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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4879 | 04 de Agosto de 2020

PROGRAMA DE INOVAÇÃO: Prazo das inscrições para o ciclo 2020/2021 encerra na sexta-feira (07/08)

destaque inovacao 04 08 2020Encerra na sexta-feira (07/08) o prazo para dirigentes e colaboradores das cooperativas do Paraná se inscreverem no Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense, ciclo 2020/2021. Cada cooperativa poderá indicar no mínimo duas no máximo 10 pessoas para participar da formação. A aula inaugural está prevista para ocorrer no dia 19 de agosto. Ao todo, serão 192 horas de capacitação. Uma landing page foi disponibilizada com todas as informações. É por meio dela que são efetivadas as inscrições e onde está disponível o termo de adesão. O endereço é: http://paranacooperativo.coop.br/programadeinovacao/.

Sescoop/PR - “As aulas do programa serão 100% custeadas pelo Sescoop/PR”, ressaltou o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski. Ainda de acordo com ele, os participantes serão formados de acordo com o perfil que apresentarem. “Eles estarão divididos em agentes de ideação e agentes de transformação e atuarão de forma convergente”, disse.

Virtual - Uma das novidades deste ano é que, devido à pandemia do coronavírus, as atividades deverão ser realizadas majoritariamente em formato virtual, com exceção dos laboratórios. Assim, as aulas da trilha comum e da trilha específica de cada turma serão online, em tempo real, por meio da plataforma Zoom. A trilha de mentoria deverá ocorrer no laboratório de inovação, presencialmente, em meados de 2021.

Ciclo 2020/2021 - O Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense é uma iniciativa do Sistema Ocepar desenvolvida em parceria com o Isae, com o propósito de de fomentar a cultura da inovação nas cooperativas paranaenses. Teve início em 2018, com a adesão de 70 cooperativas paranaenses, mais de 500 participantes e formou 14 turmas no ano passado. No dia 17 de julho, foi realizado o lançamento estadual de uma nova etapa, o ciclo 2020/2021, por videoconferência. “O sucesso obtido com a formação da primeira turma nos motivou a viabilizar o treinamento de mais lideranças e profissionais das cooperativas. Nós pretendíamos lançar esse novo ciclo em abril, mas a pandemia mudou os nossos planos. Estamos em isolamento há 120 dias e não sabemos quando iremos retornar. E, se estamos falando em dificuldade, adaptação e mudança, inovação é fundamental. Então, não tinha porque pararmos, fomos em busca de opções e decidimos realizar o treinamento de forma virtual. Mas não é continuidade do primeiro ciclo. Vamos capacitar novas turmas para que possamos ter mais gente preparada exatamente para que possamos dar continuidade ao processo”, afirma o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

 

SOMOSCOOP: Influenciadores Coop já podem ser indicados

somoscoop 04 08 2020As inscrições para o Prêmio SomosCoop Melhores do Ano seguem a todo vapor e uma nas novidades da edição deste ano é a categoria Influenciadores Coop. Os nomes devem ser indicados pelas unidades estaduais do Sistema OCB, a partir desta segunda-feira (03/08), conforme orientado no edital. Cada Organização Estadual pode indicar até três profissionais que consideram ser verdadeiramente influenciadores e que valorizam e disseminam o cooperativismo no Brasil.

Profissionais - Os indicados devem ser profissionais devem priorizar a atividade de influenciador, nos últimos dois anos, com a produção de conteúdo que divulga o cooperativismo. O período para as indicações termina às 18h do dia 10 de setembro. Vale destacar que a indicação deverá ser feita por meio de formulário a ser disponibilizado pela unidade nacional do Sistema OCB.

Comprovação - No documento a ser preenchido pela Unidade Estadual, será necessário comprovar que o conteúdo gerado mostra como o influenciador forneceu informações relevantes à sociedade em geral, com destaque para temáticas correlacionadas, direta ou indiretamente, ao cooperativismo. Devem ser enviados materiais como textos, artigos, e-books, vídeos, podcasts, posts nas redes sociais, live, webinar ou outros formatos que não estejam contemplados nesta relação.

Informações ou atividades - O conteúdo gerado pelo profissional indicado deve divulgar informações ou atividades que contribuam para aumentar a presença e visibilidade do cooperativismo no Brasil, direta ou indiretamente, abordando temáticas correlacionadas, como, comunicação, inovação, gestão e governança, mercado, colaboração, economia compartilhada, empreendedorismo coletivo, dentre outros.

Objetivo - A categoria Influenciadores Coop foi criada om o objetivo de identificar, valorizar e reconhecer formadores de opinião com projeção no cenário nacional, que contribuem com a produção de conteúdo e divulgação do cooperativismo.

Quem pode participar - Os influenciadores podem ser administradores, consultores, economistas, empreendedores, escritores, esportistas, executivos, jornalistas, políticos, palestrantes, entre outros, que desenvolvam conteúdos positivos sobre o cooperativismo, publicados ou replicados em mídias, sejam elas off-line ou on-line. A fim de garantir a imparcialidade desta categoria, não poderão ser indicados dirigentes e colaboradores das unidades nacional e estaduais do Sistema OCB.

Votação - A metodologia para premiar os Influenciadores Coop é distinta das categorias com cases inscritos. A nova categoria será viabilizada em três etapas: indicação, avaliação da comissão julgadora e votação aberta no site do prêmio.

Elegíveis - Os oito influenciadores que receberem maior pontuação pela comissão serão elegíveis ao voto popular. A Coordenação Geral vai entrar em contato os finalistas e, após autorização individual, seus nomes serão divulgados no site oficial do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano, juntamente com uma foto de perfil (fornecida pelo candidato), além de um breve currículo.

Período - O período para a votação do público, que escolherá os três melhores, será das 9h do dia 13 de outubro até as 18h do dia 6 de novembro, pelo site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano. Os oito candidatos serão convidados para a cerimônia de premiação, momento em que os três mais votados receberão o título de Influenciador Coop, sem distinção de primeiro, segundo ou terceiro lugar.

Edital - Clique aqui para acessar o edital. (OCB)

 

LEGISLATIVO: Projeto prevê transparência e medidas de governança para o Sistema S

O Senado vai analisar proposta que visa dar mais transparência e facilitar o acompanhamento do uso dos recursos do Sistema S. É o que propõe o projeto de lei (PL 3.904/2020), do senador Rogério Carvalho (PT-SE), que trata sobre aprimoramento da transparência e medidas de governança para os Serviços Sociais Autônomos (Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat, Sescoop).

Manual de Contabilidade - De acordo com o texto, os Serviços Sociais Autônomos vão ser obrigados a adotar o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP). O manual foi criado pelo governo federal para ajudar no processo de elaboração e execução do Orçamento, possibilitando a análise de demonstrações contábeis adequadas aos padrões internacionais, sob os enfoques orçamentário e patrimonial. Ao utilizar o MCASP, o Sistema S terá de adotar o Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP), a fim de uniformizar as práticas contábeis. 

Fiscalização - Para Rogério Carvalho, com a obrigação de as entidades adotarem o MCASP, garante-se a fiscalização da aplicação dos recursos arrecadados pelo Sistema S, facilitando a consolidação das contas das entidades.

Conjunto de entidades - O Sistema S designa um conjunto de entidades privadas vinculadas ao sistema sindical patronal responsável por aplicar recursos na formação profissional e na prestação de serviços sociais aos trabalhadores. As entidades são mantidas pelas contribuições, pagas compulsoriamente pelos empregadores, que incidem sobre a folha de salários com alíquotas variadas. Quem recolhe as contribuições é a Receita Federal, mas o dinheiro é repassado às entidades, não entrando nas estatísticas de arrecadação federal. Em 2019, o Sistema S arrecadou cerca de R$ 18 bilhões.

Conselho - O projeto estabelece também que a estrutura de governança dos Serviços Sociais Autônomos deve ser composta por um conselho deliberativo, um conselho fiscal e uma diretoria-executiva. O Poder Executivo Federal é quem vai definir as entidades representativas para compor os conselhos das organizações sociais.

