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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4893 | 24 de Agosto de 2020

PR COOPERATIVO: Cooperativas defendem reforma tributária justa e equilibrada

pr cooperativo 24 08 2020“Reforma tributária com equilíbrio e justiça”. Essa é a chamada de capa da edição 182 da revista Paraná Cooperativo, referente ao mês de agosto, produzida pela Assessoria de Comunicação do Sistema Ocepar. A reportagem especial mostra como os cooperativistas estão se mobilizando para evitar distorções que aumentem a carga de impostos sobre o setor. No Congresso Nacional há três propostas sendo debatidas atualmente pelos parlamentares. “As propostas em discussão no Congresso Nacional trazem uma série de medidas desfavoráveis, que podem até inviabilizar economicamente muitas cooperativas. Estamos fazendo estudos sobre os impactos nos diferentes ramos do cooperativismo. Faremos uma mobilização para alterar e excluir proposições que prejudicam o setor. De forma articulada, com as cooperativas, a OCB, e com o apoio da Frencoop, apresentaremos emendas em defesa de uma reforma tributária que tenha equilíbrio e seja justa, preservando o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo”, afirma José Roberto Ricken, na seção Palavra do Presidente.

Entrevista - O senador paranaense Oriovisto Guimarães é o entrevistado deste número. Membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo e da Comissão Mista do Congresso que avalia as propostas sobre a reforma tributária, ele afirma que as discussões sobre a matéria se fundamentam em três pontos: simplificação, transparência e o não aumento dos tributos.

Frencoop - A Conexão Frencoop, espaço destinado a divulgar as atividades da bancada paranaense no Congresso Nacional, traz matéria sobre uma importante conquista para as cooperativas agropecuárias: a derrubada dos vetos presidenciais em relação à Lei do Agro. Deputados paranaenses e o presidente do Sistema Ocepar comentam o assunto.

Mais - A revista traz ainda matérias sobre vários outros temas, como as reuniões das diretorias da Ocepar e Fecoopar, ocorridas dia 28 de julho, que trataram sobre o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense com a presença do governador do Paraná, Ratinho Junior; o lançamento de uma cartilha para orientar as cooperativas em relação ao recebimento e expedição da safra de grãos neste período de pandemia; o início do ciclo 2020/2021 do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense; o protagonismo da soja no mercado agropecuário e muito mais.

Clique aqui e confira na íntegra a edição nº 182 da revista PR Cooperativo

 

COVID-19: Confira o comunicado 103 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 24 08 2020Diversas ações relativas ao cooperativismo paranaense constam no comunicado 103, emitido na manhã desta segunda-feira (24/08) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, como as reuniões ordinárias do Conselho Administrativo do Sescoop/PR e do Conselho Fiscal da Ocepar, ocorridas na sexta-feira (21/08), de forma virtual. Confira abaixo todos os destaques.

1. No dia 21 de agosto, o Sescoop/PR realizou 9ª Reunião Ordinária do Conselho Administrativo, gestão 2019-2022, de forma virtual, com a ordem do dia: balancete acumulado até julho de 2020; relatório de atividades do período de 02/01/2020 a 10/08/2020 e situação dos treinamentos nas cooperativas; apresentação dos projetos avaliados e recomendados pelo comitê técnico e autorizados pelo superintendente do Sescoop/PR, no período de 14/06/2020 a 03/08/2020, que constam do plano 2020 aprovado pelo conselho administrativo; reformulação orçamentária; revisão do planejamento de atividades e metas; contratação de seguro de responsabilidade civil; assinatura eletrônica das atas das reuniões do conselho administrativo.

2. A Ocepar, no dia 21 de agosto, realizou 2ª Reunião Ordinária do Conselho Fiscal, gestão 2020-2024, de forma virtual, com a ordem do dia: balancete acumulado em 31/07/2020; arrecadação contribuições cooperativista e autogestão; auditoria; assinaturas eletrônicas; termo aditivo home office e plano de retorno de atividades presenciais na sede.

3. No dia 21 de agosto, o Sistema Ocepar, realizou live para debater a nova instrução normativa do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, IN DREI nº 81, de 10 de junho de 2020, que dispõe sobre as normas e diretrizes gerais do Registro Público de Empresas, bem como regulamenta as disposições do Decreto nº 1.800, de 30 de janeiro de 1996. Para acessar a IN nº 81, clique aqui.

4. O Sistema Ocepar, no dia 21 de agosto, realizou reunião virtual com o Sistema OCB, para alinhamentos dos adidos agrícolas.

5. No dia 21 de agosto, o Sistema Ocepar participou da reunião realizada pelo Sistema OCB, que contou com a participação do Ministério da Agricultura, Coamo, C.Vale e Cocamar, para analisar pleito das cooperativas sobre a não obrigatoriedade de certificação de todas as unidades armazenadoras.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

GETEC: Informe nº 40 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 24 08 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (24/08), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. Juntamente com A Getec publicou também o Informe Mensal contendo o histórico das projeções do Banco Central para julho.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

COOPERATIVISMO: Confira os boletins da OCB com informações atualizadas de interesse do setor

cooperativismo 24 08 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins, com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas até o dia 20 de agosto, que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

*Análise Política: Frencoop - uma das mais influentes no Congresso. https://bit.ly/3dvDvOv

*Análise Econômica: competitividade do Brasil e do coop. https://bit.ly/2UCWjUD

*Reforma Tributária: Ciclo de Debates "Cooperativismo na Reforma Tributária". https://bit.ly/395tshh

*Pleitos do Cooperativismo: temos 83 demandas das coops vinculadas à Covid-19. Veja como estão. https://bit.ly/2UD17rV

*Normativos: resumo dos principais normativos federais relacionados à Covid-19, com link e análise da OCB. https://bit.ly/3anoYlY

*Medidas Tributárias: infográfico com as respostas tributárias do governo à crise que tenham impacto nas cooperativas. https://bit.ly/2KrNgjn

*Acompanhe essas e outras ações da OCB para diminuir o impacto desta crise em: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19

 

FOTO: Pixabay

 

COOPAVEL: Oeste poderá formar empresas regionais para participar das licitações do pedágio

coopavel 24 08 2020O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, entregou, na manhã de sexta-feira (21/08), ao secretário da Casa Civil, Guto Silva, documento elaborado pelo Programa Oeste em Desenvolvimento com o título “Chegou o momento, Vamos construir uma nova história”. Nele, está manifestado o desejo e o interesse da região de participar ainda mais decisivamente da nova licitação de rodovias no Estado.

Empresas regionais - Um dos trechos do documento diz o seguinte: “Abre-se hoje uma porta importante para termos mais direito na construção do nosso destino. Podemos participar das licitações com empresas regionais, em todos os lotes das rodovias que serão pedagiados. A maneira é muito simples: unir de 10 a 100 cidadãos ou empresas com disposição de constituir uma sociedade empresarial, na qual cada um participa com importâncias de acordo com a sua disponibilidade e compõe-se um capital segundo as exigências da licitação”.

Capital - O capital servirá, segue o texto, para o começo das atividades e parte dos investimentos iniciais. Os grandes investimentos nas rodovias virão de outras fontes, com a participação de instituições financeiras privadas, públicas, fundos de investimentos e cooperativas de crédito e outros interessados. Poderão participar do processo de formação das empresas regionais entidades dos mais diferentes setores, cooperativas e empresas do agronegócio bem como pessoas físicas e jurídicas

História - O documento é assinado pelo presidente do POD, Danilo Vendruscolo, e pelo coordenador da Câmara Técnica de Infraestrutura e Logística do Programa Oeste em Desenvolvimento Dilvo Grolli. No material entregue ao secretário Guto Silva há um relato histórico do processo de concessão de rodovias no Estado. A união de algumas empresas, na segunda metade de 1990, formou a Ecocataratas, com capital inicial de R$ 8 milhões, que participou e ganhou a concessão por 25 anos do Lote 3 do Anel de Integração Rodoviário, composto por trecho de 387 quilômetros da BR-277 entre Foz do Iguaçu e Guarapuava.

