensaram na perenidade e na longevidade do nosso negócio. Para isso acontecer, nós também precisamos fazer conexão com crianças, adolescentes e jovens, que serão os futuros líderes e darão continuidade a todo o processo sucessório e de governança”, afirmou o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, durante o painel sobre empoderamento jovem.

Participação - A sessão ainda contou com a participação do gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis, que explicou o percurso de desenvolvimento dos Comitês nas cooperativas filiadas. “Ouvir os jovens e investir em formação e educação são nossas estratégias para o sucesso do programa, que busca preparar e dar oportunidades aos líderes jovens das comunidades onde atuamos”, comentou.

Elementos centrais - O gerente de Programas do Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (Woccu), Thomas Belekevich, destacou que os elementos centrais dos Comitês Jovem, como educação cooperativa e financeira, desenvolvimento profissional e empreendedorismo, ajudam a melhorar a experiência das novas gerações. “A iniciativa do Sicredi tem muito potencial, principalmente agora, que estamos pensando no futuro pós Covid-19 para as cooperativas de crédito. Os nossos esforços serão na área de renovação econômica e existe uma grande oportunidade liderarmos o caminho por meio do empoderamento jovem”, analisou.

Crescimento - O movimento vem crescendo no Sicredi ao longo dos anos. Somente em 2019, foram implementados 18 Comitês Jovem em cooperativas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, com a participação ativa de 486 membros.

Projeto premiado - O projeto Agricultura Familiar e Alimentos Sustentáveis, desenvolvido pelo associado da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Vinícius Mattia, de 26 anos, também conquistou reconhecimento internacional na edição de 2020 do WYCUP. A iniciativa premia participantes que desenvolveram projetos com potencial de causar influência global no cooperativismo de crédito. Ao todo, sete projetos do Sicredi concorreram na premiação internacional. Entre eles estavam a iniciativa O Jovem não é o futuro, mas sim o presente, desenvolvida pela associada Camila Medeiros, da Sicredi Campos Gerais PR/SP, e a Missão Zilda Arns, realizada no Haiti, da colaboradora Carla Guedes, da Sicredi Centro Oeste Paulista.

Outras contribuições - Além da premiação e do enfoque nos Comitês Jovens, o Sicredi participou ativamente das sessões propostas pelo Fórum. No primeiro dia de evento, a associada do Sicredi, membra do Steering Committee do WYCUP e embaixadora da Global Women Leadership Network, Gisele Gomes, apresentou o painel “Institucionalização da Inclusão, Legado de ex-Alunos e Engajar, Inspirar e Conectar”. Na ocasião, ela propôs uma reflexão sobre a inclusão racial e de gênero, que precisa ser diariamente trabalhada para eliminar barreiras a pessoas que são excluídas socialmente. “Precisamos fazer um exercício diário ler, ouvir e receber opiniões de pessoas diferentes de nós”, comentou.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins

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MAPA: Ao completar 160 anos, Ministério prevê crescimento de 27% na produção de grãos do país na próxima década

mapa destaque 28 07 2020Em 28 de julho de 1860, o Imperador D. Pedro II assinou o decreto Nº 1.067, criando a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, hoje denominado Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que completa nesta terça-feira (28/07) 160 anos.

Regulação - Ao longo do Império, a Secretaria procurou regular as questões relativas à agricultura através de diversas medidas de fomento e modernização da produção. A lavoura no período monárquico dividiu-se em duas produções: açucareira no Nordeste e a cafeeira no Centro-Sul. Além disso, havia áreas menores dedicadas ao cultivo de outros produtos, como o algodão no Nordeste, que constituía a base da economia maranhense, o fumo na região de Cachoeira e Santo Amaro na Bahia e em alguns municípios de Alagoas e Sergipe e também a cultura do cacau no sul da Bahia e em algumas áreas do Pará.

Evolução - Hoje, a agricultura se expandiu, se modernizou e o Brasil se tornou uma potência agroambiental. O agronegócio é responsável por 21% do Produto Interno Bruto (PIB) e 20% dos empregos no país. O Brasil exporta para mais de 200 países e 1,5 bilhão de pessoas têm algum alimento no seu prato que vem da nossa agropecuária.

Exportação - O Brasil é o terceiro maior exportador mundial de produtos agrícolas e o principal produtor e exportador de produtos importantes como, açúcar, café, suco de laranja, soja em grãos e carnes. Tudo isso aliado a práticas de sustentabilidade e preservação ambiental, seguindo a exigência mundial para que a demanda por alimentos seja atendida com impacto ambiental mínimo e baixo custo.

Futuro - Neste dia em que o Mapa completa 160 anos, queremos celebrar não apenas o passado e o presente, mas também projetar o futuro. Na próxima década, a produção de grãos do Brasil deverá aumentar 27%; a de carne bovina, 16%; a de carne suína, 27%, e a de carne de frango crescerá 28%. Os dados constam das Projeções do Agronegócio, Brasil 2019/20 a 2029/30, atualizado anualmente com base nas informações que abrangem o período de 1994 até maio deste ano. O estudo é realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelo Departamento de Estatística da Universidade de Brasília (UnB).

Cenário promissor - O relatório aponta que a agropecuária brasileira tem um cenário promissor para os próximos dez anos, apesar da ocorrência da pandemia do Covid-19, que afetou a trajetória da economia nacional ao longo deste ano e atingiu algumas atividades agropecuárias, como as das hortaliças, frutas e leite. “A pandemia, entretanto, não afetou a safra de grãos e a produção e distribuição de carnes bovina, suína e de aves”, ressalta José Garcia Gasques, coordenador-geral de Avaliação de Política da Informação do ministério e um dos coordenadores das projeções.