Modelo - “A sugestão de diploma legal estabelece, ainda, um modelo de estrutura de governança para esses Serviços Sociais Autônomos, no qual seja garantida a paridade de representação. Considerando que são mantidas por recursos públicos, nada mais justo que seus conselhos representem de maneira mais igualitária os vários diversos setores da sociedade civil a elas relacionados”, ressalta o Rogério Carvalho na justificativa da proposta.

Internet - Em maio de 2019, um decreto presidencial (9.781) determinou que as empresas do Sistema S deveriam detalhar suas contas na internet, conforme as regras já aplicadas ao setor público, determinadas pela Lei de Acesso à Informação (LAI). As regras entraram em vigor em agosto.

Contribuições - Já durante a pandemia, em abril, o governo federal editou a Medida Provisória 932/2020, que cortou pela metade, durante os meses de abril, maio e junho as contribuições recolhidas pelas empresas para financiar o Sistema S. A medida integrava o pacote do governo federal para minimizar os impactos da pandemia do coronavírus na economia e virou a Lei 14.025, de 2020. (Agência Senado)

 

COOPAVEL: Cooperativa recebe prêmio mérito nacional da Corteva Agriscience

coopavel 04 08 2020Pelo segundo ano consecutivo, a Coopavel Cooperativa Agroindustrial está entre os vencedores de um dos mais importantes prêmios e reconhecimentos do agronegócio brasileiro, o Mundo de Respeito da Corteva Agriscience. O anúncio oficial, e a entrega da placa de mérito, acaba de ser feito por diretores da empresa em visita à cooperativa. Estiveram na cooperativa o diretor Sérgio Watanabe e o representante comercial da Pioneer André Luís Prediger que foram recebidos pelo presidente Dilvo Grolli, vice-presidente Jeomar Trivilin e gerente de Filiais Altair Garcia.

2018 - Em 2018, a Coopavel venceu na categoria Sementes e agora, cuja premiação é referente a 2019, a cooperativa com sede em Cascavel leva o mérito nas diversas atividades em que atua de forma sustentável. “É com grande orgulho que todos que integram a Coopavel recebem essa notícia. Há décadas, trabalhamos focados no respeito e na atenção aos temas ligados à preservação das matas e também da água”, afirma o presidente Dilvo Grolli.

Recomendações - Dilvo se refere às recomendações repassadas pela equipe técnica aos cooperados da rigorosa observação das regras da reserva legal e de há 15 anos o projeto Água Viva proteger e preservar minas d´água na região de abrangência da cooperativa. “Esse programa deu tão certo que a ideia que desenvolvemos aqui foi compartilhada com outros estados e até países. Mais de um bilhão de litros de água foram preservados anualmente, significando mais qualidade de vida e saúde às famílias dos agricultores”, conforme o presidente da Coopavel.

Meio ambiente - O bom desempenho do Água Viva foi determinante para a vitória alcançada pela Coopavel na categoria de Meio Ambiente do prêmio, diz André Prediger. “Os cuidados adotados e disseminados pela cooperativa na área ambiental são exemplo, devem ser compartilhados e reconhecidos”. A finalidade da premiação vai justamente nessa direção, de acordo com André, de divulgar e estimular empresas, cooperativas e profissionais do agronegócio a promover boas ações e práticas agrícolas sustentáveis.

Inscrições - O Prêmio Mundo de Respeito da Corteva recebeu inscrições de todo o Brasil. Para participar elas tiveram de responder a questionário que observa atitudes e iniciativas do parceiro - revendas, distribuidores e cooperativas. O regulamento pede também evidências informativas da importância e do alcance dessas respectivas ações. Todo material é então submetido à avaliação de uma banca julgadora formada por especialistas em várias áreas do conhecimento, principalmente ligados aos assuntos que orbitam o mundo do agronegócio.

O concurso - O prêmio foi criado há 29 anos nos Estados Unidos pela CropLife and Farm Chemicals International. Por 15 anos ele reconheceu boas práticas no mercado norte-americano. A internacionalização começou em 2004. No Brasil, o concurso Mundo de Respeito conta com organização da Corteva Agriscience. Há 15 anos, além de reconhecer grandes potenciais, o prêmio demonstra a responsabilidade de empresas com a segurança socioambiental. (Imprensa Coopavel)

 

ALEGRA: Bem-estar animal e produção de biogás reforçam cuidados de produtores com meio ambiente

As perspectivas são otimistas para os suinocultores. De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), no mês de junho, as exportações de carne suína no Brasil subiram 50,4%, se comparado ao mesmo período de 2019. Ao todo, foram exportadas 96,1 mil toneladas. Os números são reflexo de um mercado já consolidado, principalmente na região Sul do país, e que segue avançando com estratégias que trazem benefícios sociais e ambientais nas comunidades em que está inserido.

Sanidade - O cuidado com a sanidade dos animais e também com todo o processo de criação durante o ciclo de produção dos suínos se tornou um critério decisivo na relação entre produtores e indústria. Para Elsbeth Cornelia Verburg, suinocultora de Arapoti, no Paraná, esse é um dos desafios da profissão. “Minha meta, como produtora de suínos e leite, é proporcionar o máximo de bem-estar animal. Um desafio grande, mas não impossível. O bem-estar animal garante a qualidade do produto que chega ao consumidor final, que está ainda mais exigente quanto à origem e a forma como esses animais são criados”, explica.

Práticas de bem-estar - Elsbeth conta com uma produção de aproximadamente 480 suínos por ciclo e é fornecedora da Alegra, indústria de alimentos de origem suína de Castro, também no Paraná, que, em 2017, conquistou o reconhecimento internacional quanto às práticas de bem-estar animal no abate. A indústria se tornou a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno pela World Quality Service (WQS).

Meio ambiente - Além do cuidado com os animais, outro ponto que se tornou parte da rotina do setor é a atenção com o meio ambiente. Considerados um problema ambiental, agora os resíduos da suinocultura são combustível para a produção de biogás. A própria Alegra desenvolveu um projeto para destinar todo o resíduo sólido da produção, também chamado de lodo biológico, para a geração de biogás. Uma usina foi construída ao lado da fábrica, num terreno com 10 mil m². A construção contou com investimentos de R$ 13,8 milhões, formando um novo negócio, a Energik, integrante da intercooperação Unium, que reúne as cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal – da qual a Alegra também participa.

Biodigestor - Cerca de 20 toneladas de material serão destinadas todos os dias para o biodigestor da usina, que possui um tanque de 28 metros de diâmetro e 8 metros de altura. Só nesse processo haverá uma economia de R$ 1,5 milhão por ano, que eram gastos com a destinação dos resíduos.

Mais sustentável - E, assim, suinocultores vêm mostrando que é possível tornar toda a cadeia produtiva mais inteligente, sustentável e inspiradora.

Sobre a Alegra - A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Reconhecimento internacional - Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas reunidas pela Unium, inclusive a Alegra, são reconhecidas pela qualidade e excelência. A Unium também conta com três marcas de lácteos: Naturalle - de produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium conta com a marca Herança Holandesa - farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, o que a qualifica com elevados padrões de exigência. (Imprensa Alegra)

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FRÍSIA: Cooperativa e Alltech firmam parceria para doação de 1.588 caixas de leite

frisia 04 08 2020Para dar continuidade ao trabalho de atendimento a famílias em vulnerabilidade social, a Frísia Cooperativa Agroindustrial e a empresa de produtos para pecuária leiteira Alltech do Brasil realizam uma parceria para a doação de 1.588 caixas de leite longa vida (um litro cada). A ação atendeu 12 entidades sociais e públicas de seis municípios dos Campos Gerais do Paraná: Ponta Grossa, Carambeí, Tibagi, Teixeira Soares, Imbituva e Imbaú.

