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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4876 | 30 de Julho de 2020

PR COOPERATIVO: Reportagem mostra a relação de confiança entre cooperativas e cooperados, especialmente com a pandemia

pr cooperativo 30 07 2020Pautado em princípios e valores desde que surgiu, no século XIX, o cooperativismo tem demonstrado sua força, especialmente em momentos de crise como a gerada atualmente pela pandemia da Covid-19, dando o suporte necessário aos cooperados e estreitando cada vez mais o relacionamento com o quadro social. “Com a pandemia do novo coronavírus e suas consequências, a cooperativa demonstrou solidez e credibilidade. É nos momentos de incertezas que o cooperativismo mostra a sua confiabilidade, pois não deixa o cooperado na mão”, afirma Luiz Alexandre Cordeiro, cooperado da Bom Jesus, personagem da reportagem especial da edição 181 da revista Paraná Cooperativo, referente ao mês de julho. A matéria mostra como as cooperativas têm se adaptado à nova realidade, sem perder o foco no elemento fundamental de todo esse processo: as pessoas. “A cooperativa não se transfere para outros países, de acordo com os indicadores de vendas e custos; ela nasce e, mesmo que amplie sua área de atuação, permanece na região de origem. A vocação de uma cooperativa é viabilizar e auxiliar seus cooperados, impulsionando o desenvolvimento sustentável. Os princípios e valores definem a identidade do movimento cooperativista e dão um propósito diferenciado ao setor”, ressalta o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na reportagem.

Entrevistado - Nesta edição, o entrevistado é o economista José Roberto Mendonça de Barros. Para ele, o maior desafio do país será reduzir as divisões na sociedade, que vão se acentuar com as dificuldades econômicas causadas pelo novo coronavírus.

Mais - A publicação traz ainda neste número matérias abordando diversos assuntos, como a celebração do Dia C – Dia de Cooperar no Paraná, o Plano Safra 2020/21, a reunião da diretoria da Ocepar ocorrida virtualmente no dia 23 de junho com a presença do governador Ratinho Junior, a realização do Seminário de Gestão, no dia 25 de junho, com um palestrante internacional, e do Seminário Compliance.Lab do Cooperativismo Paranaense, no dia 17 de junho. Há ainda os destaques dos ramos crédito e de saúde, a Conexão Frencoop e muito mais.

Clique aqui e confira na íntegra a edição nº 181/julho da revista Paraná Cooperativo

 

LEGISLATIVO: Câmara aprova modificações sobre MP de programa emergencial

legislativo 30 07 2020A Câmara dos Deputados votou nesta quarta-feira (29/07) as modificações feitas pelo Senado à MPV 944/20, que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos. Uma das alterações aprovadas é a Emenda nº 8, que acrescenta uma nova redação ao artigo 20, para que a União possa aumentar sua participação no Fundo Garantidor de Operações (FGO) em mais R$ 12 bilhões.

Apoio - A OCB apoia o novo texto já que a ideia é ampliar a concessão de garantias no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), e as cooperativas de crédito são agentes de crédito em operações de empréstimos desse recurso e já esgotaram os valores disponibilizados.

Avanço - O relator, deputado Zé Vítor (MG), integrante da Diretoria da Frencoop, acatou a emenda 8, conforme solicitado pela OCB e afirmou que a emenda 8 é um "avanço e aprimoramento" ao texto inicial do Poder Executivo tendo em vista o sucesso do Pronampe. "Nós estamos garantindo R$12 bilhões para o Pronampe. É bom citar que 105 mil microempresas e 112 mil pequenas empresas já foram atendidas pelo Programa. O recurso já foi esgotado e por isso essa necessidade de um novo aporte".

Folha de pagamento - A MP 944/20 também concede crédito aos empregadores para que eles possam arcar com a folha de pagamento de seus funcionários e evitar o desemprego em uma época de crise econômica. As linhas de crédito concedidas podem abranger 100% da folha de pagamento pelo período de até 4 meses mas é vedada a dispensa sem justa causa dos trabalhadores na mesma proporção do recurso utilizado do Programa.

Peac - Enquanto isso, a OCB segue acompanhando a aprovação da MP 975, que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac). A matéria está em análise no Senado e conta com a inclusão de emendas sugeridas pela OCB e apresentadas pelo deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que incluem as cooperativas de todos os ramos como beneficiárias do Peac e Pronampe, antes restritos às empresas. (OCB)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

TECNOLOGIA: É hora do cooperativismo de plataforma

tecnologia 30 07 2020As plataformas digitais que ofertam produtos e serviços já faziam parte de nossas vidas e ganharam relevância nos últimos tempos. O distanciamento social, gerado pela pandemia do novo coronavírus, mostrou que, mais do que uma tendência, elas, agora, fazem parte da realidade dos grandes centros urbanos, assim como pequenas cidades.

Aplicativos de entrega - Os aplicativos de entrega têm sido fundamentais para este período de isolamento e têm levantado uma série de questionamentos sobre o impacto na vida desses trabalhadores. E um bom exemplo disso, são as manifestações recentes e recorrentes de quem trabalha com aplicativos de entrega e, também, de quem consome esse tipo de serviço. (Leia aqui)

Remuneração - Assim, diante deste contexto, como garantir que as plataformas remunerem justamente os profissionais? Como assegurar que o resultado financeiro retorne para a comunidade, melhorando não só a qualidade de vida das pessoas, mas a economia local? Para estas e outras perguntas o cooperativismo de plataforma pode ser a solução.

Alternativas mais justas - Vale destacar que ele não é simplesmente uma derivação do cooperativismo em meio às novas tecnologias, mas um estímulo ao desenvolvimento de alternativas mais justas de negócios de economia compartilhada. Basicamente, uma plataforma cooperativa tem mais espaço para diversificação e promove melhor a distribuição de benefícios.

Cases - E, para mostrar as vantagens de uma cooperativa de plataforma, o Sistema OCB acaba de disponibilizar quatro cases inspiradores no site do Inovacoop. O conteúdo mostra que é possível atuar dessa – forma cheia de conectividade – em diversos ramos. Confira um breve resumo de cada um dos cases e depois conheça melhor esses exemplos de como a inovação pode fazer a diferença no seu negócio.

