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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4889 | 18 de Agosto de 2020

DIREITO COOPERATIVO: Webinar vai debater os impactos laborais das MPs 927, 932 e 936 na quinta-feira

direito cooperativo 18 08 2020Esclarecer as principais mudanças que as Medidas Provisórias (MPs) 927, 932 e 936 promovem nos contratos de trabalho e como elas podem impactar no cotidiano laboral das cooperativas. Esse é o objetivo do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que as organizações das cooperativas dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina realizam na quinta-feira (20/08), das 16h às 18h. O evento será online e as inscrições podem ser feitas gratuitamente. Clique aqui para se inscrever e conferir a programação completa.

Palestra e painel - As MPs de que tratam o seminário foram editadas com o propósito de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A doutora e mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Leila Andressa Dissenha, vai discorrer sobre o tema. A programação contempla ainda a realização de um painel, com apresentações da Ocepar, Ocergs e Ocesc, mediado pelo advogado da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Graziel Pedrozo de Abreu. A programação será aberta pelos presidentes das três organizações do Sul.

 

COVID-19: Comitê de Acompanhamento de Prevenção divulga comunicado 99

covid 19 destaque 18 08 2020Encontro ocorrido nesta segunda-feira (17/08) com a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, discutiu uma norma técnica sobre armazenagem de produtos agrícolas e insumos, de acordo com o comunicado 99, emitido na manhã desta terça-feira (18/08) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19. Veja abaixo todos os destaques.

1. No dia 17 de agosto, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da reunião com o vice-governador Darci Piana e o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Samuel Prestes, com objetivo de discutir a norma de procedimento técnicos - NPT nº 027, de 31 de outubro de 2018, que trata da armazenagem e/ou beneficiadoras de produtos agrícolas e insumos.

2. O Sistema Ocepar, no dia 17 de agosto, realizou reunião de alinhamento com representantes do projeto Sigma da Fundação ABC.

3. O Sistema OCB realizou, no dia 17 de agosto, o 5º Encontro do Ciclo de Debates Cooperativismo na Reforma Tributária, com foco no ramo Saúde e a participação de especialistas e parlamentares para explicar os impactos da reforma para as cooperativas. Para se inscrever, acesse: https://bit.ly/ciclo-debates.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

FÓRUM AGRONÔMICO: Cooperativas criam força tarefa para combater a cigarrinha no Paraná

A ocorrência de cigarrinha nas lavouras de milho e os consequentes enfezamentos vermelho e pálido têm afetado a produtividade da safra do Paraná. Preocupadas com a situação, as cooperativas agropecuárias estudam um trabalho conjunto para combater o problema. A proposta do que pode ser feito foi discutida na manhã desta terça-feira (18/08), no Fórum Agronômico coordenado pelo Sistema Ocepar. A força tarefa contra a cigarrinha no Paraná deve ter participação de cooperativas, instituto de pesquisas e extensão, e de empresas fornecedoras de híbridos. “O objetivo é criar um grupo de trabalho para pensar em estratégias de manejo e estruturar um projeto contínuo de orientação aos produtores, monitoramento, compilação dos dados e divulgação dos resultados”, disse o analista Técnico da Ocepar, Jhony Moller. “Precisamos pensar em conjunto e, colocando em prática o princípio da Intercooperação do cooperativismo, vamos trabalhar juntos para enfrentar um inimigo comum”, afirmou.

Surpresa - O coordenador técnico da Cocamar, Rodrigo Sakurada, lembra que o Paraná tem histórico de infestação cigarrinhas nas lavouras do estado. “Diante dos problemas do ano passado, o departamento técnico da cooperativa adotou algumas medidas nesta safra, entre as quais, uma janela de plantio mais reduzida, busca por híbridos mais tolerantes e o controle químico. Também o que fizemos de diferente na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar, e que deu resultado, foi plantar no mesmo dia que os vizinhos estavam plantando. Comparado a 2019, tivemos um resultado melhor. As surpresas foram minimizadas. Mas o risco da doença permanece, porém, juntando forças conseguimos ser mais eficientes”, disse. “É um trabalho que parece ser bem amplo, mas se conseguirmos concentrar, planejar e trazer para a nossa realidade, vamos conseguir ser mais efetivos no manejo dessa doença. Acho que alguns pontos são consenso, como a dificuldade em obter informações em relação aos híbridos, a dificuldade de diagnose, manejo do milho Tiguera e o controle do vetor”, completou o gerente técnico da Copacol, Tiago Madalosso.

Discussões - Após a apresentação da proposta de manejo contra a cigarrinha, o houve o relato dos desafios enfrentados com a cigarrinha nas últimas duas safras, com representantes das cooperativas Coasul, Nova Produtiva, Coamo e Coopavel. A programação contemplou ainda o debate sobre infestação, controle e problemas provocados pela doença no milho, com a participação de profissionais do IDR-Iapar. Na sequência, representantes da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) falaram sobre as ações da entidade. “Hoje foi apenas o início de um trabalho, teremos outras reuniões para estruturar protocolos de manejo e projetos que gerem informação de forma contínua par ao produtor.  Queremos, como cooperativas, ajudar a combater esse problema. Há relatos de que, na safra passada, alguns produtores não puderam sequer colher a lavoura, tamanho foi o problema. Então, queremos contribuir, como cooperativas, no controle da cigarrinha. A finalidade é envolver todas as regiões produtoras do milho safrinha”, explicou Jhony Moller.

Cenário - Em 2019, o Paraná cultivou 2,6 milhões de hectares com a cultura do milho e obteve uma produção estimada de 13 milhões de toneladas. Deste total produzido, 3 milhões de toneladas foram exportados, fato que torna o estado o segundo maior exportador, e o restante destinados ao consumo interno na alimentação humana e, principalmente, utilizado como um dos principais insumos para alimentação da avicultura, suinocultura e bovinocultura. Esse cenário torna o milho a segunda principal cultura em importância econômica para o Paraná e ataques das pragas e doenças estão entre os principais entraves para a manutenção da produtividade.

Sobre a cigarrinha - A cigarrinha é uma doença sistêmica que afeta a fisiologia, nutrição, desenvolvimento da planta e produção. A ocorrência nas lavouras de milho e os consequentes enfezamentos vermelho podem afetar 100% da lavoura. “Não há produtos curativos, somente com o manejo preventivo é possível evitar a infecção nos estados”, disse a pesquisadora do IDR-Iapar, Michele R. Lopes da Silva.

Ações - Na região da Coamo, em Campo Mourão, João Carlos Bonani, gerente Técnico, conta que os primeiros contatos com a doença aconteceram na Fazenda Experimental. “Temos realizado muitos estudos, disseminando o conhecimento tendo como fundamental estratégia o manejo integrado”, afirmou. “Temos um inimigo em comum e que tem causado muitos prejuízos”, disse o coordenador Técnico da Coasul, Adriano Machado. Ele conta que na área de atuação da Coasul, no Sudoeste do Paraná, o problema se intensificou na safra 2018. “Mas foram casos isolados, mas em 2019 o problema veio com tudo. Foi uma catástrofe, tivemos áreas que o problema foi drástico, em que os produtores, na maioria de pequeno e médio porte, chegaram a nem colher a lavoura. E surpreendeu também a ocorrência no milho verão”, contou. “Acende um alerta, temos feito um monitoramento. O objetivo é não é assustar o produtor, mas mostrar que o problema existe e que é preciso ele combine estratégias de manejos”, afirmou o supervisor técnico da Nova Produtiva, Luis Clóvis de Oliveira.

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REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cooperativa Witmarsum recepciona encontro virtual promovido pelo Sistema Ocepar

Por mais de duas horas, a partir das 9 horas, diretores e conselheiros da Witmarsum, sediada em Palmeira, no centro-sul do Paraná, liderados pelo presidente da cooperativa Artur Sawatzky participaram da 45ª reunião institucional virtual realizada pelo Sistema Ocepar. Durante o encontro foi feita a apresentação econômico-financeira da organização, através de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. A ação tem o propósito de promover o aprimoramento da gestão visando ao fortalecimento e perenidade do sistema cooperativo. Também foi feito relato das ações da entidade em  prol do cooperativismo no período de quarentena, indicadores do sistema, cenário macroeconômico do mercado e comportamento da economia, bem como das atividades finalísticas do Sescoop/PR.

Otimismo - Após elogiar a qualidade dos produtos processados pela Witmarsum, que refletem a seriedade e profissionalismo da gestão da cooperativa, alicerçada no planejamento estratégico, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, recomendou muita atenção na realização do trabalho do setor. “Apesar da gravidade da situação, devemos continuar tocando nosso negócio com seriedade e profissionalismo, mas focando a saúde de todos, que é fundamental.” Para ele, ninguém vai estar imune às consequências da pandemia da Covid-19. Avaliou que, por exercerem atividades essenciais, as cooperativas podem estar melhores posicionadas neste período. “O nosso setor teve de suportar, mesmo com dificuldades, a realidade, funcionando praticamente 100%. Se formos tabular isso, podemos dizer que, mesmo assim, teremos bons resultados, ao contrário de outros setores da economia. A retomada vai ocorrer, mais cedo ou tarde. Por isso, o momento também é de avaliação de planejamento de ações para continuar evoluindo, pois é fato que o cooperativismo do Paraná avançou muito em função do planejamento estratégico”, ponderou.

Pés no chão - Ricken enfatizou que é importante que o setor estabeleça, com critérios, suas metas financeiras e econômicas, citando a conclusão do PRC 100, o planejamento estratégico das cooperativas paranaenses estabelecido em 2015 de alcançar faturamento de R$ 100 bilhões em cinco ano. O ciclo se fecha neste ano, superando a meta. “Agora estamos trabalhando o PRC 200, uma meta ousada, mas viável como foi a  anterior.” As perspectivas, segundo o dirigente, são boas, considerando que, no caso do agronegócio, o mercado internacional vem elevando a demanda por alimentos. “Estamos na área certa e não vamos nos preocupar com abertura de mercados, mas nos adequar para atender a demanda”, ponderou.

