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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4877 | 31 de Julho de 2020

GESTÃO: Resultado de evento técnico sinaliza a instituição de programa voltado à gestão de riscos para as cooperativas

Realizado na manhã desta quinta-feira (30/07), o Workshop Virtual Gestão de Riscos Corporativos, conduzido pelo especialista no assunto, Marco Antonio Nutini, contou com a participação de 155 representantes de cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, saúde e trabalho. O intuito do evento promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, foi evidenciar a relevância estratégica da gestão de riscos, por meio de resposta ágil e atuação segura no processo de tomada decisão em momentos de crise, para a sustentabilidade das cooperativas. 

Abertura - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche disse, ao abrir o evento, que a gestão de riscos é um dos instrumentos que, somados ao de outros programas, consolidarão os projetos e ações desenvolvidos pelo Sistema Ocepar visando otimizar as práticas de governança de gestão das cooperativas, que resultarão em benefício paras as  organizações, cooperados, funcionários e, por extensão, para a sociedade. Em síntese, é a busca do equilíbrio entre o econômico e social em toda a sua essência dentro do cooperativismo. 

Evolução - Boesche ponderou que o que se busca com a gestão de risco é complementar os programas da entidade na capacitação das cooperativas, o que está previsto no pilar Governança e Gestão do PRC 100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Lembrou que, em decorrência disso, foram resgatados os trabalhos de auditoria interna, com o programa de formação de auditores internos, com capacitações específicas. Dentro desse encadeamento, lembrou o superintendente, foi lançado o Programa de Compliance, com adesão muito grande das cooperativas.

Gestão -  No caso do tema do workshop, Boesche disse que a intenção é levar o assunto às cooperativas para que possam, por meio de suas equipes, adequar mecanismos da gestão de riscos à realidade de cada uma e adaptá-los às ações que já são adotadas. “É importante incorporar os conceitos e ações da gestão de riscos dentro dos programas de excelência e gestão do cooperativismo, especialmente no momento em que se está formalizando um novo ciclo no planejamento  estratégico do setor, visando ao faturamento de R$ 200 bilhões. E a gestão de riscos poderá vir a ser um instrumento que ajudará a horizontalizar as ações para atingir esta meta”, ponderou.

Visão - Em sua palestra, que durou quase duas horas, o especialista em Gestão de Riscos, Marco Antonio Nutini, disse que, inicialmente voltada para as áreas financeiras das corporações, a gestão de riscos atualmente está presente em todas as disciplinas técnicas, “com uma habilidade inata para enxergar riscos, tanto no indivíduo como nas corporações. Afinal, todo negócio só existe porque se sabe gerenciar riscos para ter resultados no final do dia”.

Conceitos - Segundo o especialista, dentro da gestão de riscos há seis pontos a serem considerados: o evento disruptivo; desvio da normalidade ou da conformidade; objetivos e metas insustentáveis; exploração de brechas de controle; decisões com informação insuficiente e mudanças equivocadas, também chamada de mudanças inconsequentes. “O conceito de risco é o efeito decorrente da quantificação dessas seis incertezas, pois é preciso enxergar a empresa como um todo, com todo um histórico. E para gerir isso é preciso uma linguagem comum que esclareça em todas as esferas, com precisão e agilidade, problemas que podem ocorrer, como preveni-los ou corrigí-los”, pontuou.

Programa - O Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, irá estruturar um Programa de Formação em Gestão de Riscos incorporando uma visão estratégica para avançar no tema. A previsão é iniciar os módulos de forma virtual nos próximos meses, voltados para diretores, gestores e demais profissionais que atuam na gestão de riscos (compliance, auditoria interna, controle interno e outras áreas da segunda linha de defesa). As particularidades dos ramos do cooperativismo serão consideradas na estruturação, para desenvolver um programa personalizado e aderente às necessidades das cooperativas. “Com isso, pretende-se contribuir para que as cooperativas paranaenses possam ter respostas cada vez mais ágeis e atuação mais segura nos seus processos de tomada de decisão em momentos de crise”, informou o coordenador de Gestão Estratégica, Alfredo Benedito Kugeratski Souza.

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COVID-19: Reunião com Febraban é um dos destaques do comunicado 86

covid 19 destaque 31 07 2020O comunicado 86 do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, emitido na tarde desta quinta-feira (30/07), traz entre os seus destaques a reunião de representantes do cooperativismo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para discutir a simplificação das operações de financiamento ligados ao crédito rural. Veja abaixo todas as informações.

1. O Sistema Ocepar participou, no dia 29 de julho, da reunião virtual organizada pelo Sistema OCB, Grupo Técnico Crédito Rural e Febraban, como objetivo de alinhar os procedimentos para simplificar a operacionalização das linhas de financiamento às cooperativas agropecuárias para aquisição de insumos e posterior fornecimento aos associados, além de linha de adiantamento a cooperados por conta da entrega da produção.

2. No dia 29 de julho, a equipe Técnica Tributária e Jurídica da Ocepar reuniu-se para continuar o processo de análise dos impactos do projeto de reforma tributária nas cooperativas dos sete ramos.

3. No dia 29 de julho, o Sistema Ocepar participou da primeira Assembleia Geral Ordinária Digital da história da cooperativa Unimed Curitiba.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Comitê divulga o comunicado 87

covid 19 destaque 31 07 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 divulgou, na manhã desta sexta-feira (31/07), o comunicado 87, informando sobre a participação do Sistema Ocepar no Encontro COOP 2020, promovido pelo Sistema OCB com o objetivo de discutir medidas tributárias, o PL 3887/2020 e duas propostas de emendas à Constituição, as PECs 45/2019 e 110/2019. Veja abaixo todas os destaques.

1. O Sistema Ocepar participou do Encontro COOP2020 promovido, no dia 30 de julho, pelo Sistema OCB para tratar das medidas tributárias, do projeto de lei nº PL 3887/2020, e das propostas de emenda à constituição PEC 45/2019 e PEC 110/2019.

2. No dia 28 de julho, o Sistema Ocepar realizou remotamente o Workshop Gestão de Riscos Corporativos com o tema “A importância da Gestão de Riscos Corporativos como integrador para momentos de crise”, a fim de proporcionar resposta ágil e atuação segura no processo de tomada decisão em momentos de crise, para a sustentabilidade das cooperativas. O Workshop contou com 155 participantes acompanhando a palestra e a apresentação do resultado da pesquisa de autoavaliação da eficácia da gestão de riscos do professor Marco Nutini.

3. A Receita Federal do Brasil – RFB publicou no dia 28 de julho a Instrução Normativa RFB nº 1969, que dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). Para acessar, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

COVID-19 III: Área destinada ao coronavírus no Portal Paraná Cooperativo tem novos destaques

covid III 30 07 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

COOPERATIVISMO: Confira os boletins da OCB com informações de interesse do setor

O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins, com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até o dia 30 de julho, que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

Análise Política: movimentações partidárias e seus impactos. https://bit.ly/3dvDvOv

Análise Econômica: agenda de reformas do governo federal. https://bit.ly/2UCWjUD

Reforma Tributária: análise do PL 3.887/20. https://bit.ly/395tshh

Pleitos do Cooperativismo: temos 83 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

Normativos: resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

Medidas Tributárias: infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

FRÍSIA: Tradição, inovação e cooperação são os pilares para a cooperativa chegar aos seus 95 anos

Em seus 95 anos, a Frísia acompanhou e, muitas vezes, protagonizou transformações significativas no campo. Para estar em permanente crescimento, a cooperativa utilizou da sua experiência, lançando mão de tecnologias e sistemas de produção e gestão inovadores sem esquecer do que tem de mais forte: a união dos associados e colaboradores. No dia 1º de agosto, a Frísia comemora suas conquistas com o olhar no futuro, principalmente na geração de valor e tecnologia. Mesmo com todos esses anos de história, a cooperativa constantemente se reinventa, sem deixar de lado sua essência. Neste sábado, a cooperativa realiza às 19h, em seu canal do YouTube, uma live que contará mais sobre sua história.

Mais antiga - A Frísia é a cooperativa de produção mais antiga do Paraná, Estado que, ao todo, tem 216 entidades do sistema. No Brasil, é a segunda em existência. Em 2019, alcançou R$ 2,9 bilhões em faturamento, com 857 cooperados localizados em mais de 30 municípios na região Centro-Sul do Paraná e 16 municípios no Tocantins. Suas conquistas têm como base os valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRÍSIA).

História rica - O diretor-presidente do Conselho de Administração da Frísia Cooperativa Agroindustrial, Renato Greidanus, afirma que a cooperativa tem uma história muito rica. “No início, os presidentes que começaram a cooperativa tiveram muita dificuldade, mas com muita luta e trabalho conseguiram levar a cooperativa adiante. Sabemos que, para conduzir a Frísia nesses 95 anos, precisamos de um plano estratégico muito forte, que foi sempre pautado no compromisso, na ética e no trabalho. Temos até hoje o tripé que nos move sempre à frente que é a educação, a fé e o cooperativismo. E isso fez com que nós chegássemos aos 95 anos e continuássemos construindo essa história”.

Tradição - A história da cooperativa se funde à chegada das primeiras famílias holandesas que se estabeleceram na região paranaense dos Campos Gerais. Em 1925, 14 anos após o início do movimento de imigração, esses pioneiros desenvolveram o que pode ser considerada a primeira forma de inovação e empreendedorismo (de gestão e produção), ou seja, a iniciativa em criar uma cooperativa.

Manteiga e queijo - Na ocasião, sete sócios e uma produção leiteira de 700 litros/dia produziam manteiga e queijo que eram comercializados em Ponta Grossa, Castro, Curitiba e, posteriormente, em São Paulo. Foi a união de quatro fabriquetas que originou a Sociedade Cooperativa Hollandeza de Lacticínios. Em 1928, essa sociedade deu origem à marca Batavo, que, em 1954, foi incorporada à Cooperativa Central de Laticínios do Paraná Ltda. (CCLPL).

