Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4888 | 17 de Agosto de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Sistema Ocepar leva 44ª reunião virtual até a cooperativa Aerotaxi

Na tarde da última sexta-feira (14/08), a diretoria da Aerotaxi Cooperativa de Transportes, liderada pelo seu presidente Fernando Horst, recepcionou o Sistema Ocepar para a realização da reunião institucional – a 44ª no formato remoto, devido à quarentena do coronavírus. O propósito foi apresentar a situação econômico-financeira da cooperativa, utilizando indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo, visando manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Também foram expostos assuntos como intercooperação e as ações desenvolvidas pela entidade neste período, perspectivas de mercado e atividades finalísticas do Sescoop/PR.

Eficiência  O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, reafirmou à diretoria da Aerotaxi que as reuniões online, modalidade adotada em atendimento às recomendações das autoridades sanitárias devido à pandemia da Covid-19, têm favorecido o contato mais frequente e ágil com as cooperativas, bem como as reuniões com autoridades do estado, como o governador Ratinho Junior e seu secretariado, bem como com lideranças de entidades produtivas paranaenses, e na esfera federal, com a ação da OCB, com autoridades do governo federal, assim como com o Congresso Nacional. “O fato de estarmos em casa, trabalhando em home office, possibilitou termos mais contatos com as cooperativas, promovendo as atividades e eventos de forma virtual, em alguns até com a participação do governador Ratinho Junior ou da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, por exemplo. Como sempre, estamos procurando fazer o melhor para as nossas cooperativas”, pontuou.

Produtividade – O número de ações realizadas remotamente, desde a adoção do home office no dia 23 de março, demonstra que o Sistema Ocepar aumentou suas atividades de tal ordem que não seria possível realizá-las presencialmente, com o intuito de contribuir para que o setor cooperativo paranaense continue operando forte. “Por exemplo, ao mesmo tempo que temos reunião com cooperativas, estamos desenvolvendo ações, de forma remota, com outros setores no estado ou mesmo em Brasília. Algo impensável até há pouco tempo. A Diretoria Executiva e as equipes da entidade têm acompanhado cada uma das cooperativas, praticamente no dia a dia, tratando de assuntos essenciais e relevantes para que o sistema continue funcionando, e bem”, acrescentou.  

Dificuldade – O presidente da Aerotaxi, Fernando Horst, relatou as dificuldades que a cooperativa vem passando em decorrência da forte queda da demanda por táxi devido às restrições impostas pela quarentena, como suspensão de atividades de vários setores da economia. “Perdemos muitos cooperados, pois, se o movimento de táxis já estava enfraquecido devido à crise política e econômica e também pela entrada dos aplicativos, o setor se tornou insustentável com a pandemia”, relatou. O que tem dado suporte, adiantou, é a prestação de serviços de transporte de cargas para cooperativas e empresas agroindustriais. Outra alternativa que começou a ser explorada é a demanda de entregas pelo setor de e-commerce, que tem crescido. “Por isso, contamos com a ajuda do Sistema Ocepar para aumentar e consolidar a intercooperação no transporte de cargas com outras cooperativas e estudar estratégia de ampliar a participação de entrega de encomendas do e-commerce, pois o nosso objetivo é recuperar a cooperativa”, completou.

Participantes – Além de Boesche, pelo Sistema Ocepar, também participaram da reunião, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que rapidamente conversou com a diretoria da Aerotaxi, pois tinha outro compromisso no mesmo horário, os coordenadores de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto e Leandro Roberto Macioski, o  analista técnico da Gecoop, Emerson Barcik, e o analista de desenvolvimento técnico – mercado, Moisés Knault.

{vsig}2020/noticias/08/17/reuniao_institucional/{/vsig}

 

COVID-19: Confira o comunicado 98 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 17 08 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu o comunicado 98, na manhã desta segunda-feira (17/08), informando sobre várias atividades realizadas no último dia 14, como as reuniões ocorridas com a participação das cooperativas Cooperante, Aerotaxi e Cooperoeste, a live com o palestrante Maurício Louzada e, ainda, o 4º encontro do Ciclo de Debates sobre a reforma tributária promovido pelo Sistema OCB. Veja abaixo todos os destaques.

1. No dia 14 de agosto, a cooperativa Cooperante apresentou o projeto de viticultura durante a reunião diária do comitê do Sistema Ocepar.

2. No dia 14 de agosto, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da live organizada pela Unicred Central SC/PR, para apresentar a história e os indicadores do cooperativismo paranaense.

3. O Sistema Ocepar, no dia 14 de agosto, realizou uma Reunião da Autogestão de forma virtual, com a cooperativa Aerotaxi, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

4. No dia 14 de agosto, o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, realizou a 23º do Encontro com os Agentes das cooperativas paranaense. O tema da live foi Novos Tempos, Novas Atitudes, com o palestrante Maurício Louzada.

5. O Sistema Ocepar, no dia 14 de agosto, realizou reunião técnica virtual com a cooperativa Cooperoeste do ramo infraestrutura, com objetivo de apresentar os serviços prestados.

6. O Sistema OCB realizou, no dia 14 de agosto, o 4º Encontro do Ciclo de Debates Cooperativismo na Reforma Tributária, com foco no ramo Transporte e participação de especialistas e parlamentares para explicar os impactos da reforma para as cooperativas. Para se inscrever, acesse: https://bit.ly/ciclo-debates.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

GETEC: Informe nº 39 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 17 08 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (17/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. Juntamente com A Getec publicou também o Informe Mensal contendo o histórico das projeções do Banco Central para julho.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

MÍDIA: Reportagem destaca importância das cooperativas no desenvolvimento do Oeste do PR

midia 17 08 2020Matéria publicada pelo jornal Gazeta do Povo, intitulada “Na base do associativismo, Oeste paranaense cresce e ‘atropela a pandemia’”, destaca a força econômica da região e a contribuição do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) para a obtenção dos bons resultados. Além disso, chama a atenção para a participação das cooperativas nessa iniciativa. “Nos últimos dois anos, 100% das cooperativas dos 54 municípios aderiram. São em torno de 55 mil pequenos produtores rurais cooperados. Isso é importante para que todo o Oeste tenha um discurso alinhado. A grande força que esse programa oferece é o alinhamento dessas demandas. A participação das cooperativas é exemplo disso. Todas elas unidas nos dão uma força muito grande”, comenta "o atual presidente do consórcio, Danilo Vendruscolo.

