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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4886 | 13 de Agosto de 2020

LEI DO AGRO: Ricken destaca o importante apoio das bancadas da Frencoop e da FPA no Congresso

Ao comentar sobre a importante conquista das cooperativas agropecuárias, com a derrubada dos vetos da Lei do Agro, durante sessão especial realizada pelo Congresso Nacional, na tarde desta quarta-feira (12/08), o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fez questão de ressaltar o importante apoio das bancadas da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “Só temos que agradecer a todos aos parlamentares da bancada do Paraná que integram a Frencoop e de outros estados, que se empenharam em conseguir os votos necessários para que isso fosse possível. Também reconhecer o importante trabalho da OCB, que acompanhou de perto todo este processo e subsidiou tecnicamente os parlamentares com argumentos suficientes para a derrubada do veto. Posso afirmar que, muito mais que uma conquista, foi a vitória do diálogo e do bom senso que acabaram prevalecendo nesta votação histórica”, frisou.

Segurança - Para Ricken, com a derrubada desses vetos “foi restabelecida a justiça, dando uma maior segurança jurídica ao processo de integração das cooperativas e ficou claro agora o que representa a lei da integração para o setor. Não era justo onerar mais, ou seja, taxar um produtor que era cooperado numa cooperativa e isentá-lo quando integrado a uma empresa normal”.

Negociações - “Não considero que foi um confronto com o governo, pelo contrário, – ressaltou Ricken  –  conseguimos comprovar que, da forma que estava, era um ato injusto contra milhares de produtores cooperados. Negociamos com apoio da bancada da Frencoop junto à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, com o ministro da Casa Civil, Braga Neto e com os demais setores do governo e assim foi possível a derrubada dos vetos neste momento”, disse Ricken.

Atuação - O líder cooperativista lembrou que a matéria sobre o ato de integração das cooperativas havia sido aprovada na Câmara e no Senado por maioria absoluta, mas o Palácio do Planalto acabou vetando dentro de um bloco de ações. “Diante disso, passamos a nos mobilizar para reverter a situação, com apoio da nossa bancada em Brasília, tanto na Câmara como no Senado. Alguns parlamentares da bancada paranaense estiveram mais à frente dessa derrubada do veto. Destacamos o deputado federal, Pedro Lupion, autor desta emenda da Lei do Agro e que nas discussões junto ao governo contribui muito, em especial junto à liderança do governo com posições técnicas mostrando os prejuízos que isso impactaria ao setor. O deputado Sérgio Souza, que é vice-presidente da FPA, e que vem de uma reunião do Paraná onde as cooperativas agropecuárias têm uma importância muito grande para o desenvolvimento regional. Ele nos auxiliou numa interlocução com a ministra da Agricultura. A deputado Aline Sleutjes, vice-líder do governo, que até o último minuto da votação estava em permanente contato com os demais líderes e com o Palácio. Os deputados Ricardo Barros, Evandro Roman e Luiz Nishimori, que também acompanharam de perto o assunto e se posicionaram a favor das cooperativas. Enfim, todos os deputados e senadores que integram a Frencoop, os quais realizam um trabalho excelente em Brasília na defesa deste setor que tanto contribui para o desenvolvimento do Paraná e do Brasil”, lembrou Ricken.

Educação política - O presidente do Sistema Ocepar frisou que o resultado de todo este trabalho em Brasília hoje se deve, em parte, ao Programa de Educação Política que o Sistema Ocepar realizou em 2018, durante as eleições. “Com o programa, pudemos eleger uma bancada comprometida com o setor cooperativista, que hoje integram a Frencoop. Mais importante que isso, o programa procurou conscientizar a população sobre a necessidade de votar em pessoas preparadas e comprometidas. Assim nós teríamos um sistema político cada vez mais representativo e forte. Este esforço realizado pelo Sistema Ocepar e pelas cooperativas, com mais de 1,3 milhão de pessoas integradas através de redes sociais, ajudou muito e será um modelo que iremos repetir no futuro. Este trabalho permitiu que a gente tenha hoje uma frente com parlamentares comprometidos com a causa cooperativista”, disse.

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LEGISLATIVO I: Congresso derruba veto à Cosit 11

mp agro 13 08 2020O Congresso Nacional derrubou, nesta quarta-feira (12/08), o veto da Presidência da República ao texto que tratava sobre a Solução de Consulta Cosit 11/2017 na Medida Provisória do Agro e não foi sancionado na Lei 13.986/2020. A votação de derrubada contou com a atuação da OCB, da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Integração vertical - A Solução de Consulta Cosit 11/2017, da Receita Federal, não reconheceu a relação de integração vertical existente entre cooperativa e cooperados, disposta na Lei 13.288/2016, e concluiu que toda a produção rural entregue à cooperativa faz parte da produção para efeito da incidência da contribuição sobre a receita bruta da comercialização (Funrural).

Oneração - Além de desconsiderar a legislação vigente, a interpretação dada pela Receita Federal aos atos praticados pelas cooperativas onera excessivamente o custo de produção no regime de integração praticados pelas cooperativas agro, representando flagrante desvantagem em relação aos demais modelos societários.

Atuação - Vale a pena destacar que as cooperativas agropecuárias e seus cooperados sempre atuaram no modelo de integração vertical, mesmo antes da publicação da Lei 13.288/2016, que assegurou a aplicação desse sistema de produção às cooperativas.

Injustiças - O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comentou o assunto. “A derrubada deste veto visa evitar injustiças na cobrança previdenciária dos produtores rurais associados em cooperativas ao assegurar o tratamento isonômico entre os vários tipos de agentes econômicos nas operações de integração vertical”, concluiu.

Sem custo para a união - Na prática, a derrubada do veto não altera a regra tributária, nem tão pouco resulta em ampliação do rol de beneficiários ou concede novas isenções. Assim, o texto dispõe sobre a adequada interpretação sobre da apuração da receita bruta decorrente da na entrega da produção dos cooperados às cooperativas e a correta forma do cálculo de determinadas contribuições, deixando expresso e claro um tratamento que já existe. Assim, a OCB e os parlamentares conseguiram debater a importância do tema com o Poder Executivo, que concordou com a derrubada do veto.

Segurança jurídica - “O temos agora é a segurança jurídica às operações realizadas pelas cooperativas agropecuárias, fixando em lei, portanto, a base de cálculo legítima para a devida incidência tributária sobre suas operações. A mudança era necessária para trazer um ambiente de segurança jurídica e restringir interpretações que culminassem em custos, diminuindo a competitividade das cooperativas”, conclui Márcio Freitas, da OCB.

Comemoração - Alguns parlamentares também comemoraram a derrubada do veto:

Reconhecimento: “Enquanto integrante da base do governo, quero dizer que estou muito satisfeita com as negociações que resultaram na derrubada desse veto. O Congresso Nacional mostrou, novamente, maturidade e reconheceu tanto a importância das cooperativas agropecuárias para a economia brasileira quanto a força desse movimento que nunca parou, desde que a pandemia começou.” Aline Sleutjes (PR), deputada federal.

Economia: “Além do reconhecimento de que as cooperativas agropecuárias são essenciais para a vida de milhares de brasileiros, a derrubada desse veto evidencia uma preocupação muito grande com o poder de compra da sociedade. Sem a derrubada, possivelmente o preço dos produtos do campo aumentariam e, neste momento, não precisamos disso.” Pedro Lupion (PR), deputado federal, relator da Lei do Agro na Câmara dos Deputados.

Setor essencial: “As cooperativas agropecuárias não pararam nem um minuto sequer durante a pandemia. Isso só mostrou a relevância delas para o país. Votar contra a derrubada do veto da Cosit 11 seria um contrassenso. Se queremos uma economia forte, a gente precisa ver de perto a necessidade de cada setor essencial, como é o caso dessas cooperativas.” Sérgio Souza (PR), deputado federal.

Foco no Brasil: “A gente ouviu muito a nossa base para ver o quão necessário era a derrubada desse veto. Os senadores e deputados mostraram que independentemente da bandeira partidária, o que precisamos agora é ter foco no Brasil. E isso ficou muito evidente. Agradeço em nome de todas as cooperativas agropecuárias.” Evair de Melo (ES), deputado federal e presidente da Frencoop. (OCB)

FOTO: Assessoria Copagril

 

LEGISLATIVO II: Derrubados cinco dos 16 vetos que foram à votação nesta quarta

legislativo II 13 08 2020O Congresso Nacional deliberou nesta quarta-feira (12/08) sobre 16 vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro, e um projeto de lei que libera crédito suplementar para ministérios. Dos vetos, 11 foram mantidos e 5 foram derrubados pelos parlamentares. Foi a primeira vez que o Congresso votou vetos em sessão deliberativa remota.

Derrubados - Foram derrubados os vetos 62/2019, 1/2020, 5/2020, 6/2020 e 10/2020.

Temas - O Veto 6 tratava de pontos da telemedicina; o Veto 1 dizia respeito à lei permite a dispensa de licitação para contratação de serviços jurídicos e de contabilidade pela administração pública; e o Veto 5 era relativo à lei que criou o Fundo Garantidor Solidário (FGS), para socorrer produtores rurais endividados.