Mudança - Em agosto de 2015, nos seus 90 anos, a Batavo Cooperativa Agroindustrial decide mudar sua denominação social para Frísia Cooperativa Agroindustrial, desvinculando-se do antigo nome em virtude de sua venda para o mercado varejista nos segmentos de carnes e lácteos. Sua história e essência permanecem as mesmas, bem como as estruturas, colaboradores e famílias de associados.

Inovação - Em 2019, a produção de leite da cooperativa alcançou 253 milhões de litros. Somadas a isso estão as 27.120 toneladas de carne suína; área cultivada de milho de 23.077 hectares na safra 18/19; 121.701 hectares de soja; 5.609 hectares de feijão; e 36.575 hectares de trigo.

Produtividade - A produtividade da Frísia, pela média das últimas três safras, de soja, milho e trigo é superior à do Paraná e do Núcleo Regional de Ponta Grossa (que engloba 18 municípios dos Campos Gerais). Já a unidade em Paraíso do Tocantins, também em 2019, cresceu 22% em recepção de grãos, com um total de mais de 70 mil toneladas entre soja e milho. No Tocantins, atualmente são 30 mil hectares cultivados por 64 cooperados.

Planejamento e atitude - Esses números só foram conquistados com planejamento e atitude da cooperativa ao longo dos anos. Cada passo dado foi previamente pensado, analisado, reunindo o que se tinha de melhor. A inovação se deu em várias frentes, como: desenvolvimento de um Planejamento Estratégico; análise e aplicação da melhor genética da bovinocultura leiteira; seleção e comercialização de sementes, com alto nível de germinação e adaptabilidade às regiões produtoras; produção de uma ração balanceadas e de qualidade; rastreabilidade de toda a cadeia suinícola, respeitando o bem-estar animal; equipes técnicas de alto nível; ser mantenedora da Fundação ABC, entidade referência em pesquisa e desenvolvimento da produção agrícola, fundada em 1984; e incentivo e investimento constante com foco na gestão das propriedades dos cooperados.

Inovação - A inovação sempre buscada pela Frísia é reforçada com movimentos e caminhos que podem ser seguidos pelos associados e colaboradores. Mais recentemente, a cooperativa deu um salto representativo: o lançamento da Plataforma Digital Agro. A marca Digital Agro surgiu há quatro anos inicialmente com a feira. Nela, o que há de mais tecnológico, inovador e aplicável no agronegócio, digitalmente, é apresentado ao público, aproximando ainda mais o produtor das novidades. Em 2021, a feira acontecerá pela primeira vez fora de Carambeí, agora em Curitiba, chegando ainda mais próximo do consumidor final. A feira ocorrerá entre 13 e 15 de julho.

Setores - A plataforma ainda conta com outros três setores que impulsionam a busca por soluções de alto nível, gerando conexão entre uma série de movimentos. Sendo eles: o Digital Agro News, um site de notícias que levanta temas e apresenta soluções para os desafios do campo; o Digital Agro Connection, que seleciona startups para apresentarem respostas às demandas e sugestões de melhorias dos processos; e o Digital Agro Ideas, que reúne sugestões e ideias de colaboradores, cooperados, fornecedores e clientes.

ExpoFrísia - A ExpoFrísia é outra marca da cooperativa. A feira reúne criadores e animais com alto padrão genético, reprodutivo e produtivo. Localizada no Parque de Exposições Frísia, em Carambeí (PR), sede da cooperativa, conta com julgamentos de animais, exposição de tecnologias para o segmento e a apresentação do Catálogo de Touros da Intercooperação, que aponta sugestões dos melhores animais. Esse evento promove a mesma evolução genética buscada historicamente pelos cooperados, assim como na década de 1940, que, com a chegada de novos imigrantes, realizou, entre outros processos, o aprimoramento genético na atividade pecuária. Na ocasião, houve a chegada dos primeiros gados puros da raça holandesa.

Novas gerações - O diretor-presidente da Frísia destaca a importância do cooperativismo e das novas gerações para continuar esse trabalho. “Muito se fala hoje sobre a agricultura 4.0, mas também pensamos como será o cooperativismo 4.0. É algo que a gente precisa ter em mente, com novas gerações chegando, nossos filhos e nossos netos, que vêm com demandas e interesses diferentes, e enxergam o mundo de forma diferente do que a gente enxerga. Essa digitalização vai ser mais utilizada nas estruturas das cooperativas, de uma forma ou de outra, ou seja, na forma de você se conectar aos seus cooperados. Como a gente mantém esses laços com os nossos cooperados? Isso é um desafio para nós como cooperativa, é um desafio para as novas gerações. Manter a essência do sistema, de que nós não podemos nos distanciar. Precisamos nos manter próximos e pensar de forma conjunta”.

Cooperação - A base da Frísia é o cooperativismo. O trabalho, a união das forças e o compartilhamento dos resultados impulsiona a cooperativa a se tornar uma das maiores do Brasil. Ao longo dos anos, a Frísia produziu marcas próprias e do sistema de intercooperação Unium (que engloba cooperativas coirmãs também de origem holandesa). As marcas próprias são a Sementes Batavo, a Rações Batavo, a plataforma Digital Agro, a feira ExpoFrísia, a plataforma SuperCampo e o TRR Frísia, este voltado à comercialização de combustível. Como marcas da Unium estão as voltadas ao Moinho de Trigo (farinhas Herança Holandesa e Precisa), a Unidade Industrial de Carnes (da marca Alegra), das Unidades de Beneficiamento de Leite (com as marcas Colônia Holandesa, Naturalle e Colaso) e Energik (usina de bioenergia).

Legado - “Nós construímos esse legado buscando uma intercooperação, aonde a gente conseguiu retornar à agroindustrialização, tanto nas plantas de leite quanto na suinocultura; temos ainda o Moinho de Trigo, além de semente e rações. Temos várias unidades de negócio que dão suporte não apenas a nós cooperados, mas também ajudam a cooperativa a continuar a crescer. Isso é extremamente importante e estratégico para nós darmos vazão à nossa produção e também conseguirmos agregar valor a ela”, explica Greidanus.

Premissas - A Frísia e seus associados carregam as premissas do cooperativismo em todas as ações. É o que acontece nesse período de pandemia da Covid-19, que reduziu fortemente a renda das famílias, sobrecarregou unidades e profissionais da saúde e impactou a economia do País.

Doações - Desde o início do isolamento social foram feitas doações para o poder público e entidades sociais no Paraná e no Tocantins, envolvendo máscaras respiradoras, equipamentos de proteção individual (EPI), material para entubamento de pacientes, álcool líquido e em gel, várias toneladas de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social e caminhoneiros, entre outros produtos. Além disso, mulheres cooperativistas confeccionaram milhares de máscaras, item que se tornou fundamental para o combate à propagação da doença.

Prêmios - Ao longo dessas décadas, a cooperativa conquistou diversos prêmios, seja pelas boas práticas e produtividade ou mesmo pela sua história. Mas dois deles representam a cooperação de todos por um resultado de qualidade para a sociedade e o meio ambiente. Em 2019, a Frísia conquistou o Selo Sesi ODS com o programa Coleta Legal (de recolhimento e correta destinação de embalagens de defensivos), que contribuiu para o alcance dos objetivos e metas da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), para o Desenvolvimento Sustentável. Também ano passado a cooperativa foi premiada como Embaixadora da América Latina do Prêmio Mundo de Respeito, reconhecimento que aponta aquelas instituições que promovem cuidados e projetos em boas práticas agrícolas, meio ambiente, sustentabilidade e comunidade.

Caminho - A Frísia chega aos 95 anos sem esquecer todo o caminho que a levou ao patamar atual, valorizando o trabalho e dedicação dos associados, colaboradores e familiares, mas com foco no futuro para continuar se reinventando e produzindo mais e melhor. “A cooperativa é uma sociedade de pessoas para pessoas. Sempre, dentro do modelo cooperativista, vamos ter pessoas envolvidas. Sejam nossos colaboradores, sejam nossos cooperados, seus familiares e toda a sociedade que está a nossa volta. Isso é o que nós sempre trabalhamos e continuará sendo a essência da cooperativa”, conclui Greidanus.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

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CRESOL: Cooperados podem contratar recursos para custeio e investimento pelo celular

cresol 31 07 2020A Cresol facilitou ainda mais o acesso ao crédito agro. Agora, disponibiliza um aplicativo para contratação de crédito rural direto pelo celular, uma facilidade que simplifica processos diante da pandemia da Covid-19 e beneficia os cooperados que têm a necessidade que o recurso seja disponibilizado sem burocracia.

Operações - A Cresol iniciou oficialmente no dia 1º de julho a contratação de crédito rural do Plano Safra 2020/2021. O anúncio sobre as regras deste ano agrícola e do montante de R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agrícola nacional foi realizado no mês de junho pelo Governo Federal. Operando o crédito agro há menos de 30 dias, as cooperativas filiadas à Cresol Confederação liberaram mais de R$ 700 milhões aos produtores cooperados, contemplando operações de custeio e investimento.

Atuação - Há 25 anos a Cresol atua no segmento do agro e, nesse período, o Sistema se especializou no repasse do crédito, fazendo com que os recursos cheguem aos cooperados de maneira rápida. A Central Cresol Baser, que representa mais de 50% da Confederação já repassou nesta safra mais de R$ 424 milhões. Desse total, R$ 314 milhões foram destinados ao custeio para o plantio de grãos, raízes, fruticultura e bovinocultura de corte, distribuídos em 6.639 operações. Já os valores destinados a Investimento somam mais de R$ 110 milhões e são voltados a tecnificação e melhoramento das propriedades em aquisições de máquinas, equipamentos e bovinocultura de leite, distribuídas em mais de 920 operações.