Avançado - O presidente da Witmarsum, Artur Sawatzky, agradeceu a iniciativa do Sistema Ocepar em promover a reunião de forma remota, destacando que “a Ocepar sempre foi nossa parceira”, adiantando que, mesmo em meio à pandemia, a cooperativa vem mantendo as atividades dentro do esperado. “Com o apoio do Sescoop/PR quanto ao nosso planejamento, estamos promovendo uma reviravolta na cooperativa, colhendo resultado positivo neste ano. Estamos vivendo momentos inéditos em função desses treinamentos. Não queremos e não vamos parar, porque acreditamos nos investimentos que estamos fazendo. E vamos continuar agregando valor à produção e melhorando o resultado àquilo que o cooperado produz”, pontuou, ao destacar o trabalho do Sistema Ocepar em prol do cooperativismo paranaense. “A representação junto à OCB e ao Congresso Nacional, por exemplo, tem dado resultados, como a derrubada de vetos à Lei do Agro.”

Participantes - Ainda pelo Sistema Ocepar, participaram da reunião institucional o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima, o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, o analista técnico da Gecoop, Matheus Felipe da Silva, e o analista de desenvolvimento técnico da Getec, Alexandre Monteiro.

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SICREDI: Ações sociais no Dia C beneficiaram 4,3 milhões de pessoas

Em mais um ano, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal, apoiou o Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C. Ao todo, 1.008 ações de cunho social realizadas beneficiaram 4,3 milhões de pessoas nas comunidades de 610 cidades até o dia 13 de agosto. Para fazer as ações acontecerem, a instituição contou com o apoio de mais de 30 mil voluntários, entre eles, seus próprios colaboradores. Na edição deste ano, as ações ligadas ao Dia C iniciaram antes mesmo da data de celebração, em 4 de julho, e se prolongam até o final de 2020.

Ações - Somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro foram mais de 600 ações realizadas pelas cooperativas que integram a Central Sicredi PR/SP/RJ. As iniciativas beneficiaram mais de um 1,6 milhão de pessoas impactadas em diferentes municípios dos três estados, com a adesão de cerca de 11 mil voluntários.

ODS - As iniciativas do movimento estão alinhadas com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) e contam com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). A data é marcada pela realização de diversas ações com foco em responsabilidade social nas áreas da saúde, educação, lazer e meio ambiente promovidas pelos sete ramos de cooperativismo atuantes no país (agropecuário; consumo; crédito; infraestrutura; saúde; trabalho produção de bens e serviços; e transporte). O objetivo do movimento é transformar a realidade de comunidades por meio da prestação de serviços.

Destaques - Entre as ações realizadas este ano destacam-se as doações de cestas básicas, produtos de limpeza, doações de sangue e até uma proposta de levar afeto e atenção a idosos em meio à pandemia, convidando os cidadãos a ligarem para pessoas da terceira idade de sua rede de relacionamento. Em 2019, do total de ações realizadas no Dia C, 765 delas foram promovidas pelo Sicredi, beneficiaram mais de 260 mil pessoas e envolveram 21,7 mil voluntários.

Compromisso - “Em mais uma edição do Dia de Cooperar, por meio de suas 109 cooperativas de crédito, o Sicredi cumpriu com o compromisso de promover o desenvolvimento econômico e social nas comunidades onde estamos presentes. Tivemos um aumento expressivo no número de ações, voluntários e, consequentemente, beneficiados com as iniciativas e isso mostra o poder de mobilização da nossa instituição neste momento delicado que a sociedade está passando”, explica Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi. “Todas as iniciativas deste ano foram realizadas com a ajuda de plataformas digitais para garantir a segurança de todos os envolvidos no projeto, sem deixar de lado a premissa de sensibilizar as pessoas e estimular a realização das ações de benefício social”, complementa.

Informações - Para conferir mais informações sobre o Dia de Cooperar, acesse: http://diac.somoscooperativismo.coop.br/

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Realizada feira em benefício da Apae

A equipe de colaboradores da agência da Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP no município de Galvão (SC) realizou recentemente uma feira com artesanato criado pelos alunos da Apae.

Objetivos - Promovida entre os meses de julho e agosto, a feira foi organizada para estimular o trabalho da escola, contribuir para sua sustentabilidade e também divulgar os produtos e serviços do Sicredi.

Itens - De acordo com o gerente, Wilson José Datsch, os associados que visitaram a agência puderam adquirir panos de prato, tapetes, caixas decoradas, doces produzidos pelos alunos, entre outros produtos. Toda a arrecadação com as vendas foi destinada para a entidade. A feira foi conduzida respeitando os protocolos de prevenção à Covid-19.

Princípio cooperativista - Promover o desenvolvimento das comunidades é um dos princípios do cooperativismo, e para o gerente, a ação é uma forma de contribuir diretamente com a Apae, que realiza um trabalho fundamental para a sociedade de Galvão. “Essa ação colabora muito com a escola, especialmente nesse momento de dificuldade por conta da pandemia. É nosso compromisso enquanto instituição financeira cooperativa realizar projetos como esse”, disse o gerente.

Importante - Para Joarez Antonio Canan, presidente da Apae, a feira foi importante para a escola. “Percebemos que há mais pessoas que se preocupam com a associação de pais e amigos. É uma ajuda muito bem vinda, pois além da questão financeira é uma divulgação do nosso trabalho. Ficamos agradecidos por essa parceria”, afirma.

Utilização dos recursos - Ele diz ainda que os recursos deverão ser utilizados na manutenção da escola, como para o financiamento de eventuais reparos na estrutura, pagamento de serviços, entre outros. A escola atende a 62 alunos, dos municípios de Galvão e Jupiá. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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SICREDI FRONTEIRAS: Relatório mostra impacto positivo da cooperativa nas comunidades

sicredi fronteiras 18 08 2020A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP divulga o Relatório Semestral de 2020. Além do desempenho financeiro da cooperativa, a publicação demonstra seus principais destaques de acordo com os grandes temas que orientam sua estratégia de geração de valor econômico, social e ambiental: relacionamento e cooperativismo, soluções responsáveis e desenvolvimento local.

Resultado positivo - Neste primeiro semestre, a Sicredi Fronteiras chegou ao resultado positivo de R$ 14,2 milhões. Ainda nestes primeiros seis meses, a Sicredi Fronteiras contou com um volume de ativos de R$ 1,7 bilhão e patrimônio líquido de R$ 222 milhões, sendo que chegamos à marca de 69 mil cooperados.

Proximidade - O relacionamento próximo com os associados permite que a Sicredi Fronteiras esteja presente nas suas vidas, conheça seus objetivos pessoais e profissionais e compreenda as suas necessidades. Ao mesmo tempo, com essa relação de parceria, a cultura do cooperativismo e seus princípios são promovidos.

Soluções financeiras - A responsabilidade da Sicredi Fronteiras enquanto cooperativa, e que está expressa na sua missão, é de oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados e da sociedade. Conhecendo o associado e as suas necessidades, a Sicredi Fronteiras oferece produtos e serviços de acordo com os mesmos, de forma responsável. No primeiro semestre de 2020, chegamos a R$ 1 bilhão em Crédito concedidos e contabilizamos R$ 1 bilhão em depósitos.

Mudanças - Uma instituição financeira cooperativa forte é capaz de promover mudanças na região onde atua. O grande impacto local é resultado do fluxo de recursos financeiros que giram na comunidade onde a Sicredi Fronteiras está presente. A partir da relação de parceria, associado e cooperativa crescem juntos e, por consequência, a comunidade também usufrui dessa relação. Uma rede de associados próspera traz mais benefícios para a sua comunidade, como a geração de renda e de empregos e os recursos investidos em responsabilidade social – Programa A União Faz a Vida – e em apoios e patrocínios.

Cenário - A cooperativa está ciente do cenário econômico de incertezas que os associados, pessoa física e jurídica, atravessam neste momento. Para apoiá-los, a Sicredi Fronteiras fortaleceu a comunicação de valorização ao comércio local, bem como ampliou a divulgação do Sicredi Conecta, aplicativo que junta quem quer vender e quem quer comprar e ainda fortalece o comércio local.

Investimento - “O ciclo virtuoso que faz com que o associado invista cada vez mais na cooperativa, contribuindo para uma disponibilidade de recursos ainda maior para apoiar outros associados. A Sicredi Fronteiras apresenta o balanço deste primeiro semestre de 2020, com resultados positivos. Isso reflete o trabalho que vem sendo desenvolvido nos últimos anos, focado nas bases do cooperativismo de crédito, com a participação dos associados, que contribuem para o crescimento sustentável e, consequentemente, para o desenvolvimento da economia local, beneficiando a comunidade”, afirma José César Wunsch, presidente da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP.

Digital - O relatório deste primeiro semestre está disponível em formato digital. Os associados e comunidade em geral podem ter acesso através do link: https://www.sicredi.com.br/media/filer_public/2020/08/14/relatorio.pdf ou entrando no site: www.sicredi.com.br/fronteiras, clicando no ícone verde do cantor superior direito e então em “Documentos e Relatórios”.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI RIO PARANÁ: Agência de Porto Rico é inagurada

Além das belas águas do Rio Paraná, o município de Porto Rico (PR) agora possui uma agência da Sicredi Rio Paraná PR/SP. Esta é a 29ª unidade de atendimento da cooperativa de crédito, poupança e investimento que atua nos estados de São Paulo e Paraná. Em tempos de isolamento social como medida para conter a propagação do novo coronavírus, uma das principais preocupações é a saúde. Pensando nisso, a Sicredi Rio Paraná PR/SP realizou a cerimônia de inauguração da agência de Porto Rico por meio de uma live.