1997 - “Em 1997, quando houve as licitações, a sociedade não teve a ousadia e o discernimento de também constituir empresas para fazer parte das licitações. Sem a presença de representantes da economia regional, os grupos econômicos de outras regiões e de outros países tomaram conta das licitações, sem resistência e com a passividade da nossa sociedade”, relatam Dilvo e Danilo no documento. “São esses estranhos que desde 1997 estão rapinando parte da nossa economia. “Toda a população paga milhões de reais sem saber quem são na realidade os verdadeiros arrecadadores e para onde vai o nosso dinheiro”. De 1998 a 2018, a Ecocataratas teve lucro líquido de R$ 493 milhões, sem correção monetária.

Abusos - O texto do POD cita também os recentes acordos de leniência das concessionárias do Paraná para compensar os abusos nos reajustes dos preços de pedágio e a supressão de obras previstas nos contratos em troca de propina. “De certo modo, puniram de forma justa e legítima os inúmeros atos de corrupção. Abriu-se o melhor caminho para que novos empreendedores possam entrar por competência nos negócios do pedágio. Os autores do documento fazem um alerta: “É preciso que nos atenhamos à participação das empresas envolvidas em corrupção em novas licitações. Essa, se acontecer, não só é ilegal e imoral, como mantém o País na escandalosa rota da impunidade... Em resumo, essas empresas devem ser banidas das novas licitações”.

Questionamento - Afirmando que não há necessidade de grandes somas de recursos e, sim, de líderes e de disponibilidade de participação da sociedade, o POD e as entidades fazem um questionamento: “Será que a sociedade de cada região onde forem licitadas as concessões das rodovias não têm a capacidade de formar grupos econômicos? Não reúnem condições de abrir um novo caminho de afirmação e fortalecimento da economia e da geração de emprego regional, sem os arranjos escusos de outras épocas? A conclusão do documento é a seguinte: “Precisamos construir uma nova história, com integralidade e com a participação dos paranaenses da nossa e de outras regiões, seguindo as leis de livre mercado, pelas quais ninguém tem privilégio e todos têm oportunidades”. (Imprensa Coopavel)

 

COPAGRIL: Palestra técnica online é realizada para produtores de aves

Cooperados e produtores de aves, integrados da Copagril, participaram de uma nova ferramenta de gestão técnica. Trata-se de palestra online ministrada aos produtores. O conceito não é novo, mas, anteriormente às restrições da pandemia, esse tipo de evento era realizado de forma presencial, diretamente com os produtores. Na semana passada, dia 17, a primeira (sobre biosseguridade) foi ao vivo, pelas páginas da cooperativa no Facebook e também no Youtube. A segunda palestra já tem data programada, será nesta segunda-feira (24/08), às 19h30, também online (ao vivo).

Biosseguridade - A palestra sobre Biosseguridade foi ministrada pelo consultor da Copagril e também especialista da área, Paulo Raffi. Ele destacou sobre as principais ações e medidas a serem tomadas, intensificadas e zeladas acerca da biosseguridade, com foco na gestão das granjas de produção de frango de corte.

Necessidade - O supervisor do Fomento Aves da Copagril, Gleisson Trentini, comenta que a situação de pandemia reforça a necessidade de falar sobre biosseguridade nas granjas. “Precisamos nos adequar ao novo normal, digamos assim, e por isso o uso das ferramentas digitais é importante. O objetivo de falar sobre biosseguridade é proteger nossas granjas de surtos de doenças e reforçar as ações práticas que nossos produtores integrados da Copagril já realizam”, descreve.

Próxima palestra - A segunda palestra da série, que será nesta segunda-feira (24/08) também será ministrada pelo especialista Paulo Raffi e dessa vez o assunto será “Vazio Sanitário e Salmonella”.

Transmissão - A palestra será transmitida pelo Facebook e também pelo Youtube, os interessados já podem acessar o link da palestra AQUI -> Facebook: https://www.facebook.com/cooperativacopagril/posts/3435542766509822 / Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=1G6kYXDpWnw.

Reveja - A palestra sobre biosseguridade foi transmitida ao vivo, mas continua disponível nas plataformas digitais da Copagril. Para assistir no Facebook CLIQUE AQUI e para acompanhar no Youtube CLIQUE AQUI. (Imprensa Copagril)

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AGRÁRIA: Cooperativa e Colégio Imperatriz abrem inscrições para Curso Técnico em Cervejaria

Conhecer o caminho que a cerveja percorre do campo ao copo é o desejo de muitos profissionais do mercado cervejeiro e interessados em ingressar na área. Para isso, nada melhor do que ter uma experiência na capital brasileira da cevada: o Distrito de Entre Rios, localizado a 18 km de Guarapuava, no Paraná.

Crescimento - O setor de cervejas está em constante crescimento no Brasil. Segundo o Anuário da Cerveja 2019, divulgado recentemente pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o número de cervejarias registradas em território nacional cresceu mais de 30% no ano passado.

Curso - Com o objetivo de atender à demanda do mercado por profissionais capacitados, a Cooperativa Agrária Agroindustrial e o Colégio Imperatriz Dona Leopoldina lançaram o Curso Técnico em Cervejaria. As inscrições para o processo de seleção já estão abertas no site da instituição de ensino (colegioimperatriz.net.br) e vão até o dia 31 de outubro. Os requisitos mínimos para participação são ter 18 anos e Ensino Médio concluído.

Etapas - A classificação será realizada em duas etapas. A primeira é um teste teórico, que acontecerá online, no dia 10 de novembro. Posteriormente, os candidatos serão entrevistados pela coordenação do curso, também através da internet. As notas das duas avaliações serão utilizadas para definir os 25 alunos que iniciarão as aulas em fevereiro de 2021.

Carga horária - O Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do MEC (Ministério da Educação) exige que essa modalidade de formação tenha no mínimo 1.200 horas de atividades. No caso do curso Técnico em Cervejaria oferecido pela Agrária e pelo Colégio Imperatriz, os estudantes terão 1.374 horas de formação divididas entre aulas, estágios e eventos técnicos. O curso tem duração de um ano e é em período integral.

Necessidade - De acordo com a coordenadora dos Cursos Técnicos do Colégio Imperatriz, Deise Maria Feltrin, a ideia de ofertar o curso em apenas um ano letivo vem ao encontro de uma necessidade do seu público-alvo. “Entendemos que os interessados farão um investimento financeiro e também de tempo. Por isso, a proposta é a de que o aluno termine sua formação em um espaço de tempo mais breve, para que possa retornar ou ingressar no mercado de trabalho”, explica.

Facilidades - Além do período de duração, a Agrária e o Imperatriz preocuparam-se em proporcionar outras facilidades aos estudantes. De segunda a sexta-feira, eles poderão almoçar no refeitório da cooperativa. Como as instalações onde ocorrerão as aulas ficam distantes do centro de Guarapuava, os alunos receberão auxílio-transporte para se deslocarem até Entre Rios. E quem optar por residir no distrito poderá candidatar-se a uma vaga em um dos imóveis da Cooperativa, que terão parte dos valores de locação subsidiados.

O que os futuros técnicos em cervejaria podem esperar do curso - Dois pontos chamam atenção na proposta do curso Técnico em Cervejaria lançado pela Cooperativa Agrária e pelo Colégio Imperatriz Dona Leopoldina. O primeiro deles é a estrutura física à disposição dos estudantes.

Outras estruturas - As aulas não estarão restritas apenas à escola, e serão utilizadas outras estruturas da cooperativa, como a Fapa (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), o moinho de milho, a indústria de malte e a cervejaria experimental. “Aqui o cervejeiro vai ter contato com toda a cadeia produtiva da cerveja. Desde o plantio da cevada, desenvolvimento de novas variedades, colheita, malteação, até o produto final. Esse é um diferencial inclusive para os cursos no exterior”, revela Fabio Teleginski, Mestre Cervejeiro da Agrária e professor do curso.