Cinema e historiador - Já o Veto 62, também derrubado, tem a ver com incentivos ao cinema. E o Veto 10 era ligado à regulamentação da profissão de historiador.

Mantidos - Foram mantidos os vetos 57, 58, 59, 60 e 61, todos de 2019, e os vetos 2, 3, 4, 7, 8 e 9, de 2020.

PLN 17- O Congresso Nacional também aprovou o PLN 17/2020, que destina cerca de R$ 616 milhões em recursos suplementares para os Ministérios da Agricultura, da Justiça e da Defesa. O Veto 56/2019 não foi votado.

Três reuniões - Ao longo do dia, foram feitas três reuniões da sessão do Congresso, sendo a primeira apenas com deputados e a segunda apenas com senadores. A terceira reunião ocorreu só com deputados para finalizar a votação do Veto 10/2020. (Agência Senado)

Mais informações: www.senado.leg.br

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

SISTEMA OCEPAR I: Sandro Alex afirma que tarifas de pedágio podem cair até 45% com novas concessões

 

A nova proposta de concessão das rodovias do Paraná foi apresentada pelo secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, durante reunião das diretorias da Ocepar e da Fecoopar, na tarde desta quarta-feira (12/08). Na videoconferência, que contou com a participação do vice-governador, Darci Piana, o secretário fez questão de destacar que, caso o Paraná, em conjunto com o governo federal, escolha pelo modelo híbrido, combinando o pagamento de outorga e tarifa, os valores atuais podem cair entre 40 e 45%. “As decisões sobre o preço dos pedágios nas novas concessões ainda estão em aberto, mas a determinação do Ministério da Infraestrutura foi de que o edital estabelecesse que deveriam ser, no mínimo, 20% mais baratas do que as atualmente praticadas. Caso a escolha das concessionárias seja por modelo híbrido, como vem sendo aventado, combinando o pagamento de outorga e tarifa, os valores podem cair mais ainda, entre 20% e 25%. Na prática, significa que os valores a serem cobrados dos motoristas podem chegar a ter desconto de 40% a 45% sobre o que vem sendo cobrado atualmente no Anel da Integração e com investimentos de aproximadamente R$ 80 bilhões em 30 anos. Isso tudo está sendo debatido com entidades como Ocepar, Faep, Fiep, Fetranspar, entre outras. A quantidade de obras propostas impacta diretamente nos valores a serem cobrados”, disse Sandro Alex.

 

Auditoria – O secretário afirmou que os atuais contratos de pedágio no Paraná serão auditados pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL) em parceria com o IFC, braço de projetos do Banco Mundial, e com a colaboração de vários profissionais contratados diretamente pelo Ministério da Infraestrutura. “Queremos especialistas de altíssima qualidade, com muita experiência, analisando cada aspecto das concessões de pedágio vigentes, tudo o que foi feito e deixou de ser feito nesses 24 anos”, disse. Segundo ele, o conjunto desse trabalho dará a segurança jurídica necessária para encerrar esses contratos e finalmente fechar esse episódio da história paranaense. “Neste novo Anel de Integração vamos ter tarifas justas, serviços de conservação das rodovias, e investimentos em infraestrutura que vão garantir que o Paraná continue crescendo”, acrescentou.

 

Resultados - Sandro Alex destacou que os resultados dessa auditoria deverão ser divulgados nos primeiros meses de 2021, buscando investidores e empresas internacionais, com licitação a ser realizada em meados do ano que vem, a tempo de que as novas concessionárias assumam as rodovias em novembro de 2021, quando vencem os atuais contratos. Atualmente 2.505,2 quilômetros de rodovias federais e estaduais compõem o atual Anel de Integração, cujos contratos de concessões serão encerrados em novembro de 2021. A proposta do governo é ampliar as novas concessões para um total de 3,4 mil quilômetros. “A determinação do governador Ratinho Júnior é de focarmos em três pontos principais: transparência, tarifa justa e obras já no início das concessões. Estamos seguindo à risca essas orientações e realizaremos todo o processo licitatória na Ibovespa – B3 e já existem interesse de empresas do mundo todo em participar. Com certeza será uma das maiores concessões da América Latina”, lembrou.

 

Rodovias - Os contratos com as atuais concessionárias foram assinados em 1997 e se encerram em 2021. As atuais concessões ligam Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Cascavel, Foz do Iguaçu, Campo Mourão, Maringá, Paranavaí, Londrina e Paranaguá. O novo programa de concessões rodoviárias passará a funcionar seguindo a lógica dos pedágios federais que já funcionam no Estado, unindo corredores em formato de mosaico. Entre as ligações, os destaques são para o reforço na ligação com São Paulo pelo Norte Pioneiro e a resolução dos gargalos da PR 323 e PR 280.

 

Outros trechos - O secretário falou para os dirigentes cooperativistas que algumas rodovias que não irão entrar no chamado Anel de Integração, que será ampliado com esta nova licitação, terão um atendimento especial do governo do Estado. “Com esta nova concessão, o Estado não terá despesas com algumas rodovias que passarão a ser pedagiadas, nada mais do que justo de direcionarmos esses recursos para rodovias não menos importantes, mas que se mostraram inviáveis de serem pedagiadas pelo alto custo que teriam na tarifa. Pretendemos fazer obras definitivas nessas rodovias com concreto e depois até discutir com a sociedade de instalarmos pedágios de manutenção e de prestação de serviços apenas”, frisou. Sandro Alex propôs que seja realizada uma reunião com a presença do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, com os dirigentes cooperativistas para debater sobre esta concessão que acontecerá de forma compartilhada entre os governos estaduais e federais. 

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SISTEMA OCEPAR II: Propostas para a reforma tributária prejudicam a competitividade do setor cooperativista

Se aprovado sem modificações, a proposta do governo federal para a reforma tributária – Projeto de Lei 3.887/2020 – pode trazer um aumento superior a 15% na carga de tributos que incidem sobre as cooperativas. Estudos feitos pela área técnica da Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná) simularam os impactos da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), mecanismo proposto no PL como substituto aos atuais PIS/Pasep e Cofins. A oneração varia de acordo com o setor e atividade da cooperativa. “Se o Projeto permanecer da forma que está, vai gerar uma tributação acentuadamente maior ao cooperativismo, em quase todos os ramos”, afirmou o presidente da entidade, José Roberto Ricken. A reforma tributária foi um dos temas debatidos na tarde desta quarta-feira (12/08), durante a 16ª Reunião Ordinária da Diretoria da Ocepar e 27ª da Diretoria da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná). O evento foi realizado por meio de videoconferência.

Prioridade - Segundo Ricken, a reforma tributária é uma discussão prioritária para o sistema cooperativista do Paraná. “As propostas em discussão no Congresso Nacional trazem uma série de medidas desfavoráveis, que podem até inviabilizar economicamente muitas cooperativas”, ressaltou. “Estamos fazendo estudos sobre os impactos nos diferentes ramos do cooperativismo. Faremos uma mobilização para alterar e excluir proposições que prejudicam o setor. De forma articulada, com as cooperativas, a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), e com o apoio da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), apresentaremos emendas em defesa de justiça tributária”, disse.

CBS- Segundo o coordenador jurídico da Ocepar, Rogério Croscato, o PL 3.887 revoga as exclusões de base de cálculo da incidência das contribuições de PIS e Cofins sobre operações decorrentes de ato cooperativo, culminando com a incidência da CBS sobre estas. “Essa proposição causa o principal impacto, porque hoje o produto gera crédito na cadeia subsequente, e a cooperativa não fica em desigualdade no mercado e consegue aproveitar esses créditos”, disse.

Urgência - Outras medidas propostas pelo PL que preocupam dizem respeito à redução do percentual de crédito presumido sobre produtos in natura animais e vegetais, aumento da alíquota para o regime não cumulativo de 9,25% para 12% - no caso de instituições financeiras e equiparadas (cooperativa de crédito) e operadoras de planos de saúde, a alíquota sobe de 4,65% para 5,8%, além de extinguir o regime cumulativo, cuja alíquota é de 3,65%. “O PL 3.887 está tramitando com urgência constitucional e, se não for apreciado pela Câmara até o dia 5 de setembro, vai trancar a pauta de votações da Casa”, ressaltou.

Ato cooperativo - Na opinião da gerente jurídica da OCB, Ana Paula Andrade Ramos Rodrigues, o artigo 146 da Constituição Federal determina que a tributação conferida ao ato cooperativo não pode resultar em mais ônus aos cooperados do que aquele decorrente de atividades ou operações por eles realizadas no mercado por conta própria, sem a participação da cooperativa. “O projeto do governo federal traz a ideia de isenção das receitas oriundas do ato cooperativo. O problema é que esse tratamento gera distorções, e o que era para ser remédio, acaba se transformando em veneno”, afirmou.

Distorções - Segundo a advogada, a OCB busca garantir o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, “evitando que as propostas em tramitação no Congresso Nacional distorçam seu conceito, o que poderia ocasionar, no futuro, diferentes interpretações no Judiciário e nos órgãos de fiscalização.”

