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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4897 | 28 de Agosto de 2020

COMPLIANCE: Eventos vão apresentar as melhores práticas e experiências em processos de integridade e conformidade

As melhores práticas e experiências das organizações nos processos de integridade e conformidade de suas atividades serão apresentadas num ciclo de quatro encontros que o Sistema Ocepar promove, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), com o propósito de contribuir para a sustentabilidade das cooperativas do Paraná. Os eventos serão realizados pela plataforma Microsoft Teams e vão abordar os seguintes temas: Governança e privacidade de dados, no dia 1º de setembro; Compliance e investigações internas, no dia 10 de setembro; A evolução dos programas de compliance em diversos setores, no dia 15 de setembro; e A importância da ética e do compliance para o futuro das organizações, no dia 22 de setembro.

Primeiro encontro - O primeiro encontro, no dia 1º de setembro, terá a participação do advogado e especialista em Direito Digital, Fabrício da Mota Alves. Sócio do escritório Garcia de Souza Advogados e coordenador da área de Proteção de Dados, Tecnologia e Inovação, Alves é o representante do Senado Federal no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, órgão que compõe a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Ele vai ministrar a palestra “Melhores práticas de governança e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, a partir das 15h45.

Programas de Privacidade - Na sequência, a diretora jurídica, de compliance e DPO da Cisco do Brasil, Márcia Muniz, trata sobre “Governança de dados e desafios práticos na implementação dos Programas de Privacidade de Dados”, às 16h30.

Inscrições e informações - Os eventos são destinados a profissionais das cooperativas do Paraná. Os interessados em participar devem efetivar as inscrições até o dia 31 de agosto. Clique aqui. Mais informações com Alfredo Benedito Kugeratski Souza (alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br / 41 99926-5723) ou Daniely Andressa da Silva (daniely.andressa@sistemaocepar.coop.br / 41 99682-6401).

compliance experience 28 08 2020 

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Sistema Ocepar apresenta indicadores da Cotranspel, cooperativa de transporte

O Sistema Ocepar se reuniu, na tarde desta quinta-feira (27/08), com representantes da Cotranspel Cooperativa de Transportes de Cargas de Quedas do Iguaçu. Com sede em Quedas do Iguaçu, a mais de 230 km de Foz do Iguaçu, a Cotranspel presta serviços de transporte de cargas para a Araupel, empresa do setor de beneficiamento de produtos de alto valor em madeira. “Temos que parabenizar a atuação da cooperativa. Apesar das dificuldades que o momento traz, ela está conseguindo manter suas atividades, sem impactar a remuneração de seus cooperados. O maior risco vem do mercado e não da sua saúde econômica-financeira”, disse o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto. Também participaram da reunião, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira Lima, e os analistas Rodrigo Gandara Donini, Alexandre Amorim Monteiro e Devair Men. Pela Cotranspel, participaram o presidente Olair José Simioni, o contador João Luiz Zagurski Costa, o tesoureiro Elio Batzner, e os cooperados João Batista de Lima e Jeferson Luiz Piasecki.

Acompanhamento - As reuniões institucionais fazem parte do plano de trabalho do Sistema Ocepar. O objetivo é a apresentação e discussão da situação econômico-financeira da cooperativa, por meio da análise de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. O acompanhamento do desempenho da cooperativa visa manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Em função da pandemia do novo coronavírus, essas reuniões estão ocorrendo por videoconferência. “O Sistema Ocepar está com 100% da sua equipe em home office. Mas não é por isso que vamos deixar de levar informações para as cooperativas filiadas”, ressaltou o coordenador. 

Panorama econômico - Nestas ocasiões, profissionais da Gerência de Desenvolimento Técnico da Ocepar apresentam um panorama da situação econômica do Brasil, com a análise de indicadores do PIB, câmbio, INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e taxa Selic, cenário econômico do cooperativismo do Paraná. “Temos enfrentado uma série de efeitos econômicos, por conta da pandemia, e isto tem refletido no consumo e, consequentemente, na redução da inflação, e isto a longo prazo não é positivo. A taxa Selic tem um efeito compensatório porque tem o propósito de estimular o consumo, fazer a economia girar, mas temos percebido dificuldades nesse sentido”, comentou o analista Alexandre Amorim.

Cooperativismo - Os indicadores do cooperativismo também entram na pauta. Na reunião desta quinta, o analista Rodrigo Gandara Donini apresentou informações sobre o faturamento do setor, número de cooperados e empregos gerados.  Em relação ao ramo transporte, onde a Cotranspel se enquadra, são 37 cooperativas filiadas ao Sistema Ocepar, sendo 33 no segmento rodoviário, 2 no transporte de passageiros, 1 no transporte turístico e 1 de transporte náutico. “O ramo possui 3.496 cooperados e uma frota de 3.368 veículos. No ano passado, as cooperativas de transporte registraram um patrimônio líquido R$ 56,5 milhões e R$ 354,3 milhões em faturamento”, disse o analista.

Sescoop/PR - O último item das reuniões institucionais trata da atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR). “O Sescoop/PR é a entidade do Sistema S que atende o público cooperativista. Portanto, é importante que as cooperativas paranaenses saibam que têm apoio em projetos de formação profissional e promoção social”, afirmou a gerente de cooperativismo, Maria Emília Pereira Lima. “Além de apresentar a estrutura do Sescoop/PR, que é dividido por coordenações, e os cursos, treinamentos e demais ações que as cooperativas podem ser beneficiadas, falamos das novidades, como o Programa de Compliance e o Programa Inovação, que neste mês inicia o seu segundo ciclo”, comentou.

Segurança - “Temos que agradecer ao Sistema Ocepar que, mesmo com a pandemia, está apoiando as cooperativas. Isto traz mais segurança para quem está na base. Da nossa parte, estamos trabalhando muito para que a cooperativa tenha saúde financeira e força para apoiar seus cooperados”, disse o presidente da cooperativa, Olair José Simioni. “Sabemos que o momento é atípico. Para o próximo ano, esperamos que a organização retome sua agenda de cursos, fóruns e demais eventos porque isso fortalece o setor”, concluiu o contador João Luiz Zagurski Costa.

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COVID-19 I: Participação da CNCoop em debate sobre a reforma tributária é um dos destaques do Comunicado 107

covid 19 destaque 28 08 2020A participação da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) no debate sobre a reforma tributária ocorrida nesta quinta-feira (27/08), na Comissão Mista que trata do tema no Congresso Nacional, é um dos destaques do comunicado 107, emitido na manhã desta sexta-feira (28/08), pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Confira abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia 27 de agosto, o Sistema Ocepar realizou Reunião da Autogestão de forma virtual com a cooperativa Cotranspel, e contou com a participação dos presidentes, diretores e gestores.

2. O Sistema OCB, no dia 28 de agosto, realizou o Encontro COOP 2020, para apresentar o Plano Estratégico 2021-2023 e atuação finalística do Sistema OCB.

3. No dia 28 de agosto, a CNCoop – Confederação Nacional das Cooperativas, participou do debate sobre reforma tributária, em conjunto com representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF).

4. O Governo Federal, no dia 26 de agosto, publicou o Decreto nº 10.474/2020, que aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e remaneja e transforma cargos em comissão e funções de confiança. Clique aqui para acessar o Decreto nº 10.474.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Atualizada a área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid II 28 08 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo é atualizada toda sexta-feira, com as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

GESTÃO DE PESSOAS: Profissionais das cooperativas do PR participam do CONARH

recursos humanos 28 08 2020Duzentos e cinquenta profissionais da área de recursos humanos das cooperativas paranaenses participaram, nesta quinta-feira (27/08), do Congresso Nacional de Recursos Humanos (CONARH), o maior evento da América Latina com a temática voltada para a área. Devido à pandemia, neste ano foi realizada uma edição especial, em formato digital. “O Congresso teve como objetivo a troca e consolidação das melhores práticas de gestão na área de recursos humanos e contou com a fala de grandes especialistas no assunto. Para os profissionais das cooperativas, é a oportunidade de provocar reflexões sobre os temas mais atuais em gestão de pessoas e desenvolvimento humano”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.

Promoção - O CONARH é promovido pela maior entidade de Recursos Humanos do Brasil, a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Brasil). Saiba mais acessando https://www.conarh.org.br/.

 

COOPERATIVISMO I: CNCoop participa de debate sobre reforma tributária

cooperativismo I 28 08 2020O cooperativismo foi representado na audiência pública realizada nesta quinta-feira (27/08), na Comissão Mista da Reforma Tributária, presidida pelo deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), relator da PEC 110/19. O evento teve por objetivo discutir a questão sob a ótica de cinco confederações patronais de setores da economia nacional, como a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). As demandas do cooperativismo em relação à PEC 110/19 foram apresentadas pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Apoio ao cooperativismo - Márcio Freitas explicou o porquê de o cooperativismo ter de ser estimulado na reforma tributária. O líder cooperativista citou o artigo 174, da Constituição de 88, que determina que o Estado apoie e estimule o cooperativismo. No entanto, muito mais do que uma obrigação constitucional, o fomento ao cooperativismo tem como base o seu relevante papel econômico-social.