Salto - Na projeção para a próxima década, o Brasil vai saltar dos atuais 250,9 milhões de toneladas em 2019/20 (de acordo com levantamento da Conab de maio/2020) para 318,3 milhões de toneladas, incremento de 27% à produção nacional. Algodão, milho de segunda safra e soja devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos.

mapa tabela I 28 07 2020Área plantada - A área plantada de grãos deve expandir de 65,5 milhões de hectares para 76,4 milhões de hectares em 2029/30, alta de 16,7%. Levando-se em consideração a área total plantada com as lavouras, incluindo grãos, cana de açúcar, cacau, café, laranja, frutas e mandioca, o país deve passar de 77,7 milhões de hectares (2019/20) para 88,2 milhões (2029/30), alta de 13,5%. A necessidade adicional de áreas pode ser atendida através da substituição de culturas, redução de pastagens e sistema de plantio direto.

Produtividade - Algumas lavouras, como mandioca, café, arroz, laranja e feijão devem perder área, mas a redução será compensada por ganhos de produtividade. As projeções também indicam tendência de redução de área de pastagem nos próximos anos.

Produção agrícola- O estudo aponta que o desenvolvimento da produção agrícola no Brasil deve continuar ocorrendo com base na produtividade. É projetado um crescimento da Produtividade Total dos Fatores (PTF) de 2,93% ao ano, até 2030. Este valor é resultado da análise das tendências na redução de mão de obra ocupada, redução da área plantada devido aos ganhos de produtividade da terra e aumento do uso de capital.

Taxa elevada - "A área plantada de grãos vai aumentar 16,7% e a produção deve aumentar 27%. Isso significa que o crescimento vai se dar pelos ganhos de produtividade. Mesmo nas áreas de fronteira, a produtividade vai puxar o crescimento, não a área. Mesmo quando usamos um indicador mais completo para a produtividade, a taxa prevista é elevada", comenta Gasques.

Investimentos - A expansão da agropecuária exigirá investimentos em infraestrutura, pesquisa e financiamento, assinala o estudo. De acordo com Gasques, a pesquisa tem por objetivo indicar direções de crescimento da agropecuária e fornecer informações aos formuladores de políticas públicas para as tendências dos produtos do agronegócio.

Carnes - A produção brasileira de carnes (bovina, suína e aves), entre 2019/20 e 2029/30, deverá aumentar em 6,7 milhões de toneladas. O volume total das carnes passará dos atuais 28,2 milhões de toneladas para quase 34,9 milhões de toneladas, o que significa um acréscimo de 23,8% na produção de proteína no Brasil, com destaques para as carnes suína e de frango.

Tendência - A tendência da pesquisa aponta um salto de 14,1 milhões de toneladas para 18,1 milhões de toneladas de frango para a próxima década. Já a carne suína, de 4,1 milhões de toneladas para 5,2 milhões de toneladas, em 10 anos. A previsão da carne bovina é de sair de 9,8 milhões de toneladas para 11,4 milhões de toneladas.

Projeções regionais - O trabalho apresenta também projeções regionais para o setor rural. Mato Grosso deve continuar liderando a expansão da produção de milho e soja no país. De acordo com o coordenador da pesquisa, o estudo indica que os maiores aumentos de produção e de área da cana-de-açúcar devem ocorrer nos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais. “Mas São Paulo, como maior produtor nacional, também, projeta expansão elevada de produção e de área desse produto”, afirma Gasques.

Matopiba - A região denominada Matopiba, que compreende o bioma Cerrado dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, deverá apresentar aumento da área e da produção de grãos. “É uma região com grande potencial e que merece bastante atenção das políticas públicas para se desenvolver”, prevê o coordenador. As projeções indicam que essa região deve produzir 32,7 milhões de toneladas em uma área de quase 9 milhões de hectares ao final da década estudada.

Regiões novas - De acordo com a pesquisa, o crescimento com base na produtividade deverá ocorrer em quase todas as regiões do país, especialmente nas regiões novas, como o Matopiba.

Tendências no comércio internacional - No contexto internacional, o Brasil deve continuar sendo, junto com os Estados Unidos, um dos maiores produtores e exportadores de alimentos. Considerado grande supridor de alimento com qualidade e com sustentabilidade para o mundo.

mapa tabela II 28 07 2020Carnes - Nas carnes, haverá forte pressão do mercado internacional, especialmente de carne bovina e suína, embora o Brasil continue liderando o mercado internacional do frango.

Participação - O Brasil deverá participar com quase 52% das exportações mundiais de soja, 35,3% da carne de frango, 23,2% das exportações de milho, 22,7% do algodão e 9,7% das exportações de carne suína.

Produtos - Entre os produtos com destaque no aumento das exportações na próxima década estão o açúcar, que passará de 15,98 milhões de toneladas em 2019/20 para 25,23 milhões de toneladas em 2029/30 (alta de 57,9%) e o algodão, com aumento de 41,6%. A exportação de milho deve passar de 34,5 milhões de toneladas para 44,5 milhões no período, alta de 29,1%.

Incremento - A carne de frango deverá ter um incremento de 34,3% nas exportações e a carne suína 36,8%. As frutas também têm destaque, com aumento nas exportações de manga (57,6%), melão (47,6%) e maçã (43,4%).