Transmissão - A transmissão ao vivo do evento ocorreu na manhã desta segunda-feira (17/08) nas redes sociais da cooperativa. No mesmo dia já foi iniciado o atendimento ao público, das 9h às 12h e das 13h às 16h. Segundo o decreto municipal nº 3708/2020, o atendimento aos associados e não associados deverá ser feito com a disponibilização de álcool gel, colaboradores e associados de máscaras.

Espaço - O espaço conta com uma decoração especial, uma foto do rio Paraná feita pela fotógrafa Mariana Carneiro, moradora de Porto Rico. É possível também falar com os colaboradores da nova agência pelo telefone local, (44) 3427-1808 ou direto pelo whatsapp (51) 3358-4770. A agência fica na rua Joaquim Lopes, 533 no centro de Porto Rico.

Sobre a cooperativa - A Sicredi Rio Paraná PR/SP atua em 44 cidades da região que fica na divisa dos estados do Paraná e São Paulo. Hoje são 29 agências para atender os associados. Para saber mais, acompanhe as redes sociais @sicredirioparana. (Imprensa Sicredi Rio Paraná PR/SP)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Prêmio de sorteio de seguro de vida é entregue a associado de Engenheiro Beltrão (PR)

A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realizou a entrega de mais um prêmio de seguro de vida. Desta vez, o contemplado foi o associado Paulo S.S., morador de Engenheiro Beltrão (PR), que faturou mais de R$ 16 mil.

Segurança e tranquilidade - Os seguros proporcionam mais segurança e tranquilidade aos associados e seus familiares, além de contarem com coberturas e serviços que se adaptam ao estilo de vida de cada um e com uma série de assistências e benefícios diferenciados.

Benefícios - “Para nós do Sicredi, muito além de oportunizar ao associado a contratação do produto, estamos cooperando com sua tranquilidade e de sua família, já que nossos seguros possuem inúmeros benefícios que podem ser usufruídos em vida, como o sorteio semanal”, explica o gerente da agência, Rodrigo Podanowski da Silva.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 109 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 156 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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COOPAVEL: Cooperativa amplia ações de olho na inovação estratégica

coopavel 18 08 2020A inovação estratégica é um tema de interesse da civilização desde o início das grandes invenções e descobertas. Com o avanço das tecnologias e da abertura de mercados, o assunto ganhou ainda mais relevância e se torna indispensável na contemporaneidade. Atenta a isso, a Coopavel criou um grupo de trabalho com foco na Inovação Estratégica que participasse de treinamento nesta semana. “O desafio é pensar a médio e a longo prazos com olhar atento às mudanças, exigências de um novo tempo e também conectado às oportunidades”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Movimentos intensos - “O panorama é de movimentos intensos em todo o mundo e não é possível ficar parado. Todos precisam estar atentos a esse novo momento, agir proativamente e investir em aperfeiçoamento”, observou Dilvo Grolli na abertura dos trabalhos conduzidos por professores de Curitiba. “É determinante pensar em novas estratégias para tornar a Coopavel ainda mais competitiva e atender as demandas de um mercado mundial cada vez mais exigente”, complementa o vice-presidente Jeomar Trivilin.

Conhecimento - O gerente de Tecnologia da Informação da Coopavel, Rogério Aver, afirma: “Essa formação visa a gerar conhecimento para os gestores da cooperativa no sentido de organizar, sistematizar e tornar perene as atividades de inovação na empresa por meio de processos e ferramentas apropriadas. Trata-se de uma ação do grupo de inovação para disseminação de conhecimentos no tema”. Esse é o primeiro de inúmeros cursos, treinamentos e atividades agendados, tudo para aprimorar ao máximo o senso de inovação e estratégia de cada um dos participantes.

Atividades O programa de atividades desse primeiro encontro técnico é o seguinte: debates sobre inovação como estratégica, programa de inovação Coopavel e responsáveis pela inovação; atividades em times – coleta e análise, apresentação das estratégias indicadas pelas equipes e análise estratégica da inovação na Coopavel. “Fico feliz em perceber o entusiasmo dos envolvidos e a qualidade das reflexões já apresentadas”, diz o professor Zaki Akel Sobrinho, um dos instrutores e que durante anos foi reitor da Universidade Federal do Paraná. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Tratamento industrial garante a qualidade das sementes

A qualidade das sementes de soja é meio caminho andado para uma boa safra. E para que os produtores cooperados tenham uma semente à altura de suas expectativas, a Cocamar conta desde 2018 com a Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) localizada em São Sebastião da Amoreira, município do norte do Paraná.

Tratamento - Produzido por cooperados especializados daquela e de outras regiões, a semente é submetida ao tratamento industrial antes de chegar na propriedade dos milhares de agricultores associados da cooperativa que o adquirem para semear a safra de verão.

Diferencial - O gerente da UBS, Diogo Amaral, explica que a semente branca passa por equipamentos que têm capacidade para realizar o tratamento de 18 toneladas por hora, em cujo processo recebe aplicação de inseticida, fungicida e polímeros de alta qualidade. O acabamento final, para melhorar sua fluidez na semeadora, inclui pó secante para a rápida aderência dos produtos, o que confere a ela um tom esverdeado brilhante. “Esse é o diferencial do tratamento industrial”, sintetiza.

Segurança - Amaral acrescenta: “O tratamento industrial é uma operação altamente profissional e conduzida com muita seriedade, que visa proporcionar segurança ao produtor quanto a qualidade das sementes, que ganham uniformidade e precisam entregar garantia de germinação, vigor e pureza genética”. E ressalta: “É como se cada semente fosse um chip que assegura sua identidade genética, pureza e sanidade”.

Demanda - Nesta safra, a UBS está atendendo a demanda gerada pelas unidades da cooperativa para as cultivares produzidas na Cocamar, ao redor de 210 mil sacas de 40kg.

Reconhecimento - A qualidade das sementes de soja da Cocamar pode ser avaliada pela conquista de um reconhecimento importante, em nível nacional. Pelo segundo ano seguido, a cooperativa recebeu no primeiro semestre de 2020 o Selo Seed Solutions – Excelência no Tratamento Industrial de Sementes, concedido pela parceira Basf.

Parâmetros - O engenheiro agrônomo Rafael Franciscatti, Representante Técnico de Vendas (RTV) da Basf, comenta que as sementes são tratadas com produtos específicos da companhia. “A Basf trabalha de acordo com um parâmetro nacional de qualidade e a Cocamar, pelo segundo ano consecutivo, atendeu a esse padrão”, comenta Franciscatti.

Seleto clube - No Sul do Brasil, mais de 2 mil empresas produzem sementes no Sul do Brasil e apenas um seleto clube formado por 12 delas conta com o Selo de Qualidade Seed Solutions concedido pela Basf - e a Cocamar está entre elas.

Equipe - Na UBS, o gerente Diogo Rodrigo Amaral comanda uma equipe formada pelos engenheiros agrônomos Rafael Martins Mazzi e Nilton Cézar Palma (este último especializado no atendimento aos produtores a campo), o Supervisor Operacional Diego Spricigo, o encarregado de Tratamento Industrial de Sementes Cristiano Carlos da Silva e o Supervisor Administrativo Jhony Aparecido Themóteo.

Evitar improvisos - Cerca de 80% dos produtores de soja brasileiros utilizam sementes já tratadas, enquanto os restantes 20% ainda preferem efetuar o tratamento nas suas propriedades, o que pode não ser eficaz e tampouco garantir a mesma qualidade a semente quando comparado a um processo de tratamento industrial.

Riscos - “Não vale a pena o produtor tratar sua semente”, frisa o RTV da Basf, Rafael Franciscatti. Além de não haver segurança para o produtor, é preciso levar em conta o risco de contaminação do meio ambiente”, justifica, lembrando que em algumas propriedades o tratamento é feito de forma improvisada, utilizando betoneira, tambores e mão de obra não especializada. “podendo haver danos mecânicos à semente, reduzindo sua qualidade fisiológica”, acrescenta Franciscatti, deixando claro ainda que o produtor fica com a falsa sensação de economia. “Em resumo, o custo do tratamento industrial acaba sendo menor do que tratar as sementes na propriedade.”

Distribuição - Com uma demanda de aproximadamente 400 mil sacas de sementes, que somam mais de 60 cultivares, a Cocamar realiza a distribuição das mesmas durante os meses de agosto e setembro para as unidades de atendimento, onde são retiradas pelos produtores cooperados.

Caminho - Até chegar nas unidades, as sementes percorrem um caminho repleto de cuidados que começa com a seleção de cultivares, o cultivo, a colheita, o beneficiamento na UBS e inclui, entre outros aspectos, a realização de inúmeros testes para aferir seu padrão de qualidade, passando pelo tratamento industrial e, por fim, a distribuição.

Prioridade - “O sucesso de uma safra depende de boas sementes e este é um ponto prioritário na Cocamar”, afirma o gerente comercial de Sementes, Paulo André Câmara. “Grande parte das tecnologias que vão influir diretamente no potencial produtivo da lavoura, na produtividade e na rentabilidade do produtor, estão embutidas nas sementes e dependem de um tratamento industrial adequado”, observa. “Quando o produtor faz o tratamento por conta, na propriedade, pode colocar em risco a qualidade, o resultado final, pois não há margem para falhas.”

Determinantes - “Ao entregar uma semente com tratamento industrial ao cooperado, a Cocamar garante a ele que os grãos estão uniformes, padronizados e contêm a quantidade exata de inseticidas, fungicidas e demais itens”, cita o gerente executivo do Negócio Insumos da cooperativa, Geraldo Amarildo Ganaza, completando: “a escolha de uma semente de qualidade assim como um tratamento eficaz são fatores determinantes para a conquista de altas produtividades.” (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Uso do aplicativo para fixar a safra cresce na cooperativa

A fixação da safra por meio do aplicativo disponibilizado pela Cocamar está se tornando comum entre os cooperados e um número cada vez maior deles vem aderindo a essa praticidade.