Sociedade de pessoas - “A cooperativa é uma sociedade de pessoas, sem fins lucrativos, constituída para prestar serviços aos seus cooperados. Seu foco é atuar para atender as necessidades comuns de seus associados, como aquisição de bens, disponibilização de produtos e serviços, satisfação das necessidades financeiras, dentre outros, sempre em melhores condições do que se atuassem individualmente: são pessoas, juntas, buscando melhores condições”, explica o presidente.

Preocupações - Segundo ele, dentre as principais preocupações do setor cooperativista, Márcio Freitas destacou:

RESPEITO AO ATO COOPERATIVO: Por expressa definição legal, o ato cooperativo não é ato comercial e, portanto, não implica operação de mercado, nem contrato de compra e venda de produto ou mercadoria. O adequado tratamento tributário às cooperativas não é sinônimo de privilégio, não configura benefício ou isenção tributária. “É um redirecionamento da incidência tributária da pessoa jurídica da cooperativa para a pessoa física ou jurídica do cooperado, visto que a fixação da riqueza se dá no cooperado e na cooperativa há apenas o abatimento dos custos para a prestação do serviço ao cooperado”, explicou.

PEC 45/2019 - Em relação à PEC 45/2019, relatada pelo deputado Baleia Rossi, ainda não há assegurada a inclusão da emenda sobre o ato cooperativo no relatório. Como a proposta da PEC é de uma alíquota uniforme para todos os setores, sem nenhuma instituição de regimes diferenciados, tememos que o adequado tratamento tributário possa ser prejudicado, por ser entendido equivocadamente como um benefício fiscal. “A PEC 45, por não admitir qualquer diferenciação de alíquota aos diversos setores, se apresenta como a mais preocupante em termos de aumento de carga tributária”, avaliou o cooperativista.

PEC 110/2019 - Já na PEC 110/2019, o cooperativismo foi reconhecido com a recepção da emenda nº 8, apresentada pelo vice-presidente da nossa Frente, senador Luís Carlos Heinze, que trata da preservação do ato cooperativo no IBS. Essa PEC apresenta alguma margem para tratamentos diferenciados, se mostrando mais favorável. “Precisamos dessa emenda no relatório final”, comentou Márcio Freitas.

Emendas - As emendas apresentadas às PECs e PLs em andamento, tem por objetivos:

1. Garantir a aplicação do adequado tratamento tributário às sociedades cooperativas, inclusive cooperativas de consumo;

2. Defender a não incidência de tributos na cooperativa e sim no cooperado, onde se fixa efetivamente a riqueza, evitando a incidência em duplicidade de tributação por um mesmo fato gerador (na figura do cooperado e da cooperativa);

3. Impedir que haja tributação mais gravosa na relação entre cooperado e cooperativa do que aquela que incidiria se ele operasse individualmente ou através de outro tipo societário;

4. Garantir a manutenção e aproveitamento de créditos tributários, assegurando que os produtos e serviços de cooperativas não se tornem mais onerados ou menos atrativos aos seus adquirentes, em função da reforma tributária;

5. Assegurar a manutenção da carga tributária;

6. Simplificar o sistema tributário brasileiro, culminando na redução dos custos de conformidade.

Participação - A audiência pública contou com a participação de representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) e Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF).

Parlamentares - Diversos parlamentares também participaram do evento. Um deles foi o deputado Neri Geller (MT), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Após reconhecer a importância da abertura da Comissão, a fim de debater as necessidades dos setores, Geller fez questão de destacar que a presença de técnicos – como os da OCB e da Confederação Nacional da Agricultura, por exemplo, enriquece a pauta, uma das maiores prioridades do país, na atualidade. Finalizando, ele arrematou: “nós vamos cuidar do interesse de todas as cooperativas do país”, concluiu. (OCB)

 

COOPERATIVISMO II: Olhos e ações atentos ao futuro

cooperativismo II 28 08 2020O Sistema OCB reuniu na manhã desta quinta-feira (27/08) cerca de 360 pessoas – virtualmente – para alinhar e reforçar as estratégias do setor. No encontro de capacitação para colaboradores de todas as unidades estaduais e nacional, foi apresentado em detalhes o novo planejamento estratégico (2021-2023) e o trabalho que já é realizado para alcance permanente dos objetivos por cada uma das instituições que compõem a representação do cooperativismo brasileiro.

Apresentação - A capacitação começou com a apresentação do Gerente de Planejamento, Fábio Estorti, que contextualizou os participantes sobre o processo de construção do novo Plano. “Analisando o cenário do cooperativismo ao longo dos últimos anos, percebemos, dentre outros impulsionadores, a necessidade de padronização de dados para medição dos indicadores. Isso, atrelado às diretrizes prioritárias elencadas no 14º CBC (Congresso Brasileiro do Cooperativismo), nos apresentaram aos objetivos que temos hoje”, comentou o gestor.

Instituições - Na sequência, cada uma das instituições que compõem o Sistema OCB apresentaram a sua participação – com projetos e ações já em andamento – para o alcance da estratégia. OCB, Sescoop e CNCoop, cada um em sua área, mostraram como a atuação finalística contribui para percorrermos o mapa do desenvolvimento do cooperativismo brasileiro.

Núcleo de Informações - Entre projetos já conhecidos e a necessidade de repensar outros, o evento proporcionou aos participantes mais novos conhecerem uma recente ferramenta do Sistema: o Núcleo de Informações e Mercados – uma área multidisciplinar formada e coordenada por três diferentes gerências da Casa, com o objetivo principal de impulsionar a participação das cooperativas de forma cada vez mais consistente e profissional no mercado de trabalho. “Desde sua criação, em 2019, o Núcleo já conta com uma vasta gama de soluções, como os programas Inovacoop, Focuscoop e CooperaBrasil, desenvolvidos especialmente para atender as necessidades de inovação e expansão das nossas coops”, comentou a Gerente-Geral da OCB, Tania Zanella.

Pessoas - A Gerente-Geral do Sescoop, Karla Oliveira, trouxe à reflexão dos participantes outra função extremamente importante do S do cooperativismo: de olhar para as pessoas. “Programas já conhecidos como o Cooperjovem e o Dia C estão ganhando novas roupagens e metodologias para se adaptarem às novas realidades que estão surgindo”, avaliou.

Relevância - Na perspectiva do superintendente, Renato Nobile, o tripé do Sistema OCB tem tido cada vez mais relevância no dia a dia e no desenvolvimento das cooperativas brasileiras. “Importantes avanços estão sendo conquistados tanto na esfera política quanto na sindical. E tudo isso é reflexo de um trabalho intenso, cuidadoso, feito por uma equipe altamente comprometida com o futuro e a perenidade do nosso cooperativismo”, destacou o dirigente.

Gravação - A capacitação, realizada online, foi gravada e ficará disponível no YouTube do Sistema OCB.

Mais - Quer conhecer mais sobre todo o trabalho mencionado aqui? Acesse a página NOSSOS SERVIÇOS e fique por dentro! (OCB)

 

COOPERATIVISMO III: Confira os boletins da OCB com informações atualizadas de interesse do setor

cooperativismo 24 08 2020 O Sistema OCB publica, semanalmente, diversos boletins com informações relevantes e de interesse do cooperativismo brasileiro. Confira abaixo as publicações atualizadas, referentes ao período de 24 a 28 de agosto, que tratam de política, economia, reforma tributária, pleitos do cooperativismo em tramitação no Congresso Nacional, normativos e medidas tributárias publicadas pelo governo que impactam nas cooperativas. Há ainda um apanhado sobre as ações que estão sendo executadas pela entidade para reduzir o impacto da pandemia nessa crise.

1) Análise política: elaborada por nossa equipe resumindo as principais tendências e cenários durante a crise. Para acessar, clique aqui.

2) Análise econômica: elaborada por nossa equipe trazendo impactos da pandemia na economia nacional e para o cooperativismo. Para acessar, clique aqui.

3) Reforma tributária: resumo semanal sobre o andamento da proposta, reuniões realizadas pela OCB e possíveis impactos para o cooperativismo. Para acessar, clique aqui.

4) Pleitos do cooperativismo: planilha compilando todas as demandas recebidas das unidades estaduais e ramos relacionadas com a Covid-19, com descrição e encaminhamentos da unidade nacional. Para acessar, clique aqui.

5) Normativos: compilação dos principais normativos federais relacionados com a Covid-19, com link para acesso rápido e análise resumida da unidade nacional. Para acessar, clique aqui.

6) Medidas tributárias: nossa equipe montou um infográfico para facilitar o acompanhamento das medidas tributárias de interesse das cooperativas. Para acessar, clique aqui.

Mais - Está sendo um período de muitos pleitos e insegurança, mas reforçamos que estamos com a equipe em atenção máxima atuando. Todas nossas ações também estão sendo postadas na página especial: https://www.somoscooperativismo.coop.br/covid-19.

 

PL 6.229/05: Câmara aprova projeto de recuperação judicial e falência

pl 28 08 2020A Câmara dos Deputados aprovou, na quarta-feira (26/08), o parecer do deputado Hugo Leal (RJ) ao PL 6.229/05, que altera a chamada Lei de Falências para definir novas regras de recuperação judicial, extrajudicial e falência de empresas. O texto foi aprovado com a emenda 13, apresentada pelo deputado Arnaldo Jardim (SP) e segue agora para o Senado. Os dois parlamentares integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). A emenda afasta dos efeitos da recuperação judicial os contratos e obrigações decorrentes do ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas com seus cooperados.