Importância - “A Frísia sabe a importância das doações para as pessoas que necessitam, e acredita que elas estarão mais preparadas para enfrentar o desafio com esse apoio. Ao longo da nossa história, sempre priorizamos as comunidades que estamos inseridos, o que resulta em uma relação positiva. A pandemia irá passar e temos certeza que seremos mais fortes unidos”, afirma o responsável pelas Relações Sociais e Cooperativismo da Frísia, Luciano Tonon.

Planeta melhor - O gerente de vendas para ruminantes Thomer Durman disse que um dos grandes pilares e propósitos da Alltech é entregar ao futuro um planeta melhor e, para isso, cada ação é, no mínimo, essencial. “O momento é de pandemia mundial, e muitas instituições sociais tiveram redução significativa na obtenção de alimentos, então cada ajuda, com certeza, faz toda a diferença. Compartilhar a visão de um planeta de abundância com as cooperativas locais mostrou sua importância”.

Parceria - “Hoje, a Alltech é um forte parceiro comercial das Lojas Agropecuárias da cooperativa Frísia, ficamos muito felizes com a parceira nesta ação, pois, além de sempre trazer produtos com qualidade para o bem-estar animal, a Alltech foi ao encontro dos valores da Frísia em ajudar a promover essa ação”, reforça o coordenador das Lojas Agropecuárias da Frísia, Josenei Kichileski.

Ações - Essas doações fazem parte de sucessivas ações que a Frísia realiza desde o início da pandemia da Covid-19 no Brasil, o que inclui a entrega de equipamentos de proteção individual (EPI) a profissionais de saúde, máscaras respiradoras, máscaras de tecido confeccionadas por voluntárias da cooperativa, cestas básicas, álcool em gel, entre outros produtos fundamentais para atendimento das pessoas.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

CAPAL: Webinar vai discutir a intercooperação e a transformação digital das cooperativas

capal 04 08 2020O agronegócio brasileiro está na vanguarda do uso da tecnologia e de soluções inovadoras para melhoria da produtividade e da qualidade do trabalho no campo. As cooperativas agroindustriais lideram esse processo de transformação digital, atuando de forma conjunta em soluções que fazem diferença no mercado e na vida do cooperado.

Encontros virtuais - Por isso, o Martinelli Advogados dá sequência ao seu ciclo de encontros virtuais com executivos de grandes cooperativas discutindo essas inovações e como elas já estão auxiliando o agronegócio brasileiro a liderar a retomada da economia no pós-pandemia.

Webinar - O webinar “A intercooperação e a transformação digital das cooperativas” será na próxima quinta-feira (06/08), às 17h, com a participação de Adílson Roberto Fuga (presidente executivo da Capal Cooperativa Agroindustrial), Mario Dykstra (superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial) e Seung Hyun Lee (presidente executivo da Castrolanda Cooperativa Agroindustrial), com mediação do sócio Ricardo Costa Bruno.

Gratuito - O evento é gratuito. Clique aqui para realizar a inscrição. (Martinelli Advogados)

 

 

COCARI: Conexão Jovemcoop será exibida nesta terça-feira, com palestra de Rodrigo Pimentel

cocari 04 08 2020A Cocari prepara, a cada ano, encontros culturais de integração de jovens cooperados e filhos de cooperados. Este ano, o público jovem tem um grande encontro digital: o Conexão Jovemcoop, que será transmitido nesta terça-feira (04/08) às 18h30, pelos perfis @cocaricoop no Facebook e canal da Cocari no Youtube. A comunidade externa também está convidada a participar.

Atrações - Na programação, há a palestra de Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (BOPE) e roteirista do filme Tropa de Elite. Além disso, o público poderá assistir ao show do comediante Juca Bala e concorrer ao sorteio de três caixas de som JBL, entre outros prêmios.

Palestra “Construindo Tropas de Elite” - Rodrigo Pimentel utiliza sua experiência nas operações especiais para falar sobre compromisso, foco, trabalho em equipe, superação de limites, autorrealização, entre outros temas, como forma de alcançar desenvolvimento pessoal.

Show de humor - Trazendo leveza e diversão, o comediante Anderson Jorge Magatão, se apresentará com o personagem Juca Bala, que interpreta há mais de dez anos. Magatão trabalha no rádio e também viaja por várias cidades levando a figura do caipira do interior, contando histórias, causos e piadas, além de muita música.

Acompanhe nas redes sociais - A exibição do Conexão Jovemcoop será realizada às 18h30, no canal do Youtube e na página do Facebook, nos perfis @cocaricoop. Também haverá sorteio de prêmios pelo Instagram. Aproveite! (Imprensa Cocari)

 

COAMO I: Revista Coamo destaca a estrutura veterinária da cooperativa

Já está circulando a mais nova edição da Revista Coamo. A reportagem principal aborda a estrutura veterinária da cooperativa e os avanços que área vem tendo com o objetivo de, cada vez mais, integrar a agricultura com a pecuária. A edição traz a segunda série sobre o cooperativismo, com histórias inspiradoras de famílias que ao longo dos anos conseguiram evoluir e tiveram suas vidas transformadas.

Versão completa - Acesse a versão completa da Revista Coamo: http://www.coamo.com.br/revistacoamo/jul20/. (Imprensa Coamo)

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COAMO II: Novo pote de 1kg para a Margarina Família

coamo II 04 08 2020Sucesso de vendas no Brasil, a tradicional Margarina Coamo Família de 500 gramas, chega neste mês às gôndolas dos supermercados em potes de 1kg. É a mesma margarina com a mesma qualidade e sabor conhecido por milhares de consumidores. A novidade é destinada a pequenos confeiteiros, padarias, lanchonetes, buffets, cash & carry, ou o consumidor final que queira economia. São as mesmas características que conquistaram as mesas brasileiras com uma relação custo x benefício ainda melhor.

Características - Segundo o gerente Comercial dos Alimentos Coamo, Wagner Schneider, a Margarina Coamo Família tem sabor e aroma amanteigados, cor amarela perolada, permite espalhamento ideal no pão, derrete na boca e tem ótima textura e maciez. “É um produto que sempre fez sucesso nas mesas dos brasileiros e, também, na cozinha de diversos profissionais. Por essa razão, surgiu essa demanda de ampliarmos nosso portfólio.”

Cooperativa - Sem contar, que se trata de um produto de cooperativa, produzido nos campos de mais de 30 mil associados no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “Produzimos alimentos com origem e qualidade, pois os cooperados da Coamo produzem com a melhor matéria-prima e contam com assistência técnica durante o desenvolvimento das lavouras. É um alimento rastreado, onde se sabe de onde vem e que foram adotadas as melhores práticas agrícolas e, depois, de fabricação”, afirma o diretor Comercial da Coamo, Rogério Trannin de Mello. (Imprensa Coamo)

 

SICREDI I: Evento digital debate impacto da pandemia no campo e soluções trazidas por startups

sicredi 04 08 2020A divisão agrícola da Bayer, em parceria com Sicredi, Orbia e AgTech Garage, vai realizar uma live para marcar o encerramento do “Desafio Covid-19: soluções digitais para o agronegócio”. O objetivo é debater o programa desenvolvido pelas empresas que reuniu startups interessadas em oferecer, de maneira gratuita, soluções digitais para empoderar o produtor rural e contribuir para a produção de alimentos durante a pandemia.

Detalhamento - O evento vai detalhar desde a idealização da iniciativa até os resultados gerados para os agricultores e empresas parceiras. Os participantes vão também apresentar os aprendizados que as startups tiveram ao fazer parte do projeto e as expectativas sobre como deverá evoluir a colaboração de diferentes setores no ecossistema de inovação.

Painéis - O bate-papo on-line será realizado no dia 6 de agosto, das 09h30 às 12h, e vai contar com dois painéis. A abertura será feita pelo CEO do AgTech Garage, José Tomé. No primeiro painel, que irá debater os ensinamentos obtidos com o “Desafio Covid-19”, estarão presentes o diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical da Bayer Brasil, Dirceu Ferreira Junior; Anderson Soares Pivotto, hunter de inovação do Sicredi; Alberto Pessina, CEO da Agromove; e Alex Becker, CEO da Agrare Gestor Rural. Já o segundo momento, que será sobre as tendências dos marketplaces e as oportunidades para as startups, contará com a participação do CEO da joint-venture Orbia, Ivan Moreno.