Agricultura Familiar nas projeções - Atividades como floricultura e horticultura têm grande destaque na agricultura familiar. Também na produção de carnes, especialmente, suína e de frango, são marcantes nesse segmento agrícola. Outras atividades como o café, leite e frutas, também são atividades de predominância familiar, além de lavouras como o fumo e a mandioca.

Próximo decênio - Algumas projeções da agricultura familiar na produção do próximo decênio podem chegar a 11,4 milhões de toneladas de mandioca, 24,5 milhões de toneladas de café, 745,2 milhões de toneladas de fumo, 2,69 milhões de toneladas de carne suína, 8,36 milhões de carne de frango, e 20,3 bilhões de litros de leite.

Larga escala - Soja, feijão e milho são as atividades onde a agricultura familiar tem menor participação. Isso pode ocorrer devido à produção em larga escala e ao uso de tecnologia. (Mapa)

Leia a íntegra da pesquisa aqui.

FOTO: Carlos Silva / Mapa

 

MERCADO: Prêmios da soja disparam nos EUA, Brasil e Argentina e, por aqui, podem voltar aos 200 cents sobre Chicago

mercado 28 07 2020Os prêmios da soja dispararam para todo o complexo agrícola no mundo nas últimas semanas diante de uma oferta bastante escassa de produto e de uma demanda muito pujante. Soja, milho, farelo de soja e trigo estão entre os destaques e, como explica Liones Severo, diretor do SIMConsult, os próximos seis meses de mercado serão de mercado ajustado e preços altos.

Soja - Para a soja, os prêmios subiram nas principais origens - Estados Unidos, Argentina e Brasil, onde os valores podem voltar ao patamar dos 200 cents de dólar por bushel sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago. Os atuais patamares já se encontram na casa dos 165 centavos.

Prêmio de resgate - "Quando há essa escassez, dizemos que é o mercado do vendedor, e o comprador vai pagar o prêmio de resgate que o vendedor está pedindo", explica Severo, que complementa dizendo ainda que, pela primeira vez na história, a soja brasileira se esgotou virtualmente em julho.

EUA - Nos Estados Unidos, o avanço dos prêmios, também como explica o consultor, se deu não só pela demanda, mas também por limitações logísticas no país. Com um aumento de despesas com fretes, os prêmios maiores vêm como uma forma de tentar amenizar parte desse transporte mais caro. "Nos EUA as compras diárias chinesas emperram a logística com forte aumento de custo fazendo disparar os prêmios do complexo agrícola", diz Severo.

Patamares - Da mesma forma, ele complementa afirmando que "há preços de milho, trigo, arroz, tudo, em patamares, claro que rebuscados pelos prêmios, bastante elevados, muito maiores do que vimos anteriormente. E os prêmios do Brasil começam sempre a subir em julho, então, estamos bem no período", afirma. Assim, no Brasil, "é possível que a gente alcance os 200 acima muito em breve", completa o diretor do SIM Consult.

Demanda maior - "Se tivemos um esgotamento da nossa safra tão prematuro é porque a demanda é muito maior do que foi estimada", afirma.

Nova safra - Para a safra nova, os atuais patamares, segundo Severo, ainda estão abaixo da paridade internacional. "A safra nova do Brasil não é 40, 50 centavos acima, é no mínimo 120 acima (de prêmio). Temos a vantagem do bônus que o chinês paga pela qualidade e a vantagem logística", explica.

Farelo & óleo - E não sobem só os prêmios para a soja neste momento, mas também para o farelo. "Os preços estão muito altos, sobem diariamente na China. As margens de esmagamento são estupendas. O chinês, quando compra, é porque tem resultado, ele pode descarregar os contratos de subprodutos na Bolsa de Dalian, ou ele pode vender esses mesmos subprodutos no mercado doméstico com prêmio", afirma Liones Severo.

Oferta argentina - A redução da oferta argentina de farelo de soja é outro fator que contribui com os elevados preços e prêmios do derivado, ainda segundo o analista, o que puxa os valores também do óleo de soja.

Milho - Acompanhando a soja, os prêmios para o milho também dispararam nos últimos dias. "O resultado é que os vendedores brasileiros de milho retiraram as ofertas do mercado internacional, cotando apenas o embarque setembro ao prêmio de 120 centavos de dólar por bushel acima. O milho dos EUA tem prêmio de 100 e o argentino está de 90, ou seja, um aumento ao redor de 30 cents por bushel em apenas 2 dias para todas essas origens", relata o diretor do SIMConsult.

Mais caro e melhor - Severo explica que, atualmente, o milho brasileiro é o mais caro e o melhor do mundo. O grão é o de melhor qualidade, mais limpo e, por isso, o "novo case de sucesso do Brasil". Assim, é bastante disputado e pelas características, quase não possui concorrente. "O responsável pelo achatamento do milho no mercado internacional são os estoques ainda de má qualidade nos EUA por conta dos alagamentos do ano passado".

Consumo chinês - Nas contas do milho há ainda o crescente consumo chinês diante de três anos de produto na nação asiática. "A China vai se tornar um grande player desse mercado, esse ano pode chegar a importar 30 milhões de toneladas, estima-se que já está ao redor de 20 milhões, isso vai fazer uma grande diferença, e o milho está escasso no mundo", afirma Liones Severo. Nesta segunda-feira, os preços do registraram suas máximas em seis anos dada a oferta escassa e a necessidade crescente.

Demandado - "O milho brasileiro deverá ser muito demandado, podemos ter novas crises de suprimento, já é o terceiro maior produtor do mundo - atrás dos EUA e da China - e consegue embarcar, quando os EUA têm problemas para embarcar", complementa.

