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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4881 | 06 de Agosto de 2020

DIREITO COOPERATIVO: Região Sul promove webinar para debater os impactos laborais das MPs 927, 932 e 936

direito cooperativo 06 08 2020Esclarecer as principais mudanças que as Medidas Provisórias (MPs) 927, 932 e 936 promovem nos contratos de trabalho e como elas podem impactar no cotidiano laboral das cooperativas. Esse é o objetivo do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que as organizações das cooperativas dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina realizam no dia 20 de agosto, das 16h às 18h. O evento será online e as inscrições podem ser feitas gratuitamente. Clique aqui para se inscrever e conferir a programação completa.

Palestra e painel - As MPs de que tratam o seminário foram editadas com o propósito de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A doutora e mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Leila Andressa Dissenha, vai discorrer sobre o tema. A programação contempla ainda a realização de um painel, com apresentações da Ocepar, Ocergs e Ocesc, mediado pelo advogado da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Graziel Pedrozo de Abreu. A programação será aberta pelos presidentes das três organizações do Sul.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cenário econômico-financeiro da Unimed Francisco Beltrão é apresentado a dirigentes da cooperativa

O Sistema Ocepar promoveu, na tarde desta quarta-feira (05/08), a 41ª reunião institucional deste ano, realizada por videoconferência, com dirigentes da Unimed Francisco Beltrão, cooperativa do ramo saúde sediada em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. A iniciativa tem o propósito de apresentar a situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, visando ao aprimoramento da gestão.

Participantes - Participaram a diretora-presidente da Unimed Francisco Beltrão, Wemilda Marta Fregonese Feltrin, o diretor Administrativo e Financeiro, Mauricio Alves, o diretor de Operações e Saúde, Marcio Pedro Martins, o contador Gilmar Capra, e o membro suplente do Conselho Fiscal, Antônio Vilmar Pereira Alves. O Sistema Ocepar foi representado pelo presidente José Roberto Ricken, pelos superintendentes Leonardo Boesche e Robson Mafioletti, do Sescoop/PR e da Ocepar, respectivamente, pela gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira, pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, pelo analista técnico Rodrigo Gandara Donini, e demais profissionais da entidade.

Abertura - “Nós realizamos essas reuniões desde 1991, quando começamos a desenvolver o Programa de Autogestão. Elas são importantes pois representam a oportunidade de estarmos em contato com as cooperativas uma vez por ano para tratar dos seus indicadores econômicos e financeiros. Esses encontros eram feitos por meio de visitas presenciais mas, devido à pandemia, adotamos o formato virtual e, talvez assim, possamos fazer mais reuniões. Estamos à disposição de vocês naquilo que precisarem e nós possamos contribuir”, afirmou Ricken, ao iniciar sua explanação.

Representação institucional - Ele discorreu sobre o trabalho de representação institucional realizado pelo Sistema Ocepar em defesa do cooperativismo paranaense. De acordo com o presidente da entidade, uma grande preocupação do momento é com os reflexos advindos do atual cenário imposto pelo novo coronavírus. “Toda sociedade será penalizada. As cooperativas, como atuam em várias áreas essenciais, como saúde, transporte, crédito e agropecuária, talvez não sintam tanto o impacto. Mas já estamos vendo as consequências no mercado. Por isso, temos que replanejar nossas atividades e vamos seguir em frente. Se tivermos foco e um bom planejamento, podemos aproveitar para transformar essa situação em oportunidades”, afirmou.

Tecnologia – Ricken destacou que recentemente foram realizadas reuniões virtuais com diversas instituições financeiras com objetivo de estreitar o relacionamento e mostrar o potencial do cooperativismo para elas. Também lembrou que a tecnologia tem proporcionado maior integração com autoridades e demais entidades parcerias do sistema. “Estamos com uma boa sintonia com o governo do Estado e já realizamos virtualmente quatro reuniões com o governador Ratinho Junior. Da mesma forma, temos nos reunido frequentemente com todas as federações que, juntamente conosco, integram o G7. Estamos tendo mais facilidade de nos encontrar e discutir questões importantes para o setor produtivo”, frisou. O presidente do Sistema Ocepar falou ainda sobre os propósitos e diretrizes estratégicas da entidade para o período de 2019 a 2023. “Nós queremos fazer o que é relevante e essencial. Focar nisso para que as cooperativas possam perceber a importância de ter um sistema que possa buscar o desenvolvimento do setor”, finalizou.

Programação - Na sequência, o analista técnico Rodrigo Gandara Donini apresentou o cenário econômico e financeiro da Unimed Francisco Beltrão. Ele iniciou mostrando os números do cooperativismo paranaense e do ramo saúde no Estado. Depois, os dirigentes da cooperativa puderam conferir a evolução de indicadores como valor agregado, matriz de risco, estrutura operacional, capitalização, margem Ebtida, patrimônio líquido, tesouraria, liquidez, entre outros. Domini também abordou outro ponto levantado pela coordenação de monitoramento especialmente nesse período, que são os impactos da pandemia nos negócios das cooperativas. Ao final, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, falou sobre as atividades finalísticas do Sescoop/PR, destacando o portfólio de programas e ações de capacitação profissional, promoção social, monitoramento e gestão disponíveis para as cooperativas paranaenses e em quais a Unimed Francisco Beltrão está inserida.

Avaliação positiva - A presidente da cooperativa avaliou positivamente a reunião. “Foi bem interessante a apresentação. Algumas coisas passam despercebidas no dia a dia, mas quando vemos os números no todo, notamos que estamos conseguindo seguir pelo caminho que traçamos. Ainda há muito o que fazer, mas estamos conseguindo conduzir nosso trabalho dentro do esperado, mesmo nesse ano totalmente atípico. Temos monitorado a situação e nossa expectativa é chegar ao final do ano com a cooperativa bem saudável. A Ocepar e o Sescoop/PR estão nos ajudando bastante. Só temos a agradecer”, afirmou Wemilda.

A cooperativa - A Unimed Francisco Beltrão faz parte do Sistema Unimed – complexo de cooperativas espalhadas por todo o país, responsável pela assistência médica e hospitalar de 11 milhões de brasileiros. A cooperativa possui 18.483 beneficiários, atendidos por meio de 159 médicos cooperados, nove hospitais, 97 clínicas e 37 laboratórios conveniados. A área de atuação da Unimed Francisco Beltrão alcança 27 municípios: Ampére, Barracão, Boa Esperança do Iguaçu, Bela Vista da Caroba, Bom Jesus do Sul, Capanema, Cruzeiro do Iguaçu, Dois Vizinhos, Enéas Marques, Flor da Serra, Francisco Beltrão, Manfrinópolis, Marmeleiro, Nova Esperança do Sudoeste, Nova Prata do Iguaçu, Pérola do Oeste, Pinhal do São Bento, Planalto, Pranchita, Realeza, Renascença, Salgado Filho, Salto do Lontra, Santa Izabel do Oeste, Santo Antonio do Sudoeste, São Jorge D’ Oeste e Verê.