FOTO: Albari Rosa / Arquivo / Gazeta do Povo

Clique para conferir na íntegra a matéria

 

 

 

COPACOL: Valter Pitol comemora derrubada do Funrural das integrações

copacol 17 08 2020Em uma atuação articulada entre OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná) e Congresso Nacional, houve a derrubada da cobrança do Fundo Rural das integrações.

Derrubada do veto - “O trabalho das cooperativas levou à derrubada do veto, beneficiando a todas as integrações do sistema cooperativista. Agradecemos à diretoria da OCB, seu presidente Marcio Lopes de Freitas, a gerente Tania Zanella; a diretoria da Ocepar, seu presidente José Roberto Ricken, e também nossos deputados Sérgio Souza, Pedro Lupion e Aline Sleutjes que participaram intensamente para que essa decisão acontecesse”, diz o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

Reforma tributária - Tanto a OCB quanto a Ocepar permanecem com frentes de trabalho para acompanhar a reforma tributária no País, que tende a aumentar a cobrança de tributos ao setor produtivo. “O que nos preocupa é o aumento de impostos. Possuímos uma alta carga tributária e os desafios são grandes. O País está com alto custo, mas não há um trabalho para se reduzir as próprias despesas. Por isso, estamos com frentes da OCB e Ocepar para acompanhar o projeto”, destaca Pitol. (Imprensa Copacol)

 

COCAMAR: Divulgados os campeões de produtividade

cocamar 17 08 2020Foram conhecidos, na manhã de domingo (16/08), durante o programa de televisão RIC Rural – exibido das 9 às 10h pelas emissoras da RIC TV Record, no Paraná – os vencedores do 9º Concurso Cocamar de Superprodutividade de Soja, Safra 2019/2020.

Premiação - Com direito a troféus e uma viagem técnica aos Estados Unidos em 2021, extensiva aos profissionais da cooperativa que lhes prestaram orientação especializada, os cooperados vencedores concorreram em duas categorias: Geral (primeiro e segundo lugares) e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta-ILPF (primeiro lugar).

Melhorando sempre - Apresentando a média de 100,4 sacas por hectare (243 no equivalente em alqueire), o primeiro lugar na categoria Geral ficou com o casal Tiezo e Keiko Suguiura, de Apucarana, norte do estado, assistido pelo engenheiro agrônomo José Henrique Seko, da Cocamar. Segundo Tiezo, a conquista é fruto de um trabalho permanente de melhorias e boas práticas, “utilizando as tecnologias recomendadas pelo agrônomo da cooperativa”. “Investimos para ampliar a cada ano as nossas médias de produtividade”, comentou Keiko.

Acreditando sempre - O segundo colocado foi o produtor Paulo Alexandre Gonçalves Piassa, cuja propriedade fica em Tuneiras do Oeste, município próximo a Cianorte, uma região de solos em transição, no noroeste. Sua média foi de 90,4 sacas por hectare (219 na equivalência em alqueire). “Eu sempre tive a convicção de que poderia alcançar boas produtividades em minha região e os resultados mostram isso”, disse Paulo, que recebe a orientação técnica do engenheiro agrônomo Vagner Decleva, da unidade de Cianorte. Paulo ficou pelo segundo ano seguido entre os dois primeiros lugares na categoria Geral.

Areião e modernidade - Na categoria ILPF, César Vellini e seu filho, o engenheiro agrônomo Vítor, conquistaram a primeira colocação pela segunda vez. A média deles foi de 73,9 sacas por hectare (179/alqueire) na propriedade em Jardim Olinda, extremo noroeste, onde eles são orientados pelo engenheiro agrônomo Jorge Vecchi, da unidade da Cocamar em Paranacity. “Fazemos integração há mais de 20 anos e, inicialmente, a soja entrou para melhorar a qualidade dos pastos, pois o nosso foco era apenas a pecuária. Hoje, a soja é indispensável no nosso negócio”, assinalou César. Situada numa região de solo bastante arenoso e clima quente, a Fazenda Flor Roxa é uma das principais referências em ILPF no Paraná, apresentando ano após ano uma alta produtividade de soja e um sistema de gestão moderno, que inclui agricultura de precisão.

Irem além - “A ideia do concurso, quando foi idealizado há 9 anos, era motivar os produtores a acreditar que poderiam ir muito além do que vinham produzindo”, afirmou em entrevista por vídeo, ao jornalista Sérgio Mendes, o professor Antonio Luiz Fancelli, professor/doutor em nutrição de plantas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) e que por vários anos foi consultor da Cocamar.

Desafio - “Quando lançamos o concurso, desafiando nossos cooperados a produzirem 100 sacas de soja por hectare, muitos achavam que não seria possível ir tão longe”, enfatizou o presidente executivo da Cocamar, Divanir Higino. Hoje, segundo ele, um grupo cada vez maior de produtores associados da cooperativa já semeia a safra pensando em alcançar essa marca, pois vislumbram o grande potencial apresentado pela cultura.

Sobrevivência - “Aumentar a produtividade é questão de sobrevivência”, resumiu o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, explicando que os preços internacionais da oleaginosa vêm caindo em termos reais nas últimas décadas, ao mesmo tempo em que os custos nunca param de subir. “Incorporar tecnologias é a única forma de os produtores evoluírem”, afirmou, lembrando que há mais de 20 anos a Cocamar tem incentivado a integração em solos arenosos do noroeste paranaense, algo que, no início, nem todos acreditavam que pudesse dar certo. (Imprensa Cocamar)

 

PRIMATO I: Cooperativa investirá R$ 250 milhões em cinco anos

primato 17 08 2020Toledo, no Oeste do Paraná, está focada na retomada da economia e amplia o cenário de oportunidades. Empresas já instaladas no município anunciam com entusiasmo novos investimentos gerando ainda mais empregos e renda. Na manhã da última terça-feira (11/08), o prefeito Lucio de Marchi recebeu em seu gabinete o presidente e os diretores da Primato Cooperativa Agroindustrial. O grupo, que completou 23 anos de atuação no município de Toledo, possui sete unidades de supermercados na cidade, empregando cerca de 1.200 pessoas diretamente, mais unidades industriais de nutrição, três restaurantes, dois postos de combustíveis farmácia e corretora. Os diretores apresentaram o plano de investimentos 2020/2025.