Salto - Nos últimos meses, o percentual de comercialização da safra pela internet, na cooperativa, saltou de 6,41% em junho para 12,47% no mês seguinte e já atingia 15,31% no começo de agosto.

Fácil, simples e seguro - Cooperados como Cleber Veroneze, de Maringá, comercializam quase toda a sua produção recorrendo a essa ferramenta no aparelho celular, realizando a operação com comodidade e segurança. “Desde quando a Cocamar lançou o aplicativo, há alguns anos, eu passei a utilizá-lo, é fácil, simples e seguro”, afirma. Segundo Veroneze, pelo menos 90% da última safra de soja foi negociada desta forma. “Percebo que alguns cooperados ainda têm um certo receio, com certeza por falta de costume, mas não há problema, pois só você tem acesso à sua conta”, acrescenta.

Satisfeita - Há dois anos como cooperada na unidade de Floresta, Mayte Garcia conta que ficou satisfeita ao saber que poderia fazer a fixação da safra pelo aplicativo. “Nem sempre tenho tempo para ir à unidade”, diz, salientando que por meio da ferramenta, cujo manuseio considera fácil, ela tem acesso ao preço do dia e outras informações que costuma acessar, como as notícias. “Traz muita praticidade, é algo moderno e necessário, pois viajo bastante,” diz a produtora, que reside em Maringá.  

Economia - O cooperado Sérgio Luis Viúdes, de Cambé, também está entre os que, costumeiramente, fazem a negociação de suas safras por meio do dispositivo. “A tecnologia está aí para facilitar a nossa vida. Ao usar o aplicativo, a gente economiza tempo e dinheiro e não se expõe aos riscos oferecidos pela pandemia”, comenta.

Incentivo - Em tempos de Covid-19, em que todo cuidado se faz necessário, a Cocamar tem incentivado ainda mais os cooperados a utilizarem o aplicativo. Com tal facilidade, eles não precisam se deslocar até a unidade apenas para fixar a safra.

Serviço - O aplicativo é simples e foi feito para facilitar a vida dos cooperados. Para baixá-lo, basta entrar no aplicativo da loja virtual do seu celular (App Store ou Play Store) e digitar Cocamar.  Ao lado, clique em download e após baixado, entre no aplicativo para acessar todo o conteúdo. Caso ainda não tenha um usuário e senha ou não se lembra, procure sua Unidade Cocamar. A equipe fará o cadastro na hora e presencialmente para garantir segurança e acesso exclusivo. (Imprensa Cocamar)

 

COPAGRIL: Produtor alerta nos dias frios

Quando chega o período mais frio do ano, com ele também chegam os dias de mais atenção e cuidado no manejo dos animais no campo. Os produtores da Copagril, integrados no sistema de produção de aves sabem bem disso, uma vez que a equipe técnica reforça regularmente sobre as ações no cuidado com as aves, especialmente nos dias de temperaturas mais baixas.

Pesquisas - E a preocupação está bem fundamentada, afinal, as pesquisas mostram que as aves que passam frio estão mais propensas aos desafios sanitários, ou seja, mais suscetíveis às doenças e quando são acometidas, também sofrem mais. Quem explica é o médico veterinário da equipe técnica do Fomento Aves da Copagril, Ricardo Parcianello, o qual também reforça que as temperaturas baixas causam estresse nos animais e também estão relacionadas a imunossupressão, ou seja, reduzem a atividade ou eficiência do sistema imunológico, por isso são mais afetadas por doenças. “As aves, nos 20 primeiros dias de vida, não têm capacidade de regulagem da temperatura corporal, assim, ficam mais propensas ao clima do ambiente”, explica.

Indicado - Para o alojamento é indicado o uso de 1/3 do aviário para a pinteira, totalizando 25 pintainhos por bico de nipple, isso para concentrar o calor, diminuindo a dispersão e gerando mais eficiência com o aquecedor. “Assim como ter uma atenção para as zonas de condensação, nuvens de calor, ventilação mínima e ventilação forçada”, diz o profissional da Copagril ao reforçar sobre as práticas de manejo como distribuição de cortinas, uso e disposição de canos para aquecedores, ventilação adequada ao sistema e temperatura (convencional ou darkhouse), atenção à concentração de amônia - que em altas concentrações prejudicam o desenvolvimento das aves - e em especial às condições da cama. “Uma cama seca, aquecida adequadamente e manejada corretamente fará grande diferença para o bem-estar do animal”, complementa Ricardo.

Diferença - E quem sabe bem dessa diferença é o produtor André Fiedler, que tem sua propriedade em Sanga Guilherme, interior de Mercedes. A rotina de alojamento já começa um dia antes da chegada dos pintainhos, quando os aquecedores são acionados para preparar o ambiente, deixando a temperatura ideal para as pequenas aves. Conforme relato do André, as ações de pré-alojamento, entre elas temperatura adequada, cama seca, preparos de cortina e alimentação, resultam em efeitos que serão observados mais a frente, no desenvolvimento das aves. “Com o manejo da cama no intervalo e os procedimentos corretos para um clima agradável para a ave no alojamento podemos perceber um arranque melhor no crescimento dos frangos”, comenta o produtor, que também destaca sobre a atenção dada para a curva de temperatura na evolução do lote, conforme orientação da Copagril.

Ventilação - A ventilação é fundamental para a renovação do ar ambiente e deve ser devidamente manejada. O tipo de ventilação é relacionado ao modelo do aviário, a disposição dos animais e o espaço de concentração do alojamento, de modo a ser eficiente, mas sem prejudicar o aquecimento e a manutenção do calor dentro do aviário, explica o médico veterinário da Copagril.

Eficiência - Na propriedade, André trabalha com a ventilação mínima e também com ventilação de transição, normalmente em ciclo de 300 segundos, mas lembra que está sempre atento à eficiência, controlando e mantendo um fluxo adequado, de modo que seja uma corrente acima das aves e não diretamente sobre elas.

Nos primeiros dias - Com a temperatura adequada e água fresca para beber, agora é a hora de olhar para alimentação. Conforme orientação da equipe Copagril, nas primeiras horas após o alojamento é interessante fazer o “teste do papo”, o qual poderá indicar as condições de alimentação e o desenvolvimento intestinal das aves. “Dentro das primeiras 24 horas após a chegada dos pintainhos é indicado o teste do papo. Se ele estiver flácido indica que está só bebendo água, papo duro indica que está comendo ração, mas não bebendo água. O ideal é um papo que chamamos de consistência de massa”, explica Ricardo.

Adoção - Os procedimentos de alojamento e cuidados com as temperaturas mais baixas são adotados atentamente pela equipe na propriedade do André, onde ele conta com o apoio dos empregados Álvaro Pedroso do Santos, Kelli Rejiane de Souza, Djego Kuehlkamp, Laís Kuehlkamp e João Vitor Rauber. “Podemos dizer que além da minha, são mais três famílias que estão relacionadas à atividade. É uma grande responsabilidade e por isso cada detalhe faz muita diferença”, ressalta André, que ainda acrescenta, “precisamos estar sempre disponíveis para novos conhecimentos e o diálogo é muito importante para identificar as melhorias. Tenho um bom diálogo com a minha equipe e também com a equipe da Copagril e essas são as palavras-chaves: diálogo e informação”.

Água - Mesmo nos dias frios, deve-se manter a atenção com a água dos aviários e seguir com as estratégias de flushing, uma vez que a temperatura da água ideal é abaixo dos 24 °C e quanto mais fresca, melhor, comenta Ricardo. “O ambiente quente tende a esquentar também a água, por isso as técnicas de flushing são tão importantes nessa etapa, uma vez que a água quente segura o consumo da ração, e por conseguinte, o desempenho das aves” diz ele ao lembrar da cloração ideal, entre 3 e 5 ppm, e muita atenção à vazão e distribuição dos bicos para evitar pontos de umidade na cama.

Revista - Essa matéria foi divulgada na Revista Copagril Edição 116 (maio/junho). Você pode conferir o conteúdo original em: https://www.copagril.com.br/revista/86. (Imprensa Copagril)

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FRIMESA: Mais de um milhão em prêmios

Quem não gostaria de ganhar um ano de mercado grátis? Agora os consumidores da Frimesa têm uma chance. Quer dizer, uma não: 100 chances. A central de cooperativas lançou, no domingo (16/08), em mídia nacional, a promoção “Frimesa - 1 Ano de Mercado Grátis”. São 100 prêmios de R$ 12.000,00 totalizando R$ 1.200.000,00 em premiações.

Participação - E para participar é muito simples: basta ser maior de 18 anos, morar no Brasil, possuir CPF e de 16/08/2020 a 15/11/2020 comprar, em um mesmo cupom fiscal, no mínimo, 3 produtos Frimesa. É atribuído pelo sistema 1 número da sorte para cada 3 produtos cadastrados; ou múltiplos no mesmo cupom fiscal: 3 produtos, 1 número da sorte, 6 produtos 2 números da sorte, 9 produtos, 3 números da sorte.

Sorteios - Os sorteios serão realizados com base nos resultados da Lotomania dos dias 15/09/2020, 16/10/2020 e 27/11/2020. Após inscrever a nota fiscal no site promofrimesa.com.br, é só torcer. Fique atento ao regulamento e acesse o site oficial da promoção para mais informações.