Preços na Bolsa de Chicago - Nesta segunda-feira (27/07), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam o dia com pequenas altas de 0,50 a 1 ponto nos contratos mais negociados. O agosto ficou em US$ 9,06 e o novembro, US$ 8,99.

Dificuldade - Ainda como explica Liones Severo, há uma grande dificuldade de reação das cotações na CBOT dado um momento em que os fundamentos reais do mercado passaram a ficar marginalizados diante das questões políticas advindas do conflito geopolítico entre China e Estados Unidos.

Preços administrados - "Eu chamo isso de preços administrados. Não existe investidor para um mercado de preço administrado. O mercado tem que ser livre para respeitar seus fundamentos, que são os dogmas do mercado, e isso não está acontecendo (...) O tema se torna muito mais grave quando os próprios americanos dizem que mesmo que o Joe Biden ganhe as eleições, as relações com a China não vão mudar", diz. "Então, teremos um novo capítulo de preços" completa. (Notícias Agrícolas)

FOTO: Danilo Estevão / Embrapa

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,836 bilhão na quarta semana de julho

comercio exterior 28 07 2020A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,836 bilhão e corrente de comércio de US$ 7,244 bilhões, na quarta semana de julho de 2020 - com cinco dias úteis -, como resultado de exportações no valor de US$ 4,54 bilhões e importações de US$ 2,704 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (27/07) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Total no ano - No ano, as exportações totalizam US$ 117,321 bilhões e as importações, US$ 88,572 bilhões, com saldo positivo de US$ 28,749 bilhões e corrente de comércio de US$ 205,893 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a quarta semana de julho de 2020 (US$ 866,76 milhões) com a de julho de 2019 (US$ 876,13 milhões), houve queda de -1,1%, em razão da diminuição nas vendas de produtos da Indústria de Transformação (-10,3%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+22,2%) e na Indústria Extrativa (+0,4%).

Produtos - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria de Transformação: Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (-26,2%); Produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-41,5%); Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-70,8%); Veículos automóveis de passageiros (-39,5%); e Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (-58,7%).

Média diária - Nas importações, a média diária até a quarta semana de julho de 2020 (US$ 509,74 milhões) ficou -34,0% abaixo da média de julho do ano passado (US$ 772,15 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com a Indústria Extrativista (-57,3%) e com os produtos da Indústria de Transformação (-32,8%). Já em relação à Agropecuária, houve aumento de gastos (+0,4%).

Menos gastos - A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos Indústria Extrativa: Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-51,1%); Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-71,3%); Outros minérios e concentrados dos metais de base ( -81,0%); Gás natural, liquefeito ou não (-37,7%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-89,3). Já na Indústria de Transformação, a queda das importações ocorreu devido à diminuição dos gastos com a compra de Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-71,7%); Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (-97,1%); Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-58,2%); Partes e acessórios dos veículos automotivos (-63,7%) e Veículos automóveis de passageiros (-56,5%). (Ministério da Economia)

FOTO: Thanasis Papazacharias / Pixabay

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LEGISLATIVO I: Senadores querem aumentar alcance do Pronampe

legislativo I 28 07 2020Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Paulo Paim (PT-RS) apresentaram projetos de lei que têm por objetivo aperfeiçoar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e ampliar seus benefícios para a economia. O Pronampe virou lei há pouco mais de dois meses (Lei 13.999, de 2020) e tem por objetivo ajudar no desenvolvimento e fortalecimento dos pequenos negócios no país e minimizar os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. 

Valor disponível - O PL 3.789/2020 foi apresentado por Randolfe para aumentar o valor disponível no Pronampe e reservar parte dos recursos apenas para microempresas (MEs) e microempreendedores individuais (MEIs). A proposta aumenta o valor destinado na linha de crédito do Pronampe para R$ 50 bilhões, reservando no mínimo 20% deste valor para as microempresas e microempreendedores individuais. Estabelece também condições de empréstimo mais favoráveis para esses empreendedores. 

Condições mais favoráveis - “Este segmento exige condições mais favoráveis frente à fragilidade de sua estrutura para superar os impactos da covid-19. Assim, propomos que seja aberta linha de crédito específica com melhores condições de prazo e juros”, diz Randolfe na justificativa do projeto.

Instituições financeiras - Também de Randolfe é o PL 3.790/2020, que estabelece obrigações e restrições para instituições financeiras que oferecem o crédito do programa. A proposta proíbe que essas instituições ofereçam “quaisquer outros produtos ou serviços financeiros, inclusive seguros prestamistas”, no momento de contratação da linha de crédito do Pronampe. 

Informações - O projeto obriga essas instituições a terem cartazes sobre o oferecimento do programa, com informações sobre a taxa de juros e o prazo de pagamento e “a impossibilidade de oferecimento de quaisquer outros produtos ou serviços” atrelados à contratação. O cartaz deverá estar em local visível, próximo das entradas, com dimensões de, no mínimo, 1,70m x 0,85m, e com texto de fácil visualização.

Dificuldade - “Fato público e notório, reiteradamente divulgado pela imprensa, é a dificuldade de o dinheiro disponibilizado pelo Pronampe chegar a quem realmente precisa. Umas das dificuldades indicadas é a indisposição dos bancos, demais instituições financeiras e de seus funcionários de fornecer a linha de crédito”, argumenta Randolfe.

Prevenção à covid-19 - Paulo Paim apresentou o PL 2.822/2020, que cria, dentro do Pronampe, linha de crédito específica para que micro e pequenas empresas possam se adaptar às normas de segurança, de saúde, sanitárias e tecnológicas decorrentes da pandemia de covid-19 (Pronampe-Prevenção). A proposta determina que sejam disponibilizados R$ 15,9 bilhões para essa linha de crédito específica.