UP&GO: A cooperativa de plataforma Up&Go, sediada na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, foi criada em 2017 para que trabalhadoras domésticas, normalmente imigrantes, ofereçam seus serviços por meio de uma plataforma digital. Na prática, por meio de um aplicativo, a cooperativa oferece os serviços de faxina de suas cooperadas. A plataforma permite que as cooperadas recebam 95% do valor pago pelos clientes, eliminando as comissões antes pagas pelas trabalhadoras a intermediadores. (Leia)

STOCKSY: Cansados de serem desvalorizados e de receberem um percentual muito baixo por seu trabalho, fotógrafos ligados, até então, por grandes bancos de imagens, decidiram criar a Stocksy United, uma cooperativa de plataforma em que os artistas recebem entre 50% e 75% dos royalties pagos por suas produções. Com isso, recebeu candidaturas de 10 mil fotógrafos interessados em se associar, o que fez sua receita atingir US$ 10,3 milhões, em 2016. (Leia)

FAIRBNB: A Fairbnb se apresenta como um portal de reservas com alma. A cooperativa de plataforma foi fundada em 2016 com a meta de ser o Airbnb no modelo cooperativista. A proposta é garantir tanto condições mais acessíveis aos viajantes como melhor remuneração aos proprietários, com um propósito especial: desenvolver as comunidades locais. (Leia)

SAVVY: A Savvy Cooperative une e empodera pacientes cooperados para organizar a influência sobre a indústria de saúde, incluindo os segmentos hospitalar e de medicamentos. Para isso, coleta dados sobre pacientes e grupos de interesse da indústria farmacêutica e os disponibiliza mediante remuneração aos cooperados, buscando direcionar produtos e serviços de saúde sob medida e, também, considerando a opinião do público-alvo. (Leia)

Inovacoop - Para conhecer mais sobre inovação e os outros materiais do Inovacoop, clique aqui. (OCB)

 

 

FRÍSIA: 12 startups são selecionadas para a próxima fase do Digital Agro Connection

frisia 30 07 2020O Digital Agro Connection, programa de inovação realizado pela Frísia Cooperativa Agroindustrial, finalizou a sua segunda fase selecionando 12 startups, de um total de 68 inscritas. Os empreendedores, que desenvolvem soluções para a Agropecuária Sustentável e Agroindústria 4.0, foram escolhidos de acordo com pontuações. O concurso tem o objetivo de captar e selecionar startups para desenvolver oportunidades, novos negócios e otimizar os processos internos selecionados pela cooperativa e seus parceiros.

Critérios - O regulamento apresenta nove critérios de seleção: Alinhamento com Tema Proposto, Resultado Financeiro, Resultado Qualitativo, Investimento do Projeto, Riscos, Escalabilidade, Velocidade de Implantação da Solução, Capacidade Técnica da Equipe e Complexidade/Autonomia de Implantação. Com base nesses critérios, o Comitê de Inovação da Frísia analisou e atribuiu pontos para as startups. Dessa forma, as que tiveram maior aderência aos critérios e as notas mais altas foram selecionadas.

Terceira etapa - A terceira etapa do programa é designada para realização de um workshop, que será realizado pela Aceleradora Sistema Fiep, da Federação das Indústrias do Paraná, com a temática de Modelagem de Negócios para Startups. Além disso, elas terão uma imersão na realidade das propriedades rurais dos cooperados da Frísia e nos processos de produção das agroindústrias. Em seguida, cada startup desenvolverá uma proposta de trabalho, resultando numa Prova de Conceito (POC).

Selecionadas - Conheça as selecionadas:

3DGEO - Desenvolve atividade de suporte à tomada de decisão no campo, baseado em soluções de geotecnologias e imagens de drones. Em 2020, a 3DGEO lançou o 3DBOX, que consiste em uma estação de processamento de alta capacidade para automatizar todo o ciclo de processamento de imagens de drones e satélites de forma offline.

Agrimates - É um aplicativo de telefone que conecta locadores e locatários de máquinas e implementos agrícolas de forma simples, descomplicada e intuitiva. O sistema utiliza algoritmos para busca das máquinas cadastradas, conforme valor do aluguel, modelo, tipo, distância e período de uso desejado pelo locatário.

Bley Energias - A startup, já graduada na Aceleradora Fiep e atualmente em incubação no Tecpar em Curitiba, é uma cleantech/agritech com foco em bioenergia. Dedicada a desenvolver aplicações industriais, como a geração de eletricidade, a partir do biogás, que é obtido da digestão de resíduos orgânicos.

Hidreo Energy Solutions - É uma startup focada no desenvolvimento de soluções para microgeração de energia a partir de fontes renováveis. Desenvolve a MCH (Micro Central Hidrelétrica), um produto de dimensões reduzidas, que é capaz de gerar energia a partir dos menores pontos de disponibilidade hídrica.

IndustryCare Ajuda indústrias na digitalização e ganho de eficiência e produtividade, monitorando em tempo real máquinas e processos industriais. A startup assume o CAPEX de sensores e medidores IoT e ajuda a gerar e gerir KPIs de produção e consumo, detectando oportunidades de melhoria em eficiência energética e produtiva

RISE General Operations - Fundada em 2019 e sediada em Pato Branco (PR), é uma empresa que atua com big data a partir da análise da composição de fluídos nas áreas de pecuária leiteira, agricultura, alimentos, hidrocarbonetos e recursos hídricos, proporcionando melhoria da qualidade, segurança e eficiência aos seus clientes.

Silos - Utiliza ferramentas de inteligência artificial para automatizar o processo de classificação de grãos, tornando-o mais ágil, eficiente e padronizado. O resultado é uma classificação com muito mais transparência e confiabilidade, contribuindo para a transformação digital da agricultura no Brasil.

ST-One - Tem a grande ambição de transformar o processo de digitalização da indústria no Brasil e no mundo. A startup desenvolve tecnologias de conectividade que levam o chão de fábrica para a nuvem, por um hardware plug and play e uma plataforma web.

Tarvos Fornece indicações em tempo real de ocorrências de pragas nas lavouras, a partir de dados coletados por armadilhas inteligentes que ajudam a garantir a aplicação correta de defensivos agrícolas. Elas indicam o melhor momento de atuação, aumentando a qualidade e a viabilidade das decisões dos agricultores.

Tractian - Coleta dados de vibração e temperatura de equipamentos por sensor IoT, e os cruza em uma plataforma inteligente que indica quando os equipamentos vão falhar ou quebrar, possibilitando equipes de manutenção a gerir ativos de forma eficiente.

Trucker do Agro - É uma solução de logística inovadora no mercado, desenhada junto a grandes cooperativas e revendas, voltada para atender o agronegócio e as peculiaridades do setor, que traz um sistema automatizado de cotação, contratação, acompanhamento em tempo real e dashboards precisos para governança corporativa.

True Work- A startup, acelerada na Fiep, atua com soluções próprias IoT para Indústria 4.0, pela aplicação das tecnologias de indoor location e business intelligence. A empresa atua em projetos para diversos segmentos, como indústria de alimentos, petroquímico, óleo e gás e processamento de matéria-prima.

Plataforma - O Connection é parte da Plataforma Digital Agro, que também inclui a feira, o portal de informações e o sistema de reunião de ideias, todos com a marca Digital Agro.

Mais - Para mais informações: https://digitalagro.com.br/.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COPACOL: Cooperados são homenageados no Dia do Agricultor em 1ª Live Show

Com a nobre missão de produzir alimentos para o mundo, os cooperados foram homenageados no Dia do Agricultor, 28 de julho, com a transmissão da 1ª Live Show Copacol. Com a apresentação da assessora de cooperativismo, Elizete Lunelli Dal Molin, o humorista Paulinho Mixaria divertiu o público que estava conectado pelo Canal no Youtube da Copacol.

Investimentos - Além do show de humor, a apresentação contou com a exibição do vídeo dos investimentos recentes nas unidades de recebimento de grãos, que ultrapassa os R$ 50 milhões, tornando a descarga da safra muito mais rápida.