Sobre a Frimesa - Presente no mercado brasileiro de alimentos há 42 anos, a Frimesa Cooperativa Central do oeste paranaense industrializa a matéria-prima de produtores de cinco cooperativas filiadas – Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato. Atua no segmento de carne suína e derivados de leite com foco na produção de alimentos de valor agregado. A Frimesa possui um portfólio de mais de 440 produtos e o faturamento de 2019 chegou aos R$ 3,18 bilhões. São quase 8.000 colaboradores e mais de 20.000 pessoas envolvidas nas cadeias de suíno e leite. Ocupa a 303ª posição entre as maiores empresas do Brasil e está em 18º lugar entre as maiores do agronegócio no sul. (Imprensa Frimesa)

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AGRO: Governo entrega tratores e equipamentos agrícolas a municípios

agro 18 08 2020O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, está entregando para 207 municípios 312 equipamentos agrícolas, entre tratores, retroescavadeiras e caminhões basculantes. Eles são frutos de emendas apresentadas por parlamentares nos orçamentos da União de 2018, 2019 e 2020.

Investimento total - O investimento total é de R$ 89,82 milhões, sendo que a maior parte vem do orçamento federal, com contrapartida de R$ 5,66 milhões do Estado.

Convênios - A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, através do Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável (Deagro), firma os convênios com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e faz a cessão de uso às administrações municipais.

Familiares - Os equipamentos são entregues aos municípios que têm os agricultores familiares como sujeitos prioritários nas ações. “Esses equipamentos têm ajudado, principalmente, na melhoria das estradas rurais, o que representa muito no incremento agropecuário, sobretudo em pequenas propriedades”, disse o chefe do Deagro, Márcio da Silva.

Bem-estar - Para o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o bem-estar da população e a melhoria dos serviços prestados têm muito a ver com o bom relacionamento do governo com a base paranaense de parlamentares. “Os tratores e equipamentos entregues aos municípios são mostra de maturidade política, uma união de todos para que os recursos federais cheguem ao Estado e ajudem na valorização de nosso campo”, afirmou.

Emendas - As emendas parlamentares são instrumentos estabelecidos no artigo 166 da Constituição Federal como parte da elaboração do Orçamento Geral da União, apresentado pelo Poder Executivo. Por meio delas, os parlamentares têm a possibilidade de acrescentar propostas, na fase de discussão no Poder Legislativo, com o objetivo de atender demandas das comunidades que representam.

Apresentação - A emenda pode ser apresentada pelo parlamentar escolhido para a relatoria do orçamento, pelas comissões técnicas e Mesas Diretoras da Câmara de Deputados ou Senado, de forma coletiva por uma bancada estadual ou regional ou de forma individual pelo deputado ou senador. Elas precisam obedecer, além de preceitos constitucionais, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a lei de normas gerais de direito financeiro (Lei 4320/64) e resoluções do Congresso Nacional.

Total licitado - Desde 2018, foram licitados no Paraná 101 tratores agrícolas, 80 retroescavadeiras, 36 caminhões basculantes, 35 pás carregadeiras, 23 rolos compressores, 20 escavadeiras hidráulicas, 14 motoniveladoras e três caminhões comboio. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Seab

 

INFRAESTRUTURA: Ministro anuncia obras de integração entre Brasil e Uruguai

infraestrutura 18 08 2020O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, se reuniu nesta segunda-feira (17/08) com o ministro dos Transportes e Obras Públicas do Uruguai, Luís Alberto Héber, para discutir a realização de obras para integração das fronteiras.

Nova ponte - Após a audiência virtual, ficou definido que o Brasil irá realizar uma licitação para construção de uma nova ponte no Rio Jaguarão, que divide os dois países, no Rio Grande do Sul, e serão iniciados os estudos de dragagem e sinalização da hidrovia Brasil-Uruguai.

Custo - Segundo o ministério, a ponte terá o custo de R$ 150 milhões e a expectativa é que a licitação seja concluída neste ano. Também está prevista a restauração da Ponte Barão de Mauá, cujo anteprojeto de melhorias já foi aprovado.

Dragagem e sinalização - As obras de dragagem e de sinalização da hidrovia devem permitir o escoamento da safra de arroz do norte do Uruguai para o porto de Rio Grande (RS). A licença ambiental foi solicitada ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e as licitações devem ocorrer no ano que vem.

Outros parceiros - De acordo com o ministro, a integração com outros países parceiros do Brasil também será buscada. “Hoje foi dado um excelente passo nas relações entre Uruguai e Brasil com a integração das agendas de infraestrutura em ambos os países. A partir de agora vamos chamar os outros países parceiros, como Argentina e Paraguai, para estabelecer as metas para que essa agenda possa ser efetivada e fortalecer a economia nas nossas fronteiras”, afirmou. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

PESQUISA: Energia elétrica é cara ou muito cara para 84% dos brasileiros

Oitenta e quatro por cento dos brasileiros, entrevistados pelo Ibope e pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), consideram a energia elétrica cara ou muito cara. Para a Abraceel, o valor pago pelos consumidores tem se tornado mais evidente nas despesas das famílias, já que as pessoas que consideravam o preço caro ou muito caro no ano de 2014 – primeiro de realização da pesquisa – chegavam a 67%. O percentual atingiu a maior marca em 2014 (88%) e no ano passado (87%). A pesquisa ouviu 2 mil pessoas em todas as regiões do país, entre os dias 24 de março e 1º de abril.

Causas - Considerando os dados deste ano, 55% dos entrevistados afirmaram que o alto preço é causado pelos impostos e 28% pela falta de concorrência no setor. “Hoje a energia elétrica é um dos serviços mais taxados, por uma razão muito simples: os governos estaduais têm muita facilidade em arrecadar imposto por meio da conta de luz, então incidem diversos impostos - federais, estaduais - e o consumidor percebe que a energia é cara devido aos muitos tributos”, disse o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros.

Descrição - Ele lembra que os valores dos impostos estão descritos em cada conta, para que o consumidor possa consultar. Segundo Medeiros, além desses dois fatores apontados pelos entrevistados, outro motivo atrelado ao alto preço das contas são os subsídios cruzados, que, conforme explica, “é o que um consumidor paga pelo outro”. Ele citou dois exemplos em que os mais pobres pagam pelos mais ricos: subsídios para o agronegócio – devido aos subsídios para áreas rurais – e para aqueles que instalam painéis fotovoltaicos.

Consumidor rural - “Há consumidor rural que tem desconto de 90% na irrigação durante a madrugada, isso é um subsídio que alguém paga. Há muitos subsídios cruzados. Agora está se colocando muito painel fotovoltaico, quem coloca principalmente é quem tem dinheiro para instalar. Quando ele instala o painel, há uma série de benefícios que a rede elétrica traz para ele, que é por exemplo regularizar energia”, disse.

Regularização - Essa regularização diz respeito ao fornecimento de energia elétrica durante a noite, quando não há energia solar para garantir a demanda. “Isso é um benefício que a rede elétrica traz, mas hoje ele não paga nada. Quem paga esse subsídio é o consumidor, que não instalou um painel fotovoltaico para esse consumidor mais rico”.

Mercado livre - Em 80% dos casos, os entrevistados gostariam de escolher sua operadora de energia elétrica, enquanto em 2014, esse percentual era de 66%. A Abraceel defende o modelo do mercado livre, em que o consumidor possa escolher sua fornecedora de energia, e considera que essa é uma forma de tornar o setor mais competitivo.

Mudança - O estudo apresenta dados sobre possível mudança do mercado cativo de energia - atual sistema no qual o consumidor compra energia da distribuidora - para o mercado livre - quando ele tem a possibilidade de escolher quem será a sua fornecedora de energia: 63% trocariam de fornecedor de energia caso a medida fosse implementada no país; em 2014, esse percentual era de 57% e, no ano passado, chegou a 68%.

Preço - Para a maioria das pessoas entrevistadas (64%), o principal motivo para a decisão de troca da empresa continua sendo o preço, conforme os dados deste ano. No ano passado, o preço era também o principal motivo para 68% dos entrevistados.

Energia limpa - Outro resultado que mostra o perfil do consumidor de energia é que 17% escolheriam sua operadora com base em uma geração de energia mais limpa. Esses eram 13% em 2017, primeiro ano em que a pergunta entrou na pesquisa. No ano passado, eram 15% aqueles que se preocupavam com energia mais limpa na hora de escolher a fornecedora de energia.

Interesse - Questionados se gostariam de gerar sua própria energia em casa, 90% dos entrevistados disseram que sim - o número é 13 pontos percentuais maior que em 2014. Segundo a Abraceel, o interesse em trocar de empresa, caso a medida de mercado livre seja implantada no Brasil, assim como o interesse em gerar energia elétrica em casa, crescem à medida que aumentam a renda familiar e escolaridade dos entrevistados.

Valor maior - Apenas 39% dos entrevistados estão dispostos a pagar um preço maior na conta de luz para incentivar a geração de energia em outras residências brasileiras. Segundo avalia a associação, como a população considera o preço da energia elevado, parcela significativa não se mostra disposta a pagar um preço mais alto na conta de luz para incentivar a geração de energia elétrica em outras residências. (Agência Brasil)

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,395 bilhão na segunda semana de agosto

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,395 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,894 bilhões, na segunda semana de agosto de 2020 - com cinco dias úteis -, como resultado de exportações no valor de US$ 4,145 bilhões e importações de US$ 2,75 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (17/08) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Total - No ano, as exportações totalizam US$ 129,781 bilhões e as importações, US$ 96,407 bilhões, com saldo positivo de US$ 33,374 bilhões e corrente de comércio de US$ 226,188 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de agosto 2020 (US$ 888,87 milhões) com a de agosto de 2019 (US$ 894,07 milhões), houve queda de -0,6%, em razão da diminuição nas vendas na Indústria Extrativa (-17,4%) e de produtos da Indústria de Transformação (-3,6%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+31,2%).

Queda - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-35,7%); Minérios de cobre e seus concentrados (-75,2%); Minério de ferro e seus concentrados (-2,1%); Pedra, areia e cascalho (-52,8%) e Minérios de alumínio e seus concentrados (-14,9%). Já em relação aos produtos da Indústria de Transformação, a queda nas exportações foi puxada, principalmente, por motores e máquinas não elétricos e suas partes, exceto motores de pistão e geradores (-75,8%); Aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (-77,1%); Celulose (-22,2%); Veículos automóveis de passageiros (-41,2%) e Alumina - óxido de alumínio-, exceto corindo artificial (-39,7%).