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SISTEMA OCEPAR: Ricken participa de live da Sicredi Parque das Araucárias

Na noite desta quarta-feira (05/08), o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou de uma live promovida pela Sicredi Parque das Araucárias, com sede em Pato Branco, na região Sudoeste do Estado. Durante pouco mais de uma hora, o dirigente falou sobre a atuação do sistema e quanto as cooperativas representam para o desenvolvimento econômico e social do Paraná e do país. A live foi aberta pelo presidente da Sicredi, Clemente Renosto, que destacou o trabalho que vem sendo realizado pela atual diretoria do Sistema Ocepar, liderada por Ricken. “Hoje a Ocepar é um exemplo para os demais segmentos do cooperativismo no Brasil. Sou testemunha porque também integro a diretoria da entidade. E, com sua presença nesta live, poderemos ver o quanto o cooperativismo é fundamental para o desenvolvimento das comunidades. Neste momento em que vivenciamos a pandemia, estamos utilizando muito nossas redes sociais para estarmos mais próximos dos cooperados e do público de uma forma geral”, destacou.

Desempenho - No início do evento, Ricken fez questão de parabenizar a diretoria, colaboradores e cooperados da Sicredi Parque das Araucárias pelo profissionalismo da gestão e pelos resultados. “Temos que destacar o fato da cooperativa ter atingido a marca de R$ 1 bilhão de ativos, ter ultrapassado 50 mil cooperados e com um crescimento de 20% ao ano, algo extraordinário e que precisa ser dito”. O dirigente também falou sobre o setor cooperativista e a pandemia: “apesar deste momento inusitado em que vivemos, que nos causa receios, entendo que ninguém está imune às consequências sociais e econômicas que a pandemia causará. Mas, que mesmo diante de tantos desafios, nossas cooperativas não pararam, continuam produzindo e prestando serviços para as comunidades onde estão inseridas. Precisamos ter fé e continuar trabalhando de que logo vamos superar tudo isso”, destacou.

Saúde - O presidente do Sistema Ocepar ressaltou o importante trabalho realizado pelas cooperativas da área de saúde, em especial aquelas ligadas aos profissionais que estão na linha de frente, no atendimento da população e no combate à Covid-19. “São nosso verdadeiro heróis de também não parar num momento tão grave como este. Médicos, profissionais de enfermagem, funcionários de hospitais que estão diariamente atuando para que todos nós possamos nos cuidar em casa”, disse Ricken.

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COVID-19: Comitê divulga comunicado 91

covid 19 destaque 06 08 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar publicou, na manhã desta quinta-feira (06/08), o comunicado 91 com mais informações sobre as atividades realizadas nesse período de pandemia, como a reunião virtual organizada pelo Sistema OCB com representantes do ramo transporte, para discutir temas de interesse do segmento. Veja abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar realizou Reunião da Autogestão de forma virtual, no dia 5 de agosto, com a cooperativa Unimed Francisco Beltrão, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 5 de agosto, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da live promovida pelo Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP, com o tema: importância do planejamento no desenvolvimento das cooperativas no Paraná.

3. O Sistema Ocepar, no dia 5 de agosto, participou da reunião virtual organizada pelo Sistema OCB, em conjunto com representante do ramo transporte, para alinhar e definir os encaminhar sobre a Autorização Especial de Transporte - AET.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

SICREDI: Acordo de intercooperação é firmado com associação de cooperativas de crédito da Polônia

Já há alguns anos que as práticas desenvolvidas pelo Sicredi no Brasil têm sido referência para cooperativas de todo o mundo. A partir de agora, a primeira instituição financeira cooperativa do país, amplia ainda mais seus processos de cooperação internacional por meio de um convênio, assinado em 4 de agosto, em conjunto com a Associação Nacional de Cooperativas de Poupança e Crédito da Polônia (NACSCU, na sigla em inglês) e o Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês).

Troca de experiências - O objetivo da iniciativa é proporcionar a troca de experiências e conhecimentos entre o Sicredi e a associação cooperativista polonesa, tendo a chancela, o acompanhamento e o apoio do WOCCU para promoção dos trabalhos.

Intercooperação - “A intercooperação está entre as bases do modelo cooperativista, que prega o apoio mútuo, e muito nos orgulha poder levar para os cooperativistas da Polônia um pouco do que aprendemos aqui no Brasil, assim como poder trazer para a nossa atuação o que aprenderemos lá. Temos a certeza que essa parceria trará muitos benefícios para ambos os lados e é importante enfatizar que esse tipo de conexão só foi possível pela interlocução do WOCCU, que proporciona a aproximação entre as cooperativas de crédito de todas as partes do mundo”, afirma Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro recém-reeleito do WOCCU.

Reciprocidade - Rafal Matusiak, presidente da NACSCU e Board Chair do WOCCU, demonstra reciprocidade e motivação com a iniciativa. “Estamos muito felizes por iniciar esta parceria e poder compartilhar boas experiências com os colegas do Sicredi. Momentos assim mostram o quanto o WOCCU é uma importante plataforma de compartilhamento de conhecimento e novas práticas. Este é um passo muito importante para nós, que trará ótimos frutos”.

Parceria - O convênio que oficializa a parceria do Sicredi com a NACSCU e o WOCCU, prevê a troca de boas experiências envolvendo basicamente três eixos de trabalho: 1) Digital, para compartilhamento de avanços no uso de plataformas digitais por cooperativas de crédito; 2) Relacionamento, com atividades que exploram a relação da cooperativa com seus membros, especialmente os modelos para formação de coordenadores de núcleo e jovens lideranças, por meio de organização em comitês; 3) Vendas, abordando metodologias de comercialização e distribuição de produtos e serviços financeiros.

Fora do WOCCU - “A força do WOCCU está nas suas entidades participantes. E o Sicredi e a NACSCU são exemplos desta força e comprometimento com as comunidades onde atuam. Só tenho que agradecer pela liderança que exercem em seus países e por tudo que têm feito para desenvolver suas nações”, reconhece Brian Branch, CEO do WOCCU.

Visão global - O presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, João Tavares, evidencia a visão global na qual a iniciativa se apoia, ressaltando também o papel que a Fundação Sicredi exercerá durante os trabalhos. “Gostaria de parabenizar todos pela perspectiva global sobre o cooperativismo. Tenho certeza de que juntos podemos ser uma resposta sólida para os desafios que estamos enfrentando agora. Estamos muito felizes e animados por fazer parte dessa iniciativa. Tenho certeza de que o alinhamento de nossa visão e propósito será muito proveitoso. Compartilhando seremos maiores.”

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB: Sorteios especiais serão realizados para o Dia dos Pais

sicoob 06 08 2020Em comemoração ao Dia dos Pais, o Sicoob realizará uma grande ação promocional entre os dias 6 e 7 de agosto, com premiações especiais para que os filhos curtam cada vez mais os momentos em casa com os papais. Dentre os prêmios, estão um PlayStation 4 e cinco kits sala multimídia, que contam com TV e até uma assinatura de um ano da Netflix.

Palestra - Nesta quinta-feira (06/08), às 19h, os cooperados que acompanharem a palestra on-line e gratuita de Marcos Piangers, uma das maiores referências internacionais quando o assunto é paternidade, e preencherem o formulário de participação ao final do evento online, vão concorrer a um PlayStation 4 para se divertirem com os filhos. A palestra será realizada quinta-feira, às 19h, e o sorteio sai em 5 de setembro, de acordo com a extração da Loteria Federal.