Descontração - A atração proporcionou um momento de descontração entre os cooperados, colaboradores e familiares diante o atual momento, onde muitos estão em isolamento social devido o Covid-19. A transmissão contou com uma mensagem de esperança do presidente da Copacol, Valter Pitol, para dias melhores em breve. “Mesmo com tantas incertezas, os agricultores se mantêm firmes garantindo o alimento na mesa de milhões de pessoas. Precisamos aprender com tudo isso. E se tem algo que esse vírus demonstrou é a nossa força. O mundo reconhece a importância de todos que trabalham no campo. Vamos aproveitar esse momento para pensar e nos preparar para o futuro”.

Recados e interação - Quem acompanhou a transmissão pôde enviar recados em tempo real e interagir com a nossa apresentadora. Outra atração foi a gravação da interpretação da música o Colono, de autoria de Teixeirinha, pela família Pauvels, que integra o quadro social e de colaboradores da Copacol.

Piadas - Direto do Rio Grande do Sul, Mixaria foi a grande atração com piadas para toda a família. Ao fim da apresentação, ele deixou o agradecimento à Copacol e também engrandeceu a atuação dos agricultores. “Deixo meu abraço aos agricultores e agricultoras. Brinquei muito durante a apresentação sobre a cidade e o campo. Mas é importante lembrar que a cidade não existe sem o interior. O setor primário é o mais importante de todos – deveria ser ainda mais valorizado”.

Aplausos - No fim da apresentação, em um vídeo especial, os cooperados foram aplaudidos pelo presidente da Copacol, Valter Pitol, pelo vice-presidente, James Fernando de Morais, pelo diretor secretário, Silvério Constantino, e colaboradores de diversas unidades da Copacol.

Sorteio - A live contou com o sorteio de brindes: dois cooperados foram contemplados com um kit de espetos, uma cadeira Copacol, uma camisa oficial do Atlhetico Paranaense e uma bolsa térmica recheada com produtos Copacol. O sorteio ocorreu uma hora antes da transmissão por meio do aplicativo Sorteador On-line. Foram contemplados os cooperados: Sandra Cristina Garcia Dal Rovere, de Palmitópolis, e Arthur Mertin, de Tupãssi. Os brindes serão entregues pela Copacol na casa dos cooperados. (Imprensa Copacol)

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COCAMAR: Colaboradores se sentem seguros

cocamar 30 07 2020Uma pesquisa realizada pela consultoria Great Place To Work com colaboradores da Cocamar, para a elaboração de um Relatório Termômetro sobre a Covid-19, permitiu conhecer o nível de percepção da equipe quanto aos cuidados tomados pela empresa durante o atual período de pandemia.

Abrangência - O estudo contou com a adesão de 407 profissionais de diversos setores – o correspondente a 13% do total – que registraram 315 comentários.

Atenção necessária - Na avaliação do gerente executivo de Gestão de Pessoas, Fernando Castro Vieira Filho, o relatório aponta que, em síntese, no sentimento dos colaboradores, a Cocamar está dando a atenção necessária para que eles desenvolvam suas funções com segurança. Na média geral, a nota foi 94 e o Benchmark 92.

Transparência - “Estamos sendo transparentes em relação às medidas tomadas para a prevenção da Covid-19 em todas as áreas da cooperativa e, ao mesmo tempo, mantendo os colaboradores bem informados”, comentou Fernando, acrescentando que o Comitê de Gestão de Crise tem sido bastante ativo, repassando informações com frequência.

Comunicado - A cada semana é veiculado um comunicado, informando sobre o status de casos em andamento e reforçando protocolos, como evitar aglomerações nos pontos de café e água. E, às quintas-feiras, é realizada uma coletiva com a participação da diretoria executiva (presidente e vice-presidente) e aproximadamente 150 lideranças.

Prevenção - Ele considera também que os colaboradores têm feito a sua parte, prevenindo-se e seguindo as determinações de segurança estabelecidas pela cooperativa.

Comentários - Entre os comentários deixados pelos participantes da pesquisa, estão: “Minha organização tomou todas as medidas necessárias para proteger a mim, meus colegas e nossas famílias dos efeitos do coronavírus”; “A abordagem da minha organização em relação ao coronavírus é colocar as pessoas em primeiro lugar”; “Parabéns para a Diretoria da Cocamar, pela forma como vem conduzindo a Cooperativa, desde que começou a pandemia, colocando sempre em primeiro lugar, a preocupação com a saúde e o bem estar das pessoas.” (Imprensa Cocamar)

 

COPAGRIL: Primeiro sorteio da Campanha Show de Prêmios 50 anos será em agosto

Em 2020, a Cooperativa Agroindustrial Copagril celebra 50 anos de fundação e para abrilhantar o ano do cinquentenário, desde janeiro está em andamento a campanha Show de Prêmios Copagril 50 anos. Serão mais de 120 prêmios para cooperados e clientes, sorteados em dois momentos, o primeiro no dia 8 de agosto de 2020 (véspera dos 50 anos Copagril – 9 de agosto) com sorteio de dois veículos gols, duas motos, 16 televisores, quatro refrigeradores, 30 vales-compras e seis fornos elétricos.

Projetos - “Nosso ano começou com vários projetos para a celebração do jubileu de ouro da Copagril, mas devido a pandemia precisamos adiar por tempo indeterminado. A campanha já estava registrada antecipadamente no órgão federal e também em andamento, por isso damos sequência. Esse é um ano muito importante para todos da Copagril e por meio deste sorteio queremos reforçar a gratidão a todos da Copagril e comunidade”, explica o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla.

Cupom - Todos os cooperados e clientes que realizam compras acima de R$ 50,00 em todos os estabelecimentos da Copagril (Lojas, Postos e Supermercados) recebem o cupom para concorrer aos prêmios, com categorias específicas para cooperados e também para clientes gerais.

Mais um - O cooperado Waldir Dali Scherer, da Linha Boa Vista em Marechal Cândido Rondon (PR), faz as compras na Copagril e nesta semana colocou mais um cupom na urna. Ele já tem outros cupons depositados para concorrer ao sorteio e agora está na torcida pelos prêmios. “Já tenho vários cupons das compras que fizemos desde o começo do ano, estamos na expectativa do sorteio. A gente sempre quer o melhor, mas todos os prêmios são bem-vindos”, comenta o cooperado Copagril.

Desde janeiro - Cooperados e clientes Copagril que fizeram suas compras desde janeiro, preencheram os cupons corretamente (com todos os campos completados) e depositaram nas urnas indicadas da campanha, estarão concorrendo. Aqueles que ainda cupons em casa podem levar até o dia 7 de agosto para os locais indicados da Copagril, depositar os cupons nas urnas e ficar na torcida pelo sorteio.

Sorteio - O sorteio será às 11 horas do dia 8 de agosto, na quadra da AACC – Associação Atlética Cultural Copagril, em Marechal Cândido Rondon, com transmissão ao vivo pela página da Copagril no Facebook (www.facebook.com/cooperativacopagril).