Currículo - Outro fator que distingue a proposta da Agrária e do Colégio Imperatriz de cursos da área é o currículo de seu corpo docente. Os alunos terão aulas com professores do Colégio, pesquisadores, profissionais com ampla experiência no mercado e mestres cervejeiros que possuem formação internacional. “Como dominamos a cadeia de produção da cerveja, queremos formar profissionais com experiência prática, prontos para atuar na indústria”, acrescenta o Mestre Cervejeiro Alexander Schwarz, que também ministrará aulas no curso.

Aptidão - Os formados em Técnico em Cervejaria estarão aptos a trabalhar em fábricas de diversos portes, exercendo cargos de supervisão ou coordenação de atividades de produção e envase, operação de equipamentos, gestão de insumos e controles físico, químico e biológico. Com o diploma de conclusão de curso em mãos, eles também terão direito ao registro em entidade de classe, que lhes permitirá assinar a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) de micro e pequenas cervejarias. “Formaremos profissionais com qualidade ímpar, o que é nossa missão enquanto instituição de ensino”, avalia Josiane Richter, diretora geral do Colégio Imperatriz.

Sobre a Cooperativa Agrária e o Colégio Imperatriz - A Cooperativa Agrária está sediada no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava, no Paraná. Criada há quase 70 anos por imigrantes suábios, vindos da Europa, ela descobriu sua vocação para o cultivo da cevada na década de 1970. Nos anos de 1980, o sucesso do cereal no campo fez com que fosse criada a Agrária Malte. Hoje, a unidade de negócio possui a maior maltaria comercial da América Latina, responsável por atender a demanda de aproximadamente 30% do mercado cervejeiro do Brasil.

Mantenedora - O Colégio Imperatriz Dona Leopoldina é mantido pela Cooperativa Agrária. Com mais de 50 anos de atuação no setor de ensino, a instituição oferece da Educação Infantil ao Ensino Profissionalizante, com foco no desenvolvimento integral de seus estudantes. O Colégio é destaque regional em testes como o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e premiações nacionais como o PNGE (Prêmio Nacional de Gestão Educacional). (Imprensa Agrária)

SERVIÇO

Curso Técnico em Cervejaria

Inscrições: colegioimperatriz.net.br

Período: até 31/10/20

Processo de seleção: novembro/20

Informações: (42) 3625-8356/ institucional@colegioimperatriz.net.br

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COCAMAR: Cooperativa anuncia unidade em Pulinópolis

Para ficar ainda mais próxima aos produtores cooperados de Pulinópolis, comunidade do município de Mandaguaçu, região de Maringá (PR), a Cocamar vai implantar uma nova unidade de recebimento de grãos, no modelo de transbordo móvel. Situada em local de fácil acesso, a unidade vai demandar um investimento orçado em mais de 3 milhões de reais.

Início das obras - Com o início das obras previsto para o mês de setembro, os cooperados passam a ter mais comodidade para a entrega de suas safras, uma vez que a estrutura operacional deve ficar pronta em janeiro, às vésperas do início da colheita da safra 2020/21.

Potencial - O presidente da Cocamar, Divanir Higino, destaca o potencial da região de Pulinópolis e afirma que a Cocamar fortalece ainda mais a sua presença na região e amplia o apoio ao desenvolvimento dos cooperados ao implantar uma unidade no município.

Estrutura - A cooperativa possui 87 estruturas operacionais distribuídas pelos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, onde oferece atendimento a mais e 15 mil produtores associados. (Imprensa Cocamar)

CAPAL: Atenção a informações climáticas promove bons resultados

capal 24 08 2020As informações de tempo e clima são uma importante ferramenta para o produtor rural. Os associados Capal contam com o Sistema de Monitoramento Agrometeorológico da Fundação ABC (smaABC), que dispõe de conteúdo atual e confiável. Considerando a profissionalização das atividades agrícolas e pecuárias, há maior demanda por informação para uma tomada de decisão precisa. Para isso, é fundamental ter em vista os diversos fatores que podem influenciar as etapas de plantio, colheita e manejo na lavoura.

Períodos mais longos - A previsão climática disponível no smaABC apresenta probabilidades para períodos mais longos. O boletim trimestral ou semestral relata a possível presença de El Niño ou La Niña, volume de chuva, temperatura, entre outros. Com essas noções, é possível decidir a melhor época de plantio para determinada cultura; antecipar planejamento e estratégias para o controle de doenças, pragas e outras ocorrências; e o aporte defensivos específicos para combatê-las.

Decisões imediatas - A previsão do tempo, que traz informações de curto prazo, possibilita decisões imediatas. O boletim diário, semanal ou até quinzenal determina práticas de manejo e pode ajudar, inclusive, a definir os melhores horários para realizá-las. “A previsão do tempo é mais refinada atualmente. Antes, era apenas ‘tal dia vai chover, no outro não’. Hoje, você consegue abrir, dentro de um dia, diferentes condições”, aponta o engenheiro agrônomo da Capal Matheus Turkiewicz.

Fatores - Entre os fatores que podem ser observados para garantir a qualidade de uma aplicação de insumos na lavoura, estão o vento, a umidade relativa do ar e a temperatura. “Se o solo está muito seco ou muito molhado, a planta vai estar em estresse, por isso, é preciso buscar uma condição ideal no manejo. Vento, umidade relativa e temperatura também são informações valiosas”, comenta Matheus. Ele ressalta ainda que essas condições podem favorecer ou prejudicar a efetividade do manejo, pois os resultados dependem não somente da qualidade do produto, mas também de um cenário com condições apropriadas.

Outros relatórios - Além das previsões de tempo e climática, o Sistema de Monitoramento Agrometeorológico da Fundação ABC também possui outros relatórios de acompanhamento, que apresentam a favorabilidade de desenvolvimento de doenças em plantas, risco de incêndio e conforto térmico animal. Com a atenção do produtor e o suporte do Departamento de Assistência Técnica, a interpretação desses dados pode ocasionar ótimos resultados na atividade agrícola e pecuária. (Imprensa Capal)

 

PRIMATO I: Reunião de Campo Digital trata sobre nutrição animal

primato I 24 08 2020Na última terça-feira (18/08) foi realizada mais uma live da série Reunião de Campo Digital Primato 2020 que teve o tema “Agro e Nutrição Animal”, com o gerente de industrialização da Primato, Juliano Millnitz, encarregada agro, Ana Claudia L. Cazella, assistente técnico de nutrição, Claudio Bortoluzzi e o convidado especial, médico veterinário e coordenador técnico Vicente Matsuo. O mediador foi o jornalista, publicitário e especialista em marketing Daniel Meneghini.

Prima Raça - O primeiro tópico da live foi a respeito da alta performance da Linha Prima Raça desde seu início. “Desde o início de atuação da cooperativa, há 23 anos, o trabalho foi pauta pela representatividade e conhecimento técnico, atuando com base em dados, números e resultados para que fosse possível desenvolver o que há de melhor ao cooperado”, destacou Vicente Matsuo que complementou, “com foco principal sendo o cooperado, sempre atuamos neste conceito. Como base de comparativo, quando iniciamos com a marca Primato e Prima Raça a média diária de leite por vaca era no máximo sete litros e hoje temos média de 21 a 35 litros/dia. Mas ao longo desses anos com melhoramento genético, no manejo, com a demanda sobre qualidade de produto, leite, carne de suínos, assim como a nutrição animal, teve o empenho nessa busca por melhorias e o alcance de alta performance”.

Assistência - Por sua vez, o assistente técnico de nutrição, Claudio Bortoluzzi abordou sobre a dieta de nutrição funcional. “Em consenso com a equipe técnica comandada pelo Vicente, chegamos à conclusão que precisávamos mudar o conceito de nutrição. Foi que desenvolvemos a nutrição funcional, que é o organismo do animal em equilíbrio e assim consegue assimilar maior quantidade de nutrientes e consequentemente, tendo maior produção de leite”, explicou Claudio que complementou, “atualmente atendemos propriedades que tem ordenhadeira robotizada, animais a pasto, confinados em vários sistemas e todos são cases de sucesso”. Claudio ainda destacou que todo o premix da linha de nutrição animal é feita para atender as necessidades dos cooperados e produtores.