Mudanças - Entre as mudanças previstas na proposta estão maior segurança para financiamento, por dívida ou ações, durante a recuperação judicial; possibilidade de o próprio credor propor o plano de recuperação judicial; parcelamento de dívidas tributárias federais e facilitação do encerramento da recuperação judicial.

Garantia - A proposta também permite que o devedor em recuperação judicial faça contratos de financiamento utilizando bens pessoais como garantia, desde que seja autorizado pelo juiz. Caso a falência seja decretada antes da liberação integral dos valores do financiamento, o contrato será automaticamente rescindido.

Diferencial legal - “Nós, do cooperativismo, queremos agradecer aos deputados Hugo Leal e Arnaldo Jardim, por defenderem tão bem o nosso modelo de negócios. Sabemos que esse projeto de lei, como estava, colocava muitas cooperativas em risco e poderia gerar prejuízos a todo o quadro social de cooperados, mas com a emenda 13, o nosso diferencial, no que diz respeito à Lei das Cooperativas (5.764/71), está preservado”, ressalta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Ato cooperativo - Para o deputado Arnaldo Jardim, autor da emenda 13 e integrante da diretoria da Frencoop, o projeto tinha o risco de não reconhecer o ato cooperativo. “As empresas têm uma relação comercial com um fornecedor ou funcionário e, no caso das cooperativas e seus cooperados, isso é diferente. Por isso, apresentamos essa emenda que preserva o direito de todas as cooperativas do país”, destacou o parlamentar.

Breve histórico - O projeto tramita na Câmara desde 2005, mesmo ano em que foi aprovada a lei que regula a recuperação judicial, extrajudicial e a falência das empresas. Segundo o relator da matéria, deputado Hugo Leal (RJ), em 2019 ressurgiu a preocupação e o interesse do governo federal em reformar e atualizar a legislação recuperacional e falimentar das empresas.

Prioritárias - No fim de 2019, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), já havia definido a matéria como uma das consideradas prioritárias para serem aprovadas pelo Legislativo neste ano. A matéria se tornou urgente diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, para permitir que as empresas, mesmo em recuperação, possam continuar gerando emprego e renda. (OCB, com informações de Globo.com)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

ISS: Vai à sanção projeto que regula recolhimento do imposto pelo município onde serviço é prestado

iss 28 08 2020O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (27/08), projeto que estabelece regras para o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) pelo município onde está o cliente (destino). Foram 66 votos favoráveis e 3 contrários. O PLP 170/2020 regula o recolhimento do ISS pelo município do consumidor, e não da empresa que presta o serviço, fazendo a transição para o que foi determinado em legislação de 2016. O texto, que favorece as cidades do interior, segue para sanção presidencial.

Origem - O texto teve origem no Senado (PLS 445/2017-Complementar, do ex-senador Cidinho Santos), foi modificado pelos deputados (PLP 461/2017), e por isso retornou para análise dos senadores (PLP 170/2020). A relatora, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), por sua vez, reinseriu grande parte do projeto original na proposta vinda da Câmara. 

Serviços - Os serviços que terão​ a arrecadação transferida para o destino são os de planos de saúde e médico-veterinários; de administração de fundos, consórcios, cartões de crédito e débito, carteiras de clientes e cheques pré-datados; e de arrendamento mercantil (leasing). 

Mudanças - A necessidade de aprovação de projeto que regulamenta o recolhimento de ISS decorre de mudanças feitas pela Lei Complementar 157, de 2016, que transferiu a competência da cobrança desse imposto do município onde fica o prestador do serviço para o município onde o serviço é prestado ao usuário final. Até dezembro de 2016, o ISS ficava com o município de origem — onde está localizado o fornecedor do bem ou serviço.

Gestão do ISS O projeto de Cidinho Santos, retomado por Rose de Freitas, cria o Comitê Gestor das Obrigações Acessórias do Imposto sobre Serviços (CGOA), com o expresso objetivo de elaborar regras unificadas para a arrecadação, obrigatórias para todos os municípios e Distrito Federal. Já o texto da Câmara daria amplos poderes ao CGOA para tratar da questão e não sujeitava os municípios, tornando opcional a adesão ao novo sistema.

Composição - O CGOA será composto por dez membros, dois de cada região: um representante das capitais do Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul e outro das cidades do interior de cada região. Os representantes das capitais serão escolhidos pela Frente Nacional de Prefeitos; e os das cidades interioranas deverão ser indicados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Grupo Técnico - A relatora retomou ainda a criação do Grupo Técnico do Comitê Gestor das Obrigações Acessórias do ISS para auxiliar o comitê, composto por quatro membros, dois indicados por representantes dos municípios e os outros dois pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras, representando os contribuintes.

Padronização - Pela proposta original resgatada pela relatora, o ISS será declarado por meio de sistema eletrônico unificado para todo o país até o 25º dia do mês seguinte à prestação do serviço. Esse sistema deverá ser desenvolvido pelos contribuintes, individualmente ou em colaboração, obedecendo lay-outs e padrões fixados pelo CGOA. Em caso de desenvolvimento conjunto, cada empresa deve ter acesso apenas aos seus dados.

Acesso mensal - Os contribuintes terão ainda que dar acesso mensal ao sistema a todos os municípios e ao Distrito Federal, cada um visualizando exclusivamente os dados de sua competência. Já o pagamento do ISS deverá ser feito até o 15º dia do mês seguinte ao da prestação do serviço.

Alíquotas - Aos municípios, por sua vez, caberá divulgar diretamente no sistema as alíquotas, a legislação para o ISS e os dados da conta para recolhimento do tributo. Se houver alteração, as novas regras só valerão no mês seguinte ou, no caso de mudança da alíquota, no ano seguinte, como determina a Constituição. O PLP 170 proíbe os municípios de cobrarem taxas para inscrição em cadastros do ISS ou de exigirem qualquer obrigação extra relativa ao imposto. É permitido, no entanto, requerer a emissão de notas fiscais.

Primeiros três anos - O comitê não poderá fazer mudanças nas regras do sistema nos primeiros três anos após sua disponibilização e, depois disso, qualquer alteração deverá ser comunicada com no mínimo um ano de antecedência.

Transição - A proposta aprovada no Senado segue entendimento do STF definindo regras de transição que deem segurança jurídica aos municípios e permitam às prefeituras que perderão receita o ajuste gradual do caixa.

2021 a 2023 - Em 2021, 33,5% do tributo serão arrecadados na origem e 66,5% no destino. Em 2022, ficarão 15% na origem e 85% no destino. A partir de 2023, 100% do ISS ficará com o município onde está o usuário do serviço.

Redução progressiva - “A ideia é a redução progressiva, ano a ano, do valor atribuído ao Município do local do estabelecimento prestador do serviço, que antes era o sujeito ativo do tributo, a fim de que possa se adaptar à perda”, explica Rose de Freitas.

Arrendamento mercantil - O relator na Câmara, deputado Herculano Passos (MDB-SP), optou por deixar de fora da mudança os serviços de agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de leasing, de franquia e de compra de créditos (factoring), que continuarão a ser arrecadados pelo município onde essas empresas têm sede.

CNM - A decisão atendeu a pedido da CNM, tendo em vista que esses serviços são geralmente prestados por pessoas físicas. Entretanto, o serviço de arrendamento mercantil propriamente dito fica sujeito à nova regra de competência da cobrança. Rose de Freitas acatou essa mudança.

Tomador & prestador - No caso dos planos de saúde ou de medicina, a proposta considera usuário do serviço a pessoa física vinculada à operadora por meio de convênio ou contrato. Mesmo quando houver dependentes, será considerado apenas o domicílio do titular do contrato para fins de arrecadação.

Cartão de crédito - Em relação à administração de cartão de crédito ou débito, o tomador do serviço é o primeiro titular do cartão. Caberá à cidade em que o gasto for realizado ficar com o ISS correspondente. O substitutivo considera administradores as bandeiras, credenciadoras e emissoras dos cartões de crédito e débito.

Cotista - O cotista será considerado o tomador do serviço de administração de carteira de valores mobiliários ou de gestão de fundos e clubes de investimento. No caso de administradoras de consórcios, o cliente do serviço é o consorciado.

Leasing - Quanto ao leasing, o tomador do serviço é o arrendatário domiciliado no país. No caso do arrendatário no exterior, o tomador é o beneficiário do serviço no país.

Pessoa jurídica - Em todas as transações envolvendo pessoas jurídicas, será considerada tomadora aquela unidade favorecida pelo serviço, independentemente da denominação (filial, sucursal etc.).

Vigência - O início da vigência da nova lei será em 1º de janeiro de 2021.

Debate - Para a líder do Cidadania no Senado, senadora Eliziane Gama (MA), as mudanças aprovadas vão trazer "justiça tributária em relação aos municípios brasileiros". “A gente não pode pensar que o Brasil é apenas o Sudeste. O Brasil é o Nordeste, é o Norte, é o Centro-Oeste também. A Confederação Nacional dos municípios aponta que o ISS concentra-se nos 30 maiores municípios do Brasil. Nós temos mais de 5 mil municípios, ou seja, o país não se restringe a apenas 30 municípios”, afirmou Eliziane Gama.

Concordância - O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), também afirmou que as mudanças farão justiça aos municípios. “Hoje, essa massa de recursos é sugada de milhares de municípios para um pouco mais de duas ou três dezenas de municípios ricos no Brasil”, disse Braga.