Segundo - O segundo sorteio da campanha será no dia 31 de dezembro de 2020. Para conferir o regulamento completo da campanha acesse: www.copagril.com.br/showdepremios50anos. (Imprensa Copagril)

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SICOOB SUL: Bate-papo online é realizado com Cooperativa Mirim Antares de Ponta Grossa (PR)

sicoob sul 30 07 2020Devido à pandemia do novo coronavírus, os encontros presenciais das cooperativas mirins estão suspensos, mas isso não tem impedido os voluntários do Sicoob Sul de continuarem realizando programas e projetos do Instituto Sicoob. Um exemplo disso é que no último dia 25, a cooperativa realizou um bate-papo e uma dinâmica online com os participantes da Cooperativa Mirim Antares, de Ponta Grossa (PR).

Participação - Ao todo, participaram 22 jovens, duas professoras, três integrantes do grupo Especialistas da Alegria, a Pessoa de Apoio Estratégico (PAE) da cooperativa e mais três voluntárias. Durante o encontro, os Especialistas da Alegria falaram sobre temas que os jovens podem levar para o desenvolvimento pessoal, como autoestima, criatividade e missão de vida.

Resultados - “O encontro deste sábado proporcionou autoconhecimento, interação e aprendizado para todos, de uma maneira divertida e alegre”, conta a professora do projeto, Tatiane Ribeiro.

Experiência - Segundo o coordenador e voluntário do projeto Especialistas da Alegria, Jefferson Bertoldi, foi uma experiência sensacional, diferente e desafiadora. “Me motivou a oferecer o meu melhor, afinal ali estavam muitos jovens que não apenas planejam um futuro, mas que também querem fazer a diferença nele”, explica.

Conhecimento - “O encontro nos fez sentir mais próximos do projeto mesmo estando em casa, somos como amigos passando conhecimentos uns para os outros”, avalia Cesar Augusto Tomczyk, um dos membros da cooperativa mirim. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SINDIAVIPAR: Irineo da Costa Rodrigues é eleito para presidir a entidade

sindiavipar 30 07 2020O atual diretor-presidente da Lar Cooperativa Agroindustrial, Irineo da Costa Rodrigues, foi eleito, na terça-feira (28/07), como novo presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). A nova gestão toma posse, na entidade, no dia 1º de setembro.

Confiança - Formado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o atual presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, que também é diretor da Integra e proprietário da Frango a Gosto, deixará sua posição após 18 anos de dedicação ao Sindicato. “Após quase duas décadas de luta pela avicultura do Paraná, transfiro esse cargo para o Irineo com a confiança de que nosso setor será muito bem representado”, relata Martins.

Continuidade - De acordo com Rodrigues, a nova gestão do Sindiavipar terá a intenção de dar continuidade ao bom trabalho que já vinha sido feito pela administração anterior. “Além disso, precisamos fazer um enorme esforço para reposicionar o Sindiavipar no estado do Paraná, que atualmente representa a maior produção avícola do país, à nível nacional, fortalecendo nossa parceria com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e ouvindo nossos associados para entender as grandes diretrizes que temos para o país”, complementa.

Carreira - Formado em agronomia, Irineo da Costa Rodrigues possui experiência na chefia regional da Acarpa, atual Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PR). Além disso, foi presidente da Sudcoop (atual Frimesa), atuou como diretor na Confepar Agro-Industrial Cooperativa Central, da Credifronteiras – Sicredi Medianeira, da Cotrefal; da Coodetec e também da Cotriguaçu Cooperativa Central. Atualmente, exerce a função de presidente da Cotriguaçu e da Lar Cooperativa Agroindustrial; de membro do Conselho Diretivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e do Conselho de Administração da Gazin.

Nova gestão - Além do Irineo da Costa Rodrigues como presidente, a nova Diretoria será composta pelo José Antônio Ribas Junior, como vice-presidente; Rafael Santos na função de secretário e o Roberto Kaefer exercendo o cargo de tesoureiro. O Conselho Fiscal Efetivo será constituído pelos profissionais: Alfredo Lang, Gerson Muller e Adroaldo Paludo. Dilvo Grolli, Valter Pitol, Sidnei Donizete, Bottazzari, Ciliomar Tortola, Ricardo Chapla, Hugo Leonardo Bongiorno e Fabio Stumpf serão os novos suplentes.

Sobre o Sindiavipar - O Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) representa 45 abatedouros e incubatórios paranaenses. Desde sua fundação, há 25 anos, o Sindiavipar tem trabalhado para buscar o crescimento e a sustentabilidade da avicultura do estado, buscando sempre representatividade no mercado interno e externo. Atualmente, o Paraná é o maior produtor e exportador nacional, além de referência em sanidade avícola e responde por mais de 38% das exportações de carne de frango do país, embarcando o produto para mais de 160 países em todo o mundo.

Mais - Mais informações: sindiavipar.com.br. (Assessoria de Imprensa do Sindiavipar)

 

MERCADO: Prêmios da soja têm novo dia de altas e sobem mais de 3% nesta 4ª feira no Brasil

mercado 30 07 2020Os prêmios da soja subiram mais uma vez nesta quarta-feira (29/07), refletindo a demanda intensa e a falta de produto no país, e encerraram o dia com ganhos de mais de 3% nos portos nacionais. Em Paranaguá, as principais posições de entrega - na ótica dos compradores - têm variado entre 135 e 145 centavos de dólar por bushel acima dos valores praticados na Bolsa de Chicago.

Nova safra- Como explicam analistas de mercado da Agrinvest Commodities, os valores sobem não só para a safra atual, mas também para a safra nova diante de uma disputa crescente pela oleaginosa brasileira.

Concorrência - "A melhora das margens de processamento no Brasil e também na China aumenta a concorrência pelo grão, puxando os prêmios", afirma a Agrinvest. E tem sido este o principal pilar para os preços no mercado brasileiro, uma vez que segue intensa a volatilidade do dólar frente ao real e das cotações na Bolsa de Chicago que ainda enfrentam dificuldade para consolidar uma alta.

Regionalizado - Assim, cada vez mais o mercado brasileiro se mostra regionalizado, com um comportamento de preços que reflete cada situação de oferta e demanda. Nesta quarta, em São Gabriel do Oeste, no Mato Grosso do Sul, o preço subiu 3,77% para R$ 110,00 por saca, enquanto se manteve estável nos R$ 105,00 em Tangará da Serra, Mato Grosso, ou registrando baixa de 0,98% em Luís Eduardo Magalhães, Bahia para R$ 101,00.

Movimento mais lento- Os negócios, todavia, têm movimento mais lento agora. O produtor brasileiro já carrega altos percentuais de comercialização tanto na safra velha, quanto na nova e agora vai escalonando suas novas operações, observando a chegada de novas e melhores oportunidades.

Bolsa de Chicago - Os preços da soja encerraram o pregão desta quarta-feira com baixas de 1,75 a 5,25 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 8,91 e o novembro, US$ 8,85 por bushel. E os traders operaram com cautela e estabilidade durante todo o dia.

Alta - "O mercado agrícola em Chicago manteve a falta de interesse na entrada de novas operações, uma vez que os fundamentos básicos não trazem nenhuma novidade significante", explicam os diretores da ARC Mercosul.