Agilidade - Alzimiro Thomé, presidente da Central Cresol Baser, destaca a importância de os recursos serem liberados com agilidade. “Estamos sempre em busca de facilidades que beneficiam nosso cooperado, dando atenção e proporcionando agilidade no processo de contratação do crédito. Além disso, ampliamos o leque de parceiros, além do BNDES e outros bancos públicos, temos parcerias com bancos privados e acesso ao funding internacional”, disse o presidente.

Experiências - Thomé também lembra que a Cresol acumula experiências no segmento do crédito agro. “Hoje somos reconhecidos pela forma como trabalhamos o crédito agro, mas não paramos de ir em busca de novidades, tecnologias que proporcionam facilidades, tanto para a Cresol como para o cooperado, além de mais recursos para que todos possam investir e prosperar”, finalizou.

Safra passada - Na safra 19/20 o Sistema Cresol liberou o montante de R$ 3 bilhões em crédito de custeio e investimento. Para esta safra a expectativa é ultrapassar o valor em recursos para o setor que nunca para. (Imprensa Cresol)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa chega a 70 mil cooperados

sicoob metropolitano 31 07 2020Mesmo diante de um cenário de crise ocasionado pela Covid-19, o Sicoob Metropolitano não deixou de crescer. A cooperativa, com sede em Maringá (PR), acaba de atingir a marca de 70 mil cooperados.

Força do cooperativismo - Esse resultado mostra a força do cooperativismo e evidencia que a singular vem fazendo um bom trabalho de relacionamento com o cooperado. Em cada atendimento, o Sicoob Metropolitano coloca em prática o propósito de humanizar as relações financeiras, sempre tomando todas as medidas de segurança e saúde.

Confiança - “Esse crescimento demonstra confiança que as comunidades têm na cooperativa e o reconhecimento da importância do cooperativismo nas regiões em que o Sicoob Metropolitano está presente”, reforça o diretor de Mercado, Vanderlan Pedro da Silva.

Pessoas - Neste tempo, a cooperativa também não deixou de se preocupar com quem mais importa, que são as pessoas. Por isso, desenvolveu diversas ações para valorizar os cooperados, os colaboradores e a comunidade.

Doações - Entre elas, estão as doações e as campanhas já realizadas e outras ainda em andamento em comemoração ao Dia de Cooperar, disponibilização de cursos profissionalizantes por meio do Expresso Instituto Sicoob e Sicoob Universidade, eventos digitais, disponibilização de linhas de crédito emergenciais, além de todas as ações de conscientização e apoio para contribuir no combate à Covid-19. Os colaboradores também receberam uma série de ações de acolhimento, como apoio psicológico e dos dirigentes para enfrentar esse momento tão complicado.

Indicação - “Todo esse crescimento, mesmo diante da crise, só foi possível, porque valorizamos as pessoas e por isso, nossos cooperados nos indicam à outras pessoas fazendo com que nossa cooperativa cresça cada dia mais”, explica Vanderlan. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Agência pioneira comemora 29 anos

sicredi fronteiras 31 07 2020Nesta sexta-feira (31/07), a agência de Capanema completa 29 anos. Esta foi a primeira unidade de atendimento aberta pela Sicredi Fronteiras PR/SC/SP. A cooperativa iniciou sua trajetória com o nome de Credesul, há quase 30 anos, no município de Capanema, na região Sudoeste do Paraná, quando nasceu do agronegócio para fomentar o crédito rural.

Livre admissão - Hoje, com livre admissão, tornou-se uma sólida instituição financeira cooperativa, com visão empreendedora e planejamento, atualmente com mais de 69 mil associados, atendidos em 35 agências, abrangendo 57 municípios, em três estados: Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Marco inicial - José César Wunsch, presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras, afirma que a inauguração desta primeira agência foi o marco inicial para a expansão da cooperativa. “Quando abrimos a primeira agência, estávamos com mais ou menos 700 associados. Relembro que tínhamos uma oferta muito pequena de produtos e serviços, praticamente nada comparado às demais instituições. Porém, havia um ideal e esse ideal foi o que nos tornou essa instituição que pensa no bem mútuo e auxilia no crescimento das comunidades, em todos os campos: financeiro, educacional, cultural e ambiental, através de uma administração transparente e sustentável”, comenta Wunsch.

Gratificante - Gilvan Cesar Cavalheiro, atual gerente da agência de Capanema, comenta como é gratificante trabalhar diariamente com uma excelente equipe, que procura através dos mais de 300 produtos e serviços da cooperativa, oferecer um atendimento personalizado para cada perfil de associado.

Associados - “Ser parte desta equipe e trabalhar na primeira “casa” da Sicredi Fronteiras, nos faz lembrar diariamente do quanto devemos ser gratos aos nossos associados. Aqui na agência, nós encontramos mais uma família, por isso cuidamos e nos preocupamos com ela, queremos que a força da nossa união nos faça crescer ainda mais. Obrigado aos associados que também são donos desta agência. Obrigado a vocês que acreditam e fazem parte desta história de conquistas e parcerias. Feliz aniversário para a agência pioneira de nossa cooperativa” finaliza o gerente.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP I: Computadores são entregues à ONG Viver

sicredi 31 07 2020Nesta sexta-feira (31/07), a agência Tiradentes da Sicredi União PR/SP, de Londrina (PR), fará a doação de 4 computadores para a ONG-Viver. A entrega está agendada para 14 horas, na sede da ONG (Rua Lucilla Ballalai, 391), com a presença da presidente Maria Aparecida Marques Lima; do gerente da agência Tiradentes, Flávio Maschietto; e também da gerente Regional Norte da Sicredi União, Carla Sonoda.

Equipamento importante - A entidade assiste crianças em atendimento no Hospital do Câncer e os computadores são ferramentas fundamentais para o trabalho realizado, seja na administração da casa, nos contatos com doadores e, especialmente, nas atividades com as crianças. Atualmente, 205, vindas de 77 municípios estão sendo atendidas pela ONG.

Acolhimento - Na casa, elas e seus acompanhantes são acolhidos enquanto aguardam atendimento no hospital; ficam hospedados por dias, quando residem muito longe e o tratamento exige dias seguidos de visitas ao hospital; ou ainda quando as crianças estão internadas e os pais precisam de um local de apoio.

Atendimento - “A ONG fornece refeições e atividades para os acompanhantes e as crianças. Temos psicólogo, assistente social, voluntários que fazem recreação”, explica o assistente de comunicação Carlos Pirani.

União Solidária- Segundo ele, os computadores são peças importantes para a rotina de trabalho da entidade. Ano passado, a ONG participou da Campanha União Solidária, apoiada pela Sicredi União, e o valor arrecadado foi direcionado para a compra de computadores.

Apoio - Para Carla Sonoda, Gerente Regional de Desenvolvimento da Cooperativa, a entrega desses computadores representa um dos importantes papéis da cooperativa de crédito, que é apoiar e atuar junto à comunidade nas cidades onde está instalada.

Essência - “É uma ação muito especial e que nos orgulhamos muito. Afinal, representa muito a nossa essência quanto cooperativa que é estarmos unidos a nossa comunidade e apoiá-la sempre que necessário”, ressalta Carla Sonoda.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP II: Quem doa alimento ganha máscara e gera renda para imigrantes e mulheres de baixa renda

sicredi uniao II 31 07 2020Mãos habilidosas de mulheres de baixa renda e imigrantes costuraram as máscaras que serão destinadas em uma ação especial que acontecerá neste sábado (01/08), em Maringá (PR). Quem doar alimentos não perecíveis em oito lojas dos Supermercados Cidade Canção ganhará uma máscara de tecido e ainda contribuirá com a geração de renda dessas mulheres e imigrantes.

Cooperativas - Trata-se de uma iniciativa de sete cooperativas da cidade e que envolve 60 voluntários. Divididos em turnos, os voluntários abordarão os clientes nesses pontos de troca, convidando-os a fazer a doação de alimentos em troca de máscaras. E em época de pandemia, tudo será feito de forma segura: os voluntários usarão máscaras face shield, luvas descartáveis e álcool em gel. A iniciativa envolve empresas locais e as cooperativas Sicredi União PR/SP, Cocamar, Sicoob, Unimed, Uniodonto, Unicampo e Pluricoop.

Confecção - As máscaras foram confeccionadas por mulheres de baixa renda atendidas por um programa social da Sicredi União PR/SP e por refugiados que fizeram curso de corte e costura na Unicesumar. Eles foram remunerados por unidade de máscara produzida e usaram como matéria-prima tecidos doados pelos parceiros.

Alimentos - Todas as doações de alimentos serão encaminhadas à Secretaria de Assistência Social de Maringá (Sasc) e à Associação de Imigrantes. A ação tem o apoio da Sasc e o patrocínio de Unicesumar, Shopping Avenida Center, Supermercados Cidade Canção, Ihara, HelpCar, CooperCard, Ragus e CVL Locadora.

Pontos de troca

Lojas dos Supermercados Cidade Canção

Av. Alziro Zarur, 1.575(Ney Braga)

Av. das Palmeiras, 356

Av. Nildo Ribeiro da Rocha, 343

Av. Tuiuti, 1.672

Av. Lucílio De Held, 1477

Av. São Domingos, 1215

Av. Brasil, 2.821 - praça Rocha Pombo

Av. Brasil, 4.724 - Zona 04

(Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIPRIME: Isenção no cheque especial

uniprime 31 07 2020Quem não tem uma reserva de dinheiro para ser usada em caso de emergência, já passou por isso em alguma situação ao longo da vida: caiu no cheque especial. Isso significa usar um valor superior ao que possui em sua conta corrente, permanecendo com saldo negativo até que o valor seja devolvido ao banco.