Maior arrecadação - Por sua vez, o líder do PSD, senador Otto Alencar (BA), afirmou que o projeto garante uma maior arrecadação à grande maioria dos municípios brasileiros.

Pobreza - O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) salientou que o Brasil tem 459 municípios muito pobres e 70 milhões de habitantes em situação de pobreza ou extrema pobreza. Contarato aproveitou para voltar a pedir que os parlamentares criem um imposto sobre grandes fortunas.

Cobrança - A senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou que os municípios têm condições de cobrar e fiscalizar o ISS. “Não é possível que meia dúzia de municípios hoje arrecade todo esse recurso astronômico de ISS, em detrimento dos mais de 5 mil municípios brasileiros”, disse a senadora.

Grandes bancos - O senador Jorginho Mello (PL-SC) disse que os grandes bancos, que em sua maioria têm sedes no estado de São Paulo, são contra as mudanças. “Eu não defendo banco, banco é o que mais ganha neste país. Banco está tirando o couro do micro e pequeno empresário, e os municípios estão precisando. Isso é para dividir a conta do ISS dos cartões de crédito para onde gerou a compra. Vamos dividir o pão. Eu sei que São Paulo é grande, mas não precisa levar tudo para lá, até porque produz mais do que todos. É uma questão de justiça fazer com que, quando se realiza uma compra, o ISS fique no município. Vamos parar de proteger banco neste país”, afirmou Jorginho Mello.

Favorável - Também favorável ao projeto, o líder do PSB no Senado, senador Veneziano Vital do Rêgo (PB), lembrou que "o ISS é uma das pouquíssimas fontes de tributo dos municípios”.

Impacto - Um dos poucos senadores que votaram contra o projeto, o senador Major Olimpio (PSL-SP) disse que as mudanças vão impactar de maneira significativa os municípios com mais de 200 mil habitantes. Ele pediu a retirada do PLP da pauta de votações, mas não obteve êxito. Antes de votar o projeto, os senadores decidiram, por 65 a 6, que não concordavam em retirá-lo de pauta.

Maior porte - “A aprovação da proposição implicará grande impacto nos municípios de maior porte, onde estão localizadas as sedes das empresas prestadoras de serviços que a proposição abarca. A grande questão é a falta de expertise dos pequenos municípios para lidar com arrecadação e fiscalização. O risco de se aprovar o projeto sem que haja o devido aparato de gestão e fiscalização é deixarmos os locais onde vive a maior parte da população e onde se encontram os grandes desafios da segurança, saúde, educação e saneamento com importante insuficiência fiscal”, afirmou Major Olimpio. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Realizada a prestação de contas do 1º semestre de 2020

Iniciadas no dia 18 de agosto e encerradas na noite da última quarta-feira (26/08), as reuniões de prestação de contas referentes ao 1º semestre de 2020 para os associados da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP. Foi um total de nove encontros para associados das 16 agências da instituição financeira cooperativa, esse ano de uma forma inovadora, quando apenas os coordenadores de núcleos (e suplentes) estiveram presentes fisicamente (adotando todos os protocolos de segurança – distanciamentos, utilização de máscaras e utilização de álcool em gel para limpeza), e para os associados via canal digital.

Informações - A cooperativa apresentou diversas informações de interesse do quadro de associados, comparando ao mesmo período do ano passado (junho 2019 para junho de 2020), destaque para o crescimento na base de associados de 16,8% e aumento de incríveis 37,5% nos recursos totais (composto por depósitos a prazo + depósito à vista + poupança + fundos + capital social + previdência + reservas + LCA + sobras acumuladas).

Mais - Também foram apresentados os associados sorteados na promoção de poupança (www.sicredi.com.br/promocao/poupareganharsemparar), os novos espaços disponibilizados e planejados para inauguração, as ações voluntárias realizadas no Dia C para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo, em julho, novas soluções disponibilizadas em produtos e serviços aos associados, além de assuntos gerais.

Propósito - “Nunca ficou tão evidente o nosso propósito de ‘Fazer Juntos para fazer a diferença’, para cumprir com o princípio cooperativista da transparência na gestão e levar as informações sobre o avanço do empreendimento cooperativo, apesar das restrições devido à pandemia. Agradecemos a todos os coordenadores e associados que participaram desse momento conosco”, comenta o presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Adilson Primo Fiorentin. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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UNIMED LONDRINA: Campanhas de doação da cooperativa são reinventadas durante a pandemia

A Unimed Londrina manteve suas campanhas de arrecadação em 2020 mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia do novo coronavírus. “Eu Ajudo na Lata”, campanhas do agasalho, doação de livros e doação de frascos para o Banco de Leite Humano do Hospital Universitário (HU) seguiram e seguem com suas arrecadações e doações que beneficiam milhares de pessoas de diferentes instituições de Londrina e região.

Princípio cooperativista - A gerente de Sustentabilidade da Unimed Londrina, Fabianne Piojetti, observa que essas ações vão ao encontro do sétimo princípio do cooperativismo, que trata do interesse pela comunidade. “A motivação da Unimed em realizar ações para a comunidade tem sua raiz neste princípio e é uma oportunidade de todos que participam das campanhas realizarem uma ação cooperativa, revertida em prol da comunidade”, comenta.

Doação de Livros - A Campanha de Doação de Livros, que neste ano chegou à sexta edição, foi encerrada no fim de julho com o maior volume de doações arrecadadas desde o seu início, mesmo com a pandemia. A principal novidade desta edição foi a feira virtual de livros semi novos realizada na intranet dos colaboradores. Com os valores desta ação, mais os títulos infantis doados e o dinheiro arrecadado com a venda de papeis avulsos, a iniciativa conseguiu entregar 946 livros e 10 itens de materiais pedagógicos à Escola Municipal Edmundo Odebrecht, localizada no distrito da Warta. Ao todo, 240 estudantes serão beneficiados.

Vídeo - Outra atividade adaptada nesta campanha foi a produção de um vídeo feito com a participação do grupo de palhaços Plantão Sorriso. O material vai substituir o encontro que a Cooperativa iria realizar com os estudantes para fazer a entrega dos livros. O vídeo será enviado ao Whatsapp dos pais dos alunos, além de ser divulgado nas redes sociais da operadora de planos de saúde.

“Eu Ajudo na Lata”- O “Eu Ajudo na Lata” sentiu neste ano os efeitos da pandemia. “Com o fechamento das escolas e de parceiros, como restaurantes e outros estabelecimentos que reduziram suas atividades neste período, as doações caíram, mas ainda temos alguns dias para coletar lacres”, comenta a gerente.

Expectativa - A expectativa é que a campanha repita pelo menos os mesmos números da edição passada, quando foram arrecadados 1.954 kg de alumínio, que foram revertidos na compra de 26 cadeiras de rodas. As doações de lacres para esta edição podem ser feitas até 31 de agosto, em qualquer ponto de atendimento da Unimed Londrina, exceto o Pronto Atendimento.

Votação - A campanha também já abriu a votação na enquete que irá definir o número de equipamentos que cada uma das seis instituições participantes irá receber. São elas:

• Associação Flávia Cristina, de Londrina

• Cáritas Arquidiocesana de Londrina

• Casa Dia para Idosos, de Londrina

• Ilece, de Londrina

• Lar Jayme Watt Longo, de Bela Vista do Paraíso

• União dos Deficientes Físicos de Cambé

Acesso - Para participar da enquete, acesse https://bit.ly/3hQX9Wp e vote até o dia 28 de agosto.

Agasalho - A campanha do Agasalho ganhou um novo formato nesta edição devido à pandemia. A iniciativa, que antes era aberta a toda comunidade, neste ano ficou restrita às doações feitas pelos colaboradores da Unimed Londrina.

Virtual - Uma campanha virtual foi criada para estimular os colaboradores a doarem valores em dinheiro. A campanha foi encerrada com a arrecadação de R$ 2.760. O valor foi dobrado pela diretoria da Cooperativa, atingindo R$ 5.520. Este dinheiro foi utilizado na aquisição de 247 cobertores, que foram entregues para as seguintes instituições: Lar Maria Tereza Vieira e Lar das Vovozinhas e Vovozinhos, ambas de Londrina, e Lar Padre Leone, de Ibiporã.

Potes de vidro - A Unimed Londrina também promove, de maneira permanente, a campanha de arrecadação de potes de vidro para o Banco de Leite Humano do Hospital Universitário da UEL. “A campanha é permanente, mas estamos reforçando ainda mais em agosto por causa do Calendário de Saúde da Unimed Londrina, que comemora o mês da amamentação”, observa Fabianne.

Armazenagem - A campanha arrecada frascos de vidro com boca larga que são repassados para as lactantes armazenarem o leite que será recolhido pelo o HU. Em média são utilizados 200 frascos por dia.

Página interativa - Para facilitar a doação durante a pandemia, a cooperativa criou uma página interativa para os interessados em doar leite ou frasco se inscreverem e receberem as orientações do HU. O link de acesso está sendo divulgado nas redes sociais da Unimed Londrina e enviado pelo e-mail de clientes. (Imprensa Unimed Londrina)

COCAMAR I: Mulheres falam de seu papel no agro

Mais de 200 pessoas, em grande parte produtoras ligadas à Cocamar, acompanharam na tarde de quinta-feira (27/08) a 9ª jornada do Ciclo de Debates Cocamar que teve como tema A Atuação da Mulher no Agronegócio.