O Desafio Covid-19 - O programa teve como finalidade promover a difusão e a adoção de ferramentas, soluções confiáveis e de alto impacto que possam contribuir para a manutenção da produção, permitindo que os agricultores possam continuar garantindo o abastecimento e o acesso da população aos alimentos neste momento de enfrentamento do novo coronavírus. Em meio a este cenário, o agronegócio continua a desempenhar um papel central.

Importância - “Este projeto foi de grande importância, pois a evolução do novo coronavírus no Brasil é uma preocupação também para o mercado agrícola. Consideramos que a iniciativa foi muito bem sucedida não só devido à adesão registrada e pelos resultados, mas também por mostrar como é possível impactar toda a cadeia agrícola a partir da inovação aberta e colaborativa”, explica o responsável pela iniciativa e diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical da Bayer Brasil, Dirceu Ferreira Junior.

Selecionadas - Das mais de 90 startups que se inscreveram na iniciativa, 20 foram selecionadas. Os projetos escolhidos, desenvolvidos por elas, ficarão disponíveis na plataforma digital Orbia, especializada em fazer a conexão entre agricultores e uma rede de fornecedores, a fim de facilitar seus processos, proporcionar negócios e gerar valor.

Conexão - “Por meio de projetos como esse, conseguimos proporcionar a conexão entre startups e produtores rurais, o que contribui com a evolução do agronegócio brasileiro como um todo. Com o programa, abrimos as pontes de relacionamento entre as agtechs (startups com foco em agronegócio) e trabalhadores do campo, que cada vez mais demandam por tecnologia e evoluções em suas áreas. É uma maneira de contribuirmos com a sociedade indo além da oferta de soluções financeiras”, afirma Anderson Soares Pivotto, especialista em inovação do Sicredi.

Acessos - Ao todo, a seção do “Desafio Covid-19” na Orbia teve mais de 9 mil acessos, entre abril e julho, além de cerca de 300 resgates de produtos e serviços oferecidos por quase 200 agricultores diferentes. Produtores de todo o país se cadastraram na plataforma. No entanto, os resgates se concentraram nos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina, Tocantins, Maranhão, Rondônia, Pará e Espírito Santo.

Realidade - "A inovação aberta, através das startups, já é realidade no agronegócio brasileiro, principalmente pelo potencial inovador e agilidade que essas empresas nascentes de tecnologia proporcionam para o mercado", conclui José Tomé, CEO do AgTech Garage.

Agenda

Conclusão do Desafio Covid-19: Soluções digitais para o agronegócio

Horário: das 09h30 às 12h

O evento será on-line. Para se inscrever e acompanhar o debate, clique aqui.

Para saber mais sobre a iniciativa, acesse: http://www.agtechgarage.com/desafio-covid19/

Sobre o AgTech Garage - O AgTech Garage é um dos principais hubs de inovação do Agronegócio a nível mundial. Em parceria com empresas líderes nos seus segmentos, é protagonista de uma nova dinâmica da inovação no Agro: aberta, em rede, colaborativa e ágil. As iniciativas do AgTech Garage promovem a conexão entre grandes empresas, startups, produtores, investidores, academia, entre outros atores do ecossistema de inovação e empreendedorismo do Agro, para desenvolver soluções tecnológicas que aumentem a sustentabilidade e competitividade do agronegócio brasileiro. Para conhecer mais, acesse: https://www.agtechgarage.com/

Sobre a Bayer - A Bayer é uma empresa global focada em Ciências da Vida nas áreas de saúde e nutrição. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar pessoas apoiando-as para superar os maiores desafios apresentados pelo crescimento e envelhecimento populacional. Além disso, a companhia visa criar valor por meio da inovação e crescimento. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e a marca Bayer representa confiança, credibilidade e qualidade ao redor do mundo. No ano fiscal de 2019, com cerca de 104 mil colaboradores, obteve vendas de € 43.5 bilhões. Os investimentos totalizaram € 2,9 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 5,3 bilhões. Para mais informações, acesse www.bayer.com.br.

Sobre a Orbia - A Orbia é a plataforma de tudo e para todos do agronegócio. Queremos que os produtores, vendedores e distribuidores encontrem aqui as oportunidades para prosperarem ainda mais. Por isso, oferecemos um modelo de negócios inovador, inclusivo e disruptivo que acompanha toda a jornada da produção e conecta o agricultor a uma rede para facilitar seus processos: a compra de insumos via marketplace, a troca de pontos e resgate de benefícios e, por fim, a venda de produção e acesso ao crédito. Tudo de maneira fácil, transparente e segura. Para mais informações, acesse www.orbia.ag.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Instituição cooperativa registra crescimento de 60% em seguros agrícolas

Uma empresa com produção a céu aberto. Produtores rurais de todo o Brasil podem sofrer com o grande número de imprevistos inerentes ao trabalho no campo, uma vez que tem a “linha de produção” exposta a intempéries como excesso ou falta de chuva, entre outros riscos. Desta forma, cada vez mais produtores rurais têm se dedicado ao planejamento e gestão destes riscos da lavoura. Nos primeiros cinco meses de 2020, o Sicredi registrou crescimento de 60% em área segurada e de 77% em importância segurada no segmento agrícola, nos estados do Paraná e São Paulo, em comparação com mesmo período de 2019. Dados do Sicredi mostram ainda que, em todo o Brasil, o seguro agrícola disponibilizado pelas cooperativas filiadas à instituição financeira cooperativa evitou mais de R$100 milhões em prejuízos aos associados, nos últimos 12 meses.

Proteção - Produtor rural de Tibagi, no interior do Paraná, Rafael Ribas Alberti, planta soja, feijão e trigo e conta com a proteção do seguro agrícola desde a primeira lavoura, formada em 2012. “A gente investe no adubo e na semente de qualidade, mas a questão da chuva, do frio e da seca a gente não consegue controlar”, afirma o agricultor.

Tranquilidade - “Os seguros rurais permitem que os produtores possam investir com mais tranquilidade em sua atividade, mantendo-se competitivos no agronegócio, mesmo sob condições de perda patrimonial ou eventual frustração de safra. O seguro agrícola traz estabilidade financeira para o negócio, garantindo que os recursos investidos na implementação da lavoura sejam ressarcidos em eventual perda decorrente de eventos climáticos garantidos na apólice”, explica o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Devanir Brisola.

Indenizações - De acordo com o gerente, nos últimos 12 meses, o Sicredi já indenizou em mais de R$ 100 milhões aos associados do segmento agrícola de todo o país, principalmente em virtude de eventos de seca. Deste total, cerca de R$ 14,2 milhões foram destinados a produtores associados dos estados do Paraná e São Paulo. “Um número maior de produtores está descobrindo que o seguro protege não apenas seu patrimônio, mas toda a cadeia produtiva que depende do negócio segurado. Portanto o seguro precisa estar inserido em seu planejamento no momento de orçar os custos de implementação de sua lavoura”, explica.

Fundamental - Para o produtor rural do Paraná, o seguro agrícola foi fundamental na safra de feijão plantada no início do ano. “A lavoura começou bonita, mas com a seca a produção caiu muito. O perito foi até a plantação, avaliou, passou para agência e a seguradora automaticamente me indenizou”, conta o agricultor, que conseguiu pagar o custo da lavoura e segue recomendando a modalidade. “Se eu não tivesse o seguro, o prejuízo seria muito grande, por isso sempre indico para todos os meus amigos que também vivem da agricultura”, diz.