Preocupação - O presidente da Cooperativa Agrária Agroindustrial e diretor da Ocepar, Jorge Karl, disse que os resultados das simulações dos impactos do PL 3.887 foram preocupantes. “A vigência da CBS vai aumentar os nossos custos e perderemos competitividade frente a empresas similares não cooperativas. Para quem atua com agroindústrias, o ônus será ainda maior. Precisamos nos mobilizar e evitar que essas medidas nos sufoquem. Do jeito que está proposto, quem vai pagar a conta da reforma tributária são as cooperativas”, alertou.

Emendas - Na opinião do presidente da Frimesa, Valter Vanzella, o PL 3.887 precisa ser aperfeiçoado com emendas propostas pelas cooperativas. “Do jeito que está, traz impactos altíssimos sobre o cooperativismo. A carga tributária sobre o setor se tornaria irracional, inviabilizando muitos dos negócios cooperativos. Temos que mobilizar as equipes técnicas do setor, para mostrar aos parlamentares e ao governo os graves riscos que o projeto traz à cadeia produtiva”, disse.

Três propostas - Atualmente, três projetos estão tramitando no Congresso Nacional com propostas para a reforma tributária. Além do Projeto de Lei 3.887, do governo federal, existem ainda as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 45 e 110, respectivamente, em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Uma comissão mista reunindo deputados e senadores, cujo relator é o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), trabalha na construção de uma proposta única para a reforma tributária.

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COVID-19: Comunicado 96 destaca a derrubada ao veto da matéria que trata sobre a Cosit 11

covid 19 destaque 13 08 2020Após grande mobilização do setor cooperativista, em conjunto com a Frencoop e FPA, o Congresso Nacional derrubou o veto da Presidência da República ao texto que tratava sobre a Solução de Consulta Cosit 11/2017, um tema de grande interesse para as cooperativas. Esse é principal destaque do comunicado 96, emitido na manhã desta quinta-feira (13/08) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar, informa que no dia 12 de agosto, o Congresso Nacional derrubou o veto da Presidência da República ao texto que tratava sobre a Solução de Consulta Cosit 11/2017, art. 55 da Lei 13.986, de 07 de abril de 2020. Foram inúmeras reuniões com representantes das cooperativas, Sistema OCB, Frente Parlamentar do Cooperativismo – Frencoop e da Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA.

2. O Congresso Nacional, no dia 12 agosto, também derrubou o veto da Presidência da República ao texto que tratava sobre os Custos Cartoriais sobre os Registros dos Títulos do Agronegócio, Art. 56 da Lei 13.986, de 07 de abril de 2020.

3. No dia 12 de agosto, foi realizada as reuniões ordinárias das Diretorias da Ocepar e Fecoopar, contou com a participação do vice-governador, Darci Piana, e do secretário de infraestrutura e logística do Paraná, Sandro Alex. Além da pauta tradicional, os destaques foram:

a. apresentação da proposta para a nova Concessão das Rodovias do Paraná (3,8 mil km) que entrará em vigor em novembro de 2021.

b. propostas de Reforma Tributária em tramitação no Congresso Nacional: Projeto de Lei do Executivo – PL 3.887/2020; Proposta de emendas à constituição de 2019 - PEC 45 da Câmara e 110 do Senado; Impactos do Projeto de Lei para o cooperativismo.

4. O Sistema Ocepar, no dia 12 de agosto, realizou a Reunião da Autogestão de forma virtual, com a cooperativa Unimed Vale do Piquiri, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

5. O Sistema OCB, realizou no dia 12 de agosto, o 2º Encontro do Ciclo de Debates Cooperativismo na Reforma Tributária, com foco no ramo Agropecuário, com a participação de especialistas e parlamentares para explicar os impactos da reforma para as cooperativas. Para se inscrever, acesse: https://bit.ly/ciclo-debates.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: 41º encontro é realizado por videoconferência com a Unimed Vale do Piquiri

Representantes da Unimed Vale do Piquiri, liderados pelo presidente da cooperativa, Sérgio Morozowski, participaram, na tarde desta quarta-feira (12/08), da 41ª reunião institucional promovida pelo Sistema Ocepar por videoconferência. Na oportunidade, foi realizada a apresentação da situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. A ação tem o propósito de promover o aprimoramento da gestão. Morozowski estava acompanhado do diretor vice-presidente, José Aurélio Corrêa Marcondes, e do diretor superintendente, Sidney Calixto Junior.

Abertura - O encontro foi aberto pelo coordenador da área de monitoramento da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo (Gecoop) do Sescoop/PR, João Gogola Neto. “Devido à questão da pandemia, todos os profissionais do Sistema Ocepar estão trabalhando de forma remota, para preservar a saúde do quadro laboral. Estamos atuando nesse modelo há aproximadamente cinco meses. Mas para que não houvesse nenhuma perda em relação à qualidade do trabalho, nossa diretoria executiva estruturou todas as equipes para que pudéssemos manter esse acompanhamento, mesmo que virtualmente, da situação financeira e econômica, de desenvolvimento e capacitação das nossas cooperativas. E nós sabemos que vocês, da Unimed Vale do Piquiri, acompanham os números com bastante afinco”, disse.

Reunião da diretoria - Ele informou ainda que o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e os superintendentes, Robson Mafioletti, da Ocepar, Nelson Costa, da Fecoopar, e Leonardo Boesche, do Sescoop/PR, estavam reunidos com os demais diretores da entidade naquele mesmo momento, discutindo temas de grande interesse para o cooperativismo, como a reforma tributária. “Estão sendo analisadas as propostas em tramitação no Congresso Nacional e o impacto delas no cooperativismo. Com base nisso, estamos buscando apoio da Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) para que sejam aprovadas medidas que não causem prejuízos às cooperativas”, ressaltou.

Programação - Na sequência, o analista técnico Rodrigo Gandara Donini apresentou o cenário econômico e financeiro da Unimed Vale do Piquiri. Ele iniciou mostrando os números do cooperativismo paranaense e do ramo saúde no Estado. Depois, trouxe dados referentes à evolução da cooperativa em relação a diversos indicadores, como valor agregado, matriz de risco, estrutura operacional, capitalização, margem Ebtida, patrimônio líquido, tesouraria, liquidez, entre outros. Domini também abordou outro ponto levantado pela coordenação de monitoramento especialmente nesse período, que são os impactos da pandemia nos negócios do cooperativismo paranaense. Nesse trabalho, foram selecionados 20 indicadores e demonstrada a situação da cooperativa em relação a eles.

Sescoop/PR - Ao final, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Humberto Cesar Bridi, falou sobre as atividades finalísticas do Sescoop/PR, destacando o portfólio de programas e ações de capacitação profissional, promoção social, monitoramento e gestão disponíveis para as cooperativas paranaenses e em quais a Unimed Vale do Piquiri já está inserida. O presidente da cooperativa afirmou que há grande interesse no Programa de Compliance. “Essa é uma área bastante sensível. Nós temos uma preocupação em relação a essa questão porque aumentaram muito as exigências, como as da ANS (Agência Nacional da Saúde), por exemplo, em relação às operadoras dos planos de saúde. Além disso, há a circulação de muitas informações das pessoas físicas em nosso setor. Já fizemos uma sensibilização com nossos funcionários sobre o tema, mas ainda falta um pouco de expertise. Por isso, gostaria de mais informações sobre o programa, para que possamos capacitar alguns de nossos colaboradores”, afirmou.

Agradecimento - Morozowski agradeceu a apresentação feita pelos profissionais do Sistema Ocepar e comentou que, mesmo com a pandemia, a cooperativa não está tendo problemas com inadimplência, “nem por parte das empresas, nem das pessoas físicas”, frisou. “Também não tivemos nenhuma solicitação de desligamento dos planos. Então, nesse sentido, a situação está mais ou menos equilibrada”, acrescentou. De acordo com ele, a preocupação no momento é com o hospital mantido pela cooperativa com recursos próprios. Morozowski disse que houve dificuldade em acessar uma linha de crédito disponibilizada pelo governo federal para amenizar os efeitos econômicos da pandemia. Como não atendia às necessidades da cooperativa, eles desistiram do financiamento. “Dessa forma, quem vai dar essa sustentabilidade ao hospital é a própria cooperativa e nós já montamos uma pequena estratégia, na tentativa de dar um suporte”, acrescentou o presidente da Unimed Vale do Piquiri. Ainda segundo ele, a área de atuação restrita da cooperativa limita ampliar o número de médico cooperados e de beneficiários. “Mas temos nos mantido sem perdas e sempre com aumento de serviços prestados”, complementou.

A cooperativa - Com sede em Palotina, no Oeste do Paraná, a Unimed Vale do Piquiri foi fundada em 25 de novembro de 1987. Sua área de atuação abrange os municípios paranaenses de Francisco Alves, Maripá, Nova Santa Rosa, Palotina e Terra Roxa. A cooperativa possui 25 médicos cooperados, 8.405 beneficiários, de planos pessoa jurídica e pessoa física, e 62 funcionários.

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SIPAT 2020: Em casa sim, parado nunca

Em tempos de isolamento social, como manter a saúde do corpo e da mente? Este tema que a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Sistema Ocepar escolheu para a Sipat 2020 – Semana interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho. Atenta aos possíveis problemas que as pessoas estão enfrentando, por conta da necessidade de permanecer em casa, a Cipa promoverá três encontros online com os funcionários da organização (dias 17, 19 e 21 de agosto), sempre às 16h30. Os encontros terão a participação do professor e atleta profissional Raphael Bonatto e serão realizados pela plataforma Teams.