Convidadas - Com a mediação do presidente executivo Divanir Higino, o encontro contou com a participação de duas convidadas: a presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Teka Vendramini, e a fundadora da Rede Digital AgroMulher, Vanessa Sabioni.

Oportunidades - Divanir mencionou que 17% do quadro social da Cocamar é composto por cooperadas “e a cooperativa vem se empenhando em oferecer oportunidades de capacitação para esse público, como os cursos mantidos em parceria com o Sescoop/PR”.

Um marco - A capacitação foi ressaltada no debate como a melhor maneira de a mulher conquistar o seu espaço no meio rural. Teka Vendramini disse que há consciência disso por parte das produtoras, que podem, ao mesmo tempo, ser esposas, mães e parceiras de seus maridos na gestão dos negócios da família. “O ano de 2017 foi um marco para nós, foi quando as mulheres começaram a se organizar em grupos, cooperativas, associações, interessadas em conhecer novas tecnologias, intensificando o seu aprendizado”, disse. “Quando surge uma nova tecnologia, pode ter certeza que a produtora é a primeira a querer conhecer.”

Representativas - Formada em agronomia, Vanessa Sabioni relatou que quando decidiu contar histórias de mulheres do campo e promovê-las por suas realizações, descobriu o quanto elas têm representatividade. “Elas são mais de 40% do setor e pelo menos 30% ocupam cargos de gestão”, destacou. E dos cerca de 20 milhões de postos de trabalho gerados pelo agro, a presença da mulher se sobressai por ocupar funções estratégicas como as de engenheiras agrônomas, zootecnistas, médicas-veterinárias, consultoras, enfim.

No mundo - Teka Vendramini comentou que, segundo dados da ONU, as mulheres são 43% dos 1,3 bilhão de agricultores existentes no mundo. No Brasil, elas estão presentes em todos os setores, lembrando que a pandemia trouxe dificuldades para alguns deles, como o de flores, leite e hortigranjeiros. Aliás, o segmento de hortigranjeiros é o que conta com o maior percentual de trabalho feminino: 18,8% do total.

Destaques - O presidente da Cocamar lembrou que na edição do Concurso de Produtividade de Soja, realizado este ano pela cooperativa, referente a safra 2019/20, o primeiro lugar na categoria geral foi conquistado por um casal de produtores de Apucarana: Keiko e seu marido Tieso Suguiura. Ele também fez menção a outra produtora que por diversas vezes venceu o concurso: Cecília Falavigna, com propriedade em Floraí. E citou que Cecília já fez parte dos conselhos fiscal e de administração da cooperativa.

Aprimorar-se - Para Vanessa Sabioni, a mulher ainda enfrenta preconceitos em algumas áreas, além de falta de reconhecimento. “Elas nem sempre são lembradas e, não raro, ficam com receio de se pronunciar, de falar, pois o ambiente ainda é muito masculino.” Superar isso implica em buscar o desenvolvimento pessoal, melhorar a autoestima. “Somos muito resilientes, que é a capacidade de persistir, apesar das quedas”, citou, lembrando que a mulher, por ser geralmente mais detalhista e atenta, consegue perceber detalhes que escapam ao olhar do homem.

Participativa - “É preciso que a mulher reconheça o seu papel e seja cada vez mais participativa no agro”, frisou Teka Vendramini.

A ministra - Sobre o trabalho que vem sendo realizado pela ministra da Agricultura, Teresa Cristina, a presidente da SRB falou da “satisfação de ter uma mulher como ela nos inspirando. Com seu trânsito fácil em todos os setores, Teresa Cristina tem procurado abrir muitos mercados ao redor do mundo para os produtos do agro brasileiros” e disse acreditar que o bom momento do setor é fruto, em grande parte, das realizações da competente ministra e sua equipe.

Participações - Ao longo da transmissão, foram veiculadas mensagens de várias cooperadas: Mírian Neuman, de Rancho Alegre; Marilza Vendramin, de Paranavaí; Eliete Nespolo, de Iporã; Cecília Falavigna e Mari Shiozaki, ambas de Maringá. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Cooperativa bate recordes de recebimento de milho

As estruturas operacionais da Cocamar Cooperativa Agroindustrial estão registrando volumes recordes de recebimento de milho. No dia 12/08, antes da paralisação devido às chuvas, as entregas atingiram o montante histórico de 44 mil toneladas. Na quarta-feira (26/08), o volume foi superado e chegou a 47 mil toneladas, realizando-se o transporte de 23 mil toneladas das unidades de transbordo até as estruturas armazenadoras da cooperativa em Maringá, Cambé e Cianorte, números recordistas.

Confiança - “Uma quantidade dessas somente é possível pela confiança dos cooperados, que têm na Cocamar o seu porto seguro”, afirma o presidente Divanir Higino.

Umidade - Os produtores intensificam a colheita, que ganha ritmo com o tempo firme. Por ora, o milho está chegando na cooperativa com teor de umidade elevado, o que tem demandado um esforço maior para a recepção e a secagem dos grãos. E, para dar vazão à quantidade de produto, colaboradores trabalham dia e noite.

Preparada - Nesse ritmo intenso de atividade, gargalos podem surgir, mas a cooperativa informa que está preparada para resolvê-los rapidamente, sem que isso prejudique a qualidade do atendimento.

Recordes - O gerente executivo de Operação com Produtos e Obras, Márcio Kloster, observa que algumas unidades, situadas em regiões onde a safra vai chegando ao final, também estão batendo seus recordes de recebimento. São Jorge do Ivaí, por exemplo, estima passar de 90 mil toneladas, contra as 87 mil toneladas registradas em 2017, a maior quantidade até então. Em Floresta, a projeção é 70 mil toneladas, acima das 66,8 mil toneladas de 2017.

Trigo - Ao mesmo tempo, a cooperativa está recebendo a safra de trigo e a previsão é totalizar 87 mil toneladas, das quais cerca de 8% já entregues pelos cooperados. (Imprensa Cocamar)

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BOM JESUS: Plantio, momento que se define o potencial genético da semente

bom jesus 28 08 2020As culturas de verão começam a tomar conta dos campos da região sudeste paranaense, com o plantio de milho, feijão e, mais tarde, da soja. Importante para iniciar bem a condução das culturas é cuidar de todos os aspectos que norteiam sua estabilidade e auxiliam a manter seu potencial produtivo. São diversos fatores que podemos listar na qual define o potencial genético da semente na lavoura, mas neste texto vamos comentar de uma em especial: a qualidade de semeadura.

Sementes certificadas - Antes de mais nada é importante o produtor plantar com sementes certificadas, exemplo da Fibra (marca própria da Cooperativa Bom Jesus) que tem à disposição dos produtores sementes com e sem Tratamento Industrial. Outro ponto é qualidade de manutenção de máquinas para estarem acertadas para desempenhar seu papel. Nestes dois aspectos o produtor pode contar com a equipe da Cooperativa Bom Jesus para auxiliar da melhor maneira.

Semeadura - O consultor técnico da Cooperativa Bom Jesus da unidade da Lapa, Felipe Muller, comenta que para a qualidade de semeadura, entre vários parâmetros que podem ser apontados, temos dois aspectos a serem levados em consideração: distribuição de sementes e fechamento de sulco.

Distribuição - Este aspecto é muito importante. O conhecimento de cada cultivar a ser plantada explica simplificadamente essa parte de distribuição de sementes. Cada cultivar, principalmente falando da soja, tem características físicas, entre outras questões, que ter o domínio de conhecimento de quantidade de sementes a ser plantada por metro, espaçamento entrelinhas, tratos especiais em relação a tipos de solos, estrutura fisiológica de planta etc, são importantes para sua condução. Outro ponto que temos que observar é a velocidade de plantio, na qual influência diretamente na distribuição.

Falhas - As culturas de verão, diferentemente que se pensa em algumas ocasiões, não toleram falhas. A importância de se discutir o número de sementes a ser plantado é muito importante. Cada pé não estabelecido pode refletir em falhas de lavoura e, consequentemente, perda de produção. Alguns estudos apontam que cada falha por metro quadrado (m²) representa perda de 180 a 240 kg de soja/ha. Também a má distribuição de sementes, ou desuniformidade de lavoura, podem dar prejuízos pela concorrência de plantas em busca de nutrientes ou luz, causando perdas de folhas.

Fechamento de sulco - O fechamento de sulco determina o contato da semente com o solo para absorver água e o ambiente para iniciar o processo da germinação. O melhor cenário é a preparação do leito para a semente e o sulco fechado, com palha na superfície, aproximando ao que se define como “semeadura invisível”. Nessa condição a semente estará protegida da oscilação de eventos ambientais da superfície e com a proteção necessária para desenvolver o processo fisiológico da germinação, seguido da emergência de plantas robustas.

Inoculação - Outro aspecto importante para o plantio é a inoculação em sulco. Essa tecnologia foi difundida na região pela Cooperativa Bom Jesus e seus resultados de campo são surpreendentes. Vários testes foram realizados no campo experimental na Lapa e seu desempenho vem se mostrando efetivo nas propriedades dos cooperados. Faremos uma matéria especial sobre este assunto.