Média diária - Nas importações, a média diária até a segunda semana de agosto de 2020 (US$ 550,05 milhões) ficou -22,3% abaixo da média de agosto do ano passado (US$ 707,72 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos com Agropecuária (-3,3%), com produtos da Indústria de Transformação (-19,7%) e, também, com a Indústria Extrativista (-77,8%).

Recuo - A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos agropecuários: Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-53,4%); Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-22,1%); Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-19,9%); Cevada, não moída (-43,5%) e Milho não moído, exceto milho doce (-29,9%). Já na Indústria de Transformação, a queda das importações ocorreu devido à diminuição dos gastos com a compra de instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (-90,0%); Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais, exceto óleos brutos (-49,7%); Adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (-27,1%); Veículos automóveis de passageiros (-61,4%) e Partes e acessórios dos veículos automotivos (-17,9%). Por fim, na indústria extrativista, a queda das importações se deve à diminuição de gastos com carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( -72,7%); Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-80,3%); Gás natural, liquefeito ou não (-100,0%); Minérios de cobre e seus concentrados (-100,0%) e Outros minérios e concentrados dos metais de base (-47,6%). (Ministério da Economia)

Confira os dados completos da balança comercial

CÂMBIO: Dólar encosta em R$ 5,50 e fecha no maior valor em três meses

cambio 18 08 2020Num dia de turbulências no mercado financeiro, o dólar encostou em R$ 5,50 e fechou no maior valor em quase três meses. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (17/08) vendido a R$ 5,496, com alta de R$ 0,068 (+1,26%). A cotação está no maior nível desde 22 de maio, quando tinha fechado em R$ 5,574.

Ministério da Economia - A moeda norte-americana abriu o dia próximo da estabilidade, mas passou a subir durante a manhã, depois do anúncio de que o subsecretário de Política Macroeconômica do Ministério da Economia, Vladimir Kuhl Teles, deixará o cargo. A renúncia se soma a baixas recentes, com a saída de dois secretários especiais da pasta.

Máxima do dia - Na máxima do dia, por volta das 15h40, o dólar chegou a atingir R$ 5,51. A divisa acumula alta de 5,3% em agosto e de 36,96% em 2020. Nesta segunda, o Banco Central leiloou US$ 600 milhões em novos contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

Outros países - O desempenho do real contrastou com o da moeda de outros países. No exterior, o dólar caiu por causa do congelamento das negociações em torno de um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana. O Senado e a Câmara dos Estados Unidos estão em recesso. Os parlamentares só devem voltar a se reunir em setembro.

Bolsa - A instabilidade também atingiu no mercado de ações. O Ibovespa, principal índice da B3 (a bolsa de valores brasileira), perdeu os 100 mil pontos e fechou esta segunda aos 99.595 pontos, com recuo de 1,73%. O indicador está no menor nível desde 13 de julho.

Descolamento - A bolsa brasileira destoou do mercado internacional. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, teve pequena queda de 0,31%, mas os outros dois índices subiram. O S&P fechou com alta de 0,27% e aproximou-se do recorde. O índice Nasdaq, das empresas de tecnologia, subiu 1% e fechou no melhor nível da história. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

BNDES: Banco concedeu mais de R$ 10 bilhões em empréstimos durante a pandemia

O Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), totalizou R$ 10 bilhões em créditos concedidos a 12.529 pequenas e médias empresas (PMEs), que respondem pela geração de 660 mil empregos no país. Oitenta por cento desse valor são garantidos pelo programa, que começou a funcionar no dia 30 de junho passado. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (17/08) pelo BNDES.

Agentes financeiros - Trinta e cinco agentes financeiros já estão habilitados a oferecer os empréstimos, que podem variar de R$ 5 mil até R$ 10 milhões. Podem participar do programa pequenas e médias empresas que faturaram entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões, no ano passado. Por meio do programa, são concedidas garantias para diminuir os impactos econômicos provocados pela pandemia do novo coronavírus.

Garantias - Segundo informou o banco, os recursos utilizados para as garantias vieram de aporte inicial de R$ 5 bilhões do Tesouro Nacional. Esses recursos para garantias permitem a alavancagem de recursos para financiamentos em até cinco vezes. Dessa forma, o valor dos empréstimos pode chegar a R$ 25 bilhões.

Valor - De acordo com a evolução da demanda, o Tesouro poderá colocar até R$ 20 billhões no programa, o que pode significar R$ 100 bilhões em financiamentos para pequenas e médias empresas. O programa tem vigência até 31 de dezembro deste ano.

Mais informações - As empresas que desejarem obter financiamento com a garantia do PEAC podem obter mais informações neste site. Os agentes financeiros habilitados também podem ser consultados. (Agência Brasil)

IBGE: Quatro em cada 10 empresas ainda percebem efeitos negativos da Covid-19 na primeira quinzena de julho

De 2,8 milhões de empresas em funcionamento no Brasil na primeira quinzena de julho, 44,8% perceberam efeito negativo da Covid-19; 28,2%, efeito pequeno ou inexistente; e 27% tiveram efeito positivo devido às medidas de isolamento social. Regionalmente, as empresas o Centro-Oeste perceberam o maior impacto negativo (51,0%), seguidas pelas das regiões Norte (48,1%) e Sul (47,2%). Esses são os destaques do terceiro ciclo da Pesquisa Pulso Empresa, divulgada nesta terça-feira (18/08), e que integra as estatísticas experimentais do IBGE.

Pequenas - As pequenas empresas (até 49 funcionários, o maior contingente da amostra) foram as mais afetadas: de 2,7 milhões de empresas nessa faixa, 44,9% sofreram impacto negativo. Entre médias empresas (de 50 a 499 funcionários) e as de maior porte (a partir de 500 funcionários), o impacto foi menor: 39,1% e 39,2%, respectivamente.

Efeito menor - A pesquisa também revela que as maiores incidências com pequeno ou nenhum efeito foram encontradas entre as empresas de porte médio (37,4%) e de grande porte (35,6%). Entre as que foram impactadas positivamente, o percentual é maior entre as pequenas empresas, 27%, ante 23,4% nas médias e 25,3% nas de grande porte.

Percepção - “Quatro em cada dez empresas (44,8%) ainda percebem efeitos negativos da Covid-19. Ainda há uma grande incidência de impacto negativo, mas já começamos a perceber uma melhora, visto que, na quinzena anterior, o impacto negativo atingiu 62,4% das empresas. A diferença para as quinzenas anteriores é a maior incidência de empresas que relataram efeitos pequenos ou inexistentes (28,2%) e as que relataram efeitos positivos (27%), que, juntas, somam um percentual maior do que as que relataram efeitos negativos”, analisa Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE.

Setores - Entre os setores, os efeitos negativos foram percebidos por 47% de 1,2 milhão de empresas de serviços, com destaque para os serviços prestados às famílias (55,5%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares (48,3%); seguidos por 44% de 1,1 milhão empresas do comércio, com maior impacto no comércio de veículos, peças e motocicletas (52,4%).

Melhora - “Apesar da percepção de impacto negativo, houve uma melhora na percepção das empresas de serviços, passando de 65,5% na quinzena anterior para 47%; assim como do comércio, que passou de 64,1% para 44%. Essa melhora de percepção fica evidenciada na maior incidência de empresas que sinalizaram um efeito pequeno ou inexiste, ou um efeito positivo. No caso do comércio, 35,5% das empresas indicaram efeito positivo. Esse cenário retrata o processo de reabertura, com maior fluxo de pessoas refletindo-se nos negócios. É natural que a percepção negativa vá reduzindo a cada quinzena, na medida que o isolamento social vá diminuindo”, destaca Magheli.

Indústria - Já a indústria manteve-se estável, com um impacto negativo em 42,9% das 313,4 mil empresas; assim como a construção, em que 38% das 160 mil empresas relataram terem sido afetadas negativamente.

Comércio tem a maior incidência de empresas com redução de vendas A percepção do impacto negativo da Covid-19 sobre vendas ou serviços comercializados durante a primeira quinzena de julho atingiu 46,8% das empresas em funcionamento; mas, em contrapartida, foi pequeno ou inexistente para 26,9%, e, para 26,1%, o impacto foi positivo. “Novamente, há um comportamento disseminado de percepção de redução das vendas, mas, em relação à quinzena anterior, há em alguns segmentos maior incidência de empresas que sinalizaram aumento ou que o efeito foi nulo ou inexistente”, observa Magheli.

Varejo - O comércio (51,6%), sobretudo o comércio varejista (54,6%), teve o maior contingente de empresas com percepção de impacto negativo sobre as vendas; enquanto que, no setor de serviços, as atividades mais afetadas foram as de serviços profissionais, administrativos e complementares (48,1%) e de serviços prestados às famílias (47,7%). Na indústria e na construção, a redução de vendas afetou 40,8% e 31,9% das empresas, respectivamente.

Vendas - Em relação ao impacto positivo sobre as vendas, o destaque é o comércio de veículos, peças e motocicletas, em que 40,5% das empresas tiveram percepção de aumento de vendas. No comércio, esse percentual é de 32,7%; e na indústria, 28%.

Estabilidade no percentual de empresas com dificuldade para fabricar produtos ou atender clientes Um total de 47,4% das empresas não percebeu alteração em relação ao impacto sobre a capacidade de fabricação dos produtos ou na capacidade de atendimento aos clientes; e, para 11,3%, houve facilidade. Já 41,3% das empresas alegaram ter tido dificuldade. O maior impacto negativo foi no comércio de veículos, peças e motocicletas (58,1%) e no comércio por atacado (57,7%). No setor de serviços, o maior impacto foi nas atividades de outros serviços (56,5%).