Investimentos - Serão cerca de R$ 250 milhões de investimentos, distribuídos em instalação de uma nova Loja Agrícola e Agropecuária (na BR-163) e transformação digital; unidade de recebimento de cereais em Novo Sarandi; ampliação do recebimento de Cereais no BR; o Primatão Atacadista no Jardim Europa (2021); recebimento de Cereais em Concórdia do Oeste; recebimento de Cereais na Linha Mandarina, frigorífico de bovinos, recebimento de cereais em Verê e nova indústria de Alimentos para Animais. Recentemente também foi inaugurada a unidade na Vila Pioneira, onde foram investidos R$ 18 milhões, e em breve, será entregue no mês de setembro a Casa Vergara, no Centro.

Expansão - A Primato é uma das donas da Frimesa e tem grande volume de produção de leite, gados e suínos na região, além de tilápias somando 8.600 cooperados. “É interesse da Primato ampliar suas unidades em Toledo, um município promissor”, comenta o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter. “Visamos a expansão, a diversificação e a consolidação da Cooperativa, claro, através de planejamento estratégico. Esses investimentos serão realizados, gradativamente, levando a outros patamares. Exemplo, a transformação digital da loja Agrícola será uma novidade no mercado”, comenta o diretor executivo Anderson Sabadin.

Município - O prefeito recebe com entusiasmo o plano de investimentos do grupo e comenta sobre a estrutura da cidade e as ações que estão sendo feitas, em especial a pavimentação e recuperação de estradas rurais e os investimentos na infraestrutura urbana para que a cidade continue com qualidade de vida, segurança, mobilidade e atrativa para novos negócios. “Quero parabenizar pela visão empreendedora, Toledo se destaca pelo seu povo, que busca alternativas para novos negócios. Paralelo, o Poder Público faz a sua parte, estamos recuperando mais de 110 quilômetros de asfalto rural sem custo para o produtor e 60 quilômetros de asfalto novo para auxiliar os produtores e fomentar o agronegócio”.

Presenças - Participaram também da reunião, o gerente de originalização Marcio Bach, gerente de industrialização, Juliano Millnitz, gerente de marketing, Adriano Arrosi de Oliveira, secretário de Desenvolvimento Econômico, Alcidio Pastório; chefe de gabinete, Claudia Toledo e a secretária de Comunicação, Suzi Lira. (Imprensa Primato, com informações da Secom/Prefeitura de Toledo)

 

PRIMATO II: Reunião de Campo Digital Agrícola realiza mais uma live

primato II 17 08 2020Na última terça-feira (11/08) foi realizada mais uma live da série Reunião de Campo Primato 2020 que teve o tema “Mercado, Campanha Agrícola e Controle de Cigarrinha”, com o gerente de originação da Primato, Marcio José Bach, analista de mercado, Onofre Batista da Silva e o engenheiro agrônomo Alisson dos Anjos Marchi. O mediador foi o jornalista, publicitário e especialista em marketing Daniel Meneghini.

Agrícola - O primeiro tópico da live foi o momento do mercado agrícola. “Estamos tendo um momento atípico no mercado agrícola, pois mesmo em plena safra de milho de inverno, os valores estão acima do previsto e com projeções de se manterem assim até o final da colheita”, explicou Onofre Batista que complementou, “também sabemos que 30% da safra 2020/21 está devidamente comprada com valores acima da média histórica para compras antecipadas, o que traz uma possibilidade do cooperado fazer negócios com a cooperativa, seja na compra de insumos, sementes e defensivos para próxima safra, assim como a compra de rações adiantadas com preços especiais”. Onofre destacou que a safra de inverno teve apenas poucas chuvas no início mas em geral está correndo de forma positiva.

Cigarrinha - O engenheiro agrônomo Alisson Marchi apresentou dados a respeito da cigarrinha e seu controle. “Existe a necessidade de o cooperado estar atento ao controle da cigarrinha, uma vez que ela se instala, multiplica seus ovos e quase que imperceptivelmente, vai deixando as folhas das cultivares amarelada e isso tem como consequência perda de produtividade”.

Assistência técnica - Alisson ainda fez questão de destacar que a equipe da Primato Agrícola está à disposição para prestar a assistência técnica, que é gratuita aos cooperados, para esclarecer dúvidas e na comercialização de produtos com foco nos resultados.

Campanha - Por sua vez, Marcio Bach falou sobre a campanha agrícola que está sendo feita pela cooperativa. “Convidamos nossos cooperados que ainda não fizeram as negociações da próxima safra de verão 2020/21 que venham conferir as condições especiais e aproveitamos que também estamos com a campanha para safra de inverno 2021. Estamos investindo na unidade de recebimento e beneficiamento de sementes em Nova Santa Rosa e iremos ampliar ainda mais nosso alcance”, enfatizou Marcio que concluiu, “com o momento que estamos vivendo de soja e milho com altos preços, aconselhamos nossos cooperados para que façam suas projeções e negociações com a Primato Agrícola e garanta valores especiais para as próximas safras”.

Evento - Quem ainda não assistiu a Live Reunião terceira edição da Reunião de Campo Digital Primato basta acessar os canais da Primato no Youtube (primatocooperativaagroindustrial) e também pela página do Facebook (@CooperativaAgroindustrialPrimato). (Imprensa Primato)

 

COOPAVEL: Líderes do agronegócio participam de live sobre perspectivas pós-Covid

coopavel 17 08 2020Três dos principais nomes do agronegócio do Oeste do Paraná vão participar de uma live na noite de quarta-feira (19/08). Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, Elias Zydek, diretor-executivo da Frimesa, e Irineo da Costa Rodrigues, diretor-presidente da Lar, vão participar de uma transmissão ao vivo chamada de 1º Fórum do Agronegócio organizada pela Câmara Júnior de Cascavel e de Medianeira.

Tema - O tema do encontro de quarta, com início pontualmente às 20h, vai ser Perspectivas para o agronegócio no pós-pandemia. Durante uma hora, os três líderes do setor vão apresentar números, informações e fazer leituras sobre a atualidade e principalmente sobre o que esperar do agro assim que os riscos de contágio da pandemia estiverem sob controle. “Fico muito feliz com o convite de poder participar e de falar sobre um assunto tão pertinente à atualidade do Brasil e do mundo”, afirma Dilvo Grolli.