Representatividade - O gerente de industrialização, Juliano Millnitz, apresentou números representativos da nutrição animal Primato. “Para passarmos a dimensão de quanto nossa linha de nutrição animal atende atualmente, alimentamos diariamente cerca de 70 mil animais em lactação, mais de seis mil animais de corte em confinamento e mais de 162 mil suínos a campo.”, enfatizou Juliano que complementou, “esses números demonstram a representatividade e responsabilidade que a nutrição animal da cooperativa tem atualmente e que por isso mesmo, cobram a necessidade de estarmos inovando sempre para que cada vez mais nossos cooperados e produtores rurais possam ter em nossa nutrição animal o respaldo de sua produtividade”.

Agro - A médica veterinária e encarregada agro, Ana Claudia Cazella abordou temas como detergentes, certificação e qualidade do leite e também sobre a Casa do Produtor. “Estamos desenvolvendo um trabalho especial no desenvolvimento da Casa do Produtor para que seja um espaço onde o cooperado e cliente Primato possa encontrar tudo que precisa para sua propriedade e atividades. Aqui em Toledo esse espaço vai ter um conceito muito diferenciado em loja ampla e moderna no complexo administrativo e industrial na BR 163”. Outro tópico foi o lançamento do site da agro Primato, programado para os próximos meses.

Campanha - Ao final da Live, Juliano Millnitz fez o lançamento oficial da Campanha de Nutrição Animal da cooperativa. Trata-se de toda a linha de mineiras de marca própria e de parceiros, além da linha de rações da Prima Raça com condições especiais.

Evento - Quem ainda não assistiu à live da quarta edição da Reunião de Campo Digital Primato basta acessar os canais da Primato no Youtube (primatocooperativaagroindustrial) e também pela página do Facebook (@CooperativaAgroindustrialPrimato). (Imprensa Primato)

 

PRIMATO II: Cooperativismo será o tema da próxima Reunião de Campo Digital

primato II 24 08 2020Dando sequência à série de Lives Reunião de Campo Digital Primato 2020 acontece a quinta edição no dia 25 de agosto, às 19h30 com o tema “Cooperados e Colaboradores”, com o gerente de gente e gestão da Primato, Edivan Junior Meneguetti, encarregado financeiro, Carlos Augusto Eggers Hech e a agente de cooperativismo Carolina Garcia de Souza. Os principais tópicos da Live serão: GPTW (Ótimo Lugar para trabalhar), organização do quadro social, linhas de crédito ao cooperado e Programa de Excelência na Gestão.

Colaboradores - “Iremos abordar nesta transmissão da Reunião de Campo Digital sobre o programa GPTW na qual a Primato foi certificada ao final de 2019 como um ótimo lugar para se trabalhar assim como o Programa de Excelência na Gestão que vem nos trazendo excelentes resultados desde sua implementação”, destacou o primeiro convidado da Live, Edivan Junior Meneguetti.

Cooperados - “Na parte dos cooperados vamos explanar sobre a questão das linhas de crédito disponíveis aos nossos cooperados assim como a abordagem de como funciona o quadro social de nossa cooperativa”, disse Carlos Hech, segundo convidado da Live.

Cooperativismo - “O sistema cooperativista é diferenciado pelas ações que desenvolve com objetivo de sempre focar na melhoria do quadro social de cooperados e colaboradores, por isso, o cooperativismo e suas ações dentro da Primato vão ser também debatidas durante esta transmissão”, enalteceu Carolina Garcia de Souza, terceira convidada da Live.

Evento - A transmissão da quinta edição da Reunião de Campo Digital Primato será feita através dos canais da Primato no Youtube (primatocooperativaagroindustrial) e também pela página do Facebook (@CooperativaAgroindustrialPrimato). (Imprensa Primato)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI ABCD: Cooperativa realiza reunião de prestação de contas

sicredi vale do piquiri 24 08 2020A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realizou a reunião de prestação de contas sobre o exercício do primeiro semestre de 2020. O evento do último dia 20 aconteceu de forma virtual e contou com a participação de delegados de núcleos e de integrantes dos comitês Jovem e Mulher. Para a instituição financeira, esse é um dos momentos mais importantes do ano, pois é quando são apresentados os resultados alcançados e as ações concretizadas no período.

Foco - A cooperativa, que atua em 43 cidades no estado do Paraná e em 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD, teve como foco principal no período os seus mais de 1150 colaboradores e 158 mil associados. O cuidado com as pessoas foi redobrado, por meio de ações que seguiram todos os protocolos para que os associados pudessem sem atendidos. Com o isolamento social, todas as reuniões, treinamentos e eventos foram realizados de forma online, entre eles a Assembleia Geral, que consolidou o processo assemblear e elegeu os Conselhos de Administração, Fiscal e a Diretoria Executiva, eleições essas homologadas pelo Bacen.

Expansão - Mesmo durante esse período, a cooperativa continuou em expansão, abriu três novas agências, aumentou em 8,5% a base de associados e captou ainda mais recursos para liberação de crédito emergenciais que atendessem o que as pessoas mais precisavam para conduzirem as suas atividades. Entre esses produtos, os destaques são a linha de crédito para folha de pagamento, o Pronampe e linha emergencial própria da cooperativa.

Tecnologia - Além disso, os associados foram incentivados a utilizar a tecnologia por meio de facilidades disponibilizadas pelo Sicredi. O Conecta, marketplace que aproxima os associados para compra e venda de produtos, é um deles. Em campanhas institucionais, a cooperativa vem premiando associados que poupam e que investem em capital social, além de valorizar cada vez mais o crescimento da economia local e das boas práticas. Tudo isso reflete no impacto que a instituição financeira tem nas comunidades em que está presente.

Atendimento rápido - Recentemente, a cooperativa deu início a liberação do WhatsApp Enterprise, onde o associado tem atendimento rápido e próximo com a agência em alguns cliques. Até o fim do ano, mais essa ferramenta de apoio aos associados será liberada para todas as agências.

Importância - “Para nós, esse momento de prestação de contas é de extrema importância, pois é mais uma oportunidade que temos de deixar os nossos associados informados sobre tudo o que acontece. Esse é um princípio de transparência, que gera confiança e promove o crescimento da cooperativa e de toda a comunidade”, destacou o presidente da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Jaime Basso.

Live - Além de apresentar números e as ações, a programação deste ano contará também com a live “Supercooperação e Prosperidade”, com as participações de Jaime Basso e do jornalista José Luiz Tejon Megido. O evento será nesta segunda-feira (24/08), a partir das 19h, e terá transmissão nas páginas no Facebook e no Youtube da cooperativa.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 109 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 156 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Cooperativa doa cobertores para famílias atingidas por temporal em Santa Tereza do Oeste

sicoob credicapital 24 08 2020No dia 20 de agosto, a equipe da agência do Sicoob Credicapital em Santa Tereza do Oeste (PR) realizou a entrega de 65 cobertores para famílias do município que foram afetadas por um forte temporal que atingiu a cidade.

Organização - A ação foi organizada pelos colaboradores da agência, que também tiveram suas casas e carros atingidos pela chuva de granizo. De acordo com o gerente, Carlos Alberto Rodrigues, com a previsão de muito frio para os próximos dias, a agência se mobilizou para comprar e doar os cobertores paras a famílias atingidas.

Comunidade - “A cooperativa precisa estar presente na comunidade e os últimos acontecimentos no município não tinham como passar despercebidos, então nos sensibilizamos e realizamos a entrega dos cobertores para minimizar um pouco o sofrimento dessas pessoas”, explica.