Espaços vazios - A ideia é sempre não permitir espaços vazios, ter plantas vigorosas e evitar compensação de plantas. O segredo de boas lavouras está nos detalhes. Para saber mais e informações importantes para a condução de lavouras, entre em contato com o seu consultor técnico da Cooperativa Bom Jesus. (Imprensa Bom Jesus)

FOTO: Divulgação / Dirceu Gassen

 

UNIPRIME: Crise, mas também oportunidade

uniprime 28 08 2020O choque determinado pelo novo coronavírus passa por desafios econômicos e estratégias de retomadas. É fato que a pandemia trouxe graves problemas de saúde e fez com que empresas e pessoas enfrentassem dificuldades financeiras, mas, também, deu a oportunidade para repensar modelos de negócios e acelerar inovações.

Cíclica- “A economia é cíclica e as empresas precisam se adaptar para viver em épocas de baixo e alto ciclos, especialmente quando se trata de instituições financeiras. Nos últimos 100 dias, a Uniprime tem trabalhado muito e sensibilizados com a situação, estamos empenhados em minimizar os impactos da crise e sair dessa fase de uma forma tranquila”, afirma Antonio Hernandes, diretor gerente da Uniprime.

Recursos - Entre os recursos ofertados aos cooperados, destacam-se a criação de linhas de crédito com taxas e prazos mais atrativos; potencialização do canal de educação financeira da Uniprime, com artigos altamente relevantes para o momento atual; prorrogação no vencimento de parcelas de financiamento; reestruturação das operações de crédito, implantação de meio de pagamento digital; isenção de juros no cheque especial; disponibilização de novos produtos de investimentos; entre outras medidas que estão contribuindo com o enfrentamento da crise. Leia mais AQUI.

Missão - De acordo com Hernandes, ao agir de forma proativa a Uniprime cumpre a sua missão de fornecer conveniência, segurança, satisfação e resultados financeiros aos seus cooperados. “Estamos atentos ao cenário e à disposição para que eles realmente sintam que a cooperativa é uma grande aliada, nos melhores e nos piores momentos”, conclui o diretor. (Imprensa Uniprime)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Coopera Paraná promove capacitação de pequenas cooperativas

agricultura familiar 28 08 2020O Programa Estadual de Apoio ao Cooperativismo da Agricultura Familiar (Coopera Paraná) reuniu, nesta quinta-feira (27/08), agricultores, dirigentes de pequenas cooperativas e associações, profissionais ligados à agropecuária e estudantes para discutir alternativas de comercialização da produção. O encontro foi realizado de forma online e teve participação de cerca de 300 pessoas.

Nova safra - “É um momento de construção da nova safra de cooperativas, tão importante para as pessoas e para a vida social e política do Paraná”, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, durante a abertura. “Precisamos usar todo o arcabouço jurídico, técnico e político para dar força a esse crescimento.”

Entidades associativas - Ortigara destacou que o Estado possui pelo menos 670 entidades associativas da agricultura familiar. “Não discrimino nada desde que a nova organização que estamos apoiando, dando força e até ajudando financeiramente, seja bem estruturada, tenha foco, faça bom produto, faça coisas diferentes, não dependa exclusivamente de um mercado institucional, tenha boa gestão e tenha transparência”, enumerou.

Empoderamento - Para o presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater (IDR-Paraná), Natalino Avance de Souza, o cooperativismo possibilita o empoderamento do pequeno agricultor. “É o caminho mais curto para reduzir as desigualdades do mercado”, afirmou.

Referência - Ele destacou que o associativismo paranaense é referência perante o País. “Foi o cooperativismo que fez esta revolução do agro”, disse. Mas, segundo ele, ainda há um distanciamento tecnológico, principalmente quando se refere ao pequeno produtor. “É preciso que seja reduzido e a gente só vai conseguir ganhar tempo se estiver integrado numa rede de crescimento, de fortalecimento”, completou.

Pilares - Para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), Leonardo Boesche, as cooperativas da agricultura familiar precisam ter em vista quatro pilares: ser necessária, ter grupo de pessoas interessadas no desenvolvimento, ser economicamente viável e estar legalmente constituída. “Apesar de termos um excelente modelo de cooperativismo no Paraná, ainda existe espaço para mais, e esse espaço precisa ser ocupado”, disse.

Solução - Também participando da abertura do evento, o presidente da Cooperativa Central da Reforma Agrária do Paraná (CCA/PR), Olcimar da Rosa, ressaltou que a pequena agricultura está sentindo os efeitos da pandemia mundial do novo coronavírus. “Mas onde há cooperativas da agricultura familiar e da reforma agrária organizadas, elas aparecem como solução. “Elas têm exercido um importante papel social.”

Importância - Já o presidente da União de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes/PR), Ivori Fernandes, destacou a importância do programa Coopera Paraná para que as pequenas cooperativas passem a realizar grandes negócios. “A agricultura familiar precisa existir, precisa continuar produzindo alimento saudável que vai à mesa do dia a dia”, disse.

Palestras - O evento de capacitação estendeu-se com palestras sobre a importância do cooperativismo da agricultura familiar nos mercados alimentares. Elas foram conduzidas pelo professor da Unila e da Unicentro Dirceu Basso e pelo professor da UTFPR Márcio Gazolla. Na sequência, o consultor do Sebrae André Policastro discorreu sobre novos ambientes para a comercialização.

Programa - O Coopera Paraná foi lançado em setembro de 2019. Ele tem como objetivo o fortalecimento das organizações cooperativas como instrumentos para melhorar a competitividade e a renda dos agricultores familiares.

Capacitação - No ano passado, houve um trabalho de capacitação para a gestão com presença de aproximadamente 160 dirigentes de pequenas cooperativas de produção, em várias regiões do Estado. Recentemente, foi promovido outro curso para orientar sobre o correto uso dos recursos públicos.

Edital e projetos - O Estado também lançou edital e aprovou 114 projetos, que gradualmente têm sido formalizados. A previsão é que recebam recursos totais de R$ 36,5 milhões a serem aplicados em investimentos socioprodutivos que garantam condições de sustentabilidade para as organizações. Para a realização dos projetos, os agricultores contam com assistentes técnicos, que também passaram por capacitação para a tarefa. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PESE: BNDES inicia novas contratações de crédito para folhas de pagamento

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está aceitando, desde esta quinta-feira (27/08), novas contratações do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) com algumas mudanças que aumentam seu alcance.

Alterações - Dentre as alterações, destacam-se a extensão da vigência do programa até 31 de outubro de 2020; a ampliação do limite de faturamento anual das empresas beneficiadas de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões; a ampliação do financiamento das folhas de pagamento de dois meses para quatro meses; e a possibilidade de solicitar o empréstimo em bancos diferentes daqueles em que a empresa efetua o pagamento a seus empregados.

Ajustes - Os ajustes foram feitos na Medida Provisória 944/2020, de 3 de abril, durante sua tramitação no Congresso Nacional concluída semana passada, com a sanção da Lei 14.043/2020. Segundo o BNDES, a versão anterior do programa foi lançada como uma das primeiras medidas de enfrentamento aos efeitos da pandemia de covid-19 na economia.

Alcance maior - “Com os ajustes realizados, o PESE aumenta seu alcance, tanto em termos das empresas e do número de folhas que podem ser financiadas, como na sua vigência, que foi ampliada até outubro, o que ajudará as empresas a amenizarem os efeitos da pandemia,” disse, em nota, o superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES, Marcelo Porteiro.

Limite - O financiamento é limitado a R$ 2.090,00 por empregado, o equivalente a dois salários mínimos, a cada folha de pagamento. As contratações dos empréstimos são realizadas na modalidade indireta, ou seja, por meio de um dos agentes financeiros que irão aderir ao programa.

Taxa - O empréstimo tem taxa prefixada de 3,75% ao ano e prazo total de 36 meses, incluindo carência de 6 meses. Como contrapartida, a empresa não pode demitir, sem justa causa, até 60 dias após o recebimento da última parcela da linha de crédito, na mesma proporção do total da folha de pagamento que tiver sido paga com recursos do programa.

Folhas de pagamento - Sob gestão do Tesouro Nacional, operacionalização do BNDES e supervisão do Banco Central, o PESE disponibiliza recursos para o financiamento de folhas de pagamento de pequenas e médias empresas com faturamento anual até R$ 50 milhões. Do montante total repassado, 85% são oriundos do Tesouro Nacional e os outros 15% das instituições financeiras participantes. (Agência Brasil)

FOMENTO: Em parceria inédita, BRDE assegura linha de crédito de R$ 392 milhões

fomento 28 08 2020O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) firmou nesta quinta-feira (27/08) a primeira parceria de sua história com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF). O acordo prevê a criação de uma linha de crédito no valor de US$ 70 milhões (cerca de R$ 392 milhões) para financiar projetos nos três estados do Sul do País, área de atuação do BRDE.

Representantes - O vice-governador Darci Piana representou o Paraná na solenidade, que contou também com a participação do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e do chefe interino da Casa Civil de Santa Catarina, Juliano Chiodelli, além de representantes dos dois bancos.

Áreas contempladas - Piana destacou que a nova linha de crédito contemplará investimentos em inovação, microcrédito, inclusão financeira, infraestrutura econômica e social, eficiência energética, energias renováveis e agronegócio, entre outras.

