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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4903 | 09 de Setembro de 2020

G7: Entidades se posicionam contrárias ao reajuste das taxas cartoriais neste momento de pandemia

g7 09 09 2020Em ofício encaminhado nesta terça-feira (08/09) ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep), Ademar Traiano, assinado por todos os presidentes que integram o G-7, grupo de entidades do setor produtivo paranaense, as lideranças manifestaram contrariedade quanto ao aumento exacerbado que promovem os substitutivos e emendas aos Projetos de Lei números 886/2019, 887/2019, 888/2019, 889/2019 e 891/2019 nas taxas remuneratórias de serviços cartoriais no Paraná (emolumentos). Os deputados estão analisando as emendas que tratam sobre o reajuste dessas taxas e que voltariam à discussão no plenário nesta quarta-feira (09/09), mas diante da manifestação do G7 e de outras entidades, o assunto foi retirado de pauta.

Posicionamento - No ofício, os presidentes da sete federações que integram o G7 manifestaram os seguintes argumentos:  a) O momento de pandemia vem causando gravíssimas consequências financeiras às famílias brasileiras e às empresas, com drástica queda nos índices de produção, emprego e renda; b) Sendo assim, não existe qualquer espaço para, atualmente ou no curto e médio prazo, serem aprovados aumentos nas taxas que remuneram os serviços públicos, notadamente dos cartórios extrajudiciais, porquanto impactam diretamente nos custos produtivos e na renda das famílias e c) A análise técnica das emendas demonstra, inclusive, aumentos acima da inflação, o que seria inoportuno à sociedade, não havendo a menor urgência na aprovação do referido projeto. Sendo assim, solicitamos a retirada dos projetos de lei da pauta para análise conjunta entre a Assembleia Legislativa, Governo do Estado e setor produtivo.

Sobre o G7 - Fazem parte do G7, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP).

FOTO: Assessoria de Comunicação da Alep

Clique aqui para conferir na íntegra o ofício encaminhado pelo G7 à Assembleia Legislativa do Paraná

 

COVID-19: Confira o comunicado 113 emitido pelo Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 09 09 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, na manhã desta quarta-feira (09/09), o comunicado 113, destacando a presença da entidade em diversas reuniões que debateram temas de interesse do setor, como a realizada pela Secretaria Estadual do Planejamento para analisar a implantação do Programa Feito no Paraná, e a com representantes do Mapa e Embrapa com o objetivo de tratar sobre o aprimoramento do modelo de validação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia 4 de setembro, o Sistema Ocepar participou da reunião técnica de trabalho, organizada pela Secretaria do Planejamento e Projetos Estruturante do Paraná, para analisar a proposta de implantação do Programa Feito no Paraná.

2. O Sistema Ocepar, no dia 4 de setembro, realizou reunião virtual com representantes do Ministério da Agricultura e Abastecimento – Mapa, Embrapa e cooperativas agropecuárias paranaenses, com o objetivo de buscar uma forma de aperfeiçoar o modelo de validação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático – Zarc para os diferentes cultivos no Estado do Paraná.

3. No dia 4 de setembro, o Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, realizou a 25ª live do Encontro com Agentes das Cooperativas Paranaenses, com o tema: Confiança criativa: a razão da inovação.

4. O Grupo G7, formado pelas entidades empresariais do Paraná, no dia 8 de setembro, encaminhou ofício para o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná – Alep, Ademar Traiano, sobre o projeto que trata dos emolumentos dos cartórios extrajudiciais.

5. No dia 8 de setembro, o Sistema OCB realizou reunião virtual do Grupo de Trabalho (GT) de Crédito Rural com representantes do Sistema Ocepar, cooperativas de crédito e Febraban para discutir as adequações na Resolução 4.829/2020 do Banco Central do Brasil.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Números da Coopagrícola são apresentados em encontro virtual

O Sistema Ocepar promoveu, na manhã desta quarta-feira (09/09), a reunião institucional com a diretoria da Cooperativa Agrícola Mista de Ponta Grossa (Coopagrícola), atingindo o 56º encontro na modalidade remota. O presidente Gabriel Nadal, junto com diretores, como o vice-presidente João Marcos Bach, conselheiros administrativos e fiscais e funcionários, acompanhou a apresentação da situação econômico-financeira da Coopagrícola, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, cuja finalidade é manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista.

Operação - Após a apresentação da pauta da reunião, feita pelo coordenador de Monitoramento, João Gogola Neto, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, esclareceu que as reuniões virtuais têm permitido ao Sistema Ocepar cumprir o que foi planejado antes do início da pandemia. “Todas as ações relevantes e essenciais para as cooperativas têm sido sistematicamente executadas. Com isso, é possível garantir o funcionamento das nossas cooperativas, assegurando produção e o consequente abastecimento de alimentos para todos”. E lembrou que as ações de representação institucional do sistema estão sendo efetivamente realizadas, em sintonia com a OCB, junto aos organismos oficiais dos governos estadual e federal, Assembleia Legislativa, Congresso Nacional, instituições financeiras e entidades representativas do setor produtivo, entre outros.

Planejamento -  Por não poder participar da abertura do encontro devido a compromisso virtual com representantes da mesa diretora da Assembleia Legislativa, do governo estadual, da OAB e do G7, em defesa de interesse do cooperativismo, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken,  ao final da reunião, reafirmou que, na modalidade virtual, a entidade está produzindo mais devido à possibilidade de participar de mais eventos sem a necessidade de deslocamentos. E enfatizou a importância do planejamento para o sucesso do sistema cooperativista, adiantando que, na próxima sexta-feira (11/09), durante a reunião da Diretoria da Ocepar, será apresentada proposta do novo planejamento estratégico do setor, o PRC 200, que prevê, entre outras metas, o faturamento de R$ 200 bilhões das cooperativas. “Vamos trabalhar nessa linha, pois com planejamento, que já é tradição do cooperativismo do Paraná, temos mais chance de crescer, atingir as metas e dar sequência à evolução das nossas cooperativas”, acentuou.

Agradecimento - O diretor-secretário da Coopagrícola, Luiz Carlos Casara, agradeceu pela reunião e a exposição dos números da cooperativa. “Agradecemos ao Sistema Ocepar pela reunião. A apresentação foi muito positiva, mesmo porque representa o feedback do que a gestão está realizando em favor dos cooperados e da cooperativa. Mesmo nesse  momento de  dificuldades, temos certeza de que vamos superar a situação com criatividade, profissionalismo e muito trabalho”, disse. Fundada em abril de 1962, em Ponta Grossa, na região paranaense dos Campos Gerais, a Coopagrícola, que faturou R$ 209,6 milhões em 2019, tem atualmente 809 cooperados e 113 funcionários.

Presentes - Pela Sistema Ocepar, ainda participaram da reunião o coordenador de Cooperativismo da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo (Gecoop), Humberto César Bridi, e os analistas técnicos Maiko Zanella, da Gerência de Desenvolvimento Técnico, e Emerson Barcik, da Gecoop.

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GETEC: Informe nº 43 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 09 09 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta quarta-feira (09/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

COOPER LÍDER: Encontro virtual terá painel com lideranças femininas das cooperativas do PR, no dia 25 de setembro

Diversas lideranças femininas das cooperativas do Paraná foram convidadas para participar de um painel que vai debater questões relevantes ligadas às mulheres cooperativistas, no dia 25 de setembro, durante o encontro virtual que será promovido pelo Sistema Ocepar, a partir das 13h30, por meio do Programa Cooper Líder Feminino. O evento será transmitido pelo canal da entidade no Youtube.

Participantes - O painel terá as presenças de Yuna Bastos, conselheira de Administração da Sicredi União PR/SP, Solange Martins, presidente do Sicoob Unicoob Meridional, Wemilda Feltrin, presidente da Unimed Francisco Beltrão e Maura Carrara, presidente da Sicredi Nossa Terra. O evento será aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Poesia e música - A programação contempla ainda outras atrações, como o poeta Bráulio Bessa e a dupla musical Overdriver Duo.

Inscrições e informações - As inscrições para o Encontro Virtual das Lideranças Femininas Cooperativistas podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/32Rm2LL Mais informações com a analista do Sescoop/PR, Eliane Lourenço Goulart Festa (eliane.goulart@sistemaocepar.coop.br / 41 99191-9172).

 

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LIVE: “Não adianta borrifar as folhas. Precisamos regar a raiz”, afirma professor Barros sobre o processo criativo e inovação

“Criatividade é importante. Inovação é importante. Pense fora da caixa. Inove para ser competitivo. Não vou ficar repetindo essas coisas. Isso nós estamos cansados de saber e é muito raso”, afirmou o professor do Isae – Escola de Negócios e do Programa de Inovação do Cooperativismo Paranaense, Rodrigo de Barros, ao iniciar sua participação na 25ª live para agentes das cooperativas paranaenses. Promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), o evento ocorreu na tarde da última sexta-feira (04/09), pela plataforma Microsoft Teams e foi aberto pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski.

Reflexão - Com a proposta de promover uma reflexão mais aprofundada sobre o tema criatividade e inovação, Barros fez a analogia com uma planta. “Não adianta borrifar as folhas. Precisamos regar a raiz”, afirmou, enfatizando a importância de tratar a questão por sua essência. Para ele, “a raiz da inovação é trabalhar o ser humano criativo”. “Como eu estudo a capacidade inovativa e a capacidade criativa, eu darei um foco muito importante na questão humana da inovação,” frisou.