Entrega - Para evitar aglomerações, a entrega das doações aconteceu no salão da igreja católica da cidade. Os cobertores foram repassados a um representante da prefeitura, que posteriormente fará a destinação para as famílias cadastradas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

CONJUNTURA: Floricultura é destaque do boletim agropecuário

conjuntura 24 08 2020O Boletim Semanal de Conjuntura, referente à semana de 16 a 21, destacou, na sexta-feira (21/08), a participação, ainda pequena, mas importante, da floricultura na formação do Valor Bruto da Produção (VBP) paranaense e na diversificação da propriedade. O Boletim é elaborado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Expressivos - Em 2019, os produtos agropecuários mais expressivos do Paraná, como grãos, cereais e proteínas animais, foram decisivos para registrar um VBP preliminar de R$ 97,7 bilhões, valor que, em termos reais, é 3% superior ao do ano anterior. Mas, embora com menor intensidade, há outras culturas que também ajudam tanto no valor financeiro global quanto na geração de renda para pequenos produtores. Entre essas está a floricultura.

Participação - No ano passado, a atividade participou com 0,17% do total do Valor Bruto da Produção, ou seja, a renda bruta gerada por esse setor no campo foi de R$ 170,1 milhões.

Diversificação - Ainda que o percentual seja diminuto frente à envergadura dos negócios da agropecuária, a floricultura é importante para a diversificação nas propriedades rurais. É uma cultura que permeia os 399 municípios do Estado, com participação mais efetiva em 108 deles, envolvendo aproximadamente 900 agricultores.

Cultivos - Dentro desse segmento, cinco cultivos somam 92,5% do volume financeiro. Em primeiro lugar estão os gramados e plantas perenes ornamentais, com 77,1% de participação. A seguir, vêm as orquídeas, os crisântemos e as roseiras, com 15,4%. Os 7,5% restantes são distribuídos entre outras 32 espécies cultivadas no Paraná.

Principais regiões - As principais regiões produtoras estão no entorno de Curitiba, Maringá, Cascavel, Toledo e Londrina, que respondem por 88,5% do total. Entre os municípios, os mais expressivos em produção são, pela ordem, Marialva, São José dos Pinhais, Campina Grande do Sul, Agudos do Sul e Cascavel.

Plantas medicinais - O Boletim da semana passada, ao tratar de culturas menos expressivas na formação do VBP, também retratou a produção de plantas medicinais. O Paraná tem área produtiva comercial em torno de 3 mil hectares, com produção de 4.859 toneladas e valor estimado de R$ 37 milhões.

Mel e feijão- Também há um panorama da cultura do mel no Estado, segundo maior produtor nacional, com 6.294 toneladas, apenas 134 toneladas a menos que o Rio Grande do Sul, de acordo com a Pesquisa Pecuária Municipal do IBGE, de 2018. Em 2020, o Paraná se destaca como o principal exportador do produto in natura.

Das águas - Sobre o feijão das águas, o documento registra que a volta das chuvas possibilitou o início do plantio em algumas regiões, mas ainda está em apenas 1% dos 149 mil hectares estimados. A expectativa é que o clima favoreça o desenvolvimento da cultura, possibilitando a colheita de cerca de 300 mil toneladas.

Mandioca e grãos - As chuvas beneficiaram também os produtores de mandioca nas fases de colheita de uma safra e plantio da seguinte. Em compensação, para os triticultores a sequência de dias chuvosos é preocupante, visto que a umidade pode ocasionar germinação em lavouras prontas para a colheita.

Colheita - A colheita da segunda safra de milho atingiu 63% da área total no Estado e o restante está praticamente em condições de ser colhido. A produção brasileira deve alcançar 102 milhões de toneladas. O Paraná participa com 15 milhões nesse total, sendo 3,5 milhões da primeira safra e 11,5 milhões da segunda.

Outros produtos - O boletim semanal também registra a alta nas exportações brasileira e paranaense da soja. O Estado obteve, entre janeiro e julho, em torno de US$ 3,1 bilhões com a comercialização de 8,9 milhões de toneladas de soja em grão.

Atividade leiteira - O crescimento da atividade leiteira no Estado é analisado dentro da perspectiva, principalmente, do incentivo de alguns programas de governo, sobretudo o Leite das Crianças, que fornece um litro diário a crianças de 6 a 36 meses, pertencentes a famílias com mais necessidades.

Avicultura - Na avicultura, o documento aborda as últimas ações mundiais, particularmente as suspensões de importação por parte da China, Filipinas e Hong Kong, em função de suposta detecção de traços do novo coronavírus em uma asa de frango. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim no http://www.agricultura.pr.gov.br/Pagina/Conjuntura-Boletim-Semanal-162020

 

NORMAS: Governo publica decreto que altera o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal

governo federal publicou na quarta-feira (19/08), no Diário Oficial da União, o Decreto 10.468, que altera o regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (Riispoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aprovado pelo Decreto nº 9.013, de 29 de março de 2017. 

Racionalização - “As alterações realizadas, em sua maioria, são motivadas pela necessidade de racionalização dos procedimentos de fiscalização para uma maior eficiência na prestação de serviços à sociedade”, explica o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal. 

Conceito - O decreto traz com mais clareza o conceito de inspeção em “caráter permanente”, que consiste na presença do serviço oficial de inspeção nos estabelecimentos de abate para realização das atividades de inspeção ante mortem e post mortem, apenas durante as operações de abate. As demais atividades industriais realizadas por estabelecimentos de abate ficam sujeitas à inspeção em “caráter periódico”, com frequência definida com base em risco, considerando a natureza dos produtos fabricados, o volume de produção e o desempenho dos estabelecimentos quanto ao atendimento das exigências legais.

Responsabilidades - As alterações no decreto trazem para o mesmo patamar as responsabilidades dos estabelecimentos de produtos de origem animal sobre a qualidade dos produtos recebidos da produção primária, incluindo obrigações de realizar o cadastro de fornecedores de produtos animais e de implementar medidas de melhoria da qualidade das matérias-primas, além da educação continuada dos produtores. 

Diretrizes - Para o secretário, o conjunto das alterações vai ao encontro das diretrizes do governo federal trazidas pela Lei de Liberdade Econômica. “As mudanças atendem a pleitos legítimos e tecnicamente fundamentados apresentados pelas áreas técnicas do Mapa, pelo setor produtivo, por organizações de proteção do bem-estar dos animais de abate e também por micro e pequenas empresas que fabricam produtos de origem animal”. 

Delimitação - Outra mudança importante é delimitação dos produtos de origem animal sujeitos à fiscalização pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Os produtos não comestíveis, como resíduos da produção industrial e as partes animais não consumíveis obtidas no processo de abate ou processamento de carnes, foram retirados do escopo de obrigações previstas no Riispoa.  

Simplificação - “Os ajustes realizados preveem a simplificação dos procedimentos para respaldar o trânsito e a certificação sanitária dos produtos não comestíveis, sob os aspectos de saúde animal, inclusive para atendimento às exigências de exportação, bem como para a migração ou a regularização do registro perante o órgão competente, quando necessário, dos estabelecimentos que fabricam esses produtos e que tenham sido registrados junto ao SIF”, esclarece a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lucia Viana. Segundo ela, haverá prazo de transição destes procedimentos. 

Registro de estabelecimentos e de produtos Foram incorporados à regulamentação os princípios de simplificação e de automação do processo de registro dos estabelecimentos elaboradores de produtos de origem animal cuja atividade industrial represente menor risco sanitário. A obtenção do registro e o início do funcionamento passa a ser de responsabilidade exclusiva da empresa, que estará sujeita às sanções administrativas previstas na legislação em caso de descumprimento das exigências técnicas aplicáveis.  

Registros - Em relação aos registros de produtos, as alterações preveem a isenção de registro de determinados produtos, previsão de registro automático para produtos que sejam destinados exclusivamente à exportação e o fim da avaliação prévia, pelo serviço oficial de inspeção, dos croquis dos rótulos a serem utilizados pelas empresas.

Uso de sistemas informatizados para registros de controles de produção - A partir de agora, os estabelecimentos nacionais poderão usar sistemas informatizados para registros de controles de produção, desde que garantam a segurança, a integridade e a disponibilidade da informação.  

Obrigatoriedade - A legislação referente aos produtos de origem animal já previa a obrigatoriedade de que os estabelecimentos disponham de programas de autocontrole que sejam desenvolvidos, implantados, monitorados e verificados por eles mesmos, contendo registros auditáveis que comprovem o atendimento aos requisitos legais. 