Seguro de vida - Já quem contratar um seguro de vida, seja ele nas modalidades individual, mulher e simples, na sexta-feira (07/08), terá um número da sorte para concorrer a um kit multimídia, composto por uma TV Smart de 55 polegadas, um sistema home-theater, um kit pipoca e uma assinatura de um ano da Netflix. Neste caso, serão cinco sorteados, que também serão conhecidos em 5 de setembro. "Acreditamos que ao contratarem um seguro de vida, muito mais que um produto, nossos cooperados adquirem proteção, que caminha em paralelo com os conceitos cooperativistas, como união e colaboração", afirma Guilherme Ciarroche, diretor do Sicoob Seguradora.

Youtube - A palestra de Marcos Piangers será disponibilizada no próprio canal do Sicoob no YouTube e o formulário ficará disponível durante uma hora para que os cooperados preencham virtualmente. Já a adesão ao seguro poderá ser realizada nos pontos de atendimento das cooperativas do Sicoob ou por meio do App Sicoob.

O palestrante - Piagers é autor do best-seller "O Papai é Pop" e de "Papai é Pop 2", além do "O Poder do Eu Te Amo". Acumula mais de 350 mil publicações vendidas no Brasil, Portugal, Espanha, Inglaterra e EUA. Conta com mais de 3,5 milhões de fãs no Facebook e aproximadamente 400 milhões de visualizações em seus vídeos no YouTube.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

FOTO: Luís Kriew

 

INTEGRADA: A força do cooperativismo

Com um faturamento estimado em R$ 4 bilhões para este ano, a Integrada completa 25 anos como uma das maiores cooperativas do agronegócio brasileiro, segundo dados da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e ranking Maiores e Melhores da revista Exame. Sediada em Londrina (PR), a Integrada nasceu da necessidade de um grupo de agricultores do Paraná, que buscava apoio para os seus negócios, assistência técnica, entrega e comercialização de produção e compra de insumos.

Expansão - Em 2015, a Integrada expandiu seus horizontes acompanhando o crescimento do agronegócio brasileiro. Com a produção paranaense no limiar da máxima produtividade, o caminho natural é crescer em outras terras. Nesse caso, o estado de São Paulo, mais precisamente na região de fronteira com o Paraná.

São Paulo - Com as culturas de soja e milho em franca ascensão, Campos Novos Paulista (SP) e Ribeirão do Sul (SP) foram as duas primeiras unidades da cooperativa em São Paulo. Hoje são cinco unidades de recebimento naquele estado, com a mesma qualidade de produtos e serviços prestados aos produtores paranaenses. Para a diretoria da Integrada, a decisão de investir nessa região foi estratégica pois, naquela época – 2015 - já havia muitos cooperados que plantavam naquela região.

Evolução - Durante duas décadas e meia, frustrações de safras e recordes de produção fizeram parte da história da cooperativa que, a cada ano, se tornava maior. Quando iniciou as suas atividades, a Integrada contava com 1.000 agricultores. Hoje são mais de 10 mil cooperados que trabalham junto à cooperativa.

Investimentos contínuos - O crescimento ano a ano de novos associados exigiu investimentos contínuos na estrutura da Integrada que já começou com 20 unidades de recebimento. Atualmente, a cooperativa possui 64 unidades de recebimento, agrupadas em 15 regionais, estrategicamente distribuídas nos estados do Paraná e São Paulo, 40 pontos de vendas de insumos e 04 lojas especializadas em máquinas e equipamentos agrícolas.

Empenho - O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, que iniciou o seu trabalho na cooperativa, na fundação, como superintendente geral, lembra que o início não foi fácil. Mas com empenho e dedicação de cooperados e colaboradores, a Integrada prosperou. Nos últimos 5 anos, a taxa anual de crescimento, com base no faturamento, foi de 54%, um marco para a organização. “Para 2020, consolidaremos o nosso planejamento estratégico, cuja meta de faturamento é de R$ 4 bilhões. Contudo, não pararemos por aí, pois já iniciamos os estudos para o planejamento estratégico do próximo ciclo 2021-2025”, explica o diretor-presidente.

Propósito - Mesmo após duas décadas e meia de existência, Hashimoto completa que o propósito da cooperativa continua o mesmo, que é elevar cada vez mais os índices de produtividade e a renda dos associados, sem deixar de lado os aspectos sociais que envolvem cooperados, colaboradores e toda a comunidade. “Queremos continuar crescendo com solidez”, comemora.

Todos por um - O cooperado Américo Amano, da regional Londrina, está junto da Integrada desde a sua fundação. Nesses 25 anos, o agricultor conta que cooperados e cooperativa cresceram juntos. Um dos diferenciais da Integrada, conta o agricultor, é que ela começou consolidada.

Boa administração - “Tivemos dificuldades, mas a boa administração alavancou a Integrada”, completa Amano. Para o futuro, o associado espera que cooperativa e cooperados continuem crescendo juntos, um ajudando o outro, essência do sistema cooperativista.

Cooperativismo - O espírito do cooperativismo presente em cada associado é um dos fatores que consolida ainda mais a Integrada. Nesta pandemia, exemplifica o diretor-presidente Jorge Hashimoto, o agricultor mostrou a sua força, a importância do seu trabalho e a sua resiliência perante toda a sociedade, garantindo alimento na mesa das pessoas. “Alimento significa paz mundial. Num cenário de dificuldade, o cooperativismo cresce e mostra a sua importância”.

Bem-estar da comunidade - Além de alimentos, o bem-estar da comunidade é uma das preocupações de uma organização cooperativista. Desde o início da Covid-19, foram doados milhares de litros de álcool gel e milhares de máscaras para instituições de saúde de 34 municípios, nos estados do Paraná e São Paulo, onde a Integrada está presente.

Conhecimento compartilhado - Se antes o cooperativismo era uma necessidade, hoje ele é um modelo social e econômico cada vez mais crescente e eficiente. Com o apoio de importantes entidades de instituições de pesquisas, o sistema cooperativista agropecuário tem profissionalizado cada vez mais a atividade.

Produtividade - A Integrada tem trabalhado forte no aumento da produtividade de seus associados. O time de técnicos e agrônomos da cooperativa acompanham o desenvolvimento das lavouras, sempre indicando a melhor solução para os cooperados. Para garantir esse crescimento, a cooperativa conta com três unidades de beneficiamento de sementes e uma Unidade de Difusão Tecnológica (UDT), onde todos os anos, são testadas novas variedades, produtos e técnicas de manejo. “O foco no aumento da produtividade é um objetivo constante da Integrada”, frisa o diretor-presidente Jorge Hashimoto.

Agricultura de precisão - Por meio do departamento de agricultura de precisão, a Integrada apresenta aos cooperados a metodologia mais adequada para que o produtor retire o melhor resultado possível de sua lavoura.

Dados - Os dados falam por si só. No primeiro ano de existência da Integrada, a média de produtividade de soja dos associados era de 100 sacas por alqueire (sc/alq), milho (100 sc/alq) e trigo (80 sc/alq). Com a evolução do sistema agrícola e com o apoio da cooperativa, a média de produtividade hoje na soja é de 150 sc/alq em soja, 280 sc/alq de milho e 140 sc/alq de trigo.