Obstáculos - “Um dos grandes obstáculos para que as micro e pequenas empresas possam retomar suas atividades, em razão de medidas adotadas pelos órgãos gestores de saúde, é a disponibilidade de recursos para que possam adquirir equipamentos de proteção, insumos para higiene, limpeza e desinfecção, além de equipamentos eletrônicos, mobiliários e recursos tecnológicos para que possam atender a seus clientes de forma remota ou mesmo adotar regimes de teletrabalho para seus empregados”, afirma Paim.

Proposta - A proposta determina que os empréstimos do Pronampe-Prevenção serão destinados prioritariamente para as micro e pequenas empresas com até dez empregados e terão valor de R$ 2,5 mil a até R$ 25 mil, para que possam aplicar esses recursos em despesas como a aquisição de equipamentos de proteção individual, equipamentos de higienização, contratação de serviços de desinfecção das instalações, aquisição e instalação de dispositivos de pagamento automático, aplicações para computadores e celulares destinados a comércio eletrônico, reorganização e adaptação de locais de trabalho e de distribuição de espaços físicos, entre outros.

O Pronampe - O programa possibilita uma linha de crédito mais barata e com menos exigências para as pequenas e microempresas. O governo federal separou R$ 15,9 bilhões para atender o Pronampe. Outros R$ 20 bilhões foram disponibilizados pela MP 975/2020 para atender pequenas e médias empresas por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac). Os senadores devem votar a MP 975 nos próximos dias.

Limite - O Pronampe prevê uma linha de crédito até o limite de 30% da receita bruta obtida em 2019. A lei assegura taxa de juros anual máxima igual à Selic mais 1,25% sobre o valor concedido, com prazo de 36 meses. Podem participar microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e pequenas empresas que faturam até R$ 4,8 milhões ao ano.

Veto - Mas, ao sancionar o PL 1.282, que deu origem ao programa, o presidente da República, Jair Bolsonaro, vetou alguns dispositivos, que ficaram de fora da Lei 13.999, de 2020. Um exemplo é a carência de oito meses, período em que as parcelas seriam reajustadas apenas pela taxa Selic. Bolsonaro vetou ainda um capítulo inteiro que previa a prorrogação do parcelamento de dívidas com a Secretaria da Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O projeto aprovado pelo Congresso estendia os prazos para pagamento das parcelas por 180 dias e estabelecia um regime especial para a liquidação dos débitos.

Data - O Congresso Nacional ainda não agendou data para que deputados e senadores votem se mantêm ou derrubam os vetos de Bolsonaro na lei do Pronampe.

Relatores - Os três projetos, dos senadores Randolfe Rodrigues e Paulo Paim, ainda não têm relatores nem datas agendadas para serem votados pelo Plenário do Senado Federal. (Agência Senado)

FOTO: Tony Winston / Agência Brasília

 

LEGISLATIVO II: Deputados analisam na quarta emendas do Senado a MP de crédito para pagar salários

legislativo II 28 07 2020Em sessão marcada para as 10 horas desta quarta-feira (29/07), o Plenário da Câmara dos Deputados poderá votar emendas do Senado à Medida Provisória 944/20, que concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem sua folha de salários durante o estado de calamidade pública decorrente do coronavírus.

Pauta - A pauta conta ainda com outras cinco MPs e mais seis projetos de lei sobre vários temas relacionados à Covid-19.

Acesso - Uma das emendas do Senado estende o acesso à linha de crédito aos microempresários com renda bruta anual inferior a R$ 360 mil, mas diminui o teto para empresas de médio porte de R$ 50 milhões para R$ 10 milhões. Todas as receitas se referem ao ano de 2019.

Rejeição - Entretanto, o relator da proposição na Câmara, deputado Zé Vitor (PL-MG), apresentou parecer preliminar propondo a rejeição de todas as emendas.

Trabalhadores portuários - A Medida Provisória 945/20, por sua vez, determina o afastamento remunerado dos trabalhadores portuários avulsos (TPA) que estiverem no grupo de risco da Covid-19 ou que apresentem sintomas indicativos da doença, como tosse seca e dificuldade respiratória.

Mais - A indenização também será devida aos trabalhadores avulsos que contraíram a doença, aos que estão em isolamento por conviverem com pessoa diagnosticada com a virose, e às gestantes ou lactantes.

Afastamento - Segundo o parecer preliminar do deputado Felipe Francischini (PSL-PR), o afastamento abrangerá ainda pessoas com imunodeficiência, doença respiratória ou doença crônica. Quanto aos idosos, o relator aumentou a idade a partir da qual ocorrerá o afastamento indenizado, de 60 para 65 anos.

Saque do FGTS - O terceiro item da pauta é a Medida Provisória 946/20, que permite ao trabalhador sacar até R$ 1.045,00 (um salário mínimo) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e transfere a esse fundo as contas individuais do antigo Fundo PIS-Pasep.

Pandemia - O saque extraordinário deve-se aos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre a economia e, segundo calendário da Caixa Econômica Federal, já começou a partir de junho (contas digitais) e julho (em dinheiro ou transferência). O trabalhador poderá retirar o dinheiro até 31 de dezembro de 2020.

Cancelamento de eventos - Regras sobre o cancelamento e a remarcação de serviços, reservas e eventos dos setores de turismo e cultura constam da Medida Provisória 948/20. Segundo o parecer preliminar do deputado Felipe Carreras (PSB-PE), a remarcação ou a concessão de crédito em razão da pandemia poderá ocorrer desde 1º de janeiro deste ano.