Radar - No radar, permanecem o andamento da demanda da China nos EUA o clima nos EUA, que continua a favorecer o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.

Novas notícias - Assim, são necessárias novas notícias que possam movimentar efetivamente o mercado internacional da oleaginosa, como compras mais agressivas da China ou algum problema que possa ser identificado na nova safra dos EUA.

Desenvolvimento - "A grande maioria do Cinturão Agrícola segue sob boas condições de desenvolvimento, o que deverão resultar em produtividades finais de 3% a 5% superiores às estimativas atuais", afirmam os diretores da ARC. (Notícias Agrícolas)

FOTO: Rodrigo Leal / Appa

 

CAMPO LIMPO: Paraná é destaque em destinação correta de embalagens de defensivos

campo limpo 30 07 2020O Paraná é um destaque nacional em recolhimento e destinação correta de embalagens vazias de defensivos agrícolas. No ano passado mais de 6 mil toneladas. É o segundo estado do país que mais recolhe e faz destinação correta.

Campo Limpo - A ação é feita através do sistema chamado Campo Limpo, um programa de logística reversa de embalagens vazias e sobras pós-consumo de defensivos agrícolas.

Matérias-primas - O programa permite que esses resíduos se tornem matérias-primas para novos produtos, entre eles, novas embalagens de defensivos agrícolas - as Ecoplásticas® -, e tampas - as Ecocaps®, destinadas e fabricadas pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV).

2019 - No ano passado, foram encaminhadas para reciclagem ou incineração 45,5 mil toneladas deste material no Brasil. O Paraná foi o responsável pela destinação de 13% deste total.

Danos - O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, lembra os sérios danos que as embalagens podem causar ao meio ambiente e destaca o compromisso do Estado na destinação correta dos produtos. “As embalagens de agrotóxicos podem conter restos do defensivo agrícola e quando descartados incorretamente poluem o solo e as águas, além de causar a morte de animais, como peixes, aves e outros que utilizam esses espaços”, disse Nunes.

Estrutura - O Estado tem 12 centrais e 58 postos de recebimento das embalagens de agrotóxicos. No Brasil, são 411 unidades de recebimento, das quais 110 centrais e 301 postos.

Responsabilidade - O coordenador da Divisão de Resíduos Sólidos do Instituto Água e Terra (IAT), Fernando Bunn, afirma que os agricultores assumem a responsabilidade de fazer o descarte correto já na compra dos produtos. “Trata-se de uma responsabilidade compartilhada e os produtores rurais não têm custo com esse programa”, explica Bunn. “Mais de sete mil pessoas envolvidas já foram treinadas no Paraná para receber as embalagens de agrotóxicos e fazer o destino correto”, informa. A educação ambiental, afirma Brunn, é uma responsabilidade do Instituto.

Coordenação - O IAT coordena o projeto no Estado e oferta diversos trabalhos como o controle de todas as devoluções das embalagens pelos agricultores e usuários. Também cabe ao Instituto a fiscalização dos agricultores com relação à entrega em desacordo com a lei, como também dos revendedores e fabricantes quanto às suas obrigações legais; a educação ambiental com programas e projetos; e a realização de pesquisas para a melhoria do sistema.

Referência - Referência mundial no setor, o programa brasileiro encaminha para o destino ambientalmente correto 94% das embalagens plásticas primárias comercializadas no país, ou seja, a cada 100 embalagens vazias de defensivos agrícolas recebidas pelo Sistema, 94 são recicladas e 6 são incineradas. A taxa de destinação no Paraná é de 99%. “Desde 2002, quando o programa entrou em operação, são mais de 575 mil toneladas de embalagens vazias destinadas de forma ambientalmente correta”, destaca Rui Leão Mueller, engenheiro agrônomo do IAT.

Compartilhado - Uma das razões desse desempenho é a legislação. A Lei Federal número 9.974/2000 atribui a cada elo da cadeia produtiva agrícola (agricultores, fabricantes, canais de distribuição e poder público) responsabilidades compartilhadas que possibilitam o funcionamento do Sistema Campo Limpo.

Cumprimento da lei - Agricultor há 33 anos, o engenheiro agrônomo Roberto Pfann utiliza defensivos agrícolas na produção de grãos dentro da propriedade que herdou do pai, em Guarapuava. Ele afirma que é preciso cumprir a lei e isso não é difícil.

Boa vontade - “Basta ter boa vontade. Agir de acordo com a lei evita que o seu lençol freático e as pessoas que utilizam o espaço sejam contaminados”, disse Pfann. “Eu recebo a embalagem cheia, utilizo nas lavouras, faço a tríplice lavagem, deixo secar em um local específico para o armazenamento, e levo para o posto de recebimento em Guarapuava”, explicou.

Premiado - O agricultor também comercializa defensivos agrícolas e chegou a ser premiado pelo manuseio correto das embalagens. As embalagens limpas são enviadas para a reciclagem e as sujas (não laváveis) encaminhadas para incineração. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Banco Central anuncia lançamento da nota de R$ 200

economia I 30 07 2020A partir do fim de agosto, os brasileiros poderão circular com um novo tipo de cédula. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (29/07) a criação da nota de R$ 200.

Lobo-guará - A cédula terá como personagem o lobo-guará, espécie que ficou em terceiro lugar em uma pesquisa realizada pelo BC sobre quais animais em extinção deveriam ser representadas em novas cédulas. O anúncio foi feito pelo Banco Central (BC), que convocou uma entrevista coletiva para apresentar a nova nota.

Aumento da demanda - A diretora de administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, disse que o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

Efeito - Segundo o BC, entre março e julho deste ano, um dos efeitos econômicos da pandemia de covid-19 foi o aumento de R$ 61 bilhões no entesouramento de moeda, ou seja, notas que deixaram de circular porque a população deixou o dinheiro em casa.

Momento oportuno - De acordo com a diretora, não há falta de numerário no mercado, mas o BC entende que o momento é oportuno para o lançamento da nova cédula diante da possibilidade de aumento na demanda.

Entesouramento - “Estamos vivendo neste momento um período de entesouramento, efeito derivado da pandemia. O Banco Central nesse momento não consegue precisar por quanto tempo os efeitos do entesouramento devem perdurar”, disse a diretora.

Imagem - Em entrevista coletiva, Carolina também afirmou que a imagem da nota de R$ 200 ainda não está disponível porque está na fase final de testes de impressão. O lançamento está previsto para o final de agosto deste ano.

Tiragem - Segundo o BC, a tiragem em 2020 será de 450 milhões de unidades, equivalentes a R$ 90 bilhões. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Setor de máquinas e equipamentos registra queda de 12,4% na receita

economia II 30 07 2020O setor de máquinas e equipamentos teve queda de 12,4% na receita líquida do mês de junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em maio, a redução foi de 14,1% e, em abril, foi de 25,6%. Com isso, o segundo trimestre do ano encolheu 17,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior. No acumulado de janeiro a junho, o faturamento do setor encolheu 8,5%.