A criatividade morreu - O professor parte do pressuposto que a criatividade morreu. “Se a inovação é fruto do ser humano criativo, eu preciso entender o que aconteceu com a criatividade das pessoas. Senhores do júri, a criatividade morreu e nós temos três culpados”, disse, como se estivesse anunciando a sentença num tribunal. Barros destacou o resultado de um estudo encomendado pela Nasa, desenvolvido pelo psicólogo George Land, em conjunto com outros pesquisadores da área, com aproximadamente 280 mil pessoas durante anos. O levamento apontou que 98% das crianças de zero a cinco anos demonstraram alto grau de criatividade, e, aos poucos, esse índice foi reduzindo: em 30% nas crianças de 10 anos; em 12% entre os jovens de 15 anos, chegando a apenas 2% entre os adultos considerados altamente criativos. “Aos cinco anos de idade somos muito criativos, fantasiosos, fazemos leituras originais e autênticas do mundo, e, na medida em que a gente cresce, vamos ficando menos criativo. O que tem em comum entre as pessoas com diferentes idades que justifique essa queda tão absurda? A escola”, afirmou.

Sistema educacional - Segundo Barros, o sistema educacional é um dos responsáveis pela perda criativa, por tratar indivíduos com personalidades diferentes de um modo padronizado. “E isso não é achismo da minha parte. George Land e Ken Robinson, recém-falecido pesquisador de altíssimo nível sobre criatividade, autor do livro ‘Escolas criativas’, autor do TED mais assistido da história ‘Por que perdemos a criatividade’, falam exatamente isso. A escola, por ter provas, por possuir um sistema educacional que nos uniformiza, nos trata como iguais, no sentido de personalidade e isso tudo, vai fazendo com que nos tornemos iguais, padronizados. E isso é um instrumento de total perda de criatividade”, disse.

Máquina de desempenho - De acordo com o professor, na fase adulta, as pessoas enfrentam o outro culpado por tornar as pessoas menos criativas: a máquina de desempenho. “Toda empresa, cooperativa ou corporação que opera visando resultados é uma máquina de desempenho. Ela é constituída para dar resultado. Porém, essa máquina de desempenho nos limita a criar, por quê? A natureza de uma máquina de desempenho é a previsibilidade, atingir resultados previsíveis. É a natureza da criatividade e da inovação é a incerteza, é não saber direito o que vai acontecer”, explicou. Dessa forma, segundo Barros, esse conflito e a constante a pressão existente no ambiente corporativo para que os funcionários inovem representam um fator limitante à criação.

Foco - “Aí que eu digo, você não deve focar em inovar. É necessário desviar um pouco a visão desta questão porque o excesso de pressão nos deixa embotados pois bombardeia o corpo com cortisol, que é o hormônio da ansiedade, da preocupação extrema. E isso em demasia nos trava”, ressaltou. Barros lembrou de um trabalho feito pelo psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi, que cunhou o termo “fluxo da criatividade”. “Em pesquisa cognitiva comportamental da área de criatividade, ele colocou que nós entramos no fluxo criativo quando temos um equilíbrio entre quantidade de desafios no dia a dia e a minha capacidade em temos de habilidade de saber lidar com isso”, afirmou. “Por isso eu afirmo que a criatividade é o xis da questão, não a inovação. Temos que entender que a criatividade foi perdida e a inovação é fruto do ser humano criativo. Então, a gente precisa cuidar da raiz”, reforçou.

Conectividade - Ao apresentar o terceiro culpado pela perda da criatividade, o excesso de conectividade, Barros lembrou que a humanidade sempre inovou, desde a descoberta do fogo, da roda, da eletricidade, da arma e ao expandir territórios, por exemplo. “Toda essa busca desenfreada pelo novo é da natureza do ser humano, é a sua inquietação. Isso tem sempre um lado positivo e um negativo”, frisou. Da mesma forma, hoje temos a tecnologia. “Ela é fantástica. Graças à conectividade, estamos conseguindo superar alguns desafios impostos por essa pandemia. Mas ela também cobra o seu preço. O fato de estarmos o tempo todo conectados é um gatilho absurdo de ansiedade”, afirmou o professor, destacando que a dependência pela tecnologia tem deixado as pessoas exaustas e doentes, pois, por outro lado, elas também não têm desfrutado de um descanso genuíno e do ócio criativo, fatores importantes para desenvolver e manter a mente mais criativa. “O fato é que estamos vivendo uma era histórica, em termos políticos e tecnológicos. E estamos no olho do furacão, vendo as coisas mudarem absurdamente e não podemos fechar o nosso olho para a raiz da coisa. Vamos entender o que está acontecendo com a sociedade e pensarmos em soluções mais humanas, mais sustentáveis, mais justas, para que, por meio da criatividade, possamos dar mais qualidade de vida às pessoas”, acrescentou.

Confiança criativa - Depois de apresentar os três culpados pela perda da criatividade – o sistema educacional, a máquina de desempenho e o excesso de conectividade –, o professor afirmou que é possível resgatá-la por meio da chamada confiança criativa. “É preciso ter condições de exercer a minha autenticidade, a minha originalidade, e a coragem para expor o que eu penso. E isso está totalmente ligado ao nosso cérebro criativo. Eu vou resgatar essa criatividade perdida quando eu permitir que o meu cérebro imagine, fantasie, invente, inove, tenha ideias, seja alimentado por conhecimento, faça leituras, tudo isso vai propiciar um cenário que vai reconfigurar algumas coisas e torná-lo mais criativo. A criatividade adormeceu? Não fiquem tristes porque nós podemos exercitá-la a tal ponto que ela volte. É uma espécie de ginástica cerebral. A criatividade é fisiológica, então, se eu mexo sensorialmente nesse mecanismo, eu posso reconfigurar a criatividade”, disse.

Plano - Para as empresas que querem tornar suas equipes mais criativas e inovadoras, ele sugere a implementação de iniciativas que trabalhem cinco habilidades que podem desenvolver a confiança criativa: pensamento associativo, questionamento, observação, networking e experimentação. “Quando eu exercito meu pensamento associativo, eu estou exercitando a minha capacidade de pensar de maneira divergente, pensar de maneira convergente. Quando eu exercito a minha habilidade de questionar, eu estou gerando possibilidades do meu cérebro pensar: e se fosse assim, e se fosse assado e se fizéssemos assim? Isso gera novos caminhos neurais e criatividade tem a ver com isso. Quando eu paro e observo as coisas, eu alimento a minha imaginação e a minha fantasia. Quando eu cultivo o meu networking, eu trago para minha vida pessoas com bagagens diferentes e abro literalmente as portas da percepção para entender coisas diferentes. Então, criar é conectar. Ser criativo não é reinventar a roda. Ser criativo é estar tão ligado, observando as coisas, que você as conecta e gera algo diferente. Isso é a essência do pensamento criativo”, acrescentou.

Mais - Barros destacou ainda a importância da empatia no processo criativo. “É a base do design thinking e do pensamento criativo. Eu sentir as dores do outro alimenta a minha mente e o meu cérebro porque faz com que eu queira amenizá-la e isso tem a ver com criatividade”. E, também, o estímulo sensorial do organismo. “A criatividade é uma combinação de estímulos do sistema nervoso periférico, que manda estímulos para o sistema nervoso central, responsável por coordenar isso dentro do nosso organismo. São milhões de informações, gerando sinapses e resinapses. Para que a criatividade aconteça, nós precisamos estimular essa estrutura. Tenho que provocar experiências nas pessoas, para que elas reconfigurem as suas cabeças”, frisou.

Fruto - “A inovação é fruto do ser humano criativo. Nessa live, eu apontei três culpados da perda criativa e, se nós temos culpados tão claros e percebemos em nós mesmos que a criatividade adormeceu por causa deles, precisamos falar mais sobre isso pois, assim, aumentamos o potencial e as chances de inovação. Não adianta borrifar as folhas. Precisamos regar a raiz da planta. Criatividade é fruto de um ser humano criativo”, finalizou Barros.

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ACI: Aliança Cooperativa Internacional realiza sua primeira Assembleia Geral virtual

aci 09 09 2020A Aliança Cooperativa Internacional (ACI) acaba de completar 125 anos de fundação e, na quinta-feira passada (03/09), realizou sua assembleia geral anual, de forma virtual, para assegurar a saúde dos participantes. O evento reuniu os representantes das organizações que integram a Aliança, como a OCB, por exemplo, para aprovação das contas do ano de 2019 e do planejamento para o ano de 2021.

Representação global - A Aliança Cooperativa Internacional é o principal organismo global de representação dos empreendimentos cooperativistas em todo planeta. Atualmente, a ACI conta com 314 membros espalhados por 111 países, nos cinco continentes. São membros da Aliança as organizações de representação nacional, como a OCB, assim como federações de ramos e grandes centrais cooperativas. Mais de 80% dos integrantes participaram da AGA nesta quinta-feira.

Exigência - A realização das assembleias anuais é uma exigência da legislação belga para organismos internacionais. A ACI tem sua sede em Bruxelas e, por isso, tem que seguir a legislação local. A Assembleia aprovou a contabilidade da Aliança, assim como a atuação do Conselho de Administração e o planejamento para o próximo ano.

Recuperação econômica - Em sua fala, o presidente da ACI, o argentino Ariel Guarco falou sobre a importância da Aliança no apoio às ações dos membros na recuperação econômica no período pós-pandemia. Segundo disse, a ACI direcionará seus esforços para a assessoria às organizações membro e a contenção de custos de operacionalização.

Brasil - Há 31 anos a OCB tem representando o cooperativismo brasileiro no âmbito da ACI. Desde sua filiação em 1989, os representantes brasileiros junto à Aliança defenderam o fortalecimento institucional da entidade, ampliando sua capacidade de interlocução com organismos internacionais, assim como a ampliação dos serviços prestados às cooperativas em todo o mundo. Roberto Rodrigues, ex-presidente da OCB, foi o segundo presidente da ACI-Américas e primeiro não-europeu a assumir a presidência da ACI.