Primeira vez - O associado Paulo Pacheco, que é dono de uma granja na cidade da Lapa (PR), também sentiu na pele o medo de perder seu patrimônio, após seus galpões serem atingidos pela chuva de granizo severa que caiu sobre a região, em setembro de 2019. Em poucos dias, ele foi indenizado pelo seguro do Sicredi e a vida voltou ao normal. “Fazia 15 anos que eu tinha o seguro e foi a primeira vez que precisei. Imagina o prejuízo se não tivesse renovado”, comenta.

Parceria - No segmento agrícola, o Sicredi conta com a parceira de quatro das maiores empresas seguradoras do mercado: Mapfre, FairFax, Tokio Marine e Sancor. “Buscamos atender às necessidades de nossos associados por meio de soluções que fazem parte da gestão de risco do produtor e fazem sentido para seu negócio”, finaliza Brisola.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIPRIME: Um milhão em investimentos

Tradicional entre os brasileiros, a poupança integrou o rol de produtos de investimento da Uniprime em julho de 2020 e, perto de completar 30 dias desde seu lançamento, já alcançou a marca de um milhão em depósitos.

Sem interveniência - A Uniprime é a primeira cooperativa de crédito no Brasil a oferecer essa opção de investimento, sem a interveniência de um banco. A poupança oferece isenção de Imposto de Renda no resgate para Pessoa Física (PF) e permite ao cooperado retirar o dinheiro em 30 dias com rendimento. É uma modalidade simples e sem burocracia, que garante liquidez diária e ideal para quem possui um perfil mais conservador, pois é protegido pelo FGCoop.

Mais informações - Para saber mais e aplicar seu dinheiro na Poupança, fale com um gerente da Uniprime. (Imprensa Uniprime)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem recorde histórico em julho, com US 8,1 bilhões de superávit

comercio exterior 04 08 2020A balança comercial brasileira registrou um superávit mensal recorde no mês de julho, com saldo positivo de US$ 8,1 bilhões, considerando toda a série histórica iniciada em 1989. O recorde anterior era de maio de 2017, com US$ 7,7 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (03/08), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. O superávit resultou de exportações no valor de US$ 19,6 bilhões e importações de US$ 11,5 bilhões, totalizando uma corrente de comércio de US$ 31,1 bilhões.

Preços - As exportações do mês apresentaram queda de 2,9% em relação a julho de 2019 – quando chegaram a US$ 20,2 bilhões –, refletindo a redução de 14,7% nos preços dos bens exportados, apesar de um crescimento de 13,4% no total de embarques, medidos pelo índice de quantum.

Importações - Já nas importações, houve redução de preços (-7%) e de quantidades (-27,7%), o que motivou uma queda de 35% em relação aos números de julho de 2019, quando as compras externas atingiram US$ 17,8 bilhões.

Saldo positivo - Com esses números, o saldo positivo de julho de 2020 representou uma alta de 237,1% em relação ao superávit de julho do ano passado, que foi de US$ 2,4 bilhões. “Temos uma balança comercial muito formatada de acordo com o que vem acontecendo no cenário externo, em termos do destino das nossas principais exportações e, no lado das importações, formatada por uma conjuntura doméstica, que está em franca recuperação, mas que ainda leva um tempo para se refletir nas importações”, comentou o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, em coletiva de imprensa.

Aumento - De acordo com os dados da Secex, houve aumento de quantidade em todas as categorias de produtos exportados, com redução dos preços, na comparação de julho de 2020 com o mesmo mês do ano passado. Os destaques em quantidades foram os crescimentos dos embarques da indústria extrativa mineral (+41,2%) e da agropecuária (+21,1%), mas os preços diminuíram, principalmente na indústria extrativa (-28,5%) e na indústria de transformação (-13%).

Quantum - Nas importações, houve redução no quantum, principalmente na indústria extrativa (-51,6%) e na de transformação (-20,9%), que responde pela maioria das importações brasileiras. Nos preços também houve redução, com diminuição de 19,5% na indústria extrativa, de 11% em agropecuária e de 7,4% nas indústrias de transformação.

Acumulado do ano - Já os números da balança de janeiro a julho de 2020 apresentam redução nas exportações (-6,4%), de US$ 129,6 bilhões para US$ 121,3 bilhões, e nas importações (-10,5%), de US$ 101,5 bilhões para US$ 90,9 bilhões, em relação a julho de 2019.

Crescimento - O saldo comercial, assim, subiu 8,2% neste ano, atingindo valor acumulado de US$ 30,4 bilhões sobre os US$ 28,1 bilhões dos primeiros sete meses do ano passado. “Quando se agregou julho, o saldo comercial, que era de redução, passou a ser de crescimento ao longo do ano”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Agro - A agropecuária mais uma vez se destacou nas quantidades exportadas, com alta de 20,5% em relação aos embarques de janeiro a julho do ano anterior. O secretário Lucas Ferraz observa que esses números refletem “a alta resiliência das exportações da agropecuária e do agronegócio em geral”.

Resiliência - Segundo ele, essa resiliência se deve à própria característica desses produtos, que são produtos alimentares e estão menos sujeitos a flutuações de renda. “Foram cadeias de suprimentos menos afetadas na crise provocada pela Covid-19, comparando-se às cadeias manufaturadas e de serviços, e foram ajudadas por um dólar em condições mais favoráveis, ajudando e impulsionando as nossas exportações”, explicou.

Dinâmicas externa e interna - Ferraz disse que o desempenho da balança comercial está refletindo a dinâmica de recuperação do setor externo, porque boa parte das exportações são impulsionadas pelo agronegócio e destinadas ao continente asiático. “É o continente que demanda nossas commodities agrícolas e que está se recuperando primeiro da crise da Covid-19, à frente dos Estados Unidos e da Europa”, afirmou.

Desempenho - Isso pode explicar, inclusive, o desempenho inferior das exportações industriais brasileiras, que estão muito sujeitas às flutuações externas, por serem produtos mais afetados pelas flutuações de renda. “Os principais destinos das nossas exportações industriais são os Estados Unidos, a Europa e sobretudo a Argentina, que ainda sofrem muito os abalos da crise da Covid-19”, ponderou.

Commodities extrativas - Ele destacou também a boa performance de embarque das commodities extrativas, sobretudo de petróleo e seus derivados, porque, apesar da queda de preços durante a crise, os embarques têm sido fortes, principalmente para a região asiática.

Queda generalizada - Do lado das importações, há “uma queda generalizada, tanto industriais quanto agrícolas e extrativas”. Isso tem muito a ver com a dinâmica interna da economia brasileira, que ainda se encontra em um processo de recuperação. “Ainda que os sinais estejam claros de uma recuperação, leva algum tempo até isso se refletir no resultado do comércio exterior”, destacou o secretário.

Estimativas - Ele acredita que, até o final do ano, o contexto pode melhorar para as exportações de manufaturados, a partir do momento em que se consolide a recuperação dos Estados Unidos e da Europa, “ainda envoltos em um ambiente de incertezas muito grande”. Pela tendência do segundo trimestre, principalmente pelo que já foi observado no continente europeu, o secretário entende que, “se essa recuperação se consolidar no segundo semestre, é possível que as nossas exportações industriais também apresentem uma melhor performance”.

Projeção - A Secex prevê, para o final deste ano, uma redução da ordem de 10,1% nas exportações e de 17% nas importações, na comparação com o ano passado. (Ministério da Economia)

Veja os dados completos da balança comercial

 

CÂMBIO: Dólar ultrapassa R$ 5,30 e fecha no maior valor em duas semanas

cambio 04 08 2020Num dia de ajustes no mercado internacional e de expectativas em relação a um novo corte da taxa Selic, o dólar voltou a ultrapassar a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior nível em duas semanas. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (03/08) vendido a R$ 5,314, com alta de R$ 0,096 (+1,83%).

Maior nível - A cotação está no maior nível desde 20 de julho, quando tinha encerrado em R$ 5,342. A divisa acumula alta de 32,43% em 2020.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), alternou altas e baixas, mas fechou o dia com pequeno recuo de 0,08%, aos 102.830 pontos.