Números expressivos - Em concursos de produtividade, os associados da cooperativa têm alcançado números expressivos. Um exemplo são os cooperados Darci, Egídio e Leoci Salvetti, ambos de Ubiratã (PR), que chegaram a produzir 249 sacas por alqueire (sc/alq) de soja, no programa de produtividade da Integrada, desenvolvido com parceiros.

Resultados - Todo esse apoio aos cooperados têm gerado resultados surpreendentes. Na safra 2019/20, a Integrada bateu o recorde de recebimento de soja desde a sua fundação. Ao todo, foram quase 22 milhões de sacas.

Modernização - Para dar conta do crescimento contínuo da produtividade dos associados, Hashimoto afirma que a Integrada tem investido na modernização e ampliação de suas estruturas de recebimento.

Área industrial - Agregar valor à produção dos cooperados foi uma das estratégias tomadas pela direção da cooperativa que tem trazido bons resultados para os associados da Integrada. Inaugurada em outubro de 2015, a Unidade Industrial de Milho (UIM), por exemplo, veio para contribuir na receita da cooperativa e dos cooperados na produção de derivados do milho.

Primeiro semestre - Só no primeiro semestre de 2020, a UIM obteve um crescimento de 134% no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Diversificação - A Unidade Industrial de Sucos (UIS), inaugurada em 2013, foi criada com o objetivo de diversificar a renda e a produção dos agricultores do Norte do Paraná. Localizada no município de Uraí (PR), a indústria gera receita e renda para os associados. A laranja colhida na região é processada na indústria da Integrada e exportada para mais de 30 países de vários continentes.

Rações - A terceira indústria da cooperativa é a de rações. Localizada em Londrina (PR), a Unidade Industrial de Rações (UIR) produz alimentos para cães e gatos e rações para animais de produção, como peixes, bovinos, aves, suínos, ovinos, equinos, entre outros.

Reconhecimento: um excelente lugar para trabalhar - A Integrada foi reconhecida recentemente pelo instituto Great Place to Work (GPTW) como um Excelente Lugar Para Trabalhar. A conquista dessa certificação foi resultado de uma pesquisa ocorrida entre junho e julho deste ano que mensurou o índice de satisfação dos colaboradores junto à cooperativa.

Avaliação - O Instituto GPTW, de atuação global, avalia anualmente o índice de satisfação dos profissionais com o ambiente de trabalho, o clima organizacional e as práticas de gestão de pessoas.

Fatores - A valorização da equipe, a gestão participativa e transparente são alguns dos fatores que proporcionaram a Integrada a conquista desse reconhecimento.

Segunda fase - A cooperativa aguarda a conclusão da segunda fase, que classifica, por meio de ranking, as melhores organizações do Estado com base na satisfação de seus colaboradores e as boas práticas de gestão de pessoas. Em 2019, a Integrada foi reconhecida como uma das 10 Melhores Empresas Para Trabalhar no Paraná.

Inovação - Com os pés no presente e olhar atento ao futuro, a Integrada tem investido fortemente em inovação. Os esforços estão voltados a impulsionar a agricultura de precisão, a agricultura digital, o desenvolvimento de sistemas e aplicativos, entre outras iniciativas, como a participação em eventos e o apoio a startups ligadas ao agro. O foco é prestar o melhor atendimento aos seus cooperados.

Em prática - Diversos projetos já foram colocados em prática e há mais de 10 em desenvolvimento. Exemplos disso são as novas sacarias de sementes de trigo com a tecnologia que permite que o agricultor tenha em seu tablet ou celular todas as informações referentes à variedade que irá utilizar. Por meio de um QR Code impresso na embalagem da sacaria, o agricultor faz a leitura pela câmera de um smartphone que dá acesso ao banco de dados daquela cultivar em uma plataforma criada pelo departamento de Tecnologia da Informação (TI) da Integrada.

Usinas solares - Outro projeto relevante é o das usinas solares que estão sendo instaladas em unidades da cooperativa em Bandeirantes, Ibiporã e Tamarana, fornecendo aproximadamente 31.700,00 Kwh médios/mês, energia para o consumo dessas e de outras onze unidades.

Equilíbrio entre o setor econômico e socioambiental - A melhoria da qualidade de vida das pessoas, a promoção social e o trabalho de responsabilidade socioambiental são considerados prioritários no cotidiano das cooperativas.

Princípios - Neste contexto, a Integrada difunde, em toda a sua área de atuação, os princípios cooperativistas, investe em diversos programas voltados à preservação ambiental, ao manejo sustentável da atividade agrícola e a ações sociais.

Educação ambiental - E ao longo de mais de uma década, 20 mil crianças foram beneficiadas por meio de ações de educação ambiental. 1,3 milhão de mudas foram plantadas, o que representa 3.714 hectares de mata ciliar recuperadas. A cooperativa também conta com uma área de floresta própria de 222 hectares. Neste período, mais de 700 mil peixes foram soltos nos principais rios do Paraná e 93 nascentes foram conservadas. (Imprensa Integrada)

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COCARI: Conexão Jovemcoop alcança mais de 36 mil pessoas pelas redes sociais da cooperativa

O público jovem da Cocari teve uma noite de entretenimento e reflexão promovida pela cooperativa, com o Conexão Jovemcoop, transmitido pelos perfis @cocaricoop no Facebook e canal da Cocari no Youtube na terça-feira (04/08). Acompanhando a palestra inspiradora de Rodrigo Pimentel e o excelente show de humor de Juca Bala, a comunidade externa também participou do evento, que apresentou alcance de mais de 36 mil pessoas e ainda sorteou prêmios.

Atitude - O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, ressaltou que anualmente a cooperativa promove o encontro de jovens, e neste ano a tradição foi mantida. “Neste momento, nós precisamos de iniciativa e entender que existem oportunidades e que elas dependem de nossas atitudes para que sejamos vencedores. Obrigado por estar com vocês novamente”, concluiu.

Convidados - Rodrigo Pimentel, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro (BOPE) e roteirista do filme Tropa de Elite, trouxe valiosas lições de trabalho em equipe e superação. Divertindo os espectadores, o comediante Anderson Jorge Magatão apresentou o personagem Juca Bala, contando causos e piadas.

Assista - O vídeo da transmissão do Conexão Jovemcoop, com a palestra completa de Rodrigo Pimentel e o show de humor com Juca Bala, está disponível no canal do Youtube e na página do Facebook, nos perfis @cocaricoop. (Imprensa Cocari)

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BOM JESUS: Revista Bom Jesus traz a safra de verão como tema da capa

bom jesus 06 08 2020A nova Revista Bom Jesus vigente no segundo semestre tem como capa o tema "Safra de Verão - Expectativas para as culturas de soja, milho e feijão". Na revista, o leitor pode acompanhar o conteúdo produzido com a colaboração de Carlos Klenki, engenheiro agrônomo da Cooperativa Bom Jesus, falando sobre "Cuidados com o Solo". Tem ainda uma matéria com o cooperado Eliseu Bach e suas inovações na propriedade, e muito mais.