Representante - Atualmente, a OCB é representada no Conselho de Administração da ACI pelo Onofre Filho, presidente da OCB, Mato Grosso, que foi eleito pela Assembleia-Geral de 2017 para um mandato de 4 anos. Antes dele, foram eleitos para representar a OCB no Conselho o Eudes Aquino, presidente da Fundação Unimed (2013-2017); Américo Utumi, ex-presidente da OCESP (2001-2013) e Roberto Rodrigues (1989-2001).

Importância - A Aliança tem como principal objetivo promover, em escala global, o cooperativismo como uma forma de crescimento econômico inclusivo, colaborativo e de desenvolvimento social. A ACI é reconhecida pelos principais organismos internacionais como uma entidade importante nos processos de cooperação internacional para o desenvolvimento. Sua atuação busca apoiar as cooperativas em todo planeta no diálogo por legislação adequada com os governos e intercooperação nos níveis nacionais e internacional. (OCB)

 

GESTÃO: Vem aí o ciclo de seminários do PDGC

Aprimorar a gestão e a governança das cooperativas é um ponto fundamental para garantir a competitividade delas. Nesse sentido, o Sescoop acaba de preparar a jornada Caminho para a Excelência, totalmente pensando nas coops dos país. É um ciclo de sete seminários quinzenais, totalmente on-line e gratuitos. Serão conversas com especialistas e lideranças de cooperativas que vão indicar os melhores passos para o desenvolvimento sustentável do negócio.

Programação - Confira a programação, que ocorrerá sempre às 15h:

16/09 - Mapa: Planejamento Estratégico

30/09 - Terreno: Gestão Estratégica

14/10 - Bússola: Gestão por Resultados

28/10 - Direção: Governança, Riscos e Compliance

11/11 - Rotas: Modelo de Negócio

25/11 - Diário de Bordo: Vendas e Relacionamento

9/12 - Legado: Oportunidades e Desafios

Participe - Para participar dessa jornada, basta que a pessoa se inscreva em um ou mais seminários de seu interesse, já que para uma cooperativa seguir rumo à Excelência, o fortalecimento da gestão e da governança é a direção certa. Faça sua inscrição aqui. (OCB)

gestao 09 09 2020

 

 

C.VALE: Obras aceleradas no Hiper de Assis

As obras do hipermercado da C.Vale, em Assis Chateaubriand, Oeste do Paraná, seguem em ritmo acelerado. O presidente da cooperativa, Alfredo Lang, e os membros do Conselho de Administração visitaram a construção, nesta terça-feira (08/09). “Eu tenho certeza de que os moradores de Assis e de municípios vizinhos vão se encantar com nosso novo hiper. Estamos todos engajados e focados para que isso aconteça. Já iniciamos as contratações e os treinamentos dos funcionários que irão trabalhar na nova loja”, revelou Lang, destacando também que empreendimento gerar 220 empregos diretos.

Cronograma - O cronograma estrutural atingiu 80% das obras. São 22.640 metros quadrados de área e um restaurante com 1.085 metros quadrados, capaz de atender 678 pessoas. O hipermercado terá três estacionamentos, sendo um deles no subsolo, e duas salas de cinema. A obra está sendo construída com inovações como o uso de quase 1.500 placas fotovoltaicas que permitirão a economia de até 30% de energia elétrica. O projeto inclui, ainda, um programa de computador para gerenciamento remoto da iluminação. O sistema permite controlar a entrada de luzes artificiais e solar, e reduzir ou ampliar a luminosidade conforme as necessidades de cada ambiente. (Imprensa C.Vale)

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CAPAL: Cooperados produziram 170 mil sacas de café na safra 2019/2020

capal 09 09 2020Cooperados da Capal produziram 170 mil sacas de café na safra 2019/2020, média de dez sacas a mais por hectare que no período passado. A produção média foi de 40 sacas por hectare, apesar da falta localizada de chuva, contra 30 em 2018/2019. O café, que teve a colheita concluída em agosto, é da espécie arábica, com 80% formado pela variedade Mundo Novo.

Chuvas - “As chuvas da safra 2019/2020 foram boas comparadas a 2018/2019, época que foi muito seca e de altas temperaturas. As lavouras para a safra 2020/2021 estão preparadas, e tudo indica que teremos uma excelente safra”, explica José Ryoti Nakabayashi, engenheiro agrônomo e supervisor de café da Capal.

Área cultivada - A cooperativa cultivou uma área de 4.270 hectares de café nesta safra, nos municípios de Carlópolis (PR), Taquarituba (SP) e Fartura (SP), com 3.337, 1.497 e 859,7 hectares, respectivamente. A Capal tem 273 associados produtores do grão.

Qualidade - “A qualidade do café é excelente. São produtores de alta produtividade e assimilaram o trabalho que a Capal faz na região. Eles saíram de uma cafeicultura tradicional, em que se produzia de 18 a 20 sacas por hectare para 40 a até 60 sacas de média”, destaca Ryoti.

Referência nacional - Nos municípios atendidos pela cooperativa, os associados são considerados referência nacional em produtividade, desde o pequeno produtor, que tem apenas um hectare, até o grande produtor, que fica na faixa dos 400 hectares de café. (Imprensa Capal)

FOTO: José Ryoti Nakabayashi

 

COOPAVEL: Show Rural Edição de Inverno apresenta cultivares de trigo até 40% mais produtivas

Vinte e três variedades de trigo, muitas delas com capacidade produtiva acima de seis mil quilos por hectare, estão sendo apresentadas de terça a sexta-feira (08 a 11/09) durante a etapa presencial do Show Rural Coopavel Edição de Inverno. Essa produtividade chega a ser 40% maior na comparação com os melhores resultados obtidos por triticultores nacionais. “Isso demonstra o enorme potencial do trigo no Brasil, uma cultura que conta com ótimas condições para se desenvolver e se tornar uma das principais commodities nacionais”, afirma o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Grupos - A edição de inverno teve início nesta terça-feira (08/09). Dois grupos de cooperados e produtores rurais convidados, além de técnicos e autoridades, serão recebidos diariamente na área do evento na BR-277 saída para Curitiba. Cada grupo, que frequentará o local em períodos distintos, será formado por no máximo 200 pessoas. A área de cultivos contará com 14 estações e em cada uma haverá técnicos que receberão os convidados e darão detalhes e informações sobre as culturas de inverno.

Guias - Os convidados de cada período são divididos em grupos menores, que na companhia de guias seguirão a pé por um roteiro especialmente elaborado. São dez minutos em cada estação, com intervalo de 3 minutos entre uma e outra. “Pela manhã, vamos começar às 8h30 e terminar às 11h30. E, à tarde, o circuito será cumprido das 14h às 17h”, informa o coordenador geral do evento Rogério Rizzardi. Além de variedades de trigo, os cooperados e produtores rurais convidados poderão conhecer mais sobre triticale, aveia, adubação verde e pastagens. A Coopavel está com equipes durante o evento, gravando imagens e entrevistas que serão exibidas em novos capítulos da edição de inverno nas plataformas digitais.

Empresas - Quinze empresas dos mais diferentes segmentos ligados às culturas de inverno participam da edição inaugural. Haverá também mostra de máquinas e implementos e a participação de instituições financeiras com linhas e condições especiais de crédito aos visitantes. “Com toda essa sinergia e organização, estamos construindo um novo marco às culturas de inverno, principalmente ao trigo, que considero uma das atividades agrícolas de maior repercussão e contribuição para o desenvolvimento social da humanidade ao longo dos séculos”, ressalta Dilvo Grolli.

Cuidados redobrados - Inúmeros cuidados vão ser adotados para garantir segurança às pessoas que, de terça a sexta-feira, estarão no Show Rural da Coopavel em Cascavel. “Vamos receber essas pessoas observando todas as recomendações preventivas e protetivas ditadas pelo Ministério da Saúde e pelas secretarias de Saúde do Paraná e do município de Cascavel”, segundo Dilvo.

Medidas - Rogério Rizzardi informa que os cuidados estão presentes, entre outros, com a aferição da temperatura corporal de todos os convidados, que estão sendo orientados a utilizar máscara durante todo percurso. Há álcool em gel distribuído em pontos estratégicos do parque. Mesmo a etapa presencial realizada em espaço aberto, as regras de distanciamento estão sendo observadas, afirma o coordenador. Dois ambulatórios de saúde vão funcionar durante os quatro dias da mostra tecnológica. (Imprensa Coopavel)

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PRIMATO: Expedição visita cooperados do Oeste do PR

primato 09 09 2020Durante os dias 24 e 28 de agosto a Expedição Primato visitou cooperados da região oeste do Paraná nas cidades de Cascavel, Toledo, Vera Cruz do Oeste e Nova Santa Rosa. Na oportunidade, foram entrevistados cooperados que atuam com a atividade de leite, suinocultura e agricultura.

Relacionamento - Esta foi a terceira fase da Expedição Primato em 2020 e foram oito propriedades visitadas. “A região oeste do Paraná foi onde tudo começou para nossa cooperativa, logo, é importante essa etapa da expedição para que possamos contemplar e contar histórias de nossos cooperados em cidades de fundamental importância para Primato”, destacou o diretor executivo da Primato, Anderson Sabadin que complementou, “é uma ferramenta de relacionamento muito importante para que possamos entender a realidade de cada cooperado, as suas atividades na propriedade e envolvê-los no processo de evolução da cooperativa, afinal, quanto mais engajado for, maior e melhor serão as chances de termos evolução e principalmente, preparar a sucessão dentro da Primato, seja para futuros conselheiros ou mesmo profissionais. A cooperativa existe para os cooperados e queremos que a recíproca seja verdadeira”.

Cooperados - “A cada propriedade visitada temos uma perspectiva da realidade do dia a dia no campo, isso é importante, afinal, temos condições de entender suas demandas e projetarmos ações que possam atender suas expectativas, trazendo a informação de fora para dentro e dando a possibilidade de desenvolvermos estratégias e ações com maior índice de assertividade”, enalteceu o assessor de marketing e comunicação, Daniel Meneghini que complementou, “além de contar a história de cada um dos cooperados, abordando e destacando o aspecto humano, família e atuação dentro de cada atividade. O resultado são matérias exclusivas para Revista e Site Primato”.