Isenção - Ciente do momento delicado que seus cooperados estão enfrentando em razão dos desdobramentos da pandemia, a Uniprime passou a oferecer isenção na taxa de juros do cheque especial, para cooperados pessoa física. “O cooperado não paga juros ao utilizar seu limite de Cheque Especial por até dez dias, corridos ou alternados, dentro do mês e além disso, a cooperativa promoveu a redução de 1% nas taxas de juros mensais do cheque especial de pessoas físicas e jurídicas”, detalha Antonio Hernandes, Diretor Gerente da Uniprime, e ainda conclui “as medidas mostram que estamos atentos ao nosso propósito de melhorar a vida financeira de nossos cooperados”.

Mais informações - Para mais informações, procure um gerente da Uniprime. (Imprensa Uniprime)

 

COAMO: Realizado Encontro de Inverno virtual da Fazenda Experimental

A Coamo Agroindustrial Cooperativa realizou, na quarta-feira (29/07), a 14ª edição do Encontro de Inverno da Fazenda Experimental. Diferente de anos anteriores, o evento, que teve como tema “Manejo Inteligente para Agricultura e Pecuária”, não foi presencial, mas no formato virtual, pelo canal da cooperativa no YouTube.  

45 anos de história - Neste ano, a Fazenda Experimental da Coamo completa 45 anos de história e mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia, a diretoria fez questão de realizar o evento. “Preparamos o encontro com muita dedicação e empenho. O objetivo do evento é difundir informação e conhecimento para os cooperados”, comenta o engenheiro agrônomo João Carlos Bonani, chefe da Fazenda Experimental.

Análise integrada - De acordo com ele, a propriedade rural deve ser analisada de forma integrada entre as principais atividades, seja de inverno, verão ou pecuária. “Podemos ter recomendações específicas por cultura, mas precisamos tratar as propriedades rurais dentro de um sistema de produção. Estas ações devem ser executadas com eficiência pelo cooperado em parceria com a Coamo e empresas parceiras. Esses conceitos, com certeza, são pilares para o sucesso de uma propriedade agropecuária”, destaca Bonani.

Temas - No evento virtual, que contou com a participação de milhares de cooperados, foram apresentados os temas: Manejo de plantas daninhas no sistema de produção; Manejo eficiente na cultura do milho primeira e segunda safra; Planejamento estratégico na produção de bovinos; e Tecnologia de aplicação de defensivos. Os temas foram apresentados por três engenheiros agrônomos e um médico veterinário da Coamo.

Parceria - O engenheiro agrônomo Roberto Bueno da Silva falou sobre “Manejo de plantas daninhas no sistema de produção.” O tema foi desenvolvido em parceria com a Embrapa/Soja e teve como objetivo reforçar o monitoramento das áreas com a identificação correta das plantas daninhas, avaliando o tamanho das plantas com a escolha adequada dos herbicidas e observando as condições climáticas para que haja um trabalho eficiente de manejo para o plantio da soja.

Resultado - O engenheiro agrônomo José Petruise Ferreira Júnior tratou sobre “Manejo eficiente na cultura do milho primeira e segunda safra”. O objetivo foi destacar a importância de um bom manejo de solo, plantas daninhas, insetos e doenças. Utilizando as práticas, todo conhecimento na lavoura de milho, com certeza, o resultado será positivo desde a implantação, desenvolvimento e colheita da cultura.

Tripé - O médico veterinário Hérico Alexandre Rossetto fez uma apresentação sobre “planejamento estratégico na produção de bovinos”. O destaque foi o tripé: nutrição, sanidade e genética. Estes três pontos, bem estruturados e manejados dentro da propriedade, independente que seja gado de leite ou gado de corte, fazem com que o cooperado retire o máximo de ganho possível de seu rebanho.

Complexidade - O engenheiro agrônomo Marcus Vinícius Goda Gimenes, falou sobre “tecnologia de aplicação de defensivos”. Quando se fala em tecnologia de aplicação, é preciso entender que o tema nunca fica desatualizado, principalmente, por sua complexidade. São inúmeras as variáveis que podem comprometer uma correta aplicação de defensivos. Para isso, é preciso dividir o ciclo produtivo em fases, identificar o foco da aplicação em questão e escolher a ponta adequada para que haja mais chance de sucesso nas pulverizações.

Conhecimento e tecnologia - A 14ª edição do Encontro de Inverno da Fazenda Experimental foi transmitida ao vivo da sede da Coamo, em Campo Mourão, pelo Youtube. O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca a importância do evento para gerar mais conhecimento e difundir novas tecnologias aos cooperados. A Fazenda Experimental foi criada para ser uma estação de experimento de novos produtos que chegam no mercado. É um trabalho que tem uma grande importância para que possamos recomendar e orientar os cooperados sobre o uso de novos produtos e a implementação de novas tecnologias”, diz.

Agregação de renda - Gallassini ressalta a importância de os cooperados terem uma opção de segunda safra para que possam agregar mais renda à propriedade. “Além de renda, a segunda safra ajudar a melhorar o sistema de produção. Precisamos continuar produzindo bem, e com sustentabilidade”, ressalta.

Importância - O diretor de Suprimentos e Assistência Técnica, Aquiles Dias, recorda que a Coamo comemora 50 anos em novembro, e que a Fazenda Experimental está comemorando 45 anos de existência. “Falo isso para correlacionar o quanto foi importante o uso das tecnologias para que pudéssemos ter o lema na Coamo, ‘A vida é a gente que transforma.’ A tecnologia e os encontros, com certeza, contribuíram para essa evolução.”

Formato virtual - De acordo com ele, mesmo diante de toda a situação sanitária devido a pandemia ocasionada pelo coronavírus, a Coamo não poderia deixar de realizar o encontro. “O formato virtual foi a maneira encontrada para que pudéssemos compartilhar com nossos cooperados e equipe técnica, importantes assuntos”, frisa.

Missão - O presidente Executivo da Coamo, Airton Galinari, faze questão de parabenizar toda a equipe técnica da cooperativa e os responsáveis pelas apresentações. Ele reforça que a missão da Coamo é agregar e gerar renda de forma sustentável aos cooperados. “Os associados da Coamo são privilegiados por terem próximos deles um grupo técnico que passa as melhores recomendações e orientações. A Coamo oferece tudo o que o cooperado precisa para produzir e tem uma estrutura completa para dar sustentabilidade às atividades desenvolvidas no campo. Isso fortalece a cooperativa e insere cooperado em mercado que, individualmente, não teria condição de participar. A união dos cooperados faz com que todos saiam ganhando.”

Serviço - O vídeo pode ser acessado no endereço: https://www.youtube.com/watch?v=_kH4ZNRjank. (Imprensa Coamo)

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COCAMAR: Altas médias de milho, mesmo com clima hostil

O milho de inverno ainda é visto pela maior parte dos agricultores como uma cultura sensível, que não vai bem em regiões mais frias e, muito menos, sob déficit hídrico.

Conceitos - No entanto, o projeto Giromilho, realizado nesta safra por Cocamar e Pioneer, mostra que é possível revisar esses conceitos. A realização tem o apoio da Zacarias Chevrolet.

Região mais fria - Em Tamarana, município a 57km de Londrina, nem todos se arriscam a cultivar milho, principalmente no inverno. Por causa da altitude superior a 700m, em média, a região apresenta naturalmente temperaturas mais baixas, o que favorece a produção de sementes. Por isso, em vez do milho, predomina ali o cultivo de trigo.

Surpreende - Na propriedade da família Barbosa, a qualidade da lavoura de milho chega a surpreender. De produtores do cereal durante o verão, na década de 1990, eles estão conseguindo, agora, fazer do grão um negócio interessante em pleno inverno.

“É muito bom” - “Em 1994, 1995, por aí, a gente colhia de 260 a 270 sacas por alqueire de milho no verão [107,4 a 111,5 sacas/hectare]. Agora, estamos alcançando essa média no inverno, o que, para a nossa região, é muito bom”, afirma Helder, que conduz os negócios ao lado do irmão Emerson e do pai Edson.

Janela - Helder explica que a janela de plantio para o milho é bastante estreita, o que exige um planejamento que inclui reorganizar o calendário da safra de soja.

Pressão maior - Reconhecidos pela alta produtividade de suas lavouras de soja, os Barbosa são assistidos pelo engenheiro agrônomo Vinícius Arantes, da unidade local da Cocamar. Segundo Arantes, o risco de geadas demanda características de milho mais específicas, pois há também uma pressão maior de doenças. “Com tecnologias de ponta e orientação técnica, os Barbosa e outros produtores da região estão tendo sucesso com o milho de inverno e aumentando suas áreas”, afirma Arantes.

Alternativa - O agrônomo Carlos Henrique Frederico, da Pioneer, lembra que os produtores de Tamarana buscavam uma boa alternativa de inverno e encontraram no milho a cultura que atende suas expectativas. “É sempre uma opção desafiadora, porque temos o risco de geadas e é preciso escolher bem o híbrido, para que o produtor tenha segurança”, pontua. Isto deve incluir uma boa qualidade de grão, pois a incidência de grãos ardidos pode ser maior que em outras regiões. “O produtor vem aprendendo a trabalhar nesse sistema, tendo resultado e rentabilidade”, completa.

Estiagem - Em Londrina e Santa Mariana, o Giromilho Cocamar Pioneer conheceu dois produtores cujas lavouras prometem boa produtividade mesmo após mais de 40 dias de estiagem.

Investimento - Atendido pela unidade de Serrinha, distrito londrinense, o produtor Otacílio Ribeiro Vieira espera uma média de 103.3 sacas por hectare [250 sacas/alqueire]. “Investi para chegar nas 300 sacas por alqueire, mas o clima atrapalhou um pouco”, lamenta. “A gente corre o risco do clima, mas riscos existem em qualquer segmento”, diz Vieira, comentando que o produtor, se quiser ter bons resultados, “não pode ter muita dó de investir”.