Acesso - Se preferir acesse na nossa página no Issuu: https://issuu.com/coopbj/docs/2020_08_revista_bom_jesus_179. (Imprensa Bom Jesus)

 

CRÉDITO RURAL: Contratação tem desempenho recorde no primeiro mês, com mais de R$ 24 bilhões

O desempenho do crédito rural nos primeiros 30 dias do Plano Safra 2020/2021 superou as expectativas, mostrando que o setor do agronegócio está descolado da crise conjuntural da economia em decorrência da pandemia do coronavírus. Os números divulgados no Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021 nesta quarta-feira (05/08) pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mostram que os R$ 24,15 bilhões contratados no primeiro mês do Plano Safra representam 50% a mais que o mesmo período do ano passado.

Crescimento expressivo - “Nós tivemos um crescimento expressivo no valor aplicado no primeiro mês do Plano Safra e nos dá alento por acreditar que estamos no caminho certo e que os produtores estão confiando na redução das taxas de juros, na estabilidade do mercado, na economia brasileira e confiando na gestão do Ministério da Agricultura. Todos esses fatores são um crédito a mais para a ministra Tereza Cristina”, comemora Cesar Halum, secretário de Política Agrícola.

Todas as modalidades - De acordo com a avaliação, observa-se crescimento em todas as modalidades de financiamento. O destaque mais significativo foi o aumento de 110% nos financiamentos de investimento, sendo contratados R$ 5,2 bilhões. São os investimentos em infraestrutura produtiva que asseguram a sustentabilidade da atividade ao longo do tempo.

Investindo - “Este valor significa que o produtor rural está acreditando no agronegócio, está investindo, por exemplo, em armazenagem, em correção de solo, em aquisição de maquinários e de equipamentos para melhorar a tecnologia no campo”, avalia o secretário.

Programas - Quanto aos programas de investimento, praticamente todos cresceram mais de 100%, na variação comparativa com o mesmo mês do ano agrícola anterior, com destaque para o Moderagro (535%), Moderinfra (413%), Programa ABC (134%) e Inovagro (175%).

Custeio- O crédito de custeio também teve alta de 39%, com R$ 15 bilhões contratados, indicativo de grande motivação dos agricultores para o cultivo da safra que se inicia.

Pronamp - O Pronamp (médios produtores) teve um aumento de 26% no número de contratos de custeio (20 mil) e de 32% no valor aplicado (R$ 3,4 bilhões). Já o Pronaf (agricultura familiar) cresceu, respectivamente, 36% nos contratos (81,3 mil) e 57% em desembolso (R$ 2,8 bilhões)

Pequenos - “Outro fator que nos deixou extremamente felizes foi o crescimento das contratações do custeio pelos pequenos e médios agricultores, que é o objetivo maior do nosso Plano Safra. Eles estão sendo atendidos em suas necessidades de crédito rural”, analisa Cesar Halum.

Comercialização - Com R$ 1,8 bilhão em empréstimos destinados à comercialização, 17% de aumento em relação a igual período da safra passada, mostra que os preços agrícolas, em geral, seguem bastante remuneradores, fazendo com que os produtores comercializem seus produtos ao invés de estocarem a espera de melhores preços. Desta forma, a demanda por financiamento para estocagem não foi tão acentuada.

Preço satisfatório - Para o secretário, o mercado hoje está oferecendo um preço satisfatório. “Os produtores de milho, de soja, de arroz, enfim, todos estão satisfeitos com a remuneração que o mercado está dando aos seus produtos. Isso nos dá confiança de que teremos uma safra de grãos muito maior do que a deste ano, que já foi recorde”, prevê Halum.

Industrialização - Os financiamentos com a Industrialização também tiveram desempenho favorável, com alta de 69%, representando R$ 2 bilhões em aplicação. (Mapa)

>>Confira aqui o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021

 

credito rural quado 06 08 2020

PL 735: Conjunto de medidas para ajudar agricultor familiar segue para sanção

 

pl 735 06 08 2020O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (05/08), em sessão remota, o projeto que estabelece medidas para ajudar agricultores familiares durante o estado de calamidade pública relacionado ao coronavírus. O PL 735/2020, do deputado Enio Verri (PT-PR), recebeu parecer favorável do senador Paulo Rocha (PT-PA) e segue agora para sanção presidencial.

 

Beneficiários - Segundo o projeto, terão acesso às medidas os agricultores familiares e empreendedores familiares rurais. Quem não tiver recebido o auxílio emergencial anterior terá direito a R$ 3 mil em cinco parcelas de R$ 600. O valor do auxílio destinado à mulher provedora de família monoparental será de R$ 6 mil. O objetivo é dar condições de subsistência e fomentar atividades produtivas rurais neste período de pandemia.

 

Cronograma - As parcelas deverão ser pagas seguindo o cronograma de pagamento do auxílio emergencial de que trata a Lei 13.982, de 2020. Os critérios para recebimento são semelhantes aos do auxílio emergencial. No cálculo da renda familiar, não serão contados os rendimentos obtidos por meio dos programas de apoio à conservação ambiental e de fomento às atividades rurais (Bolsa Verde), previstos na Lei 12.512, de 2011.

 

Bancos federais - Os pagamentos deverão ser feitos por bancos federais com o uso de contas de poupança social digital. Fica proibida a cobrança de taxas e o uso dos recursos para quitar eventuais dívidas do beneficiado com o banco. Caso os beneficiários não tenham acesso à tecnologia digital e internet, o saque do seu auxílio poderá ser feito nas agências bancárias com apresentação do CPF e da carteira de identidade.

 

Inclusão produtiva - O projeto cria ainda um fomento emergencial de inclusão produtiva rural, no valor de R$ 2,5 mil por unidade familiar, a ser pago em parcela única. Terão direito agricultores familiares que se encontram em situação de pobreza e extrema pobreza. Ficam de fora do conceito de extrema pobreza quem recebe benefícios previdenciários rurais.

 

Projeto simplificado - Para receberem o benefício, os agricultores deverão apresentar projeto simplificado de estruturação da unidade produtiva familiar a ser elaborado por serviço de assistência técnica e extensão rural (Ater).

 

Agricultora - Quando destinado à mulher agricultora familiar, o fomento será de R$ 3 mil por unidade familiar. Caso inclua cisternas ou outras tecnologias sociais de acesso à água para consumo humano e produção de alimentos, a transferência de recursos financeiros poderá ser de até R$ 3,5 mil por unidade familiar. Os serviços de assistência técnica receberão da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) R$ 100 por projeto elaborado.

 

Linha de crédito - De acordo com o texto, o Conselho Monetário Nacional (CMN) poderá criar linhas de crédito, no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para agricultores com renda familiar total mensal de até três salários mínimos (R$ 3.135) e que tenham feito cadastro simplificado em entidade de assistência técnica e extensão.

 

Taxa - A taxa prevista será de 1% ao ano, com dez anos para pagar e carência de cinco anos. O valor máximo do empréstimo será de R$ 10 mil por beneficiário. Os interessados terão até 30 de dezembro de 2021 para pedir o empréstimo, podendo usar até 20% do valor obtido para a manutenção da família.