Oeste - Durante a Expedição Primato foram oito propriedades de cooperados da região oeste e histórias de produtividade, atuação em família e a relação com a cooperativa. Destaques para projetos especiais como a Granja instalada na Fazenda da Esperança em Toledo, que promove o trabalho aqueles que ficam na instituição e que aprendem essa nova atividade, assim como em Nova Santa Rosa, para o complexo do cooperado Christopher Kruger, que atua com pecuária de leite para uso das crianças e idosos que ficam na Casa de Repouso e Escola no município e excedente entrega para Primato/Frimesa.

Expedição - O conteúdo fará parte da edição 195 da Revista Primato que estará em circulação no início de outubro em todas as cidades e regiões de atuação da cooperativa. (Imprensa Primato)

 

COAMO: Revista destaca eventos virtuais

coamo 09 09 2020Está circulando a mais nova edição da Revista Coamo. A reportagem principal aborda o novo momento motivado pela pandemia e as ferramentas utilizadas pela cooperativa para continuar mantendo os cooperados bem informados. Há cerca de seis meses os palcos dos eventos realizados pela Coamo passaram a ser virtuais.

Transmissão - Muitos encontros foram transmitidos pelo canal da Coamo no YouTube, por videoconferências, via WhatsApp e outras ferramentas digitais. Uma mudança aguardada e esperada pelo mundo, mas que ganhou velocidade devido a pandemia do novo coronavírus, para evitar aglomerações e respeitar o distanciamento social.

Série - A edição traz a terceira série sobre o cooperativismo, com histórias inspiradoras de famílias que ao longo dos anos conseguiram evoluir e tiveram suas vidas transformadas.

Versão completa - Acesse aqui a versão completa da Revista Coamo. (Imprensa Coamo)

 

 

CRESOL: Presente em 25 estados, sistema chega à marca de 600 mil cooperados

cresol 09 09 2020A Cresol tem muitos motivos para comemorar em 2020. Além de celebrar os 25 anos de fundação, em junho, o Sistema atingiu neste mês de setembro a marca de 600 mil cooperados, que possuem na instituição um parceiro para fornecer soluções financeiras por meio do relacionamento para o desenvolvimento de seus empreendimentos e da comunidade.

No país - Os 600 mil cooperados se dividem praticamente por todo o Brasil. Eles estão presentes em municípios de 25 estados, mais o Distrito Federal, e contam com o suporte de quatro centrais filiadas, 75 cooperativas e 585 agências, além do atendimento nos canais digitais.

Crescimento - A marca foi acompanhada por um constante crescimento do Sistema Cresol. O número de novos cooperados mensais bateu recordes seguidos, mesmo em meio à pandemia, o que reforça a confiança e a segurança de uma instituição financeira cooperativa completa, segundo Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação.

Momento de celebração - "É um momento de celebração. Há 25 anos, esses cooperados acreditam no projeto da Cresol, no desenvolvimento das comunidades e na estratégia de negócio. É um indicador de tamanho e relevância, porque os cooperados são nossa fortaleza. Estamos crescendo no volume de negócios, nos indicadores, no que diz respeito à abertura de novas agências e poder celebrar a marca de 600 mil cooperados é o significado de quanto a marca Cresol construiu em confiança", pontuou Magri.

Cooperados - Em 25 anos de existência, a Cresol tem evoluído para oferecer o melhor aos cooperados, harmonizando as ações de tecnologia e relacionamento com as pessoas. Vice-Presidente da Cresol Confederação, Adriano Michelon cita esse processo como um diferencial atual do Sistema.

Processos tecnológicos - "Neste ano de 2020 agilizamos muitos processos tecnológicos e voltamos nossos olhos àqueles que precisavam de apoio para se reinventar em um momento de incertezas. Além disso, mantemos a proximidade com o nosso cooperado, mesmo que muitas vezes de forma digital, e evoluímos muito enquanto Sistema. Hoje comemoramos uma parte desse crescimento que está expressa na confiança dessas 600 mil famílias", destacou Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação.

Campanha - Essa aproximação foi retratada na nova campanha nacional, lançada no dia 1º de setembro. O mote "evoluímos juntos" mostra o crescimento da cooperativa neste último período em que esteve ainda mais próxima do cooperado.

Segurança - Com a pandemia da Covid-19, a Cresol inovou, mas se manteve tradicional para atender o cooperado no momento em que ele mais precisava, proporcionando segurança para investir. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI I: Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos reúne 500 lideranças

sicredi I 09 09 2020O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – realiza, nesta quarta-feira (09/09), mais uma edição do Fórum Nacional de Presidentes e Diretores Executivos. O evento, que acontece todos os anos, reúne as principais lideranças para debater e construir os rumos estratégicos da instituição.

Presença - Nesta edição, o evento contará com a presença de aproximadamente 500 representantes das cinco centrais e 108 cooperativas de crédito que integram o Sistema, para alinhamentos, debates e compartilhamentos de olhares e reflexões sobre o futuro da instituição e do Cooperativismo de Crédito no Brasil. Por conta da pandemia do novo conoravírus, o evento será realizado em formato híbrido com parte dos palestrantes em estúdio e outros interagindo de forma online.

Livro - Na abertura, o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), Manfred Alfonso Dasenbrock, irá abordar o lançamento do novo livro “A Trajetória do Sicredi - 2013 a 2019, a força do cooperativismo” iniciando a agenda. Durante o dia de encontro serão realizadas palestras com Paulo Sérgio Neves de Souza, diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, e Vinicius David, executivo de tecnologia no Vale do Silício e professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, abordando temas que vão desde o cenário econômico no país e oportunidades para o cooperativismo de crédito, até discussões sobre liderança e inovação.

Sinergia - “Este é um momento importante em que colocamos todas as nossas lideranças em sinergia para seguirmos avançando naquilo que acreditamos: levar o cooperativismo de crédito para cada vez mais pessoas e manter sempre os associados no centro de nossas atenções, buscando proporcionar a melhor experiência possível. O formato virtual nos mantém próximos, ainda que fisicamente distantes, garantindo os espaços de construção conjunta que são a essência do nosso modelo de negócio”, diz Dasenbrock.

Palestra - O evento também conta com palestra de João Tavares, presidente-executivo do Banco Cooperativo Sicredi, e Mariana Gutheil, CEO e co-fundadora da NoOne, empresa de design estratégico para sucesso digital, tratando de assuntos como a transformação digital, que serão decisivos para a instituição nos próximos anos. Ainda, como forma de compartilhar boas práticas internas sobre a atuação das cooperativas, serão apresentados oito cases que contam experiências de atendimento às necessidades dos associados e a evolução do negócio. Por fim, o encontro também abordará a reforma tributária e os impactos no cooperativismo de crédito, com a condução de Evandro Kotz, gerente Jurídico do Sicredi.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Seis dicas de planejamento financeiro para começar agora e manter depois da pandemia

sicredi 09 09 2020A pandemia do novo coronavírus trouxe uma realidade econômica diferente para muitas famílias brasileiras: redução de salários, queda do rendimento e desemprego. Mudanças que reforçam ainda mais a importância do planejamento financeiro, especialmente em situações de crise.

Desafio extra - E a nova realidade traz um desafio extra para quase metade dos brasileiros. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), revelam que, mesmo antes da pandemia, o controle do orçamento já não era realidade para 48% dos consumidores. E agora o problema pode aumentar.

Educação - Para o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá, o controle efetivo dos gastos está diretamente ligado à educação. “A consciência financeira e o melhor entendimento das relações de consumo fomentam bons hábitos e ajudam a evitar dívidas no futuro. Por isso, no Sicredi, desenvolvemos projetos de educação financeira voltados para diferentes perfis, incluindo crianças”, afirma.

Planejamento financeiro - O especialista ainda lembra que sempre há tempo para iniciar o planejamento financeiro. “O importante é se organizar, dar o primeiro passo e ter disciplina para manter o controle de gastos”, analisa.

Outras dicas- Confira outras dicas simples para começar agora e continuar planejando a vida financeira até depois da pandemia:

1 - Hora de organizar o orçamento

Uma vida financeira saudável começa com planejamento. Quem ainda não faz controle ou registro de gastos pode iniciar uma planilha simples com informações sobre rendimentos e despesas. Também é importante estimar gastos sazonais e imprevistos, que podem ocorrer a curto e longo prazos. Com o planejamento inicial é possível identificar as despesas mais caras, supérfluas e essenciais. “Em alguns momentos é preciso reorganizar o orçamento adequando os gastos aos ajustes de rendimentos. Nessas ocasiões o planejamento financeiro ajuda no corte ou adequação de despesas e renegociação de dívidas, caso necessário”, explica Felis de Sá.

2 - Algumas compras podem esperar

Tenha cuidado com as promoções e compras online por impulso. Antes de cada aquisição é importante ter uma escala de prioridades e refletir sobre a necessidade do produto. Nas compras de menor valor, dê preferência para o pagamento à vista e evite parcelamento para aquisição de itens supérfluos. “É o momento de repensar consumo, priorizar compras essenciais, poupar e investir parte dos recursos”, reforça.

3 - Utilize a internet para vender

A internet é uma ótima ferramenta para conseguir renda extra oferecendo produtos e serviços. É possível anunciar peças que você não usa mais, de segunda mão, ou ainda investir na comercialização de itens novos. Plataformas de marketplace são uma boa alternativa para anunciar. “O Sicredi conta com a plataforma gratuita Sicredi Conecta, que permite anúncios e vendas de produtos e serviços entre associados - uma boa opção para a geração de bons negócios”, analisa o especialista.