Manejo nutricional - O agrônomo Guilherme Eurich, da Cocamar, explica que orientou o produtor a apostar no manejo nutricional, especialmente no aumento no ponto de nitrogênio na adubação de base. Além disso, foi incluído o enxofre, que ajuda no enchimento de grão. “Na parte de adubação nitrogenada de cobertura, trabalhamos com fontes que têm um aproveitamento maior quando comparado às fontes tradicionais do mercado. Isto faz com que a planta, em situações de seca, aguente mais e tenha um sistema radicular mais profundo”, observa. “Foi feito, também, um monitoramento para o controle de doenças e para que o milho possa expressar seu máximo potencial produtivo, com aplicações específicas para as pragas e doenças mais comuns na região, entre as quais a cigarrinha.”

Estresse hídrico - Na avaliação do agrônomo Carlos Henrique Frederico, da Pioneer, a lavoura está sendo muito bem conduzida e foi preparada para suportar períodos de estresse hídrico. “Para isso, o produtor tem que ter um solo bem estruturado. Não adianta ter uma boa genética se não tiver um solo bem estruturado.”

Plantou no pó - Em Santa Mariana, a 82km de Londrina, a estiagem foi de aproximadamente 40 dias e o cooperado Antonio Boa Ventura, o Toninho, conta que efetuou a semeadura no pó, entre os dias 8 e 18 de março. Ele cita que faz a descompactação de suas terras, sem remover a camada de palha que protege o solo. “Faço perfil de solo com 70cm de profundidade em toda a área”, detalha o produtor, que aposta em uma produtividade de milho ao redor de 100 sacas por hectare. “Hoje em dia, quem ficar no baixo custo, sem investir, não sobrevive na atividade.”

Sem plano B - Na agricultura, prossegue Boa Ventura, não há plano B e, portanto, errar pode ser fatal, como costuma dizer o seu pai, Geraldo Ângelo Boa Ventura. “O clima a gente não controla, mas o que cabe a nós, temos que fazer e fazer certo.” Numa retrospectiva da safra, lembra que faltou umidade no início, mas depois choveu; os materiais responderam bem e foi possível ver o quanto importante é fazer perfil de solo, além de todos os demais tratos culturais. “Não é mais uma safrinha, agora é safra”, resume, finalizando: “Mesmo em períodos de estiagem mais severa, nós conseguimos manter as nossas médias”.

Planejamento - Lucas Soares, engenheiro agrônomo da Cocamar em Santa Mariana, que presta assistência aos Boa Ventura, conta que é feito um planejamento da safra com o produtor, escolhendo-se as cultivares, a adubação, a necessidade de uma adubação diferenciada, enfim. “Isto vem trazendo um resultado bem significativo. Uma boa adubação, uma alta tecnologia, ela responde. Pra nós, como técnicos, é significativo dar um posicionamento ao produtor que, ao final, vai proporcionar um bom resultado.”

Novas tecnologias - Soares ressalta, ainda, que a Cocamar fomenta muito a utilização de novas tecnologias e que a família Boa Ventura está sempre na expectativa de conhecê-las, assim como novos híbridos. “Estamos cada vez mais preparados em termos de posicionamento, recomendação e desenvolvimento de materiais a campo. O produtor que faz um bom manejo de solo, trabalhando com uma adubação correta e escolhendo um material que pode trazer um resultado significativo, tem muito mais chances de sucesso”, completa.

Informações - O agrônomo da Pioneer, Max Sant’Anna, frisa que é possível trazer a melhor recomendação de materiais ao produtor, na melhor época e nas melhores situações, como estrutura de solo, a tecnologia que vai utilizar, adubação, e o manejo envolve a recomendação do híbrido. Segundo ele, a proposta não é oferecer ao produtor apenas um híbrido para plantar e, sim, todo um conjunto de informações sobre o negócio. E arremata: “Temos uma parceria muito forte com a Cocamar, e tudo isso traz um benefício que é o incremento de produtividade para o produtor. A tendência é que os outros produtores em volta enxerguem isso e tomem como referência para também crescer e obter novos níveis de produtividade”.

Importante - O milho de inverno é a segunda cultura de maior expressão para a Cocamar, só abaixo da soja, comenta o gerente técnico Rafael Furlanetto, que acompanhou o Giromilho na visita em Santa Mariana. São 550 mil hectares de cultivo e o advento de novas tecnologias promoveu o crescimento e a consolidação da atividade. “As tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e outras instituições de pesquisa, que são difundidas pela Cocamar, conseguiram viabilizar a produção mesmo em ambientes não tão propícios”, frisa o gerente, lembrando que isto depende também do investimento que o produtor realiza e de seguir a orientação técnica especializada prestada pela cooperativa.

Capricho - Sobre a lavoura do produtor Antonio Boa Ventura, de Santa Mariana, ele destaca o capricho e a qualidade com que o milho é conduzido. “As condições climáticas nessa propriedade foram praticamente as mesmas da vizinhança, mas aqui podemos observar plantas sadias e com pouco requeima mesmo com esse cenário de veranico.” E ressalta que a lavoura bem planejada e bem manejada, mantida com capricho, é responsiva: “O milho é uma cultura muito responsiva, você investe em tecnologia e ela retorna o investimento em produtividade”. (Imprensa Cocamar)

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COCARI: Sorteados os prêmios da XV Campanha Cocari Solidária – edição 2019/2020

A fim de contribuir com o desenvolvimento e bem-estar social nos municípios em que está presente, há 15 anos, a Cocari organiza a Campanha Cocari Solidária. Nesta quinta-feira (30/07), às 10h, foi realizado o sorteio dos prêmios da 15.ª campanha, correspondente à edição 2019/2020. Este projeto é promovido pela Cocari, responsável pela doação dos prêmios, em conjunto com as comunidades de onde a cooperativa atua.

Distanciamento social - Respeitando as recomendações de distanciamento social das organizações de saúde, o número de pessoas que acompanharam presencialmente o sorteio, ocorrido na Associação Atlética Cocari, em Mandaguari-PR, foi restrito, mas a comunidade assistiu à cerimônia completa com transmissão ao vivo pelas redes sociais da cooperativa.

Total arrecadado - Participaram 138 entidades e foram arrecadados R$ 534.925,00 a partir dos cupons trocados na venda de vale-mudas de essências nativas produzidas nos projetos ambientais de inclusão social da Cocari, desenvolvidos junto à APAE. Em todas as edições, os valores arrecadados ficam disponíveis integralmente para as entidades participantes para complementar seu orçamento e dar continuidade às ações em benefício da população.

Entidade de maior arrecadação - Este ano, a entidade que conseguiu levantar o maior valor por meio da venda de mudas foi o Instituto de Pesquisas e Tratamentos Humanísticos (IPTH), de Apucarana-PR, com o valor de R$ 75 mil.

Unidades da Cocari - A unidade da Cocari que mais arrecadou foi Cambira/PR, com R$ 87.475,00, seguida de Cristalina/GO, com R$ 79.820,00, e Itambé/PR com R$ 50.585,00. Desde o início desta campanha, o valor acumulado arrecadado em valores originais já totalizou R$ 5.785.720,00.

Mensagem do presidente - O presidente da cooperativa, Vilmar Sebold, destacou que foram tomados todos os cuidados recomendados na prevenção de contágio pelo coronavírus. “Sabemos que nada é mais sagrado do que a vida. Mesmo neste momento de dificuldade, temos de lembrar que podemos fazer o bem e as campanhas solidárias vêm se sucedendo no Brasil como um todo. Essa é uma iniciativa de 15 anos. São mais de 5,7 milhões arrecadados para as entidades assistenciais ao longo deste período e foram 15 carros comprados pela Cocari, sem nenhum outro benefício que não fosse fazer o bem. Acredito, de verdade, que as pessoas que participam, contribuem também no sentido de fazer o bem para as entidades”, pontuou.

Próxima edição - De acordo com Sebold, a arrecadação deste ano surpreendeu a todos e certamente viabilizará o bem-estar das comunidades nas áreas de ação da cooperativa. “Temos consciência e certeza absoluta de que esse valor pode fazer muita diferença no momento que nós estamos atravessando”, enfatizou. “Obrigado por participarem e acreditarem. Já estamos trabalhando para o lançamento da próxima campanha, que vai para o 16.º ano. Enquanto ela fizer o bem, as entidades acharem importante e a comunidade contribuir, nós manteremos esta campanha”, adiantou.

Impactos positivos - Representando os prefeitos de todos os municípios da área de atuação da Cocari, esteve presente no sorteio o prefeito de Mandaguari-PR, Romualdo Batista. “Quem ganha de verdade nesta campanha são as nossas entidades. Cada um fez o que pôde. Só quem ajuda e participa da coordenação dessas entidades sabe o quanto isso é precioso no seu dia a dia”, destacou.

Transmissão pelas redes sociais - A transmissão pelas redes sociais da cooperativa, no Facebook e no Youtube, alcançou mais de 11 mil pessoas. Leia o depoimento de Elinete Danetti, de Cristalina-GO: “Sei que todos os prêmios são muito sonhados por quem compra as mudas do projeto Cocari Solidária. Mas falo que o sonho das instituições que recebem o valor das vendas é tão grandioso, pois esse dinheiro que nos é dado ajuda tanto. É com esse valor que podemos sonhar com novas estruturas para nossa escola. Hoje um dos bilhetes que a Escola Municipal José Rodrigues de Queiroz, de Cristalina Goiás, vendeu foi contemplado. Obrigada à Cocari pela oportunidade de nos permitir participar do projeto e poder sonhar novos sonhos para nossa escola. Gratidão ao nosso gerente Fábio de Cristalina e toda sua equipe da Cocari” (Depoimento na página da Cocari no Facebook).