 

Acesso ao crédito - O acesso ao crédito dependerá de projeto simplificado de crédito elaborado por entidade de assistência técnica e extensão rural credenciada junto à Anater. O custo do projeto será de R$ 300 e poderá ser incluído no empréstimo, mas o texto aprovado prevê desconto no mesmo valor por quitação em dia das parcelas, a ser aplicado no início dos pagamentos.

 

Mulher - Quando o empréstimo for para agricultora familiar provedora de família monoparental, a taxa de juros efetiva será de 0,5% ao ano e com desconto adicional de 20% se o pagamento da parcela ocorrer em dia. Os recursos virão dos fundos constitucionais de financiamento e também da União, se a linha de crédito for por meio da subvenção de juros.

 

Programa de alimentos - Para os agricultores que não tenham vendido à Companhia Nacional de Alimentos (Conab) nos últimos dois anos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o projeto cria uma versão emergencial (PAA-E). O PAA realiza a compra de alimentos para abastecer famílias carentes.

 

Doação simultânea - O objetivo é viabilizar a compra com doação simultânea dos alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar ou a entidades recebedoras previamente definidas pelo governo federal. A execução do PAA-E ficará a cargo da Conab, que providenciará um cadastro simplificado para os agricultores interessados e aptos a participar.

 

Valor - A compra terá valor máximo de R$ 4 mil por unidade familiar produtora (R$ 5 mil no caso de mulher agricultora). Os preços poderão ser cotados com base na metodologia do PAA ou na lista de referência do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Os serviços de assistência rural receberão da Anater R$ 100 por agricultor familiar participante.

 

Cooperativas - O projeto permite ainda a cooperativas de agricultores familiares pagar com produtos o valor em dinheiro representado por títulos emitidos em favor da Conab em transações realizadas no PAA. Os títulos beneficiados são as cédulas de produto rural (CPR) com vencimento em 2020 e em 2021. A execução do programa contará com recursos orçamentários destinados ao enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente do coronavírus.

 

Adiamento - O texto adia por um ano o pagamento das parcelas vencidas ou a vencer em 2020 relativas a empréstimos de crédito rural tomados por agricultores familiares e suas cooperativas de produção cujas condições econômicas foram prejudicadas pela covid-19. As dívidas contraídas no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) também terão o pagamento adiado. As condições dos contratos não serão alteradas.

 

Cobrança e execução judicial - Também ficam suspensos, durante o estado de calamidade pública, os prazos para cobrança e execução judicial das parcelas não pagas e o prazo final para prescrição. Entretanto, mantêm-se os descontos por pagamento em dia e outros benefícios originalmente previstos.

 

Recursos - Para custear o pagamento prorrogado, o texto permite ao governo usar recursos do Orçamento para garantir taxas menores. Se o dinheiro tiver sido emprestado pelos fundos constitucionais de financiamento, eles deverão assumir os custos.

 

Garantia-Safra - O Benefício Garantia-Safra será concedido automaticamente a todos os agricultores familiares aptos a recebê-lo durante o estado de calamidade pública, condicionado à apresentação de laudo técnico de vistoria municipal comprovando a perda de safra.

 

Dívidas rurais - O projeto altera a Lei 13.340, de 2016, que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural. Segundo o texto aprovado, os devedores de dívidas rurais previstas nessa lei contarão com novo prazo para a concessão de descontos na quitação ou na renegociação dos débitos.

 

Fundos - Nas dívidas contratadas com recursos dos fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE) ou do Norte (FNO) ou com esses recursos e outras fontes, o projeto permite liquidação até 30 de dezembro de 2021. O prazo tinha se encerrado em 30 de dezembro de 2019.

 

Novo prazo - Para as dívidas com contratos até 31 de dezembro de 2011, cujos mutuários pretendam repactuá-las em vez de liquidá-las, será dada nova oportunidade até 30 de dezembro de 2021, aplicando-se descontos de 40% ou 80% no caso de contratos de até R$ 15 mil, se contratadas em 2006 ou 2011.

 

Prorrogação - O projeto também estende até 31 de dezembro de 2021 o prazo para liquidação de dívidas contraídas com recursos que não sejam do FNO e FNE. Para agricultores familiares, é oferecido de desconto de 60% a 95%, para liquidação até 30 de dezembro de 2021 de dívidas inscritas em dívida ativa da União ou encaminhadas para inscrição até 31 de dezembro de 2020, relativas à inadimplência ocorrida até 30 de junho de 2020. O mesmo vale para as dívidas no âmbito do Banco da Terra.

 

PRR - O texto também altera a Lei 13.606, de 2018, que institui o Programa de Regularização Tributária Rural (PRR), para conceder desconto de 60% a 95%, para pagamento até 30 de dezembro de 2021, de dívidas originárias de operações de crédito rural, cujos ativos tenham sido transferidos para o Tesouro Nacional e os respectivos débitos, não inscritos na dívida ativa da União, estejam sendo executados pela Procuradoria-Geral da União.

 

Renegociação - Também estende para todo o Brasil a possibilidade, até então limitada ao Nordeste, da renegociação de dívidas contratadas até 31 de dezembro de 2019 por agricultores familiares e suas cooperativas de produção agropecuária, para pagamento de 2022 a 2032, nas condições originais do contrato. (Agência Senado)

 

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

SELIC: Copom reduz juros básicos da economia para 2% ao ano

selic 06 08 2020Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela nona vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 2% ao ano, com corte de 0,25 ponto percentual. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Futuros ajustes - Em nota, o Copom informou não descartar futuros ajustes nos juros básicos, mas ressaltou que as próximas mudanças, caso ocorram, serão graduais dependerão da situação das contas públicas. "O Copom entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado [juros excepcionalmente baixos], mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno", destacou o comunicado.

Gradualismo - "Consequentemente, eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal, assim como de novas informações que alterem a atual avaliação do Copom sobre a inflação prospectiva [expectativa de inflação para os próximos meses]", acrescentou o texto.

Menor nível - Com a decisão desta quarta-feira (05/08), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos 12 meses terminados em junho, o indicador fechou em 2,13%.

Primeira aceleração - Essa foi a primeira aceleração no índice desde o início da pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, o IPCA continua abaixo do nível mínimo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Meta - Para 2020, o CMN fixou meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,5% neste ano nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Relatório - No Relatório de Inflação divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia o ano em 2,4% no cenário base. Esse cenário considera as estimativas de mercado.

Defasada - A projeção, no entanto, ficou defasada diante da pandemia de covid-19. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 1,63%.

Crédito mais barato - A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava encolhimento de 6,4% para a economia neste ano. Essa foi a primeira projeção oficial do BC revisada após o agravamento da crise provocada pelo novo coronavírus.

Mercado - O mercado projeta contração um pouco menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem contração de 5,66% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2020.

Negociações - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Incentivo - Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar fecha em leve alta em dia de reunião do Copom

No dia em que o Banco Central reduziu a taxa Selic (juros básicos da economia) para 2% ao ano, a moeda norte-americana fechou em leve alta. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (05/08) vendido a R$ 5,294, com valorização de R$ 0,01 (+0,18%).