Estados Unidos - A valorização nesta segunda-feira foi lastreada em dados melhores da indústria nos Estados Unidos, que amenizaram temores sobre desaceleração no ritmo de retomada da maior economia do mundo após uma série de números fracos divulgados nas últimas semanas. Caso se confirme a expectativa de que menos estímulos sejam necessários, o governo norte-americano injetará menos dólares no mercado, elevando a cotação da moeda.

Impasse - O impasse nas negociações entre democratas e republicanos em relação a um novo pacote de ajuda para a economia dos Estados Unidos também contribuiu para pressionar o dólar. Dados sugerem que a economia dos Estados Unidos está perdendo fôlego e segue ameaçada pela alta nos casos de coronavírus no país.

Classificação de risco - Além disso, em meio à deterioração das finanças públicas do país e à ausência de um plano crível de consolidação fiscal, a agência de classificação de risco Fitch reduziu na sexta-feira (31/07), após o fechamento dos mercados, a perspectiva para o rating dos Estados Unidos de estável para negativa.

Selic - No Brasil, o mercado aguarda a decisão de política monetária do Banco Central, na quarta-feira (05/08). A expectativa geral é de novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, para 2% ao ano, com sinalização de estabilidade à frente, como revelou o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central (BC).

Continuidade - Uma eventual continuidade da queda nos juros derrubaria ainda mais as taxas de retorno da renda fixa brasileira, deixando esse investimento menos atrativo em comparação a mercados de outros emergentes. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

IBGE: Indústria cresce 8,9% em junho, puxada por alta na produção de veículos

ibge destaque 04 08 2020A produção da indústria brasileira cresceu 8,9% em junho, na comparação com maio (8,2%), segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta terça-feira (04/08) pelo IBGE. Essa foi a segunda alta seguida, mas ainda insuficiente para reverter a perda de 26,6%, acumulada pelo setor nos meses de março e abril, após o início do isolamento social para controle da pandemia de Covid-19.

Perda concentrada - “Embora tenha crescido numa magnitude importante, acumulando expansão de 17,9% nos meses de maio e junho, a produção industrial ainda está longe de eliminar a perda concentrada nos meses de março e de abril. O saldo negativo desses quatro meses é bastante relevante (-13,5%)”, afirma o gerente da pesquisa, André Macedo.

Abaixo - A produção está abaixo do que operava em 2019. Na comparação com junho do ano passado, o setor recuou 9,0%. A indústria registrou recorde negativo no fechamento do segundo trimestre deste ano (-19,4%). No acumulado do primeiro semestre, caiu 10,9%, e no ano, recuou 5,6%, queda mais elevada desde dezembro de 2016 (-6,4%).

Avanço generalizado - Em junho, o avanço foi generalizado, em todas as grandes categorias econômicas e em 24 dos 26 ramos pesquisados. A alta de 8,9% foi a maior desde junho de 2018 (12,9%), quando o setor retomou a produção logo após a greve dos caminhoneiros. Mesmo com o desempenho positivo em junho deste ano, a indústria ainda está 27,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Veículos - Entre as atividades, André Macedo destaca a influência positiva, mais uma vez, de veículos automotores, reboques e carrocerias, que avançou 70,0% em junho, puxado, principalmente, por carros e caminhões. “Esse setor acumulou expansão de 495,2% em dois meses consecutivos de crescimento na produção, mas ainda assim está 53,7% abaixo do patamar de fevereiro”, observa o gerente da pesquisa.

Equipamentos de transporte - Outro destaque positivo, em magnitude, veio de outros equipamentos de transporte, que cresceu 141,9%. “Motocicletas estão dentro dessa atividade. Ela também vem tendo expansões significativas desde maio (57%). Esses avanços, contudo, estão longe de suplantar as perdas observadas em março e abril”, afirmou Macedo.

Indústrias alimentícias e derivados do petróleo têm queda de 1,8% - Por outro lado, as indústrias de alimentos e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis recuaram 1,8% em junho. “A indústria alimentícia tem uma dinâmica diferente do restante do setor industrial, devido às suas características relacionadas ao abastecimento. Ela vinha de resultados positivos, quando a indústria, de forma geral, estava em queda. Os crescimentos nos meses anteriores, combinados com uma queda no açúcar, resultou no recuo registrado em junho. Alimentos, porém, têm um saldo positivo, diferente da média da indústria”.

Coque - Já coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis caem após expansão de 16,3% em maio, quando a atividade interrompeu três meses de consecutivos de queda na produção, que acumularam perda de 20,1%. “O recuo da atividade em junho é natural, em função do avanço maior observado em maio”, disse André Macedo.

Grandes categorias também crescem pelo segundo mês seguido - Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis (82,2%) e bens de capital (13,1%) registraram taxas positivas mais acentuadas em junho do que em maio, indo para o segundo mês seguido de expansão na produção e acumulando nesse período avanços de 287,4% e 47,3%, respectivamente. Mesmo com resultados positivos, esses segmentos ainda estão bem abaixo do patamar de fevereiro (-40,1% e -27,1%).

Bens de consumo - Os setores produtores de bens de consumo semi e não-duráveis (6,4%) e de bens intermediários (4,9%) também tiveram taxas positivas em junho, com ambos avançando abaixo da média da indústria (8,9%), mas marcando o segundo mês consecutivo de crescimento na produção e acumulando nesse período ganhos de 17,7% e 10,7%. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Wikimedia

ibge 04 08 2020

 

SELIC: Copom inicia reunião para definir taxa básica de juros

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza nesta terça-feira (04/08) a primeira parte da reunião para definir a taxa básica de juros, a Selic. Nesta quarta-feira (05/08), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa ao final do dia.

Mediana - A mediana (que desconsidera os extremos nas estimativas) das projeções das instituições financeiras consultadas pelo BC prevê redução de 0,25 ponto percentual, para 2% ao ano, renovando o mínimo histórico. Depois dessa redução, a expectativa do mercado financeiro é que não haja novos cortes na Selic neste ano.

Encontros - O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro.

Definição - No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Taxa de juros - O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

Média - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.

Suficientes - Ao manter a Selic no mesmo patamar, o Copom considera que as alterações anteriores nos juros básicos foram suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Tendência - Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Meta - A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Instituições financeiras - As instituições financeiras consultadas pelo BC projetam inflação menor que o piso da meta, em 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 1,63% este ano. Para 2021, a estimativa é 3%, abaixo do centro da meta (3,75%).

Expectativa - Para o diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, a expectativa é de corte na Selic devido aos efeitos da pandemia de covid-19 na economia mundial, à inflação baixa, bem como ao fato de os bancos centrais das principais economias do mundo estarem reduzindo suas taxas básicas de juros. “Em nossa opinião, o Banco Central vai reduzir a Selic para 2% ao ano, redução de 0,25 ponto percentual”, diz.

Impactos da redução no crédito - De acordo com a Anefac, se a taxa for reduzida para 2% ao ano, haverá um efeito “muito pequeno” nos custos do crédito para os consumidores. “Este fato ocorre uma vez que existe um deslocamento muito grande entre a taxa Selic e as taxas de juros cobradas dos consumidores que, na média da pessoa física, atingem 93,35% ao ano, provocando uma variação de mais de 4.000% entre as duas pontas”, diz a associação.

Simulação - Com a redução da Selic para 2% ao ano, a simulação feita pela Anefac mostra que a taxa média de juros ao consumidor passa de 93,35% ao ano para 92,91% ao ano. Os juros anuais do comércio caem de 73,92% para 73,52%. A taxa do rotativo do cartão de crédito passa de 255,94% para 255,18% ao ano. Os juros para a compra de veículos caem de 18,16% para 17,88% ao ano. No caso do empréstimo pessoal concedido por bancos, o recuo é de 46,1% para 45,76% ao ano. E o empréstimo pessoal de financeiras terá taxa de 106,99% ao ano, contra 107,46% ao ano.