Possibilidade de abate de suídeos não castrados Até então, a legislação nacional proibia expressamente o abate de suídeos não castrados. A nova regulamentação traz nova abordagem ao tema, atribuindo maior responsabilidade aos estabelecimentos para o monitoramento de alterações sensoriais na carne suína, em consonância com procedimentos adotados internacionalmente.

Pescados Com as alterações realizadas na regulamentação, passa a haver a obrigatoriedade de que o desembarque do pescado oriundo da produção primária, quando não realizado diretamente no estabelecimento registrado, seja realizado em um local intermediário sob controle higiênico-sanitário do estabelecimento.

Outros avanços - A regulamentação traz também outros avanços para o setor de pesca, ao permitir a realização de operações de sangria, evisceração e descabeçamento de determinados tipos de pescado a bordo, desde que o procedimento esteja previsto nos programas de autocontrole do estabelecimento.

Segurança - As novas regras conferem maior segurança ao pescado produzido e comercializado no Brasil, pois requer controles mais eficazes de rastreabilidade e higiene, desde a captura do pescado. 

Reinspeção de produtos de origem animal importado - A reinspeção dos produtos de origem animal importados passará a ser realizada, prioritariamente, nas zonas primárias de importação, pelo serviço de vigilância agropecuária internacional, ou seja, anteriormente à internalização dos produtos. Após os procedimentos regulares de reinspeção, os produtos aprovados poderão ter seu trânsito e comercialização autorizados.

Produtos nacionais - Nos casos de produtos nacionais que sejam exportados e retornem ao Brasil, por processo regular de importação, a reinspeção deverá ser realizada em estabelecimento sob SIF. 

Responsabilização administrativa - Ao mesmo tempo em que as mudanças conferem maior autonomia e responsabilidade aos estabelecimentos pela qualidade dos produtos de origem animal, são também previstos dispositivos mais eficientes para a responsabilização administrativa de empresas infratoras, inclusive com a previsão de enquadramentos específicos para os casos de não atendimento às exigências legais quando os registros de estabelecimentos ou de produtos forem concedidos de forma automática.

Perdimento - Outro ponto que merece destaque é a previsão para que o Mapa regulamente a sanção de perdimento de produtos apreendidos que não representem risco à saúde pública, a qual já consta na legislação desde 2010, porém, até então não passível de aplicação devido à ausência de regulamentação específica. (Mapa)

>> Veja aqui perguntas e respostas atualizadas sobre o Riispoa, contemplando as alterações promovidas pelo Decreto 10.468.

 

 

GESTÃO PÚBLICA: Paraná reduz despesas administrativas em 30,4% durante a pandemia

gestao publica 24 08 2020O Governo do Estado reduziu as despesas administrativas em 30,4% de abril a junho deste ano. Com o teletrabalho e as restrições de circulação, houve queda nas despesas com serviços de água, esgoto, luz, telefonia, abastecimento da frota oficial e com viagens de servidores.

Soma - De acordo com levantamento feito pelas secretarias da Fazenda e da Administração, no segundo trimestre do ano passado as despesas administrativas do Estado somaram R$ 121,95 milhões. No mesmo período deste ano o montante foi de R$ 84,87 milhões.

Viagens - A queda mais significativa ocorreu nas despesas de viagens e pagamentos de diárias. De abril a junho, o Paraná gastou R$ 4,4 milhões com este tipo de despesas, ante R$ 12,15 milhões no mesmo período 2019 – uma baixa de 62%.

Importante - Para o secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Júnior, a queda nas despesas administrativas é importante para que o Estado tente equalizar os gastos extras com a pandemia. “Tivemos uma série de gastos que cresceram nestes meses de pandemia, além de termos observado queda na arrecadação de tributos. A economia gerada pelo teletrabalho é benéfica porque permite que ajustemos melhor as finanças do Estado”, afirma.

Ranking - A segunda maior diminuição observada nas despesas correntes entre abril e junho foi com serviços de comunicação em geral, que incluem gastos com correios e telégrafos, publicação de editais, extratos, convocações e assemelhados, desde que não tenham caráter de propaganda e afins. De abril a junho de 2020 os gastos contabilizaram R$ 11,6 milhões. No mesmo período do ano passado foram R$ 20,4 milhões nos mesmos três meses, o que significa queda de 42,9%.

Água - O levantamento mostra ainda redução de 10,85% com serviços de água e esgoto, de 20,65% com serviços de cópias e reprodução de documentos e de 27% com serviços de energia elétrica.

Abastecimento da frota - O abastecimento da frota oficial também foi menor no segundo trimestre com a diminuição dos deslocamentos de servidores. De abril a junho, o Paraná gastou R$ 15,24 milhões com o serviço, valor 33,2% menor que no mesmo período de 2019. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira a redução de gastos por serviços.

 

VAREJO: Vendas no em agosto recuperam parte das perdas do ano no PR

varejo 24 08 2020As vendas no comércio varejista paranaense cresceram na primeira quinzena de agosto na maior parte dos segmentos, recuperando parte das perdas registradas no ano. Os dados constam no boletim conjuntural elaborado pelas secretarias de Estado da Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes para medir os impactos da crise da Covid-19 sobre as contas públicas e a sociedade. O documento traz indicadores e dados coletados pela Receita Estadual e pelo Ipardes e foi publicado na sexta-feira (21/08).

Primeira vez - Pela primeira vez, desde o início da pandemia, o número de segmentos com altas nas vendas (agosto de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado) supera o de grupos em baixa. Venderam mais: áudio, vídeo e eletrodomésticos (49%); informática e telefonia (26%), material de construção e ferragens (22%), hipermercados e supermercados (12%), farmácias (10%), cama, mesa e banho (8%), cosméticos, perfumes e higiene pessoal (5%) e veículos novos (1%) – este último, aliás, registrou o primeiro respiro de vendas desde janeiro.

Queda - Por outro lado, os setores mais atingidos pela crise continuam registrando queda em agosto, embora em percentuais menores que nos meses anteriores. São eles: vestuário e acessórios (-15%), calçados (-23%) e restaurantes e lanchonetes (-42%). Nos dois primeiros casos, porém, os percentuais de queda são os mais baixos desde fevereiro – o que demonstra uma pequena reação.

Acumulado - No acumulado do ano, seis dos 11 segmentos avaliados ainda registram quedas: restaurantes e lanchonetes (-36%), calçados (-34%), vestuário e acessórios (-29%), veículos novos (-17%), cama, mesa e banho (-15%) e cosméticos, perfumes e higiene pessoal (-8%). Acumulam altas nas vendas segmentos de informática e telefonia (1%), material de construção e ferragens (3%), farmácias (6%), áudio, vídeo e eletrodomésticos (7%), e hipermercados e supermercados (10%) acumulam altas nas vendas.

Produtos - No recorte de vendas totais por produto, que incluem as negociações de mercadorias entre empresas ao longo da cadeia produtiva e as exportações, 24 grupos tiveram altas nos primeiros 15 dias de agosto, enquanto apenas quatro registraram queda.

Principais destaques - Os principais destaques no comparativo com o mesmo período de 2019 foram linha branca (74%), tratores (55%), notebooks (52%), cereais, farinhas, sementes e café (52%), frutas, verduras e raízes (46%) e telefones celulares (45%). Tiveram retração automóveis (-31%), vestuário (-21%), iluminação (-5%) e produtos de limpeza (-3%).

Acumulado do ano - No acumulado do ano, as maiores altas foram no setor alimentício: cereais, farinhas, sementes, chás e café (35%), frutas, verduras e raízes (23%), carnes, peixes e frutos do mar (20%), produtos químicos (19%) e notebooks (14%). Por outro lado, as maiores baixas de 2020 concentram-se no vestuário (-28%), automóveis (-27%), caminhões e ônibus (-22%), tratores (-14%), motocicletas (-12%) e bebidas não alcoólicas (-5%).