Queda menor - Apesar da redução em junho, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) ressalta que os últimos resultados têm apontado para uma queda menos brusca da receita, com apoio no faturamento de vendas no mercado interno.

Receitas internas - “Ainda que a receita total nos últimos três meses tenha retraído, esses resultados têm sido menos negativos a cada mês por conta das receitas internas. Em junho, as receitas internas encolheram 10,1% na comparação interanual, queda menos densa que a observada em maio (14,9%) e abril (26,5%)”, divulgou a entidade. A sequência desses resultados negativos acarretou na queda de 17% das receitas internas no segundo trimestre, neutralizando o avanço de 2,6% nos primeiros três meses do ano. Com isso, as receitas de vendas no mercado doméstico acumulam queda de 7,8% até junho 2020.

Exportação - Já as receitas de exportação do setor de máquinas e equipamentos apresentaram forte queda pelo quarto mês consecutivo. Em junho, as exportações em dólar caíram 35,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, após queda de 34,7% em maio e de 41,6% em abril. Segundo a entidade, o setor já apresentava dificuldades na competição externa mesmo antes da pandemia: as exportações encolheram 37,3% no segundo trimestre e 12,8% no primeiro trimestre. No acumulado de janeiro a junho, a exportação caiu 25,4%.

Acumulado - No acumulado de janeiro a junho, as vendas em dólar para os Estados Unidos caíram 31,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. “Como este destino representa cerca de 30% das vendas totais, tal queda intensa impactou consideravelmente as receitas do setor”, avaliou a Abimaq. Na mesma comparação, as vendas para os países da América Latina caíram 23,9%. Atualmente, a América Latina representa 32,2% das exportações totais. Entre janeiro e junho as exportações para a Europa também recuaram 21,7%.

Junho - Em junho, as importações de máquinas e equipamentos pelo Brasil também recuaram, registrando queda de 32,5% na comparação anual. Essa foi a queda mais forte dos últimos três meses. O segundo trimestre do ano fechou 26,5% abaixo do mesmo trimestre do ano passado. No entanto, como o primeiro trimestre havia registrado uma forte alta, as importações acumularam saldo positivo de 6,2% entre janeiro e junho de 2020.

Mercado de trabalho - Segundo a Abimaq, por consequência do baixo nível de operação da indústria de máquinas e equipamentos, o mercado de trabalho registrou queda nos empregos. Em junho, o setor registrou 295,8 mil trabalhadores, uma redução de 3,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. De janeiro e junho, o setor demitiu 6,6 mil empregados, após ter iniciado o ano com 3,1 mil contratações. (Agência Brasil)

FOTO: Alex Freeman / Pixabay

 

IBGE: Seis em cada dez empresas percebem efeito negativo da Covid-19 nos negócios

ibge 30 07 2020Entre 2,8 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena de junho, 62,4% perceberam impactos negativos decorrentes da crise do novo coronavírus em suas atividades. O impacto é maior em empresas de pequeno porte, com até 49 funcionários – o maior contingente da amostra– em que 62,7% perceberam efeitos negativos; ante 46,3% das de porte intermediário, com até 499 funcionários, e 50,5% entre as de grande porte, com 500 funcionários ou mais. São os dados da pesquisa Pulso Empresa, divulgados nesta quinta-feira (30/07) pelo IBGE.

Impacto - A pandemia afetou 65,5% de 1,2 milhão de empresas de serviços, especialmente aqueles prestados às famílias (86,7%); e também 64,1% de 1,1 milhão de empresas do comércio em geral, com maior percepção de reflexos negativos no segmento de veículos, peças e motocicletas (74,9%). Na indústria, o impacto negativo foi percebido por 48,7% das 306 mil empresas; e, na construção, por 53,6% das 153 mil empresas do setor.

Serviços - “Os serviços prestados às famílias incluem bares, restaurantes e hotéis, atividades que dependem de circulação de pessoas, turismo e viagens. Era de se esperar que essas atividades fossem mais impactadas. Já o segmento de veículos, peças e motocicletas também foi afetado pelo funcionamento parcial dos Detrans e das concessionárias, além da decisão de compra de um bem durável, que tem de ser bem pensada pelas famílias num momento de desemprego e de incertezas”, explica Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE.

Nordeste - Entre as grandes regiões, o Nordeste é onde as empresas foram mais atingidas pela crise do novo coronavírus (72,1%), seguido por Sudeste (65%) e Centro-Oeste (62,9%).

Metade das empresas teve redução nas vendas - Para metade das empresas em atividade (50,7%), houve redução nas vendas, notadamente entre as de pequeno porte. Mas o impacto foi pequeno ou inexistente para 27,6% das empresas, percentual que chega a 41,2% das companhias de grande porte, as menos afetadas. E, para 21,4% das empresas, houve aumento de vendas na segunda quinzena de junho.

Setores - Os setores de comércio e de serviços foram os que reportaram maior queda nas vendas, especialmente o comércio de veículos, peças e motocicletas e o de serviços prestados às famílias, ambos com 62,2%. 

43,1% das empresas relataram impacto negativo na fabricação ou atendimento - A maior parte das empresas (46,3%) relatou não ter havido impacto da Covid-19 sobre a fabricação dos produtos ou a capacidade de atendimento aos clientes. Este percentual chega a 51% entre as empresas de porte intermediário e a 55,2% entre as de grande porte. Mas 43,1% do total de empresas ainda relataram impacto negativo.

Fornecedores - Também é maior o percentual de empresas (50,9%) que reportaram não ter havido alteração em relação ao acesso aos fornecedores de insumos, matérias-primas ou mercadorias; enquanto 40,9% relataram dificuldade de acesso. A maior dificuldade dá-se entre as empresas do segmento de comércio (51,4%).

Pagamentos - A capacidade de realizar pagamentos de rotina durante a segunda quinzena de junho ainda é uma dificuldade relatada por 53,1% das pequenas empresas; mas 50% das de porte intermediário e 64,3% das de grande porte informaram não terem enfrentado essa dificuldade.

Quadro de funcionários - Quase oito em cada dez empresas (78,6%) reportaram não ter havido mudança no quadro de funcionários ao final da segunda quinzena de junho, em relação à quinzena anterior. Apenas 15% (411 mil empresas) informaram ter reduzido o número de funcionários. Desse total, a maior proporção de redução (61,8% ou 254 mil empresas) foi observada na faixa inferior a 25%.

Medidas - Entre as medidas de reação adotadas para enfrentar a pandemia, a maior parte das empresas (86,1%) realizou campanhas de informação e prevenção e adotou medidas extras de higiene; 42,5% adotaram trabalho remoto para os funcionários; 28% anteciparam férias dos funcionários; 43,9% adiaram o pagamento de impostos; e 33,5% alteraram o método de entrega de produtos ou serviços, incluindo a mudança para serviços online.

Percepções das empresas em funcionamento - Os resultados da segunda rodada da Pesquisa Pulso Empresa refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da segunda quinzena de junho em comparação à primeira quinzena. A pesquisa acompanha a evolução de alguns dos principais efeitos da pandemia de Covid-19 na atividade das empresas não financeiras e faz parte das estatísticas experimentais do IBGE.