Compra - Se o consumidor for comprar uma geladeira, por exemplo, financiada em 12 meses, no valor de 1.500,00, a parcela ficará R$ 0,19 mais barata, em R$ 166,39. O valor total pago chegará a R$ 1.996,64, R$ 2,27 mais barato com a taxa menor.

Impacto - Considerando todas as reduções da taxa Selic feitas pelo Banco Central no período de agosto de 2016 a junho de 2020, houve impacto de 62,08 pontos percentuais na taxa média de juros cobrada dos consumidores, que passou de 155,43% para 93,35% ao ano. Nesse período a taxa Selic passou de 14,25% ao ano para 2,25% ao ano.

Investimentos - No caso dos investimentos, a redução da Selic para 2% ao ano fará com que os fundos de renda fixa continuem perdendo competitividade em relação à poupança, principalmente nas aplicações de baixo valor em que há cobrança de taxas de administração mais elevadas pelos fundos. “Assim sendo, a caderneta de poupança vai continuar uma excelente opção de investimento, principalmente sobre os fundos cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano”. A poupança não tem cobrança de taxa de administração, nem de Imposto de Renda. A remuneração é de 70% da Selic, mais Taxa Referencial (TR).

Rendimentos iguais - Para ter rendimentos iguais ao da poupança com um CDB (Certificado de Depósito Bancário), o investidor terá que obter taxa de juros de cerca de 90% da taxa dos Certificados de Depósito Interbancário (CDI). (Agência Brasil)

COMBUSTÍVEL: Postos já podem vender gasolina com novo padrão

combustivel 04 08 2020A gasolina para carros e motos já pode ser vendida desde esta segunda-feira (03/08) com o novo padrão estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a destilação, a octanagem e a massa específica do gasolina automotivo vendido no país.

Portaria - A mudança se deve à Resolução nº 807/2020, publicada em janeiro, que determina as novas especificações de valor mínimo de massa específica (ME), de 715,0 kg/m3, e valor mínimo de 77,0 ºC para a temperatura de destilação em 50% (T50) para a gasolina A e com a fixação de limites para a octanagem RON (Research Octane Number), que já existe nas especificações da gasolina de outros países.

Qualidade e eficiência energética - Segundo a especialista em regulação da ANP, Ednéa Caliman, o produto brasileiro passará a ter mais qualidade e maior eficiência energética.

Definição - “Essa definição é importante. Quanto maior a massa específica do combustível em termos de hidrocarbonetos, maior é a densidade energética do combustível, ou seja, para o mesmo volume de combustível injetado no motor haverá a geração de maior quantidade de energia no momento da queima do combustível. Com isso, esperamos que proporcione maior rendimento, gerando diminuição do consumo e aumento da autonomia dos veículos”, disse.

Prazos - A resolução da ANP que determinou a venda obrigatória a partir desta segunda-feira foi publicada em janeiro e deu o prazo até 3 de agosto para os produtores de combustíveis se adequarem às regras. “Assim, a partir de hoje, toda a gasolina produzida no país e importada deverá atender às novas especificações”, observou a ANP.

Adicional - No entanto, a agência também fixou o prazo adicional de 60 dias para as distribuidoras e de 90 dias para os revendedores se adequarem. Até lá, será permitido o escoamento de possíveis produtos comercializados até domingo (02/08) ainda sem atender integralmente às novas características.

Postos - No município do Rio, os postos ainda estão com estoques antigos de gasolina. A presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindcomb), Maria Aparecida Siuffo Pereira Schneider, estima que ainda levará tempo para os revendedores começarem a oferecer a nova gasolina, porque os distribuidores também estão com estoques do produto de especificação anterior.

Densidade anterior - “Hoje, por exemplo, já recebi produto nos meus postos exatamente com a densidade anterior. Está definido na própria resolução da ANP que ninguém será autuado, a não ser quem não tenha essa especificação a partir de 90 dias para os postos, porque as companhias têm 60 dias para escoarem os seus estoques e os postos têm 90”, informou, acrescentando, que acha difícil que as distribuidoras já tivessem quantidade do produto para oferecer aos revendedores.

Escoamento - Maria Aparecida afirmou que, conforme as distribuidoras forem escoando o produto com as especificações antigas, já passarão a comercializar alguma quantidade da nova gasolina. “O que vai acontecer é que vai ter uma densidade média durante o período que a ANP dá, para que tenha a nova especificação já nas bombas”, ressaltou.

Prazo adequado - Para Maria Aparecida, a ANP acertou quando determinou prazos para o mercado se adequar porque a logística do setor é complexa. “A resolução foi feliz nesse sentido. Se a ANP tivesse certeza de que isso poderia ser feito dessa maneira, ou seja, dia 3 de agosto começar a funcionar, ela mesma não teria dado 60 dias de prazo para a distribuição e 90 dias para a revenda. A ANP teve a responsabilidade de fazer uma resolução prevendo este tipo de alteração no tempo necessário, para que a cadeia toda pudesse vender a gasolina na nova especificação”, observou.

Mais cara - Ela não acredita que a nova gasolina chegará mais cara ao consumidor, ainda que possa haver uma compensação com a maior eficiência dos motores e consequente redução na quantidade de compra do produto.

Mercado livre - “Não tenho a menor expectativa com relação a isso. O mercado é livre e não sei o que vai acontecer. A cadeia vem de cima, passa pelas distribuidoras e chega nos postos que são os últimos e os de menor estoque. Em uma pandemia, todo mundo trabalha com estoque baixíssimo. A gente precisa do consumidor dentro do posto. Não vejo como uma coisa positiva para o posto, a possibilidade de aumento”, afirmou.

Demanda - De acordo com Maria Aparecida, no início da pandemia a demanda dos postos caiu para 30% do que costumavam ter e agora já subiu para 50%, o que não chega a ser suficiente para cobrir os custos. “Não supre as necessidades operacionais dos postos. Estamos passando uma fase muito difícil e por causa disso temos estoques baixos. Não tem como encher o posto e não vender”, disse.

Fraudes - Outro fator que identificado na nova gasolina, segundo ela, é a perspectiva de haver menos fraudes diante da qualidade melhor do produto. “Por ser melhor, pode inibir fraudes. Se por um lado o usuário pode consumir menos, por outro a redução de fraudes no mercado será muito boa para aquele que trabalha honestamente, não sonega e não vende produto ruim."

Estudos - A ANP informou que as novas especificações são resultado de estudos e pesquisas dos padrões de qualidade, considerando o acompanhamento das especificações e harmonizações internacionais. Houve ainda amplos debates com os agentes econômicos do mercado de combustíveis. (Agência Brasil)

FOTO: Site ANP

 

ADAPAR: Novos procedimentos qualificam a certificação fitossanitária no Paraná

adapar 04 08 2020Os novos procedimentos para certificação fitossanitária de origem e consolidada, previstos na Portaria nº 130 da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), estão ajudando a agilizar e padronizar o serviço de defesa vegetal. Publicada em julho, a Portaria tem o objetivo de regulamentar a utilização do Sistema de Defesa Sanitária Vegetal (SDSV) pelos responsáveis técnicos habilitados.

Emissão - Conforme a nova norma, o Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC) devem ser emitidos exclusivamente por meio do SDSV. Cabe ao responsável técnico realizar todos os procedimentos necessários no sistema, conforme as orientações da Adapar.

Bem recebido - Segundo o coordenador do Programa de Certificação, Rastreabilidade e Epidemiologia Vegetal da Adapar, Juliano Farinácio Galhardo, o SDSV já vem sendo utilizado com sucesso, e foi muito bem recebido por técnicos, produtores rurais e comerciantes, pois agilizou e trouxe maior confiabilidade aos procedimentos de certificação fitossanitária de origem e consolidada. “Agora, a nova Portaria busca regulamentar e padronizar procedimentos, para consolidar o sistema”, diz.