4 - Aproveite para renegociar dívidas

Com a organização do orçamento e planejamento financeiro é possível identificar as dívidas mais caras e buscar a renegociação, ou fazer a troca por dívidas mais baratas, com taxas de juros menores. Negocie, converse e busque alternativas de pagamento junto a seus credores.

5 - Comece a poupar, não importa o valor

Separe um valor mensal para reserva financeira. O hábito de poupar pode começar com quantias pequenas. O importante é ter disciplina e manter os depósitos. Além de se beneficiar com os juros compostos, juros sobre juros, o poupador ainda pode utilizar o montante em caso de emergência ou para uma compra à vista, conseguindo melhores condições de pagamento. “A poupança ajuda a criar a cultura da educação financeira. A modalidade costuma ser a opção de muitas famílias no início do planejamento. Com o hábito de poupar consolidado, é possível avançar para outros tipos de investimentos”, ressalta.

6 - Procure novas modalidades

Existem diferentes opções de investimentos. Antes de escolher um produto é importante levar em consideração o perfil do investidor: arrojado, moderado ou conservador. Quem busca maior segurança, mesmo com menor rentabilidade, pode iniciar os investimentos nos fundos de renda fixa. Perfis mais arrojados contam com opções como o Fundo Inflação e os Fundos Multimercados. O Fundo Ibovespa também é uma opção que pode apresentar maior rentabilidade a longo prazo. “A vantagem de investir em uma instituição financeira cooperativa é que os associados ajudam a fomentar o desenvolvimento econômico regional e, ao mesmo tempo, participam dos resultados da cooperativa gerados no final de cada ano”, conclui o diretor.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI AGROEMPRESARIAL: Cooperativa lança documentário em comemoração aos 35 anos

sicredi agroempresarial 09 09 2020Na quinta-feira passada (03/09), a Sicredi Agroempresarial PR/SP completou 35 anos. Foi fundada pela iniciativa de 34 agricultores, em 3 de setembro de 1985, inicialmente como Cooperativa de Crédito Rural de Mandaguari. Atualmente, conta com 27 agências, localizadas nos estados do Paraná e São Paulo. O planejamento na Sicredi Agroempresarial PR/SP tem sido muito voltado à expansão, ao investimento nas pessoas e em tecnologia, resultando no melhor atendimento aos associados.

História - Marcada pela transformação, a história da cooperativa foi sendo escrita a muitas mãos, por pessoas que apostaram no cooperativismo para fortalecer a vida financeira dos associados. A cooperativa vem evoluindo em ativos, número de associados, área de atuação e em resultado. São mais de 80 mil associados que têm suas vidas financeiras vinculadas à cooperativa, gerando crescimento coletivo, resultado que reflete em toda a comunidade.

35 anos - Para celebrar a importante data, a cooperativa preparou uma série de eventos. Na noite do aniversário foi realizada uma live com alcance de mais de 10 mil pessoas, que conheceram um pouco mais sobre a cooperativa por meio de depoimentos de convidados destacando a importância da cooperativa no desenvolvimento dos associados e das comunidades envolvidas, entre eles o presidente Agnaldo Esteves, diretores, colaboradores, além de muita música, alegria e interação com os associados pelas redes sociais.

Documentário - Durante a live, ocorreu o lançamento do Documentário dos 35 anos, que contou com depoimentos de pessoas que ajudaram a construir a história de sucesso da Sicredi Agroempresarial PR/SP. Com relatos históricos e emocionantes, a trajetória foi sendo narrada desde o surgimento da ideia para a criação da cooperativa pelos pioneiros até a chegada dos 35 anos, com personagens que enfrentaram e venceram desafios cada um a seu tempo. Foram momentos diferentes a cada época, mas, em comum, todos nutrem o orgulho e a satisfação em terem contribuído para a construção da cooperativa.  

Trajetória - Ao longo do tempo, importantes decisões contribuíram para sustentar o crescimento que vem sendo alcançado. A mudança de razão social para Sicredi Terra Forte, em 2001, marcou o início de uma fase que traria grandes frutos. A cooperativa buscou a ampliação do perfil de associados, o que se concretizou em 2007, quando foi aprovada a Livre Admissão. Com isso, além de produtores rurais, passou a atender profissionais liberais, autônomos, empresários entre outros. O ano de 2007 também marcou a fusão da Sicredi Terra Forte com a Sicredi Centro Norte, que deu origem à Sicredi Agroempresarial, proporcionando a ampliação da área de atuação da cooperativa e o aumento no número de associados.

Expansão - Em 2015 a cooperativa passou a atuar também no Estado de São Paulo, onde já possui seis agências, nos municípios de Sorocaba, Piedade, Mairinque, Pilar do Sul, Barueri (Alphaville) e em Osasco, inaugurada em agosto de 2020, com transmissão virtual pelas redes sociais. (Imprensa Sicredi Agroempresarial PR/SP)

 

SICREDI VALE DO PIQUIRI Valorização da vida é tema de live alusiva ao Setembro Amarelo

Setembro é o mês de prevenção ao suicídio, assunto que faz parte da realidade mundial, mas que ainda enfrenta grande preconceito por parte das pessoas. Para tratar sobre o tema, os Comitês Jovem e Mulher da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP realizam uma live para reforçar a valorização da vida, já que sempre existe a possibilidade de mudança. O bate-papo conduzido pelas psicólogas Graciela Lopes e Raiana Bonatti será nesta quinta-feira (10/09), às 20h, com transmissão nos canais do Facebook e Youtube da cooperativa.

Valorização do ser humano - “Como uma sociedade cooperativa que somos, precisamos valorizar o ser humano. A pessoa deve estar sempre em primeiro lugar, antes de qualquer número, produto ou serviço. Essa iniciativa dos nossos comitês vem reforçar esse diferencial da cooperativa, esse modelo de negócios que se preocupa muito com todos os indivíduos. É importante podermos conversar sobre isso”, explica a gerente de desenvolvimento do cooperativismo da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Cláudia Bonatti.

Temas - Além da live, durante todo o mês de setembro, a cooperativa está abordando entre seus colaboradores e associados temas relacionados à saúde mental, a importância de pedir ajuda e de saber ouvir ao próximo.

Acesso - Para assistir a live, é só acessar:

Facebook: www.facebook.com/sicredivaledopiquiri

Youtube: www.youtube.com/watch?v=dwOgXVtNXss&feature=youtu.be

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP- A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 109 cooperativas do Sicredi, conta com 31 anos de história e mais de 156 mil associados. A área de atuação da cooperativa abrange 43 cidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD. São 88 espaços de atendimento, sendo 52 no Paraná e 36 em São Paulo (sicredi.com.br/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi- O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,6 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1900 agências e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

 

sicredi vale piquiri 09 09 2020

 

 

SICREDI FRONTEIRAS: Novo espaço será inaugurado em Capitão Leônidas Marques

sicredi fronteiras 09 09 2020O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,6 milhões de associados e presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – inaugura em 18 de setembro, um novo espaço no município de Capitão Leônidas Marques/PR. Localizada na Avenida Iguaçu, nº 281, a agência pertence à Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que atua em 57 municípios, com mais de 69 mil associados e 35 agências, administrando R$ 1,8 bilhão em ativos e patrimônio líquido de R$ 222 milhões.

Experiência mais cooperativa - Projetado para criar uma experiência ainda mais cooperativa, o espaço de 1.300m² foi pensado para oferecer conforto, proximidade e interação entre os mais de 4 mil associados. Capitão Leônidas Marques foi o primeiro município no lado oeste do Paraná a possuir uma agência da cooperativa.

Equipe - Fernando Luiz Largo, gerente da agência de Capitão Leônidas Marques, está há 15 anos integrando a equipe da Sicredi Fronteiras e afirma ser gratificante poder entregar aos associados de sua terra natal, maior qualidade no atendimento e prestação de serviços através dos 23 colaboradores da agência.

Agricultores - “Chegamos em Capitão em um momento onde os agricultores estavam carentes de uma instituição financeira que os entendesse. Até 2002, eles precisavam dirigir 75 km e ir até Cascavel/PR para obter soluções e tirar dúvidas sobre o seu agronegócio. Iniciamos os atendimentos conforme a nossa essência, focado no produtor rural e após 2006, com a livre admissão, expandimos para outros perfis de associados. Hoje somos como uma família, temos uma relação muito próxima com os nossos associados. A exemplo disso cito este momento no qual estamos passando, onde realizamos vários cadastros nos canais digitais para que nossos associados possam realizar suas operações em casa. Quando ligamos para fazer o acompanhamento, para a nossa surpresa, a maioria nos falou que estão sim conseguindo administrar suas contas de maneira digital, porém, eles somente não vêm até a agência por conta desta pandemia. Ou seja, eles sentem falta deste contato conosco. Estão com saudade da gente”, comenta Fernando Largo.

Live - A inauguração do novo espaço será realizada no formato de live (transmissão ao vivo), nos canais oficiais da Sicredi Fronteiras no Facebook e Youtube, diretamente da Avenida Iguaçu, nº 281, no dia 18 de setembro, às 19h30min. Desta vez a cooperativa se valerá da tecnologia para firmar o compromisso e assumir a responsabilidade de continuar oferecendo os melhores serviços para o município de Capitão Leônidas Marques.

Confiança - Ainda de acordo com Fernando Largo, a ampliação da agência em um novo espaço, é resultado da confiança do associado ao escolher a Sicredi Fronteiras como a sua cooperativa. “Faço um convite pra quem não é associado, que venha até o Sicredi. Venha conhecer os nossos serviços e produtos de sempre, em uma estrutura ainda mais personalizada. Venha experimentar o nosso atendimento diferenciado, no modelo cooperativo, você irá sentir a diferença. Obrigado também aos associados que são a força que move a Sicredi Fronteiras”, conclui o gerente.