Bate papo - O objetivo dos encontros online da Sipat 2020 é conversar sobre os impactos que a pandemia está provocando na saúde física e mental dos trabalhadores. Importante destacar que a proposta da Sipat não é promover palestra no formato live, e sim reunir os funcionários para uma conversa franca sobre como estão se sentindo tendo que ficar isolados em casa, o que cada um, dentro da sua realidade, está fazendo para se manter ativo, e receber informações e dicas do que podem fazer para que sua saúde física e mental não sejam prejudicados por conta da necessidade do isolamento social.  

A vida mudou - A pandemia do coronavírus alterou de maneira muito brusca a rotina de milhões de pessoas em todo o mundo. De uma hora para outra, foi precisar abandonar rotinas que faziam parte do dia a dia, como ir à academia, correr, nadar, andar de bicicleta entre outras que fazem bem ao corpo e à mente. A vida ficou mais reclusa, acabaram-se os happy hours de sexta-feira e os almoços de domingo com a família. O corpo e o psicológico sentem essas mudanças.

DepoimentosOuça a aqui a matéria de rádio em que colaboradoras do Sistema Ocepar contam o que mudou em suas rotinas com a pandemia. Depoimentos como a de Adriana de Lima e Ana Lúcia Gonçalves, representam a realidade de muitos que precisaram se adaptar ao isolamento e sentiram os impactos disso em sua saúde física.

Temas - Ouça aqui a entrevista com o instrutor Raphael Bonatto em que ele fala sobre os possíveis problemas físicos e mentais que podem surgir com o isolamento social e como pequenas mudanças no dia a dia podem trazer ganhos significativos para a saúde física e emocional. Além de abordar temas relacionados aos hábitos nesta pandemia e seus reflexos na saúde física e mental, vai falar sobre superação de desafios, inteligência emocional e o que cada um pode fazer, em sua casa e com o que tem em mãos, para se manter saudável.

 

sipat 13 08 2020

 

 

PLURICOOP: Melhor ano é avaliado em Assembleia Geral

pluricoop 13 08 2020Fundada há quatro anos, a Pluricoop (Cooperativa de Trabalho de Executivos em Gestão e Treinamento), uma das únicas do país em seu segmento e com sede em Maringá (PR), promoveu, na tarde de sexta-feira (07/08), Assembleia Geral Ordinária para prestação de contas do exercício de 2019, eleição dos novos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal e outros assuntos.

Virtual - Por causa da pandemia, a AGO ocorreu de forma virtual, por meio da plataforma Teams, com a participação da maioria dos associados.

Câmara de Conciliação e Mediação - Na oportunidade, foi realizada, também, Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para aprovação de uma alteração no Estatuto da Cooperativa, oportunidade em que foi criada, por unanimidade, a Câmara de Conciliação e Mediação da Pluricoop.

Solução rápida - Com isso, outras cooperativas e o público em geral podem contar, a partir de agora, com a Câmara de Conciliação e Mediação da Pluricoop para a solução mais rápida e efetiva de suas demandas. O projeto foi estruturado em dois eixos: formação e capacitação de conciliadores e mediadores extrajudiciais e a prestação de serviços de conciliação e mediação.

Inovação - “Trata-se de um projeto inovador, com base nos princípios do sistema cooperativista e da mediação. Com certeza, o cooperativismo tem muito a ganhar com a criação da Câmara”, afirma a presidente Cleide Aparecida Bulla.

Outros projetos - Além deste, outros projetos importantes foram apresentados e aprovados: o Vida Mais Pluricoop, o de serviços de tradução e interpretação de línguas, o de Educação Financeira, o de Consultoria para Pequenas Cooperativas e o Terra Urbana.

Administração - A composição do Conselho de Administração passou a ser a seguinte: Cleide Aparecida Bulla (presidente reeleita), Lourdes Rosário Lozada Bravo Lourenço (vice-presidente), Vera Regina de Paula e Silva (diretora secretária), Luiz Lourenço Junior, Denise Bertin Carnevalli e Zanoni Luiz Fávero.

Fiscal - O novo Conselho Fiscal é integrado por Agnaldo Mendes, Luciane Bastos, Kellin Cris Vacari Conchon, Antônio Manoel Lopes Jerônimo, Anibal Verri e Márcia Tomiazzi.

Consolidação - Em resumo, de acordo com a presidente, no último ano a Pluricoop conseguiu consolidar seus objetivos e resultados por meio de programas como o FIC – Felicidade Interna do Cooperativismo, Universitário Cooperativo e palestras sobre Cooperativismo, entre outras iniciativas. “Os cooperados da Pluricoop comemoram o melhor resultado social e econômico desde 2016, ano de sua fundação.”

Sem parar- “O resultado da Pluricoop no exercício 2019 demonstra que estamos no caminho certo”, afirma a presidente. “Mesmo com as circunstâncias impostas pela pandemia, implementamos novos projetos, fruto do trabalho constante realizado por diretores e cooperados que apresentam uma atitude positiva diante de todos os desafios e muito ânimo para atender, de modo especial, o sistema cooperativista paranaense”, acrescenta.

União - Segundo ela, apesar de 2020 ser um ano atípico, “a cooperativa acredita que com a união dos cooperados e seus projetos, pode fazer a diferença na comunidade e promover o desenvolvimento social”. (Imprensa Pluricoop)

 

CRESOL: Investimento em soluções tecnológicas beneficia cooperados

cresol 13 08 2020Com o grande movimento de uso de plataformas digitais durante o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus, as instituições financeiras fortaleceram ainda mais seus canais online para atender as necessidades dos clientes.

Ferramentas tecnológicas - O Sistema Cresol, que já vinha desenvolvendo novas ferramentas tecnológicas para acelerar os processos e, com a urgência das demandas, encurtou em alguns anos a digitalização dos processos e aplicou as melhorias para acolher aqueles que não estavam tão acostumados a resolver a vida financeira pelo internet banking ou outros aplicativos.

Investimentos - Grandes investimentos em soluções tecnológicas estão sendo feitos pela Cresol e muitos foram decisivos para o momento que passamos desde o mês de março. O Diretor Superintendente do Sistema Cresol Baser, Adriano Michelon, destaca que as melhorias têm como foco os cooperados.

Entregas - “Nós entregamos nesses últimos 12 meses muitos pacotes tecnológicos que estão sendo decisivos nessa travessia da pandemia, mas é importante destacar que, sem dúvida, é uma preocupação constante que temos em função de uma demanda de mercado. Além disso, interligamos a rede Cresol no Brasil inteiro, implantamos a compensação financeira própria e avançamos em diversos outros produtos tecnológicos”, explica Michelon.

Expansão - Neste período houve uma expansão considerável no uso das plataformas digitais da Cresol. Desde o início, a Cresol incentivou seus cooperados para que utilizassem os canais digitais para realizarem suas transações, como Internet Banking, App Cresol e o App Cresol Cartões.

Relacionamento com o cooperado - A Cresol tem como diferencial o relacionamento com o cooperado e, mesmo com o distanciamento social, continuou próxima das pessoas e deixou seus canais digitais à disposição dos cooperados.

Crescimento - Todo esse movimento fez com que a Cresol apresentasse um crescimento de 53% em resultado financeiro, quando comparado ao primeiro semestre do ano passado. Adriano Michelon lembra que o crescimento é resultado dos investimentos feitos com foco no cooperado: “investir em relacionamento permite personalizar o atendimento e essa proximidade com o cooperado nos fez perceber o quanto as suas necessidades são específicas e especiais. Por isso, apresentar soluções financeiras que se encaixam a realidade de cada um é essencial”, finalizou.

Segundo semestre - Para o segundo semestre deste ano a Cresol já apresentou novidades tecnológicas para o crédito agro, onde disponibiliza de um aplicativo para contratação de crédito rural direto pelo celular, uma facilidade que simplifica processos diante da pandemia do Covid-19 e beneficia os cooperados que têm a necessidade que o recurso seja disponibilizado sem burocracia. (Imprensa Cresol)

 

CASTROLANDA: O papel da cooperativa no ecossistema de inovação ganha destaque em evento virtual

Na última terça-feira (11/08), a Castrolanda esteve presente na edição on-line do StartupOn Sul 2020 para transmitir e destacar as ações relacionadas a inovação e o agronegócio na cooperativa e na região. O gestor da área, Marcio Copacheski, foi o convidado do evento para participar e promover o debate no painel “O ecossistema agro sul brasileiro é inovador, é tech, é pop, é tudo.”

Presenças - O encontro virtual, organizado pela Associação Brasileira de Startups, reuniu diversos representantes do segmento do agronegócio, fintechs e indústrias. No painel de início do programa, participaram também o CEO da Farm Go, Ricardo Matiello e o CEO da Aegro, Pedro Dusso. A mediação fora realizada pela Julia Stocco, da Campos Valley.