Transparência - Conforme estabelece o regulamento, a divulgação do resultado foi feita no site www.cocari.com.br e os ganhadores serão procurados pela cooperativa. A transmissão do sorteio continua disponível nas redes sociais da Cocari, nos perfis @cocaricoop. (Imprensa Cocari)

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PROTEÍNA ANIMAL: ABPA apresenta cuidados tomados nos frigoríficos durante a pandemia

proteina animal 31 07 2020A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), lançou, nesta quinta-feira (30/07), vídeos em português, inglês e mandarim que apresentam os cuidados adotados pelos frigoríficos em todo o Brasil para a proteção dos colaboradores durante o período de pandemia.

Versão em português - A versão em português pode ser acessada aqui: https://www.youtube.com/watch?v=QClKEFhBh7E&feature=youtu.be.

Rígidos protocolos - Desenvolvidos pela Agência Capella, os vídeos demonstram os rígidos protocolos em vigor no setor frigorífico para a segurança dos trabalhadores e dos alimentos produzidos. São procedimentos que vão desde o transporte, o acesso aos frigoríficos, vestiários, refeitórios e áreas de descanso dos frigoríficos, além de diversas medidas adotadas nas linhas de produção.

Desinformação - “Há grande desinformação circulando neste período de pandemia, o que gera julgamentos injustos contra quem trabalha para o abastecimento e a segurança de quem produz. Estes vídeos buscam mostrar com transparência todos os cuidados tomados na prática, que deixam claro que os frigoríficos são ambientes seguros”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Legislação - De acordo com o diretor-executivo da entidade, Ricardo Santin, o setor produtivo segue a legislação e hoje tem como parâmetro adicional um protocolo aprovado cientificamente pelo Hospital Israelita Albert Einstein, um guia com 256 páginas de recomendações envolvendo todas as etapas do processo produtivo e todas as instalações das empresas.

Medidas - “Nosso setor adotou medidas antes mesmo da quarentena no Brasil, intensificando os cuidados que já eram rigorosos em nosso setor. Nosso primeiro protocolo setorial é de 12 de março, um dos primeiros do país. Desenvolvemos outros quatro protocolos, de acordo com os avanços nas informações disponibilizadas pelos órgãos de saúde nacionais e internacionais, como a Anvisa e a Organização Mundial da Saúde. São regramentos com bases técnicas, alicerçados com a validação de epidemiologistas, que preservam a segurança de quem atua no setor”, ressalta Santin.

Vídeos - Os vídeos estarão disponíveis nas páginas da ABPA no Facebook, Instagram e Twitter, além do canal do Youtube da Associação. As empresas Aurora Alimentos, BRF, CVale, JBS/Seara e SSA colaboraram com a produção destes vídeos.

Cuidados - Veja alguns dos cuidados adotados pelos frigoríficos:

· Afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco, intensificação das ações de vigilância ativa, com o monitoramento da saúde dos funcionários;

· Adoção de medidas contra aglomerações em restaurantes, transportes e outras áreas. Onde foi verificada a necessidade, até catracas foram extraídas;

· A cada pausa na produção (diversas vezes ao dia), toda a planta frigorífica é higienizada com desinfetantes apropriados, que também eliminam o coronavírus;

· Intensificação dos processos de higiene entre os colaboradores;

· Campanhas de conscientização interna e setorial;

· Proteção buconasal (máscara cirúrgica), face shield e outros, além dos habituais uniformes, luvas, máscaras e outras camadas de proteção;

· Barreiras laterais, impedindo contato entre os colaboradores na linha de produção.

Sobre a ABPA - A ABPA é a representação político-institucional da avicultura e da suinocultura do Brasil. Congrega mais de 140 empresas e entidades dos vários elos da avicultura e da suinocultura do Brasil, responsáveis por uma pauta exportadora superior a US$ 8 bilhões. Sob a tutela da ABPA está a gestão, em parceria com a Apex-Brasil, das quatro marcas setoriais das exportações brasileiras de aves, ovos e suínos: Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork. Por meio de suas marcas setoriais, a ABPA promove ações especiais em mercados-alvo e divulga os diferenciais dos produtos avícolas e suinícolas do Brasil – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e fomenta novos negócios para a cadeia exportadora de ovos, de material genético, de carne de frangos e de suínos.

Sobre a Apex-Brasil - A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Apex-Brasil também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED) ao Brasil, com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Sobre as marcas setoriais - Os Projetos Setoriais Brazilian Chicken, Brazilian Egg, Brazilian Breeders e Brazilian Pork são mantidos pela ABPA em parceria com a Apex-Brasil com o objetivo de promover junto ao mercado internacional as carnes de frangos, de suínos, ovos e material genético produzidos no Brasil. Por meio da participação em feiras, realização de workshops e outras ações especiais de promoção comercial, os projetos valorizam atributos destes setores produtivos – como a qualidade, o status sanitário e a sustentabilidade da produção – e valorizam as marcas internacionais dos produtos, fomentando novos negócios para os exportadores brasileiros. Cerca de 45 empresas participam dos projetos atualmente. Informações sobre como fazer parte dos projetos setoriais podem ser obtidas pelo e-mail Isis.sardella@abpa-br.org.

Redes sociais - Conheça as redes sociais da ABPA

Redes institucionais:

Fb.com/abpabr | instagram.com/abpabr | twitter.com/abpabr | youtube.com/abpabr | linkedin.com/company/abpa/

Redes internacionais

Fb.com/brazilianchicken | fb.com/brazilianpork | fb.com/brazilianegg

Instagram.com/brazilian.chicken | Instagram.com /brazilian.pork | Instagram.com /brazilian.egg

Redes promocionais

Fb.com/amofrango | fb.com/suinogastro | fb.com/ovotododia

Instagram.com/amo.frango| instagram.com/suíno.gastro | instagram.com/tododia.ovo

(Assessoria de Imprensa da ABPA)

 

ANEL RODOVIÁRIO: Audiências públicas sobre novas concessões serão até o fim do ano

O novo Anel de Integração foi pauta de mais um encontro virtual, realizado nesta quinta-feira (30/07), entre o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e a bancada federal paranaense. Estado e a União seguem discutindo lotes, obras e a modelagem da nova concessão de rodovias que cortam o Paraná.

Audiências públicas - A proposta será debatida em audiências públicas que devem acontecer até o final deste ano. Nos próximos meses também haverá consultas ao setor produtivo. A base das discussões é um estudo realizado pela Empresa de Planejamento e Logística S.A (EPL), em parceria com o IFC, braço de projetos do Banco Mundial.

Ampliação - O Anel de Integração original de 2,5 mil quilômetros de rodovias federais e estaduais deve ser ampliado com, pelo menos, mais 1,3 mil quilômetros. Estão previstos no plano a duplicação de aproximadamente 2,1 mil quilômetros e a construção de 14 novos contornos. As principais obras devem ser realizadas até o nono ano dos novos contratos.

Maior concessão - “Será a maior concessão de rodovias do Brasil e contratos equilibrados para que o Estado seja um grande hub logístico. O Ministério de Infraestrutura é parceiro do Paraná nesse projeto transformador”, disse Ratinho Junior. Ele também destacou que a participação dos parlamentares ajuda a dar transparência e a equilibrar demandas de todas as regiões do Paraná. “É uma pauta da sociedade para acabar com um estigma. Não podemos errar”.

Estudo - O estudo das novas concessões prevê modernizações em relação aos contratos atuais como tarifas menores antes do início dos investimentos, desconto para os usuários frequentes, proteção contra variações cambiais para assegurar participação de players internacionais, novos recursos de segurança viária e iluminação por LED. A estimativa é de R$ 42 bilhões de investimentos em obras, além de R$ 40 bilhões na operação.

Audiências - O projeto final do Anel de Integração será divulgado após mais discussões internas, mas o objetivo é buscar contribuições que ajudem a refinar a proposta durante as audiências públicas. A licitação deve ocorrer em 2021.

Detalhes - “Esse diálogo ajuda a chegar nos detalhes. O Estado terá as melhores rodovias do País”, afirmou o ministro. “Estabeleceremos um modelo que seja atrativo para as empresas que vão assumir os compromissos, para o setor produtivo e que dê retorno para a sociedade em termos de segurança, turismo e trânsito de mercadorias”, destacou.

Contratos exequíveis - O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, acrescentou que o Estado mantém diálogo constante com a EPL para que os contratos sejam exequíveis. Ele reafirmou o compromisso do governo estadual de fazer modernizações nas rodovias que eventualmente não forem contemplados na nova concessão, principalmente se as simulações indicarem tarifas muito elevadas.

Êxito - “Todos querem o êxito desse processo. Estamos imbuídos do mesmo propósito. Estamos formatando um modelo minucioso e que garanta tarifas menores e grandes obras. Os trechos que ficarem de fora serão duplicados ou receberão terceiras faixas com recursos do Governo do Estado”, disse Sandro Alex. “Ainda falta bater o martelo, é o momento do ajuste fino antes das consultas. Essa concessão transformará o Paraná”.

Presenças - Participaram do encontro virtual o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), Fernando Furiatti; parlamentares que representam o Paraná na Câmara dos Deputados; o senador Flávio Arns; técnicos do Ministério de Infraestrutura e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); e representantes da EPL. (Agência de Notícias do Paraná)

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COMBUSTÍVEL: Petrobras reduz em 4% preço da gasolina nas refinarias nesta sexta

A Petrobras anunciou que a gasolina terá uma redução de 4%, a partir de desta sexta-feira (31/07), nas distribuidoras. De acordo com a companhia, “com a redução de 4% (ou R$ -0,07 por litro), o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,65 por litro". No acumulado do ano, a redução do preço é de 13,8%.

Diesel - A companhia informou também que o preço do diesel (S10 e S500) não sofrerá alteração no preço nas distribuidoras. O diesel, no acumulado do ano, teve uma redução do preço de 21,5%.

Último - O último reajuste da Petrobras ocorreu no dia 17 de julho, quando a empresa aumentou em 6%, na média, o preço do litro do diesel e da gasolina em 4%.