Outros pontos - O relator incluiu em seu parecer vários outros pontos, como a suspensão de tributos federais devidos por casas de espetáculo, cinemas e outros estabelecimentos do setor cultural durante o estado de calamidade pública.

Tarifa social - Os deputados podem votar ainda a Medida Provisória 950/20, que isenta os consumidores beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) do pagamento da conta de luz entre 1º de abril e 30 de junho de 2020.

Data estendida- De acordo com o parecer preliminar do deputado Leo Moraes (Podemos-RO), a isenção será estendida até 31 de agosto de 2020.

Limite - O benefício será limitado ao consumo mensal máximo de 220 quilowatt-hora (kWh/mês). O consumo acima de 220 kWh não receberá nenhum desconto.

Assinatura eletrônica- A última MP pautada é a 983/20, que cria dois novos tipos de assinatura eletrônica de documentos, a simples e a avançada, que poderão ser usadas na comunicação digital entre órgãos da administração pública e entre o cidadão e o poder público.

Baixo risco - A assinatura simples se destina a transações de baixo risco que não envolvam informações protegidas por sigilo, permitindo a conferência de dados pessoais básicos, como nome, endereço e filiação.

Medicamentos e vacinas - Entre os projetos de lei pautados, consta o PL 2306/20, das deputadas Luisa Canziani (PTB-PR) e Bruna Furlan (PSDB-SP), que concede incentivo fiscal a pessoas e empresas que doem recursos para projetos de instituições de ensino e pesquisa relacionados ao combate do coronavírus.

Abrangência - Segundo o parecer preliminar do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), poderão ser beneficiados projetos de produção de vacinas, medicamentos e outros recursos terapêuticos, equipamentos, materiais e insumos hospitalares, além dos relacionados à apuração de tratamento de dados sobre a propagação da doença e daqueles que tenham o objetivo de diminuir os impactos da doença sobre fatores como a saúde mental da população, a mobilidade urbana e a organização do trabalho.

Divulgação de informações - Com o Projeto de Lei 1622/20, a deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC) e outros prevê a responsabilização dos agentes públicos pela não divulgação de dados relacionados à pandemia de Covid-19.

Ato de improbidade - De acordo com o parecer preliminar do deputado Aliel Machado (PSB-PR), será considerado ato de improbidade administrativa deixar de divulgar, dolosamente, os dados sobre vários aspectos do combate à pandemia, assim como retardar, também com intenção, a divulgação ou divulgar informações falsas.

Categorias - O relator separa em seis categorias as informações que devem ser divulgadas pelas administrações federal, estadual, distrital e municipal, segundo a Lei 13.979/20, alterada pelo projeto. Essa foi a primeira lei que disciplinou ações dos governos contra a pandemia. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Divulgação / Governo do Piauí

 

SAÚDE I: Brasil registra 614 mortes e mais 23.284 casos em 24h

O boletim do Ministério da Saúde mostra que foram registradas 614 mortes e mais 23.284 pessoas infectadas com o novo coronavírus entre domingo (26/07) e esta segunda-feira (27/07). Ainda há 3.833 óbitos em investigação.

Total - No total, o Brasil chegou a 87.618 óbitos e 2.442.375 pessoas infectadas notificadas desde o início da pandemia. Até o momento, 1.667.667 pacientes se recuperaram da doença. Segundo o Ministério da Saúde, há 687.090 pacientes em acompanhamento.

Menor - Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais óbitos por covid-19 são: São Paulo (21.676), Rio de Janeiro (12.876), Ceará (7.509), Pernambuco (6.376) e Pará (5.729). As Unidades da Federação com menos mortes em decorrência do novo coronavírus são: Mato Grosso do Sul (319), Tocantins (350), Roraima (474), Acre (493) e Amapá (556). (Agência Brasil)

saude I tabela 28 07 2020

SAÚDE II: Paraná já tem mais de 67 mil diagnósticos e 1,6 mil mortes

saude II 28 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (27/07) 779 novas confirmações e 32 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 67.276 diagnósticos positivos e 1.682 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.053 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. 813 pacientes estão em leitos SUS (365 em UTI e 448 em leitos clínicos/enfermaria) e 240 em leitos da rede particular (98 em UTI e 142 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.086 pacientes internados, 530 em leitos UTI e 556 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A secretaria estadual confirma a morte de 32 pacientes, todos estavam internados. São 15 mulheres e 17 homens, com idades que variam de 29 a 98 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 2 a 27 de julho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (10), Fazenda Rio Grande (2), Paranaguá (2), Pinhais (2), Piraquara (2), além de uma morte em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Arapongas, Campo Largo, Campo Mourão, Colombo, Curiúva, Foz do Iguaçu, Manoel Ribas, Marilena, Marquinho, Matinhos, Ponta Grossa, Porto Barreiro e São José dos Pinhais.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 725 casos de residentes de fora. 21 pessoas morreram.

Ajustes - Alteração de município. Um caso confirmado no dia 19/7 em Quitandinha foi transferido para Mandirituba. Um caso confirmado no dia 25/7 em Ivaiporã foi transferido para Manoel Ribas.