Avanço - O agronegócio, diante da crescente demanda por alimentos e proteínas por diversos países, é um dos poucos segmentos produtivos brasileiros com avanço em seus indicadores no primeiro semestre de 2020. A transmissão do 1º Fórum do Agronegócio será feita pelos canais de Facebook e Youtube da JCI Cascavel. (Imprensa Coopavel)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Agência do em Corbélia doa cadeira de rodas para a Fundação Luz e Vida

sicoob 17 08 2020No último dia 13 de agosto, a agência do Sicoob Credicapital em Corbélia (PR) entregou uma cadeira de rodas para a Fundação Luz e Vida, entidade beneficente que atua no município há alguns anos, ajudando famílias carentes da cidade.

Campanha - A doação é resultado da campanha “Coopere na lata você também”. De acordo com o gerente da agência, Adriano Platau, essa ação é praticada há bastante tempo e tem o apoio de vários parceiros. “Recebemos lacres de latinhas que vêm de festas de escolas, festas de comunidade e dos cooperados da agência. Os lacres foram arrecadados pela agência ao longo de 2019 e metade de 2020. Os materiais foram vendidos e o dinheiro, utilizado para a compra da cadeira de rodas”, explica.

Sétimo princípio - As ações sociais que o Sicoob Credicapital pratica em prol da sociedade vão ao encontro com o sétimo princípio do cooperativismo, que é o interesse pela comunidade. “Hoje fizemos a nossa parte enquanto cooperativa dentro da sociedade, foi um pequeno gesto de solidariedade. Nós sabemos da importância de uma cadeira de rodas na vida de alguém que possui uma deficiência física e para nós é gratificante poder ajudar”, complementa o gerente. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Fechada parceria para ofertar cursos on-line à comunidade de Peabiru (PR)

sicoob metropolitano 17 08 2020O Sicoob Metropolitano, por meio da agência de Peabiru (PR), fechou uma parceria com a Prefeitura da cidade, Associação Comercial e agência do Trabalhador para beneficiar a comunidade com os cursos do Expresso Instituto Sicoob. O objetivo é atender pessoas que estão à procura de emprego e, com as capacitações, ajudar a se recolocarem no mercado de trabalho.

Continuidade - Com a pandemia, a utilização do ônibus que disponibilizava a plataforma de cursos foi suspensa, mas para dar continuidade ao trabalho, os cursos estão sendo oferecidos on-line. O acesso é aberto para que todos possam aproveitar diretamente de suas casas.

Para participar - Qualquer pessoa com idade mínima de 14 anos pode acessar a plataforma pelo celular ou computador e se inscrever nos cursos do Instituto Sicoob. São mais de 90 opções nas áreas de educação, saúde e bem-estar, administração e empreendedorismo, informática e línguas. A ferramenta está disponível para cooperados do Sicoob, colaboradores e comunidade no geral.

Fundamental - “Disponibilizar uma plataforma on-line com vários cursos para qualificar profissionais é fundamental para o desenvolvimento do cidadão. Projetos assim só demonstram o interesse do Sicoob pela comunidade. Isso é cooperação”, afirma o gerente da agência de Peabiru, Andre Luiz Goncalves Lopes. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

ITR: Começa nesta segunda o prazo para entrega da declaração de propriedade rural

itr 17 08 2020A partir das 8h desta segunda-feira (17/08), os proprietários rurais de todo o país já podem começar a enviar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2020. O prazo de entrega vai até as 23h59min59s de 30 de setembro.

Expectativa - A Receita Federal espera receber 5,9 milhões de declarações este ano, cerca de 104,5 mil a mais que as 5.795.480 enviadas em 2019. A declaração só pode ser preenchida por meio do programa gerador da declaração, que pode ser baixado na página do órgão na internet a partir desta segunda-feira.

Quem declara- Devem apresentar a declaração pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou que detenham qualquer título do imóvel rural. Apenas os contribuintes imunes ou isentos estão dispensados de entregar o documento. O produtor que perdeu ou transferiu a posse ou o direito de propriedade da terra desde 1º de janeiro também está obrigado a apresentar a declaração.

Preenchimento - A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do programa gerador. O documento pode ser transmitido pela internet ou entregue em pendrive (mídia removível acessível por porta USB) em qualquer unidade da Receita Federal. Quem perder o prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 50. O contribuinte que identificar erros nas informações pode enviar uma declaração retificadora, antes de o Fisco iniciar o lançamento de ofício, sem interromper o pagamento do imposto apurado na declaração original.

Pagamento - O Imposto sobre Propriedade Territorial Rural pode ser pago em até quatro parcelas mensais, mas nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50. O imposto inferior a R$ 100 deve ser pago à vista até 30 de setembro, último dia de entrega da declaração. O pagamento pode ser feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) em qualquer banco ou por transferência eletrônica de instituições financeiras autorizadas pela Receita. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

VBP: Boletim destaca Valor Bruto da Produção agropecuária paranaense

vbp 17 08 2020O Boletim Semanal de Conjuntura, referente à semana de 9 a 14 de agosto, destacou, na sexta-feira (14/08), o Valor Bruto da Produção (VBP) paranaense de 2019, que fechou em R$ 97,7 bilhões. O boletim é elaborado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Índice - O VBP é um índice de frequência anual, calculado com base na produção agrícola municipal e nos preços recebidos pelos produtores paranaenses.

Produtos - Ele engloba cerca de 350 produtos da agricultura, pecuária, silvicultura, extrativismo vegetal, olericultura, fruticultura, plantas aromáticas, medicinais e ornamentais, pesca, entre outros.

Projeção - A produção de grãos, cereais e proteínas animais, em que o Paraná tem mostrado cada vez mais projeção, contribuem com os principais indicadores para a formação do VBP. No entanto, outros setores da agropecuária paranaense também dão a sua contribuição.

Fruticultura - O boletim desta semana, ao abordar a fruticultura, diz que sua participação na formação do valor tem variado conforme os anos, posicionando-se entre 1% e 2%. Como exemplo, cita a safra 96/97, quando o peso do setor foi de 2,6%. No último índice, no entanto, ficou em 1,6%, gerando um volume financeiro de R$ 1,6 bilhão. Entre as principais frutas, o destaque é o segmento da citricultura.