Responsabilidade e transparência - Ao destacar o trabalho da cooperativa e as iniciativas realizadas, Marcio citou a importância da responsabilidade e transparência em todo o processo. “Temos um mar de oportunidades para trabalhar conteúdos em nossas áreas de atuação. Somos uma cooperativa que se aproxima dos 70 anos de história, onde convivem quatro gerações de cooperados. Quando falamos de inovação é preciso que seja criada uma cultura e ações que façam diferença”.

União - Além disso, a importância de que haja união de diferentes pensamentos e a disseminação da inovação em diversas áreas. “Temos uma lição de casa muito importante a ser feita. Há uma carência de fomentar e impulsionar a criatividade em diferentes setores, precisamos também nos aproximar dos centros variados de ecossistemas de inovação, realizar uma comunicação efetiva e estimular a todos a olharem para a rotina de uma forma diferente”.

Outros temas - A conectividade no campo, a relação com os associados e a realização de eventos que foquem na temática também fizeram parte da pauta do bate-papo. “A conectividade no campo é algo de extrema relevância. Não podemos ficar na discussão das ideias, mas sim, buscar soluções que gerem resultados e conhecimento aos cooperados e a comunidade”, finaliza o gestor. (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR I: Trigo branqueador começa a ser colhido na região

Cultura incentivada pela Cocamar como mais uma opção para os produtores durante o período de inverno, o trigo branqueador já começa a ser colhido na região da cooperativa.

Apucarana - A primeira colheita teve início na terça-feira (11/08) em Apucarana, norte do estado, na propriedade do cooperado Antonio Requi. Segundo o produtor, o desenvolvimento da lavoura ficou dentro das expectativas e apresentou bom padrão sanitário.

Oportunidade - O município, por causa de sua altitude, é tradicional produtor de trigo “e a variedade branqueadora surge como uma oportunidade”, afirmou Requi. A cooperativa oferece um valor adicional, em forma de bônus, de R$ 4,00 a saca, desde que os grãos atendam a qualidade desejada – e que será aferida no momento da entrega.

Colheita - Na avaliação do engenheiro agrônomo Gustavo Emori, da Cocamar, o produtor deve colher entre 120 e 130 sacas por alqueire (53,7/hectare).

Moinho - Exigindo os mesmos cuidados que são dispensados às demais variedades, o trigo branqueador é destinado ao Moinho de Trigo da Cocamar em Marialva, município da região de Maringá.

Participação - São mais de 80 mil hectares cultivados neste ano com trigo nas regiões atendidas pela Cocamar, dos quais cerca e 8% com a variedade branqueadora. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Ciclo de Debates tem 8ª edição nesta 5ª feira

cocamar destaque 12 08 2020“Desafios e Oportunidades do Agronegócio” é o tema da 8ª edição do Ciclo de Debates Cocamar a ser promovida na noite desta quinta-feira (13/08), a partir das 19h, no canal da cooperativa no Youtube.

Participantes - Sob a coordenação do vice-presidente de Negócios, José Cícero Aderaldo, a iniciativa terá a participação do presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, e do convidado especial, o presidente da John Deere Brasil, Paulo Renato Herrmann.

ILPF - Durante a jornada, entre os assuntos, serão analisadas questões como de que maneira a preservação da Amazônia tem a ver com o negócio dos cooperados, e também o avanço pelo país de programas sustentáveis e inovadores como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), há mais de 20 anos incentivados pela Cocamar. (Imprensa Cocamar)

SERVIÇO

8 ° Encontro do Ciclo de Debates Cocamar

Quando: 13 de agosto

Horário: 19h

Onde: Canal da Cocamar no Youtube pelo link: https://youtu.be/31k2cBrZ7GY

 

UNIMED LONDRINA: Quase mil livros são doados para escola municipal

unimed londrina 13 08 2020A 6ª edição da Campanha de Doação de Livros da Unimed Londrina bateu recorde de arrecadações neste ano. A iniciativa conseguiu doar 946 livros para a Escola Municipal Edmundo Odebrecht, que fica no Distrito da Warta, região Norte de Londrina. A entrega aconteceu na última terça-feira (12/08). Como os estudantes não puderam acompanhar o evento, um vídeo com a participação do grupo de palhaços Plantão Sorriso será produzido e enviado para eles.

Surpresa - Segundo a gerente de Sustentabilidade, Fabianne Piojetti, a edição deste ano foi uma grande surpresa. “Com a pandemia, as doações caíram um pouco, porém com as feirinhas virtuais realizadas na intranet da Cooperativa e as doações de papéis de revistas e livros inadequados à faixa etária foi possível chegar a este lindo resultado. É um prazer realizar esta campanha que entrega cultura para os alunos de forma concreta”, comemora Fabianne. No ano passado, a iniciativa doou 904 livros.

Agradecimento - Andrea Militão, responsável pelo apoio pedagógico da Secretaria Municipal de Educação de Londrina (SME), agradece a parceria da cooperativa nesta campanha. “A gente sabe que a biblioteca constrói memórias muito importantes. Então, para a secretaria, esta iniciativa é uma parceria fundamental. Esperamos que ela perdure por mais tempo, para que a gente consiga levar mais livros para mais crianças de outras escolas”, almeja.

Leitura - A diretora da instituição atendida, Daisy Gois, comenta que a leitura já está presente na vida dos estudantes da unidade e a doação da Unimed Londrina vai incentivar que este hábito permaneça. “Para nós, essa doação vai beneficiar muito a educação das crianças. Porque apesar delas gostarem de ler, a gente não tem recursos para comprar muitos livros, ainda mais livros novos”, afirma.

Atendimento - A Escola Municipal Edmundo Odebrecht atende 250 crianças do distrito de Londrina e foi escolhida pela SME para ser beneficiada pela campanha porque neste ano passou a funcionar em um novo prédio cuja biblioteca não possui grande acervo bibliográfico.

Entrega - Em todos os anos a Unimed Londrina entrega os livros para as escolas beneficiadas com uma grande festa, mas por conta da pandemia, isso precisou ser adaptado. “Como os alunos estão em casa, gravaremos um vídeo com o Plantão Sorriso contando a história de um dos livros que estarão esperando por eles para leitura assim que possível. Esse vídeo será enviado aos alunos e disponibilizado nas redes sociais da escola e da Unimed Londrina”, explica Fabianne.

Link - Para relembrar como funciona a Campanha de Arrecadação de Livros da Unimed Londrina, acesse o link https://www.youtube.com/watch?v=9yG1JmcfVeY e assista ao vídeo! (Imprensa Unimed Londrina)

 

COOPERCAF: Frota de caminhões passa por avaliação de segurança

Para garantir a segurança dos seus associados, a Coopercaf (Cooperativa de Transportes Rodoviários de Cafelândia) promoveu, em parceria com profissionais especializados, vistorias nos 206 caminhões dos seus associados.

Normas - Os trabalhos de vistoria foram realizados seguindo as normas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que verifica todas as condições da manutenção dos caminhões.

Segurança - Para o associado Everson Franz, a ação dá uma segurança para realizar o transporte no dia a dia, além de ser obrigatório para todos os transportadores no mínimo duas vezes por ano.

Vantagens - “Há três anos que sou sócio da Coopercaf e são várias as vantagens de trabalhar com esta cooperativa que oferece um segurança de frete e também diversos benefícios como esta vistoria. Quando trabalhava por conta tinha bastante dificuldade e hoje estou muito satisfeito com a parceria da Coopercaf”, afirma Everson.

Valores - Segundo o presidente Edson Luiz Zonta, por meio de uma parceria que a Coopercaf conseguiu, foi feito valores bem abaixo dos praticados no mercado, para atender os associados. “Sabemos que é importante realizar estas vistorias para garantir a manutenção em dia da nossa frota e também, a segurança no trânsito dos nossos associados, por isso, conseguimos uma condição especial para fazer esta fiscalização de toda a nossa frota”, ressalta o presidente Edson. (O Novo Oeste)

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COMÉRCIO EXTERIOR: Agronegócio representou mais da metade das exportações brasileiras em julho

comercio exterior 13 08 2020As vendas externas do agronegócio em julho representaram 51,2% no valor total exportado pelo país, somando US$ 10 bilhões no mês passado, alta de 11,7% em relação ao valor exportado em julho de 2019.

Importações - De acordo com o Boletim da Balança do Agronegócio, divulgado nesta quarta-feira (12/08) pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SCRI-Mapa), as importações, por outro lado, tiveram diminuição de 16,3% atingindo US$ 982 milhões em julho. O saldo da balança ficou em US$ 9 bilhões.

Aumento - Produtos importantes da pauta brasileira de exportação agropecuária tiveram considerável aumento de volume comercializado: soja em grão (+39,4%), açúcar (+92,3%), celulose (+35,1%), algodão (+64,4%), carne suína (+45,0%) e carne bovina (+20,9%).

Soja em grão - As exportações de soja em grão chegaram a 10,4 milhões de toneladas em julho deste ano e geraram US$ 3,61 bilhões em receitas para o Brasil. A China foi o principal país importador da soja em grão brasileira, registrando aquisições de 7,9 milhões de toneladas ou 75,8% da quantidade exportada pelo grão.