Exclusões - Um caso confirmado na data de 02/6 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso em Cascavel (25/06) foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 20/06 em Paiçandu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 01/07 em Candido de Abreu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 17/07 em Foz do Iguaçu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 22/07 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 22/07 em Foz do Iguaçu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 19/06 em Goioxim foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 25/06 em São Mateus do Sul foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 16/07 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 03/07 em Pinhais foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado na data de 30/06 em Maringá foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim no www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-07/informe_epidemiologico_27_07_2020.pdf

 

SAÚDE III: Governo discute parceria para produzir vacina contra a Covid no Paraná

O Governo do Paraná está formalizando uma parceria de cooperação técnica e científica com a China que permitirá a testagem e a produção de vacina contra a Covid-19 no Estado, por meio do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Reunião - O acordo foi discutido nesta segunda-feira (27/07) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em reunião por videoconferência com dirigentes do laboratório Sinopharm, empresa estatal chinesa, e o ministro-conselheiro da Embaixada da China no Brasil, QU Yuhui.

Grupo de trabalho - Ratinho Junior explicou que agora um grupo de trabalho será formado entre as partes para discutir detalhes técnicos da parceria, como a elaboração do termo científico regulatório e protocolo de validação por parte da Secretaria de Estado da Saúde.

Inclusão - A intenção, destacou o governador, é que o Paraná seja incluído na terceira fase de testagem da vacina experimental da Sinopharm, que começou neste mês nos Emirados Árabes Unidos com a participação de 15 mil voluntários. Segundo a estatal chinesa, as duas primeiras fases de testes, já encerradas, tiverem 100% de positivação e sem reação adversa grave.

Representantes - Os representantes do Paraná no grupo serão o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o presidente do Tecpar, Jorge Callado; o superintendente-geral de Ciência Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Bona; e o diretor-geral da Secretaria da Saúde, Nestor Werner Júnior.

Tecnologia - “O objetivo do Paraná é fazer a terceira fase do teste aqui no nosso Estado e, com a aprovação por parte da Anvisa e do Ministério da Saúde, a produção da vacina elaborada pela Sinopharm através do Tecpar”, afirmou Ratinho Junior.

Troca - Ele reforçou que o acordo estabelece a troca de tecnologia, pesquisa e ciência, fazendo do Paraná um polo para o Brasil e América do Sul para a produção e distribuição da vacina. “Estamos todos muito esperançosos que essa solução para o coronavírus fique pronto o quanto antes. E que o Paraná, em parceria com a China, possa ser protagonista deste processo, se transformando em um hub logístico da vacina na América do Sul”, ressaltou o governador.

Preocupação - A empresa demonstrou bastante preocupação com o estágio da pandemia no Brasil. Liu Jingzhen, presidente do grupo, disse que a farmacêutica espera finalizar os testes em estágio avançado em humanos em até três meses.

Pressa - “Temos pressa para começar esses testes no Paraná por causa da situação do Brasil. Serão oficinas com o mais alto nível de segurança, total confiança para garantir o fornecimento quando a vacina estiver completamente aprovada”, disse.

Perto do êxito final - “A vacina está perto do seu êxito final. É muito urgente começarmos imediatamente esse ensaio clínico no Brasil, ao mesmo tempo em que discutimos acertos comerciais”, completou o diretor-executivo da corporação, Ma Ke.

Estrutura - Jorge Callado explicou que, além do Tecpar, o Governo do Paraná vai colocar a rede de universidades estaduais e hospitais universitários no processo, garantindo mais agilidade ao período de testagem. “É de fundamental importância a participação das nossas universidades públicas e da Secretaria da Saúde para construirmos tecnicamente um protocolo de validação que atenda aos aspectos regulatórios”, afirmou o presidente do Tecpar. “Os resultados obtidos até aqui já caracterizam uma boa referência para continuar nossas ações de controle”, acrescentou.

Rússia - O Paraná também pode se tornar parceiro da Rússia na produção da vacina contra o novo coronavírus que está em fase final de testes naquele país. O assunto deve ser tratado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nos próximos dias com o embaixador da Rússia no Brasil, Sergey Akopov.

Anúncio - No início desta semana, o governo daquele País anunciou ter concluído com sucesso a fase de ensaios clínicos do seu antivírus, desenvolvido pelo Centro Nacional de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya. A expectativa é que estejam disponíveis no primeiro semestre do próximo ano.

Recursos garantidos - O Governo do Paraná já se antecipou para garantir recursos para a compra e distribuição de vacinas no Estado. Na segunda-feira (20/07), o Governo do Estado enviou uma emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2021 para alocar R$ 100 milhões no caixa da Secretaria de Saúde para aquisição de vacinas contra o novo coronavírus.

Outras vacinas - Cerca de 130 vacinas contra a Covid-19 estão sendo produzidas no mundo. Em estágio avançado estão os estudos realizados pela Universidade Oxford, da Inglaterra. O Brasil tem uma parceria para a produção da vacina, por meio da Fiocruz. A expectativa é que a vacina da Oxford possa ser produzida no início de 2021. Os testes também estão na fase 3.

Butantã - O Instituto Butantã, de São Paulo, está testando no Brasil a vacina produzida pela Sinovac, que tem sede na China. Esta vacina já está na fase de testagem clínica em humanos. A intenção é de que a vacina comece a ser produzida no início do ano que vem.

Presença - O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, também participou da reunião. (Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE IV: Bolsonaro sanciona lei sobre validade indeterminada de receitas

saude IV 28 07 2020O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Projeto de Lei 848/2020, que determina que receitas médicas ou odontológicas sujeitas a prescrição e de uso contínuo tenham prazo de validade indeterminado. O projeto foi originário da Câmara dos Deputados e foi aprovado no Senado no início de julho. A sanção está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (28/07).