Grãos - A soja gerou valor de R$ 19,9 bilhões no VBP paranaense, garantindo-se como o produto com maior participação, fechando em cerca de 20%, ainda que o clima tenha afetado a cultura na safra 2018/2019. O trigo, por sua vez, volta o olhar para o futuro. O déficit hídrico não é favorável. O desenvolvimento das lavouras, que tinham porcentual de 88% em condições boas na semana passada, baixou agora para 83%.

Milho - O milho, que também tem participação significativa na formação do VBP paranaense, conseguiu avançar a passos largos em termos de colheita. Da segunda safra, já foram colhidos 51% da área total de 2,3 milhões de hectares e a produtividade é de 5.100 quilos por hectare. O preço também tem sido atrativo para o produtor.

Café - Nesta semana, seguindo a tendência dos últimos dias, com clima quente e seco, foi possível caminhar rapidamente na colheita do café, que já atingiu 92% da área. As condições climáticas contribuem, ainda, para melhoria da qualidade dos grãos em termos de bebida.

Feijão e mandioca - O boletim traz também informações sobre as perspectivas para a produção brasileira de feijão e de mandioca. Em relação à suinocultura e à pecuária e avicultura de corte, a análise centra-se mais sobre a questão de mercado.

Gengibre - O documento analisa, ainda, a situação do gengibre, que é cultivado em 122 hectares e produz 1.322 toneladas no Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim no www.agricultura.pr.gov.br/Pagina/Conjuntura-Boletim-Semanal-152020

 

MAPA: Agronegócio ajudou a segurar PIB durante a pandemia, diz ministra

mapa 17 08 2020Com safra recorde de grãos e aumento nas exportações, o agronegócio brasileiro foi essencial para segurar a atividade econômica durante a pandemia do novo coronavírus, disse na sexta-feira (14/08) a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, programa da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ela destacou a safra recorde deste ano e o Plano Safra como elementos que fizeram o setor crescer, enquanto o restante da economia sofria nos últimos meses.

Motor da economia - “O agronegócio foi o motor da economia e conseguiu não deixar nosso PIB [Produto Interno Bruto] cair [mais que o previsto]. Foi gerador de riquezas para o mercado interno, para as exportações e para o emprego. O agro brasileiro não deixou de empregar. Alguns setores até aumentaram o emprego durante este período difícil da pandemia”, ressaltou a ministra.

Pesquisa e clima - Tereza Cristina atribuiu a safra recorde de grãos 2019/2020, estimada em 253 milhões de toneladas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao investimento em pesquisa e desenvolvimento e à boa chuva na maior parte dos estados no início do ano. Segundo ela, a articulação com o Ministério da Infraestrutura, no início da pandemia, foi essencial para impedir problemas de logística e evitar desabastecimentos.

Organização - “Nós precisávamos organizar o abastecimento do nosso mercado interno e também não descumprir os contratos internacionais. O ministro Tarcísio [de Freitas], da Infraestrutura, foi fundamental porque a colheita não pode esperar. O produto precisa ser colhido naquele momento e tivemos um problema de logística e de cuidado com as pessoas nessa pandemia. Montamos um grupo, fizemos um planejamento e, até agora, tudo tem dado certo”, declarou.

Exportações - A ministra ressaltou que as exportações do agronegócio cresceram 10% no primeiro semestre (em relação aos seis primeiros meses de 2019) e totalizaram US$ 61 bilhões. “O Brasil é o celeiro do mundo. Alimentamos nossos 212 milhões de habitantes e exportamos para alimentar mais de 1 bilhão de pessoas no mundo”, declarou.

Novos mercados - Para Tereza Cristina, a abertura de novos mercados foi imprescindível para manter o crescimento das vendas externas e diversificar a pauta, reduzindo a dependência da soja e das carnes. Segundo ela, o Brasil passou a exportar alimentos para 51 novos mercados apenas em 2020 como resultado de negociações com parceiros comerciais. Desde 2019, 89 novos mercados foram abertos para o agronegócio brasileiro.

Produtos - Entre os produtos que passaram a ser exportados, estão laticínios (queijo, iogurte e leite em pó) para a China, castanha de baru e chá-mate para a Coreia do Sul, peixes para a Argentina, castanha para a Arábia Saudita e gergelim para a Índia.

Área livre- Outro fator que, segundo a ministra, deve impulsionar as exportações brasileiras é o reconhecimento de quatro estados – Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Rondônia- e de regiões do Amazonas e do Mato Grosso como áreas livres de febre aftosa sem vacinação. Ela explicou que, em maio, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá ratificar a decisão do Ministério da Agricultura, o que liberará a carne bovina desses estados para exportações sem vacinação, valorizando o produto brasileiro no mercado internacional.

Plano Safra - Em relação à safra de 2020/2021, que começa a ser plantada neste semestre, a ministra ressaltou que o Plano Safra deste ano destina R$ 236 bilhões em crédito subsidiado para os produtores rurais. Segundo Tereza Cristina, neste ano, o plano privilegia os pequenos e médios produtores, que tradicionalmente têm mais dificuldade de acesso ao crédito, e projetos de sustentabilidade e de tecnologia da informação no campo. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

INFRAESTRUTURA I: IAT emite licenciamento ambiental para obras no Trevo Cataratas

infraestrutura 17 08 2020O licenciamento ambiental para as obras de construção do viaduto no Trevo Cataratas, em Cascavel, no Oeste do Paraná, foi emitido pelo Instituto Água e Terra (IAT). O licenciamento saiu em apenas 20 dias, após passar por todas as etapas previstas em lei. Com a licença e a ordem de serviço assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, na segunda-feira passada (10/08), as obras já podem começar.

Responsável - Vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, o IAT é o órgão ambiental responsável pela emissão de licença para instalação, ampliação e operação de empreendimentos e atividades consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras, ou daquelas que, de alguma forma, possam causar degradação ambiental.

Rapidez do processo - A gerente de Licenciamento Ambiental do IAT, Ivonete Chaves, destacou a rapidez do processo para o Trevo das Cataratas. “É uma obra de grande porte, no valor de R$80 milhões, mas mesmo assim conseguimos emitir a licença ambiental em 20 dias”, disse.

Entroncamento - O Trevo Cataratas é um entroncamento que reúne as rodovias BR-369, no sentido de Maringá; a BR-277, entre Guarapuava e Foz do Iguaçu; a BR-467, em direção a Toledo, e a Avenida Brasil, principal via de acesso a cascavel.