Atendimento - O novo espaço iniciará os atendimentos ao público a partir do dia 21 de setembro, das 9h às 15h, conforme as diretrizes da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) com relação ao enfrentamento do novo coronavírus.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP))

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICOOB: Sistema de cooperativas de crédito anuncia integração com a plataforma Pix

O Pix, novo método de pagamento, transferência e recebimento criado pelo Banco Central, estará disponível no Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil a partir de 16 de novembro, quando os mais de 4,8 milhões de cooperados poderão utilizar a nova funcionalidade.

Consonância - De acordo com Marcos Vinicius Viana Borges, diretor executivo de Operações do Centro Cooperativo Sicoob, o projeto está em consonância com alguns dos principais pilares das cooperativas, como a inclusão e a justiça financeiras. "O Pix vai romper barreiras e possibilitar a inclusão de um maior número de pessoas no sistema financeiro, integrando o pagador e o recebedor, sem intermediários, com custos menores para todos", afirma.

Impacto - O Pix deverá impactar, principalmente, a forma como as pessoas e empresas realizam suas transações de pagamento e recebimento. Rápidas e seguras, as transações entre diferentes instituições, financeiras e de pagamento (fintechs), ocorrerão em até 10 segundos, com disponibilidade em 24 horas por dia, todos os dias do ano, incluindo finais de semana e feriados.

Opções - No Sicoob, o cooperado terá diversas opções para pagar com Pix. A primeira delas será apenas apontar a câmera do celular para o QR Code gerado pelo recebedor (ou link), completar com o valor, se for solicitado, e efetivar a transação. A segunda, com a inserção manual dos dados do recebedor no App Sicoob, semelhante com o que ocorre com a TED. Já a terceira será pela "Chave Pix" do recebedor, registrada numa base de endereçamento no Banco Central - neste caso, ela é utilizada quando o recebedor não quiser informar os dados da conta. A Chave Pix pode ser um celular, um e-mail, CPF/CNPJ ou um EVP (Endereço Virtual de Pagamento, gerado aleatoriamente), conforme a escolha do recebedor.

Cadastro - O cooperado do Sicoob, na condição de recebedor, já pode indicar a sua intenção de cadastrar uma Chave Pix por meio de um hotsite disponibilizado nos principais canais digitais, como o App Sicoob e o internet banking.

Disponibilização imediata - Com o Pix, os recursos serão disponibilizados imediatamente na conta do recebedor e a automatização e conciliação dos pagamentos serão facilitadas. Além disso, há maior rapidez de checkout, já que não é necessário passar um cartão ou conferir troco, por exemplo, na hora da compra. "É um ótima novidade e oportunidade de redução de custos para o varejo brasileiro", avalia Marcos.

Operações de teste - As operações de teste do Pix serão iniciadas em 3 de novembro. A partir de 16 de novembro, a plataforma entrará em operação plena. "O Sicoob está preparado e em dia com as etapas de homologação do Banco Central, sempre manifestando o seu apoio a esta iniciativa do regulador, benéfica para o cooperado e para toda a sociedade brasileira", conclui o executivo.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

SICOOB METROPOLITANO: Com evento on-line, cooperativa inaugura agência em Santo André e reinaugura agência em Guarulhos

sicoob metropolitano 09 09 2020Nesta terça-feira (08/09), o Sicoob Metropolitano inaugurou uma agência na cidade de Santo André (SP). No mesmo dia, a cooperativa reinaugurou o ponto de atendimento de Guarulhos (SP). Os dois eventos aconteceram on-line e contaram com a participação colaboradores, gerentes, diretores e conselheiros da cooperativa, do Sicoob Central Unicoob e do antigo Sicoob Cantareira, além de autoridades da cidade.

Santo André - Em Santo André, a nova agência tem área de 240 m² para atender o cooperado com mais conforto. Além disso, o ponto de atendimento segue o conceito de espaço de negócios, que visa otimizar e dar mais flexibilidade aos colaboradores para o atendimento negocial.

Crescimento - Segundo o gerente da unidade, Alcemir Francisco Martins, a nova agência tem como objetivo contribuir com o crescimento do município e da região, agregando valor aos negócios, principalmente nesse momento da economia em que toda a comunidade precisa estar unida para enfrentar grandes desafios. “O Sicoob Metropolitano acredita muito no sistema cooperativo e convida toda comunidade a fazer parte desse movimento. Venha ser um cooperado”, diz.

Guarulhos - Já em Guarulhos, o espaço foi modernizado e pensado para proporcionar uma melhor experiência ao cooperado. Essa é a segunda vez que a cooperativa realiza uma inauguração on-line. Em junho, o Sicoob Metropolitano inaugurou seis agências em um único dia, de forma totalmente digital.

Localização - A agência de Santo André fica localizada na Rua Carijós, 2567 e a de Guarulhos, na Avenida Salgado Filho, 1772. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED LONDRINA: Estão abertas as inscrições para a corrida virtual

Vai ter corrida Unimed Inspira em 2020 sim! E de um jeito inédito para a Unimed Londrina. A 1ª Corrida Virtual Unimed Inspira está com inscrições abertas e os interessados podem se inscrever no link https://www.centraldacorrida.com.br/corrida-virtual-unimed-inspira até o dia 26 de setembro ou enquanto houver vagas. Os valores das inscrições são R$ 29,90 para clientes, cooperados e colaboradores, e R$ 34,90 para demais públicos.

Funcionamento - A corrida virtual funcionará um pouco diferente das que a cooperativa médica costuma realizar. Após a inscrição e a escolha da distância, o participante deverá baixar um app de preferência para fazer o registro da sua prova.

Registro - A prova será realizada no dia 4 de outubro. Nesta data, o candidato deverá correr a distância escolhida na inscrição, registrar a prova no app e validar o desempenho no site Central da Corrida. Para categoria adulta, o percurso será de 5, 10 e 21 km. Já para Kids, 80 m.

Ranking - Haverá ranking dos melhores colocados e premiações por gênero, idade e percurso (com exceção das categorias Kids e Pets).

Pontos de hidratação- Durante a prova, haverá pontos de hidratação em alguns locais de Londrina (estes locais serão divulgados nas redes sociais da cooperativa). O kit será entregue para os 600 primeiros inscritos. Ele será composto por uma camiseta, número de peito, medalha, power bank e álcool gel.

Crianças e pets- O evento também será destinado às crianças e aos pets. Na categoria Kids, haverá 50 vagas para inscrição e o kit será composto por camiseta, medalha e frescobol. Já o brinde para os pets inscritos será uma bandana e haverá limite de 50 unidades. Um valor extra de R$ 10 será cobrado caso o interessado desejar mais de uma unidade a que tem direito.

Kit - O kit de todas as categorias deve ser retirado entre os dias 28,29 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro, das 10h às 16h, na Vanguard (Av. Ayrton Senna, 815).

Social - O evento também será social. A cada km corrido, a cooperativa doará 1 kg de alimento. (Imprensa Unimed Londrina)

IBGE I: Gasolina e alimentos puxam alta de 0,24% da inflação em agosto

ibge I 09 09 2020A inflação de agosto foi a mais alta para o mês desde 2016, embora o índice (0,24%) tenha desacelerado em relação a julho (0,36%). Pesaram mais no bolso do consumidor, principalmente, a gasolina, que subiu pelo terceiro mês seguido, e os alimentos, que chegaram a registrar certa estabilidade de preços em julho, mas voltaram a subir em agosto. Para as famílias de menor renda, o impacto é maior.

IPCA - Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (09/09) pelo IBGE e compõem o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que se refere às famílias com rendimento de um a 40 salários mínimos. No ano, o indicador acumula alta de 0,70% e, em 12 meses, de 2,44%.

INPC - Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que se refere às famílias com rendimento de um a cinco salários mínimos, apresentou alta de 0,36% em agosto, sendo o maior resultado para o mês desde 2012 (0,45%). No ano, o INPC acumula alta de 1,16% e, nos últimos doze meses, de 2,94%.

Maior peso - “O item de maior peso (4,67% do total) no IPCA é a gasolina (3,22%), que fez com que os Transportes (alta de 0,82%) apresentassem o maior impacto positivo no índice de agosto. E a segunda maior contribuição veio do grupo Alimentação e bebidas (0,78%). Já no INPC, que é um índice mais voltado para famílias de menor renda, os produtos alimentícios (alta de 0,80% em agosto) pesam mais e por isso o índice acumula uma alta superior à do IPCA no ano”, explica Pedro Kislanov, gerente da pesquisa, ressaltando que os alimentos têm peso de 20,05% no IPCA e 22,82% no INPC.

Alimentos - Os alimentos para consumo no domicílio tiveram alta de 1,15% em agosto no IPCA. Os principais itens que influenciaram essa elevação foram o tomate (12,98%), o óleo de soja (9,48%), o leite longa vida (4,84%), as frutas (3,37%) e as carnes (3,33%). Sendo que altas em componentes básicos da alimentação do brasileiro, como arroz e feijão, podem elevar a percepção de inflação nas gôndolas dos mercados.

Acumulado - “O arroz (3,08% em agosto) acumula alta de 19,25% no ano e o feijão, dependendo do tipo e da região, já tem inflação acima dos 30%. O feijão preto, muito consumido no Rio de Janeiro, acumula alta de 28,92% no ano e o feijão carioca, de 12,12%”, destaca Pedro Kislanov.

Fora do domicílio - Por outro lado, a alimentação fora do domicílio (-0,11%) segue em queda, embora menos intensa que a do mês anterior (-0,29%).

Vestuário - As peças de Vestuário (-0,78%) também apresentaram deflação e foi ainda mais intensa que a registrada em julho (-0,52%). Houve quedas nos preços das roupas masculinas (-0,74%), femininas (-1,23%) e infantis (-1,46%), além dos calçados e acessórios (-0,55%).