Tendência - O valor médio de emissão de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) nas primeiras semanas de agosto confirma a tendência de reequilíbrio econômico. Houve crescimento nos comércios atacadista e varejista e na indústria de alimentos – a exceção foi a indústria de transformação, com queda de 8 pontos percentuais em relação a julho. Comércio varejista e indústria de alimentos, inclusive, sustentam índices superiores aos de março (utilizados no estudo como base de comparação).

Leste - Na macrorregião Leste (do Centro-Sul ao Litoral, passando por Curitiba, Campos Gerais e Região Metropolitana), sobressaíram os resultados do comércio varejista e da indústria de alimentos, operando acima dos patamares observados antes da pandemia.

Noroeste - A macrorregião Noroeste (região de Maringá e Umuarama), registrou um forte recuo na indústria de transformação, em contraposição ao crescimento das atividades comerciais. O ramo varejista pela primeira vez passou a operar a níveis superiores aos de antes da pandemia.

Norte - E a macrorregião Norte (Londrina e região), num reflexo do Estado, também registrou alta em três das quatro atividades avaliadas. A indústria de alimentos é atualmente o segmento com índice mais elevado, suplantando o patamar de operação pré-pandêmico em 11,1%.

Poucas empresas sem atividade - O número de empresas paranaenses em atividade teve pouca alteração em relação ao final de julho, muito próximo do observado no início de março, ou seja, é bastante reduzida a quantidade de estabelecimentos que estejam totalmente paralisados devido à pandemia.

Percentual - No total do Estado, o percentual de empresas que emitiram ao menos um documento fiscal (NF-e ou NFC-e), o que as caracterizam como ativas no começo de agosto, chegou a 97%. Para efeitos de comparação, no final de março este índice havia despencado para 54%.

100% - Em diversos municípios o índice de empresas em funcionamento voltou a 100%. Enquanto Curitiba registrou um percentual de 93%, Foz do Iguaçu segue com o mais baixo percentual de empresas ativas: 88%.

Arrecadação em queda - Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que reflete as vendas do mês anterior, voltou a registrar queda após a reação de julho e ainda está longe de retomar os níveis pré-Covid. O montante arrecadado nas primeiras semanas do mês foi de R$ 2,22 bilhões - 3,7% menos do que no mesmo período de 2019. No acumulado de 2020, a queda na arrecadação do principal tributo do Estado chega a R$ 1,5 bilhão (-7,5%).

Combustíveis - A baixa é puxada principalmente pelo setor de combustíveis, cuja participação representa 22% de todo o total do ICMS arrecadado no Paraná. Nestas primeiras semanas de agosto, o segmento registrou variação negativa de R$ 134 milhões (-21%). O setor automotivo também caiu em arrecadação (-15,6%).

Alta - Por outro lado, segmentos significativos na composição do tributo tiveram alta este mês: energia (1,5%), indústria (15,3%) e bebidas (6,5%).

PIB - Ainda segundo a análise do boletim conjuntural, as perspectivas para 2021 são de um Produto Interno Bruto (PIB) nacional 7% menor do que seria num cenário sem pandemia. Como a arrecadação de ICMS tem forte correlação com a atividade econômica, uma queda desta ordem pode retirar R$ 2,3 bilhões dos cofres públicos no próximo ano.

Distorções na ajuda federal aos estados prejudicaram o Paraná - O boletim desta semana mostra que o modelo do socorro federal aos estados para compensar as perdas de arrecadação com a pandemia de Covid-19 apresenta graves distorções que prejudicam algumas unidades da federação – entre elas, o Paraná. De acordo com o Estudo Técnico 24/2020, da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, até o momento o auxílio da União não foi suficiente para cobrir as perdas de ICMS.

Metodologia - Segundo o documento citado no boletim, a metodologia utilizada fez com que diversos estados recebessem valores muito superiores às suas perdas (o caso mais emblemático é o de Mato Grosso, que registrou uma perda de receita de apenas R$ 3,5 milhões e recebeu repasses de R$ 727,4 milhões – 205 vezes mais), enquanto os três estados do Sul e São Paulo receberam valores inferiores à perda de receita. No caso do Paraná, o prejuízo chega a R$ 26 milhões.

Gasto novo - Para os autores do estudo, esse “excesso” de repasses para alguns estados representa um gasto novo da União e que não tem finalidade específica, com a destinação dos recursos ficando a critério dos governadores.

Cobertura de perdas - Por outro lado, alguns estados não cobriram sequer as perdas. “Não obstante o auxílio superar para o conjunto dos estados a queda de arrecadação do ICMS nos meses de abril a junho, na comparação estado a estado os valores dos repasses foram inferiores à perda de receita nos casos de São Paulo e dos três estados da Região Sul”, pontua o estudo técnico. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOCUS: Instituições financeiras preveem queda de 5,46% na economia este ano

focus 24 08 2020A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,52% para 5,46%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. O mercado financeiro tem reduzido a projeção de queda há oito semanas consecutivas.

Crescimento - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 13 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,67% para 1,71% neste ano.

Próximos anos - Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3% há 10 semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Abaixo do piso da meta - A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Atual patamar - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 no atual patamar (2% ao ano). Para o fim de 2021, a expectativa foi ajustada de 2,75% para 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão passou de 4,75% para 4,50% ao ano e para o final de 2023, segue em 6% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

CAGED: Brasil cria 131 mil postos formais de trabalho em julho

caged 24 08 2020Depois de vários meses extinguindo postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, o país voltou a criar empregos formais em julho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 131.010 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Primeira vez - Essa foi a primeira vez desde fevereiro em que o emprego formal cresceu. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a julho, foram fechadas 1.092.578 vagas, o pior resultado para os sete primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010.

Setores - Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em julho. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 53.590 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos.

Construção- Com 41.986 novos postos, a construção vem em segundo lugar, seguida pelo grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 28.383 novas vagas. Em quarto lugar, vem o grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 23.027 postos.

Fechamento - O único setor a registrar fechamento de postos de trabalho foi o de serviços, com a extinção de 15.948 postos.

Destaques - Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 53.068 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 888 vagas.

Serviços - Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas criou 22.208 postos. O setor de saúde humana e serviços sociais abriu 13.649 vagas.

Alojamento e alimentação - Em contrapartida, o setor de alojamento e alimentação continua a sentir os efeitos do isolamento social e fechou 24.949 vagas. O segmento de educação demitiu 19.010 trabalhadores a mais do que contratou.

Estatísticas - Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.

Regiões - Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em julho. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 34.157 postos a mais, seguido pelo Nordeste com 22.664 postos criados e pelo Sul com mais 20.128 postos. O Centro-Oeste abriu 14.084 postos de trabalho e o Norte criou 13.297 postos formais no mês passado.

Divisão - Na divisão por unidades da Federação, 24 unidades criaram e três extinguiram empregos com carteira assinada. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 22.967 postos; Minas Gerais, 15.843 postos, e Santa Catarina, 10.044 postos. Os três estados que fecharam postos de trabalho foram Rio de Janeiro, -6.658 postos; Sergipe, -808 postos, e Amapá, -142 postos. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Guedes confirma prorrogação de jornada reduzida por mais dois meses

economia 24 08 2020O programa de suspensão de contratos de trabalho e de redução de jornada e de salário será prorrogado por dois meses, anunciou na sexta-feira (21/08) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, a iniciativa foi a medida mais eficaz adotada pelo governo para preservar empregos durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Empregos - “[Conseguimos] preservar 16 milhões de empregos gastando pouco mais de R$ 20 bilhões. O programa tem tanto sucesso que vamos estender por mais dois meses justamente para continuar preservando esses empregos enquanto a economia faz essa volta em V”, declarou o ministro em entrevista coletiva para divulgar as estatísticas de empregos formais em julho.

Anúncio - Guedes também informou que o governo anunciará novas medidas nesta terça-feira (25/08), como o relançamento do programa de carteira de trabalho Verde Amarela, lançada no ano passado por meio de uma medida provisória que perdeu a validade, e do programa Renda Brasil, que pretende expandir o Bolsa Família.