Prioridade - A intenção, reforçou o vice-governador, é priorizar ações voltadas para micro, pequenas e médias empresas, produtores rurais, cooperativas e municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com foco na geração de emprego e renda.

Capital de giro - “Esses recursos significam mais capital de giro à disposição dos empresários. São novas oportunidades de investimento para a ampliação dos negócios”, afirmou Piana. “É isso que irá aumentar a necessidade de mão de obra, aumentando os postos de trabalho e dando dignidade para as pessoas”, acrescentou.

Renovável - De acordo com o diretor-presidente do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, a nova linha é renovável anualmente e também rotativa. Ou seja, sempre que houver amortizações por parte do BRDE, os recursos voltarão a ficar disponíveis para novos financiamentos.

Flexível - “Trata-se de uma linha de crédito bastante flexível, tanto nas atividades a serem financiadas, como investimentos fixos e de capital de giro, por exemplo, quanto nos setores a serem beneficiados”, explicou ele, lembrando que há a possibilidade de os financiamentos serem tomados em dólares ou em reais, dependendo da opção do cliente.

Pequenos empresários - Vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski reforçou que o Banco já contratou R$ 1,9 bilhão apenas em 2020, com o repasse de cerca de R$ 1,5 bilhão para operações voltadas a micro, pequenas e médias empresas. “A finalidade principal do banco é fomentar o desenvolvimento e gerar empregos nos três estados do Sul”, disse.

Impacto - O diretor do CAF no Brasil, Jaime Holguín, destacou que os recursos terão ainda mais impacto neste momento de pandemia, contribuindo para o sucesso da retomada econômica do Brasil no pós-Covid-19. “O potencial dos bancos regionais de desenvolvimento é inegável. Por isso acreditamos que essa linha de crédito, voltada majoritariamente para micro e pequenas empresas do Sul do Brasil, terá um impacto fundamental nos negócios locais e regionais”, disse. “A expertise do BRDE, a agilidade dos desembolsos e a flexibilidade na utilização dos empréstimos aos empreendedores asseguram o sucesso da parceria”, completou.

Compromisso - “Temos como compromisso final a melhoria da qualidade de vida da população”, finalizou o vice-presidente para o setor privado do CAF, Jorge Arbache.

Presenças - Participaram virtualmente do ato de assinatura do contrato os diretores do BRDE Luiz Carlos Borges da Silveira (Administrativo), Marcelo Haendchen Dutra (Financeiro) e Vladimir Fey (Acompanhamento e Recuperação de Créditos). (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Pedra fundamental marca lançamento da duplicação da Rodovia das Cataratas

infraestrutura 28 08 2020O presidente Jair Bolsonaro e o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançaram nesta quinta-feira (27/08), em Foz do Iguaçu, a pedra fundamental da duplicação da Rodovia das Cataratas (BR-469), do trevo de acesso à Argentina até a entrada do Parque Nacional do Iguaçu. A cerimônia concretiza a obra de 8,7 quilômetros.

Itaipu - A intervenção será financiada quase integralmente pela Itaipu Binacional (R$ 136,3 milhões dos R$ 139,4 milhões necessários). O restante será bancado pelo Governo do Estado. Os termos assinados foram a delegação de gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), e o convênio entre Itaipu e DER-PR.

Potencial turístico - O presidente Jair Bolsonaro destacou o potencial turístico da região e disse que a obra se insere no contexto de grandes investimentos da Itaipu Binacional em infraestrutura, que somam perto de R$ 1 bilhão na região. “A gestão da Itaipu tem sido bem administrada e há sobra de recursos para investir em obras nesse canto maravilhoso do Estado e do País, onde estão as Cataratas do Iguaçu, uma das maiores belezas naturais do mundo”, disse o presidente.

Recuperação - O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou que as obras da Rodovia das Cataratas vão potencializar o turismo no Oeste do Paraná e ajudar a recuperação do setor depois da pandemia. “É mais um reconhecimento do governo federal à importância do Paraná e de Foz do Iguaçu para o País. Estamos modernizando juntos a infraestrutura do Estado”, afirmou. Ele citou, ainda, as parcerias na segunda ponte entre Brasil e Paraguai e na ampliação da pista do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu.

Acesso às Cataratas - A BR-469 é a única via de acesso às Cataratas do Iguaçu e ao aeroporto e o mais importante corredor turístico da cidade. O projeto executivo foi financiado pelo Fundo Iguaçu, gestão integrada das taxas espontâneas de visitação dos turistas que passeiam na Itaipu Binacional, Parque Nacional do Iguaçu e Marcos das Três Fronteiras. Ele está sendo revisado por uma empresa contratada por Itaipu. Esse trabalho será encerrado em outubro. O Dnit também fará uma nova revisão no projeto antes de liberar o certame.

Expectativa - A expectativa é que a licitação seja feita ainda em 2020 e que as obras iniciem no primeiro semestre de 2021. O contrato deve prever 36 meses até a conclusão.

Demanda - Segundo o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, a duplicação encerra uma demanda de 20 anos dos moradores de Foz do Iguaçu e do setor empresarial ligado ao turismo. “Estamos utilizando recursos de Itaipu em ações estruturantes, que vão ficar como legado para a população do Paraná. Essa obra vai aumentar o potencial turístico de Foz do Iguaçu”, afirmou.

Outros investimentos - O ministro disse, ainda, que a duplicação se alinha aos outros investimentos planejados para remodelar a infraestrutura do Paraná. “Juntamente com Estado estamos desenvolvendo o maior programa de concessão rodoviária da história do País. Serão R$ 75 bilhões investidos nos próximos 30 anos, 2,4 mil quilômetros de novas duplicações e menos tarifas de pedágio. Vamos curar a ferida do Anel de Integração. E ainda tem o ramal ferroviário da Ferroeste que vai de Maracaju, no Mato Grosso do Sul, até Paranaguá”, disse. “É um Estado de grandes cooperativas”.

Segunda ponte - Outra obra emblemática na cidade é a segunda ponte entre Brasil e Paraguai, também financiada pela Itaipu. São 760 metros de distância entre uma cabeceira e outra, um novo marco arquitetônico e logístico do Paraná. Os trabalhos já ultrapassaram 30%. A segunda ponte internacional sobre o Rio Paraná e a nova perimetral até a BR-277, que acompanha a obra, terão investimentos de R$ 463 milhões.

Vão - A nova ponte terá vão-livre de 470 metros, o maior da América Latina. Serão duas pistas simples com 3,6 metros de largura, acostamento de 3 metros e calçada de 1,70 metro nas laterais. A previsão é que a obra seja entregue em 2022. Ela será maior que a Ponte Internacional da Amizade e está localizada cerca de 10 quilômetros abaixo dela, em direção ao Rio Iguaçu.

Perimetral - A perimetral que faz parte da obra vai permitir que caminhões procedentes da Argentina e do Paraguai acessem diretamente a BR-277 na altura do Posto Paradão, reduzindo o fluxo de veículos pesados na área urbana de Foz do Iguaçu. A ponte também terá acesso facultado a veículos menores e turistas. A perimetral do lado brasileiro está prevista para começar em outubro e inclui toda a estrutura necessária para a aduana na chamada zona primária.

Presenças - Acompanharam a cerimônia os ministros Marcelo Álvaro Antonio (Turismo), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Jorge Oliveira (Secretaria da Presidência), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo); o diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Joaquim Silva e Luna; o diretor-geral do Dnit, Antônio Leite Santos Filho; o presidente da Embratur, Gilson Machado; o presidente da Infraero, Hélio Paes de Barros; o presidente da Copel, Daniel Pimentel; os secretários estaduais Sandro Alex (Infraestrutura e Logística), Romulo Marinho (Segurança Pública) e Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo); o diretor-geral do DER-PR, Fernando Furiatti; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Samuel Prestes; os deputados estaduais Hussein Bakri, Ricardo Arruda, Coronel Lee e Soldado Fruet; os deputados federais Vermelho, Aline Sleutjes, Ricardo Barros, Filipe Barros, Paulo Martins, Hélio Lopes, Giacobo e Luiz Nishimori; além de prefeitos, representantes dos outros Poderes e empresários. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

 

IBGE: Paraná é o 5º Estado com a maior população do País

ibge 28 08 2020O Paraná se consolida como o Estado mais populoso da Região Sul e o quinto com mais habitantes do País, de acordo com estimativa divulgada nesta quinta-feira (27/08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, 11.516.840 pessoas residem no Estado, representando 5,4% da população total brasileira.

Outros - Apenas São Paulo (46.289.333), Minas Gerais (21.292.666), Rio de Janeiro (17.366.189) e Bahia (14.930.634) são mais populosos. A taxa de crescimento em relação a 2019, quando o levantamento apontava 11.433.957 paranaenses, nascidos ou adotados, ficou em 0,72%.

RS e SC - Em relação aos vizinhos de região, o instituto revelou que Rio Grande do Sul conta com 11.422.973 moradores, e Santa Catarina tem 7.252.502. “Reforça a importância que o Paraná possui dentro do cenário nacional, com uma população bastante ativa e mão de obra qualificada”, disse o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Somos um Estado que impulsiona o País a crescer economicamente, especialmente pelas mãos do agronegócio”, acrescentou.