Educação - Por outro lado, o que mais segurou a inflação de agosto pelo IPCA foi a Educação (-3,47%), já que várias instituições de ensino passaram a aplicar descontos em suas mensalidades durante o período de isolamento em função da pandemia de Covid-19, em virtude da suspensão das aulas presenciais. Os preços dos cursos regulares recuaram 4,38%, sendo que maior queda foi observada na pré-escola (-7,71%), seguida pelos cursos de pós-graduação (-5,84%), pela educação de jovens e adultos (-4,80%) e pelas creches (-4,76%).

Habitação - Nas despesas de casa (Habitação), no entanto, houve alta (0,36%). Os maiores impactos vieram do aluguel residencial (0,32%) e da energia elétrica (0,27%). Vale destacar ainda o aumento nos preços de alguns materiais de construção, como o tijolo (9,32%) e o cimento (5,42%), que já haviam subido em julho (4,13% e 4,04%, respectivamente).

Cinco das regiões pesquisadas tiveram deflação - Cinco das 16 regiões pesquisadas apresentaram deflação em agosto. O menor índice ficou com o município de Aracaju(-0,30%), especialmente por conta da queda no custo dos cursos regulares (-7,27%). Os demais locais com IPCA no campo negativo foram Fortaleza (-0,23%), Rio de Janeiro (-0,13%), Belém (0,04%) e Vitória (0,03%).

Positivo - Na outra ponta, o maior resultado positivo foi observado no município de Campo Grande(1,04%), particularmente em função da alta de alguns itens alimentícios, como as carnes (6,28%) e as frutas (9,54%). Sendo que outros sete locais ficaram acima da média nacional (0,24%): Goiânia (0,66%), Brasília (0,58%), Rio Branco (0,54%), Recife (0,46%), São Luís (0,38%), Porto Alegre (0,33%) e São Paulo (0,31%).

Negativo - Já pelo INPC, apenas dois dos 16 locais pesquisados registraram deflação, Fortaleza (-0,16%) e Aracaju (-0,23%). E dez regiões tiveram inflação acima da média de 0,36%, sendo as mais elevadas em Campo Grande (1,33%), que marcou mais que o triplo, Brasília e Rio Branco, ambas marcando quase o dobro (0,71%). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

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IBGE II: Produção industrial cresce em 12 dos 15 locais pesquisados em julho

ibge II 09 09 2020A produção industrial teve alta em 12 dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal Regional, na passagem de junho para julho. O resultado, divulgado nesta quarta-feira (09/09) pelo IBGE, reflete a ampliação do movimento de retorno à produção de unidades produtivas, após paralisações por conta dos efeitos causados pela pandemia de Covid-19. A produção industrial nacional cresceu 8% em julho, pelo terceiro mês consecutivo.

Altas mais intensas - As altas mais intensas foram no Ceará (34,5%) e no Espírito Santo (28,3%), mas São Paulo (8,6%), maior parque industrial do país, segue aparecendo como principal influência. A alta paulista pode ser explicada pelo bom desempenho dos setores de alimentos e de veículos automotores. “São setores influentes na indústria paulista. Também o de máquinas e equipamentos apresentou crescimento importante”, explica o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida.

Terceiro mês - Este é o terceiro mês de taxa positiva consecutiva de São Paulo, com ganho acumulado de 32%, “Mas ainda não recuperou o patamar pré-pandemia, estando 6% abaixo do patamar de fevereiro", ressalta Almeida.

Fatores - Já o resultado positivo no Ceará, nono local em influência no mês, se dá, segundo o analista, muito por conta das altas nas taxas do setor de couro, de artigos de viagens, de calçados e de vestuário. “É a terceira taxa consecutiva positiva para o estado, com 92,5% acumulado, mas ainda abaixo 1% do patamar pré-pandemia”, completa. Já o Espírito Santo soma avanço de 28,6% em dois meses seguidos de crescimento na produção.

Outros locais - Os outros locais com alta acima da média da indústria nacional (8%) em julho foram o Nordeste (17,5%), o Amazonas (14,6%), a Bahia (11,1%), Santa Catarina (10,1%), Pernambuco (9,5%) e Minas Gerais (9,2%). Já o Rio de Janeiro (7,6%), o Rio Grande do Sul (7,0%) e o Pará (2,1%) completam os locais com altas no mês.

Recuo - Por outro lado, três estados apresentaram recuo. Paraná (-0,3%) e Goiás (-0,3%) tiveram variações negativas, mas o Mato Grosso (-4,2%) teve recuo mais intenso em julho, após dois meses de alta, que acumularam 8,2%.

Resultado é negativo em 8 dos 15 locais na comparação com 2019 - Comparada a julho de 2019, a produção industrial brasileira teve queda em 8 dos 15 locais pesquisados. Espírito Santo (-13,4%) e Paraná (-9,1%) assinalaram os recuos mais intensos. Pará (-7,5%), Rio Grande do Sul (-7,5%), Bahia (-5,7%), Santa Catarina (-4,9%), Mato Grosso (-4,4%) e São Paulo (-3,3%) completaram o conjunto de locais com queda na produção.

Avanço mais acentuado - Por outro lado, Pernambuco (17,0%) apontou o avanço mais acentuado. Amazonas (6,0%), Goiás (4,0%), Ceará (2,7%), Minas Gerais (1,5%), Rio de Janeiro (1,0%) e Nordeste (0,9%) mostraram as demais taxas positivas. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Governo do Estado de São Paulo

 

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ECONOMIA I: Banco Central lança agenda de sustentabilidade ambiental

economia I 09 09 2020O Banco Central (BC) lançou nesta terça-feira (08/09) um conjunto de ações de responsabilidade socioambiental. A dimensão da sustentabilidade foi inserida na agenda institucional BC# e inclui desde campanhas internas conscientização ambiental, incorporação de cenários de riscos climáticos em testes de estresse do BC, até a adoção de medidas mais abrangentes, como a criação de uma linha financeira de liquidez sustentável para instituições bancárias.

Sustentabilidade - Durante a apresentação, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou a centralidade da questão ambiental para a sustentabilidade do próprio sistema financeiro. "O tema ambiental é extremamente importante e desperta grande interesse na sociedade. A questão ambiental definitivamente entrou na ordem do dia", afirmou.

Ponto de vista financeiro - "Na dimensão sustentabilidade, vamos tratar da questão ambiental do ponto de vista financeiro. Vamos falar de promoção de finanças sustentáveis, gerenciamento adequado dos riscos socioambientais e climáticos, integração de variáveis sustentáveis e outros elementos que afetam a tomada de decisões pelo BC", acrescentou.

Medidas - Segundo a diretora de Assuntos Internacionais do BC, Fernanda Nechio, entre as medidas a serem adotadas internamente pelo BC estão campanhas de incentivo ao uso de bicicleta, adoção de carona solidária, redução do uso de plásticos, reciclagem e coleta seletiva. O tema também deverá fazer parte do Museu da Economia, mantido pela instituição.

Ações gerais - Já em relação às ações gerais, a diretora anunciou a criação de uma linha financeira de liquidez sustentável para instituições financeiras, tendo como garantia operações ou título de crédito privado. No caso das reservas internacionais, serão incluídos critérios de sustentabilidade para seleção de contrapartes na gestão do patrimônio e para a seleção de investimento.

Clima - O BC também informou que vai implementar recomendações da "Força-tarefa sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima" (TCFD, na sigla e inglês), que reúne orientações para empresas e instituições financeiras na divulgação de informações relativas aos impactos financeiros das mudanças climáticas em seus negócios. Além disso, a agenda BC# prevê um aprimoramento da abordagem no gerenciamento de riscos e a elaboração de um relatório anual de riscos socioambientais do BC.  

Bureau Verde do crédito rural - A nova agenda de sustentabilidade do BC também inclui a criação de um bureau verde do crédito rural. Na prática, o bureau substituirá o Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor) do BC, num formato de open banking, em que os dados dos clientes ficam abertos para consulta por diferentes instituições financeiras.

Critérios - De acordo com diretor de regulação do BC, Otávio Damaso, o bureau vai incorporar critérios que identifiquem operações com características verdes e também fará cruzamento com informações como dados de georreferenciamento.

Sobreposição - "A gente vai conseguir identificar sobreposição com áreas de preservação ambiental, sobreposição com áreas de terras indígenas, e essa crítica vai ocorrer no momento da contratação da operação de crédito. Então se houver alguma sobreposição, a própria operação não vai poder ser realizada porque vai ter uma trava", afirmou.

Meta - Ainda segundo Damaso, a meta é aumentar em até 20% os limites de contratação para operações de crédito rural que reúnam características de sustentabilidade.

Setor privado - Para o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Isaac Sidney, é preciso canalizar mais recursos para financiar uma transição para uma economia verde. "Em dezembro do ano passado, chegamos a 22% do saldo da carteira de crédito para os setores que contribuem com a cadeia da economia verde", afirmou.

Queimadas - Sobre as queimadas e desmatamentos na Amazônia, Sidney demonstrou preocupação e afirmou que o tema não "não pode ser mais um capítulo à parte", pois "está no centro de uma grande vantagem competitiva" para o Brasil. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

ECONOMIA II: Brasil teve investimento líquido negativo entre 2016 e 2019, diz Ipea

econmia II 09 09 2020Entre 2016 e o fim de 2019, os investimentos feitos em estoque de capital no Brasil não conseguiram superar a depreciação da estrutura produtiva que já existia, diz estudo divulgado nesta terça-feira (08/09) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Como resultado, o estoque de capital usado para produzir diminuiu ao longo do período e voltou a aumentar somente no início deste ano.

Pesquisa - Os dados constam da pesquisa Estoque de Capital Fixo no Brasil: Séries Desagregadas Anuais, Trimestrais e Mensais, que foi divulgada pela primeira vez nesta terça-feira e deve ser atualizada trimestralmente.