Açúcar - As vendas externas de açúcar subiram de US$ 526 milhões em julho de 2019 para US$ 964 milhões em julho de 2020. Um incremento de 83,4% no período em análise. O aumento de 92,3% na quantidade exportada, que atingiu 3,5 milhões de toneladas no mês de julho de 2020, contribuindo para o aumento das exportações.

Celulose - As exportações de celulose aumentaram 35,1% em quantidade, mas a queda de 37,2% no preço médio do produto fez com que houvesse redução no valor de exportação, que ficou em US$ 480 milhões em julho de 2020 (-15,2%). Já o algodão, não cardado nem penteado, totalizou US$ 107 milhões, com vendas de 77 mil toneladas.

Carnes - Entre as carnes, a suína e a bovina foram as de melhores desempenhos nas exportações. A expansão da carne bovina de 23%, subiram de US$ 631 milhões (julho de 2019) para US$ 776 milhões em julho deste ano. O aumento ocorreu principalmente em função das vendas de carne bovina in natura à China, que cresceram 143,3%, atingindo US$ 375,50 milhões.

Suína - As exportações de carne suína tiveram incremento de 34,2% em valor, atingindo a cifra de US$ 202 milhões em julho de 2020. A China também foi o país responsável pelo aumento das exportações brasileiras, tendo adquirido US$ 106,68 de carne suína in natura brasileira em julho de 2020 (+90,3%). Já as exportações de carne de frango tiveram decréscimo no período de análise, passando de US$ 673 milhões em julho de 2019 para US$ 490 milhões em julho de 2020 (-27,2%).

Países compradores - Quanto aos mercados compradores, o crescimento de quase US$ 1 bilhão nas exportações para a China explica a expansão das vendas externas em julho deste ano. As vendas ao país asiático atingiram US$ 3,85 bilhões (aumento de 34,3%) ou uma participação de 38,4% de todo o valor exportado pelo Brasil em produtos do agronegócio. (Mapa)

FOTO: iStock

>> Confira a nota e o resumo da Balança Comercial do Agronegocio

>> Confira o Agrostat - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro  

 

AGROPECUÁRIA: VBP de 2020 deve chegar a R$ 742,4 bilhões

agropecuaria 13 08 2020A estimativa para o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deste ano, com base nas safras de julho, é de R$ 742,4 bilhões, 10,1% acima do obtido em 2019, que foi de R$ 674,2 bilhões. As lavouras tiveram crescimento real de 12,3%, e a pecuária, 6,1%. As lavouras representam 66,5% do faturamento e a pecuária, 33,5%.

Produtos - De acordo com nota técnica da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, vários produtos têm apresentado recordes de produção neste ano. São eles: amendoim (20,4%), milho (15%), soja (22,4%), trigo (69,6%), feijão (13,5%) e cacau (18,8%). Na pecuária, os destaques são carne bovina e suína, com aumentos do VBP de 12,6% e 6,2%, respectivamente.

Outros - Outros produtos com bom desempenho são café, cana-de-açúcar, banana, arroz e laranja. Já com resultados inferiores estão algodão, banana, batata inglesa, mamona, mandioca, tomate e uva.

Grãos - Os resultados deste ano estão relacionados ao alto desempenho da safra de grãos, que deve alcançar 253,7 milhões de toneladas, conforme projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). “Em grande parte, esses números refletem o aumento das safras de soja e de milho. Os preços agrícolas mostram-se também favoráveis aos agricultores, e têm sido boas as condições do mercado internacional quanto à taxa de câmbio e à demanda externa”, diz a nota.

Estados - Entre os estados, os cinco com melhores resultados são: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás, que, juntos, representam 61,2% do VBP. No caso das regiões, o Centro-Oeste lidera com 32,8% do VBP nacional, seguido por Sudeste, 25,8%; Sul, 24,9%; Nordeste, 9,9%; e Norte, 6,6%. (Mapa)

>> Nota técnica

>> Resumo do VBP

>> VBP regional

>> VBP completo

FOTO: Assessoria Cocamar

PIX: BC regulará instituições que aderirem a novo sistema de pagamentos

economia 13 08 2020As instituições de pagamento que aderirem à nova plataforma de pagamentos instantâneos Pix serão supervisionadas pelo Banco Central (BC), mesmo as que atualmente não estão sujeitas à fiscalização da autoridade monetária. A determinação consta do regulamento do Pix, aprovado nesta quarta-feira (12/08) pelo órgão.

Normas aprovadas - Entre as normas aprovadas, estão a integralização (incorporação) e a manutenção de pelo menos R$ 1 milhão de capital pelas instituições que aderirem ao Pix. Segundo o BC, o capital mínimo foi reduzido para igualar o tratamento dado a outras instituições reguladas pela autoridade monetária e para fomentar a competição, estimulando a entrada de participantes de menor porte.

Capital mínimo- “Determinou-se a redução do capital mínimo requerido dessas instituições, equalizando o tratamento em relação a outras instituições reguladas pelo BC. Esse movimento reduz ainda mais as barreiras à entrada, fomentando a participação e a competição", informou o BC em nota.

Aplicativo - O BC definiu que o Pix será oferecido para pessoas físicas por meio de um aplicativo de celular distinto do aplicativo oficial do banco ou da instituição de pagamento. Para as empresas, a ferramenta será ofertada pelo principal canal digital da instituição, seja no aplicativo ou no site do banco.

Nova modalidade - O regulamento criou uma nova modalidade de participação: o liquidante especial. Essa modalidade abrangerá instituições que prestem serviços de liquidação de pagamentos Pix a outras instituições, sem oferecer envio ou recebimento de pagamentos a usuários finais.

Supervisão - O Banco Central determinou que as instituições que aderirem ao Pix automaticamente integrarão o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), estando sujeitas à regulação mínima. Mesmo o Whatsapp, que aguarda aprovação do BC para operar pagamentos fora do Pix, passará a ser fiscalizado pelo BC caso adote o sistema.

Aberto - Controlado pelo Facebook, o WhatsApp já disse que estava aberto a integrar seu serviço ao Pix, mas que mantinha seus planos de lançar a possibilidade de operações de pagamentos e transferências de recursos com cartões, por meio da parceria com Visa e Mastercard.

Operação - Nova ferramenta que reduz o tempo de liquidação de pagamentos entre estabelecimentos com conta em bancos e instituições diferentes, o Pix entrará em operação em 16 de novembro. O cadastro das Chaves Pix – combinação com telefone celular, CPF, CNPJ e e-mail necessária para operar a carteira digital – começará em 5 de outubro. As datas foram anunciadas no fim de julho <https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-07/brasileiros-comecarao-se-familiarizar-com-o-pix-partir-de-outubro>.

QR Code - As transações poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada. O Pix trará agilidade em relação a sistemas atuais de pagamento, como a transferência eletrônica disponível (TED), que leva até duas horas para ser compensada, e o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte.

Empresas- No caso de empresas, a plataforma traz vantagens em relação ao pagamento por cartão de débito. Isso porque o consumidor pagante não precisará ter conta em banco, como ocorre com os cartões. Bastará abastecer a carteira digital do Pix para enviar e receber dinheiro. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

VAREJO I: Vendas crescem 8% em junho, no pior semestre do comércio desde 2016

varejo I destaque 13 08 2020O volume de vendas do varejo cresceu 8% em junho, após a alta recorde de 14,4% em maio. Apesar dos números positivos nesses dois meses, o varejo fechou o primeiro semestre com -3,1%, frente ao primeiro semestre de 2019, influenciado pelas medidas de isolamento social para contenção da pandemia de Covid-19. Esse resultado semestral, divulgado nesta quarta-feira (12/08) pelo IBGE, é o menor desde o segundo semestre de 2016 (- 5,6%).

Esperado - “Os resultados positivos eram esperados porque viemos de uma base de comparação muito baixa, que foi o mês de abril (-17%). Esse crescimento, então, foi praticamente generalizado, distribuído em quase todas as atividades. Desde o começo da pandemia, a gente bate muitos recordes, tanto negativos quanto positivos, então os números estão muito voláteis”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Crescimento - Com exceção de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, atividade que teve queda de 2,7% frente a maio, todas as outras atividades analisadas pela pesquisa cresceram nessa comparação. Os maiores percentuais foram de Livros, jornais, revistas e papelarias (69,1%), Tecidos, vestuário e calçados (53,2%), Móveis e eletrodomésticos (31%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (26,1%). Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,7%), Combustíveis e lubrificantes (5,6%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,7%) foram as demais atividades que tiveram resultados positivos.

Adaptação - “Há um movimento de adaptação. Tanto Móveis e eletrodomésticos quanto Livros, jornais, revistas e papelarias são duas das atividades com maior potencial de adaptação, principalmente nas pequenas e médias empresas, que sempre tiveram o comércio calcado na venda física. Com a pandemia, ao longo do tempo, elas aprenderam a ofertar seus produtos de maneira distinta e a trabalhar com entrega, por exemplo”, analisa Cristiano.

Essenciais - De acordo com o pesquisador, como as atividades de artigos farmacêuticos e perfumaria e hipermercados e supermercados foram consideradas essenciais durante a pandemia, não sofreram tanto impacto quanto as outras atividades. “O setor de hipermercados pesa muito no indicador. Nesse mês a participação dele foi de 50,8%. Essa variação grande e volátil das outras atividades foi contida por esse setor e segurou o índice em 8%”, completa.