Oscilação - A cotação oscilou bastante. A divisa operou em baixa durante a manhã, chegando a cair para R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 9h30. Em seguida, o movimento reverteu-se. Na máxima do dia, por volta das 14h30, o dólar chegou a R$ 5,31.

Juros - As sucessivas quedas no juro básico da economia pressionam a cotação, uma vez que diminuem o retorno da renda fixa doméstica e deixaram o Brasil em desvantagem em termos de rendimento em relação a outros países emergentes.

Saída de recursos- Dados do Banco Central mostraram mais cedo que o Brasil registrou forte saída de recursos em julho, com fluxo cambial negativo em quase US$ 3,3 bilhões, o pior para o mês em cinco anos. A fuga foi puxada por nova debandada de capital da conta financeira --por onde passam fluxos para portfólio (investimentos no mercado financeiro) e relativos a empréstimos, por exemplo.

Bolsa - No mercado de ações, a bolsa paulista retomou o viés de alta nesta quarta-feira. Depois de quatro sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 102.802 pontos, com alta de 1,57%.

Petróleo - O avanço do preço do petróleo no mercado internacional beneficiou os papéis da Petrobras, que concentra o maior volume de ações negociados na bolsa. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) saltaram 6,43%. As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 6,45%.

Avanço - O Ibovespa também avançou por causa da divulgação de resultados de empresas. Diversas companhias divulgaram balanços trimestrais com queda no lucro menor que o esperado por causa da pandemia do novo coronavírus. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

TRIBUTÁRIA: Parlamentares cobram e Guedes vai detalhar próximas fases da reforma

 

tributaria 06 08 2020O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que vai detalhar as outras fases da reforma tributária nos próximos dias para que o setor de serviços, por exemplo, possa saber como será compensado da alíquota de 12% da nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) em uma fase seguinte de desoneração da folha de salários. A demanda pelo detalhamento partiu de quase todos os parlamentares da comissão mista da reforma tributária, em reunião nesta quarta-feira (05/08).

 

Pandemia - Guedes disse que, com a pandemia, o governo não teve tempo de atacar todos os pontos da reforma e enviou apenas a criação da CBS para substituir PIS e Cofins.

 

Reforma ampla- Para o deputado Mauro Benevides (PDT-CE), é preciso aproveitar a oportunidade e fazer uma reforma ampla: “simplificação é importante, mas não podemos resumir a reforma tributária a unificar impostos; nós temos que tornar o sistema muito mais justo para que as pessoas possam realmente compreender melhor o seu recolhimento.”

 

Concentração de receitas- A deputada Clarissa Garotinho (Pros-RJ) também defendeu uma reforma que promova além da desburocratização do sistema, a desoneração da carga tributária e uma distribuição melhor das receitas entre os entes da Federação. Ela avalia que nenhuma das propostas em discussão têm alcançado isso. "Nós vamos continuar tendo uma concentração de receitas na União", lamentou.

 

Consumo - Guedes explicou, porém, que, no caso da nova contribuição sobre o consumo, ele prefere fazer uma versão federal e outra estadual para que a União não tenha que arcar com eventuais perdas de estados e municípios. O ministro chegou a dizer que não é possível voltar com uma “nova lei Kandir” em uma referência ao mecanismo que deixou com a União a compensação da retirada de impostos estaduais sobre as exportações.

 

Cálculos - O relator da reforma, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que recebeu cálculos de especialistas que mostram que, mesmo com o aproveitamento de créditos tributários previsto na nova contribuição, a alíquota de 12% seria muito alta e a alíquota de equilíbrio deveria ser de 9%. Guedes disse que o governo poderia reduzir a alíquota se houver aumento da arrecadação.

 

Compromisso - “Se for possível, por algum erro nosso, baixar para 10, 9 ou 8%, é o que nós queremos. É um compromisso nosso. Se realmente aumentar a arrecadação, se a gente arrecadar mais do que estamos achando, nós vamos reduzir a alíquota.”

 

Controvérsias - Guedes disse ainda que também existem controvérsias sobre a alíquota de 25% estimada para o Imposto sobre Bens e Serviços previsto na PEC 45/19, uma das Propostas de Emenda à Constituição em tramitação no Congresso. O ministro afirmou que a alíquota necessária para substituir os cinco tributos previstos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) poderia ser de 30%.

 

Escolas e hospitais- De qualquer forma, o ministro disse que o aumento de carga tributária para escolas e hospitais privados, que pode ocorrer com a nova CBS, teria um impacto para famílias de alta renda.

 

Poder de compra- “Que são famílias abastadas que conseguem pagar para colocar seus filhos em escolas, para mandarem para hospitais – Sírio-Libanês, Einstein – boas escolas também... Na verdade, o que nós temos que fazer aí é o seguinte: quem paga esse serviço, é um consumidor que tem poder de compra.”

 

Setor financeiro- Vários parlamentares questionaram a alíquota de apenas 5,8% para o setor financeiro e as declarações do ministro sobre a criação de uma nova contribuição sobre transações digitais, uma nova CPMF. Guedes disse que o setor financeiro também paga a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e que a sociedade vai compreender que o novo tributo não será uma CPMF assim que o governo detalhar a base de incidência.

 

Imposto de Renda- Paulo Guedes confirmou que o governo vai propor uma correção da tabela do Imposto de Renda, mas disse que ainda não existe uma decisão sobre isso. Segundo o ministro, elevar a faixa de isenção de R$ 1.903 para R$ 3 mil custa R$ 22 bilhões por ano, ou o mesmo montante que o novo Fundeb vai repassar em 2022. (Agência Câmara de Notícias)

 

Clique aqui para conferir a reportagem da Agência Câmara de Notícias sobre o assunto

 

TRABALHO: Agências registram aumento de 92% de novos empregos em julho

 

trabalho 06 08 2020As Agências do Trabalhador do Paraná registraram, no mês de julho, aumento de 92% na quantidade de trabalhadores inseridos no mercado de trabalho, se comparado com o mês de abril, início da pandemia.

 

Retrospectiva - Para se ter uma ideia da importância destes números, basta fazer uma retrospectiva de quantos trabalhadores conseguiram emprego desde o início da pandemia. No mês de abril foram 2.966 pessoas empregadas, em maio mais 3.940 profissionais, em junho 4.019 paranaenses conseguiram emprego via Agências do Trabalhador, e no mês de julho 5.695 tiveram a carteira assinada.

 

Bons resultados - “Estamos conseguindo bons resultados nas Agências do Trabalhador do Paraná. Mesmo com toda a situação de calamidade da Covid-19 que afetou diretamente a empregabilidade e a oferta de vagas em todo o Estado e mesmo com todas as dificuldades, a rede Sine vem se destacando na intermediação de mão de obra”, disse o secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Mauro Rockenbach.

 

Unidades - As unidades que mais colocaram trabalhadores no mercado em julho foram Umuarama (493), Curitiba (207), Cafelândia (196), Cascavel (195), Rolândia (185). Sendo que os setores que mais empregaram neste mesmo período foram auxiliar de linha de produção, e abatedor de aves.