Mercados - O gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Y. Blood, explica que o CFO e CFOC são documentos que atestam a condição fitossanitária dos produtos vegetais. Quando utilizados em conformidade com a legislação, eles mitigam o risco de disseminação de pragas e fundamentam a emissão da PTV, possibilitando o acesso dos produtos paranaenses aos mais diferentes mercados. “Assim, ao aperfeiçoar os procedimentos de certificação, a nova Portaria é de grande importância para a manutenção desse acesso aos mercados”.

Sistema - O acesso ao sistema deve ser realizado mediante utilização de nome de usuário e senha pessoal, sendo o usuário o responsável pela veracidade e conformidade dos dados que inserir. Se constatar utilização indevida do SDSV, a Adapar pode bloquear o acesso do usuário, assim como adotar medidas cautelares, como impedimento da emissão de CFO, CFOC e da Permissão de Trânsito Vegetal - PTV. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: Brasil registra mais 561 mortes; total chega a 94.665

O balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (03/08) trouxe 561 novas mortes registradas nas últimas 24 horas em razão da covid-19. Com isso, o total de óbitos chega a 94.665. Ainda há 3.578 óbitos em investigação.

Novos casos - A atualização do ministério trouxe também 16.641 novos casos de covid-19 notificados pelas secretarias de saúde nas últimas 24 horas. Com este acréscimo, a soma de pessoas infectadas desde o início da pandemia atingiu 2.750.318.

Acompanhamento - Ainda de acordo com o boletim diária do Ministério da Saúde, há 743.334 pacientes em acompanhamento. Até o momento, 1.912.319 pessoas já se recuperaram da doença.

Taxa de letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 45. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.308,8.

Menor - Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes causadas pelo novo coronavírus são: São Paulo (23.365), Rio de Janeiro (13.604), Ceará (7.752), Pernambuco (6.669) e Pará (5.784). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são Mato Grosso do Sul (421), Tocantins (402), Roraima (513), Acre (539) e Amapá (576). (Agência Brasil)

saude I 04 08 2020

 

SAÚDE II: Paraná registra mais de duas mil mortes e quase 80 mil casos

saude II 04 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (03/08) 1.233 novas confirmações e 45 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 79.984 diagnósticos positivos e 2.028 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.251 pacientes com diagnóstico confirmado estavam internados nesta segunda-feira (03/08). 962 estão em leitos SUS (404 em UTI e 558 em leitos clínicos/enfermaria) e 289 em leitos da rede particular (110 em UTI e 179 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 924 pacientes internados, 482 em leitos UTI e 442 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A secretaria informa a morte de 45 pacientes. Todos estavam internados. São 12 mulheres e 33 homens, com idades que variam de 41 a 96 anos. As mortes ocorreram entre os dias 21 de julho a 03 de agosto. Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (16), Londrina (4), Arapongas (4), São José dos Pinhais (4), Almirante Tamandaré (2), Pinhais (2) e um caso confirmado em cada município a seguir: Apucarana, Araucária, Ariranha do Ivaí, Campo Largo, Capanema, Cascavel, Colombo, Fazenda Rio Grande, Francisco Beltrão, Mandirituba, Matinhos, Santo Antônio da Platina e Umuarama.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 881 casos de residentes de fora. 22 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município.Um caso confirmado no dia 25/07 em Mandaguari foi transferido para Curitiba; um caso confirmado no dia 02/07 em Curitiba foi transferido para Pinhais e um óbito confirmado no dia 01/08 em Piraquara foi transferido para Curitiba. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.  

 

SAÚDE III: Paraná já conta com R$ 200 milhões para compra de vacinas

saude III 04 08 2020O Governo do Estado terá reserva orçamentária de R$ 200 milhões para a compra de vacinas contra a Covid-19. Metade do valor virá do caixa da Secretaria da Saúde referente à emenda ao projeto de lei 248/2020, que dispõe sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2021. A outra parte é resultado de um repasse da Assembleia Legislativa do Paraná.

Formalização - A transferência dos recursos do Legislativo para o Executivo foi formalizada nesta segunda-feira (03/08), em cerimônia no Palácio Iguaçu, com o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano.

União - “Esse apoio por parte da Assembleia Legislativa reforça a união entre todos os Poderes do Estado. São mais recursos para o enfrentamento à pandemia de coronavírus, para a compra de vacinas tão logo elas existam e sejam certificadas pelos organismos internacionais. Estamos todos unidos para defender a saúde dos paranaenses”, destacou Ratinho Junior.

Parceria - O governador reforçou que o Paraná fechou uma importante parceria de cooperação técnica e científica com a China para iniciar a testagem e a produção de vacina contra vírus no Estado, por meio do Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná).

Confidencialidade - O termo de confidencialidade com a empresa estatal chinesa Sinopharm que possibilitará a realização da terceira fase de testes da vacina no Paraná, lembrou ele, já foi inclusive assinado. A expectativa é que o processo de testagem possa começar ainda no mês de agosto.

Acordo diplomático - Paralelamente, o Estado estrutura ainda um acordo diplomático com a Rússia também para fornecimento de vacina contra a Covid-19. Atualmente, cerca de 130 vacinas contra a Covid-19 estão sendo produzidas no mundo. Em estágio avançado estão os estudos realizados pela Universidade Oxford, da Inglaterra, e pelo Instituto Butantã, de São Paulo, que está testando no Brasil a vacina produzida pela Sinovac, que tem sede na China.

Solução segura - “Precisamos estar preparados para quando existir uma solução segura, ter as condições para ajudar a população. Por isso essa parceria com o Legislativo é tão importante. São R$ 200 milhões já reservados para serem usados exclusivamente para a vacina”, afirmou Ratinho Junior.

Economia - Presidente da Assembleia, Ademar Traiano também destacou a parceria com o Executivo em nome de uma solução eficiente para o controle da pandemia. Segundo ele, os R$ 100 milhões são resultado das medidas de economia implantadas pelo Legislativo e que possibilitaram a sobra de caixa.

Colaboração - O deputado lembrou, ainda, que a Assembleia colaborou com o Estado em outros momentos durante a crise sanitária. Citou como exemplo o repasse de R$ 37 milhões para o Fundo Estadual de Saúde para ampliação dos leitos de enfermaria e UTI destinados ao tratamento da doença.

Contribuição - “Estamos dando mais uma contribuição para a sociedade paranaense com essa disponibilidade de recursos. É um gesto do Poder Legislativo em nome de todos os deputados e deputadas”, disse Traiano. “Um apoio para que a vacina seja distribuída de forma gratuita para os paranaenses”, completou o primeiro secretário da Assembleia, deputado Luiz Cláudio Romanelli.

LDO - Já em relação ao orçamento para 2021, o Governo do Estado apresentou no mês passado emenda ao projeto de lei 248/2020, que disponibiliza R$ 100 milhões no caixa da Secretaria de Saúde para aquisição de vacinas contra o novo coronavírus.

Determinação - A iniciativa foi determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e apresentada para a Assembleia Legislativa para assegurar recursos para a compra futura do imunizante. “Ainda não sabemos o valor da vacina, mas R$ 200 milhões é um valor considerável que atenderia muito bem o Estado do Paraná. Além disso, o Tecpar pode ser parceiro na produção, o que ajudaria a baratear os custos”, explicou Ratinho Junior.

Lei de Diretrizes - O Governo do Estado encaminhou a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2021 em abril deste ano. A peça previa uma arrecadação total de R$ 47,7 bilhões, valor 3,1% maior do que o estimado para 2020, de R$ 46,2 bilhões – estimativa que não deve ser correspondida diante da queda de arrecadação, que já alcançou R$ 1,7 bilhão de acordo com a Secretaria da Fazenda. Agora, a previsão para o próximo ano é de uma queda de R$ 2,1 bilhões na receita tributária do Estado, passando de R$ 38,9 bilhões para R$ 36,8 bilhões.

Presenças - Participaram do ato os secretários Guto Silva (Casa Civil), Beto Preto (Saúde) e Renê Garcia (Fazenda); e os deputados estaduais Hussein Bakri, Gilson de Souza e Soldado Adriano José. Os demais parlamentares acompanharam a cerimônia por meio de videoconferência. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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