Gargalo - “Trata-se de um eixo que liga Cascavel a Foz do Iguaçu, que é o segundo maior centro turístico do Brasil. Hoje é um gargalo grande, por ser em pista simples. Por isso, há uma ansiedade do Governo do Estado em resolvê-lo”, disse a gerente regional de Bacia Hidrográfica do IAT de Cascavel, Marlise da Cruz.

Obra - A obra, no valor de R$ 80 milhões, vai contar com a construção de um viaduto. O entroncamento é um dos maiores gargalos rodoviários do Estado e a passagem em nível vai facilitar o fluxo de cerca de 45 mil veículos que circulam pelo local diariamente.

Pacote - A obra integra um pacote de projetos que começaram a ser executados com recursos do acordo de leniência, de R$ 400 milhões, firmado pela Ecorodovias com o Ministério Público Federal.

Investimentos - A empresa controla a Ecovia e a Ecocataratas e fará investimentos de R$ 150 milhões até 2021 ao longo da BR-277, principal corredor rodoviário e de exportação do Paraná.

Preservação - A coordenadora de sustentabilidade da Ecocataratas, Cassia Padilha, destacou o alinhamento com o IAT para a verificação da modalidade adequada para a obra, seguindo a resolução estadual que determina o licenciamento ambiental para empreendimentos rodoviários no Estado do Paraná. “A Ecocataratas contratou uma empresa especializada técnica e qualificada para realizar o estudo condizente com o local, área e ambiente, para elaborar todas as caracterizações e levantamentos de potenciais aspectos e impactos ambientais e, consequentemente, programas ambientais adequados que serão acompanhados durante a implantação da obra”, disse.

Agradecimento - “Agradecemos ao IAT pelo comprometimento, dedicação e agilidade na emissão do licenciamento ambiental para essa obra tão importante para o Estado do Paraná como um todo. Identificamos como fundamental preservar o meio ambiente no entorno da obra”, afirmou Hellem Prim, gerente de engenharia da Ecocataratas. De acordo com ela, a expectativa é conseguir antecipar a obra para o início do próximo mês

Licenciamento - O processo de licenciamento ambiental para a construção do viaduto foi o simplificado, por não haver necessidade de desmatamento de áreas com floresta nativa. Além disso, a rodovia já possui o traçado, restando apenas à concessionária acertar detalhes de pagamento de compensação, no prazo de 60 dias, a três áreas particulares no entorno.

Parâmetros - “O processo atendeu todos os parâmetros exigidos para o licenciamento ambiental. Para dar celeridade às ações, começamos a reunião com a concessionária assim que o acordo de leniência foi firmado, em dezembro de 2019”, disse Marlise da Cruz.

Técnicos - O IAT disponibilizou três técnicos para trabalhar no processo com aproximadamente 1200 páginas, o que possibilitou a análise de toda a documentação em 20 dias.

Bacias de contenção - Outra condição imposta pelo órgão ambiental estadual à concessionária para aprovar a obra foi a obrigação de que o trevo tenha bacias de contenção subterrâneas.

Obra - A obra será construída em cima da transposição do Rio Cascavel, afluente do Rio Iguaçu e que abastece 70% da população do município. “Acordamos a construção de bacias de contenção porque esse trecho, que fica na área urbana da rodovia, faz ligações com diversos Estados. Por ele, passam cerca de 45 mil veículos por dia, inclusive transportando centenas de cargas perigosas”, destacou a gerente regional.

Suporte técnico - No caso de um acidente, as bacias de contenções têm suporte técnico para armazenar até 400 mil litros de efluentes derramados na pista, visando a proteção do Rio Cascavel. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

INFRAESTRUTUTRA II: Ferroeste fecha o primeiro semestre com lucro de R$ 2,3 milhões

infraestrutura II 17 08 2020A Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S/A), que liga Cascavel a Guarapuava e transporta a produção agropecuária do Oeste paranaense para o Porto de Paranaguá, fechou o primeiro semestre de 2020 com lucro operacional de R$ 2,3 milhões e faturamento de R$ 13,9 milhões. O resultado consolida o bom desempenho que a empresa vem conquistando desde o ano passado, a primeira vez na história em que a estatal, criada em 1996, fechou com lucro.

Cargas - Entre janeiro e junho deste ano, 792,1 mil toneladas de cargas passaram pelos trilhos da ferrovia, principalmente grãos e frango refrigerado, que são enviados para exportação via Porto de Paranaguá, e fertilizantes e cimento ensacado, transportados até Cascavel. O volume movimentado nos seis primeiros meses de 2020 foi 23% superior ao mesmo período do ano passado, quando foram transportadas 609,3 mil toneladas de produtos.

Maior que anos anteriores - O volume de cargas deste primeiro semestre também foi maior que o total transportado em anos anteriores: em todo o ano de 2015, a Ferroeste movimentou 735,5 mil toneladas; em 2017 foram 717,6 mil toneladas; e em 2018, 780,6 mil toneladas.

Ativo - “A Ferroeste é um importante ativo do Paraná e vem se consolidando como um modal estratégico para o escoamento da nossa forte produção agropecuária. Temos planos para ampliar a participação da ferrovia no desenho logístico do Estado”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “O resultado positivo é fruto de um trabalho de planejamento e organização da empresa, que se preparou para movimentar a safra recorde de grãos deste ano”, salienta.

Reestruturada - O presidente da Ferroeste, André Gonçalves, explica que a empresa iniciou no ano passado um processo de reestruturação para organizar a casa, reduzir os gargalos e resolver entraves jurídicos. “A orientação que recebemos do governador foi de dar um novo impulso à Ferroeste, com um olhar para o futuro com o objetivo de ampliar a ferrovia e a participação do modal na logística do Estado”, afirma.

Acordo - Dentro deste processo, a Ferroeste fechou no início do ano um acordo com a Rumo Logística para ampliar a capacidade de escoamento da safra da região Oeste pelo ramal ferroviário. As duas empresas passaram a dividir os trilhos – a Rumo, que opera o trecho entre Guarapuava e Paranaguá, passou a entrar com seus vagões na malha da Ferroeste, dobrando a capacidade de operação.