Varejista ampliado - No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de Veículos, motos, partes e peças e Material de Construção, o volume de vendas cresceu 12,6% em relação a maio. Pelo segundo mês consecutivo, os resultados apontaram menor impacto do isolamento social no comércio. De todas as empresas coletadas pela pesquisa, 12,9% relataram impacto em suas receitas em junho por conta das medidas de isolamento social. Em maio, esse número era 18,1%.

Vendas crescem em 24 Unidades da Federação O volume de vendas foi positivo em 24 Unidades da Federação, com destaque para Pará (39,1%), Amazonas (35,5%) e Ceará (29,3%) na passagem de maio para junho. Rio Grande do Sul (-9,0%), Paraíba (-2,4%) e Mato Grosso (-2,0%) foram os estados que tiveram queda nessa mesma comparação.

Comércio cresce 0,5% frente a junho de 2019 - O comércio varejista cresceu 0,5% em junho frente ao mesmo mês do ano anterior, contra recuo de 6,4% em maio de 2020, primeira taxa no campo positivo após três meses de quedas seguidas. Já o indicador acumulado nos últimos doze meses indica estabilidade no ritmo das vendas (0,0% em maio e 0,1% em junho).

Comparação com julho de 2019 - O comércio varejista ampliado, em comparação a junho de 2019, teve queda de 0,9% contra -15,3% em maio de 2020, quarta taxa negativa consecutiva. Com isso, o varejo ampliado acumulou -7,4% no indicador acumulado no ano de 2020 contra -8,7% acumulado até maio. O indicador acumulado nos últimos doze meses passou de -1,0% até maio para -1,3% até junho. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

varejo I 13 08 2020

 

VAREJO II: Vendas no comércio paranaense crescem em junho

varejo II 13 08 2020As vendas do comércio paranaense continuam em um cenário de crescimento, depois dos impactos negativos da pandemia do novo coronavírus no varejo. O volume de vendas no comércio varejista ampliado, que inclui todas as atividades, inclusive materiais de construção e veículos, aumentou 9% em junho deste ano, na comparação com junho de 2019. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira (12/08), pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Superior a maio - O resultado é também 5,9% superior a maio, que já vinha com um crescimento de 28,8%, depois de dois meses de quedas impulsionadas pela restrição das atividades. O acumulado no primeiro semestre, porém, ainda é negativo: as vendas no Estado tiveram redução de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses o crescimento foi de 0,5%.

Auxílio emergencial - O vice-governador Darci Piana avalia que a retomada no consumo pode estar relacionada a programas como o auxílio emergencial, do governo federal, e o Cartão Comida Boa, do Governo do Estado, que ajudaram a manter o poder de compra da população. “Pode parecer pouco, mas esses R$ 600,00 ajudam muita gente. Esse recurso está caindo no comércio e estimulando o consumo”, diz.

Razoável - “Tivemos um crescimento razoável com relação ao ano passado, que ainda não foi o suficiente para recuperar tudo que foi perdido, mas já é bom sinal”, afirma Piana. “Significa que estamos reagindo e quem sabe, daqui para frente, podemos voltar ao que precisamos para manter os empregos e toda a estrutura do comércio, que emprega 3 milhões de pessoas no Estado”, ressalta.

Quinto melhor - O Paraná teve, na comparação com junho de 2019, o quinto melhor resultado entre os estados brasileiros, atrás de Santa Catarina (24,6%), Tocantins (18,5%), Amazonas (14%) e Maranhão (13,7%). No País, o comércio varejista ampliado teve crescimento de 0,9%, se comparado a junho de 2019, e de 12,6%, em relação a maio, além de quedas de 7,4% no acumulado no primeiro semestre e de 1,3% nos últimos 12 meses.

Atividades - Das 13 atividades avaliadas pela pesquisa, sete tiveram aumento nas vendas em junho deste ano, com relação ao mesmo mês do ano passado. O setor que mais cresceu no mês foi o de móveis, com 49,1% mais vendas que em 2019 e 3,5% a mais que em maio.

Junho de 2019- Na comparação com junho de 2019, também houve crescimento no comércio de móveis e eletrodomésticos (40,5%); somente eletrodomésticos (33,1%); veículos, motocicletas, partes e peças (29,2%); material de construção (10,6%); hipermercados e supermercados (63%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,1%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,5%).

Maiores quedas - As maiores quedas foram na venda de livros, jornais, revistas e papelaria, que reduziram 35,6% na comparação com junho do ano passado e 29,1% com relação a maio deste ano; e de tecidos, vestuários e calçados, cujas vendas foram 31,2% menores que em junho de 2019 e 26,4% do que em maio.

Redução - Também houve redução no comércio de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-14,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-12,1%); e combustíveis e lubrificantes (-11,3%). (Agência de Notícias do Paraná)

 

COMBUSTÍVEL: Preço médio da gasolina nas refinarias tem reajuste de 4%

combustivel 13 08 2020A Petrobras anunciou nesta quarta-feira (12/08) que promoverá reajustes médios de 4% para a gasolina e de 2% para o diesel (S10 e S500) nas refinarias, com vigência a partir desta quinta-feira (13/08). Esse será o sexto aumento consecutivo do diesel no ano. Já o reajuste da gasolina acontece após redução de 4% no preço, registrada em julho passado, depois de nove altas. (Agência Brasil)

FOTO: Petrobras

 

 

SAÚDE I: Brasil tem 104 mil mortes e 3,16 milhões de casos acumulados

O Brasil chegou a 104.201 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Os dados foram divulgados na entrevista coletiva de apresentação do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde nesta quarta-feira (12/08). Na terça-feira (11/08) o painel trazia 103.026. Ainda há 3.454 óbitos em investigação.

Casos acumulados - Já os casos acumulados somaram 3.164.785. Há 715.107 casos em acompanhamento. Na terça-feira (11/08), o sistema do Ministério da Saúde marcava 3.109.630 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Recuperados - Até o momento, 2.309.477 pessoas se recuperaram da doença.

Estados - Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (25.869), Rio de Janeiro (14.295), Ceará (8.052) e Pará (5.909). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Tocantins (482), Roraima (555), Mato Grosso do Sul (558), Acre (569) e Amapá (606).

Ranking mundial - O Brasil ocupa o 2º lugar no ranking de mortes e de casos, atrás apenas dos Estados Unidos, que teve 4.941.796 pessoas infectadas e 161.356 óbitos até o momento. Quando considerada a população, o Brasil ficou em 8º na incidência (casos por 1 milhão de habitantes) e em 9º na mortalidade (falecimentos pela covid-19 por 1 milhão de habitantes). O país subiu nos dois quesitos nas últimas semanas, quando estava na 10ª posição nas duas listas.

Comparação - Já quando considerados os casos de países na última semana epidemiológica (referência utilizada por autoridades de saúde para medir a evolução o fenômeno), com dados até o dia 8 de agosto, o Brasil (304.535 casos) ficou atrás dos Estados Unidos (379.759) e da Índia (392.623).

Curva - A curva de casos novos da 32ª semana epidemiológica (SE) oscilou 3% para baixo em comparação com a semana anterior. Na comparação das médias diárias, na 32ª SE o índice foi de 43.505, enquanto na SE 31ª ele estava em 44.766.

Oscilação - A curva das mortes por covid-19 oscilou no mesmo patamar (3% para baixo), totalizando 6.914 novos registros. Na análise das médias diárias de óbitos, foram 988 na 32ª semana epidemiológica contra 1.016 na anterior.

Estabilização - Na avaliação do secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, o Brasil encontra-se em uma estabilização das duas curvas. “Temos considerado um intervalo de confiança de até 5%. Quando há este patamar afirmamos que há uma estabilização. O número de casos está dentro do limite de confiança, mas para baixo”, explicou.

Falecimentos - No caso dos falecimentos, ele argumentou que a equipe do Ministério vê uma tendência de queda, embora ainda em platô. O Brasil está na casa da média de cerca de mil mortes desde o fim de junho.

Mapa - Pelo mapa da situação da epidemia no país, doze estados estão estabilizados, nove apresentam redução e oito mostram aumento de casos da covid-19.

Incremento - O incremento, antes concentrado no Sul e no Centro-Oeste, voltou a ficar mais distribuído, incluindo estados do Norte, região que sofreu mais no início da pandemia.

Elevação - Já quando consideradas as mortes, houve elevação de números em oito estados e diminuição em 12, com outros sete em situação de estabilização. Também neste caso, o foco deixou de ser o Sul o Centro-Oeste (com exceção do Mato Grosso do Sul), com aumento de mortes em estados do Norte e Nordeste.

Abrangência - A epidemia praticamente já atinge todo o país, com casos registrados em 5.485 municípios, o equivalente a 98,5%. Já as mortes foram notificadas em 3.785 cidades, o correspondente a 68%. Também vem sendo reforçada a interiorização da epidemia, com 60% dos casos novos no interior e 40% em regiões metropolitanas. Já no quesito novos óbitos, os percentuais estão quase igualados (51% em regiões metropolitanas contra 49% no interior).