Consolidado - O diretor de Pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki, explicou que o Paraná é um estado demograficamente consolidado, sem grandes fluxos de saída ou entrada de pessoas. Segundo ele, o que se pode perceber internamente é a migração de cidades menores para cidades médias ou grandes, os chamados polos regionais como Cascavel, Ponta Grossa e Maringá, por exemplo.

Mesmo padrão- “Diferentes de regiões como Centro-Oeste e Norte, que se percebe uma chegada maior de pessoas, o Sul segue o mesmo padrão, com crescimento abaixo inclusive da média nacional”, afirmou Suzuki. “E há outras vertentes, como a taxa de natalidade paranaense ser mais baixa, parecida com a de países desenvolvidos”.

Capitais - No consolidado nacional, o País chegou a 211,8 milhões de habitantes em 2020, crescendo 0,77% em relação ao ano passado. O estudo, com data de referência em 1º de julho, mostra que 21,9% da população está concentrada em 17 municípios, todos com mais de um milhão de habitantes, sendo que 14 são capitais estaduais.

Mais de um milhão - No Paraná apenas Curitiba rompeu a barreira do milhão. O IBGE revelou que a capital paranaense tem 1.948.626 habitantes, a oitava mais populosa do Brasil. São Paulo continua sendo o município a liderar o ranking, com 12.325.232 de pessoas. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (6.747.815), Brasília (3.055.149), Salvador (2.886.698), Fortaleza (2.686.612), Belo Horizonte (2.521.564) e Manaus (2.219.580).

Região Sul - No recorte da Região Sul, Porto Alegre aparece no 12º posto (1.488.252). Já Florianópolis é a 23ª entre as capitais, com 508.826 moradores. É a segunda mais populosa do estado catarinense, atrás de Joinville (597.658).

Região metropolitana - O IBGE aponta ainda que a Região Metropolitana de Curitiba possui 3.693.891 pessoas, configurando a 9ª associação de municípios do País. A taxa de crescimento em relação a 2019 foi de 1,07%, superior à da Capital, que ficou em 0,80%.

Mais populosas - São Paulo (21.893.842), Rio de Janeiro (13.131.590) e Belo Horizonte (6.006.091) são as três regiões metropolitanas mais populosas do País.

Interior - Londrina permanece no posto de cidade com mais habitantes do interior paranaense. São 575.377 morando na cidade. O ranking das “10 mais” é completado por Maringá (430.157), Ponta Grossa (355.336), Cascavel (332.333), São José dos Pinhais (329.058), Foz do Iguaçu (258.248), Colombo (246.540), Guarapuava (182.644), Paranaguá (156.174) e Araucária (146.214). (Agência de Notícias do Paraná)

 

MERCADO: Forte demanda da China impulsiona soja em Chicago

O gigante asiático continua comprando soja americana e as expectativas do mercado para importações recordes para este novo ciclo estão consolidadas. O que, de acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, acabou impulsionando os preços da oleaginosa na Bolsa de Chicago.

Carne bovina - “Além disso - de acordo com o relatório semanal do USDA - a China comprou uma quantidade recorde de carne bovina americana por uma semana. Além disso, o volume de carne suína importada dos EUA por um mês, estava no nível mais alto. Enquanto isso, o relatório semanal de exportação dos EUA reportou um volume de 1,87 milhões de toneladas (perto do máximo esperado pelo mercado)”, informa.

Seca - A partir dos aspectos produtivos, regiões do Centro-Oeste americano com seca geram algum medo de impacto sobre a produção e produção, com óleo de palma (+1,4%) e de soja (+3,4%) em ascensão, transmitiram para firmeza ao grão. “Nos meses próximos, os futuros da soja subiram dois dígitos para os contratos até agosto de 21. O contrato de novembro fechou com ganho de 1,92%, ampliando a relação de soja/milho para 2,628 – ante 2,609 do dia anterior”, completa.

Contratos futuros - “Os contratos futuros de farelo de soja fecharam com ganhos de quinta-feira (27/08) de US$ 3,40 a US$ 3,80/tonelada. O óleo de soja foi o que mais cresceu no dia, com ganhos de 2,98% a 3,32%. O USDA reportou 1.925 MT de vendas de soja para a semana que terminou em 20/08. Isso foi uma queda de 25% em relação às vendas de exportação da semana passada, mas 329% maior em relação ao ano anterior. As vendas da semana passada foram principalmente novas, divididas em 3% e 97% de safra nova”, conclui. (Agrolink)

CÂMBIO: Dólar cai e fecha em R$ 5,58 em dia de correção

cambio 28 08 2020Num dia de boas notícias no exterior, o dólar caiu num movimento de correção. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (27/08) vendido a R$ 5,58, com recuo de R$ 0,034 (-0,6%). Na quarta-feira (26/08), a moeda norte-americana tinha fechado no maior valor em três meses.

Oscilação - Como nos últimos dias, a cotação oscilou bastante. Depois de superar os R$ 5,61 na máxima da sessão, por volta das 12h30, o dólar caiu durante a tarde e chegou a atingir R$ 5,55 na mínima do dia, por volta das 15h.

Mercado internacional - Num dia de poucas notícias econômicas no Brasil, as negociações foram dominadas pelo mercado internacional. Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, apresentou hoje uma nova estratégia agressiva para diminuir o desemprego na maior economia do planeta e conduzir a inflação a níveis mais saudáveis.

Fed - De acordo com a nova abordagem, o Fed, Banco Central norte-americano, buscará atingir uma inflação média de 2%, compensando períodos abaixo de 2% com uma inflação mais alta “por algum tempo”, e garantir que o emprego não fique aquém de seu nível máximo. Esperanças em relação à aprovação pelo governo dos Estados Unidos de um teste rápido mais barato e portátil para a covid-19 também animaram os mercados externos.

Bolsa de Valores - Na bolsa de valores, o dia foi marcado por oscilações. O índice Ibovespa, da B3, a bolsa de valores brasileira, encerrou esta quinta aos 100.624 pontos, estável em relação a ontem, quando tinha fechado em 100.627 pontos. Ao longo do dia, o indicador alternou altas e baixas, até fechar praticamente sem variação. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

SAÚDE I: Brasil tem 118,6 mil mortes e 3,76 milhões de casos

O Brasil atingiu 118.649 mortes em função da pandemia do novo coronavírus, conforme a atualização diária do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (27/08). O resultado marca um aumento de 0,8% sobre quarta-feira (26/08), quando eram contabilizados 117.665 óbitos desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram registrados 984 novos óbitos.

Casos acumulados - Os casos acumulados chegaram a 3.761.391 Entre quarta e quinta-feira, as secretarias de saúde enviaram ao Ministério da Saúde informações sobre 44.235 novos diagnósticos de infecção pelo coronavírus. O total marca acréscimo de 1,2% sobre quarta, quando o painel do Ministério da Saúde trazia 3.717.156 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda de acordo com a atualização, 695.492 pessoas estão em acompanhamento e outras 2.947.250 já se recuperaram.

Covid-19 nos estados - Os estados com o maior número de mortes foram São Paulo (29.415), Rio de Janeiro (15.859), Ceará (8.265), Pernambuco (7.480) e Pará (6.102). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (586), Acre (607), Tocantins (635), Amapá (652) e Mato Grosso do Sul (800). (Agência Brasil)

saude I tabela 28 08 2020

 

SAÚDE II: Boletim registra 1.815 novos diagnósticos positivos de coronavírus

saude II 28 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirma nesta quinta-feira (27/08) 1.815 novos casos e 52 óbitos causados pelo novo coronavírus. O Paraná contabiliza 122.735 casos e 3.114 mortes em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - São 1.231 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19: 975 estão em leitos SUS (441 em UTI e 534 em leitos clínicos/enfermaria) e 256 em leitos da rede particular (89 em UTI e 167 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 983 pacientes internados, 447 em leitos UTI e 536 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 52 pacientes. Todos estavam internados. São 22 mulheres e 30 homens com idades que variam de 40 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 02 de abril a 27 de agosto.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (14), Foz do Iguaçu (7), Pinhais (3), Ponta Grossa (3), Colombo (2), São José dos Pinhais (2), Piraquara (2), além de um óbito registrado em cada um dos seguintes municípios: Arapongas, Campo Largo, Campo Magro, Campo Mourão, Cascavel, Castro, Cerro Azul, Cruzeiro do Iguaçu, Dois Vizinhos, Ibaiti, Mambore, Maringá, Medianeira, Nova Esperança, Renascença, Rio Branco do Sul, Santa Mariana, Tijucas do Sul e Toledo.

Fora do Paraná - O monitoramento da secretaria estadual registra 1.339 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 39 pessoas morreram.

Ajustes - Alteração de município

Um caso confirmado em 17/08 em São João do Triunfo foi transferido para Ponta Grossa;

Um caso confirmado em 05/08 em Curitiba foi transferido para Pinhais;

Um caso confirmado em 24/08 em Itaperuçu foi transferido para Rio Branco do Sul;

Um caso confirmado em 21/08 em Curitiba foi transferido para Ponta Grossa.

Exclusões Um óbito confirmado em 26/07 em Nova Aurora foi retirado do boletim. Após investigação epidemiológica ficou confirmado como óbito por outras causas;

Um óbito confirmado em 09/08 em Foz do Iguaçu foi retirado do boletim. Após investigação epidemiológica ficou confirmado como óbito por outras causas. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 


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