Redução de capital - A redução de capital constatada após a crise econômica que começou em 2014 foi a primeira desde 1947, segundo o Ipea. Como o país havia expandido sua capacidade produtiva nos anos anteriores, a depreciação desse capital continuou crescendo nos anos seguintes. Por outro lado, os investimentos na formação de capital, como máquinas e construção, começaram a cair a partir da recessão, e o resultado foi um investimento líquido negativo, explica o diretor de Estudos e Pesquisas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior.

Deterioração - "O estoque de capital vai se deteriorando com o tempo. E parte dos investimentos é justamente para cobrir essa depreciação, repor essa depreciação. Nesse período de 2016 a 2019, o investimento era tão baixo que sequer era suficiente para repor a depreciação. Tudo que era investido era para repor a deterioração, de tal forma que a capacidade produtiva estava diminuindo ao longo do tempo".

Reação - Souza Júnior afirma que a reação do investimento líquido veio com o crescimento do investimento bruto, iniciado em 2017, e a queda da depreciação, com a redução do estoque de capital. "Só no início de 2020, a gente começou a ter dados positivos de investimento líquido", diz o diretor do Ipea. Ele pondera que a pandemia de covid-19 já trouxe uma nova queda dos investimentos no segundo trimestre deste ano. "A gente espera que se isso se recupere no segundo semestre. Não totalmente, mas que haja uma recuperação parcial."

Preliminares - O Ipea ressalta que as informações referentes a 2018 e 2019 são preliminares e devem ser revistos quando forem divulgados os dados anuais completos, que constaram no Sistema de Contas Nacionais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

BENEFÍCIO: Asilos já podem fazer cadastro para receber recurso emergencial do Governo Federal

beneficio 09 09 2020As Instituições de Longa Permanência de Idosos já podem realizar o cadastro para receber o auxílio emergencial do Governo Federal. O auxílio foi criado, após a sanção de um projeto de lei, de autoria da deputada federal Leandre Dal Ponte (PV-PR), que destina R$ 160 milhões para os asilos. O recurso deve ser utilizado para ações de prevenção e promoção à saúde durante a pandemia.

Lei - O projeto, de autoria da deputada, foi sancionado pelo presidente e virou a Lei 14.018/2020, no final do mês de julho. Na época, o texto tramitou rápido tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.

Fundo - Parte do auxílio de R$ 160 milhões provém do descontingenciamento do Fundo Nacional da Pessoa Idosa. Podem se cadastrar para receber o auxílio instituições de longa permanência de idosos públicas ou privadas de caráter assistencial, sem finalidade lucrativa.

Inscrição - Para fazer a inscrição, o responsável pela instituição deve acessar a página da Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, preencher o requerimento, anexar a documentação solicitada e enviar para análise.

Ótima hora - “Esse recurso vem em ótima hora. E tivemos um trabalho imenso para conseguir a aprovação desta medida emergencial. Por isso, pedimos que as instituições façam o cadastro o mais breve possível. De acordo com a portaria, elas têm 30 dias, contados a partir desta sexta-feira, para realizar o cadastro”, reforçou a deputada Leandre.

Rateio do recurso - De acordo com a deputada Leandre, os R$ 160 milhões serão divididos pelo número total de pessoas idosas declarados pelas instituições de longa permanência cadastradas no Governo Federal. Logo, o valor repassado será correspondente ao número de pessoas em situação de asilamento em cada entidade.

Novo olhar - “Desde que entrei na Câmara dos Deputados, meu trabalho trouxe um novo olhar para as pessoas idosas. Fui proponente da criação da comissão permanente da Pessoa idosa da Câmara e da Secretaria Nacional da Pessoa Idosa. Há tempos, venho ajudando instituições que cuidam de idosos e sempre tive a honra de poder contar com o apoio de muitos deputados e senadores nas minhas lutas. Essa foi uma das lutas que fizemos tramitar muito rápido na Câmara e no Senado”, completou Leandre. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

 

CREA-PR: Lei de zoneamento de Curitiba completa um mês em setembro

Entrou em vigor no mês de agosto, em Curitiba, a nova lei de zoneamento, uso e ocupação do solo da cidade. Promulgada em outubro de 2019, a lei 15.511/2019 tem como principais mudanças questões relacionadas ao coeficiente de aproveitamento, o fortalecimento de moradias na área central e o incentivo a comércio e serviços nas pontas dos setores estruturais.

Reuniões técnicas - As reuniões técnicas promovidas durante a elaboração do projeto tiveram o acompanhamento da conselheira do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), Maria Cristina Graf. Foram dois anos de discussão na Câmara Municipal de Curitiba – com consulta e audiências públicas -sobre as melhores soluções para a promoção do crescimento ordenado e sustentável da cidade.

Revisão - “A última revisão da Lei de Zoneamento de Curitiba foi em 2004. Tivemos bastante trabalho porque havia muito a ser atualizado nas regras de ocupação da cidade, que se transformou desde então. Ainda assim, podemos dizer que o projeto está defasado em 5 anos”, avalia Graf. De acordo com a engenheira civil, uma das prioridades com a vigência da nova lei é tornar o centro mais habitável e melhorar as taxas de habitação nessa região, permitindo que terrenos menores tenham mais área construída.

Regras - As regras vigentes até agosto deste ano eram da última revisão do Plano Diretor de Curitiba, de 2004. Pela legislação federal (Estatuto das Cidades / Lei 10.257 de 10 de julho de 2001), a revisão do Plano Diretor deve ocorrer a cada 10 anos. “Todo mundo que tem terreno, imóvel, que pretende reformar, ampliar, ou construir, precisa saber quais sãos parâmetros básicos permitidos. Quanto pode subir em altura, quanto pode ter de área construída em um terreno, por isso é importante conhecer a nova lei”, explica a conselheira do Crea-PR, destacando que a lei foi aprovada com 15 emendas.

Vale do Pinhão - A nova lei de zoneamento também estimula o desenvolvimento do Vale do Pinhão, no Rebouças, e a ocupação do eixo estrutural norte, que segundo Maria Cristina Graf tem terrenos subocupados. “O transporte é bem consolidado nesse eixo, o que permite essa ocupação maior. E no Vale do Pinhão, há um estímulo para a diversificação de uso. Há agora boas condições para aumentar o adensamento habitacional nessa região, que é vizinha ao Centro da cidade, com a permissão de mais moradores por metro quadrado. Antes eram 80 habitações por hectare e agora pode haver até 200”, exemplifica Graf. Segundo a engenheira, outro ponto importante é que a lei amplia o porte de atividades comerciais de 100m² para 200m² sem custo nenhum, e de 200m² para 400m², com aquisição de potencial.

Limites para o uso do solo - O Zoneamento organiza a ocupação de um município ao estabelecer limites para o uso do solo - o que é permitido e o que não é em determinada região - e para o tamanho, a forma, a altura e o recuo das construções. Tem como princípio que a ocupação e os usos - industrial, comercial, residencial ou misto - devem ser induzidos e disciplinados pelo Poder Público, para garantir a qualidade e o equilíbrio da ocupação urbana e evitar que a cidade cresça de forma desorganizada. (Assessoria de Imprensa do Crea-PR)

SAÚDE I: Brasil tem mais 504 mortes e 14.279 novos casos

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 504 mortes e 14.279 novos casos de covid-19. Os números foram apresentados na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite dessa terça-feira (08/09). O número total de óbitos chega 127.464. Na segunda-feira (07/09), o painel do ministério marcava 126.960. Ainda há 2.485 falecimentos em investigação.

Casos acumulados - Os casos acumulados de covid-19 totalizam 4.162.073. Na segunda, o sistema de dados trazia 4.147.794 casos desde o início da pandemia.

Acompanhamento - Ainda de acordo com a atualização, 637.735 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.397.234 já se recuperaram.

Covid-19 nos estados- Os estados com mais mortes são São Paulo (31.430), Rio de Janeiro (16.646), Ceará (8.567), Pernambuco (7.741) e Pará (6.269). As Unidades da Federação com menos óbitos até o momento são Roraima (598), Acre (630), Amapá (675), Tocantins (758) e Mato Grosso do Sul (987). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 09 09 2020

SAÚDE II: Novo coronavírus já infectou mais de 143 mil paranaenses

saude II 09 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirma nesta terça-feira (08/09), 1.389 novos casos e 38 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 143.727 casos e 3.577 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.016 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 865 em leitos SUS (383 em UTI e 482 em leitos clínicos/enfermaria) e 151 pacientes em leitos da rede particular (49 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.282 pacientes internados, 510 em leitos UTI e 772 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 38 pacientes, todos estavam internados. São 14 mulheres e 24 homens, com idades que variam de 22 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 1º e 8 de setembro.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Londrina (9), Curitiba (6), Foz do Iguaçu (4), Cambé (3), Arapongas (2) e Toledo (2). A Sesa divulga também um óbito por Covid-19 em cada um dos seguintes municípios: Apucarana, Cascavel, Colombo, Florestópolis, Ibiporã, Ipiranga, Piên, Prado Ferreira, Ribeirão do Pinhal, Rio Branco do Sul, São Tomé e Tamarana.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 1.530 casos de residentes de fora, 38 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alterações de município:

Um caso confirmado no dia 30/8 em Mallet foi transferido para Porto Amazonas.

Um caso confirmado no dia 29/8 em Porto Amazonas foi transferido para Ponta Grossa.

Um caso confirmado no dia 22/6 em Carambeí foi transferido para Fazenda Rio Grande.

Um caso confirmado no dia 3/7 em Carambeí foi transferido para Curitiba.

Um caso confirmado no dia 16/6 em Carambeí foi transferido para Ponta Grossa.

Um caso confirmado no dia 25/8 em Londrina foi transferido para Prado Ferreira.

Um caso confirmado no dia 24/8 em Londrina foi transferido para Cambé.

(Agência de Notícias do Paraná)

 


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