Preços - Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista depende do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

Reajustes - Desde o início do ano, a gasolina já teve 23 reajustes, sendo que 10 foram aumentos e 13 deles, reduções nos preços para as distribuidoras. No caso do diesel, foram 17 reajustes, sem que seis deles aumentos de preço e 11 deles redução no preço nas distribuidoras. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Contas públicas fecham junho com déficit recorde de R$ 194,7 bilhões

As contas públicas fecharam o mês de junho com saldo negativo de R$ 194,7 bilhões, informou nesta quinta-feira (30/07), em Brasília, o Tesouro Nacional. O recorde no déficit primário, despesas maiores que as receitas, sem considerar no cálculo os gastos com juros, do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é explicado pelos efeitos da pandemia de covid-19 na economia. Em junho de 2019, o déficit primário ficou em R$ 11,8 bilhões.

Arrecadação menor - “Assim como no mês anterior, o déficit de junho é explicado, principalmente, pela redução significativa na arrecadação, combinada com o aumento nas despesas do Poder Executivo decorrentes de medidas de combate à crise da covid-19, bem como da antecipação do pagamento do 13º de aposentados e pensionistas do Regime Geral da Previdência Social e pagamento acumulado dos precatórios”, diz o relatório o Tesouro Nacional.

Receita líquida - No mês passado, em termos reais (descontada a inflação), a receita líquida apresentou queda de R$ 29,3 bilhões (-31%), enquanto a despesa total aumentou R$ 153,4 bilhões (+144%), quando comparados a junho de 2019.

Adiamento - O adiamento no pagamento de impostos contribuiu para reduzir as receitas em R$ 20,4 bilhões. Também contribui para reduzir as receitas a retração na atividade econômica.

Despesas - No caso das despesas, o resultado foi influenciado principalmente pelas medidas de combate à crise gerada pela pandemia de covid-19 que somaram valor de R$ 96,8 bilhões no mês de junho. “Destaque para o auxílio emergencial a pessoas em situação de vulnerabilidade social (R$ 44,7 bilhões), as despesas adicionais do Ministério da Saúde e demais ministérios (R$ 19,9 bilhões), o auxílio emergencial aos estados, municípios e DF (R$ 19,7 bilhões) e o Benefício Especial de Manutenção do Emprego e Renda (R$ 7,1 bilhões)”, diz o relatório.

Benefícios previdenciários - Além disso, acrescenta o Tesouro, houve “elevação pronunciada” no pagamento de benefícios previdenciários, que cresceu 57,8% em termos reais (R$ 28,2 bilhões) devido à antecipação do pagamento de 13º de aposentadorias e pensões e no pagamento de sentenças judiciais e precatórios.

Resultado acumulado - No primeiro semestre, o déficit primário chegou a R$ R$ 417,2 bilhões, contra R$ 29,3 bilhões em igual período de 2019. Nesse período, a receita líquida apresentou queda de R$ 116,5 bilhões (-18,1 %) e a despesa total cresceu R$ 271,1 bilhões (+40,3%), quando comparados ao mesmo período de 2019.

Estimativa - Para esse período, o adiamento de pagamento de tributos estimado é de R$ 81,3 bilhões, enquanto a diminuição do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos empréstimos totalizou R$ 6,3 bilhões. Do lado da despesa, até junho de 2020, os gastos realizados das medidas de combate à crise totalizaram R$ 210,6 bilhões.

Temporários - “É importante destacar que os programas de combate aos efeitos econômicos e sociais da covid-19 são temporários, com execução concentrada no exercício de 2020. Adicionalmente, como a maior parte desses programas envolve ações de transferência de renda, não se espera que a sua execução gere valores elevados de restos a pagar para o exercício seguinte, como seria esperado no caso de programas de subsídios e/ou de investimento público”, destaca o Tesouro Nacional.

Redesenho de políticas sociais - No relatório, o Tesouro disse ainda que há “um debate promissor sobre o redesenho de políticas sociais para avaliar quais programas têm bons resultados e são efetivos para o cumprimento dos seus objetivos”.

Qualidade do gasto - Para o Tesouro Nacional, aumentar a qualidade do gasto preserva o controle das contas públicas, mantém os juros baixos e não gera necessidade de elevar a carga tributária. “A título de exemplo, enquanto o programa Bolsa Família concentra suas transferências no segmento dos 20% mais pobres da população, o programa abono salarial transfere seus recursos de forma mais uniforme para todos os níveis de renda, até mesmo para os 20% mais ricos da população”, disse no relatório.

Rendas superiores - De forma semelhante, acrescenta o Tesouro Nacional, “o Benefício de Prestação Continuada, que apesar de concentrar seus recursos no segmento dos 20% mais pobres da população, também é transferido para pessoas nas camadas de rendas superiores”. “Esses exemplos ilustram como se pode aumentar a eficácia e efetividade do gasto social por meio da melhor focalização, sem precisar elevar o montante das despesas públicas”, acrescentou.

Estudos - O Tesouro argumentou que “vários estudos de comparativos internacionais revelam que o Brasil já aloca montantes superiores que seus pares emergentes para despesas sociais e possui perfil semelhante a países desenvolvidos”. (Agência Brasil)

PNAD COVID: Nível de ocupação no Paraná é um dos maiores do País

pnad covid 31 07 2020O Paraná apresentou em junho nível de ocupação de 55,4% dos moradores, o terceiro maior do País, atrás apenas de Santa Catarina (56,7%) e do Mato Grosso (55.9%). No Brasil, o nível de ocupação, que representa o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão efetivamente ocupados, está em 49%.

Dados - Os dados foram apresentados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid-19), feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pandemia - A PNAD Covid-19 mostra que 461.156 pessoas deixaram de procurar emprego no mês passado no Paraná devido à pandemia (isolamento social). Outros 648 mil moradores do Estado procuraram trabalho, o que mostra que a taxa de desocupação do Estado estava em 11,1%, um pouco acima dos 10% registrados em maio. Além disso, 574 mil estavam afastados do trabalho e 250 mil deixaram de receber remuneração em junho.

Trabalho remoto - Por causa da pandemia, 10,4% dos trabalhadores estavam atuando de forma remota no Estado (no Brasil eram 12,7%) e a taxa de informalidade das pessoas ocupadas estava em 27,3%, número abaixo da média nacional, que era de 34,8%. O Paraná, junto com os outros Estados do Sul, apresenta uma das menores informalidades entre as unidades da federação.

Retrato - “Temos em mãos um retrato do que está acontecendo no Estado do Paraná. Esses números vão nos ajudar na construção do plano de retomada da economia que está em andamento e que esperamos poder colocar em prática em breve”, disse o secretário estadual do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge.

Profissões - A pesquisa revela que as dez profissões mais afetadas pelo novo coronavírus respondem por 53% dos afastamentos ocorridos em virtude do distanciamento social. A mais afetada em termos absolutos foi a de empregados domésticos – 38 mil pessoas foram afastadas (93,9% da categoria profissional deixou de receber remuneração). No caso de cabeleireiro, manicure e afins, 19 mil pessoas foram afastadas do trabalho e 96,9% deixaram de ser remuneradas. Também foram afetados vendedores, pedreiros, professores de educação física, motoristas de aplicativos, auxiliares de escritório e outros profissionais.

Auxílio emergencial - Já o auxílio emergencial que vem sendo pago pelo Governo Federal contribuiu para o aumento da renda domiciliar média per capita em todos os decis, isto é, nos dez segmentos com a mesma quantidade de pessoas, das mais pobres às mais ricas. No Paraná, 35,7% dos domicílios receberam auxílio da União (no Brasil, 43% receberam em junho). Com isso, no primeiro decil, a renda domiciliar per capita sem auxílio emergencial era de R$ 92 e, com o benefício, subiu para R$ 379, com um incremento de R$ 287. No décimo decil, passou de R$ 6.235 para R$ 6.247.  

Tomada de decisões - “Estamos certos da nossa missão de oferecer dados que refletem a realidade e que ajudam na tomada de decisões, por isso o Ipardes analisou os números da PNAD Covid-19 do IBGE e apresenta os desdobramentos do que aconteceu no Estado com a pandemia”, afirmou o presidente do Ipardes, Carlos Gomes Pessoa.

Pesquisa - A pesquisa foi feita pelo IBGE por telefone, em todo o País. Ela traz a distribuição da estrutura etária da população e mostra o número de pessoas com mais de 60 anos de idade, consideradas como um dos grupos de risco da Covid-19. No Brasil, elas somam 14,3%, porcentagem que sobe para 16,6% no Sul do País. No Paraná, os idosos respondem por 15,4% da população. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

Confira tabela PNDA Covid no https://covid19.ibge.gov.br/pnad-covid/

 

LEGISLATIVO: Comissão Mista da Reforma Tributária retoma trabalhos nesta sexta-feira

legislativo I 31 07 2020O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), presidente da Comissão Mista da Reforma Tributária, anunciou para esta sexta-feira (31/07), às 14 horas, a retomada dos trabalhos do colegiado. A sessão será remota, como as que já vêm ocorrendo no Senado. Ele também informou que na próxima quarta-feira (05/08), às 10 horas, ocorrerá audiência pública com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Votação - O senador afirmou que o colegiado tentará votar uma proposta de reforma tributária na primeira quinzena de outubro, para então enviar o texto para a Câmara e, em seguida, para o Senado. O relator da comissão é o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

Unificação - Roberto Rocha lembrou que a comissão foi criada para tentar unificar as propostas sobre reforma tributária que tramitam na Câmara dos Deputados (a PEC 45/2019) e no Senado (a PEC 110/2019). O Executivo também começou a apresentar suas propostas sobre o tema — no último dia 21, Paulo Guedes levou ao Congresso a primeira parte das sugestões do governo federal.