Sem alteração - Para a maioria das empresas, (51,8%) não houve alteração significativa no acesso aos fornecedores de insumos, matérias-primas ou mercadorias, com destaque para os serviços de informação e comunicação (82,8%). Mas, para 38,6%, houve dificuldade. O destaque é o segmento de comércio de veículos, peças e motocicletas, em que 72% relataram ter enfrentado dificuldade, seguido pelo setor de comércio (47,4%).

Pagamentos de rotina - Quanto ao impacto da Covid-19 sobre a capacidade de realizar pagamentos de rotina durante a pandemia, 47,3% das empresas encontraram dificuldade. Para 46,3%, não houve alterações significativas em relação à quinzena anterior; e 5,1% alegaram ter tido facilidade.

Aumento - “Essa percepção de que não houve alteração aumenta de acordo com o porte da empresa, sendo de 64,4% entre as de maior porte e de 56,3% entre as de porte intermediário. Setorialmente, os destaques são o setor de construção, em que 78,7% informaram não ter havido alteração, e a atividade de serviços de informação e comunicação, com 67,7% relatando não ter havido alteração. Por outro lado, ainda temos indústria (44,4%), comércio (52,1%) e serviços em geral (47,2%) com maior incidência de percepção de dificuldade”, destaca Magheli.

Oito em cada dez empresas mantiveram funcionários - Para 80,7% das empresas, não houve mudança no quadro de funcionários; enquanto que, para 13,5%, houve redução; e, para 5,3%, houve aumento. O comportamento é disseminado pelos setores de indústria (79,2%), comércio (77,6%), construção (77,6%) e serviços (84,3%). O maior percentual de empresas que demitiram é na faixa intermediária (de 50 a 499 funcionários) e empresas de maior porte (500 ou mais).

Quadro de funcionários - “Apesar das dificuldades, a maior parte das empresas reportaram que mantiveram o quadro de funcionários. E, entre as 380 mil empresas que sinalizaram ter havido redução (13,5%), a maior parte (70%) promoveu redução inferior a 25%”, ressalta Magheli.

Medidas adotadas - Em relação às medidas adotadas, 86,7% das empresas realizaram campanhas de informação e prevenção e adotaram medidas extras de higiene; 22,4% anteciparam férias dos funcionários; 38,7% adotaram trabalho domiciliar; 12,8% obtiveram linha de crédito emergencial para pagamento da folha salarial; 37,6% adiaram o pagamento de impostos; 32% alteraram o método de entrega de produtos ou serviços; e 18% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos ou serviços. (Agência IBGE de Notícias)

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ECONOMIA: Governo gastou 54,3% dos recursos previstos com pandemia, revela IFI

Os gastos em créditos extraordinários para financiar o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus somaram R$ 277,85 bilhões, o equivalente a 54,3% dos R$ 511,27 bilhões autorizados pelo Orçamento de Guerra. O levantamento, que registra as despesas executadas até o último dia 11, foi divulgado nesta segunda-feira (17/08) pela Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão consultivo do Senado.

Auxílio emergencial - A maior parte dos recursos destinou-se ao pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). O pagamento do benefício somou R$ 167,66 bilhões, o equivalente a 65,9% da verba de R$ 254,24 bilhões. Amanhã (18), a Caixa Econômica Federal começa a pagar a quinta e última parcela para os beneficiários do Bolsa Família.

Estados e municípios - Com desembolso de R$ 30,1 bilhões, a ajuda financeira para estados e municípios está em segundo lugar. Das quatro parcelas previstas para o auxílio, duas foram desembolsadas, com a execução do programa em 50%.

Ações de saúde - Os gastos em ações de saúde para o enfrentamento à pandemia vêm em terceiro lugar, com R$ 23,68 bilhões executados. O montante equivale a pouco mais da metade (50,6%) do orçamento aprovado de R$ 46,78 bilhões.

Trabalhadores - Em quarto lugar, está o Benefício Emergencial (BEm), pago a trabalhadores formais que tiveram contrato suspenso ou jornada reduzida com diminuição proporcional dos salários. O governo desembolsou R$ 20,09 bilhões, o equivalente a 38,9% da verba de R$ 51,64 bilhões.

FGO - Em seguida, vêm o aporte de R$ 15,9 bilhões do Tesouro Nacional no Fundo Garantidor de Operações (FGO), que cobre eventuais calotes no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), com 100% de execução. O fundo é considerado ferramenta essencial para destravar a ajuda para as micro e pequenas empresas porque retira dos bancos a obrigação de exigir do microempresário garantias como imóveis e carros na hora de conceder os empréstimos.

Não decolou - Lançado no início de abril, o outro programa federal de ajuda às empresas não decolou. O programa de financiamento da folha de pagamento das empresas teve execução de apenas R$ 3,91 bilhões (11,5%) de um total de R$ 34 bilhões. O programa empresta para financiar o pagamento dos salários com o compromisso de manutenção do emprego.

Previsões - A IFI divulgou dados sobre o impacto da pandemia nas finanças públicas. No primeiro semestre, a perda de receita líquida da União decorrente da crise econômica somou 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos). A despesa primária total cresceu 40,3%, acima da inflação, no período.

Segundo trimestre - A IFI melhorou a projeção para o PIB para o segundo trimestre. Segundo o relatório do órgão, a economia encolheu 8,8% de abril a junho, contra previsão inicial de recuo de 10,6%. A estimativa para o ano não foi alterada, permanecendo em contração de 6,5%.

Dívida bruta- A dívida bruta do governo geral aumentou 9,7 pontos percentuais nos seis primeiros meses de 2020, encerrando junho em 85,5% do PIB. A IFI manteve a projeção de que o indicador, principal parâmetro internacional para avaliar o endividamento de um país, encerrará o ano em 96,1%, contra 75,8% no fim do ano passado.

Risco - Para a IFI, a piora das contas públicas decorrente da pandemia de covid-19 não representa um risco em si. O problema, segundo o órgão, está na recuperação da economia após o fim da crise. O relatório defendeu a manutenção do teto federal de gastos como elemento para garantir a confiança em relação aos rumos da economia.

Incerteza - “A preocupação maior reside na incerteza quanto ao pós-crise. Desde já, discute-se a relevância de o governo dar sinalizações claras em relação ao compromisso com o retorno a um modelo de ajuste fiscal que permita restabelecer as condições mínimas de sustentabilidade da dívida pública. Neste contexto, o teto de gastos exerce papel importante”, destacou o relatório da IFI. (Agência Brasil)

SAÚDE I: País tem 108,5 mil mortes e 3,35 milhões de casos acumulados

O Brasil já registrou 108.536 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Nas últimas 24 horas, foram registrados 684 novos óbitos. No domingo (16/08), eram 107.852 falecimentos no sistema. Há uma semana, eram 101.752. Ainda há 3.454 mortes em investigação.

Casos acumulados - O número de casos acumulados subiu para 3.359.570. Nas últimas 24 horas, foram acrescidas às estatísticas pelas autoridades locais de saúde mais 19.373 pessoas infectadas. Ontem, o painel marcava 3.340.197 pessoas infectadas desde o início da pandemia. Há sete dias, a soma estava em 3.057.470.

Menores - As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de Saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

Acompanhamento - O balanço também trouxe 772.540 pessoas em acompanhamento e 2.478.494 recuperadas. A letalidade (número de mortes pelo total de casos) foi de 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) ficou em 51,6. Já a incidência de casos de covid-19 por 100 mil habitantes subiu para 1.598,7.

Estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (26.899), Rio de Janeiro (14.566), Ceará (8.163), Pernambuco (7.210) e Pará (5.945). As unidades da federação com menos óbitos são Tocantins (516), Roraima (568), Acre (582), Amapá (617) e Mato Grosso do Sul (640). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 18 08 2020

SAÚDE II: Coronavírus infecta 105.184 no Paraná e mata 2.704 pessoas

saude II 18 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde informa que o Paraná tem 105.184 casos confirmados de Covid-19 e 2.704 mortes em consequência da infecção até esta segunda-feira (17/08). O aumento de um dia para o outro foi de 1.258 diagnósticos positivos e 42 óbitos pelo novo coronavírus. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - São 1.018 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. Destes, 845 ocupam leitos SUS (377 em UTI e 468 em leitos clínicos/enfermaria) e 173 leitos da rede particular (71 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.139 pacientes internados, 531 em leitos UTI e 608 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de 42 pacientes. Todos estavam internados. São 18 mulheres e 24 homens com idades que variam de 42 a 96 anos. Dois óbitos ocorreram em julho (dias 25 e 30) e os demais entre 07 e 17 de agosto.

Residência - Os pacientes residiam em: Londrina (9), Curitiba (7), Paranaguá (5), Toledo (4), Palotina (3), Piraquara (2), São José dos Pinhais (2). Além destes óbitos, uma morte foi registrada em cada um dos seguintes municípios: Campo Largo, Cascavel, Colombo, Morretes, Paranavaí, Ponta Grossa, Quedas do Iguaçu, Ribeirão do Pinhal, Santa Cecília do Pavão e Três Barras do Paraná.

Fora do Paraná - O monitoramento da secretaria estadual registra 1.195 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 29 morreram.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado em 10/08 em Rebouças foi transferido para Rio Branco do Sul.

Um caso confirmado em 18/07 em Curitiba foi transferido para Campo Largo.

Um caso confirmado no dia 06/08 em Cambé foi transferido para Londrina.

Exclusões - Um caso confirmado em 15/08 em Colombo foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado em 15/08 em Nova Esperança foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Casos e óbitos de Covid-19 caíram no Paraná na última semana

saude III 18 08 2020O número de casos e de óbitos de Covid-19 diminuiu no Paraná na última semana, segundo o boletim epidemiológico publicado neste domingo (16/08) pela Secretaria de Estado da Saúde. Houve redução de 7% nos diagnósticos positivos (11.699 na semana epidemiológica 33 contra 12.574 na semana epidemiológica 32) e 30,8% nas mortes (236 na semana 33 contra 341 na anterior).                          