Hospitalizações - As hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) totalizou 548.353 desde o início da pandemia. Destas, 278.714 (50,8%) por covid-19. Ainda há 85.435 (15.6%) cujas causas estão em investigação.

Perfil - Quanto ao perfil das internações por SRAG, 51,1% tinham acima de 60 anos, 57% eram homens e 43% eram mulheres. No recorte por cor e raça, 32,3% eram pardos, 31,1% brancos, 4,7% pretos, 1% amarelo, 0,3% indígenas e 30,6% não informaram.

Mortes - Já nas mortes por SRAG, 72,5% eram idosos, 58% eram homens e 42% mulheres. Na distribuição por cor e raça, os índices aumentam para pardos (35,8%), pretos (5,2%) e não declarados (28,9%), oscilam para amarelos (1,1%) e indígenas (0,4%) e diminuem para brancos (28,7%).

Testes - Até o momento, foram distribuídas 5.397.908 reações para testes laboratoriais (RT-PCR). Desses, foram analisados 1,8 milhão de exames laboratoriais na rede pública e 2 milhões. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Paraná chega a 96.697 casos e 2.488 mortes pelo coronavírus

saude II 13 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde informa que o Paraná tem 96.697 casos confirmados de Covid-19 e 2.488 mortes em consequência da infecção até esta quarta-feira (12/08). Foram confirmados mais 1.818 diagnósticos positivos e 71 óbitos pelo novo coronavírus. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.087 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. Destes, 841 ocupam leitos SUS (404 em UTI e 437 em leitos clínicos/enfermaria) e 246 leitos da rede particular (103 em UTI e 143 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.071 pacientes internados, 492 em leitos UTI e 579 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de 71 pacientes. Todos estavam internados. São 31 mulheres e 40 homens com idades que variam de 30 a 102 anos. Um óbito ocorreu em 24 de junho, dois em julho e os demais no mês de agosto.

Residência - Os pacientes residiam em: Curitiba (16), Londrina (5), Cascavel (4), Telêmaco Borba (4), Maringá (3), Piraquara (3), Araruna (2), Araucária (2), Campo Mourão (2), Colombo (2), Rolândia (2) e São José dos Pinhais (2). Uma morte foi registrada em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Alto Piquiri, Apucarana, Arapongas, Cambé, Campina Grande do Sul, Campo Bonito, Carlópolis, Corbélia, Dois Vizinhos, Florestópolis, Guaraci, Ivaiporã, Jaguapitã, Jataizinho, Paranaguá, Paranavaí, Perobal, Ponta Grossa, Quinta do Sol, Ribeirão do Pinhal, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha de Itaipu, Sarandi.

Fora do Paraná - O monitoramento da secretaria estadual registra 1.088 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 28 morreram.

Retificações - Os casos de fora do Paraná estavam somados aos números informados anteriormente. Seguem as retificações dos dados.

Dia 8 de agosto: 2.228 novos casos, sendo 2.210 de residentes no Paraná e 18 de não residentes no Estado. O número de óbitos nesta data foi 49. Os totais ficaram: 90.123 casos confirmados (após o ajuste de transferência de 2 casos para fora do Estado) e 2.292 óbitos (depois da exclusão de um registro duplicado).

Dia 9 de agosto: 1.739 casos, sendo 1.719 de residentes no Paraná e 20 de não residentes no Estado. O número de óbitos nesta data foi 26. Os totais ficaram: 91.842 casos confirmados e 2.318 óbitos.

Dia 10 de agosto: 1.507 casos, sendo 1.483 de residentes no Paraná e 24 de residentes fora do Estado. O número de óbitos nesta data foi de 52. Os totais ficaram: 93.325 casos confirmados e 2.370 óbitos.

Dia 11 de agosto: 1.570 casos, sendo 1.556 de residentes no Paraná e 14 de residentes fora do Estado. O número de óbitos nesta data foi de 47 (após transferência de uma morte confirmada no dia 28 de junho em Pinhais para Balneário Camboriú (SC). Os totais ficaram: 94.882 casos confirmados (depois da inclusão de um caso confirmado fora do Paraná e transferido para Palmeira) e 2.417 óbitos.

Alteração - Alteração de município:

Um caso confirmado em 28/07 em Balsa Nova foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado em 03/07 em Balsa Nova foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado em 23/07 em Balsa Nova foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado em 16/07 em Balsa Nova foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado em 30/07 em Balsa Nova foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado em 30/07 em Balsa Nova foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado em 22/06 em Contenda foi transferido para Araucária.

Um caso confirmado em 29/06 em Contenda foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado em 04/07 em Bocaiúva do Sul foi transferido para Pinhais.

Um caso confirmado em 05/07 em Quitandinha foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado em 29/06 em Rio Branco do Sul foi transferido para Itaperuçu.

Um caso confirmado em 03/07 em Quatro Barras foi transferido para Curitiba.

Dois casos confirmados em 01/07 em Quatro Barras foram transferidos para Piraquara.

Um caso confirmado em 05/07 em Quatro Barras foi transferido para Piraquara.

Um caso confirmado em 01/08 em Piên foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado em 21/07 em Pinhais foi transferido para Piraquara.

Um caso confirmado em 03/08 em Santa Cecília do Pavão foi transferido para Ibiporã.

Exclusões - Três casos confirmados em 10/08 em Curitiba foram excluídos por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Governo do PR assina memorando técnico com a Rússia para estudar vacina

saude III 13 08 2020O Governo do Paraná assinou nesta quarta-feira (12/08) um memorando de entendimento com o Fundo de Investimento Direto da Rússia para ampliar a cooperação técnica, as transferências de tecnologia e os estudos sobre a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo Instituto Gamaleia. O acordo deixa aberta a possibilidade de realização de testes, produção e distribuição do imunizante.

Referendo - O embaixador russo no Brasil, Sergey Akopov, e o presidente da do Fundo de Investimentos, Kirill Dmitriév, participaram do encontro virtual e referendaram o memorando. Integrantes do Ministério da Saúde, do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações também acompanharam a assinatura. Todos os estudos serão acompanhados pelo governo federal.

Coordenação - O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse que o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) será responsável por coordenar os estudos no Estado e lembrou que a entidade é referência nacional na produção de medicamentos. “A ideia do memorando de entendimento é ampliar a cooperação e estabelecer uma parceria. Estamos avançando nas tratativas para transferência de tecnologia”, afirmou.

Próximo passo - O próximo passo é a formação de grupo de trabalho com integrantes do Governo do Estado e do governo russo para acompanhar a validação da vacina em território brasileiro.

Atividades - O memorando afirma que as partes vão desenvolver atividades conjuntas e organizar negociações em prol do desenvolvimento da vacina contra Sars-CoV-2 no Estado. Para isso vão compartilhar experiências e tecnologias e providenciar mecanismos que permitam a cooperação com orientações técnicas e profissionais relacionadas à vacina.

Troca de tecnologia - “É um memorando de entendimento bastante objetivo que versa sobre troca de tecnologia. Ele não gera obrigações, mas uma nova construção, um entendimento de que podemos trabalhar juntos. Vamos criar um grupo de trabalho para a formação de um protocolo que vai ser submetido às autoridades brasileiras”, afirmou Jorge Callado, diretor-presidente do Tecpar. “Nesse momento a prioridade é a validação da vacina no País. Dependemos dessa aprovação para os outros encaminhamentos”.

Primeiro passo - Callado acrescentou que o memorando é um “primeiríssimo passo” para a entrada da vacina no País. “Agora podemos trabalhar os aspectos regulatórios e técnicos, mas sempre pensando na prudência, na serenidade e na transparência. Temos que trabalhar muito bem essa parceria para que os resultados sejam os melhores possíveis para todos os brasileiros”, disse o diretor-presidente do Tecpar.

Sinopharm - O Governo do Estado também já assinou um termo de cooperação técnica e científica com a China para iniciar a testagem e a produção de vacina da Sinopharm. O acordo garante ao Paraná acesso ao resultado das duas primeiras fases de testagem. Segundo o laboratório, os processos iniciais, já encerrados, tiverem 100% de positivação e sem reação adversa grave.

Presenças - Participaram do encontro o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil Guto Silva; o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto; o chefe do Escritório de Representação do Paraná em Brasília, Rubens Bueno II; o vice-presidente do Fundo de Investimento Direto da Rússia, Tagir Sitdekov; Luis Paulo Gomes Mascarenhas, da diretoria de Relações Internacionais da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; Acef Said, cônsul honorário da Rússia no Paraná; Marcos Schettino, presidente da sociedade do corpo consular do Paraná; Flávio Werneck, assessor especial para Assuntos Internacionais do Ministério da Saúde; Ana Paula Barreto, representante da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde; Priscila Souza, coordenadora-geral de Ações Estratégicas em Pesquisa Clínica do Ministério da Saúde; Max Nóbrega de Menezes, diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, do Ministério da Saúde; Pedro Terra, diretor do departamento de Rússia e Ásia Central do Ministério de Relações Exteriores; e o diretor do Departamento de Programas de Desenvolvimento Científico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Fábio Donato Larotonda. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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