Agenda de trabalho - O senador ressaltou que a comissão chegou a aprovar uma agenda de trabalho, que acabou sendo interrompida pela pandemia de covid-19. “Chegamos a fazer a primeira audiência pública. E quando iríamos realizar a segunda, com a presença do ministro Paulo Guedes e sua equipe, a pandemia paralisou tudo. Precisamos agora enfrentar matérias que possam destravar a economia e gerar empregos”, disse ele.

Regime de urgência - O senador Marcos Rogério (DEM-RO), que presidiu a sessão deliberativa virtual do Senado nesta quinta-feira (30/07), explicou que, por ato da Mesa do Senado, as proposições estão tramitando em regime de urgência, sendo analisadas diretamente no Plenário da Casa, sem passar pelas comissões. Entretanto, a comissão mista que analisa as propostas de reforma tributária, assim como a comissão mista de acompanhamento da covid-19, estão excepcionalmente autorizadas a se reunirem. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil chega a 2,6 milhões de casos e 91,2 mil mortes

O Brasil chegou a 2.610.102 casos acumulados de covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 57.837 pessoas infectadas. Na quarta-feira (29/07), o sistema trazia 2.552.265 casos desde o início da pandemia. Os dados são da atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite desta quinta-feira (30/07).

Óbitos - Também conforme o balanço do órgão, foram 91.263 vidas perdidas desde o início da pandemia. O painel recebeu 1.129 novos registros nas últimas 24 horas. Ainda há 3.591 óbitos em investigação. Ontem, o sistema marcava 90.134 falecimentos em função da doença.

Acompanhamento - Ainda de acordo com a atualização diária do Ministério da Saúde, há 694.744 pacientes em acompanhamento. Outras 1.824.095 pessoas já se recuperaram da covid-19.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3.5%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 43,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.242.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes são: São Paulo (22.710), Rio de Janeiro (13.348), Ceará (7.661), Pernambuco (6.526) e Pará (5.699). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (357), Tocantins (368), Roraima (501), Acre (521) e Amapá (561).

Casos - Já em termos de casos, São Paulo lidera (529.006), seguido por Ceará (171.468), Rio de Janeiro (163.642), Bahia (161.630) e Pará (153.350). Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Acre (19.573), Tocantins (24.278), Mato Grosso do Sul (24.287), Roraima (31.455) e Amapá (36.272).

Roraima - Mas segundo o boletim epidemiológico divulgado na quarta-feira pelo Ministério da Saúde, Roraima teve maior crescimento de mortes e casos na 30ª semana epidemiológica em relação à anterior (80% e 146%, respectivamente). O Amapá teve grande aumento de óbitos no mesmo período (53%), bem como o Tocantins (41%). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 31 07 2020

SAÚDE II: Sesa relata mais 2.540 infectados e 47 mortes por Covid-19

saude II 31 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), em informe divulgado nesta quinta-feira (30/07), relata mais 2.540 novas confirmações e 47 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula agora 72.695 diagnósticos positivos e 1.839 óbitos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.266 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, sendo 977 em leitos SUS (424 em UTI e 553 em enfermaria) e 289 em leitos da rede particular (110 em UTI e 179 em leitos enfermaria). Há outros 984 pacientes internados, 448 em leitos UTI e 536 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - Os 47 pacientes que faleceram e constam do atual informe estava, todos, internados. São 20 mulheres e 27 homens, com idades que variam de 36 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 21 de junho a 30 de julho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (13), Paranaguá (5), Colombo (3), Maringá (3), Campo Mourão (2), Foz do Iguaçu (2), Pinhais (2). Houve um óbito em cada um dos seguintes municípios de Altônia, Apucarana, Araucária, Bandeirantes, Cambará, Campo Largo, Cascavel, Colorado, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Imbaú, Irati, Janiópolis, Piraquara, São José dos Pinhais, Sarandi e Sertanópolis.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 793 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 25 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: Um caso confirmado no dia 15/07 em Manaus foi transferido para Curitiba. Um caso confirmado no dia 15/07 em Turvo foi transferido para Curitiba. Já no dia 28/07 houve a transferência de um caso confirmado em Curitiba para Apucarana. Um caso confirmado no dia 27/07 em Rosário do Ivaí foi transferido para Curitiba.

Mortes - Também houve transferências de óbitos: um confirmado no dia 17/07 em Arapongas foi transferido para Itambé; outro confirmado no dia 26/7 em Umuarama foi transferido para Arapongas. Um óbito confirmado no dia 23/07 em Curitiba foi transferido para Pinhais e outro confirmado no dia 24/07 em Curitiba foi transferido para Lapa. (Agência de Notícias do Paraná)

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ARTIGO: Lei Geral de Proteção de Dados: da garantia de direitos à qualificação de padrões empresariais

 

artigo 31 07 2020*Julio Cardozo

 

As novas condições mercadológicas impulsionadas pela transformação digital, que culminou na mutação de processos do off-line para o on-line e na necessidade de personalizar a experiência do consumidor cada vez mais adepto dos ambientes virtuais, trouxeram à tona o debate sobre o tratamento mais adequado de informações pessoais.

 

Nesse contexto, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) se tornou uma necessidade estratégica para o país pois, a partir da adoção de marcos regulatórios avançados como o europeu General Data Protection Regulation (GDPR) - ou Regulamento Geral de Proteção de Dados, em português, que serviu de base para criação da LGPD brasileira -, aquelas jurisdições que insistirem em não proteger os dados pessoais de seus titulares ficarão de fora da transformção digital que hoje presenciamos no mundo.

 

Nesse contexto, empresas de diferentes setores - especialmente as chamadas “B to C” - que elevarem seus padrões de tratamento de dados pessoais poderão ter ganhos consideráveis em reputação digital. Além de estarem em conformidade com a lei, o que é condição básica para qualquer operação, terão o reconhecimento de seus consumidores (na LGPD chamados de titulares de dados pessoais) em questões ligadas à segurança da informação, proteção de dados e confiabilidade.

 

Sancionada pelo Planalto em agosto de 2018, em compasso com o cenário internacional – já que diversos países da União Europeia, entre outros, já buscavam implantar legislações contemplando esta temática naquele período, a entrada da Lei Geral de Proteção de Dados em vigor, no Brasil, foi adiada devido a uma série de alterações legislativas e contextos sociopolíticos domésticos, e, após sucessivos adiamentos, continua uma certa dúvida a respeito do início da vigência da LGPD no país (possivelmente entrará em vigor em agosto deste ano, ainda que as sanções administrativas passem a ocorrer somente a partir de agosto de 2021).

 

As novas regras estabelecem procedimentos para o tratamento de dados pelas organizações. Regulamenta, portanto, qualquer processo que envolva a utilização de informações pessoais: a maneira como são coletadas, sua classificação, utilização, processamento, armazenamento, compartilhamento, transferência e eliminação, entre outras ações. Temas muito relevantes para os diversos setores econômicos são como vai atuar a nova autoridade nacional de proteção de dados (ANPD) e como a LGPD se relacionará com outras leis em vigor no Brasil, como a lei do cadastro positivo e o código do consumidor.

 

Adequar-se à nova LGPD não se trata de um processo trivial. São necessárias medidas técnicas (de TI), físicas (cuidado com documentos impressos, telas de computador desbloqueadas) e organizacionais (normativos, equipes de proteção de dados pessoais) que transformam a maneira de uma organização trabalhar com dados pessoais. É compreensível um certo atraso inicial, desde que não muito longo. Foi assim na Europa e tem sido assim nos EUA, que optou por várias peças normativas regulando a proteção de dados em várias indústrias, ao invés de uma lei única.

 

Do lado de fora do Planalto, empresários, profissionais de TI e aqueles que atuam em áreas diretamente influenciadas pela nova legislação buscam identificar meios para uma correta adequação de seus processos e de seu pessoal, bem como maneiras de comunicar essas mudanças a seus stakeholders, e principalmente fornecedores. É possível que, embasados nas experiências verificadas no exterior e depois de a lei ser tantas vezes adiada no Brasil, já tenham acesso a boas referências e tido tempo suficiente para adaptações – o que é considerado uma vantagem por alguns, enquanto outros ainda investigam caminhos para uma adequação sem que haja risco para seu modelo de negócio.

 

Revisar cada operação de tratamento de dados, a fim de verificar o que é preciso ser feito para estar em conformidade com a LGPD é algo essencial. Vale atentar, desde já, se o seu negócio já tem o controle das informações pessoais que coleta, ou seja, como as processa e o que é feito com elas desde seu primeiro registro até o momento em que são apagadas. A partir de agora, implementar políticas corporativas de proteção de dados e de avisos de privacidade é algo fundamental para empresas que atuam no Brasil ou no exterior.

 

Importante destacar neste contexto a mudança de cultura que as empresas terão que adotar quanto ao ciclo de vida dos dados. Treinamentos, controles, rastreamento e eventuais medidas referentes a condutas, deverão ser continuamente desenvolvidas. No Sicredi, por exemplo, já existem áreas e processos dedicados à melhoria do tratamento dos dados e atendimento à legislação. O processo de mudança ocorre por meio de treinamentos online, workshops, ações de endomarketing, melhorias nos controles de segurança e na formação de facilitadores nas áreas, chamados de Agentes de Riscos.

 

Todos estamos inseridos em um contexto completamente influenciado e familiarizado com as novas ferramentas digitais – principalmente as mídias sociais e as plataformas de e-commerce.

Assim, os dados pessoais tomam um lugar de extrema relevância na concepção e aprimoramento de mecanismos de promoção e manutenção de negócios. A LGPD, portanto, chega como um importante instrumento para elevar os padrões de segurança nas empresas, ao mesmo tempo que, acima de tudo, que preserva direitos fundamentais dos cidadãos no que se refere a eventuais violações de sua privacidade.

 

* Julio Cardozo é diretor executivo de riscos do Banco Cooperativo Sicredi

FOTO: Emma Denauí

 


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