Subjetiva - “A pesquisa não é quantitativa, e sim baseada na percepção das empresas, que é subjetiva e suportada por expectativas. A primeira edição da Pesquisa Pulso comparou as percepções das empresas na primeira quinzena de junho, em relação ao período anterior à pandemia e mostrou que a pandemia teve impacto predominantemente negativo”, esclarece Magheli.

Efeito negativo - Na segunda edição, as empresas percebem ainda um efeito negativo, que é disseminado por porte, atividade econômica e região. “Mas começamos a observar um maior percentual de empresas informando que o impacto negativo em relação à quinzena anterior é menor ou inexistente. De agora em diante, passaremos a acompanhar a evolução a partir de julho”, esclarece Magheli. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Tomaz Silva / Agência Brasil

ibge tabela I 30 07 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PEAC: Senado aprova MP que facilita crédito a pequenas e médias empresas

peac 30 07 2020Em sessão remota nesta quarta-feira (29/07), o Plenário do Senado aprovou a medida provisória que cria o Programa Emergencial de Crédito para Pequenas e Médias Empresas (Peac-FGI) e facilita o acesso a recursos para a manutenção desses estabelecimentos (MP 975/2020). A ideia de facilitar o crédito para essas empresas tem o intuito de amenizar a crise provocada pela pandemia de covid-19 no país. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 24/2020, a matéria segue agora para a sanção da Presidência da República.

Garantia - O texto assegura às instituições financeiras garantia de 30% dos recursos emprestados aos estabelecimentos com receita bruta de R$ 360 mil a R$ 300 milhões em 2019. Essa garantia será feita com recursos da União: são R$ 20 bilhões que complementarão o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) por meio do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).

Nova modalidade - O projeto aprovado também prevê uma nova modalidade de garantia para empréstimos, chamada de Peac-Maquininhas, que beneficia microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte que tenham realizado vendas por meio das máquinas de pagamento; eles poderão ter acesso a empréstimos dando como garantia os valores ainda a receber de vendas futuras — o chamado crédito fumaça.

Relatório - O relator da matéria, senador Marcos Rogério (DEM-RO), disse que, no contexto caótico da pandemia, destacam-se entre os mais necessitados os micro, pequenos e médios empresários, que foram extremamente prejudicados pela súbita interrupção de suas atividades. Para o senador, são inegáveis a conveniência e a oportunidade da edição dessa MP. Ele afirmou que o cenário de crise exige respostas drásticas e urgentes.

Condições adicionais - “Essa matéria está criando condições adicionais para que o crédito chegue mais facilmente à ponta, isto é, aos agentes econômicos que tanto necessitam de recursos para manter seus negócios em funcionamento”, argumentou Marcos Rogério.

Emendas - Depois que a MP chegou ao Senado, ainda foram apresentadas 36 emendas. No total, foram 207. Boa parte das sugestões tratava de limitação dos juros, ampliação da oferta de crédito e medidas de garantia para os empregados. O relator elogiou a iniciativa das emendas, mas não acatou nenhuma sugestão, apontando o prazo de vencimento da matéria, que expiraria nesta sexta-feira (31/07).

Aprovação - Marcos Rogério defendeu a aprovação do texto na forma como veio da Câmara dos Deputados. Segundo ele, as mudanças feitas pelos deputados ampliaram o escopo do programa inicialmente tratado pela MP, de modo a permitir não apenas o apoio na forma de concessão de garantia, mas também na forma de concessão de operações de crédito. Foram apresentados quatro destaques para votação de emendas de forma separada. Por acordo de lideranças, porém, os destaques foram retirados e o texto foi aprovado de forma unânime, com 73 votos favoráveis.

Empregos - O senador Alvaro Dias (Podemos-PR) definiu o projeto como “necessário” e o trabalho do relator, como “competente”. Segundo o senador, é fundamental proteger as pequenas empresas, como forma de manutenção dos empregos dos brasileiros. Ao defender a MP, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) afirmou que todo trabalho feito para gerar emprego e renda é muito importante. O senador Marcelo Castro (MDB-PI) classificou a MP como uma das mais importantes medidas de enfrentamento da crise provocada pelo novo coronavírus. “Temos de ter uma ótica não apenas econômica, mas também social. Estamos votando aqui a manutenção dos empregos do país”, afirmou Marcelo Castro.

Elogio - A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) elogiou o trabalho de Marcos Rogério. Daniella disse que ele foi produziu “um relatório responsável e comprometido com as necessidades da população”. O senador Rogério Carvalho (PT-SE) também elogiou o relatório e defendeu a aprovação da matéria, mas pediu que o governo considere a possibilidade de juros mais baixos para os pequenos empresários.

Posição firme - “Precisamos ter uma posição mais firme com os bancos, que mesmo em um momento de pandemia não têm solidariedade com o Brasil nem sensibilidade com o povo brasileiro”, declarou Rogério Carvalho.

Grandeza - Os senadores Fabiano Contarato (Rede-ES), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Zenaide Maia (Pros-RN), Leila Barros (PSB-DF), Zequinha Marinho (PSC-PA) e Mecias de Jesus (Republicanos-RR) elogiaram Marcos Rogério e o deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), que foi o relator da matéria na Câmara. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o trabalho de Marcos Rogério foi "brilhante". “Foi um trabalho feito com muito carinho e muito cuidado. Hoje o Senado dá mais uma demonstração de que trabalha com grandeza”, declarou Davi. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

FUNDEB: Flávio Arns anuncia parecer favorável à PEC, sem alterações

fundeb 30 07 2020O senador Flávio Arns (Rede-PR) apresentou seu relatório, sem mudanças, à proposta de emenda à Constituição (PEC 26/2020) que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O anúncio foi feito por meio das redes sociais do senador nesta quarta-feira (29/07).

Entendimento - "Esse texto significa um grande entendimento entre Câmara e Senado. Só no Senado fizemos 15 audiências públicas e a gente espera que, nas próximas duas semanas, ele seja votado", afirmou o senador em vídeo publicado no Twitter.

Aprovação - A proposta precisa ser aprovada em dois turnos de votação, obtendo pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno. Se ela for modificada, retornará para nova análise da Câmara dos Deputados, que aprovou o texto no dia 21 de julho.

Fonte de financiamento - O Fundeb é a principal fonte de financiamento da educação básica no Brasil e, pela Constituição, expira no dia 31 de dezembro deste ano. Além de tornar o fundo permanente, a PEC aumenta a participação da União no financiamento da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio.

Nova versão - Atualmente, o governo federal acrescenta ao Fundeb 10% do seu valor anual. Na nova versão, serão 23%. Pela PEC, a contribuição da União para o Fundeb crescerá de forma gradativa de 2021 a 2026. Assim, em 2021 a complementação da União começará com 12%; passando para 15% em 2022; 17% em 2023; 19% em 2024; 21% em 2025; e 23% em 2026.

Valores - Em 2019, o Fundeb distribuiu R$ 156,3 bilhões para a rede pública de ensino de estados e municípios, garantindo dois terços dos recursos que os municípios investem em educação. Os valores alocados pelo governo federal continuarão a ser distribuídos para os entes federativos que não alcançarem o valor anual mínimo aplicado por aluno na educação.