Validade - As regras valem para o período da pandemia no país e não incluem medicamentos de uso controlado, como tarja preta e antibióticos. Bolsonaro vetou um trecho do projeto que autorizava a retirada do medicamento por terceiros, sem a presença do titular da receita, com a apresentação de uma declaração.

Justificativa - Na justificativa para o veto, a Secretaria-Geral da Presidência da República explicou que “o dispositivo cria uma exigência que poderá vir a ser estendida a todos os casos e, por consequência, burocratizar o atendimento nas farmácias”. (Agência Brasil)

FOTO: Heung Soon / Pixabay

 

ARTIGO: De onde vem o alimento que vai para sua mesa?

artigo 28 07 2020* Geraldo Canci

Dia 28 de julho comemoramos o dia do agricultor, atividade responsável pela produção mundial de alimentos. E podemos dizer que este ofício é um dos mais antigos e importantes da história da humanidade.

Cerca de 20 mil anos a.C, o homem começou a coletar e consumir grãos selvagens e, por volta de 12 mil anos atrás, nossos antepassados entenderam que se plantassem uma semente haveria uma planta como alimento. Segundo a história, isso aconteceu no período Neolítico (ou Idade da Pedra Polida), em algum lugar do Oriente Médio, provavelmente onde hoje se situa o Iraque.

Para termos uma ideia, o arroz, prato tão consumido por nós brasileiros, foi domesticado na China em 6200 a.C., e o gado foi domesticado por volta de 8500 a.C.

Mas quando pensamos em tecnologia, a agricultura começou a se desenvolver de forma mais abrangente nos últimos 200 anos, a partir da Revolução Agrícola Britânica a partir do uso de técnicas como a irrigação, a rotação de culturas e o uso de fertilizantes.

No Brasil, a história da agricultura começou no período pré-colonial. Os indígenas já praticavam a agricultura de subsistência com o plantio de mandioca, o amendoim, o tabaco, a batata-doce e o milho. E foi na década de 1970 que surgiram os primeiros trabalhos para o setor agrícola com o foco voltado à economia e aos fatores de produção e, a partir de 1994, nosso modelo passou por uma mudança radical com o nascimento da cadeia do agronegócio – com a substituição da mão-de-obra por máquinas e novas tecnologias, a abertura do mercado globalizado e a profissionalização do setor.

O agronegócio é hoje o principal responsável pelos bons resultados da balança comercial brasileira e contribui para atender a demanda mundial por alimentos, que de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) deve atingir cerca de 9 bilhões de pessoas no mundo em 2050. E toda essa população precisa se alimentar, por isso valorizamos o trabalho árduo do agricultor, não somente neste dia, mas em todos.

Para alguém da cidade a vida no campo pode parecer tranquila e agradável, mas para o agricultor o cenário é outro: as mãos calejadas fazem parte da sua vida. O agricultor - ou colono, como é conhecido aqui na região Oeste do Estado - não sabe o que é um dia de folga ou um feriado, afinal, ele precisa alimentar os animais todos os dias, isso sem falar dos cuidados com a terra e as plantações. O serviço não para! O agricultor não sabe o que é dormir até tarde porque todos os dias ele acorda quando ainda é madrugada, sem se importar com o frio ou a chuva, para nos prover o nosso alimento. A dedicação é grande e constante. A agricultura não é para todos, é para os fortes.

É por isso que parabenizo todos os agricultores por este dia especial. Reconheço, com grande louvor e estima, o esforço e dedicação de todos que trabalham neste setor e que, além de produzir alimentos para toda a sociedade, também são responsáveis pela geração de riquezas e aumento das exportações, pela geração de matérias-primas para industrialização e geração de empregos. Vale lembrar que a agricultura vem ganhando destaque na produção de energia renovável com o reaproveitamento de vegetais na biomassa, os biocombustíveis e todas as formas que permitem a geração de energia sustentável derivadas das plantas.

Neste cenário também temos que lembrar e valorizar a dedicação de vários profissionais que foram e são responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura moderna, com relação à pesquisa de novas variedades, novas técnicas de cultivo, de novos agroquímicos e desenvolvimento genético de animais e aves, que são os engenheiros agrônomos, engenheiros agrícolas, engenheiros mecânicos, engenheiros eletricistas e automação, geólogos e outros que não medem esforços e contribuem com os agricultores para o desenvolvimento da agricultura sustentável, rentável e sempre com respeito ao meio ambiente.

O engenheiro agrônomo tem um papel fundamental neste processo pois é ele que propõe soluções em produtos e serviços e orienta os agricultores sobre as melhores práticas no campo. O engenheiro agrônomo estuda a viabilidade do uso racional dos recursos naturais de forma a produzir - mais, melhor e sempre - alimentos para atender a demanda mundial de forma segura e responsável.

Engenheiros agrícolas, mecânicos, eletricistas e de automação, trabalham no desenvolvimento de máquinas e equipamentos que a cada dia melhoram o desempenho do agronegócio, levando ao aumento da produtividade, minimizando as perdas e proporcionando maior sustentabilidade ao setor. Estima-se que no Brasil existam hoje cerca de 150 mil engenheiros agrônomos, em um mercado em amplo crescimento que busca por profissionais cada vez mais preparados para atender as novas demandas e necessidades do segmento agrícola.

O agricultor e os engenheiros são atores fundamentais para o bom cenário da agricultura, onde a dedicação e o amor estão diretamente ligados a esses profissionais, que colocam seus conhecimentos em benefício da ciência, a serviço do bem comum.

*Geraldo Canci é gerente da Regional Cascavel do Crea-PR

 


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