Recordes - A estratégia trouxe resultados, com recordes seguidos no desempenho. Maio foi o mês de maior movimentação da história da empresa, com o transporte de 172,2 mil toneladas em 30 dias, superando o mês anterior, que também teve movimento recorde. “Na prática, a estratégia diminui o transbordo e as trocas de carga, o que possibilitou os ganhos logísticos, com o transporte de mais produtos e um espaço menor de tempo”, ressalta Gonçalves.

Tendência - Ele explica que a tendência normal do segundo semestre, quando o período forte de safra já passou, é de diminuição na movimentação de cargas pela ferrovia. “Depois de acumular faturamento no primeiro semestre, trabalhamos agora com uma grande reestruturação para reduzir as despesas ao longo dos próximos meses, para não perder caixa. Quanto menos despesas, melhor será o resultado no final do ano”, salienta. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOCUS: Mercado financeiro prevê queda de 5,52% na economia este ano

focus 17 08 2020A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,62% para 5,52%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. O mercado financeiro tem reduzido a projeção de queda há sete semanas consecutivas.

Próximo ano - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 12 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,63% para 1,67% neste ano. Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há nove semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Piso da meta - A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Patamar - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 no atual patamar (2% ao ano). Para o fim de 2021, a expectativa foi ajustada de 3% para 2,75% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão passou de 4,9% para 4,75% ao ano e para o final de 2023, segue em 6% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Demanda aquecida- Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

BC: Atividade econômica mostra sinais de recuperação parcial

bc 17 08 2020Indicadores de atividade mostram sinais de recuperação parcial da economia brasileira, avaliou o Banco Central (BC), no Boletim Regional divulgado sexta-feira (14/08). “Todavia, a atividade econômica mostra sinais de recuperação parcial, com setores mais diretamente afetados pelo distanciamento social ainda bastante deprimidos, apesar da recomposição de renda gerada pelos programas de governo [como o auxílio emergencial], informou o BC.

Incerteza - "Mesmo com melhor conhecimento da dimensão dos impactos iniciais da pandemia, o grau de incerteza sobre o ritmo de recuperação da economia permanece acima do usual, sobretudo a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais.”

Impactos - Na avaliação por regiões, “os impactos econômicos da pandemia foram relevantes e de intensidade relativamente semelhante, com exceção do Centro-Oeste, que registrou efeitos menos pronunciados”.

Retração - A retração da atividade econômica entre as regiões do país variou de 3,5% no Centro-Oeste a 8% no Nordeste, no trimestre encerrado em maio, na comparação com o período anterior (dados com ajustes sazonais).

Região Norte - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central da Região Norte (IBCR-N) recuou 6,9% no trimestre até maio, em relação ao encerrado em fevereiro (0,6%), de acordo com dados dessazonalizados (ajustados para o período), com retrações de 4,5% no Pará e de 15,2% no Amazonas.

Comércio varejista - “A diminuição das vendas do comércio varejista, mais acentuada do que a observada na média do país, refletiu, em grande parte, o isolamento social intenso no período. Indicadores de acompanhamento mais tempestivos sugerem recuperação das vendas em junho e início de julho, em linha com a redução do distanciamento social”, disse o BC.

Região Nordeste - No Nordeste, o impacto da pandemia sobre a atividade econômica, no trimestre encerrado em maio, foi disseminado entre as atividades, com exceção do setor agropecuário, que se beneficiou de condições climáticas favoráveis. O IBCR-NE apresentou recuo de 8% no trimestre encerrado em maio.

Agricultura - “A despeito do dinamismo da agricultura e da maior abrangência do auxílio emergencial na região, que serviram como fatores de mitigação da crise sanitária, prevaleceram os efeitos contracionistas do distanciamento social sobre os serviços e segmentos industriais ligados ao comércio (vestuário, calçados e têxtil)”, destacou a instituição.

Dados mensais - Alguns sinais de recuperação são mais evidentes nos dados mensais da produção industrial e do comércio varejista em maio. “Indicadores com informações mais recentes sinalizam continuidade da recuperação parcial da economia nos meses de junho e no início de julho”, acrescentou.

Região Centro-Oeste - O nível de contração da economia do Centro-Oeste, no trimestre encerrado em maio, foi menos intenso do que o observado no país, refletindo, principalmente, a estrutura econômica regional, que apresenta maior participação de atividades relacionadas com o setor primário (segmento que produz matérias-primas, como agricultura, pecuária e extrativismo mineral) e com o beneficiamento e distribuição desses produtos, aliada ao desempenho recorde da safra de soja. “Ainda que o setor primário tenha apresentado resultado positivo, foram significativas as adversidades impostas sobre as atividades de serviços mais intensivas em mão de obra”, disse o BC.

Recuo - O IBCR-CO, na série com ajuste sazonal, recuou 3,5% no trimestre encerrado em maio, com retração menos intensa do que as registradas nas demais regiões do país. “A retomada da economia chinesa, a colheita da segunda safra de milho e a resiliência do setor industrial local permanece sendo elementos de sustentação da atividade econômica na região nos próximos trimestres.”

Região Sudeste - O Banco Central destacou que a trajetória dos principais indicadores econômicos do Sudeste confirmou, até o trimestre encerrado em maio, o impacto significativo da pandemia da covid-19.

Diminuição - O IBCR-SE recuou 6,6% no período, em relação ao trimestre encerrado em fevereiro, quando decrescera 0,1%, no mesmo tipo de comparação. Embora tenha registrado queda trimestral, o indicador cresceu 2,2% em maio comparativamente ao mês anterior, considerados dados dessazonalizados.

Dados mais tempestivos - “Adicionalmente, a evolução de dados mais tempestivos – como os de consumo de energia elétrica e vendas com cartão de débito – sugere que a economia continuou o processo de recuperação em junho e início de julho. Prospectivamente, o ritmo e a sustentação da recuperação permanecem bastante incertos, em parte, decorrente da pouca previsibilidade associada à evolução da pandemia.”

Região Sul - O IBCR-S recuou 6,8% no trimestre encerrado em maio. Segundo o BC, na região “o cenário permanece desafiador, em particular, pelo impacto severo no mercado de trabalho e pelo grau de incerteza ainda presente na economia, em razão do estágio ainda crescente da pandemia, diferentemente do que ocorre em outras regiões”. (Agência Brasil)

FOTO: Rovena Rosa / Agência Brasil

 

SAÚDE I: Brasil registra mais 23.101 casos confirmados

O balanço divulgado neste domingo (16/08) pelo Ministério da Saúde mostra 620 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 107.852 vidas perdidas para o vírus desde o começo da pandemia. Além disso, foram registrados 23.101 novos casos, totalizando 3.340.197 casos acumulados, sendo que 2.432.456 (72,8%) são de pessoas já recuperadas.