Desempenho - Os recursos adicionais que a União colocar no Fundeb serão distribuídos às redes públicas que cumprirem requisitos de melhoria na gestão previstos em lei e atingirem indicadores de aprendizagem com redução das desigualdades, nos termos do sistema nacional de avaliação da educação básica. Conforme o texto aprovado, esse repasse extra da União começará apenas em 2023 e será ampliada ano a ano até atingir o patamar final, em 2026.

Metas - A lei que regulamentará o novo Fundeb deverá levar em conta as metas do Plano Nacional de Educação (Lei 13.005, de 2014); o valor anual por aluno investido em cada etapa e modalidade; a transparência e o controle social dos fundos; e o conteúdo e a periodicidade da avaliação dos indicadores de qualidade.

Ponderações - Esse regulamento definirá ponderações relativas ao nível socioeconômico dos estudantes e à disponibilidade de recursos vinculados à educação e o potencial de arrecadação de cada ente federativo.

Padrão mínimo - Quanto ao padrão mínimo de qualidade do ensino, a referência será o custo aluno qualidade, constante no Plano Nacional de Educação, com o objetivo de encontrar o financiamento necessário por estudante para a melhoria da qualidade da educação no Brasil. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: Gastos com pandemia chegam a R$ 285 bi; valores foram liberados por medidas provisórias

administracao publica 30 07 2020O governo federal gastou efetivamente, até terça-feira (28/07), 56% dos R$ 509,6 bilhões liberados para o combate à pandemia da Covid-19 por meio de medidas provisórias. As despesas pagas somam R$ 285,7 bilhões.

Números - Os números são da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, que está divulgando periodicamente o volume de despesas extraordinárias com a crise de saúde.

Auxílio emergencial - O maior gasto efetivo até agora é com auxílio emergencial de R$ 600. Dos R$ 254,2 bilhões autorizados, foram pagos R$ 166,9 bilhões (65,6%). Criado pela Lei 13.982/20, o benefício foi liberado por meio de quatro medidas provisórias (937/20, 956/20, 970/20 e 988/20).

Estados e municípios - A segunda maior despesa é com o auxílio financeiro aos estados e municípios. Dos R$ 60,2 bilhões liberados pela MP 978/20, foram repassados R$ 30,1 bilhões.

Idosos - A única medida provisória ainda não executada até o momento pelo governo é a MP 991/20, do último dia 16, que destinou R$ 160 milhões para auxiliar instituições de longa permanência para idosos. Nenhum recurso foi liberado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, responsável pela execução.

MPs - No total, o governo editou 29 MPs de crédito extraordinário para financiar ações de enfrentamento aos efeitos da pandemia no Brasil.

Primeira - A primeira é do início de fevereiro (MP 921/20), anterior a decretação do estado de calamidade pública decorrente da pandemia, que ocorreu em março. A medida provisória liberou recursos para retirar brasileiros que estavam em Wuhan, na China, cidade onde foram identificados os primeiros casos do novo coronavírus. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Biné Morais / Agência São Luís

 

SAÚDE I: Brasil registra 90.134 mortos e 2,5 milhões de infectados por Covid-19

Conforme o Boletim Epidemiológico da covid-19, divulgado nesta quinta-feira (29/07) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 90.134 mortos pela doença desde o início da pandemia. A soma das pessoas infectadas desde o início da contagem atingiu 2.552.265. Nas últimas 24 horas, foram 69.074 novas notificações incorporadas no sistema do Ministério da Saúde. Na terça-feira (28/07) o total era de 2.483.191.

Acompanhamento - Há 675.712 pacientes em acompanhamento e 1.787.419 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Novos registros - Foram 1.595 novos registros de mortes nas últimas 24 horas. O alto número se deveu à inclusão dos dados de São Paulo de ontem. No balanço divulgado pelo Ministério da Saúde ontem, o painel marcava 88.539 falecimentos.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (21.676), Rio de Janeiro (13.033), Ceará (7.643), Pernambuco (6.484) e Pará (5.694). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (328), Tocantins (364), Roraima (493), Acre (510) e Amapá (449). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 30 07 2020

SAÚDE II: Estado ultrapassa 70 mil diagnósticos positivos de Covid

saude II 30 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (29/07) 1.517 novas confirmações e 71 mortes pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 70.155 diagnósticos positivos e 1.792 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.273 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estavam internados nesta quarta-feira: 984 pacientes em leitos SUS (428 em UTI e 556 em leitos clínicos/enfermaria) e 289 em leitos da rede particular (110 em UTI e 179 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 973 pacientes internados, 448 em leitos UTI e 525 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - Boletim confirma a morte de 71 pacientes. Todos estavam internados. São 35 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 28 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 27 de junho a 29 de julho. Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (19), Maringá (6), Londrina (3), Fazenda Rio Grande (3), Umuarama (2), São Miguel do Iguaçu (2), São José dos Pinhais (2), Colombo (2), além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Apucarana, Arapongas, Araucária, Centenário do Sul, Cerro Azul, Floraí, Floresta, Foz do Iguaçu, Itaipulândia, Itambé, Lapa, Mandirituba, Medianeira, Nossa Senhora das Graças, Ortigueira, Paiçandu, Paranaguá, Pato Branco, Pérola, Piraquara, Porecatu, Rio Branco do Sul, São João do Ivaí, São Mateus do Sul, Sarandi, Siqueira Campos, Tabejara, Telêmaco Borba, Toledo e Wenceslau Braz.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 765 casos de residentes de fora. 22 pessoas morreram.

Ajustes - Alteração de município. Um caso confirmado no dia 23/7 em Rosário do Ivaí foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado no dia 21/7 em Foz do Iguaçu foi transferido para Itaipulândia.

Um caso confirmado no dia 27/7 em Tuneiras do Oeste foi transferido para Curitiba.

Dois casos confirmados no dia 25/7 em Arapuã foram transferidos para Londrina.

Um caso confirmado no dia 19/7 em Telêmaco Borba foi transferido para Ortigueira.

Um caso confirmado no dia 15/7 em São João do Ivaí foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado no dia 25/6 em Curitiba foi transferido para Piraquara.

Um caso confirmado no dia 26/7 em Palmas foi transferido para Abelardo Luz/SC.

Um caso confirmado no dia 16/7 em Palmas-PR foi transferido para Palmas/TO.

Um caso confirmado no dia 6/7 em Palmas-PR foi transferido para Pitanga.

Um caso confirmado no dia 5/7 em Palotina foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado no dia 7/7 em Maringá foi transferido para Rondon.

Um caso confirmado no dia 16/7 em Curitiba foi transferido para Mandirituba.

Um óbito confirmado no dia 26/7 em Almirante Tamandaré foi transferido para Curitiba.

Exclusões - Um caso confirmado no dia 30/4 em Umuarama foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 27/7 em Wenceslau Braz foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 27/7 na Lapa foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 9/6 em Cambé foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando no www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-07/INFORME_EPIDEMIOLOGICO_29_07_2020%20.pdf

 


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