 

Contratado - Aos 26 anos, Erick Augusto, estudante de engenharia mecânica, atua como operador de telemarketing na empresa SoftMarketing, desde o dia 28 de julho, quando foi contratado pela intermediação da Agência do Trabalhador. “Fiz o agendamento pelo site e fui até a agência no dia marcado para receber o atendimento. Me ofereceram uma vaga de acordo com o meu perfil, essa foi a única vaga que era para meu tipo de trabalho, e fui muito feliz em ser encaminhado e consequentemente contratado”.

 

Home office - Erick foi um dos trabalhadores prejudicados pela pandemia, perdeu seu emprego já tinha dois meses, pois faz parte do grupo de risco e teria que permanecer em teletrabalho. Hoje novamente contratado, exerce sua função em home office. “Conseguir ser contratado para atuar em teletrabalho é muito gratificante pois sei que estamos passando por um momento difícil num período tão complicado”.

 

Primeiro - O curitibano Carlos Alberto Bertuol conseguiu o primeiro emprego com carteira registrada por meio também da Agência do Trabalhador e começou a trabalhar dia 23 de julho. Ele foi contratado por uma rede de supermercados para exercer a função de operador de padaria e repositor de mercadorias. “Essa é uma ótima oportunidade, pois como muitas empresas estão fechando as portas pela crise, conseguir emprego neste momento vai me ajudar”, disse Carlos.

 

Atendimento - O atendimento de cada Agência do Trabalhador do Estado é feito pelas prefeituras municipais, com supervisão do Governo do Estado – exceto a de Curitiba, que é de responsabilidade do Departamento do Trabalho da Secretaria.

 

Animador - “Resultados animadores que mostram possibilidades de crescimento em nossas agências. Os números sempre são resultados de muito esforço e dedicação de uma equipe comprometida com o bom atendimento aos trabalhadores. Hoje constatamos melhoria no recrutamento e seleção de mão de obra em toda a nossa Rede”, disse Walmir dos Santos.

 

Parceria - Para a gestora de RH do Condor Super Center e do Instituto Joanir Zonta, Charmoniks Maria da Graça Heuer, a parceria com a Agência do Trabalhador é dinâmica e produtiva. “Temos uma rede com 13 mil colaboradores, atuamos na linha de frente, como serviços essenciais, e continuamos com o processo de contratação diário para atendimento ao cliente, para limpeza, ampliamos o delivery para atendimentos aos colaboradores, então tivemos que nos adaptar e aumentar a contratação de novos funcionários”.

 

Atuação em conjunto - Zharmonikis reforça ainda a atuação em conjunto com a Agência do Trabalhador para novas contratações. “Nós atuamos muito junto da Agência do Trabalhador. Várias vagas são preenchidas, e é este um caminho assertivo para contratação de novos profissionais. Temos vagas abertas toda semana, encaminhamos para os postos do Sine os números, com setores e as vagas para contratação imediata”.

 

Procura de vagas - Para consultar as vagas disponíveis na sua cidade, basta acessar o aplicativo SINE FÁCIL que pode ser baixado gratuitamente pela Play Store ou Apple Store, ou pelo site empregabrasil.mte.gov.br. Para acessar o SINE FÁCIL é necessário um QRCODE que pode ser solicitado diretamente no site da Sejuf pelo Chat do Trabalhador.

 

Presencial - Também é possível buscar atendimento presencial nas Agências do Trabalhador que estão atendendo ao público, mediante agendamento prévio no site www.justica.pr.gov.br/trabalho. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: Brasil tem 97.256 óbitos e 2,02 milhões de recuperados

O balanço diário do Ministério da Saúde - divulgado nesta quarta (05/08) - mostra que o Brasil tem 2.859.073 casos acumulados de covid-19. Desse total, 70,7% se recuperaram da doença, ou seja, 2.020.637 pessoas; 97.256 faleceram e 741.180 pacientes estão em tratamento. Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.437 óbitos e notificados 57.152 novos casos de covid-19.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,4%, mesmo percentual de dias anteriores. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 46,3. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.360,3.

Ranking mundial - O Brasil mantém-se em segundo lugar no ranking mundial em número de casos e de óbitos relacionados à pandemia. A liderança é dos Estados Unidos. De acordo com o mapa da universidade Johns Hopkins, o país possui 157.690 mortes e 4.811.128 casos acumulados. Na terceira colocação, em número de casos, segundo o ranking na instituição norte-americana, aparece a Índia, com 1,9 milhão de infecções e 39.795 óbitos. Já em número de mortes, a terceira posição é do México, que registra 48.869 falecimentos e 449 mil casos totais confirmados.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes registraras por covid-19 são: São Paulo (24.109), Rio de Janeiro (13.855), Ceará (7.867), Pernambuco (6.758) e Pará (5.818). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Tocantins (415), Mato Grosso do Sul (442), Roraima (532), Acre (547) e Amapá (588). Mato Grosso do Sul, que permaneceu ao longo da pandemia como o local menos letal, deixou o último lugar do ranking, ultrapassando Tocantins e o Acre.

Casos confirmados - Em casos confirmados do novo coronavírus São Paulo também lidera a lista com 585.265 notificações, seguido por Ceará (181.443), Bahia (179.737), Rio de Janeiro (172.679) e Pará (160.695). Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Acre (21.033), Tocantins (28.312), Mato Grosso do Sul (28.315), Roraima (34.296) e Amapá (37.318). (Agência Brasil)

saude I tabela 06 08 2020

SAÚDE II: Paraná registra 2.569 casos e 35 mortes pela Covid-19

saude II 06 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (05/08) 2.569 novas confirmações e 35 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 84.384 diagnósticos positivos e 2.141 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.086 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. 826 estão em leitos SUS (390 em UTI e 436 em leitos clínicos/enfermaria) e 260 em leitos da rede particular (102 em UTI e 158 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.124 pacientes internados, 510 em leitos UTI e 614 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Mortes - Secretaria informa a morte de 35 pacientes. Todos estavam internados. São 17 mulheres e 18 homens, com idades que variam de 28 a 103 anos. A maioria dos óbitos ocorreram em agosto, mas há um registro em 1º de junho e três no mês de julho que entraram no monitoramento do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) da Sesa nesta quarta-feira.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (12), Campo Largo (3), Cascavel (2), Colombo (2) e um caso confirmado em cada município a seguir: Araucária, Bandeirantes, Castro, Corbélia, Francisco Beltrão, Jandaia do Sul, Londrina, Mandirituba, Pinhais, Piraquara, Rolândia, Salto do Itararé, Santa Cruz de Monte Castelo, São José dos Pinhais, Sengés e Tapejara.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 933 casos de residentes de fora. 23 pessoas morreram.

Ajustes - Alteração de município. Um caso confirmado no dia 2/7 em Presidente Castelo Branco foi transferido para Paiçandu. Um caso confirmado no dia 20/7 em Resende/RJ foi transferido para Curitiba.

Confirmação por testes rápidos - A Secretaria a Saúde informa que os resultados positivos de 66 testes rápidos são aceitos como diagnósticos positivos e incluídos no monitoramento do CIEVS. A lista completa dos testes e fabricantes está disponível no espaço coronavírus do site da Secretaria (www.saude.pr.gov.br/Pagina/Coronavirus-COVID-19) no menu ‘critérios de confirmação de casos’. (Agência de Notícias do Paraná)

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