Macrorregionais - Ocorreu ainda queda nos casos nas quatro macrorregionais de Saúde. A maior foi na região que vai de Guarapuava até o Litoral, englobando Curitiba e os Campos Gerais, com 9,2% (6.387 casos entre 10 a 16 de agosto e 7.035 entre 03 e 09 de agosto). No Noroeste a diminuição foi de 6,6% (comparativo de 1.406 e 1.506); no Oeste, de 4,5% (1.726 e 1.808); e, no Norte, de 2% (de 2.180 e 2.225).

Recorde - Os números são do recorte da data de identificação do caso ou do óbito e podem variar ao longo dos próximos dias.

11 semanas consecutivas - Os casos de Covid-19 cresceram no Paraná por 11 semanas consecutivas, de 10 a 16 de maio (semana 20) a 19 a 25 de julho (semana 30). Houve uma pequena queda na semana 31, evolução de casos na semana 32 e, nova redução na semana 33.

Diferente - O comportamento de óbitos foi diferente. Foram seis semanas seguidas de crescimento, de 31 de maio a 06 de junho (semana 23) a 05 a 11 de julho (semana 28). Depois houve uma queda e dois novos picos, inclusive o mais alto do registro histórico no Estado (343 mortes na semana 31, de 26 de julho a 1º de agosto).

Média móvel - A média móvel de casos caiu 1,4% e a de óbitos 31,2% em relação a 14 dias atrás. Esse indicador no boletim epidemiológico estadual também leva em consideração as datas das confirmações de casos e óbitos.

Terceiro menor índice - O Estado tem o terceiro menor índice do País em casos por 100 mil habitantes (919,2) e a terceira menor taxa de óbitos pela mesma faixa populacional (23,5), segundo o Ministério da Saúde. A taxa de letalidade do coronavírus no Paraná é de 2,6%. Ainda são mais de 38 mil casos ativos da doença.

Agosto - Mesmo com as quedas na última semana, o cenário ainda é preocupante, principalmente pela manutenção de casos e óbitos em níveis elevados em agosto e pelas taxas de ocupação de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Somam-se a esse cenário os baixos índices de isolamento social (entre 30% e 40%) e taxa de reprodução ainda acima de 1.

Números - A Covid-19 alcançou 26.127 paranaenses e vitimou 633 pessoas entre os dias 1º e 16 de agosto, no recorte de data de divulgação do diagnóstico ou da ocorrência do óbito. Esses números representam 25% do total de 103.928 casos e 23% das 2.662 mortes registradas desde o começo da pandemia no Paraná, em março.

Julho - Entre 1º e 16 de julho, na análise com o mesmo período do mês anterior, foram divulgados 26.415 casos (1% maior do que agosto) e 606 óbitos (-4% na comparação com o mês passado).

Internados - Segundo o boletim epidemiológico, ainda há 1.097 internados, 1,1% do total de infectados no Paraná. Desses, 508 estão em uma das 1.101 Unidades de Terapia Intensiva (UTI) criadas pelo Governo do Estado desde o começo da pandemia e 589 em enfermarias exclusivas para a Covid-19.

Ocupação - As taxas de ocupação nos leitos exclusivos são de 73% em UTIs adultas, 29% em UTIs pediátricas, 50% em enfermarias para adultos e 24% em enfermarias infantis. A maior preocupação é na macrorregião Leste – 84% de ocupação de leitos de UTI adultos.

Soma - No entanto, somados confirmados e suspeitos internados nas redes pública e privada de Covid-19 em todo o Estado, são 2.172 internados em leitos clínicos (1.175) e em avançados (997).

Comorbidades - Cerca de 66% dos casos hospitalizados desde o começo da pandemia apresentavam comorbidades. As mais comuns até agora foram faixa etária (4.396), cardiopatia (3.094), diabetes (2.114), obesidade (456), pneumopatia (450) e doença renal crônica (450).

Cidades - Apenas duas cidades paranaenses ainda não registraram a presença do coronavírus: Boa Ventura de São Roque e Godoy Moreira. Elas reúnem 9.407 habitantes, 0,08% da população do Estado. As mortes já ultrapassaram 65% dos municípios, chegando a 261 no domingo.

Municípios - Já há casos do novo coronavírus em todos os municípios das regionais de Saúde de Paranaguá, Curitiba e Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte, Paranavaí, Umuarama, Maringá, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Telêmaco Borba.

Absolutos - Em números absolutos, a regional de Curitiba e Região Metropolitana é a que concentra mais casos (42.952), seguida por Londrina (7.917), Cascavel (7.308), Maringá (6.971), Foz do Iguaçu (5.502), Paranaguá (4408) e Toledo (4.071. Apenas três das 22 regionais ainda não alcançaram 1.000 casos.

Maiores - As maiores incidências absolutas de mortes são em Curitiba e Região Metropolitana (1.348), Londrina (203), Cascavel (146), Maringá (128), Apucarana (100), Paranaguá (95) e Campo Mourão (70).

Faixa etária - A faixa etária média dos casos no Paraná é de 40 anos, idade da população economicamente ativa, enquanto a de óbitos é de 68,2 anos, o que indica que as complicações da doença se concentram entre as pessoas mais idosas. A Covid-19 impacta mais a população feminina (52%), mas mata mais os homens (60%).

Parcela mais afetada - São 23.721 casos entre pessoas com 30 a 39 anos, parcela mais afetada pela doença, o que representa 22,8% do total de infectados no Estado. A segunda é a de pessoas entre 20 e 29 anos, com 21.271 casos, ou 20,4% dos infectados. São, ainda, 9.644 casos entre crianças e jovens de 0 a 19 anos (9,2% do total) e 14.414 casos entre quem tem mais de 60 anos, 913,8%).

Mulheres - Em relação aos óbitos, a análise do quadro mostra que a Covid-19 acomete mais mulheres conforme o aumento da idade. A faixa mais atingida é a de mais de 80 anos (300 óbitos), seguida por 70 a 79 anos (291), 60 a 69 (213) e 50 a 59 (148). Entre os homens há diferença. A faixa mais vitimada foi entre 70 a 79 (419 mortes), seguida por 60 a 69 (374) e mais de 80 (356).

Populações específicas - O Paraná tem 91 casos confirmados nas comunidades indígenas, além de 374 suspeitos e 309 casos descartados. Entre a população privada de liberdade são 467 casos confirmados e 678 suspeitos.

Profissionais de saúde - No recorte de profissionais de saúde, são 4.755 infectados desde o começo da pandemia, com prevalência de casos entre enfermeiros e técnicos de enfermagem (2.304), médicos (496), farmacêuticos (149) e dentistas e ortodontistas (129). (Agência de Notícias do Paraná)

 

CLIMA: Inmet prevê possibilidade de neve e de novos temporais na Região Sul

clima 18 08 2020A partir desta quarta-feira (19/08), a incursão de uma forte massa de ar frio, de origem polar, chegará ao Sul do país e favorecerá o declínio acentuado de temperatura. Geadas generalizadas podem acontecer já na madrugada de quinta-feira (20/08) no sul e fronteira oeste do Rio Grande do Sul. As previsões são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgão ligado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Avanço - A partir da sexta-feira (21/08), o frio avança rapidamente sobre o Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais, Mato Grosso, sul de Goiás, Rondônia, Acre e sul do Amazonas, promovendo declínio de temperatura bastante acentuado nesses estados.

Decréscimo - Em áreas do Mato Grosso, por exemplo, a temperatura deverá ter um decréscimo em torno de 10°C quando comparados aos valores entre a noite do dia 20 e a noite do dia 21 (caindo de valores em torno de 30°C para cerca de 20°C).

Geada - Com a presença da intensa massa de ar frio, há previsão de geada ao amanhecer do dia 21 no Rio Grande do Sul e no oeste de Santa Catarina. No dia 22, as geadas poderão ocorrer de forma mais generalizada no oeste dos estados da Região Sul e também no sul do Mato do Grosso do Sul e Sudoeste de São Paulo.

Neve - Além disso, com a umidade remanescente e o frio intenso, há também possibilidade de queda de neve nas regiões serranas do Rio Grande do Sul, no Oeste, Sul, Meio-Oeste e Planalto Norte de Santa Catarina bem como em áreas do Sul e Sudoeste do Paraná, entre o fim de tarde e noite de quinta-feira (20/08) na sexta-feira (21/08) e no sábado (22/08).

Temporais - O Inmet também alerta que os temporais que atingiram o estado de Santa Catarina na última sexta-feira podem ocorrer novamente na região nos próximos dias. Os temporais deverão ser significativos especialmente no decorrer do dia 18.

Nuvens - Imagens de satélite indicam regiões com a presença de nuvens convectivas intensas, ou seja, que ocasionam tempestades, sobre o norte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Condições atmosféricas - A persistência das condições atmosféricas dos ventos quentes de noroeste/norte nos baixos níveis, combinados com ventos da atmosfera com uma circulação transversal com os ventos na alta atmosfera e uma baixa pressão atmosférica entre a Argentina e a Região Sul do Brasil ainda será favorável à ocorrência de novos temporais, com chuvas intensas, ventos de rajadas e queda de granizo em áreas localizadas, entre o sul do Mato Grosso Sul, sul de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, entre esta segunda-feira (17/08) e quarta-feira (19/08).

Ventos - Entre os dias 13 e 14 de agosto foram registrados temporais acompanhados de fortes rajadas de vento, granizo e até tornado no oeste de Santa Catarina. Na Estação Meteorológica do Inmet localizada no município de Campos Novos (SC), a rajada de vento chegou aos 87 km/h. (Mapa)

 


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