Covid nos estados - Os estados com mais registro de mortes por covid-19 são: São Paulo (26.852), Rio de Janeiro (14.562), Ceará (8.133), Pernambuco (7.188) e Pará (5.940). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Tocantins (511), Roraima (568), Acre (576), Amapá (613) e Mato Grosso do Sul (626).

Mais casos - Os estados com mais casos confirmados da doença são: São Paulo (699.493), Bahia (216.030), Ceará (197.619), Rio de Janeiro (194.279) e Pará (177.969). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Acre (22.548), Mato Grosso do Sul (36.836), Tocantins (36.989), Amapá (39.518) e Roraima (39.623). (Agência Brasil)

saude I tabela 17 08 2020

SAÚDE II: Paraná registra 26 mortes e mais 1.315 pessoas infectadas

saude II 17 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde informa que o Paraná tem 103.928 casos confirmados de Covid-19 e 2.662 mortes em consequência da infecção. O aumento de sábado (15/08) para domingo (16/08) foi de 1.315 diagnósticos positivos e 26 óbitos pelo novo coronavírus. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.097 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. Destes, 851 ocupam leitos SUS (405 em UTI e 446 em leitos clínicos/enfermaria) e 246 leitos da rede particular (103 em UTI e 143 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.075 pacientes internados, 489 em leitos UTI e 586 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria informa a morte de 26 pacientes. Todos estavam internados. São nove mulheres e 17 homens com idades que variam de 39 a 89 anos. As mortes ocorreram entre oito e 16 de agosto.

Residência - Os pacientes residiam em Curitiba (14), Colombo (2), Telêmaco Borba (2). Além destes óbitos, uma morte foi registrada em cada um dos seguintes municípios: Andirá, Araucária, Foz do Iguaçu, Londrina, Rancho Alegre, Rio Branco do Sul, São José dos Pinhais e São Sebastião da Amoreira.

Fora do Paraná - O monitoramento da secretaria estadual registra 1.176 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 29 morreram.

Ajustes - Exclusões: Um caso confirmado no dia 01/6 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação. Um caso confirmado no dia 14/8 em Maringá foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim no http://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-08/INFORME_EPIDEMIOLOGICO_16_08_2020%20.pdf

 

ARTIGO: Cuidado! Sua empresa mudou de categoria e você ainda não percebeu

 

artigo 17 08 2020* Eloi Zanetti

 

O lutador que é nocauteado quer ser nocauteado 

Joe Damascio – treinador de Cassius Clay

 

Observe que nas lutas de boxe das categorias mais leves, tipos mosca, pena e galo, os lutadores se digladiam com violência e dificilmente caem. E, nas lutas dos pesados, um soco só, bem colocado, derruba o lutador, levando-o quase sempre a nocaute. No mundo corporativo é a mesma coisa; pequenas e médias empresas brigam desesperadamente, passam por extremas dificuldades e raramente saem de cena. Para as grandes, um golpe certeiro, fora de hora, pode colocar tudo a perder. Quantas empresas de grande porte não vimos cair aos pedaços, indo à lona por decisões desastradas de estratégia, descuido, baixa de guarda e, muitas vezes, até pela vaidade ilimitada dos seus dirigentes e proprietários?

 

Por isso, fique atento: sua empresa pode ter mudado de categoria e você ainda não percebeu. Será que ela é ainda a pequena ou média empresa que você pensa que é ou já subiu para uma categoria maior e não o avisaram? Se isso aconteceu, é bom começar a tomar as devidas providências para sobreviver ao novo estilo de luta. O patamar dos pesados exige maior atenção, pois os concorrentes serão mais agressivos e olharão para sua empresa com outros olhos e interesses. Você passou a incomodá-los. Lutar na categoria dos “de cima” não dá muito espaço para ingenuidade, falta de malícia, descuido, pausa para descanso e baixa de guarda. As modalidades das categorias mais pesadas exigem dureza no preparo físico. O lutador tem que estar preparado para aguentar os dez assaltos normais da luta e mais alguns se for necessário. O treinamento é mais exigente, preparadores físicos, técnicos e sparrings extremamente profissionais, e a atenção à luta deve ser redobrada.

 

O preparo do pessoal que atualmente trabalha na empresa é outro. Aliás, está na hora de rever o seu quadro de colaboradores. Eles servem para o novo estilo de luta ou estão assustados e perdidos? Pois é aí que está o perigo: muitas empresas sobem de ranking e as cabeças dos dirigentes e colaboradores permanecem como se estivessem ainda nos velhos tempos. Na luta dos pesados, as estratégias de marketing, vendas e gestão devem ser trabalhadas com inteligência e refinamento. O planejamento comercial deve ser audaz e ao mesmo tempo cauteloso. O apoio às vendas, aos representantes, lojistas e vendedores precisa de atenção constante. A nova ordem para a equipe é: deixem de pensar pequeno.

 

O velho folheto mal acabado e sem graça já não serve mais. As comunicações internas e externas passam a ser ferramentas de vital importância e necessitam de profissionais habilitados. Seus anúncios não circulam somente na região e sim em mercados maiores. E cuidado com esta história de “eu tenho um sobrinho que faz mais barato”. Isto pode sair muito caro. Existem trabalhos para escoteiros mirins e para fuzileiros navais, aprenda a diferença.

 

Nem tudo são espinhos neste novo cenário, se as exigências cresceram, as recompensas também são maiores. É por isso que as luvas (dinheiro pago aos lutadores) de um peso pesado sempre são maiores do que as das outras categorias. Existem poucos Tysons, Holyfields e Foremans e muitos Popós.

 

Por isso, tome cuidado quando sua pequena, risonha e franca empresa começar a crescer. Atente aos conselhos do velho treinador Marck (Clint Eastwood, no filme “A Menina de Ouro”): “Proteja-se sempre. Proteja-se sempre. Não baixe a guarda nunca.” Você pode levar uma e nem saber porque saiu de cena.

 

*Eloi Zanetti é consultor em marketing, comunicação corporativa, criatividade e vendas eloizanetti@gmail.com

 


Versão para impressão


RODAPE