Pacote - Os programas integram um pacote de medidas que serão anunciadas pelo governo no início da próxima semana. Além de medidas para o mercado de trabalho, será lançado um programa habitacional, anunciado mais cedo pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Acordos - Inicialmente, o programa de suspensão de contratos duraria dois meses, e a suspensão de jornada valeria por até três meses. Em julho, o presidente Jair Bolsonaro publicou um decreto ampliando a validade dos acordos para 120 dias, período máximo atualmente em vigor. Caso saia a nova prorrogação, os acordos passarão a ser válidos por até 180 dias.

BEm - Pago aos trabalhadores que aderem aos acordos, o Benefício Emergencial (BEm) equivale a uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido. Como o dinheiro vem do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Ministério da Economia informou que a prorrogação não terá impacto no orçamento do programa, estimado em R$ 51,3 bilhões.

Acordo - Desde o início do programa, em abril, 16,3 milhões de trabalhadores fecharam acordo de suspensão de contratos de trabalho ou de redução de jornada e de salário em troca de complementação de renda e de manutenção do emprego. As estatísticas são atualizadas diariamente pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia num painel virtual. (Agência Brasil)

FOTO: Alan Santos / PR

 

FIPE: Manutenção de empregos é discutida em 3,6 mil negociações coletivas

Levantamento divulgado no sábado (22/08), em São Paulo, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostra que até as primeiras semanas de agosto foram realizadas em todo o país 3,6 mil negociações coletivas para manutenção de empregos.

Percentuais - Segundo a pesquisa, 27,6% das negociações coletivas ocorridas de janeiro a julho deste ano foram para manutenção de empregos, em um total de 3,5 mil termos entre trabalhadores e empresas. Em relação aos acordos coletivos e convenções assinadas em julho, 34,5% foram para evitar demissões. Foram analisadas 12,7 mil negociações efetivadas até julho.

Antes de março - Antes de março, houve apenas 38 negociações entre trabalhadores e empregadores visando manter postos de trabalho. Em março, o número subiu para 362 e, em abril, chegou a 1.840.

Redução de salário - Levando em consideração as negociações feitas também no mês de agosto, com um total de 3.604 acordos e convenções coletivas para manutenção de empregos, 69,8% envolveram redução dos salários, a partir de uma medida provisória editada pelo governo federal.

Legislação - A legislação permite cortes temporários de 25%, 50% e 70% nas remunerações, com redução das jornadas de trabalho. Em pouco mais da metade das negociações (50,9%), a redução dos salários chegou ao máximo permitido (70%).

Reajuste médio - Nas negociações em que não houve diminuição de salário, o reajuste médio obtido pelas categorias ficou em 2,9%. (Agência Brasil)

 

SAÚDE I: Brasil registra 3,6 milhões de casos de Covid-19 e 114,7 mil mortes

saude I 24 08 2020O Ministério da Saúde informou neste domingo (23/08) que o Brasil está com um total de 3.605.783 casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia. Entre sábado (22/08) e domingo (23/08), foram notificadas pelas secretarias de saúde dos estados e municípios mais 23.421 pessoas diagnosticadas com o novo coronavírus. O número total de óbitos pela doença é de 114.744, sendo que 494 foram registrados nas últimas 24 horas.

Menores - As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de registro dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

Acompanhamento - A atualização do Ministério da Saúde registrou ainda 752.004 pessoas em acompanhamento e outras 2.739.035 que já se recuperaram da doença.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 54,6. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1715,8.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais mortes são São Paulo (28.467), Rio de Janeiro (15.292), Ceará (8.289), Pernambuco (7.390) e Pará (6.057). As unidades da federação com menos óbitos são Roraima (579), Tocantins (585), Acre (600), Amapá (631) e Mato Grosso do Sul (738).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, o primeiro lugar também é ocupado por São Paulo (754.129), mas seguido de Bahia (236.050), Rio de Janeiro (210.948), Ceará (205.441), Minas Gerais (194.614) e Pará (189.289). Entre os estados com menor número de casos registrados, aparecem: Acre (23.719), Amapá (41.120), Roraima (41.730), Mato Grosso do Sul (42.498), Tocantins (43.596) e Rondônia (51.421). (Agência Brasil)

 

SAÚDE II: Paraná registra 1.103 novos casos de coronavírus e 14 óbitos

saude II 24 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirmou neste domingo (23/08) 1.103 novos casos e 14 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma 116.687 diagnósticos positivos de Covid-19 e 2.940 mortes em decorrência da doença.

Internados - Neste domingo (23/08) 979 pacientes estavam internados com diagnóstico confirmado de Covid-19; 781 em leitos SUS (394 em UTI e 387 em leitos clínicos/enfermaria) e 198 em leitos da rede particular (69 em UTI e 129 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 910 pacientes internados, 454 em leitos UTI e 456 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de 14 pessoas. Todas estavam internadas. São quatro mulheres e dez homens com idades que variam de 40 a 89 anos. Os óbitos ocorreram de 10 a 23 de agosto.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (6), além de um óbito em cada um dos seguintes: Londrina, São Sebastião da Amoreira, Ponta Grossa, Francisco Beltrão, Rio Branco do Sul, Colombo, Almirante Tamandaré e Campo Largo.

Fora do Paraná - O monitoramento da secretaria estadual registra 1.272 casos de pessoas que não moram no Paraná. Destas, 37 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: ANS determina suspensão de reajustes de planos de saúde por 120 dias

saude III 24 08 2020Após a realização da 16ª Reunião Extraordinária de Diretoria Colegiada, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou, na sexta-feira (21/08), que está suspensa, por 120 dias, a aplicação de reajustes aos contratos de planos de saúde para todos os tipos de plano: individual/familiar e coletivos - por adesão e empresariais. A suspensão terá início em setembro e será válida para reajustes anuais e por mudança de faixa etária dos planos de assistência médica e exclusivamente odontológica.

Aprovação - A proposta foi aprovada com quatro votos a favor da proposta (Diretorias de Normas e Habilitação dos Produtos, de Normas e Habilitação das Operadoras, de Fiscalização e de Gestão) e uma abstenção (Diretoria de Desenvolvimento Setorial). Haverá aferição e incorporação de impactos a posteriori, bem como, a forma de recomposição dos reajustes para manutenção do equilíbrio dos contratos de planos de saúde

Entenda a medida - Reajuste anual de planos individuais/familiares: o percentual máximo de reajuste a ser aplicado planos individuais/familiares é definido e anunciado pela ANS entre os meses de maio e julho. Este ano, não houve divulgação de percentual, portanto, a reguladora não autorizou a aplicação de reajuste para nenhum contrato individual com aniversário a partir de maio de 2020. Pela medida, não haverá anúncio, nem autorização de reajuste para esses planos em 2020.

Reajuste de planos coletivos com menos de 30 beneficiários (empresarias e por adesão): para definição do reajuste desses contratos, as operadoras devem reunir em um grupo único todos os seus contratos coletivos com menos de 30 beneficiários para aplicação do mesmo percentual de reajuste. O Agrupamento de Contratos tem como objetivo a diluição do risco desses contratos para aplicação do reajuste ao consumidor, conferindo maior equilíbrio no índice calculado em razão do maior número de beneficiários considerados. Pela medida, estão suspensos os reajustes para essas carteiras no período de setembro a dezembro de 2020.

Reajuste de planos coletivos com 30 beneficiários ou mais (empresarias e por adesão): os reajustes das carteiras com 30 ou mais beneficiários são definidos após livre negociação entre a pessoa jurídica contratante e a operadora ou administradora de benefícios contratada. A justificativa do percentual proposto deve ser fundamentada pela operadora e seus cálculos disponibilizados para conferência pela pessoa jurídica contratante. Pela medida, estão suspensos os reajustes para essas carteiras no período de setembro a dezembro de 2020. No caso dos planos com 30 ou mais vidas, a pessoa jurídica contratante poderá optar por não ter o reajuste suspenso, se for do seu interesse, devendo informar a opção à operadora. (ANS)

Clique aqui para assistir à 16ª Reunião Extraordinária da Diretoria Colegiada da ANS

 


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